ABC promove chats no Twitter para divulgar comédias

Data/Hora 08/02/2012, 12:25. Autor
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Atenção fãs de comédias usuários do Twitter! A ABC, visando divulgar Suburgatory, Modern Family, Happy Endings e Cougar Town irá promover chats no Twitter, nos quais alguns atores e produtores das atrações irão responder perguntas e dar informações dos bastidores dos seriados.

O 1° chat acontecerá hoje, com Ariel Winter (@arielwinter1), que interpreta Alex Dunphy em Modern Family (da meia noite até as 00:30h, horário de Brasília). Na sequência, a participação será de Eliza Couple e Damon Wayans Jr. (@Eliza_Coupe, @wayansjr), o casal Jane Kerkovich-Williams e Brad Williams, de Happy Endings. O casal tuitará das 00:30h até a 1:00h.

A ação continua em 14/02, quando o criador e produtor executivo de Cougar Town, Bill Lawrence (@VDOOZER) irá interagir com os fãs da atração, durante a season premiere do seriado (das 23:30h até à meia noite).

Para finalizar, no dia 15/02, das 23:30h até à meia noite, Carly Chaikin (@carlychaikin), a Dalia Royce de Suburgatory, irá conversar com os internautas.

Com informações do Tv By The Numbers.

How I Met Your Mother – The Burning Beekeeper

Data/Hora 08/02/2012, 12:01. Autor
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Série: How I Met Your Mother
Episódio: The Burning Beekeeper
Temporada:
Número do Episódio: 7×15
Data de Exibição nos EUA: 06/02/2012

Esta semana tivemos um episódio no estilo que não tínhamos havia muito tempo. Foi um daqueles episódios que já dizem logo de cara o que vai acontecer, guiando-nos por um flashback dentro de uma série que já é um imenso flashback em si.

Já era de se esperar que esta temporada viesse recheada de “primeiras vezes” para Marshall e Lily, por causa da casa nova e do bebê. No primeiro jantar oferecido na nova casa do subúrbio, seria uma surpresa se tudo NÃO saísse errado.


Quando se trata de “dar errado”, cada personagem apresenta sua contribuição. Não seria desta vez que Barney deixaria de se envolver com alguém que não deveria. Apesar de eu ter achado de início que aquela história da vizinha ter capado o ex era invenção da Lily para o Barney não dormir com alguma prima dela, a história acabou provando, mais uma vez, que Barney não consegue se controlar quando o assunto é mulher.

Por sinal, muito estranho a convivência amigável que ele e a Robin estão mantendo depois dele ter abandonado a namorada para ficar com ela, sem receber nada em troca. Por falar nisso, onde estava o Kevin?

Ted, como sempre, colocando as características mais marcantes (e irritantes) dos amigos em evidência, tentando convencer Robin que seu jeito durão não era bem-vindo. Enquanto ela tentava provar que podia ser mais leve, Ted tentava provar que não fugia de confrontos.

Por mais que saibamos desde o primeiro minuto de episódio que a festa será um desastre, sempre tem uma surpresa. Desta vez, foi the burning beekeeper (o cuidador de abelhas em chamas, nome do episódio). Todos achavam que seria a óbvia resposta: Mickey. Mas quem correu pela sala em chamas foi o chefe de Marshall, que foi convencido pelo funcionário a dar um tempo no trabalho e se divertir um pouco.

A participação de Chris Elliott como pai da Lily mais uma vez foi excepcional (e muito irritante). E Martin Short como o chefe vegan e workaholic do Marshall também tem feito um belíssimo trabalho.

Mais uma vez, um episódio filler sem nos dar nenhuma indicação de quem estará no altar ao lado do Barney, provavelmente na season finale. E, mais uma vez, sem sinal da tão falada mãe, que aqueles garotos estão sentados há 7 anos ouvindo a história de como o pai a conheceu.

PS1: A Robin perdeu algum aposta pra ter que usar aquela calça horrorosa?

PS2: Qual é a obsessão do Marshall por queijo gouda?

Paz de la Huerta deixa elenco de ‘Boardwalk Empire’

Data/Hora 07/02/2012, 15:31. Autor
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O site TVLine publicou que a equipe de Boardwalk Empire preferiu não renovar o contrato da atriz Paz de la Huerta para a terceira temporada. Entretanto a HBO resolveu não comentar o caso.

A atriz interpreta a persoangem Lucy Danziger, que está na trama desde a primeira temporada como a amante desequilibrada de Nucky (Steve Buscemi). Lucy passou a maior parte da segunda temporada grávida e emocionalmente envolvida com Nelson Van Alden (Michael Shannon), o pai do seu bebê. Depois do parto, Lucy foi a uma corrida e nunca mais foi vista, deixando seu filho aos cuidados de Alden.

Paz de la Huerta agora faz parte do time de estrelas que não farão parte da próxima temporada. Junto com ela, Michael Pitt, Dabney Coleman e Aleksa Palladino também deixarão a série (todos os seus personagens foram mortos no fim da segunda temporada). Mas para preencher o vazio no elenco, a equipe de Boardwalk Empire está fazendo novas contratações, incluindo um rival para Nucky, interpretado por Bobby Cannavale.

Com informações do  TVLine.

The Secret Circle – Medallion

Data/Hora 07/02/2012, 00:04. Autor
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Série: The Secret Circle
Episódio: Medallion
Temporada:
Número do Episódio: 01×13
Data de Exibição nos EUA: 02/02/12

Parece que a equipe de The Secret Circle pegou o ritmo da coisa nessa segunda parte da primeira temporada. Os episódios estão mais ativos, com menos enrolação e mais história revelada. Medallion teve todas essas características com adição de um novo romance à vista, a retomada de um romance antigo e uma cena final com gostinho de quero mais.

Começando do ponto solto do último episódio, nós descobrimos quem é a mulher que conseguiu ver a Cassie no barco em Witness. É a tal Lucy que apareceu viva junto com a mãe de Jake. Ela me enganou completamente! Eu achei que ela ia realmente ajudar a Cassie a ativar o tal medalhão para conseguir lutar contra os caçadores que vinham atrás dela, mas a médium estava sendo ameaçada por Eben e pelo resto do conselho de caçadores para tirar o poder do círculo antes deles chegarem a Chance Harbor. Não adiantou muito, porque Cassie lembrou o feitiço usado por seu pai no barco bem na hora em que o círculo todo estava ficando sem poder e botou a Lucy para correr. O fim dela foi o esperado, morta por Eben.

O quarteto Jake – Cassie – Adam – Diana continua movimentado.  Adam continua desconfiando do coitado do Jake e, parece que, dessa vez ele conseguiu colocar alguma das suas opiniões na cabeça de Cassie. Eu achei a reação dela meio sem sentido. Pelo amor de Deus, o cara era um caçador de bruxos. É claro que ele já matou pelo menos um. Cassie achou que ele simplesmente deixava o trabalhos sujo para os outros caçadores? Tolinha… Jake não perdeu tempo e arrumou outra para ocupar o lugar da Cassie – ou o lugar que deveria ser dela, já que eles só tiveram um contato físico maior brincando de Verdade ou Consequência. Eu aposto que Faye A-D-O-R-O-U ser usada de passatempo. Isso era o que ela queria desde o momento em que Jake voltou para a cidade.

Melissa finalmente deixou o luto para trás. Eu só achei que ela estivesse um pouco mais livre da influência de Faye. Ela quase não hesitou quando a amiga a ofereceu o espírito do demônio – vulgo cocaína para bruxos. E o pior: Ela não fez a mínima questão de esconder o interesse em Callum e a Faye nem para dizer que ele não era boa pessoa. Parece que logo, logo teremos uma bruxa viciada.

O momento “não acredito que você fez isso” desse episódio foi para Charles. Com o cristal recém recuperado de Ethan, ele simplesmente resolveu ressuscitar Dawn. Eu fiquei tão feliz quando Lucy deu uma facada na barriga dela que, quando ele a trouxe de volta, me decepcionei. Eu realmente achei que ele tinha deixado os sentimentos para trás desde que matou Nick.

A cena final com Cassie chamando o pai depois de quase derrubar a casa foi de dar um arrepiozinho na espinha. Me pergunto porque ela chamou o Daddy depois de fazer o feitiço com o medalhão. Mais uma vez, me pego ansiosa para o próximo episódio por causa do final desse. Resta esperar pela próxima quinta feira.

Fringe – Making Angels

Data/Hora 06/02/2012, 21:50. Autor
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Série: Fringe
Episódio: Making Angels
Temporada:
Número do Episódio: 4×11
Data de Exibição nos EUA: 03/02/2012

Desde a season premiere dessa 4ª temporada de Fringe – tida por muitos como um novo piloto -, muitas são as teorias sobre “onde está Peter Bishop”. Não há consenso entre os fãs e os textos sobre o seriado dividem opiniões diversas.

Eu comecei acreditando – e defendia isso nas reviews – na teoria de que, em razão de Peter ter sido apagado da linha do tempo por September, o curso natural das coisas havia sido alterado. E Neither Here Nor There nos dava vários indícios de que nada estava como costumava ser (as personalidades diferentes de Olivia e Walter, Astrid fora do laboratório e Lee na Fringe division, entre várias outras).

One Night in October e Alone in the World continuaram mostrando, cada um a sua maneira, as modificações ocorridas nos universos que estávamos acostumados: o A e o B; ou o azul e o vermelho, como preferirem.

Na seqüência, em Subject 9, Peter retornou. Sim, era isso que eu pensava. Ele estava retornando ao “seu lugar no mundo”, e ao lado dos seus. E então foram ao ar Novation e And Those We’ve Left Behind. E então Peter constatou que, já que ninguém o conhecia ou lembrava dele, e que já que tudo estava tão diferente, ele estava em uma linha do tempo errada. Simples assim, ele havia ido parar em um lugar no qual nunca havia estado antes.

Aí eu parei e reavaliei os 6 primeiros episódios da atual temporada. Induzida pelos roteiristas de Fringe – através da constatação de Peter – cheguei à conclusão de que havia uma falha em meu raciocínio, e que eu deixara passar evidencias que indicavam a existência de um novo duplo, C e D.

E nos episódios seguintes, segui acreditando nisso. E defendendo isso. E, cada vez mais, percebendo falhas no meu raciocínio. Em Forced Perspective, já estava quase certa de que eu estava errada, de que C e D não existem. De que todas as teorias de duplos infinitos, à qual me filiei, está equivocada.

E então foi ao ar Making Angels. E eu reavaliei tudo, mais uma vez. E me dei conta de que eu deixei passar muita coisa nas 3 temporadas, coisas vitais para a compreensão da 4ª. E que, ao me deixar levar pelo que as aparências indicavam, eu ignorei muitas coisas que pulavam aos olhos. Especialmente o fato de que Olívia lembra de Peter, inconscientemente. E como lembrar de alguém que ela nem ao menos conheceu, já que nem mesmo os acontecimentos de Subject 13 ocorreram? Como um vazio tão enorme tomaria conta de Olivia, se Peter nunca tivesse existido em sua vida?

E agora cá estou eu, voltando à minha linha de pensamento anterior. Existiram 2 Peters. O Peter A morreu, vitimado pela doença. O Peter B foi seqüestrado por Walter e morreu no Lago Reiden, já que September não interferiu para salvar o menino. Então, o que vemos hoje são os universos A e B, que, somados, foram um C modificado, o tal universo amarelo. Se eu tenho certeza disso? Absolutamente… não. A chance de na próxima sexta eu descobrir algo novo, ou olhar para trás e me dar conta de que deixei passar algo grande é enorme. Mas, para mim, essa é a graça de Fringe. Saber que os roteiristas brincam conosco com uma maestria enorme e com uma coerência invejável. Então, não tenho medo de palpitar e de, sobretudo, errar. Por que sei que o desfecho, seja ele qual for, será satisfatório.

Dito tudo isso, falemos um pouco de Making Angels.

Ao que tudo indica, os Observadores chegaram para ficar. Desde Enemy of My Enemy que os quase albinos carecas tem tido uma participação mais ativa nos episódios. E dessa vez não foi diferente. Ou melhor, a participação até aumentou, já que toda a trama do misericordioso assassino estava intrinsecamente ligada aos “poderes” dos Observadores, e ao brinquedinho que September perdeu no Lago Reiden, em 1985 – e todos sabemos o que ele “estava fazendo” nessa ocasião.

E a cena na qual o assassino fala com a mãe, e prevê suas falas mesmo sem estar de posse do “artefato dos Observadores” deixa a seguinte dúvida: a capacidade de observar passado/presente/futuro concomitantemente se adquire pelo uso do brinquedinho azul? Seria essa a explicação para September continuar com a habilidade, mesmo tendo perdido seu aparelhinho (ele fez isso pelo menos uma vez, com Olívia, na Opera House), ou ele recebeu outro em substituição ao perdido? Mais uma vez, apenas especulação.

Além do caso, em si, foi muito legal assistir a interação entre as Astrids. A personagem, que é muito querida pelos fãs de Fringe, nunca teve sua história bem explorada. Até agora.

Descobrimos que a “Astrid original”, ou simplesmente Aspirina/Asterisco, perdeu a mãe bem nova, mas se desenvolveu bem e tem uma bela relação com o pai. E também que ela tem compaixão suficiente para esconder isso da “outra Astrid”. Sobre a Astrid B (B de Biônica), sabemos que ela também perdeu a mãe, mas que ela tem problemas de interação social (se falou por aí que ela seria autista. Não tenho conhecimento técnico para diagnosticar, mas acho que ela tem interação social muito desenvolvida para ser autista. Então, se formos apostar em algo do tipo, acho mais razoável que seja alguma outra desordem do espectro autista). Foi bem tocante saber como a morte do pai a chocou, especialmente por que ela achava que poderia ter dado mais amor para ele.

E, além disso, também foi bom ver como Walter e Astrid alternativa conseguiram interagir bem. Os dois, com seus problemas de interação, conseguiram se aproximar de forma bem tocante. E Astrid ainda deu uma dica preciosa sobre o que Walter tem feito com Peter, tentando afastá-lo. Nosso amado cientista louco teria medo de se apegar ao Peter, e depois perdê-lo novamente? Mas e se ele não precisar perdê-lo nunca mais? É uma hipótese.

Também foi interessante – diria até delicioso – observar a interação entre a “víbora” Olívia e Walter. A ruiva, sempre muito engraçada e divertida, conseguiu dobrar Walter, e conseguiu até mesmo ganhar um doce para a viagem. É, a Mata Hari de Fringe é exótica e ousada, sem dúvidas. E, embora tenha sim praticado aquela espionagem baseada na sedução (e no ser tapado que Peter foi), ela conquistou o coração de todos. (A propósito, reza a lenda que seus executores sucumbiram ao ser charme. Como não sucumbiríamos?)

E, além de virar amiga de Walter, Bolivia ainda abriu os olhos de Olivia sobre a fofura de Peter. Aliás, a loira ta cada vez mais próxima de Peter, né? Confessando que está adorando a parceria entre eles e tudo. Acho que o Lee bailou. Tudo isso casa com a minha teoria resgatada. Peter e Olivia estão se aproximando, e quando Peter descobrir que está no lugar certo, eles estarão prontos para retomar o relacionamento (sim, shippo muito Polivia). E, nessa mesma linha, Lee foi para o aniversário da afilhada. Afastou-se no pior momento possível, não?

O gliph code da semana foi empath. Já teorizei tanto nessa review que não sobrou nada para o código. Então, resta-me afirmar que deve se referir à empata. Algum sujeito com a habilidade de afinizar-se aos sentimentos alheios anda por aí. Seria nosso novo Observador?

Agora, só resta aguardar os acontecimentos dos próximos episódios, para ver onde essa história toda vai chegar. E torcer para que todo o mistério do “onde está Peter, afinal?” seja revelado até o episódio 14 (que deverá se chamar The End of All Things), por que depois disso, mais um hiato de um mês.

Até a próxima semana, pessoal.

P.S.1:A fala de March – que tem o poder de se “materializar” ou atravessar objetos, até então desconhecido – indica que September está vivo. Ou seja, o tiro não deve tê-lo vitimado. E por que December fingiu surpresa ao descobrir que Peter estava vivo e “presente”? Ele havia sido informado, já em Neither Here Nor There, que Peter estava vazando pela linha do tempo. Mais uma pergunta para ocupar nossa semana.

P.S.2: pensei a mesma coisa que Liv quando Astrid gritou ao conhecer sua versão alternativa. Demorou pra alguém gritar, não?

Supernatural – The Slice Girls

Data/Hora 06/02/2012, 12:20. Autor
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Série: Supernatural
Episódio: The Slice Girls
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×13
Data de Exibição nos EUA: 03/02/2012

Posso dizer que este episódio foi um tanto previsível? Não quero ficar parecendo que só sei reclamar dos episódios de Supernatural, mas assim que apareceu aquele resuminho do começo do episódio eu já imaginei o que aconteceria no final. E aconteceu.

O episódio explorou o lado galinha do Dean, que já estava esquecido a muito tempo. Depois de Lisa e Ben, Dean ficou meio abalado, sentimental e parou com aquela vida mundana de pegar toda mulher que passasse na frente dele. Ele anda bebendo pra caramba, mas sem mulheres. Que Dean deve ter um filho em cada estado dos Estados Unidos, não é novidade pra ninguém, mas ter uma filha metade humana, metade monstro, foi novidade!


Achei interessante a história das amazonas e como Dean e Sam ficaram perdidos em ter que fazer pesquisas sem poder consultar o bom e velho Bobby enciclopédia. Eles tinham o material, mas não sabiam como usar. E por falar em Bobby, será que o espírito dele anda ajudando os Winchesters? Explicaria o vento espalhando os papéis e mostrando o manuscrito que tinha a história das Amazonas e a bebida que vive desaparecendo das mãos de Dean.  Então o problema não seria o tempo, e sim o espírito de Bobby ajudando os garotos e sacaneando Dean! O Bobby é incrível até quando não aparece!


A história das Amazonas pareceu interessante, mas elas morrerem com um simples tiro? Aí não! Aquelas mulheres tinham uma força sobrenatural, todas poderosas e tudo mais, mas morrem com um simples tiro? Pensei que eles teriam que cortar a cabeça delas, perfurá-las com algum material específico ou um objeto antigo, mas não simplesmente atirar com uma arma normal.

Antes de ver o episódio, eu assisti a promo e vi que Dean teria uma filha com uma moça X e que a garota se tornaria uma ameaça. Daí antes do episódio começar, mostraram aquele episódio em que Dean matou Amy já que Sam a tinha deixado fugir. Logo concluimos que seria a vez de Sam “descontar” a morte dela no irmão. E como isso aconteceria? Matando a filha de Dean já que ele não seria capaz de fazer isso.

Dean parece todo durão, mas com certeza não teria coragem de matar Emma. Acho que ele só tentaria de fato, se ela o atacasse. Mas mesmo assim, faria com um peso na consciência. Para não deixar nenhuma dúvida, Sam entra no quarto e atira na Hanna Montana! Ele já tinha ouvido o irmão mandar a garota fugir, que ele não a caçaria nem nada.


Sam matou Emma e aquela policial, mas e o resto da irmandade? Elas foram embora e tudo vai ficar por isso mesmo? Eles não vão atrás delas, nem nada? O episódio deixou brechas, talvez pelo foco ser a discussão entre Dean e Sam, quem que deveria ter matado a garota, se Dean realmente teria coragem etc.

Alguém achou Emma familiar? Alexia Fast já apareceu em Supernatural na primeira temporada, direto do túnel do tempo! Ela fez uma ponta no décimo quinto episódio, The Benders, aquele que tinha uma família esquisitona que matava a as pessoas e usava as partes dos corpos das vítimas como troféus. Gente, já é a segunda vez que essa menina tenta matar o Dean, que absurdo!


Sem querer ser negativa, mas preciso lembrar: nada de leviatãs denovo! E pela promo do próximo episódio, não teremos notícias tão cedo de Dick Roman.

The Vampire Diaries – Bringing Out The Dead

Data/Hora 06/02/2012, 12:17. Autor
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Bringing Out The Dead
Temporada: 
Número do Episódio: 3×13
Data de Exibição nos EUA: 02/02/2012

Está aí um episódio em que mal dá para piscar enquanto estamos assistindo. Teve família Original, mortes, Elena chorando (de novo), bruxas tentando salvar o mundo e o mais importante: descobrimos o que de fato estava naquele bendito caixão misterioso do Klaus. Admito que eu esperava mais do conteúdo do caixão e tal, mas não deixou de ser demasiado interessante o que havia lá dentro.

Enfim, como todos sabem, Elijah está acordado novamente graças ao Damon, que mesmo com suas atitudes impulsivas acaba salvando a nação com seus planos quase infalíveis. E enquanto Klaus tenta se explicar para o irmão, Bonnie e sua mãe ex-bruxa (que agora quer ser bruxa de novo) fuçam um livro de feitiços para achar alguma macumba que consiga abrir o caixão misterioso do Klaus.

E por falar em assuntos não resolvidos, outra coisa intrigante além dos caixões era o assassinato do ex-namorado da Meredith, que foi morto com uma estaca e tal. Pois é, acharam digitais da Elena na arma do crime, e a arma era do Alaric. Obviamente a Elena não foi quem matou, já que a garota nem força direito tem. A Meredith… pode ser, porque continuo não indo com a cara dessa mulher. É simples demais uma médica que só cura os outros com sangue de vampiro e pronto, afinal, se essa doutora entrou na série é porque alguma função ela vai ter, já que o cargo de “sem utilidade” no momento é ocupado por Matt. Mas, como teorias são boas e todo mundo gosta (ou não), será que não poderia ser a Katherine por trás disso tudo? Ela sim teria força pra matar todo mundo, e isso explicaria a impressão digital igual à da Elena. Poréééeém (tem sempre um porém), vai que aquela outra Petrova sobre a qual Elijah e Klaus falaram para os Salvatore mais adiante, tenha virado vampira também e voltado, a tal de Tatia. A essa altura do campeonato, nada mais é absurdo.

E por falar na conversa entre os Originais e os Salvatore… Obviamente foi tudo para enrolar o Klaus de novo, que mesmo sendo o mais poderoso dali, é quem mais o pessoal enrola na série. E já que a intenção era enrolar, nada melhor do que deixar Klaus contar uma das histórias de sua vida e revelar que ele e Elijah também já sofreram por uma Petrova assim como Stefan e Damon. Uau, Petrovas arrasando corações desde… Deixa pra lá, deve ser alguma maldição ou puro azar mesmo, só pode. O fato é que essa Petrova foi a primeira da linhagem causadora da discódia entre irmãos, e tinha o nome de Tatia. Enfim, a fofoca estava muito boa, mas era evidente que Klaus não daria um jantar para os Salvatore somente porque estava entediado, e depois de contar a história, já começou a fazer seus escândalos e chantagens de sempre para recuperar o tal caixão misterioso. Stefan e Damon, assim como Klaus, também tinham segundas intenções com esse jantar, que era dar mais tempo para as bruxinhas tentarem desmacumbar o caixão todo poderoso.

Mas e a Elena, cadê a dita cuja? Então, por incrível que pareça ela não deu muito as caras nesse episódio, e ficou com a tarefa de consolar a Caroline enquanto o pai dela morria por se recusar a se transformar em vampiro após morrer com sangue da criatura no organismo. Ok, está certo que seria o pior castigo possível para o pai da Caroline se ele virasse vampiro, mas ao mesmo tempo ele poderia ser um aliado importante. Mais uma daquelas pessoas que não deveriam ter morrido na série. E como se uma morte já não fosse o bastante, Elena chega em casa e vê Alaric quase morrendo, após ser atacado do mesmo jeito que as outras vítimas. Pelo menos o anel do professorzinho funcionou após Elena matá-lo de vez para ajudar, e ele volta à vida curadinho da Silva.

O fato é que por um instante eu pensei que veria Elijah trair Stefan e Damon para ajudar Klaus novamente. Ao invés disso, o vampirão libertou todos os Originais, para que por fim pudessem “dar um jeito em Klaus”. E nesse timing ideal, as bruxas colocam fim ao mistério do caixão e acordam Mamãe Original, que esteve lá dentro esse tempo todo, tirando um sono de beleza. Mas assim que percebeu que exagerou na soneca, a mamãe (também conhecida como Esther), vai até a casa do filho para tentar dar um basta na briguinha dos irmãos e, quando eu pensava que ela daria ao Klaus todos os castigos que estavam acumulados por esses trocentos anos, ela só desculpa a cria como se Klaus fosse o ser mais inofensivo e injustiçado do mundo.

Ok, foi revoltante essa paz toda da Esther, mas com aquele bando de irmãos Originais juntos, Klaus revoltado e o escambau, nunca que tudo simplesmente ficará bem. Daria até um belo caso naquele programa “Casos de Família”, fato.

P. S. [1]: Esse é o episódio das teorias, pelo visto. Após minha teoria sobre quem está matando o povo da cidade, qual a de vocês, meu povo? E além da teoria que eu comentei na review, não podemos esquecer de pensar no que aconteceu com Mamãe Original antes de ela parar naquele caixão, já que todo mundo pensava que ela tinha batido as botas.

P. S. [2]: Milagrosamente não tivemos aqueles momentos melosos de Damon com Elena ou Stefan com Elena. Mas como algumas coisas nunca mudam, tivemos a cena dos irmãos Salvatore dizendo que amam a garota e o escambau. Desculpa, Team Delena, mas ainda acho que Elena ficará com o Stefânio mesmo e ele voltará a ser bonzinho, afinal, tá na cara o ciúmes do sujeito, e isso fará com que ele cedo ou tarde tente reconquistar a amada.

P. S. [3]: Voltando a falar do triângulo amoroso Stefan-Elena-Damon… Gostei quando Damon desligou o telefone na cara da Elena. Já está na hora dos dois irmãos serem menos babacas por ela e deixarem que ela reflita melhor sobre o que sente, e para que ambos reflitam melhor também. Os três têm que acabar percebendo, que no fundo Elena pode ter muito mais a ver com Katherine do que eles pensam.

P. S. [4]: E tenho que citar a morte do pai de Caroline. Seria interessante ter um vampiro gay na série, brilhando mais do que o Edward de Crepúsculo e mordendo os pescocinhos desses homens lindos que habitam Mystic Falls, haha. Ok, piadas à parte, a morte do cara foi triste, e senti mais dó da Caroline chorando em um episódio do que Elena chorando em sei lá quantos episódios.

Destaques da Semana – Brasil – 6/2 a 12/2

Data/Hora 06/02/2012, 09:02. Autor
Categorias TV Brasil

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Semana cheia, com todos os canais exibindo episódios inéditos. Acompanha a coluna, monte sua grade e não deixe de participar do movimento #DubladoSemOpçãoNão! Você tem o direito de escolha!

Segunda, 6/2

Criminal Minds - Hope
No AXN, 21h, episódio 9×02 de NCIS. Às 22h, o episódio 7×08 de Criminal Minds tem uma convidada especial – a atriz Brigid Brannagh (de Army Wives, que desapareceu da TV brasileira) faz o papel de amiga de Garcia (Kirsten Vangsness), que desapareceu. Clique aqui para continuar a leitura »

ESPECIAL – O Super Bowl como lead in: o efeito na audiência dos seriados

Data/Hora 05/02/2012, 20:12. Autor
Categorias Especiais

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Desde a 1ª edição do Super Bowl, em 1967, a emissora que transmite o super jogo veicula algum seriado ou especial após o encerramento do evento. A estréia da tradição se deu com Lassie (CBS) e Walt Disney’s Wonderful World of Color (NBC). E vários seriados famosos e queridos pelos fãs já foram lead out, como The Wonder Years (1988), Friends (1996) e The X-Files (1997).

E qual foi o lead out mais assistido de todos os tempos? Friends. O episódio duplo The One After the Superbowl marcou incríveis 53 milhões (aproximados) de espectadores na audiência, em 1996. Os episódios (2×16/17) são queridos dos fãs da série, e foram repletos de participações especiais: Brooke Shields, Chris Isaak, Julia Roberts, Jean-Claude Van Damme, Fred Willard, e Dan Castellaneta.

Mas e mais recentemente, qual o efeito do Super Bowl sobre a audiência dos lead out? E quais foram os seriados exibidos em um dos horários mais disputados da televisão americana?

Nos últimos 10 anos, o efeito do Super Bowl sobre os seus lead out foi bastante diverso. Mas todos os shows, e suas respectivas emissoras, usufruíram de muitos benefícios.

Em 2002 a FOX exibiu um episódio duplo de Malcolm in the Middle, Company Picnic (3×11/12), após o jogo. Foram 21,5 milhões de espectadores. O seriado ainda teve mais 4 temporadas de sucesso após ter a chance de ocupar o cobiçado espaço, já que sua series finale foi ao ar apenas em 2006, na sua sétima temporada.

No ano de 2003 a queridinha dos fãs de sci-fi Alias teve o episódio Phase One (escrito pelo próprio JJ Abrams) exibido pela ABC. O 13° episódio da 2ª temporada do seriado teve a audiência mais baixa – após Super Bowl – dos últimos 10 anos. Foram “apenas” 17,3 milhões de espectadores. Mas nem mesmo esse aparente fracasso evitou que o seriado completasse, com êxito, cinco temporadas.

E se em 2003 a audiência do lead out não foi espetacular, em 2004 foi. A CBS exibiu a season premiere (They’re Back!) de Survivor: All-Stars, a 8ª temporada do reality. A audiência foi 33,5 milhões de espectadores. E a média da temporada do show foi a 3ª maior da história, e depois disso só caiu Seria o efeito Super Bowl, que quebrou uma tendência de queda iniciada na 3ª temporada?

Em 2005 a FOX escolheu uma dobradinha para ir ao ar. The Simpsons foi ao ar imediatamente após o encerramento do jogo, com o episódio Homer and Ned’s Hail Mary Pass. Na sequência, o piloto de American Dad! foi veiculado – resgatando a tradição da década de 80, de exibir pilotos após o jogo. A dobradinha atingiu cerca de 23 milhões de audiência, e ambos os programas continuam no ar, fazendo muito sucesso entre o público do gênero. Vale lembrar que em 2005 o Super Bowl teve sua pior audiência dos últimos 10 anos, com cerca de 85 milhões de espectadores.

A ABC apostou em Grey’s Anatomy em 2006. O famoso episódio bomba, It’s the End of the World (2×16), foi visto por cerca de 37,9 milhões de pessoas. O episódio seguinte, As We Know It (2×17), que concluiu o arco iniciado no episódio anterior, teve audiência de 25,4 milhões. E, apesar da queda nos números, o efeito Super Bowl foi muito favorável para Grey’s Anatomy. A média de audiência da 2ª temporada aumentou consideravelmente, e na 3ª temporada a série conquistou índices nunca atingidos anteriormente. Como esse foi o último ano que a ABC exibiu o Super Bowl, dá pra se dizer que foi uma despedida com chave de ouro.

No ano seguinte, a transmissão do Super Bowl ficou a cargo da CBS, e o seriado escolhido para o lead out foi Criminal Minds.A série atingiu 26,33 milhões de espectadores com a exibição do episódio The Big Game (2×14). Mas a parte dois da trama, o episódio  Revelations (2×15), voltou para os índices normais de audiência, e o Super Bowl acabou não tendo muita influência nos números do seriado, à longo prazo. Mas há que se dizer que, embora já esteja em sua 7ª temporada, Criminal Minds mantem uma sólida e constante audiência.

Em 2008 a Fox elegeu House para lead out do Super Bowl. O drama médico atingiu 29 milhões na audiência com a exibição de Fronzen (4×11). Ao contrário da ABC e da CBS, a FOX não utilizou a estratégia de episódios “continuados” para prender a audiência. Mas o episódio subsequente, Don’t Ever Change (4×12), teve audiência de mais de 23 milhões. Queda considerada pequena, se comparada às dos anos anteriores.

The Office foi a escolhida para lead out pela NBC, em 2009. Stress Relief (5×14/15), um episódio duplo, marcou 22,9 milhões na audiência. Pode parecer pouco, se comparado aos números dos anos anteriores. Mas há que se considerar que a audiência do sitcom tem uma média bem inferior à das escolhidas dos anos anteriores. Após a exibição do episódio, The Office retornou aos seus índices costumeiros, que são bastante sólidos.

Em 2010, a maior audiência dos últimos 10 anos para o lead out, Undercover Boss. A CBS mudou a estratégia, e mandou ao ar o piloto do seriado, Waste Management. O efeito foi muito positivo, e a série foi o mais popular novo show, de qualquer gênero, na temporada 2009-10, com média de 17,7 milhões na audiência. Atualmente, o seriado está na 3ª temporada.

No ano passado, a FOX elegeu o arrasa quarteirões (teens) Glee como lead out do Super Bowl. The Sue Sylvester Shuffle (2×11), o episódio temático centrado no futebol americano, alcançou 26,8 milhões na audiência. Muito pouco, se considerarmos o ano de 2010. Mas muito, se levarmos em consideração que na 2ª metade da 2ª temporada, Glee já havia entrado em declínio de audiência.

Nesse ano, a aposta da NBC é a estréia da 2ª temporada de The Voice. Será que o reality musical, comandado por Adam Levine, Christina Aguilera, Cee Lo Green e Blake Shelton vai bater recordes de audiência?

É claro que não são apenas os números, crus, que indicam o sucesso ou insucesso das escolhas das emissoras. Vários outros fatores, como a audiência do Super Bowl, e a audiência qualificada do seriado, devem ser levados em consideração para ser possível dar um veredicto. Mas é sempre interessante fazer a comparação ano a ano entre os seriados, e ver como a audiência se comportou com cada um deles.

E nesse ano? Vocês acham que a escolha da NBC foi acertada? Queremos saber sua opinião.

Entenda o que é a Super Bowl XLVI

Saiba mais sobre o jogo.

Saiba quem faz parte do time dos sonhos do futebol americano das séries.

ESPECIAL – Os personagens que jogam futebol americano

Data/Hora 05/02/2012, 19:31. Autor
Categorias Especiais

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O football, como o futebol americano é conhecido nos Estados Unidos, é o esporte mais popular por lá. Bate até mesmo o basebol, que até pouco tempo era a paixão nacional. E tanta popularidade não poderia ficar de fora das telinhas.

São inúmeros os seriados que tem personagens aficcionados pelo esporte, ou jogadores de futebol americano. Muitas vezes, são feitos episódios alusivos ao tema (quem não lembra do episódio de ação de graças de Friends e de toda rivalidade entre Monica e Ross?). E também há alguns seriados, como The Game, Friday Night Lights e Necessary Roughness, que tratam “especificamente” do mundo do football e dos seus bastidores.

Os jogadores de futebol americano costumam viver rodeados de líderes de torcida e seus pompons. E, muitas vezes, têm dificuldade de lidar com o excesso de testosterona. Mas, independentemente de qualquer coisa, são muito populares e queridos.

Escolhemos cinco jogadores de futebol dos seriados, e um treinador para eles. Confira quem tem lugar no time do TeleSéries.

 

Série: Friday Night Lights
Nome: Eric Taylor
Time: Dillon Panthers
Cargo: Técnico

 


Série: Smallville
Nome: Clark Kent
Time: Smallville Crows
Posição: Quarterback

 


Série: Necessary Roughness
Nome: Terrence “T.K.” King
Time: The New York Hawks
Posição: Quarterback

 


Série: Glee
Nome: Finn Hudson
Time:  William McKinley High School
Posição: Quarterback

 

Série: Friday Night Lights
Nome: Matt Saracen
Time:  Dillon Panthers
Posição: Quarterback

 

Série: The Vampire Diaries
Nome: Stefan Salvatore
Time: Timberwolves
Posição: Receiver

Como você pode ter percebido, ainda há algumas vagas no time. Então, apresente seu jogador favorito para as seletivas.

Saiba como o futebol americano influencia na audiência das séries de TV. 

Glee — Michael

Data/Hora 05/02/2012, 10:28. Autor
Categorias Reviews

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Série: Glee
Episódio: Michael
Temporada:
Número do Episódio: 3×11
Data de Exibição nos EUA: 31/01/2012

Não tão ótimo episódio, mas não tão péssimo. Glee conseguiu de novo, um meio termo favorável. Quando me dei conta percebi que já estava assistindo Glee há mais de 30 minutos. Os Gleeks estavam esperando ansiosos por um novo tributo, e a escolha do rei do pop para isso foi perfeita. Michael Jackson morreu há quase 3 anos (dá pra acreditar que é tudo isso?!), mas suas músicas continuam na cabeça de todos. Mas o melhor do episódio, é que mesmo tendo um repertório de nove números musicais, a série não deixou se perder a história.

O episódio começa com Santana e Mercedes discutindo a razão dos New Directions terem ganhado as Seletivas , mas deixando essa história de lado o que elas queriam realmente era fazer um número de Michael. Will ouve a conversa, e diz que seria uma ótima ideia um número de MJ para as Regionais.

O conflito começa quando os metidos dos Warbles (liderados pelo Sebastian) decidem que eles vão fazer Michael para as Regionais. Assim começa uma guerra para ver quem consegue Michael. Mas Sebastian não deixa a batalha musical limpa, e ao final de uma performance admirável de Bad, ele jogou uma raspadinha nada convencionou em Kurt, mas quem acabou levando na cara — literalmente —, foi Blaine, que acabou tendo que fazer uma cirurgia porque a raspadinha continha uma substância que arranhou sua córnea.

É lógico que Will tenta amenizar as coisas, mas Artie não aceita a situação muito bem. Enquanto isso, Rachel ainda não se decidiu sobre o que quer fazer no seu futuro, e depois de uma conversa com Quinn no banheiro (Produtores, por que toda conversa delas é no sanitário feminino?), ela quase desiste dessa ideia. Mas quando vê que Quinn vai para a faculdade e Kurt recebeu sua carta de NYADA dizendo que ele é um dos finalistas e ela não, Rachel se vê presa no mesmo lugar, e então resolve aceitar a proposta de Finn. No final do episódio, ela recebe sua carta, e fica dividida entre seu amor e seu sonho.

Voltando ao problema de Blaine, Santana também não acha justo deixar barato, então vai ao encontro de Sebastian e eles armam uma batalha musical, no final, sem saber que Santana tinha um gravador escondido, Sebastian diz que colocou sal gema na bebida, e como se não bastasse, ele ainda joga uma raspadinha em Santana, mas dessa vez sem nada de diferente dentro.

Mas Kurt não acha certo simplesmente entregar a gravação para a polícia, e no maior estilo Glee, eles decidem “não punir os Warbles, e sim ensiná-los uma lição”. Eles acabam com os Warbles em uma apresentação de Black or White perfeita, e colocam os meninos da Academia contra Sebastian.

O episódio ainda teve tempo de uma cena romântica onde Sam e Mercedes se beijam. Mas foi só. Todo o resto do episódio foi de grandes canções, e de números não tão majestosos assim. A melhor cena do episódio (sem contar os números musicais), na minha opinião, foi quando Kurt descobriu que era um dos finalistas para a NYADA, e seu pai disse que tinha muito orgulho de ser pai dele.

Espero que o próximo episódio seja mais recheado de trama. O episódio 3×12 vai ao ar na semana que vem, e os New Directions vão ter como tarefa músicas em espanhol. Lembrando que o episódio vai ter participação de ninguém mais, ninguém menos que Ricky Martin.

Os números musicais:

Wanna Be Startin’ Something foi, na minha opinião, médio. O pessoal do ND imitando passos de dança e as roupas de Michael foi muito bom, mas a música em si, não me agradou.

Bad, apesar de terminado mal, foi uma das melhores do episódio. Lógico que aqueles “pá pá pás” dos Warbles me tiraram do sério, mas foi bom. Outra performance boa do episódio foi Never Can Say Goodbye, senti muita falta dos solos da Quinn, e a voz doce e diferente da Dianna foi quase que perfeita para essa música.

Scream, foi no mínimo, estranho. A junção das vozes de Kevin (Artie) e do Harry (Mike), não combinou, e não me agradou. Ben foi duvidoso também, nem bom, nem ruim.

Smooth Criminal foi ótimo, e a participação dos violoncelistas caiu como uma luva. Black or White foi boa também, nada de coreografias ou roupas especiais, mas a parte onde à um efeito onde os personagens de transformam uns nos outros, foi muito legal de se ver.

As partes românticas do episódio foram monótomas e por conta de Finn e Rachel em Just Can’t Stop Loving You, e Sam e Mercedes em Human Nature.

New Girl – Jess & Julia

Data/Hora 05/02/2012, 10:27. Autor
Categorias Reviews

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Série: New Girl
Episódios: Jess & Julia
Temporada: 1ª
Número dos Episódios: 1×11
Datas de Exibição nos EUA: 31/01/2012

Eu sabia que a participação da Lizzy Caplan não seria em vão! Jess & Julia foi um dos melhores episódios dessa temporada de estreia de New Girl. A briga entre as duas moças rendeu boas risadas.

Muita gente pode achar a Jess uma pouquinho estranha. Ah, quem estou enganando? A Jess é o que chamaríamos de “freak” mas a nossa língua camoneana não tem um adjetivo que descreva tamanha maluquice! De qualquer modo, Jess Day é amável! Menos para Julia, a nova “namorada” do Nick. A advogada acha que toda a ornamentação no comportamento – olhos azuis gigantes e musiquinhas felizes – da professorinha é atuação e isso causou um problema dos grandes. Além disso, os meninos resolveram dar um passo além nos relacionamentos, e Nick e Winston tiveram que aprender a “namorar” – o Schmidt estava ocupado demais com o seu relacionamento profundo com uma toalha.

O primeiro grande conflito do episódio foi sobre a questão da Julia e do Nick estarem ou não namorando. Como jovens adultos, eles não queriam “dar rótulos” pro relacionamento que claramente estava caminhando para algo a mais. Qual o problema de deixar rolar minha, gente? Mas a turma decidiu que os dois estavam namorando, o que causou uma tremendo confusão na cabeça dos pombinhos.

Destaque para a cena do bar, quando os dois conversaram sobre sair com outras pessoas e o Nick – muito maduro- disse que estava trasando com uma garota em baixo do galpão naquele momento. A dose de sarcasmo foi tão grande que eu engasguei de rir naquele momento.

Logo depois uma das cenas mais engraçadas do episódio, com a Jess e a Julia finamente colocando os pingos nos ‘is” e admitindo que elas têm um problema uma com a outra. “Você não pode monopolizar o espaço para chorar no banheiro”, e logo depois a coitada da Jess é expulsa pelo Nick do banheiro masculinho. Oh, dó.

Mas a história mais absurda desse episódio era a tal da multa que a Jess tinha levado por desviar de um pássaro em uma rodovia. Julia resolveu aparecer no dia da corte mas Jess – e seu charme e inteligência – “resolveu” o caso rapidinho e se declarou culpada. Até ali, nunca soube se a professorinha era realmente boba ou se fazia. Desculpem, ainda estou rindo.

“…e meus cheques têm filhotes de fazenda neles, bitch”, foi o discurso ponto alto da semana. Imagino se um dia eu direi isso para alguém.

Esse episódio era sobre relacionamentos, e sobre como às vezes queremos ser sofisticados demais com uma coisa tão simples. Se isso é coisa de homem ou de mulher, não importa! Ao menos você tentará ter o que você quer.

Nick e Julia finalmente estão “namorando”, Jess e as meninas conseguiram por para fora o lado feminino de ser – e sem culpas-, Winston foi cavalheiro com sua pretendente, tudo saiu muito bem!

Menos o Schmidt, que não conseguiu um final feliz com sua toalha.

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