Atriz de ‘Ugly Betty’ deve estrelar série inspirada em ‘Romeu e Julieta’

Data/Hora 17/05/2013, 23:10. Autor
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Com o hiato de Grey’s Anatomy e Scandal, a ABC está à procura de novas séries para preencher o vazio da falta de seus grandes sucessos. Na apresentação da nova grade, esse assunto foi apresentado, mas ainda sem muitos planos.

Ao que parece, a ABC começou a pensar mais na ocupação da grade: a emissora vem trabalhando no projeto Pedro & Maria, da atriz America Ferrera, mais conhecida por seu papel em Ugly Betty, e do produtor Ben Silverman (The Office e Ugly Betty).

A história de Pedro & Maria consiste em um Romeu e Julieta cuja grande dificuldade é criada pelo dinheiro: Pedro é de família dominicana pobre, enquanto Maria é filha de porto-riquenhos que conseguiram sucesso no ramo imobiliário. As diferenças socioeconômicas os afastam e os fazem acreditar que não devem ficar juntos, por mais que queiram.

O formato é inspirado em uma telenovela espanhola e cogita-se a participação do público na decisão dos acontecimentos importantes da história.

Com informações do EW.

Jurados originais do ‘The Voice’ voltam para a quinta temporada da série

Data/Hora 17/05/2013, 22:41. Autor
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É oficial! A NBC anunciou nessa tarde que Blake Shelton, Adam Levine, Christina Aguilera e Cee Lo Green assinaram seus contratos para retornar como jurados na quinta temporada do The Voice.

O canal também divulgou que Shakira e Usher vão voltar para o The Voice na sexta temporada que estreia em 2014.

“Já faz alguns meses que nós tínhamos o plano de trazer Christina Aguilera e Cee Lo Green ao lado de Blake e Adam e agora nós estamos muito felizes por anunciar que os jurados originais do The Voice vão estar de volta na quinta temporada”, anuncia Paul Telegdy, presidente da programação alternativa noturna da NBC Entertainment. Telegdy também afirma que “eles são a razão desse show ter sido lançado com tanta força e, por isso, somos muito gratos a eles”.

Assim, Christina Aguilera e Cee Lo Green vão voltar ao lado de Adam Levine e Blake Shelton para a quinta temporada, enquanto Usher e Shakira voltam para a sexta temporada no verão de 2014.

Com informações do TVLine.

Amazon reprova o projeto de série de ‘Zombieland’

Data/Hora 17/05/2013, 17:06. Autor
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Há mais ou menos um mês, a Amazon – que está entrando no ramo das produções próprias – disponibilizou uma lista de pilotos em seu site e colocou o futuro dos projetos nas mãos do público: dependendo de quantas visualizações e avaliações positivas os episódios tivessem, a encomenda de série seria ou não feita.

O piloto mais anunciado e esperado, no entanto, era o de Zombieland, inspirado no filme cult de sucesso de 2009. Na nova produção, os atores Tyler Ross, Kirk Ward, Maiara Walsh e Izabela Vidovic interpretam os personagens que uma vez foram de Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Emma Stone e Abigail Breslin no longa metragem. Apesar de apresentar um elenco diferente na frente das câmeras, a equipe por trás delas foi mantida: os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick foram também os responsáveis pelo projeto da Amazon.

Mesmo “mantendo a receita do bolo”, não deu certo. Pelo Twitter, Reese lamentou o destino do projeto de série e culpou o “ódio” dos fãs do filme pelo insucesso da nova versão. Ele terminou dizendo que toda equipe estava orgulhosa do que fez, pois cada um deu seu melhor.

 

 

Segundo o site Deadline, Alpha House e Betas são dois dos pilotos oficializados pela empresa. The Onion Presents: The News também estaria caminhando para receber a encomenda de série.

Alpha House é escrita por Garry Trudeau, vencedor do Oscar e do prêmio de Jornalismo Pulitzer. A série gira em torno de quatro senadores que vivem juntos em uma casa alugada na capital dos Estados Unidos, Washington.

Betas: segue a vida de quatro nerds de computadores que, ao mesmo tempo em que tentam ficar famosos, precisam decifrar um novo código. Escrita por Evan Endicott e Josh Stoddard.

The Onion Presents: The News se passa em uma emissora de TV e mostra o quão longe jornalistas estão dispostos a ir para se manterem no topo da profissão. O seriado é uma criação de Will Graham e Dan Mirk (The Onion News Network).

Com informações do EW e Deadline.

Balanço de Temporada – Revenge

Data/Hora 17/05/2013, 16:53. Autor
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A segunda temporada de Revenge (transmitida pelaABC lá fora, e pela Sony por aqui) terminou nesse domingo com um episódio de duas horas de duração, que nos trouxe mais coisas pra processar do que realmente um encerramento. De cara, tivemos uma morte, duas prisões, duas revelações e a volta de um primogênito. Nada mal para uma temporada que se perdeu no início a ponto de nos fazer pensar: “que série mesmo estamos assistindo?”

Os grandes ganchos que marcaram o final da primeira temporada era de que a mãe de Emily estava viva e de que os fatos que cercavam o acidente do voo 197, pelo qual David Clarke foi incriminado, estavam ligados à Iniciativa e não somente aos Greyson. Esses dois cliffhangers foram os responsáveis por desarticular a trama da série e fazer com que ela perdesse durante muitos episódios “a cara” de Revenge. Isso, primeiramente, porque o fato de sua mãe estar viva destrói o ethos de órfã em busca de vingança. Amanda Clarke tinha uma mãe e já não era mais sozinha no mundo, o que tira um pouco do motivo de sua fúria vingativa. Em um segundo momento, a revelação de que os Grayson não eram exatamente os responsáveis pela morte de David foi um argumento contra ao ponto principal que resume toda a série: o embate entre Emily e os Grayson. A vingança teria sentido se estava sendo direcionada a apenas peças de um jogo maior, e não aos verdadeiros culpados?

E foi baseada nesses pontos que toda a primeira parte da segunda temporada de Revengeseguiu, e foi aí que a série se perdeu. O verdadeiro eixo dramático da série foi deixado de lado, e substituído por uma trama que envolvia Emily e o novo personagem, o também em busca de vingança Aiden, contra a tal Iniciativa. Não entendemos de início do que se tratava o grupo responsável pelo fatídico atentado, mas concluímos (sem muita ajuda dos roteiristas, diga-se de passagem) que eram empresários que provocavam atentados para lucrar com eles. Praticamente lobistas do caos. Emily e Aiden, ajudados ainda por Nolan, gastaram um bocado de episódios para entender como funcionava a Iniciativa, que a esse ponto já controlava e ameaçava Daniel. Esse desenrolar nos tirou o que mais gostávamos em Revenge: a dubiedade do relacionamento entre Emily e Daniel, em que não sabíamos até que ponto a moça estava realmente se apaixonando, o triângulo com Jack e o enfrentamento através de indiretas, olhares e sorrisinhos de canto de boca entre a novata do Hamptons e Victoria Greyson, de longe o melhor personagem da série.

Mas, felizmente, parece que não fomos os únicos a sentir que a trama tinha problemas. Por volta da metade da temporada, antes do maior hiato dos episódios, a produção da série resolveu trabalhar com uma meta de backtobasics: muitas arestas foram cortadas com o encerramento da trama de Padma, a nova namorada de Nolan (que na segunda temporada beijou garotas, não garotos, como fez na primeira), a desarticulação da Iniciativa com a morte de Helen e Trask, a conclusão do sequestro da irmã de Aiden e a morte da verdadeira Emily Thorne, que encerrou seu romance com Jack. A partir daí, a série foi voltando aos eixos.

Mas como voltar o foco para Emily x Grayson, que é o que realmente importa? A season finale mostrou que essa realmente é a intenção dos roteiristas, com o grande ponto final sobre a Iniciativa: realmente foi afirmado, com todas as letras, que são empresários que lucram com desastres provocados por eles mesmos, dentre os quais figura Conrad Grayson. Além disso, nesse episódio o ciclo da vingança foi contornado novamente: a culpa do apagão causado pelo programa Carrion, interpretado como ataque terrorista pelas autoridades, foi jogada nas mãos de Nolan, o David Clarke da vez. Mais estimulo para a vingança de Emily continuar. Além disso, a morte de Declan tirou outro ente querido de Jack, que sedento de vingança, torna-se outro personagem com sua própria agenda de vingança contra os Grayson.

O último episódio, escrito por Mike Kelley, que deixa a série após divergência em relação à quantidade de episódios por temporada, nos faz ansiar por uma terceira temporada mais básica e direto no ponto. Esperamos conhecer o filho bastardo de Victoria e saber como Jack vai lidar com a revelação da verdadeira identidade de Emily, grande gancho do final do capítulo. Que venham mais tramas, não tão rocambolescas mas mesmo assim deliciosas, em setembro, quando Revenge estará de volta pro nosso deleite.

Episódios inéditos de ‘Apartment 23’ já estão disponíveis no site da ABC

Data/Hora 17/05/2013, 15:50. Autor
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Como a emissora havia prometido, a ABC disponibilizou, hoje, todos os 8 episódios de Don’t Trust de B…. in Apartment 23, que não foram ao ar na TV, em sua página na Internet. Os vídeos, que estão restritos para usuários de dentro do território americano, podem ser vistos aqui.

Apartmente 23 estreou em abril de 2012, nos Estados Unidos, e obteve uma audiência satisfatória com uma média de 6 milhões de espectadores por episódio. O segundo ano do programa, no entanto, não conseguiu manter os índices de sua estreia e viu a audiência cair drasticamente. A ABC retirou a série do ar inesperadamente, no meio da temporada, e apesar de os protagonistas assinarem contrato para outros projetos televisivos, nunca houve um cancelamento oficial.

James Van Der Beek, que interpretava uma versão fictícia de si mesmo, entrou para a produção cômica da CBS Friends With Better Lives, que deve estrear no segundo semestre. Já Krysten Ritter participou do piloto de Assistance, na NBC, mas o projeto não recebeu encomenda de série.

Com informações do EW.

‘Falling Skies’ terá novo showrunner caso seja renovada para o quarto ano

Data/Hora 17/05/2013, 15:33. Autor
Categorias Notícias

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O canal TNT já considera renovar o drama de ficção-científica Falling Skies para a quarta temporada – a terceira estreia no dia 9 de junho, com episódio especial de 2 horas, na TV americana.

Caso isso aconteça, a próxima temporada terá um showrunner diferente. David Eick (produtor-executivo de Battlestar Gallactica e co-criador de Caprica) deve substituir Remi Aubuchon, com quem ele trabalhou na própria Caprica. Aubuchon, por sua vez, entrou na série no segundo ano, quando ficou com o cargo que era de Mark Verheiden (Smallville).

O showrunner é quem toma as decisões finais em relação a um seriado e, geralmente, acumula as funções de produtor-executivo e roteirista.

Fallinkg Skies é o projeto com roteiro de maior sucesso do canal TNT e, como envolve uma produção elaborada – cheia de efeitos especiais -, a renovação costuma ser antecipada nos bastidores. Steven Spielberg e Roberto Rodat são produtores-executivos e Noah Wyle estrela. A série se passa em um planeta Terra invadido pelos alienígenas.

Com informações do Deadline.

Destaques na TV – Sexta, 17/5

Data/Hora 17/05/2013, 13:19. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! E, infelizmente, tem pouca coisa interessante pra ver na TV. Veja a seguir os destaques do dia nos canais de TV por assinatura.

No canal Space, que acaba de atualizar sua identidade visual, com animações em 3D durante os intervalos, o destaque é a série Continuum (21h, episódio 1×09, leia a review).

Na Sony, às 10h e às 17h, tem Cougar Town (4×10) e, às 10h30 e 17h30, 30 Rock (7×03).

No +Globosat, 22h, vai ao ar o episódio 2×03 de London Hospital.

Na Warner, 23h, episódio 8×10 de Supernatural.

Séries brasileiras: no Multishow, 22h, vai ao ar o humorístico Olívias na TV. Na Globo, 23h43, vai ao ar o sexto episódio de O Dentista Mascarado.

E até o final de semana!

‘Warehouse 13’ é renovada para a última temporada

Data/Hora 17/05/2013, 11:49. Autor
Categorias Notícias

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O Syfy renovou Warehouse 13  para a quinta e última temporada. O drama estrelado por Eddie McClintock e Joanne Kelly e produzido por Jack Kenny está atualmente em exibição da quarta temporada desde o final de 2012.

A emissora, que acabou de renovar Defiance para o segundo ano, encomendou mais seis episódios de Warehouse 13 para fechar a história. Eles serão exibidos em 2014. Um anúncio oficial do Syfy é esperado para hoje, dia 17 de maio.

Em abril, Jack Kenny disse que ele e os outros produtores da série já estavam se preparando para uma possível quinta temporada. “A ordem que recebemos do Syfy foi ‘Pensem grande. Façam todos os episódios que, antes, vocês achavam que eram muito grandes para fazer. Cenas melhores, arrisquem mais.'”

Warehouse 13 vai ao ar às segundas feiras na Syfy americana. A série conta a história de dois agentes secretos, Myka Bering (Joanne Kelly) e Pete Lattimer (Eddie McClintock), que são incumbidos de cuidar de um armazém com artefatos misteriosos – a ainda precisam lidar com forças sobrenaturais.

Com informações  do Hollywood Reporter.

Castle – Watershed

Data/Hora 17/05/2013, 00:43. Autor
Categorias Reviews

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“Estamos nos preparando para qualquer coisa, mas ainda não aprendemos a viver, a arriscar por aquilo que queremos, a sentir aquilo que sonhamos. E, assim, adiamos nossas vidas por tempo indeterminado, até que a vida se encarregue de decidir por nós mesmos.” – Cecília Meireles.

De sonhos todos nós somos feitos. Passamos a vida atrás deles, esperando a oportunidade de tirá-los do plano das ideias e transformá-los em realidade. Mas quantas não foram as vezes em que essa oportunidade chegou, e o medo de ter tudo o que sempre quis ao alcance das mãos não nos deixou abraçar essa chance como deveríamos? Não diferente da vida real, foi assim com Beckett também.

Com muita graça, descobrimentos e também com a já enorme saudade, a gente viu Castle se despedir da temporada que eu chamo de a temporada da evolução. Vindo com a questão se Beckett aceitaria ou não o emprego na capital, Watershed não teve como nome “divisor de águas” a toa. Aliás, dividida é o melhor termo que eu poderia achar para me definir após essa season finale. Se o Marlowe queria, não só por Beckett em confronto com seus medos e dúvidas, assim como queria deixar os fãs com a cabeça fervendo até setembro, digam ao homem que ele conseguiu. Feito para encerrar o processo entre o que nós somos agora/o que nós seremos no futuro, esse último episódio botou um fim no rumo incerto, e lançou uma proposta bastante inesperada.

Antes de qualquer coisa, eu devo confessar que fui para a season finale com mil expectativas e tive um pouco mais da metade saciada. Longe de mim dizer que foi ruim o episódio – muito pelo contrário. Mas eu esperava mais, e se me permitem, eu achei o final de temporada mais fraco entre os dois últimos. O caso foi bastante interessante, bem inteligente, mas faltou um pouco mais de emoção durante os 43 minutos. Mas, como em Castle são os detalhes que fazem valer a pena, nesse episódio não foi diferente.

Logo no começo eu me assustei por ver o quão adiantado já estava o andamento da tal proposta de emprego. Quando ela optou por esconder do Castle, na semana passada, eu não imaginava que ela chegaria tão longe com o segredo. Mas como a descoberta do segredo só se deu mais lá para frente do episódio, eu deixo essa questão pra depois também. Por enquanto, vamos falar do quão aterrorizante foi ela dizer que sabia o porquê de estar naquela entrevista, e do quão doloroso foi ver a carinha de “despedida” que ela dava para cada situação, já rotineira, que acontecia no departamento.

Ela estava em dúvida. Não só em dúvida, ela estava, internamente, se perguntando como poderia deixar tudo aquilo ali para trás e perseguir um sonho, um novo caminho. E eu a entendo, afinal, quem não sentiria falta de tudo o que eles viveram durante esses 5 anos? Se vocês perceberem, a cada situação que tinha como marca uma característica deles, ela ficava com um ar triste. Foi assim nas teorias do Castle, quando ele e Esposito falaram juntos, quando ela estava botando contra a parede um suspeito da sala de investigação. Durante todo o episódio, ela nos dizia que queria o emprego na capital, mas nos dava pistas de que ficaria em Nova York. Mas se tinha um fator que implicava diretamente na decisão dela, esse fator era a dúvida sobre o que ela e Castle realmente tinham.

Eu disse que Marlowe não dava ponto sem nó, e é exatamente por isso que eu sabia que a questão “para onde estamos indo” ainda voltaria nessa temporada. É claro que mudar para outra cidade, largar o departamento, eram problemas que Beckett teria que lidar – e não eram problemas fáceis. Mas o medo de fazer uma escolha rondava, e sempre rondou, sobre optar ficar por um relacionamento no qual nenhum dos dois havia conversado sobre o rumo. Ela é completamente louca por ele, e isso já é um motivo que explicaria o fato de, por medo, ela ter escondido a proposta dele. Se eles já tivessem sentado e conversado, talvez mais opções surgiriam além de escolher ir para D.C., ou largar a proposta e ficar com o Castle. Se eles já tivessem sentado e conversado, muitas dúvidas não estariam em jogo. Se, se, se.

Se o medo de chatear o Castle, junto com o medo de ter que sentar e conversar sobre o que eles têm, não fossem tão grandes, essa cena teria sido evitada. Desde que ela optou por não contar ao Castle, eu discordei totalmente. Em uma relação, há coisas que devemos mesmo esperar um pouco para ver se vale o sacrifício de uma longa conversa, ou até mesmo uma briga. Mas nesse caso, não era uma simples “coisa”. Como ela disse, era sobre a vida dela, mas mexendo na vida dela, ela mexeria na dele também. Por mais que eles não tenham rotulado ou decidido o que fazer nos próximos meses, ou anos, o Castle está ligado a ela, assim como ela a ele, e por isso, somente por isso, ele estava certo em dizer que sim, aquilo era sobre eles. E desde que mundo é mundo, e Always é Always, nós sabemos que em Castle, guardar um segredo nunca acaba bem.

Mas é aí, no meio de uma turbulência, uma indecisão, uma briga, que entra Martha, nossa representante para os momentos em que queremos por um pingo de juízo na cabeça do Castle e fazê-lo enxergar o que se encontra debaixo de seu nariz. Martha disse o que muitas vezes eu tive vontade de gritar na tela do computador pra ver se chegava aos ouvidos do nosso escritor. Será que ele não via que alguma coisa estava fora dos trilhos? Que, em algum momento, eles teriam que dar um rumo para o que eles estavam vivendo? Não, eles não estavam apaixonados pela música, como Beckett perguntou ao pai. Depois de tudo que eles passaram, não deveria restar dúvidas de que aquilo daria certo. Castle só precisava enxergar, e ir atrás disso, mais uma vez. E ele foi. Foi com a cara, a coragem, e um anel de brilhantes.

Eu não estava esperando um pedido de casamento, e talvez por isso, eu tenha demorado para formar uma opinião concreta na minha cabeça. Depois de muito pensar, eu percebi que, realmente, não tinha um final mais lógico que esse. Como eu disse, essa quinta temporada foi a temporada da evolução, e nada mais justo que finalizar com uma grande (enorme, eu sei) evolução. Porém, nem mesmo a lógica funciona sempre, e eu acho que o Castle quis correr antes mesmo de caminhar. Foi por isso que o final me desapontou. Não a ideia do casamento, mas a forma e o contexto em que ela surgiu. Por tudo que ela representa para ele, por tudo o que eles já viveram, não era por medo e pressão do “meu Deus, se eu não decidir o que temos, poderei perdê-la para sempre” que ele deveria ter feito o pedido. Como encarar com naturalidade um pedido de casamento, se até semana passada nenhum dos dois havia enfrentado todas as questões? Como sair do não sei o que temos direto para o casa comigo?

Sei que muito se falou, e muitas são as opiniões sobre o rumo tomado por esse final. O que me preocupa é o fato deles não estarem preparados para um passo desse tamanho, e a certeza de que a Beckett é sensata o suficiente para chegar a essa conclusão também. Mesmo com o Castle dizendo que não importa o que aconteça, tampouco importa a decisão dela, eu ainda tenho a sensação que o pedido veio junto a uma vontade de mexer com a escolha dela e fazê-la ficar em NY. Embora eu ache que o Marlowe poderia ter feito um pouco diferente, a cena final me fez encher de lágrimas os olhos. Ao som de Robert Duncan, eu tive minhas emoções mexidas por uns mil liquidificadores.

Se ela vai aceitar? Não sei. Meu palpite (e também o meu desejo) é que ela peça calma a ele, e que sentem para finalmente terem a tão esperada conversa. Acho que, independente do que seja a resposta, a sexta temporada terá um plano de fundo muito interessante para ser trabalhado. Como eu sempre falo, a ordem cronológica de Castle é tão perfeita que me assusta. Marlowe separou a quinta temporada para tratar da evolução do romance, e agora, no nosso sexto ano, nada mais justo que nós descubramos o que vem depois da “fase de conhecimento”. Embora o pedido de casamento tenha sido um enorme passo, tenho a total certeza de que eles continuarão seguindo fase por fase, sem falhas, sem pular etapas, sem deixar nada para trás. Castle e Beckett permanecerão galgando degrau por degrau – ou dançando conforme a música, se vocês preferirem.

Me despeço dessa quinta temporada muito mais in love do que quando entramos nela. Serão duros meses de cabeça borbulhando, mas em setembro teremos nossas desesperadas respostas. E, quando o medo bater, a loucura aparecer, e a abstinência falar mais alto, lembrem-se: in Marlowe we trust. Até a sexta temporada!

PS1: A necessidade da Beckett em contar as coisas para Lanie é quase tão grande quanto a minha vontade de ver mais cenas como essa na série. São sempre ótimas cenas, com belos conselhos, e, infelizmente, muito raros. Ainda torço por uma temporada em que haja mais momentos como esse.

PS2: Todos os awards para a Stana e sua interpretação, no episódio inteiro, mas especialmente na entrevista com o suspeito. Beckett é, definitivamente, a personagem mais forte que eu já vi na vida.

PS3: Castle, eu apostaria mesmo no magenta para a capa de Deadly Heat.

Parks and Recreation – Swing Vote e Are You Better Off?

Data/Hora 17/05/2013, 00:17. Autor
Categorias Reviews

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Como terminar a temporada em estilo.

Parks and Recreation teve uma quinta temporada que, se considerarmos o todo, não foi extremamente satisfatória. Tudo bem que a quarta temporada também elevou bastante o nível da série e os roteiristas simplesmente acharam difícil lidar com novos arcos, com uma mudança de ambiente também. Porém, até mesmo quando conseguiram colocar todos os personagens em uma só situação, o nível do roteiro continuou baixo.

Porém, a série conseguiu dar uma guinada no final da temporada, mesmo que isso não salve ela inteira. Houve pequenos momentos de personagens e algumas piadas que fizeram o episódio 21 interessante de se assistir. A história de Andy e April, que acaba envolvendo Ben também, foi a melhor da noite. Ben só queria levar Andy para celebrar, mas acabou arcando com todas as despesas. O moço pelo menos foi quem riu por último, por ter usado um ótimo timing respondendo, no final do episódio, que os Beatles também tinham dois cantores principais. O que faz o plot de Andy e April ser especial é o amor que a última sempre tem pelo marido, indo contra seu próprio gosto musical só para vê-lo feliz. Um momento terno e verdadeiro entre os dois. São esses detalhes que fazem April e Andy serem pessoas reais, e não apenas caricaturas de algo da TV.

A parte mais engraçada ficou por conta de – choquem – Ann, que praticamente se transformou em uma quase Monalisa, mostrando que quando os roteiristas se importam o bastante com a personagem para darem um bom plot, coisas maravilhosas podem acontecer. Monalisa, porém, consegue o melhor momento do episódio: Não há vingança melhor do que roubar o controle da natalidade de alguém e gritando: “Vadia, você vai ficar grávida!”

O momento entre Leslie e Ron no final do episódio também agradou. Leslie percebe que o que estava fazendo durante o minigolfe realmente era errado e Ron já sabia disso. Há um indício de que a vida de Leslie realmente pode mudar. No episódio passado, ela percebeu que sua vida poderia ser bem mais do que meramente uma vereadora de Pawnee. Ela precisa fazer alguns sacrifícios na sua carreira, mas a grande dúvida realmente é: será que Parks conseguiria fazer um final de temporada satisfatório?

Não foi o melhor final de temporada, mas foi o final que Parks precisava para mostrar que ainda tem grandes histórias para contar. As histórias que têm transitado entre os episódios não foram todas convincentes. Leslie geralmente é minoria quando se trata de fazer alterações pelas necessidades de Pawnee, então essa luta de Leslie com a cidade não é novidade. No início, achava que sua luta contra o recall seria simplesmente uma reformulação do arco da eleição temporada passada, com Leslie tentando conquistar eleitores. Mesmo que sua atitude positiva no final do episódio é sempre apreciada, isso não é nada que não tenhamos visto antes.

Uma mudança que veremos na quinta temporada é a decisão de Tom em não vender a sua loja. Isso será uma grande mudança na série. Além da contratação de Monalisa, o negócio de Tom tem sido bastante suave. Então, se ele realmente tiver um concorrente direto vai fazer seus plots se tornarem muito mais interessantes. Ainda mais intrigante é que os escritores optam por não revelar a identidade do concorrente.

Por último, a maior revelação do final – e uma das complicações para a próxima temporada – é que Ron está prestes a tornar-se o pai do bebê da Xena. Alguns dos meus momentos favoritos da temporada vieram por cortesia do relacionamento de Ron com Diane e suas filhas monstros. Esse ponto na trama não significa apenas que veremos ainda mais da química de Ron e Diane, mas a alegria que é Ron interagindo com as crianças. Isso também significa que Monalisa não é a grávida, que se realmente fosse verdade, seria uma perspectiva assustadora. Tom realmente não está exagerando quando diz: “Oh Deus. O que eu fiz? Tal como para a humanidade!”

P.S: A volta do agende do FBI Bert Macklin foi ótima, afinal Andy sempre é um personagem que vale a pena. Mas ele também mostra que também é um ótimo marido, quando deixa claro que é favorável ao sonho de April de estudar medicina.

P.S: Os roteiristas nos enganaram direitinho no começo do episódio. Por causa daquele telefone, parecia que April que era a grávida.

‘Burn Notice’: veja o trailer da última temporada da série

Data/Hora 16/05/2013, 21:56. Autor
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A série criada por Matt Nix e transmitida pelo canal USA, Burn Notice conta a história de um espião, Michael Westen, que acaba sendo demitido do seu emprego e tenta descobrir, a todo custo, o que o fez ser tirado do seu cargo.

A sétima e última temporada da série irá ao ar no dia 6 de junho, nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, ainda não há data definida, mas você pode acompanhar as temporadas anteriores de Burn Notice nos canais Fox e Band.

Com informações do SpoilerTV.

HBO encomenda piloto de comédia criada por Mike Judge

Data/Hora 16/05/2013, 20:33. Autor
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A HBO acaba de encomendar a série de humor negro que tem na equipe técnica os mesmos criadores de King of The Hill, Mike Judge, John Altschuler e Danvy Krinsky, segundo informações veiculadas pelo site Deadline. Judge será o roteirista e diretor do piloto.

No elenco da nova série, ainda sem título,  estão T.J Miller, Thomas Middleditch, Zach Woods, além de outros atores.  A série se passa em Sillicon Valley e de acordo com o site, “é onde as pessoas que têm grande possibilidade de fazer sucesso são as mesmas que não conseguem lidar com ele.”

Dentre as novas séries encomendadas pela HBO, também está a comédia, ainda sem titulo, que conta a história de três amigos gays, que será estrelada pelo ator de Glee, Jonatan Groff.

Com informações do TV Guide

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