Hart of Dixie – Sweetie Pies & Sweaty Palms

Data/Hora 09/02/2012, 20:45. Autor
Categorias Reviews

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Série: Hart of Dixie
Episódio: Sweetie Pies & Sweaty Palms
Temporada:
Número do episódio: 01×13
Data de exibição nos EUA: 06/02/12

O dia dos Namorados é uma das datas mais aguardadas pelos casais românticos de todo o mundo. Lá nos EUA, comemora-se o dia de São Valentin no dia 14 de fevereiro. E se você está em duvida aonde levar sua namorada ou seu namorado, seus problemas acabaram. Porque o baile mais romântico da atualidade chegou: o “Baile dos Benzinhos”. É claro que Bluebell e Hart of Dixie não poderiam deixar de passar mais uma data ao jeito deles. E o episódio já começa com boas pitadas daquele humor, ao ouvirmos as novas fofocas da cidade por Dash DeWitt. E os casais da vez são Lavon e Didi e Hart e Judson. Até o final do episódio, o destino dos dois casais foram traçados, acredite em mim.

E aproveitando o clima, os preparativos do casamento de George e Lemon estão a todo vapor. O mais engraçado é que, os dois parecem estar indiferentes. George até demonstra um interesse em determinados momentos, mas a coisa está bem gelada entre os dois. Tão gelada, que os convites de casamento são perdidos. Eu não sei, mas ao mesmo tempo que quero George fora do caminho de Zoe, e conseqüentemente que Tucker consiga ficar com Lemon, ainda não vejo química entre eles, o que atrapalha um pouco a minha torcida. Jamie King parece ser forçada quando está com Scott Porter, o que talvez represente o quão forçada a relação de Lemon e George é. A loira passou o episódio inteiro preocupada em arrumar uma acompanhante para o pai no baile. E depois que arrumou, ficou tomando conta dos dois a noite inteira. O fato é que, o evento precedeu uma grande revelação para o Brick: a sua ex-mulher, havia largado a familia para constituir outra. E o médico e George, ao saberem disso, se convencem de que a Limão (olha os trocadilhos…) estava azeda por causa deste fato. George tem uma sincera conversa com ela, e foi nesta cena que me convenci de que o rapaz gosta mesmo dela. Ok, mas quero ela com o prefeito ainda.

Nossa médica Zoe, nos mostrou neste episódio que ainda esta insegura e indecisa sobre seu coração. A principio recusa o convite do Dr. Dolittle (como eu ri, quando o Wade chamou o Judson assim), mas quando Wade a provoca, ela acaba ligando para ele confirmando sua presença. Assim, ela vai se preparar, mas da de cara com um ganbá, colocado por Wade na sua casa. Além disso, seus produtos de beleza desaparecem, e vão parar como mágica na casa de Wade. Tudo isso para provocá-la. Mas a artimanha mor foi quando Wade a trancou dentro de casa, fazendo o Dr. Dolittle esperar. Ela ficou desesperada. Mas conseguiu pular a outra janela e descer por um portão de uma forma não muito agradável para ela, mas hilariante para nós. Ao chegar lá, estava toda bagunçada, mas e daí? Ela continuava mais do que linda…é Rachel Bilson gente. Entretanto, uma surpresa aconteceu naquela noite. Ela recebeu um chamado de Wade falando que era urgente, e ela nem ligou, achando ser uma das brincadeiras idiotas dele. Mas quando foi ver, algo havia acontecido com Rose, que havia mentido para Zoe, para que esta pudesse ir ao Baile. O mais engraçado disso tudo é que Judson não ligou para o que aconteceu com a menina na hora, e falou que Zoe podia ir com Wade. Chegando lá, ela tratou da menina, com a ajuda de Wade, que via sua…seja lá o que for, receber flores escritas “Eu te amo”, assinado por Wade – uma revanche de Zoe.

Mais tarde, o Dr. Dolittle passa na casa de Zoe para saber sobre como a menina estava e aproveita para ter uma conversa. E explica o que todo mundo já tinha visto: Zoe estava tão preocupada em se vingar de Wade, que ela nem curtiu o momento com o veterinário. Ou seja, Wade estava na cabeça da moça o tempo inteiro. O melhor para os dois era o término e neste momento: #todoscelebra. Sério gente, todo mundo sabe minha preferência pelo time “Zade”. Os dois ainda tem muitas chances. E Rose a alertou “Ele gosta de você sua boba, por isso age como uma adolescente imbecil”. Alou, Zoe? Tá na hora de acordar. Queremos te ver mais feliz ainda. E mesmo que, recheado de tons de ironia e brincadeiras, Wade acabou revelando seus sentimentos pela moça. Zoe poderia levar a sério né? Eu ainda estou na torcida, e sempre termino as reviews de Hart falando sobre isso. Mas acho que, se Zoe ficar com Wade logo, a tensão que move a série vai esfriar. Lembram quando Lois casou com Clark lá no extinto Lois&Clark (1993)? Para muitos a tensão dos dois morreu ali. Vamos ver, como os produtores conduzirão o romance de Zoe, e com quem afinal ela vai ficar. Acho que é a pergunta de “um milhão né?”

E para encerrar, o prefeito teve destaque neste episódio. Ele é um personagem que não me cativou logo de início. Entretanto, Lavon Heyes vem tendo um crescimento tão bacana, que já me cativou logo de início. Como disse anteriormente, um dos focos do episódio seria o seu relacionamento com a divertida Gigi. Eu acho ela muito bacana e engraçada. Mas não tem química com o prefeito. E ele ficou todo desconsertado ao ver que o ex-marido da secretaria estava em Bluebell, para talvez uma reconciliação. Gigi confirmou as intenções, mas garantiu que nada iria acontecer, pois ela estava tendo sentimentos pelo ex-quarterback. E o prefeito explicou, que tinha medo de se machucar novamente, pois foi (acho que ainda É né?) apaixonado por uma mulher, que o deixou por um antigo amor. Passado os desentendimentos, Gigi e Lavon tiveram seus momentos… íntimos eu diria. Era o efeito pós Baile do Benzinho que segundo a tradição poderia fortalecer casais, assim como separar. Entretanto, logo que ficou sozinha na sala, Gigi acidentalmente acha a foto de Lemon escondida.

Olha não é por nada, mas acho que a vida pessoal do prefeito está para virar um inferno em? Descobriremos na semana que vem…

Alcatraz – Guy Hastings

Data/Hora 09/02/2012, 20:43. Autor
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Nesse episódio de Alcatraz temos nosso primeiro guarda retornando após 50 anos do fechamento do presídio. Com ele algumas respostas e, como não poderia deixar de ser, muitos mistérios. Guy Hastings era oficial de treinamento em Alcatraz, chegou em 1957 ao presídio com a esposa e a filha Annie, então com seus sete ou oito anos. Segundo a história “oficial”, ele morreu em um vazamento químico junto com outros oito guardas em 1963. Mas quem acompanha a série já sabe que… “não foi isso que aconteceu.”

Na sua primeira aparição nos flashbacks de 50 anos atrás, Hastings recepciona guardas novatos, entre eles Ray Archer o “tio” de Rebecca Madsen. Na primeira inserção do grupo no presídio, o avô de Madsen, Tommy, vê Ray e o agride no refeitório. Segundo Hastings, “a sala mais perigosa do presídio mais perigoso do mundo”. Ray fica sob suspeita, todos acham que já conhecia Tommy e isso motivou a briga. E estão certos, afinal é Ray quem acabou criando Rebecca, depois que o avô “morreu” em Alcatraz. Além disso, no início do episódio, o Ray de 50 anos depois mostra à “Becca” uma foto dele com Tommy no lugar onde nasceram. A “sobrinha” se surpreende ao saber que, além de serem amigos, seu “tio” e seu avô cresceram juntos. Tem mistério se desvendando aí.

Quando Hastings volta para a época atual ele vai até seu antigo apartamento na ilha de Alcatraz e acaba atacando um guarda florestal que o abordou. O agente do FBI mais desconfiado de todas as séries da história, Emerson Hauser, acredita que Hastings fez isso a mando de “alguém”, provavelmente o responsável pelo que aconteceu 50 anos atrás. No entanto, quando Rebecca é avisada que seu “tio” sumiu do bar onde trabalha Hauser suspeita do envolvimento de Hastings. Então descobrimos o objetivo verdadeiro do ex-guarda de Alcatraz, ao contrário dos prisioneiros que voltaram atrás de misteriosas chaves, ele procura Tommy Madsen. Assim, Hastings vai atrás de Ray na esperança de achar Tommy. Aí temos alguns pontos se esclarecendo. Na investigação de Rebecca, ela descobre que Ray não é só seu “tio” de coração, mas de sangue também, ele trocou de nome para poder entrar em Alcatraz e ajudar o irmão.

Outra passagem que ajuda a entender o mistério de Alcatraz é quando Hastings sequestra Ray e o leva em uma busca atrás de Tommy, os dois conversam sobre o que aconteceu e Hastings acredita que Ray saiu do presídio antes do dia 21 de março de 1963 avisado pelo irmão de que algo aconteceria. O ex-guarda cita a grande quantidade de sangue que era retirada de Tommy na enfermaria do presídio como algo que pode ter ligação com o que aconteceu em Alcatraz. Hastings abre o coraçãozinho para Ray e conta o que sabe sobre o que aconteceu no presídio. Segundo ele, na noite anterior ao dia 21 de março de 1963  uma estranha névoa foi vista no céu e na manhã seguinte Hastings foi avisado que um incidente matou toda a sua família. A maioria dos guardas também tinha ficado doente, se contaminado, e eles não poderiam sair do presídio. Segundo Hastings, depois disso quando ele viu “já não era mais 1963”. É mais um relato que nos leva a crer que nenhum 63’s sabe o que aconteceu, pelo menos nenhum que voltou até agora. Mas, percebemos que Ray não se surpreende ao ver Hastings da mesma forma em que era 50 anos antes e logo percebemos o porquê. Ray sabe que Tommy voltou e sabia que ele estava hospedado na antiga casa da família.

No final do episódio ainda temos a aparição de Tommy no bar de Ray, da onde é expulso pelo irmão. Fica no ar um mistério: porque Ray se arriscaria a entrar em Alcatraz para ficar junto de seu irmão e depois vemos toda essa raiva 50 anos depois? No início do episódio, Rebecca pergunta ao tio (agora sem aspas, já que sabemos que ele é realmente tio de Becca) se Tommy tinha realmente assassinado a avó dela. Ray responde que primeiro achava que não, mas depois acreditava que sim. Então, acho que temos muito a descobrir ainda sobre essa família, mas já deu para perceber que Tommy não é santo, afinal, foi responsável pela morte do parceiro de sua neta.

Outro enigma é o próprio Hauser, ele usa um “bat-fone vermelho”, como disse Dr. Diego Soto, para falar com os profissionais da sua sala secreta que investigam a origem de todo o acontecido. Nesse episódio vimos que Hauser já começou a trabalhar em uma ligação dos 63’s que apareceram para tentar achar uma conexão. O agente do FBI começa a crer que o mistério tem a ver com Tommy Madsen, atividades sísmicas percebidas na hora que os 63’s aparecem e as chaves que os prisioneiros voltam para procurar.

Um ponto diferente é que no final Hastings não aparece sendo aprisionado em Alcatraz, apesar de ter sido preso pelo sequestro de Ray. Ele é levado por Hauser para ver a casa da sua filha Annie e de longe Hastings conhece sua filha, seus netos e bisnetos, mas Hauser diz que ele nunca mais poderá vê-los. Como explicar para toda a família que o pai de Annie, que deveria estar morto há 50 anos atrás, apareceu de novo, vivinho em folha e com a mesma carinha que Annie lembrava quando tinha sete anos? Com certeza colocaria toda a investigação em risco.

A volta do primeiro ex-guarda de Alcatraz dá um bom ritmo a série e desvenda várias dúvidas. Esse episódio também é marcado por uma vitória pessoal de Rebecca, com todos esses acontecimentos envolvendo a família dela, Madsen descobre que ela é mais importante para a investigação do que a investigação de Hauser é importante para ela.

De Guy Hastings era só pessoal. Podem fechar as celas, Alcatraz de novo só semana que vem.

PS: Ah, penso que se a história oficial diz que outros oito guardas morreram em um “vazamento químico” junto com Hastings, ainda temos mais oito guarda na conta para aparecer ainda, além dos 302 prisioneiros (já voltaram 4).

NCIS – Life Before His Eyes

Data/Hora 09/02/2012, 17:31. Autor
Categorias Especiais, Opinião, Reviews

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Stargate-SG1, ER, Smallville, South Park, Barrados no Baile, CSI: Miami, CSI, Simpsons, Frasier, Melrose Place. Essas são algumas das séries que chegaram ao episódio 200. NCIS entra para esse grupo mas com um pequeno diferencial: apenas na 6ª temporada é que a série atingiu o primeiro lugar na audiência e arrebatou a liderança junto ao público norte-americano. É muito mais comum uma série chegar ao episódio 200 já na “decadência”, seja na qualidade ou na audiência.

Não consigo pensar numa explicação para esse feito. Eu assisto a série desde o início e foi justo quando a qualidade caiu que o (grande) sucesso chegou. A série nunca foi um fracasso mas é no mínimo curioso ver como o spin-off de JAG chegou tão longe (e ainda gerou outro spin-off: NCIS: LA). É tão incrível que eu não me surpreenderia se no futuro a série comece a ganhar prêmios.

A história do episódio não foi nada original. Uma semana antes Grey’s Anatomy apresentou o mesmo tema: realidade alternativa, ou seja, um episódio inteiro onde somos apresentados como seria a vida dos personagens se alguns dos acontecimentos principais da história não tivessem ocorrido. De imediato lembro de Stargate SG1 e One Tree Hill tratando do mesmo assunto.

Agora é o momento para você que não assistiu ir ler outra coisa porque o texto constará spoilers e por mais que o episódio não tenha sido uma maravilha, não aconselho a ler sobre o assunto porque tem surpresas.

O episódio começa com Gibbs em uma lanchonete onde fica claro que ele é um cliente habitual. Um homem de capuz vem em sua direção e atira – nesse momento eu lembrei de West Wing – a cena congela. Frank aparece e começa assim uma “viagem” sobre o passado de Gibbs no melhor estilo “fantasma do natal passado” (como eu disse, não é uma temática inédita). A ideia desse episódio era homenagear aqueles fãs que acompanham a série bem antes da 6ª temporada, pessoas que lembram da Kate, interpretada por Sasha Alexander que hoje faz sucesso em Rizzoli & Isles.

Quando surgiu o anúncio sobre o episódio, e como ele seria, muitos fãs se perguntavam se Sasha iria aparecer. Amada por uns (falo da personagem, não dá atriz), odiada por outros (prazer, “outros”) não há como negar que Kate foi importante para história e que sua morte foi um impacto até para quem já estava spoileada (primeira vez, de muitas, que xinguei a globo.com por colocar spoiler na página principal). A saída de Sasha Alexander foi controversa,  alguns sites afirmavam que ela havia saído brigada. A versão oficial sempre foi que a atriz foi cuidar da vida pessoal (no caso, mudou pra Itália com o marido, que é diretor de cinema e filho da Sophia Loren – Teleséries também é fofoca. :p). Se ela saiu brigada ou não, nunca saberemos, o fato é que para alegria dos fãs, Kate aparece nesse episódio, mas a atriz não gravou com o elenco, foram usadas cenas antigas, ela estava fora do país quando o episódio foi gravado.
A parte dela foi a mais divertida na verdade, mesmo eu dando graças à Deus por ser um universo alternativo, afinal, nessa realidade, Kate está casada e acaba de ter um bebê com Dinozzo. McGee e Abby também estão casados. E Ziva continua sendo agente Mossad.

A cena em que Ziva é interrogada por Tony também é engraçadinha porque ele a chama de TiVa, o nome shipper dos personagens (e não, não sou shipper de Tony e Ziva, aliás não chego a ser shipper de ninguém ali. Um pouquinho, talvez, de Abby e McGee).

Paralelo ao “universo alternativo” temos o caso da semana. Aparentemente é apenas um pano de fundo mas no final descobrimos que quem dá o tiro em Gibbs é o filho do assassino. Eu precisei rever o episódio porque eu simplestamente não estava prestando atenção na investigação.

Tudo caminha para o óbvio: o que faz Gibbs voltar é o reencontro com a mulher e a filha. Ele afirma que não deveria ter deixado ela testemunhar e com isso teria evitado a sua morte, mas Sharon mostra que caso ela tivesse viva, eles não estariam juntos pois Jethro não teria se tornado um agente e morreria na guerra. Tudo muito trágico e clichê.

Como eu disse, não foi lá um bom episódio, principalmente porque nessa temporada a série reencontrou e trouxe histórias realmente muito boas como há tempos não se via, mas foi divertido. E de bônus tivemos Palmer mostrando um corpo que ninguém sabia que ele tinha.. Outro ponto legal de destacar foi sabermos que McGee recebeu um proposta para trabalhar no Japão mas recusou por não querer deixar a equipe, mesmo coisa feita por Tony algumas temporadas atrás.

Nova temporada de ‘Smallville’ estreia em quadrinhos

Data/Hora 09/02/2012, 11:38. Autor
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Foto: DC Comics

Órfãos da série desde maio de 2011, os fãs de Smallville terão motivos para voltar a sorrir. A DC Comics anunciou hoje que o seriado deve voltar em formato de quadrinho  digital e que a série vai continuar de onde parou.

As histórias serão assinadas por Bryan Q. Miller, roteirista da DC e também de Smallville. O roteirista afirmou que está muito feliz por poder escrever os primeiro ano de Clark e sua capa. “Seis meses depois do Clark Kent vestir a capa e tomar os céus para salvar a Terra do Apokolips… a décima primeira temporada começa!”, diz Miller. Ele também confirmou a presença de novos inimígos e novos alíados (será que chegou a vez do Batman aparecer na série?).

Miller informou que  nas novas aventuras de Clark Kent é de se esperar a volta de um personagem importante. Junto com o novo herói de Metropolis também estão a noiva e repórter Lois Lane, a melhor amiga Chloe e Oliver Queen, o Arqueiro Verde.

Os quadrinhos serão publicados em formato digital e serão lançados no dia 13 de abril desse ano. Novos capítulos estarão disponíveis a partir do lançamento semanalmente. Para completar os capítulos online a DC vai lançar no dia 16 de maio a versão impressa, junto com um guia de episódios da série.

Assinando os quadrinhos junto com Miller estarã Gary Frank (Superman Secret Origin) e Cat Staggs e Pere Perez (Batgirl).

 

Vídeo – Awake – Promo legendada da 1ª temporada

Data/Hora 08/02/2012, 22:22. Autor
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Em março tem estréia na NBC. No dia 1° a emissora exibirá o episódio piloto de Awake, o drama criminal de fantasia criado por Kyle Killen.

Awake conta a história de Michael Britten – vivido pelo aclamado ator inglês Jason Isaacs – que passa a viver em realidades alternadas após o acidente que vitimou Rex, seu filho, e Hannah, sua esposa. Na realidade vermelha, a esposa está viva. Já na realidade verde, quem sobreviveu é o filho.

Rex será interpretado por Dylan Minnette (Saving Grace, Lost), enquanto que Laura Allen (Dirt, Terriers) interpretará Hannah. E em cada realidade, o detetive Britten estará cercado por diferentes pessoas.

Na realidade verde, seu parceiro será o Detetive Vega (Wilmer Valderrama); enquanto que sua terapeuta será a Dra. Evans (Cherry Jones). Já na realidade vermelha, o parceiro será o detetive Bird (Steve Harris), e seu terapeuta o Dr. Lee (B. D. Wong).

Ficou curioso com o plot de Awake? Então confere o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs) e nos conte se vai assistir a série:

Castle – The Blue Butterfly

Data/Hora 08/02/2012, 22:12. Autor
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Série: Castle
Episódios: The Blue Butterfly
Temporada:
Número do Episódio: 4×14
Data de Exibição nos EUA: 06/02/2012

Assim como ocorreu com Till Death Do Us Part, o episódio do casamento de Ryan, a ABC promoveu muito The Blue Butterfly, o tão esperado episódio noir. Seria coincidência o fato de que nenhum dos dois me deixou plenamente satisfeita? É a velha história da bandida expectativa…

Desde a estréia dessa 4ª temporada eu venho dizendo que, apesar da mesma qualidade, ela não se compara à 3ª, que foi muito boa. E qual o motivo disso? Castle não tem os casos mais complexos, nem é um seriado que trabalhe com as evidências de forma diferenciada – como Bones e a linha CSI. Então porque o seriado faz tanto sucesso e é tão querido? Por causa dos seus personagens, e da interação entre eles.

Por mais que adoremos todos os outros personagens, e que o show não funcione sem ele, é inegável que os ingredientes principais da receita são Beckett e Castle, e toda sua química e tensão sexual. E foi na 3ª temporada que a relação se “aprofundou”, que ambos descobriram a paixão, e que Castle inclusive revelou seus sentimentos.

E nessa 4ª temporada, qual o progresso? Castle evoluiu como “pessoal fiel”, conforme dá para verificar em vários episódios, e está cada vez mais protetor com Kate. Já Beckett conseguiu admitir que está apaixonada por Castle e que se considera pronta para um eventual relacionamento.

Mas tudo isso pra quê? Pra vermos mais e mais e mais momentos fofos de trocas de olhares e afagos, sem que as coisas progridam consideravelmente? São coisas agradáveis de ser ver, é óbvio. Que fique bem claro que não estou reclamando da existência desses momentos, também fico olhando pra telinha com cara de paspalha. Só acho que está ficando cansativo vermos só isso, muitas vezes de forma perdida no meio de um episódio. É aquela velha história de jogar migalhas shippers pra deixar os fãs com um sorriso bobo.

É óbvio que quero ver beijo em Castle. Mas quero ver um beijo Casckett. Se é pra ser no imaginário, em sonho ou seja lá qualquer outro tipo de “realidade alternativa”, que seja entre Castle e Beckett. Não quero ser enrolada com beijo de Stana e Nathan interpretando outros personagens. Sim, porque apesar de ser tudo fruto do imaginário – que eu amo de paixão – de Castle, ele apenas estava colocando o rosto deles em outras pessoas, com outras histórias. E se é pra mostrar beijo, que seja um BEIJO. E não aquilo que nos foi apresentado no final de The Blue Butterfly, especialmente depois de tanto “quase beijo”.

Feito o desabafo – podem me chamar de exagerada e impaciente -, falarei do episódio. E, sem medo de parecer contraditória, depois de tudo dito acima, vou tecer alguns elogios.

Não foi o melhor episódio noir que já assisti (Brown Betty, de Fringe, é melhor, na minha opinião, por exemplo), mas foi um bom episódio, com cenários e figurinos bem desenvolvidos. Ou seja, The Blue Butterfly cumpriu seu papel noir e encheu os olhos da audiência (bem baixa, por sinal).

E a imersão dos detetives e seu agregado no mundo dos 40’s nos proporcionou o melhor do episódio: o caso. Ou melhor, os casos.

Pra mim, eles foram intrigantes e instigantes, rodeados de glamour, com os personagens clássicos dos melhores casos policiais dos idos de 1947: um gângster e seus capangas, um investigador e sua atenciosa e protetora secretária, uma cantora de um movimentado bar, a ingênua moçoila que deseja ser amada, e a jovenzinha que culpa a moçoila pela ruína de sua família. Tudo interligado por uma bela jóia, que estava perto de fazer inveja ao Heart of the Ocean (Titanic). E que, no final das contas, era falsa e valia… nada.

As cenas dos “dias atuais” foram muito boas, também. Adorei a empolgação de Castle com o caso. As cenas dele lendo o “diário” são ótimas, assim como sua constatação “Porque estou narrando?” Também achei delicioso ver como seus companheiros foram entrando na história também, se empolgando. Especialmente Kate e Ryan. Também, quem não se empolgaria em investigar uma morte causada por um colar de 1 milhão de dólares, amaldiçoado e que já pertenceu à amante de um oficial nazista?

Ri tanto quando Castle deixa escapar um Kate ao invés de Vera! Que divertida a expressão da Stana, e ver Beckett zoando Castle, pois ele estava imaginando os dois nos “papéis principais”. E o desespero de Beckett pra saber o final da história, quando acabaram as informações do diário? Demais!

Adorei também todo o linguajar da época. Especialmente o “bacana” (ri do “Ryan” dizendo “você demora pra aprender”, quando na verdade teve que repetir a palavra tantas vezes). Espo com suas expressões latinas, e “Lannie Sinclair” com seus fellas e nhami-nhami.

E, no final das contas, o envolvimento com o caso de 1947 era tanto que Kate foi misericordiosa o suficiente para não desmascarar o casal simpático de velhinhos apaixonados: o detetive Flynn e sua amada Vera (que é toda ‘romanticazinha’ e o considera o creme do seu café – e SIM! Castle é o creme do café santo de toda manhã da Beckett), que viveram felizes para sempre com muitos filhos, netos e bisnetos. Uma história de amor com um quê de conto de fadas, mesmo.

Enfim, um bom episódio – belo e divertido -, mas que não foi tudo que eu imaginava de um Castle noir. Semana que vem irá ao ar Pandora. Com esse nome, deve ser um episódio daqueles. Será que a caixa de Pandora será, enfim, aberta? Só nos resta esperar.

P.S.: a audiência caiu um tanto, mas não há motivos para nos alarmarmos. Além da estréia de Smash, outros fatores contribuiram para a queda. Os números devem se normalizar na próxima segunda.

PETA lamenta morte de dois cavalos na série ‘Luck’

Data/Hora 08/02/2012, 22:08. Autor
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“Apenas má sorte para os cavalos de Luck”, assim começa o artigo no site do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals – em tradução para o português Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) que expõe a morte de dois cavalos durante as gravações do drama da HBO, Luck. A organização afirma ter oferecido assistência sobre filmagens com cavalos, e agora lamenta o ocorrido. “Dois cavalos morreram por duas horas de série”, diz o artigo.

O PETA questiona os produtores sobre os protocolos de segurança envolvidos em filmagens com animais e completa: “talvez se estivessem nos ouvido, esses cavalos ainda estariam vivos”. A vice-presidente do PETA, Kathy Guillermo, informou que fez uma série de perguntas para a HBO sobre o nome dos cavalos, se eles eram cavalos de corrida aposentados, quais teriam sido seus recordes, quais as condições de saúde que eles apresentavam, quanto tempo de descanso eles tinham e se alguém checou como eles estavam antes das filmagens. “Quando começamos a perguntar questões desconfortáveis, eles fecharam a porta para nós”.

Nos creditos finais do episódio piloto de Luck, não havia o aviso “Nenhum animal foi ferido durante as filmagens” , exigido pela American Humane Association. Um cavalo sofreu uma fratura e teve que ser sacrificado, já o outro morreu em cena.

A série Luck, do criador David Milch (Deadwood), mostra o submundo das corridas de cavalo – o lado negro e também o seu glamur -. A série traz o renomado ator Dustin Hoffman no elenco, e foi renovada recentemente para a segunda temporada.

Confira uma lista com algumas das celebridades que fazem campanha pelo PETA

Alec Baldwin (30 Rock)
Alyssa Milano (Charmed)
Emily Deschanel (Bones)
Gillian Anderson (Arquivo X)
Jane Lynch (Glee)
Jessica Biel (Sétimo Céu)
Kristen Bell (House of Lies)
Kristen Wiig (Saturday Night Live)
Laura Vandervoort (V)
Lea Michele (Glee)
Pamela Anderson (S.O.S. Malibu)
Toni Collette (Desperate Housewives)
Yvonne Strahovski (Chuck)

A organização luta pelo direitos dos animais,  e promove a conscientização sobre assuntos como pesquisa em animais e regaste de bichos abandonados. O lema do PETA é “animais não são nossos para comer, vestir, usar em experiências ou para entretenimento”.

Para mais informações sobre o PETA, acesse o site oficial ou a página no Twitter.

Com informações do InsideTv.

Gossip Girl – The Backup Dan

Data/Hora 08/02/2012, 21:27. Autor
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Depois de um centésimo episódio emocionante, no qual Blair foge do casamento e deixa todos – personagens e telespectadores – curiosos atrás dela, The Backup Dan é o episódio no qual descobrimos as intenções e o destino da mais nova Princesa de Mônaco, ainda que, surpreendentemente, a contragosto.

Posso dizer que me diverti muito nesse episódio. Se o anterior foi carregado de emoção com o drama de Queen B., neste, ela tomou os holofotes em uma fuga cômica. Impossível não rir ao vê-la vestindo uma camiseta “I Love NY” (mais popular impossível), para tentar não se destacar em meio às pessoas. Mas com seu jeito espalhafatoso acaba chamando atenção esfregando as capas de jornais com sua foto na cara das atendentes das cias aéreas. Tudo muito Blair, embora sem a elegância habitual.


A busca por Blair rendeu bons momentos do trio de amigos, ainda que Nate estivesse mais interessado em dar uns beijos em Lola, que é a verdadeira Charlie Rhodes. Chuck e Serena reeditam uma parceria de sucesso sempre que Blair se encontra em apuros. Protegê-la é o que os dois tem feito a maior parte do tempo.

Surpreendentemente os caminhos de Lily, Rufus, Nate e Lola continuam se cruzando e os pequenos detalhes que vão se revelando aos poucos parecem deixar todos mais próximos da verdade. Nate agora sabe algumas coisas sobre a mãe de Lola e, caso essas informações cheguem a Lily o segredo deve ser revelado, basta que eles juntem as peças do quebra-cabeças.


Gossip Girl ganha muito em roteiro quando Georgina Sparks volta à cena. Só posso dizer que fico muito feliz com o retorno dela, que só não está mais malvada do que nunca porque parece que a maternidade mexeu com o coração da bitch. Em outros tempos, Dorota jamais ganharia lanchinho enquanto ficava trancada no closet. E caso ganhasse, a probabilidade de estar envenenado era grande.

Fiquei emocionada no momento em que Eleanor oferece-se para vender a empresa e pagar o dote, em troca da liberdade da filha. Ela ocupa uma postura forte, de super mãe, e principalmente de uma Waldorf, como ela mesma diz. Chuck também se oferece para pagar, mas Blair opta por não aceitar e passar no mínimo um ano vivendo com Louis. Embora tenha ficado um pouco triste, acho que foi bom para a trama já que ninguém mais agüenta a ladainha de Chair.


O que antes parecia um começo para Dair, agora parece mais um ponto final. Por mais que Dan esteja visivelmente apaixonado por Blair, também é visível que para ela, Dan não passa de um grande amigo que está disposto a ajudá-la sempre que preciso. O garoto já tentou de tudo: do livros, aos votos do casamento, passando pelo apoio incondicional e nada disso parece convencer a garota de que ele pode ser o cara certo. O que falta? Pelo visto, a única coisa que faltava era uma atitude desesperada. O vídeo enviado para Gossip Girl mostra que Dan tomou esta atitude, e ainda assim não conseguiu capturar o coração da princesa. É, acho que não vai rolar mesmo.

Sei que sou uma das únicas pessoas que ainda gosta da Serena, mas algumas atitudes dela são fundamentais e demonstram a importância da personagem para a manutenção da ordem. Embora tudo apontasse para o contrário, eu tinha certeza de que ela não havia enviado o vídeo para Gossip Girl. Achei muito fofo ela se queimar com a amiga e assumir que tinha responsabilidade no envio do vídeo (mesmo não tendo), somente para que Blair perdoasse Chuck e tentasse ser feliz com ele. Como será que Georgina usará o vídeo para chantagear Dan? Pelo visto, esta trama será explorada nos próximos episódios.


E como já imaginávamos, Georgina não é a Gossip Girl. Ela apenas assumiu o papel quando a verdadeira GG resolveu sair de cena. Em quem vocês apostam? Qual o palpite?

Fox cancela ‘House’ e anúncia fim na oitava temporada

Data/Hora 08/02/2012, 21:21. Autor
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House deixará a programação da Fox esse ano. A emissora resolveu fechar as portas da produção e por um fim na série ainda na oitava temporada. Segundo o site da TV Guide Magazine, o produtor-executivo da série, David Shore, pediu para a emissora que desse uma data para o fim, desse modo ele poderia dar ao programa uma despedida apropriada.

O cancelamento da série já era esperado, apesar da audiência se manter sólida – com uma média de 9.1 milhões de telespectadores. Mesmo assim, o custo de produção da série – que aumenta com o tempo por causa das licenças e salários – é grande o bastante para que o presidente da NBC Entertainment garanta que a Universal TV – que detém os direitos de produção – não vá procurar outra emissora para continuar a série.

Ano passado, um impasse entre a Fox e a Universal sobre os custos de House colocaram em risco a renovação da série, levando ao corte no orçamento, e como consequência a saída da atriz Lisa Edelstein. Além disso, o contrato do astro da série, Hugh Laurie, vence esse ano, e o ator já se mostrou ansioso para seguir em frente.

Com House saindo da programação, as noites de segunda ficam livres para Alcatraz e a nova série do Keith Sutherland, Touch.

Leia a carta aberta sobre o fim de House.

Com informações do TV Guide Magazine.

Leia a carta aberta sobre o fim de ‘House’

Data/Hora 08/02/2012, 20:53. Autor
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Uma Carta Aberta dos produtores executivos David Shore, Katie Jacobs e Hugh Laurie de HOUSE

Depois de muita deliberação, os produtores de House MD decidiram que nesta temporada, a oitava, deve ser a última. Em abril deste ano eles vão ter completado 177 episódios, o que é cerca de 175 a mais do que o esperado em 2004.
A decisão de terminar o programa agora, ou nunca, é um dolorosa, pois corre o risco de despedaçar centenas de amizades verdadeiras que se desenvolveram ao longo dos últimos oito anos – mas também porque o show em si tem sido uma fonte de grande orgulho para todos os envolvidos.
Desde que começou, House tem procurado oferecer um mundo coerente e satisfatório no qual questões humanas intermináveis de ética e de lógica, emoção e verdade, poderiam ser examinadas, jogadas fora, e, ocasionalmente, respondidas. Isso soa como conversa fiada, mas realmente não é. House tem, em seu tempo, intrigado audiências em todo o mundo em grande número, e mostrou que existe um forte apetite na televisão para o drama que se baseia em mais do que  beleza ou tiroteios.
Mas agora o tempo está chegando ao fim. Os produtores sempre imaginaram House como uma criatura enigmática, ele nunca deve ser o último a deixar a festa. É bem melhor desaparecer antes da música parar, enquanto ainda há alguma promessa e mística no ar.
Os produtores não podem suficientemente expressar a sua gratidão para os centenas de artistas e técnicos dedicados que deram generosamente a sua energia e talento para fazer House a série que tem sido – e talvez continuará a ser durante algum tempo, em uma rede de cabo ou outra.
Os “fazedores” de House também gostariam de agradecer à Fox Broadcasting e a Universal Television por apoiar o show com a imaginação, paciência e grande quantidades de bom gosto. O Estudio-Como-Um-Adversário-Malígno é um dos muitos clichês que House conseguiu evitar, e para quem o elenco e a equipe são profundamente gratos.
Por último, o público: alguns vieram e alguns foram, obviamente. Isto é para ser esperado na vida de qualquer show. Mas ao longo dos últimos oito anos, os produtores de House sentiram-se imensamente honrados de serem o objeto de uma atenção tão grande de um público inteligente, perspicaz, humano e atencioso – para não mencionar numerosos. Mesmo os detratores da série foram encantadores de algum modo. Fazer a série nos faz sentir como uma discussão viva e apaixonada sobre muitos assuntos diferentes, como poderia seriam levantados em 177 horas. A devoção e generosidade dos nossos telespectadores têm sido maravilhosa de se vê.
Então, finalmente, todos em House irão se despedir do público e de uns aos outros com mais de algumas lágrimas, mas também com um profundo sentimento de gratidão pela grande aventura que tiveram o privilégio de desfrutar durante os últimos oito anos. Se o show vive em algum lugar, com alguém, como um apreciador de memória, então isso é uma façanha preciosa, de que seremos sempre orgulhosos.
Todo mundo mente.

Carta traduzida na integra. Retirada do site TvAdicted.

Vídeo – Alcatraz – Promo legendada do episódio 1×06: Paxton Petty

Data/Hora 08/02/2012, 18:51. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

Dia 13/02/2012 vai ao ar, na Fox dos EUA, Paxton Petty, o 6° episódio da estreante Alcatraz.

Dessa vez, o prisioneiro ressurgido, Petty, promoverá ataques com minas terrestres, causando caos e gerando medo. E, em busca de vingança, Paxton tem como alvo o agente Hauser.

Quer saber mais sobre o episódio, e conferir o nível de tensão que está no ar? Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar o que espera do episódio:

 

Mandy Moore será estrela em piloto da ABC

A rede americana ABC acaba de dar sinal verde para o piloto da comédia estrelada por Mandy Moore. A cantora e atriz deve fazer o papel de uma recém-casada que tem a oportunidade de gerenciar um restaurante ao mesmo tempo que tenta gerenciar a sua nova vida e a sua família.A comédia, se aprovada, deve estreiar ainda esse ano.

Mandy Moore é um rostinho carimbado no mundo das séries. Além da participação super especial em Grey’s Anatomy, onde interpretou Mary Portman, a atriz já fez aparições em How I Met Your Mother, Scrubs e Entourage (onde interpretou ela mesma).  Atualmente, Mandy Moore pode ser “ouvida” na voz da Rapunzel na continuação do filme Enrolados, que estreia aqui no Brasil no dia 13 de fevereiro.

Com informações do Entertainment Weekly.

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