Homeland e Modern Family roubam a cena no Emmy Awards. Veja nossos comentários

Data/Hora 24/09/2012, 23:42. Autor
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Homeland e Modern Family foram as estrelas que dominaram a 64ª edição do Emmy Awards, a premiação anual da Academia de Artes e Ciências da Televisão, realizada neste domingo no Nokia Theatre, em Los Angeles. O programa, transmitido nos Estados Unidos pela rede ABC e no Brasil pela Warner Channel, mobilizou telespectadores no mundo todo e dividiu (como sempre opiniões).

Veja abaixo a lista de indicados e vencedores (em negrito) e os meus comentários:

COMÉDIA
“The Big Bang Theory” (CBS)
“Curb Your Enthusiasm” (HBO)
“Girls” (HBO)
“Modern Family” (ABC)
“30 Rock” (NBC)
“Veep” (HBO)

Modern Family foi a grande vencedora na categoria comédia, com quatro estatuetas, e deixou a impressão de que só não ganhou mais porque o seu elenco disputa entre si nas mesmas categorias. Com três Emmys de Melhor Comédia consecutivos, a série virou o alvo a ser batido e a campeã em #mimimi nas redes sociais. De fato, a reverência a Academia ao show desagrada a todos que torcem pro shows mais alternativos como Girls e 30 Rock ou mesmo para comédias que foram esnobadas como Parks ans Recreation e Community. Mas quando o assunto é técnica, Modern Family é imbatível.

ATOR EM COMÉDIA
Larry David como Himself, “Curb Your Enthusiasm”
Don Cheadle como Marty Kaan, “House of Lies”
Louis C.K. como Louie, “Louie”
Alec Baldwin como Jack Donaghy, “30 Rock”
Jon Cryer como Alan Harper, “Two and a Half Men”

“Algo está completamente errado. Eu estou chocado”. Foram estas primeiras palavras de Jon Cryer ao subir ao palco para receber o Emmy de Melhor Ator em Comédia. De fato, este foi o Emmy mais inesperado da noite – algo que nem os fãs mais devotos de Two and a Half Men apostariam. Ao contrário da categoria de atriz, que está renovada, estão faltando bons papéis cômicos masculinos na TV americana e o prêmio desta noite refletiu isto.

ATRIZ EM COMÉDIA
Lena Dunham como Hannah Horvath, “Girls”
Melissa McCarthy como Molly Flynn, “Mike & Molly”
Zooey Deschanel como Jess Day, “New Girl”
Edie Falco como Jackie Peyton, “Nurse Jackie”
Amy Poehler como Leslie Knope, “Parks and Recreation”
Tina Fey como Liz Lemon, “30 Rock”
Julia Louis-Dreyfus como Selina Meyer, “Veep”

Uma das categorias mais difíceis do Emmy (tão difícil que tivemos uma rara lista sétupla de indicados), a de melhor atriz em comédia acabou premiando uma estreante-veterana. Julia Louis-Dreyfus tem no currículo 13 indicações ao Emmy e agora ganha sua terceira estatueta (as outras foram por Seinfeld e The New Adventures of Old Christine). É uma atriz diferenciada, que sempre entra como favorita. Mas o mais curioso é que Veep meio que corria por fora nas preferência do Emmy (com os blogueiros hipsters na torcida por Girls e a turma pop preferindo New Girl). Agora a série ganha fôlego e atenção do público para a segunda temporada em 2013. E merece.

ATOR COADJUVANTE EM COMÉDIA
Ed O’Neil como Jay Pritchett, “Modern Family”
Jesse Tyler Ferguson como Mitchell Pritchett, “Modern Family”
Ty Burrel como Phil Dunphy, “Modern Family”
Eric Stonestreet como Cameron Tucker, “Modern Family”
Max Greenfield como Schmidt, “New Girl”
Bill Hader como vários personagens, “Saturday Night Live”

Quando saiu a lista de coadjuvantes em comédia do Emmy, achei que Modern Family dividiria os votos e acabaria a estatueta indo cair na mão de um dos outros dois concorrentes (o que não seria merecido, ainda que o Schimidt de Max Greenfield seja um personagem carismático e o Stefon do Bill Hader seja um dos melhores personagens do SNL dos últimos anos). Venceu Eric Stonestreet. E a gente fica se perguntando se ele se destacou mais ou menos que seus colegas de elenco. Mas o que importa é que Modern Family tem estes quatro atores espetaculares, que fazem esta série incrível.

ATRIZ COADJUVANTE EM COMÉDIA
Mayim Bialik como Amy Farrah Fowler, “The Big Bang Theory”
Kathryn Joosten como Karen McCluskey, “Desperate Housewives”
Julie Bowen como Claire Dunphy, “Modern Family”
Sofia Vergara como Gloria Delgado-Pritchett, “Modern Family”
Merritt Wever como Zoey Barkow, “Nurse Jackie”
Kristen Wiig como vários personagens, “Saturday Night Live”

Quando o nome Julie Bowen foi chamado ao palco, para receber seu segundo Emmy consecutivo já sabíamos que a noite seria de Modern Family. Mas é especialmente curioso que nem os fãs da série são lá grandes torcedores de Julie – já que a atriz mais popular da série é Sofia Vergara. A vitória de Modern Family na categoria é a recompensa para a série que tem os melhores textos e consegue tirar o melhor dos seus atores. E a vitória de Julie é a vitória da atriz mais técnica do elenco da série (que não necessariamente é a que nos fazer rir mais).

SÉRIE DRAMA
“Boardwalk Empire” (HBO)
“Breaking Bad” (AMC)
“Downton Abbey” (PBS)
“Game of Thrones” (HBO)
“Homeland” (Showtime)
“Mad Men” (AMC)

A vitória de Homeland é cheia de significados e por isto mesmo deveria estar acima das críticas. Ela quebra a série de Mad Men, que era algo pelo qual muita gente torcia. Ela é também a primeira série premiada da Showtime (e a Showtime tem merecido há cerca de uma década). E é a série nova que capturou o imaginário de telespectadores em todo o mundo, com uma trama sólida e consistente.

ATRIZ EM DRAMA
Glenn Close como Patty Hewes, “Damages”
Michelle Dockery como Lady Mary Crawley, “Downton Abbey”
Julianna Margulies como Alicia Florrick, “The Good Wife”
Kathy Bates como Harriet Korn, “Harry’s Law”
Claire Danes como Carrie Mathison, “Homeland”
Elisabeth Moss como Peggy Olson, “Mad Men”

A vitória de Claire Danes (sinto pra quem torcia por outra atriz, mas é a verdade) era a mais previsível da noite. A Carrie Mathison de Claire foi a grande personagem nova da temporada. E Claire Danes esteve a altura do papel – e a Academia sabe disto, já que a acompanha desde 1995, do tempo de My So-Called Life e já a premiou em 2010, por Temple Grandin.

ATOR EM DRAMA
Steve Buscemi como Nucky Thompson, “Boardwalk Empire”
Bryan Cranston como Walter White, “Breaking Bad”
Michael C. Hall como Dexter Morgan, “Dexter”
Hugh Bonneville como Robert, Earl of Grantham, “Downton Abbey”
Damian Lewis como Nicholas Brody, “Homeland”
Jon Hamm como Don Draper, “Mad Men”

Se o Emmy para Claire Danes era certo, não vou mentir que o de Damian Lewis pra mim foi uma surpresa. A categoria de melhor ator em drama estava particularmente difícil. Mas o momento era de Homeland e é bacana ver a Academia se renovando e reconhecendo Damian Lewis, um ator que está há vários anos construindo uma carreira sólida nos EUA (os fãs do ator sabem muito bem que ele merecia ter levado ao menos uma indicação em 2008 ou 2009, pela maravilhosa Life).

ATRIZ COADJUVANTE EM DRAMA
Anna Gunn como Skyler White, “Breaking Bad”
Maggie Smith como Violet, Dowager Countess of Grantham, “Downton Abbey”
Joanne Froggatt como Anna, “Downton Abbey”
Archie Panjabi como Kalinda Sharma, “The Good Wife”
Christine Baranski como Diane Lockhart, “The Good Wife”
Christina Hendricks como Joan Holloway Harris, “Mad Men”

O anúncio de Maggie Smith como melhor atriz coadjuvante em drama foi outra surpresa da noite. Mas resume bem uma piada que Jimmy Kimmel soltou durante as festas – os atores britânicos vem da Royal Shakespeare Company, os atores americanos vem do shopping. Tecnicamente, existe mesmo um universo de distância do que faz a veterana atriz inglesa, ausente na festa, para suas concorrentes americanas. O bacana é que o prêmio também serve para consagrar na América Downton Abbey, uma das melhores produções de TV da atualidade.

ATOR COADJUVANTE EM DRAMA
Aaron Paul como Jesse Pinkman, “Breaking Bad”
Giancarlo Esposito como Gustavo ‘Gus’ Fring, “Breaking Bad”
Brendan Coyle como John Bates, “Downton Abbey”
Jim Carter como Mr. Carson, “Downton Abbey”
Peter Dinklage como Tyrion Lannister, “Game of Thrones”
Jared Harris como Lane Pryce “Mad Men”

A merecida vitórita de Aaron Paul, sua segunda na categoria, é justíssima e de certa forma uma homenagem ao ótimo quarto ano de Breaking Bad. São destas coisas bizarras que acontecem em premiações – Breaking Bad não levou nenhum outro prêmio no sábado, na cerimônia dos prêmios técnicos, e no domingo saiu apenas com prêmio paa Paul.

MINISSÉRIE OU TELEFILME
“American Horror Story” (FX)
“Game Change” (HBO)
“Hatfields & McCoys” (History)
“Hemingway & Gellhorn” (HBO)
“Luther” (BBC America)
“Sherlock: A Scandal in Belgravia” (PBS)

ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Connie Britton como Vivien Harmon, “American Horror Story”
Julianne Moore como Sarah Palin, “Game Change”
Nicole Kidman como Martha Gellhorn, “Hemingway & Gellhorn”
Ashley Judd como Rebecca Winstone, “Missing”
Emma Thompson como She, “The Song of Lunch”

ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Woody Harrelson como Steve Schmidt, “Game Change”
Kevin Costner como ‘Devil’ Anse Hatfield, “Hatfields & McCoys”
Bill Paxton como Randall McCoy, “Hatfields & McCoys”
Clive Owen como Ernest Hemingway, “Hemingway & Gellhorn”
Idris Elba como John Luther, “Luther”
Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes, “Sherlock: A Scandal in Belgravia”

ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Frances Conroy como Moira, “American Horror Story”
Jessica Lange como Constance Langdon, “American Horror Story”
Sarah Paulson como Nicolle Wallace “Game Change”
Mare Winningham como Sally McCoy, “Hatfields & McCoys”
Judy Davis como Jill Tankard, “Page Eight”

ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Denis O’Hare como Larry Harvey, “American Horror Story”
Ed Harris como John McCain, “Game Change”
Tom Berenger como Jim Vance, “Hatfields & McCoys”
David Strathairn como John Dos Passos, “Hemingway & Gellhorn”
Martin Freeman como Dr. John Watson, “Sherlock: A Scandal in Belgravia”

PROGRAMA DE VARIEDADES
“The Colbert Report” (Comedy Central)
“The Daily Show With Jon Stewart” (Comedy Central)
“Jimmy Kimmel Live” (ABC)
“Late Night With Jimmy Fallon” (NBC)
“Real Time With Bill Maher” (HBO)
“Saturday Night Live” (NBC)

PROGRAMA DE REALIDADE
“Antiques Roadshow” (PBS)
“Jamie Oliver’s Food” (ABC)
“MythBusters” (Discovery Channel)
“Shark Tank” (ABC)
“Undercover Boss” (CBS)
“Who Do You Think You Are?” (NBC)

PROGRAMA DE REALIDADE-COMPETIÇÃO
“The Amazing Race” (CBS)
“Dancing With the Stars” (ABC)
“Project Runway” (Lifetime)
“So You Think You Can Dance” (Fox)
“Top Chef” (Bravo)
“The Voice” (NBC)

APRESENTADOR DE PROGRAMA DE REALIDADE
Phil Keoghan, “The Amazing Race”
Ryan Seacrest, “American Idol”
Betty White, “Betty White’s Off Their Rockers”
Tom Bergeron, “Dancing With the Stars”
Cat Deeley, “So You Think You Can Dance”

DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Robert B. Weide, “Curb Your Enthusiasm ”
Lena Dunham, “Girls”
Louis C.K., “Duckling”
Jason Winer, “Modern Family”
Steven Levitan, “Modern Family”
Jake Kasdan, “New Girl”

ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Chris McKenna, “Community”
Lena Dunham, “Girls”
Louis C.K., “Louie”
Amy Poehler, “Parks and Recreation”
Michael Schur, “Parks and Recreation”

DIRECTING EM SÉRIE DRAMA
Tim Van Patten, “Boardwalk Empire”
Vince Gilligan, “Breaking Bad”
Brian Percival, “Downton Abbey”
Michael Cuesta, “Homeland”
Phil Abraham, “Mad Men”

ROTEIRO EM SÉRIE DRAMA
Julian Fellowes, “Downton Abbey”
Alex Gansa, Howard Gordon & Gideon Raff, “Homeland”
Semi Chellas & Matthew Weiner, “Mad Men”
Andre Jacquemetton & Maria Jacquemetton, “Mad Men”
Erin Levy & Matthew Weiner, “Mad Men”

DIREÇÃO EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Jay Roach, “Game Change”
Kevin Reynolds, “Hatfields & McCoys”
Philip Kaufman, “Hemingway & Gellhorn”
Sam Miller, “Luther”
Paul McGuigan, “Sherlock: A Scandal in Belgravia”

ROTEIRO EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Danny Strong, “Game Change”
Ted Mann, Ronald Parker & Bill Kerby, “Hatfields & McCoys”
Abi Morgan, “The Hour”
Neil Cross, “Luther”
Steven Moffat, “Sherlock: A Scandal in Belgravia”

DIREÇÃO PARA ESPECIAL DE VARIEDADES
Don Mischer, “84th Annual Academy Awards”
Louis J. Horvitz, “The 54th Annual Grammy Awards”
Louis C.K, “Louis C.K. Live at the Beacon Theatre”
Alan Skog, “New York City Ballet George Balanchine’s The Nutcracker (Live From Lincoln Center)”
Glenn Weiss, “65th Annual Tony Awards”

ROTEIRO PARA ESPECIAL DE VARIEDADES
“84th Annual Academy Awards,” Jon Macks, Dave Boone & Carol Leifer, with Tim Carvell, Jeff Cesario, Billy Crystal, Ed Driscoll, Billy Martin, Ben Schwartz, Marc Shaiman, Eric Stangel, Justin Stangel, David Steinberg, Mason Steinberg & Colleen Werthmann
“Betty White’s 90th Birthday: A Tribute to America’s Golden Girl,” Jon Macks, Steve Ridgeway, Mason Steinberg & Brad Lachman
“The Kennedy Center Honors,” George Stevens, Michael M. Stevens, Sara Lukinson & Lewis Friedman
“Louis C.K. Live at the Beacon Theatre,” Louis C.K.
“65th Annual Tony Awards,” Dave Boone with Paul Greenberg

Primeiras Impressões – Partners

Data/Hora 24/09/2012, 22:23. Autor
Categorias Notícias, Preview

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David Kohan e Max Mutchnick, criadores da saudosa e elogiada série Will & Grace, estreiam nesta temporada uma nova sitcom de humor. Partners é o nome que embala as aventuras de Louis e Joe, dois parceiros nos negócios, e de seus respectivos amores. A série tem um elenco bem falado na mídia – Michael Urie fez sucesso em Ugly Betty, David Krumholtz bateu ponto em Numbers, Brandon Routh fez sucesso nos cinemas como o Superman de Superman – O Retorno, e a belíssima Sophia Bush recém saiu do papel de Brooke Davis em One Tree Hill. É com certeza um elenco chamativo e, claro, uma atração a mais.

A história propriamente dita se desenvolve bem. Temos Joe interpretado por Krumholtz, que é arquiteto e trabalha com Louis, interpretado hilariamente por Urie. Ambos são melhores amigos desde a infância e cresceram juntos. A intimidade entre os dois é tanta, que sempre rola palpite até nos seus casos amorosos. Joe começa a série inseguro sobre seu relacionamento e acaba contando para o amigo Louis que pensa em terminar com Ali – papel de Sophia Bush. Quando Joe toma coragem em ir terminar, Ali faz uma declaração tão romântica que faz o rapaz pensar melhor, e em vez de terminar o romance a pede em casamento. Louis sem saber de nada, quando encontra com Ali, começa as lamentações pelo término, e claro que a moça fica furiosa. E daí, a dinâmica começa a fluir.

Aliás dinâmica essa que está muito boa. Este era o meu maior medo em relação a série. Afinal, uma série que retrata dinâmica entre amigos – sejam eles de trabalho ou de infância, tem de apresentar química boa. E os criadores da série acertaram em cheio na escolha dos quatro. Não preciso nem dizer que quem carrega a série é Louis. Um dos personagens gays da série, ele faz piadas engraçadas e no tom certo. Joe também está muito bem, apesar de ser “mais sério” que os demais personagens. E além de termos uma boa e engraçada relação entre os parceiros Joe e Luis, Sophia Bush está bem à vontade no papel de Ali. Claro que os fãs de One Tree Hill levarão um bom tempo para desvincular a atriz do fantasma de Brooke Davis, mas mesmo assim, a atriz faz o telespectador se cativar pela designer de jóias. Entretanto, mesmo não pode-se dizer de Brandon Routh, que vive o enfermeiro vegetariano Wyatt. Routh não está muito a vontade no papel, e suas cenas só ficam engraçadas quando Louis está presente. É ver se ao decorrer da série Wyatt se desenvolva mais.

Sobre a série, houve uma polêmica a cerca de a série ser um “remake não oficial” ou no bom popular uma cópia da série de mesmo nome que foi exibida em 1995 pela Fox. Até o diretor dos pilotos são os mesmos, e a premissa é bem igual: girava em torno de dois amigos, também arquitetos: Owen (Tate Donovan) e Bob (John Cryer). No primeiro episódio, Owen fica noivo de Alicia (Maria Pitilo), o que leva Bob a temer perder sua amizade. A sitcom foi criada na esteira do sucesso de Friends, segundo o site da Revista Veja. Entretanto, os criadores da série de 1995, Jeff Greenstein e Jeff Strauss, não conseguiram impedir a produção desta nova versão, que sem dúvidas me conquistou.

Pode parecer coisa de fã órfão de One Tree Hill que quer continuar assistindo Sophia Bush. Mas de verdade, a série agradou bastante, trazendo aquela velha forma de dinâmica de amigos, no jeitinho que só David Kohan e Max Mutchnick sabem fazer. Boas piadas, dose de humor certo, e integração entre personagens. Série deliciosa de se ver, leve, divertida. Já me apaguei. Vida longa a Partners.

“Foi um grande erro”, diz Chevy Chase sobre a participação em ‘Community’

Data/Hora 24/09/2012, 19:32. Autor
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Não cuspir no prato que comeu parece ser uma regrinha de Etiqueta que os atores de Hollywood preferem ignorar. Se há menos de um mês, o ator Mandy Patinkin declarou que o drama policial Criminal Minds destruiu sua alma, hoje foi a voz de Chevy Chase desdenhar de um trabalho.

Em entrevista à edição britânica do jornal Huffington Post, o ator disse que integrar o elenco da sitcom da NBC Community foi um grande erro da carreira e que considera o gênero “o mais baixo da TV”.  Chase disse que um dos motivos que o fez aceitar participar do seriado foi o cheque de pagamento. “Eu vi o roteiro do piloto e achei engraçado. Entrei na sala de reunião e disse ‘Quero interpretar esse cara’, começou o ator. “Eles me contrataram e eu fiquei por ali porque tenho três filhas para cuidar e uma esposa.”

A decisão, no entanto, não teria valido tanto a pena assim. “O horário de trabalho é horrível e é uma sitcom de televisão – provavelmente a forma mais baixa de se fazer TV”, disparou o ator.

Ele fez questão de dizer que trabalhar com os atuais colegas de elenco tornou as coisas mais fáceis. “Eles são muito bons. Não é como se eu estivesse trabalhando com as pessoas mais inovadoras de todos os  tempos, mas ainda são meus amigos”, finalizou Chevy Chase, em uma declaração um tanto contraditória.

Insatisfeito ou não, o ator vai estar na quarta e próxima temporada de Community, que estreia em outubro nos Estados Unidos.

Ele exagerou ou tem razão: será que as sitcoms são a forma mais baixa de se fazer TV mesmo?

Com informações do TV Guide.

 

Jason Gedrick participa de ‘Grimm’ e mais cena inédita

Data/Hora 24/09/2012, 15:32. Autor
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Depois de mais de três semanas em hiato, os fãs de Grimm começam a respirar aliviados novamente. Na próxima sexta-feira, 28, a série sobrenatural volta a ser exibida na TV americana. E bastou entrarmos na “semana da reestreia” para que o canal NBC começasse a divulgar novidades a respeito do programa. Mas vamos por ordem.

(Se você acompanha a série pela TV brasileira, a notícia pode conter spoilers de capítulos que ainda estão para ser transmitidos)

Está curioso sobre episódio de sexta-feira? Uma cena inédita do capítulo acaba de ser divulgada. Na cena, Nick (David Giuntoli), Hank (Rusell Hornsby) e Monroe (Sillas Weir Mitchell) fazem uma reunião para conversar a respeito de uma criatura Wesen que apareceu em uma das investigações de polícia. O episódio terá participação de Kristina Anapau (True Blood), que interpreta a secretária de um Blutbad e reverendo da Igreja.

Pelo jeito, agora que Hank sabe de toda a verdade, o “clube do Bolinha” está feito.

Confira:

E com tantas criaturas Wesen aparecendo em Portland, é natural que o número de participações especiais na série seja grande. O ator Jason Gedrick – conhecido pelos papéis no cinema em Águia de Aço e Terra Prometida – vai ganhar um personagem na atração. Em um episódio que está por vir em breve, ele será um assassino sentenciado à morte, condição estabelecida devido ao trabalho de Hank. Mas, dias antes de ir para a cadeira elétrica, o criminoso passa a alegar que agiu em legítima defesa, quando foi atacado por algum tipo “monstro”. Em Grimm, isso faz muito sentido.

O quinto episódio de Grimm retorna na sexta-feira, 28 de setembro, pela NBC americana. No Brasil, o Universal Channel já exibe o segundo ano da atração nas noites de segunda-feira, às 23h.

Com informações do TV Line aqui e aqui.

Kathryn Hahn reprisa papel em ‘Parks and Recreation’

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Recordar é viver e a personagem de Kathryn Hahn, em Parks and Recreation, está mais viva do que nunca na série. É isso mesmo, a atriz está de volta à série e reprisa o papel como Jennifer Barkley.

Ela apareceu na atração da NBC, pela primeira vez, durante a quarta temporada do show. A personagem de Hahn trabalhou como gerente na campanha política de Bobby Newport (Paul Rudd) pelas eleições do Conselho da cidade. Ela também conseguiu um trabalho para Ben (Adam Scott) no Congresso de Washington D.C.

Detalhes sobre participação já foram divulgados: por pelo menos um episódio, Barkley aparece na capital americana e, só depois, ela segue para a cidade Pawnee. Ou seja, teremos a atriz por mais de um capítulo da atração.

A quinta temporada de Parks and Recreation vai ao ar às quintas-feiras pelo canal NBC, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Guide.

Série ‘Treme’, da HBO, é renovada para quarta e última temporada

Data/Hora 24/09/2012, 11:38. Autor
Categorias Notícias

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Treme, continuará no ar em 2013. Quem confirmou a notícia foi o próprio produtor-executivo da série, David Simon, durante a premiere da terceira temporada da atração, no sábado.

Segundo o site americano TV Guide, o produtor disse: “Iremos para a temporada 3.5”. É que o próximo ano da atração vai ter o número de episódios reduzidos – dos habituais dez/onze capítulos para quatro ou seis. “A HBO, depois de ver tudo o que fizemos até agora, decidiu que queria ver o fim da história. Eles lutaram muito para nos dar essa ‘metade do pão’. E nós vamos aproveitar”, revelou Simon.

Treme se passa em uma Nova Orleans logo depois do furacão Katrina, que devastou o local. A audiência da série no último ano (média 2.2 milhões por episódio) não agradou a HBO, que conseguiu número muito maiores com outras produções como Boardwalk Empire e Game of Thrones.

A terceira temporada do seriado estreou domingo, nos Estados Unidos.

Você vai sentir falta da série?

Com informações do TV Guide.

Atriz de ‘Once Upon a Time’ é escalada para a nova ‘Banshee’

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A personagem de Anastasia Griffith em Once Upon a Time – como Kathryn, a mulher de James/Príncipe Encantado – pode até não ter encantado tanto assim os espectadores da série, já que ela era um obstáculo na relação da Branca de Neve e seu amado. Mas o trabalho de Griffith parece agradar os produtores americanos.

Tanto que a atriz,  que também integra o elenco de Copper, do canal BBC America, foi chamada para participar de um terceiro seriado: Banshee.

A atração da Cinemax estreia em breve e tem o mesmo criador de True Blood, Alan Ball, e o produtor-executivo de House, Greg Yaitanes.

Griffith deve aparecer no último episódio da primeira temporada do programa. O show gira em torno de Lucas, um bandido que se passa pelo “xerife Penn” da cidade de Banshee e continua a aplicar golpes, mesmo sabendo que uma gangue local está atrás dele. Griffith vai dar vida a uma psicóloga da prisão que tenta tratar Lucas (interpretado pela ator neozelandês Antony Starr).

A série deve estrear em janeiro e, à principio, terá 10 episódios.

Com informações do TV Line.

Ator de ‘Eureka’ participa de ‘Castle’

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O (futuro) episódio de Castle, série da ABC, inspirado em Firefly e na Comic-Con despertou o interesse dos fãs do programa. E, em pelo menos um aspecto, essa curiosidade poderá ser saciada.

Foi escolhido o ator que interpretará o Capitão Mark Richards na história: ele é Ed Quinn, do seriado Eureka, do canal Syfy.

O enredo segue a vida de um escritor misterioso que participa de uma convenção nos moldes da Cominc-Con – evento em San Diego, nos Estados Unidos, que reúne produtores do cinema e séries de TV em um só lugar. Lá, ele encontra a estrela de um programa sobrenatural que acaba de ser cancelado e, desde então, sua vida tem sido apenas decadência. Esse é justamente o personagem de Ed Quinn.

Quinn também esteve em CSI: NY e True Blood.

Ainda não se sabe quando o episódio vai ao ar. A quinta temporada de Castle estreia hoje à noite, 24 de setembro, pelo canal ABC, nos Estados Unidos.

Com informações do InsideTV.

Destaques na TV – Segunda, 24/9

Data/Hora 24/09/2012, 09:49. Autor
Categorias TV Brasil

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Pra quem perdeu: a Warner reprisa a cerimônia de 64ª edição do Emmy Awards a partir das 17h30. Altamente recomendado para fãs de Modern Family e Homeland!

A HBO programou para este segunda-feira a exibição do último episódio da temporada de Girls. A comédia nova mais hypada do ano vai ao ar às 22h, com a exibição do episódio She Did (leia a review), que gira em torno de uma festa misteriosa. Chris O’Dowd (The IT Crowd) retorna e Bobby Moynihan (Saturday Night Live) participa.

No Universal Channel, 22h, episódio 1×10 de Common Law. Às 23h, episódio 2×03 de Grimm.

A Fox exibe às 19h o episódio 3×04 de The Listener.

Na Sony, 22h, episódio 3×13 de Royal Pains.

No Globosat HD, 22h, sétimo episódio de The Bridge (Bron/Broen).

No Sony Spin, às 21h, reprisa o episódio 2×04 de Merlin.

E amanhã eu volto com nova atualização. Até!

Primeiras impressões – The Voice Brasil

Data/Hora 23/09/2012, 19:58. Autor
Categorias Preview

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Enfim chegou ao Brasil mais um programa de calouros! A estreia de The Voice Brasil veio acompanhada de muitos rumores e pré-conceitos de grande parte dos espectadores mas parece que dessa vez, diferentemente de Ídolos, Astros e Fama, teremos um programa de nível diferenciado.

Com Carlinhos Brown, Daniel, Lulu Santos e Claudia Leitte como mentores e Tiago Leifert como apresentador, o programa teve boa estreia e a Globo conseguiu significativa audiência mostrando que talvez tenha realmente acertado no horário e em sua aposta na versão nacional do reality.

A escolha dos mentores agrada, pois consegue mesclar várias das vertentes da música e, o que é a música brasileira se não uma mistura?

O cenário do programa deixou uma pouco a desejar se comparado com os das versões internacionais e como é de praxe o programa teve início com a apresentação dos quatro mentores e a música intepretada por eles foi Assim caminha a humanidade.

Tiago Leifert se saiu bem como apresentador, mas precisa se soltar mais, como faz na apresentação do Globo Esporte, e Dani Suzuki deveria ter aparecido mais.

O primeiro dia de Blind Auditions (ou Audições às Cegas) teve de índio à americana passando por uma pseudo-famosa daquelas one hit wonder (ou vai dizer que você já ouviu outra música de Liah Soares a não ser Garotas Choram Demais) mas com muita gente boa cantando de hits nacionais à internacionais (embora o inglês de alguns candidatos deixe a desejar). Os jurados também não decepcionaram em suas escolhas mas não brigaram furtivamente pelos seus candidatos, como Will.i.am, Jessie J, Danny e Tom Jones brigavam na versão britânica, por exemplo. Os mentores devem estar ali pra mostrar que são a melhor escolha para o participante, então o que falar da Claudia Leitte e do Daniel, que não mostraram nenhuma empolgação durante praticamente o  programa inteiro? Mas, apesar dos pesares, o programa terminou assim:

Time Carlinhos Brown: 4 participantes
Time Claudia Leitte: 2 participantes
Time Daniel: 2 participantes
Time Lulu Santos: 3 participantes

O que mais marcou o programa foi a falta de emoção, tanto das famílias dos participantes quanto dos jurados e da plateia. Poxa, o que mais anima nas versões estrangeiras é o fato de ver a pessoa realmente feliz, gritando, chorando e pulando ao conseguir entrar para um dos times, ou mostrando aquela pontinha de tristeza ao não ser escolhido.

Sem falar na edição que deixou o programa com um ritmo lento e o som que teve algumas falhas.

E o que dizer da plateia? A do Silvio Santos é mais animada.

Contudo, em se tratando de um reality onde a estrela é a música, a estreia foi, no mínimo, surpreendente, e os outros episódios dessa primeira temporada prometem.

Haven – 301

Data/Hora 23/09/2012, 19:51. Autor
Categorias Reviews

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301 mostrou algumas mudanças significativas no comportamento dos personagens principais. O que pode ser bom ou ruim, dependendo de como será desenvolvida esta temporada. Mas tais mudanças acabaram por me deixar com a sensação de uma certa estranheza entre o que foram e como, de forma tão abrupta, acabaram por se apresentar neste episódio.

Nathan deixou aquele ar doce de menino comportado e equilibrado, para assumir um tom mais soturno e agressivo. Se sua nova forma de agir foi uma resposta a uma situação específica (afinal Audrey havia sido seqüestrada e ele estava desesperado), ou se o seqüestro foi o estopim para que aflorasse nele sentimentos e comportamentos adormecidos, é algo que ainda está para ser observado durante esta temporada. Tomar a iniciativa de fazer a tatuagem, já diz muito sobre esse, talvez, novo Nathan. Particularmente, acredito que, em meio a tantos acontecimentos estranhos e conflitos que a cada episódio tendiam a se intensificar, o seu comportamento assegurava um equilíbrio pacífico a Haven.

Audrey mostrou-se mais fragilizada. Aliás, foi o primeiro episódio em três anos em que ela demonstrou medo genuíno. Essa fragilização do personagem condiz com uma certa, ainda que sutil, inversão de papéis em sua relação com Nathan. Ela ainda continua a buscar quem realmente é; sua habilidade para lidar com os eventos sobrenaturais que atingem Haven e seus habitantes continua a mesma, mas o personagem pode se tornar um pouco mais emocional e menos auto-suficiente.

E nesse redemoinho de trocas de sentimentos e comportamentos, Duke, foi o mais linear. Desde a primeira temporada demonstrou ser um verdadeiro “bad boy”, aquele sujeito que à primeira vista parece unicamente interessado em salvar seus interesses, mas que, lá no fundo, não consegue deixar de salvar a garota, o amigo (que insiste em rejeitá-lo) e tomar o partido dos mocinhos. De lá para cá ele descobriu que alguém com uma tatuagem específica iria matá-lo, correu atrás para identificar quem seria e, no caminho,  descobriu que tinha o dom de acabar com as “perturbações”, desde que estivesse disposto a dar cabo de algumas vidas. Neste início de temporada, Duke, normalmente emocional, conseguiu ser o mais racional. Resta saber como ele irá lidar com todas as vezes em que insistem em ferir seus sentimentos, já que neste episódio parecia não haver muito espaço para ele junto de Audrey e Nathan. Se o que continuará aflorando em Duke são sentimentos que o tornam parte dos mocinhos, ou se ele poderá se juntar aos bandidos, é algo para se observar.

O episódio trouxe ainda mais mistérios que prometem agitar esta temporada. Entram em cena o Caçador, figura responsável pelo seqüestro de Audrey e (quem sabe?) Colorado Kid, que, apesar do que todos pensavam, pode não estar morto. O que ambos têem a ver com as perturbações é outro enigma na ampla lista que assola Haven.

À parte esses novos ou provisórios Nathan, Audrey e Duke, e os novos enigmas que se juntam à lista, tivemos a perturbação da semana que, para dizer o mínimo, foi, em minha opinião, a mais bizarra que já aconteceu em Haven. Bem ao estilo non sense de  Stephen King. Mas se foi estranho ver discos voadores em Haven, mais estranho ainda foi a resolução do caso, com o sujeito simplesmente sumindo na luz; ou o cidadão conseguia criar um disco voador real? Decididamente, neste ponto, eu perdi alguma coisa.

301 merecia também um tempo maior que seus meros 45 minutos. Muitas informações e situações para serem resolvidas em um espaço muito curto de tempo.

Mas, mesmo com alguns poréns, Haven, felizmente, está de volta e continua a estimular nossa curiosidade.

Emmy Awards: momentos inesquecíveis

Data/Hora 23/09/2012, 16:37. Autor
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Domingo é dia de Emmy Awards, o mais prestigiado prêmio de televisão norte-americana. É dia de torcer, rir muito, se emocionar, vaiar e comemorar as derrotas e conquistas das nossas série favoritas.

Dentro deste espírito, e como forma de esquentar o telespectador antes de mais uma edição do Emmy, fizemos uma promoção em nossa fan page no Facebook para que os leitores lembrassem conosco de alguns momentos inesquecíveis da premiação. Os 10 melhores depoimentos foram reproduzidos abaixo – e os 10 sortudos abaixo vão levar de presente canecas exclusivas do Canal Sony.

Confira a seguir os 10 depoimentos:

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É lugar comum falar que gosta de Friends, eu sei… mas posso dizer que essa é (ainda) minha série favorita, e que acompanhei ela desde quase o início, quando começou a passar no Brasil. E por isso, para mim, o momento inesquecível do Emmy foi quando eles ganharam o prêmio de melhor série de comédia, em 2002, além da premiação da Jennifer Aniston como melhor atriz de comédia, no primeiro ano em que eles decidiram entrar na categoria ator/atriz principal de comédia. Lembro até hoje a emoção dela ao subir no palco, esquecendo de agradecer o marido (que era só o Brad Pitt), e agradecendo somente na entrevista após a premiação… (Patricia Yamaguti)

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O melhor momento foi quando, mais uma vez, homenagearam os atores que vieram a falecer. Não tinha como falar de outra coisa, pois é uma homenagem a ídolos que marcaram história na televisão. Entre esses está Andy Whitfield de Spartacus, que foi um excelente ator. (Jhony Ross)

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Um dos melhores momentos foi no ano passado mesmo, na categoria de atriz em comédia. É a minha favorita, pois sempre é uma das mais disputadas. Apesar de a ganhadora não ter sido do meu agrado, a forma como ela foi anunciada, com todas as concorrentes subindo ao palco, foi demais! Tina Fey, Amy Poehler e Martha Plimpton lado a lado foi inesquecível! (João Paulo Belmok)

Quando Melissa McCarthy ganhou o Emmy de 2011 de melhor atriz de comédia em sua primeira indicação, desbancando algumas favoritas e mostrando que talanto não tem forma ou peso. Foi gostoso se emocionar junto com essa espetacular atriz que, com certeza, mereceu esse importantíssimo prêmio e que vem se destacando na TV e no cinema. (Sandra Mari Isidoro Exterkoetter)

Foto de Christopher Reeve, apresentando um prêmio no Emmy de 1997
A participação do ator Christopher Reeve no Emmy de 1997, onde comoveu o público e fãs mostrando garra ao subir no palco e apresentar o ganhador de uma categoria do prêmio naquele ano, além é claro, de ter faturado um Emmy especial por sua narração em um filme para a TV. (Alexandre Exterkoetter)

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O melhor momento do Emmy 2010 foi quando o Ricky Gervais subiu no palco para apresentar um dos prêmios e resolveu fazer uma brincadeira sobre bebidas e começou a distribuir cerveja para os convidados das fileiras da frente. Acontece que Matthew Perry (Friends), que teve problemas com a bebida e tinha recém saído de uma clínica de reabilitação, recusou educadamente a garrafa. (Karin Klinczak)

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O melhor momento do Emmy 2011 foi quando chamaram Charlie Sheen no palco e todos esperavam que ele fizesse polêmica, mas em vez disso, ele desejou o melhor à equipe de Two and a Half Men. Mesmo não gostando dele, foi um momento bonito e ele agiu com classe e elegância. (Débora Phetra)

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Lembro do ano em que os atores cantaram as músicas-tema de séries antigas e a Kristen Bell deu um show cantando e dançando o tema de abertura de Fame. E infelizmente foi o mais perto que Veronica Mars chegou de uma estatueta do Emmy. (Paul Pfeiffer)

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O musical de abertura do Emmy Awards 2010 com o elenco de Glee, Jimmy Fallon, Tina Fey e especialmente o Jorge Garcia e a Nininha Dobrev. (Pedro Luiz Costa Vajani)

Meu melhor momento do Emmy foi no ano passado, onde assisti virtualmente com amigos do Grupo TeleSéries que tinha conhecido um mês antes. Foi prazeroso compartilhar palpites e comentários como se estivéssemos na mesma sala. E continuamos nossa amizade firme e forte 1 ano após. (Dieter Klaus Bubeck)

E você? Qual é o momento do Emmy que você não esquece? Deixe seu comentário para nós.

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