‘666 Park Avenue’: episódios restantes da série irão ao ar em junho

Data/Hora 21/05/2013, 10:45. Autor
Categorias Notícias

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O prédio The Drake reabrirá as suas portas no dia 22 de junho para finalizar a sua primeira e última temporada.

666 Park Avenue foi lançada em dezembro no ano passado mas, com o fracasso que teve, acabou saindo da programação do canal. Porém, com o intuito de finalizar a temporada e com os episódios já preparados, a ABC resolveu exibir os quatro últimos episódios, que irão ao ar aos sábados, às 20h. A season finale acontecerá no dia 13 de julho.

A série conta a história de um casal que recebe a oportunidade de gerenciar um lindo prédio histórico no endereço 666 Park Avenue. No entanto, ao lidar com o dono do local, Doran e a sua mulher, Olivia, acabam descobrindo certos mistérios que envolvem o local. Rachael Taylor, Dave Annable e Robert Buckley estão no elenco.

Com informações do Spoiler TV

Revolution – The Longest Day

Data/Hora 21/05/2013, 10:44. Autor
Categorias Reviews

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Quando Miles mudou? A cada episódio que passa, Revolution faz o espectador levantar esse questionamento. O que fez Miles largar a Milícia Monroe? Que o melhor amigo dele pirou na batatinha e queria matar todo mundo nós já sabemos, mas Miles pareceu, pelo menos por um tempo, ser tão malvado quanto Monroe. No entanto, de uma hora para outra, ele resolve deixar de ser o “açougueiro de Baltimore”, abandonar a Milícia e se esconder atrás de um balcão de um bar.

Miles mudou, e muito. O fato, em específico, que o fez mudar e abandonar a Milícia ainda não foi revelado, mas Miles segue mudando. Miles muda a cada dia que seu amor por Charlie faz ele ser mais humano e abdicar de qualquer segurança para salvá-la. Soubemos em The Longest Day que o relacionamento mal resolvido entre Miles e Rachel vem desde antes de Ben, e é mesmo possível que no final das contas Charlie seja filha de Miles, e ele até já saiba disso. Seria um grande desenrolar para o seriado.

Miles acabou até contagiando Tom Neville, quem diria. O amor estava no ar em The Longest Day e Tom se juntou a Nora e Miles na procura por Charlie e Jason. Tom acabou dando a vida para salvar o filho e… continuou vivo. Neville não morre tão fácil em Revolution, vamos combinar. O amor também contagiou Jason e Charlie que estavam há tempos devendo um beijo ao público. Foi sem graça e sem emoção, mas a empacação do casal estava merecendo um desdobramento. A emoção ficou por conta de Tom, que derrubou quatro soldados da Milícia, mesmo carregando Jason e posicionado de costas para os inimigos. Baita cena.

Enquanto isso, no outro lado da história, Aaron e Rachel seguem com o dilema do “me abandona” e do “eu não vou te abandonar”. Como os dois não entraram em acordo, milagrosamente a dupla encontrou uma loja de equipamentos de informática, e mais milagrosamente ainda, Aaron conseguiu reprogramar aquela cápsula que estava no corpo de Danny. A cápsula assustadoramente “consertou” a perna de Rachel. Aí vamos combinar que a desgraça acompanha a vida de Aaron. Além de perder a mulher, ele descobre que está envolvido no esquema da falta de energia, ele e Rachel são capturados por um grupo de pessoas armadas, Aaron tenta ajudar a família, mas Rachel ataca um deles e ameaça ir embora deixando o gordinho do Google para trás. Ninguém merece, nem mesmo o azarado do Aaron.

Outro que anda cada vez pior de amigos é Monroe, mas como percebemos, ele é o problema e não seus amigos, ou a falta deles. Depois de sua obsessão por matar Miles, Monroe também adquiriu uma desconfiança por todos que o rodeiam. Por fim, acabou desconfiando de uma das poucas pessoas que ainda se importavam com ele, Jeremy Baker. Além de um personagem muito interessante, Revolution também perdeu a participação de um dos melhores atores da série, o sempre presente na sua televisão, e em praticamente qualquer seriado, Mark Pellegrino.

The Longest Day terminou e mudou mais um pouco os personagens. Miles mudou ainda mais depois do abraço apertado de Charlie e da dor de perder Nora. Monroe descobriu que Jeremy estava certo e talvez seja ele mesmo destinado a ficar sozinho. Aaron e Rachel mudaram também, mudaram até o sentimento de um para com o outro. Jason e Charlie se aproximaram. Tom mudou, e muito. Até fica envergonhado ao ver o filho beijando a menina por quem está apaixonado. Revolution vem dando razão ao seu nome e causando uma revolução, até mesmo dentro de seus personagens.

Destaques na TV – Terça, 21/5

Data/Hora 21/05/2013, 10:03. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques da terça-feira nos canais de TV por assinatura.

No AXN, 21h, tem Body of Proof (3×06) e, às 22h, tem Hannibal. O episódio 1×06, chamado Entrée, apresenta mais um personagem do universo do escritor Thomas Harris: o doutor Chilton – o diretor da instituição onde no futuro Hannibal Lecter ficará preso. Na série, ele é vivido pelo ator Raul Esparza, que tem no currículo participações na série Law & Order: Special Victims Unit. O episódio tem ainda a presença do ator Eddie Izzard (The Riches). Clique aqui para continuar a leitura »

Terceira temporada de ‘Web Therapy’ ganha data de estreia

Data/Hora 20/05/2013, 22:05. Autor
Categorias Notícias

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Agende sua consulta e ajuste sua webcam! A terceira temporada da série que começou na internet e foi parar nas TVs já tem dia e hora marcada para estrear. As próximas consultas com a terapeuta narcisista Fiona Wallice começam no dia 23 de julho, às 23h, no canal Showtime.

A nova temporada da comédia estrelada por Lisa Kudrow (Friends) terá dez episódios e está repleta de participações especiais de consagrados atores da comédia das telinhas e das telonas como Steve Carell (The Office), Megan Mullally (Will & Grace), Billy Crystal (Máfia no Divã), Chelsea Handler (Are You There, Chelsea?), Sara Gilbert (The Talk) e Matt LeBlanc, terceiro ex-colega de Friends a participar da série. Courteney Cox e David Schwimmer participaram na primeira e segunda temporadas, respectivamente.

Na terceira temporada, Fiona (Lisa Kudrow) chega a um acordo com o novo cenário de sua vida – seu marido politicamente desgraçado, Kip, fugiu com o seu gerente de campanha do sexo masculino; a mãe de Fiona começou um negócio rival chamado “Net Therapy ” e tenta fazer com que o assistente de Fiona, Jerome, tome conta dos negócios. Sua amizade um tanto quanto romântica com o magnata Austen está abalada, agora que ele tem um filho com Gina. Fiona está sendo investigada por irregularidades de financiamento de campanha e seu manuscrito inédito está sendo adaptado em um musical da Broadway sem o seu consentimento – tudo isso, enquanto ela continua a oferecer “terapia” para os clientes infelizes.

Não perca tempo e agende já sua consulta com essa terapeuta tão peculiar.

Com informações do TV by the Numbers.

Fox divulga mais dois vídeos da série ‘Sleepy Hollow’

Data/Hora 20/05/2013, 21:49. Autor
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A Fox liberou mais dois vídeos promocionais de Sleepy Hollow, série que estreia no segundo semestre e é inspirada em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (obra literária do escritor Washington Irving, que deu origem ao filme de mesmo nome de Tim Burton). A atração já é considerada uma das mais aguardadas para a chamada fall season da TV americana.

Em Sleepy Hollow, Tom Mison será Ichabod Crane (papel de Johnny Depp na versão cinematográfica), que, durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos, no século 18, decapita a cabeça de um cavaleiro e, como num passe de mágica, viaja para o futuro. Nos dias de hoje, enquanto ainda está perdido em meio às tecnologias desconhecidas por ele, Crane forma uma parceria com a detetive Abbie Archer (Nicole Beharie) e, juntos, eles combatem o mal – incluindo o “cavaleiro sem cabeça”, que também veio da passado para se vingar do personagem principal.

Um trailer detalhado, com mais de 3 minutos, já havia sido divulgado na semana passada. Sleepy Hollow será exibida nas noites de segunda-feira, pelo canal Fox, dos Estados Unidos, ainda sem data de estreia definida.

‘Bates Motel’: Universal faz campanha para dar o Emmy à Vera Farmiga

Data/Hora 20/05/2013, 21:30. Autor
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A equipe da Universal TV, produtora responsável por Bates Motel – série que terá seu último episódio exibido hoje à noite, pelo canal americano A&E – acredita que a atuação de Vera Farmiga no projeto seja merecedora de vários prêmios; incluindo o Emmy, considerado o mais importante da televisão.

Tanto que a empresa vai fazer uma campanha para dar à atriz seu “merecido” troféu: um ônibus estampado com o rosto de Farmiga e Freddie Higmore – eles são mãe e filho na história que serve de prelúdio para o filme Psicose – irá circular pelas ruas de Los Angeles, com a logomarca do prêmio no canto. Quase uma pressão psicológica.

Em Bates Motel, Farmiga interpreta Norma Bates, uma mulher desequilibrada que tenta inaugurar um hotel de sucesso na cidade de White Pine Bay, mas acaba se metendo em encrenca. Para piorar, o filho dela, Norman (Highmore), apresenta os primeiros sinais de psicose, instintos assassinos que uma vez conhecemos no filme de Alfred Hitchcock (1960).

No Brasil, a série chega pelo Universal Channel no dia 4 de julho. Uma segunda temporada do programa já está garantida.

Com informações do TV Line.

‘Arrested Development’: confira os melhores momentos da série escolhidos pelo elenco

Data/Hora 20/05/2013, 17:46. Autor
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Um dos maiores desafios dos fãs de seriados é escolher aquela cena favorita entre todas as temporadas de sua série predileta. Isso não poderia ser diferente com os fãs de Arrested Development. Piadas como o “No Touching!” ou cenas marcantes da família Bluth como a “Chicken Dance” certamente seriam lembradas.

Se para os fãs escolher esses momentos é uma tarefa árdua, para o elenco em questão a escolha é mais difícil ainda, escolher apenas um momento é muito pouco para quem passou três anos vivendo e respirando o show.

Will Arnett, o Gob Bluth, disse para os fãs da série que seu episódio favorito é Afternoon Delight, da segunda temporada, que foi dirigido pela estrela da série Jason Bateman. “Foi super divertido ainda mais com Jason dirigido. Você sabe, ele é um monstro”, brincou Arnett.

Portia De Rossi, a  Lindsay Bluth Funke, disse ao The Huffington Post que não tem um episódio favorito, mas lembra de um episódio em que eles falam sobre o quanto Buster (Tony Hale) é terrível, várias coisas bobas acontecem, e isso se torna muito engraçado. A atriz, porém, afirma que tem uma quedinha em particular. “Eu simplesmente amo a Lucille (Jessica Walter). Adoro seu personagem”, disse ela. “Quero dizer, Lucille é minha favorita, e algumas das minhas frases favoritas são coisas que ela disse. Ela é fantástica”.

Lucille Bluth, interpretada por Jessica Walter é a matriarca de Arrested Development. Ela é conhecida por não gostar de todos os seus filhos, adora uma bebedeira já no início da manhã e ama um certo detetive particular que tem uma tendência em aparecer disfarçado em momentos inusitados. Walter disse ao The Huffington Post que um de seus momentos favoritos da personagem é quando Lucille faz uma plástica que deixa seu rosto horrível. “Quando eu saí da maquiagem, eu me assustei”, disse ela em entrevista. “Foi tão brilhante como a maquiagem foi feita”.

Outro episódio em que ela lembra é quando Lucille se encontra sozinha em casa sem o filho que ela super protege Buster, ela começa a beber e comer bolo em cima da mesa, ouvindo música cigana. “Oh Deus, eu tinha tantas cenas maravilhosas, é difícil de identificar” disse Walter.

Tony Hale, o Buster Bluth, que tem uma relação muito próxima com sua mãe Lucille, disse que um de seus momentos favoritos veio da primeira temporada no episódio Public Relations. “Eles disseram que Buster enquanto crescia tinha a habilidade de não ser visto e nem ouvido”  disse Hale ao The Huffington Post. “E eu adorei, ele estava vestindo uma camisa que combinava perfeitamente com o papel de parede. Ele passava despercebido na casa, era como, ‘Você sequer vai ver meu corpo, vou estar de pé em sua frente, e você ainda assim não vai me ver’. Ele era muito fiel ao título que lhe foi dado ‘Nem visto, nem ouvido’, coisas assim eram hilárias e divertidas” finalizou Hale. Os momentos favoritos de Tony Hale, você confere aqui.

Ansioso para a volta da família Bluth? Então anote aí: 26 de Maio eles estão de volta pelo Netflix com 15 episódios inéditos para a alegria de todos os seus fãs. E o seu momento preferido de Arrested Development qual é?

Com informações do The Huffington Post

Esse texto foi produzido pelo colaborador do TeleSéries, Erickson Meredyk.

Mais um vídeo de ‘The Newsroom’ deixa fãs na expectativa

Data/Hora 20/05/2013, 16:45. Autor
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Como já diz o mais recente vídeo divulgado pela HBO: Eles estão de volta.

Os fãs de The Newsroom estão na expectativa pela estreia da segunda temporada da série e é aos poucos que a HBO vai disponibilizando mais informações sobre a volta de Will McAvoy (Jeff Daniels) e Charlie (Sam Waterston).

Confira abaixo o vídeo:

Além de trazer uma história central que vai envolver toda a temporada,  o personagem de John Gallagher, Jim, vai ir para as ruas na cobertura das eleições, já que ele não suporta mais o clima da redação que envolve Maggie (Alison Pil) e Don (Thomas Sadoski). Em relação ao romance entre ambos, a situação pode piorar, já que Don vai notar que a tensão entre ele e Sloan (Olivia Munn) vai se intensificar.

Nos Estados Unidos, a nova temporada da série estreia dia 14 de julho. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

Com informações do SpoilerTV.

‘The 100’: confira o trailer da nova série pós-apocalíptica da CW

Data/Hora 20/05/2013, 15:59. Autor
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A nova grade de programação da CW está repleta de séries de ficção científica e The 100 é uma das novas apostas do canal para a próxima temporada.

A série se passa 97 anos após uma guerra nuclear ter destruído a humanidade, uma nave espacial envia 100 delinquentes juvenis para a Terra no intuito de investigar a possibilidade de uma re-colonização do planeta. No elenco estão Thomas McDonell (Suburgatory) e Isaiah Washington (Grey’s Anatomy).

Balanço de Temporada – New Girl

Data/Hora 20/05/2013, 14:11. Autor
Categorias Especiais, Notícias

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Que temporada fofa essa segunda de New Girl! E melhor que a primeira (que já havia sido boa), na minha opinião. Talvez porque o arco central (que acabou sendo o relacionamento de Nick e Jess) tenha sido melhor desenvolvido, de forma que sempre havia curiosidade pelo que viria na sequência. E o fato de já conhecermos bem melhor os protagonistas contribuiu bastante para isso.

A primeira temporada acabou com uma dúvida: como as coisas ficariam após Nick quase abandonar os amigos para morar com Caroline? Bom, muita coisa mudou no princípio da temporada. Mas não em razão da quase partida de Nick. A questão foi o desemprego de Jess.

Jess desempregada – ou subempregada – foi muito divertido. Jess deprimida sempre é divertido de se ver (chega a soar meio cruel falar isso, mas é verdade), porque ela é muito caricata no seu sofrimento. Mas foi interessante também ver ela tentando se reerguer (nem que para isso ela precisasse se enturmar com os “adolescentes” do apartamento da frente) e recebendo o apoio dos amigos nesse processo. Jess amadureceu um pouco nessa temporada, em virtude disso tudo. Notem bem: um pouco. Porque não dá pra se dizer que Jessica Day é madura (alguém ouviu Operação Cupido por aí?). Resumo: continuo achando que Zooey Deschanel é muito supervalorizada. Não acho ela essa coca-cola toda. Mas ela cumpre bem o seu papel de divertir, ainda que Jess peque pelo excesso, boa parte do tempo.

Vimos mais de Winston, e já simpatizo muito mais com o personagem. É inegável, contudo, que ele continua sendo o mais fraco dos personagens de New Girl, mesmo que tenha ganhado mais histórias nessa temporada (como a visita da família, um emprego e menstruação psicológica). Mas preciso admitir que New Girl funciona bem em razão da química entre todos os personagens. Então, até o elo mais fraco dessa corrente é necessário para que tudo corra bem. E os episódios que centraram na parceria entre Winston e Schmidt (o que deve ser uma tendência na 3ª temporada, confirmando-se o casal Nick e Jess) foram bacanas, o que prova essa teoria.

Nick cresceu bastante nessa temporada. Vimos mais do passado dele, e isso nos permitiu entender muita coisa de sua personalidade. E tudo isso foi necessário para que ele tomasse a decisão da season finale. Ele deixou de ser o cara que não vai adiante em nada para ser o cara que corre atrás do que quer. Foi fofo, bonito. E durante a temporada ficou bem evidente que Jess, Winston e Schmidt são vitais para o bom funcionamento de Miller. Já tinha uma queda pelo Nick, mas agora é paixão. Oficialmente.

Mas apesar do crescimento de Nick como personagem, Schmidt continua sendo o favorito. Ele possuiu boas histórias, sozinho ou acompanhado. Os flashbacks do “fat Schmidt” são ótimos. A introdução da Elisabeth na história também foi, porque resgatou pontos (humildes) da personalidade de Schmidt que estavam perdidos no meio de tanta auto-confiança. O relacionamento dele com Cece é ótimo e sempre rende momentos perfeitos. E o relacionamento dele com Nick rende momentos melhores ainda. Ou seja, Max Greenfield se destaca no bom elenco de New Girl.

Outro ponto forte dessa temporada foi o envolvimento amoroso de Nick com Jess. O casal é fofo e teve shippers desde sempre. E o final de temporada foi um presente para o pessoal que torcia para a união dos dois. Apesar de, como uma boa shipper, torcer pelo envolvimento deles há um bom tempo, admito que a temporada ficou bem mais interessante ao explorar, primeiro, o “namoro platônico” dos dois, e passando pelo envolvimento de Nick com milhares de garotas e, especialmente, com a stripper Angie, e pela tentativa de Jess de virar adepta do sexo casual e pelo seu relacionamento com o pediatra fofo Sam. Isso tudo fez com que a espera não fosse torturante. Pelo contrário, foi agradável e divertida. E de certa forma todo o desenvolvimento dessas tramas amorosas deu a bagagem necessária para que os roteiristas pudessem tratar o novo casal como trataram: com maturidade.

É óbvio que em se tratando de Nick e Jess sempre haverá alguma bizarrice envolvida. Mas foi bacana ver os dois tentando agir normalmente depois do beijo e sendo extra fofos depois da primeira noite. Espero que a terceira temporada aborde os dois como casal (e não os separe logo), porque a união pode trazer muitas situações engraçadas entre eles e alterar de forma interessante a dinâmica no apartamento (como o episódio sobre a vaga na garagem deixou bem claro).

E além de Nick e Jess como um casal, espero que a próxima temporada traga de volta Cece e Schmidt como um casal. Eles se amam de verdade, há bastante tempo, e são perfeitos juntos. A comicidade absurda de Schmidt contrasta perfeitamente com a personalidade de Cece.

De resto, só nos resta aguardar pelas novas aventuras e trapalhadas dessa turma que veio para ficar. Espero que por bastante tempo.

‘Doctor Who’: Matt Smith e David Tennant falam sobre o episódio especial de 50 anos

Data/Hora 20/05/2013, 12:19. Autor
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Os atores Matt Smith e David Tennant, o 10º e 11º atores a interpretarem o famoso Doctor na série Doctor Who, respectivamente, estão juntos no episódio de aniversário de 50 anos do personagem. Os dois até já foram flagrados durante algumas filmagens, mas agora é oficial! A BBC oferece aos fãs uma entrevista com os dois atores, dando a oportunidade de dar uma espiadela sobre o que está por vir.

 

 

No vídeo acima, Smith e Tennant falam sobre como é interpretar Doctor Who e de como os dois interagem na série. Mas agora, cuidado! Alerta de Spoiler: os dois vão discutir um pouco, mas no final tudo vai dar certo. E mais, haverá uma certa pessoa que se divertirá com as pequenas discussões dos dois, porém eles não revelam a identidade do personagem. No episódio também estarão os atores Jenna Louise-Coleman, Billie Piper, Jemma Redgrave, John Hurt  e Joanna Page.

Doctor Who, que foi renovada para a oitava temporada, é exibida todos os sábados, às 20h, no canal BBC America. No Brasil, você pode acompanhar as temporadas anteriores na TV Cultura e também, pode acompanhar as aventuras do famoso Doctor Who através no Netflix.

Com informações do Huffington Post

Balanço de Temporada – Scandal

Data/Hora 20/05/2013, 11:23. Autor
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Uma série instigante. Personagens interessantes e bem construídos. Histórias sólidas e cheias de reviravoltas. A segunda temporada provou que sim, Scandal é tudo isso. E muito mais.

Serei extremista: não há chance de assistir Scandal e não amar, não se ver envolvido nas tramas de caráter dúbio e se pegar – inúmeras vezes, diga-se de passagem – torcendo para o “vilão” ou recriminando os “mocinhos”. Scandal hipnotiza. Vicia. E digo isso com a propriedade de quem levou apenas 3 dias para assistir a temporada inteira.

Os sete episódios da primeira temporada apresentaram bem Scandal. Mas foram muito pouco para mostrar todo o potencial da série. Foi nessa segunda temporada que Shonda Rhimes nos envolveu em suas tramas. E que tramas. A showrruner de Scandal é ousada.

A primeira temporada nos deixou com uma indagação: quem seria Quinn Perkins e porque Olivia Pope moveu céus e terra para ajudá-la? A segunda temporada mandou essa dúvida para longe. Mas, mais do que responder essa questão, nos envolveu em múltiplas tramas de fraude à eleição, traições das mais variadas, lealdade cega, espionagem, tortura, assassinatos.

Quem imaginaria que o presidente sofreria um atentado tão cedo? Aliás, quem cogitou que o presidente não havia sido legitimamente eleito? Quem suspeitou que a explosão da Cytron nada mais era do que uma tentativa de encobrir os eventos de Defiance?

Desconheço seriado atualmente em exibição com mais reviravolta que Scandal. E isso faz com que todos os episódios da temporada tenham sido excelentes, já que a trama toda foi muito bem costurada. As questões eram respondidas na mesma medida que iam surgindo, com ótimas viagens ao passado, através de flashback, que não só explicavam a trama mas também o porquê das decisões dos personagens. Tudo isso para chegar em uma final completamente mind blowing, que fará a espera até setembro ser longa e repleta de teorias.

E se as tramas são ótimas (tanto o arco central quanto os casos defendido pelos Gladiadores), pode se dizer ainda mais dos personagens de Scandal. A crueza da constituição de caráter apavora. Mas cativa. Ninguém no seriado é bom ou mau. Todos são amáveis e odiáveis, talvez na mesma medida. E nos pegamos torcendo por uma mocinha que passa por cima dos interesses de seus melhores amigos para esconder seus crimes. Torcendo por um casal que trai, reiteradas vezes. Compreendendo traições, e torcendo para que nem tudo seja o que aparenta ser. Torcendo para que a fraude eleitoral permaneça encoberta e para que o presidente assassino continue no cargo. E mais, seja reeleito.

E não é só de Rhymes o mérito pela construção dos personagens. O elenco de Scandal é ótimo e esteve afiadíssimo nessa segunda temporada. Destaque para Kerry Washington, que consegue transmitir perfeitamente a dor que Olivia carrega na alma; Guillermo Diaz, que faz com que tenhamos vontade de colocar Huck no colo a cada episódio; Jeff Perry, que faz com que Cyrus seja amado e odiado na mesma medida; Bellamy Young, que faz de Mellie um dos personagens mais críveis no ar atualmente; e Tony Goldwyn, que além de assumir um ar imponente que nos faz acreditar que ele é mesmo o presidente, tem pegada.

Assim como o final da primeira temporada, o final dessa temporada também deixou algumas questões importantes para serem respondidas. Dessa vez, menos ligadas à Defiance, já que o cartão de memória foi destruído; e mais ligadas à Olivia Pope.

Quem delatou Olivia e abriu o jogo sobre ser ela a amante do presidente? Quais as intenções de seu pai ao colocar agentes do B613 na sua cola e porque mandar para o buraco Jake, que manteve Olivia viva na segunda metade da temporada? Cyrus, que encontrou Rowan algumas vezes, faz ideia de que ele seja o pai de Olivia? Aliás, alguém faz ideia de que o pai de Olivia seja – aparentemente – o chefão do B613?

Enfim, vários questionamentos, que deverão ser respondidos na terceira temporada. Se na temporada que acabou na quinta-feira passada a fraude eleitoral ditou o tom, creio que na próxima nos aprofundaremos no B613 e no papel do pai de Olivia nisso tudo. Consequentemente, devemos descobrir mais sobre o passado de Pope.

Na terceira temporada, torceremos pelo retorno de alguns casais, já que agora David recuperou sua vida (perdoa a Abby, David!). Por novos casais (qual é, alguém ainda pensa que Huck e Quinn não são almas-gêmeas?). Para descobrirmos mais sobre o passado de Harrison. Para que Huck encontre o filho. Para que Jake saia são e salvo do buraco. Torceremos demais.

Ah, e é claro, assistiremos Fitz e Olivia em mais uma tentativa de permanecer separados – e certamente, recheada de escapadelas para os armários da casa branca.

Mal posso esperar por setembro.

*Como me inscrevo para ser uma Gladiadora?*

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