Movimento #DubladoSemOpçãoNão!

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Dublado, sem opção, não!

Campanha em prol do direito de escolha pelo assinante de TV por assinatura no Brasil.

Questão de Escolha

Quando você compra ou aluga um DVD ou Blu-ray, é possível escolher se vai assistir ao conteúdo com áudio original e legendas ou dublado em português. É um recurso simples, democrático, acessível e independente da preferência pessoal do espectador. Infelizmente, o mesmo não ocorre na TV por assinatura brasileira. Desde 2007, diversos canais fechados passaram a investir em conteúdo dublado (ignorando a parcela de assinantes com deficiência auditiva, diga-se), sobrepondo-o em cima do original legendado, muitas vezes da noite para o dia e sem conferir a opção de escolha. Poucos hoje oferecem legendas e a tendência por oferecer o áudio dublado por padrão hoje é dominante. Pautados em pesquisas de mercado como esta do Instituto DataFolha, que indicam a preferência pela dublagem por uma relativa maioria (afinal, pouquíssimos são consultados), canais de TV investem na imposição da dublagem de atrações que costumavam ser exibidas com áudio original e legendas. Você foi consultado?

Questão Técnica

Assim como ocorre no exemplo do DVD ou Blu-ray, a maioria das operadoras de TV por assinatura estão tecnicamente preparadas para oferecer todas as opções para o assinante, seja para aquele que prefere assistir filmes e séries com áudio original e legendas, ou para os que preferem dublado. “Tecnicamente disponibilizamos isso para todos, basta o programador mandar. Se os canais nos mandam a legenda e dois áudios, estamos prontos para oferecer as opções em 100% dos canais”, declarou o gerente de marketing da NET, Alessando Maluf, em entrevista ao Jornal do Comércio. Isso tanto é verdade que canais dos grupos Telecine e HBO, por exemplo, já disponibilizam todas as faixas para seus assinantes, que precisa apenas selecioná-los no controle remoto. Mas por que esse, então, não é o padrão?

Questão Financeira

Nem todos os canais estão dispostos a incorrer nos custos necessários para a implantação desta tecnologia. Alexandre Annenberg, presidente-executivo da ABTA disse que “isso envolve custos adicionais que não são triviais, pois passa a ocupar faixas diferentes da capacidade de transmissão. Se você simultaneamente estiver transmitindo dois filmes, um dublado e um legendado, ocupa um espaço que tem um custo, obviamente”. Ele ainda complementa que “Na medida em que a TV por assinatura recentemente começou a receber uma marcha significativa de assinantes de classe C, percebemos que isso passou a ser uma exigência dessa classe que se sente, digamos assim, mais confortável com programação dublada. A partir daí, para atender a esse contingente expressivo, nós passamos a investir também na dublagem de filmes e séries”. Vergonhoso com o assinante e com o consumidor.

É curioso notar, contudo, que de acordo com dados da Anatel, a TV por assinatura no Brasil teve um crescimento estrondoso, de mais de 30%, com uma base superior a 12 milhões de assinaturas. Ora, tamanho crescimento reflete diretamente no faturamento de canais e empresas, razão pela qual o argumento “falta dinheiro” é absolutamente refutável. Falta interesse e, principalmente, respeito com você assinante que paga caro para ter um produto incompleto e discriminatório. Por isso, o Ligado em Série, alinhado com a Sociedade dos Blogs de Séries inicia aqui o movimento “DUBLADO SEM OPÇÃO, NÃO!”, pelo nosso direito de escolha de áudio original e legendas ou dublagem na TV paga.

O Que Fazer?

Nesta campanha, organizamos uma Petição Pública para ser assinada por todos aqueles que querem ter a prerrogativa de escolha na hora de assistir TV. As assinaturas serão coletadas pelos organizadores do movimento, impressas e encaminhadas anexadas a ofícios impressos dirigidos às principais operadoras de TV, aos canais infratores e à ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura, que representa o lobby dos principais canais.

Mas você também pode se fazer ouvir. Abaixo estão listados todos os canais de filmes e séries que não disponibilizam a opção ao seu assinante, bem como seus principais meios de comunicação em redes sociais para fazermos barulho! Mandem mensagens no Facebook, twittem e exijam que a opção de áudio seja disponibilizada a todos! Siga também os perfis dos blogs parceiros, que organizarão manifestações online à favor do direito de escolha! Nós não vamos cansar até modificar este panorama! Ajude, compartilhe a petição e faça-se ouvir e use a hashtag #DubladoSemOpçãoNão!

Assine a petição

Canais de Séries Infratores

FX: Facebook | Twitter

– Exibe quase toda a programação dublada, sem opção de áudio original e legendas.

A&E: Facebook | Twitter

– Exibe quase toda a programação dublada, sem opção de áudio original e legendas.

FOX: Facebook | Twitter

– Exibe apenas algumas atrações com opção de escolha de áudio e legendas; a maioria da programação é dublada, com opção apenas de SAP.

AXN: Facebook | Twitter

– Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.

Sony: Facebook | Twitter

– Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.

SonySpin: Facebook | Twitter

– Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.

LIV: Facebook | Twitter

– Exibe algumas séries dubladas, apenas com opção de SAP, bem como algumas atrações legendadas por padrão.

Canais de Filmes Infratores

TNT: Facebook | Twitter

– Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.

Space: Facebook | Twitter

– Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.

MGM: Contato

– Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.

TCM: Facebook | Twitter

– Exibe filmes e séries dublados, sem opção de SAP em vários casos e sem legendas.

HBO2: Facebook | Twitter

– Exibe filmes e séries somente dublados.

Sites Signatários

TeleSéries
Apaixonados por Séries
Ligado em Série
Série Maníacos
Séries em Série
Seriadores Anônimos
Caldeirão de Séries
Se você aderiu a campanha deixe seu comentário. Seu site/blog será inserido na lista.

Este texto é livre. Copiem à vontade e ajude na campanha!

Once Upon a Time – Fruit of the Poisonous Tree

Data/Hora 05/02/2012, 09:44. Autor
Categorias Reviews

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Da mesma forma que um conto de fadas ou alguma crônica, Once Upon A Time nos traz semanalmente um novo conto que paralelamente remete a alguma situação envolvendo os personagens físicos em relação aos personagens encantados. Mas nada melhor do que conferir um episódio em que Regina e Emma iniciam mais uma batalha diante dessa imensa guerra travada desde o início da temporada. É claro que todo o episódio, presenciamos alguma faísca dessa briga, que consequentemente é causada pela envolvência do Henry diante de qual das duas mães ele ama mais. No entanto, creio que um episódio dedicado totalmente a essa trama nos traz maiores revelações sobre o que está por vir nos próximos acontecimentos em Storybrooke.

Iniciaremos falando de Sidney, que apareceu em Desperate Souls na campanha de quem deveria ser o novo xerife da cidade. Mas nesse episódio, definitivamente, tivemos uma perspectiva na medida certa mostrando quem ele realmente é e o que está fazendo em Storybrooke. O espelho mágico. Da onde surgiu aquele homem com uma voz sábia dizendo tudo o que acontecia nas redondezas dos castelos. Mostrando onde estava Branca e de que forma conseguiríamos acabar com a felicidade da própria. Como um homem simplesmente ficou trancado dentro de um espelho servindo a vossa majestade, a bruxa? Simples. Ele era um gênio da lâmpada que conseguiu se libertar do rei adquiriu um desejo do próprio e por fim, o matou em nome do amor pela rainha. Mas a qual preço? Como diria nosso negociador Rump, todo o amor causa dor. E essa foi à tragédia que fez com que Sidney ficasse preso para sempre nas mãos de Regina. Desesperadamente, por causa de seu amor. Será que conseguimos extrair alguma moral de história desse conto? Ainda estou pensando.

Direcionando para a batalha entre Regina e Emma, nunca pensei, mas pela primeira vez a Evil Queen fez algo em função do amor do próximo. Será que é impressão minha, ou o que faltava para a bruxa má era alguém que ela amasse? Pois, tudo o que era dela, fora roubada por outra pessoa. E agora, em nosso mundo, ela conseguiu ficar com alguém que ela ama. Este é o seu final de feliz. De certo modo, até entendo seus motivos por tentar destruir Emma, a única salvação da maldição, mas até que ponto ela se elevará para acabar com qualquer obstáculo que a impeça de ficar com um filho que simplesmente não a ama? Esta é a sua dádiva, ou simplesmente, sua maldição? Será que é de um amor incorrespondido que ela precisa?

Certamente, nosso escritor deu as caras novamente e dessa vez, o livro de contos de fada de Henry foi parar em suas mãos. Acho que ele está um pouco perdido. Quer dizer, alguém escreveu o que realmente aconteceu no mundo mágico e o registrou em um livro que acabou parando na estante de Mary em sua escola. Mas será que esse misterioso escritor é na verdade o autor do livro, isto é, o autor das histórias? Incrível pensar na possibilidade de juntar as duas linhas do tempo, a linha da história com a linha da escrita em uma mesma trama. Juntar seus personagens com o autor e misturar tudo isso com uma maldição que pode acarretar grandes episódios pela frente.

E não é ótimo ver Mary e David juntos? Eu sei que já disse isso na última review, mas simplesmente fico encantado com a química que os atores demonstram em cena. Simplesmente, nasceram um para o outro (momento cute).

De certo modo, encontrei a moral da história desse episódio. Nunca confie em ninguém. Essa pessoa pode estar trabalhando para a Regina e poderá te trancafiar em um mundo pior do que o nosso. Será que existe algum lugar pior do que esse?

Grey’s Anatomy – If/Then

Data/Hora 04/02/2012, 22:33. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: If/Then
Temporada:
Número do Episódio: 8×13
Data de Exibição nos EUA: 02/02/2012

Quem nunca se pegou pensando “e se”? Quem nunca imaginou como seria sua vida se tivesse feito uma única escolha diferente? Se um único acontecimento houvesse sido modificado?

Shonda Rhimes imaginou uma realidade diferente para Grey’s Anatomy. E nos brindou com o episódio If/Then, que mostrou uma “realidade alternativa”, que partiu do pressuposto que Weber abandonou Adele para viver com Ellis Grey, e esta nunca teve Alzheimer.

De início, um choque de realidade. Ou melhor, vários choques de realidade. Meredith de rosa, feliz. Resultado de ter sido criada por pais zelosos e carinhosos: Ellis Grey e Richard Webber. Sim, Meredith não é Grey, é Weber. E a protagonista do seriado – a que carrega o nome Grey – é também a dona da bola.

Ellis é a toda poderosa Chefe de Cirurgia do Seattle Grace – o melhor hospital do país -, e que está prestes a fazer mais uma fusão, dessa vez com o Seattle Press. E acabou de ganhar seu 3° prêmio Harper Avery. Ela é a Deusa da Medicina, temida e admirada por todos. Ou quase isso.

Miranda – ou seria Mandy? – nem de longe lembra a nazista que conhecemos e amamos. É um cachorrinho indefeso que late muito baixo para ser ouvido. E Webber… fiquei com a impressão que ele é o cachorrinho de Ellis. Ou melhor, a pessoa que anda atrás dela reparando os danos que sua personalidade causa.

Callie escolheu a cardiologia, e é casada com Owen – recém chegado do Iraque -, com quem tem 3 pimpolhos. E o pai das crianças ainda briga para gerenciar a raiva – ou o pânico – adquirida nos tempos de guerra.

Os Shepherd são donos de um casamento perfeito, o modelo para os demais casais do hospital. E, embora Addie seja aquela cirurgiã brilhante com a qual estamos acostumados, há uma enorme diferença: ela está grávida. Gigantesca também a diferença em Derek: ele não é, nem de longe, o neurocirurgião brilhante e ousado com o qual estamos acostumados.

A mudança de Karev também não poderia ser maior. Ele é o residente chefe, todo positivo e animador. Ele tem nas mãos as rédeas da própria vida, e faz questão de que os colegas façam o mesmo. E ele está noivo… de Meredith. Sim, ele é o nerd charmosão que pretende se casar com Meredith, na praia (alguém visualiza Mer casando na praia?). Mas que, como bom capacho da sogra que é, aceita se casar num clube da alta sociedade.

Yang é uma bela de uma bitch. Sua arrogância foi elevada à milésima potência nessa realidade, e seu desapego pelas pessoas à enésima potência. Mas ela continua brilhante, e brigando por cirurgias. E Lexie é uma desajustada com memória fotográfica, que insiste em abusar de drogas e medicamentos, após a morte da mãe e o suicídio do pai.

Agora, choquem-se de verdade: April é a pessoa de Meredith! Uma Meredith que não é aquela que conhecemos. Mas que ainda mantêm como qualidade a crença nas pessoas, e o fato dela ter dito para Karev que enxergava o melhor dele, até mesmo quando os outros não viam, comprova isso (à propósito, Izzie fez isso na realidade que conhecemos. E Mer também).

Mas logo o pano começa a cair, e a realidade começa a se revelar. E essa realidade alternativa já não é mais tão alternativa assim.

Callie e Arizona demonstram que tem uma química do caramba, e logo descobrimos que Torres só está na cardiologia por sugestão  da Deusa Grey. Seu coração apontava para a traumatologia.

Yang acoberta os ataques de raiva de Owen (que, a propósito, desabafa com um cara chamado Teddy), e fica evidente que há algum sentimento entre eles.

A tensão sexual entre April e Karev transborda. April, a “person” de Mer, a trai. Alex, o noivo de Mer, a trai. No final das contas, Karev é aquele mesmo boboca de coração bom, que tem uma capacidade incrível de trair as mulheres que ama e ferrar a própria vida. E April nada mais é do que a chatinha apagada, que vive a vida dos outros porque não tem uma própria.

Os Shepherds não são o casal dos sonhos, longe disso. Addie é a mesma bitch que amamos (e que furta as frases alheias, já que “It’s a beautiful day to save lives” é do Shepherd mau), e Mark é o amigo fura olho que busca a redenção: ele salva Lexie da morte (quando na realidade que nós vivemos, Lexie salvou ele de uma existência vazia e quase sem sentido). A cena da revelação de Addison, de que o bebê não era de Derek, reedita dois episódios do seriado. Time Has Come Today, o 1° da 3ª temporada – o dos flashbacks da noite anterior ao 1° dia de trabalho de Mer, Yang, Alex e companhia -, na qual Derek resolve sair de casa, e I Am a Tree, o 2° dessa mesma temporada, na qual Derek visita Addie no hotel e Mark sai do banheiro usando apenas uma toalha. E Derek é apenas uma pessoa infeliz com a vida que leva, e que resolve partir e buscar coisas novas e mais felizes.

Bailey não é submissa a ninguém, no final das contas. E a cena do elevador mostra isso. Ela é a pessoa que xinga e cobra, mas que incentiva. Gostei disso. A outra “Mandy” não me agradava nenhum pouco.

E Ellis é a porcaria de mãe que sempre foi, obcecada pelo sucesso profissional da filha, mas incapaz de auxilia-la ou mesmo dialogar com ela. A mesma profissional prepotente – embora brilhante – que não reconhece os próprios erros e rebaixa os outros para se promover. Pelo menos, nessa realidade alternativa, Meredith teve a chance de dizer o que sentia para a mãe, e de abrir os olhos de Webber.

E o que Shonda quis nos mostrar com tudo isso? A ficha estava caindo…

A cena final, entre Meredith e Yang, se “conhecendo” no bar, foi ótima. Elas repetiram o diálogo clássico do 1° episódio da série (A Hard Day’s Night), quando se reconciliaram após Mer ter entrado em uma cirurgia neurológica prometida à Yang. Quem não lembrou das duas internas sentadas nas cadeiras, e de Yang dizendo “We don’t have to do that thing, where you know, I say something, then you say something, and somebody cries, and there’s like a moment…”?

Na sequência, Meredith e Derek se “conhecem”. Ela, carregando os problemas que tem com a mãe. Ele, os problemas que tem com Addie e Mark. Ambos em busca de uma nova vida. E eles repetem a cena do episódio Time Has Come Today, que já citei anteriormente.

Essas duas cenas reforçaram a mensagem do episódio: não importa qualquer “E se”, por que determinadas coisas tem que acontecer. É como se certas ligações e conexões fossem tão fortes, que nem as escolhas que fazemos são capazes de impedi-las de acontecer.

Determinadas pessoas são destinadas a estar juntas. Determinadas pessoas são destinadas a entrar na vida de outras. E, não importa o que aconteça, Yang é a pessoa de Meredith, e Derek é o McDreamy da Mer, e não o McDreary (melancólico) da Addie.

E, além disso, If/Then me deixou com a sensação que Shonda escreveu Grey’s da melhor forma possível. Achei tudo tão bem feito e plausível que me convenci. Não importa qualquer “e se ela tivesse escrito diferente?”. Grey’s Anatomy seguiu seu destino, e está exatamente onde deveria estar.

Até semana que vem, pessoal!

PS: Foi interessante perceber que Shonda lembrou daqueles personagens que nós amamos, e que já não estão mais em Grey’s. Justificou o isolamento de Cristina através de seu caso com Burke, que não aguentou o tranco de ter dormido com uma interna e saiu do estado. Justificou a ausência de Izzie, transformando seu nome em sinônimo para louca. Nessa realidade paralela, Mer usou do veneno que foi utilizado contra ela por Karev, na “vida real”, e denunciou o caso de Denny e Izzie para a direção do hospital. A loirinha foi despedida, mas não ficamos sabendo o que aconteceu com Duquete. Torço, secretamente, para que eles tenham se casado e vivam numa casinha com cercas brancas, com duas crianças lindinhas alimentadas à base de cupcakes com óleo de côco. E explicou a ausência de O’Malley, o 007. Talvez pela ausência de Lexie em sua vida, George sucumbiu à vergonha de reprovar na prova que o tornaria residente, e sumiu do mapa. Alegrem-se! O’Malley está vivo por aí, caçando perus para a Ação de Graças com a família. E até Charlie fez uma pontinha, e demonstrou seu amor por April.

ESPECIAL – Os melhores 100°s episódios

Data/Hora 04/02/2012, 11:28. Autor
Categorias Especiais

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Há um pouco mais de 5 anos The Big Bang Theory estreava sem muita pretensão. O grupo de nerds e vizinhas ‘gostosas’ conseguiu a façanha de cair nas graças do público e da crítica e no último dia 19 de janeiro mais de 15 milhões de pessoas pararam para assistir ao centésimo episódio da série, coisa que não é para qualquer um. Essa semana, Gossip Girl também atingiu a marca dos 100 episódios, e como não podia deixar de ser, um capítulo pra lá de especial encheu os olhos dos fãs. Ser centenário, sem dúvida, é ser especial e é por isso que as séries que conseguem esse feito costumam apostar nesses episódios além de produzir uma grande festa de comemoração (com direito a bolos personalizados e muito champanhe). A Equipe do TeleSéries – e em especial o Cadu Luongo do Papo Série – preparou uma lista de episódios centenários que encheram a TV de muitas alegrias – e também muitas lágrimas.

 

Nome da Série: ER
Nome do Episódio: Good Luck, Ruth Johnson
Número do Episódio: 5×09
Melhor Cena: Carol descobrindo que o paciente de 8 anos matou o amigo por conta de um par de sapatos. Menção honrosa para Ross acordando Mark com uma “buzina”.

Para comemorar o centésimo episódio Lydia Woodward introduziu a personagem Ruth Johnson, que seria homenageada pelo hospital por conta de seu nascimento há 100 anos. Carter, muito contrariado, acaba sendo o escolhido para acompanhar a ela e sua família pelo hospital. Corday está se preparando para enfrentar a bancada por um erro cometido durante uma cirurgia. A parte mais dramática fica com Carol que descobre que o paciente de apenas 8 anos havia matado o amigo e não apresentava qualquer remorso. Esse dois casos servem para que as personagens façam questionamentos políticos em seus “discursos”, coisa bem comum em boa parte da série. No final temos o nascimento da bisneta de Ruth Johnson que obviamente recebe o mesmo nome da bisavó. Com direito a Carol  falando ‘good luck, Ruth Johnson’ numa alusão ao nome do episódio e também a uma conversa dela com Ross.

(Tati Leite)

Nome da Série: Bones
Nome do Episódio: The Parts In The Sum Of The Whole
Número do Episódio: 5×16
Melhor Cena: Brennan e Booth se beijando pela primeira vez

Nem é a série mais enigmática do mundo. Acho que para a grande maioria, Bones é ainda desconhecida, mas o que os fãs não conheciam de fato era o início do relacionamento entre Brennan e Booth. O centésimo episódio da série resgatou a história que começou lá no Piloto, quando quase não percebemos que o encontro entre o agende do FBI e a antropologista era de fato um reencontro. O que realmente aconteceu foi mostrando em flashbacks na “consulta” com o terapeuta Sweets, que assim como todos os que assistiram ao episódio, ficava atônito a cada revelação. Ele foi a voz e coração do público, ainda mais quando vimos que na verdade B&B já haviam se beijado no passado e até pensado na possibilidade de dormirem juntos. Voltar no tempo é perigoso para os roteiristas, apesar de um deslize ou dois, o episódio foi extremamente bem escrito, mostrou uma Brennan ainda –muito- desajeitada e um Booth em busca de sua confiança, assim como um atrapalhado time de ‘squints’ prontos para salvar o dia. A cena final foi triste e memorável ao mesmo tempo, mas o que nunca esqueceremos é que nesse capítulo foi onde tudo começou.

(Maria Clara Lima)

Nome da Série: Grey’s Anatomy
Nome do Episódio: What a Difference a Day Makes
Número do Episódio: 5×22
Melhor Cena: Izzie entrando na igreja amparada por O’Malley

A diferença que um episódio faz em um seriado. A diferença que um único episódio faz para os fãs. O 100° episódio de Grey’s Anatomy é, com certeza, um dos mais emocionantes da série. A começar pela narração, que ficou a carga de Izzie, excepcionalmente. O caso dos Universitários foi bem tocante, mas o ponto alto do episódio é a luta de Izzie contra o câncer que está tirando sua vida, e é muito emocionante ver como ela fica mais fragilizada a cada momento. Alex, o bruto mais fofo da televisão, resolve provar o seu amor pela médica, e aceita as ideias de Meredith e Derek, que abrem mão do próprio casamento em prol da realização de um sonho da loira. O final do episódio foi igualmente emocionante, com Alex cuidando da esposa, que começa a perder os cabelos, no hospital; enquanto Meredith e Derek compartilham de seu amor. Enfim, um episódio memorável, que precisava estar nessa lista.

(Mariela Assmann)

  

Nome da Série: House
Nome do Episódio: The Greater Good
Número do Episódio: 5×14
Melhor Cena: Wilson lavando a caneca com a qual Amber tomava café

O centésimo episódio de House é marcante, pois as tramas desenvolvidas em The Greater Good marcarão para sempre a vida dos médicos do Princeton-Plainsboro. O caso de uma médica aposentada mexe com a cabeça de toda a equipe. Wilson consegue voltar a viver, o que fica explícito quando ele lava a caneca com a qual Amber tomava café, 14 episódios depois do falecimento dela; Cuddy e House continuam entre tapas e beijos; a relação entre Thirteen e Foreman se aprofunda. Ele adultera as pesquisas em busca de uma cura para a doença da médica e embora tudo dê errado ela o perdoa, mostrando que está finalmente aberta para uma relação amorosa.
Este episódio pauta a discussão: vale a pena largar tudo em busca da realização pessoal?

(Gabriela Assmann)

Nome da Série: Desperate Housewives
Nome do Episódio: The Best Thing That Ever Could Have Happened
Número do Episódio: 5×13
Melhor Cena: Bree ajeitando o buquê de flores no enterro de Eli
Como em todo bom episódio de comemoração, The Best Thing That Ever Could Have Happened trouxe de volta antigos personagens de Desperate Housewives, como Mary Alice, Martha Huber e Rex Van De Kamp. A história em questão girou em torno da morte de Eli Scruggs, o “faz-tudo” da rua, e como as mulheres de Wisteria Lane lidaram com a notícia. Não só foi marcante por apresentar um novo personagem tão agradável, como também resultou em uma das despedidas mais bonitas da série. “E em algum lugar reservado para os melhores de nós, Eli Scruggs sorriu e disse: ‘Obrigado.’ “.
(Cadu Luongo)


Nome da Série:
 Friends
Nome do Episódio: The One Hundredth
Número do Episódio: 5×03
Melhor Cena: O parto de Phoebe

O 100º episódio de Friends foi ao ar no dia 8 de outubro de 1998, sendo o 3º episódio da 5ª temporada. Nele, Phoebe vai dar a luz aos filhos de seu irmão, que casou com uma mulher muito mais velha, o que a impede de ter filhos. Enquanto ela sofre com grandes contrações, tem que aturar o fato de que sua médica não vai poder fazer o parto, então quem o irá fazer é um médico totalmente obcecado por Fonzie, personagem da série Happy Days. Em meio a tudo isso, Joey é internado às pressas porque está com pedra nos rins, e conta com o apoio de Ross. E Rachel, sem saber que Monica e Chandler estão tendo “um caso”, arranja um encontro para elas, com dois enfermeiros muito lindos. Phoebe ainda tem uma ideia totalmente louca, e pede para Rachel perguntar ao seu irmão se ela poderia ficar com um dos bebês. No final, Joey consegue lidar com as pedras, Phoebe tem um parto tranquilo, e percebe que sua ideia é insana.

(Júlia B.)


Nome da Série:
 Charmed
Nome do Episódio: Centennial Charmed
Número do Episódio: 5×12
Melhor Cena: Quando as irmãs dão as mãos e reconstituem o Poder das Três

E se as Encantadas nunca soubessem da existência de Paige, a meia-irmã que apareceu para reconstruir o Poder das Três? É com essa pergunta que nasceuCentennial Charmed, o icônico episódio da série mágica. Cole, comemorando 100 anos de vida, parte para uma realidade alternativa onde ainda é casado com Phoebe e o poder das irmãs continua quebrado. No entanto, ele não contava com a presença acidental de Paige naquele mundo, que ao perceber o que está acontecendo, corre em busca das irmãs “desconhecidas”.
Esse é um importante episódio, pois mesmo após cinco anos, a série provou que poderia ser inovadora encontrando uma maneira criativa de matar Cole, que estava indestrutível no mundo real.  A única coisa que faltou foi a presença de Prue, mas acredito que nem o mais poderoso feitiço conseguiria trazer Shannen Doherty de volta à Charmed.

(Cadu Luongo)

Nome da Série: Smallville
Nome do Episódio: Reckoning
Número do Episódio: 5×12
Melhor Cena: Clark pendindo ao Jor-El para voltar no tempo

Um episódio sobre a dor de ser um humano. Para salvar o mundo, Clark precisava aprender que não era invencível que as pessoas que ele amava eram mortais. Tirando aquela música enfadonha do James Blunt, Reckoning foi um episódio bonito e cheio de homenagens aos fãs do Superman. Clark pedindo a Lana em casamento depois de contar seu segredo e levá-la até a Fortaleza da Solidão deve ter feito muita gente chorar de alegria (eu chorei de tristeza), mas aquele não era um dia para alegrias, e sim para a dor. Lana perde a vida em um acidente, e o dia feliz torna-se o mais triste de sua vida. Ele pede então para Jor-El para que volte no tempo e ele possa consertar seu erro. Há nesse momento uma referência clara ao filme da saga Superman quando Clark volta no tempo para salvar Lois, outra referência é ele transformando o carvão em diamante, mas o que – ao menos para mim- torna esse capítulo mais do que especial é o fato de que Jor-El fala que o Clark precisa perder o grande amor da sua vida. Depois de voltar no tempo e salvar a Lana, Clark acaba perdendo seu pai. Lana e Jonathan são, sem dúvidas, pessoas que ele ama, mas se prestarem bem atenção, nas duas “versões dos acontecimentos” quem quase morreu primeiro foi a Lois, ou seja, o verdadeiro amor da sua vida. Ah! Coisas de fã. De qualquer modo, esse episódio 100 entrou para a história da série.

(Maria Clara Lima)


Nome da Série: Gilmore Girls
Nome do Episódio: Wedding Bell Blues
Número do Episódio: 5×13
Melhor Cena: Lorelai brigando com a mãe

Quem disse que era fácil ser uma garota Gilmore? Emily, Lorelai e Rory foram ao mesmo tempo destaque nesse episódio que comemorou quase meia década de série. O episódio teve como tema o relacionamento amoroso de cada uma delas. Emily renovou os votos de casamento com o Richard, Rory investia no novo amigo Logan e Lorelai assumia a possibilidade de seguir sua vida ao lado de Luke, mas como eu disse, não era fácil ser uma Gilmore e o dia que deveria ser de comemoração terminou com Lorelai dizendo para a mãe que não poderia mais ser sua amiga, isso tudo porque Lor descobre que Emily tinha planos de separá-la de Luke pra que a filha voltasse com o Chris. A grande confusão tomou proporções catastróficas, o que ditou o tom da série pelo resto da temporada. Afinal, ninguém queria ver o casal Luke e Lor separados.

(Maria Clara Lima)

Nome da Série: Buffy
Nome do Episódio: The Gift
Número do Episódio: 5x 22
Melhor Cena: Buffy percebendo que ela é quem deve se sacrificar

O 100º episódio de Buffy foi um marco. Não era apenas uma série que chegava ao final de sua 5ª temporada, mas também era a despedida de Buffy na rede The WB, que fora a sua casa desde o início. A série voltou para mais duas temporadas na rede UPN (e depois mais duas em quadrinhos), mas se tivesse terminado neste episódio 100, teria finalizado com chave de ouro: uma caçadora dando a vida pelo mundo que se comprometeu a salvar. Uma verdadeira caçadora até o fim.  O episódio mostrou a luta de cada um por aqueles que amavam (inclusive com atitudes drásticas, como a de Giles, que sem titubear matou Ben logo após Buffy poupá-lo), culminando no sacrifício de Buffy no lugar do único membro de sua família que ainda restava. A cena onde ela percebe que Dawn não precisa morrer, que o mesmo sangue corre em suas vezes e que ela pode fechar o portal que destruirá a Terra é incrivelmente profunda e emocionante. E desafio alguém a ver o corpo da caçadora estirado no chão após saltar para a morte e não chorar. Só posso lembrar do que os fãs sentiram quando a série passou na TV, quando The Gift foi anunciado como encerramento da série e a última cena que vimos foi a lápide de Buffy Summers. The Gift foi muito mais do que o 100º episódio, foi um presente de Joss Whedon – em toda a sua glória – para cada fã da caça-vampiros.

(Mica)

Nome da Série: Angel
Nome do Episódio: You’re Welcome
Número do Episódio: 5×12
Melhor Cena: A luta de Lindsay e Angel

Para escrever sobre o 100º episódio de Angel eu o reassisti e foi com dor no coração que revi Doyle (em um vídeo emocionante e saudoso, muito bem colocado na cena) e Lorne. Lembrar que seus intérpretes (Glenn Quinn e Andy Hallett respectivamente) já faleceram deixa um certo vazio e uma tristeza involuntária. Foi um ótimo episódio, escrito e dirigido por David Fury com muita competêrcia. Angel de fato estava perdido, enrolado com a Wolfram & Hart até a medula e não sei o que seria dele sem a aparição de Cordelia para colocá-lo de volta nos eixos. Eu nunca gostei dos dois como um casal, mas sempre fui fã de Cordelia e ela merecia mesmo um final digno para a sua personagem. E felicidade, depois de tudo o que passou. Outra coisa maravilhosa foi termos Lindsey de volta. Ele sempre foi um dos meus personagens preferidos de Angel e foi realmente impactante vê-lo no episódio, batendo de frente com Angel e seguro de si. Sem falar que o ator, Christian Kane, fez questão de treinar o uso da espada para que pudesse ele mesmo fazer as cenas (Sarah Michelle Gellar poderia ter usado o exemplo e aprendido a lutar, já que interpretou Buffy por 7 anos e toda luta era aquela mesma novela para esconder a dublê). Foi um episódio memorável, grandioso, mas ao mesmo tempo emocionante e íntimo. O início da mudança para boa parte dos personagens, o que trouxe um desenvolvimento bastante interessante para cada um deles no restante da temporada. David Fury fez bonito neste episódio 100, merece os nossos parabéns e carinho.

(Mica)

Nome da Série: Supernatural
Nome do Episódio: Point of No Return
Número do Episódio: 5×18
Melhor Cena:

Relembrar o 100º episódio de Supernatural foi algo que gostei. Lá pelo final da quinta temporada, o problema dos Winchesters era se Dean e Sam realmente seriam receptáculos de Lúcifer e Michael para a luta do apocalipse. Dean estava meio relutante em aceitar e dizer sim a Michael, mas quando ele resolve ceder, o jogo vira e Zachariah decide que não precisa mais de Dean já que tem um novo plano de usar o terceiro irmão Winchester. Adam retorna depois de um longo tempo sem dar as caras na série e aceita ser o receptáculo de Michael, em troca de ter a vida de sua mãe de volta. Mas no final, com a ajuda de Bobby e Castiel, os irmãos conseguem exterminar Zachariah e depois de toda a tensão, tudo acaba bem. Mas é claro que os roteiristas deixaram uma brecha para que a gente ficasse pensando no que aconteceu com Adam preso na sala de reuniões dos anjos e se realmente Sam e Dean conseguiriam evitar o apocalipse do jeito deles.

(Juliana Baptista)

Nome da Série: One Tree Hill
Nome do Episódio: Hundred
Número do Episódio: 5×12
Melhor Cena: Dan chegando com Jamie a salvo na casa dos Scott, com todos os personagens lá

One Tree Hill está em sua última temporada, e mesmo com altos e baixos terminará sua jornada com 187 episódios. Mas na já distante quinta temporada em 2008, comemoramos a marca de 100 episódios em grande estilo. Era uma nova fase para a série, e passados quase cinco anos muita coisa havia mudado na vida de nossos personagens. Era o dia do casamento de Lucas e Lindsay, e o que era pra ser o grande evento virou segundo plano. Primeiro porque Lindsay descobre que Lucas ainda era apaixonado por Peyton (tanto que ela inspirou seu segundo livro “The Comet”). Com isso, ela o abandona no altar. Entretanto o principal ficou para o garoto Jamie, que é seqüestrado pela psicótica babá Carrie. Toda a aflição de Nathan e Haley foi passada pra nós, até que Dan Scott, odiado por todos retorna em grande estilo e salva o garoto. Foi sua primeira grande participação na temporada. E inesquecível convenhamos. Neste episódio também tivemos o retorno de vários personagens que já não estavam mais como Karen, Andy, Deb entre outros. E referencias a diversas cenas que ficaram marcadas no decorrer da série como o beijo de Nathan e Haley na chuva. Inesquecível para os fãs.

(Anderson Narciso)

ABC Family renova ‘The Secret Life of The American Teenagers’ e anuncia novos shows

Data/Hora 02/02/2012, 20:50. Autor
Categorias Notícias

A ABC Family renovou The Secret Life of The American Teenagers para sua 5ª temporada. Com a renovação, o seriado passa a ser o programa de maior duração do canal. A série volta ao ar em 26/03, nos EUA.

A emissora também divulgou dois novos programas. Um deles é um reality show sobre babás em Beverly Hills, chamado Beverly Hills Nannies. Ainda não foi divulgada a data de estréia do show.

O outro anúncio refere-se à produção de Baby Daddy, uma comédia estrelada por Chelsea Kane (Dancing with the Stars), Tahj Mowry (The Game) e Derek Theler (90210). Na produção, Dan Berendsen, o criador da já cancelada The Nine Lives of Chloe King, que era exibida pelo mesmo canal. As primeiras cenas do seriado serão rodadas em breve.

Com informações de TV Fanatic e Deadline.

SPOILER! Ryan Kwanten participará do episódio de dia dos namorados de New Girl

Data/Hora 02/02/2012, 20:22. Autor
Categorias Notícias

Ryan Kwanten, o Jason Stackhouse de True Blood, irá participar do episódio de dia dos namorados de New Girl.

O ator interpretará Oliver, o interesse amoroso da protagonista Jess (Zooey Deschanel) no seu primeiro dia dos namorados como solteira.

O episódio que contará com a participaçã de Ryan vai ao ar dia 14/02/2012, pela FOX dos Estados Unidos, e se chamará Valentine’s Day. E se você está estranhando a data para comemoração do dia dos namorados, lembre-se: nos EUA, a data é comemorada em 14/02.

Com informações do TV Fanatic.

Alcatraz – Cal Sweeney

Data/Hora 02/02/2012, 18:30. Autor
Categorias Reviews

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Nessa altura do campeonato quem acompanha Alcatraz já conseguiu perceber algumas características peculiares do seriado e também, eu garanto, se sentir muito confuso. A produção é de J. J. Abrams (Jeffrey Jacob Abrams), o mesmo de Lost, Fringe e Super 8. Já deu para ver da onde vêm tanto mistério e confusão?

O último episódio mostrou que muita coisa ainda está por ser apresentada na série e outras situações ainda nem começaram a ser solucionadas pelo responsável da investigação, o agente do FBI (Federal Bureau of Investigation) Emerson Hauser (Sam Neill, de Jurassic Park 1 e 3). Hauser também não revela muito a falta, ou mesmo a existência, de informações aos “convidados” na investigação, a detetive do Departamento de Polícia de São Francisco, Rebecca Madsen (Sarah Jones) e o especialista na história de Alcatraz, Dr. Diego Soto (Jorge Garcia, o gordinho Hurley Reyes, de Lost).

De criação de Steven Lilien, Bryan Wynbrandt e Elizabeth Sarnoff, a série traz para a televisão histórias que giram em torno da prisão de Alcatraz, em uma ilha na Baía de São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos*. Lá, há quase 50 anos, em 21 de março de 1963, 302 prisioneiros foram transferidos de Alcatraz e a prisão fechada devido aos altos custos de manutenção. No entanto, como sabemos pela abertura da série, “não foi isso que aconteceu”.

Neste quarto episódio somos apresentados a Cal Sweeney (Eric Johnson), prisioneiro #AZ2112, um ladrão que assaltou mais de 20 bancos nos anos 50, sempre roubando cofres pessoais. Como está acontecendo com todos os prisioneiros de Alcatraz de 1963 (os 63’s), Sweeney está voltando à ativa e com a mesma carinha de 50 anos atrás ele seduz mulheres que trabalham em bancos e através delas chega aos cofres. No entanto, desta vez acontece algo diferente e ele além de roubar os objetos, Sweeney vai até a casa das vítimas e assassina os donos dos cofres.

Assim como nos primeiros episódios, flashes ajudam a entender o contexto da vida de Cal Sweeney, o recurso também foi muito usado em Lost e era item principal da edição do extinto Cold Case. Através dos flashes voltamos aos anos 1960 e descobrimos um Sweeney trabalhando na lavanderia de Alcatraz e com “negócios”, não muito bem explicados, com o então vice-diretor do presídio, E. B. Tiller (Jason Butler Harner)*. Sweeney fica muito incomodado quando Tiller revista sua cela e leva uma caixinha de metal com ele. Aí voltamos para mais uma característica de nossos amigos 63’s, um trauma de infância que acabou transformando-os em assassinos, ladrões e enfim, cidadãos dignos de Alcatraz. Sweeney perdeu toda a família em um incêndio quando tinha 10 anos e a única coisa que não queimou foi uma caixinha de metal. Rá! Fechamos um nó.

Foi por causa dessa tal caixinha que Sweeney se infiltrou entre os prisioneiros que iriam trabalhar em um jantar do aniversário de Tiller na casa do diretor de Alcatraz, Warden Edwin James (Jonny Coyne). Na ocasião conhecemos a irmã deficiente de Tiller, Geri, e temos a honra de presenciar uma estranha conversa entre outros dois personagens intrigantes da série: Dra. Sengupta (Parminder Nagra, de E.R.), psicóloga em Alcatraz nos anos 60, mas também conhecida (com a mesma carinha conservada) como a assistente de Hauser nos tempos atuais, Lucy Banerjee e o médico do presídio, o Dr. Beauregard, que igualmente não pareceu mudar nada em 50 anos. Sendo assim, eles foram parar no mesmo lugar que os 302 prisioneiros? E o “tio” de Madsen, Ray Archer (Robert Forster), ex-carcereiro da prisão? Esse sim deve ter mudado nesses anos, afinal Madsen ficou sob seus cuidados depois que seu avô foi parar no lugar misterioso junto com os 301 prisioneiros de Alcatraz. Sim, 301, porque ao contrário do que Madsen sabia, ele era um prisioneiro e não um guarda, fechando a conta dos 302. E para piorar a situação, ele foi o responsável pela morte do parceiro da nossa personagem central, que, se não me falhou a memória já tem um trauma de infância (perdeu o avô) e um trauma na vida adulta (o mesmo avô matou seu parceiro). Respirem fundo.

Nesse episódio começou a me saltar aos olhos e ouvidos o efeito de transição utilizado em Alcatraz para passar de um ambiente para outro, o barulho das celas do presídio se fechando e um leve efeito de vídeo mostrando as celas se movendo entre as cenas. Adorei. Outro item que começa a chamar a atenção é a conexão de Madsen com seu parceiro, Dr. Soto, em alguns momentos até meigos que podem vir a sugerir um affair no futuro ou apenas aquela parceria incondicional entre companheiros de trabalho que capturam bandidos maus. Por enquanto não chega nem perto de um Fox Mulder + Dana Scully (Arquivo X), ou Kate Beckett + Rick Castle (Castle).

Se a saga continuar mostrando a captura de um prisioneiro por episódio, ainda temos 298 episódios na conta. Isso me lembra que Madsen, além de dois traumas na vida, um parceiro nerd e inseguro e um agente do FBI de métodos discutíveis em seu encalço, ainda tem que capturar mais 298 dos mais perigosos criminosos que os Estados Unidos já viram que estão soltos e voltando ao convívio comum. Sem esquecer que um deles é seu avô que matou seu parceiro e também que até agora ninguém tem a menor ideia do porque os prisioneiros estão voltando exatamente como eram há 50 anos atrás, e muito menos porque Hauser sabia que isso aconteceria e já tinha uma sede montada dentro de Alcatraz para trabalhar na captura dos 63’s. Outro ponto sem nó é a tal chave estranha. De novo, assim como aconteceu com Jack Sylvane no episódio piloto, Cal Sweeney foi pego com uma chave que ninguém sabe o que abre, nem Hauser.

 

Muita linha ainda vai costurar a história de Alcatraz e os próximos episódios devem esclarecer muitas dúvidas, ou pelo menos algumas. Se lembrarmos de Lost, podemos esperar que o seriado tenha muitos pontos de interrogação por muito tempo nas nossas mentes, por isso eu sugeriria paciência com o nosso J.J. Abrams. Sugestões sobre o review? Eu agradeceria, mas por enquanto fico por aqui e espero que os próximos episódios de Alcatraz possam me esclarecer alguns pontos obscuros da história do seriado. Por enquanto, é um bom exercício de estratégia mental. Bem-Vindos à Alcatraz.

* O seriado está sendo gravado em Vancouver, Canadá.

** Tiller é o desafeto do primeiro 63’s que conhecemos no episódio piloto, Jack Sylvane (Jeffrey Pierce). Nos dias atuais, o vice-diretor e a sua versão de 50 anos depois foi morta por Sylvane com seu rostinho conservado desde os anos 60.

Showtime renova ‘Californication’, ‘Shameless’ e a novata ‘House of Lies’

Data/Hora 02/02/2012, 12:09. Autor
Categorias Notícias

Há poucas semanas depois de sua esteia, House of Lies está renovada para a segunda temporada. E ela não foi a única série das noites de domingo que a Showtime resolver dar mais um ano, Shameless  e Californication também voltam parabmais uma temporada.

“Essas três séries são claramente dialogando com os telespectadores como  mostra o crescimento sólido [da audiência] nas noites de domingo”, diz David Nevins, presidente da Showtime. O presidente também elogia a parte criativa das produções e coloca isso como um dos motivos para as renovações.

Shameless, comédia de humor negro inspirada em uma série britânica de mesmo nome,  foi renovada para a terceira temporada. A série tem em média  4.75 milhões de telespectadores semanalmente, e teve um crescimento de 30% desde sua primeira temporada, ficando apenas atrás de Dexter (o número 1 da emissora) na audiência.

A série do David Duchovny, Californiacation, ainda tem fôlego mais mais uma temporada. Apesar da audiência modesta de Californication averages 2.96 milhões, a dramédia voltará em um sétimo ano.

A surpresa ficou por conta da novata House of Lies. A comédia que traz Don Cheadle (Saturday Night Live) e Kristen Bell (Veronica Mars e Heroes) estreou no dia 8 de janeiro com uma audiência de 1.6 milhões na contagem parcial, subindo para 2.76 milhões na contagem final, superando a já aclamada Homeland em seu episódio de estreia.

A atriz Kristen Bell se mostrou animada com a renovação de House Of Lies. Ela postou em seu Twitter que precisava de acalmar pois a série tinha acabado de ser renovada.

O tuíte fez uma referência à um video mostrado durante a sua participação no talkshow da Ellen DeGeneres no qual a atriz chorava desesperadamente por causa de um bicho-preguiça.

Calmos ou não, todos os envolvidos nas três séries têm muito o que comemorar.

Com informações do Deadline e do TVByTheNumbers.

Ringer – It Just Got Normal

Data/Hora 02/02/2012, 11:02. Autor
Categorias Reviews

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Série: Ringer
Episódio: It Just Got Normal
Temporada: 1ª.
Número do episódio: 1×11.
Data de exibição nos EUA: 31/01/2012

Eu detesto hiatus. Ainda mais hiatus tão gigantes quanto este que Ringer sofreu. Mas o que importa é que a série está de volta, e posso dizer que com força total. Aliás, devo dizer que Siobhan voltou com força total. A gêmea que andou agitando a primeira parte da temporada voltou com um propósito: consertar as coisas. E isso pode significar de um jeito ou de outro. Na primeira cena vemos Siobhan espionando o banho de Bridget (a ala masculina de Ringer agradece por cenas assim, por favor). As irmãs ali, perto uma da outra. Mas daí, retornamos dois dias antes, para vermos o que aconteceu com todos nossos personagens.

Desde o final do décimo episódio, em que Siobhan retorna para Nova York, eu imaginei que coisa boa não viria. Mas não imaginava como Shiv iria traçar um novo plano, dados os acontecimentos. Ao que parece, neste retorno, Siobhan não tem a mínima intenção (ainda) de desmascarar a irmã. Mas ela fez uma cara de quem comeu e não gostou ao vê-la beijando Andrew. Talvez, Shiv não esperasse que Bridget chegasse a tal ponto, de viver a sua vida, e apaixonar-se pelo seu marido. O fato é que, Siobhan pretende armar alguma contra Andrew – as coisas já não iam bem antes do sumiço da moça, e sua vingança parece não ter fim. Mas Siobhan demonstra em determinadas atitudes, um pouco de arrependimento de a situação ter chegado aonde chegou. As cenas dela com Henry foram ótimas. Os dois passam uma ligação tremenda, e é incrível como Sarah Michelle Gellar tem química com Kristoffer Polaha quando ela interpreta Shiv. Os pedidos de desculpas dela foram sinceros.

Quando disse que Siobhan voltou com tudo, ela voltou com tudo mesmo. E ela não está nem ligando de encontrar com pessoas do circulo social deles. Primeiro ela vai a empresa de Andrew tentar encontrar arquivos no seu notebook, mas não com muito sucesso. Depois ela vai para a sua casa e lá consegue acessar os arquivos. Entretanto, a cena foi estupidamente idiota, mas ao mesmo tempo com um teor de aflição imenso. Andrew chegou bem na hora em que Shiv estava lá. E passou praticamente ao lado dela, mas não a viu. Depois é hora de Bridget chegar, e ali, Siobhan esconde para ver o que está acontecendo. É quando descobre que Bridget continou a vida da irmã, parece estar feliz ao lado de Andrew.

Falando em Bridget, esta parece estar acordando, mas bem aos poucos. Eu já teria ligado muitas coisas, que dariam indícios de que Siobhan está viva. Porém, ela continua na ilha da fantasia de que tudo vai dar certo, se ela continuar incriminando Bridget, e vivendo uma vida que não é sua. Só que surpresas para ela vêm aí. Ao assassinar Charlie, Siobhan usou a arma com as impressões digitais de Bridget. O que leva a mais uma procura da irmã desaparecida. Entretanto o agente Machado começa a criar um novo quebra-cabeça, e possivelmente ele descobrirá logo a troca das irmãs. Quando questiona a garçonete sobre um possível encontro de Bridget e Charlie em Nova York, ela responde que ele esteve lá sim, mas com uma mulher de nome esquisito (Jura? Siobhan é tão comum). Ao afirmar o nome da moça, ela garante que o encontro se deu, em maio – data que Bridget não estava em Nova York. Portanto, Machado agora suspeita de que Siobhan esteja envolvida no seqüestro e assassinato de Gemma. Ou seja, de um jeito ou de outro Bridget está meio ferrada.

No núcleo teen, Juliet ainda está com o drama de seu professor. Aparentemente, houve mesmo o estupro. E a adolescente resolve contar para Bridget que dá o maior soco no professor em meio a uma festa da escola em seu apartamento (Já repararam que nas festas das séries da CW sempre acontece um barraco?). Porém, mais alguém achou estranho a forma como o professor reagiu ao soco? Eu não me espantaria se Juliet nos próximos episódios afirmasse “foi tudo mentira”. Afinal, ela sempre parece não curar o déficit de atenção que ela tem.

E depois de se debater com as duas irmãs, ambas como Siobhan, Henry resolve encontrar com a original. Leva um bolo, vai a festa de Bridget e pede para ela nunca mais o procurar. Entretanto quando a original vai a casa dele novamente, Henry fala o que todo mundo queria falar: “Quem é você, por que você não é a mulher que eu conversei ontem”. E num olhar de desespero, Siobhan parece que vai contar a confusão toda para o amante! A meu ver, isso só não vai passar de um parece, até porque Shiv tem muito a perder com esta revelaçã. E apesar de Bridget sempre começar a juntar pistas, ela parece se perder no meio do caminho toda vez. Não sei quanto a vocês, mas eu sempre fico com um sentimento de que eu já teria sacado muita coisa há bastante tempo. Eu não sei como a história a se desenrolará a partir daqui, mas será inviável manter este segredo por muito tempo, com as duas irmãs circulando livremente por Nova York.

Mas o que tenho a dizer é que, foi bom rever os personagens de Ringer (preciso mencionar que adoro rever a cena trash de Bridget gritando na recapitulação: “Shiobhaaaaaaaaaaan”). Talvez se o hiatus tivesse sido curto, não teria tido este sentimento. E a série vem crescendo cada vez mais. Seria bacana a CW continuar dando chance a série. Vamos ver como se desenrolará a história a partir daqui. E fique ligado que na próxima semana tem mais.

One Tree Hill – Don´t You Want to Share the Guilt

Data/Hora 02/02/2012, 10:59. Autor
Categorias Reviews

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Série: One Tree Hill
Episódio: Don’t You Want to Share the Guilt
Temporada: 9ª.
Número do episódio: 9×04.
Data de exibição nos EUA: 01/02/12

Eu preciso respirar um pouco e me recuperar. Recuperar-me do que foi o episódio desta semana, Don’t You Want to Share the Guilt. Antes de qualquer coisa, você que acompanha as review aqui na TeleSéries deve estar lembrado que semana passada eu desabafei tudo que tinha para desabafar desta temporada final. E a situação era crítica. Não posso negar. Tinhamos três episódios exibidos, faltando apenas dez para o fim, e nada, absolutamente nada tinha acontecido. Era como se Mark Schwahn tivesse simplesmente anulado aqueles episódios. Tudo bem que para os fãs de Quinn e Clay, até tivesse emocionante, mas vocês que me acompanham, também sabe que nunca fui muito fã do casal. O fato é que queria ação, emoção e felicidade na vida dos nossos protagonistas atuais: Nathan, Haley, Brooke e Julian. O quarteto que tem carregado as três ultima temporadas nas costas. Eles mereciam isso. E mais uma vez explico que, não que eu queira desgraça na vida deles, longe disso. Mas o ruim é que nem felicidade explicita os personagens estavam apresentando. Estava tudo muito morno, tudo muito sem sal. Mas comemorem gente, tudo mudou. E oficializo que nesta quarta, dia 01 de fevereiro de 2012, a nona e última temporada de One Tree Hill finalmente, COMEÇOU.

Quando o episódio da semana passada terminou, com Julian esquecendo Davis dentro do carro, eu fiquei com aquele sentimento – bom, daqui pra frente vai melhorar. O problema é que tinha ficado com este sentimento no final do primeiro episodio e do segundo episódio desta temporada. E ambos foram sentimentos que me enganaram. Mas o episódio desta semana foi diferente. O drama de Julian e Brooke foi simplesmente demais. Brooke pode ser consagrada a rainha do drama nas séries. E mesmo que, seu sofrimento em tela tenha sido bem rápido, com algumas cenas nos hospital, tudo rodou em torno de Julian. Este episódio foi dele e não há como negar. O personagem que chegou na sexta temporada, como um antigo amor de Peyton, foi me conquistando pouco a pouco, até o final daquela temporada, em que ele e Brooke tiveram um dos diálogos que mais guardo dos personagens:

Julian: “Se isto fosse uma cena de filme, você me beijaria agora.”
Brooke: “Não, se isso fosse um filme… Eu diria ‘Eu te amo’, e aí sim eu te beijaria. Eu te amo”.

Pronto. Meu novo casal de OTH preferido estava formado. E deste então, Julian vem crescendo e muito. Na sétima temporada, enfrentou o drama da tentativa de suicídio da Alex, a separação com Brooke, depois reataram e no fim realizou um dos pedidos de casamentos mais bonitos da série. Na oitava, esteve ao lado de Brooke quando esta perdeu toda sua fortuna e sua grife “Clothes over Bros.” devido a ganância da mãe. E junto com ela também, viu o milagre da gravidez, que era praticamente impossível para uma das nossas heroínas. E foi justamente este ponto, que Mark pegou para se tornar o calcanhar de Aquiles dos dois, nesta última temporada. Os gêmeos foi o ponto fraco do casal. Desde o primeiro episódio, os pais de primeira viagem estavam com dificuldades. E não era apenas com um, mas sim com dois bebês. E Julian, com todo o stress do trabalho, e ansioso para a visita em seu estúdio de uma produção que pretende gravar uma série em Tree Hill (jura Schwahn?), ele acabou por esquecer um dos bebês dentro carro. E a cena dele vendo o resgate da criança, dentro do carro, abafado, quase sem oxigênio, e que apenas ele processava aquilo tudo, foi magnífico. Eu me senti na pele dele, tendo a sensação de que um dos seus filhos poderia estar morto, e por culpa dele mesmo.

Brooke e Julian foram ao hospital e lá, Brooke aparentou toda sua raiva e seu desprezo para ele. Ele havia colocado em jogo, não apenas a sua confiança, mas a vida de uma das coisas que ela lutou tanto para ter. Passado o susto, Davis estava bem. Mas quem não ficou foi Julian. Ele ficou arrasado. Aliás, ele teve um dos diálogos mais legais do episódio e que dirá, da temporada até agora com Haley. Ele ressalta “Não vi a minha família o dia todo. Não a culpo. Nem sei se EU vou confiar EM MIM de novo”. Deu pena. E Haley lembrou que, erros acontecem mesmo sendo grave. E foi como um filme, dela contando que quando Jamie tinha cinco anos, em uma discussão dela com Nathan, o garoto de afogou na piscina, lá na distante quinta temporada. E para mim, foi como tivesse assistido este episódio ontem. Foi emocionante.

Eu ainda não posso finalizar a história de Brooke e Julian, sem destacar os momentos finais dos dois no episódio. Foi por momentos assim, que me interessei por One Tree Hill, e era momentos assim que sentia falta. Nem me lembro, qual foi a ultima vez que me emocionei de verdade nesta série, mas sei que fazia um tempo, que algumas lágrimas não escorriam. E posso dizer que, nesta cena, não consegui segurar e chorei. Julian, em um sentimento de punição, se fechou dentro do carro, com a temperatura a 81ºF, o que corresponde aqui a 27ºC. Julian afirmou: Quando eu o larguei aqui, deveria estar a quase 101º (o que corresponde a quase 40ºC). Não consigo me perdoar por isso. Por ser tão descuidado. Quase tirei a coisa que mais importa para nós. Queria um filho mais que tudo. Esperamos, rezamos e conseguimos um milagre. Seu sonho se realizou. E em um instante terrível e estúpido eu quase tirei isso de você.

E num estante de perdão, Brooke apenas disse: “Mas não tirou”. E nisso, meu rosto já estava bem molhado. Ah, vai falar que você não chorou? Foi uma das cenas mais bonitas dos últimos tempos em One Tree Hill. Saudades de ver cenas assim. Era esta magia que queria de volta na série, e neste episódio, Mark nos deu de presente novamente.

Mas este episódio não foi só de Julian. Preciso dizer que outra pessoa me convenceu e muito. Shantel Vansanten e sua Quinn me conquistaram hoje. Depois de três temporadas, finalmente a atriz conseguiu me convencer. Ela deu um show neste episódio, na briga com Clay e na esperança de que ele se cure com o problema das drogas. Quinn deveria ter tido mais cenas assim. Preciso parabenizá-la. Achei que não ia conseguir ser convencido, mas Quinn é sim uma boa personagem. Ao contrário de Clay, que infelizmente não conseguiu. Robert Buckley, você ainda tem dez episódios para tentar mostrar algo. Valendo. E no meio disso tudo, Quinn consegue convencer Clay (depois de levar umas boas surras de Dan Scott) a se internar. Um comentário? “Vá com Deus”.

Este episódio teve tanta coisa boa, que até o núcleo de Mouth e Millie esteve bom. E por quê? Simplesmente, porque Skills está de volta. E me lembrei de muita coisa que o personagem viveu neste tempo. Foi bem bacana mesmo. Ele virando pro Mouth e dizendo “Cara, você tá gordo!”, como eu ri. Vocês também? Espero que ele continue, pois, deixa o alivio cômico apenas para o Chris Keller (que mal apareceu neste episódio com umas cenas chatinhas com o Chase e seus chatos dramas amorosos) vai ser barra.

E para completar a festa, as cenas com os Scott foram ótimas também. Primeiro, devo ressaltar que, o café da frente esta pegando pesado. Colocaram uma frase “Karens Café contrata assassinos”, bem grande. Brooke e Haley protagonizaram também cenas engraçadíssimas neste episódio. E a cena em que as duas, tiram a faixa e colocam outra pichada na porta do café concorrente, me lembro muito Karen a Deb pichando o cartaz de Dan, nas eleições municipais, lá na terceira temporada. Que saudades.

Sei que já falei demais, e me desculpem o tamanho da Review, mas precisava ressaltar o quanto este episódio foi bom One Tree Hill realmente está de volta. E tivemos mais um final ótimo. Haley notou a demora de Nathan voltar, e em uma cena de partir o coração, vemos o aeroporto vazio, e o brinquedo que Nathan havia comprado para Lydia, e mostrado na WebCam, simplesmente jogado na calçada.  Mais alguém teve dúvidas que Dan pode estar mesmo envolvido no sequestro?

Parece que agora, o drama mesmo vai começar. Foi dado a largada minha gente. One Tree Hill retornou com a sua essência de sempre, e foi isso que eu dizia querer para a temporada final. Agora que vi que, a coisa pegou no tranco, mal posso esperar por semana que vem.

Ps: E agora faltam 9 episódios para o final.

Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×05: Guy Hastings

Data/Hora 01/02/2012, 23:13. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

Dia 06/02/2012 vai ao ar, pela Fox, nos EUA, o 5° episódio de Alcatraz, Guy Hastings.

Dessa vez, quem ressurge é Hastings, o 1° guarda “da Rocha”. E para localizar o ex-colega Ray, a fim de obter informações sobre Tommy Madsen, o prisioneiro que é avô da detetive Rebecca.

Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e comente sobre suas expectativas para o episódio:

E agora, respondam: será que a introdução de um guarda do passado pode criar um novo interesse da audiência pela trama? Alcatraz já perdeu quase dois milhões de espectadores desde sua estréia, e se os números não preocupam, certamente a Fox deve estar temendo uma queda ainda maior. O que você acha que irá acontecer com a audiência de Alcatraz? Conte pra gente!

Com informações do TV by The Numbers.

Hart of Dixie – Mistress & Misunderstandings

Data/Hora 01/02/2012, 11:16. Autor
Categorias Reviews

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Série: Hart of Dixie
Episódio: Mistress & Misunderstandings
Temporada:
Número do episódio: 01×12.
Data de exibição nos EUA: 30/01/12

Cumplicidade e aparências. Estes foram os temas da semana em Hart of Dixie. E como você sabe cada tema, cada discussão é feita bem ao jeito sulista de Bluebell. E isso significa mais um episódio super tranquilo de se assistir e de se alegrar. E nossa amada Zoe estava mais do que centrada neste assunto. Desta vez sendo (pausa dramática)… a amante. Sim, Hart virou a outra. E de quem? Não, ela não começou a ter um caso com George (e ainda bem convenhamos). Ela virou amante de nada mais, nada menos que, Annabeth. É isso aí.

Calma, não venha imaginando coisas assim como Wade fez (confesso que fiz uma cara parecida com a dele). Mas Zoe acabou sendo a outra de Annabeth, em relação a amizade. Para que Lemon não descobrisse, Annabeth começou a se encontrar com Zoe a escondidas, e levarem uma amizade assim.Quem não tinha gostado nada disso era Wade, que pensou que a médica estava tendo um amante de verdade. Para isso, ele convoca Lavon para descobrir quem estava na casa de Hart. A cena em que eles chegam lá, e começam a inventar desculpas para entrar na casa e ver quem estava lá foi hilária. A princípio eles pensaram que, o veterinário Judson estava por trás disso. Mas o prefeito tratou logo de descobrir a “farsa” e alertar a amiga, que estava sendo “a outra” de Annabeth. Zoe assim, decide traçar um plano com a nova amiga para que ela se liberta de Lemon. É quando começa a incentivá-la a ser mais autoritária, e firmar opiniões próprias, e não sempre baseada na mandona da cidade. E Zoe dez uma das cenas mais hilárias do episódio imitando Lemon com Annabeth. Vocês também riram bastante assim como eu?

No reino dos personagens sem graça, George Tucker continua… mais sem graça do que nunca. Sério gente, eu já peguei implicância com rapaz. Desta vez, ele tem um rival no tribunal. E coincidentemente, Lemon precisa dar um jantar para a esposa deste advogado, a fim de conquistar a vaga de presidente do “Conselho Feminino” (mas que diabos de “Conselho Feminino” é esse? Psicologia de graça?). No jantar, o casal convidado traz “Imagem & Ação” para ambos jogarem e, conquistando a vitória no jogo (já que o personagem não é bom o suficiente para vencer no tribunal), George protagoniza uma dançinha bem ridícula. Mas que de tão ridículo, eu acabei rindo, vai entender.

Neste meio tempo, Hart conseguiu incentivar Annabeth a ter uma personalidade melhor, e esta passa a enfrentar Lemon. As duas começam a disputar a atenção da atual presidente do Conselho Feminino, até que esta convida Annabeth para jantar, colocando ela na frente de Lemon, que não gosta nada, nada. Quando Zoe, vai parabenizar a amiga pela possível conquista, aí vem a pedrada – Anna acha que continuar com a amizade de Zoe pode atrapalhar a visão das pessoas da cidade em relação a ela. Isso porque, Zoe ainda é falada em Bluebell. A Dra. Hart fica arrasada dando de presente para a então ex-amiga, um chaveiro com o nome da médica marcado. Já no quesito amores e afetos, meu casal predileto ainda não desandou. Wade e Zoe estão mais enrolados do que tudo. Zoe admite que há uma tensão entre eles (até que enfim). Mas que Wade ainda é bem… Wade. Coitado do rapaz é tirado a todo o momento pela médica. Enquanto isso, o veterinário Judson ainda fica dando em cima da médica, e Wade detesta ficar vendo isso. Ele até andou dando uns amassos em uma amiga que eu adoraria conhecer. O rapaz tá certo, tá solteiro, tem que aproveitar. Mas convenhamos que, já passou da hora de ele se declarar oficialmente. E Lavon até andou dando uns conselhos para ele. O rapaz parece tão apaixonado, que até pentear o cabelo e usar camisa social para trabalhar ele fez. Zoe notou. Pena que por pouco tempo.

No final, para a ira de Lemon, Annabeth acaba por ser eleita. E aí na hora de discursar, ela comente a maior gafe. Além de não citar Zoe, que a ajudou a conquistar aquilo tudo, Anna deixa as suas chaves a vista de Lemon, que vê o nome de Zoe gravado. É o momento em que ela entra em ação e tenta desmascarar a amizade das duas na frente de toda a cidade. Bem, eu paro e reflito que são situações simples. Bobas de serem resolvidas. Mas Hart of Dixie vem mostrando o quando Bluebell ainda é vivida de aparências. Alguns podem até achar insulto para as cidades do sul, mas talvez isto tenha um pouco de razão. E para sair daquela situação, Zoe finge que perdeu suas chaves, e grita em voz alta que aquele chaveiro era para Judson, que estava ali de gaiato assistindo tudo. E se não bastasse, nossa médica tasca o maior beijão nele… NA FRENTE DO WADE. Poxa, estou começando a perder as esperanças destes dois… Ou será que os finalmente será só na season finale? Não quero ter de esperar isso tudo não.

E o que Hart of Dixie nos ensinou no episódio desta semana? Que com um episódio comum, e uma história aparentemente boba, pode-se fazer um episódio engraçado, bom para se distrair e até inteligente. A série mais uma vez prova que está com força total, em uma fase maravilhosa e com fôlego para muito mais. Que venha o próximo.

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