Destaques na TV – Quarta, 26/9

Data/Hora 26/09/2012, 10:22. Autor
Categorias TV Brasil

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A quarta-feira chega com mais duas despedidas. No Universal Channel, às 22h, chega ao fim a primeira temporada de Up All Night, com a exibição dos episódios 1×23 e 1×24). O penúltimo episódio tem a participação de Fred Armisen e a volta de Megan Mullally. Já a season finale terá o retorno de Jason Lee.

Quem também sai de cena é Home / Work (Gwaith/Cartref). O episódio que encerra a primeira temporada vai ao ar no Eurochannel, às 21h.

Na Fox, 22h15, vai ao ar o segundo episódio da temporada de The Glee Project (leia a review dupla, deste episódio e do seguinte, aqui). Vale lembrar que numa mancada monumental da Fox, o programa só está passando na Fox normal e não no Fox+nNatGeo HD. Unifiquem a programação dos canais, o telespectador não é adivinho!

Na Sony, 21h, mais dois episódios em sequência de Castle (21h, 4×19, leia a review e 22h, 4×20, leia a review).

No Sony Spin, 22h, episódio 2×09 de Teen Wolf. No AXN, às 21h, vai ao ar o oitavo episódio de Missing.

No Boomerang, 20h, vai ao ar o sexto episódio de The Lying Game. Na HBO Plus, 21h, episódio 6×09 de de Skins. No Glitz, 21h, 13º episódio de Hart of Dixie.

Ah, e tem a sessão da tarde: na Fox, 13h, episódo 9×11 de One Tree Hill (leia a review).

E amanhã eu volto!

Greg Berlanti, de ‘Political Animals’, desenvolve dois projetos na NBC

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Os dias do produtor americano Greg Berlanti devem ter mais de 24 horas. Ele trabalha – ou pelo menos, desenvolve – diversas atrações para a TV americana. Berlanti, que esteve por trás de Political Animals, estreia Arrow em breve no canal CW e, há pouco mais de um mês, emplacou um drama médico na ABC.

Agora, o produtor fechou acordo para realizar mais dois projetos na NBC. O primeiro deles é uma adaptação do livro de romance Wuthering Heights (O Morro dos Ventos Uivantes), da escritora inglesa Emily Brontë.

O projeto é escrito por Tom Donaghy (The Whole Truth) e tem produção-executiva de Melissa Kellner Berman (Eli Stone). O seriado virá com o título de Napa e vai ter uma hora de duração por episódio. A NBC assumiu o compromisso de produzir o piloto.

Wuthering Heights é a história da família Earnshaw. Certo dia, o patriarca leva para casa um pequeno órfão, o que deixa o filho mais velho cheio de ciúmes do novo irmão. Já a outra filha, Catherine, se apaixona pelo menino. As verdadeiras origens do órfão constituem um dos grandes mistérios do enredo.

O outro projeto encomendado pela NBC é Family Affair, um drama entre duas famílias que acabam unidas quando o pai e a mãe – cada um de um lado e que estavam tendo um caso – morrem de acidente.

Berlanti escreve o roteiro com Sara Goodman (Gossip Girl) e ainda repete a parceria com a produtora Melissa Berman.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Menina de Ouro: ginasta McKayla Maroney participa de ‘Hart of Dixie’

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A ginasta americana McKayla Maroney integrou a equipe medalhista de ouro nas Olimpíadas de Londres. Agora, ela vai participar de outro grupo de sucesso: ela foi anunciada como participação especial em Hart of Dixie, série do canal CW.

Na atração, ela interpreta Tonya, a amiga de Rose (outra novidade no elenco, a atriz McKaley Miller) que sai em defesa da menina num momento em que todos os ânimos estarão exaltados.

Vale lembrar que a ginasta Gabby Douglas, colega de equipe de Maroney, também fará uma participação em uma atração da CW. A atleta vai aparecer em um episódio de The Vampire Diaries, que é, declaradamente, seu programa preferido.

A segunda temporada de Hart of Dixie estreia no da 2 de outubro na TV dos Estados Unidos. Já The Vampire Diaries retorna para o quarto ano no dia 11 do mês que vem.

Com informações do EW.

Annabeth Gish se junta ao elenco de ‘Once Upon a Time’

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A atriz Annabeth Gish, conhecida pelas participações em Pretty Little Liars e Arquivo X, vai aparecer no mundo encantado de Once Upon a Time em breve. É que ela foi escalada para se juntar ao elenco da próxima temporada da atração.

Na história, Gish será Anita, uma personagem descrita como “carismática, bonita e misteriosa”. Assim como a Chapeuzinho Vermelho, ela também é um lobo (mau ou não, resta saber).

A participação acontece no sétimo episódio da segunda temporada do programa – que estreia no próximo domingo, 30 de setembro, no canal ABC dos Estados Unidos. Ontem, a emissora divulgou dois vídeos promocionais do novo ano da série. Você confere abaixo:

No Brasil, Once Upon a Time volta a ser transmitida no dia 25 de outubro, pelo canal Sony.

Com informações do TV Guide e EW.

Adalind ressurge: atriz Claire Coffee vira regular em ‘Grimm’

Data/Hora 25/09/2012, 23:22. Autor
Categorias Notícias

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A Hexenbiest mais bonita de Grimm está de volta à cidade de Portland: é que a atriz Claire Coffee acaba de ser promovida a integrante regular da atração sobrenatural da NBC.

Na história, ela interpreta uma Wesen de caráter duvidoso e que vivia complicando a vida – e o trabalho – do detetive Nick Burkhardt (David Giuntoli). Coffee não aparecia na atração desde o primeiro episódio da atual temporada e sua personagem deixou muitos mistérios para serem resolvidos.

Detalhes sobre o retorno e as novas histórias envolvendo Adalind não foram revelados. Nem, ao menos, quando a reaparição acontece.

Mas uma coisa é certa: a atriz está mesmo de volta. Foi ela mesma quem confirmou a informação no Twitter, aparentemente empolgada:

Será que agora que Adalind vai desembarcar em Portland de novo, o problema de Nick com Juliette (Bitsie Tulloch) será finalmente resolvido? Ou as coisas vão ficar ainda piores para o detetive?

Recentemente, Coffee também teve papel regular na série Franklin & Bash, do canal TNT.

Já a segunda temporada de Grimm retorna à TV americana na próxima sexta-feira, 28 de setembro, após um hiato de três semanas.

Com informação do TV Line e do Deadline.

Hawaii Five-0 – Lã O Nã Mãkuahine

Data/Hora 25/09/2012, 22:21. Autor
Categorias Reviews

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Aloha! Ah, como é bom respirar novamente o ar do Hawaii. E melhor ainda sabendo que a partir desta temporada teremos nossas reviews semanais de Hawaii Five-0. É com muita felicidade que assumo esta responsabilidade de estar comentando aqui no TeleSéries com vocês, sobre uma das melhores séries policiais da atualidade.

E o que a define assim? Episódios como esta estreia de temporada que não deu tempo da gente respirar direito. Sensacional, é o adjetivo que descreve o episódio que abriu o terceiro ano de H50. Na temporada passada (não lembra o que aconteceu? Veja aqui) tivemos um final de arrepiar. Dois personagens entre a vida e a morte e ainda revelações bombásticas. Chin tinha de escolher apenas uma para ser salva, após ser chantageado por Frank Dellano: ou seu amor Malia ou sua prima Kono. No último episódio tínhamos visto que Chin havia escolhido Malia, mas que o estado dela não era muito bom. Ela estava baleada e sangrava muito. Enquanto isso Kono foi jogada ao mar e tudo indicava que ela se afogaria. Mas claro que, todo mundo sabia que Kono não morreria fácil fácil. E o que imaginava aconteceu – Chin conseguiu contatar uma pessoa para salvá-la. Eu achava que de alguma forma, Danno chegaria ao local. Mas quem acabou salvando nossa policial foi o seu namorado, Adam Noshimure. Respirei aliviado, pois assistir H50 sem o ar da graça de Grace Park, sinceramente desanima. Que bom que esta viva Kono.

Quem não teve a mesma sorte foi Malia, que morreu mesmo nos braços de Chin. Os paramédicos chegaram ao local, tentaram reanimá-la, mas foi tudo mesmo em vão. A moça já estava morta e nada mais poderia ser feito. Fiquei com bastante pena do policial. Ele talvez seja o que mais sofreu – e sofre da nossa equipe linda. Perder a mulher assim de forma brutal, será algo que ele demorará a superar.

E a grande pergunta da temporada foi respondida em seus minutos finais – a mãe de Steve era Shellburne e ela tava vivinha da silva. Steve a reencontrou no Japão, e claro ficou surpreso. Mas sinceramente, achei que ele ficaria mais surpreso. Doris McGerret explicou a filho que fazia parte de um programa que estava ligado ao Pentágono, e que Shellburne era seu codinome. Ninguém sabia desta vida dela, nem mesmo o pai de Steve, que ficou investigando a morte dela “a toa”. Na verdade, ela precisou forjar a sua morte, pois ela matou o pai de Wo Fat, e este estava atrás dela. Mas seu plano veio por água abaixo e Wo Fat descobriu tudo. Com a ameaça do bandido frente a vida de seus filhos, Doris resolveu contar a verdade para Steve.

Steve resolve levar a mãe de volta a ilha, já que Wo Fat estava preso e sendo transferido para fora do Hawaii, mas o que ele e nem nós esperávamos aconteceu: Frank Delano “raptou” Fat, em uma cena que eu achei um tanto “forçada”. Aquilo do helicóptero pegar o furgão no gancho foi meio “viajada” da série. Mas claro, não deixou de ser emocionante. O policial corrupto propõe um pacto com o bandido, para que o ajudasse a roubar 30 milhões na sede da polícia do Hawaii em metanfetamina. Em troca, Delano contaria onde estava Shellburne. Claro que Wo Fat aceita, e a ação toma conta da série. Enquanto Chin e a equipe perseguia Delano em algo movido por vingança, Fat ia até a Sra. McGuerret que estava aos cuidados de Catherine (a namorada de Steve que agora integra o elenco fixo). As cenas de perseguições foram excelentes, com padrão H50 de qualidade. A equipe consegue interceptar Delano, e o pegam. Chin entretanto não resiste e o mata. E sinceramente? Foi muito bem feito. O policial corrupto procurou o seu final, e mesmo isso não fazendo Chin se sentir melhor, pelo menos ele vingou a morte de Malia e a quase morte de sua prima. Por outro lado, Wo Fat e Doris ficam frente a frente. Três tiros são disparados e quando Steve chega ao quarto encontra apenas sua mãe sã e salva. O bandido conseguiu escapar a tempo, mas deixou a mama McGerret viva.

Claro que houve tempo para mais coisas. As clássicas DRs de Steve e Danno estiveram presentes mais do que nunca. Danno que vem enfrentando o problema da possível mudança de Rachel para Las Vegas, o está forçando a entrar na justiça para deter a guarda de Grace. Danno diz a Steve que odeia Las Vegas, mas todos nós já sabemos que Danno não aguentaria ficar longe do seu parceiro. Afinal, bromance melhor que este não tem. E outra – abandonar as lindas paisagens do Hawaii pelo deserto de Vegas, não compensa, convenhamos. E até Kamekona teve oportunidade para suas piadinhas no episódio, que descobriu pela mamãe McGerret que Steve se fantasiava de G.I. Joe na infância.

Mas o final foi sem dúvida bombástico. Danno revela para Steve que os criminalistas viram que os únicos tiros disparados no quarto foram de Doris, e que ela não acertou nenhum nele. Convenhamos, ela não é tão péssima de tiro, afinal ela é Shellburne. Então, a pergunta que Danno faz e que todos nós nos perguntamos também é: Teria Doris deixado Wo Fat escapar? Porque ela não o matou, enquanto teve oportunidade? Sinceramente, estava achando Doris boazinha demais para ser verdade. Tem mais mistérios envolvido entorno da “mamãe do ano” ?

Sem dúvidas, foi um excelente começo de temporada, apesar de a audiência ter caído bastante em relação a temporada passada. Mas mesmo assim, Hawaii Five – 0 recomeça mais histórias que nos prometem prender novamente a cada semana. Espero todos vocês aqui. Até lá!

USA renova ‘White Collar’, ‘Covert Affairs’ e ‘Royal Pains’

Data/Hora 25/09/2012, 15:43. Autor
Categorias Notícias

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O canal USA renovou hoje as séries White Collar para a quinta temporada, Covert Affairs para a quarta temporada e Royal Pains para mais duas temporadas, a quinta e a sexta.

O anúncio das renovações foi feito hoje pelos co-presidentes do canal USA Chris McCumber e Jeff Wachtel. “Essas três séries acharam meios de se manterem criativas e culturalmente relevantes. A execução do roteiro, atuação e produção estão entre as melhores da televisão. Em um cenário cada vez mais competitivo essas séries tiveram suas novas temporadas renovadas, elas mereceram”, disseram McCumber e Wachtel.

Segundo o release disponibilizado pelo canal USA a alta performance de Royal Pains desde a sua estreia garantiu os 26 episódios para mais duas temporadas da série. A produção é da Universal Cable Productions e os trabalhos da quinta temporada começam em Nova York em 2013. White Collar, da Fox Television Studios, recebeu mais 16 episódios para a sua quinta temporada, que deve começar a ser gravada em 2013, também em Nova York. Covert Affairs, da Universal Cable Productions, terá mais 16 episódio para a sua quarta temporada e tem produção realizada em Toronto, no Canadá.

White Collar volta com o episódio 11 da quarta temporada em janeiro de 2013, Royal Pains continua sua quarta temporada em 16 de dezembro, às 21 horas, com a dupla exibição dos episódios 15 e 16, Off-Season Greetings – parte 1 e 2. O próximo episódio de Covert Affairs, Rock ‘n’ Roll Suicide, vai ao ar dia 16 de outubro, às 21 horas.  Todas as datas e horários correspondem as exibições das séries nos Estados Unidos, pela USA.

Com informações dos sites TV by the Numbers e TV Line.

Leverage – The Rundown Job e The Frame-Up Job

Data/Hora 25/09/2012, 14:38. Autor
Categorias Reviews

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Como mencionei em algumas reviews desta temporada de Leverage, a série teve um ano muito abaixo do esperado. Os oito primeiros episódios da quinta temporada foram bons, mas não chegaram a ter o mesmo impacto de temporadas anteriores. O nível da série é alto e até o oitavo episódio Leverage não conseguiu alcançar sua capacidade total. No entanto, quando uma recuperação se fazia necessária ela veio com os episódios da summer finale dupla do seriado.

The Rundown Job se passa na capital dos Estados Unidos e participam Eliot, Parker e Hardison. The Frame-Up Job fica a cargo de Nate e Sophie e acontece em Portland. Para quem acha que o desmembramento da equipe comprometeu o desenvolvimento da história, a realidade é bem contrária. Os dois episódios foram os melhores da temporada, mas The Rundown Job me fez pular do sofá e derrubar as pipocas.

No episódio nove Eliot, Hardison e Parker vão até a capital arrombar um cofre. No entanto, antes de voltarem para casa Eliot recebe uma ligação de uma pessoa ligada ao tipo de trabalho nebuloso que ele tinha no passado. O batedor não se contenta em recusar o convite e decide salvar a vida da pessoa que o Eliot do passado mataria. Parker e Hardison obviamente estão juntos com ele nessa, pois como a ladra fez questão de mencionar, eles mudaram de vida juntos.

The Rundown Job me lembrou filmes como as sequências Duro de Matar e Máquina Mortífera. O episódio teve um roteiro vibrante, com muita ação, inúmeras reviravoltas e uma pitada de humor. Eliot, Hardison e Parker acabaram com uma grande ameaça terrorista em apenas uma tarde e fecharam com êxito o maior job da história de Leverage. Além disso, as meninas devem ter vibrado com o novo corte de cabelo de Eliot.

Entre as melhores cenas do episódio estão a que Hardison envia uma mensagem de SOS através do celular para o carro do coronel Vance e a cena no trem quando Parker pega a mala do terrorista, Eliot vai pra cima dele e leva um tiro no ombro. Logo depois Parker corre e desarma a bomba e Eliot vai pra cima do terrorista e leva mais tiro até conseguir acertar um belo soco no cientista maluco. Parker também acelerou nossos corações quando subiu no trem e conseguiu para-lo. No final, Eliot ficou parecendo o ursinho de melhore logo que Parker ganhou de Amy no episódio The Broken Wing Job.

Em The Frame-Up Job Sophie e Nate ficam sozinhos em Portland e Sophie tenta enganar Nate para poder ir sozinha em um leilão de arte. Obviamente Nate percebeu que estava sendo enganado e só precisou de 20 minutos para localizar em qual evento Sophie estava em um raio de 160 km. O interesse da golpista era no trabalho do artista Jean Mettier, especialmente no quadro Ma Mystère, primeira obra de Mettier, que nunca foi vendida nem exibida, só pertenceu ao autor e depois a Jonas Gaunt. O motivo de tanto fascínio está longe da vontade de Sophie de voltar a roubar arte e retornar a ser a golpista do passado. A nossa nova Sophie estava interessada em ver a obra de Mettier porque o artista pintou a própria Sophie, muito mais jovem e muito mais nua do que estamos acostumados a ver. Genial.

Assim como no episódio nove, em The Frame-Up Job Sophie e Nate lidam com as pessoas que foram no passado. O mais engraçado é quando Nate não consegue acreditar que Sophie não roubou o quadro. Quem retorna neste episódio aparecendo pela primeira vez nessa temporada e também duvida de Sophie é Sterling. Dessa vez ele está muito mais amigável já que a equipe de Leverage o ajudou a salvar sua filha no episódio The Queen’s Gambit Job, da quarta temporada. As cenas entre Nate, Sophie e Sterling renderam várias situações cômicas.

Em alguns momentos o episódio me lembrou o jogo Detetive: Jonas Gaunt foi morto na Sala de Estar, com o castiçal e o assassino foi o coronel Mostarda. Também foi muito engraçado Nate manipulando a cabeça de Sterling para que ele continuasse a investigar o roubo do Mettier e o assassinato de Gaunt mesmo após a prisão do mordomo. Nate brincando de quente e frio com Sterling então? Genial. O que ajudou muito o último episódio da summer finale a ser um sucesso foram as inúmeras reviravoltas no caso do roubo/assassinato. Mesmo acontecendo tudo dentro de uma única propriedade The Frame-Up Job conseguiu condensar toda a sua ação em cenas pontuais como nas várias vezes em que Sterling parece que já conseguiu encerrar o caso, mas em seguida algo mais é desvendado.

The Rundown Job e The Frame-Up Job são episódios que serviram para mostrar como todos na equipe de Leverage realmente mudaram e viraram os mocinhos. Durante os quatro anos de série os membros da equipe passaram por diversos momentos de questionamentos sobre quem foram no passado, quem são agora e quem ainda podem ser.

Na quinta temporada, com tanto mistério sobre o futuro dessa turma e a possível aposentadoria da equipe de Leverage os dois episódios da summer finale mostraram com maturidade as pessoas em que se tornaram Parker, Hardison, Eliot, Nate e Sophie. Em relação a essa possível aposentadoria dessa turma nada de novo foi apresentado nos episódios da summer finale. O assunto ficou para novembro, quando Leverage volta com o episódio de número 11. Aguardo vocês lá!

PS: Porque as pessoas se dão o trabalho de algemar qualquer um dos nossos heróis de Leverage? Até Sterling que já os conhece cometeu essa ação desnecessária.

Castle – After The Storm

Data/Hora 25/09/2012, 10:46. Autor
Categorias Reviews

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Setembro, esse lindo, chegou. Veio tipo um zumbi de The Walking Dead, arrastando uma perna, mas chegou.  E depois de mais um longo hiato, a Fall Season deu as caras. Agora, nossos dias passam a ter menos horas disponíveis, o número de horas que passamos em frente ao computador cresce alarmantemente e nossa vida social, já capenga, se torna praticamente inexistente. Mas quem se importa? Ah, a Fall Season!! Aquela época do ano na qual as pessoas terão certeza da nossa insanidade. E a pergunta “porque tanta alegria em uma segunda-feira?” ecoará em várias mentes. Mal eles sabem que ela, nossa queridíssima série, está de volta. E com chave de ouro, senhoras e senhores. Que rufem os tambores, Castle voltou.

Vocês todos sabem que sou “viúva da 3ª temporada”, e que na temporada passada não poupei críticas à série sempre que achei necessário. E dessa vez, não será diferente. Mas acalmem seus corações. Essa é uma review de amor. A única coisa que estou achando necessária, nesse momento, é celebrar o bom trabalho de Marlowe e sua equipe. Eles fizeram uma premiere para fã nenhum colocar defeito – um defeitinho e outro, talvez, só pra não perder o costume. Mas who cares? -. Entra no meu top 10 de Castle, facinho.

Como vocês devem lembrar, uma das minhas críticas à 4ª temporada era a uma certa enrolação em duas histórias: o caso de Johanna e o caso Casckett. E esse episódio foi a cereja no meu bolo. Por que, em continuação à Always, After The Storm conduziu muito, muito bem, ambos os “casos”.

Já de início o temor pela maldição Moonlighting começou a abandonar nossos pobres corações shippers. Aaaaah, aquela cena inicial. Tão quente, tão fofa. Castle fez exatamente a pergunta que preocupava boa parte da audiência. Havia sido um ímpeto de Beckett, proporcionado pelas circunstâncias? Não. Definitivamente não. Alguém lembra de um certo muro? Ele ruiu, sobrou só pó. Alguém lembra de um certo medo de se envolver, de se entregar. Ele virou determinação, vontade de dar um passo adiante, em direção ao futuro, por mais indeterminado que ele seja. De ser feliz, enfim. Sim, vocês deveriam ter feito isso há quatro anos atrás (ou não, já que naquela época a série não tinha a solidez que tem hoje, talvez o passo fosse muito grande para as pernas curtas da principiante). Mas agora, isso já não importa mais. Porque uma linha foi cruzada.

Nessas alturas, nem nos importávamos se alguém teria que passar o episódio inteiro escondido dentro do closet. Castle e Beckett haviam se tornado em um casal. Daqueles em início de relacionamento, tentando não dar o passo maior do que a perna. Que aproveita qualquer lugar ou superfície para a prática de “exercícios físicos”. Daqueles que está chegando a um novo nível de cumplicidade no olhar.

Chegamos a um novo nível, definitivamente. A cada troca de olhares entre Rick e Kate, era como se uma frase inteira fosse dita. Frases irônicas, frases sarcásticas. Frases fofas. Mas isso já acontecia antes. A maior novidade foi Beckett aceitando ser “protegida” por Castle, emocionalmente falando – e até fisicamente, vide a cena da explosão -, e mais, procurando proteção. A cena do abraço deixou isso bem claro. Nossa menina cresceu e aceitou que não é auto-suficiente. E o final do episódio foi um sinal gritante disso.

Me deixou muito feliz perceber que a dinâmica das coisas não mudará mais que o necessário agora que temos mais do que amigos e parceiros dividindo a tela (e a cama também, se é que vocês me entendem). Isso reforça minha certeza que essa quinta temporada tem todos os elementos para ser a melhor, disparado, do seriado. A pegada cômica esteve bem presente no episódio. As reações de Castle e Beckett à chegada de Martha – que tem um dom sobrenatural de empatar -, a fuga de Beckett sem o soutien, a cara de Castle se explicando “naturalmente” para Ryan, e, é claro, os papos cheios de segundas inteções entre nossa duplinha dinâmica foram ótimos, e deram uma leveza que o episódio pedia, para contrabalancear com os momentos de tensão.

E se o fato do nosso casal ter virado um casal, de fato, já valeria pra deixar o episódio 5 estrelas, o desenvolvimento do caso veio para fechar tudo com chave de ouro. Tá certo que eu achei muita informação pra 40 e poucos minutos – bem que poderia ter rolado uma premiere de duas horas, né? – mas gostei do ritmo eletrizante da coisa toda. Quando percebi, o episódio tinha passado, muita coisa tinha acontecido. E eu queria mais.

Teve muita coisa boa em After de Storm, em relação ao caso. A começar pela solidez de caráter, e pela aparente solidão, de Ryan. Com Esposito suspenso e Beckett desempregada, ele passou a ser o único que poderia usar o aparato policial para ajudar a amiga. E ele não decepcionou em nenhum momento. Enfrentou Gates, de seu jeito, escondendo que passava informações das investigações para Castle e Kate, e não esmoreceu nem mesmo quando um magoado Esposito manteve o revólver na sua cara. E mais, soube ter fé no caráter de Beckett quando isso foi necessário. Muitos pontos pra ele.

Esposito estava suspenso. Mas isso não significa que ele não deu um jeito de ajudar os amigos nas investigações. Ele usou seus contatos militares, livrou a vida de Castle e Beckett – “o que vocês deveriam ter feito há quatro anos?” -, e permaneceu no time, apesar da mágoa com Ryan. É claro que senti falta do bromance entre Javi e Ryan, mas foi interessante vê-los trabalhando “separados”, e tentando voltar à relação amistosa. E depois de passar por isso, eles devem voltar ainda mais próximos.

E até Gates fez vista grossa ao passeio de Castle, Beckett e Javi ao local da explosão, e foi muito bacana com Beckett, apesar de determinar que ela cumprisse a suspensão, assim como Esposito. Iron Gates pode ser osso duro de roer, mas não esperem que ela deixe os seus comandados na mão. Isso não acontecerá.

E no final das contas, como suspeitávamos, era um peixe realmente grande que estava por trás do assassinato de Johanna. Um Senador. Um Senador com aquele carisma apelativo cara de pau que boa parte dos políticos tem. A sucessão de descobertas que levaram ao Senador foi um pouco rápida, talvez. E digo em ritmo mesmo (à propósito, a licença poética ao episódio vai pro “quebra-cabeça” de micro pedacinhos de papel explodidos, que foram montados rápido demais porque, por milagre, os pedaços que se encaixavam estavam próximos uns dos outros). Mas achei a conclusão – inconclusiva, diga-se de passagem, no sentido que foi deixada uma porta aberta para esse plot ser novamente aproveitado na série – muito, muito satisfatória. Johanna foi morta para que as maracutaias do Senador – segundo ele em prol do Bem Maior, no melhor estilo Grindelwald de pensar – permanecessem incógnitas. E apesar de tomar conhecimento de todo o aspecto vil da coisa, Beckett manteve o sangue-frio, a mente aberta. E chegue a pensar que o NAMORADO deu umas dicas de pôquer pra Kate, por que AI.MEU.DEUS aquele blefe! Brilhante, Beckett. Se a arma não significava nada perto do poder do “intocável”, o raciocínio dela tomou conta da cena. E o poder mudou de lado. Só resta saber até quando.

Gostei também de como jogaram com Smith dentro do episódio. O caráter dele era meio dúbio. Ficou bem claro que tudo que ele fez foi por “dever” ao Montgomery. Como ele nem conhecia Beckett, não se esforçaria para ajudá-la. Não mais do que já tinha se esforçado, não contra um “peixe grande”. E colocar as esperanças de Beckett em uma peça de xadrez tão ambivalente foi uma sacada muito interessante, porque sempre havia uma esperança de que o simpático senhorzinho ouvisse a voz da consciência e ajudasse Kate. E era o que pensei que aconteceria, no hospital, depois das palavras de Castle. Adorei estar enganada. Adorei que se chegou ao ponto final, por outras vias. E que ponto final.

Alguém não ficou tenso ao ver Becks saindo do seu apartamento, armada, e “invadindo” o ambiente do Senador? Apesar de eu ter certeza que ela não mataria ele a sangue-frio (talvez em uma troca de tiros), eu não conseguia deixar de temer que ela optasse pelo caminho obscuro. E adorei completamente ver a versão mais badass de Beckett dar as caras no embate com o Senador. No final das contas, todos fomos um pouco Ryan-Esposito-Castle, tentando compreender o porquê dela matar o Senador, embora ainda acreditando que ela não fosse fazer isso. E os 3 personagens meio que simbolizaram o público, porque sua crença foi construída, junto com a nossa. Hesitávamos em confiar, hesitávamos em duvidar. E no final ficamos todos aliviados com a decisão de Becks.

Sim, pessoas. Uma linha foi cruzada. Com maestria, com bravura. Ao optar pela sua segurança, pela segurança dos que ela ama, ao invés de uma forma crua de vingança, Kate demonstrou que ela cruzou a linha imaginária que a impedia de seguir adiante, deixando o passado no lugar que lhe cabe. Ela conseguiu tirar o caso de sua mãe do centro de sua vida. E por quê? Por que ela vê uma perspectiva de futuro. Ela acredita na felicidade. E nós, acreditamos na felicidade dela.

Como eu disse na abertura dessa review, eu acredito muito no potencial dessa temporada. Especialmente porque, na minha opinião, não teremos nada de mesmice nela. O fato de Castle e Beckett serem um casal traz inúmeras possibilidades lindas a serem exploradas. Somando-se a isso os elementos que já amamos no show, o resultado não deverá ser nada menor do que ótimo. Pensem no que será o 100° episódio do show! Só não pensem demais, para sobreviver bem até lá.

Então, só me resta dizer: bem vinda, quinta temporada. Adoramos receber você.

P.S.1: ^ essa é a cara das shippers, depois desse episódio.

P.S.2: assim como o caso Johanna Beckett não ficou completamente encerrado, no sentido de que o Senador sempre pode descobrir o blefe de Kate e resolver matá-la, acho que podemos voltar a ver Smith no futuro. Sei que Castle não é Fringe, e que eu deveria guardar minhas viagens pra review de sábado, mas fiquei com a pulga atrás da orelha com a morte dele, especialmente porque ele disse que sumiria do mapa pra não ser pego. E qual forma melhor de sumir do mapa do que “morrer”? A ausência de imagens do “assassinato” me fez ter ainda mais certeza da minha insana opinião.

P.S.3: mal posso esperar pra ver Lanie interagindo com o novo casal do pedaço.

P.S.4: Marlowe e Shonda Rhimes devem ter se encontrado pelos corredores da ABC e trocado figurinhas. BAM. Cena épica no elevador. Kate Backett safadinha. Certeza que o período de suspensão da detetive será muito bem aproveitado. Quem sabe a inspiração não é tanta que Castle muda de ramo e desbanca E.L. James e Anaïs Nin?

P.S.5: minha única frustração foi que o pai de Castle não estava ligado ao caso Johanna. Eu podia jurar que esses dois plots se cruzariam. Se bem que como ainda não sabemos nada sobre Castle pai, talvez no futuro possamos descobrir que a ligação estava lá. Vai saber, né?

P.S.6: sei que deve estar faltando muito elemento importante nesse meu texto, já extenso demais. Mas ainda não to conseguindo raciocinar direito. Então, dêem aquele descontinho amigo pra essa que vos fala.

Destaques na TV – Terça, 25/9

Data/Hora 25/09/2012, 10:03. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira abaixo os destaques da TV paga nesta terça-feira.

É assim, a Sony passou o inverno todo enrolando com a exibição de suas séries (e nem sinal de 30 Rock, Parks e Cougar Town, né?) e agora, às vésperas da nova temporada, decide correr com suas séries que estão no ar. Às 21h, o canal exibe o episódio 2×10 de Covert Affairs (leia a resenha). Mas na sequência, às 22h, vau exibir dois episódios Franklin & Bash na sequência – o 2×09 e o 2×10.

Na HBO Plus, 21h, oitavo episódio de Slide. No Glitz, 21h, episódio 5×23 de Gossip Girl. No I.Sat, às 21h30, episódio 2×08 de Episodes.

No AXN, 21h, terceiro episódio de The River. No Globosat HD, 22h, terceiro episódio de The Slap.

Ah, e tem atrações de não-ficção na TV hoje, que vale a pena destacar:

No E!, às 20h, é noite do divertido Fashion Police, que com muito humor (e a presença sempre hilária de Joan Rivers) vai comentar os melhores e piores trajes do tapete vermelho do Emmy Awards.

Pra quem gosta de reality tem duas estreias: no A&E, 22h, chega Cajun Justice, programa que acompanha o trabalho da da Louisiana. Já no History, 23h, estreia uma produção nacional: Caos. O programa segue a dupla de empresários Tibira e Carrô, que comanda o Caos, misto de brechó, loja de antiguidades e bar. Serão exibidos dois episódio em sequência.

E nos vemos amanhã!

Irmãos Coen, do filme ‘Fargo’, retornam para versão televisiva da história

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O canal FX decidiu produzir uma série dramática inspirada em Fargo, filme dramático de humor-negro lançado em 1996, nos Estados Unidos. Assim sendo, a emissora precisava escalar o time que daria “forma” ao projeto.

Para isso, nada melhor que convocar a própria dupla responsável pela produção cinematográfica para trabalhar na versão televisiva: e os irmãos Joel e Ethan Coen já fecharam o acordo.

Cada episódio de Fargo terá uma hora de duração, com histórias que abordam drama, comédia e crime.

Para refrescar a memória, o enredo do filme gira em torno de uma chefe de polícia de Minnesota que investiga dois bandidos contratados por um vendedor de carros para sequestrar a própria mulher. O dinheiro pago no resgate, pelo sogro, ajudaria o homem a resolver problemas de ordem financeira.

Os irmãos Coen, em parceria com Warren Littlefield (My Generation, Love,Inc.), trabalham como produtores-executivos da atração. Noah Hawley (My Generation) escreve o roteiro.

Fargo é uma co-produção entre a MGM Television e a FX Prods.

Com informações do Deadline.

Escolhidas as protagonistas da série produzida por Jennifer Lopez

Data/Hora 25/09/2012, 07:00. Autor
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Jennifer Lopez é uma mulher de muitas habilidades. E ela sabe disso. Tanto que, há mais ou menos um mês, JLo assinou contrato com o canal ABC Family para atuar como produtora de uma nova série dramática da emissora: The Fosters.

Pois bem, as duas protagonistas da atração acabam de ser conhecidas. Teri Polo (Meet The Parents) e Sherri Saum (In Treatment) interpretam as personagens Stef e Lena, respectivamente.

Elas formarão um casal homossexual que tenta criar um filho biológico em meio aos muitos outros adotivos. Quando Lena decide adotar Callie, um adolescente problemático, a vida da família multi-étnica vira de cabeça para baixo.

Peter Paige e Bradley Bredeweg, ambos de Fly Girls, escrevem o roteiro. A dupla ainda se junta à Jennifer Lopez, Simon Fields e Greg Gugliotta na produção-executiva.

Com informações do Deadline.

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