Destaques na TV – Quarta, 22/5

Data/Hora 22/05/2013, 12:41. Autor
Categorias TV Brasil

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Olá. Seguem os destaques dos canais de TV paga nesta quarta-feira.

Tem estreia hoje na Warner Channel. Em horário esdrúxulo, mas ainda assim uma estreia. Chega ao canal, com episódios diários, às 13h, a quarta temporada de The Vampire Diaries. No horário nobre o canal exibe Two and a Half Men (21h30, 10×23) e Person of Interest (22h, 2×21). Two and a Half Men encerra sua temporada com um episódio com as participações de Marilu Henner (Taxi) e Hilary Duff (Lizzie McGuire).

No AXN, às 21h, vai ao ar Undercover (Pod prikritie).

Na Sony, 10h e 17h, vai ao ar o episódio 5×04 de Parks and Recreation. Às 10h30 e 17h30, tem Community (4×04). No horário nobre, o canal exibe tem Nashville (21h, 1×06) e Revenge (22h, 2×18). Clique aqui para continuar a leitura »

Mía Maestro, de ‘Alias’, está no elenco de ‘The Strain’, nova série dramática da FX

Data/Hora 22/05/2013, 11:38. Autor
Categorias Notícias

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A atriz de Alias, Mía Maestro, interpretará a personagem a protagonista feminina na série da  FX, The Strain, e que tem como enredo um vírus que transforma as pessoas em vampiro.

O projeto é dirigido pelo diretor Guilherme Del Toro (Hellboy, Labirinto do Fauno)  que juntamente com Chuck Hogan (The Town) escreve o roteiro da série. Já Carlton Cuse (Lost, Bates Motel) é o produtor-executivo.

The Strain conta a história do Dr. Ephraim Goodweather (Corey Stoll, de House of Cards), chefe do departamento do Centro de Controle de Doenças, em Nova York e que é chamado para investigar um misterioso surto viral que tem traços de uma antiga célula ligada ao vampirismo. A atriz irá interpretar a Dra. Nora Martinez, uma brilhante bioquímica que acaba se tornando uma grande guerreira ao tentar salvar a humanidade ameaçada pelo vírus.

Além de Alias, Mía Maestro também participou da série White Collar, e de um episódio de Person of Interest.

Com informações do TV Line

Vanessa Lengies deixa ‘Glee’ e entra para o elenco de ‘Mixology’, nova série da ABC

Data/Hora 22/05/2013, 11:20. Autor
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Má notícia para os gleeks de plantão: Vanessa Lengies, que interpreta  Sugar Motta na comédia musical da Fox vai sair da série para fazer uma das novas comédias da ABC, Mixology. Ela, inclusive, pode ser vista no primeiro trailer da série que tem um bar como pano de fundo.

Em Mixology, ela vai ser uma garçonete animada e cheia de problemas amorosos que pode ou não estar tendo um affair com o bartender, interpretado por Adan Canto de The Following. 

Em entrevista ao TV Guide, Vanessa disse que Sugar ainda vai conseguir se despedir do New Directions em Glee, já que Mixology só vai estrear na midseason, dando tempo à atriz de voltar para uma última aparição em sua série antiga. “Eu conheci algumas das pessoas mais fantásticas do mundo em Glee, mas eu era contratada por episódio. Amava poder estar lá e cantar e dançar, mas não tinha realmente chance de atuar.”

Sugar nunca foi uma personagem regular da série e a produção de Glee  ainda não se pronunciou sobre os personagens recorrentes da próxima temporada. Ainda assim, Vanessa está satisfeita com seu passado em Glee  e ansiosa quanto a seu futuro em Mixology.

Com informações do Zap2it

15 Razões para Amar ‘Castle’

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Quando você se apega a uma série, vários são os motivos que te prendem a ela. O choro, a emoção, o riso, a raiva – tudo vem por uma razão. A equipe do TeleSéries vai, semanalmente, trazer as mais variadas razões que nos fazem amar tanto (ou odiar, quem sabe) as séries mais populares da telinha.

Por isso, da homicídios de Nova Iorque, diretamente para a tela do seu computador, aqui estão as 15 razões para amar Castle, a série policial que vem roubando a cena nos últimos anos – e dando outros significados a algemas e apertos de mão.

15ª – Personagens secundários que sempre são de total importância

Se o Castle pode usar em Still o argumento de que muitos disseram à Beckett que ela não escondia para ninguém o que sentia por ele, eu posso usar como 15ª razão esses personagens que surgem na série, e sempre, eu disse sempre, trazem algo de especial consigo. Seja uma revelação, um “fio” para ser puxado depois, ou somente risos, as participações especiais sempre acrescentaram para a série. Se eu fosse usar todas como exemplo, acabaria o texto sem ao menos chegar na cereja do bolo. Mas peguemos a agente Shaw; a atriz do filme “Beckett por um dia”, digo, Natalie Rhodes, a atriz do filme de Nikki Heat, e a queridinha da Sophia Turner que nunca me enganou com o fato de que acabaria apontando uma arma para Beckett e Castle. Shaw abrilhantou o episódio, deixando o caso ainda mais inteligente. Natalie provocou momentos de risos, além de ser uma entre as várias pessoas que motivaram Beckett a prestar atenção no rumo que estava tomando a parceria do casal. Sophia, por sua vez, trouxe a questão do pai de Castle ser da CIA e a sua cara de pau ao sacar aquela arma. Com pontos tão importantes e memoráveis assim, não é a toa que eu chamo Castle de um conjunto da obra.

 

14ª – Sintonia do elenco

Castle não seria Castle, e metade das cenas não passariam tanta verdade, se o elenco não estivesse em total sintonia. E não só na hora do “gravando”, mas também por trás das câmeras, a amizade e a cumplicidade sempre foram visíveis na hora de mostrar o resultado. Esse detalhe acrescenta na série uma maior liberdade para que os atores possam mexer nos textos, deixando-os o mais real possível. Ou vocês acham que aquela risada é da Beckett? Que nada. Stana é mais Stana que qualquer outra coisa ali (Stanathans, essa é a hora de dizer “eu sabia, eu sabia!”). Além do acréscimo de falas e trejeitos, a sensação de “estar em casa” quando assistimos aos episódios é assustadora, e essa magia é fruto de um trabalho de entrosamento que, inexplicavelmente, já estava presente antes mesmo do fim da primeira temporada.

 

13ª – A trilha sonora

“Como você sabe quando está apaixonada?” “Todas as músicas fazem sentido”. Não só para a paixão, mas também em Castle, todas as músicas se encaixam perfeitamente. A trilha sonora parece ser escolhida a dedo na medida em que Marlowe deseja pegar nossas emoções e fazer delas um turbilhão de sentimentos. Nada mais justo para representar do que Robert Duncan e seu piano furioso que se encaixou exatamente no contexto do beijo em Always. E como esquecer de Stop and Stare, dando ao piloto um plano de fundo que seria lembrado temporadas depois? Também põe na lista a maestria de Longing to Belong, deixando ainda mais bonito o caminho de Nova Iorque para Hamptons. In My Veins bateu recorde entre as músicas que mais entraram em sintonia com o momento/cena. Além de cair aos nossos ouvidos mais forte que a chuva no corpo de Beckett, ela também entrou como fundo no discurso de Alexis. Por esses e tantos outros motivos, respondendo a pergunta da nossa detetive, não, a música não tem que parar.

12ª – Martha, a portadora da sabedoria

Quantas não foram as vezes que queríamos dizer algo para o Castle e achávamos que ficaríamos só na vontade? É aí que entra Martha, nossa porta-voz para os momentos em que nos sentimos impotentes na frente da telinha. Além de seus conselhos mágicos, diretos e precisos, Martha é uma alegoria em pessoa. Se tem ela no episódio, tem cena de chorar de rir. Mas não é só de comédia que a personagem se sustenta. A relação entre Castle e a mãe é um tanto quanto peculiar, mas com uma pureza de sentimento que chego ficar impressionada. Martha, sozinha, faz valer os 40 minutos do episódio, até porque, eu já cansei de dizer que são nos pequenos detalhes que Castle é feita.

 

11ª – A amizade entre Lanie e Beckett

Se tem uma coisa que eu posso reclamar em Castle, e que ao mesmo tempo é uma razão a mais para amar a série, são as cenas em que Lanie e Beckett mostram o quão forte é a amizade das duas. Só sinto falta de mais cenas como essa, assim como sinto falta da nossa legista nos episódios em que ela não aparece. Em uma temporada, há no máximo 3 momentos como esse, se não menos. Mas embora seja pouca essa amostra dessa relação, quando ela aparece, bastam 2 minutos para marcarem todo um episódio. Se Martha é a nossa porta-voz em relação ao Castle, Lanie está na série para dizer sem frescura (e com muito glamour, confessem!) todas as verdades que estão bem debaixo do nariz de Beckett. E, se for para ter casamento, quero Lanie para madrinha de honra!

10ª – Andrew Marlowe: o melhor produtor de todos os tempos

É meio óbvio usar o criador como razão, afinal, se a série existe hoje, é por causa dele. Mas Marlowe foge do comum, tanto na genialidade quanto no quão carinhoso e preocupado com os fãs ele demonstra ser. Se Castle hoje não é um clichê, é pelo trabalho do Andrew em criar uma identidade própria, que fez da série uma trama original, desde o seu começo, lá em 2009. Ele dá exatamente o que os fãs querem, sem perder o foco, sem deixar a graça sumir. Não que ele dê o doce todo de uma vez, aliás, aí é que está o grande segredo. Marlowe soube dividir, durante esses 4 anos, nossas vontades e desejos, unindo tudo a uma evolução no estilo degrau-por-degrau da série. E quando falo isso, não me refiro apenas ao relacionamento de Castle e Beckett, mas também às histórias secundárias da série. Não é a toa que in Marlowe we trust.

 

9ª – Equilíbrio entre romance/comédia sem perder o foco policial

Quando Castle e Beckett finalmente decidiram ficar juntos, muito se falou sobre o medo da série perder o foco e virar apenas algo em função de um relacionamento. Mas não, isso foi de longe o que aconteceu. Desde o começo, uma coisa que é evidente em Castle, é o equilíbrio entre o senso de humor, as cenas de tensão do eles vão/eles não vão, e as cenas policiais e mais puxadas para o lado dramático. E mesmo após a tensão da dúvida ter sido trocada pela evolução do relacionamento de Caskett, a quinta temporada não foi só feita de amores. Vem cá, eu já disse que Castle é um conjunto da obra? Ah, sim.

8ª – Relação entre pai e filha

Castle pode ser um crianção às vezes (quase sempre, eu sei), e até mesmo deixar o lado menino de ser falar mais alto que o adulto, mas sempre foi um pai exemplar para a Alexis. Se tem uma coisa que cativa na série é a forma que ele lida com a filha. Protetor, atencioso, carinhoso. A relação dos dois sempre foi muito bem trabalhada pelo Andrew, mostrando sempre as mais variadas situações que eles poderiam enfrentar; e isso vai do primeiro namoro ao discurso de formatura. Ver o crescimento pessoal da Alexis também foi um outro ponto importante. É engraçado como, quase sempre, é Alexis quem está dando conselhos a Castle, e toda essa troca entre os dois é o que faz dessa relação algo tão especial.

 

7ª – Fidelidade às características dos personagens

Um ponto essencial para manter Castle em um nível crescente de qualidade foi a fidelidade aos personagens. Nada do que se via na Beckett de 3 anos atrás se perdeu na Beckett de hoje, assim como aconteceu com Castle, Lanie, Esposito, Ryan, Martha e Alexis. É claro que houve crescimento pessoal, mudança na aparência, mas não é assim a vida real? A questão é: a essência ficou, e se tivesse sido alterada, alteraria a base da série. O Castle ainda é o mesmo palhaço de sempre, Beckett ainda corta as piadas e teorias dele, sempre virando os olhos, tentando enganar por fora quando, por dentro, está amando tudo isso. Ryan e Esposito continuam com seu “bromance”, fiéis, e Lanie com sua mania de ser uma pessoa sem papas na língua. Marlowe fez com que os anos se passassem, fez com que as vidas deles mudassem, mas permaneceu com as características iniciais e essa é só mais uma razão para amar Castle.

6ª – Cronologia, continuidade e coerência

Já perceberam que em Castle nada se perde, nada surge do além? Aliás, tudo na série tem um porquê. São palavras que fazem todo um contexto, são momentos que serão lembrados anos depois. A cronologia é tão perfeita que chega a assustar. Não há falhas, não há furos. Nada é escondido do telespectador, e você nunca fica com a sensação de que houve um buraco na história. Marlowe tem se mostrado bastante perceptivo quanto aos detalhes. O caso do “you’ve no idea” foi o maior exemplo que eu poderia usar. Quem imaginou que, 4 anos depois, ele responderia a afirmação dela? Além disso, ainda temos o nosso amado “always”, e o piano de Duncan, voltando sempre que Castle e Beckett estão vivendo um momento importante. Em questão de tempo, a evolução do cabelo de Kate mostra a passagem perfeita pelos anos da personagem e o andamento do relacionamento deles, evidenciado na quinta temporada, também está aí provando que o ritmo que Marlowe ditou para a série é a música perfeita para nossos ouvidos.

 

5ª – Os casos

Interessantes, realistas, “diferentes”. Os casos sempre chamam a atenção no episódio, o que só mostra que Marlowe nunca quis mesmo perder o foco da série. E não precisa ser episódio duplo, ou season finale: tem caso interessante em todo e qualquer episódio. Tem também para todos os gostos. Os episódios com bombas, além de serem eletrizantes, são bastante recorrentes em Castle, e, por sinal, são os meus favoritos. Mas como esquecer dos casos engraçados? Em Cuffed, um tigre roubou a cena do nosso casal preferido. Também já estiveram no foco maldições, zumbis e Pé-grande, o que nos faz perguntar o que ainda pode vir por aí. Se bem que mais uma brincadeira com algemas não teria problema algum.

 

4ª – Senso de humor

É quase impossível você assistir a um episódio sem cair no riso. E as razões não são poucas. Boa parte da leveza e da graça da série estão ligadas ao bom humor no qual ela é levada. O que seria dos casos sem as teorias loucas (e muitas vezes absurdas) do Castle? Aliás, o que seria das teorias sem as “tiradas” da Beckett? Bem lá no começo, as provocações foi o meio de mostrar o que viria pela frente, e apresentar o ritmo que a série teria. Depois de algum tempo, algumas provocações pararam, mas deram lugar para as piadas, os jogos e o embate entre Castle e Beckett.

3ª – Os meninos

Uma série não é só feita do casal e dos casos, e o departamento de homicídios de Nova Iorque não seria o mesmo sem eles. Quem é fã de um “bromance” adora a amizade existente entre Ryan e Esposito. Desde o início, a parceria entre os dois detetives sempre renderam momentos engraçados e também bastante fofos. Com a chegada do Castle, as coisas no departamento só melhoraram, tanto que eles estão como terceira razão que nos fazem cair de amores por essa série. Eles nos rendem ótimas cenas, sem falar que são essenciais na descoberta dos casos. Aliás, até perdi as contas das vezes em que Ryan e Espo salvaram a pele de Beckett e Castle. Em Still, o entrosamento dos nossos meninos foi responsável por livrar Beckett da bomba armada. Como nenhuma história em Castle é deixada de lado, a vida pessoal deles também entra em questão e, quando há o compartilhamento entre eles, há os melhores momentos desse bromance.

 

2ª – Stana Katic/Beckett

A série tem o nome dele, mas quem arrasa mesmo é ela! Que me desculpem os fãs assíduos do Nathan, mas a Stana vem tendo um crescimento profissional que chega a beirar o absurdo. A evolução da personagem, não só física como pessoal, foi tão bem trabalhada, e a atuação da Stana tão bem feita, que eu não penso em outra segunda razão parar amar Castle. Ela é sexy, dura na queda e incrivelmente forte. Basta um sorriso, uma risada, uma perseguição (em cima de um salto 15) e ela já ganhou o episódio inteiro. Não é a toa que os momentos mais marcantes da série tiveram como foco a Beckett e suas emoções que, de tão bem controladas, não poderiam explodir de outra maneira como ocorreu em Kill Shot. A presença de Beckett é responsável por metade do sucesso da série, e eu afirmo isso levando em consideração o que sinto e vejo olhando as cenas. Ela acrescenta, soma, multiplica. Só falta uma taça dourada para perpetuar o sucesso.

 

 1º – O casal

Tudo bem, tudo bem. É realmente clichê quando botamos como primeiro motivo para assistir uma série o casal principal. Mas não é clichê quando estamos falando de Caskett e toda a sua evolução. Castle e Beckett, desde o começo, mostraram ter aquela química gostosa, aquele embate entre duas pessoas completamente opostas. A tensão do eles vão/eles não vão durou exatamente o quanto tinha que durar, e o desfecho tem sindo incrível. Mas o ponto alto do relacionamento deles é o quão real ele parece ser. Marlowe tenta os aproximar o máximo possível das relações que existem aqui, na vida real. Não é um conto de fadas, é o que poderia acontecer com qualquer um de nós. Uma mulher e um homem, que de tão diferentes, logo se sentem atraídos. Na brincadeira, um sentimento surge, mas a coragem de dizer o que se sente só vem anos depois. Coloca um pouco de medo, ressalvas e problemas pessoais e você terá mais um ano de encobrimento. Logo, o medo da perda do outro é maior que o medo de perder a si próprio, e um, consequentemente, vai atrás do outro. Pode ser que na sua vida não tenha uma Beckett batendo na porta, nem um Castle trazendo café a cada amanhã para te fazer sorrir, mas que você se identificou com alguma parte, ah, isso sim. E é isso que faz de Caskett a principal razão para amar Castle. É a arte imitando a vida, e a gente assim, apaixonados por tudo isso.

 

Confira os vídeos das novas comédias da CBS, ‘We Are Men’ e ‘Mom’

Data/Hora 22/05/2013, 09:55. Autor
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Uma das apostas da CBS para a próxima temporada é a série We Are Men que tem no elenco Tony Shalhoub (Monk), Kal Penn, Jerry O’Connell, Chris Smith e conta a história de quatro homens divorciados que decidem morar juntos, e  assim tentam encontrar um novo amor, mas isso se mostra uma tarefa muito difícil, e essa busca, geralmente, nunca dá certo.

O site Huffington Post resolveu então, fazer uma pequena brincadeira com os atores, que interpretam na série quatro grandes amigos,  e perguntou a eles como descreveriam We are men em quatro palavras e olha o que responderam:

Jerry O’Connell: “Somos quatro homens divorciados.”

Tony Shalhoub: “Não sou de relacionamentos sérios.” (tecnicamente ele respondeu com cinco palavras, mas já que ele ganhou três Emmy por seu papel em Monk, não tem problema.)

Chris Smith: “Caras legais, más idéias.”

Kal Penn: “Amizade, amor, erros, risadas.”

Para Shalhoub, essa é a primeira série que ele participa desde que Monk terminou, isso em 2009. No entanto,  ele brinca ao dizer o motivo de ter ingressado em We are men: “A CBS é a que paga melhor dentre todas as emissoras!”

Já O’Connell  acredita que o show passa uma boa mensagem. Segundo o ator “É uma comédia, portanto é de se esperar que se faça brincadeiras sobre ser divorciado, mas acredito que essa seja uma mensagem positiva, afinal, a vida não acaba quando você se divorcia, há uma luz no fim do túnel, é preciso brincar com essa situação para que se possa enxergá-la.”

We Are Men irá ao ar às segunda-feira, as 20h30, na CBS e abaixo você confere uma prévia do que vem por aí:

 

Mom é outra comédia bastante aguardada para a próxima temporada. A nova série de Chuck Lorre (The Big Bang Theory) traz atriz Anna Faris (Todo Mundo em Pânico)  como Christy, uma mãe solteira que se livrou de seu vício e atualmente está sóbria. Essa é a primeira vez que a atriz interpreta um personagem regular em uma série de TV e em entrevista ela afirmou que uma combinação de várias coisas a atraiu para o projeto: “O roteiro era tão forte e tão engraçado, o personagem era tão complicado e tem também, obviamente, Chuck Lorre e CBS. Você não poderia estar em melhores mãos.”

Allison Janney também está no elenco e interpretará Bonnie, mãe de Christy, que também está lutando contra seus próprios vícios. E dizer que o relacionamento entre elas é complicado é um eufemismo. Depois de anos na série The West Wing, a comédia foi uma mudança bem-vinda para Janney  que viu na nova série uma oportunidade de mudar sua carreira e também sua vida já que ela afirmou que na época das gravações de The West Wing, ela não tinha vida social.

Mom irá ao ar as segundas-feiras, as 21h30, e abaixo você confere uma prévia da série.

Com informações do Huffington Post (aqui e aqui)

Grimm – The Waking Dead

Data/Hora 22/05/2013, 00:12. Autor
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“Papa Ghede é um cara bonito com seu chapéu e casaco preto. Papa Ghede vai ao palácio! Deixarei que ele coma e beba quando ele voltar!”

Em 1968 o filme A Noite dos Mortos Vivos, de George Romero, marcou época e garantiu um espaço no coração de muitos fãs do gênero de terror.  O filme não foi o primeiro a trazer para as telas o apocalipse zumbi, mas foi o que mais difundiu a lenda dos mortos que voltam à vida com sede de sangue. Depois de Romero, a televisão e o cinema não deram muita folga aos mortos-vivos e a série The Walking Dead foi o grande estouro zumbi dos últimos anos.

Na carona do seriado da AMC, diversas outras séries se divertiram com roteiros com zumbis de diversos tipos diferentes. Grimm não poderia ficar de fora dessa, e é lógico que na série os zumbis estão ligados diretamente ao mundo wesen. The Waking Dead tratou da história de Papa Ghede. A lenda em torno desse nome diz que ele foi o primeiro homem que morreu e tem o controle do que acontece no mundo dos vivos e dos mortos. Papa Ghede é conhecido por ser um homem baixo, moreno, com uma cartola na cabeça, um charuto na boca e uma maçã na mão esquerda.

Na história do episódio, Hank e Nick vasculham os livros do trailer e acham a história de um wesen ligado ao vodu. Conhecido como Baron, a criatura já recebeu diversos nomes como Samedi, Cimitiere, LA Croix e Kriminel. Baron é líder da família Guede de Loa, uma das divindades vodu que aceita aqueles que morreram no reino dos mortos. Um antepassado de Nick se confrontou com o wesen, conhecido como Cracher-Mortel, e descobriu que a criatura tem um cuspe que induz a vítima para um transe como a morte.

Enquanto coisas muito estranhas continuam acontecendo em Portland, outras vão voltando ao normal. O casal Nick e Juliette, agora ambos com as memórias em dia e longe de encantamentos, voltaram a conquistar a minha simpatia. O plot da amnésia da moça se arrastou demais e o público esperou praticamente toda a segunda temporada para conhecer o desfecho do problema ocasionado pela hexenbiest Adalind. Durante este período, a personagem de Juliette ficou muito sem graça e isso também atrapalhou a química entre ela e Nick. No entanto, agora que Juliette tem conhecimento sobre o mundo wesen, as coisas parecem melhorar. Já foi muito divertido acompanhar Juliette conhecendo as verdadeiras feições de Rosalee, Bud e Monroe.

Um plot que está bem chatinho e não vem rendendo muita coisa é a gravidez negociada de Adalind. A moça pode ter sido uma hexenbiest, mas não é preciso ser um Grimm para perceber que ela não é muito esperta. Adalind se envolveu com duas mulheres muito perigosas e com os dois irmãos da realeza. Ela pode estar achando que vai fazer um bom negócio e conseguir seus poderes de volta, mas o plano dela não parece nada bom e nem próximo de dar certo. De qualquer forma o desenrolar dessa história não deve passar dessa temporada.

Com tantas coisas se afunilando em Grimm não podíamos estar mais próximos da Season Finale da série. O estranho wesen Cracher-Mortel está na cidade e já tratou de montar seu exército de zumbis. Toda essa organização não parece ser à toa, já que a família real também está em Portland. O irmão de Renard, Eric, chegou na cidade e, quem diria, é muito amigo do wesen fazedor de zumbis. Algo me diz que a Nick e sua equipe terão muito trabalho pela frente. Como diria Wo, “isso está ficando estranho demais, mesmo para Portland”.

Bates Motel – Midnight

Data/Hora 21/05/2013, 23:28. Autor
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Tudo o que é bom dura pouco. Esse velho ditado poderia, muito bem, ser o slogan de Bates Motel, série com ar vintage que estreou há alguns meses na TV americana e foi, em disparado, uma das melhores estreias do ano. As doses de psicose, romantismo e fortes emoções, no entanto, vieram moderadas – em apenas 10 episódios.

Ontem, foi ao ar o último capítulo da primeira temporada da série e a história manteve a qualidade da estreia. No entanto, por se tratar de Bates Motel, aquela história que, já no primeiro episódio, tinha cara de season finale, de tantos bons suspenses e cenas que faziam o coração disparar, esperava um pouco mais dessa final.

Para começar, a Norma foi pedir a ajuda do xerife Romero em relação ao homem que a chantageava pelos 150 mil dólares. Ele disse que iria resolver a situação e Norma não se conteve com a resposta sucinta que recebeu. Ela conseguiu uma arma com o Dylan, que a ensinou a usar o objeto. Parecia um cenário de caos. A história, no entanto, se resolveu de maneira bem simples. Romero, inexplicavelmente, detinha a mala com os dólares e foi ao encontro do “Albernathy” (ou seja lá o codinome que ele usava) e simplesmente forjou que iria entregá-la ao homem – e atirou quando ele abaixou para alcançar a maleta. Pior: depois, Romero ainda  jogou o dinheiro no mar (ou será que a mala estava vazia?). A Norma, que estava escondida no píer (chovia forte na cidade inteirinha, menos lá), observando tudo com o revólver em mira, pôde, então, ir para a casa sem sujar as mãos.

Eu pensei que teríamos cenas de tiroteio, perseguição, daquelas que fazem a gente quase atirar o computador longe, de tanto nervosismo. E tendo uma mulher desequilibrada como a Norma com uma arma, sinceramente, esperava um estrago maior. Foi tudo muito simples. Claro que os acontecimentos criaram um novo cenário instigante para a próxima temporada, o xerife Romero é mais poderoso e cheio de obscuridades do que aparentava no início da série. Ainda assim, podiam ter investido em mais lutas corporais, tiros e, quem sabe, sangue.

O Norman convidou a Emma para o baile, mas isso não foi significativo para a relação dois dois – nem sugeria que ele tivesse superado a Bradley. Pelo contrário, ele estava irritado com a proximidade entre ela e o irmão, Dylan. Para deixar o garoto ainda mais perturbado, a Norma contou a ele a origem daquela cicatriz na perna (que havia aparecido nos primeiros episódios). Não sei se ela fez isso de propósito, para estragar o encontro, ou simplesmente pela ameaça de morte que a afligia naquela noite. Talvez, os dois. O fato dela ter sido estuprada pelo irmão quando adolescente foi bastante forte e sombrio, mas, às vezes, acho que Bates Motel exagera na conotação sexual.

O sangue no episódio ficou por conta do próprio Norman que, tendo ido para a casa da professora fazer um curativo, assassinou a moça – que deixou a porta aberta enquanto se trocava, indignando o psicopata moralista que adormece dentro dele. Essa passagem me lembrou um pouco a morte clássica da Marion em Psicose. A professora, aliás, estava especialmente estranha nesse episódio e parecia mesmo querer seduzir o aluno. Não acho que a culpa recairá sobre o Norman quando a série retornar. Ninguém sabia que ele estava lá e ela estava claramente sendo chantageada por um ex-namorado, pela cena em que o Norman a ouviu falar no celular. Portanto, é o “homem do telefone” quem deve ser condenado pelo crime.

A morte da professora foi o cliffhanger dessa season finale, algo que achei bem fraco. Em episódios anteriores, Bates Motel teve cliffhangers mais interessantes, de deixar o cabelo em pé. Claro que o fato do Norman ter degolado a professora é importante, mas não foi a primeira vez que ele matou alguém – ele já havia assassinado o próprio pai. Então, não houve algo de verdadeiramente novo nisso. Para a season finale, Bates Motel poderia ter sido mais violenta, mais obscura e mais misteriosa! Tinha potencial.

A Vera Farmiga esteve incrível nesse último episódio e a cena em que ela narrou que era abusada pelo irmão aos 13 anos foi um show! O Freddie Highmore, apesar da pouca idade – embora tenha um currículo de fazer inveja a muito ator veterano -, não ficou para trás.

Bates Motel começou a temporada eletrizante e, depois da morte do Shelby, deu uma caída no quesito “fortes emoções”. Nada que fizesse a série descer de seu patamar de “brilhante”. Ainda assim, não sei se a morte do delegado foi uma decisão acertada.

Se houve um ponto certeiro na história eles foram dados no figurino da Norma! Quanto charme e classe! As cores eram sóbrias, porém vivas, e tinham um ar clássico, de décadas passadas, mas sempre com estampas ou tecidos modernos. Vera Farmiga estava mais linda do que nunca! A fotografia também foi um encanto à parte e, na penúltima cena exibida, quando Norma abraçou o filho mais novo para subirem as escadas rumo à casa principal, tivemos um planos mais aberto, em que era possível ver o motel, a casa grande ao fundo e placa indicando “Bates Motel”, com uma trilha sonora instrumental, dando ar de filme antigo. Muito lindo!

Estou ansiosa para a segunda temporada, que estreia só em 2014. Vou fazer reserva antecipada… Está com cara de lotação garantida!

p.s.: o que era aquela irmã do Keith? Que medo! Personagem de filme de terror mesmo.

Arrow – Sacrifice

Data/Hora 21/05/2013, 17:43. Autor
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Uma coisa era certa: alguém iria morrer nesse episódio.

Arrow finalmente chega ao fim de sua primeira temporada. A série teve uma trajetória satisfatória, no geral, conseguindo fechar seu primeiro ano com algumas pontas soltas para serem desenvolvidas na segunda temporada, enquanto tentaram até demais adicionar outros elementos que não deram tanto certo durante esse primeiro ano.

Verdade seja dita, o episódio final foi redondo, possuía um clima de encerramento, mas ao mesmo tempo também era avassalador, precipitado. Não foi, porém, imprevisível. Não havia dúvidas de que Malcolm não iria morrer, afinal o personagem já se provou como um ótimo antagonista na série. Da mesma forma, não foi choque nenhum assistir Tommy passar dessa para melhor.

Dramaticamente falando, a escolha foi perfeita. Isso dará insumo para que Ollie fique com medo de continuar um relacionamento com Laurel e também deixará mais difícil para o Arqueiro contar seu segredo para algum membro de sua família ou até para Laurel, pois como ele próprio viu, aqueles próximos dele não terão um futuro muito longo.

Porém, a escolha foi previsível. Poderiam muito bem terem matado outro personagem, considerando que Tommy ficou quase a temporada inteira sem plot interessante. Além disso, se ele tivesse sobrevivido e Malcolm continuasse morto, a carga dramática aumentaria bastante na próxima temporada, uma vez que ele se rebelaria contra o melhor amigo de todas as maneiras possíveis, e como sugerido no próprio episódio quando Malcolm mostra para o filho o quarto secreto do Arqueiro Negro, Tommy poderia seguir os passos de seu pai e se transformar no novo Arqueiro Negro. É claro que ela ainda precisa fazer muita musculação para conseguir algo do tipo, mas ainda assim, seria um bom plot.

A surpresa foi ver Mama Queen contando tudo o que estaria para acontecer para todo mundo que queria ouvir. Geralmente, os vilões não avisam sobre seus planos malignos, mas Moira quis inovar. Foi uma ponta solta no final do episódio, mas talvez Moira quis ir para cadeia para não ter que lidar com Malcolm tão cedo.

Infelizmente, Malcolm está morto e isso põe fim ao que considero um dos melhores antagonistas da série. Na verdade, ele não chegou a fazer tanto estrago antes do grande plano, já que foi completamente esquecido pelos roteiristas por um tempo. Porém, ele trazia algo novo que a série precisava e traria grandes conflitos para todos. Felizmente, ele saiu em estilo, com ótimas cenas de luta, principalmente aquela travada no quarto secreto entre Diggle, Ollie e Malcolm.

Os flashbacks da ilha de Lost também chegaram à um clímax e à uma resolução, mesmo que a última tenha sido completamente apressada. Ou seja, passamos vinte e dois episódios descobrindo várias histórias na ilha, para que tudo seja resolvido como uma explosão e mísseis que para modificar a rota era só tirar e colocar de novo um cartão de memória? Os flashbacks da ilha foram completamente insatisfatórios.

Algo importante para ser ressaltado é o tanto que esse episódio pareceu com Batman Begins. Ao longo de sua primeira temporada, a série estabeleceu-se firmemente como uma espécie de sucessor do Batman. O show pisou em terreno conhecido por vinte e três episódios e o plano de Malcolm para destruir aqueles que ele considera que não merecem redenção ecoa como Batman Begins em vários momentos. O episódio final da temporada continua com essa tendência enquanto o dispositivo é desativado, destruindo partes significativas da área mais pobre da cidade com a maioria dos nossos heróis ocupados com uma grande luta.

A única coisa que realmente não foi bem desenvolvida (e não foi só nesse episódio) se chama Roy. Aliás, é o relacionamento dele com Thea que ainda não achou um bom tom. A participação dos dois no episódio pareceu bastante descontextualizada, sem contar que não tiveram bastante tempo em tela. Além disso, não conseguiram fechar o arco dos dois, mas é claro que Thea não foi embora, deixando Roy para trás para cuidar de um acidente de ônibus.

Parecia que Detetive Lance seria o premiado da morte no episódio, mas até Laurel também tinha grandes chances para participar do acontecimento, já que decidiu trabalhar bem na hora do terremoto. Os momentos ‘finais’ de Lance foram cheio de emoções, mesmo que tenham tentado humanizar bastante o personagem depois de terem o caracterizado como um dos malvados da série, considerando que tudo que ele fez até agora não conseguiu agradar nem a própria filha.

Entretanto, a série conseguiu se despedir com alguns arcos já definidos para a segunda temporada, enquanto tenta ao máximo se consolidar como uma série dramática. Nos vemos de volta em setembro ou outubro com a segunda temporada de Arrow, sendo um dos dramas mais bem produzidos dessa última (horrorosa) temporada.

Steven Spielberg produzirá série de TV baseada na franquia de jogos Halo

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Durante a tarde desta terça-feira, em um evento na cidade de Redmond, a Microsoft anunciou seu novo console Xbox One. O novo console da marca amplia as possibilidades de seus jogadores baseado no conceito de unir todas as formas de entretenimento na sala de estar.

Pensando nisso, junto com o anúncio do novo console, a empresa também divulgou que a franquia de jogos Halo ganhará uma série de TV produzida por ninguém menos do que Steven Spielberg (Jurassic Park). A série contará com atores reais, mas informações sobre o lançamento e se a série será centrada no personagem Master Chief ou em alguma outra linha do tempo paralela ainda não foram divulgadas.

Não é a primeira vez que a franquia de jogos será adaptada. No ano passado, junto com o lançamento de Halo 4, foi lançada uma série em live-action chamada Halo Forward Unto Dawn.

Com informações do TV Line e Variety

‘Derek’: série de Ricky Gervais estreia em setembro no Netflix

Data/Hora 21/05/2013, 15:36. Autor
Categorias Notícias

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Ricky Gervais escreve, dirige, é produtor executivo e estrela a série Derek. A atração já estreou no Reino Unido pelo Channel 4 e  garantiu sua segunda temporada e, no dia 12 de setembro, os sete episódios da primeira temporada serão lançados simultaneamente no Netflix.

A série, sobre um grupo de pessoas que vive à margem da sociedade, acompanha a vida de Derek Noakes (Ricky Gervais), um homem sensível e ingênuo que trabalha em uma casa de repouso. Os residentes do local são gentis, divertidos e contam histórias sobre suas vidas e, por isso, Derek tem um enorme carinho por eles.

Os atores David Earl, Karl Pilkington e Kerry Godliman também estrelam a série ao lado de Gervais.

Com informações do Deadline

‘Siberia’: NBC exibirá drama centrado em participantes de um reality show

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A emissora NBC anunciou na segunda-feira que irá exibir a série Siberia, um drama centrado em um programa de reality show em que os participantes vão  para  um lugar remoto e precisam aprender a como sobreviver com as intempéries que ocorrem ao longo do programa.  A série já tem dia e hora marcados para sua estréia:  1 de julho, às 22h.

“O conceito de sobrevivência mesclado com certos elementos misteriosos e assustadores, fazem de Siberia uma boa história para ser contada” disse Jeff Bader, presidente do programa de entretenimento, estratégia e pesquisa da emissora NBC. “Acreditamos que uma série que traz uma visão sobre os bastidores desses programas de reality shows irá agradar o público”. Já o produtor executivo e CEO da Sierra/Engine Television, Chris Philip, falou “A NBC imediatamente viu o potencial que tinha o projeto  e essa escolha só reflete a qualidade da série. Estamos realmente ansiosos para exibi-la e ver a reação do público.”

A série se passa 100 anos após um meteoro cair e atingir a região de Tunguska, na Siberia, em 1908. Contudo, os 16 participantes do reality show são de Tunguska, mas não sabem sobre o misterioso passado da sua terra natal. Depois de um dos concorrentes se ferir gravemente, os outros começam a perceber que coisas estranhas estão acontecendo, e que não parecem ter relação alguma com o programa. Com suas vidas ameaçadas, o grupo reúne forças para sobreviver.

Criada por Matthew Arnold, a série tem na sua produção Infinity Films, Sierra/Engine Television e Welldone Productions e como produtores- executivos Michael Ohove, Slava Jakovleff e Chris Philip.

Siberia faz parte das quatro grandes séries que estrearão com o intuito de modificar o fracasso que fora a programação de verão no ano passado, juntamente com Camp, também da NBC e com as séries da CBS, Under the Done e Unforgettable que retorna para a sua segunda temporada.

Com informações do The Hollywood Reporter

Game of Thrones – The Bear and the Maiden Fair e Second Seconds

Data/Hora 21/05/2013, 10:58. Autor
Categorias Reviews

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O sétimo episódio de Game of Thrones trouxe novamente as histórias de Snow e Daenerys como destaque. A primeira, mais confiante do que nunca após a conquista de seu tão desejado exército, chega a Yunkai, uma cidade que assim como Astapor, é regida pela escravidão. Mais uma causa nobre pra engrandecer a personagem, não é mesmo? Em um estalar de dedos Daenerys já tem um novo objetivo: libertar duzentos mil escravos. Não há dúvidas que a causa dela é nobre, mas como Jorah lhe alerta, este é um passo que não irá leva-lá para mais perto do trono de ferro.

Depois de escalar a muralha o apaixonado Jon Snow aguarda o sinal de Mance para atacar a patrulha da noite no castelo negro. É quase digno de pena ver que ele, mesmo sem esperanças, continua a empreitada única e exclusivamente por Ygritte. Mais uma vez as mulheres comandam Game of Thrones, seja por sedução ou por amor, em cada conflito há um dedo de alguma mulher nessa série (a arte imitando a realidade)…

Depois de ignorar a vontade de seus dois filhos chega a vez de Tywin lidar com o Rei Joffrey, e a imagem acima deixa claro que os sete reinos não estão sob comando do usuário da coroa. Tratando Joffrey como criança – que é o que ele realmente é -, Tywin ignora os pedidos do Rei e demonstra com tal ação que se alguma medida for tomada de forma correta em Porto Real, ele será o responsável, e não Joffrey. É interessante notar no diálogo entre os dois que até mesmo o alienado do Joffrey já tem conhecimento dos atos de Daenerys e seus dragões, ainda que sejam contados como boatos sem fundamentos.

Jeyne revela a Robb que está grávida, talvez agora o Rei do Norte tenha um pouco mais de juízo na cabeça para não perder metade do seu exército cortando a cabeça de um aliado. Lutar contra o Rei de Westeros é difícil, e Robb está conseguindo deixar as coisas ainda piores.

Mas quem realmente roubou a cena foi o primogênito de Tywin, afinal de contas não há nada igual uma mocinha em perigo e um bom ato heroico para redimir de vez um vilão, não é mesmo? Desde a temporada passada Jaime Lannister teve iniciado o seu processo de “deslannificação”, mas somente após conhecer Brienne o Regicida realmente teve uma mudança significativa (o que o “amor” não faz com um homem, não?). Mesmo após ter sua viagem garantida por Bolton até Porto Real e para junto de seu pai, Jaime sofre uma crise de consciência e em defesa de sua “donzela” volta atrás e enfrenta sem hesitar, e mesmo que desarmado e com sua mão cortada, um urso. Agora os dois partem em direção a Porto Real, juntos (um pequeno desejo seria  ver a reação da Cersei com a chegada acompanhada do Jaime…)

The Bear and the Maiden Fair confirma o que antes ainda poderia ser discutido: Jaime Lannister é, sim, um dos principais personagens da temporada. Ao lado de Daenerys, o ex-regicida tem até mais destaque que Jon Snow, e seu personagem ganha ares cada vez mais intensos de anti-herói.

Intrigas, mortes, nudez e, de brinde um anão bêbado no seu casamento, esse foi o oitavo episódio do terceiro ano de Game of Thrones.

Depois de serem o centro das atenções nos últimos tempos, Jaime e Brienne ficam de fora de um episódio cheio de definições importantes para o andar da carruagem nesta reta final de temporada.

Aria parece que finalmente conseguiu achar uma rota segura para o encontro de sua mãe e seu irmão. Mesmo que a companhia seja de um Clegane, a menina está sob a vista atenciosa, afinal, vale muito dinheiro para o ex-cão de Joffrey.

Melisandre é uma daquelas mulheres que sabe como atrair um homem, que sabe usar as artimanhas necessárias para ter a vítima na sua mão. A inocência do bastardo de Robert é tão grande que ele cai facilmente no conto da feiticeira. Ela o seduz, e de maneira extremamente fria, consegue extrair o sangue real para seu ritual. Na presença de Davos, libertado por Stannis, ela realiza o ritual queimando as sanguessugas usadas para a extração do sangue.

Já que Stannis era o centro das atenções, talvez, tenha ficado faltando umas cenas com sua esposa e filha. Elas apareceram no seriado e, assim como vieram, sumiram da série.

A cidade de Yunkai, após a ameaça de ser invadida pelo exército de imaculados de Daenerys, contrata guerreiros mercenários conhecidos como Segundos Filhos. Ameaçada, ela se vê obrigada a negociar a situação com os capitães dos mercenários, e em uma reunião não muito proveitosa com o que parecia ser o capitão do exército inimigo Daenerys os propõe tudo o que um mercenário procura: dinheiro e poder. No entanto, ela oferece algo que ainda não possui, o que os faz ficar em dúvida. Após eles decidirem matar a Mãe dos Dragões, um deles se rebela, mata seus companheiros com a justificativa de que a “beleza dela não era valorizada pelos outros” e quase sem querer, Daenerys não somente se livra das defesas de Yunkai como também aumenta ainda mais seu exército.

Daario Naharis, o mercenário encantado por Daenerys, tem cabelo longo e é grande guerreiro. Acho que já vimos esse filme acontecendo com ela anteriormente, não?

Um brinde a esse personagem! Um brinde a essa interpretação! Não é segredo que Tyrion é um dos personagens mais queridos da série, desde quando a ovelha negra dos Lannister urinou na Muralha passando pela batalha em Blackwater e pelo tapa que todas as pessoas que assistem Game of Thrones gostariam de ter dado em Joffrey, a personalidade do anão conquistou muita gente.

Mesmo obrigado pelo pai a casar-se com Sansa, Tyrion deixa toda sua insatisfação com o fardo que lhe foi dado no vinho de seu casamento. E de ironias naturais na conversa com seu pai, até desacatos ao Rei, o rapaz não perdeu nenhuma chance. Porém, quando chegou a hora de consumar seu casamento, não foi o álcool que falou mais alto, nem mesmo a obrigação que lhe foi dada, mas sim seu sentimento por Shae.

No fim do episódio temos a virada de Tarly de um completo covarde para um verdadeiro membro da Patrulha da Noite. Para proteger sua vigiada e o bebê ele encara não somente a aberração fisíca, mas também a mental, que tanto o atrapalhou em eventos anteriores. Em um ato de imensa bravura ele consegue matar o Outro com a ajuda de uma adaga especial encontrada por ele.

A série caminha para um ápice neste fim de temporada, resta sabermos se todos vão ter o devido espaço que merecem. Ainda há dois casamentos, o ataque dos selvagens, e muitas questões para serem respondidas. A certeza é de que a qualidade da produção não decaiu em nada, então temos tudo para acreditar que o final desta temporada vai ser incrível!

Até o próximo episódio.

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