Richard Burgi, de ‘Desperate Housewives’, participa de ‘Body of Proof’

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Richard Burgi, conhecido pela participação em Desperate Housewives, entra em Body of Proof, da ABC, para agitar a vida sentimental da Dra. Kate Murphy – que já tinha outros motivos para andar mais animada.

Na história, Burgi interpreta Dan Russell, um servidor público com fortes engajamentos políticos que se interessa pela personagem de Jeri Ryan. Mas ele não vai ser o único. Recentemente, o ator Ivan Sergei (Crossing Jordan) foi anunciado como participação especial na terceira temporada da série, em que interpreta um ucraniano que também tem o coração roubado pela médica legista.

Burgi esteve em produções como One Tree Hill, Harper’s Island e Las Vegas.

Body of Proof retorna à grade de programação da ABC em 2013.

Com informações do TV Line.

Filme ‘Professora Sem Classe’, com Cameron Diaz, vai virar série de TV

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A comédia Bad Teacher (Professora Sem Classe), estrelada por Cameron Diaz, fez sucesso no cinema em 2011. Por isso mesmo,  o canal CBS decidiu adaptá-la para uma série de TV.

São os próprios produtores do longa-metragem, Hilary Winston (Community), Gene Stupnitsck (The Office) e Lee Eisenberg (The Office), os responsáveis pelo novo formato da história.

Professora Sem Classe acompanha a vida de Elizabeth (no cinema, interpretada por Cameron Diaz), uma professora que passa longe dos padrões considerados apropriados pela sociedade: ela bebe, fuma, fala palavrão e dorme em sala de aula. Quando leva um fora do namorado, ela decide que precisa conquistar um novo homem que esteja disposto a bancá-la. O alvo é professor-substituto de educação física (papel de Justin Timberlake), que parece vir de família tradicional.

O trailer do filme está disponível aqui.

O novo projeto de TV  – uma parceria entre as produtoras Sony Pictures TV, Mosaic e Quantity Entertainment – ainda não tem atores ou previsão de estreia definidos.

Com informações do Deadline.

Elizabeth Banks produz comédia para a CBS

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Elizabeth Banks é uma moça muito atarefada. A Avery Jessup de 30 Rock apareceu em diversos programas de TV ao longo da carreira e tem visto as oportunidades no cinema crescerem nos últimos anos. E, no que depender dela e da CBS, esse currículo profissional vai ficar ainda maior.

É que a emissora acaba de encomendar uma nova comédia “feminina’ da atriz. O projeto, ainda sem nome, gira em torno de uma aluna da Ivy League (liga das melhores universidades americanas) que se muda para Los Angeles para se tornar assistente de um professor da faculdade. Na cidade, ela vai morar com duas “coelhinhas” da Playboy. Embora, à princípio, pareça que elas não tenham nada em comum, todas as três tentam se tornar mulheres modernas e poderosas – cada uma a sua maneira, claro.

Elizabeth Banks é produtora-executiva da série ao lado do marido, Max Handelman. A atriz Elizabeth Wright Shapiro (30 Minutes or Less) fica responsável pelo roteiro e co-produção, que é uma parceria com a 20th Centry Fox TV.

Banks e Shapiro trabalharam juntas no filme Movie 43, ainda a ser lançado, que tem Richard Gere e Emma Stone no elenco.

Com informações do Deadline.

‘Saving Hope’ estreia hoje no GNT

Data/Hora 06/10/2012, 11:19. Autor
Categorias Notícias

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Tem série de TV estreando hoje no GNT. E inédita! O canal de TV por assinatura de variedades, que esta semana começou a exibir a série nacional Sessão de Terapia e a reprisar Brothers and Sisters, estreia neste sábado (6), às 21h, o drama canadense Saving Hope.

A série é estrelada por Erica Durance (em seu primeiro papel depois de Smallville) e Michael Shanks (ex-astro de Stargate SG-1) e é assinada por Malcolm MacRury, criador de Republic of Doyle, e Morwyn Brebner, criadora de Rookie Blue. Clique aqui para continuar a leitura »

Criadores de ‘Chuck’ vendem série para a FOX

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Chris Fedak  e Josh Schwartz, criadores da saudosa Chuck, devem voltar a televisão com um drama intitulado Midnighters. A FOX comprou a ideia da série que é baseada em uma trilogia de ficção-científica escritor por Scott Westerfeld. A série de livro inclui The Secret Hour (2004), Touching Darkness (2005) e Blue Noon (2006).

 Midnighters é um drama centrado em um pequeno grupo de pessoas que nasceram à meia-noite em ponto e, por isso, tem acesso a vigésima-quinta hora do dia.

Dessa vez, Fedak assina o roteiro sozinho, enquanto Schwartz ficará na produção. A série será gravada nos estúdios da  Warner Bros. Television. O projeto ainda não tem data para ser iniciado e nem previsão de estreia, se aprovado pelo canal para a exibição.

Com informações do site Deadline.

NBC produz remake de série australiana e encomenda outra comédia

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A NBC vai produzir a versão americana da série The Slap (algo como “A Palmada”), série exibida na Austrália em 2011 e indicada a diversos prêmios locais.

The Slap tenta mostrar o que acontece quando um adulto dá um tapa em uma criança que não é seu filho durante um churrasco. Nos oito episódios da série, diferentes pontos de vista – de cada uma das pessoas que estavam na reunião – é explorado.

A série original tinha Melissa George (In Treatment, Alias) e Jonathan LaPaglia (Windfall, The District) no elenco.

A versão americana também terá oito capítulos e será escrita por Jon Robin Baitz (Brothers & Sisters). O projeto é uma co-produção entre a Universal Studios e a Macthbox Pictures, da Austrália. Na produção-executiva estão o australiano Tony Ayres, além de Walter Parkes (Men in Black) e Laurie MacDonald (Crossbones).

No Brasil, The Slap é exibida pelo canal Globosat HD, nas noites de terça-feira, e pode ser assistida pela internet no site Muu.

Veja o trailer de The Slap, da Austrália:

 

Mas como a NBC não economiza no que diz respeito aos novos projetos, outra possível futura série do canal foi anunciada hoje. O comediante Tommy Johnagin (Last Comic Standing) desenvolve um seriado sobre relacionamentos para a emissora, que é levemente baseado na vida dele. O projeto, ainda sem nome, aborda os casais modernos e a consequente mudança de hábito: namorar, casar e, só depois, ter um filho não é mais regra nos dias atuais.

E é exatamente isso que Johnagin quer mostrar. O cotidiano e a evolução dos novos relacionamentos. Após anos de namoro, as pessoas decidem morar juntas, pulam algumas etapas e, pronto, descobrem que vão ter um filho.

Johnagin conta com a ajuda de Mike Pennie (My name  Is Earl) para escrever a nova série . O projeto é também da Universal Studios em parceria com a Avalon TV (que recrutou seus produtores David Martin, Kara Baker e Jon Thoday para o trabalho). Johnagin é o produtor-executivo.

O comediante faz stand ups (apresentação de humor em pé, “de cara limpa”) desde os oito anos de idade e já apareceu em diversos programas da TV americana. O mais recente foi no The Late Show, do David Letterman, em que abordou, exatamente, o tema relacionamento. Veja:

Com informações do Deadline aqui e aqui.

Destaques na TV – Sexta, 5/10 e Sábado, 6/10

Data/Hora 05/10/2012, 11:49. Autor
Categorias TV Brasil

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Coluna atualizada em 6/10/2012

Estes são os destaques da programação dos canais de TV paga nesta sexta e sábado.

No GNT, 22h30, é a vez do doutor Theo sentar no divã. O episódios das noites de sexta-feira de Sessão de Terapia mostram as sessões do psicólogo com Dora, sua terapeuta – a personagem é interpretada pela atriz Dora Aguiar.

O canal A&E programou para esta sexta-feira a exibição de dois episódios inéditos de The Killing. Às 22h e às 23h – vão ao ar os episódio 2×03 e 2×04.

Sábado, 6/10

No sábado, tem episódio 1×09 de Crusoe. Vai ao ar no Globosat HD, às 22h.

No GNT, às 21h, estreia o drama Saving Hope. Para mais informações, clique aqui.

No canal MaxHD estreou na semana passada a segunda temporada da série adulta Femme Fatales. Os episódios 2×03 e 2×04 vão ao ar à partir das 23h35, de acordo com a grade do canal.

E até o domingo! Dia de eleição!

Kate Walsh e Chris Case assinam com a NBC e produzem comédia autobiográfica

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Você leu corretamente, é isso mesmo. Pode adicionar mais um projeto à enorme lista de aquisições da NBC: a emissora acaba de comprar mais uma comédia com chances de estrear no ano que vem na TV americana.

É que a atriz Kate Walsh, que recentemente anunciou que vai deixar Private Practice, e o produtor Chris Case (Retired at 35) assinaram contrato com o canal para produzir uma comédia baseada na vida deles mesmos, que formam um casal na vida real.

O seriado, ainda sem nome, conta a história de um pai de dois pré-adolescentes que acaba de se divorciar, e, imediatamente, se apaixona por uma policial – que tem pouquíssima experiência quando o assunto é cuidar de crianças.

Walsh e Case produzem o projeto em parceria com Aaron Kaplan (Royal Pains).

Com informações do Deadline.

Produtores de ‘Homeland’ desenvolvem mais um drama policial para a CBS

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Os produtores Howard Gordon e Alex Gansa conquistaram seis prêmios Emmy, em 2012, com a série Homeland, do canal Showtime. Portanto, a palavra deles anda valendo muito em Hollywood, certo? Certo. E a emissora CBS já fechou acordo com a dupla para desenvolver uma nova atração – e tirar algum proveito da mente criativa dos dois.

Anatomy of Violence conta a história de uma agente do FBI que começa a trabalhar com um psiquiatra misterioso e que tem, ainda, uma ligação com o passado da moça. A série é inspirada no livro que ainda vai ser lançado do criminalista Adrian Raine: a obra tenta explicar o papel da biologia no comportamento de pessoas criminosas.

A CBS assinou o compromisso de produzir, pelo menos, o piloto do novo projeto.

Com informações do Zap2It.

Sofia Vergara produz série sobre “mulheres assassinas” na ABC

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Que Sofia Vergara dá um show à parte em Modern Family, da ABC, a gente já pôde comprovar há algumas temporadas. Agora, a atriz colombiana resolveu atacar de produtora e fechou acordo com o canal para desenvolver uma nova atração.

Killer Women – baseada na série argentina Mujeres Asesinas, por sua vez, inspirada no livro de mesmo nome de Marisa Grinstein – é um thriller que gira em torno de uma policial do Texas e mulheres que, em busca de uma vida melhor, cometem homicídios sem grandes dilemas.

A série terá uma hora de duração e será escrita por Hannah Shakespeare (The Raven), que também é produtora-executiva ao lado de Vergara, Luis Balaguer (Las chicas de oro), Ben Silverman (The Office) e do diretor Martin Campbell (Last Resort).

Será que o novo projeto da atriz vai mesmo engrenar na ABC?

Com informações do Hollywood Reporter.

Doctor Who – The Power of Three e The Angels Take Manhattan

Data/Hora 05/10/2012, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Para nós foram 2 anos e 5 meses, para os Ponds 10 anos, e para o Doutor foram alguns pingados aqui e acolá em 300 anos de sua vida. Ainda assim Amy e Rory deixaram suas marcas tanto na vida dos fãs quanto na do Doutor.

É curioso que eu tenha aprendido a gostar de Amy apenas nesta última temporada. Talvez porque ela finalmente amadureceu e só agora eu consegui perceber que muito do que eu não gostava na personagem (além da interpretação mequetrefe de Karen lá nos primórdios) era justamente a sua imaturidade. Mas Amy finalmente alcançou o seu auge e foi então que precisamos nos despedir.

Não há como negar que esta temporada (com exceção de A Town Called Mercy) foi dedicada aos Ponds. Incrível como eles conseguiram fazer parte da vida do Doutor por tanto tempo. Foi apenas um risquinho de tempo na existência dele, mas mesmo assim é mais do que eu estou acostumada.

O que me incomoda é esta mania de todo mundo dizer que ele não deve ficar sozinho, que quando Amy e Rory partirem ele deve encontrar outro companion….ora essa, ele viveu 300 anos desde que conheceu a pequena Amelia Pond! Ninguém vai conseguir me convencer que durante esse tempo todo ele ficou completamente sozinho apenas indo e voltando bem esporadicamente na vida dela. Esse não é o perfil dele! Pode ser que Moffat tenha esquecido que ao acrescentar vários anos (séculos!) à existência do Doutor isso implicaria em inúmeras aventuras fora das telas, mas não há como alguém de bom senso acreditar que o Doutor não acabaria recolhendo algum humano perdido por aí  (ou vários) em tantos anos.

Deixando isso de lado, gostei bastante da forma como tivemos a oportunidade de imergir na vida dos Ponds em The Power of Three. É até estranho dizer que as partes que mais gostei do episódio foram justamente as com Amy e Rory, mas essa é a verdade. O Doutor estava muito caricato para o meu gosto pessoal e despreocupado demais com algo tão sério quanto cubos aparecendo do nada na Terra. Inclusive preciso dizer (sim, é uma necessidade) que achei os cubos patéticos quando finalmente foram ativados. Eram uma espécie de Toclafanes sem o mesmo charme. E tinham tanto potencial…

Por outro lado o episódio nos apresentou Kate Stewart, de quem eu gostei logo de cara. E é claro que ela ser neta do Brigadeiro fez tudo ainda mais emocionante. Foi muito legal a forma como o Doutor deduziu quem era a mulher. Mas, se eu estivesse no lugar de Kate, teria ficado bem decepcionada com o Doutor, tão diferente daquele que aprendi a admirar com as histórias do meu avô… porque venhamos e convenhamos, o Doutor não fez lá muita coisa e aquele final foi a coisa mais ridícula já vista. Com o tempo que demorou para o Doutor agir, a população que ressuscitou voltaria praticamente um vegetal.

Mas como eu já disse, o que fez desse episódio memorável não foi o Doutor e sim Rory e Amy. É claro que estavam nos preparando para a grande despedida, mas foi particularmente especial podermos olhar para a vida deles e ver o quanto gostavam de ser apenas um casal normal, com suas vidas, e que eles podiam ser felizes com ou sem o Doutor ao lado deles.

Mesmo assim, partiu meu coração ver a despedida definitiva em The Angels Take Manhattan. O que é mais importante aqui é que Amy escolheu deixar o Doutor e continuar ao lado de Rory, que era, afinal, o homem que ela amava. A forma como o amor dos dois foi sendo construído ao longo das temporadas foi belíssima e muito crível. Não dá para culpar nenhum dos dois por qualquer escolha que tenham feito nesse episódio. A cena em que Rory decide morrer (de novo) para garantir que ao final vivesse (ou simplesmente impedir a si mesmo de passar uma vida inteira trancado em um quarto longe dela) e que diz a Amy que a jogaria do prédio se isso fosse o melhor para a esposa, me levou às lágrimas, assim como a decisão de Amy de se jogar com ele, porque se fosse para morrer, que morressem os dois juntos.

Tudo bem que a história da Estátua da Liberdade foi absurda (não dá para crer que ninguém estivesse olhando para aquela coisa gigantesca em algum momento), assim como eu acho absurdo os anjos estarem sorridentes ou plácidos quando os vemos pela primeira vez, e na primeira piscada eles já ficam com aquela cara horrenda.

Mesmo assim os anjos foram bem utilizados por Moffat. É verdade que a cada vez que eles aparecem um pouco daquela magia de Blink se esvai, mas essa foi a primeira vez pós Blink que os anjos me deixaram de fato assustada em alguns momentos. Não sei se gosto da ideia deles providencialmente adquirirem esta capacidade de possuírem estátuas (como era antes tinha mais impacto, assustava muito mais e ainda havia a história da impressão do anjo na mente, na TV, na retina ou em qualquer outro lugar), mas agora a coisa já aconteceu, então ela existe para o melhor ou o pior.

Outra boa ideia do roteiro foi fazer de River a escritora do livro. Não sei por que Amy escreveu o seu recado ao Doutor na última página, já que sabia que ele iria rasgar e jogar fora, mas tudo bem, eu a perdoo. E não é que o livro será lançado pela BBC? Esse povo não perde tempo.

É sempre bom ver a interação de River com o restante do povo, em especial o Doutor. Não há a menor dúvida de que esses dois são marido e mulher e tem se encontrado bastante ao longo dos anos. Não deixa de me surpreender o quanto ela se intrometeu na vida dele e conquistou seu espaço, mesmo ele já sabendo do seu final trágico e, eu tenho certeza, tentando não se envolver. Mas simplesmente não foi possível, o Doutor e River aconteceram e pronto, quer ele quisesse ou não.

O que eu não entendo é o porquê de River poder voltar e falar com os pais e não poder levá-los de volta ao tempo real de cada um.  Não é como se fosse impossível para ela viajar com eles de carona. Isso nem mesmo influenciaria no ponto fixo (morte), pois era apenas deixá-los para morrer e serem enterrados naquele cemitério antes daquela data (ou mesmo levá-los para serem enterrados ali após a morte em outro ponto qualquer). Não entendo nem o motivo do Doutor não poder voltar (tudo bem, 1938 é um ponto fixo, não pode haver mais um paradoxo ali e tal, mas há vários outros anos e outros lugares onde ele poderia aportar).

Pergunto-me se o Doutor voltou a Brian e explicou onde o seu filho e a nora foram parar… A propósito, Brian conhece a neta?

No entanto, o que realmente importa é que Amy e Rory se foram e desta vez para sempre. É isso o que mais me dói. Não o fato de terem escolhido deixar o Doutor, isso seria necessário em certo ponto, mas sim o deixarem conscientemente sabendo que nunca voltariam. No final das contas, Martha Jones foi a única que conseguiu dizer “até outro dia, não o acompanharei mais, não faço parte da sua vida, mas quando quiser dar um olá, estou por aqui, vivendo a vida que eu escolhi e sendo feliz” sem ser obrigada pelos acontecimentos. Bom, ela e River, que o acompanhará sempre que ele quiser, mas não definitivamente.

No frigir dos ovos, sentirei muita falta dos Ponds, em especial de Rory, que cresceu incrivelmente como personagem e como pessoa, criando raízes e fazendo história. Mas fico feliz por estarmos abrindo espaço para uma nova era. Foi dolorido, mas os Ponds definitivamente viraram os Williams.

CW compra série de drama apocalíptico

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Se a NBC comemora a boa audiência de Revolution, série apocalíptica que estreou em setembro no canal, a CW não quer ficar atrás. A emissora americana fechou acordo com a produtora Alloy Entertainment (também responsável por Pretty Little Liars) e deve estrear uma atração do gênero nas próximas temporadas.

The Hundred, como vai se chamar, acontece cem anos após a humanidade ter se auto-destruído. Os sobreviventes – que estavam no espaço sideral no momento do apocalipse – voltam para a Terra na tentativa de recolonizá-la.

O projeto será produzido por Leslie Morgenstein (Gossip Girl), Jason Rothenberg (do filme remake Twilight Zone) e Gina Girolamo (666  Park Avenue). Rothenberg também fica responsável pelo roteiro.

Com informações do Deadline.

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