Série: Franklin & Bash Episódio: Bro-Bono Temporada: 1ª Número do Episódio: 1×04 Data de Exibição nos EUA: 22/06/2011
Após a decepção com o cancelamento de Raising the Bar talvez eu estivesse com as expectativas altas a respeito de uma nova série estrelada por Mark-Paul Gosselaar e, por isso, acabei cobrando muito de Franklin & Bash. Felizmente, após um piloto razoável, vieram episódios divertidíssimos para mostrar que a série é maravilhosa desde que você simplesmente aproveite, curta o bom humor, a camaradagem dos protagonistas e o desenrolar mais esquisito de casos simples – mas inteligentes.
Série: Rookie Blue Episódio: Butterflies Temporada: 2ª Número do Episódio: 2×01 (Season Premiere) Data de Exibição nos EUA: 23/06/2011
Nove meses após o término da 1ª temporada, Rookie Blue voltou. E voltou melhor do que antes, na minha opinião. Ano passado, a série já demonstrou crescimento qualitativo, e considero que a premiere nos apresentou um caso bem construído, com atuações mais seguras e personagens mais maduros. Enfim, a dinâmica do episódio foi boa, e creio que, se os eles continuarem nesse ritmo, a segunda temporada superará a primeira em qualidade.
Butterflies começou com um ritmo leve, com cenas ‘domésticas’, que serviram para nos indicar o que se passou durante o hiato (que, na série, significou seis semanas).
Andy e Luke estão felizes, morando juntos. Quem também está radiante é Diaz, que irá retornar ao trabalho, após seis semanas de molho, nas quais recebeu os cuidados da amada Gail. Achei interessantes as cenas entre o ‘triângulo’ Chris, Gail e Dov. Acho que a interação entre eles poderá render bons momentos, sejam eles divertidos ou mais dramáticos (como ficou evidente no desenrolar do episódio).
Outra coisa que me agradou foi que nossos ‘rookies’ cresceram, e agora tem seus próprios novatos. E pela 1ª vez, MacNally foi designada para comandar uma operação: controlar os ânimos dos espectadores de um show superlotado. Nada muito complexo. Mas, como sempre, nem tudo correu bem.
Inicialmente, tudo estava sob controle, e Macnally até teve tempo até para dialogar (e se identificar) com uma das espectadoras do show. Justamente a garota que seria atingida no tiroteio que aconteceu nos instantes seguintes.
Nesse ponto do episódio, foi introduzido um dos novos personagens da temporada: Jo Rosati. A detetive de homicídios se integrou à equipe da 15ª, já que Callaghan estava no Tribunal. Confesso que gostei do personagem. E a introdução dele vai tornar ainda mais interessante a dinâmica do relacionamento Swarek/MacNally/Callaghan.
Como sempre, Andy se deixou afetar e envolver pelo caso e seus desdobramentos (e ninguém esperava que fosse diferente, afinal, tornar as coisas pessoais é uma de suas características). Resolveu entender a vida da vítima, buscando a resposta para o incidente. E teve que passar o resto do dia repetindo que estava bem, mesmo que isso fosse mentira, como a conversa entre ela e Shaw deixou evidente.
Quanto às investigações, o que parecia ser um caso envolvendo gangues, acabou como um homicídio cometido em razão de um coração partido e de uma mente desestruturada. Mas o que merece ser destacado quanto às investigações foi o perfil colaborativo de nossos Rookies (ou ex-Rookies). Cada qual foi responsável por parte do sucesso da operação, ainda que tenham agido de formas bem diferentes: MacNally usou de sua emoção obstinada, Dov Epstein foi o coração (muito legal a luta dele pela doação dos órgãos, e a alegria pelo objetivo conquistado), Gail e Diaz foram ‘a mão forte’ (quanto à Chris, uma evolução para quem só sabia seguir o manual) e Nash usou sua sabedoria serena pra acalmar os ânimos. Enfim, um time bem afinado e que, milagrosamente, não cometeu nenhum erro que comprometesse as investigações.
Gostei também de conhecer um pouco melhor Dov. A história do irmão suicida explica, de certa forma, o perfil do policial. E esse episódio de estréia ainda levantou duas questões (embora já saibamos a resposta das duas): Sam seguirá para a Narcóticos, deixando a parceria com MacNally para trás? E o relacionamento entre Andy e Luke, sobreviverá à presença da detetive Rosati?
Agora, é esperar pelo 2ª episódio. E enquanto à próxima quinta não chega, aproveita e confere a promo legendada aqui.
Na próxima quinta, dia 30 de junho, a ABC e a Global exibirão, nos EUA e no Canadá, respectivamente, o 2° episódio da nova temporada de Rookie Blue. O episódio foi escrito por Semi Chellas e dirigido por Paul Shapiro.
Em Might Have Been os novatos vão trabalhar disfarçados, em um local que propicia bastante diversão. Mas a operação não sairá como esperado, o que trará riscos para alguns deles.
Veja a promo legendada do episódio, e não deixe de dividir suas expectativas sobre ele:
No dia 26 de abril, com um total de 12 episódios encomendados, estreou no canal NBC dos Estados Unidos, sob comando de Carson Daly, um novo reality show musical: The Voice. O programa apresentou um formato novo e excitante, em comparação com os outros musicais existentes.
Visando escolher “A Voz”, o programa apresentou os quatro artistas que desenvolveriam a função de “treinadores”, os responsáveis pela escolha dos mais talentosos cantores americanos. São eles: Cee Lo Green, Adam Lavine, Christina Aguilera e Blake Sheldon. Ao invés de apresentarem várias audições nos programas, assim como é feito no “American Idol”, o reality começou com alguns candidatos pré-selecionados, já se apresentando no palco do programa.
Os treinadores
Cee Lo Green é cantor, compositor, produtor e apresentador, considerado “uma força a ser reconhecida” dentro da indústria da música. Seu single “Forget You” foi um sucesso instantâneo, registrando mais de dois milhões de acessos em menos de uma semana no YouTube. Em 2010, Cee Lo recebeu cinco indicações ao Grammy para “Forget You”, e ganhou o prêmio de Melhor Performance Urbana / Alternativa.
Blake Sheldon é um famoso cantor country americano e já ficou em 1 º lugar na parada de singles nos Estados Unidos mais de sete vezes em apenas três anos. Em 2001, ele fez sua estreia com o single “Austin”.
Uma das artistas com maior sucesso da década passada, Christina Aguilera já vendeu
mais de 30 milhões de álbuns em todo o mundo e ganhou cinco prêmios Grammy.
Adam Levine é o principal compositor, guitarrista e vocalista da banda de rock “Maroon 5”. Além de seu trabalho com o Maroon 5, Levine tem colaborado com várias artistas, incluindo Kanye West, Alicia Keys, Natasha Bedingfield, Slash e K’naan. O cantor e produtor também fez várias aparições na televisão, incluindo “Saturday Night Live“, “30 Rock“, e “Comedy Central“.
A competição
A primeira audição, denominada “Testes Cegos”, começou com os treinadores enfeitando o palco com o desempenho musical da música “Crazy” de Gnarls Barkley.
A ideia do “Teste Cego” é brilhante, especialmente porque algumas das audições são “cegas” até mesmo para os telespectadores em casa. Os treinadores deveriam escolher oito candidatos para comporem seus times. Os artistas ficavam sentados, cada um em uma poltrona giratória. Eles não viam os candidatos que se apresentavam no palco. O candidato cantava sua música e, durante a apresentação, caso algum treinador gostasse daquilo que estava ouvindo, apertava o botão vermelho e sua poltrona automaticamente girava, fazendo com que o artista conhecesse quem era o dono da voz. Uma luz acendia na poltrona do treinando, afirmando “I Want you”.
Não são apenas os candidatos que competiam durante o reality. Cee Lo, Aguilera, Adam e Blake também competem entre si. Isso dá um toque especial ao programa. As “trocas de carinhos” entre os treinadores garantiram boas risadas durantes as audições. Os treinadores demonstravam sempre um certo entusiasmo em ajudar os competidores que estão diante deles e têm uma energia tão positiva que realmente contribui para uma experiência visual agradável para toda a família que assistia. Outra parte curiosa do programa é que quando dois ou mais treinadores escolhiam o mesmo candidato, o papel no programa invertia: agora, o candidato deveria escolher quem gostaria que fosse seu treinador.
Com o fim dos Testes Cegos, as equipes dos quatro treinadores ficaram da seguinte maneira:
Time Adam Levine
Jeff Jenkins, Rebecca Loebe, Javier Colon, Angela Wolff, Devon Barley, Casey Weston, Tim Mahoney, Casey Desmond
Time Blake Shelton
Patrick Thomas, Elenowen, Xenia, Jared Blake, Tyler Robinson, Dia Frampton, Serabee, Sara Oromchi
Time Cee Lo Green
Vicci Martinez, Kelsey Rey, Tje Austin, Nakia, Tori and Taylor, Emily Valentine, Curtis Grimes, Niki Dawson
Na segunda etapa do programa, intitulada “Batalha no Ringue”, os treinadores deveriam dividir seus oito competidores em quatro duplas para interpretar a mesma música ao mesmo tempo em um ringue. Cada semana, uma dupla de cada time se apresentava no palco. Os artistas eram responsáveis pela ajuda em técnicas vocais e escolha de arranjos, além de escolherem as músicas que seriam disputadas. Após a batalha no ringue, cada treinador, com a ajuda de uma outra pessoa como uma espécie de “conselheiro”, escolhia quem era o vencedor de cada duelo.
Com o final dessa etapa, as equipes ficaram da seguinte forma: Equipe Christina continua com Frenchie Davis, Beverly McClellan, Lily Elise, Cherie Oakley e Raquel Castro; já a equipe de Adam com Jeff Jenkins, Devon Barley, Casey Weston; o Time Cee lo Green conta com Vicci Martinez, Kelsey Rey Nakia, as irmãs Tori e Taylor e Curtis Grimes e, por fim, o Time Blake: Patrick Thomas, Xenia, Jared Blake, Tyler Robinson e Dia Frampton.
Até então, o programa era gravado muito antes do dia e hora de sua exibição. A terceira etapa do programa, intitulada “Top 16” deu início ao primeiro show ao vivo do reality. A abertura contou com uma performance especial dos treinadores. Adam Levine começou o tão esperado ‘medley’ do Queen com “Bohemian Rhapsody”. Logo após, no palco surgiam Cee Lo e Shelton Blake cantando “We Will Rock You”. Christina Aguilera começou a canção final do medley, “We Are the Champions”, acompanhada pelos outros treinadores. Veja a performance:
Nessa etapa, o esquema de eliminação ganhava ampla participação dos Estados Unidos. As pessoas deveriam votar em seu candidato favorito de cada time através do site da emissora, ligando para o número de telefone que aparecia na tela durante a apresentação de cada candidato e fazendo o download através do iTunes Store das versões musicais cantadas durante o programa.
No primeiro show ao vivo, os times de Aguilera e Cee Lo se apresentaram. O resultado foi divulgado no começo do outro programa ao vivo. Os Estados Unidos escolheram Beverly McClellan como a favorita do time de Aguilera. A treinadora, por sua vez, resolveu salvar Frenchie Davis, completando assim, suas duas competidoras para as semifinais. Quanto ao time de Blake, o país escolheu Dia Frampton. Blake optou por mandar pra casa Patrick Thomas e Jared Blake, escolhendo Xenia para continuar em sua equipe. Após a eliminação, os times de Cee Lo Green e Adam Lavine se apresentaram, buscando as quatro últimas vagas para as semifinais. Vicci Martinez e Javier foram os escolhidos pelos Estados Unidos como os favoritos dos times de Cee Lo e Blake, respectivamente. Cee Lo escolheu Nakia e Adam optou por Casey Weston.
Escolhidos os oito semifinalistas, estes voltaram a se apresentar no palco para disputarem uma única vaga para cada time para a grande final.
A primeira a subir ao palco foi Frenchie, do time de Aguilera. A competidora encarou “Like a Prayer” de Madonna. Na sequência, Nakia (Time Cee Lo) cantou “What do You Want From Me”, Dia Frampton (Time Blake) interpretou “Losing My Religion” e Casey Weston fechou a primeira rodada das apresentações cantando a música de Whitney Houston, “I will Always Love You”. Xenia começou a segunda rodada das apresentações interpretando “The Man Who Cannot Be Moved”, seguida por Veverly McClean, “The Thrill is Gone”; Javier “ Fix You” e finalizando Vicci Martinez “The Dog Days Are Over”, de Florence and the Machine.
As votações foram abertas para que o público votasse em um dos dois candidatos de cada time. O esquema de votação dessa vez seria o seguinte: cada candidato deveria dividir 100 pontos entre os dois membros de cada equipe. Caso achasse que os dois candidatos de sua equipe tiveram excelentes apresentações, dividira 50 pontos para cada um e o público estadounidense seria, então, os responsáveis pela escolha. Após a distribuição de pontos pelos treinadoras e contabilizados os votos do público, os quatro finalistas, sendo um candidato de cada equipe, foram então escolhidos. O “Top 4” do reality é composto por:
Saudades de Prison Break? O canal A&E tem um remédio para isto. Estreia este sábado no Brasil a série Breakout Kings. O seriado é assinado por Matt Olmstead e Nick Santora, escritores e produtores de Prison Break, e é ambientada no mesmo universo da série dos irmãos Scofield.
O seriado gira em torno de um esquadrão de U.S Marshals (a agência americana que caça prisioneiros foragidos) que faz uso da mão de obra de prisioneiros para capturar fugitivos – que por sua vez cooperam em troca da redução de suas próprias penas. No terceiro episódio da temporada, o ator Robert Knepper reprisa o papel do criminoso T-Bag, seu personagem de Prison Break.
No elenco estão Laz Alonso (com passagem por Southland), Domenick Lombardozzi (The Wire) e Serinda Swan (com passsagem por Smallville), entre outros. Clique aqui para continuar a leitura »
Na próxima quarta-feira, 29 de junho, estreia nos Estados Unidos o novo seriado do USA Network, cuja produção está à cargo da Sony Pictures Television e da Universal Cable Productions. Necessary Roughness foi criada por Liz Kruger e Craig Shapiro (ambos escreveram roteiros em Miami Medical e The Troop), que se basearam na história verídica de Donna Dannenfelsere, uma psicóloga que trabalhava para time de futebol americano New York Jets.
A série será protagonizada por Callie Thorne, como a Dra. Danielle Santino; e por Marc Blucas, que interpretará Matthew Donnally. Callie é conhecida do público por suas participações em ER, Law and Order: CI e SVU, além de Burn Notice, entre outras. Já Blucas ficou conhecido ao interpretar Riley Finn, de Buffy- A Caça Vampiros, além de ter feitos participações recentes em House, Castle e Body of Proof.
O elenco principal é integrado por Mehcad Brooks (Desperate Housewives, True Blood), como Terrence King, e por Scott Cohen (Gilmore Girls), como Nico Careles. Completam o elenco, em participações especiais, Craig Bierko (Boston Legal), Amanda Detmer (Law & Order: Criminal Intent, Private Practice), Concetta Tomei (Weeds, Numb3rs), Hannah Marks (CSI: Miami, Private Practice).
O enredo da série gira em torno da história da Dra. Danielle, que, logo após divorciar-se, arruma um emprego como terapeuta de uma equipe de futebol profissional. Sua carreira impulsionará quando atletas, músicos, políticos e outras celebridades começarem a se interessar pelas suas técnicas terapêuticas. A partir daí, Danielle precisará encontrar o equilíbrio entre sua carreira e sua família.
Ficou curioso? Está pensando em assistir? Então dá uma olhadinha no material promocional do seriado, legendado pela equipe ManiacSubs (@ManiacSubs), e não deixe de comentar sobre suas impressões.
Série: White Collar Episódio: Where There’s a Will Temporada: 3ª Número do Episódio: 3×03 Data de Exibição nos EUA: 14/06/2011
Dessa vez o caso foi bastante simples: a equipe de Peter Burke foi designada pra descobrir quem estava seguindo e ameaçando Helen Anderson (Jayne Atkinson), editora executiva de uma revista. Helen é uma versão menos brilhante de Miranda Priestly (Meryl Streep em ‘O Diabo veste Prada’): não tem vida social e não se importa com seus funcionários, e ela nega a proteção do FBI por não se importar com as ameaças achando que elas significam que está chegando perto da verdade para uma matéria que está escrevendo.
Quem estava triste com a saída da atriz Lisa Edelstein, a Dra. Lisa Cuddy de House, ao menos terá um motivo para voltar a sorrir. Após deixar a série na qual atuava desde de 2004, Lisa voltará á televisão no papel de uma advogada na terceira temporada de The Good Wife.
Os detalhes sobre o personagem ainda são poucos, mas sua personagem terá algo em comum com Will (Josh Charles). Mas nada mais do que isso.
Lisa Edelstein não retornará para a oitava temporada de House, que estreia em outubro na Fox.
Hoje estréia a segunda temporada de Rookie Blue, o seriado policial canadense criado por Morwyn Brebner, Tassie Cameron e Ellen Vanstone e protagonizado por Missy Peregrym (Andy MacNally), Gregory Smith (Dov Epstein), Charlotte Sullivan (Gail Peck), Enuka Okuma (Traci Nash) e Travis Milne (Chris Diaz).
A 1ª temporada de Rookie Blue estreou em 24/06/2010, e devido aos altos índices de audiência (“RB” foi a mais bem-sucedida série de Midseason na ABC nos últimos seis anos) foi renovada após apenas três episódios terem ido ao ar.
No final da 1ª temporada, você acompanhou, aqui no TeleSéries, o Balanço da Temporada. A série conta a história de 5 novatos que acabaram de sair da academia de polícia e tiveram que enfrentar as adversidades da atividade policial. Esse quinteto contou com a ajuda dos veteranos policiais Best, Swarek, Shaw e Williams, que além de auxiliar os aprendizes nas investigações (e ajudar muitas vezes significa deixá-los quebrar a cara), também ensinaram aos novatos como enfrentar a pressão e as situações perigosas inerentes à sua profissão.
Agora é torcer para que os casos policiais – e a trama, como um todo -, fiquem cada vez mais interessantes e bem construídos nessa 2ª temporada (considero que o final da 1ª já foi melhor estruturado que seu início). E para que, mais uma vez, a audiência dos Estados Unidos corresponda às expectativas dos executivos da ABC, para que Rookie Blue garanta rapidinho uma 3ª temporada.
Rookie Blue será transmitido a partir de hoje, às 22h na Global (Canadá) e na ABC (Estados Unidos). Aqui no Brasil, a Universal Channel exibe a primeira temporada da série às terças, às 13h.
Ah, e vale lembrar que essa que vos escreve fará reviews da série nessa temporada, e que todas as semanas o TeleSéries trará novidades sobre a temporada, além das promos dos próximos episódios, legendadas pelas Queens of the Lab. Esperamos vocês por aqui!
Série: Pretty Little Liars Episódio: The Goodbye Look Temporada: 2ª Número do Episódio: 2×02 Data de Exibição nos EUA: 21/06/2011
Eu confesso que a segunda parte da primeira temporada me desanimou bastante. Tivemos episódios bem arrastados em que a trama andou, mas parou no mesmo lugar. Os mistérios que cercam a identidade de –A ficaram entediantes e a trilha sonora, tão boa no inicio, já não existia mais e, por fim, os romances estavam superficiais.
Contudo, a premiere me deixou bastante esperançosa e esse segundo episódio foi apaixonante.
Apesar de ter origem inglesa, foi na França que a quadrilha se tornou popular! E de lá, se espalhou pelo mundo. Quem nunca cantou e dançou e gritou alguns “balancês” (dançar), “anarriês” (voltar) e “alavanturs” (seguir)? Aqui no Brasil, os festejos de junho são embalados com a dança europeia que ganhou características caipira e serve como uma forma de comemoração pela colheita – no caso o milho – e também como uma grande reunião social. Roupas e comidas típicas, música caipira, danças e muita festa, tudo isso você encontra nessa tradição que se espalhou pelo mundo.
A famosa dança já fez parte da história de várias séries, e nós separamos quatro delas para comentar.
Série: Anos Incríveis (Wonder Years) Episódio: Square Dance (2×15) Data de exibição nos EUA: 2/5/1989
O que eu gosto das festas juninas é que elas geram um tipo de integração única entre as pessoas. De repente você está brincando, tá, já passei desta fase, ou conversando naturalmente com alguém que você nunca viu antes. Obviamente, se relacionar com estranhos não é necessariamente algo bom, especialmente quando se vive em meio as pressões sociais da pré-adolescência. Que o diga o meu loser favorito, Kevin Arnold, no episódio Square Dance de Anos Incríveis. Ali não era nenhuma festa. Era uma aula obrigatória de educação física, onde os garotos tinham que aprender a dançar quadrilha e onde Kevin deu o azar de virar dupla com a esquisitinha Margaret Farquhar (três rabos de cavalo, óculo mais grossos do que os do Paul Pfeiffer, um morcego como mascote e nenhum sifragol). O episódio, enfim, é um daqueles clássicos episódios irritantes da série, onde Kevin se porta terrivelmente mal e arrasa com a garota. Se você acha que Glee foi a série que melhor abordou o bullying, bom, você precisa assistir a este aqui. (Paulo Serpa Antunes)
Série: Six Feet Under Episódio: Crossroads (1×08) Data de exibição nos Estados Unidos: 22/07/2001
Depois que o Sr. Fisher morreu, a funerária Fisher & Sons entrou numa maré de azar e os negócios não iam muito bem. Uma grande empresa começa a comprar todas as funerárias da cidade, mas os Fisher se negam a vender a empresa da família. Como os negócios estavam de mal a pior, Nate resolve alugar o salão da funerária para um grupo de dança da terceira idade para conseguir algum dinheiro. Dave ficou um tanto relutante para aceitar a idéia até que conheceu Kurt, o professor de quadrilha. Dave, com o seu jeitão todo tímido, foi praticamente intimado por Kurt para ser seu par e ensinar os passos para os velhinhos. Instantaneamente rolou uma química entre os dois e entre um passo e outro, Dave se imagina beijando Kurt e os velhinhos aplaudindo. Neste episódio, pode-se perceber a insegurança de Dave, como ele fica constrangido em dançar com outro rapaz, mais ousado e autoconfiante. (Juliana Baptista)
Série: Smallville Episódio: Fierce (7×03) Data de exibição nos EUA: 11/10/2007
Se há um objetivo na vida que muitos não conseguem atingir é ser coroado Rei ou Rainha do Milho. Esse privilégio é para poucos terráqueos, quanto mais para os kryptonianos. Fierce foi um dos episódios mais dispensáveis de Smallville, mas para quem não tinha muita expectativa, pode assistí-lo por pura diversão. Desconsiderando o enredo principal, onde a história se desenvolvia na obsessão de Lex por Kara e todo aquele blá blá blá com o Clark e a Lana, as cenas mais memoráveis estão mesmo no concurso de Rainha do Milho de Smallville. A tradição reflete na nossa necessidade de ser reconhecido e amado, e Kara – em sua crise de identidade – sente exatamente isso. No episódio, ela acaba aprendendo alguns valores dos humanos, para o bem ou para o mal. As cenas do concurso são hilárias, vale algumas risadas. (Maria Clara Lima)
Série: Monk Episódio: Mr. Monk Visits A Farm (05×14) Data de exibição nos EUA: 09/02/2007
Quem era fã de Monk sabe que a lista de itens dos quais o detetive tinha medo era enorme – se eu me lembro bem a lista começava com leite e passava por sapos, além de outros itens realmente nojentos. Pois eu nunca tinha pensado que quase todos eles podem ser encontrados em uma fazenda até este episódio. Mas o mais engraçado de tudo não foi Monk rolando na lama, tendo de pegar ovos de galinhas ou próximo do esterco de vacas – ah, sim, Monk num ônibus também tem seu mérito. O que realmente tirou Monk de seu prumo foi nada mais nada menos que uma dança de quadrilha. Tudo bem, o fato de charmosa xerife interpretada por Brooke Adams não esconder nada nada seu interesse pelo detetive – o que foi aquele tapinha no bumbum de Monk? – deve tê-lo assustado muito mais que a dança. Outra surpresa do episódio: mesmo com todas as suas manias, Monk deixa que Randy pense que resolveu o caso apenas para que o amigo volte a acreditar em si mesmo e assim volte a trabalhar para a polícia. (Simone Miletic)
Série: Falling Skies Episódio: Live and Dream e The Armory Temporada: 1ª Número do Episódio: 1×01 e 1×02 Data de Exibição nos EUA: 19/06/2011
Depois de mais de um ano de espera, Falling Skies finalmente estreou. E embora tenha sido um bom começo, não foi tão fantástico quanto se esperava. Pelo menos, não quanto eu esperava.
Sou fã de alienígenas, adoro tudo quanto é coisa onde a Terra é invadida ou quando vamos ao espaço conquistarmos nosso lugar no Universo, mas tento ver cada obra como uma coisa singular. É claro que comparações são inevitáveis, mas minha ideia é assistir Falling Skies com a mente aberta e o coração pronto para receber o que me é dado e não criticar pelo simples prazer de criticar.
Durante essa semana o Teleséries fez uma cobertura bem interessante do seriado. A história – tanto da série quanto da produção que a envolveu – os personagens e mesmo o cenário tão característico e significativo. Por isso não ficarei me alongando nesses detalhes. Sinceramente vale mais gastar um minutinho e ler as matérias que estão muito boas.
Dito isso, falemos desses dois episódios de estréia. A Terra foi invadida e não foi bonito. Nós estamos perdendo massivamente e os que restaram são poucos. Mas como sabemos, cenários apocalípticos são perfeitos para unir a humanidade, então os sobreviventes armam uma resistência decidida não apenas a sobreviver, mas a aniquilar o inimigo.
As referências à revolução dos Estados Unidos contra a Grã-Bretanha estão escancaradas em inúmeras cenas, mas em especial na pele do protagonista, Tom Mason, um professor de história alçado a 2º em Comando nas tropas da Resistência da 2ª Massachussets. História não é o meu forte, mas se de fato os professores souberam tanto de estratégia de guerra por estudar as milhares que ocorreram na evolução da humanidade, acho que todo militar e governante deveria ter um diploma na matéria.
A história em si é bem simples. Os poucos humanos que sobreviveram naquela região se dividem em grupos de 300 (200 civis, 100 combatentes) para não despertarem a atenção dos sensores inimigos. E é o 2º batalhão que iremos seguir.
Se fosse só lutar, não teria problemas. O grande incômodo é a falta de alimentos disponíveis – a maioria dos mercados já foi saqueado e obviamente não tem mais pessoas produzindo – e armamento. Outro caso importante são os familiares capturados pelos alienígenas. Quando você sabe que um querido seu morreu, você chora, sofre, deprimi-se até, mas chega um momento que a tristeza arrefece e você continua com sua vida, pois sabe que não tem mais jeito. Se há uma coisa definitiva nesta vida é a morte. Mas como lidar com o desaparecimento puro e simples? Com a incerteza? Como seguir sem saber se a pessoa que você ama está viva ou morta? Talvez capturada, sofrendo, esperando e acreditando que você irá salvá-la? E é exatamente com esse tipo de sentimentos que os humanos sobreviventes precisam lidar.
Tom e seus dois filhos remanescentes – a esposa saiu para buscar comida e nunca mais voltou, o filho do meio também está desaparecido – têm se preocupado basicamente em sobreviver, até que Hal, o mais velho, avista o irmão que foi capturado pelos skitters (os alienígenas). Qual pai sossegaria enquanto não trouxesse o filho de volta, nem que para isso precisasse morrer tentando?
Esses foram os contornos básicos dos episódios iniciais. A organização da 2ª Massachussets, a busca por comida e armas, a decisão de libertar Ben e, é claro, pois não pode faltar, a altercação com um grupo de bandidos humanos que quase fazem mais estragos do que os próprios alienígenas, mas que ao final acrescentam dois novos personagens ao grupo revolucionário.
O draminha amoroso de Hal com a namorada e a assistente da médica não chegou a empolgar. Mas não dá para negar que onde há jovens envolvidos, há drama amoroso, então não vou reclamar. Só espero que desenvolvam suas histórias a contento.
Melhor foi a amizade (que talvez evolua para algo mais, talvez não) de Tom com Anne, a médica. A mulher tem personalidade, atitude e consegue ser simpática aos olhos do público. O estranho é vê-la como médica e Noah Wyle no papel de um professor de história. Depois de milhares de anos de ER, confesso que olhava para ele em tela e só conseguia pensar ‘precisam de um médico? Chamem o Carter que ele resolve!’. Mas não estou desmerecendo o ator não, muito pelo contrário. Carter está muito vivo em minha memória, mas Wyle desempenhou seu papel de professor-soldado muito bem. Verdade seja dita, bem melhor do que eu esperava quando vi que ele foi escalado para o papel. Não duvido que em poucos episódios eu já olharei para ele como professor e não mais como Carter.
E para finalizar preciso comentar quatro coisas:
1) Adorei rever Colin Cunningham. Eu gosto muito do ator e já estava cansada de vê-lo apenas em participações especiais. Mas é meio estranho ver o seu personagem matando pessoas da 2ª Mass e logo em seguida conversando com eles como se nada tivesse acontecido. A guerra é uma coisa louca mesmo.
2) Quando falam em Sarah Sanguin Carter (a Maggie) o povo deve lembrar de Shark e algumas outras participações especiais que fez aqui e ali, mas eu confesso que lembro da moça em Smallville, como Alicia, a garota que casou com Clark enquanto ele estava sob o domínio da kryptonita vermelha. É inevitável lembrar-me desse papel, pois eu gostava muito de Alicia com Clark. Mas gostei do seu papel em Falling Skies. Não sei qual será o desenvolvimento de sua personagem, mas ela tem muito mais presença em tela que a loura e morena disputando o coração de Hal.
3) Os finais felizes. Desculpem, mas depois de toda a tensão que vai se avolumando durante o episódio, encerrarem com cenas felizes e agradáveis é um banho de água fria. Desnecessário essa quebra do clima. É claro que precisamos de esperança para continuar prosseguindo, mas se isso se tornar um hábito (02 episódios seguidos em 10 já é muita coisa) não será uma coisa legal.
4) Se conseguirem resgatar Ben, será que darão um jeito de arrancarem aquele negócio de seu corpo? Ainda não decidi se quero que o garoto viva ou não.
Bom, dois episódios já se foram, restam oito. Vamos ver o que os revolucionários tem preparado para nós.