Mais uma sobrevivente em Walking Dead

Lauren Cohan

Lauren Cohan tem um péssimo hábito de ser morta em todas as séries das quais participa. Em Supernatural, no papel de Bela, foi morta por cães do inferno e em Vampire Diaries, interpretando Rose, morreu com uma mordida de lobo.

Mas em Walking Dead, Lauren poderá ter encontrado um papel mais estável. a atriz interpretará Maggie Greene, uma das sobreviventes da praga zumbi da fazenda dos Hershels. Lauren diz “se Maggie tem alguma coisa para nos ensinar, é que temos que olhar para frente. Ela usa jeans, botas e anda a cavalo. Ela é durona e vê Glenn (Steven Yuen) como um líder e o cara mais bonito do grupo”.

Novos Cenários

A segunda temporada da série ganha novos ares e um novo cenário. Uma antiga fazenda vitoriana está sendo usada para as filmagens do esconderijo devastados dos Hershels. “Quando você caminha por aqui, tem a sensação das memórias felizes da família que viveu aqui e o desespero que elas sentem hoje” diz Lauren.

Segundo a AMC a nova temporada tem previsão para estrear em outubro e as gravações estão acontecendo em Atlanta.

Fonte: TVGuide.com

Destaques da Semana – Brasil – 4/7 a 10/7

Data/Hora 04/07/2011, 10:07. Autor
Categorias TV Brasil

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Aqui no Sul, muito frio! O jeito é ficar em casa, debaixo das cobertas e na frente da TV. Pra não perder nada inédito, fica esperto para os Destaques da Semana a seguir!

Segunda, 4/7

Misfits - Christmas Special
O Multishow exibe às 17h um episódio especial de Natal de Desajustados (Misfits). O programa, que no Reino Unido foi ao ar logo após o final da segunda temporada da série, mostra os jovens vendendo seus poderes em troca de dinheiro. Clique aqui para continuar a leitura »

Covert Affairs – All The Right Friends

Data/Hora 03/07/2011, 23:34. Autor
Categorias Reviews

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Argentina. O país de los hermanos foi escolhido para trazer o próximo caso a ser resolvido pela nossa heroína, Annie Walker. Mas o que dizer sobre o país, já que a série mistura todos os países em um só. O episódio pode até se passar na Argentina, mas o fugitivo dessa vez é italiano… Vai entender, não é?

Carlo, o fugitivo italiano, possui uma personalidade única. Ele é um indivíduo que consegue influenciar e manipular as pessoas com sua lábia e carisma que o fazem ser um jornalista perigoso, principalmente pelo fato de suas reportagens falarem sobre os ‘podres’ de diversos países. Não sei ao certo o que falar sobre sua relação com Annie, pois eles, simplesmente, foram obrigados a conviver juntos por um bom tempo. Depois de assistir a metade do episódio, os dois se falavam como se fossem vizinhos de rua. E cá entre nós, até eu cheguei a pensar que eles se conheciam há muito tempo, por causa da facilidade que a conversa fluía (mesmo que uma boa parte dela fosse sobre comida). No entanto, a atração física que um possuía pelo outro era visível. Não foi a toa que no final, Carlo convida Annie para ir conhecer sua casa em Roma. Por que será que uma vasta parcela dos personagens masculinos que a Annie tem contato, existe um relacionamento amoroso ou uma atração física aparentemente visível ou indiretamente explícita? Será que é pelo fato de ela ser solteira, ou por que quando não existem tramas suficientes no episódio, é necessário colocar uma “pitada de sal” no prato? (trocadilho com as conversas entre Carlo e Annie).

Por outro lado, existem alguns aspectos a serem discutidos, pois eu achei de extrema importância transcrevê-los. De modo geral, senti que esse episódio foi para preencher a quantidade de episódios encomendados para a temporada. Não vi nada de especial, principalmente da personagem principal. Porém, vimos que uma trama deixada no último episódio veio a ser tratada, que foi a dívida que Arthur tinha com Auggie com o caso da jornalista. Ele resolveu pagá-lo, aumentando o cargo do cego sarcástico.

Tomar uma decisão como está não é fácil. Quando você aceita uma promoção, isso te exige mais responsabilidades e mais coisas com o que se preocupar. Sem contar, que no contexto do Auggie, é perceptível a forma como ele considera o departamento que ele trabalha. O DPD é como se fosse sua casa. Ele vive em função da CIA, portanto, ele acabou se adaptando com aquela vida. Entre elas, trabalhar com as mesmas pessoas e o espaço de trabalho. E decidir se quer deixar tudo aquilo para trás é um passo muito grande.

Outra coisa que percebi foi que Jai teve um grande papel nesse episódio: ele ajudou a Annie a se safar de algumas situações e depois jogou algumas indiretas para o Auggie em relação a sua promoção. Como sempre, o seu contexto fica cada vez pior em cada episódio. É necessária uma trama digna para o seu personagem ou simplesmente o retire da série, pois não fará a mínima diferença.

Bem, só posso dizer que esse episódio foi o pior da temporada. Vamos esperar pelo próximo.

PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Qual será a surpresa que o doutor guarda para Annie?

SEGUNDA OBERVAÇÃO: Que milagre a família da Annie não ter aparecido por pelo menos 5 segundos.

Primeiras Impressões – ‘State of Georgia’

Data/Hora 03/07/2011, 21:29. Autor
Categorias Preview, Reviews

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Raven-Symoné, um nome que não escuto desde os meus 14 anos quando eu ainda assistia As Visões da Raven e The Cheetah Girls. Mas é claro que essa fase passou e isso não sou eu que afirmo, e sim a própria atriz protagonizando a sua primeira personagem fora da Disney. Depois de Ashley Tisdale com Hellcats, vemos outra atriz do canal do Mickey tentando a sorte em uma série, e no estilo que ela já está acostumada a atuar: a comédia.

Quando soube da série, a história por si só não me atraiu muito. O enredo é sobre uma jovem chamada Georgia que sonha em ser atriz e resolve tentar a sorte em Nova York morando na casa de sua tia.. Mas foi exatamente a presença de Raven que me chamou a atenção para a série. Demorei um pouco para ligar State of Georgia à atriz, já que a personagem não compartilhava, como de costume, o nome da atriz.

A primeira impressão é de que estamos vendo a Raven da Disney, pois Georgia possui aspectos semelhantes a personagem: a alegria contagiante e o sonho de ser uma estrela. Mas é claro que nessa série, ela tem mais liberdade para  mostrar cenas mais ousadas, como uma na qual a aspirante a artista aparece jogando charme para o diretor do musical.

Em relação às piadas, posso dizer que foram bacanas – apesar  de um pouco forçadas. Mas isso ocorreu devido ser um episódio piloto. A personagem da tia – que em minha opinião é uma pessoa totalmente desmiolada – foi uns dos destaques. Como alguém aconselha a sobrinha a usar o seu dote físico para conseguir um papel no musical?  Outra personagem que me chamou atenção foi a melhor amiga da Georgia– que é nerd, nada atraente e tem sua própria meta a ser atingida.

A série não pode ser comparada aos sucessos como Friends ou The Big Bang Theory, mas eu indicaria para aquelas pessoas que não tem nada para fazer e que querem relaxar por alguns minutos. Foi bom rever Raven-Symoné de novo as telonas, pois ela sempre foi uma atriz talentosa. Desejo à ela boa sorte com a nova série!

Tudo sobre a grande final de The Voice

Data/Hora 03/07/2011, 21:16. Autor
Categorias Especiais, Notícias

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Na última terça-feira foi ao ar o penúltimo episódio da série The Voice. Com duas horas de exibição, o show ao vivo começou com a apresentação dos treinadores interpretando a canção Under Pressure do Queen.

Cada competidor, Color Javier (Time Adam), Beverly McClellan (Time Christina), Vicci Martinez (Time Cee Lo) e Dia Frampton (Time Blake), apresentou duas músicas ao longo da noite, sendo um dueto com o seu respectivo treinador e uma canção original solo.

A apresentação solo serviu para mostrar o  estilo pessoal de cada um dos artistas. Javier apresentou a sua música original escrita em parceria com Rodney Jerkins e deu um verdadeiro show. O competidor sempre se manteve entre os mais queridos dos telespectadores americanos. Já Vicci Martinez interpretou Afraid to Sleep, música produção de Butch Walker. McClellan cantou Love Stick e impressionou com sua perfomance. O piano que Frampton levou para a sua canção original não podia ser ouvido tanto quanto alguns gostariam, mas a voz hipnótica de Dia foi o suficiente. Frampton mostrou sua melhor presença de palco e alcance vocal desde que ela foi escolhida por Shelton para a sua equipe, há dez semanas atrás.

Quanto aos duetos, Frampton e Shelton assumiram uma música de Tom Petty. Os dois poderiam até pensar  em gravar um álbum inteiro com músicas neste estilo que ninguém discordaria da ideia.

A harmonia existente entre McClellan e Aguilera também foi impressionante. A dupla arrasou interpretando Beautiful do próprio álbum de Aguilera, escrito por Linda Perry. McClellan definitivamente colocou a sua própria personalidade na música. Já Javier e Levine encantaram o público com Man in The Mirror de Michael Jackson. Para encerrar o show, Martinez e Cee Lo cantaram Love is a Battlefield , sendo esse, o final perfeito para a noite.

Na quarta-feira, com uma hora de show, chegou ao fim a primeira temporada de The Voice. Para quem assistiu ao menos um dos 12 episódios exibidos esse ano, deve ter dado para notar que o sucesso é merecido e a segunda temporada deve prometer ainda mais surpresas.

A finalista Vicci Martinez dividiu o palco com Pat Monahan, vocalista da banda Train, e interpretaram a música “Tell Me”. O dueto não foi muito bem executado, se compararmos com as outras apresentações de Vicci ao longo do programa. Monahan parece não ter colaborado muito na performance.

Enquanto, Javier surpreendeu a todos com a canção Landslide, executada em parceria com a lendária Stevie Nicks, Beverly McClellan  deixou muito a desejar. Em sua parceria com Ryan Tedder, o vocalista da banda One Republic, McClellan teria dado um show, se não optasse por gritar tanto durante toda a música.

Reservando o melhor para o final, a esposa de Blake Shelton e estrela country, Miranda Lambert, cantou The House That Built Me com a finalista Dia Frampton.

Além das apresentações, uma parte da transmissão foi dedicada a mostrar a participação dos finalistas no programa The Tonight Show com Jay Leno.

Carson Daly, apresentador do reality, revelou que Dia Frampton (Time Blake) e Javier Color (Time Adam) eram os dois mais votados para ser a grande voz americana. Daly afirmou ainda que a diferença entre o primeiro e segundo colocado era de apenas 2% de todas as votações. No final, Javier foi anunciado como o vencedor da primeira temporada de The Voice, dando assim, vitória para o time de Adam Levine.

Colon recebeu como prêmio US$100 mil e um contrato de gravação com a Universal Republic. A vitória de Javier era algo meio previsto desde a primeira etapa do programa, “Testes Cegos”, onde o competidor se mostrou favorito entre os treinadores. Durante toda a competição, ele se revelou não só um cantor talentoso, mas também, um músico talentoso. Depois de tentar fazer um nome para si mesmo na indústria da música por tantos anos, Javier mereceu ganhar essa primeira temporada do reality.

Semelhante ao American Idol da Fox, que preparou o caminho para introduzir reality shows musicais no mercado, The Voice anunciou uma turnê em toda a América para começar neste mês. O reality show musical encerra essa temporada com um final incrivelmente satisfatório e com excelente audiência. Mais de 10 milhões de telespectadores acompanharam a grande final do programa. Nos vemos em breve!

White Collar – Dentist of Detroit

Data/Hora 03/07/2011, 20:51. Autor
Categorias Reviews

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Serie: White Collar
Episódio: Dentist of Detroit
Temporada:
Número do Episódio: 3×04
Data de Exibição nos EUA: 28/06/2011

Às vezes é pra dar um descanso ao mote da temporada, em outras é porque a trama principal não consegue sustentar todos os episódios, mas escolher focar em um personagem diferente a cada semana pode ser muito bom. Semana passada o episódio foi centrado em Diana, bem mais sério e se tratava não só de resolver um caso de colarinho branco, mas prender alguém capaz de atrocidades maiores.

E essa semana fomos presenteados com um episódio mais leve, apesar de também prendermos mais um criminoso. Eu digo mais leve porque tudo que envolve Mozzie é assim e, com ele não tem como não rir.

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Rookie Blue – Might Have Been

Data/Hora 03/07/2011, 20:40. Autor
Categorias Reviews

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Série: Rookie Blue
Episódio: Might have been
Temporada:
Número do Episódio: 2×02
Data de Exibição nos EUA: 30/06/2011

E veio o segundo episódio de Rookie Blue, que confirmou muito do que eu falei aqui na semana passada. Houve, inegavelmente, um amadurecimento dos personagens, embora não de todos.  Outra coisa que se confirmou é que as histórias dessa segunda temporada estão sendo mais bem conduzidas. E estou gostando do espaço que eles estão dando para os personagens: quem não apareceu tanto na estréia da temporada, teve mais destaque nesse episódio.

O episódio começou com os policiais atendendo um chamado em uma boate. E foi esse chamado que originou todas as tramas desenvolvidas no episódio: os casos de agressão doméstica e de venda de drogas. Apesar do final de ambos os casos serem, até certo ponto, previsíveis, achei interessante a forma como eles se desenvolveram, especialmente o caso das drogas.

Esse caso da venda de drogas no interior da badalada boate de um ex-policial foi o centro do episódio, e rendeu os melhores momentos de Might Have Been. Andy e Gail estiveram ótimas trabalhando disfarçadas (muito melhor do que na última vez, na qual se disfarçaram de prostitutas).

 

Outro ponto positivo do episódio foi mostrar que o caso não se resolveu em uma noite. Muitas vezes, quando assistimos seriados policiais, ficamos com a impressão de que tudo é fácil de resolver, por mais complexo que o caso seja. Em ‘Rookie’, foram necessárias três noites de trabalho sob disfarce para se chegar à uma conclusão. E fiquei com a impressão que a história do ex-policial Murphy ainda tem como render mais, já que, pelo discurso de Shaw, fica claro que não serão obtidas provas contra ele (vocês já notaram que em toda série policial usam esse gancho de ex-parceiro criminoso? Apesar de batido, achei interessante a introdução da temática, já que deixou Shaw, que é um bom personagem, mais em evidência).

Um dos pontos altos do episódio, como bem anotado por Swarek no final do mesmo, foi que Andy agüentou o tranco e não se revelou, nem sob pressão. É interessante notar o crescimento de MacNally. Na 2ª temporada, ela tem sido peça chave na solução dos casos. Na 1ª temporada, constantemente, era ela que colocava tudo em risco. Espero que esse crescimento continue.

O outro caso do episódio foi conduzido por Dov que, mais uma vez, ultrapassou a barreira entre policial e cidadão. Na 1ª temporada ele já havia feito isso inúmeras vezes. Mas, dessa vez, parece que as conseqüências serão mais sérias, já que ele foi colocado sob supervisão. Como ele mesmo falou no final do episódio, não importa se ele estava mesmo certo sobre a personalidade violenta do namorado da vítima, ele não deveria ter agido como agiu. Agora, nos resta esperar para ver se Epstein aprenderá a manter-se mais distante dos casos, ou se continuara agindo sob impulso, motivado pelo seu grande coração (sinceramente? Acho que é da personalidade dele ser assim).

Enfim, gostei desse episódio. Se continuar assim, essa 2ª temporada promete muito mais que a 1ª.

PS: mais uma vez, a interação entre Andy e Swarek proporcionou ótimos momentos no episódio. É muito divertida a forma que eles tem de demonstrar o carinho um pelo outro: através de sarcasmo, ironia e longas trocas de olhares carregados de significado.

PS2: achei interessante a forma como inseriram histórias para serem desenvolvidas no decorrer da temporada. Noelle deixou evidente que tem algo por trás da sua decisão de não correr atrás do posto de sargento (seria o bebê que ela quer desde o início da série?). Também precisa ser explicado o rompimento de Luke e Joe, já que todo mundo fala muito do quão maravilhosos eles eram juntos, e ainda não ficou evidente o porquê do término (embora tenhamos recebido uma pista de que a culpa foi dela). E ainda fomos premiados com um ‘revival’ de Trace e Barber. Viram? Ainda tem muita coisa boa pra vir por aí!

Ah, e o próximo episódio promete muita tensão. Curioso? Confere a promo legendada aqui

Vídeo: Rookie Blue – 2×03 – Bad Moon Rising

Data/Hora 03/07/2011, 20:35. Autor
Categorias Notícias

No dia 7 de julho vai ao ar, nos EUA (ABC) e no Canadá (Global), o 3° episódio da nova temporada de Rookie Blue. O episódio foi escrito por Russ Crochane e dirigido por David Wellington.

Em Bad Moon Rising será anunciado o noivado de Andy e Luke (para o desgosto de Swarek). Mas o aparecimento de um assassino de policiais pode colocar em risco a felicidade do casal, e a segurança de Callaghan.

Veja a promo legendada do episódio, e comente o que espera dele:

Vídeo – Damages – Promo legendada da 4ª temporada

Data/Hora 03/07/2011, 20:23. Autor
Categorias Notícias

Está perto o retorno de Damages para sua 4ª temporada. No dia 13/07 a FX exibe, nos Estados Unidos, o episódio There’s Only One Way to Try a Case, que marca o retorno do drama legal.

Enquanto a data do retorno de Damages não chega, dá uma olhada na ‘promo’ da 4ª temporada, legendada pela InSubs:

E não esqueça que o TeleSéries terá reviews de Damages. Então, dá uma passadinha aqui toda semana pra deixar sua opinião sobre os episódios e conferir o que vem por aí!

Falling Skies – Prisoner of War

Data/Hora 01/07/2011, 22:34. Autor
Categorias Reviews

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Série: Falling Skies
Episódio: Prisoner of War
Temporada:
Nº do Episódio: 1×03
Data de Exibição nos EUA: 26/06/2011

Falling Skies continua daquele jeito, nem quente nem frio. Inclusive, lembrei-me neste momento de uma passagem do Apocalipse que diz ‘assim, porque és morno e nem és frio nem quente, estou a ponto de vomitar-te da minha boca’. Pois é, Não me entendam mal, eu não odiei o episódio, apenas o achei sem graça. Tudo era muito requentado e óbvio demais. Mas eu sou rata de filme/série alienígena e pós-apocalíptico (exceção aos zumbis, que não me apetecem), então para ter algo surpreendente tem que ser realmente inovador. Gostaria de saber o que os novatos no gênero estão achando da série. Pelo puro amor ao debate, seria interessante uma discussão com aqueles que estão entrando neste mundo agora.

Mas de volta (ou entrando finalmente) ao episódio, o objetivo é resgatar Ben. E pela primeira vez há alguma chance de sobrevivência para as crianças resgatadas, já que até então todas as que tinham o arreio alienígena entranhado em suas costas morriam no momento da retirada ou logo após a extração.

O médico responsável pela cirurgia é ninguém menos que Michael Harris, o homem que sobreviveu a um ataque dos skitters enquanto a mulher de Tom morreu. Não tenho certeza se o drama entre os dois era realmente necessário (porque é tão manjado e esperado esse tipo de recurso, que já deu sono de vê-los juntos na primeira cena), mas pelo menos me fez refletir um pouco.

Tom culpa Harris por ter fugido e deixado a sua esposa para trás, precisando se defender sozinha dos alienígenas. Harris diz ao professor que se ele sente necessidade de achar um culpado, então a culpa é do próprio Tom, que era a pessoa escalada para ir naquela missão, mas que estava tão cansado que a esposa foi no lugar. E eu me pergunto, alguém tem realmente culpa? Bom, os alienígenas, mas não é este o caso discutido.

Eu gostaria de dizer que eu seria toda altruísta e ficaria do lado do meu amigo no momento de uma fuga, mas a verdade é que eu não sei como eu agiria. Se me perguntassem agora, friamente, eu diria: ‘ficar e talvez ajudar o amigo a sobreviver e muito provavelmente morrer na tentativa ou fugir e garantir minha vida e torcer pro amigo também conseguir sobreviver? Com certeza fugir e viver’. A verdade é que heroísmo pode ser muito bonito na teoria, mas para a morte não há volta. Desculpem aos que discordam ou me acham muito egoísta, mas friamente analisando, minha vida tem mais importância para mim do que qualquer outra no mundo. No calor do momento eu confesso que não sei como reagiria, afinal, nada melhor do que uma situação difícil para descobrirmos lados novos de nossas personalidades, mas sendo bem sincera, não posso condenar Harris por ter fugido.

Assim como é impossível condenar Tom por ter sobrevivido. Tudo bem, a esposa dele estava no seu lugar naquele dia, mas isso não quer dizer que ele é culpado da morte dela. Acho que nesta guerra na qual eles estão engajados, não se deve acumular culpas e picuinhas. O objetivo é sobreviver, colocar os skitters para correr e retomar o planeta. Se para isso for preciso mudar a personalidade, engolir o orgulho, aprender a conviver com quem não se suporta, que assim seja. Minha vida vale mais do que tudo, mas a continuidade da raça humana vale (talvez) ainda mais.

O que não consigo entender é o motivo pelo qual os alienígenas capturaram os adolescentes. Só para usá-los de mão de obra barata? Parece tão pífio. E o que querem com aquelas ferragens? A série nos dá a entender que haverá algum grande evento e que os alienígenas estão construindo alguma coisa grandiosa e de grandes proporções, mas o povo não está fazendo um trabalho muito bom em nos deixar preocupados com os acontecimentos ou cheios de expectativas. Aliás, preocupados com qualquer coisa, porque por enquanto eu não daria a mínima se qualquer um dos personagens morressem, com exceção, talvez, de Tom.

E por falar em Tom, o que foi aquela luta dele com o skitter? Se todos os alienígenas forem como aquele, pergunto-me como fomos subjugados tão facilmente. Ou será que ele se deixou capturar? Aquela cena final com o filho de Mike foi feita para deixar o povo com a pulga atrás da orelha.

Achei legal que o filho resgatado tenha sido o de Mike e não o de Tom. É claro que a coisa foi feita desta forma para que o filho de Mike seja a criança controlada pelo skitter (e talvez até morra) e não Ben, e para que Tom ainda tenha um propósito na série, mas mesmo assim gostei da forma como as pessoas reagiram, em especial Tom. Tudo bem que assim que possível ele voltou para buscar Hal (acho que eu teria reagido como o garoto naquela hora que reviu o pai) e agora fará o impossível para resgatar Ben, mas foi especial vê-lo aceitando o fato de ser outra criança salva – afinal, todos têm os mesmos anseios ali – apoiar o colega e nem querer matá-lo por colocar todos em risco ao se expor daquela forma (inclusive, Karen foi capturada porque Mike se descontrolou).

As técnicas dos alienígenas também tem se mostrado cada vez mais humanas, como bem o demonstrou o assassinato do restante do grupo ao qual pertencia o filho de Mike. Eu tenho cá comigo que esse povo vinha estudando nós humanos há muito, muito tempo.

As tentativas de alívio cômico ficaram por conta de Pope. Eu digo tentativa, porque não funcionaram (quem realmente estava interessado naquela conversa sobre frango, feijão e temperos?), embora Pope seja um dos personagens mais interessantes e agradáveis de ver. Inclusive, deixe-me retificar uma afirmação que fiz logo acima: eu sentiria falta de Tom e de Pope caso um dos dois morresse.

Agora resta-nos esperar pelo desenrolar dos acontecimentos. O que fará o skitter? Qual será a função de Harris na história? O que fará Pope agora que se integrou à resistência? Tom conseguirá resgatar o filho (e todas as crianças do grupo)? E Karen? Será que sai alguma história interessante dessa captura da garota? E principalmente, será que desenvolverão melhor os personagens a ponto de eu me importar com algum deles?

Vídeo – Boardwalk Empire – Trailer oficial da 2ª temporada

Data/Hora 01/07/2011, 22:03. Autor
Categorias Notícias

A adorada e premiada (Globo de Ouro – 2011 – de melhor série dramática e melhor ator em série dramática – Steve Buscemi) série da HBO, Boardwalk Empire, voltará na Fall Season deste ano.

E enquanto a data do retorno não chega, começam a sair as primeiras informações sobre a 2ª temporada do drama: recentemente a HBO liberou um trailer da próxima temporada de Boardwalk.

Tá ansioso pro retorno da série? Então, enquanto o dia não chega, curte o ‘teaser’ oficial da 2ª temporada, legendado em parceria com a DarkSide:

Leverage – The Long Way Down Job

Data/Hora 29/06/2011, 23:21. Autor
Categorias Reviews

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Série: Leverage
Episódio: The Long Way Down Job
Temporada:
Número do Episódio: 4×01
Exibição nos EUA: 26/6/2011

Eu comecei a assistir Leverage esse ano. Sendo um pouco mais exata, há apenas alguns meses. Sou da opinião que quando você assiste uma série em ritmo de maratona sua percepção será diferente daqueles que acompanham a série conforme ela vai sendo exibida. Demorei um pouco a gostar (menos da Parker, gostei dela imediatamente) porém quando me apeguei assisti a terceira temporada tão rápido que tive tempo de sofrer a espera por novos episódios. E finalmente a 4ª temporada chegou.

Nate: Okay, pessoas, vamos lá roubar uma montanha.

Parker: De novo.

Nate: O que?

Parker: De novo. Nós já roubamos uma montanha há dois anos.

Nate: Sério?

Eliot: Bem, tecnicamente, foi um resort nas montanhas, não uma montanha mas, sim.

Hardison: Você estava muito bêbado também.

Usando uma expressão em inglês digo que Hardison estava ‘on fire’ nesse episódio. Aldis Hodge roubou todas as cenas que participou. Estava engraçadíssimo. E cresceu muito como ator nesse período.

No trabalho da semana a equipe precisou partir para as montanhas porque a evidência que precisavam para um caso – que o Nate aceitou sem ao menos consultá-los como Sophie fez questão de pontuar – estavam em algum luga no meio do acampamento no “topo” de uma montanha. Provavelmente na posse do marido desaparecido da cliente.

Hardison era o mais desesperado com toda a situação e não estava nenhum um pouco confortável com o clima congelante. Parker, a princípio, parecia a mesma criança deslumbrada de sempre pronta para qualquer coisa e parecendo não perceber o perigo que corria. Elliot, com todo seu mau humor, tentando fazer tudo da melhor maneira possível e chamando atenção de Nate que parecia não perceber o perigo que colocou a sua equipe.

Uma das coisas que chamou atenção foi ver Sophie ter que improvisar sem nenhuma grande troca de roupa. Mostrando que ela é boa mesmo no que faz e não precisa criar personagens mirabolantes para aplicar um golpe.

Outro destaque foi a reação de Parker ao encontrar o corpo de Alan Scott (Eric Stolz). Ela ficou visivelmente abalada ao pensar na possibilidade de morrer sozinha. É nítido que a reação dela tem muito mais a ver com ela que com Scott. E mostra como ela mudou muito desde o início da série.

Sophie e Nate conversam sobre terem passado a noite juntos e acertam que nunca mais isso acontecerá (ta bom) e que está tudo bem entre eles. Sophie diz que ele pode passar a chamá-la pelo nome verdadeiro mas Nate se recusa porque isso faria com que os outros descobrissem o que aconteceu (e poderia apostar que todo mundo sabe o que aconteceu). E assim nós continuamos sem saber o nome dela. Maldade!

Parker: Você sabe que nada mais será normal, certo?

Hardison: Sabe, minha avó costuma dizer que normal é aquilo que funciona para você. Todos nós lidamos muito bem com a situação.

Parker: Eu deveria conhecer sua avó.

Hardison: Yeah, deveria. Ela é tão le…não. Espera. O quê?

Acredito que não precisamos ter dúvidas que Parker finalmente resolver experimentar pretzel, não é mesmo? A felicidade no rosto de Hardison e a dificuldade dele em disfarçar que está ainda mais apegado a ela foram óbvias desde o início do episódio. E a forma como os dois se abraçam quando ela aparece, melhor dizendo, como ela o abraça deixou mais na cara ainda. O melhor momento foi o diálogo final entre eles. Eu adoro que ela sempre o pega de surpresa no meio das conversas e que ele só entende o que ela ta querendo dizer quando é tarde demais.

A trama da temporada também foi lançada. Quem será que colocou escutas no apartamento? E com que intenção? Eles fizeram tantos inimigos ao longo desses quatro anos que fica complicado arriscar.

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