Elenco de ‘True Detective’ ganha mais dois reforços: James Frain e Lolita Davidovich

Data/Hora 18/11/2014, 23:33. Autor
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Após confirmar as contratações Vince Vaughn e Taylor Kitsch, a segunda temporada de True Detective começa a ganhar seu elenco de apoio. No final da semana passada, foram anunciados os nomes de mais dois atores ao elenco da série: Lolita Davidovich e James Frain.

A atriz canadense Lolita Davidovich, que tem uma sólida carreira em Hollywood, foi escalada para o papel de Nancy Simpson, a mãe do detetive interpretado por Kitsch. A personagem é descrita como um ex-stripper, fumante e alcoolista, que lamenta ter perdido a atenção dos homens. A atriz é conhecida pelos fãs de TV por suas passagens por séries como The Agency e The L Word.

Já o inglês James Frain é bem conhecido do fã de séries: no currículo possui passagens marcantes por 24 Horas, The Tudors e True Blood, entre outras produções. Em True Detective, fará o papel de Jeff Hunt, um tenente durão da polícia.

A nova temporada da série, que começa a ser gravada ainda este ano na Califórnia, terá no elenco de apoio ainda Kelly Reilly (Black Box), Michael Irby (Almost Human), Abigail Spencer (Rectify) e Leven Rambin (Terminador: The Sarah Connor Chronicles, The Tomorrow People).

Com informações do E! Online.

Destaques na TV – terça, 18/11

Data/Hora 18/11/2014, 01:13. Autor
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Confira o que tem na programação de séries na TV hoje.

O canal Sony começa a exibir a quarta e última temporada de Franklin & Bash. Na estreia, os rapazes ajudam um arqueólogo, mas logo questionam a sanidade do cliente. Além disso, Peter (Mark-Paul Gosselaar) e Jared (Breckin Meyer) contratam um investigador particular para possivelmente ajudar a exonerar Infeld (Malcolm McDowell). Para completar, um novo sócio e uma jovem advogada se juntam à firma.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são o ex-presidente dos EUA Bill Clinton e o cantor Pitbull. Já o The Tonight Show recebe a atriz Drew Barrymore, os cineastas Peter Farrelly e Bobby Farrelly e o cantor inglês Johnny Marr.

Confira os demais destaques para hoje.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Rake – 20h (ep 2×05)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

UNIVERSAL
Law & Order: SVU – 22h (ep 16×03)
Chicago PD – 23h (ep 2×03)

FOX
Porta dos Fundos – 22h (ep 1×06)
The Walking Dead – 22h30 (ep 5×06)

WARNER
Mom – 20h (ep 2×02)
Forever – 22h30 (ep 1×05) Reprise

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – (ep 4×01) – exibição diária – ESTREIA
Malibu Country – 14h – exibição diária
The Blacklist – 21h30 (ep 2×07)
The X Factor UK – 22h30 – 11ª temporada

AXN
NCIS – 22h (ep 12×06)

COMEDY CENTRAL
Men at Work – 20h (ep 3×06)
The Exes – 20h20 (ep 3×06)
Last Man Standing – 20h40 – (ep 3×06)

A&E
NCIS: Los Angeles – 21h (ep 5×19)

ID
Blue Bloods – 11h54 (ep 4×04)

LIFETIME
Necessary Roughness – 23h30 (ep 2×12)

MTV
Smallville – 10h15 (exibição de segunda a sexta reprise 8ª temporada)
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)

BAND
Master Chef – 22h35

VIVA
A Diarista – 22 h
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

Sexta temporada de ‘Hot in Cleveland’ será a última

Data/Hora 17/11/2014, 22:35. Autor
Categorias Notícias

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Má notícia para os fãs de Melanie (Valerie Bertinelli), Joy (Jane Leeves), Victoria (Wendie) e Elka (Betty White). O canal TV Land anunciou que a sexta temporada de Hot in Cleveland será a última da série. A temporada final da série, que estreou no último dia 5 de novembro, terá 24 episódios e está prevista para terminar em 2015.

De acordo com o site Deadline, o fim da série estaria ligado a um reposicionamento do canal, que vai aos poucos deixando as sitcom gravadas com múltiplas câmeras e abraçando o formato de comédias gravadas com uma única câmera.

Hot in Cleveland, no entanto, se despede da TV como o grande sucesso do canal, que pertence ao grupo Viacom. Dedicado a reprisar séries antigas, o TV Land passou a apostar em séries originais em 2010, justamente com Hot in Cleveland – atingindo uma impressionante audiência média de 2,4 milhões de episódios e 1.12 ponto de audiência entre o público de 25-54 anos. A série atingiu no ano passado a marca de 100 episódios e ainda gerou um spin-off, a comédia The Soul Man.

Com informações do site Deadline.

Castle – Meme is Murder e The Time of Our Lives

Data/Hora 17/11/2014, 21:11. Autor
Categorias Reviews

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Série: Castle
Episódios: Meme is Murder e The Time of Our Lives
Número dos episódios: 7×05 e 7×06
Exibição nos EUA: 27/10 e 10/11/2014
Nota dos episódios: 9.5

Sei que ando atrasada e em falta. Sei também que hoje não é dia de entregar review de um episódio tão importante, e geralmente esses recadinhos vêm ao final do texto. Porém, peço infinitas desculpas pelos atrasos, mas eles têm explicação: trabalho e faculdade. Agora, sem mais delongas, vamos ao que interessa.

O que dizer de Meme is Murder? Sempre que eu penso no episódio o que me vem à cabeça é aquela musiquinha – mega engraçada – do final. Num episódio cujo tema era o cyberbullying, rolou de tudo: suspense, drama, comédia e o melhor, obviamente, foi a zoeira que fizeram com o Castle e o vídeo de lançamento de seu mais novo livro (o qual, aliás, aceito de natal. Grata). Em circunstâncias normais, eu falaria bem mais do episódio, mas como o seguinte foi de tirar os meus pés do chão, nada mais justo que eu dê atenção a um dia tão esperado por mim, por você e pela torcida do Flamengo.

Quem aí estava preparado para um episódio como The Time of  Our Lives? Eu pelo menos não estava. E não digo nem por ser spoiler free, mas pela quantidade de carga emocional e significados que foram depositados em um dos episódios mais lindos que eu já vi em toda a minha vida de seriadora. Castle foi parar em um mundo paralelo, e tudo o que eu posso dizer é que vivo em outra realidade desde que essa série entrou na minha vida.

castle 01 - the time of our lives

Logo no início, como de costume, a cena caseira dos dois me deixou no chão. Não sei porque, mas esse tipo de cena – os dois juntos na cozinha – costuma me derrubar desde a quinta temporada, e sempre que aparece, vários outros momentos vêm à tona. Porém, dessa vez ela me fez refletir: como seria a vida deles caso um não estivesse com o outro? Na minha cabeça já passava um filme triste de duas pessoas que, por infelicidade do destino, viviam privados de uma vida colorida: Castle provavelmente seria um crianção irresponsável, enchendo a cara, torrando o seu dinheiro em mulheres e noites caras; já Beckett teria o seu muro transformado em Muralha da China, seria incompleta, tanto pessoalmente, quanto profissionalmente. Não que eu seja vidente, nem nada, mas não é que foi basicamente isso o que aconteceu?

Numa espécie de viagem a um mundo paralelo a partir de um artefato do capeta bizarro, Castle viaja para uma vida alternativa na qual Beckett e ele não possuem um relacionamento e ninguém no departamento o conhece. Sua vida está como o previsto, sua mãe famosa, Alexis revoltosa de cabelo escuro e ele frustado e quase sem dinheiro. Beckett, por sua vez, virou capitã do departamento, mas segue os dias com o vazio de não ter finalizado o caso de sua mãe. Cabe dizer aqui que achei incrível essa sacada de fazer com que os dois meio que voltasse à estaca zero para que o próprio Castle repensasse em sua vida e, principalmente, em sua vida com Beckett.

E assim, com essa nova chance do destino, Castle tem a chance de tentar reconquistar, mais uma vez, a mulher da sua vida. O escritor que sempre digitou palavras encantadoras podia ser, agora, agente da sua própria história e reescrever por linhas tortas o que sempre, sempre, sempre mesmo esteve escrito nas estrelas. Obviamente, a tarefa não seria fácil, e cada vez mais eu me sentia de volta à primeira temporada – só com que com uns quilos e cabelos a mais.

Com o desenrolar do caso, vamos descobrindo que a versão encantada de Beckett também era fã dos livros de Castle (certas coisas não mudam haha), mas continuava firme em não ceder aos encantos do escritor. E embora a história estivesse engraçada, era hora de voltar à realidade: com um tiro no peito, que fez minha mente pular direto para a cena final da terceira temporada, Castle retorna ao mundo de verdade, no qual as coisas estão em seu devido lugar. Ou quase.

castle 03 - the time of our lives

Ao final de Watershed e Valkyrie eu fiquei com a sensação de que algo faltava, de que o pedido de casamento tinha vindo sem o pacote completo. E não digo que não era hora, mas digo que ele veio sem um pensar sobre o assunto, sem uma conversa prévia: ele veio devido às circunstâncias. E aquele pedido, desde então, me fez esperar o dia do casamento, que foi planejado durante toda uma temporada e não aconteceu. E, então, numa segunda feira despretensiosa, eis que eu ouço as seguintes palavras: Katherine Beckett, você quer se casar comigo? E toda a minha vida voltou a fazer sentido.

Agora sim. Ali estava um pedido que veio após a percepção de que não há outro lugar em que eles deveriam estar a não ser ali mesmo. Ali estava um pedido que veio após inúmeros aprendizados que apenas serviram para ressaltar o fato de que os dois conseguem ultrapassar, juntos, qualquer percalço que vier pelo caminho. E, sendo cheio de significação, o pedido veio acompanhado de um casamento lindo, simples, recheado de um brilhantismo e sensibilidade os quais não me é possível relatar aqui. Não foi com o vestido previsto, não tinha os convidados da lista, nem mesmo tinha uma data definida. E acho que a beleza das coisas está mesmo nessa capacidade de acontecerem quando menos esperamos.

castle 02 - the time of our lives

A carinha dela dizendo “mas eu já disse sim” foi impagável. Aliás, impagável e imprescindível para o sucesso da série é a forma com que os roteiristas trabalham as cenas de Castle. É óbvio que eles poderiam colocar uma música aleatória no final, pra ficar bonitinho, uma música de impacto. Mas não, eles vão além. Eles passam a barreira da sensibilidade e chegam no respeito que eles têm com o telespectador que acompanha fielmente cada episódio toda segunda-feira. Não podia tocar qualquer música, tinha que tocar In My Veins. Não podia apenas ser largada ao fundo do episódio, tinha que colocar o próprio Castle trazendo a música para o momento. E assim como Rick e Kate estão um na veia do outro, ambos estão correndo pelas minhas também. E, ah, eu não posso mesmo tirá-los daqui.

Novamente, peço desculpas. Não espero que ninguém pare hoje, faltando pouco tempo pro próximo episódio, pra ler a review, mas é compromisso meu estar aqui e, além disso, é sempre um prazer. As coisas estão melhorando na faculdade e estarei aqui cumprindo os prazos. Espero que essa semana eu consiga fazer a review mais cedo e espero que vocês continuem por aqui. Até já 🙂

Ps1: Se a Beckett não gosta que ele toque em tudo, eu gosto. Vem, Castle.

Ps2: Alexis deveria adotar esse cabelo escuro, ein?

The Walking Dead – Self Help

Data/Hora 17/11/2014, 20:07. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Walking Dead
Episódio: Self Help
Número do Episódio: 5×05
Exibição nos EUA: 09/11/2014
Nota do Episódio: 8

Self Help apresentou um pouco mais sobre o personagem de Abraham. Além do momento em que ele conheceu Eugene, o episódio também mostrou o seu comando no grupo que seguiu para Washington e seu relacionamento com Rosita. Também foi apresentado um Abraham diferente, quando ele tinha família, no que pareceu ser o início do apocalipse zumbi.

The Walking Dead 5x05 Abraham

Na ocasião, ele perde a mulher e os filhos ao assustá-los com sua violência ao lidar com esse novo mundo. Com medo, eles fogem de Abraham e são mortos por zumbis. Ao final do episódio, The Walking Dead apresenta um Abraham tentando se matar após encontrar os corpos já comidos de sua mulher e filhos. Ironicamente, Eugene aparece nesse momento e, de certa forma, é o responsável por Abraham desistir do suicídio.

Esse mesmo Eugene foi quem roubou a cena em Self Help. Além do corte de cabelo bizarro, o salvador do mundo foi desmascarado. No primeiro episódio dessa temporada, No Sanctuary, ele tentou explicar sua teoria para a cura zumbi e já não convenceu. Agora, após ter tentado retardar a viagem para Washington, boicotado o ônibus e causado o acidente, a mentira de Eugene veio à tona e agora tudo faz mais sentido. Na realidade, Eugene não é um cientista, é só alguém esperto, porém covarde, em busca de proteção e sobrevivência.

The Walking Dead 5x05 Maggie e Glenn

Outra situação que marcou o episódio, apesar de discreta, foi a conversa de Glenn e Maggie na biblioteca. Pelo tom dos dois, até parece que ela está grávida, mas eles ficaram bem misteriosos. O casal não está mais junto ao grupo que considera como família, com Rick, Daryl, Carol e os outros. Apesar de confiarem em Abraham, a situação é bem diferente. No entanto, mesmo após o acidente, Glenn e Maggie decidiram seguir com o grupo, isso porque eles honram os acordos que fazem e sabem que em grupo são mais fortes do que sozinhos.

E vai ser se ajudando em grupo que eles vão conseguir encontrar uma solução para a atual situação. A mentira de Eugene acaba com as esperanças de que a viagem até Washington pudesse resultar na cura zumbi para o mundo todo. Agora, eles podem escolher um novo caminho, até porque ficou bem difícil seguir em frente para cima daquela orla de zumbis e com Eugene à beira da morte após o ataque de fúria de Abraham. Um ataque que, vamos combinar, dá até pra entender.

The Walking Dead 5x05 Abraham e Eugene

O problema agora é que Rick e seu grupo acreditam que Abraham e os outros foram em direção à Washington e, se eles mudarem de destino, podem nunca mais se encontrar. No entanto, acredito que eles devam acabar optando por seguir até a capital americana. De qualquer forma, é uma esperança de que lá ainda resista algum grupo de pessoas com mais condições de achar uma solução para a cura zumbi. No entanto, é importante lembrar que no início da epidemia, as pessoas seguiram para as grandes cidades. Dessa forma, Washington, assim como estava Atlanta, pode ter sido transformada em mais uma cidade infestada de zumbis.

Modern Family – Queer Eyes, Full Hearts

Data/Hora 17/11/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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Série: Modern Family
EpisódioQueer Eyes, Full Hearts
Número do Episódio: 6×07
Exibição nos EUA: 12/11/2014
Nota do Episódio: 9.5

“Queer Eyes, Full Hearts… Can’t Lose!” Okay, esse não é o verdadeiro “grito de guerra” de Friday Night Lights, mas ao ler as primeiras frases, que não por acaso dão nome ao episódio, era impossível não completar a sentença com “Can’t Lose”. Se, pelo título, alguém tinha alguma dúvida de que o episódio foi inspirado no drama, que narrava o cotidiano de uma equipe de futebol americano, quando Cam faz referência direta a Connie Britton, as dúvidas se foram.

Com essa pequena adaptação do lema de FNL (para quem não sabe o lema original é “Clear Eyes, Full Hearts… Can’t Lose!”), Modern Family entrega um episódio redondinho e bastante agradável. O Queer, usualmente relacionado com homossexuais, é usado propositalmente para mostrar a rotina da Cam como o treinador da equipe de futebol americano da escola. Mais uma vez, e dessa vez foi sem querer, Cam rouba a cena ao fazer com que sua história se sobressaia em relação ao novo caso de Mitchell. Aos olhos da jornalista do episódio, um treinador gay em um esporte de “machões” é muito mais atraente do que uma história de sem-tetos de um advogado. Cam já tem um jeito exibido naturalmente e diante das câmeras isso toma outra proporção. A auto-estima de Mitchell é explorada mais uma vez e o jeito esquentadinho do ruivo traz boas cenas.

Dessa vez, o plot de Jay e Gloria foi interessante. A segunda parte do título pode muito bem definir a história do casal nesse episódio. A série vem mostrando bastante que o amor de Jay e Gloria é simples e bonito e que as aparências sempre se ofuscam diante do tamanho desse sentimento. A prova de amor da vez, foi Jay contratar um professor de espanhol para deixar Gloria mais feliz. Depois da declaração dela, de que é um saco ficar pensando numa língua e falando em outra, Jay resolveu que era hora de sair da zona de conforto. Eu só espero que isso seja explorado mais pra frente já que não veremos Manuel Alberto Javier Alejandro Delgado, a.k.a Manny, falando muito espanhol daqui pra frente.

O ponto alto do episódio, pra mim, foi Haley. Completando o lema de FNL, a história com Haley foi o “Can’t Lose”. A personagem amadureceu bastante e, dessa vez, espero que esse emprego e o crescimento dela durem e sejam bem explorados. Ver Haley no novo emprego será algo promissor e sua relação com o novo chefe será, no mínimo, engraçada. Ainda torço para que Haley e Andy fiquem juntos, apesar do último não ter aparecido tanto na série.

Destaques na TV – segunda, 17/11

Data/Hora 17/11/2014, 01:12. Autor
Categorias TV Brasil

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Comece a semana bem conferindo o que tem na programação da TV.

Volta os inéditos de Grey’s Anatomy. No episódio desta noite, Owen (Kevin McKidd) investe em uma paciente quando percebe que ela pode ter servido no exército. A mãe de April (Sarah Drew) faz uma visita e cria laços com Jackson (Jesse Williams). Derek (Patrick Dempsey) planeja um jantar em família. O diagnóstico de um paciente faz Bailey (Chandra Wilson) reconsiderar algumas questões.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são ator austríaco Christoph Waltz, a cantora Demi Lovato e banda britânica The Vamps. Já o The Tonight Show desta noite volta com episódios inéditos, com Jimmy Fallon recebendo o ator Jeff Daniels (The Newsroom), a atriz mirim Mackenzie Foy e com a atração musical The New Basement Tapes.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
3 Teresas – 22h40 (ep 2×09)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Rake – 20h (ep 2×04)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
The Big Bang Theory – 20 h (ep 8×08)
Gotham – 22h30 (ep 1×08)

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 3×10) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária
Grey’s Anatomy – 21h30 (ep 11×06)
The Voice – 22h30

FX
Gang Related – 23h30 (ep 1×06)

AXN
Criminal Minds – 22h (10×06)

A&E
The Night Shift – 22h (ep 1×04)

ID
Blue Bloods – 11h54 (ep 3×03)

MTV
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Smallville – 10h15 (exibição de segunda a sexta reprise 8ª temporada)
Faking It – 20h30 (ep 1×05)
The Vampire Diaries – 21h (ep 6×02)
The Originals – 22h (ep 2×02)

VIVA
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Encontro vocês amanhã!

Parenthood – Too Big To Fail e These Are The Times We Live In

Data/Hora 16/11/2014, 20:28. Autor
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Série: Parenthood
Episódios: Too Big To Fail e These Are The Times We Live In
Número dos Episódios: 6×06 e 6×07
Exibição nos EUA: 30/10 e 06/11/2014
Nota dos Episódios: 9

Três meses depois…

Para corroborar aquele sentimento de estarmos correndo contra o tempo que descrevi na review anterior, eis que o sexto episódio de Parenthood nos reservou uma surpresa: um avanço de três meses na storyline desta temporada de despedida. E… Eu curti. Principalmente porque todos os arcos que estavam sendo desenvolvidos até então tiveram sua merecida continuidade.

E, depois de todo o meu desabafo sobre o fato de Lauren Graham e sua Sarah Braverman terem se transformado em meras coadjuvantes de sua própria história, preciso começar falando do alívio que senti ao ver ALGUMA evolução neste arco, até então monótono e absolutamente desinteressante. Não só vimos o desenrolar da história de Hank, mas também ganhamos de presente algumas daquelas cenas deliciosas entre Sarah e Amber de que tanto eu senti falta e reclamei na última review. Mas nem tudo são flores, claro (em se tratando de Hank e companhia, é pedir demais!). Acho justo dizer que, nestes dois episódios, este plot funcionou muito bem e falhou miseravelmente na mesma medida. Isso faz algum sentido? Deixem-me (tentar) explicar um pouco melhor.

Ruby

Ruby continua insuportável, com seus draminhas adolescentes do tipo “eu-odeio-minha-mãe-ninguém-me-entende-quero-mudar-de-escola-poque-odeio-o-Jake” (esqueci alguma coisa?), mas pelo menos conseguimos ver uma luz láááá no fim do túnel para ela. Enfim, vejo que a menina retornou para Parenthood – e para a vida de seu confuso pai – para nos proporcionar o perfeito contraponto para Amber.

“Eu era muito pior que você na sua idade. Então, ainda há esperança.” – Amber

Ao vê-la zelosamente cuidando de uma Ruby fujona e bêbada, e talvez pela primeira vez sendo a metade responsável desta equação, como não lembrar da Amber que conhecemos nas primeiras temporadas? A transformação da filha mais velha de Sarah é palpável. Daquela rebelde (quase) sem causa que tinha um relacionamento medíocre com a mãe, vimos Amber se transformar em uma bela mulher, corajosa, guerreira, madura e responsável, e que está prestes a encarar o maior desafio de sua vida ao se tornar mãe solteira (como sua própria mãe um dia também foi, vale dizer. A história se repete).

Vê-la reconhecer que seu bom relacionamento com Sarah exigiu muita paciência, tempo e dedicação de ambas é uma prova irrefutável deste amadurecimento. Mas, mais do que isso, Amber foi capaz de fazer com que Ruby desse valor às tentativas atrapalhadas, porém bem-intencionadas, de seu pai. Às vezes pode até não parecer, mas Hank está mesmo dando o seu melhor, apesar de tudo.

“O seu pai está tentanto. O meu sequer tentou.” – Amber

E eu estou tão acostumada com aquela faceta insuportável de Ruby, que achei até um pouco cômica aquela cena da menina toda boazinha, completamente transformada, arrependida, pedindo desculpas, dizendo que ama o pai e tratando Sarah com algum respeito e consideração pela primeira vez na vida. Claro que, como Sarah previu, esta “pequena vitória” não durou muito tempo, e, no episódio seguinte, Ruby voltou ao normal. *sigh*

Mas, na minha opinião, as coisas começaram a dar errado quando percebi onde este arco Hank/Ruby/Sandy parece estar nos levando. Odiei absolutamente tudo, justamente por (mais uma vez!) ver Lauren Graham relegada a segundo plano em sua própria storyline. A ex-mulher de Hank é sofrível, arrogante, e eu realmente desejei poder dizer um ou dois palavrões para ela naquela cena ridícula, onde ela diz para Sarah que elas tem “estilos diferentes de educar”. E Hank, meu querido, COMO ASSIM você simplesmente abre a porta e vai embora? Seria cômico se não fosse trágico (ou o contrário, como preferirem).

A última cena, com direito à uma família feliz tomando frozen yogurt de mandioca (é isso mesmo, tradução? Yew!), deixando uma Sarah perplexa e triste para trás (!!!), me deu ânsia de vômito. A confissão de Hank para a ex-mulher sobre seu diagnóstico de Asperger parece ter amolecido o coração da megera, que passou a entender melhor o comportamento errático e distante do ex-marido. Seria uma cena emocionante… se eu me importasse. Espero que o roteiro traga Mr. Cyr de volta (já sabemos que Jason Ritter participará do nono episódio), e que ele faça Sarah feliz para sempre. Or something. Hell, ressuscitem Luke Danes e tragam ele correndo lá de Stars Hollow (onde obviamente vive feliz com a Lorelai e seus 5 filhos) para fazer Sarah feliz para sempre. Porque do jeito que está, não dá. Nope.

Fiquei feliz apenas de ver que o roteiro, enfim, retomou a amizade e a ligação entre Hank e Max. Aquela cena dos dois, completamente surtados, andando em círculos pela sala, tentando se acalmar e “vomitando” tudo que os incomodava ao-mesmo-tempo-e-agora foi maravilhosa.

Amber

“Você vai ser a pior mãe do mundo.” – Max

Pior para Amber, que se desesperou com Max e Nora, e acabou perdendo completamente o controle da situação (que, para ser honesta, já era bastante caótica com o comportamento de Max). Pelo menos, a sinceridade bruta do menino nos proporcionou aquela cena que há tempos eu vinha sentindo falta: Sarah e Amber sendo… Sarah e Amber. Mãe e filha dividindo as dores e as delícias da vida. “Você não vai passar por tudo isso sozinha, Amber.” É muito amor, gente. Mais cenas como essa, por favor. <3

“Eu também faço parte disso.” – Amber

Amber também passou por uma saia justa quando o assunto é o seu emprego na Luncheonette. Crosby e Adam não foram honestos com ela sobre a situação da gravadora, e agora que ela está grávida, certamente não terá a possibilidade de conseguir outro emprego. Fiquei um pouco surpresa com a frieza de Adam (justo ele!) ao dizer que o único motivo de não tê-la demitido é porque ela faz parte da família.

Foi só quando Adam se abriu com Kristina sobre os problemas que a Luncheonette vem enfrentando que pudemos perceber o quanto ele se sente sobrecarregado. O mais velho dos irmãos Braverman está compreensivelmente cansado de ser o porto-seguro de todos, mas sua esposa foi pontual em assegurar que ele jamais seria capaz de abandonar o barco. Ajudar as pessoas faz parte de quem ele é, e é um dos motivos por que Kristina – e todos nós – o ama tanto.

“Eu não tenho um plano B […] Eu só sei que não vou desistir enquanto você não receber o aumento que merece. Somos uma família, e nós vamos cuidar de você.” – Adam

Crosby

Crosby também se vê obrigado a abrir o jogo sobre a situação da Luncheonette para Jasmine. Foi bacana vê-lo admitir que durante este tempo todo, ele estava apenas em pânico, se escondendo do mundo (enquanto jogava candy crush). Bacana ouvi-lo falar em voz alta – e sóbrio – que, se ele perder a gravadora, não terá uma fonte de renda e poderá perder o teto onde seus filhos vivem. Nada mais assustador, certo?

Errado. E Jasmine tem toda a razão. Muito mais assustador que a possibilidade de perder tudo foi ter ficado no escuro este tempo todo, sem entender porque, de repente, seu marido passou a se comportar com um moleque assustado.

“Você é o meu marido, pelo resto da minha vida. Você é tudo de que precisamos.” – Jasmine

Vai dar tudo certo, Crosby, fique tranquilo. Será?

Ao menos Jabbar teve uma festa surpresa de aniversário maravilhosa.

DylanKristina

Você gostaria de passar a noite aqui? […] Ela gosta de mim um 2,5, então não existe a possibilidade de termos uma relação sexual.” – Max

Enquanto isso, Dylan parece estar bastante à vontade na casa de Max. Aliás, que delícia acompanhar um Max apaixonado! Ri demais, mais uma vez, com a sua sinceridade brutal. Para desespero de Kristina, Dylan parece gostar mais dela, Adam e Nora, e da ideia de ter uma família – no sentido mais tradicional da palavra, do que de Max. Ao que parece, seus pais não poderiam se importar menos com ela. A preocupação de Kristina é compreensível, claro. Mas… Seria este o caso?

Adoro como ela e Adam tem opiniões tão diferentes sobre o assunto. Eu prefiro ser otimista, como Adam, e espero que Dylan realmente goste de Max. Como ele, também preciso acreditar que Max pode amar e ser amado. Enquanto isso, que mal poderia existir em assistir To Kill a Mockingbird em boa companhia? A ternura e o toque de humor que ela tem trazido para a série nesta reta final são, definitivamente, adições bem-vindas e que tem funcionado muito bem.

“Você acha que eu já sou um 3? Ela disse que eu tenho olhos bonitos.” – Max

DrewZeek

Drew… Na review passada, falei sobre a enorme evolução do filho caçula de Sarah, e esta semana não tem como ser diferente. De menino insosso, apagado, completamente ofuscado pela irmã rebelde e seus dramas, Drew cresceu, amadureceu, e tomou as rédeas da própria história, transformando-se ele também, em protagonista na família Braverman.

Gostei muito de vê-lo buscando pelos conselhos do tio Adam, que sempre foi sua figura paterna, no momento de decidir por uma carreira. E agora? Escolher uma profissão que lhe garanta retorno financeiro, ou optar por seguir seus sonhos? Adam e Crosby provavelmente o confundiram mais do que qualquer outra coisa (e juro: quis dar um tabefe ou dois na cara de Crosby por agir de maneira tão idiota em um momento tão delicado!). Mais uma vez, concordo com Adam: Drew deveria aproveitar a oportunidade extraordinária de estudar em uma universidade como Berkeley para explorar todas as possibilidades, experimentar todas as áreas de estudo que tiver vontade, para só então tomar uma decisão tão séria e definitiva como esta. Mas Drew sente o peso da responsabilidade de ser “o homem da casa”, e sabe que Sarah não poderá ajudá-lo a pagar seus empréstimos estudantis quando se formar. Sabe também que Amber precisará de sua ajuda ao enfrentar o desafio de ser mãe solteira.

“Esta é a minha vida, e eu não posso mudá-la. Esta é a realidade.” – Drew

E quem pode culpá-lo por ser prático? A realidade pode ser injusta, mas é o que é. Um pouco de praticidade cai bem e demonstra o quanto ele amadureceu. Seus esforços são admiráveis, mas eu odiaria ver toda esta racionalidade transformada em insatisfação e infelicidade.

Mas este não é o único foco da vida de Drew. Seu relacionamento com Natalie parece estar indo muito bem, e eu devo confessar que estou adorando as suas pequenas, porém significativas participações – e eu admito: torcia por Amy no início. Natalie, porém, parece ser o perfeito contraponto para ele, e não hesitou a dar uma bronca no namorado quando ele estava sendo um perfeito babaca com seu avô. No fim das contas, a tradição de atirar em latas de milho parece estar a salvo.

Joel

Falando em Zeek, o tom de despedida continua presente em absolutamente TODAS as suas cenas, e me deixa com lágrimas nos olhos toda santa vez que ele aparece. Com Drew não foi diferente. Mas foi sua cena com Joel que me deixou em prantos. A teimosia de Zeek veio bem a calhar neste momento, não? Desistir, para ele, não é uma opção. Ora Joel, se você ama Julia, por que diabos não luta até o fim para reconquistar o seu amor?

Quando Sarah Watson, roteirista de Parenthood, publicou em seu twitter que chorou publicamente em uma Starbucks ao escrever esta cena, sabia que These Are The Times We Live In seria um episódio de fortes emoções. E, de fato, eu estava soluçando já antes dos primeiros acordes de Forever Young anunciarem a abertura do episódio…

SarahWatson

Os papéis do divórcio estão prontos. A divisão de bens foi feita. A guarda das crianças foi definida. Joel quer que Julia e seus filhos continuem morando na casa que foi um lar para eles a vida inteira, onde ele e Julia construíram uma família. Mas… E todas aquelas lembranças, sonhos e memórias?

A cena do elevador foi devastadora. Existe esperança para o nosso casal favorito?

Eu espero que sim – e acho que as lágrimas de ambos confirmam a minha teoria.

Pelo bem de Joel, Julia, Syd, Victor – e de todos nós. Eu ainda acredito num final feliz, e vocês?

Hands

Estamos quase em dia com as reviews, gente! Que alívio!

PS: Não tô sabendo lidar com a fofurice da pequena Nora.

 

Constantine – The Devil’s Vinyl

Data/Hora 16/11/2014, 19:40. Autor
Categorias Reviews

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Série: Constantine
Episódio: The Devil’s Vinyl
Número do Episódio: 1×03
Exibição nos EUA: 07/11/2014
Nota do Episódio: 5

Constantine parece que perdeu o pulo depois da estranha saída da atriz Lucy Griffiths após o episódio piloto da série. A sua substituta, Angélica Celaya, interpreta Zed, que ainda não conseguiu formar uma dupla consistente com Constantine. No entanto, a maior participação de Chas em The Devil’s Vinyl melhorou muito a química entre os personagens e também ajudou a dar mais sentido à participação de Zed nos casos de John.

Constantine 1x03 John e Manny

The Devil’s Vinyl teve como pontos fortes as bizarrices dos casos e das histórias que aparecem no caminho de Constantine. O vinil amaldiçoado foi uma ótima sacada, mas o desenvolvimento do episódio prejudicou o resultado final. Alguns detalhes da história não fecharam e diálogos não encaixaram, deixando algumas informações confusas.

Um exemplo de situação incoerente é a visita de Constantine e Zed ao idoso Marcus Mooney, antigo dono da gravadora Moonrise, onde o vinil amaldiçoado foi gravado. Mooney disse ter visto o nome do contratante do detetive particular no cheque com o qual tentaram comprar o vinil dele. Mas não faz muito sentido o detetive “super discreto” tentar pagar o vinil com um cheque no nome do cliente. E ainda, pelo que parece, Mooney mal conseguia enxergar, quem dirá ver um nome no cheque. Já o músico, que teve a cura do câncer trocada pela alma da esposa, também aceitou essa história do além como se fosse algo muito simples. Ora bolas, todo o dia alguém negocia uma alma na esquina.

Constantine 1x03 John e a Carta

Já os truques de John, como a mão para ressuscitar os mortos e a carta encantada, enriquecem o personagem e a série. No início de The Devil’s Vinyl, Constantine apareceu bizarramente tingido de vermelho e aprendendo feitiços novos. Esses feitiços custam alguns dias na vida de John, mas garantem momentos interessantes para a série. As participações do anjo Manny e do Papa Meia-Noite também agregaram ao episódio.

Papa Meia-Noite, interpretado na série pelo ator Michael James Shaw, é personagem dos quadrinhos Hellblazer e também aparece no filme Constantine, de 2005. Papa Meia-Noite é um mafioso/mago/sacerdote praticante de voodoo, que não se dá bem com Constantine. Porém, na série, com o mal ascendendo na Terra, talvez os dois possam lutar ao mesmo lado e tentar conviver com isso.

Constantine 1x03 Papa

Em The Devil’s Vinyl, Constantine não se assemelhou tanto a Supernatural, como pareceu no episódio anterior, The Darkness Beneath. Foi interessante acompanhar, por exemplo, John querendo pesquisar em uma biblioteca e Zed puxando as informações do seu telefone com uma ajudinha do Google. A moça segue tentando provar que pode ser útil para John e ele segue fingindo que quer distância de Zed. A entrada de Chas nesse enrosco melhorou um pouco essa relação.

Constantine tem uma premissa interessantíssima, mas o seriado vem pecando no conjunto. Para que os próximos episódios sejam mais consistentes, talvez só John caprichando em seus truques, ou mandando alguns demônios, que parecem estar puxando o pé da série, de volta para o inferno.

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – The Writing on the Wall

Data/Hora 16/11/2014, 18:40. Autor
Categorias Reviews

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Série: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.
Episódio: The Writing on the Wall
Número do episódio: 2×07
Exibição nos EUA: 11/11/2014
Nota do episódio: 8.5

Um episódio diferente e bem intrigante de assistir. As respostas foram dadas, mas novas perguntas apareceram e deixaram a história ainda mais emocionante. Essa temporada mostra que a história tem vários lados e que, se bem trabalhada – como está sendo –, nunca vai ser cansativa.

SHIELD S02E071

Ao fim do episódio passado, Ward conseguiu fugir e voltou a ligar o alerta vermelho da S.H.I.E.L.D., tudo parecia apontar para uma longa busca por ele neste episódio, mas, como havia dito, a série tem vários lados, várias camadas e dá para trabalhar todas elas juntas para dar uma boa história. Ward é um dos melhores agentes da S.H.I.E.L.D., então era óbvio que não o conseguiriam pegar tão fácil, até porque se conseguissem seria muito falso. Foi ótimo ver Bobbi e Hunter o seguindo, as reviravoltas que alguns segundos de cena proporcionam. Em um momento a S.H.I.E.L.D. está ganhando, no momento seguinte Ward está e depois tudo volta para a S.H.I.E.L.D. É uma maravilha de assistir.

Se em um lado da história tínhamos essa busca pelo Ward, no outro vimos o mistério dos desenhos de Coulson começar a ganhar uma resolução. Era uma corrida contra o tempo, pois um homem estava assassinando pessoas envolvidas com o soro. Para encontrar respostas, foi necessário um grande sacrifício por parte de Coulson. Em todo o episódio, as cenas que se passaram nas memórias do agente foram as melhores, ficaram bem feitas, deram a carga de emoção que se precisava para querer ver tudo aquilo resolvido e logo! Os agentes desesperados, em seguida sofrendo o mesmo que vimos Coulson sofrer ao ter suas memórias apagadas. Cenas como essas preparam o terreno para o futuro da S.H.I.E.L.D., pois vemos que mesmo sendo uma boa agência – que luta para ajudar a humanidade – ela tem suas falhas e que precisam ser consertadas. Será Coulson quem vai mudar isso?

SHIELD S02E072

Quanto à resposta dos desenhos alienígenas de Coulson, achei que seria algo mais elaborado, criou-se uma grande expectativa sobre eles e a resposta foi muito simples. Bastou Derik olhar para os desenhos e ele estava curado, assim como Coulson. Pareceu tudo muito fácil. Ou algo grande vem por aí – que é o que espero – ou foi uma falha dos roteiristas. Outro ponto negativo foi o encontro entre Ward e os agentes de Whitehall, foi muito rápido e quando menos se esperou tudo já estava posto para a S.H.I.E.L.D. Um momento bem anticlímax. Tudo bem que Ward é um ótimo agente, mas havia várias pessoas no bar, ele saiu ileso? Pelo que se viu da cena final, sim.

Agora só resta saber que cidade é essa, terá ela ligação com o filme de Guardiões da Galáxia? Ou será algo ligado a um futuro filme da Marvel, um tal de Vingadores? Mal posso esperar para saber a resposta dessa cidade e ver até onde isso tudo vai. E, claro, não se pode esquecer dos planos de Ward, o que ele vai fazer com seu irmão? De que forma isso vai atingir a S.H.I.E.L.D.? Só assistindo para saber. Até semana que vem, pessoal!

Morre Glen A. Larson, criador de ‘Battlestar Galactica’ e diversos outros sucessos

Data/Hora 16/11/2014, 13:19. Autor
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O roteirista e produtor Glen A. Larson, criador de séries cultuadas como Battlestar Galactica, faleceu nesta sexta-feira, aos 77 anos. Larson faleceu em decorrência de um câncer no esôfago, que tratava no UCLA Medical Center, em Santa Monica, na Califórnia.

Larson começou a carreira na música, como um dos cantores do quarteto The Four Preps. Com o grupo, atuou em alguns episódios da série de TV Ozzie and Harriet. Acabou se tornando roteirista e produtor de TV, emplacando no final dos anos 60 a série O Rei dos Ladrões (It Takes a Thief), programa que consolidou a carreira do ator Robert Wagner na televisão.

Foi também o produtor responsável pelo sucesso de O Homem de Seis Milhões de Dólares (The Six Million Dollar Man). Recusado pela rede ABC, Larson transformou o piloto da série em um telefilme e ainda vendeu ao canal outros dois filmes sobre o ciborgue interpretado por Lee Majors – até que a série acabou convencendo os executivos a colocarem a série em produção, gerando o hit que durou cinco temporadas.

Larson também tem seu nome ligado a séries policiais como McCloud (série duas vezes indicada ao Emmy de Melhor Drama), Quincy M.E. (uma vez indicada ao Emmy), Xerife Lobo, One West Waikiki e Duro na Queda (The Fall Guy) e séries de sci fi como Buck Rogers, Manimal, O Homem Elétrico (Night Man) e Automan.

Maas os seus grandes sucessos, lembrados até hoje, foram Supermáquina (Knight Rider), Magnum (Magnum PI)e especialmente Battlestar Galactica (Galactica: Astronave de Combate). Apesar de ter tido vida curta no final dos anos 70, Battlestar Galactica se perpetuou no imaginário dos fãs de ficção científica e retornou com grande sucesso a partir de 2003, em uma parceria de Larson com o produtor e roteirista Ronald D. Moore.

Com informações do The Hollywood Reporter.

CBS cancela ‘The Millers’ após a sua segunda temporada

Data/Hora 15/11/2014, 16:13. Autor
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As noites de segunda-feira da emissora CBS vão perder um pouco mais da graça. A emissora acaba de anunciar o cancelamento da sitcom The Millers, que estava em sua segunda temporada.

Em seu primeiro ano, a série chegou a alcançar a marca de 10,90 milhões de telespectadores, com média de 2,64 pontos entre o público de 18 a 49 anos. Mas, após ser transferidas para as noites de segunda-feira, sendo exibida logo depois de 2 Broke Girls, a sitcom deve uma queda significativa de audiência. Na última semana, The Millers teve apenas 6,4 milhões de telespectadores e de 1,5 ponto de audiência qualificada.

NOTÍCIAS | Sean Hayes fecha participação na 2ª temporada de ‘The Millers’

O segundo ano da série teve uma encomenda de 13 episódios, mas os atores só gravaram 11 destes. Na próxima segunda-feira, às 20h30, a CBS exibirá o 5º programa da temporada, mas depois a série sai do ar. Ainda não se sabe se os atores gravarão os demais episódios contratados nem se o canal planeja exibir os episódios restantes.

The Millers foi criada por Greg Garcia (Raising Hope) e conta a história do repórter Nathan (Will Arnett), que terá a sua mãe recém-divorciada (Margo Martindale) como nova companheira de quarto, enquanto o seu pai, Tom (Beau Bridges), muda-se para a casa de sua filha Debbie (Jamya Mays).

Aqui no Brasil, The Millers é exibida pelo canal pago TBS.

Com informações do Deadline, TV Guide, TV Line e do Variety.

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