Pretty Little Liars – My Name is Trouble

Data/Hora 29/06/2011, 22:18. Autor
Categorias Reviews

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Série: Pretty Little Liars
Episódio: My Name Is Trouble
Temporada:
Número do Episódio: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 28/06/2011

Hanna: É como a Alisson dizia: “Você não está mentindo, só predizendo a verdade.”

Eu assisto Pretty Little Liars crente que no próximo episódio não tem como inventar mais alguma mentira, que alguém vai colocar as meninas na parede e sem escapatória vão confessar seus “crimes”. E todas as vezes eu me surpreendo.

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Law & Order: Criminal Intent – To the Boy in the Blue Knit Cap

Data/Hora 29/06/2011, 21:55. Autor
Categorias Reviews

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Série: Law and Order Criminal Intent
Episódio: To the Boy in the Blue Knit Cap
Temporada: 10ª
Número do Episódio: 10×08
Data de exibição nos EUA: 26/06/2011

Minha primeira reação quando o episódio começou foi dizer “meu Deus, é o Dawson”, seguida de uma crise de riso. James Van Der Beek trabalha muito bem. Arrisco a dizer que ele é um bom ator mas não importa o que ele fala para mim ainda é difícil olhar para ele e não pensar no personagem que o marcou (pelo menos até aqui) e olha que eu nem morria de amores pelo Dawson.

Para completar o episódio tem como pano de fundo a história da briga pela invenção do Facebook e o personagem de James é para lá de parecido com o personagem do Justin Timberlake em The Social Network. Parece até que Van Der Beek assistiu ao filme para buscar a essência do personagem (e ta muito melhor no papel que o Timberlake, é bom frisar). Claro que não é tudo igualzinho ao filme/história. Até porque não houve morte por conta do processo.

As vítimas são os gêmeos que estariam processando a criadora do site a acusando de ter roubado a idéia. Ela por sua vez afirma que não houve roubo e que a idéia do site lhe ocorreu no dia que conheceu o seu agora namorado no parque. E que tudo que fez foi criar uma maneira de localizá-lo pois não tinha sequer o nome dele.

No decorrer das investigações Goren percebe que provavelmente um irmão matou o outro e que eles precisariam procurar por dois assassinos. É muito engraçado quando a Dra. Rodgers diz para Goren que por mais que isso a irrite ela é obrigada a reconhecer que mais uma vez ele tem razão que não foi a mesma pessoa que matou os irmãos.

Descobre-se então que a criadora do site estava tendo um caso com um dos gêmeos e que ele era contra o processo. Ele havia avisado a ela que o irmão iria até a empresa tentar buscar provas e que iria tentar impedir. Quando Danielle chega encontra o amante/namorado morto e o irmão dele próximo. Ao tentar se defender – já que o assassino parte para cima dela – ela o mata usando uma tesoura.

Apesar de toda a trama a princípio ser baseada na disputa pelo site tudo serviu apenas como um deixa para o verdadeiro tema a ser lançado pelos roteiristas. A história discutia o verdadeira amor e até que ponto isso era possível. Temos então Goren de volta a terapia e após ter a confirmação que não precisará deixar o ser cargo mas que precisa lidar com seus problemas de raiva. Ele decide então continuar o tratamento com a mesma psiquiatra apesar dela sugerir outros profissionais.

Quando ele deixa o consultório ele encontra Eames o esperando e pela primeira vez em 10 temporadas Goren chama a parceira pelo primeiro nome: Alex. É visível a felicidade dele e depois a decepção por perceber que ela está ali apenas para levá-lo ao local de mais um crime. No entanto fica no ar pelas expressões de ambos que no final das contas parece que temos uma casal surgindo mesmo que isso só aconteça no último episódio. Puxando na memória não recordo de sequer cogitar a hipótese dos dois como um casal mas gostei da maneira como foi feito e até torço para que dê certo. E para completar estamos sendo presenteados com cenas do início da série a todo tempo.

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Quando eu escrevi a review eu não sabia que esse era o último episódio. Achei que iria entrar em hiato por conta do feriado 4 de julho. Resolvi checar e para minha surpresa vi que tinha cometido um erro de cálculo.
Criminal Intent merecia um final melhor. Foram 10 anos de uma série de qualidade que foi além da franquia. Não foi um episópdio ruim mas não foi um final de série digno. Os fãs mereciam mais e os personagens também.
A impressão que ficou foi que intenção havia já que os episódios deixaram várias pontas mais que não houve dinheiro e/ou vontade de continuar por pelo menos mais dois episódios para um encerramento mais digno. Sentirei falta de Goren e Eames.

Vídeo – Leverage – 4X02 – The 10 Li’l Grifters Job

Data/Hora 29/06/2011, 13:50. Autor
Categorias Notícias

Na próximo domingo, dia 3 de julho, a TNT exibe, nos EUA, o 2° episódio da 4ª temporada de Leverage. O episódio foi escrito por Geoffrey Thorne e dirigido por Arvin Brown

Em The 10 Li’l Grifters Job, em meio há um clima de muito mistério, as coisas se complicam para Nathan, que será precipitadamente acusado de um homicídio. E para evitar que ele tenha que assumir a culpa, seu time precisa desvendar esse crime.

Veja a promo do episódio, legendada em parceria com a equipe DarkSide, e não deixe de comentar sobre suas expectativas:

The Big C – Losing Patients

Data/Hora 29/06/2011, 11:36. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Big C
Episódio: Losing Patients
Temporada: 2×01
Exibição nos EUA: 27/6/2011

The Bic C gera controvérsias por ser categorizada como comédia. No entanto não pode ser acusada de não ter humor. Humor negro também humor. Lidemos com isso. A série parece que manterá sua qualidade nessa segunda temporada. Laura Linney está perfeita como de costume. John Benjamin Hickey continua sensacional também.

Cathy continua firme na sua decisão de lutar contra a doença e conta com o apoio do marido e do filho. Adam parece estar lidando bem com a condição da mãe, bem até demais na visão dos pais que tem dificuldades de entender que pelo menos nesse momento tudo que o menino precisa é viver a vida dele. E que não é necessário – pelo menos não enquanto ele acreditar que seja – visitas ao psiquiatra.

Durante as suas alucinações, Cathy vê a amiga Marlene, o que não deixa de ser um presente para o público que pode continuar acompanhando a excelente atuação de Phyllis Somerville, e descobrimos que ela não contou para Sean que tem câncer.

Sean parece feliz com Rebecca e o bebê que está por vir. Claro que do jeito dele. No lugar de morar dentro da casa que era de Marlene ele dorme numa barraca no quintal. No entanto a tranqüilidade dele vai embora quando descobre pela namorada que a irmã está doente. Os dois tem uma briga feia como de costume e Cathy diz que nesse momento a única coisa com a qual ela quer se preocupar é em ficar curada e que não tem mais tempo para o irmão.

A parte mais engraçada do episódio é a sequencia em que Cathy vai com o marido comprar maconha e depois os dois juntos fumando. Durante a “viagem” ela acaba revelando que o médico a beijou e o marido tem dificuldades de dizer o quão está irritado com a revelação porque está tão chapado que só consegue rir. Porém no final do episódio ele vai até o Dr. Mauer e ele dá um soco na cara e diz que ele deve se afastar de Cathy. Outra situação hilária é o cachorro que “morreu” duas vezes. Muito fofo o bichinho.

No próximo episódio Alan Alda, um dos meus atores prediletos, dará início a sua participação na série como o novo médico de Cathy. Laura Linney + Alan Alda contracenando. Não preciso de mais nada.

PS: Senti falta da Andrea.

Primeiras Impressões – Wilfred – Pilot

Data/Hora 29/06/2011, 09:58. Autor
Categorias Opinião, Preview

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Quando a FX anunciou em junho de 2010 a intenção de filmar uma versão americana da comédia Wilfred, lembro de ter dúvidado do projeto, achei que não iria passar do plano das ideias. Mas eis que a série estreou, e além do grande estranhamento por parte de algumas pessoas, a história conquistou um público bem acima do esperado. A audiência foi uma recorde para episódios pilotos na categoria de comédia na FX, atraindo 2.6 milhões de telespectadores, um excelente resultado para uma série que mostra o triângulo entre um cara, uma garota e um cachorro.

Claro que a participação do ator de O Senhor dos Anéis pode ter atraído os menos informados, já que Elijah Wood é um jovem veterano no mundo do entretenimento. Já aqueles que conheciam as peripécias do cachorrinho Wilfred da versão australiana, com certeza foram atraídos pelo talentoso e  ácido Jason Gann. Mas se a vontade de assistir partiu identificação com  as comédias para lá de politicamente incorretas do  roteirista David Zuckerman (Uma Família da Pesada, O Rei do Pedaço, Um Maluco no Pedaço), não  saiu decepcionado. O seriado juntou a força de Elijah, a insanidade de Janson e o humor negro de David, e o resultado não poderia ser outro. Wilfred é estranhamento bom e engraçado.

Agora, passa a estranheza inicial, eu até consigo dar algumas risadas quando lembro do quando ‘nonsense’ a série é. Mas aí é que está a premissa da história, ao menos do episódio piloto, quando a vida deixa de ter sentido, nós temos que nos ater aos pequenos prazeres loucos com o fim de manter a sanidade.

Assim começa Wilfred, mostrando a desilusão de Ryan em relação aos seus objetivos e sua carreira, querendo se matar a qualquer custo, e falhando cada vez. Até que a vizinha Jenna resolve deixar seu adorável cão aos cuidados do novo amigo e vizinho Ryan. O cachorro é um homem forte e barbudo com um humor bem particular e um confuso sotaque australiano. A casa de loucos poderia ser justificada pelo excesso de remédio que o jovem advogado Ryan tinha tomado ao tentar se matar. Seguro de que está alucinando, ele interage com o cão, espero pelo efeito das drogas passar. Mas não passa, e Wilfred se torna um estranho amigo e conselheiro.

A psicologia poderia chamar até ter um diagnóstico para essa situação, mas o que alguns podem chamar de esquizofrenia, eu chamo de comédia pura.

Já que os personagens foram apresentados, a vida do Ryan virou de pernas para o ar, e a irmã louca do desiludido advogado deu sinais de que será o grande ‘pé-no-saco’ da história, podemos imaginar o que estar por vir. Muita, muita increnca.

Mas até agora não consigo me decidir sobre o futuro da série. Não vejo muito onde uma história com poucos personagens podem ir. Sei que as diversas situações que o trio pode proporcionar são para lá de cômicas, mas será que aguenta mais do que uma temporada? Bom, muito cedo para saber.

O destaque do piloto com certeza vai para Jason Gann e sua persona canina. Nada mais fora do comum do que um perdigueiro drogado e louco por mulheres, o que não deve diferir do esteriótipo de alguns homens.

Estréia de True Blood conquista grande audiência nos Estados Unidos


A tão aguardada estréia da quarta temporada de True Blood alcançou um dos maiores índices de audiência das noites de domingo, atingindo 5.4 milhões de telespectadores, segundo a HBO. A estréia manteve os altos índices de audiência durante todo o episódio e chegou a ter 6% a mais de audiência do que o lançamento da terceira temporada.

Às 11 da noite houve uma reprise do episódio e acrescentou mais um milhão de telespectadores para a série, resultando num total de 6,4 milhões de pessoas durante toda a noite.

No mesmo dia, Nate Ford e o time de Leverage retornaram às telas, conseguindo 3,42 milhões de telespectadores, 10% acima do esperado para séries de abertura da TNT. Já a segunda semana de Falling Skies conseguiu uma audiência de 4,2 milhões. Mesmo que marque uma queda de 25% desde a estréia, os números comprovam a força da série.

A nova temporada de True Blood estreia de 10 de julho na HBO.

Fonte: TVLine.com

True Blood – She’s Not There

Data/Hora 28/06/2011, 22:56. Autor
Categorias Reviews

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Série: True Blood
Episódio: She’s not There
Temporada:
Nº do episódio: 4×01
Data de Exibição nos EUA: 26/06/2011

Apesar da minha decepção homérica com a terceira temporada da série, eu estava bem ansiosa com o início desta nova, embora a má experiência que tive anteriormente deveria servir de exemplo. Não sei bem explicar o motivo, mas True Blood é meio viciante, mesmo quando o que estou vendo não me agrada.

Para voltar a me ambientar com todo o universo dos vampiros resolvi reler os livros de Charlaine Harris (a recomendada série The Southern Vampires, que deu origem à True Blood). Embora a autora já tenha lançado 10 livros sobre Sookie Stackhouse, no Brasil foram publicados devidamente traduzidos apenas 05 até agora. E foram pouquíssimo divulgados, o que é uma infelicidade, já que os livros realmente valem a pena.

O quarto livro – Dead to the World, que aqui recebeu o nome de ‘Procura-se um Vampiro’ – é o que serve de inspiração para esta quarta temporada de True Blood. E quando eu falo ‘inspiração’ estou querendo dizer realmente isso. A série segue sim um padrão que a localiza dentro de cada livro de Charlaine Harris, mas inúmeros acontecimentos já a distanciaram da história dos Vampiros Sulistas da literatura. Por isso tentarei ser objetiva e não ficar comparando livro e série de TV, embora, admito, não será uma coisa muito fácil. Inevitavelmente passei o episódio inteiro pensando “como eles podem ter feito isso com a história!?”

Esta temporada inicia exatamente onde a anterior termina: com Sookie sendo transportada para o mundo das fadas (só de falar isso já me dá dor de estômago). Mas se para Sookie apenas minutos se passaram, para o resto dos mortais um ano e meio já se foi e todos acreditavam que a garota tinha morrido. E apesar de para Sookie tudo estar igual (o que é uma pena, pois a personagem é a que mais precisava de mudanças, em especial se livrar dos seus sentimentos doentios por Bill Compton), para o restante dos personagens muito mudou.

Jason virou um policial responsável (posso dizer que gostei muito dessa mudança de Jason? Ele sempre foi um dos personagens que mais me incomodava na série e vê-lo um pouco mais maduro e demonstrando seu carinho pela irmã me deixou muito feliz), Tara passou a namorar mulheres e tem pulado de cidade em cidade sem assumir a própria personalidade, Sam parece que reencontrou seu foco ao se aproximar de outros shapeshifters (eu amo Sam desde o início, mas tenho a sensação de que os roteiristas deliberadamente quiseram destruir a personalidade dele na temporada passada. Espero que se redimam dos seus erros), Andy viciou-se em V, a comunidade vampírica tenta se afirmar perante a sociedade humana depois do fiasco Russell Edgington diante das câmeras de TV, Arlene ganhou o bebê do qual tanto tentou se livrar (e fui só eu que notei que o garoto é a cara do ator que fez o Renè?), Jessica e Hoyt vivem uma vidinha tranquila de casados (e continuam sendo o casal mais bonito desta série) e, as duas coisas mais importantes: Eric comprou a casa de Sookie (porque jamais deixou de acreditar que ela voltaria e, principalmente, porque quer a telepata para si) e Bill destronou Sophie-Ann e tornou-se o novo Rei de Louisianna (além de demonstrar uma certa aspiração a cargos políticos e influentes).

Talvez essas mudanças tenham seus efeitos positivos na série. Muita coisa diferente pode sair dessas novas vidas que o povo tem levado e se os roteiristas tiverem um pouco de competência, não recairão nos mesmos erros das duas temporadas anteriores. Infelizmente para mim, não confio muito na competência do pessoal da produção.

 

Minha maior tristeza é a presença constante de Bill. Eu sei que disse que tentaria não comparar livro e série de TV, mas se tinha uma coisa que eu amava no quarto livro era justamente o fato de Bill mal aparecer nele. Depois de Sookie terminar o relacionamento dos dois, o vampiro viajou para o Peru e lá ficou durante todo o desenrolar dos acontecimentos e só dá as caras novamente bem no final. Infelizmente esse primeiro episódio já mostrou que Bill estará bem ativo na temporada, já que agora é o Rei e, pior, está acima de Eric na hierarquia vampírica. Ninguém merece ter que agüentar isso. Inclusive, o que um vampiro que já deixou bem claro que odeia o que é, que mantém a expressão constante de sofrimento por sua natureza, pode querer no papel de Rei?

Já a história das fadas é outro ponto nevrálgico. Desta vez eu admito, não conseguirei ser imparcial nas minhas opiniões, porque vi toda a cena xingando o que fizeram com as fadas. A boa nova é que a guerra entre as facções ainda existe e está mais ativa que nunca.  Podem até falar dos efeitos especiais xinfrins, mas eu gostei da perseguição à Sookie e ao seu avô.

As más novas são muitas: o plano ridículo de capturar pessoas com sangue de fadas e mantê-las naquele estado idílico, a aparência horrenda das fadinhas, o fruto dourado brilhante que mantém os humanos drogados e felizes, a aparição relâmpago do avô de Sookie – cuja falta nunca foi sentida por mim – só para vê-lo morrer logo em seguida, os poderes de Sookie serem capazes de ferir a fada chefe daquela facção (supõe-se que os poderes da garota advêm do seu sangue de fada, correto? Mesmo assim ela é só parte fada, então como pode ter mais poder que uma fada completa?), mas principalmente, a história absurda que Bill contou de que Sookie esteve desaparecida por estar tratando de assuntos de vampiros. Essa foi a desculpa mais mequetrefe que eu já vi e, desculpem os que discordam, mas Sookie deveria ter pensado numa explicação melhor, pois ninguém seria capaz de perdoá-la depois de fazê-los passar o que passaram durante um ano e meio pensando que ela estava morta.

Mas o episódio valeu a pena por ver a interação de Pam (de longe uma das melhores personagens de True Blood) com Jessica (e com as câmeras de TV…a cena da gravação da entrevista foi talvez a melhor do episódio inteiro), de Jessica com Hoyt, e em especial de Eric com Sookie. O vampirão ganhou ainda mais pontos comigo por ter comprado e reformado a casa da garota, sem falar da sua afirmação de que nunca desistiu dela. Quem sabe agora Sookie acorda e percebe que Bill já era e só o Alan Ball não aceitou isso.

Sobre as bruxas, nem sei o que dizer. Foram terríveis. Se houve um ponto onde esse episódio naufragou foi nessa história das bruxas. Muito ruim. Eu já dispensava o Lafayette ser bruxo, mas se tenho que engolir a idéia, tudo bem, ainda mais se isso me garante Jesus na série, mas precisava mesmo ter aquela cena ridícula com a ave? E pior ainda, com o vampiro Eddie? Nunca eu me colocaria em um círculo de magia com uma mulher com aquele jeito não confiável. Nunca mesmo. Ela tem cara de encrenca na certa.

Não gostei mesmo deste núcleo e falo com todas as letras: esperava mais de um coven bruxo. Isto está cheirando aquela orgia desmedida e sem sentido da segunda temporada. Uma boa idéia mal executada.

Mas esperemos os próximos episódios. É como eu disse, True Blood é viciante, mesmo quando é assumidamente ruim.

Melissa & Joey retorna esta semana

Nesta quarta-feira, dia 29, a ABC traz a segunda temporada da sitcom Melissa & Joey em sua Summer Premiere. A série mostra a história de Melissa, uma política que trabalha na Câmara e que recebe a guarda de seus dois sobrinhos e não tem noção de como irá cuidar deles. Melissa resolve achar alguém para tomar conta dos adolescentes e Joey, que está desesperado a procura de um emprego, se candidata para o cargo.

Produzida e estrelada por Melissa Joan Hart (Sabrina, Aprendiz de Feiticeira), a série também traz no elenco o ator Joey Lawrence (Blossom), duas grandes personalidades dos anos 90. A história resgata o enredo da série dos anos 80 Who’s the Boss? estrelada por Alyssa Milano. Melissa & Joey estreou em junho do ano passado e registrou cerca de 2.2 milhões de telespectadores, assim garantindo uma renovação para este ano.

A trama é cheia de complicações: a guarda de Lennox (Taylor Spreitler) e Ryder (Nick Robinson) chega às mãos de Melissa porque a mãe dos adolescentes se envolve em um escândalo e vai presa e seu pai acaba fugindo. Enquanto isso, Joe insiste em avançar com o processo do seu divórcio e Mel tenta começar um novo relacionamento, mas acaba percebendo que a sua vida ocupada e os novos inquilinos não ajudam muito suas relações amorosas.

O ManiacSubs legendou três Web episódios e se você está curioso para assistir o retorno da série, não deixe de conferir!

Luther – Episódio 2

Data/Hora 28/06/2011, 18:07. Autor
Categorias Reviews

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Série: Luther
Episódio: Episódio 2
Temporada:
Numero do Episódio: 2×02
Data de exibição na Inglaterra: 21/06/2011

A cada episódio fica mais difícil escrever sobre Luther. A série é de uma complexidade e simplicidade que fica impossível não ser redundante e passar linhas e linhas exaltando o talento dos seus roteiristas e do elenco.

Tudo parecia bem definido sobre como seriam esses últimos episódios. A trama estava traçada e havia um assassino em série a ser derrotado, além dos fantasmas do protagonista. Contudo fomos presenteados com mais uma reviravolta. O que parecia ser a trama principal foi resolvido nesse episódio.

Primeira coisa a pontuar é: Ripley está vivo. Sofreu muito nas mãos do psicopata mas sobreviveu. E o melhor é que ele escapou sozinho. Foi sensacional a escolha dos roteiristas em mostrar que não foi apenas por camaradagem que Luther o trouxe de volta. Ripley é um ótimo policial e foi fundamental para a prisão do assassino. O serial killer tinha a intenção de matar as crianças que ele seqüestrou em um ônibus escolar mas o talento de Luther e Riley conseguiu impedi-lo. Como as séries inglesas nem sempre trabalham com o final feliz (ou o final mais simples) eu chega a pensar que pelo menos uma das crianças morreria.

E a trama que parecia ser secundária ganhou status de principal. Eu quase caí da cama quando o Luther tem um prego enfiado em uma das mãos pelos responsáveis da rede de prostituição da qual Jenny fazia parte. Ele falando com calma, tentando negociar, com a mão pregada na mesa. Uma cena muita tensa e bem feita que me deixou muito nervosa.

Alice apareceu bem pouco. Sabemos que ela fugiu da prisão graças a ajuda de Luther e ela resolve procurá-lo para que juntos possam fugir. Ele diz a ela que não vai e decide que ficará para ajudar Jenny. Resta saber como Alice vai lidar com isso. Mesmo Luther não tendo qualquer envolvimento romântico com Jenny, que ele faz questão de deixar claro para Alice, acredito que ela (Alice) não lidará muito bem com isso.

Primeiras Impressões – Happily Divorced – Pilot e Pillow Talk

Data/Hora 27/06/2011, 17:34. Autor
Categorias Especiais, Preview

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Série: Happily Divorced
Episódio: Live and Dream e The Armory
Temporada:
Número do Episódio: 1×01 e 1×02
Data de Exibição nos EUA: 15/06/2011 e 22/06/2011

Se alguém aprendeu a dar risada da própria vida, esse alguém chama-se Fran Drescher. A comediante de voz anasalada e sotaque do Queens-NY não se cansa de tirar sarro das situações que vive em seu dia-a-dia. E com Happily Divorced não foi diferente, a história não pode usar aquela advertência de que “não foi baseado em fatos reais”, porque nada ali é mera coincidência. Após mais de duas décadas casada com o produtor de TV Peter Marc Jacobson (com quem ela criou Happily Divorced e The Nanny), os dois se separaram quando Peter revelou-se ser homossexual. Entenderam? Fran e Peter são inspirados em Fran e Peter. Até aí tudo bem, já que em The Nanny os dois também usaram e abusaram das experiências pessoas e fizeram um seriado que marcou época e muitos devem sentir saudades do produtor viúvo e da babá desvairada. Anos depois, os dois resolveram criar uma comédia de situação que para muitos pode ser uma situação para poucos risos. Quando assisti ao piloto, resolvi que não iria comentar a série até a saída do segundo episódio, pois nesse caso, a primeira impressão não foi a mais favorável.

A série é cheia de esteriótipos, e se você não sabe ficar na linha tênue que separa o cômico do ridículo, essa fórmula pode ser extremamente perigosa. A mulher divorciada, a amiga solteirona, os país judeus, o empregado mexicano e o homem gay é um turma e tanto para gerenciar. Acho que no piloto, me senti constrangida. Me peguei pensando várias vezes. “Isso é sério? Eu deveria rir disso?” Confesso que o desconforto me pegou de surpresa. Como acompanhante da carreira de Fran Drescher, sei que a comediante não é muito versátil, e ela faz bem- e muito bem- o que lhe cabe fazer, por isso resolvi dar uma chance. No episódio piloto a história é apresentada. O casal feliz há 18 anos, se separa após o marido corretor contar a esposa florista que é gay. 6 meses depois, eles ainda moram na mesma casa em um subúrbio de Los Angeles. Diante da situação, os devem aprender a conviver como um casal de amigos, e dispostos a aceitar a vida de “solteiro” de cada um.

O episódio não vai mais além do que isso. Há algumas falas engraçadas, outras nem tanto. O elenco de apoio também não surpreende, os tipos engraçados caem na mesmice. Foi só eu, ou o episódio parecia uma continuação de The Nanny? Val, Niles, Max, todos estavam ali.

Ficou difícil não comparar as duas séries. Até porque de florista californiana a fã não tem nada. Mas não reclamo, adoro aquele jeitão “novaióóóquino” dela.

Outra coisa que não pude deixar de notar foram as plásticas. Eu acho a Fran tão bonita, mas ela me assustou com a cara puxada.

O segundo episódio foi a razão pela qual eu deixei para escrever essa resenha somente depois do segundo episódio. A série estava bem mais agradável e foi até prazeroso assistir. A aparência da Fran estava bem mais normal do que antes, e consegui dar sinceras risadas sem me sentir culpada.

Destaque para os pais da Fran, eles são uma figura. Acho que por fim, irei gostar de acompanhar a série. Se eles conseguirem manter o nível e não cair no besteirol.

Destaques da Semana – Brasil – 27/6 a 3/7

Data/Hora 27/06/2011, 12:45. Autor
Categorias TV Brasil

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Apesar de estarmos em fase de entresafra de seriados, até que estamos bem servidos de atrações de peso. Na semana passada estreou Falling Skies e nesta chega Camelot. Os outros destaques da semana você acompanha a seguir:

Segunda, 27/6

A segunda tem mais dois season finales. No Multishow, às 17h, vai ao ar o episódio que encerra oficialmente a segunda temporada de Desajustados (Misfits). E na Fox, à meia-noite, vai ao ar o 13º episódio de Mentes em Choque, a série que ninguém vê.

CSI - The Two Mrs. Grissoms
Na Sony, tem CSI às 21h. Desta vez com um episódio sob medida pro shippers do canal Grissom-Sara. Em The Two Mrs. Grissoms (11×13), Sara investiga um crime numa fundação em prol de surdo-mudos. E quem trabalha lá é Betty Grissom, sua sogra! A atriz Phyllis Frelich faz o papel da mãe de Gil e o episódio tem ainda a presença de Marlee Matlin (The L Word). Clique aqui para continuar a leitura »

Covert Affairs – Begin the Begin, Good Advice e Bang and Blame

Data/Hora 26/06/2011, 12:48. Autor
Categorias Reviews

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Covert Affairs tem sido um grande desafio para mim. E cito o termo desafio no modo benéfico, pois escrever sobre a série foi um presente, já que eu sou viciado em tramas paralelas. Alguns podem afirmar que a série é somente mais uma história de uma personagem que trabalha contra o crime organizado e tem que lidar com a sua vida pessoal e ao mesmo tempo com a profissional. Mas eu afirmo com a maior certeza que Covert Affairs é mais do que isso.

A história basicamente fala sobre Annie Walker, a nova funcionária da CIA que foi contratada pelos seus amplos conhecimentos em diversas línguas. Ou pelo menos ela pensava. Ela descobre que na verdade, tudo não passava de um plano para que a CIA conseguisse capturar Ben Mercer, o amor da vida de Annie e o antigo espião da companhia que se desvinculou da empresa para trabalhar por si próprio.

Eu não afirmaria que a série é similar há 24 horas pelos envolvimentos da vida pessoal com a profissional, mas eu diria que ela consegue transmitir os seus momentos de drama e os seus momentos de ação. Annie Walker seria uma heroína dos dias atuais ao tentar se disfarçar de funcionária de museu para que a sua família não descubra e assim, não corra perigo. Certamente, o diferencial da série seria a introdução dos personagens na vida de Annie e a forma com que essa interação pode afetá-la. Mesmo ela sendo uma espiã, isso não a torna vulnerável as emoções, principalmente pelo fato dela ser nova no ramo. Ela precisa aprender a separar a sua vida dupla e esse foi o seu maior teste ao assistirmos ao último episódio da primeira temporada. O seu maior temor veio à tona, quando a vida de espiã começou a afetar a sua vida pessoal.

Particularmente quando eu assisti aos cinco minutos finais da temporada me senti completamente sem ação ao perceber o que havia acontecido com Ben Mercer. Passei por difíceis 11 episódios para finalmente ver Annie se reconciliando com o seu amor verdadeiro. Assistindo o seu triste passado com o ex-espião. E simplesmente, depois de uma longa jornada, um tiro muda tudo. Será que Ben morreu? Será que Arthur deixou de ser o diretor da CIA? Sem mais delongas, falaremos sobre a segunda temporada, mas especificamente dos três primeiros episódios.

No primeiro episódio, Begin the Begin, de modo a deixar o telespectador com mais ansiedade, as cenas foram realizadas em cima da dúvida deixada no final da temporada anterior referente à morte de Ben Mercer que, particularmente, achei bem bolada. Principalmente a cena seguinte quando ele aparece de cadeira de rodas. Eu simplesmente achei que ele havia perdido os movimentos das pernas. Mas é claro que isso foi totalmente tirado de questão, quando ele e Annie fogem a serem mortos pelos inimigos de Ben.

O que eu mais gosto de “pós-primeira temporada” são as novidades, isto é, não estamos sujeitos a ficar acompanhando o personagem para descobrir mais sobre quem ele é. Agora, queremos acompanhá-los para descobrir o que irá acontecer com eles nessa nova temporada, como o exemplo da relação de Arthur e Joan. Após as exposições da jornalista Liza Hearn sobre o passado de Arthur, a Comissão Interna da CIA está investigando o caso, o que pode acarretar em sua futura demissão. Para assumir o seu cargo, Joan, sua esposa, foi alertada previamente do que poderia acontecer e ela seria requisitada a ficar no lugar do marido. Porém ambos resolveram enfrentar o problema juntos. Entre nós, a relação dos dois no começo da temporada anterior era uma das piores. Os ciúmes de Joan ou os problemas enfrentados pela hierarquia da CIA, não me chamaram a atenção. Porém, quando eles se reconciliaram e resolveram trabalhar juntos comecei a achar interessante essa perspectiva desse relacionamento, pois nada assim foi mostrado na série. Então, por enquanto, estou gostando dessa trama.

Como sempre, os diálogos de Covert Affairs são muito rápidos, devido à série adotar um caso a cada episódio. Adoro quando a atriz Piper Perabo (Annie Walker) tem que interpretar uma personalidade distinta de sua personagem para abordar os suspeitos. Até hoje, sua melhor interpretação foi a de ser uma prostituta no primeiro episódio da temporada anterior. Nenhuma outra interpretação superou essa. Veremos se nessa temporada isso mudará. E falando em sarcasmo, outro ponto que acho muito interessante da série é referente ao personagem Auggie. É incrível como todas as séries que abordam pessoas com cegueira, procuram explorar o problema de modo dramático e triste. Porém, Auggie retrata o seu conflito com tanto humor, que às vezes, até eu me sinto desconfortável com as piadas, apesar de serem ótimas. Nesse episódio, por exemplo, ele falou uma que tenho que citar: “Pedi para um amigo de um departamento imitar a sua caligrafia, pois achei que eu não faria muito bem”. Gosto muito do ator Christopher Gorham, o inesquecível Henry de Ugly Betty. Tenho que dar meus parabéns para a interpretação desse personagem que é totalmente distinto aos outros que ele já fez.

E para finalizar esse episódio, uma relação que se tornou mais intensa e bacana, foi à relação de Joan com Annie. No inicio era algo mais profissional, porém quando a revelação de Ben vem à tona, Joan acaba, de certo modo, se identificando com o problema de Annie. Mesmo que sua situação não seja similar, Joan passa por problemas difíceis quando sua vida privada e profissional se unem e ela tenta ajudar Annie a superar isso. É uma amizade diferente, que não deixa de ser bacana na série.

Em Good Advices, a série explora o país considerado a capital da moda: Paris! Não entendo muito do assunto, mas devo dizer que nesse episódio o lado feminino de Annie é citado, mesmo que brevemente. Além do mais, temos novamente a ilustre participação do ator Oded Fehr, interpretando o concorrente de Annie, Eyal. Na primeira vez que assisti o episódio que ambos são obrigados a trabalhar juntos, foi um dos melhores episódios da série, inclusive um dos meus favoritos. A parceria dos dois além de engraçada traz a trama um ar de amizade profissional, isto é, mesmo ambos trabalhando para agências diferentes e lutando para conseguir a missão, eles se relacionam bem. É nessas cenas, que esquecemos que Ben Mercer existe na vida de Annie. As cenas de ação nesse episódio também foram bem feitas, pois o espaço de Paris foi bem explorado.

Falando em situações engraçadas, vi Joan Campbell numa situação que nunca imaginei. Ela é convocada a ser júri, por ser obrigatoriedade nos EUA e acaba passando por problemas embaraçosos quando sua solicitação na CIA é requisitada com certa urgência. É claro que dei muitas risadas quando a júri a chamava de “número nove” sem desconfiar que na verdade, ela não trabalhava em um banco.

E por último, temos a relação de Annie com Danielle Brooks, a sua irmã. Em minha concepção, a relação que é mostrada de Annie com a família é feita de modo muito superficial. Acho que os roteiristas poderiam explorar melhor esse relacionamento em questões das mentiras de Annie e dela ser uma suposta funcionária do museu, afinal de contas, a série não se trata somente de resolver casos da CIA. Mas, tenho que confessar que em todas as cenas em que Danielle aparece são especiais por elas representarem que a família estará sempre presente na vida de Annie. Não importa a circunstancia.

Finalmente em Bang and Blame, vemos como a manipulação do pai de Jai o está afetando. Até agora, não descobri ao certo o que ele está fazendo na série, além de estar incomodado por não ter um espaço mais amplo na agência, ou pelo fato de seu antigo companheiro o ter traído. Talvez eu não goste do personagem pelo fato de também não gostar do ator que o interpreta. Desde Heroes, o ator Sendhil Ramamurthy vem me desapontando em termos de interpretação. Seu personagem simplesmente não se encaixa em nenhuma trama, e para piorar, o mesmo foi promovido para regular o que eu, pessoalmente, não encontrei razões para que isso ocorresse.

Enquanto isso, Annie acaba voltando para a Fazenda, algo que me deixou muito contente, afinal de contas, seu treinamento apareceu de modo breve no começo da temporada anterior e eu queria muito que houvesse alguma trama em cima disso. Os roteiristas aproveitaram o fato de Annie não ter terminado seu treinamento para aderir a uma missão que pode acabar com a sua carreira. As cenas de ação simplesmente supriram as minhas expectativas. Principalmente a cena da luta entre Annie e Corey em pleno ar! Tenho que confessar que não esperava que ele fosse o culpado, pois eu estava desconfiando de Emerson pela sua brutalidade e sua auto exigência nos treinamentos. É claro que a história do treinador também deu um toque especial ao episódio quando ele afirma que estava tentando constituir uma família após décadas a deixando em segundo plano. A série mesmo um pouco repetitiva quando se trata da vida pessoal dos personagens em relação aos seus trabalhos, não se mostra cansativa. Os pontos altos da série são exatamente esses problemas e isso não a torna mais chata. Ao contrário. Os roteiristas estão aproveitando muito bem essa questão de modo benéfico.

Também não deixaria de comentar outro tópico que mostrou que esse episódio foi o melhor da temporada até agora. As cenas de Auggie com Annie são, como eu diria, cenas “obrigatórias” para cada episódio, pois elas tornam o episódio gostoso de assistir. E esse episódio não foi diferente. Foi bacana ver Auggie trabalhando em ‘campo’ com Annie, principalmente na cena em que o treinador pega Annie mexendo com suas coisas e Auggie aparece sem camisa afirmando que ‘aquele quarto era o único com sofá’.

Para completar a análise do episódio, uma nova relação surge na vida de Annie Walker: Scoot, o doutor. Tudo bem que aquela história das filhas de Danielle terem batido a cabeça foi uma desculpa para introduzir o novo interesse amoroso de Walker. E também achei que o convite para sair foi muito rápido. Porém, não me importei com o fato, devido ao diálogo no hospital ter sido único, onde ambos tinham conhecimento na área médica e também pelo fato de que eu não queria que Annie ficasse com Jai (tudo bem, a minha desaprovação pelo personagem é pessoal, infelizmente não consegui ser parcial nessa questão).

Em suma, vimos como Covert Affairs evoluiu ao longo dos episódios e como as tramas estão cada vez mais envolventes e interessantes. Parabéns aos roteiristas e aos atores (principalmente para Piper Perabo e Christopher Gorham).

PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Em Begin the Begin, achei meio contraditório o Ben estar em uma cadeira de rodas com dificuldades para andar e de uma hora para outra, sair correndo que nem um animal atrás de sua presa.

SEGUNDA OBSERVAÇÃO: Em Bang and Blame, fiquei com medo da Joan no começo do episódio quando ela aparece na janela andando pelo corredor com aquele olhar “Preciso falar com você Annie”.

TERCEIRA OBSERVAÇÃO: O marido de Danielle saiu da série?

QUARTA OBSERVAÇÃO: A introdução da série também mudou. Agora todos os personagens regulares aparecem (Por que o ator que interpreta Ben Mercer não foi colocado como regular?).

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