Confira o primeiro pôster da série ‘Hannibal’

Data/Hora 08/10/2012, 09:01. Autor
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Hannibal, nova série da NBC sobre um dos seriais killers mais conhecidos do cinema, só vai estrear em 2013. Mas a emissora já divulgou um pôster da atração, que confirma algumas especulações a respeito da série.

A primeira delas é que a temporada inicial terá apenas 13 episódios – o número já era conhecido, mas, segundo os produtores, poderia ser aumentado. Pelo jeito, não foi o caso. A informação nova é que cada capítulo terá uma hora de duração.

O assassino Hannibal Lecter é mais conhecido na figura de Anthony Hopkins, que deu vida ao personagem no cinema em três filmes (O Silêncio dos Inocentes, Hannibal e Dragão Vermelho). Depois, em 2007, o francês Gaspard Ulliel (Hannibal Rising) interpretou uma versão jovem de Lecter.

Já o protagonista da série da NBC é o ator dinamarquês Mads Mikkelsen, que esteve nas produções Rei Arthur e 007 – Cassino Royale. Será que ele já entrou no personagem? Dá uma olhada:

Na imagem, ainda aparece o ator Hugh Dancy (The Big C), que interpreta Will Graham, um detetive do FBI. Laurence Fishburn (Matrix) vive o colega de trabalho dele: o líder do departamento de “ciência do comportamento”, Jack Crawford.

Hannibal é criada por Bryan Fuller (Pushing Daisies), que escreve e produz a série. Ele ainda conta com a ajuda de Martha De Laurentiis (das versões cinematográficas da história), Sara Colleton (Dexter), Jesse Alexander (Lost) e Kate O’Connell. David Slade (A Saga Crepúsculo: Eclipse) é a diretora da nova atração.

Em abril desse ano, enquanto ainda desenvolvia o projeto, Fuller deu dicas sobre o programa:

“A série acontece antes de sua prisão, então ele é mais como um pavão. Há uma disposiçao alegre para o nosso Hannibal. Ele não está sendo mostrado como um vilão. Se a audiência não soubesse quem ele é, eles não teriam como saber disso. O que nós temos é um princípio de suspense de Alfred Hitchcock – mostre ao público a bomba que existe embaixo da mesa e deixe eles suarem imaginando quando é que ela vai explodir.”

Hannibal tem estreia prevista para junho de 2013 na TV americana.

Com informações do SpoilerTV.

Brie Larson, de ‘The United States of Tara’, ganha papel em ‘Community’

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Brie Larson (The United States of Tara) vai frequentar os corredores de Community. Segundo informações do site TVLine, a atriz foi contratada para um papel misterioso. Sabe-se apenas que ela irá aparecer no sétimo episódio da próxima temporada, que tem estreia prevista para o dia 19 de outubro, nos Estados Unidos, na NBC.

A talentosa comediante de 23 anos é mais conhecida pelo seu papel como Kate em The United States of Tara. Antes disso, ela foi uma das protagonistas da comédia Raising Dad. A atriz, que também é cantora, apareceu recentemente no filme Anjos da Lei (21 Jump Street) ao lado do ator Jonah Hill (Superbad).

Além de Larson, Community fez outras aquisições.  Os atores James Brolin, Malcolm McDowell e Matt Lucas também irão aparecer na quarta temporada da série.

Preta Gil e Luiza Possi são as juradas convidadas do ‘The Voice Brasil’

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Quem acompanha a versão do The Voice dos Estados Unidos sabe que, além dos técnicos do programa – aqueles que ficam sentados na cadeira que vira -, a atração ainda conta com outros artistas, que dão assistência aos trabalhos técnicos na etapa seguinte da competição.

É que, depois da fase das audições, os candidatos aprovados no programa – aqueles que tiveram a cadeira virada para eles – competem entre si, semana após semana, até que, ao final, um sai vencedor e conquista contrato com uma gravadora de música.

Só que, nessa etapa em que dois participantes cantam a mesma música e um deles é eliminado, os técnicos devem treinar cada membro de sua equipe, dando sugestões (valiosas) para que eles se saiam bem na apresentação. Para garantir a qualidade e multiplicidade de dicas, além dos técnicos, eles recebem a ajuda de artistas convidados, também chamados de “mentores”, que chegam para integrar cada uma das quatro equipes e ajudar os novos calouros.

E versão brasileira do The Voice, exibida nas tardes de domingo, na Rede Globo, terá sua última etapa de audição na semana que vem, 14 de outubro – o que significa que os ajudantes técnicos precisam ser recrutados logo.

Pois bem, dois deles já são conhecidos. Dois, não. Duas. Luiza Possi e Preta Gil serão, respectivamente, as mentoras dos times de Daniel e Lulu Santos. Vale lembrar que Luiza tem experiência em reality shows de música: recentemente, ela deixou o corpo de jurados do programa Ídolos, na Rede Record, após algumas temporadas.

Já Preta Gil se mostrou empolgada com o novo trabalho. “Estou muito feliz com o convite, ainda mais por ter vindo do Lulu, que é um cara que eu amo e admiro muito”, declarou a cantora em entrevista ao site da revista Caras.

E o público, será que ficou feliz com a novidade? Agora, resta saber quem serão os convidados de Cláudia Leitte e Carlinhos Brown.

O TeleSéries faz resenhas semanais sobre o The Voice Brasil. A referente ao programa de hoje já está está disponível aqui.

Com informações do The Voice Br.

The Voice Brasil – Audições às cegas III

Data/Hora 07/10/2012, 20:29. Autor
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O terceiro episódio de The Voice Brasil, esse sim gravado após a estreia, mostrou que os técnicos estão mais soltos e a edição deu uma boa melhorada. Em termos técnicos, de direção e etc, eu gostei mais do programa de hoje do que dos anteriores. Gostei da dinâmica. Porém, todavia, entretanto, como nada é perfeito, achei o nível musical do programa de hoje o mais baixo apresentado até aqui, ainda que continue sendo o mais alto entre os shows de calouros que temos no Brasil.

Achei que Daniel finalmente conseguiu se soltar um pouco mais, apertou o botão pra bons candidatos e escolheu o Danilo, que dos sertanejos que cantaram até aqui foi o melhor. Ainda ganhou da bandeja a Dani Moraes – mais uma ex Ídolos – e a Bárbara Mendes, que na minha opinião são duas boas candidatas, especialmente a Dani, embora tenha escolhido uma música errada hoje. Ah, ansiosa pra campanha que eles vão fazer na semana que vem! Adorei!

Ainda sobre os técnicos, achei que hoje o Lulu estava mais solto novamente. Sem contar que cada vez que ele se manifesta fica muito claro que entende muito de música, já fazendo uma análise das performances. A melhor candidata de hoje, na minha humilde opinião, é a Luisa Dreyer que fez aquele medley lindo de Back to Black com Mutantes. Show! Me emocionei. E o Lulu fez uma boa análise sobre ela.

Claudinha hoje não estava tão solta como na semana passada, mas ainda assim foi bem. Em compensação tava mais linda do que nunca, né? O figurinista dela merece um prêmio de melhor figurino no Emmy Awards do ano que vem! Haha. Adoro que ela faz umas piadinhas muito engraçadas. O destaque do #TeamCL de hoje é Bella Stone. Simplesmente AMEI a moça e não entendi só duas cadeiras viradas pra ela, mas ok. Senti uma semelhança com a Amy Winehouse.

Já o Carlinhos hoje estava mais contido, mas o que mais me chamou atenção foi ele ter escolhido a candidata Eloísa Olinta. Achei a moça muito ruim. Ela simplesmente destruiu Cabide, mas Brown escolheu a moça só por ela exalar “nordestinidade”. Ah, vá, né?

No geral achei que eles estavam mais prontos para disputar os candidatos como fizeram com a Késia (ou seria Quésia?) e que achei legal que estão se preocupando em elogiar menos os reprovados e mais em explicá-los porque não foram aprovados.

Semana que vem é a última etapa das audições às cegas e acho que os times estão ficando bem equilibrados, à exceção do time do Daniel, que ainda é o mais fraquinho. Ansiosa pras próximas etapas.

As bitches mais queridas da televisão

Data/Hora 07/10/2012, 19:00. Autor
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Bitch é aquela pessoa que adora praticar uma boa maldade (por mais paradoxal que isso possa parecer), mas que não merece ser chamada de vilã, afinal, como veremos na lista abaixo, normalmente elas tem um bom motivo para as vilanias que cometem. Não existe série boa que não tenha uma boa bitch, afinal, o mundo não é feito de algodão doce e nem só de mocinhas chatas vive o universo, não é? E nós do TeleSéries, sabendo disso, resolvemos fazer um especial pra reunir as bitchs mais queridas do mundo dos seriados. Ah, como sou uma bitch da melhor espécie vou dar um conselho: ao sair tomem cuidado para não escorregar no veneno 😉

Karen Walker– Will & Grace

Como começar a falar da Karen Walker? Ela não tem sentimentos bons em relação aos outros? Ama a si mesma? Faz de tudo para se dar bem? Se Karen fosse um bicho, com certeza seria uma leoa. Determinada a ser a rainha da selva e topo da cadeia alimentar. Acho que estamos começando a conhecer um pouco mais da Sra. Walker, a bitch mais bitch do mundo das séries. Não a confundam com uma vilã, por favor. Karen Walker é egoísta demais para ser a personificação do mal, porque para a vilania é preciso focar muito no alvo, e o alvo da vida dela é ela mesmo, né “honey”? Além disso, glamour e acidez não devem ser desperdiçados com vilania, Karen quer mesmo é brilhar. A voz irritante e o padrão familiar de mancadas, fizeram dessa personagem de Will & Grace, alguém que amamos odiar, e odiamos quem não gosta dela. Afinal, não é todo dia que se encontra por aí alguém com tão pobre julgamento sobre a vida alheia. Karen, seus muitos amores, sua empregada estrangeira e os poucos amigos eram diversão garantida para quem curte a série. Adoro as sacanagens da Karen Walker. Beijos, Karen! Você faz falta. (Maria Clara Lima)

 

Santana Lopez – Glee

Santana Lopez (ou Satan, como preferem Mercedes e Kurt) vem diretamente de Lima Heights Adjacents, um dos bairros mais sombrios de Lima – Ohio, para deixar bem claro o que acontece com quem não votar nela… Bom, deixando as brincadeiras de lado, afirmo e reafirmo que a co-capitã das Cheerios é a bitch mais querida do mundo das séries. Ela é sarcástica, sedutora e não perde a oportunidade de falar poucas e boas para qualquer um que atravessar seu caminho, muitas vezes até humilhando seu oponente. Embora Santana tenha sido bitch muitas vezes, ela sempre voltou atrás e consertou seus erros, como nas diversas vezes em que saiu do New Directions e acabou voltando. O que torna tudo mais fofo é que toda raiva de Santana se justifica pelo fato de ela ter escondido sua sexualidade durante muito tempo, tendo que ficar afastada do seu grande amor,  Brittany. Mas, independentemente do que o futuro reserva, Santana ainda conserva em seu interior aquele espírito de bitch que nunca irá  abandoná-la (porque uma bitch de verdade nunca perde a essência), principalmente quando alguém mexe com a sua amada, como em Pot O’ Gold (03×04). Existe bitch mais linda do que uma que faz tudo por amor? #TeamSantana. (Gabriela Assmann)

 

Alison DiLaurentis – Pretty Little Liars

Alison até aparenta um jeitinho meigo, olhar doce e ar angelical. Mas aparências enganam, queridos leitores. E vocês se vocês pensam que Alison é esse ser iluminado, não conhecem a verdadeira identidade da bitch, que é extremamente manipuladora e vingativa. A líder de um grupo de amigas, de amiga não tinha nada. Manipulava todo mundo e sabia dos segredos mais obscuros de cada uma das quatro integrantes do grupo (e de mais uma infinidade de pessoas). Um dia, numa festa de pijama, desapareceu e morreu… e ela é tão bitch que continuou sendo bitch mesmo estando à sete palmos. E por isso ela merece esse título, já que ninguém quer ver seus segredos espalhados por aí… (Maísa França)

 

Lemon Breeland – Hart of Dixie

Quem assiste à loirinha Lemon Breeland passear pelas ruas de Bluebell com as roupas da tataravó, nem imagina que uma bitch se esconda ali. Não se deixe enganar. Lemon é, definitivamente, uma bitch! Pode até ser uma garota abandonada pela mãe, que cuida da irmã adolescente, sem o apoio do pai, o que quase nos amolece o coração. Mas oras, a Dra. Hart foi enganada pela matriarca a vida inteira, o pai de criação a ignorava e, se não bastasse, ainda foi obrigada a trocar Nova Iorque pelo Alabama, e nem por isso virou a casaca! Aliás, toda bitch que se preze tem um drama pessoal de fundo, está no “manual das bitches”. Acontece que Lemon é carismática, linda e dá emoção à pacata Bluebell: é ela quem coloca a “representante da civilização” Zoe Hart em seu devido lugar. Quem não se lembra daquela cena, na lanchonete, em que Lemon jogou na cara da médica que ela é uma quase “trintona” e solteirona? Ok. O mundo mudou e apenas as moças de Bluebell colocam o casamento na frente da carreira. Só que mulher nenhuma gosta de ser chamada de encalhada. Ainda mais na frente do melhor partido da cidade… Bitch! Mas, bem lá no fundo, Lemon é só uma alma carente à procura de amor.  (Gabriela Pagano)

 

Kim Kaswell – Drop Dead Diva

Kim Kaswell (Kate Levering) não é uma bitch qualquer. Ela não transita pelo caminho do ódio, da vingança ou da inveja. Ela não precisa se auto-afirmar. É reconhecidamente bonita, competitiva e ótima advogada. O pecado da bitch Kaswell é a ambição e Jane Bingum pode ser uma pedra em seu caminho. Por isso Jane é, preferencialmente, o alvo de suas “maldades”. Ela já namorou Grayson, por quem Jane é eternamente apaixonada, e testemunhou contra ela, quando Jane quase perdeu a licença para advogar. No momento, Kim está em standby. Como, no final da terceira temporada de Drop Dead Diva, Kim conseguiu tornar-se sócia da Harmon & Parker e atualmente está grávida do chefe, anda mais comportada, aparentemente mais suave e fragilizada. Mas não nos deixemos enganar, sob esse novo verniz ainda reside a bitch oportunista e manipuladora, pronta para mostrar as garras ao se sentir ameaçada. Afinal serpente é serpente, mesmo quando está oferecendo uma apetitosa maçã.

 

Victoria Grayson – Revenge

Para ser uma bitch de verdade, a pessoa tem que ter um currículo de grandes conquistas em toda a sua carreira. Desse modo, lhes apresento uma forte candidata para esse cargo: Victoria Grayson. Para os vizinhos, a senhora Grayson é apenas a rainha de toda a costa. Mas o que eles não sabem é que a megera possui uma vasta quantidade de armadilhas preparadas que já causaram muito pânico na vida de pessoas inocentes. Para começar, ela já colocou o amor de sua vida na cadeia e casou com um empresário só por que ele era rico. Não satisfeita, ela solta o seu veneno diariamente em cima da filha, que não só é afetivamente carente como também tem problemas de autoestima. E se vocês pensam que isso é tudo, o Diabo em forma de gente já contratou um advogado para encobertar um acidente que o seu filho se meteu e em seguida, deu dinheiro a um bandido para espancar o filho que havia sido preso como suspeito de assassinato. Mas como toda bitch, ela também passou por um período de tédio e resolveu entregar para a polícia as provas que ela tinha para incriminar o próprio marido da morte de centenas de pessoas num avião, o que fez gostarmos um tanto dela. Victoria Grayson é a maior bitch de todas e se tudo de certo, o seu próximo passo é voltar reencarnada do mundo dos mortos para continuar o seu jogo favorito: acabar, com classe, com a felicidade alheia. (Mario Madureira)

 

Regina Mills/Rainha Má – Once Upon a Time

Regina – ou Evil Queen, para os íntimos – adora praticar uma vilaniazinha. E não são das pequenas e inocentes. Ela arranca corações, mata – até o próprio pai -, separa famílias. Mas, ainda assim, a amamos e torcemos para que o final dela não seja ruim. Por que aqui, toda a bitchness veio de berço, e Regina sempre se submeteu aos desígnios da mãe malvada e controladora. Resultado? Um coração partido, e uma inimiga mortal. A partir daí, nem o céu foi o limite para a dor de amor da malvada. Mas, apesar de tudo, há amor naquele coração peludo, e de tempos em tempos Regina controla sua ira e, eventualmente, até pratica algum bem em prol da coletividade. O fato é que o carisma da Evil Queen é tanto que amamos ela, ainda que só de maldades sua vida seja feita.  (Mariela Assmann)

 

Ivy Lynn- Smash

Ivy Lynn ou Evil Lynn, como preferirem (rs), não mede esforços para alcançar o tão sonhado posto de protagonista de Bombshell, musical da Broadway que conta a vida de Marilyn Monroe. Como não poderia deixar de ser, a cantora acaba cometendo algumas vilanias – praticar algumas sabotagens; transar com o diretor do musical e; dormir com o noivo da rival, esfregando isso na cara dela durante os momentos mais tensos da montagem da peça – que são dignas de alçá-la ao posto de bitch. Mas nada no showbiz é fácil, né? E Ivy está aqui para tornar a vida de Karen (a mocinha sem sal) um inferno. Já dizia minha vó: “amigos, amigos. Negócios à parte”. Ivy muitas vezes não age com maldade, ela apenas é obcecada pelo papel de Marilyn, que significaria a realização de um sonho para alguém que está há muito tempo na batalha. Ela sabe que é mais talentosa que a rival, sabe que esteve muito perto de realizar seu sonho e, por isso, não quer deixar a chance escapar. Mas o mais importante de toda essa história – e que automaticamente conduz Ivy ao posto de melhor bitch dos seriados – é que a moça é incrivelmente talentosa. Me respondam com sinceridade: quando Ivy abre a boca para cantar alguém consegue lembrar das maldadezinhas que ela comete? (Gabriela Assmann)

 

Quinn Fabray – Glee

Segundo o nosso querido Wikipédia, se denomina bitch “uma mulher maliciosa, vingativa, dominadora e/ou má”. Quinn Fabray é a típica líder de torcida do William McKinley High School, namora o quarterback popular, esnoba os outros garotos, faz bullying com as pessoas estranhas, e ainda dá tempo de trair o namorado com o melhor amigo dele. Como se não bastasse, fica grávida do amigo do seu namorado, e convence o quarterback de que o filho é dele (sendo que os dois nem tiveram relações). Mais tarde, ainda na primeira temporada, ela cria uma lista que coloca em ordem os membros do Glee Club de o mais promíscuo até o menos deles. Ela se coloca no topo da lista para incriminar Rachel, por quem seu namorado está interessado. E o melhor é que ela faz tudo isso com a maior cara de anjo e sem borrar a maquiagem. Quer mais malicioa, vingativa, dominadora e má do que isso ? (Julia Beringer)

 

Carlene Cockburn – GCB

Carlene, no fundo, bem no fundo, é uma coitada. Sua personalidade vingativa e maldosa nada mais é que resultado de todo o sofrimento pelo qual ela passou durante a escola, e se tem alguém que merece a culpa por tudo isso, este alguém é Amanda. Durante a adolescência das duas, Amanda simplesmente tornou a vida de Carlene em um inferno por ela não fazer parte da turma popular do colégio e por não figurar entre as mais bonitas. No entanto, Carlene deu a volta por cima e hoje é a bitch mais loura, plastificada e amada do Texas. Ah, e não se esqueça de que ela tem ninguém mais ninguém menos que Deus do seu lado! (Beto Carlomagno)

 

Cersei Lannister – Game of Thrones

Nenhuma das personagens de Game of Thrones é perfeita.  Todas  tem seus defeitos e qualidades, mas se fossemos escolher a mais maléfica, calculista, intriguista, enfim, a mais bitch de Westeros, com certeza o primeiro lugar seria da Cersei Lannister. A rainha traía seu marido com o irmão gêmeo, compactuou com uma tentativa de assassinato de Bran e foi responsável por um número considerável de mortes da primeira temporada (Ned Stark, Robert Baratheon, Jon Arryn, bastardos de Robert, Lady e por aí vai…) Além de tudo, conseguiu criar um filho que protagoniza as maiores barbaridades da série: o odiado Joffrey. Mas quem vai culpar uma leoa que só quer proteger sua cria e ter o poder do reino nas mãos? Não é qualquer um que tem coragem de desafiar Cersei, e os que tentaram não estão vivos pra contar história! Certamente Cersei é a bitch mais glamurosa e poderosa dos sete reinos. (Juliana Baptista)

 

Katherine Pierce – The Vampire Diaries

Katherine Pierce ou Katerina Petrova, como preferir. Colocando fogo no mundo desde 1475. Ela se transformou em vampira para salvar a vida e foi quando aprendeu a controlas as próprias emoções – lê-se não senti-las de forma alguma – foi que virou uma bitch de marca maior. Afinal, foi ela a responsável pela transformação dos jovens e inocentes irmãos Salvatore em vampiros. Foi ela quem deixou Damon achando que ela estava presa numa tumba por mais de 200 anos e fez com que ele protagonizasse uma das cenas mais épicas de The Vampire Diaries. Por que ela é querida? Porque ela fez um número considerável de inimigos ao longo de seus mais de 500 anos de vida e conseguiu ficar ilesa esse tempo todo. Porque ela é egoísta, faz tudo em prol de si mesma e ainda consegue fazer com que os fãs fiquem ao lado dela. Porque sem ela não teríamos Damon, Stefan e Elena. Katherine Pierce, the safest psycothich bitch in town. (Ariel Cristina Borges)

 


Blair Waldorf – Gossip Girl

Blair Waldorf, Queen B. ou simplesmente B. é rica, mimada, fashion, mandona e manipuladora. Não mede esforços para conseguir o que quer e só não é mais bitch do que os que estão por trás do blog Gossip Girl. Encaixa-se perfeitamente na frase ‘você sabe que me ama’ e é a rainha do colégio, mantendo uma legião de discípulas ao seu redor e tirando o máximo proveito disso: desde um simples café à destruir o relacionamento de alguém, não importando quem seja, tudo isso para não perder seu posto. Mas se os amigos precisarem, ela não hesitará em se tornar a mais doce – ou a mais malvada – das pessoas para ajudá-los. Tem como não amá-la? (Maísa França)

 

Chloe McGruff – Don’t Trust the B—- in Apartment 23

Não tem quem duvide da reputação de bitch da Chloe, mesmo porque o próprio nome da série não deixa dúvidas. A moradora do apartamento 23 inferniza a vida de qualquer colega que ousa dividir o aluguel com ela. Chloe já “mandou” muitas moças de volta para suas cidades no interior ao mostrá-las o que Nova York é capaz de oferecer. Mas ela também tem suas qualidades. Por mais que a traição com o noivo da amiga tenha deixado todos horrorizados, nós logo descobrimos que era para June perceber o quão canalha o sujeito era e não se casar com ele. Tudo o que a Chloe faz acaba tendo um motivo, nem que seja consertar algo que ela mesma bagunçou. Ela acaba se mostrando uma boa amiga, tanto para June quando para James Van der Beek. Mas, não importa o que aconteça, ela sempre será uma bitch com tudo e com todos.  (Mariana Freire Cabral)

Elementary – While you were sleeping

Data/Hora 07/10/2012, 18:52. Autor
Categorias Reviews

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Como havia comentado nas minhas primeiras impressões sobre Elementary, achei o piloto fraco, especialmente porque o caso era bem fraco. Já em While were you sleeping o caso melhorou bastante o que possibilitou que o detetive se assemelhasse mais com Holmes, dando espaço para algumas sacadas geniais dele como descobrir o desodorante que a assassina usava.

A química entre Holmes e Watson melhorou e agora eu até que não acharia mais tão ruim um envolvimento amoroso entre os dois. Não sei até se não percebi em Holmes uma pontinha de ciúme sobre o ex de Joan. É que o que eu acho mais fofinho na relação dos dois é que a postura rígida que ela assume frente a ele – como no caso do violino e de mantê-lo acordado na sessão do AA – desperta o que ele tem de melhor. Ok, isso também pode ocorrer em uma relação entre amigos e confesso que nenhum dos dois rumos, por enquanto, me deixaria desgostosa.

O que ainda me incomoda na série é o fato de que parece que nada gera expectativa pra semana seguinte. Ok, eu sei que é uma série de um caso por semana, mas acho que ainda assim podem ser desenvolvidos alguns plots que prendam a atenção do telespectador. Talvez a tentativa deles nesse sentido seja relacionada ao vício de Holmes, a saber se ele conseguirá se manter sóbrio e se Watson continuará vivendo com ele.

Estou gostando bastante também do fato de que os dois são realmente uma dupla. Embora a genialidade de Holmes, Watson tem sido fundamental para a resolução dos casos. Ela que provou, por exemplo, a existência do armário e a possibilidade do coma fake da paciente. E adorei a conversa dela sobre Holmes com o chefe da polícia. Achei interessante notar que ele é o mais próximo que o detetive tem de um amigo e que Watson problematiza isso, inclusive falando que ele não deveria mentir para o chefe. Assim, a série não fica tão focada no protagonista e a Watson não é um mero papagaio de pirata.

De maneira geral achei While were you sleeping bem superior ao piloto e gostei da resolução do caso. Eu também não conseguia acreditar que a criminosa fosse a gêmea loira, embora tudo parecesse apontar para ela. Pela genialidade do Holmes e a ajuda primordial da Watson que fez com que ele ficasse acordado na sessão do AA o caso foi resolvido. E pra finalizar, achei muito fofo o conselho dele para que a gêmea cuide do seu bom coração.

Espero que Elementary continue melhorando. E vocês, o que acharam?

Supernatural – We need to talk about Kevin

Data/Hora 07/10/2012, 18:50. Autor
Categorias Reviews

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Se você, como eu, deu o play no primeiro episódio da oitava temporada esperando ouvir Carry on my wayward son do Kansas, acabou estranhando a nova abertura. Depois de todos esses anos, nós já estávamos acostumados com a música. Mas neste episódio, junto com Locomotive breath do Jethro Tull, também temos que nos adaptar com a mudança de produtor, junto com Robert Singer, teremos Jeremy Carver comandando essa temporada. Esta última temporada colocou Supernatural no fundo do poço, espero que Singer e Carver consigam salvar a série neste oitavo ano.

De uma forma geral, achei esse primeiro episódio muito bom. Tivemos poucas explicações e bastante expectativa com a história do purgatório, Dean, Cas, Benny e Sam e sua namoradinha. Pudemos saber apenas que Dean saiu do purgatório com a ajuda de Benny (que provavelmente é um vampiro?) e ele aparentemente não sabe do paradeiro de Cas. Como os diálogos de Dean e Benny não foram muito esclarecedores, ficou aquela dúvida no ar de que eles podem ter feito alguma coisa bem sinistra pra sair do purgatório. Não acho que eles “sacrificaram” Cas ou coisa do tipo, Dean não seria capaz de tal coisa.

Enquanto Dean estava lutando pra sobreviver no purgatório, com todo o tipo de criatura bizarra na cola dele, Sam estava desfrutando de sua tão sonhada vidinha ordinária. Em um ano, ele atropelou um border collie, arrumou uma esposa veterinária, casa, comida e roupa lavada. Pois é, se isso é tá na pior, pohan, imagina o que tá bem né? #marilacfeelings

Achei mancada Sam não ter procurado Dean e ter dado um perdido em Kevin, mas também não é justo Dean criticá-lo já que ele também foi morar com a Lisa e Ben quando Sam foi parar no inferno daquela outra vez. Afinal, todo mundo merece umas férias de vez em quando.

Pra variar, aconteceu uma briguinha entre os dois e Dean não quer falar sobre o purgatório. Acho que eles precisam de uma terapia de casal! São sempre os mesmos problemas e esses dois nunca mudam. (Apesar de que gostei da cena do reencontro com Dean pulando em cima do Sam com boráx, água benta e faca)

A principal preocupação de Dean é encontrar Kevin. Tinha certeza que o Crowley tinha dado um jeito de sequestrar esse menino. Mas ele conseguiu escapar e estava morando numa igreja abandonada. Crowley foi muito ingênuo em acreditar que Kevin iria colaborar tão fácil em ajuda-lo a abrir as portas do inferno. E por falar em Crowley, ele novamente foi o responsável pelos melhores diálogos do episódio (elogiá-lo nunca é demais):

Crowley: Onde está o anjo?

Dean: Pergunte para sua mãe

Crowley: Olha aí as respostas de primário. Estava sentindo fata disto. Alce! Ainda está com as costeletas! Eu admiro isso

[…]

Dean: Isso não acabou, Crowley

Crowley: Sério Dean, quem escreve suas falas? Um marshmallow?

O que me fez rir também foram as cenas com a Channing. Como essa menina é paranoica com essa história de faculdade! A primeira coisa que Kevin fala é “tem um demônio dentro de você e você está cursando sua segunda opção de faculdade” e parece que ela ficou mais preocupada com a parte da faculdade.

E por falar em Channing, é Meg quem estava possuindo a menina? Meg está trabalhando com o Crowley? Alguém podia explicar essa história? Porque da última vez, ela estava ajudando Cas e os Winchesters porque estava com medo do Crowley.

Mas voltando à história principal de fechar as portas do inferno. Isso já não tinha acontecido antes? O demônio dos olhos amarelos não tinha aberto as portas do inferno no final da segunda temporada? Eu posso jurar que esse assunto já tinha sido resolvido em tempos passados, mas não tive tempo de rever os episódios. Se vocês lembram, por favor, refresque minha memória nos comentários 🙂

Gostei dos flashbacks dos purgatório e acho que Benny dará pano pra manga. Ele tem cara de encrenca, mas não pudemos ainda saber qual é a dele, se ele vai ajudar Dean ou se vai acabar sendo mais um problema na trama. Já os flashbacks do namorinho de Sam foram meio chatos, já que a história é previsível, parece aqueles filmes onde a menina esbarra com o menino no corredor do colégio e os livros caem. (na série, substitua os livros pelo cachorro).

Você está sentindo cheiro de cachorro? Sabia que tinha um cachorro!

Até o fim da temporada darão um jeito de encontrar um meio de salvar Kevin, não acho que ele vai morrer no final, ele tem cara de bonzinho! Crowley será o problema principal, já que ele quer que o garoto trabalhe como Google Translator particular dele. Vamos aguardar, desta vez estou com esperanças!

Destaques na TV – Domingo,7/10

Data/Hora 07/10/2012, 12:10. Autor
Categorias TV Brasil

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Dia de eleições! Confira abaixo os destaques do domingo nos canais de TV por assinatura.

Temos dois finais de temporada domingo. No Universal Channel, 17h, vai ao ar o episódio 1×12 de NYC 22. Quem também se despede é o drama político The Newsroom (21h, 1×10, leia a review). A série aborda na finale um tema bem delicado nestes dias de eleição: uma lei norte-americana que proíbe que o eleitor vote sem documento com foto. O episódio mostra como Will à reportagem sobre ele publicada na imprensa e movimenta o triângulo amoroso que envolve Jim-Maggie-Don.

Ainda na HBO tem FDP (20h30, 1×07), e Capadócia (22h, 3×03).

Na Sony, 13h, episódio 7×05 do America’s Got Talent. O canal exibe ainda uma maratona de Revenge, das 18h às 22h – irão ao ar os episódios 1×15 a 1×18.

No VH1, 21h, episódio 15×03 de South Park. Às 22h, reprisa episódio 2×02 de Ugly Americans. No FX, a última comédia com episódios inéditos no ar é The Cleveland Show (1h, 3×20).

No canal Comedy Central episódio 1×05 de The Exes (às 23h30). No Globosat HD, 22h, episódio 2×06 de Code 37. No canal SyFy, 22h, tem Alphas (1×06).

E nos vemos na segunda-feira!

Confira um trailer revelador de ‘American Horror Story: Asylum’

Data/Hora 07/10/2012, 11:33. Autor
Categorias Notícias

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Faltam apenas dez dias para a estreia da segunda temporada de American Horror Story: Asylum. E o canal FX divulgou um novo trailer da série que, até agora, é o mais revelador.

Adam Levine – vocalista da banda pop Maroon 5 e técnico do The Voice – é o primeiro a aparecer no vídeo. Ele e Teresa (Jenna Dewan-Tatum) estão em lua-de-mel e as coisas não serão exatamente românticas para o novo casal; eles nem estão em busca disso.

A repórter Lana (Sarah Paulson) e a Irmã Jude (Jessica Lange) também aparecem nas imagens.

O trailer você vê acima, mas a história completa só poderá ser conferida no dia 17 de outubro, quando American Horror Story: Asylum retorna à TV americana pelo canal FX.

Com informações do Huffington Post.

NBC compra uma das séries mais disputadas da temporada

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A NBC é uma das emissoras que mais investem na compra de novas atrações para os próximos meses. Portanto, não é de se espantar que o canal tenha se saído vencedor na disputa por uma série cômica que, segundo a imprensa americana vem dizendo, era uma das mais concorridas da temporada.

Joe&Joe&Jane é uma ideia dos produtores Joe Wiseman e Joe Port, que recentemente trabalharam juntos em New Girl. Mas não exatamente uma ideia. A história do projeto, que obteve o compromisso de piloto da NBC, é levemente baseada na vida dois dois amigos e a mulher de Wiseman. A sinopse é a seguinte: um autor de livros infantis se vê no meio de um cabo de guerra entre a esposa e o co-autor de suas obras literárias (que ocupa também a posição de melhor amigo). As informações divulgadas ainda sugerem que não se trata de um casal, mas de um triângulo provavelmente amoroso.

Wiseman e Port são os produtores-executivos do seriado, em parceria com a 20th Century Fox TV. Se o piloto for aprovado, cada episódio terá meia hora de duração.

Esse não é o primeiro projeto criativo da dupla. Na temporada passada, Rebounding – baseada na vida Port – recebeu sinal verde da Fox para a produção do piloto, mas não vingou. Um ano antes, eles já tinham oferecido outro projeto ao canal, que se chamaria Family Album.

Será que, dessa vez, a comédia Joe&Joe&Jane vai receber o “sinal verde” definitivo da NBC e render à dupla de produtores um sorriso?

Com informações do Deadline e do The Hollywood Reporter.

Glee — The Break-Up

Data/Hora 06/10/2012, 20:22. Autor
Categorias Reviews

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Depois de muitos comentários e dúvidas sobre a nova temporada, Glee volta com tudo e com episódios maravilhosos. Break-Up foi o ápice dessa volta, e se tornou um dos episódios mais aguardados e emocionantes que Glee já teve. Nele tivemos várias histórias em foco, surpreendentemente, sem deixar nada de lado. Os casais preferidos da série são compostos por duas partes jovens e que se amam, é lógico. Mas amor jovem nunca é fácil, nunca é paz e amor, unicórnios e chocolates. As vezes o amor machuca muito. E quando se é jovem parece que a dor é um pouco pior do que realmente é. E é por toda essa história melodramática que os términos do episódio tiveram cargas emocionais gigantes, tornando o episódio um dos mais tristes que Glee já teve em toda a sua história.

Tem ficado em foco essa história dos personagens antigos encararem uma vida adulta, e todos nós sabemos, deixar a escola e começar a trabalhar, fazer faculdade é uma coisa totalmente diferente. E nunca é fácil, ninguém disse que seria fácil. Todos já sabíamos que esse episódio cheio de términos ia chegar, mas alguns Gleeks não estavam preparados para tal emoção. Eu não estava, e por 40 minutos me peguei chorando inúmeras vezes. Terminar um namoro não é fácil, e não são músicas lindas e vozes ainda mais, que fizeram o break-up se tornar menos turbulento.

Finchel, Klaine, Britanna, e Wemma. Shipps que vimos nascer e amadurecer. Todos foram igualmente emocionantes, mas o que mais chamou a atenção e criou uma onda de loucura no twitter foi Finchel, claro. Muita gente não gosta deles dois, e estão todos torcendo para o Brody, mas não há como não se emocionar ao lembrar da história dos dois, desde a guria chata e esquisita que colava uma estrela dourada do lado do seu nome em tudo, e do atleta meio burro, mas com coração de ouro, até a proposta de casamento dos dois.

Na semana passada, Finn apareceu na porta de Rachel, mas o episódio dessa semana não começou dali. Ao que parece Rachel desconversou e deu a volta em Finn. O garoto então conta do acidente que teve no exército, acabou tirando na própria perna, e ganhou uma medalha de semi-honra. Ficou vagando por 4 meses, e depois quis aparecer na porta da Rachel como se nada tivesse acontecido. Adoro o Finn, mas ele é muito estúpido as vezes. E essa história de ele não saber o que fazer da vida, e de que nenhum lugar do mundo é lugar pra ele já me irritou também. No entanto, como disse no começo da review, começar a trabalhar e ir pra faculdade é uma coisa totalmente nova, e te muda em vários sentidos. Rachel certamente mudou, e ela já não é mais a garota que usa cardigãs com estampa xadrez. Foi por esse motivo e por muitos outros que o fim do relacionamento dos dois foi praticamente inevitável. Ela encontrou seu caminho, agora resta ele encontrar o dele, e os dois nunca vão funcionar direito se ele não achar sua direção.

E por mais que eu gosto de Brody, não quero que ela se entregue à ele como fez com o Finn nesses 3 anos. Quero vê-la correr atrás de seus sonhos e alcançar seus objetivos, e acho que sem o Finn segurando-a para trás, vai ser mais fácil.

E agora sobre Blaine e Kurt. Não sei se é certo colocar toda a culpa no Blaine, mas também não acho que é certo o que ele fez. Kurt estava ocupado demais, e todo casal que toma uma decisão como a deles, de ter um relacionamento à distância sabe que não vai ser fácil. Acho que Blaine se entregou rápido demais. É óbvio que Kurt não estava dando atenção pra ele, mas trair não resolveu nada, muito pelo contrário. A versão sincera e acústica dele de “Teenage Dream”, música que ele estava cantando quando Kurt o viu pela primeira vez, fez o meu coração amolecer um pouco. Fiquei com dó dele, mas isso ainda não quer dizer que eu o perdoei. A ideia de Kurt ir pra NY partiu dele, mesmo que o futuro do Porcelana (Momento Sue) fosse ir pra lá algum dia, Blaine adiantou as coisas. Se ele sentiu que as coisas não iam bem, e sentiu vontade de trair, deveria ter feito como Santana e Brittany.


Ah, Santana e Brittany… Eu sou apaixonada por Brittana, sempre fui. E deve ter sido por isso que o término tão sincero e bonito delas me fez chorar tanto. Brittany entrou em um clube idiota que Kitty criou para tentar acabar com a saudade que sente de Santana, mas não deu muito certo. Santana entre todos os que se formaram, foi a que mais amadureceu, aparentemente. Percebeu que o relacionamento dela com Brittany não ia muito longe, e resolveu terminar de um jeito que não manchasse a história linda que as duas tem.

Quanto a Will e Emma, achei a decisão dos dois um pouco equivocada. É lógico que 6 meses longe é muita coisa, mas não acho que precisava de uma coisa tão radical. Até porque os dois, ao contrário de Finchel, já são adultos e maduros o suficiente para encarar a situação de frente.

A saída de Will, e Finn estando presente durante uma reunião do Glee Club me deixou com a impressão de que o Hudson vai assumir o controle do coral. Será que esse é o destino e caminho certo que ele tanto procura ?

O que dizer sobre Marley e Jake ? Os dois perderam um pouco de brilho, mas tiveram seu pedaço de história nesse episódio. Quando Kitty tira sarro de Marley e sua mãe, Jake termina com a garota, e esse foi o único término que não doeu em mim. Perdeu, Kitty, perdeu.

Eu sei que os términos foram difíceis, mas o que é pra ser, de um jeito ou de outro, vai ser. Todos nós já escutamos essa frase clichê pelo menos uma vez na vida, mas ela é verdade. E infelizmente, por mais horrível que um término possa ser, as vezes ele vem para o nosso próprio bem.

Depois desse episódio molhado (por causa das lágrimas dos Gleeks), Glee, por alguma razão que ainda não entendi, entra em hiatus, e só volta no dia 8 de novembro. 4 episódios e hiatus. Só espero que até lá Ryan Murphy continue genial e nos traga um bom episódio tributo de Grease.

Setlist do episódio:

“Barely Breathing” foi incrivelmente bom, e a voz do Darren e do Cory combinaram muito bem.

“Give Your Heart a Break” foi lindo, e o Brody fez tudo mais bonito. Eu adoro essa música, e a versão Glee se tornou uma das minhas versões preferidas.

“Teenage Dream” foi emocionante, e o Darren, mais uma vez, se mostrou um grande ator e cantor, uma vez que a cena foi gravada ao vivo e não na versão estúdio.

“Don’t Speak” é uma daquelas músicas que nunca imaginei que Glee fosse fazer uma versão. E é também uma daquelas músicas que Glee faz ficar melhor do que já é.

“Mine” foi perfeito, estava com uma saudade enorme da Santana e da voz maravilhosa da Naya.

E pra fechar uma das setlists que eu mais gostei em Glee: “The Scientist”. Que fez todo mundo se emocionar com aqueles flashbacks.

Ganhador do Oscar Jim Rash escreve episódio de ‘Community’

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Jim Rash – e seu nada discreto personagem Dean Pelton – vai transcender as barreiras da atuação em Community: o ator irá escrever um episódio da série cômica da NBC em breve.

Não se sabe muito a respeito do enredo, mas, de acordo com o site americano Vulture, o capítulo se trata de um fim de semana de reencontro entre ex-alunos em Greendale.

Vale lembrar que Jim Rash não é nenhum iniciante quando se fala em criar de roteiros. No início do ano, o filme Os Descendentes (The Descendants) – que ele escreveu em parceria com Nat Fax (Ben and Kate) e o diretor Alexander Payne – faturou o Oscar de  melhor roteiro adaptado.

Além disso, Rash já contribuiu com um episódio de Saturday Night Live e escreveu, em 2005, o piloto de Adopted, série de TV que não vingou, mas marcou o início de sua parceria com Nat Fax.

A quarta temporada de Community estreia no dia 19 de outubro, pela NBC, nos Estados Unidos.

Com informações do Deadline.

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