Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – The Things We Bury

Data/Hora 23/11/2014, 12:00. Autor
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Série: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.
Episódio: The Things We Bury
Número do episódio: 2×08
Exibição nos EUA: 18/11/2014
Nota do episódio: 10

No episódio passado vimos que Ward tinha planos para o seu irmão, o que isso queria dizer? Era difícil adivinhar, pois qualquer coisa podia vir da mente insana do agente. E ele conseguiu provar que a sua mente é ainda mais insana do que todos pensavam. Após um trauma na sua infância, ele resolve levar seu irmão até o local onde supostamente ele foi forçado a deixar seu outro irmão morrer. De tudo o que se podia pensar, essa, com certeza, era a última possibilidade que havia passado pela minha cabeça. Será que esse foi o gatilho que o Ward precisava para se tornar quem era? E outra pergunta que fica, será que fazer seu irmão confessar o crime que havia cometido é o gatilho para que ele se torne uma boa pessoa? Ao fim do episódio pudemos ver que ele se uniu a Whitehall, mas será que isso não faz parte de um plano para ajudar Skye?

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E, falando em Whitehall, a resposta para sua eterna juventude surgiu. Ao fim das contas ele nunca foi sempre jovem. De todas as partes do episódio essa foi a mais mind blow de todas, pois as conexões eram demais para qualquer um. Primeiro, a história se conectava ao obelisco, ou divinador, como está sendo chamado. Um objeto alienígena que serve para escolher quais serão as pessoas que continuarão na Terra após o apocalipse que irá surgir. E logo depois ela se conectava também com a Skye. O queixo caiu e ainda não voltou para o lugar. Eles não preparam ninguém para aquilo, como pôde fazer isso, Marvel?

Coulson e sua equipe foram meros coadjuvantes nesse episódio, mas isso não significa que não tiveram importância. A busca pela cidade continua. Eles não podem deixar a H.Y.D.R.A. encontrar a localização desta cidade do que quer que ela esconda. Foi bem o Fitz de volta à ativa, parece que no fim das contas a aproximação da Jemma fez bem a ele.

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Enquanto uma parte da equipe estava trabalhando para descobrir mais informações sobre a cidade, o resto do time tentava buscar respostas sobre os planos de Whitehall. Bobbi a cada episódio que passa se mostra uma ótima agente, mas parece que quando pressionada, as coisas tendem a fugir de seu controle. É engraçada a forma como a Marvel consegue fazer humor, a cena da Bobbi com o Hunter ao fim do episódio é a prova desse humor em momentos inesperados.

Esse episódio foi um dos mais difíceis de fazer review, pois tanta coisa aconteceu que foi complicado colocar tudo aqui em palavras. Isso é bom, pois prova que a série só evolui. Tudo caminha para um grande avanço na história, só resta assistir para esperar.

Constantine – A Feast Of Friends

Data/Hora 23/11/2014, 11:00. Autor
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Série: Constantine
Episódio: A Feast Of Friends
Número do Episódio: 1×04
Exibição nos EUA: 14/11/2014
Nota do Episódio: 7.5

Em A Feast Of Friends tivemos novamente a ausência de Chas, mas dessa vez o personagem não fez muita falta. Isso porque John recebeu a visita de um estranho e antigo amigo, Gary Lester. Além dele, o anjo Manny se fez bastante presente no episódio e Zed teve seus poderes sensitivos testados ao máximo.

Constantine 1x04 John

Gary também fez parte da tragédia em Newcastle, acontecimento que abalou a vida de Constantine e levou a menina Astra para o Inferno. Agora, Gary aparece pedindo a ajuda de John para parar um dos demônios mais destruidores que  já cruzou pelo caminho de Constantine.

E para tirar o demônio Mnemoth de circulação e poupar inúmeras vidas, John teve que sacrificar seu próprio amigo. Gary primeiramente foi manipulado por Constantine, mas aceitou seu fardo, pois ainda se sentia culpado por estar drogado quando Astra morreu e por ter libertado o demônio Mnemoth, ainda no Sudão. A tentativa de Gary de se redimir com o que aconteceu em Newcastle, libertando um jovem de um demônio, acabou ocasionando diversas mortes depois que ele foi pego entrando nos Estados Unidos com Mnemoth preso em uma estranha garrafa.

Constantine 1x04 Gary

A Feast Of Friends foi um episódio frio e com cenas fortes. Isso melhorou bastante o nível da série, aproximando as cenas deste episódio com algumas do piloto do seriado. Entre os momentos mais impressionantes, vale lembrar quando Contantine pede a ajuda do xamã Nomno para descobrir como parar o demônio. Os dois ficam chapados e Nomno aparece tirando o olho de John e colocando em si mesmo. Outro momento forte foi a cena de quando Constantine precisou sacrificar o amigo, fazendo com que Mnemoth possuísse Gary. Essa cena também exigiu estômago do público.

Também se destaca no episódio o momento em que John tenta libertar o demônio de uma funcionária do frigorífico, e então prendê-lo em uma garrafa. A funcionária possuída – andando de formas impossíveis para um ser humano – lembrou os clássicos filmes de exorcismo do cinema. Outro momento bacana de ser destacado no episódio foi quando John e Manny ficaram ao lado de um sofredor Gary, trancado em uma sala da casa de Jasper e aguentando as dores de um demônio que está preso em seu corpo.

Constantine 1x04 Casa

Falando nela, em A Feast Of Friends também foi melhor explorada a casa de Jasper, uma residência escondida no meio da floresta e com um moinho acoplado, outro ponto interessante em Constantine. A cada episódio é apresentada uma nova característica da moradia, que quase parece ter vida própria, além, é claro, de ser um lindo esconderijo para o um exorcista.

Constantine teve um crescimento significativo no enredo da série nesse episódio, mas as baixas audiências registradas nos Estados Unidos apontam para um iminente cancelamento. Vale lembrar que a NBC não tem muitos escrúpulos na hora de encerrar um seriado. Por isso, é importante que John exorcise todos os demônios do cancelamento que rondam a série e torça para que seus festiços, seu humor irreverente e seu relacionamento com Zed, Manny e Chas, sejam suficientes para manter as histórias de Constantine por mais tempo na televisão.

Sleepy Hollow – Deliverance e Heartless

Data/Hora 23/11/2014, 09:52. Autor
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Série: Sleepy Hollow
Episódios: Deliverance e Heartless
Número dos episódios: 2×07 e 2×08
Exibição nos EUA: 03/11 e ed10/11/2014
Nota dos Episódios: 7.5

Se a estratégia era desacelerar o ritmo da trama e se concentrar nas polêmicas, Sleepy Hollow está conseguindo, e muito bem por sinal.

Primeiramente, acredito que não foi só eu que fiquei chocada com a tal “doença” da Katrina, que nem era doença afinal, ou o fato da ruiva ter engravidado de uma aranha. Tipo… Oi? E talvez pior do que isso, seja a gravidez em si (de nove meses em um dia) ou o fruto da mesma. Enfim, um conjunto de bizarrices. O fato é que a moça deveria ser proibida de dar cria, né, meu povo. Pensem: primeiro foi o Henry e agora o Moloch. Complicado…

Essa “doença” da Katrina serviu para concretizar uma das duas coisas que eu achava que aconteceriam, que foi aproximá-la de Ichabod. Eu até tinha palpitado que o Sem Cabeça procuraria por ela, e também estaria certa se não fosse o Henry impedir o tal de procurar pela bruxa, então ou eu não estou tão ruim de adivinhação, ou a série está previsível em partes (já que a doença ser uma gravidez eu duvido que alguém tenha adivinhado). Mas falando dos homens da Katrina (vulgo: Ichabod e o Cavaleiro), cada vez dá mais a entender que o relacionamento dela com o Crane não tem mais solução, primeiro porque ele descobriu que ela é uma pessoa totalmente diferente do que pensava, não que seja um diferente pior, mas é; e em segundo lugar, porque o próprio Súcubo disse o que todo mundo já sabe: Ichabod tem um desejo enrustido por Abbie.

Do mal

Aliás, esse Súcubo, um demônio que rastreia desejo e se alimenta da energia vital das pessoas, foi uma boa sacada e poderia ter continuado até por mais algum tempo ali, fortalecendo o “baby Moloch”. Outra boa sacada foi o próprio Henry saber que a Katrina não daria a luz e canalizar a criança (?) para ser alimentada por esse demo. Resumindo: quase todas as boas sacadas (80%) da série estão no lado dos vilões ultimamente, e ao perder Katrina novamente, o lado do bem fica ainda mais desfalcado, até porque ela tem se mostrado mais útil do que o esperado… Fora que a distância de Ichabod e a proximidade com o Cavaleiro possam fazê-la mudar de time e ficar com o vilão, o que não seria de todo ruim e muito menos imprevisível. Na verdade, é bem provável que ocorra. Katrina, na verdade, parece estar cada vez mais destinada a ficar no lado negro da força, e chega a dar uma certa ansiedade para que esse dia chegue.

Grimm – Dyin’ On A Prayer

Data/Hora 22/11/2014, 19:48. Autor
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Série: Grimm
Episódio: Dyin’ On A Prayer
Número do Episódio: 4×04
Exibição nos EUA: 14/11/2014
Nota do Episódio: 8.5

“Oh, lembra-te, pois, do que do barro me formaste! E queres fazer-me tornar ao pó?”

Em Dyin’ On A Prayer, Grimm traz para o seu enredo a história mítica do Golem. As lendas em torno dessa criatura antropomórfica o tratam como algo associado à tradição mística do judaísmo, um protetor que pode ser trazido à vida a partir de um processo mágico. Em Grimm, o Golem é invocado pelo rabino Ben, irmão de Sara e tio do pequeno David. Ao Golem, ele rezou para que protegesse seu sobrinho do ex-padrasto violento, bêbado e um wesen.

Grimm 4x4 Golem

Ao pedir proteção do Golem, Ben não tinha conhecimento de que ele mataria quem ousasse machucar seu sobrinho. Foi então, que Nick precisou da ajuda de Hank e, principalmente, de Trubel, e pior que isso, precisou gritar com uma criança. O Golem de argila só foi derrotado depois que David temeu pela vida de Trubel, sua nova amiga, que assim como ele, vê “monstros” por aí.

Em Dyin’ On A Prayer, vale dar um crédito para a mãe de Renard. A nova hexenbiest que deu as caras em Portland é muito interessante. Já estou na torcida para que a personagem permaneça um bom tempo na série, assim como Trubel. Na cena em que Juliette achou o quarto da Grimm vazio, pareceu que a moça havia aceitado o convite da detetive do FBI, mas Nick acabou achando Trubel no trailer e os dois resolveram seus segredos de Grimm e a moça voltou para casa. O relacionamento de Nick e Trubel fica cada vez mais forte e bonito, são como irmãos, uma família, que pelo histórico dos dois, nenhum teve antes.

Grimm 4x4 Trubel e David

Trubel também vem ganhando mais fãs. Além de Hank, que adora chamá-la para participar dos casos da Polícia de Portland, a moça ganhou o coração e a confiança do pequeno David, o que posteriormente foi fundamental para derrotar o Golem. Trubel vem ganhando jeito para lidar com o mundo wesen e também para ajudar Hank e Nick nos casos policiais. No entanto, Wu segue intrigado com a moça e apresentou suas desconfianças para Renard.

Já Adalind está em uma situação pior que a de Nick. Além de ter sido enganada por Viktor, o amiguinho dela da prisão a levou para uma escadaria assustadora e, pelo que parece, mágica. Adalind caiu na armadilha das caras falantes das paredes e corre risco de vida, perdida em algum lugar do Castelo da Família Real, na Áustria. Falando nelas, além das caras nas paredes em Dyin’ On A Prayer, o Golem de Grimm também foi outro detalhe que chamou a atenção para os efeitos especiais do episódio.

Grimm 4x4 Nick e Hank

E como se nossos amigos não tivessem problemas suficientes em Portland, Monroe e Rosalee, além de terem a lua de mel adiada, agora precisam enfrentar o preconceito por terem se casado mesmo sendo de raças wesen distintas. O casal foi vítima de um wolfsangel, armadilha de lobo em alemão. Como um aviso, um tijolo com um desenho diferente foi lançado na loja de especiarias.

Ainda bem que Rosalee e Monroe têm Elizabeth para ajudá-los. Só ela vai conseguir fazer com que Nick volte a ser um Grimm e assim possa protegê-los. O problema é que o feitiço de Adalind é muito mais poderoso do que se previa inicialmente, e para completá-lo Elizabeth vai precisar de Juliette, e de uma forma que Nick não vai gostar. No entanto, esse detalhe só ficou para ser melhor esclarecido no próximo episódio, Cry Luison.

Once Upon a Time – Smash the Mirror

Data/Hora 22/11/2014, 18:40. Autor
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Série: Once Upon a Time
Episódio: Smash the Mirror
Número do episódio: 4×08 e 4×09
Exibição nos EUA: 16/11/2014
Nota do episódio: 8.5

Da última vez que Once Upon A Time teve um episódio duplo, este foi um dos melhores da série, o dessa semana não chegou a tanto, mas pode ficar orgulhoso por ser um dos melhores desta primeira parte da temporada. Com uma história interessante e, acima de tudo, emocionante, a série decidiu não mais enrolar e mostrar logo tudo aqui que demorou tanto para aparecer.

No episódio passado, Emma fugiu de todos para não mais machucar seus entes queridos, pois agora, nesta altura do campeonato, ela não consegue controlar seus poderes. Como solução, a – sempre – impulsiva salvadora resolve ir pedir ajuda a Rumple, o ser mais confiável para se pedir favores, só que não. Às vezes me pergunto o que se passa na cabeça dos roteiristas quando colocam algo desse tipo, fica difícil se afeiçoar à Emma quando eles só a colocam para fazer burrada. É compreensível a atitude dela, mas a personagem parece nunca aprender. E para uma salvadora, Emma é quem está precisando ser salva, prova disso é que a solução encontrada foi graças à Elsa.

Falando em Elsa, o flashback foi de longe um dos pontos altos da história. Finalmente a parte de Arendelle nos deu respostas. Após ser presa nas masmorras por Ingrid, Anna recebe a ajuda de Elsa para que elas possam prender a Rainha de volta na urna, mas nada será tão fácil, pois a tia delas parece ter olhos em todos os lugares do castelo. O que é bem estranho, afinal de contas, Elsa é a rainha, por que ficar se escondendo dos guardas? Mesmo com esses momentos sem explicação, assistir as reviravoltas dessa parte da história foi bem divertido como há muito tempo não era. Ingrid se mostrou uma vilã que em oito episódios ela não conseguiu fazer. No fim das contas não foi o Rumple quem prendeu a Elsa na urna, mas sim a própria Anna. A pergunta que fica é: como foi que o Dark One conseguiu a urna?

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Talvez esse episódio tenha sido melhor que os anteriores pelo fato de que dessa vez Rumple é quem foi o grande vilão da história, Ingrid não estava funcionando e era necessário trazer um grande empecilho para a trama. Rumple é um dos poucos personagens que caminha por todos os humores, todos os lados e ainda assim continua coerente com ele mesmo, com sua história. O diálogo entre ele e Emma na mansão abandonada foi prova disso, ele é um vilão, não há como negar e ele nem quer negar, aquilo é quem ele é, o destino está traçado.

Essa questão de vilão e herói foi muito bem tratada durante o episódio, é uma linha muito tênue essa entre heroísmo e vilanismo nos dias atuais e a série sabe trabalhar isso muito bem, com ótimos exemplos, como a Regina que era para ser uma grande vilã, mas é uma mulher que acabou encantando os espectadores com sua história. Para alguns o destino é algo já traçado e decidido – como Rumple disse – mas para outros é algo que pode ser construído graças as suas ações – como foi o caso de Regina. Que a série traga mais questionamentos como esses, pois isso só engrandece a história.

E sobre Regina, foi ótimo ver que ela ainda tem seus momentos felizes. Mesmo muito apagada nessa temporada, ela ainda é importante para a história e penso que a segunda parte da temporada vai ser mais focada nela e no livro mágico. Agora que ela descobriu que tem sim chance de um final feliz, vamos torcer para que ele chegue logo para a Rainha Má mais boazinha das histórias. E falando em Regina e seu final feliz… Alguém tá sentindo falta da Marian? Pode continuar congelada assim mesmo.

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E como não podia deixar de ser, sempre tem que haver uma grande reviravolta na história. Quero destacar duas, a primeira se trata de Killian que agora é uma marionete de Rumple, durante o episódio inteiro se pensou que Emma era quem seria aquela que iria sofrer, se dar mal e, bem, não foi assim. Sobrou para o pobre Hook. Quando é que esse casal vai poder ser feliz em paz? A segunda é a mudança da vilã Ingrid. Repito que ela não tem cacife para ser a grande vilã da temporada, seus planos eram muito fracos e bobos, mas nos últimos minutos do episódio tudo se encaixou e trouxe outra atmosfera para a história. Ela ainda não chega aos pés de Zelena e Pan, mas ao menos agora mostrou serviço. Só resta saber como eles vão conseguir impedir Ingrid de lançar a maldição. Até semana que vem, pessoal!

P.S.: Por favor, mais participação de Will!

White Collar – Return To Sender

Data/Hora 22/11/2014, 17:37. Autor
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Série: White Collar
Episódio: Return To Sender
Número do Episódio: 6×02
Exibição nos EUA: 13/11/2014
Nota do Episódio: 9

Contrato assinado! Parecia impossível, mas o FBI aceitou as condições de Neal para que ele capture os Panteras Cor-De-Rosa em troca da sua liberdade. Return To Sender apresentou o primeiro teste de Neal para entrar no grupo de criminosos, o retorno do personagem Matthew Keller, em surpreendente participação como agente infiltrado da Interpol, e a notícia da gravidez de Elizabeth, que já chegou aos ouvidos felizes de Neal e Mozzie. E é claro que Mozzie já se escalou para parteiro.

White Collar 6x02 Peter, Neal e Bianca

Essa temporada de despedida de White Collar tem mostrado Peter mais ativo nas missões do FBI como agente disfarçado.  No primeiro episódio, Borrowed Time, Peter se fingiu de vendedor de explosivos e equipamentos especiais e agora em Return To Sender ele conseguiu um papel perfeito: pai de Neal, ou melhor, de Nathaniel Dietrick.

Como Elias Dietrick, Peter foi fundamental para o sucesso do roubo do selo no leilão de Bianca Esteverena. Os dois formam uma dupla ótima, que nessa altura do campeonato nem necessita de mais comentários. No entanto, nessa sexta temporada essa parceria ganhou um tom especial, que mistura um ar de despedida, com as habilidades dos dois sendo levadas ao máximo em cada situação. Agora, o que está em jogo não é somente a luta contra os crimes conhecidos como os de colarinho branco, mas sim a merecida liberdade de Neal.

White Collar 6x02 Neal, Keller e Panteras

Com Bianca, Peter apelou para o sentimento. Como o pai da moça havia deixado a família quando ela tinha apenas cinco anos de idade, Peter tornou a conversa sentimental, apelou para o relacionamento paternal e garantiu a infiltração dos dois no leilão. A melhor parte nessas situações, além da cara de surpresa de Neal, é que Peter acaba tomando o lugar que normalmente é de Caffrey, assumindo um disfarce e enganando a vítima. Com isso, Neal sempre fica angustiado, principalmente quando é tirado da situação, como ocorreu na cena do café em Return To Sender.

Enquanto isso, no covil dos Panteras Cor-De-Rosa, assim como apresentou Matthew Keller, o episódio também já o desmascarou. Como agente infiltrado da Interpol, Keller vai deixar ainda mais difícil o trabalho de Neal. Fora o fato que ele pode dedurá-lo a qualquer momento, Neal também prometeu a Peter que vai colocar Keller atrás das grades novamente. O problema é que se Keller tiver sucesso com os Panteras Cor-De-Rosa, ele terá liberdade garantida pela Interpol. Por outro lado, também vale lembrar que não sabemos que tipo de contrato Keller realmente tem com os russos, ou se existe algum contrato – como o de Neal – que garanta sua liberdade.

White Collar 6x02 Neal e Keller

Ao final do episódio, Neal e Peter celebraram a notícia da gravidez de Elizabeth e brindaram o futuro. Os dois personagens passam por momentos cruciais em suas vidas e os próximos quatro últimos episódios dessa série vão encaminhar as vidas de Neal e Peter. Da mesma forma, os mesmos episódios vão encerrar um ciclo de seis temporadas de um seriado que vai deixar saudades e personagens que sempre serão lembrados por suas características singulares.

Destaques na TV – sábado, 22/11 e domingo, 23/11

Data/Hora 22/11/2014, 01:18. Autor
Categorias TV Brasil

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Vamos curtir o final de semana, confira aqui o que tem na programação da TV com estreia e despedidas.

The Newsroom retorna neste domingo para sua terceira e última temporada. No episódio Boston, a equipe do News Night tenta recuperar a credibilidade após a desastrada reportagem sobre Genoa. Neal (Dev Patel) se depara com um novo furo jornalístico e o episódio irá abordar outro importante caso recente da história americana: o atentado à maratona de Boston.

Boardwalk Empire, série dramática vencedora de 18 prêmios Emmy e um Globo de Ouro, chega ao final com o episódio Eldorado. No episódio, Nucky (Steve Buscemi) tenta se mudar de Atlantic City para Manhattan após passar por um problema. Margaret (Kelly Macdonald) impressiona Nucky e o acionista de uma empresa de grãos; Luciano (Vincent Piazza) cuida de alguns assuntos pendentes enquanto negocia uma comissão com a Máfia; Willie (Ben Rosenfield) compartilha detalhes do submundo com seu chefe, o procurador dos EUA; Nucky visita Gillian (Gretchen Mol) no hospital. Em 1897, Nucky enfrenta uma crise familiar ao mesmo tempo que faz um acordo com o Commodore (John Ellison Conlee) para resolver seu futuro.

No final de temporada de Modern Family, o caos do dia do casamento continua, colocando os convidados e os noivos Mitchell (Jesse Tyler Ferguson) e Cameron (Eric Stonestreet) em teste. No entanto, uma virada inesperada dos eventos leva à cerimônia final.

O canal FX exibe o episódio inédito The Simpsons Guy, onde os Griffins se encontram com os Simpsons, em Springfield. Pela primeira vez, as séries de animações Uma Família da Pesada e Os Simpsons realizam um crossover. No episódio, Peter publica tirinhas de mau gosto no jornal, e por esse motivo a família inteira se vê obrigada a sair de sua cidade. Após dirigir por horas, eles param em um posto de gasolina e o carro é roubado. Eles acabam chegando em Springfiled onde conhecem Homer e sua família.

O The Graham Norton Show recebe Shirley Bassey, Catherine Tate, Richard Ayoade e Annie Lennox. Já Jonathan Ross Show tem como convidados One Direction, Forest Whitaker, Sarah Millican, Oprah Winfrey e Eminem.

Agora confira todos os destaques.

Destaques de sábado, 22/11

FX
Dads – 10h30 (ep 1×17)

ID
Blue Bloods – 11h54 (ep 3×08) Reprise

Destaques de domingo, 23/11

BBC HD
DCI Banks – 19h (ep 2×01)
Doctor Who – 21h (ep 8×11)
The Musketeers – 22h (ep 1×07)
The Graham Norton Show – 23h – 16ª temporada

+GLOBOSAT
Jonathan Ross Show – 21h

FOX
Modern Family – 12h45 (ep 5×24) SEASON FINALE

SONY
Top Chef Masters – 18h30
The Voice – 22h30 – 7ª Temporada

FX
Crisis – 9h30 (ep 1×12)
Uma Família da Pesada – The Simpsons Guy – 22h10
Tyrant – 22h40 (ep 1×04)

ID
Blue Bloods – (ep 3×09) Reprise

SYFY
Bitten – 21h (ep 1×07)

STUDIO UNIVERSAL
Nurse Jack – 0h15 (ep 6×07)

HBO
The Newsroom – 21h (ep 3×01) ESTREIA
Sr Ávila – 22h (ep 2×08)
Boardwalk Empire – 23h (ep 5×08) SERIES FINALE

SBT
Nikita – 1h

Bom final de semana!

Divulgada data de lançamento da primeira edição da HQ de ‘Orphan Black’

Data/Hora 21/11/2014, 17:54. Autor
Categorias Notícias

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A editora IDW anunciou neste ano a adaptação da aclamada série canadense de ficção científica Orphan Black para os quadrinhos. À época do anúncio muito foi especulado, pouco foi divulgado. Mas, agora, a primeira edição da HQ já tem sua data de lançamento revelada: fevereiro de 2015.

Orphan BlackOs criadores da série da BBC America, John Fawcett e Graeme Manson, irão trabalhar com a escritora Jody Houser e com o cartunista Szymon Kudranski.

A premissa da série em quadrinhos será a mesma da de TV, onde a protagonista Sarah é testemunha do suicídio de uma mulher que se parece exatamente como ela. Ao assumir a identidade de Beth, a suicida, ela irá descobrir que, na verdade, existem outras iguais a elas, além de muito perigo envolvendo ela e seus clones.

A atriz Tatiana Maslany, através de uma excelente atuação, dá vida aos clones na série. Além dela, estão no elenco da série Jordan Gavaris, Dylan Bruce, Michael Mando, Maria Doyle Kennedy, Évelyne Brochu e Skyler Wexler. Sua terceira temporada estreia na primavera de 2015 (nosso outono). A série é exibida pelo canal pago BBC HD e pela Netflix no Brasil.

Não há informações sobre a publicação das HQs no Brasil.

Com informações do Comic Books Resources 

Assista ao trailer da primeira parte do crossover de ‘Arrow’ e ‘The Flash’

Data/Hora 21/11/2014, 17:11. Autor
Categorias Notícias

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Enfim o crossover entre as séries Arrow e The Flash, ambas do universo da DC Comics, sairá. Para a alegria dos fãs do Arqueiro e do Flash, os universos dos personagens irão se encontrar em cada série, com um episódio em cada. O canal The CW divulgou o trailer do episódio Flash Vs Arrow — primeira parte do crossover — que é de The Flash. O segundo episódio, batizado de The Brave and the Bold, é de Arrow. Assista ao vídeo do primeiro episódio abaixo:

O episódio Flash Vs Arrow será exibido no dia 2 de dezembro, terça-feira, e o The Brave and the Bold vai ao ar no dia 3, nos Estados Unidos. No Brasil ambas as séries são transmitidas pelo canal pago Warner.

Com informações do The CW Television Network 

Primeira temporada de ‘Better Call Saul’ ganha exibição de dois dias na AMC

Data/Hora 21/11/2014, 11:54. Autor
Categorias Notícias

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O canal AMC está preparando a estreia de Better Call Saul, spinoff de Breaking Bad, para duas noites seguidas: dias 8 (estreia da temporada) e 9 de fevereiro. (exibição do segundo episódio). A nova série mostra a vida do advogado Saul Goodman (Bob Odenkirk), personagem que foi muito explorado em Breaking Bad.

“Em fevereiro, durante a primeira noite de estreia do seriado, nós vamos apresentar Jimmy McGill ao mundo”, disse o presidente da AMC, Charlie Colliber. Mais conhecido pelos fãs de Breaking Bad como Saul Goodman, o personagem aparecerá de uma maneira diferente aos espectadores, já que eles descobrirão que o advogado nem sempre foi o de maior destaque em toda Albuquerque.

Depois de sua estreia, Better Call Saul será exibida toda segunda-feira. A primeira temporada terá 10 episódios e 13 novos capítulos estão sendo produzidos para um segundo ano da série.

Confira o novo teaser da série:

Com informações do Hollywood Reporter.

Amazon anuncia data de estreia de ‘Mozart in the Jungle’

Data/Hora 21/11/2014, 11:24. Autor
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A Amazon anunciou que todos os 10 episódios de seu mais novo drama, Mozart in the Jungle, estarão disponíveis no streaming da Amazon Prime Instant Video em 23 de dezembro nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

A série, ambientada em uma orquestra de Nova Iorque, conta com Gael Garcia Bernal, Saffron Burrows e Hannah Dunne. Alex Timbers foi co-roteirista e co-criador do projeto ao lado de Jason Schwartzman e Roman Coppola, que também fazem a produção executiva com Paul Weitz e John Strauss.

Mozart in the Jungle também contará com a presença de alguns convidados como Malcolm McDowell, Bernadette Peters e Debra Monk.

Com informações do Hollywood Reporter.

Parenthood – Aaron Brownstein Must Be Stopped

Data/Hora 21/11/2014, 10:29. Autor
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Série: Parenthood
Episódio: Aaron Brownstein Must Be Stopped
Número do Episódio: 6×08
Exibição nos EUA: 13/11/2014
Nota do Episódio: 7

 “WTF, Parenthood?”. Essas foram exatamente as minhas palavras depois de assistir Aaron Brownstein Must Be Stopped. Em tempos de temporada reduzida, mal posso acreditar que os roteiristas desperdiçaram sagrados e preciosos momentos de Braverman time com… Hank. Seriously?

É com dor no coração que digo que, na minha humilde opinião, este foi o pior episódio da série. E não estou sozinha: basta uma rápida visita à fan page de Parenthood no facebook, e você encontrará centenas de comentários raivosos e cheios de insatisfação. Tamanho fiasco não tardou em refletir em seus números: com 3,61 milhões de telespectadores e apenas 1,0 na demo, Aaron Brownstein Must Be Stopped registrou a pior audiência da história da série.

E aí eu pergunto: WHY, GOD, WHY? Por que os roteiristas acharam que seria uma boa ideia trazer um episódio filler como este já na reta final desta Farewell Season? E não só isso: um episódio filler muito, muito ruim, e que em quase nada lembrou a série pela qual nos apaixonamos há seis anos? Isso não faz o menor sentido! Além disso, com este “rodízio de personagens” (que já mencionei em outras reviews) em virtude do acordo feito entre a NBC e o elenco – onde os atores renovaram seus contratos para apenas 9 dos 13 episódios –, ficou bastante difícil entender como diabos a produção da série alega não ter dinheiro suficiente para arcar com os salários de um elenco talentoso e afiado que está ali desde o episódio piloto, mas não hesitou em trazer um ator como Ray Romano (com direito à ex-mulher e filha) para tomar um tempo de tela absolutamente desnecessário e que poderia estar sendo muito melhor utilizado para concluir com mais calma os arcos de cada membro da família Braverman, a quem aprendemos a amar incondicionalmente ao longo dos anos. O resultado? Mais uma vez, tivemos um episódio sem Peter Krause, Lauren Graham, Erika Christensen, Sam Jaeger e Craig T. Nelson, para mencionar alguns…

E que balde de água fria todos nós levamos, hein? Depois daquele cliffhanger devastador de These Are The Times We Live In, fiquei ali, diante da tv, incrédula ao perceber que Julia e Joel sequer apareceriam no episódio. Nada. Nothing. Niente. Nem uma mençãozinha sequer. COMO ASSIM, Parenthood? Quanta crueldade.

E, se ainda existia alguma dúvida de que Lauren Graham foi relegada à coadjuvante da própria história, este episódio foi uma prova irrefutável disso, e é algo de que venho reclamando já há um bom tempo. Boa parte do episódio girou em torno de Hank, sua sofrível ex-mulher Sandy e sua insuportável filha Ruby. Nada de Sarah. Nada. Nothing. Niente. Em que planeta faz sentido Hank ter uma storyline completa, com começo, meio e fim (e espero que este chegue bem rápido!), e Sarah não?

  “Pai, a mamãe acha que eu sou idiota e que eu não posso passar uma noite sozinha.” – Ruby

Nossa Ruby, que bom que suas atitudes provaram que sua mãe estava errada, não é mesmo? Acho que passei o episódio inteiro com a mesma cara que a filha de Hank fez na foto que abre esta review. À esta altura do campeonato, todos nós já entendemos que Hank e Sandy se reconciliarão e desaparecerão de Parenthood caminhando juntos com sua filhinha regenerada em direção ao pôr-do-sol e para além do horizonte, enquanto Sarah ficará para trás – mais uma vez – para remendar os cacos de seu coração partido. Zzzzzz…

Alguém aí acreditou por um segundo que Ruby estava dizendo a verdade? E Hank, meu querido… COMO ASSIM você abaixou o banco do carro para que sua filha irresponsável não o visse espionando a festinha que ela nem deveria ter dado? Medo de perder o amor da menina? Really? Pelo menos – com muito custo, é verdade –, ele conseguiu se agarrar ao mínimo de dignidade que lhe restou, e acabou com a festa antes de Sandy chegar.

Quando se trata de Hank, juro que tenho me esforçado para entender que ele, assim como Max, também sofre da Síndrome de Asperger. É como se um fosse a versão adulta do outro; como se um complementasse e validasse a existência do outro, e eu realmente acho o esforço do roteiro bastante louvável neste sentido. O problema é que, na maior parte das vezes, ao contrário do que acontece com Max, nós não conseguimos sentir qualquer empatia pelo personagem de Ray Romano. Enquanto o menino conta com toda a nossa paciência e torcida, Hank não tem carisma algum e, por isso mesmo, falha miseravelmente em nos comover.

“Sim, sim. Eu disse que te amo só para te manipular, ok? Porque eu não te amo. Nem um pouco. Eu te odeio.” – Ruby

Como não amar a bipolaridade dessa menina, minha gente? Num dia, ela fala horrores como este para Hank (e sim, minha querida, você manipulou o seu pai direitinho!); no dia seguinte, vai jogar pôquer com ele como se nada tivesse acontecido, brincando, inclusive, com o fato de seu pai ser bom no jogo justamente por não ser capaz de expressar seus sentimentos (ok, confesso: eu ri). Assim como seu pai, Ruby não tem qualquer carisma e não nos conquistou.

No mais, o que posso dizer? Que espero que Hank e companhia sejam atropelados por um trem ou coisa parecida e sumam de vez desta série que, definitivamente, não lhes pertence? Muita maldade da minha parte?

JasmineCrosby

Enquanto acompanhávamos o desenrolar de todo aquele drama aleatório na família de Hank, Crosby também estava em apuros. E poxa… Sinto em dizer que, desta vez, o roteiro também não funcionou para ele.

Entendo que ele esteja ansioso e apreensivo com o futuro da Luncheonette e de sua família, mas a postura infantil e imatura que ele assumiu desde o início desta temporada está começando a ficar um tanto quanto irritante. Ainda bem que temos Jasmine para equilibrar um pouquinho as coisas, já que ela traz à Crosby a serenidade e tranquilidade que tanto lhe fazem falta neste momento. Que mal poderia haver em Jasmine trabalhar fora – ainda que em um “subemprego” – para ajudar nas despesas da família, ao menos até as coisas se estabilizarem? Também entendo que a intromissão de Renée é chata, inconveniente, e que lhe deixe com um gosto amargo de derrota, mas… Crosby precisa parar de agir como um moleque. Quando seus sobrinhos são mais pé-no-chão e tem mais maturidade que você, Crosby, está na hora de rever os seus comportamentos e conceitos.

AmberCrosby

Gostei muito de ver Amber, agora já bem barrigudinha – e linda! – tomar as rédeas da situação na ausência de Adam ao tentar encontrar uma alternativa realista para tirar a Luncheonette do buraco (e uma dica, Crosby: ela não envolve dançar Ramones num estúdio vazio). Pena que o tiro saiu pela culatra, e eles sequer tiveram a chance de ouvir a tal banda. Maconha, Crosby? Really? Salvo pelo gongo, às custas do bebê de Amber. Ainda bem que tudo não passou de um susto, porque eu acho que não aguentaria vê-la perdendo seu filho ou coisa parecida.

Drew, por outro lado, continua em sua incansável busca pela carreira mais lucrativa. Mas… vocês lembram da infelicidade e insatisfação que eu mencionei na última review? Pois bem, acho que nem precisaremos esperar muito para vê-lo chegar ao fundo deste poço chamado frustração. Irritado, impaciente e infeliz com sua falta de habilidade – e compatibilidade – para o curso que escolheu, ficou fácil perceber que, se ele insistir neste caminho, seu futuro não será a realização de um sonho, mas de uma obrigação.

Fico feliz que Amber já tenha percebido a responsabilidade que Drew sente em suas costas, e fico orgulhosa de vê-la colocar os pingos nos is. Não é justo que seu irmão caçula carregue todo este peso sozinho; a responsabilidade não é dele. Espero que logo, logo Drew perceba o mal que está fazendo a si mesmo – ainda que cheio de boas intenções. E… Onde está Sarah para aconselhar seu filho caçula? É destas cenas que eu sinto mais falta…

Max

E eis que em um episódio tão falho, surge uma luz no fim do túnel: Max Burkholder e Monica Potter roubaram a cena e brilharam, como sempre.

No fim das contas, era Kristina quem tinha razão: Dylan não gosta mesmo de Max. Pelo menos não da maneira como ele sonhava. E como foi duro assistir àquelas cenas, meu Deus!

Há alguns dias, li uma review sobre este episódio, publicada em um blog americano, que argumentava por parágrafos e mais parágrafos o quanto Adam e Kristina foram péssimos pais ao ensinarem a Max que o amor é uma “escala fluida de afeição que varia de um a cinco”. Que eles jamais deveriam incentivá-lo a repetir um comportamento que beira a obsessão, e que o constrangimento de que Dylan foi vítima é culpa deles. Não concordo com esta opinião nem por um segundo.

Considero Adam e Kristina pais absolutamente fantásticos; perfeitamente imperfeitos. Os desafios que criar um filho como Max apresenta parecem vir de uma fonte inesgotável, e nenhum dos dois jamais esmoreceu em seu amor incondicional. Ambos sempre deram o seu melhor na criação de seus três filhos, para que eles pudessem crescer e se tornar a melhor versão de si mesmos. Eles não tem todas as respostas. E quem é que as tem? A vulnerabilidade de Adam e Kristina torna-os humanos… E não há mal nenhum nisso. Falhar é algo inerente à vida. E, diante do primeiro amor de Max, eles apenas fizeram o que achavam que era certo.

E, meu Deus, que ator espetacular é Max Burkholder! Ao longo destes seis anos em que acompanhamos a série, eu nunca cansei de me surpreender com a sua atuação pontual e impecável. Na primeira metade desta temporada de despedida, vimos Max (Braverman, desta vez!) florescer e descobrir sentimentos antes desconhecidos. Apaixonar-se pela primeira vez provocou um tsunami de emoções em sua vida tão metódica e monocórdia. Acrescentar novos tons à sua existência talvez tenha sido confuso demais para ele, que, como sempre, tentou racionalizar seus sentimentos como se eles fossem uma equação matemática.

A recusa de Dylan era algo para o qual o menino Braverman não estava preparado, e aquela cena onde ele exige saber por que ela não o ama da mesma maneira foi avassaladora. A humilhação pela rejeição pública e seu coração partido foram suficientes para partir também o meu em um milhão de pedacinhos e me fazer chorar copiosamente por algum tempo.

MaxKristina

“O que você fez foi maravilhoso.” – Kristina
“Mas eu não me sinto maravilhoso.” – Max

E o que dizer da atuação de Monica Potter? Tê-la em cena é ter a certeza de que fortes emoções estão por vir. Como não se debulhar em lágrimas ao ouvir seu discurso emocionado para Max e seu coração partido? Ela tem orgulho de seu filho, e, assim como Adam, ela também acredita que um dia ele poderá amar e ser amado. Quem pode culpá-la por isto?

E, para ser justa, você percebe o quanto uma série é extraordinária quando ela apresenta um episódio medíocre, mas ainda assim é capaz de te fazer chorar como um bebê.

Faltam 5 episódios para a Series Finale. O ato final da família Braverman será gravado ainda nesta semana. A foto que Sam Jaeger postou em seu twitter já me deixou com um nó na garganta. Eu não estou preparada para a despedida, e vocês?

TweetSam

Até a semana que vem!

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