Torchwood: Miracle Day – The New World

Data/Hora 10/07/2011, 13:52. Autor
Categorias Reviews

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Série: Torchwood
Episódio: The New World
Temporada:
Nº do Episódio: 4×01
Data de Exibição nos EUA: 08/07/2011

Torchwood está de volta, e mais sinistra e mudada do que nunca. Não está apenas de casa nova, mas todo o clima     que a cerca está diferente.

Eu vejo a série desde o início, então é claro que a minha visão é a de uma pessoa habituada com esse universo, mas eu acredito que esta temporada, apesar de ser a 4ª da série, foi pensada como um ponto de entrada para novos fãs, já que Torchwood migrou para os Estados Unidos (bom, migrou não é bem a palavra…digamos que ela agora vive na ponte aérea EUA-UK) e, portanto, precisa abocanhar uma nova audiência.

Toda aquela sensação de ‘o que é Torchwood?’, ‘quem é esta mulher que acordou no meio da noite e teve pesadelos com Torchwood?’, ‘como esse homem pode ter o mesmo rosto de alguém que viveu em 1920?’, ‘por que ele está tão preocupado de ter se cortado?’, ‘por que essa mulher e esse homem de sobretudo que apagou a memória da agente estão sendo perseguidos?’ estava ali. E tínhamos até agentes da CIA fazendo as perguntas certas para situar o novo público. Foi quase como voltar a assistir Torchwood desde o início, mas de uma forma levemente (!?) diferente.

Desde a temporada passada o formato da série mudou. Não mais casos isolados (os chamados ‘monstros da semana’), e sim uma única história serializada e muito mais densa do que tínhamos visto nas duas primeiras temporadas.

Os membros da equipe de Torchwood 3 (Cardiff) se foram, já que Toshiko e Owen morreram no final da 2ª temporada e Ianto passou desta para melhor durante Children of Earth (a comentada 3ª temporada) e a própria Torchwood foi desativada. Restou apenas o Capitão Jack Harkness para amargar os resultados de suas decisões, e Gwen Cooper, agora casada, mãe e fugitiva (mas viva, que afinal é o que mais importa).

As coisas não teriam mais como serem as mesmas. Não depois de tantas perdas, sofrimentos e experiências pelas quais Jack e Gwen passaram. Por isso essa interação com os Estados Unidos não soa tão artificial ou absurda. Tudo teria que ser diferente para funcionar, pois não acredito que qualquer ameaça alienígena iria trazer Jack e Gwen de volta.

Os vídeos lançados já demonstravam o que deveríamos esperar desta nova Torchwood e mesmo assim eu não tenho certeza se estava totalmente preparada para a mudança. O que eu vi era Torchwood, e ao mesmo tempo não era. A verdade é que só me senti em casa novamente quando Jack apareceu, e a segurança só voltou quando ele reencontrou Gwen. Até ali eu estava gostando do episódio, mas era quase como se fosse outra série.

Em poucas palavras, a trama é a seguinte: o povo parou de morrer. Simples assim. De uma hora para outra, ninguém mais morreu na Terra. As pessoas continuam adoecendo, envelhecendo, pegando fogo, sendo explodidas, etc e tal, mas ninguém morre. E de alguma forma isso tem ligação com Torchwood, pois a última morte documentada foi no exato instante em que um e-mail com a palavra “TORCHWOOD” foi enviado para todas as autoridades do mundo. Mas mesmo que não tivesse e-mail algum, eu diria que a instituição tem uma ligação com o tal milagre, já que a partir do momento em que os seres humanos pararam de morrer, Jack Harkness tornou-se mortal. E se teve uma coisa que aguçou a minha curiosidade foi a mortalidade do Jack, porque desde a 1ª temporada de Doctor Who, quando ele morreu e retornou eu venho me perguntando (e ele também, diga-se de passagem) o que levou o capitão a se tornar imortal. Será que é desta vez que Russell T. Davies irá nos responder?

E tem mais uma coisa importante: Jack viverá o suficiente para se tornar a Face de Boe (aos não iniciados em Doctor Who, acredita-se que a Face de Boe, uma grande cabeça gigante e mais velha que o tempo, seja na verdade Jack)? Não tem como não pensar em Boe ao ver aquela cena em que Jack sugere que se corte a cabeça do homem que sobreviveu a explosão.

Mas voltando à trama, a imortalidade não é uma coisa tão boa quanto parece em teoria, já que se não houver mortes, em pouco tempo os recursos da Terra se esgotarão e a superpopulação levará a uma guerra sem proporções. E pior, sem baixas, já que ninguém pode morrer.

A CIA se envolve no caso (claro!) devido a curiosidade de uma agente que acaba persuadindo o mais novo não-morto (agente Rex) a pesquisar Jack e Gwen por acreditar que um dos dois terá alguma resposta para o que está acontecendo. E é assim que Rex acaba no País de Gales, onde Gwen e sua família são atacados por algum perseguidor ainda desconhecido, e salvos por Jack.

Agora, rendidos por Rex, que usou de sua autoridade como membro da CIA para comandar a polícia britânica, Jack e Gwen serão extraditados para os Estados Unidos. E que seja o que Deus quiser.

E só um adendo à história toda, a primeira cena da série é a morte por injeção letal de Oswald, um pedófilo condenado e que, como era de se esperar, não morre. E pior, consegue a libertação, já que não pode ser punido duas vezes pelo mesmo crime. Qual será a ligação dele com a história toda eu não sei, mas eu posso dizer que Bill Pullman está assustador como Oswald e que eu ainda não tenho certeza se irei gostar da participação deste personagem nessa confusão toda.

O episódio em si eu gostei bastante. É claro que tiveram coisas que me incomodaram, mas não ao ponto de me fazerem torcer o nariz ao que me foi apresentado. O formato serializado é bem interessante e, embora nos prive daquela leveza que os casos da semana nos permitiam assistir, uma única história torna a coisa toda mais coesa, sem altos e baixos.

O que fez de Torchwood ainda ser Torchwood para mim:

– A hora que Jack aparece pela primeira vez meu coração deu um salto. Posso ter amado cada personagem da série até aqui, mas a verdade é que Jack Harkness é o coração de Torchwood. E foi engraçado ver Esther correndo desesperada ao vê-lo, como um fantasma saído das fotografias que ela bisbilhotava nos arquivos. Gostei da corrida desenfreada dos dois até a queda na fonte, mas gostei principalmente da conversa que tiveram. Uma pena que ele tivesse que usar o retcon na agente. Acho que ele simpatizou com ela e a teria convocado para a Torchwood se esta ainda existisse, ou se ele não tivesse com um peso tão grande nos ombros por todas as mortes que presenciou e pelas quais foi o responsável.

– A menção ao 456.

– As cenas de Gwen com Rhys e com Andy, pois eles continuam essencialmente os mesmos, apesar de toda nova situação que estão vivenciando. E embora Gwen tenha amadurecido muito nos últimos anos e perdido aquela inocência e ingenuidade altruísta, eu não esperaria outra coisa dela que não a de querer fazer algo quando percebesse o quão prejudicial essa imortalidade seria para o planeta.

– Jack se passar por agente do FBI para ver o corpo queimado. Tive vontade de chorar quando vi que ele usou o nome de Owen Harper. O episódio não mencionou os antigos membros de Torchwood nos arquivos que Esther leu, mas foi bonita a homenagem que Jack fez, ainda mais que eu adorava Owen e sofri muito quando (e como) ele partiu.

– O sobretudo de Jack pendurado na parede e que ele voltou a usar quando foi salvar Gwen. E confesso que partiu meu coração vê-lo tão solitário (um exílio auto-imposto) naquele apartamento, eliminando todo e qualquer traço ainda existente de Torchwood dos computadores da Terra. Aliás, por que Jack voltou à Terra?

– A excelente energia que existe entre Jack e Gwen. Os dois funcionam muito bem juntos. Eu odiava quando a série tentava criar uma implicação romântica entre os dois, mas a dinâmica deles como parceiros e como amigos é muito boa.

– Os âncoras dos telejornais. É tão típico de RTD as notícias sendo vinculadas nos telejornais durante o episódio que eu fui obrigada a sorrir. Tem coisas que você só percebe que gosta quando perde e recebe de volta.

– Foi bom usarem os mesmos atores para interpretarem os pais de Gwen. Pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

* O que não teve a cara da Torchwood que conhecemos até então, mas funcionou mesmo assim:

– Estar nos Estados Unidos por si só já é estranho, mas até que não foi tão ruim quanto eu imaginava. Tivemos alguns personagens bem interessantes e que chamaram a minha atenção, como Esther (Alexa Havins) e principalmente a médica, Dra. Juarez (Arlene Tur)

– As brincadeiras de Rex com o País de Gales. Não vou dizer que é incrível as pessoas não saberem como funcionam as coisas no Reino Unido, porque….bem, a bem da verdade é que são tantos países no mundo, que ninguém tem a obrigação de saber tudo de todos os lugares. Mas espera-se que um povo que tenha uma ligação tão forte como os norte-americanos e os britânicos saibam um pouco mais do que o restante do mundo, não? Mesmo assim foi divertido ver as exclamações do agente.

– A abertura mudou. Senti falta da antiga, embora a nova tenha tudo a ver com a temporada.

* O que eu não gostei ou ainda não tenho opinião formada:

– Serei sincera, não gosto do Mekhi Phifer e geralmente seus personagens me irritam. Rex Matheson não é tão ruim, mas também não é tão bom a ponto de eu gostar. O que eu gostei nele é que ele é o típico agente preocupado em subir na carreira, sem hipocrisias. Ele acha que merece e se o resto tem que se afundar por isso, que assim seja. Fiquei condoída com ele no hospital, suas dúvidas se irá morrer quando tudo isso acabar ou se permanecerá vivo. Por outro lado, a arrogância americana dele é irritante, e não o perdoarei por ter rendido Jack, Gwen e Rhys ao final.

– Estranhíssima a cena em que Rex sai do hospital (como se fosse assim fácil), entra no avião, atravessa a ponte e chega até a casa de Gwen e Rhys sem sair do telefone. Não sei se a intenção era soar engraçado ou simplesmente mostrar como os agentes da CIA estão acima de tudo e todos, mas seja lá qual foi a intenção, eu odiei a cena e peguei birra com o personagem neste momento. Só gostei mesmo das brincadeiras com Gales.

– Todas aquelas perseguições com explosões e helicópteros e armamento pesado….é tão americano. Não é que seja ruim, pois eu gosto de um bom filme de aventura, mas é que em Torchwood ficou demais.

– A falta de elementos alienígenas. Não sei explicar, mas achei o episódio tão pé no chão que me incomodou um pouco. Quero dizer, toda a terra virar imortal não é exatamente pé no chão, mas faltou aquele ‘q’ de esquisitice que sempre me encantou em Torchwood.

Mas no frigir dos ovos, o saldo do episódio foi positivo. Eu fiquei instigada e não posso reclamar. Tenho medo da perda da identidade da série, mas quero acreditar que aconteça o que acontecer, Russell T. Davies e Julie Gardner não deixarão a série se afundar e nem aceitarão que seus fãs mais antigos fiquem decepcionados.

***

O canal do Starz no youtube tem transmitido a webseries Web of Lies. O primeiro episódio foi ao ar no dia 06/07/11 e traz acontecimentos envolvendo o dia do milagre. Eliza Dushku participa dublando a voz de Holly, irmã de um rapaz baleado em um tiroteio e que não morreu. Vale a pena dar uma olhada.

TNT renova Falling Skies para segunda temporada

O canal TNT encomendou mais dez episódios para uma segunda temporada que irá ao ar no verão de 2012. Com uma audiência de mais de seis milhões de telespectadores por semana, a produção de Steven Spielberg fica no primeiro lugar dos dramas da TV a cabo.

Falling Skies é uma sérieexcelente , com uma estória ambiciosa, elenco e time de produção de alto escalão e um sucesso fenomenal quando se trata de audiência” disse o mandachuva da TNT Michael Wright. “Nós estamos alcançando novas audiências com Falling Skies e ansiosos para ver onde esta série fascinante poderá nos levar”.

Falling Skies é transmitido todas às sextas às 22h no canal TNT.

Fonte: TVLine.com

 

Novidade no elenco da segunda temporada de Game of Thrones

Data/Hora 09/07/2011, 20:46. Autor
Categorias Notícias

A atriz britânica Gwendoline Christie terá um papel importante na segunda temporada de Game of Thrones. George R.R. Martin revelou em seu blog que Christie interpretará Briennie, a donzela de Tarth na próxima temporada da série da HBO.

“No primeiro dia de audições para o papel, nós olhamos uma dúzia de atrizes que estavam tentando fazer Brienne e apenas uma era a Brienne” escreveu Martin. “Gwendoline tem uma boa leitura e ela pareceu perfeita”.

Christie inicialmente fazia alguns pequenos papéis em Londres e fez uma participação no filme O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus. Sua personagem na série tem um papel importante no Clash of Kings, o segundo livro da série de Martin. Ela é habilidosa com espadas e serve à guarda de Renly Baratheon (Gethin Anthony). Ela também é frequentemente ridicularizada por sua aparência pelos outros membros da guarda, então se presume que o time de maquiagem de Game of Thrones terá muito trabalho a fazer.

Fonte: Zap2It.com

 

Primeiras Impressões – The Glee Project

Data/Hora 08/07/2011, 22:31. Autor
Categorias Opinião, Preview

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Ontem mesmo eu assistia High School Musical 3 e chorava quando, perto do final do filme, a pianista Kelsi Nielsen cantava: “high school wasn’t meant to last forever”. Até ontem, eu era da “high school”, e realmente não durou para sempre. Ter certeza do pouco que dura o ensino médio deve ser a maior decepção para um fã de histórias colegiais, como Glee. Afinal de contas, por mais que gostemos das personagens, seria um pouco desconexo à realidade existir uma Rachel, com 30 anos, e ainda tendo os solos das regionais. Essa façanha fica apenas para April Rhodes.

Percebendo que a série tem seu prazo de validade, Ryan Murphy e a produção de Glee resolveu criar um reality show no qual o vencedor ganharia um papel em 7 episódios da atração. Uma jogada que, até então, nos parece de mestre. Tendo um novo membro no New Directions na terceira temporada (sim, a segunda temporada de Glee já terminou) a história da série teria uma continuidade que não assustaria os fãs após a formatura de Finn e dos outros “perdedores”. E quem assiste Skins sabe bem o que é ter uma segunda geração completamente nova. Eu assisto Skins e eu me assustei com  a mudança.

A sacada da inclusão de novas personagens já foi percebida na segunda temporada de Glee. O público aceitou muito bem Sam Evans, o Trouty Mouth do colégio McKinley, e Blaine Anderson. O tal Blaine, ou melhor, o tal Darren Criss (o intérprete de Blaine) foi quem levou a primeira “raspadinha” para o Glee Project Campus, como juiz convidado. A alegria dos 12 finalistas não se devia somente ao fato de que eles venceram 40 mil pessoas. Alex, Bryce, Cameron, Damian, Ellis, Emily, Hannah, Lindsay, Marissa, Matheus, McKynleigh e Samuel estavam contentes por estarem tão perto de um ídolo que, após os dez episódios do reality, também será colega de trabalho de um deles. E como diria própria Emily: “Oh, meu Deus! Ele é gato!”

Para mostrarem sua individualidade, o tema da semana, os candidatos tinham como tarefa cantar Signed, Sealed, Delivered de Stevie Wonder. Mas foi quando Matheus, o brasileiro de 1,45 metros, cantou que Darren realmente ficou impressionado. Para Darren “Glee é sobre ouvir o inesperado e ter essa pessoa te dominando de maneiras que nem pensava”. E pelo visto, Darren foi dominado pela voz de Matheus, que ganhou o desafio da semana, ganhando assim o “papel principal” no clipe de Firework, da Katy Perry. O clipe se baseava em um ensaio fotográfico colegial, o popular “Livro do Ano”, “Anuário”, tanto faz. O rosto dos losers sempre é riscado mesmo!

Durante os ensaios com o coreógrafo Zach Woodlee, Bryce parece que já tinha um mau pressentimento. E Bryce foi, junto com Ellis e Damian, se apresentar para Ryan Murphy. Devido aos escorregões durante a semana, os três candidatos tiveram um solo para mostrar ao criador de Glee o porquê mereciam continuar no jogo. Apesar da insegurança e dos problemas nas filmagens do clipe, Damian voltou para a lista de chamada. A falta de voz de Ellis durante a semana e sua atitude de criança não foram capazes de tirar a jovem do jogo.

Essa vez foi a vez de Bryce, que não soube expressar o que realmente era, sem inspirar os criadores da série. E ao som de Keep Holding On, com lágrimas nos olhos, Bryce se despediu do Glee Project.

Assim como o vigésimo episódio da primeira temporada de Glee, o segundo episódio de TGP era Theatricality e o dever da semana era nada mais nada menos que Gaga! A casa toda gritou quando viu a missão que teriam escrita na lousa do campus: Bad Romance. Mas já no começo da semana, Lindsay começou a gerar comentários. E comentários maldosos.

Idina Menzel, a atriz que interpreta Shelby Corcoran, mãe de Rachel, foi a mentora da semana. Mais uma vez, os candidatos enlouqueceram e Hannah até ficou sem ar perto do ídolo. Mas foi Alex quem ganhou o desafio e o direito de “aulas particulares” com Idina. O próprio Alex disse que se não ganhasse o desafio, algo estaria errado, porque ele é A teatralidade. Dito e feito! E a própria Idina também anunciou que o videoclipe da semana seria um clássico dos anos 80. We’re Not Gonna Take It foi escolhida e Alex teria destaque no clipe, que foi a sequencia de um sonho na lanchonete da escola, onde eles interpretaram um grupo de excluídos fantasiados de estrelas do rock.

Mais uma vez, Damian e Ellis estavam em perigo: durante os ensaios da coreografia, os dois foram os que menos se destacaram. Ou seja: os que dançaram mal. Até Cameron, que dança como o Finn, estava se saindo melhor. Ellis até assumiu a condição: “sou um desastre”.

No dia das filmagens, todos estavam com seus devidos figurinos e seus saltos altos. Matheus na bateria, McKynleigh no baixo, Emily quebrando a guitarra, Cameron num mosh e Ellis, que nunca tinha sido beijada, fez sua estreia na frente das câmeras.

No quarto das meninas, teve discussão de Lindsay com Ellis. Lindsay a acha muito pessimista e jogou isso pra todos ouvirem. Agora as outras meninas estão com um pé atrás com Lindsay, que se auto elegeu a mais legal. Não é bem isso que as pessoas estão achando, Lindsay!

Dos onze candidatos, Matheus, McKynleigh e Ellis foram os três últimos colocados na votação do júri e por isso foram se apresentar para Ryan Murphy. A repetente Ellis não conseguiu superar Piece Of My Heart, cantada por McKynleigh nem Gives You Hell, cantada por Matheus e foi a segunda eliminada do programa. Ellis se despediu honrada por ter chegado tão perto na competição, tendo em vista os 40 mil inscritos.

E vulnerabilidade era o tema do dever de casa do terceiro episódio. Vulnerabilidade e Please, Don’t Leave Me da Pink: combinação perfeita. Ainda mais com a presença de Dot-Marie Jones, a treinadora Bestie, como a convidada especial da semana. Usando a própria fraqueza para fazer a sua performance mais real e relacionável, Matheus ganhou mais uma vez o dever de casa e teve uma sessão particular com Dot. Dot também elogiou Emily, dizendo que foi um grande crescimento dela, que pela primeira vez ela conseguiu não fazer “assanhada”. Já Lindsay não agradou muito Dot, o que agradou as meninas do campus.

O grande número da semana foi Mad World da banda Tears For Fears. E como proposta, cada um teve que expor sua maior insegurança, colocar ela para fora e dominá-la em público, já que eles concorrem a uma vaga para Glee, uma série que, acima de tudo, é sobre aceitação.

O clipe foi gravado no Universal Citywalk e os candidatos usavam placas indicando suas maiores vulnerabilidades. Pra quem desconhece o Universal Citywalk, ele é como uma miniatura da Times Square. Antes de gravarem o clipe, eles tiveram uma conversa sobre as palavras que os definiam, sobre o que lhes deixavam vulneráveis. O bate papo rendeu muitas lágrimas: Samuel disse se sentir “rejeitado” e “largado”; Hannah disse que “gorda” é uma palavra difícil de usar, mas é sua vulnerabilidade; Alex disse que seria um grande desafio expor pro mundo ser “gay”, já que já tinha sido difícil para contar para a família; Lindsay sente-se “falsa” enquanto Emily se sente “usada”, “perdedora”, “machucada” e “suja”.

A semana foi importante para unir o grupo. Damian interpretou tudo como uma terapia. Ele estava se sentindo dormente para o mundo, para a vida, e percebeu que isso era um perigo. Podemos ver como cada um é um pouco loser: Cameron era excluído da escola por não querer ser popular, por preferir um texano diferente.

Mas o ponto mais positivo que eu vi nesse terceiro episódio foi graças à Marissa. Ela ia usar uma placa escrita “falha”, mas não achou justo consigo mesma tentar se esconder mais uma vez de seu passado enquanto todos estavam realmente lutando contra suas vulnerabilidades. Marissa mudou de placa e se revelou “anoréxica”. Essa coragem surpreendeu e emocionou a todos. Eu chorei, admito! Uma das músicas mais lindas da história. Um clipe preto e branco, todos com uma regata branca e um short, despidos de qualquer coisa que os tornam inseguros. Com placas mostrando suas fraquezas. E, quando juntos e de costas, formavam a frase: U R Not Alone (Você não está sozinho). Chorei!

E quase chorei também quando dois dos meus candidatos favoritos foram para a apresentação para o Ryan Murphy. Junto com Damian (que enfrentava sua segunda audição), Emily e Cameron ficaram entre os que menos se destacaram nessa semana.

As três apresentações foram muito bem elogiadas. Ryan acha Damian caricato, viu em Cameron um personagem diferente e disse que nunca tinha encontrado uma versão de Grenade do Bruno Mars que ele usaria em Glee quanto a de Emily. No entanto, a disputa ficou acirrada demais e eles votaram, para permanecer na casa, nas pessoas que fossem capazes de emocionar, de comover.

Emily voltou para casa. Eu fiquei triste. Para mim, ela seria uma ótima Santana hétero. Mas não foi dessa vez. E a disputa está ficando cada vez melhor. Dos 12, só temos mais nove. Nove vozes, nove atores. E está ficando cada vez mais difícil saber quem vai ganhar essa competição, uma vez que eles estão melhorando a cada semana. O que será que nos reserva a próxima semana? Estamos no aguardo!

Charlie Sheen não encontra emissora para seu novo projeto

Parece que o projeto da nova sitcom de Charlie Sheen está começando a tomar forma: aparentemente ele está fazendo uma parceria com o produtor Joe Roth e a Lionsgate para tentar comprar uma versão para TV do filme Tratamento de Choque de Adam Sandler. Entretanto, a Lionsgate afirma que não haverá acordo.

Sheen e Roth estão caçando um produtor disposto a concretizar os planos. Fica a dúvida de quem estaria desesperado o suficiente para participar de um projeto com Charlie Sheen, mas sempre existe algum doido. Porém, será que Sheen encontraria uma rede de TV que transmitisse sua sitcom?

Especulações a parte, vamos pensar na prática: Charlie Sheen ainda tem o reconhecimento dos telespectadores, se ele fizer uma série, muitos fãs vão assistir por causa dele. E Tratamento de Choque é um filme consideravelmente conhecido, muitas pessoas sabem do que se trata.

Porém Sheen tem seu histórico de abuso de álcool e drogas e já se recusou a ir para a reabilitação. Qual equipe de produção ou rede de TV se arriscaria a trabalhar com ele? Sem contar que Tratamento de Choque pode ser um filme engraçado, mas não se trata de nada tão espetacular.

Charlie Sheen se autodenomina como o Messias de Malibu, porém fica a dúvida se ele realmente pode ser a base de um novo projeto televisivo com seu histórico de maluquices.

Fonte: InsideTV.com

The Office já tem um novo chefe

Data/Hora 07/07/2011, 10:38. Autor
Categorias Notícias

James Spader,que fez uma participação especial na série neste último season finale em maio, voltará como ator fixo na próxima temporada. Seu personagem, Robert California, será o novo chefe da Dunder Mifflin. O novo chefe de The Office não é muito parecido com o antigo, o cargo ocupado por Spader era de Michael Scott, interpretado por Steve Carell.

“James voltará para o seu papel de vendedor manipulador e convincente, como um cavaleiro Jedi classe alta” disse o produtor executivo Paul Lieberstein. “Ele será contratado no verão como novo gerente, mas em questão de horas, ele mesmo se promove. Poucos dias depois, ele assume a companhia. James tem uma energia própria e The Office não tem ferramentas para lidar com esse cara. Estamos muito entusiasmados por ele se juntar ao nosso elenco”.

Spader já ganhou três Emmys pelo seu trabalho em The Practice e Boston Legal, mesmo tendo uma ótima experiência no papel do cômico advogado Alan Shore, The Office será seu primeiro papel regular em uma série de comédia.

Com Spader como o novo chefe, o cargo de gerente na Scranton continua em aberto. The Office ainda tem a opção de contratar Catherine Tate, quem também participou do final da sétima temporada, porém ainda está considerando promover um personagem fixo. A oitava temporada de The Office estreia nos Estados Unidos no dia 22 de setembro.

Fonte: Zap2it.com

Pretty Little Liars – Blind Dates

Data/Hora 06/07/2011, 21:28. Autor
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: Blind Dates
Temporada:
Número do Episódio: 2×04
Data de Exibição nos EUA: 05/07/2011

Ninguém gosta de admitir, mas é bem verdade o que Hanna disse em terapia: Alisson era uma péssima amiga, daquelas que só sabem fazer todos a sua volta se sentirem especiais, pois querem algo em troca. Mas quando se tem dezesseis anos, a gente não se importa de pagar um preço alto, se isso significar sair do “anonimato” e da solidão.

Hanna era a gordinha com bom coração, certamente sonhava com o dia em que o ‘quaterback’ a chamasse para sair, ou que ela passasse num corredor e todos a olhassem com admiração, isso só era possível perto de Alisson, então ela dizia pra si mesma que passar por algumas situações ruins compensava.

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True Blood – You Smell Like Dinner

Data/Hora 06/07/2011, 20:46. Autor
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Série: True Blood
Episódio: You Smell Like Dinner
Temporada:
Número do Episódio: 4×02
Data de Exibição nos EUA: 03/07/2011

E não é que gostei deste segundo episódio de True Blood? Bem melhor do que o primeiro, soube usar de forma mais inteligente os personagens e conectar as tramas, sem falar que pareceu corrigir alguns erros que vinham me incomodando há tempos na série.

O principal deles era a personalidade da Sookie. A garota era totalmente dependente de Bill, fraca e submissa demais. Um péssimo exemplo para as mulheres aí afora que se encontram enredadas em relacionamentos abusivos. Mas nesse episódio Sookie se mostrou muito mais com o tipo de mulher que eu espero que ela seja. É claro que ninguém muda da água para o vinho da noite para o dia (precisava mesmo procurar a ajuda de Bill para se livrar de Eric?), mas ela esteve muito mais palatável.

Essa mudança na postura da personagem refletiu até na sua beleza exterior. Sookie deixou de parecer aquela mulher simplória do interior (que não sei por que motivo o povo insistia em vestir muito, muito mal) e irradiou simpatia e teimosia. Gostei de como se desculpou com Sam, pois ele sempre esteve ao lado dela e merecia mais do que mentiras (ela ainda não falou a verdade, mas pelo menos disse que um dia, quando pudesse, contaria o que de fato aconteceu). Também aplaudi o reencontro com Tara, que pode ser uma personagem que eu desprezo, mas que esteve dentro do esperado para uma amiga de longa data e como prima fiel com Lafayette.

Já a reação de Sookie com as investidas de Eric me incomodou um pouco, mas isso é porque eu sempre achei que os dois se completam e ficam muito melhores juntos do que ela com Bill. A verdade é que a implicância de Sookie com o vampiro louro tem tudo a ver com a relação dos dois até agora na série. Ele investe no que quer e não desiste, ela é teimosa como uma mula e não tem tantos motivos assim para confiar em Eric.

Mesmo assim não gostei da insinuação dele de que o interesse que tem em Sookie vem apenas do seu sangue de fada. Tampouco gostei de como a fizeram como uma humana fraca, com idéias e desejos patéticos, mas com um outro lado forte só por ser parte fada. Isso diminui a pessoa que Sookie é e o caráter que ela tem. Inclusive, se há uma coisa pela qual jamais perdoarei Alan Ball é por ter adiantado tanto a inclusão das fadas na história (ou melhor, da consciência da garota sobre o que é de verdade). Elas podem até ser um bom recurso no que diz respeito à guerra entre as facções pró e contra humanos, mas estragaram muito o crescimento da personagem principal da série. De alguma forma Sookie ficou reduzida a ‘sangue de fada’ aos olhos dos vampiros e isso diminui sua credibilidade como pessoa de caráter forte capaz de fazer os vampiros se interessarem por ela.

Bill me surpreendeu no episódio. Tenho que admitir que o reinado lhe fez muito bem, pois o vampiro está muito mais bonito do que nas três temporadas anteriores. Talvez tenha a ver com a mudança na sua expressão facial. Ninguém mais agüentava aquela cara de limão azedo, de quem sofria horrores por ser vampiro e não poder mudar a situação. Pela primeira vez Bill parece ter abraçado o que realmente é e, embora ainda esteja longe de ser o vampiro ideal, pelo menos tem usado melhor o que a sua condição lhe permite.

Fiquei triste pela destruição de Sophie-Ann, principalmente porque eu a adoro nos livros onde ela tem uma personalidade bem marcante e um poder seguro com mãos de ferro (foi em homenagem a ela que nomeei a minha gata), mas a verdade é que a personagem era bem patética na série e indigna de respeito ou admiração. Mesmo assim foi forte vê-la sendo destruída por humanos, em uma traição óbvia de Bill.

O legal foi perceber que Bill está mancomunado com Nan e a alta liderança vampírica desde a década de 80. Só espero que isso não acabe colocando Bill no topo do governo dos vampiros (mais do que já está), porque ele pode ter melhorado um pouco neste episódio, mas não quero nem imaginar como seria uma sociedade vampírica dirigida por um ser que odeia o que é (embora esteja tentando agir de forma mais condizente com a sua natureza).


Ainda é estranho ver Eric sob o comando de Bill, mas faz sentido que ele não se submeta de verdade, só quando coincide com seus interesses.

Agora, o que será estranho mesmo, é ver Eric desmemoriado. Morro de medo que ele vire um pateta como Bill nas primeiras temporadas. Mas tiro o chapéu (que expressão mais antiga!) para Alexander Skarsgård no episódio. Ele sabe mostrar perfeitamente as nuances de Eric e o que vimos no final foi um personagem completamente diferente do que estamos acostumados. Estou curiosa para saber como farão Sookie lidar com a situação.

E embora esse novo plot tenha se originado no coven das bruxas, continuo não gostando muito dessa história. Talvez se não tivessem colocado Lafayette e Jesus no meio eu não teria torcido tanto o nariz. Mas sei lá, as cenas dos dois tem sido muito aquém do que eu esperava e o envolvimento deles com a magia parece muito fundo de quintal para mim. Ou pode ser pura implicância minha mesmo. Eu imaginava a história das bruxas um pouco diferente, mas esses poderes da Marnie têm feito me lembrar demais do fiasco Mariann da segunda temporada. Talvez por isso eu esteja com os pés atrás com essa história em particular.

O que achei bem feito foi o motivo do Bill estar preocupado com o coven. Se as bruxas forem poderosas o suficiente elas terão domínio sobre os mortos, ou seja, sobre eles. E a preocupação pode ter sido de Bill, mas foi Eric quem pagou o pato. Quem mandou chegar lá todo cheio de pose e arrogância? Pagou o preço.

Os dois outros núcleos, de Sam e de Jason, não me despertaram interesse ainda. Eu amo o Sam, é um dos personagens que eu mais gosto desde o início e isso não mudou, mas as pessoas com quem ele anda, e por conseqüência as histórias nas quais ele está envolvido são sempre tão chatinhas que não dá para ficar realmente interessada. Suponho que essa lenda dos skinwalkers que a moça contou vá trazer alguma conseqüência para a temporada, mas por enquanto os shifters ainda não me prenderam (embora seja bom ver o Sam andando com os seus iguais pra variar).

Já Jason é um personagem que eu nunca gostei. Muito tem a ver com a sua personalidade e a forma como o representam como um rapaz meio burro, mas muito tem a ver com o próprio Ryan Kwanten. Não é que eu não goste do ator, só acho que essa impressão de estupidez que o Jason traz na série é em sua maior parte culpa de quem o interpreta.

Mas mesmo Jason está crescendo. Ele tem demonstrado uma maturidade e seriedade que não tínhamos como conectar ao personagem um ano atrás e isso é muito bom. Só não consegui engolir essa história de Crystal se unir a Felton para transformar Jason em um deles.

E para que eles abrem as roupas antes de se transformar, se quando se transformam as roupas desaparecem do nada? Que tirassem tudo ou nem começassem a tirar, porque do jeito que foi feito ficou risível.

Por fim há Jessica, a baby-vamp preferida de 10 entre 10. Acho lindo o seu amor pelo Hoyt, mas é bem oportuno explorarem esse outro lado dela. Jess pode ser um amor de pessoa, com um caráter invejável, mas ela é sobretudo vampira, e como toda vampira, tem instintos de caçadora e precisa da emoção da caça. Quero muito saber o que vai sair desse conflito entre suas duas naturezas, a da moça delicada e envolvida com Hoyt , e a da criatura da noite que sente-se instigada pela aventura e pela emoção.

Sem falar, é claro, que eu quero muito vê-la se aproximando mais de Pam.

O próximo episódio é escrito pelo próprio Alan Ball. Vamos ver o que nos espera para a próxima semana. Eu sinceramente espero e torço que esse episódio tenha sido o recomeço de uma ótima fase para a série. É muito melhor escrever quando se tem o que elogiar.

The Killing, um balanço da temporada

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The Killing já terminou ha alguns dias, mas não podia deixar de dar minha opinião sobre a série. Assisti os treze episódios de uma só vez e conforme acabava de ver um episódio, o final era tão cheio de expectativas que logo queria ver o próximo.

A trama é muito parecida com a de Twin Peaks (1990) só que sem a dose de Arquivo X (1993). A narrativa é sobre uma jovem, Rosie Larsen, que é encontrada morta em um porta-malas de um carro, então uma dupla de detetives começa a investigar sua morte e todo mundo parece ter um pouco de culpa. Com a frase de efeito “Quem matou Rosie Larsen” a série mostra a detetive Linden tentando solucionar a incógnita principal da série e ao mesmo tempo, dar um pouco de atenção ao seu filho adolescente e seu noivo.

The Killing do canal AMC, na verdade é um remake de uma série dinamarquesa de mesmo nome. Ambas as séries tem suas semelhanças e diferenças, na versão americana a jovem assassinada se chama Rosie Larsen e tem 17 anos, já na versão dinamarquesa, ela se chama Nanna Larsen e tem 19 anos. A detetive principal americana é Sarah Linden, enquanto a da Dinamarca é Sarah Lund. Pretendo assistir a versão original e futuramente farei um post comparativo para maiores detalhes.

Voltando ao The Killing da AMC, a série chamou atenção pelo fato de ser diferente das demais séries de investigação criminal que abordam um caso por episódio. Ao invés de uma morte diferente por episódio, porque não mostrar quais os diversos desdobramentos e histórias paralelas de apenas um assassinato?  Cada episódio explora um suspeito diferente e sua visão do ocorrido: os amigos da escola, o professor mais próximo, um político, o empregado da família e até os próprios parentes. Mas ao mesmo tempo em que vai descartando a possibilidade de ter assassinado a garota, a série mostra outros segredos e problemas dos personagens. No fim, ainda fica aquela dúvida “será que essa pessoa é mesmo inocente?”. Se você está acostumado a ver CSI, Law & Order entre outros, vale a pena dar uma chance para The Killing!

A série atingiu as minhas expectativas e conseguiu construir um clima de tensão e vontade de ver o próximo episódio. Confesso que fiquei brava ao ver o último episódio e ter ficado um final em aberto, mas se a trama conseguir ter pano pra manga para mais uma temporada toda, eu perdôo! Eu vi que a série tinha sido renovada para uma segunda temporada antes de começar a assistir a primeira, então eu meio que já esperava que o crime não fosse solucionado tão rápido. Se a próxima temporada tiver uma narrativa bem construída e solucionar as lacunas deixadas pela primeira, certamente ganhará mais fãs.

Novidades sobre a 6ª temporada de Dexter

Créditos: Randy Tepper/Showtime

Esta notícia contém Spoilers

O mais popular analista de respingos de sangue, Dexter Morgan, começa a série analisando um corpo com filhotes de cobra. Essa é a primeira  morte misteriosa relacionada ao Professor Gellar, o indivíduo que irá cruzar o caminho de Dexter e fazer com que saiba que está próximo de um assassino que tem gostos que ele nunca tinha visto antes.

O produtor executivo da série, Scott Buck disse ao site EW que este professor será interpretado por Edward James Olmos. “Ele é uma pessoa que está mandando uma mensagem e Dexter mal pode esperar para descobrir o que esta mensagem significa”.

Créditos: Randy Tepper/Showtime

Além de Olmos, o rapper Mos Def também participará da sexta temporada de Dexter. Ele interpretará o irmão de Sam, um criminoso reformado que dirige uma oficina mecânica. Ele cruza o caminho do assassino em série quando um de seus funcionários fica sob investigação da polícia de Miami. Ainda segundo Scott Buck “Dexter está convencido de que o irmão de Sam é um homem que encontrou Deus e mudou seu comportamento violento”.

Fonte: EW.com

Cinco novidades na grade da Warner

Data/Hora 05/07/2011, 10:48. Autor
Categorias Notícias

V
A Warner Channel terá cinco novidades em sua grade de programação no mês de julho. A mid-season do canal de TV por assinatura estreia já nesta semana e vem com duas estreias e três novas temporadas. As novas atrações são a comédia Outsourced e o drama Harry’s Law e a volta, com novos episódios, das séries Chuck, V e Men of a Certain Age.

Confira abaixo as atrações e os horários de exibição:

V – Estreia na terça-feira, dia 5, às 21h

A série de ficção científica retorna para sua segunda temporada nesta terça-feira, com 10 episódios. O destaque, já na season premiere é a participação da atriz Jane Badler, que estrelou a série V original, no papel de Diana, a mãe da ET Anna (Morena Baccarin). Clique aqui para continuar a leitura »

Dia da Independência, um dia de muitas histórias

Data/Hora 04/07/2011, 21:28. Autor
Categorias Especiais

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No dia 4 de julho de 1776, o Estados Unidos declaram sua independência da Inglaterra. A data é a mais comemorada no país, e tema de vários episódios nas séries americanas.  A Independência dos Estados Unidos geralmente é celebrada com um churrasco, muitos fogos e família reunida. Vamos ver como algumas séries exploraram o feriado.

Série: Mad Man
Episódio: Guy Walks Into an Advertising Agency (3×06)
Data de exibição: 20/09/2009

Esse foi um episódio centrado no escritório, e tido por muitos como um daqueles que tem lugar cativo na lista dos melhores de Mad Man. Em Guy Walks Into an Advertising Agency, uma tragédia envolvendo um cortador de grama acaba com a precoce e promissora carreira de Guy McKendrick, em meio à festa de despedida de Joan. Esse foi um episódio recheado de cenas tensas, no qual os medos e as expectativas dos personagens foram trabalhadas. Além disso, foram feitas sutis referencias às relações entre Inglaterra e Estados Unidos, além de ter sido trabalhado o tema Guerra do Vietnã. No final do episódio, as expectativas de muitos dos personagens não se confirmaram, e eles tiveram que encarar a realidade do dia-a-dia. Enfim, outro ótimo episódio de dia da independência. (Mariela Assmann)


Série:
The Wonder Years
Episódio: Independence Day (6×22)
Data de exibição: 12/05/1993

O dia da independência teve papel muito importante na série Anos Incríveis. Independence Day foi o último episódio do seriado, após 6 temporadas de sucesso. O episódio teve confusão, brigas, reconciliações e romance. E foi nele que Kevin e Winnie viveram seu último dia de paixão, antes de seguirem por caminhos separados. A cena final de Anos Incríveis mostra o casal chegando, de mãos dadas, ao desfile de 4 de Julho. E, enquanto os personagens principais aparecem, durante o desfile, um Kevin adulto descreve o que aconteceu com eles a partir daquele ponto, e conclui com a famosa frase: “a verdade é que depois de tanto tempo ainda me recordo: foram anos incríveis”. E por tudo isso, esse é um episódio de 4 de julho que não poderia ficar de fora desta lista. (Mariela Assmann)


Série:
The Dead Zone
Episódio: Independence Day (5×02)
Data de exibição: 25/06/2006

O episódio mostra um acidente envolvendo vários carros e Johnny e Bruce presos num engarrafamento causado pela polícia que estava a procura de um prisioneiro. Além disso, eles também precisavam ajudar uma moça grávida que também estava em um dos carros do engarrafamento. Bruce leva um tiro de um policial e Johnny destrói um carro de polícia, fazendo voltar à tona os sentimentos de Johnny, que perdeu seis anos de sua vida graças a um acidente de carro. Pode-se considerar este, um episódio clássico de Dead Zone, já que temos uma situação incomum, visões intrigantes da morte, uma sucessão de pistas e Johnny juntando todas as peças do quebra-cabeça. (Juliana Baptista)


Série:
Army Wives
Episódio: Independence Day (1×05)
Data de exibição: 1/07/2007

O ‘Independence Day’ de ‘Army Wives’ doi carregado de emoções. Isso porque, em meio às preparações para a comemoração do 4 de julho, os militares e suas esposas precisavam lidar com as conseqüências de uma situação estressante e perigosa. Assim, o clima pesado é a marca do episódio. No final de ‘Independence Day’, enquanto Claudia Joy discursa na celebração de 4 de julho, são mostradas as conseqüências imediatas na vida dos personagens principais das decisões que os mesmos tomaram nesse episódio e nos anteriores. Realmente, as festividades do dia da independência dos Estados Unidos não afetaram o psicológico do pessoal de Army Wives. (Mariela Assmann)

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