Conexão – Conheça Washington D.C. em ‘Bones’

Data/Hora 13/02/2012, 19:21. Autor
Categorias Conexão

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Washington D.C. é um local de assassinatos intrigantes e de discursos eloquentes. É o local da morte dos ex-presidentes Abraham Lincoln e John F. Kennedy e do famoso encontro de Martin Luther King com a multidão revolucionária. É o lugar das leis, da justiça. Mas para muitos, D.C. é mais do que a capital estadunidense, é o cenário dos últimos setes anos da série Bones.

A cidade é apresentada logo no primeiro episódio, no qual é possível conhecer o aeroporto de Dulles, a sede do FBI e o cemitério Nacional de Arlington. Durante as setes temporadas, os monumentos de Washington serviram para localizar as aventuras de B&B, e foi nessa cidade que vimos a sintonia entre morte e justiça desenvolver um dos romances mais emblemáticos das séries. Tudo na série está ligado à D.C., menos a autenticidade do Instituto Jeffersonian – esse inspirado no Smithsonian.

Faça uma viagem pelos princípais  pontos de Washington D.C.

Você pode assistir a sexta temporada de Bones aqui no Brasil pelo canal FOX, quinta, às 22h e na televisão aberta, o canal Band passa a terceira temporada aos domingos, às 21. Nos Estados Unidos, a série retorna apenas no dia 5 de  abril para exibir os episódios restantes da sétima temporada, sempre às quintas, às 21h, horário local.

Sugestões, pedidos e devolução de passagens no twitter @claralmm.

Supernatural – Plucky Pennywhistle’s Magic Menagerie

Data/Hora 13/02/2012, 14:22. Autor
Categorias Reviews

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Série: Supernatural
Episódio: Plucky Pennywhistle’s Magic Menagerie
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×14
Data de Exibição nos EUA: 11/02/2012

Pois é, os palhaços voltaram crianças! Tanto eu quanto Sam conseguimos superar o episódio. Também já sou velha e também tenho um certo problema com esses seres assustadores com cara de assassinos que supostamente deveriam divertir as crianças. Quando aquele primeiro episódio sobre palhaços apareceu na primeira temporada, fiquei com um pé atrás, mas até que foi mais fácil de matar! Desta vez eles deram um pouco mais de trabalho.

No começo do episódio até fiquei com um pouco de esperanças em ter alguma notícia sobre os Leviatãs, mas como já era de se esperar, nada de novo. Pelo menos temos certeza de que alguém está colado atrás do pessoal do Dick Roman. Frank está espiando o movimento, mas mesmo assim está sem nenhuma novidade.

Outra coisa que me surpreendeu: eles falaram sobre as Amazonas! Será que eles vão continuar procurando a turma da Mulher Maravilha? Achei que o desfecho do episódio passado ficou meio vazio, sem explicações necessárias. Seria interessante que eles voltassem a encontrar as Amazonas e pelo menos matar mais uma meia dúzia delas e esclarecer mais algumas coisas.

Mas voltando a história principal: os piores pesadelos das crianças estavam se tornando realidade e punindo seus pais desnaturados. Um tanto radical, mas até que a intenção é boa. Foi um caso simples demais e os Winchesters acabaram rodando em círculos durante muito tempo pra quem tem toda a experiência que eles tem. Sério, era só um cara babaca fazendo um vodoo forte! E o que foi aquela cena do unicórnio soltando arco-íris pelo traseiro depois de ter matado o cara? Hahaha

Acho que o foco do episódio era relembrar e ressaltar o medo de palhaços que Sam tem. Aquele lugar, Plucky, tinha um quê de macabro, com aqueles palhaços com caras de assassinos e cabelos verdes. Aff, que horror!

Já aquele garotinho, Tyler fez Sam e Dean lembrarem da infância problemática deles com o pai ausente. E também de como o trauma de Sam apareceu: Dean o deixava numa lanchonete igual aquela para galinhar com a mulherada. E o pobre Sam ficou traumatizado em ter que ficar forever alone com aqueles palhaços horríveis! Bad Dean! O garoto que interpretou Tyler já fez várias pontas em diversas séries como Fringe, Once Upon a Time, Smallville mas na maioria das vezes com aparições pequenas como a deste episódio.

Já Howard, eu tinha a impressão de ter visto antes aquele cara em algum lugar. Mas pesquisei e não encontrei nada. By the way, achei a história dele meio fraquinha e óbvia. Punir outros pais porque odiava seus pais ausentes bla bla bla… Balanço geral: episódio meio engraçado, mas teriacaído melhor lá pela segunda temporada, não agora. História fraca, conflito passageiro entre os irmãos, nenhum monstro interessante, uma pena! Valeu pelo unicórnio e pelo Dean com cara de bobo por causa da mola maluca 🙂

Mas chega de reclamações. Vi a promo do episódio da semana que vem e parece ser bem mais interessante! Roteiristas, salvem esta temporada monótona! Por favoooooor!

Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×13: What Happened to Frederick

Data/Hora 13/02/2012, 12:03. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

No próximo domingo, 19/02/2012, vai ao ar pela ABC, nos Estados Unidos, o 13° episódio de Once Upon a Time.

Em What Happened to Frederick, será explorada novamente a história do Prince Charming e da Snow White, e dos seus “correspondentes” na atualidade. Será que regina conseguirá, enfim, separar o casal apaixonado?

Confira o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar o que espera do episódio:

Fringe – Welcome to Westfield

Data/Hora 13/02/2012, 11:56. Autor
Categorias Reviews

Série: Fringe
Episódio: Welcome to Westfield
Temporada:
Número do Episódio: 4×12
Data de Exibição nos EUA: 10/02/2012

Em 14/01/2010 foi ao ar Johari Window, o 12° episódio da 2ª temporada de Fringe. O seriado ainda passava nas quintas, e o episódio marcou 6.529 milhões na audiência e 2.6 de rating.

Dois anos e alguns dias depois, vimos Welcome to Westfield, o 12° episódio da 4 ª temporada de Fringe. Muita coisa mudou. Agora, Fringe vai ao ar nas “malditas” sextas-feiras, e atinge míseros 3.08 milhões na audiência, e 1.1 na rating. Os altos índices de audiência (máxima de 13.27 milhões no episódio The Same Old Story – 1×02) estão em um passado distante, que não voltará mais. Certamente já tem fã chorando o cancelamento, ou torcendo para algum canal fechado dos EUA comprar a série.

Mas se muita coisa mudou, muita coisa permanece “igual”. Os roteiristas de Fringe – ao contrário do que aconteceu com os de muita série de sci-fi por aí – não perderam a mão, e continuam desenvolvendo muito bem – e coerentemente – a mitologia da série. Os episódios continuam empolgantes, surpreendentes e deixam os fãs sempre com um gostinho de quero mais. E teorizando muito, é claro.

Welcome to Westfield fez uma clara menção à Johari Window. O caso da “cidade amaldiçoada” de Westfield remontou à cidade de Edina, ainda que as semelhanças não fossem tantas. E ainda que nós não fizemos a conexão de instantâneo, acabaríamos lembrando do episódio, por que alguém nos lembrou da ligação existente. E que alguém.

Tudo começou com um sonho romântico/hot em tons de azul. Olivia e Peter em um momento in love, juntos e felizes. Olivia, ou aquela que seria a C-Olivia, estava tendo sonhos românticos com Peter. Será que o jovem Bishop estava gerando nela o efeito gerado nas suas outras versões? O sonho foi interrompido por uma ligação com uma espécie de aviso. “Estou prestes a voltar para casa”, diz Peter. Mal sabe ele que não há para onde voltar. Ele já está em casa. Mas, para Peter, Olivia e Walter estão esperando por ele em algum lugar.

Olivia é chamada para Westfield, a fim de investigar mais um evento fringe (a cena do avião remontou à Lost. Mas ainda assim eu acabei linkando com o avião do Pilot – 1×01 -, que inaugurou a série e sua mitologia). E, para a surpresa geral da nação – ou de todas as nações multiuniversos -, Walter apareceu em campo, louco para investigar. E para comer tortas de ruibarbo.

O clima sombrio que cercava a cidade de Westfield deixou tudo mais interessante. Era óbvio que algo aconteceria a Peter, Walter e Olivia, e que uma vez na cidade eles teriam problemas para deixá-la. Mas isso não tornou as coisas óbvias. Pelo contrário, manteve o suspense no ar. Cheguei a cogitar alguma coisa que causasse distúrbios de personalidade múltipla após a cena da torta, mas logo ficou evidente que se tratava de algo mais grandiosos.

E eu pensei logo “Massive Dynamic + exército”. E aí a 1ª bomba do episódio. Liv, muito naturalmente, citando o caso QUE ELES investigaram em Edina. Eu vibrei, confesso. Pensei: Ela está lembrando.

Mas em Fringe cada explicação vem cercada de uma dúvida e logo pensei que Olivia estava apenas sofrendo dos mesmos efeitos que os demais habitantes da cidade, já que os “sintomas” da loira se pareciam com aqueles citados por Cliff. E sim, pensei que um vírus, uma molécula, um experimento justificassem a “esquizofrenia coletiva”.

Mas Olivia é empata (olha o glyph code da semana passada tendo relação com esse episódio! Pensei que empath se relacionava com March. Mas agora creio que se insere em um contexto ainda maior, já que o code dessa semana foi Olive) e ela estava apenas somatizando os efeitos sentidos pelos habitantes. Ou seja, os roteiristas estavam jogando na nossa cara que ela estava lembrando, e ainda inseriram conversas de Peter e Liv para demonstrar o crescente interesse da agente no “parceiro”. Conversas com informações que logo na seqüência seriam usadas para “explodir nossas mentes”.

Walter e Peter, funcionando cada vez mais como a dupla de pai-e-filho que estávamos acostumados a ver, conseguiram salvar – se não a cidade toda – os habitantes que restaram, depois do maligno plano de Jones de fundir os universos começar a funcionar. Foi bizarro ver as pessoas se fundindo com seus duplos do outro universo. E amedrontador também. Qual a próxima cartada de Jones? Achei interessante que Walter cita que a fase 2 estava começando. Seria essa, mesmo, a fase dois referida por Jones e Nina, anteriormente, e a qual teria participação de Olivia?

Westfield se foi. Assim como também se foi o universo que Peter conhecia. E talvez essa seja a maior mensagem do episódio. Há coisas que mudam, e que não voltarão a ser como antes. Então, se estamos esperando que aconteça algo que restaure as coisas que aconteceram nas 3 primeiras temporadas, acho melhor desistirmos.

No final de tudo, Walter fazendo waflers, como era usual. E desejando que o jovem – que cada vez mais ele identifica como filho – desista de voltar pra casa. Pra mim, a dinâmica entre eles (assim como Peter/Olivia) está cada vez mais parecida com a do universo A não-modificado.

E para os segundos finais estava reservada a maior surpresa da noite de sexta. Olivia recordou. Assim, de repente. Talvez até inexplicavelmente – por enquanto. E agiu com Peter como se ele nunca tivesse ido embora. Para espanto de todos os seres vivos sobre a Terra, inclusive de Peter, que deve ter pensado que não poderia errar de Olivia novamente.

E agora, como ficarão as coisas? Como indica a promo de A Better Human Being, nada deve ser fácil. E nem imaginaria que fosse. Mas confesso que estou muito ansiosa para o que os roteiristas ainda tem para nos apresentar. Então, até semana que vem, pessoal!

P.S.: pode não ter relação alguma, mas será que pro plano de Jones dar certo, Olivia não precisa se recordar de Peter, e por isso as drogas ministradas por Nina? Não consigo parar de pensar que a loira está tendo mais facilidade em relembrar por causa das drogas administradas.

Destaques da Semana – Brasil – 13/2 a 19/2

Data/Hora 13/02/2012, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Vai começar o Carnaval de séries. Confira as atrações que teremos esta semana nos canais de TV paga. E deixe seu comentário!

Segunda, 13/2

Na semana passada estreou no canal Cinemax a nova série Hell on Wheels – que eles anunciam com o título em português Inferno sobre Rodas. A produção, do incensado canal AMC, é um drama de época, sobre a construção da First Transcontinental Railroad, a linha de trem que ligou a California ao estado do Nebraska. O segundo episódio vai ao ar às 22h.

No AXN, 21h, episódio 9×03 de NCIS e, às 22h, episódio 7x09 de Criminal Minds.

Na Warner, tem Mike & Molly (20h, 2×12), Suburgatory (20h30, 1×12), The Mentalist (21h, 4×12) e Alcatraz (22h, episódio 1×04 – Eric Johnson, ex-Smallville e Flash Gordon, é o fugitivo da semana).

No Universal Channel, 21h, episódio 1×76 de Grimm. No Sony Spin, tem 90210 (21h, 4×08) e Switched at Birth (22h, 1×08).

Grey’s Anatomy – Suddenly
Na Sony, tem CSI (21h, 12×09), Grey’s Anatomy (22h, 8×10) e Private Practice (23h, 5×08). O episódio de Grey’s Anatomy, Suddenly, é um dos mais tensos e melhores dos últimos anos – com Meredith e Alex diante de um acidente com múltiplas vidas na estrada e Yang tendo que trabalhar ao lado de Teddy, que não sabe que seu marido está morto. Depois de assistir ao episódio, deixe seu comentário aqui. Clique aqui para continuar a leitura »

The Vampire Diaries – Dangerous Liaisons

Data/Hora 12/02/2012, 23:09. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Dangerous Liaisons
Temporada: 
Número do Episódio: 3×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012

Finalmente a Família Original está reunida novamente. Se o Klaus já era encrenqueiro e algo com que se preocupar, vimos que ele tem a quem puxar, pois Esther não parece ser flor que se cheire. Pois é, Mamãe Original mal acordou de seu sono de beleza e já começou a mandar na filharada toda. E como se não fosse o bastante, resolveu fazer um baile para reunir a cidade e secretamente para comemorar o fato de que ela é quem manda em tudo ali, ou pelo menos pensa que manda.

Mystic Falls andava carente de umas boas festinhas, já que aquela dada pelo Conselho enquanto Caroline tinha sua festa de aniversário macabra não conta, mas este episódio compensou a ausência de festanças na cidade. Bem, e se os Originais fizeram questão de entregar convites para todo mundo, não quiseram chamar Bonnie e a mãe dela, pois as duas nem deram as caras pelo baile. A mesma coisa com Meredith, que também não apareceu… Mas dessa aí eu desconfio, e acho que boa coisa ela não andou fazendo.

O fato que é tudo girou em torno da festa dos Mikaelson (os Originais) neste episódio, comprovando a teoria de que episódio com evento é episódio bom. E como bom baile, cada um teve que arranjar acompanhante: Klaus convidou Caroline, na esperança de desenvolver mais esse “romance” dos dois, e realmente foram interessantes os momentos e conversas do casal, o que mostrou um lado mais sensível e bondoso do Klaus. Já Rebekah foi com Matt, tendo a intenção de matá-lo somente para fazer Elena sofrer, mas acabou dando para trás no último instante ao perceber que estava criando uma afeição pelo rapaz. Elena, contrariando os Salvatore, abusou de sua teimosia novamente e foi sozinha ao baile para saber de uma vez por todas o que Esther estava querendo com ela, mas como boa donzela em perigo, acabou sendo acompanhada por Stefan e Damon ao mesmo tempo assim que chegou ao evento.

Verdade seja dita: o que Elena teve de linda neste episódio, teve de estúpida. Mesmo sabendo que Esther não é nada confiável, concordou em ter uma conversinha com ela e ajudá-la no plano para exterminar de vez a raça Original, o que renderá à mulher no mínimo o título de pior mãe do ano. Apesar do plano absurdo, a conversa valeu para alguma coisa, pois foi explicada a razão de Mamãe Original estar vivinha da Silva mesmo não tendo se transformado em vampira. Enfim, como se não bastasse a Elena ter sido cúmplice da matança em andamento, magoou os sentimentos do Damon (que tentou protegê-la o tempo todo) e voltou a correr atrás do Stefan.

Ok, uma hora ou outra o drama de Stefan e Elena seria retomado, mas isso já está ficando cansativo. Ela fica pedindo para ele voltar a se importar, chora, faz drama e tudo mais. Ele tenta fingir que não liga mais para nada e que não quer a ex-namoradinha. Mas sejamos francos: apesar da mega torcida Delena, Stefan e Elena se merecem e cedo ou tarde vão cair um nos braços do outro e retomar aquela melação de temporadas atrás.

Pelo menos a falta de senso de Elena ao falar as coisas para o Damon sem ao menos pensar nos sentimentos do coitado teve um lado bom: o vampiro parou (pelo menos por enquanto) de ser babaca dela e foi se divertir com Rebekah, já que a loira também estava com o ego magoado por levar um fora do Matt. Só espero que essa pegação dos dois continue por algum tempo para Damon ver que Elena não é a única garota que existe no mundo, e para Elena também perceber isso. A única complicação é o fato que Rebekah (assim como o resto da parentada dela) está com os dias contados a não ser que alguém de um jeito de desfazer o feitiço da Esther bruxona.

P. S. [1]: Como amo teorias, acho bem provável que Esther não tenha convidado as Bennett para que ninguém ameaçasse sua macumba contra os filhos. Se bem que o boato sobre uma festa daquelas se espalharia rápido por Mystic Falls, já que a cidade é um ovo. Então acho que se esqueceram das bruxinhas mesmo.

P. S. [2]: Até que enfim Damon aliviou um pouco de sua tensão sexual. Vamos admitir que Rebekah e ele combinam. Na falta da ‘Vampbitch’, é de uma mulher assim que ele precisa. Espero que continuem desse jeito por uns bons episódios, dando bastante prejuízo para o setor de figurino da CW.

P. S. [3]: Duvido que o plano da Mamãe Original dê certo, mas se der, acho que teremos outro massacre de vampiros como aconteceu na primeira temporada, com a única diferença que será restrito somente aos Mikaelson.

P. S. [4]: E por último, não me conformo de que Caroline já tenha gostado do sem graça do Matt e do metidinho do Tyler, mas despreze o Klaus que está todo fofo com ela. Então, Tyler, continue mesmo em sua rehab de híbrido para que Caroline possa arranjar alguém melhor. Obrigada.

The Secret Circle – Valentine

Data/Hora 12/02/2012, 23:08. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Secret Circle
Episódio:  Valentine
Temporada:
Número do episódio: 01×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012

Happy Valentine’s Day everybody!  Confesso que pela primeira vez um episódio de The Secret Circle me fez ficar com medinho. Ninguém me avisou que assitir Valentine sozinha no quarto lá pelas duas da manhã não seria uma boa escolha. Enfim, eu sobrevivi sem arranhões – que nem a Cassie – e sem pesadelos para chegar aqui e dizer que esse foi sim, um dos melhores episódios até agora.  A suspeita de que os produtores acertaram no fio da meada a partir da segunda parte da primeira temporada só vem se confirmando a cada episódio e o meu medo da série não passar dela vai diminuindo na mesma proporção.

Parece que titio Blackwell não é das melhores pessoas mesmo. O final de Valentine deixou claro que falta pouco para descobrirmos isso. Até o episódio passado eu acreditava que ele poderia ser um bruxo bonzinho, mesmo tendo magia negra. Mas foi só descobrir um pouquinho mais sobre o tal medalhão que tudo mudou. John matou uma quantidade incontável de bruxos e concentrou o poder deles no medalhão que Cassie encontrou. Ao ativar o medalhão – na cena macabra do final de Medallion – os fantasmas dos bruxos mortos conseguiram sentir que ele foi usado e foram atrás de Cassie com a intenção de reaver o poder contido nele.

E não é que o Isaac queria ajudar dessa vez? Eu desconfiei dele no início, mas  quando os fantasminhas nada amigáveis começaram a tentar pegar o medalhão que acreditei. Pelo menos isso serviu para todos saberem que, sim, o Jake não quer mais nada com os caçadores. Pelo menos até agora não teve recaídas.

Noção de perigo é um conceito que passa longe, muito longe da mente da Cassie, não? Depois de ter visto os tais fantasmas encapuzados o dia inteiro, ter sido quase enforcada pelo medalhão e de ter sofrido um acidente de carro – que devia ter tirado pelo menos um sangue da testa dela, but -, ela ainda segue os fantasmas – pela floresta escura – até uma igreja que não transmitia nem um pouco de tranquilidade no meio da noite e  SOZINHA. Ninguém nunca disse a ele que depois de um acidente daqueles o mínimo que ela tinha que fazer era ser examinada por um médico? Ah, claro, ela é uma bruxa.

Mas o fato de ser uma bruxa não explica a força descomunal que fez ela reduzir o medalhão a um simples amassado de metal quando os fantasmas ameaçaram matar Adam – pausa para comentário sobre a atuação de Thomas Dekker possuído: adorei.

Enquanto Cassie, Jake e Adam estavam lutando com os fantasminhas, Faye, Melissa e Diana estavam numa festinha do pijama contra o dia dos namorados. Diana e Melissa drogadas foi de longe a parte mais engraçada do episódio. O pedaço da Melissa tendo overdose já não foi tão legal assim. Eu disse que ela ia acabar viciando… Parece que Faye percebeu que, se não mudasse, ia acabar perdendo a amizade de Melissa definitivamente, e esse triângulo Diana-Melissa-Faye pode render daqui para frente. Quanto à Diana beijando o entregador de pizza, eu não comentarei. Só vou dizer que ri bastante.

E, pelamordedeus, alguém me diz o que foi aquela cena de Faye e Jake no início do episódio? Gente, eu preciso dizer que meus hormônios adolescentes me fizeram sentir uma pontinha – de tamanho considerável – de inveja da Phoebe nas gravações – que a Lucy Hale não me escute. A única coisa estranha é o fato daquela cama já ter sido ocupada por Melissa e Nick…

Cassie e Adam finalmente se acertaram. Se fosse no início da temporada, eu teria me empolgado mais com o beijo do final do episódio, mas agora eu acho que ela combina mais com o Jake.

Por último, mas não menos importante, devo dizer que me decepcionei com o Lee. Então, quer dizer que, esse tempo todo, o objetivo final dele era usar Faye para acordar Eva? Espere pela fúria da Chamberlain mais nova quando ela descobrir, Lee.

Grey’s Anatomy – All You Need Is Love

Data/Hora 12/02/2012, 16:14. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: All You Need Is Love
Temporada:
Número do Episódio: 8×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012

14 episódios de Grey’s Anatomy nessa temporada. 14 bons episódios. Ou melhor: 14 ótimos episódios. All You Need Is Love foi um belo episódio de Valentine’s Day. Shonda, mais uma vez, soube dosar brilhantemente drama, emoção, diversão, tensão e momentos fofos.

Foram quatro os casos da semana. Um melhor que o outro. Todos prenderam a atenção, e – como usual – fizeram nossos médicos favoritos refletirem .

O florista colocou sua vida em risco para “reparar os erros de outras pessoas”. Esse caso rendeu ótimos momentos. O 1° deles, com o carro invadindo o saguão do hospital (como Yang estava ali, fiquei pensando que poderia vir mais tragédia por aí). Depois, na sala de operação, com Teddy respondendo à pergunta destrambelhada do interno. E, por fim, entre Teddy e Owen. Seriously que ele achou que ia chamar ela pra uma bebidinha e tudo voltaria a ser como era antes? O discurso de Altman foi pesado, mas acho muito natural ela se sentir daquela forma. É óbvio que acho que com o passar do tempo a mágoa dela diminuirá. E embora eu ache que eles nunca serão BFFs novamente, há futuro para a amizade.

O caso do casal de “almas gêmeas” ameaçado pelas convulsões e pelo teratoma da mulher também foi tocante. No final, ela ficou estéril. Mas eles permaneceram juntos.

E o que dizer do caso do namorado de 8 anos, atropelado justamente quando iria propor à namorada enfurecida? Achei que o rapaz sobreviveria, já que a namorada aprendeu a lição e chegou à conclusão que uma aliança não vale mais que o sentimento. Mas isso não foi suficiente, e a deusa malvada do drama matou o pobre infeliz. Ainda bem que isso serviu para alguma coisa, e Lexie se ligou que precisa falar com Mark.

Mas o que mais me tocou foi o caso de Clementine, a namoradinha de Nico. Amor puro e inocente. Caracterizado pela entrega. Que coisa mais fofa do que oferecer a mão para a namorada apertar muito forte, caso necessário? Ou do que deixar uma carta extra fofa como prova de amor – de mãos dadas pulando no trampolim?! -, já que foi arrastado pela mãe para casa? Ou que continuar amando a pessoa que te deu os chocolates que quase te mataram, sem se importar nem um pouco com isso. Amoleceu geral os corações, inclusive o do Karev.

Além dos casos, também acompanhamos os “dramas” românticos do pessoal do Seattle Grace.

Achei interessante a dinâmica entre Bailey e Ben. O anestesista é o oposto de Bailey, em questão de romantismo. Ter planejado o jantar no hospital mostra que, realmente, ele conhece a namorada. E, principalmente, que ele não exigirá que ela mude (lembro que esse era um ponto de tensão com Tucker). Tenho gostado das cenas entre o casal, diferentemente da 1ª vez que eles namoraram. Então, torço pra que o relacionamento continue bem.

Aliás, tenho gostado mais de Miranda. Acho que ela tem ganhado mais destaque, especialmente depois da parceria com Meredith. As duas funcionam bem juntas, na cirurgia geral. Ambas são muito qualificadas e “chutam traseiros” por aí. Vida longa e próspera à parceria (embora eu achasse a Mer a diva da Neuro).

Meredith e Derek, procurando um local “livre de bebês” para fazer sexo também foi divertido. E, ao mesmo tempo, me lembrou algumas coisas, como a fase – depois que reataram na 3ª temporada – em que tentaram começar por outro momento que não o sexo – e que envolvia banhos de banheira; a vez que foram pegos por Bailey fazendo sexo dentro do carro de Derek na frente da casa de Mer; e a aquela fase deliciosa e cômica, após o casamento post-it, na qual “qualquer lugar era lugar” – e Lexie sofreu com os efeitos de ambas.

Pra mim, uma das melhores coisas da 8ª temporada é como ela tem despertado lembranças e me feito recordar momentos dos 8 anos de Grey’s Anatomy.

E o plot de MerDer abriu caminho pra Lexie. Foi divertido ela cuidando de Zola. Ri no final do episódio, enquanto ela caminhava pela casa “debatendo” com a garotinha o que ela deveria falar para Mark. Adorei quando ela bateu na porta de Sloan e anunciou que precisava dizer algumas coisas. E que saia justa, né?! Sloan e Avery, juntos? Mas gostei de ver que Mark não deixou Lexie ir embora, e a cara dele quando disse que poderia mandar Avery embora denuncia que ele ainda tem sentimentos pela ex. Pelo visto, poderemos ver Sexie juntos novamente.

A escolha de Mark como babá também foi divertida. Adorei Arizona no episódio. Acho legal a relação dela com Mark, essa coisa meio “caras”. E achei muito divertida a tensão dela com o “acampamento” bolado por Callie. Foi bonitinha a interação das duas no episódio, também.

Do outro lado do muro que separa casais felizes dos “nem tanto”, Webber e Adele e Owen e Yang.

O Chief se esforçou para comemorar a data com a esposa – juntamente com o aniversário de casamento – mas não foi reconhecido por Adele, graças ao Alzheimer. Achei de cortar o coração o diálogo dele com a Bailey. Peninha.

E se uma doença deixou a noite do Chief menos feliz, as diferenças entre Owen e Yang estragaram a deles. Aliás, não somente o Valentine’s Day foi estragado pelo casal, que está muito abalado já há algum tempo. E depois do barraco da festinha de Zola a coisa degringolou. Foi legal a cena do elevador (um clássico de Grey’s), e – como sempre – Sandra Oh deu um show na interpretação. E a cena na saída de ar (olha mais lembranças aí!) também foi bacana. Embora eu não goste de Owen, entendo que Yang o ama e quer viver com ele, mas sem abrir mão da sua personalidade. Eu não acredito neles como casal, acho que é muita coisa para eles superarem e eles não tocam na questão a ponto de tornar isso possível. Mas acho que Yang não desistiria sem tentar tudo que é possível – assim como nas cirurgias – então entendo a atitude de implorar.

Enfim, mais um episódio redondinho, recheado de bons momentos. E que nos permite dizer que dá gosto – e muito – assistir Grey’s Anatomy.

Semana que vem episódio de duas horas (na verdade emendaram Grey’s com Private Practice), com o tradicional crossover nosso de cada dia. Então, até lá.

Vídeo – The Big C – Promo legendada da 3ª temporada

Data/Hora 12/02/2012, 13:06. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

The Big C retorna para sua terceira temporada em 08/04/2012.

E parece que tempos melhores virão para os Jamison. Teria Cathy um futuro mais longo, ou mais momentos de drama ocuparão os episódios do dramédia da Showtime?

Vale lembrar que na 3ª temporada, Gabourey Sidibe foi promovida ao elenco regular do seriado, então veremos muito mais de Andrea.

Quer conferir uma prévia de momentos felizes que estão por vir? Então confira o vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs (@InSUBs), e não deixe de comentar sobre sua expectativa para o retorno do seriado:

Glee — The Spanish Teacher

Data/Hora 11/02/2012, 09:45. Autor
Categorias Reviews

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Série: Glee
Episódio: The Spanish Teacher
Temporada:
Número do Episódio: 3×12
Data de Exibição nos EUA: 07/02/2012

Um episódio típico de Glee, uma história digna, e uma lição de moral que faz você repensar um pouco o que está fazendo da vida. O episódio 12 traz como convidado o Ricky Martin, um professor noturno de espanhol. Como ele aparece na história ? Bom, isso é triste de se dizer, mas descobrimos que Will é um péssimo professor, e que nem saber falar espanhol sabe.

Confesso que quando descobri isso, senti um pedaço do meu mundo desabando. Tá, isso é um pouco de exagero, mas fiquei decepcionada. O importante é que ele sabe dar conta do Glee Club, e como sabe! E isso que o episódio traz de especial para os Gleeks. Aquela velha história que você tem que fazer o que te faz feliz. E Will não é feliz sendo um professor de espanhol. E quando Figgins diz que existe uma vaga fixa como professor de História, matéria que o Will adora, e quer, para poder dar uma estabilidade para Emma. O único problema, é que para isso, ele precisa aprender espanhol. É aí que o personagem do Ricky entra. Will procura o professor noturno, David Martinez, para dar aulas à ele. E descobre que o cara tem todo um jeito latino, que daria uma ótima tarefa: Músicas em espanhol.

Lógico que Glee não poderia ter Ricky Martin como simples ator, e ele dá um show fazendo o que ele melhor sabe fazer: Cantar e rebolar.

Enquanto isso, Rachel fica desesperada e acaba deixando escapar para Kurt e Mercedes que Finn pediu ela em casamento. Kurt fica pasmo, e vai logo tirar satisfação com o irmão. O discurso que ele fez, conseguiu descrever tudo o que eu queria dizer para o Finn: Que ele é muito mais do que só o namorado da Rachel. E que ele precisa começar a agir como um ser, que tem seus próprios sonhos, e seus próprios talentos.

Outro casal que teve destaque no episódio foi Sam e Mercedes. Emma deu a ideia de os dois ficarem sem se falar por algum tempo, assim, poderiam pensar sobre o que realmente queriam. Tudo correu bem, a não ser pelo fato que Mercedes aparentemente não se decidiu, e ainda está com Shane. Posso matar ela, produção ? O Sam é todo fofo, canta pra ela, e até tentou colocar “Mercedes está cheirosa” nos TT’s Mundiais, e ela nem ai!

Outra coisa super importante e emocionante que rolou no episódio, foi que Sue resolveu engravidar. Foi super engraçado ela ficar tentando achar sêmen e querendo pegar o do Will. Mas o fato é, que ela fez isso porque acha muito bonito o quanto Will consegue ser bom, e sempre ser gentil. Então, ela queria ter um filho assim.

Sobre o emprego, quem conseguiu a vaga fixa foi Emma. Que não esteve em briga nenhuma, mas sempre se manteve sã, e trabalhadora. Criou vários folhetos, que educaram e ajudaram muita gente. Ridículo, foi o Will que, com toda a pressão, acabou jogando toda a raiva em Emma, mas depois deu jeito de se ajeitar com a amada.

Episódio sem muita história elaborada, mas digna de prender a atenção. Gostei de tudo, e adorei ver a Santana arrasando e dizendo ao Will que ele tem que seguir seus sonhos, pois foi isso que ele a ensinou.

Sobre os números musicais:

La Cucaracha foi hilário! O que foram os meninos com aquele chapéu ? Muito bom e ridículo! A Little Less Conversation foi estranho, mas bom. Na cena desse número, Santana diz que reclamou sobre ele para o Figgins, porque “sem paixão, você não alcançará o sucesso”.

Sexy and I Know It foi muito bom! Ricky Martin colocou todo mundo pra dançar, e o rebolado dele foi tudo!

La Isla Bonita foi o melhor número, sem dúvida nenhuma! A Naya me fez rever minha sexualidade, porque ela é linda demais!

Bamboleo/Hero foi super!  Não sei super o que, mas foi! Sam me deixou babando na frente da TV. Don’t Wanna Lose You foi lindo, a Amber tem uma voz tão linda quanto a da Lea, e devia sim, ter solos mais vezes.

One Tree Hill – The Killing Moon

Data/Hora 10/02/2012, 10:46. Autor
Categorias Reviews

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Série: One Tree Hill
Episódio: The Killing Moon
Temporada:
Número do episódio: 09×05.
Data de exibição nos EUA: 08/02/12

Sabe aquela série que você tem orgulho de assistir. Orgulho de se identificar com seus personagens? E digo mais. Depois de tanto tempo, sabe quando você olha para aquele personagem e diz – isso é a cara dele? Poisé. Sobre o episódio desta semana, eu preciso dizer – Isso é One Tree Hill. Eu poderia terminar a Review aqui agora, e não ter mais nada a acrescentar, que depois de assistirem este episódio vocês ficariam com este mesmo sentimento. A temporada final começou de verdade semana passada, e o que continuamos assistindo é simplesmente isso: a Tree Hill que agente quer ver.

Semana passada, tivemos um episódio maravilhoso e um final sensacional? Quer coisa melhor? Sim. Nós merecemos. E o que é melhor do que ter isso? Ter vários disso. E volto a afirmar: tenho um pressentimento de que agora só teremos episódios bons. E este episódio pode ser descrito por várias características: complementar, angustiante, engraçado… Quando vocês olharam o bichinho da Lydia caído no aeroporto, todos já suspeitavam né? Muitos já sabiam o que ia acontecer, outros não, mas agora é a realidade: Nathan Scott esta desaparecido. E vou explicar porque. Pode ser talvez uma decisão criativa, o que não acredito muito, mas o fato é que, o ator James Lafferty, que dá vida ao personagem, não queria retornar como fixo na temporada final. Ele tinha outros projetos em vista e estava um pouco cansado de representar por mais de oito anos o mesmo personagem. Frescura? Não. Sinceramente não sei se teria vontade de dar vida a um personagem por tanto tempo assim. Deve ser mesmo desgastante. O fato é que, quem sofreu as conseqüências foi a família Scott. Isso porque, a ausência de Lefferty foi colocada como o seqüestro de Nathan. Pode até ter caído como uma luva, e trazer uma carga muito boa para a série, mas sinceramente, preferiria ver Nathan com mais freqüência nos últimos episódios, e não apenas flashs…

Muitos foram os pontos positivos neste episódio. Sabe, não sei se foi uma ruim interpretação minha, no início desta temporada, mas não conseguia enxergar nenhuma das características dos nossos personagens ali. E agora, estamos tendo elas de volta. A começar por Brooke. Esta Brooke é A Brooke.  Por quem eu me apaixonei e acho que vocês também. A Brooke engraçada que não sabe fazer um capuccino. A Brooke preocupada com o próximo. E Sophia Bush nos deu o prazer da lembrança neste episódio. Formidável. Só elogios. E a rivalidade dos cafés só vem aumentando. Primeiro a “Não é a Alex” leva uma planta para selar uma paz, com a concorrência. Mas descobrem que a planta estava cheio de baratas somente para duvidarem da higiene do local. Com isso B. Davis vai tirar satisfação e faz aquela cena que só ela sabe fazer. Mas ela conseguiu se superar, acreditem. Quando a rival coloca um bilhete no carro de Julian o desprezando sobre o acontecimento, Brooke vai que nem uma furiosa dar apenas um recado. Um recado que foi uma das melhores cenas até agora: Brooke quebrando todo o café da frente.  Isso aí B. Davis, nós te amamos e te apoiamos.

Julian teve todo o destaque mereceu no episódio passado. Mas nem por isso, não deixou de ter boas cenas neste episódio. Além do mau estar no café, por conta do bilhere questionando sua posição como pai, Julian continua cabisbaixo e super preocupado com as crianças. Não é pra menos. Mas parece que o personagem está com o sentimento de muitos telespectadores: o de Julian sair dessa sem punição. Para o personagem, ele deve ser punido sim, pelo o que fez a Davis. E diante disso, provoca uma briga em um bar, onde apanha até não querer mais. Triste né? Queo só ver o que Brooke vai falar quando der de cara com Julian todo machucado.

Bom, geralmente, eu não gastaria mais de umas três linhas para falar de Clay, mas ele tomou uma parte considerável do episódio, e, portanto preciso comentar. Ele se internou para fazer o tratamento, mas logo quis ir embora. Patético né? Só que, no centro de reabilitação ele conhece um garotinho órfão, que sempre esta no local, e que recebe ajuda dos médicos. E ali, Clay teve uma das conversas mais significantes dentre os 49 episódios que o personagem já esteve presente. Sério. Toda aquela conversa sobre avião, e infância e heróis foi bacana. Mas não. Clay Evans ainda não me cativou. Mas ao que parece, a história dele com o garoto não acaba por ali, mas não vamos precipitar nada.

Bethany Joy Galeotti foi a outra parte perfeira do episódio. E isso se constrói a medida que Haley vai descobrindo sobre o sumiço do marido. Primeiro ele não havia chegado em casa. Com isso, ela se preocupa e resolve ir atrás dele, junto com Chris Keller, que convence o policial a fazer uma busca. Não satisfeita, Hales vai até o aeroporto tentar descobrir se Nathan estava no avião – e com aquele jeitinho de esposa apaixonada que nos encantava lá no final da primeira temporada, ela convence a funcionária a verificar, e o que ela temia estava certo: Nathan não perdeu o vôo. Ele chegou em Tree Hill na noite anterior, mas não foi para casa. E para piorar a situação ela encontra a pelúcia que Nathan havia comprado para Lydia. E agora?

Haley está a ponto de enfrentar uma das situações mais difíceis de sua vida. E aos poucos começa a juntar algumas peças. E a primeira coisa que vem em sua cabeça é Dan Scott. Eu não sei qual era o propósito de Mark Schawhn ao trazer o antigo vilão de volta, mas sempre suspeitei que ele estava envolvido no seqüestro de Nathan. E Haley vai até o quarto do patriarca da família Scott e descobre que, ele havia salvo a bola de baiseball de Jamie, assim como a foto de Lydia. E que ele guardava uma quantia em dinheiro na gaveta. No mesmo instante, ela lembra de que Nathan havia ordenado que o Dan fosse embora assim que ele voltasse. Portanto, se ele não voltasse, seria a oportunidade perfeita para ele continuar perto do amado neto, e do dinheiro deles.

E o confronto nos momentos finais foi demais. Haley deu tudo de si naquela conversa: “Onde está meu marido?”. O nível em que ela estava nervosa foi sensacional mesmo. Me convenceu demais. E Dan, aparentava a maior calma possível. Eu sinceramente não sei o que pensar do cara, mas sei a minha torcida: torço para que ele esteja envolvido com o seqüestro. E mais uma vez vocês me perguntam o por quê? Porque uma vez vilão, sempre vilão. Esse é o lema. E Dan Scott ficou super tedioso, depois de sua “redenção”. Ele merecia uma temporada final digna de Dan Scott, dos seus tempos áureos, e convenhamos merece um final trágico. Haley começou a perceber isso, e fingiu concordar com Dan, para apenas subir ao seu quarto, se trancar e ligar para a polícia: “Eu preciso de ajuda. Tem um assassino na minha casa”.

Que final. Que episódio. Estes dois últimos episódios só tem a provar que, apesar de termos achado que não, Schawhn ainda se lembra como escrever bons episódios de One Tree Hill. E o drama só tende a aumentar. Semana que vem teremos mais detalhes desta empreitada. E te espero aqui.

Ps1: Quinn esteve tão maravilhosa no episódio passado que foi reduzida a diálogos bobos e suspeitas do Jamie de que Clay seja um lobisomem. Sério produção? Momentos totalmente dispensáveis o dela neste episódio.

Ps2: Nossos coadjuvantes foram redimidos a quase nada neste grandioso episódio. Millie teve uma cena, Mouth nem deu as caras.

Ps3: Alguém ta sentindo falta das narrações? Achei que teríamos uma temporada com todos os episódios sendo narrados, lembrando os tempos áureos da série. Já basta não termos a abertura, agora ficamos sem isso também? Sacanagem

Ps4: Chase teve uma historinha tão chata com o “Mini-Keller” (Sim, Chuck conseguiu ficarmais imbecil do que já era) que nem me dispus a comentá-la. Achei boba perto da imensidão das outras histórias. Me desculpem quem gosta do personagem – o que acho serem poucos rs.

Ps5: Alguém notou que já tivemos bastante cenas dos flashs apresentados no inicio desta temporada? Faltam apenas as cenas de Chris Keller e Dan, Haley no necrotério e Chase sendo preso. Tensão a vista.

Ps6: Faltam apenas 8 episódios para o final.

Ringer – What Are You Doing Here, Ho-Bag?

Data/Hora 09/02/2012, 20:48. Autor
Categorias Reviews

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Série: Ringer
Episódio: What Are You Doing Here, Ho-Bag?
Temporada:
Número do episódio: 01×12
Data de exibição nos EUA: 07/02/12

Ringer é aquele tipo de série – ou ame ou odeie. Não tem meio termo. Nesses primeiros episódios percebemos isso e não há como negar. E quer saber de uma coisa? Como não amar uma série que tem dois episódios seguidos começando com mulheres tomando banho? Por isso digo, e repito to apaixonado por Sarah Mich… ehr quer dizer, estou apaixonado por Ringer. Risos e brincadeiras a parte, sim, Ringer me conquistou, já me cativou, já me prendeu. Precisa de mais adjetivos? Sim, Ringer me surpreende. Ou melhor: Shibongan (já posso apelidar carinhosamente a Siobhan assim né?) me surpreende. A loira mais perigosa de Manhattan nos surpreende a cada episódio, e a cada passo que ela dá. Mas este episódio sua atenção foi dividida com Chaterine, a mãe de Juliet.

E a mulher chegou com tudo. Como disse, abrir um episódio de Ringer tomando banho não é para qualquer uma. Esta sendo uma boa visão para o publico masculino da série. Que os deuses da CW continuem assim, nos proporcionando bons momentos. E a mãe de Juliet voltou apenas para atender o desejo da filha de passar um tempo em família. Mas o que Juliet não imaginava era que, mesmo depois de tudo, sua mãe ainda era a sanguessuga que Shiv não gostava e Bridget até tentou dar uma brecha. Mas não deu muito certo. E foi nestas cenas, que me lembrei de estar assistindo uma série da CW. Por quê? Porque Andrew e Cia. Descobriram que Juliet não foi tão inocente no caso com o professor, se é que houve algum. E a mãe da menina acabou falando mais do que devia. Resultado? Barraco. Aliás, barracos estão sendo constantes na série em? Bridget tem protagonizado alguns bem interessantes.

E Bridget? O que falar de Bridget nesta trama que começa a ficar cheio de pontas soltas e mais perguntas? Bom, a ex-viciada esta mostrando que não é só um rostinho bonito e que de retardada não tem nada. Não mesmo. No episódio desta semana, ela começou a ir mais fundo ao investigar o hotel em que Cora Farrel esteve, e até conseguiu chegar a Tyler. Já é um excelente progresso para nossa “detetive-fiasco”. E a partir dele, chegou a um anagrama feito por Shiv, com o nome de “Solomon”. Sério minha gente, é cada nome, cada apelido que esta série apresenta, que deveria ser indicado a categoria “pior criatividade de nomes”. E a pergunta que não quer calar é: o que Siobonga quer de Solomon ? Seria ele um personagem de desenho animado japonês? Ele estaria lá para matar Bridget? Mmm, não sei, mas algo não me cheira bem.

E ao mesmo tempo que Bridget chega mais próximo de descobrir a verdade sobre a irmã, Tyler demonstrou para Siobonga que sua irmã não é a péssima detetive que todo mundo achava que fosse. E Shiv precisa começar a mover as peças do jogo o mais rápido possível. E ela começou de fato. A primeira coisa que ela fez, foi vender o anel que roubou de Bridget. O dinheiro? Para conseguir um novo passaporte falso e tentar voltar para Paris. Eu sinceramente ainda não saquei deste vai e vem de Shiv, mas ela parece ter algo bem bolado.

Enquanto isso, Henry resolveu entrar na “Escolinha Bridget Kelly para Detetives Idiotas”. Como tarefa, resolveu seguir Shiv e ao se deparar com ela, acusa-a de ser Bridget. Nossa que confusão. Aliás, ele arrumou a maior confusão mesmo. E até envolveu o Agente Machado (mais alguém fica rindo da pronuncia latino-americana do nome dele?) nisso. O escritor denunciou que Shiv era na verdade Bridget. Mas, desculpe você fez isso com a garota errada. Ele é tão burro, que foi tentar incriminar a irmã que agiu do modo como a verdadeira Shiv sempre agiu! Ele só pode ter se graduado na escolinha de Bridget não acham? O Agente Machado até que tentou, mas viu que estava falando com a original. Eu não sei até quando este joguinho em que as duas permanecem em Nova York, interagindo com as mesmas pessoas vai continuar, entretanto, o fato mais do que notável é que isso não vai acabar bem para nenhuma das duas. Além do mais, Boadaway está envolvido com o ex-parceiro de Machado, que está assumindo a culpa dos assassinatos. Mais tramas?

No final, Shiobonga resolve contar toda a verdade para Henry. Ela o segura perto do carro de onde Bridget sai, e ela diz: “Viu, sou eu, Shiv. Eu ainda estou grávida, e ainda o amo”. Ele fez uma cara de panaca tão grande, que eu não estranharia que no próximo episódio ele dissesse “Qual é Siobhan, você tem uma irmã gêmea?”. Aliás, essa cara merece virar “emoticon” de MSN, fala sério. Mais retardado impossível. A verdade é que Henry já estourou minha paciência.

Entretanto, cada vez, mas, fico curioso para ver como todos vão agir ao descobrir a verdade, e o que Siobhan está planejando de fato para nossos protagonistas. E agora com Henry ao seu lado, o negócio pode começar a reverter. Se bem que, Henry para mim, não é sinônimo de perigo nenhum. Mas Shibonga e seu plano mirabolante promete agitar ainda mais a vida dos personagens da CW mais azarados de todos os tempos. Ficará só na promessa? Veremos.

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