The Secret Lives of Husbands and Wives é baseada no livro de mesmo nome escrito por Josie Brown e acaba de encontrar mais um de seus atores: Martin Henderson (Ben Keeton de Off the Map).
Henderson interpreta Kyle Dunn, um cirurgião de vôo e astronauta que retorna para a casa depois de um longo tempo distante. No reencontro, ele percebe que sua família já não é a mesma e muitas coisas mudaram no período em que esteve ausente.
The Secret Lives of Husbands and Wives conta a histórias de casais do subúrbio que tiveram as vidas afetadas por um assassinato. Perrey Reeves (Entourage) e Nicole Ari Parker (The Deep End) também foram escaladas para a atração.
Martin Henderson é neozelandês e esteve, sobretudo, em produções de seu país. Ele fez uma participação na quinta temporada de House.
Enquanto muitos seriados se preparam para o episódio de Haloween, os produtores de 90210 já pensam lá na frente: o capítulo em comemoração do Natal.
Para isso, o programa da CW vai contar com uma participação especial (que é especial mesmo). Uma não, duas. A dupla de cantoras Tegan e Sara chegam para abalar o show – literalmente. As irmãs – gêmeas idênticas – voam direto do Canadá para o bairro mais famoso dos Estados Unidos e apresentam suas canções ao público da série.
O episódio em questão, é claro, vai ao ar em dezembro.
Conhece a dupla? Veja um videoclipe delas abaixo:
90210 retorna à grade da CW na próxima segunda-feira, 8 de outubro, nos Estados Unidos.
A atriz Vanessa Marcil (90210, General Hospital) vai aparecer em um episódio de Hawaii-Five 0, que deve ir ao ar em novembro, pela CBS. Na história, ela dá vida a uma terapeuta suspeita de participar de um assassinato. Mais detalhes sobre a participação não foram revelados.
Pelo Twitter, Marcil disse que “já poderia morrer feliz” e ainda elogiou a nova colega de elenco, Christine Lahti (que interpreta Doris McGarrett), quem ela disse ser muito legal:
Hawaii-Five 0 vai ao ar toda segunda-feira pelo canal CBS, nos Estados Unidos.
Em agosto o TeleSéries foi remodelado e criamos para os reviewers este desafio extra, de dar uma nota para os episódios resenhados. Para muitos de nós, é mais difícil dar a nota do que comentar o episódio. E entre nós, colaboradores do site, tem havido debates sobre critérios e pesos e medidas. Eu discuti estes dias com o Marco C. Pontes, por ter dado uma nota 0.1 para o piloto de Guys with Kids. Eu assisti Guys with Kids, e não achei tão ruim assim – já assisti a pelo menos uns dois pilotos de comédia piores nesta fall season. Entre eles o piloto desta The Neighbors. Agora a função de dar uma nota baixa, portanto, é minha.
Eu já sabia que The Neighbors seria ruim ao ver o trailer oficial da rede ABC. A série parte de uma ideia esdrúxula: uma família de classe média, que se muda para uma casa no subúrbio, onde todos seus vizinhos são alienígenas – e apesar disto eles decidem continuar vivendo lá! Eu fiquei imaginando o que leva um executivo de emissora a aprovar um roteiro destes… O que estes caras estavam pensando?
A ideia por trás de The Neighbors não é nenhuma maluquice. Já tivemos outras séries assim, em outras décadas. Em algum momento da história alguém se arriscou e teve uma ideia maluca de misturar comédia e sci fi e a ideia deu certo – por exemplo, com ALF, ou Super Vicky (Small Wonder) ou Um Hóspede do Barulho (Harry and the Hendersons). Mas aqueles eram outros tempos. Naquela época, uma emissora encomendava dezenas séries por ano – hoje em dia, os canais quase não tem peça de reposição em caso de cancelamento. E naquela época existiam três ou quatro emissoras, quando hoje temos dezenas de canais produzindo ficção nos EUA, competindo por audiência.
Lembrei também de outras comédias de alienígenas, como Mork & Mindy ou 3rd Rock from the Sun. Mas eis aí a questão. Talvez The Neighbors pudesse dar certo, com o texto e o elenco certo. Não temos aqui um Robin Williams ou um John Lithgow, insanos na tela, que tornem assistir esta comédia uma experiência inesquecível. The Neighbors tem um dos elencos mais fracos desta fall season, do qual a atriz mais renomada é a razoável Jami Gertz (Apesar de Tudo/Still Standing). O papel de marido é de Lenny Venito, mais conhecido por fazer papeis de criminosos ítalo-americanos em série policiais do que por comédias. O personagem com maior potencial cômico, o líder alienígena, ficou com o inglês Simon Templeman – uma escolha estranha, apesar dele trazer boas lembranças de sua passagem por Just Shoot Me! (mas lá se vai uma década).
The Neighbors vai girar em torno da falta de compreensão que os alienígenas tem da nossa cultura e dos hábitos excêntricos deles – teoricamente um material farto para piadas. Mas o roteiro acaba previsível e frouxo. E pior, sem graça, apostando mais no humor físico do que nos diálogos, que são fracos.
Infelizmente o risco corrido pelos executivos não compensou. The Neighbors é uma ousadia, mas falta conteúdo e qualidade. Deve passar rápida, como um disco voador, pela grade da rede ABC. Na minha memória vai ficar como aquela série para a qual eu tive que dar uma nota baixíssima em uma crítica publicada no TeleSéries.
É tempo de romance em New Girl, ou não. Na verdade, romance está difícil mesmo hoje em dia, né? Quando você acha que encontrou a pessoa certa, vê que não é bem assim. Ou o contrário, quando você não quer encontrar a pessoa certa, aparece um monte de príncipe e princesa no seu reino!
É aquela velha história, o tempo quando nunca conspira a favor do amor. Se você está em um momento “fluffer”, o episódio dessa semana nos mostra que o importante do relacionamento é não ter medo de vivê-lo, seja certo ou errado.
É como uma daquelas ocasiões, quando você não quer um relacionamento e te aparece um cara irrecusável. O que você faz? Oras, vira a parceira de cama dele. Sexo casual é uma arte dominada por poucos. Mulheres então, costumam dizer que são capazes de ir para cama só por prazer, mas na verdade, em sua grande maioria, querem impressionar o cara até que ele vire seu namorado. Já os meninos, fingem querer namorar, apenas para levar as moças para a cama. Jess precisa de ajuda para não cruzar essa linha. Como ter os benefícios sempre precisar ter as obrigações de um relacionamento?
E é aí que, tentando ajudar a amiga a superar o desafio de um relacionamento sem significado, Nick se vê do outro lado da história: O que fazer quando uma amizade ultrapassa o limite de um relacionamento sério mas você se vê no entrave entre tentar algo ou não arriscar perder o amigo? Uma vez ou outra, entramos nessa de sentirmos sexualmente atraídos por quem não deveríamos.
Nick e Jess? Bem, eles são praticamente namorados que não chegaram aos finalmente. Isso faz a tensão aumentar, aumentar e aumentar. E BOOM! Nick ajuda Jess a pegar o bonitão de jeito.
Engana-se você leitor e leitora que essa atitude é uma maneira altruísta de ajudar a amiga. Caras tendem a empurrar a garota para outro quando sentem que o desafio é grande demais! Será que Nick terá colhões para puxar o outro pelo chifre quando o momento for certo?
O momento mais fluffer dos dois foi eles discutindo a relação. Apesar de ser mulher, tendo a ter horror a “DRs”, mas achei a briguinha deles muito fofinha, do tipo unicórnios cor-de-rosa! Ah, a mix tape que ele fez para os momentos de sexo casual também conta como fofura, só não curti a dancinha no final. Quem você quer enganar, senhor Nickolas?
Por falar em gatinho assustado, rir do Schmidt é fácil demais. Principalmente quando ele tenta impressionar as mulheres. Claro que no meu caso, se ele falasse para mim que era parente do Mitt Romney, eu sairia correndo, gritando, e com as mãos chacoalhando no ar, mas apesar de ser um político com prioridades duvidosa, o jornalista tem razão ao dizer que o presidenciável tem um cabelo bonito. Oh, Pai, ele tem mesmo.
Mas taí um lado do conquistador que eu não tinha percebido. Apesar dele ter sido gordinho no passado, e que por isso, ele tinha a autoestima abalada, ter sido “abandonado” pelo pai pode ter dado um impulso para acentuar o velho comportamento de um ser masculino de pular fora do barco quando o relacionamento passa por mares mais profundos. Mas essa história levantou outra questão do nosso conturbado cotidiano: é possível ser amigo de alguém que você já teve um rolo? Sinceramente, prefiro os dois se pegando.
Já Winston. Pode cara, sempre o mais apagado de outros. Nesse episódio, porém, foi o único personagem que me fez rir. E isso é bem importante numa comédia. Já no caso do ex-atleta, essa é uma verdade, nós, garotinhas, regulamos sexo. Segredo revelado! Não há nada o que fazer! Até a próxima, ciao!
Sexo é moeda. New Girl sabe muito rir da vida. E é disso que eu gosto na série. Menos pastelão e mais cotidiano. Porque a vida é cômica o bastante para não ser trágica, e é isso que a torna divertida.
Adorei esse episódio, New Girl voltou a prender a minha atenção. Até porque essa temporada a Zooey Deschanel resolveu roubar a minha vida, estou me sentindo exposta para o mundo! E confesso que ansiosa por um final feliz.
Maldição Moonlighting? Andrew Marlowe nunca ouviu falar dela. Depois da exibição desse episódio pra lá de fofo, todo o temor – que já era pequeno – que eu sentia, de que a dinâmica de Castle ficasse comprometida com a união Caskett, foi embora. O episódio só não foi uma delícia completa porque o caso foi bem fraquinho – ou eu que não prestei atenção nele? -. Mas com tantos momentos Caskett, who cares?
Lannie voltou para Castle, para nossa alegria, e foi preciso apenas alguns minutos para que ela tivesse certeza do que todos nós já sabíamos: algo em Becks mudou. E essa rápida percepção da amiga justifica o temor inicial de Beckett, de que seu relacionamento recém-nascido seja descoberto por todos. A cena inicial do episódio, além de fofa e engraçada, ainda serviu pra delinear como será a dinâmica entre nosso casalzinho querido: esconder de todos, agindo com naturalidade. Mas será que isso é possível, ainda mais com Rick na jogada?
Aparentemente, não. De cara, ele deixa de trazer o café para Kate. COMO ASSIM? Falha grave. O café é uma marca do relacionamento de “camaradagem profissional” deles. Precisa continuar a ser trazido. E não me importa se eles tomam café juntos, em casa, na cama, ou seja lá onde for. Os momentos “te trouxe café “são tão significativos e tão “derrete coração” que precisam continuar. Mancada, Castle. Muito bem observada por Espo.
A partir daí, todos os elementos do caso serviram para complicar tudo e trazer importantes reflexões para Kate e Rick, e para que eles pudessem demonstrar todo o sentimento de um pelo outro.
Foi muito engraçado ver como o que era dito pelo pessoal da produção do telejornal se encaixava perfeitamente no momento vivido por Castle e Beckett. Rick arregalando os olhos, morto de preocupação, quando a tia do cabelo/maquiagem disse “eles tentaram esconder, mas todos sabiam” foi impagável. E o depoimento do culpado? Deu pra sentir o pânico de Beckett em entrar em uma rede tão intrincada de mentiras, da qual seria difícil sair depois e que poderia comprometer o relacionamento dela com Castle.
Foi igualmente bacana e divertido observar o comportamento de Castle com a avassaladora da coleção de biquinis. É óbvio que Castle não deveria ter aceitado o convite da devassa, mas ele resolveu – como sempre – levar ao pé da letra o conselho “aja como solteiro”. E agir como solteiro, para um canastrão como ele, significa desfilar EM PÚBLICO com uma bela mulher à tiracolo – e ela não era loira, pasmem. Mas a moçoila era safadinha, e resolveu partir logo para os finalmentes, no aconchego do lar. Foi muito, mas muito engraçado, ver Castle tentando fugir da apresentadora. E deu a maior raivinha quando ela, finalmente, conseguiu socar ele no sofá.
Também foi engraçado observar Becks. Ela esteve fofa ao cubo nesse episódio. As carinhas que ela fazia enquanto observava o Castle, bem… sendo o Castle (como ele brincando com a tela verde da “garota do tempo”), foram tão, mas tão fofas, que provocaram explosões de arco-íris. O típico exemplo de apaixonada e bobinha. E a vertente ciumenta dela não foi menos fofa ou cômica. Pelo contrário. Foi bem interessante ver como ela sentia ciúmes e queria que Castle se mantivesse longe do jantar, mas sentia medo – o por orgulho – de pedir para ele não ir.
Adorei Beckett dizendo para o Castle que tinha recebido N ligações, mas não tinha aceitado o convite para sair (isso depois de sair correndo por achar que o amado estava em perigo. Não sabia ela que de que tipo era o perigo, obviamente). E, vamos combinar, não era pedir muito esperar reciprocidade. Mas Rick, apesar do vacilo de marcar o compromisso, agiu muito bem afastando todas as investidas da apresentadora. Se os tempos fossem outros, ou se ele não amasse tanto Beckett, ele teria sido o canalha que já foi um dia. Nosso garotão não para de dar provas de que amadureceu e está disposto, e muito, a levar um relacionamento sério.
É fato que a situação é nova para os dois, e que seu comportamento será lapidado com o passar do tempo. Mas há muita, muita boa vontade, de ambos os lados, o que deve deixar tudo um pouquinho mais fácil. A base de tudo será o diálogo. Química eles tem de sobra, é só conversar sobre os problemas que irão surgir – e isso é uma certeza, especialmente porque eles trabalham juntos – e as coisas ficarão a cada dia mais deliciosas.
Além de ter adorado a dinâmica Caskett, curti muito a interação de Espo e Ryan, que está crescendo. É claro que eles não deixariam o bromance de lado por muito tempo, e o fato de Ryan ter levado um soco “pelo amigo” contou muito na decisão de Esposito de retomar a amizade linda deles. Tudo no melhor estilo “sou macho e nem to me importando com isso”. E com uma cerveja para selar a reconciliação.
Lanie apareceu pouco, mas rendeu duas boas cenas. Tô louquinha da Silva pra descobrir qual a reação dela quando o relacionamento Caskett for revelado. Acho que Becks deveria contar logo pra Lanie, a maior shipper do casal.
Quanto ao caso, errr, o que posso falar? Confesso *carinha envergonhada* que não consegui prestar muita atenção na coisa toda. E alguém pode me culpar? Com toda aquela fofura espalhada pela tela, como eu conseguiria me ater à esse pequeno (cof,cof) detalhe? Só sei que a moça do tempo morreu, e que Castle descobriu, no meio dos peitos da sirigaita, que o falso namorado da vítima era o criminoso. (Melhor descrição do caso do episódio EVER, vamos combinar).
Semana que vem tem mais. Prometo prestar mais atenção ao caso. Se Casckett deixar. Então, até lá!
PS: e foi assim ^ que as shippers de plantão ficaram nesse episódio.
As séries já pertencentes à grade de programação da NBC devem rezar para que suas audiências continuem satisfatórias. O motivo? O canal não para de comprar novos projetos que podem estrear na emissora nas próximas temporadas.
O canal autorizou que Stephnie Weir (MADtv) escreva o roteiro de Leisure Club, uma comédia de meia hora de duração. A série vai contar a história de um grupo de aposentados que decide retomar o estilo de vida que eles possuíam quando estavam no Ensino Médio.
A produção executiva ficará a cargo da própria Weir, em parceria com Neil Moritz (Prison Break), Vivian Cannon (The Big C) e Meghan Schumacher (Counter Culture).
O outro projeto cômico – também de meia hora – que ganhou sinal verde da emissora pertence a Peter Murrieta (Os Feiticeiros de Waverly Place). A atração será levemente baseada na vida do produtor e vai girar em torno de uma família e suas três gerações: os imigrantes, a geração que assimilava a imigração e a parte moderna do grupo. O programa ainda não tem nome definido.
Já a terceira produção comprada pela NBC se trata de uma dramédia musical dos produtores Craig Zadan e Neil Meron, ambos de Drop Dead Diva e Smash. O novo projeto terá uma hora de duração e será produzido por Krista Vernoff (Grey’s Anatomy). A cantora Diane Warren vai dar consultorias musicais à atração.
A dramédia ainda não tem nome, mas vai contar a história de uma mulher que compôs a canção de amor mais famosa de todos os tempos. O problema é que ela mesma, na vida pessoal, não tem a menor sorte quando se diz respeito aos assuntos sentimentais. Produtores deixam claro que a personagem não é inspirada na colega Diane Warren.
O ator veterano Rutger Hauer, conhecido por interpretar Roy Batt em Blade Runner, é a primeira nova aquisição da sexta temporada de True Blood, do canal HBO.
Na história, ele vai interpretar Macklyn, um homem sinistro e misterioso, que tem laços profundos com Sookie (Anna Paquin) e Jason (Ryan Kwanten).
Outros trabalhos de Hauer incluem Buffy The Vampire Slayer, Sin City e O Ritual.
Parece que os dias de glória de Kiefer Sutherland como Jack Bauer, definitivamente, ficaram para trás. A “nova” série dele, Touch, sofreu com a baixa audiência na primeira temporada e, agora, o retorno do segundo ano, que estrearia no próximo dia 26 de outubro, foi adiado.
O canal Fox achou melhor reestrear a atração apenas em janeiro de 2013 e, no lugar do seriado dramático, o reality Kitchen Nightmares fica com a data.
Touch explora a famosa Teoria do Caos (ou Efeito Borboleta) e explica como acontecimentos ao redor de todo o planeta podem estar interligados e se influenciar. Tudo isso, claro, com a ajuda de Martin (Sutherland) e seu filho Jake (David Mazous), que utiliza a obsessão pelos números para prever fatos futuros.
Já em Kitchen Nightmares, o chefe de cozinha Gordon Ramsay visita vários restaurantes à beira da falência e tenta propor soluções para salvá-los.
Será que Touch ainda tem salvação na grade da Fox?
Depois de quase sete anos no mesmo emprego, Alec Baldwin está um pouco sentimental ao deixar 30 Rock, série da NBC cuja sétima e última temporada estreia hoje na TV americana.
“Todos do elenco têm sentimentos mistos [em relação ao fim]”, disse o ator em entrevista ao site TV Guide. “Nunca terei um emprego tão bom quanto esse”, concluiu.
Baldwin ganhou o prêmio Emmy duas vezes enquanto esteve na atração e venceu também o Globo de Ouro. O ator revelou que quando chegaram ao quinto ano da série, todos começaram a se preparar para o possível desfecho e que, agora, finalmente disseram quando isso aconteceria.
O intérprete de Jack Donaghy também disse estar curioso sobre seu futuro na indústria audiovisual americana, mas é Tina fey, sua companheira de elenco, quem o intriga mais. “Muitos dizem que ela será a próxima Nora Ephron (Julie & Julia, A Feiticeira) ou Nancy Meyers (Simplesmente complicado e O amor não tira férias), mas ela vai acabar como uma espécie de Woody (Allen)”, refletiu o ator. “Ela é uma escritora fértil e há tanta coisa que ela pode fazer”, completou.
Pelo Twitter, Baldwin disse que, para tentar prolongar 30 Rock para uma sétima temporada maior ou ainda o oitavo ano, ele chegou a oferecer que reduzissem seu salário em 20%:
O sétimo ano de 30 Rock estreia hoje, 4 de outubro, na NBC dos Estados Unidos. A temporada terá apenas 13 episódios e não os habituais 22 capítulos.
Os fãs de Pretty Little Liars – que não são poucos – podem comemorar: a ABC Family acaba de renovar o seriado para a quarta temporada.
A notícia não chega a ser uma grade surpresa, já que a série é considerada a atração de maior sucesso da ABC Family até hoje.
O quarto ano de Pretty Little Liars deve estrear na metade de 2013. O que é outra boa novidade para o público do programa. O episódio de Halloween da série (sob o título de This Is a Dark Ride) vai ao ar em 23 de outubro na TV americana. Depois, a segunda metade da atração só será transmitida a partir de janeiro – o quer quer dizer que os espectadores não terão que esperar muito entre o final da terceira temporada e o início do quarto ano; o que é sempre um verdadeiro drama.
A ABC Family encomendou 24 episódios para a próxima temporada da série.
Desculpem a demora. Eu estava processando a sensação de gostar de um episódio do Sweets. Não digo que foi um dos melhores episódios da série, mas ainda assim, o que está acontecendo com Bones?
Peço licença para uma auto-análise. Estou eu sendo imparcial demais? Estou tomada por um súbito momento de paixão exagerada? O que está acontecendo comigo?
Vim preparada para fazer a primeira review polêmica. Falar mal mesmo. É fácil falar mal, ainda bem com argumentos que estão sendo usados por aí há anos. Confesso que estava pronta para ir para o lado negro da força Mas aí, acontece que o episódio do Sweets foi bacana, “assistível”, mais que isso, eu gostei.
The Gunk in the Garage foi longe de ser memorável, mas eu me senti mais confortável assistindo esse episódio do que The Finder, e me peguei maginando se não teria sido melhor o Hart fazer um spin-off do psicólogo ao invés de forçar o cross-over-spinolento da finada série com Geoff Stults. – Ao menos não teríamos mais overdose de Sweets em Bones e ele seria livre para ser chatinho em outra série.
Altos
Não vou mentir. Shippei Olívia e Sweets. Não sei se é porque eu não suporto da Daisy, mas adorei a interação entre o psicólogo e a agente novata. O que me lembra que eu também não gosto da Agente Shaw (Tina Majorino, que está para as bandas de Grey’s Anatomy), que não tem química com ninguém do elenco de Bones, e a persoonagem de Danielle Panabaker poderia ser uma boa opção de agente “rookie” do FBI.
Gostei também do Sweets sendo o Sweets. É o que temos visto nessa oitava temporada de Bones, a série voltando a ter identidade. A birra com o Sweets começou quando ele perdeu a função na história, o que foi sendo corrigido aos poucos durante a sétima temporada. Gosto desse Sweets mais confiante, mas gosto mais ainda quando alguém questiona suas habilidades. Olívia Sparling trouxe um novo velho Sweets à tona.
É sempre bom lembrar que apesar do Lance ter entrado na série como psicólogo do futuro casal Bones e Booth, ele também tem a função de “profiler”, ou seja, ele faz perfis. Antigamente, a habilidade do jovem doutor era constantemente posta em cheque pela Dra. Brennan e até pelo Booth, mas construir o perfil psicológico de vítimas e assassinos já resolveu muitos casos ao longo dos anos. Talvez não tenhamos prestado muita atenção nisso. Mas a verdade é que esse “truque” permitiu, com a ajuda da Angela e sua mágica tecnológica, achar a outra futura vítima, e impediu outro assassinato.
No final de tudo, Sweets salvou o dia. E ainda levou um tiro. O que me fez sorrir… sempre desejei ver o Sweets sangrando. (Sou sincera, ok?)
Outro bom aspecto sobre esse episódio é que o laboratório funcionou como um ótimo suporte. Não se pode desperdiçar o talento do Jeffersonian. Ah, sim! Explosões são sempre bem-vindas. Perceberam que o experimento recriou o mesmo tipo de ferimento facial da vítima no boneco? O nariz escorrendo pela parede foi inesquecível e divertido.
Um episódio do Sweets sem a Daisy! Alegria, alegria!
Já no mundo de B&B, como não adorar a carinha de pidona da Brennan? Lembro do episódio piloto quando ela estava aprendendo a chantagear as pessoas, agora podemos dizer que está está dominando a arte da chantagem barata. Momento adorável da semana.
Mas tenho que dizer que o que eu mais gostei foi que Booth aceitou ser um pouco mais maleável em relação a situação financeira da namorada/esposa/mãe de sua filha/parceira. O que reclamo sempre é que só a Bones cede, nesse episódio, o agente também cedeu um pouco. Ah, o amor. O quão lindo foi ele agradecendo a ela por ter sido compreensiva? E a conversinha sobre a quinoa e o bife grelhado? O quão Emily e David foi aquilo?
Baixos
Achei o caso meio bobinho. Estava óbvio que o cara tinha um irmão gêmeo e a motivação, mais uma vez, era bem besta. Mas é isso, a vida humana vale cada vez menos.
Também achei estranho a postura do Booth em relação ao seu trabalho burocrático. Certo que ele é um “homem da ação”, mas antes de tudo, ele sempre foi um homem responsável. Enfim, Boreanaz estava bem fora do lugar nesse episódio.
Caroline também estava fora do lugar. Um desperdício de talento e bons momentos com a personagem. Veio, apareceu e não fez nada.
The Gunk in the Garage
E se Booth não trabalhar mais com Bones? O que seria da série? O medo e o terror desse questionamento… Deus nos permita nunca ter que lidar com esse tipo de pergunta. Mas se isso acontecer, ao menos uma vez ou outra, não será assim tão ruim.
Essa flexibilidade pode dar aos dois personagens a possibilidade de explorar outras histórias, mas vamos parar por aqui. A especulação só me permite imaginar esse cenário em doses pequenas e em espaço de tempo longo.
Impressão é de que esse é um dos episódios extras. Alguém tem essa informação? Tempo reduzido de Emily e David.
Mesmo afastada da cena do crime, Bones ainda foi a peça essencial para a descoberta do assassino. Graças ao seu maravulhoso poder de observação e de estar no lugar certo. na hora certa.
Ah, só mais uma coisa. “Eu não deixaria a cidade se você fosse”? Sério? O Booth fez o mesmo truque com a Brennan para impressionar na primeira temporada. Quem lembra?
Bom, é como eu qualifico o terceiro episódio da oitava temporada. O que eu achei que iria apagar o brilho dessa nova jornada, provou o contrário, mostrou apenas que ainda há muita coisa para ser explorada na série. E também, que o Sweets pode ter um espaço maior em nossos corações.
O próximo episódio mostra um tom ainda mais leve. A única coisa a ser levada a sério é a seriedade do tema tratado com mais seriedade pela dra. Bones. Como não dar risadas quando ela racionaliza sobre o irracional? Essa promo é especial para quem vai votar nesse fim de semana! Façam suas listas de prós e contras, analise bem seu candidato, seu voto é muito importante. Mas se você não tem ninguém para votar, aqui está a nossa futura candidata.