Chicago Fire – Let Her Go

Data/Hora 20/05/2013, 11:14. Autor
Categorias Reviews

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Essa reta final de Chicago Fire está a cada episódio mais eletrizante! Let Her Go foi bom em vários aspectos: equilibrou o drama com a comédia, mostrou resgates e perseguições de tirar o fôlego e ainda apresentou parte do elenco do spin-off Chicago PD. 

O episódio já começou num frenesi de uma perseguição à um carro roubado que estaria ligado ao incêndio que matou Hallie no episódio anterior. A perseguição foi feita pelos policiais Nicole (Tania Raymonde) e Jim (Scott Eastwood) que conseguiram capturar os fugitivos mas infelizmente não eram eles os verdadeiros culpados, afinal, seria muito fácil ser policial se tudo se resolvesse às mil maravilhas. No Departamento de Inteligência estão Antonio Dawson, Hank Voigh e a Detetive Willhite (Melissa Sagemiller) ajudando o máximo que podem para que a tragédia seja resolvida. Nada mais justo do que a polícia participando do caso já que tinha ficado na claro que o incêndio havia sido criminoso.

E quem suspeitou de Voight sobre o incêndio (e aqui eu acho que foi praticamente todo mundo que vê a série) foi surpreendido já que parece mesmo que Voight é um daqueles policiais que trabalham infiltrados. Isso deixou um gancho enorme para o que pode vir em Chicago PD. Por ora então, acreditemos que ele é bonzinho já que foi ele quem matou o culpado pelo incêndio na clínica e ainda por cima salvou Casey das mãos do vilão.

Aliás, Casey dando uma de herói foi patético. Por alguns segundos eu torci para que o criminoso desse logo um tiro no bombeiro pra ele parar de ser mole! Casey e luto é uma coisa que não combinam também. Porque ele estava mais preocupado em dar uma de justiceiro do que sofrer a morte da “tão amada” Hallie. Ok, chorou, sofreu um pouco no episódio anterior mas passou muito rápido. Apenas.

Enquanto Casey se aventurava com os policias, muitas outas coisas aconteciam no batalhão. Começando pelo resgate eletrizante da garota no esgoto: esse foi um dos melhores resgates da série, daqueles que a gente fica torcendo pra vítima sair logo dali e sair com vida. Pois bem, ponto para os bombeiros e foi muito bem ver Boden em ação.

Mills – e seu amor eterno de um episódio – deu o fora em Dawson porque não aguentou a pressão da mentira da namorada e tal. Pensei que essa história fosse terminar nesse episódio mas só parte dela acabou e ainda não acabou direito já que Mills e Dawson podem voltar. Mas o que realmente importa agora é como vão finalizar a história de Mills com Boden.

Shay e Severide estão seguindo adiante com a ideia do filho e, depois de ficar alguns episódios adormecido, o assunto voltou e Shay está mais empolgada do que nunca. E Severide também e pelo menos agora está fazendo tudo certo. Enquanto isso no Molly’s a noite foi especial e dedicada à Hallie e a parte engraçada do episódio fica por conta de Otis e sua prima russa que vai trabalhar no bar por um período.

Chicago Fire acertou nessa semana e tem tudo pra fazer uma season finale excelente. Então, até semana que vem!

Destaques na TV – Segunda, 20/5

Data/Hora 20/05/2013, 11:03. Autor
Categorias TV Brasil

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Bom dia! A semana abre com duas estreias nos canais de TV por assinatura, confira os destaques.

No canal teen Boomerang, às 19h, chega a série The Carrie Diaries. Prequel da clássica comédia adulta Sex and the City, a série aborda a juventude de Carrie Bradshaw (aqui interpretada pela jovem atriz AnnaSophia Robb). Ambientada nos anos 80, a série tem ainda no elenco os atores Freema Agyeman (Doctor Who, Law & Order UK), Matt Letscher (Good Morning Miami) e Austin Butler (Life Unexpected).

Já no +Globosat, às 22h, estreia a série policial Jack Taylor. Ambientada na costa leste da Irlanda, a série é inspirada no personagem do do escritor Ken Bruen – um ex-policial, expulso pela corporação, que tenta a vida como detetive particular e luta contra o alcoolismo. No papel principal está o ator Iain Glen – o Jorah Mormont de Game of Thrones.

Na Sony, 21h, tem CSI (13×20 – na semana passada o canal acabou exibindo uma reprise) e Grey’s Anatomy (22h, 9×19, leia a review).

No AXN, 21h, episódio 10×19 de NCIS e, às 22h, tem o episódio 8×21 8×20 de Criminal Minds.

Na Warner, episódios inéditos de 2 Broke Girls (21h30, 2×22) e Arrow (22h, episódio 1×21).

No GNT, 22h30, tem o quinto episódio de Copa Hotel. E, às 23h, o terceiro episódio de As Canalhas.

No Universal Channel, Beauty and the Beast inédito (22h, episódio 1×16). Grimm é reprise (23h, 2×09).

Na HBO, às 21h, vai ao ar o episódio 6×05 de Mad Men. E às 22h, o episódio 2×05 de Veep. Na HBO Family: Merlin 19h, 5×03.

No Space, 21h, episódio 4×11 de Justified. No Max Prime, às 21h, tem o episódio 1×08 de Banshee.

Na MTV, 20h, episódio 2×03 de Awkward. No canal Comedy Central, às 20h30, episódio 2×13 de Happily Divorced.

No Cinemax, 20h, reprisa o episódio 1×12 de FDP. No Sony Spin, 22h, tem reprise de Merlin (episódio 3×12).

E até amanhã!

Modern Family – Games People Play

Data/Hora 19/05/2013, 22:35. Autor
Categorias Reviews

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A série nos apresentou um episódio bem morno essa semana, mais um episódio fraco para os padrões Modern Family de qualidade. As muitas pausas que a temporada sofreu causou uma impressão de cansaço e a deixou com aquela sensação de estar sendo arrastada. Mas se levarmos em conta os altos e baixos dessa temporada, se esse foi um episódio fraco, a season finale tem tudo pra surpreender. Que seja perfeita como Modern Family deve ser.

Mas não é porque o episódio foi fraco que o talento dos atores ficam em segundo plano. Pelo contrário, são em alguns episódios como esse que nós conseguimos realmente perceber que, muito mais que um roteiro e direção ótimos, a série é feita de atores espetaculares! E como o episódio dessa semana foi divido nas três famílias, fica muito fácil de perceber todo o talento de todo o elenco da série.

Games People Play foi um episódio sobre competição.

Cam e Mitchel levaram Lily para uma competição de ginástica. Curiosamente, dessa vez, os pais da garota foram os responsáveis pelas situações hilárias e constrangedoras dessa parte da história. A começar por Cam fazendo o coque da pequena ginasta e usando o truque da Beyoncé para ver se o coque está firme. Garotas, aprendam! Esse truque é realmente necessário para que seu cabelo não solte durante um número de solo, por exemplo.

O espírito competitivo tomou conta de Mitchel que, ao ver Lily com um desempenho acima do esperado, começou até a desejar que as outras crianças caíssem para que a filha ganhasse. Enquanto isso, Cam fazia o coque das outras competidoras mas não fazia o truque da Beyoncé – de propósito – e o cabelo das pequenas ginastas acabavam por atrapalhar o desempenho das mesmas.  Mas, como bons adultos que são, ele e Cam perceberam sua atitudes e foram tratar de corrigir. O único problema é que eles foram corrigir logo quando Lily fez uma ótima ação: ajudou a coleguinha que tinha caído da trave. Como eles não viram a garota em seu momento exemplar, tudo o que eles falaram ficou fora do contexto e a partir de agora eles só podem assistir às competições da filha à distância.

 Phil descolou uma viagem com um ônibus super especial para a família Dunphy. Claire concordou com a ideia só para não ser, mais uma vez, a vilã da família, aquela que sempre estraga as ideias maravilhosas de Phil. Pois bem, Claire concordou só pra provar seu ponto de vista: Phil não aguentaria os filhos no mesmo lugar por muito tempo. De acordo com a esposa, os filhos são uns belos de uns capetinhas mas mesmo assim ela os ama. O problema é que tudo estava indo para o lado oposto do que Claire tinha pensado. Ao invés de brigarem os filhos estavam super harmoniosos e Phil estava no paraíso. E não foi por falta de Claire tentar colocar lenha na fogueira e começar uma briga entre os filhos.

As tentativas de Claire foram frustradas e quem diria que uma simples abelha fosse a faísca para acender a briga entre as crianças? Pois é, a partir daí uma sequência de confusões dignas de um daqueles filmes de comédia pastelões começou e Phil não aguentou a briga dos filhos e ficou bravo de verdade (coisa muita rara de se ver) a ponto de sair do ônibus e deixar o resto da família sozinho. O que ele não contava é que esse breve desabafo seria o responsável por fazer os filhos desabafarem, cada um sobre seu problema. Luke e seu problema com álgebra, Alex e seu problema com garotos e Haley que agora é líder de torcida e precisa ensaiar uma coreografia.

E quem melhor do que Phil no quesito dança? Na primeira temporada ele já mostrou todo seu gingado dançando as músicas do filme High School Musical. Agora, ele ajuda a filha Haley com a coreografia e ainda dá bronca em Alex e Luke porque eles estão atrapalhando o ensaio.

Jay e Gloria estavam ajudando Manny a encontrar a mochila que o garoto não sabia onde tinha deixado. As melhores passagens desse núcleo foram Gloria entrando nas casas sabe-se lá de que maneira e sem disparar o alarme, ela bisbilhotando a casa de Claire e Cam e ainda fingir que não tá fazendo nada disso e ela mostrando, mais uma vez, que é péssima em jogos de adivinhação. Jay por sua vez queria provar que é muito bom nesse tipo de competição e Manny me surpreendeu nesse episódio ao mostrar seu lado mentiroso. Ao esconder dos pais que haviam sido convidados para a noite de jogos e fora ele quem esquecera de entregar o convite.

Até a season finale! (:

Elementary – The Woman e Heroine

Data/Hora 19/05/2013, 18:04. Autor
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Para a season finale de Elementary, a CBS preferiu exibir os dois últimos episódios de uma vez só. Assim, juntos, os capítulos somavam uma hora e “vinte e poucos” minutos. A primeira coisa que pensei foi “Parece um episódio de Sherlock“. Foi tão bom quanto.

Elementary chegou ao final do primeiro ano bastante sólida e manteve a qualidade do começo ao fim. Embora tivesse uma temporada maior que a maioria das outras séries – com 24 episódios -, o programa não se arrastou por nenhum segundo. Claro que houve capítulos menos emocionantes, mas isso é normal em qualquer seriado. Elementary se manteve estável, o que foi legal.

A série estreou em outubro do ano passado repleta de controvérsias e relutâncias por parte de um público que aclamava a tradicional Sherlock, da BBC. A mídia, por sua vez, tentava colocar os protagonistas Benedict Cumberbatch e Jonny Lee Miller um contra o outro, na disputa de quem seria um Sherlock Holmes melhor. Foi incrível ver como, apesar do desgaste antes mesmo da estreia, que parecia condenar a nova atração ao fracasso, Elementary se manteve e, mais do que isso, se consagrou a melhor estreia (em índices de audiência) na TV americana.

Acredito que o motivo da série da CBS ter superado os obstáculos foi por ser totalmente diferente de Sherlock. Por alguns momentos, até diferente das próprias histórias de Arthur Conan Doyle. Assistindo aos episódios, a gente quase se esquece que ela se trata de uma adaptação para a TV de uma das obras literárias mais famosas do mundo. Ainda que a gente ouça o Capitão Gregson chamar pelo “Sherlock”, que, por sua vez, costumeiramente aos berros, anuncia a “Watson” – e aí mora uma esquisitice das mais gostosas -, é como se estivéssemos acompanhando as histórias de um personagem completamente novo. Como se fosse uma série procedural novíssima na TV – mas com a conhecida inteligência e o sotaque inglês da figura que a gente imagina dos livros.

Os episódios 23 e 24 de Elementary estavam com cara de telefilme. Pelo estilo da narrativa – mais poético e dramático -, pela preocupação com o fotografia – que estava especialmente bonita e charmosa -, pela presença de atuações marcantes – e aí, Natalie Dormer (Irene) não só roubou, como dominou todas as cenas.

O que mais gostei foi que, pela primeira vez, pudemos ir até a Londres, ter contato com o Sherlock Holmes antes do vício e o mais importante: saber como ele conheceu Irene. Eu até esperava que houvesse flashbacks, mas não contava que os produtores fossem ser tão generosos, que fossem nos deixar entrar tão profundamente na vida do detetive e conhecer os fatos com detalhes.

A química entre o Lee Miller e a Natalie Dormer foi bastante simpática, porque não era apenas uma relação em que duas pessoas se desejavam. Era uma admiração, uma obsessão, um jogo… Uma competição! E achei bastante interessante como isso foi explorado. O relacionamento do Sherlock com a Irene era algo aguardado pelos fãs e foi satisfatório acompanhar a história, que tinha intensidade e beleza. A Irene, uma “imitadora” profissional de quadros famosos, começou a pintar obras próprias depois que a vida ficou mais colorida, quando conheceu o detetive. Até a rede de esgoto de Londres ganhou encanto e virou ninho de amor dos dois. Tem como ficar mais poético?

Mas, se a primeira parte do episódio duplo serviu para mostrar esse amor, a segunda, no entanto, foi uma virada de jogo: Irene, na verdade, era Moriarty, o famoso nêmesis do detetive! O que se seguiu nessa segunda metade do capítulo foi uma sequência de frases elaboradas para causar efeito.

“Está dizendo que somos iguais?”, perguntou Holmes à Irene, tendando entender as motivações da moça. “Estou dizendo que sou melhor”, disparou ela. “Você olha para as pessoas e vê quebra-cabeças, eu vejo jogos”, continuou a vilã. “Você é um jogo que eu venço toda hora”, finalizou ela. Touché.

Confesso que, em vários momentos, cheguei a pensar que a Irene fosse cúmplice do Moriarty, mas até o bandido, que queria matar o Sherlock, se referir ao Moriarty como “ela”, sequer imaginei que ela própria seria a grande mente criminosa por trás do inferno que se transformou a vida do Holmes.

Quando a verdadeira identidade de Irene foi revelada, quando ela foi declarada “a” Moriarty – e, mais uma vez, a série da CBS trocou o gênero de um personagem famoso, bem como “a” Watson – fiquei receosa. Parecia bizarro, mas, no final das contas, achei que foi inteligente, uma boa sacada, que levou o Sherlock ao fundo do poço novamente – ou tinha tudo para levar. Ele só não foi, só não se rendeu às fraquezas, mais uma vez, por causa da relação com a Watson, que, sem ele perceber, já tinha se transformado até em maior do que aquela cultivada pela Irene.

A Natalie Dormer conduziu o episódio, foi a grande estrela e fez jus ao papel duplamente importante que ela desempenhava – afinal, Moriarty e Irene são duas das peças mais fundamentais da história do detetive, em Elementary, ou em qualquer outra obra inspirada em Sherlock Holmes. E, se em Sherlock, Andrew Scott tinha a difícil tarefa de roubar a cena de atores genias como Benedict Cumberbacth e Martin Freeman, aqui, Dormer lidava com atores tecnicamente mais modestos, mas, ainda assim, a atuação dela foi tão brilhante quanto a do Scott e ela interpretou uma Irene diferente em cada fase de sua personagem (a artista, pintora / a mulher com trauma pós-sequestro / vilã, Moriarty).

Fato é que, com a decisão de transformar Irene em, também, criminosa, os roteiristas acabam com a relação de amor entre ela e Sherlock (ainda que, mesmo de lados diferentes da história, eles sejam apaixonados um pelo outro). Mesmo assim, é uma ruptura, uma nova era que se inicia. Estaria, agora, o caminho livre para a Watson?

Minha cara Watson

A Watson, pela primeira vez, dava consultorias à polícia de Nova Iorque sem a ajuda do Sherlock e foi incrível na função – já no início do episódio, ela percebeu que uma das tintas no ateliê, então a cena do crime, se tratava de material raro. O acontecimento foi importante, porque, embora ela seja uma aprendiz do Sherlock, é bom poder ver que a personagem não é subestimada, não se transformou apenas em uma sombra do detetive, “um mascote”, como a Moriarty gostava de dizer.

O episódio também foi importante para a relação dela com o Sherlock, que foi marcada por momentos fofos. Primeiro, quando ela sugeriu deixar o sobradinho em que moram, com a chegada da Irene, e ele disse “Não, aqui é sua casa“. Depois, pela confiança que um tem no outro, desde ele não usar drogas por não querer desapontá-la até armar um plano sozinhos, sem que mais ninguém soubesse (a falsa overdose do Sherlock).

No final, ele até nomeou uma nova espécia de abelha inspirada no nome da Watson. Quer declaração maior? Tudo bem, pode ter sido uma demonstração de afeto meio esquista, mas é o Sherlock Holmes, né, gente? Foi doce como o mel.

Bom, vou me despedir dos leitores das reviews de Elementary por alguns meses, até a segunda temporada estrear no próximo semestre. A parada seguinte é Londres. Posso te convidar para o chá?!

‘Doctor Who’ é renovada para 8ª temporada

Data/Hora 19/05/2013, 16:26. Autor
Categorias Notícias

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A BBC finalmente decidiu sair de cima do muro e confirmar a renovação de seu grande sucesso, Doctor Who, para uma 8ª temporada.

O último episódio da 7ª temporada da série que conta a história d’O Doutor – um alienígena viajante e explorador do tempo que trabalha para salvar civilizações e consertar erros – foi exibido ontem à noite e, com o encerramento da temporada veio a encomenda de uma nova, ainda sem previsão de estreia.

Os produtores da série prometem muitas novidades para a nova temporada. É válido lembrar também que os fãs não ficarão desamparados entre uma temporada e outra: teremos a estreia do longa-metragem da série em 3D – que acontecerá em 23 de novembro desse ano, nos cinemas britânicos, a princípio – e o tradicional episódio especial de Natal para compensar a falta de episódios regulares da atração.

Um telefilme de 90 minutos, que conta os bastidores da criação da série, também está programado para ir ao ar no dia 23 de novembro na televisão.

Com informações do TV Line

Destaques na TV – Domingo, 19/5

Data/Hora 19/05/2013, 09:52. Autor
Categorias TV Brasil

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Na Fox, às 10h, chega a 1600 Penn, com dois episódios em sequência. A série é uma comédia com muito humor físico, mostrando a vida da família do presidente dos Estados Unidos. No elenco estão os famosos Bill Pullman (Revelations) e Jenna Elfman (Dharma & Greg, Accidentally on Purpose), mas a grande estrela é Josh Gad (Back to You), que faz o papel do atrapalhado filho do presidente e também é um dos roteiristas do seriado. O primeiro episódio tem participação do ator Miguel Sandoval (Medium) no papel do presidente… do Brasil. O canal exibe ainda How I Met Your Mother (12h25, 8×13) e The New Normal (13h15, 1×15) e Os Simpsons (20h25, episódio 24×08).

No FX, às 23h, o drama Spartacus retorna para assumir o lugar de Dexter (episódio 7×12). O canal exibe a segunda temporada da série, chamada Spartacus: Vengeance, que já foi ao ar no Brasil pelo canal Globosat HD (atual +Globosat). A segunda temporada tem no papel principal o ator Liam McIntyre, que substitui o falecido Andy Whitfield. O canal exibe ainda Uma Família da Pesada (23h50, 11×15), American Dad (0h20 da segunda, 8×14) e The Cleveland Show (1h20, 4×13).

Na Sony, 11h, tem Switched at Birth (1×26).

Na HBO, às 22h, episódio 3×08 de Game of Thrones.

No canal Investigação Discovery, tem Blue Bloods (19h, 3×13) e Hawaii Five-0 (20h, episódio 3×19) e reprise de Lie to Me (21h, episódio 1×13).

No +Globosat, às 22h, segundo episódio da minissérie Sea Wolf.

Até segunda!

Grey’s Anatomy – Perfect Storm

Data/Hora 18/05/2013, 21:11. Autor
Categorias Reviews

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Uma season finale emocionante. Eletrizante. Tensa. Do princípio ao fim. Logo de cara, Derek e Cristina correndo, em câmera lenta, no escuro, enquanto Meredith explica o que seria uma tempestade perfeita e diz que nunca pensou que aconteceria com ela. Desde então eu visualizei, mentalmente, minha personagem favorita sangrando até a morte em cima de uma maca. E com o desenrolar dos acontecimentos, a tensão e o medo de perder personagens queridos só foi aumentando.

Peço desculpas antecipadamente pelo tamanho da review. Mas muita coisa aconteceu, muita coisa importante. E eu não fui forte o suficiente pra deixá-las de fora. Então, aproveitem o livro que virou essa review.

Vou começar falando sobre o que acabou: Crowen. Eu sei que em se tratando de Grey’s Anatomy, e especialmente de Yang e Owen, falar que houve um término é muito definitivo. Não sei como as coisas acontecerão na 10ª temporada. Mas vou arriscar: houve um final. E dois foram os fatores determinantes desse fim.

O primeiro deles é a vontade de Owen de ser pai. Confesso que fiquei surpresa com o desfecho do “caso Ethan”. Inicialmente eu não achava que Hunt adotaria o garoto, mas depois tudo pareceu conspirar para isso. O fato é que apesar de Paul ter sobrevivido e Ethan ter partido com o pai, a história toda fez com que ficasse MUITO claro que Owen nasceu para ser pai. E não ficou claro só para ele. Ficou claro para Yang também.

Na review passada comentei que estava admitindo a hipótese de Owen adotar e Yang continuar com ele, como a tia legal da criança. Pois bem, eu estava enganada. E aqui chegamos ao segundo fator determinante para o fim: Cristina se sente completa, plenamente feliz, operando. E a operação às cegas, na qual literalmente escutou o coração do paciente, fez com que ela tivesse certeza disso.

Munida da certeza de sua plena felicidade e atenta para a felicidade incompleta de Hunt, Yang tomou a melhor decisão possível: terminar o relacionamento. Ou melhor, constatar o fim de algo que já há muito tempo havia terminado. E tinha que ser ela a tomar essa decisão, aquela com o “coração gelado”, já que Hunt não conseguia abrir mão do seu amor por Cristina para partir em busca dos filhos. Foi dolorido, é claro. Mas creio que ambos ficarão bem. Yang, porque já é plenamente feliz (e sua recuperação certamente passará por muitas cirurgias complexas e arriscadas), e Owen porque encontrará sua felicidade (e sua recuperação certamente passará por fraldas, mamadeiras e futebol).

E se Crowen acabou, o mesmo pode se dizer sobre Calzona? Creio que não. Pelo menos não agora. Não definitivamente.

Vi gente reclamando sobre o fato da discussão final entre as duas ter sido sobre a perna. Mas achei muito coerente. Afinal, toda a temporada, para Arizona, foi sobre a perna. A cada episódio, mais sinais de que Robbins não havia superado a tragédia. Ela foi ríspida e irracional várias vezes. Com Karev, com Derek. E ela bateu sempre na mesma tecla: perna, perna, perna. Enfim, ficou bastante claro, durante a temporada, de que a loira sorridente de patins, mesmo com o passar do tempo, NÃO estava de volta. E Callie foi, o tempo todo o alvo principal do desconforto e da ira de Arizona. O diálogo do final do episódio nos deu pistas concretas porquê.

Torres foi uma das mais atingidas pela tragédia da finale da temporada passada, apesar de não estar no avião. Perdeu Mark e viu a mulher entrar numa espiral – quase – sem volta de amargura. E por essas perdas, acabou participando do grupo dos sobreviventes como se sobrevivente fosse. Tomou a frente, inclusive, várias vezes. Mas ela não estava lá. Não passou pelos horrores que os demais passaram. E Arizona se incomodou com a postura da esposa. Irracionalmente, é claro.

Outra coisa que ficou evidente é que Arizona sabe que age mal com Callie. A conduta dela pós-sexo com Lauren deixou isso claro. Por mais que o envolvimento com outra pessoa tenha feito ela se sentir bem novamente, rapidinho a realidade a chamou. E veio a culpa. Se ela não soubesse de todos os sacrifícios de Callie e os valorizasse, se ela não amasse a esposa, ainda, a culpa não teria se apresentado tão prontamente.

Mas ao lado da culpa, a amargura. O sentimento de traição. Afinal, Arizona confiou, e sentiu que foi traída. Pediu que a perna não fosse removida, e acordou sem ela. É ÓBVIO que a parte racional de Robbins sabe que foi para salvar sua vida. Mas a porção irracional, nessa finale, se sobrepôs.

Callie sente que perdeu a mulher. Porque, em definitivo, a Arizona que vimos nessa temporada não foi a Arizona que aprendemos a amar. Enquanto Yang, Mer e Derek se recompuseram, a loira apenas tocou a vida para a frente. E é necessário compreendermos que algumas pessoas levam um tempo maior para superar. Penso que Callie compreenderá isso. E em virtude dessa compreensão, Calzona sobreviva.

Sim, eu torço pra isso. É óbvio que eu fiquei com raiva de Robbins. Ela escolheu um caminho altamente reprovável. E apesar de enxergar lógica por trás das ações e palavras da Arizona, deu uma baita vontade de sentar a mão na cara dela e sair correndo abraçar e confortar Callie. Mas acho que elas superarão. Elas acharão uma forma de sair fortalecidas disso tudo. Quero dizer, se é que existe uma forma de se fortalecer depois de algo do tipo. Enfim, torço por Calzona, com todo meu coração.

Enquanto que algumas coisas caminham para o seu final, outras estão apenas começando. Jolex (é esse o nome do shipper?) é uma realidade, agora. Alex decidiu agir, e a conversa (ótima, diga-se de passagem) com Arizona no armário e após a atuação segura de Jo junto aos bebês foi determinante para isso. Fiquei muito feliz por Karev ter contado para Jo sobre seus sentimentos, FINALMENTE. E o sorriso de felicidade no rosto dela encontrou eco no meu. Acho que juntos os dois crescerão bastante. E quem sabe parem de, eventualmente, tentar arruinar tudo.

Começam uns, e recomeçam outros. Acho que April e Jackson recomeçarão. Toda a tensão envolvendo Jackson e a explosão do ônibus (QUE CENA TENSA! Impossível não pensar que Avery tinha ido pelos ares) evidenciou aquilo que já sabíamos: Kepner quer Avery (sim, é difícil parar de visitar o parque de diversões). Ela ama Avery, definitivamente. E resolveu dizer isso para ele, com todas as letras, apesar disso conflitar seriamente com o modo de vida que ela quer pra si. Matthew é seu par ideal (e Shonda não foi malvada ao ponto de matá-lo, afinal das contas), mas seu coração pulsa por Jackson. Então, só me resta torcer para que ele dê um motivo para que ela não case. Me rendo e admito: esses dois só conseguirão ser felizes juntos.

Felicidade que chegou para a família Grey-Shepherd. Depois de MUITA apreensão, é claro. Mas chegou. E torço com todas as forças do meu ser que para ficar. Bailey (que nasceu limpinho) é LINDO. E é filho de uma lutadora. Como não amar AINDA MAIS Meredith depois de tudo que vimos nessa season finale? Passou por uma cesárea no escuro. O bebê nasceu e não chorou. Depois de chorar, mal conseguia respirar sozinho. Mer teve um graaaaaaande sangramento interno. Mas ainda assim, deu as instruções para que Shane salvasse sua vida. Confesso: fiquei com o coração apertadinho quando as lágrimas começaram a escorrer pelo rosto de Meredith, ela anunciou que estaria inconsciente em poucos segundos e ainda ordenou que não fosse ressuscitada se ficasse mais de 9 minutos em parada. Sofri.

É claro que se analisarmos friamente, a protagonista de Grey’s Anatomy não morreria. Mas na hora meu irracional assumiu o controle, e fiquei pensando que Mer se reuniria à tantos outros personagens no além. A cena entre Derek e Yang me lembrou MUITO a entre Mark e Derek, no episódio que Mer luta contra a morte, após o afogamento. E meus olhos marejaram quando Cristina disse que ela não morreria pois é a “person” dela e do Derek. Quando Bailey veio conversar com eles, chorando, e acaba ficando muda, temi verdadeiramente que Shonda tivesse surtado de vez e matado Meredith. Mas, MAIS UMA VEZ, ela sobreviveu. E que só venham alegrias, agora. Por favor, Rhimes. Escute nosso clamor.

E devemos a salvação de Mer à Bailey. Que esteve impecável no episódio. O trauma dela era tão enorme que nem mesmo os inúmeros pacientes em risco fizeram ela voltar para a sala de operação. Mas saber que Mer estava em risco foi o estímulo necessário. Primeiro, ela surtou, perdeu o controle. Depois voltou a tomar as rédeas da situação e foi aquela cirurgiã badass a qual estamos acostumados. Abracei ela junto com Derek. E digo e repito: merecida a homenagem de Der e Meredith à Miranda. Homenagem que me lembrou de Tuck e de George. Deu saudade, mais uma vez.

E tudo isso fez com que Bailey tomasse a decisão de ir atrás de Weber. Ela se arrependeu de ter atacado o Chief (ela até teve bastante razão no que falou pra ele). Mas pode ser que ela não chegue a tempo de se desculpar.

E claro que a temporada acabaria com alguém lutando pela vida. O escolhido da vez foi justamente Weber, um dos poucos integrantes do time original de Grey’s. E a participação do Chief nesse episódio, inspirando Yang, livrando Bailey das cirurgias, mostrando seu carinho e consideração pelos pacientes e pelas famílias e seu cuidado com a “sua equipe”, foi linda. Bonita mesmo. Foi como uma compilação dos melhores momentos de Richard. Não sei se ele morrerá, ou viverá. Só em setembro descobriremos. Mais uma vez, é passar o hiato inteiro com o coração na mão, nos perguntando se nos despediremos de mais um personagem de Grey’s.

Encerro agora a última review dessa temporada. Uma temporada magnífica, que me fez voltar a amar Grey’s perdidamente. Só me resta esperar, então, pela próxima temporada, torcendo para que a qualidade da série seja mantida. E com um sincero desejo no coração: vida longa à Grey’s Anatomy.

Série estrelada por Gillian Anderson tem melhor estreia da BBC Two em 8 anos

Data/Hora 18/05/2013, 15:24. Autor
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The Fall, um drama psicológico que tem no elenco a atriz Gillian Anderson (Aquivo-X), tornou-se a segunda série dramática, da BBC Two, a obter sucesso logo no seu episódio de estreia no Reino Unido, tendo excelentes números de audiência,  perdendo o posto de primeiro lugar apenas para a série Roma (2005).

Escrito por Allan Cubitt e produzido pela Artist Studios, a série  gira em torno da policial Stella Gibson (Anderson), que desvenda as histórias das famílias que tiveram suas vidas drasticamente modificadas a partir de uma série de  assassinatos que ocorrem na cidade de Belfast, porém  não são somente o drama  das famílias das vítimas que são contadas, mas também a do próprio assassino.

A estreia do programa, no dia 12 de maio, foi assistida por 3.5 milhões de pessoas, o que fez de The Fall, ainda, a melhor estreia dramática nos últimos 8 anos. A temporada terá 5 episódios e conta com Jamie Dornan (o xerife de Once Upon a Time) entre as estrelas.

Também no Reino Unido, a produtora de entretenimento ITV encomendou a segunda temporada da série do canal Sundance, Rectify,  e que será exibida em todos os países  da Europa e Ásia que possuem cobertura  da emissora, incluindo Turquia, França, Península Ibérica, Bélgica, Holanda, Luxemburgo e os países membros do grupo CEE.

Rectify conta a história de Daniel Holden (Aden Young), que é libertado após passar 19 anos no corredor da morte da prisão em Georgia. Estão no elenco da série Abigial Spencer, Clayne Crwaford, Adelaide Clemens, J. Smith Cameron e Luke Kirby.  A série foi criada e escrita por Ray Mckinnon (The Accountant, Deadwood e Sons Of Anarchy) e tem como produtores-executivos Mark Johnson e Melissa Bernstein (Breaking Bad). Nos Estado Unidos, a primeira temporada estreou no dia 22 de abril.

A segunda temporada de Rectify será exibida em 2014. A série ainda não tem previsão de chegada ao Brasil. Já a estreia de The Fall, você poderá acompanhar pelo site Netflix, no dia 28 de maio.

Com informações do Deadline.

‘Mike & Molly’: criador deixa a série e número de episódios são reduzidos

Data/Hora 18/05/2013, 15:01. Autor
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A comédia da CBS está passando por algumas mudanças na sua equipe técnica. A primeira  delas é que  o criador e showrunner da série, Mark Roberts, vai deixar o programa para se focar em outros projetos.  Em seu lugar, Al Higgins, que atualmente é o produtor-executivo da série, foi chamado para atuar como showrunner. A mudança se efetivará assim que a 4ª temporada for lançada.

A segunda novidade é que, embora a CBS tenha encomendado uma temporada de 22 episódios, a  emissora decidiu reduzir o número de episódios e exibi-la como midseason (a “baixa temporada”, que geralmente começa em dezembro e num período mais curto).  A presidente da CBS, Nina Tassler, se pronunciou, nessa semana, acerca de tal mudança dizendo, “Nós amamos Mike & Molly e sabemos que é uma grande série que pode nos proporcionar mais episódios originais, por isso escolhemos exibir o show durante a midseason, é um ótimo recurso para nós e sabemos que as pessoas adoram!”

Dessa maneira, a CBS abre espaço na sua programação para mais quatro séries de comédia, que são: Mom, The Millers, The Crazy Ones e We Are Men.  Mike & Molly, estrelada por Melissa McCarthy e Billy Gardell, conta a história de um casal – um policial e uma professora –  que está um pouco acima do peso e precisa aprender a conviver com os comentários sarcásticos de suas respectivas famílias e amigos. No Brasil, você acompanha a série pelo canal Warner.

Com informações do Inside TV.

Destaques na TV – Sábado, 18/5

Data/Hora 18/05/2013, 10:44. Autor
Categorias TV Brasil

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Os sábados, tão parados, ficaram mais movimentados a partir de agora, com mais estreias nos canais de TV por assinatura. Confira:

Às 15h, no AXN, estreia a quinta e última temporada do procedural drama In Plain Sight. A série estrelada pela atriz Mary McCormack retorna para mais oito episódios – neste primeiro, The Anti-Social Network, ele mostra sua personagem retornando da licença maternidade e dando proteção a um homem que pode destruir uma antiga sociedade secreta.

Na Fox, às 10h, chega 1600 Penn. A série, de Jason Winer (Modern Family), é uma comédia de humor físico, mostrando a vida da família do presidente dos Estados Unidos. No elenco estão os famosos Bill Pullman (Revelations) e Jenna Elfman (Dharma & Greg, Accidentally on Purpose), mas a grande estrela é Josh Gad (Back to You), que faz o papel do atrapalhado filho do presidente e também é um dos roteiristas do seriado. O primeiro episódio tem participação do ator Miguel Sandoval (Medium) no papel do presidente… do Brasil. Erramos: a data correta da exibição é no domingo, às 10h.

A Fox exibe ainda Touch (11h, 2×02 pela cronologia americana, o terceiro da temporada no Brasil), New Girl (18h25, 2×02) e Glee (18h50, 4×09).

No FX, 8h30, tem Wilfred (2×07).

Na Sony, 1h30 da madrugada do domingo, o Saturday Night Live recebe Adam Levine – desta vez como host! O número musical é de Kendrick Lamar.

Domingo eu volto, com o retorno de Spartacus. Até lá!

Confira fotos promocionais da terceira temporada de ‘Luther’

Data/Hora 17/05/2013, 23:50. Autor
Categorias Notícias

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A terceira temporada de Luther vai dar muito trabalho para o personagem principal da série. Além de viver sob pressão no trabalho, com dois crimes para serem investigados por ele, Luther também vai ter que lidar com uma ex-policial durona que vai fazer tudo para derrubá-l0.

Confira abaixo as imagens da terceira temporada da série:

Além dos conflitos, a terceira temporada de Luther também vai contar com a participação de Sienna Guillory, que vai interpretar uma vendedora de lojas de artigos vintage que conhece Luther por acaso.

A terceira temporada de Luther vai consistir em quatro episódios de uma hora cada. A data de estreia não foi definida, mas acontece ainda em 2013, no Reino Unido.

Com informações do SpoilerTV.

Vídeo promocional traz mais novidades sobre temporada final de ‘Dexter’

Data/Hora 17/05/2013, 23:48. Autor
Categorias Notícias

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O fim de Dexter está próximo e a oitava e última temporada vai ao ar no dia 30 de junho, na TV americana.

Depois da divulgações de pôsteres promocionais, bem como alguns vídeos sobre os bastidores, foi divulgado hoje um novo vídeo que mostra o que está por vir na série. Aparentemente as coisas não vão ser tão simples para Dexter ou para Deb.

Confira abaixo o vídeo:

 

A oitava temporada da série começa seis meses depois da morte de LaGuerta, enquanto Dexter continua lidando com sua vida de pai, irmão e serial killer. Enquanto isso acontece, sua irmã, Deb (Jessica Carpenter), tenta conviver com as consequências de seus atos, já que ela passa a entrar em um conflito interno por descobrir informações sobre o passado de seu irmão.

Nos Estados Unidos, a nova temporada de Dexter e a estréia de Ray Donovan serão exibidas pelo canal Showtime, às 21h e 22h, respectivamente, do dia 30 de junho.

Com informações do SpoilerTV.

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