Destaques na TV – sexta, 21/11

Data/Hora 21/11/2014, 01:58. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! Confira os destaques de hoje e diverta-se.

A segunda temporada da série Rake chega ao final. No episódio, Cleaver (Richard Roxburgh ) está na prisão, acusado de homicídio culposo. Na segunda-feira começa a terceira temporada.

O The Ellen Degeneres Show recebe o ator LL Cool J (NCIS: Los Angeles) e a atração musical The New Basement Tapes. No The Tonight Show, Jimmy Fallon recebe o ator Liam Hemsworth, a atriz Katherine Heigl (Grey’s Anatomy) e o comediante Sebastian Maniscalco.

Agora confira os demais destaques na TV.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Rake – 20h (ep 2×08) SEASON FINALE
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
SOS Pé na Bunda – 19h59
Arrow – 22h30 (ep 3×06)

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 4×04) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária

ID
Blue Bloods – 11h54 (ep 3×07)

SPACE
Constantine – 22h30 (ep 1×04)

HBO
Roommates – 0h (ep 1×07)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h

GLOBO
Dupla Identidade – 23h15

VIVA
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

Billy Baldwin fará participação especial em ‘Forever’

Data/Hora 21/11/2014, 01:52. Autor
Categorias Notícias

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Billy Baldwin foi escalado para uma participação especial em Forever. No episódio, o ator interpretará um executivo de Wall Street chamado Oliver Clausten.

O personagem é descrito como um homem acostumado a conseguir as coisas do seu jeito e que vive sua vida com um “charme de sabe tudo e um carisma de predador”. Quando seu protegido Jason Fox aparece morto, o seriado trará os advogados de Jason, o que inclui uma apresentação a Oliver, sua companhia e seu mundo perigoso.

O ator, que também tem currículo passagens por Hawaii Five-0, Gossip GirlParenthood e que foi protagonista da série Dirty Sexy Money, aparecerá em um episódio previsto para ir ao ar em 6 de janeiro.

Forever vai ao ar nos EUA nas noites de quinta-feira pela ABC. No Brasil, a série é exibida pela Warner.

Com informações do EW.

Destaques na TV – quinta, 20/11

Data/Hora 20/11/2014, 01:02. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram os destaques dos canais de TV para esta quinta-feira.

Ei, você sabia que há apenas mais dois episódios antes de Marvel’s Agent of S.H.I.E.L.D. entrar em hiato. E depois a série só volta em março? E por falar em hiato, Resurrection fica por duas semanas em reprise. Já Drop Dead Diva volta com inédito hoje.

No The Ellen Degeneres Show, Ellen recebe o ator Jim Carrey, a atriz Minnie Driver (About a Boy) e a cantora Mary J. Blige. Já no The Tonight Show, Jimmy Fallon recebe o ator Josh Hutcherson, a comediante Tracey Ullman e a atração musical de Echosmith.

Confira os demais destaques para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 5×15)
Os Homens são de Marte… e é pra lá que eu vou – 22h40 (ep 1×09)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Rake – 20h (ep 2×07)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

FOX Life
Chasing Life – Lutando Pela Vida – 22h45 (ep 1×08)

UNIVERSAL
Stalker – 22h (ep 1×02)
The Good Wife – 23h (ep 5×14)

WARNER
Two and a Half Men – 19h54 (ep 12×03)
The Flash – 22h30 (ep 1×05)

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 4×03) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária
Marvel’s Agent of S.H.I.E.L.D. – 21h30 (ep 2×07)

AXN
Resurrection – 22h (ep 2×06) Reprise

TBS
Projeto Mindy – 18h40 (ep 2×03)

ID
Blue Bloods – 11h54 (ep 3×06) Reprise

LIFETIME
Drop Dead Diva – 21h30 (ep 6×07) / 22h30 (ep 6×08) – Reprises / 23h30 (ep 6×09) Inédito

HBO SIGNATURE
Família Soprano – 22h (ep 1×10)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 8ª temporada)

VIVA
Família Dinossauros – 22h / 22h30 – dois episódios seguidos
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

HQ ‘Do Inferno’, de Alan Moore, vai ganhar minissérie no FX

Data/Hora 19/11/2014, 23:28. Autor
Categorias Notícias

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Responsável pela criação de famosas graphic novels como V de Vingança e Watchmen, Alan Moore terá mais uma HQ adaptada. Do Inferno (From Hell, no original), criada por Moore e Eddie Campbell, ganhará uma minissérie no canal FX.

Sem muitos detalhes divulgados, o projeto será mais parecido com o material original do que com a adaptação do mesmo para o cinema, no filme estrelado por Johnny Depp, em 2001. A HQ foi lançada em série entre 1989 e 1996 e segue a vida e os intentos do serial killer Jack, o Estripador. Além disso, também investiga se os assassinatos eram ou não parte de algo maior, como uma conspiração. Não há informações sobre o elenco.

Com informações do The Verge

 

Ator de ‘True Blood’ é escalado para a segunda temporada de ‘True Detective’

Data/Hora 19/11/2014, 23:02. Autor
Categorias Notícias

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Após a adição de James Frain e Lolita Davidovich ao elenco de True Detective, a série ganhou mais um membro para sua segunda temporada, o ator Riley Smith de True Blood. Ele será um oficial da polícia e namorado da personagem de Rachel McAdams.

O segundo ano da série terá trama e elenco totalmente diferentes de sua excelente temporada de estreia. A história seguirá o sistema de transportes da Costa Oeste dos Estados Unidos e as intrigas e ilegalidades que o cercam. Os detetives, agora, serão interpretados por Collin Farrell, Rachel McAdams e Taylor Kitsch, enquanto o vilão será o personagem de Vince Vaughn.

A primeira temporada de True Detective foi estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, tendo um total de 12 indicações ao Emmy 2014, onde a dupla de protagonistas, inclusive, concorreu na categoria de melhor ator em série dramática.

A segunda temporada de True Detective estreia nos Estados Unidos e no Brasil em 2015 pelo canal pago HBO.

Com informações do Deadline 

The Good Wife – Old Spice, Message Discipline e Red Zone

Data/Hora 19/11/2014, 19:38. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Good Wife
Episódios: Old Spice / Message Discipline / Red Zone
Números dos Episódios: 6×06 / 6×07 / 6×08
Exibição nos EUA: 26/10, 02/11 e 09/11/2014

Hora de ficar em dia com as reviews de The Good Wife… Ou quase isso. Preparados?

Pois bem, mais três episódios se passaram, e a certeza que ficou é que estamos diante de mais uma temporada fantástica desta série que já nos acompanha há seis anos.

E como não começar pela volta de Diane e Alicia à Lockhart & Gardner? A maneira como David Lee e Louis Canning foram despejados dali foi nada menos do que sensacional e me fez gargalhar, mas foi apenas a cereja no bolo. Não faz tanto tempo assim que Alicia saiu daquele mesmo escritório escorraçada por seguranças como um cão sarnento. Em questão de poucos minutos, passou de nova sócia à persona non grata. E o que dizer de Mrs. Lockhart? Sozinha e acuada após a morte de Will, se viu forçada a ir embora do escritório que ela mesma ajudou a criar. Ah, Will… Sempre ele. Há algumas reviews, eu mencionei que a saída de Diane da LG basicamente selava o fim do ciclo do personagem de Josh Charles. Engano meu. Will continua presente na série, aqui e ali, geralmente nos momentos mais cruciais (e emocionais). Lembremos que foi justamente quando Castro mencionou a sua morte que Alicia se viu compelida a concorrer à Promotoria. Agora, Alicia voltou para “casa”, para o lugar que a acolheu quando ela mais precisou. Mas, muito mais do que isso, agora ela é a ocupante do escritório que um dia foi de Will Gardner. A cena foi muito emocionante e me deixou cheia de lágrimas nos olhos. Será que um dia conseguiremos superar esta perda cruel?

“Minha presença física e eu estaremos em meu escritório, se vocês precisarem de mim.” – Howard Lyman

Este “retorno às origens” só não foi lá muito generoso com Cary. Com razão, ele não se sente à vontade em voltar justamente para onde fez questão de sair. Mas sejamos honestos: com a saída de Josh Charles, Robert e Michelle King foram obrigados a dar uma nova guinada nos rumos da série. O arco Lockhart & Gardner x Florrick & Agos ainda poderia render embates épicos e ótimos momentos para The Good Wife, mas sofreu um baque enorme com a partida de um dos personagens mais fundamentais para o seu bom andamento. Alicia, então, foi à luta pela Promotoria. Cary, por sua vez, ganhou destaque sob a forma de uma bela dor de cabeça com a sua prisão e iminente julgamento. Ninguém foi relegado a coadjuvante da própria história. E isso é maravilhoso.

CaryDiane

Acusado de favorecer Bishop na época em que trabalhava para a Promotoria, Cary está, mais do que nunca, correndo o grande risco de passar uma década ou duas na cadeia. O sumiço da cocaína a caminho do laboratório, aquela gravação comprometedora que supostamente o incrimina, e sua própria atitude furiosa e frustrada complementam esta complicada equação, cujo resultado, até agora, não parece muito promissor. Quem pode culpá-lo?

Mais assustadora, entretanto, foi a constatação de que Castro não tem interesse nenhum na resolução do caso ou mesmo em levar Lemond Bishop a julgamento. Pelo menos não quando o caminho que o leve até lá não passe obrigatoriamente por Cary. O jovem advogado é apenas um dano colateral nesta estratégia suja de campanha. Pior para Trey Wagner. Eu não ficaria surpresa se logo descobríssemos um envolvimento de Castro naquele trágico “acidente” de carro.

Ainda bem que Polmar não só matou a charada, como também pediu demissão e contou (quase) tudo para Alicia. Inclusive, eu estou bastante satisfeita com a participação de Matthew Goode na série até aqui, e estou começando a gostar da aproximação de seu Finn com Alicia – e digo isto não necessariamente como um par romântico, mas sinto que o personagem tem sido uma ótima válvula de escape para ela. As cenas dos dois sempre são delicadas e divertidas, e nos proporcionam alguns daqueles raros momentos de leveza de Alicia que tanto adoramos ver.

Mas, apesar da ajudinha indireta de Polmar, Cary ainda não consegue ver uma luz no fim do túnel. E quem diria que sua agente de condicional (e o juiz) concluiriam que a má influência desta história toda é… Kalinda?

KalindaLana

Há tempos que a personagem já não é mais a mesma – estamos cansados de saber, à esta altura do campeonato –, mas sempre que o roteiro fez um esforço para dar à ela algum sentimento ou emoção genuína, a coisa desandou e foi impiedosamente por água abaixo. Kalinda não é e nunca foi dotada de um compasso moral. Perceber que Cary ainda não se deu conta disso, e está magoado e triste com a sua distância e frieza é frustrante e um pouco desesperador, diante das circunstâncias. Mas sério mesmo que Kalinda decidiu se importar justo com Lana, justo agora, ainda mais quando isso significa enfrentar ninguém menos que Lemond Bishop?

(E um pequeno adendo: foi uma brisa de ar fresco ver dois episódios INTEIROS sem que Kalinda usasse seus dotes sexuais para seduzir e manipular qualquer coisa que ande e respire e conseguir exatamente o que quer. Pena que durou tão pouco.)

Advogados são péssimas testemunhas, e Cary não demorou em corroborar esta teoria. Perdido em sua própria raiva e indignação, ele passa uma imagem arrogante, e, com isso, nega ao júri uma chance de enxergar a injustiça de que está sendo vítima. Isto, claro, até o conselho sensato de Alicia mudar a sua perspectiva e o seu comportamento. Há quinze dias de seu julgamento, ainda há esperança. Certo?

Não se depender de Ramona, a nova assistente jurídica de Peter (e que, coincidentemente – ou não? –, é a mãe de ninguém menos que Lauren, a inesquecível estagiária avessa à calcinhas). Irônico pensar que a participação dela nos remete quase que imediatamente à Alicia que conhecemos na primeira temporada. Dona-de-casa e mãe em tempo integral por longos anos, Ramona, assim como Alicia, busca retornar ao mercado de trabalho. Mas… Por que Peter insistiu tanto em trazê-la para sua equipe de governo? Conhecendo o Sr. Governador como o conhecemos, sabemos que ele não dá ponto sem nó. Ramona, para o seu próprio bem, já conseguiu mostrar serviço ao conseguir evitar que Peter depusesse no caso de Cary. Sorte de uns, azar de outros… Aguardemos as cenas dos próximos capítulos!

Enquanto isso, a campanha de Alicia vai (quase) bem, mas não está isenta de dramas e conflitos pessoais.

“Eles merecem conhecer aquela que nós queremos que eles pensem que você é.” – Elfman

Adorei como a questão religiosa foi abordada em Old Spice, mais uma vez trazendo Grace para esclarecer os questionamentos de sua mãe sobre a fé e os princípios cristãos. Ficou muito claro que Alicia não está – e nunca esteve – em conflito com sua convicção religiosa, ela simplesmente é o que é: ateísta; o que a incomoda, entretanto, é ter que fingir ser alguém que não é em nome da política.

GraceAlicia

E nesta mesma política, cujas regras não fazem o menor sentido e tendem a mudar com a mesma constância que a direção do vento, tudo se resume às aparências. Como Eli e Elfman não cansam de dizer, a imprensa não tem qualquer interesse em histórias autênticas, especialmente quando as histórias fabricadas que a alimentam tem um apelo comercial muito maior.

Foi difícil assistir àquela entrevista com o pastor, porque sabíamos que aquela insinuação de que Grace teve algum impacto na fé de Alicia não era verdadeira. E a ironia maior é que a própria menina não vê problema algum nisso, e talvez por esta razão tenha se sentido tão desconfortável quando o seu grupo de reza teceu elogios rasgados ao seu “trabalho bem feito”. Mas não foi só isso: a entrevista também foi especialmente difícil por trazer à tona a morte de Will, e o desconforto de Alicia ao falar sobre o assunto publicamente me deixou com um nó na garganta. No fim das contas, a mensagem foi dada e a moral da história foi: “estou aberta à religião, sou toda ouvidos”. Será suficiente?

AliciaPrady

Mas nada poderia ter nos preparado para aquela cena ÉPICA entre Alicia e Frank Prady. David Hyde Pierce – o eterno Dr. Niles Crane, de Frasier – já chegou em Chicago chutando bundas e mostrando a que veio sem qualquer cerimônia. Foi um alívio ver, enfim, um candidato à altura de Alicia entrando na acirrada disputa – especialmente agora que Castro retirou sua candidatura. Ele só não contava com a coragem de Alicia de enfrentá-lo, também sem qualquer cerimônia, da maneira como ela o fez. Palmas para ela. A Sra. Florrick, talvez para seu próprio desgosto, está aprendendo rápido como jogar este joguinho macabro de regras maleáveis – o que é ótimo. Eli tem razão quando diz que Alicia precisa passar por cima desta ideia equivocada de que é superior – e, sendo esposa de Peter, nem haveria como ser diferente. Fato é que a fatídica entrevista para Prady foi mesmo uma estratégia de campanha, e eu confesso: adorei o “vazamento” daquele texto anti-Israel, que culminou no primeiro duro golpe de uma campanha que sequer havia sido anunciada. (Aliás, como não amar esta série, minha gente? Introduzir uma questão que é sempre tão controversa nesta briga de cachorros loucos não poderia ser mais atual… e genial.)

“Você é tão hipócrita. Você já sabe há dias que vai concorrer, mas me fez correr como uma idiota atrás do seu apoio. […] Não aja como se estivesse tentando mudar o sistema. Você É o sistema. […] Precisa de mais alguma coisa, Sr. Prady?” – Alicia

#EPIC

Mas nem só de campanha eleitoral e liberdade condicional vive a Florrick, Agos & Lockhart. A advogada inata que existe dentro de Alicia não relegou seus clientes e seus litígios à segundo plano. Muito pelo contrário. Nestes três episódios, tivemos um caso de espionagem econômica e um caso de estupro (ou sessenta), além das inestimáveis participações de Elsbeth Tascioni (RAINHA!), Louis Canning (odeio amá-lo, ou amo odiá-lo? Não consigo decidir), e Owen.

AliciaOwen

O irmão de Alicia, inclusive, foi o responsável por trazer mais um assunto atual e polêmico para o universo da série. Red Zone, o oitavo episódio desta temporada, nos presenteou com o caso de uma aluna de Owen que foi estuprada por um colega dentro da universidade onde estuda. Como se não bastasse passar por uma espécie de julgamento às avessas dentro de um bizarro “tribunal universitário”, a menina, como sempre, sofreu as consequências de uma cultura porca, retrógrada e machista de culpar a vítima. Pior do que isso: neste tribunal grotesco, era permitida apenas a presença – silenciosa – de um advogado (!). Coerência manda lembranças. Muito pertinente e condizente com a realidade de milhares de jovens mulheres mundo afora. Acontece lá, acontece aqui, acontece em todo lugar com uma frequência e naturalidade devastadoras.

O estuprador acabou expulso da universidade por motivos escusos e que nada tinham a ver com o abuso sexual si, mas o caso pelo menos deu visibilidade à campanha de Alicia (e trouxe de volta Louis Canning, sua cadeira de rodas, máscara de oxigênio e rins deteriorados, o que é sempre um bônus). A pesquisa entre seus possíveis eleitores, que tanto a assombrou durante o episódio, sofreu uma reviravolta a seu favor, e, de arrogante e egoísta, Alicia passou a (quase) santa. Again.

Pouco ou nada adiantou a sua atitude altruísta de esfregar panelas e servir refeições aos pobres. O que o eleitorado de Cook County quer mesmo é a imagem imaculada de Alicia. Eli não poderia ter dito melhor:

“Pare de agir como se isso fosse sobre você se tornar uma pessoa melhor. É sobre você parecer uma pessoa melhor! É isto o que os eleitores respeitam: as aparências.” – Eli

Para terminar, algumas considerações:

“Hey, I just met you
and this is crazy
but here’s my number
so call me maybe…” – Carly Rae Jepsen

Elsbeth

“Essa música que eu ouvi no radio, Call Me Maybe. Eu adoro ela. É popular? […] Não consigo tirá-la da minha cabeça!” – TASCIONI, Elsbeth.

Eu nunca, nunca, NUNCA MAIS vou ouvir Call Me Maybe sem lembrar de Elsbeth RAINHA Tascioni. E eu nunca, nunca, NUNCA ri tanto nessa minha vida de seriadora, acreditem! É justo dizer que eu levei pelo menos duas horas para conseguir terminar de assistir este episódio, porque assisti esta cena em looping por um tempo considerável! Me julguem, mas… Confessem: vocês fizeram o mesmo, não fizeram? hahaha

As participações de Carrie Preston em The Good Wife são sempre sinônimo de episódios geniais. Neste caso, o “genial” foi o resultado de uma equação disfuncional composta por: espionagem econômica + Elsbeth + Josh Perotti + “in my opinion” + Call Me Maybe. Qual a probabilidade de um arco desses dar errado? #EPIC²

Depois de uma noite de sexo selvagem em sua mesa de trabalho ao som de Carly Rae Jepsen (e não, eu não acredito que acabei de escrever isso), não poderíamos esperar muito mais, certo? ERRADO. Muito, muito errado. Quando pensávamos – nós e Josh – que nada mais poderia acontecer, Elsbeth sambou coletivamente em nossas caras perplexas, e destruiu o caso de seu amante ao consentir a gravação da conversa que o implicava na destruição de provas cruciais para o julgamento.

Ah, Elsbeth… Volte logo, por favor. Não sabemos mais viver sem você, SUA LINDA!

Se você leu até aqui, o meu muito obrigada! Estamos quase em dia com as reviews, meus queridos… Stay tuned.

PS: Por onde diabos anda Robin? Com a saída iminente de Archie Punjabi da série, esperava uma participação mais expressiva daquela que certamente será a sua sucessora. Estou sentindo a sua falta…

PS2: Nossas preces foram ouvidas, e Marissa, a filha baphônica de Eli, está de volta. E com ela, toda a sua deliciosa cretinice. Cheia de opiniões e completamente maluca, não poderia existir uma personal assistant mais perfeita para Alicia, e eu mal posso esperar para ver o que o futuro lhe reserva.

“Todos falam sobre Deus como se ele fosse um tiozão qualquer, que vive escondido no sótão.” – GOLD, Marissa.

I rest my case.

Gracepoint – Episode 5 e Episode 6

Data/Hora 19/11/2014, 17:33. Autor
Categorias Reviews

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Série: Gracepoint
Episódios: Episode 5 e Episode 6
Número dos episódios: 1×05 e 1×06
Exibição nos EUA: 30/10 e 06/11/2014

Jessica Lucas e Kevin Zegers estão tão ruins, mas tão ruins em seus respectivos papéis que eu não consigo lidar com o tempo de seus personagens na tela. Renee e Owen são importantíssimo para o desenrolar das história nesses dois últimos episódios mas fica difícil de acreditar que ela é uma jornalista experiente e ele um jornalista talentoso procurando seu espaço. Simplesmente parecem dois adolescentes brincando de investigar.

A coisa mais importante até aqui é a cidade precisando lidar com toda a informação envolvendo Jack Reinhold. Imagina descobrir que o senhor a quem você confiou seus filhos pode ser um pedófilo. A matéria feita por Renee e Owen deixa a situação ainda pior porque Reinhold é tratado o tempo todo como culpado sem direito a contar o seu lado da história. O final seguiu o original e o episódio 6 termina como a morte do personagem e até então o principal suspeito.

Carver ao passar mal dentro do hotel vê seu segredo nas mãos de Gemma, criando uma ligação entre eles. Ela promete não contar o que aconteceu desde que ele siga as recomendações médicas. Gemma também precisou lidar com a fúria de Beth. A mãe de Danny quebra o bar do hotel e faz ameaças caso Gemma não se afaste de sua família. Tenho problemas sérios quando a mulher no lugar de tomar satisfações somente com o marido resolve partir para cima da outra, a não ser quando a amante em questão é a amiga da traída. O reverendo assiste tudo com aquela cara que não sabermos ser de preocupação ou de alguém que está adorando ver o circo pegar fogo.

Susan Wright não é quem diz ser. Kathy, a espertona da dona do jornal, resolve deixar claro para Susan o que descobriu e acaba sendo ameaçada no meio da noite. Assustador Wright dizendo que conhecia homens que poderia estuprá-la. Kathy ao menos procurou Ellen e contou o que aconteceu.

Na versão original nesse ponto da trama tinha cravado quem matou Danny. Porém um ponto importante para minha teoria tinha a ver com a escolha dos atores. Nessa versão fica complicado criar a mesma linha de raciocínio. Sendo assim continuo apostando minhas fichas no reverendo. Ele parece cada vez mais descontrolado.

The Affair – 4 e 5

Data/Hora 19/11/2014, 16:32. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Affair
Episódios: 4 e 5
Número dos episódios: 1×04 e 1×05
Exibição nos EUA: 2/11 e 9/11/2014

Cada vez mais acredito que os depoimentos de Alison e Noah não são claros propositalmente. Ambos parecem estar protegendo alguém mas não necessariamente um ao outro. No episódio 04 temos os dois “presos” na ilha. Foi a primeira vez que as referências aqueles que fazem parte da vida de ambos foi mínima. Todo tempo de tela é de Dominic West e Ruth Wilson.

Para quem não gosta de ambos deve ter sido uma tortura. Confesso que só me dei conta quando uma amiga reclamou da ausência do Joshua Jackson e de quase ter morrido de tédio. Sou apaixonada por Mr. Jackson mas gostei o episódio centrado no casal de amantes. A visão de cada um sobre os acontecimentos está cada vez mais distante. E requer uma atenção redobrada para juntar as pistas para conseguir saber o fator comum dos relatos. Nem mesmo o figurino é o mesmo.

Sabemos quem é a vítima: Scotty, o cunhado de Alison. A revelação é feita de forma tão casual que uma pequena distração e o espectador nem notaria, e isso não é uma crítica. Achei ótimo não vermos o tradicional “mostrar o crime, revelar a vítima”. Continuamos sem saber como foi a morte. Apenas que a princípio foi considerada acidente mas a polícia resolveu investigar. Segundo o detetive: ele não acredita em coincidências. Nesse momento lembrei do Gibbs em NCIS.

Athena, a mãe de Alison, aparece e de cara descobre o segredo da filha. Ao contrário de uma lição de moral, a mãe parece ficar feliz com o fato de ver a filha bem, mesmo que essa felicidade seja conseguida traindo o marido. A relação das duas não é nada amigável e parece que muitos segredos sairão daí. A sogra de Alison me incomoda bastante. Alguma coisa na bondade dela faz com que desconfie das suas intenções. Me parece mais manipulação que amor. Uma tentativa de não deixar a nora partir porque isso afetaria seu filho.

No lado de Noah vemos mais uma vez o conflito dele com a família da esposa. Se tudo aconteceu exatamente como vimos, Noah tem toda a razão de ficar revoltado como Helen e sua família resolvem lidar com o problema de Whitney. A menina errou feio, poderia ter causado a morte de alguém, mas tudo é tratado de forma muito banal. A conversa de pai e filha no carro pode também ser a pista sobre o motivo de Noah ter omitido o interesse de Scotty na sua filha. Ainda continuo esperando a versão de Cole e Helen para os fatos.

Breve clipe de ‘Agent Carter’ é divulgado

Data/Hora 19/11/2014, 16:23. Autor
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Marcada para estrear no canal ABC em janeiro, durante o hiato de Agents of S.H.I.E.L.D., Agent Carter ganhou mais um curto vídeo de divulgação. O clipe mostra Peggy Carter (Hayley Atwell) lutando contra um inimigo. Assista abaixo:

Com informações do Spoiler TV 

 

Michael Ealy será o vilão da terceira temporada de ‘The Following’

Data/Hora 19/11/2014, 15:58. Autor
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Este texto contém spoilers.

A terceira temporada de The Following já garantiu seu vilão. O ator Michael Ealy, que estrelou a série de ficção científica Almost Human, de J.J. Abrams, foi escalado para ser o principal antagonista do novo ano do thriller.

Ealy será um brilhante assassino profissional que levará Ryan Hardy (Kevin Bacon) até o seu limite. O personagem de James Purefoy, Joe Carroll, foi o principal vilão das temporadas anteriores, quando acabou sendo preso ao final da segunda temporada.

A terceira temporada de The Following estreia em 2015, no canal Fox, nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.

Com informações da EW

Doctor Who – Dark Water/Death in Heaven

Data/Hora 19/11/2014, 15:06. Autor
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Série: Doctor Who
Episódios: Dark Water/Death in Heaven
Número dos episódios: 8×11 e 8×12
Exibição no Reino Unido: 1°/11 e 08/11/2014

Passados alguns dias desde a exibição do final desta temporada de Doctor Who eu esperava ter uma opinião um pouco mais consistente sobre os episódios, mas a verdade é que ainda não sei muito bem se gostei ou não do que vi. Para ser sincera, o mesmo pode ser dito para a temporada como um todo. Doze episódios se passaram e, embora eu tenha vibrado a cada sábado e tenha amado o novo Doctor, faltou alguma coisa que me fizesse me importar com o que estava sendo desenvolvido. Doze semanas é um tempo longo demais para não se criar vínculos e esse foi o meu maior problema com a temporada: tirando o Doctor, que simplesmente não sei não amar, todo o restante para mim não importou. Gostei muitíssimo de alguns episódios, nem tanto de outros, mas faltou vínculo entre a temporada e eu.

E Dark Water e Death in Heaven nada fizeram para mudar a minha impressão desta jornada. Tiveram alguns momentos emocionantes e meus olhos até se encheram de lágrimas em algumas ocasiões, mas ainda assim não terminei os episódios com aquela sensação de dever cumprido e de tristeza porque só teríamos mais no Natal (a propósito, viram o especial que saiu no Children in Need? Ansiosíssima pelo Natal).

Dark Water começou com uma declaração de amor e uma morte que me deixou chocada. Não porque eu tenha grandes paixões pelo personagem, mas porque foi tão repentina que meu inconsciente se sentiu obrigado a sentir. A morte é sempre um choque e não há como evitar a dor que as pessoas que ficam vivas irão sentir. Por isso dá para entender um pouco a forma como Clara manipula o Doctor para conseguir voltar no tempo e reviver Danny. Quero dizer, eu consigo compreender a dor que ela estava sentindo (principalmente porque todo o tempo em que esteve com Danny Clara mentiu e o excluiu tanto de uma parte tão importante de sua vida, que ela com certeza estava sendo corroída pelo remorso e sentimento de culpa) e o fato de ter uma nave que viaja no tempo é uma tentação grande demais (é só lembrarmos de Rose e do seu esforço para manter o pai vivo). Mas ainda assim não consigo simpatizar com a traição de Clara, principalmente porque a série não conseguiu vender para mim o amor da garota pelo ex-soldado. Os episódios tentavam me dizer que eles eram um casal, mas as cenas não passavam nem uma gota de sentimento entre os dois, o que tornou o desespero de Clara e a sua capacidade de destruir a vida do Doctor muito mais difícil de aceitar e perdoar. Sorte dela que o amor e respeito do Doctor pela companion é muito maior do que o dela por ele…

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E já que toquei no assunto, ao mesmo tempo em que fiquei feliz do Doctor ser um amigo leal e tentar o impossível para trazer a felicidade à Clara, mesmo após o que ela fez, eu também fiquei muito irritada por ele ter cogitado a ideia de trazer Danny de volta à vida fazendo uma visita ao ‘inferno’. Tudo bem que a Nethersphere (como ficou a tradução em português? Esfera Inferior?) acabou se mostrando uma criação Gallifreyana e aquela não era a alma verdadeira das pessoas, apenas uma cópia de suas personalidades guardadas em um grande banco de dados, mas isso não muda o fato de que o Doctor cogitou ir até o inferno para trazer Danny de volta.

Tirando este detalhe (que não é pequeno e estragou boa parte da diversão para mim), eu gostei da maior parte de Dark Water, principalmente a revelação de que Missy era o Mestre. Não chegou a ser um choque, muita gente já vinha cantando a pedra, mas ainda assim foi muito legal perceber que o Mestre não apenas está vivo, mas regenerou em uma Time Lady e, mais importante do que qualquer outra coisa: continua a mesma pessoa – bom, tanto quanto uma regeneração permita.

Michelle Gomez fez um trabalho fabuloso como Mestre, captando toda a essência dos seus predecessores e adaptando ao Décimo Segundo Doctor, tornando ainda mais crível o laço que une os dois Time Lords (bom, Time Lord e Time Lady agora).

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Ao término de Dark Water eu não havia aceitado muito bem a utilização de mortos na construção de Cybermen, já que há uma quantidade gigantesca de humanos vivos para serem convertidos e, para mim, é muito mais complicado trazer de volta mortos e reanimá-los, principalmente os que já viraram pó há muito tempo, do que converter os bilhões que andam sobre esta Terra. Mas após a chuva que fecundou a terra e a explicação de que Missy voltou no tempo – por toda a história da humanidade – para capturar a personalidade de todos os que já morreram até hoje, eu acabei aquiescendo. Ainda acho absurda a ideia, mas um pouco menos ridícula.

Death in Heaven teve um clima um pouco diferente. Alguns momentos mais interessantes e empolgantes e outros quase tolos.

Uma das melhores cenas do episódio foi a forma como Clara enfrentou os Cyberman assumindo a identidade do Doctor. E não há como dizer que ela não o conhece bem. Clara e o Doctor podem ter seus problemas, mas que ela foi a companion que mais esteve integrada no todo da vida do Doctor não dá para negar. Então, quem melhor do que ela para se passar por ele? Uma pena que a frase de efeito mostrada no trailer (“Clara Oswald não existe”) era apenas isso, uma frase de efeito. Tanto potencial… Mas foi uma boa sacada terem colocado o nome de Jenna Coleman por primeiro nos créditos e serem os olhos dela e não os de Peter Capaldi a aparecerem na abertura.

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Se achei chocante a morte de Danny, a conversão do professor em um Cyberman foi ainda mais impactante. É bem verdade que a produção deve achar os fãs meio incapacitados, já que precisaram mostrar o prontuário onde estava escrito Danny Pink a todo o momento, como se precisássemos da folhinha para entender que aquele Cyberman agindo diferente de todos os outros e salvando Clara era Danny, mas tentarei relevar a situação num ato de boa vontade com a série.

Eu não gosto do Danny. Quando conheci o personagem eu o achei bem simpático e estava cheia de expectativas, esperando grandes coisas para ele. Mas com o tempo ele se tornou alguém bem cansativo, com sua falta de curiosidade pelo universo, sua acomodação com o lugar-comum e a forma autoritária com a qual tratava Clara, embora disfarçado em preocupação e carinho. Mas nada me desiludiu mais com o personagem do que as suas atitudes em relação ao Doctor e como se recusou a conhecer de verdade o Time Lord, preferindo manter a sua visão preconceituosa com o alienígena.

Certo, o Doctor também não foi muito melhor no seu relacionamento com Danny, mas ele tinha a vantagem de eu conhecê-lo já de longa data, o que não era o caso de Danny. O professor sofreu gravemente de falta de desenvolvimento. Outra história de potencial mal desenvolvido… E, para piorar, tinha química zero com a personagem que, supostamente, era o grande amor da sua vida.

Mas Danny teve a sua quase-redenção neste final de temporada ao se manter fiel às suas emoções (ainda que tenha acontecido sem querer, em uma falha na hora da conversão), salvar Clara e, principalmente, pelo modo como abre o seu coração e expõe o seu desespero pedindo para que ela desligue as suas emoções. Nesse momento eu sofri com Danny.  Fico imaginando a dor que ele sentia, preso em um corpo morto e convertido em uma máquina, enquanto sofria as dores físicas e os traumas emocionais deste procedimento.

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É claro que eu também entendo Clara e a sua dificuldade em desligar as emoções de Danny. Eu também teria a sensação de estar matando-o pela segunda vez. Era uma situação de escolhas impossíveis e toda a cena entre os dois (e depois com o Doctor) foi muito bonita e emocional. O que estragou foi a forma como Danny tratou o Doctor com preconceito mais uma vez. E não importa que ele estivesse conduzindo o Time Lord à desligar as suas emoções, o desprezo pelo alienígena estava tão vivo em sua voz quanto sempre esteve e isso matou  um pouco o carinho que eu vinha sentindo pelo personagem em decorrência das cenas anteriores.

E por falar em carinho e emoções, confesso que a aparição do Brigadeiro em sua cyber forma me deixou com lágrimas nos olhos. Fiquei muito tocada com a cena. Vê-lo salvando a filha (bom, ouvindo sobre a possibilidade e conjecturando que fora isso o que acontecera), recebendo o reconhecimento do Doctor e mostrando que mesmo morto ele continua amando esta Terra e protegendo-a foi o bastante para despertar vários sentimentos. Por outro lado, é um pouco triste (para não dizer desrespeitoso) que o Brigadeiro, um personagem tão amado por tantos anos, termine os seus dias como um Cyberman, sofrendo as dores da conversão e sendo transformado em um dos maiores inimigos da humanidade. Sem falar que não deram qualquer explicação para ele não ter uma conversão completa. Danny teve o procedimento de supressão de emoções interrompido ao ver o reflexo do garoto que matou e que marcou a sua vida de forma tão profunda, mas e o Brigadeiro? Ele já estava morto há tempos, seu corpo nem mais existia, então o que manteve as suas emoções a despeito do corpo cibernético?

Mas fico feliz que pelo menos Kate tenha sido salva, embora a cena em que o Doctor está caindo e chama a TARDIS para si eu dispensaria.

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E mais uma vez quem brilhou no episódio foi Missy, fugindo da aeronave, aparecendo no cemitério como uma Mary Poppins do mal e entregando o exército de cybermen para o Doctor como um presente. Resta saber como ela sobrevive ao raio do Cyber-Brigadeiro, porque, afinal, o Mestre sempre sobrevive.

Só não consigo perdoá-la por ter matado Osgood. Eu sonhava em termos Osgood em vários episódios e eles matam a garota assim, sem mais nem menos, quando eu menos esperava… É para compensar por todos os outros que Moffat não permitiu que ficassem mortos no decorrer da temporada?

O final do episódio foi agridoce, com o Doctor e Clara mentindo um para o outro mais uma vez. Não entendo que melhores amigos são esses (mesmo entendendo os motivos de cada um). Fico feliz por saber que Clara voltará para o especial de Natal, pois eu ficaria inconsolável se os dois se separassem sem abrirem completamente o coração um para o outro.

É triste saber que Danny não voltará. Saber que o garoto que ele matou reviveu é um conforto – como Clara explicará para os pais do garoto que o filho que estava morto há anos está na verdade vivo, só ela sabe! – mas ainda assim ele desperdiçou a sua única chance de voltar para Clara. Outra decisão impossível. Trazer um garoto inocente de volta à vida (de onde saiu o corpo que ele está usando é uma coisa que nem tento explicar) motivado por um remorso pessoal, ou voltar para a mulher que o ama e que sofreu tanto com sua morte que chegou a trair o seu melhor amigo para que o tivesse de volta? Em favor de Danny está o fato dele não saber o que Clara aprontou para que ele revivesse (ele só lembra dela dizendo que confia no Doctor mais do que em qualquer outra pessoa) e tampouco que ela provavelmente está grávida (bom, o descendente tem que vir de algum lugar, não é? Mas eu não coloco minha mão no fogo por teoria alguma).

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E onde estará Gallifrey? O Mestre mentiu? Algo aconteceu? Teremos Gallifrey de volta em breve? Por ora, tudo o que eu sei, é que o Papai Noel apareceu para ajudar o Doctor a ter o que ele quer para o Natal.

…e que ninguém gosta de Tangerinas.

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Observações:

1) Nem comentei sobre o Doctor ser eleito o Presidente do Mundo, não é? É que eu achei a ideia tão ridícula que tinha até apagado da memória.
2) Outra coisa não tão interessante foi a conclusão do caso Missy e os Cybermen. Ainda não consegui aceitar muito bem o Mestre entregar todo um exército para o Doctor, e menos ainda todo o drama da temporada ser resolvido com o Doctor tendo uma epifania e descobrindo que não é um homem bom ou mau, é apenas um idiota em uma caixa, viajando pelo universo e ajudando como pode (o que todo mundo, ele inclusive, sempre soube).
3) Só quando fui selecionar as imagens para o texto é que eu percebi o quanto esses dois episódios foram azulados. Tudo é frio e cinzento, bastante deprimente até.
4) Esta é a minha última review de Doctor Who para o TeleSéries. Bom, pelo menos review regular…sempre há espaço para algum especial de quando em quando. Mas cheguei em um ponto onde não sei mais o que dizer sobre a série. Ainda amo Doctor Who, a série tem um lugar cativo e especial no meu coração, fico empolgada e emocionada para assistir, discutir, ler, ouvir audio dramas e todo o restante, mas não me anima mais a escrever resenhas e todo autor de resenhas precisa saber o seu momento de parar.
Foi um prazer dividir minhas emoções e pensamentos com todos até aqui. Sentirei falta dos textos semanais, mas ao mesmo tempo tenho certeza que olharei para a série com novos olhos, o que, talvez, seja uma ótima ideia afinal de contas.

Destaques na TV – quarta, 19/11

Data/Hora 19/11/2014, 01:40. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram a programação da TV e tenham uma boa noite.

No terceiro episódio de True Love – Amor Verdadeiro, Holly (Billie Piper) é uma professora que está infeliz no seu relacionamento e encontra uma amiga entre as suas alunas. As duas se tornam próximas, mas até que ponto é ético um professor ter intimidade com um de seus alunos? Participação de Kaya Scodelario (Skins).

CSI continua com reprises.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são Sofia Vergara (Modern Family) e Nick Jonas. Já no The Tonight Show, Jimmy Fallon recebe os atores Channing Tatum, Eddie Redmayne (The Pillars of the Earth) e o rapper Logic.

Confira os demais destaques.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Chegadas & Partidas – 21h – 6ª temporada
Lili, a Ex – 22h30 (ep 1×09)
True Love – Amor Verdadeiro – 23h30 (ep 1×03)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

MULTISHOW
Fred & Lucy – 21h30 (ep 1×03)

+GLOBOSAT
Rake – 20 h (ep 2×06)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Selfie – 20h01 (ep 1×06)

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 4×02) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária
Revenge – 21h30 (ep 4×07)
The X Factor UK – 22h30

AXN
CSI – 22h (ep 15×04) Reprise

COMEDY CENTRAL
South Park – 20h

ID
Blue Bloods – 11h54 (ep 3×05)

SYFY
Haven – 21 h (ep 5×03)

MAX*e
Gomorra – 22h (ep 1×04)

MTV
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 8ª temporada)
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)

VIVA
Meu Amigo Encosto – 21h
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

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