Atriz deixa elenco regular de ‘90210’

Data/Hora 23/05/2012, 16:00. Autor
Categorias Notícias

O TvLine divulgou que a atriz Gillian Zinser não retornará para a quinta temporada de 90210 como personagem regular. A decisão pode surpreender alguns fãs de Ivy, sua personagem da série. No remake, ela foi vista pela última vez fugindo para o México com seu namorado Diego, que estava correndo o risco de ser deportado.

A informação é que Zinser pode retornar para a série como atriz convidada, embora não se saiba por quantos episódios.

90210 é exibida no Brasil pelo cana Sony Spin, toda segunda-feira às 21h.

HBO define novo showrunner de ‘True Blood’

Data/Hora 23/05/2012, 11:25. Autor
Categorias Notícias

A HBO já tem um novo showrunner para True Blood, caso ela seja renovada para uma sexta temporada. Alan Ball,  produtor executivo do drama,  decidiu que irá se afastar da função assim que encerrar a quinta temporada, que estreia dia 10 de junho nos Estados Unidos.

Para preencher o cargo, o canal escolheu o co-produtor executivo Mark Hudis, que tem trabalhado com Ball desde a quarta temporada da série.

Em fevereiro a HBO anunciou que se True Blood chegasse a uma sexta temporada, Alan Ball teria um papel de supervisor, não fazendo mais parte do dia-a-dia como showrunner.

A estreia de True Blood ocoorre simultaneamente no Brasil, no dia 10 de junho pela HBO. Confira aqui o vídeo promocional da próxima temporada da série.

Fonte: EW

Supernatural – Survival of the Fittest

thumb image

Série: Supernatural
Episódio: Survival Of The Fittest
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×23 (Final de Temporada)
Data de Exibição nos EUA: 18/05/2012

“Carry on my wayward son. There’ll be peace when you are done. Lay your weary head to rest. Don’t you cry no more.”

Todos nós já estávamos sentindo certa saudade dessa música! Pena que quando ela toca, estamos nos preparando para nos despedir dos Winchesters e esperar intermináveis meses até a próxima temporada.

Como os leitores já estão acostumados, durante esta sétima temporada eu andei reclamando bastante do desempenho do enredo principal. Achei que depois que o Kripke abandonou a série, a qualidade caiu consideravelmente, a história ficou enrolando e parecia que ninguém sabia muito que fazer. No começo deste ano, Sera Gamble também resolveu sair da equipe, aí sim, a trama de Supernatural ficou mais perdida que cachorro em dia de mudança.

Nesta temporada tivemos muitas coisas sem explicação, por exemplo, as amazonas e suas filhas instantâneas. Elas sumiram, pareciam que iriam voltar pra explicar alguma coisa, prometeram, mas nunca mais apareceram. Enfim, não vou ficar citando todos os problemas senão a review vai virar um paredão de roteiristas.

Vamos ao Survival of the Fittest! Crowley voltou e ficamos o tempo todo em dúvida sobre quem ele estava enganando, Dick Roman ou os Winchesters? Quem seria o morto mais útil? Dick, apesar de ter aquela cara de banana (James Patrick Stuart não esboçou mais de uma expressão facial durante toda a temporada, estou duvidando que ele é pai da Kristen Stewart ou irmão do Steven Segal) tinha algumas cartas na manga. Roman tenta negociar com Crowley, antecipa o movimento dos Winchesters, se multiplica, mas mesmo assim não consegue escapar da arma letal do osso banhado em sangue.

Dean e Sam conseguiram todos os ingredientes em menos de três episódios. Essa foi ou não foi a arma mais rápida de ser fabricada para matar arqui-inimigos de final de temporada? Sem contar que eles não tinham certeza que o sangue do Crowley era legítimo, Cas não estava em seu estado mais confiável já que continuava bancando o “peladão da rave” e Meg estranhamente continuava aliada aos Winchesters sem nenhum razão BEM CONVINCENTE, vamo combinar!

Não entendi porque Crowley não matou Castiel na hora que descobriu que ele estava vivo, ele sabia que Cas já tinha dado o sangue pros Winchesters e que ele não estava cem porcento da cachola. Crowley também poderia ter pegado a Meg nessa hora já que ela estava de trairagem pro seu lado e ele sabia disso!

Bobby acabou sendo inútil no fim das contas. Isso me deixou indignada! Bem que podiam ter dado um final definitivo bem melhor do que esse. Ele possui a camareira, dá uns rolês por aí, não consegue fazer nada efetivo, quase mata a pobre mulher, quase mata o Sam e pede para os garotos queimarem o cantil? Sério que isso foi o fim do Bobby? Dúvida básica: como eles conseguiram derreter e evaporar o cantil sendo que prata precisa de mais de dois mil graus celcius pra entrar em ebulição? Foi mal, mas achei forçado. Pensei que Bobby seria mais útil na morte do Dick Roman, não apenas um encosto atrapalhando o plano final.

E o profeta Kevin Train da turma avançada? Ficou só de enfeite no episódio todo! Ele já tinha traduzido a palavra, não conseguiu fugir, não conseguiu explodir o laboratório da melequinha do mal, não adicionou nenhuma informação relevante pra ninguém! Alguém me explica pra que ele serviu nesse episódio?

Plano Kamikaze em ação: entrar na Sucrocorp loucamente, esguichando boráx na cara dos leviatãs e tentando achar o Dick Roman verdadeiro com a ajuda de um anjo biruta. Porque não? E o pior é que foi super simples: Dean enfiou o osso enfeitiçado em Dick Roman, que acabou explodindo e levando Dean e Cas para o purgatório junto com ele. (Dean é o cara que mais viajou neste planeta: viaja pra lá e pra cá na terra, já foi pro inferno e agora, para o purgatório! Só falta o céu para zerar toda a checklist do rapaz!).

Crowley sabia que a morte de Dick iria levar para o purgatório quem estivesse próximo, mas não fez questão de avisar. Acharia mais justo de TODO mundo que estivesse na sala tivesse ido também: inclusive Sam e Kevin. Porque só Dean e Cas? A diferença era de poucos metros…

Achei meio estranho Crowley querer ser o rei da bagaça toda. Ele estava planejando isso tudo o tempo todo? A próxima temporada será caçar Crowley e tentar sair do purgatório? Só saberemos em outubro, que venha a oitava temporada.

O que acharam desse desfecho? Deixem suas impressões nos comentários! 🙂

‘Private Practice’ – um balanço da temporada

Data/Hora 22/05/2012, 23:48. Autor
Categorias Especiais, Reviews

thumb image

Addison Montgomery está em terapia. E nós somos o terapeuta. E deveríamos? Bem, quando Private Practice finalizou sua quarta temporada eu estava com a ideia de que abandonaria a série. Não porque o show apresentava histórias ruins, pelo contrário. Ela já vinha apresentando um crescimento considerável. Mas eu simplesmente não suportava ver a protagonista namorar Sam. Isso porque eles formam o casal mais sem graça da TV. Não apresentam absolutamente química nenhuma. E aí veio a surpresa: o ator Benjamin Bratt, nomeado ao Emmy e protagonista de vários longas metragens, havia sido confirmado como fixo para a quinta temporada. Foi quando meu interesse em continuar vendo o show se despertou.

Neste momento havia ainda uma esperança de que nesta quinta temporada Addison pudesse se separar de Sam e viver um novo amor com Jake Reilly (Bratt). Mas logo um balde de água fria foi jogado. Por que o médico estava ali para fazer Addison conseguir ter seu filho. E o relacionamento deles não passou daquilo nos primeiros episódios. Enquanto isso, Sam assumia o papel de personagem mais chato da atualidade, sendo contra o procedimento de fertilização em Addison, e não a apoiando em momento algum. Até o casal se separar, foi esta ladainha. Eu não sei o que acontece com Shonda Rhimes, ela tem o dom de unir casais sem sal. O que ela sabe escrever de drama, sabe juntar casais sem graça. E convenhamos, ela parece ter tirado este casal do nada. Tudo bem que na história Sam tinha uma queda por Addie na faculdade e tal. Mas não consigo entender de onde Shonda achou que este casal daria certo. Quanto a Jake, conhecemos um pouco de seu passado conturbado com a esposa morta por overdose de drogas, a enteada que ele cuida, entre outras coisas. Mas o principal, vimos ele se tornar parte da família Oceanside e era como ele já estivesse lá desde o início. Talvez ele tenha entrado para suprir a vaga de Naome, deixada na temporada passada. Mas convenhamos, ela não fez falta nenhuma.

Falando em casal chato, outro que continua dando as caras na série é Violet e Pete. E nesta altura do texto, eu me pergunto, como assistir uma série com dois casais chatos? Como faz? Acho que o que pesou menos é que ambos os casais passaram grande parte da quinta temporada separados. Pete e Violet entraram em crise novamente. Aliás, é o que os dois mais sabem fazer. E os dois separados começaram a ter aventuras sexuais. Sinceramente, foram diversas cenas entediantes protagonizadas por estes dois. E a amizade “forçada” dela com Addison (para suprir as faltas de confidencia com Naome) eram mais chatas ainda. Até as histórias finais com Pete sendo preso por causa da eutanásia que ele realizou achei extremamente chatas.

Mas então, porque a continuar assistindo uma série com casais e histórias chatas? Bom, porque pelo menos há personagens e histórias que salvam a série. E concordem comigo,salvaram muito bem. A começar por Cooper e Charlotte, que tiveram suas vidas totalmente modificadas a se depararem com Mason, o filho de Cooper. Filho de um caso de Cooper há anos atrás, o garoto entrou na vida deles e modificou completamente o rumo dos dois. Charlotte não gostou de início, mas acabou se apegando ao garoto. Principalmente quando descobriram que a mãe do garoto, Erica, tinha câncer no cérebro. O caso rendeu até um interessante cross-over com Grey’s Anatomy e me emocionou muito. A cena do garoto se despedindo da mãe foi de arrepiar. Claro que ele não aceitou facilmente e uma das interessantes histórias abordadas na temporada foi como eles tiveram de lidar com esta situação. E imagino o quanto seja difícil para Charlotte ter de se assumir “mãe” de uma hora para outra. Mas ela demonstrou muito amor pela criança e só me fez confirmar ainda mais o porquê acho ela e Cooper o melhor casal de Private Practice.

Mas esta temporada não teve para ninguém. Amelia Shepherd roubou a série e deu um show. Primeiramente com seus problemas com as drogas. Ela acabou se tornando uma viciada e levou a sua vida ao extremo. Conheceu outro viciado – Ryan, com quem teve um caso até o rapaz morrer de overdose. E é aí que ela resolve se tratar. O episódio, que foi um especial de duas horas, voltado para a intervenção da personagem foi extremamente emocionante! Um dos melhores da série. Amelia se mostrou uma das melhores personagens atuais aí. Mas seus problemas estavam apenas começando. Depois de se tratar e voltar a exercer a medicina, ela descobre que estava grávida de Ryan. E o pior, seu filho era anencéfalo. A médica teve de lidar com a situação e, claro, não foi nada fácil. Ela acabou se afastando de todos – incluindo Addison. E o final da temporada foi outro episódio emocionante com o parto da personagem e a tomada de decisão do transplante de órgãos do bebê. Inclusive achei muito bom a série abordar casos delicados como este, mostrando os médicos em diversas posições muitas vezes contrárias entre eles mesmos. Foi ótima esta abordagem.

E quem recebeu o devido destaque na temporada foi a própria dona do show, Addison Montgomery. A personagem, que andava bem apagadinha, cresceu novamente ao passar pelo processo de fertilização, a frustração de não conseguir engravidar, até conseguir adotar um bebê rejeitado pela mãe. Tudo isso intercalado com as sessões de terapia que a personagem realizava, sendo praticamente uma narrativa em todo inicio e final dos episódios desta temporada. Shonda talvez tenha feito isso para confirmar que o show se trata, sim, de Addison, e ele deve girar ao seu redor. Addison conseguiu ter seu filho, o que a fez se afastar de Sam – que não queria assumir o compromisso da paternidade – e se aproximar de Jake- que foi todo carinhoso com ela, do inicio ao fim. No fim da temporada, Sam resolveu voltar atrás e pedir a mão da médica em casamento, enquanto que Addison iniciava um romance com Jake. Sério Shonda? Insistir no erro?

Mesmo apresentando alguns personagens fora do eixo, Private Practice amadureceu suas histórias, e apresentou os melhores casos da série, ironicamente no ano em que o show caiu na audiência – fazendo-o até mudar de dia de exibição. A série foi renovada para a sexta temporada, mas o que se fala é que serão apenas treze episódios finais. Bom, apesar dos pesares, por mim, Private poderia continuar até o fim de Grey’s Anatomy. Mas sério, não reclamaria se a série da nossa Addison terminasse mais cedo, e ela fizesse uma visitinha permanente pelos arredores do Seattle Grace Mercy West. É praticamente impossível, afinal Kate Walsh diz que já não quer continuar fazendo a personagem, mas quem sabe acontece? Não custa nada torcer!

[VÍDEO] Bastidores da terceira de temporada de ‘The Walking Dead’

Data/Hora 22/05/2012, 21:01. Autor
Categorias Notícias

Os fãs que estão com saudade dos zumbis vão gostar do vídeo abaixo, que mostra os bastidores da terceira temporada de The Walking Dead.   Sucesso do canal AMC, o episódio final da segunda temporada  quebrou o recorde da série, registrando 9 milhões de espectadores. A terceira temporada do drama terá 16 episódios e estreará somente na fall season americana.

No Brasil, The Walking Dead é exibida no canal Fox.

Quatro atores deixam o elenco de ‘Smash’

Data/Hora 22/05/2012, 20:48. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

thumb image


Smash
acabou de finalizar a sua primeira temporada, mas as informações sobre sua segunda temporada começam a aparecer. O InsideTV noticiou que quatro personagens estão deixando a história.

O noivo de Karen, Dev (Raza Jaffrey) e o tortuoso assistente Ellis (Jaime Cepero) não serão regulares na segunda temporada da série. Dev irritou bastante fãs por trair Karen (Katharine McPhee), enquanto Ellis enfureceu os espectadores durante toda a temporada com suas fofocas e conspirações ganhando a fama de intrometido. Fãs e críticos tem sido bem francos, ressaltando que a segunda temporada seria melhor sem qualquer personagem (Ellis, em particular) e parece que os produtores e o canal NBC ouviram. Além deles, Brian d’Arcy James que interpretou Frank, o marido de Julia (Debra Messing) assim como o cantor/ator Will Chase que interpretou o ex-amante de Julia, Michael Swift, também estão deixando Smash.

É possível, que um ou ambos cheguem a aparecer em um episódio ou dois para encerrar suas histórias, mas é isso. O plano é não ter nenhum personagem como uma presença recorrente na próxima temporada.

A NBC planeja voltar com Smash apenas no início do ano que vem na midseason, dando tempo para o novo showrunner Josh Safran (Gossip Girl) se acertar e criar novas histórias para a série.

Por aqui, você confere os episódios de Smash todas as quartas às 23h pelo Universal Channel.

Confira as reviews do episódio aqui.

 

‘House’ encerra com boa audiência

Data/Hora 22/05/2012, 20:23. Autor
Categorias Notícias

O aguardado final de House, que foi ao ar ontem nos Estados Unidos, conquistou números sólidos de audiência para a Fox. A série conseguiu 8.7 milhões na audiência geral e 2.9 na amostragem entre adultos de 18 a 49 anos. Everybody Dies registrou um aumento de 32% em relação ao episódio da semana passada.

O drama médico, que chegou a conquistar 19 milhões de audiência em seu terceiro ano, foi perdendo espectadores a cada temporada. A última temporada da série obteve uma média de 6.1 milhões na audiência geral e 2.0 na demo.

No Brasil, House é exibida pelo Universal Channel, todas às quintas, às 22h. O episódio final está previsto para ir ao ar dia 21 de junho no canal.

Confira nossos especiais sobre House aqui.

Com informações de EW.

AMC anuncia datas de retorno para ‘Breaking Bad’ e ‘Hell on Wheels’

O canal AMC e a Sony Pictures Television finalmente anunciaram sua programação para a 5ª temporada de Breaking Bad. O drama retornará no dia 15 de julho nos Estados Unidos. Lembrando que a emissora irá dividir a temporada, exibindo oito episódios neste ano e oito episódios no ano que vem.

Outra série que teve sua data de retorno definida foi Hell on Wheels. A segunda temporada da série estreia no dia 12 de agosto na televisão americana.

Fonte: EW

[ESPECIAL] Os coadjuvantes inesquecíveis de House

Data/Hora 22/05/2012, 11:31. Autor
Categorias Especiais

thumb image

Sim, a estrela maior do drama médico House é o doutor Gregory House. Mas House certamente não seria a mesma se, ao redor do médico brilhante, não gravitasse um grupo de amigos, pupilos, chefes, de personalidade marcante e fascinante. Ao longo dos oito anos de série, nos acostumamos a ouvir fãs comentarem gostar mais deste ou daquele personagem da série. No terceiro especial do TeleSéries em tributo a House, relembramos alguns destes coadjuvantes, também responsáveis pelo sucesso da série.

Wilson

Você pode ter um melhor amigo, mas ele nunca será tão empenhado, paciente e perfeito quanto o James Wilson! O oncologista sempre está ao lado de House, mesmo que seja discordando, brigando ou falando para as paredes. Muitos fãs de House nem consideram a relação dos dois como “amizade” e sim como um bromance (um romance de irmãos, literalmente). Assistimos incontáveis episódios em que Wilson segurou as pontas e apoiou o amigo rabugento! Quem não se lembra na primeira temporada quando Wilson abandona o jantar com a esposa na véspera de natal para comer comida chinesa com House? Dos dois discutindo a relação na sala de tomografia? Ou dos diálogos no funeral do pai de House? Mesmo com uma dúzia de personagens no elenco, apenas Wilson consegue entender e aceitar o House do jeito que ele é. (Juliana Baptista)

Cuddy

A diretora do hospital sempre teve um bom destaque nas histórias da série. Ela tinha que tentar controlar House, negar seus pedidos e ainda ouvir, episódio a episódio, que ele estava certo. Apesar de ceder às pressões de House, considero a personagem muito forte. Enfrentou todo o processo de adoção e conseguiu realizar o sonho de ser mãe. Durante muito tempo os shippers sonhavam com a união do casal, que vivia naquele clima de romance e tensão sexual. Mas o relacionamento não deu certo e o final não resolvido  resultou em uma atitude inconsequente de House.  Cuddy superou várias insanidades de House, mas ter sua casa invadida por um carro foi a gota d’água. A saída da personagem foi uma triste perda para a série e para os fãs , principalmente os que ainda sonhavam com uma reconciliação dela com House. (Dierli Santos)

Thirteen

Remi Hadley é clínica geral e entra na equipe de House na quarta temporada. É conhecida como Thirteen, pois nos jogos que House fez para escolher sua nova equipe ela era a concorrente número 13. É uma personagem que tem função social, visto que é portadora da Doença de Huntington e através dela a série busca esclarecer sobre essa doença rara. Sua mãe morreu dessa mesma doença e, na 5ª temporada, ela aceita participar de um tratamento experimental. No final do sexto ano da série, a personagem vai embora alegando “razões pessoais”. No oitavo episódio da sétima temporada, nos surpreendemos com House indo buscar a médica na cadeia.  Ela havia ajudado seu irmão, também portador da doença, a cometer eutanásia. Um dos momentos emocionantes da série foi quando ela desabafa dizendo que ninguém iria fazer isso por ela. Ali percebemos que House realmente se importa com ela, já que ele afirma que ajudaria ela a terminar seu sofrimento quando a hora chegasse. Depois de alguns vai e vem dentro da equipe, ela retorna no penúltimo episódio da série para ajudar o Wilson. (Gabriela Assmann)

Cameron

Integrante da equipe original de House, a médica sempre foi considerada a mais boazinha dos três. Cameron sempre prezou pela ética médica, o que faz com que o motivo do fim do seu relacionamento com Chase seja plausível. A personagem amadureceu durante os anos, mas ainda era difícil aceitar que seu marido havia cometido um assassinato – e  não se arrependia disso. O último episódio que a personagem participou (antes da series finale) foi Lockdown, onde se despede definitivamente de Chase. Fazendo essa retrospectiva, é difícil acreditar que essa mesma Cameron já foi apaixonada por House no começo da série.  Vocês lembravam disso? (Dierli Santos)

Chase

 O australiano da equipe ganhou muitas características diferentes durante a série. No começo, era considerado um mauricinho que fazia tudo para proteger seu trabalho. Também era aquele que aceitava as ordens do House sem questionar. Com o passar do tempo, foi ganhando diferentes funções e cresceu na série. O médico, que ainda faz parte da equipe de House, possui uma boa capacidade de dedução. Depois de matar um ditador na sexta temporada da série, mostra como realmente mudou sua personalidade. (Dierli Santos)

Foreman

 Foreman era o médico da equipe que mais parecia com o protagonista da série. Até que, sem querer, matou uma paciente e resolveu se demitir. O médico percebeu que estava ficando parecido demais com House e não queria isso. De volta à equipe, ele é responsável por cuidar para que House não extrapole e avisar a Cuddy sobre suas atitudes. O relacionamento com a Thirteen até deixa o médico com um pouco mais de carisma mas, na minha opinião, ele ainda é o mais antipático dos coadjuvantes – apesar de ser importante para o equilíbrio da série. Com a saída da Cuddy, na última temporada ele assume a direção do hospital. (Dierli Santos)

Kutner 


Kutner é um personagem que teve curta duração duração na série, mas deixou sua marca. Principalmente pela forma de sua saída, até hoje nebulosa. Um médico carismático, que conseguiu passar por aquele reality maluco da quarta temporada, merecia ficar mais. Mas escolha não foi dos roteiristas, já que o ator havia pedido para sair da série. Em um episódio surpreendente (para quem conseguiu fugir dos spoilers), Kutner comete suicídio – levantando o tema da depressão entre os profissionais da área médica. (Dierli Santos)

Taub e Rachel

House - The Greater Good

Da fase pós-Cameron/Chase/Foreman, eu tenho um carinho especial pelos episódios que se focaram em baixinho e esquisito Taub e sua relação com a esposa Rachel. Taub é o mais tridimensional dos personagens de House. Ponto. Não sei se existe no mundo algum médico que trata os pacientes como lixo e é viciado em comprimidos, ou médico que se casa com um doente terminal, médico que já foi preso quando jovem. Mas como Taub eu tenho certeza que existe. A crise no casamento de Taub é a crise no casamento de todos e os motivos da infidelidade de Taub são o retrato da infidelidade de todos os homens. Na atual última temporada, as tramas envolvendo a vida pessoal de Taub também, como a série, perderam a força. Ainda assim, me surpreendi com um momento de brilho: o episódio Runaways (8×10) em que ele admite não possuir nenhum laço, nenhuma conexão com os dois filhos nenê. Algo horrível de se admitir, claro, mas mais uma prova que Taub foi um personagem único na TV americana. (Paulo Serpa Antunes)

Confira também os nossos especiais sobre os casos bizarros e episódios memoráveis de House.

‘Bones’ – um balanço de temporada

Data/Hora 21/05/2012, 23:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Acho que nunca esperei tanto uma temporada começar como eu esperei essa a sétima temporada de Bones. Não só em tempo (porque a temporada começou em  novembro, quase 2 meses depois do normal) mas em ansiedade. Booth, Bones, bebê? Que coisa mais louca era aquela. Não sabíamos se amávamos ou se odiávamos a ideia, só sabíamos que estaríamos lá quando tudo começasse. Me juntei aos outros e fui de coração aberto.

Eis que Bones chegou ao fim e vi que toda a ansiedade e confusão não passou de um grande exagero. Porque, mais uma vez, muita coisa aconteceu, sem acontecer. Não é? No melhor Hart Way of Life. Mas não foi de todo ruim  e vou dizer porquê. Mas antes, vamos dar um ‘play’ no Marc Scibilia (nossa trilha sonora para a review), e lembrar que por mais turbulenta que tenha sido essa viagem, tudo acontece um dia.

O que deu certo

Lá estavam eles, fazendo confusão sobre coisas que ninguém mais faria. Como sempre a química entre Booth e Brennan era o centro das atenções da série. Mas sim, era outro tipo de dinâmica, não era mais “ele gosta dela, ela gosta dele”, porque havia amor. A união de B&B, apesar de ter sido esdruxula, aconteceu e tínhamos que lidar com o fato de que nunca veríamos ela realmente acontecer. Mesmo assim, não se pode negar que vê-los na mesma casa, compartilhando ainda mais a intimidade foi algo para além dos sonhos. Então, para ilustrar a gostosura de ver B&B juntinhos e felizes trarei algumas cenas.

A primeira cena deles dessa temporada, ainda atrapalhados pela intimidade recente e a falta de espaço, fez meu coração palpitar. Ali, quase esqueci toda conveniência do Hart por ter escolhido pegar o bonde na gravidez da Emily sem nos dar satisfações. Mas enfim, ali estavam eles. Aos beijos e falando de sexo. O que por sete anos foi o desejo da maioria dos fãs.

Outra cena que me emocionou bastante foi quando a Bones estava examinando um esqueleto e ela colocou música para ouvir com a criança. Como se já não bastasse Anchor da Mindy Gledhill ser uma perfeita trilha para a doutora, o ato em si foi bonito demais.

Para não falar de cenas e sim de construção de personagem, vimos uma Brennan apressada por mudanças. Ela já não podia ser tão lógica e racional com aquela avalanche de hormônios e da emoção de ser mãe, de ser amada por todos, era algo muito impactante para simplesmente ela continuar sendo “a mesma”. Apesar de sentir falta da Bones “porra-louca” de antes, eu entendo a mudança.

Booth superprotetor e apaixonado foi um deleite.

O novo estagiário também. Finn é muito crocrante e, pasmem, tem até história.

O que deu errado

Fora isso, muita coisa nessa temporada parecia fora do lugar, sem alma.

Às vezes, não conseguia reconhecer que série era aquela. Parecia um “complete as lacunas com uma palavra”, e tudo era tão mecânico. Sempre disse que não me importava com os casos, mas aprendi a vê-los com outros olhos nessa temporada. Não é que não me importo com eles, é só que eles não precisam ser o arco principal da série como andavam fazendo na sexta temporada. Na sétima, eles não foram nem isso. Eles foram um desperdício de tempo entre cenas “fofas”. E que tipo de série se constrói em cima de “desperdício de tempo e cenas fofas”? Desculpem-me xiitas e fãs alucinados, criticamente falando Bones era quase um Shakespeare e agora se contenta com as fagulhas de um Nicholas Sparks.

Toda série é uma fórmula. Mas que seja uma fórmula ganhadora. Com enredos intrigantes e boa interpretação. Costumávamos brincar de “o que aprendi com Bones”, mas brincando assim, descobri que nessa temporada não aprendi nada. Não consigo lembrar de um único caso, tirando o mini arco do Pellant.

Então, se tirarmos que as cenas “fofas” do episódio não são nem 5 minutos ao todo, tivemos desse modo 90% do tempo jogados no lixo.

O time também não estava encaixado direito. Cam ficou perdida (onde está o doutor namorado?), Angela e Hodings perderam o foco, e o Sweets, ah! Nem  vou começar, sei que muitos gostam dele, mas eu nem vi Freaks and Geeks e não estou afim de ver uma série dele. Não gostei do destaque que deram ao personagem, mesmo com a Brennan impossibilitada de acompanhar os casos, poderia ter posto ao menos a Cam ou outro agente, não? Até a Shaw poderia ter sido uma opção melhor, apesar de eu também não curtir muito ela. Aliás, o que ela faz nessa série?

Hart prometeu muito e fez pouco. A série se perdeu, talvez na pouca ambição de se fazer algo grandioso em 13 episódios.

Melhor caso e episódio

Sem dúvida eles acertaram no vilão. O hacker-assassino é de meter medo em qualquer um. Claro, sentimos falta e choramos até hoje a morte da pobre corveira, mas acho que encontramos um vilão a altura. Gostei do mistério, do que pode estar por trás do ódio e sede de vingança do moço lá. Me pergunto como as mesmas mentes que inventam um personagem assim pode criar uma temporada tão vazia e calcada em firulas.

Superemos, irmãos.

O melhor episódio, sem dúvidas, foi  o de apresentação do Christopher Pellant. The Crack in the Code reuniu os elementos (sabe? Os Shakespeareanos?) para um episódio digno. Com um bom enrendo, bons recursos cenográficos, boas atuações. Parecia que Bones ia finalmente trilhar um bom caminho. Mas foi só a promessa, a segunda metade da temporada foi terrível. Mas esse comentário fica para depois.

Não posso deixar de falar como foi agradável ver o time do Jeffersonian trabalhando junto para resolver o caso (para compensar a quase ausência da Emily Deschanel), e a gigante ameaça para B&B. Foi uma maravilha.

Momento tosco

Michael Vicente dentro da gaveta. Sem mais.

Parker “construindo” uma bomba. Opa, não foi bem isso, né? Bom, simplesmente a aparição do Baby Booth foi terrível. O menininho tava tão pouco à vontade, que chegou a dar dó dele.

B&B brincando de Twister. O que foi a Brennan correndo para dentro de um tornado? Se eu fosse o Booth, teria dado uma surra nela. Af.

Manjedoura. Que lugar foi aquele para B&B ter um filho? Isso foi um tapa na nossa cara para relembrar que Christine veio ao mundo com uma Bones imaculada? Nem vou voltar nesse assunto que já me aborreço.

The Present in the Past

O final dessa temporada foi uma chama de esperança. Vamos tocar From the Ground Up do Sleeping at Last para entrar no clima? Então vamos lá, adeus sétima temporada!

De novo, o Pellant aparece para colocar as coisas em ordem. Porém, aparece ainda de modo atrapalhado, sem ganchos. Confesso que a cena inicial na côrte me deu um dejávù ao mais uma vez ser “poupada” de certos acontecimentos. Não é porque a série é um procedural que a sequência dela não importa. Para mim, importa bastante. Não vi, durante toda a temporada, o desenrolar do caso do Pellant, então ouvir a Brennan dizer que estava confrontando o caso com alguém ou o Booth falando que o hacker é um assassino perigo, mais uma vez é “barato” demais. Hart, pare de pular as coisas e escreva. Não tenha preguiça de desenvolver as histórias, porque quem perde é o público.

Passado esse mal estar, eu adorei todo o episódio. A direção do Boreanaz sempre ajuda. Ele pode até ser um ator mediano, mas tenho visto ele crescer como diretor e afirmo que os episódios que ele dirige, com mudanças de câmera rápidas e ‘closes’, me dá a sensação de que eu estou dentro da história. Parece que é possível sentir tudo com os personagens (Lembram de The Blackout in the Blizzard?). O resto da história fluiu como deveria ser.

Pellant

Tenho medo. Só o que digo. Ele tem tudo para se tornar o vilão mais temido de todos os tempos. Gostaria que a série explicasse como ele consegue por vírus de computador em ossos e em códigos de livro ou trocar o toque de celular das pessoas sem ao menos chegar perto do aparelho. Começo a achar que Pellant é um mágico e não um gênio. Ele conseguiu separar todo mundo e virar o jogo. Algo que ninguém jamais ousou fazer. Gostaria de saber proque B&B está no alvo de vingança desse malfeitor. Será um mistério respondido em breve? Não sabemos.

Cam

Antes de odiar a Cam, eu amei a Cam. Dá para entender? Bom, primeiro adorei ela estar de volta ao seu posto de chefe. Algo que ela não chegou nem perto durante toda a temporada. E a cena dela chorando por causa da Bones foi tocante. Aí, vemos o quanto é difícil dosar o carinho e a amizade com o profissionalismo. Na verdade, ela foi a mais calma e fria de todos, e só assim, o Jeffersonian pode continuar no caso. Espero que a Cam da oitava temporada seja a forte Cam que conhecemos.

Hodings e Angela

Alguém dá um abraço na Angie? Michaela detonou nesse episódio. Não que seja uma surpresa, mas sentia tanta falta da amiga maluquinha da Brennan. Ela e Hodings são parte do motivo por eu ver a série e gostaria de vê-los melhor aproveitados. Sinto coisas boas acontecendo com eles na próxima temporada. A sexta foi tão proveitosa. Quero mais bebê Michael, papai da Angela e toda a gostosura que é esse casal.

Wendell

É o meu ‘squint’ preferido. Adoro o alívio cômico que ele traz nas cenas com a Bones. Ele foi o que deveria ser nesse episódio, não mudaria nada.

Caroline

Diva! Nunca me deixe, Cherrie!

Sweets

Até que o Lance não estava muito pentelho nesse episódio. De cara, ele enfrentou o agente Booth e se manteve na profissão de psicólogo até o fim. Um teste de amizade e de amadurecimento que eu não esperava ver em uma dose tão balanceada. Quase gostei dele, e espero que continue assim. Chega do doutor bobão, até porque ele já passou da idade de bancar o filhão do Booth.

Max

Não sei se dou um beijo ou um soco no estômago do Max. Quer dizer que o Papa Bones tava nesse episódio apenas para tumultuar? “Não acredite no sistema”, ele diz para alguém que sempre trabalhou pelo sistema. Ah, e esse alguém cai na dele. É bom o Max saber o que está fazendo, e ainda bem que a Bones não deixou a pobre Christine para trás. Mais uma vez, espero não soar repetitiva, queria ter visto a cena da conversa entre pai e filha e a hora que ela decidiu deixar tudo para trás.

Família B&B

Eye sex. Expressão em inglês comumente usada entre os fãs de casais que não podem realmente ter algo mais intimo e ficam enrolando – por anos – com esse tal de olhar sensual. Até que B&B inventou outro olhar. Largamente usado nessa temporada. O eye trust/love/desire you for the rest of my life. É como se eles traduzissem em um olhar toda a confiança, amor e desejo de ter um perto do outro para sempre. São segundos, às vezes frações de segundos, mas está lá.

Esse episódio teve de tudo. Foi um resumo de sete anos de agonia. Apesar de ter terminado como terminou, os “eu te amo” ditos por aí parecem tão vazios quando se tem o carinho daquela cena do batismo. Prestem atenção: BATISMO. Quando, em um milhão de anos, alguém imaginou a Brennan participando desse ritual? Segurando a mãozinha da filha enquanto ela recebe a unção sagrada? Deus, me arrebate nesse segundo, porque o amor foi muito forte.

A Christina também não ajuda nesse momento. Ela é tão bonitinha que chega a doer. Ainda não sei dizer se foi uma boa ideia trazer um bebê para a série, mas com certeza não quero nunca que ela parta. Temi que a Bones fizesse a mesma escolha da mãe e deixasse a filha para trás. Mas aquela cena dela ajeitando a filha no banco de trás do carro, aquela cena… não consigo descrever.

Booth é um louco de pedra. Bater no Pellant do jeito que bateu, olhar para a Bones com aquela cara de “eu falhei”. Não consigo me concentrar quando o assunto é ele. Só digo que sei que ele fará de tudo para trazer a família dele de volta. E espero que todos estejam preparados quando a hora chegar.

*****

Quando o Boreanaz postou uma foto dele se despedindo do escritório dele do FBI, eu pensei: Vão separar os dois. Aquela história dele superproteger a Brennan ia dar nesse desfecho. Sabia que ele mataria por ela (desde o início, não é?), não só por ser parceira dele, mas por ela agora ser mãe da filha dele. Então, quando ele disse “adeus” a vida dele de agente, ainda lá no hiatus, antecipei toda essa agonia. Até porque isso seria mais uma coisa óbvia a se fazer: separar os dois.

Só não consegui prever o efeito que isso teria sobre mim. Vendo outra vez a Bones fugir, sendo que agora com a filha dele… não sei o que vai acontecer, só desejo uma coisa: drama!!!! Cenas chorosas, tensas e dramáticas! Ah, que venha o oitavo ano!

Um balanço de temporada

A sétima não foi uma das melhores. Mas também não foi o fim do mundo (há pessoas que adoram a famigerada terceira temporada, escrita durante a greve de roteiristas). Ainda me emociono em ter tido o privilégio de acompanhar de pertinho a gravidez da Emily Deschanel. Ela estava linda, e linda como só ela sabe ser, a Bones ficou ainda mais perfeita. O Boreanaz cresceu junto dela, os dois formaram um dos mais belos casais dessa temporada principal. Não foi a temporada mais memorável, foi uma temporada de memoráveis pequenos momentos. De toques e olhares. Espero que a próxima os pequenos momentos tornem-se grandes o bastante para fazer a oitava temporada inesquecível.

Mas a minha esperança não é apenas uma força de expressão. Sabe o porquê das músicas inseridas nessa review? Se você não conhecer as letras, tira um tempo e leiam elas, assim vocês vão ver que o time que toma conta de Bones conhece cada nuance da série. Cada detalhe que faz dessa história a preferida de muita gente. E é nesse time que devemos nos agarrar e cobrar que façam um melhor trabalhar em setembro. Roteiristas, produtores, diretores, estamos todos preparados pela volta por cima. Nós, os fãs, merecemos.

E é assim, com o coração cheio de esperança que me disperso mais uma vez. Até setembro! Espero que vocês voltem por aqui.

‘Sanctuary’ é cancelada

Data/Hora 21/05/2012, 19:28. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O seriado da Syfy Sanctuary foi cancelado nesta segunda-feira e não terá uma 5ª temporada. O anúncio provocou a fúria da líder da série, Amanda Tapping que esbravejou no Twitter “Bloody hell” (Que inferno). Tapping interpretava a Dra. Magnus, no elenco principal também estavam Robin Dune (Will), Ryan Robbins (Henry Foss), Christopher Heyerdahl (John Druitt) e Robert Lawrenson (Declan).

A 4ª temporada de Sanctuary encerrou em dezembro de 2011 e desde lá o pouco burburinho em torno da renovação do seriado deixou os fãs apreensivos e preparados para um cancelamento.

Tapping também utilizou do Twitter para agradecer aos fãs da série por todo amor e apoio. Dunne e Robbins também utilizaram da rede social para mandar mensagens aos fãs de Sanctuary e agradecer a participação durante os quatro anos da série.

Leia abaixo as mensagens originais dos atores e acompanhe os links de suas respectivas contas no Twitter.

“We love and adore you. Thank you for the love and support. Now to the long dark tea time of my soul.” – Amanda Tapping

“Thanks to our wonderful @SanctuarySeries fans for 4 years of love & support. You gave us a great life. See you on the next one. XO.” – Robin Dunne

“Truly overwhelmed by all the wonderful #Sanctuary messages. You guys continue to be full of awesomeness. #bestfansever.” – Ryan Robbins.

“A huge thank you to the phenomenal Sanctuary fans, cast, crew & producers for a wonderful run. Look back with pride and forward with spirit.” – Robert Lawrenson

Com informações do TV Line.

CBS renova ‘Rules of Engagement’ para 7ª temporada

thumb image

A sitcom Rules of Engagement ficou de fora da grade da programação da CBS 2012-2013 anunciada na semana passada e a presidente do canal americano, Nina Tassler, comentou na ocasião que nenhuma decisão havia sido tomada sobre a série. No entanto, hoje a CBS anunciou a renovação da comédia para a sua sétima temporada. Após longa negociação com o estúdio da Sony Pictures Television foi acertada a produção de 13 episódios que terão exibição durante a midseason.

Mesmo com diversas mudanças de horário dentro da grade de programação, a sexta temporada de Rules of Engagement manteve 3.3 pontos de rating dentro da classificação demográfica de público entre 18 a 49 anos, Desempenho bem superior ao das comédias rivais da NBC nas quintas-feiras à noite, incluindo Community e Parks & Recreation.

No ano passado a série já havia por pouco escapado do cancelamento – a CBS cogitava exibir o seriado estrelado por David Spade aos sábados, o dia de pior audiência nos EUA, o que certamente decretaria o fim do show, mas acabou realocando a série nas disputadas noites de quinta-feira por conta do fracasso das novas séries How to be a Gentleman e Rob.

Rules of Engagement tem como produtores executivos Tom Hertz, Doug Robinson e Jack Giarraputo. A produção é de Happy Madison Productions e CBS Television Studios associadas a Sony Pictures TV.

Com informações do Hollywood Reporter.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »