‘Law & Order: SVU’ terá episódio inspirado no best-seller ‘Cinquenta Tons de Cinza’

Data/Hora 27/09/2012, 15:23. Autor
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A série Law & Order: Special Victims Unit terá um episódio inspirado nos livros da trilogia Cinquenta Tons de Cinza em sua décima quarta temporada, ao menos é o que diz uma nota publicada pelo blog Vulture.

Anna Chlumsky (Veep), conhecida pelo público pelo seu papel no filme Meu Primeiro Amor, foi escalada para o papel de uma personagem baseada na autora do best-seller de  E.L. James. O nome do livro na ficção será  25 Acts e deverá trazer para série os temas abordados na obra da vida real. Ainda não há previsão de exibição do episódio.

Com informações de Vulture.

 

Henry Ian Cusick participa de ‘The Mentalist’

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O ator Henry Ian Cusick, conhecido por seus papéis em Scandal e Lost, vai fazer uma participação em três episódios na quinta temporada de The Mentalist, da CBS. A informação é do site Deadline. Cusick vai interpretar Tommy Volker, um rico em busca de emoções que pode estar ligado ao assassinato de uma repórter de televisão.

Cusick recentemente deixou o seriado Scandal, da ABC, onde ele interpretava um sócio da personagem de Kerry Washington, Olivia Pope. O ator também apareceu recentemente no episódio de Fringe, Letters of Transit, como Simon Foster. Cusick já participou de Law & Order: SVU em 2010 e ficou conhecido como o Desmond de Lost, onde atuou entre os anos de 2005 e 2010.

The Mentalist retorna nos Estados Unidos pela CBS no próximo domingo, dia 30, às 22 horas.

Com informações dos sites TV LineDeadline e IMDb.

Morre o ator Johnny Lewis, de ‘Sons of Anarchy’

Data/Hora 27/09/2012, 14:25. Autor
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Johnny Lewis, 28 anos, que interpretava o personagem ‘Half Sack’ em Sons of Anarchy, morreu nesta quarta-feira (26) em Los Angeles. Dentro do imóvel foi encontrado o corpo de uma mulher de 81 anos. A polícia local suspeita que Lewis tenha matado a mulher, que é a proprietária da casa da qual ele alugava um dos quartos.

Vizinhos afirmam ter ouvido gritos e visto o ator atacar pessoas que tentavam chegar perto com um pedaço de madeira. Minutos depois de ter sido avistado subindo no telhado, seu corpo foi encontrado em frente à casa – ainda não se sabe se ele caiu ou saltou.

Além de Sons of Anarchy, Lewis participou de The O.C., Boston Public e Criminal Minds.

Com informações de E!Online.

Revolution – Chained Heat

Data/Hora 27/09/2012, 14:22. Autor
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Depois de estrear como um dos pilotos mais esperados desta fall season e ser a melhor premiere de drama dos últimos três anos Revolution precisou mostrar que tem cacife para manter todo esse alvoroço que surgiu em volta da série. O seu segundo episódio, Chained Heat, foi um tanto sonolento, mas com destaque novamente para as cenas de luta. A essa altura já tivemos um desenvolvimento melhor dos personagens e se você achava que já tinha enigmas suficientes na cabeça, Revolution tratou de colocar mais algumas pulgas atrás das orelhas dos espectadores.

As cenas de luta continuam se destacando na série. A milícia que tomou o poder nos Estados Unidos proibiu a posse, comércio e uso de armas de fogo. Quem ganha com isso somos nós espectadores que nos esbaldamos com as lutas de facas/espadas em Revolution, muito mais bonitas que os tiroteios. Além das boas cenas de luta de Miles, nosso Chuck Norris pós-apocalíptico, outro ponto forte da série são as cenas de flashback. Além de contarem com as grandes participações de Tim Guinee e Elizabeth Mitchell, as cenas mostram acontecimentos muito curiosos sobre o que aconteceu logo após o apagão.

Os personagens se desenvolveram mais nesse episódio e a que mais se destacou foi a nossa heroína Charlie. Em relação a ela faço minhas as palavras de Miles: “estamos viajando há um dia e você já é um pé no saco”. A personagem acabou com a paciência de qualquer um bancando a boa samaritana e só conseguiu se redimir na última cena. Particularmente eu gosto muito de ação e até sou suspeita para opinar sobre Charlie, mas achei a personagem muito inocente e compreensiva demais para quem cresceu em um mundo pós-apocalíptico, teve o pai morto e o irmão sequestrado, ambos por uma milícia autoritária.

O bilhete que Charlie deixa avisando que foi atrás de Miles também é de uma inutilidade sem tamanho. Ela poderia ter fugido simplesmente que não haveria muita dificuldade em descobrir atrás de quem ela estava indo. Outra coisa que chamou a atenção é o jeito que ela se sente culpada por Danny estar com a milícia e o drama quando ela conta que cuidou dele desde a morte da mãe. Parece que Danny tem uns sete anos de idade.

As atitudes de Charlie são um tanto exageradas e a tentativa de transformá-la na heroína 100% honesta e defensora dos fracos e oprimidos é muito forçada e cansa. Por outro lado a garota se mostrou corajosa e disposta a tudo para salvar seu irmão, se o drama foi melhor situado ela pode crescer mais como personagem. Um exemplo bom é a cena de Charlie com o comboio da milícia, a edição mostrando cenas de flashback com o que ela passou na infância montou o nível de drama ideal. Só tenho uma coisa para dizer a Charlie: “Keep calm e stop the mimimi”, #prontofalei. Em contrapartida Miles tem se saído um personagem muito rico e original. Adorei quando Charlie pergunta onde ele está indo e ele responde “um lugar chamado cale a boca e fique aqui”.

A melhor cena de Chained Heat foi com certeza a cena em que Charlie finge estar perdida na floresta, atira no sentinela e junto com Nora e Miles derruba os soldados da milícia e solta os prisioneiros. Charlie mostrou que tem o mesmo DNA da mãe, que nas cenas de flashback apareceu atirando em um homem que roubava a comida de seus filhos, depois que Ben não teve coragem para atirar. A cena em que Miles encontra pela segunda vez o caçador de recompensas também chama a atenção, quando os dois ficam frente a frente todos se retiram do bar, bem estilo faroeste.

Uma grande decepção em Revolution é a abertura da série. Para não dizer que é uma cópia, ela está muito parecida com a abertura de Falling Skies. Os efeitos usados dando a impressão de um circuito elétrico falhando são muito parecidos. O logo com a marca de “power” da série ficou muito bacana, mas a semelhança com a abertura do drama de ficção alienígena de Steven Spielberg incomoda. Por outro lado gostei da brincadeira com as letras quando formam primeiro a palavra “evolution” e depois é acrescentado o “R”.

No entanto, ao contrário de Falling Skies onde a bandeira dos Estados Unidos aparece em todos os ângulos possíveis, em Revolution quem a tem não passa de um rebelde tentando restabelecer o governo americano. A milícia trata quem defende a bandeira dos Estados Unidos como traidores.

Entre esses rebeldes já identificamos Nora e ela foi incrível montando uma arma com materiais precários, deu para entender porque Miles precisa tanto dela. Também deu para perceber que os dois têm um segredo, que faz com que Nora aceite mais facilmente ajudar Miles e Charlie. Só saberemos o que é nos próximos episódios, mas vale como nota mental.

A grande surpresa de Revolution foi a presença de Rachel (viva, sã, mas não tão salva assim). Pelo que deu para perceber é refém da milícia. Através do diálogo dela com Monroe imagino que Ben realmente achava que ela estava morta, assim como seus filhos devem ainda pensar assim. Além de Rachel, outra surpresa foi o misterioso Randall, homem que apareceu na casa de Grace e também usa um daqueles pen drives de energia. Pouco podemos ver desse personagem, mas achei por um instante a roupa dele parecida com a do exército americano, mas realmente deu para ver pouquíssima coisa.

Revolution ainda não me convenceu, mas tem muita coisa para desenrolar na série e os personagens estão precisando urgentemente nos cativar mais. Até agora os mais interessantes são Ben, Rachel, Miles e o capitão Tom. Aaron e Maggie ainda precisam mostram a que vieram e Charlie está longe de cativar os espectadores. O que me incomoda na série, mas acho que isso deve ser explicado mais adiante, é o porquê de tudo isso começar a bombar só 15 anos depois do blackout.  Mas acredito que a linha de desenvolvimento da série engloba a explicação do que aconteceu durante esse tempo. Em termos de balanço entre quantidade de mistério e recompensa para o espectador Revolution segue escassa em informações e bem parecida com Lost e Alcatraz. Apertem os cintos que não duvido que um avião caia em uma ilha deserta cheia de ex-presidiários.

PS1: Repararam na quantidade de parques e pracinhas abandonados que aparecem nas cenas de Revolution?

PS2: Recentemente Mark Pellegrino, Todd Stashwick e Colin Ford, atores que trabalharam no outro drama de Eric Kripke Supernatural, confirmaram participação em Revolution.

Modern Family – Bringing Up Baby

Data/Hora 27/09/2012, 14:17. Autor
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Assim que Modern Family foi anunciada a vencedora na categoria comédia do Emmy Awards, brinquei no twitter que ficava muito grata aos votantes por facilitarem a minha vida. Garanti nesse momento um parágrafo da review. Não foi nenhuma surpresa. Julie Bowen e Eric Stonestreet, mais uma vez, saíram vencedores. A série ainda venceu nas categorias Sound Mixing e melhor direção, pelo episódio Virgin Territory.

Merecedora? Para muitos não. Alguns defendem que Modern Family é uma série fraca e extremamente conservadora se passando por moderna. Minha opinião é que existem séries melhores. Parks and Recreation, por exemplo, que sequer foi indicada. Das concorrentes dano eu só assisto com regularidade The Big Bang Theory. Girls eu nunca vi, Veep o que vi até agora gostei muito. 30 Rock não gosto, mas sei da qualidade do texto da Tina Fey. Curb Your Enthusiasm os episódios que vi beiravam a genialidade. Acontece o seguinte: de todas essas séries, quem tem a “cara” do Emmy é Modern Family. O fato delas serem indicadas é algo excelente. Modern Family não é uma série para um nicho. É uma série criada para “a maioria”. Principalmente a parte “conservadora” que se acha moderna. Ou seja: a maioria dos votantes do Emmy. Duvido sequer que assistam tudo. Está aí a vitória do Jon Cryer para não me deixar mentir. Escrevi isso tudo porque após assistir a estreia da 4ª temporada, arrisco a dizer que a série tem grandes chances de ganhar novamente em 2014. Podem começar a chupar essa manga.

Passou-se apenas 1 dia que Gloria descobriu estar grávida e Mitchell e Cameron não conseguiram adotar um novo bebê. Na casa de Claire e Phil as filhas retornam da festa de formatura. Primeira cena a destacar vem desse momento. Claire perguntando a Haley se ela está de ressaca e a filha questionando se a mãe ainda quer fazer o papel de que não sabe a verdade, forçando ela a mentir, para ouvir de Claire que é exatamente isso.

Jay está completando 65 anos e Gloria não sabe como contar ao marido que está grávida. O que ela faz então? Primeiro conta para Manny. A reação do menino é de preocupação por não estar preparado para cuidar de uma criança. E aí que entra Luke que “joga a granada e sai correndo” ao dizer para o amigo que com a chegada da criança ele será preterido por Jay, afinal ele é apenas o enteado. Deixando Manny em pânico. A função do Luke é cada vez mais lembrar ao público que o filho da Gloria é um pré-adolescente como qualquer outro e mesmo com seus gostos adultos demais, o menino possuí as mesmas inseguranças que os meninos da sua idade.

Gloria: Eu tô grávida.

Claire: Você ficará tão gorda!

A melhor reação a gravidez da Gloria veio da Claire. A cara da Julie Bowen foi impagável. Acho que foi a primeira vez em 4 anos que eu realmente gargalhei com a personagem. Apesar do “veneno”, Claire corre para avisar ao pai na tentativa de evitar que ele seja indelicado ao receber a notícia. Jay é um poço de grossura quase sempre.

Lily também estava ótima no episódio. A menina passa o tempo todo usando o fato de não ter ganhado um irmão, coisa que ela não queria, a seu favor. Arrisco a dizer que esse comportamento mimado da personagem servirá para no final da temporada Mitchell e Cameron adotarem outro bebê por perceberem que a menina precisa aprender a dividir. Acredito também que teremos cenas divertidas entre Lily e o novo tio(a). Ela sempre teve as atenções voltadas para ela, principalmente da Gloria.

A reação de Jay ao novo bebê surpreende a todos. Foi uma cena emocionante e mais uma vez Ed O’Neill mostra que merecia o Emmy que não ganhou. Jay fica feliz porque após um dia de pescaria com os amigos e Phil acreditava que sua vida estaria chegando ao fim. Ele abraça a mulher emocionado, e temos então uma passagem de tempo onde temos Gloria barriguda e Phil barbudo. Um adendo: Ty Burrell de barba ficou bem gato.

Foi um bom episódio, mas não foi dos mais engraçados. Insistem na piada que Phil tem atração pela sogra (Gloria) e eu acho isso de um mau gosto tremendo. Depois de tanto tempo era para ele ter superado isso. Por outro lado estão cada vez melhor as partes mais emotivas do episódio. Como podemos ver quando Jay mostra o quão feliz está pelo filho que está a caminho, e Mitchell e Cam assumem que não superaram a “perda” do novo bebê.

Livro de terror gótico é transformado em série de TV, que será veiculada pelo Netflix

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Hemlock Grove  é mais uma produção original do Netflix que, apesar de ter anunciado diversas produções para 2013, negou rumores de que pretende lançar um canal a cabo — a série será disponibilizada ao público através do serviços de streaming da empresa.  A produção, desenvolvida por Eli Roth (Bastardos Inglórios) e Brian McGreevy, em conjunto com a Gaumont International Television, é inspirada no livro homônimo escrito por McGreevy, lançado em março deste ano.

Uma jovem é brutalmente assassinada e encontrada perto da antiga usina siderúrgica. Os boatos correm soltos e dois suspeitos de sua morte — Peter Rumancek (Landon Liboiron, de Terra Nova), um cigano de 17 anos que dizem ser um lobisomem e Roman (Bill Skarsgard), herdeiro da propriedade em que fica a usina — decidem encontrar o assassino por conta própria.

Completam o elenco Famke Janssen (Nip/Tuck), Dougray Scott (Desperate Housewives), Lily Taylor (Six Feet Under), Kandyse McClure (Battlestar Galactica) e Aaron Douglas (The Bridge, Battlestar Galactica).

A primeira temporada terá 13 episódios e deve estrear no início do ano que vem.

E quem quiser pode ler aqui a graphic novel que serve de prelúdio para a série (AVISO: contém cenas fortes).

Com informações de Techcrunch.com e  Pink Vader.

Destaques na TV – Quinta, 27/9 e Sexta, 28/9

Data/Hora 27/09/2012, 11:15. Autor
Categorias TV Brasil

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Estes são os destaques da quinta-feira nos canais de TV paga.

No TBS, 21h, vai ao ar o segundo episódio de Anger Management – e Kerri Kenney, de Reno 911! participa.

No Globosat HD, 21h, vai ao ar a segunda e última parte da minissérie The Field of Blood. Pouco depois, às 22h30, o canal estreia a segunda temporada da comédia australiana Laid.

Na TBS, 18h30, Hot in Cleveland (3×09). Na TNT, 22h, vai ai ar o episódio 2×09 de Os Bórgias. No Sony Spin, 22h, tem Lost Girl (episódio 2×09).

Sexta, 21/9

Na sexta, o BBC HD encerra as temporadas de Being Human (21h, 1×06) e Wallander (22h, 2×03)

E no canal A&E temos a estreia oficial do segundo ano do drama The Killing. Serão exibidos dois episódios em sequência, às 22h e às 23h – a partir da próxima semana repete sempre o episódio da semana anterior às 22h, antecedendo um inédito às 23h.

E no final de semana eu volto com mais destaques!

‘Elementary’: Holmes e “a” Watson não terão caso amoroso, garante produtor

Data/Hora 27/09/2012, 09:00. Autor
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Já faz algum tempo que a série Elementary divide opiniões – e corações. Os mais românticos ao amor, propriamente dito, talvez torçam para um envolvimento sentimental entre Sherlock Holmes e a Dra. Watson. Já os mais românticos à história clássica de Sir Arthur Conan Doyle, definitivamente, não desejam isso.

Desde que a sinopse do seriado da CBS foi divulgada e rompeu com alguns elementos básicos do enredo sobre o detetive mais famoso da literatura – entre eles, o fato de Dr. Watson ser uma mulher -, a condição dividiu os fãs da história e pretensos espectadores. Um possível romance entre os dois protagonistas era, com certeza, a maior de todas as especulações e, até mesmo, o grande receio.

Mas o produtor-executivo da atração, Rob Doherty, parece achar graça nisso tudo e garante: qualquer envolvimento amoroso entre os dois personagens é uma ideia muito, muito remota.

“Com certeza não tínhamos a intenção de criar esse clima de ‘eles vão ou não vão'”, disse Doherty em entrevista ao site TV Guide. De acordo com o produtor, o novo enredo surgiu a partir de uma piada que ele fez a si mesmo. “O que deixaria Sherlock mais louco do que uma mulher?”, perguntou de maneira provocativa. E decidiu buscar a resposta no programa.

Doherty admitiu que escalou dois atores bonitos para estrelar a produção (Jonny Lee Miller e Lucy Liu, de As Panteras), algo que poderia incitar nos fãs da série uma verdadeira torcida pelo casal. “O que não significa que você terá que fazer isso, necessariamente”, ponderou ele.

E ainda que o fizesse, ele se disse tranquilo, pois já deu para notar que o elenco tem química, então, não seria um problema. “Eu não vejo essa relação por um prisma romântico”, reforçou. O produtor ressaltou que enxerga apenas uma amizade bastante interessante e peculiar que está se formando. “O mais simples dos meus planos é não ir nessa direção [amorosa].”

Para fugir da “tentação”, Doherty confirmou que colocar outros personagens que se revelem potenciais interesses amorosos de cada um dos protagonistas pode ser a solução. ” Eu realmente gosto da ideia de encontrar outras ‘ligações’ para cada um deles. E a Irene é um nome que, definitivamente, me veio à cabeça”, disse ele, em referência à personagem Irene Adler, uma linda mulher que, certa vez, passou Holmes para trás, com trapaças (no cinema, interpretada por Rachel McAdams).

Dizer que o romance entre o detetive e a Dra. Watson nunca, jamais, em hipótese alguma, irá acontecer seria perigoso. E Doherty não está disposto a correr o risco. “Se formos sortudos o suficiente para chegarmos até as temporadas 6, 7, 8 ou 9, talvez o envolvimento se torne atrativo, mas não trabalhamos a partir disso.”

Será que a série vai conseguir ficar tanto tempo no ar? Será que os produtores vão resistir a ideia de colocar Holmes e Watson juntos? Isso, a gente descobre a partir de hoje à noite, 27 de setembro, quando Elementary estreia oficialmente na TV americana.

O episódio piloto, no entanto, já havia caído na Internet há algumas semanas e o TeleSéries até fez as primeiras impressões sobre o programa.

Com informações do TV Guide.

‘Dr. Horrible’s Sing-Along Blog’ ganha primeiro vídeo promocional na CW

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Dr. Horrible’s Sing-Along Blog é uma websérie produzida em 2008 pelo cineasta Joss Whedon, de Os Vingadores. E, há alguns meses, o canal CW decidiu que iria exibir o seriado em sua grade de programação, a partir do dia 9 de outubro de 2012. Com a promixidade da estreia, o canal resolveu liberar o primeiro vídeo promocional da nova aquisição da emissora.

O projeto foi desenvolvido como forma de protesto durante a Greve dos Roteiristas de Hollywood, entre 2007 e 2008, e tinha como objetivo apresentar algo pequeno e barato, mas, ainda assim, profissional.

A produção se trata de uma tragicomédia que conta a história de Dr. Horrible, um aspirante a vilão (interpretado por Neil Patrick Harris, de How I met Your Mother), o Capitão Hammer (Nathan Fillion, de Firefly), que precisa combatê-lo, e, no meio disso, está Penny (Felicia Day, de Buffy The Vampire Slayer), interesse amoroso dos dois. O enredo é cheio de ação – e música!

Joss Whedon ganhou um Emmy de Artes Criativas pelo trabalho. O vídeo promocional da CW está disponível aqui.

Com informações do EW.

Stockard Channing interpreta mãe adepta à contracultura em ‘The Good Wife’

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A atriz Stockard Channing vai aparecer em The Good Wife. É que ela foi escalada para viver a mãe de Alicia, interpretada por Julianna Margulies. Se ela vai ser “a boa mãe” é difícil saber, mas sua personagem é descrita como uma mulher influenciada pela contracultura da década de 1960, quando ainda era uma jovem.

Channing é conhecida por dar vida à primeira-dama de The West Wing, atração da NBC. Ela também já teve seu próprio programa nos anos 1980, o Stockard Channig Show, e fez diversas participações especiais em seriados americanos.

The Good Wife volta a ser exibida no próximo domingo, 30 de setembro, pela CBS dos Estados Unidos.

Com informações do EW.

Rita Wilson aparece na segunda temporada de ‘Girls’

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A atriz Rita Wilson foi convidada para fazer uma participação especial no seriado Girls como mãe da personagem Marnie, interpretada por Allison Williams.

O US Weekly confirmou a novidade durante a festa do Emmy e a atriz contou alguns detalhes sobre o que esperar da mãe de Marnie, como o fato de que ela não mostrará tanta pele como normalmente acontece na série. Ao contrário da atriz Lena Dunham, que interpreta Hannah Horvath, Rita Wilson pediu para que não acontecessem cenas de nudez como parte de seu contrato.

O seriado Girls conquistou uma legião de fãs apaixonados e ao mesmo tempo muitos críticos em seu primeiro ano. Mesmo tendo uma série de nomeações ao Emmy, o programa não levou para casa nenhum prêmio. Mas a aparição de Lena Dunham, com pouca roupa, é claro, fez com que os fãs se agitassem na abertura do Emmy Awards.

Rita Wilson foi a última “convocada” numa série de atores que vão participar da série, como Donald Glover e Patrick Wilson. Fãs de Chris Noth fiquem atentos! Há rumores circulando de que ele também poderia fazer uma aparição no seriado.

A segunda temporada de Girls estreia em 2013 pelo canal HBO.

Com informações do Zap 2 it

Boss – Mania

Data/Hora 27/09/2012, 00:41. Autor
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“Há ocasiões com o Corpo de Lewy no qual o comportamento pode parecer maníaco. Isso é algo que você perceba em você?”

A obsessão de Kane por emplacar o projeto habitacional em Lennox Gardens, a todo custo, quem diria, não tem muito a ver com redenção. É sim mais um sintoma de sua doença. E isto o leva a uma crise tão grande quanto aquela que o isolou no primeiro ano da série. O projeto está em risco, por dificuldades que o próprio Kane cria nas manifestações de seus delírios e pelo desejo de vingança de seus opositores – que já fizeram uma vítima.

Mania é o tema do episódio. Mania do ponto de vista psiquiátrico. Mas temos também outras manias, aquelas das pessoas comuns. O vício de Emma, o hábito de Ian de usar o sexo como moeda de troca na política, a obsessão de Maggie por controlar da imagem pública de sua família, o conflito de Sam em buscar a verdade mas não querer sujar as mãos e a tendência da Kitty de se envolver sexualmente com homens dominantes. Manias.

A cena em que Kitty tenta seduzir Sam Miller é uma das minhas preferidas na temporada. Gosto dela porque é anticlimática. Kitty recusou os avanços de Sam há alguns episódios. E agora, no momento em que ele mostra mais firmeza da caráter e pulso, ela se sente sexualmente atraída por ele. O fato de Sam recusar os seus avanços e não ir atrás dela acaba no banheiro acaba gerando um momento único, e até cômico (tivemos outro ainda, do juiz-porco), o que é raro de vermos em Boss.

A tal informação que Kitty tinha eram as tais fotos de Zajac transando com a esposa do vereador Ross. Eu realmente não esperava que ela fosse usar a munição pesada tão cedo na disputa ao governo do estado. No fim o debate (ou o fim do debate) acaba roubando o episódio – eclipsando até mesmo as boas cenas de Kane. E revela a hipocrisia de Maggie Zajac, que usa até mesmo a imagem de “boa esposa” pra anunciar que o deixará. Diferente da “Good Wife” da série da CBS, que descobre que é traída junto com a opinião pública, Maggie sempre soube das escapadas do marido. O que a afasta é o que a informação pública faz com sua imagem e a imagem que seus filhos tem dela.

“Aparentemente, é verdade. O demônio nunca dorme.”

Descobrimos ainda que o atirador que tentou matar Kane ainda está livre. Mas isto fica pra outro momento. Agora é a hora de Kane ir para o Canadá. E o caos se instalar em Chicago.

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