‘Behind the Candelabra’ estreia dia 19 de outubro na HBO Brasil

Data/Hora 11/10/2013, 15:18. Autor
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Behind the Candelabra – produzido pela HBO Filmes e vencedor de 11 Emmys neste ano – está com data marcada para chegar na programação brasileira. O telefilme, baseado no livro escrito por Scott Thorson com Alex Thorleifson, será exibido dia 19 de outubro na HBO.

Em Behind the Candelabra, Michael Douglas e Matt Damon são os protagonistas da história que mostra o tumultuado relacionamento de cinco anos entre Liberace (pianista mundialmente conhecido) e o jovem Scott Thorson. Com interpretações intensas, Behind the Candelabra mostra a essência de uma época em que os artistas de sucesso não se assumiam gays em público. A produção conta também a história de quando Liberace, na década de 50, processou e ganhou uma ação contra um jornal de Londres que insinuou sua homossexualidade. Assim, durante cinco anos, a vida e o romance com Thorson foram mantidos em segredo.

O elenco ainda conta com Dan Aykroyd (Seymour), Rob Lowe (Dr. Startz), Scott Bakula (Bob), Tom Papa (Ray), Paul Reiser (Mr. Felder), Nicky Katt (Mr. Y), Bruce Ramsay (Carlucci), Cheyenne Jackson (Billy), Debbie Reynolds (Frances Liberace) e Boyd Holbrook (Cary).

A direção do telefilme ficou por conta de Steven Soderbergh e roteiro de Richard LaGravenese. A produção executiva é de Jerry Weintraub ao lado de Gregory Jacobs, Susan Ekins e Michael Polaire.

Com informações da Assessoria de Imprensa da HBO Brasil.

Revenge – Sin

Data/Hora 11/10/2013, 13:56. Autor
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Os comentários aqui na review do episódio passado e entre meus amigos faziam eco: todo mundo gostou da estreia, mas estranhou o fato de Revenge ter abandonado todas as tramas e cliffhangers do final da season 2. De início, achei uma pena, já que o season finale foi maravilhoso. Mas em Sin, entendemos essa “limpeza” feita pelos novos realizadores da série.

Sentimos na volta do grande hiato da segunda temporada que várias pontas soltas foram cortadas, e esse movimento continuou na estreia da terceira temporada. O problema é que essas pontas não estavam tão soltas assim. Será que realmente uma Charlotte mãe não seria um bom plot? Ou Nolan preso também não seria? Jack e Emily não mereciam uma tensão maior? Mas o lado bom desses cortes todos se mostraram nesse segundo episódio. Não tem mais iniciativa, treinamento nem ações ninjas, tudo se resume a mágoa de cabocla, assim como na primeira temporada que tanto amamos.

Prova disso é a cena dos muffins. Emily chega na casa de Nolan sem aviso, como todo mundo nessa série na qual ninguém tranca porta nem tem empregado pra anunciar, mesmo sendo riquíssimos. De primeira pega o cara exercendo sua bissexualidade, e depois pega ele assando muffins. Rouba os bolinhos e leva pra mansão dos Greyson, dizendo que ela os fez para Conrad, que está de repouso. Desculpa pra bisbilhotar. Em outra sequência, Victoria usa dos mesmos bolinhos para bisbilhotar Noaln, com a mesma desculpa de “cozinhei pra você”. Aliás, alguém imagina Victoria cozinhando? Na verdade alguém imagina Victoria fazendo qualquer outra coisa se não sentada na sua cadeira com estampa do mapa de Paris e sendo rica? O fato é que essa falsidade toda, de Emily e Vistoria, é que move a série. Vamos lá, ninguém assiste Revenge pra se perguntar o que é uma organização secreta, mas sim pra vermos climões e falsidade.

Voltando as origens, Emily resgata a foto pra riscar a cabeça de pessoas, coisa que não faz a muito tempo. O alvo da vez é um cara que agora é padre, e aí se faz o dilema (não consigo usar essa palavra sem lembrar daquela música do Nelly com a Kelly Rowland) do episódio: Emily ainda tem gás pra vingança acima de tudo ou se humanizou demais? Primeiramente ela mostra que nem padres escaparão de suas mãos. Mesmo alertada por Nolan, arma um plano pra acabar com o padre.

Enquanto isso, seu noivo está tentando trabalhar com Margau, uma editora de moda tentativa de Carine Roifeld com uma cara de biscate que não sei como Emily não desconfiou de suas intenções, aliás, bem mostradas nesse episódio. A moça aceita Daniel eu seu escritório e em sua calcinha também, mas o bom moço a rejeita.

Já a outra Greyson mais nova, Charlotte, confessa a Jack que se sente culpada pela morte do chato do Declan. O cara, que já havia avisado a Emily que a culpa pela culpa de Charlotte (acompanharam?) conta à ex cunhada que seu pai, Conrad, foi o culpado pela bomba. A garota rompe com Conrad, sem antes dar uma daquelas cenas de “amaldiçoo o dia que você nasceu”.

Conrad, se vê sozinho, e acaba compartilhando esse sentimento com Emily. A moça, que acaba de fazer com que o padre tenha sido expulso da paróquia plantando nas ofertas do dízimo uma foto dele desacordado com uma moça na cama, se arrepende. Se achamos que pela primeira vez veremos Emily fazendo bem para alguém de sua lista de vingança, ela decide usar o padre para fazer o desolado Conrad confessar seus crimes. Isso ignorando que ela já teve um suas mãos gravações com confissões o bastante para prender metade do elenco.

PS. 1: Nolan realmente não vai mais usar computadores?

PS. 2: Estávamos enganados e Patrick não é do team Emily?

CW encomenda mais episódios de suas séries estreantes

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A CW decidiu dar um voto de confiança a três de suas principais estreias dessa fall season.

OPINIÃO | Primeiras Impressões – The Originals

The Originals, que estreou no último dia 03, The Tomorrow People, que foi ao ar pela primeira vez nessa quarta-feira, 09 e Reign, que estreia na próxima quinta-feira, 17, tiveram mais episódios encomendados pela emissora.

OPINIÃO | Primeiras Impressões – The Tomorrow People

Na exibição de seu segundo episódio, The Originals  teve 1.92 milhões de expectadores. The Tomorrow People estreou com 2,3 milhões de televisões ligadas na CW.  Reign é uma das séries mais aguardadas da fall season.

 

Com informações da TV Line

Person of Interest – Lady Killer

Data/Hora 11/10/2013, 09:51. Autor
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Quando um personagem coadjuvante começa a ter as melhores cenas e as melhores falas; quando o personagem principal começa a ser irrelevante; quando o excesso de personagens começa transformar as falas em um jogral e o episódio se arrasta entre uma cena maçante e outra; quando, ao se chegar ao final do episódio, somente resta aquela esperança de que tudo volte a ser como na temporada passada e não se experimenta, senão aquela empolgação com um cliffhanger de cair o queixo, ao menos aquele gostinho de quero mais…

Quando tudo isso acontece, é hora da luz vermelha começar a piscar freneticamente, caso contrário, ao invés de continuar a escrever os roteiros, é melhor a equipe criativa começar a compor o réquiem de despedida.

Person of Interest, para mim, está perigosamente perto deste ponto. E, ouso dizer, somente não chegou nele ainda porque a audiência se mantém. Talvez porque, como eu, os fãs dessa série, que até a temporada passada estavam presos em uma rede feita de fidelidade ao argumento central da história, à dualidade de personagens intensos, ao encantamento de relacionamentos marcantes, à propostas de dilemas morais constantes, ainda permaneçam fiéis, talvez, como disse acima, na esperança de que tudo volte a ser como já foi uma vez.

O roteiro de Lady Killer, foi, para dizer o mínimo, ridículo. Um batalhão de gente para proteger um inofensivo… inofensivo o quê? Conquistador, pesquisador de comportamento social, carente afetivo como há milhares atualmente? E nem vale dizer que se acreditava que ele era um assassino em série. Reese já passou por piores momentos sozinho, ou com a ajuda esporádica de Carter e Fusco. Basta lembrar, só para citar alguns exemplos, que até agora ele já enfrentou a Máfia, fugiu da CIA, protegeu duas pessoas concomitantemente, escapou de um prédio totalmente cercado (pelos mocinhos e pelos bandidos!)…

Até a temporada passada, Finch e Reese ocupavam o centro da trama, e Carter e Fusco gravitavam ao seu redor. Essa estrutura bastava, porque o que dava identidade à série era seu argumento central: a possibilidade concreta da existência do grande irmão, que transitava no universo delimitado pelo modus operandi da sociedade americana, e operava através de seus heróis de plantão, tão ao estilo de Hollywood, mas capazes, ao mesmo tempo, de negar esses estereótipos hollywoodianos do bem e do mal… Um paradoxo? Talvez. Mas funcionava à perfeição. Agora? Agora somos obrigados a ver Reese esperando pateticamente, como um colegial qualquer, a garota sair do bar para levá-la para casa!

Os melhores momentos do episódio foram protagonizados por Root. Talvez porque na sua relação com a Máquina, ela ainda guarde um pouco da essência das temporadas passadas. Uma confiança plena no Absoluto e a crença na descartabilidade da raça humana. Ela é o único personagem que permanece totalmente honesto. Ou seja, é a única parte da história que ainda guarda um dilema moral a ser explorado dentro do que era o argumento central da série. E, neste contexto, talvez seja por isso que o Absoluto a tenha adotado e a proteja e, agora, eventualmente, identifique-se mais com ela do que com Finch. E, na cena em que ela escapa do hospital e preserva a vida do agente que fora enviado para matá-la, vi exatamente a diferença entre as temporadas passadas e essa: A Máquina e Root (que acredita que a raça humana é descartável!), preservando vidas e Shaw tentando exterminá-las a cada cena!

A nota três deste episódio é decorrência de que, infelizmente, junto com as seqüências protagonizadas por Root, tivemos que assistir a todo o resto!

E, para acabar, quero citar a última fala de Finch: Mr. Reese, we have a problem. É, definitivamente, nós temos um problema!

Primeiras Impressões – The Tomorrow People

Data/Hora 11/10/2013, 09:44. Autor
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Seres humanos que nasceram com super poderes, romance, rivalidade familiar, um elenco ridiculamente bonito e uma premissa que chamou a atenção. Foi assim de The Tomorrow People  estreou na última quarta-feira (09). Por mais que apresente a fórmula que a CW repete em boa parte de suas séries e que o enredo não seja exatamente original, o piloto deixou claro que, se bem desenvolvida, The Tomorrow People pode virar um grande sucesso de público.

O diferencial de The Tomorrow People está, justamente, no clichê: os produtores podem fugir dele e surpreender o público com a temática que têm em mãos. Se a série britânica que serviu de base para a nova estreia da CW ficou no ar por seis temporadas nos anos 70, porque a nova versão da história dos Tomorrow People não pode repetir o sucesso? E para falar a verdade, não existe nenhuma série atualmente que não tenha nem um pouquinho de clichê, principalmente as de ficção científica.

Stephen, Cara, John, Russell e Jedikiah, os personagens principais, parecem ser muito bem construídos. Stephen é o clichê (olha ele aí de novo) de personagem principal: perdido no início, confuso ao descobrir o que é de verdade e extremamente bom no que faz depois que aceitar isso. O que me chamou a atenção nele foi o fato de ter, supostamente, aceitado a proposta de Jedikiah. Foi um ato de coragem, mas pode ter sido precipitado, já que ele ainda não sabe como lidar com tudo o que pode fazer. Ele está sim, jogando como agente duplo, mas o que não ficou exatamente claro foi o lado que ele assumiu: O dele mesmo ou o dos Tomorrow People?

Jedikiah é, até agora, o personagem mais intrigante entre os cinco.  A ideia de ele ser tio de Stephen e de ter se tornado um cientista porque tentou “salvar” Jack de seus poderes (que, por sinal, não foram divididos igualmente entre os irmãos) dá bastante pano para a manga e possíveis flashbacks. Se ele é malvado como parece ser, Stephen pode ter colocado a si mesmo, sua mãe e seu irmão em maus lençóis ao tentar enganar o tio.

The.Tomorrow.People US

Cara e John me surpreenderam ao se mostrarem como casal. Podia jurar que ela ia acabar se arrastando para o lado do Stephen (assim como Astrid, a única amiga que ele tem na escola), mas ela está mesmo dando uns amassos no loirinho sarcástico e badass. Mas eles ainda tem uma temporada inteirinha pela frente e eu tenho certeza que o ciúmes que John já sente da ligação de Cara e Stephen vai aumentar exponencialmente. Mas mesmo assim, ele vai continuar sendo o cara que chega na hora de salvar todo mundo.

Russell é, até agora, o piadista que fica esquecidinho de lado até que alguém precise dele. Tomara que não continue assim por muito tempo: esses são sempre os primeiros a morrer.

Confesso que antes de assistir ao episódio um dos meus maiores medos eram os efeitos especiais. Quando percebi que eles foram bem feitos, quase chorei de emoção. Ninguém merece uma série com efeitos que parecem ter sido feitos por uma criança de sete anos. E os Tomorrow People não me decepcionaram.

Os outros fatores que me deixam muito otimista em relação a The Tomorrow People tem nome e sobrenome: Greg Berlanti e Julie Plec. Os dois são responsáveis por duas das séries de maior sucesso da CW:  Greg por Arrow e Julie por The Vampire Diaries. Eles conhecem a receita de uma série de sucesso. Basta a colocarem em prática novamente agora.

Bem, eu vou continuar tentando descobrir o que os Tomorrow People vão fazer amanhã. E vocês? Vão se deixar levar pela telepatia de Stephen ou não?

NBC encomenda nova série do criador de ‘Eureka’

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A NBC encomendou a produção de Strange Fiction, novo drama sobrenatural de Andrew Cosby, criador de Eureka.

A série, que até pouco tempo era apenas era um roteiro sem compromisso, conta a história de um jovem editor de livros que é arrastado para o mundo do sobrenatural por um investigador paranormal recluso e aparentemente louco.

Cosby será o roteirsta e produtor-executivo ao lado de Gina Matthews e Grant Scharbo (da Little Engine Productions) e de Jeff Orkin (da Anonymous Content) que estão produzindo a série em parceria com a Universal Television.

Strange Fiction é o primeiro projeto televisivo de Cosby desde o fim de Eureka, que foi cancelada ano passado pelo SyFy depois que cinco temporadas. O último trabalho em que esteve envolvido foi na produção da comédia 2 Guns (Dose Dupla no Brasil), com Denzel Washington e Mark Wahlberg.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Destaques na TV – sexta, 11/10

Data/Hora 11/10/2013, 09:00. Autor
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A novidade da noite é a minissérie irlandesa, Amber/A Busca por Amber Bailey no canal +Globosat. Na história, Ben e Sarah Bailey, separados recentemente, dão o seu melhor para continuar com as suas vidas e ser bons pais para os filhos, Amber e Eamon. Até que um dia as suas vidas ficam viradas do avesso. O desaparecimento de Amber, uma adolescente de 14 anos, dá início a uma busca policial que dura 2 anos. Esta minissérie dramática apresenta uma jornada emocional, cheia de jogos psicológicos e reviravoltas inesperadas, e explora os sentimentos de perda, incompreensão, medo, culpa e profunda angústia que uma família sente quando um ente querido desaparece sem deixar rasto.

Como na primeira temporada de Sessão de Terapia, a semana termina com a supervisão de Dora (Selma Egrei), sexta-feira é dia de Theo descarregar tudo o que acumulou durante as sessões ao longo da semana. Nesta temporada, Theo vai confrontar Dora sobre os limites do terapeuta.

Sobre Golden Boy tudo indica que hoje a série volta a ser exibida normalmente na Warner.

Confiram os destaques na TV para hoje.

AXN
Breaking Bad – 22 h (ep 5×02 – leia a review)

GLOBO
A Mulher do Prefeito – 23h15 logo após Globo Repórter (ep 1×02)

+GLOBOSAT
Lowdown , Um Jornalista Sensacionalista – 22 h (ep 2×02)
Amber / A Busca por Amber Bailey – 0h (minissérie em 4 episódios – exibição diária) ESTREIA

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×05)

WARNER
Golden Boy – 22h50 (ep 1×07)

HBO FAMILY
The Haunting Hour – 19h30 (ep 3×19)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (sábado – 12/10)
The Office – 7 h (ep 9×11)
The Office – 7h30 (ep 9×12)

Bom final de semana !

The Voice Brasil – Audições às Cegas II

Data/Hora 11/10/2013, 00:40. Autor
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Eu juro que tento ser menos chata com o programa, mas a audição se trolla automaticamente. Prova disso é que o programa começou com a audição do Sam, que cantou na temporada passada do The Voice US. O detalhe é que nenhuma cadeira virou pra ele por lá, enquanto que por aqui os 4 viraram. Preciso nem dizer que isso mostra a diferença de qualidade entre as franquias, né? Aliás, até a Dilma Bolada fez piada com isso e disse que quando a Shakira não te quer, só te resta ir pra Claudia Leitte, mesmo. E gente, vocês bem eu sou fã da Claudinha, mas é que tá duro de engolir de verdade.

Mas como nem tudo podia piorar, hoje – pra nossa alegria – a Miá Mello nem apareceu. E também o nível dos candidatos estava BEM melhor, graças.

Mas eu sigo dizendo que só vou entender esse programa no dia que deixarem os técnicos falarem. Eu tenho cada vez mais certeza que vem ordem de cima pra que eles não se manifestem. Ou, se eles se manifestam, isso é cortado na edição por falta de tempo. Eu preciso entender, por exemplo, como só um técnico virou pra Luisa Lara e pro Pedro Lima. Preciso entender, também, porque viraram pro Eli Dias e não viraram pra Nicole. Ok, ela não era nenhuma maravilha, mas era melhor que ele. O Dilauri também. Tá certo, cada um tem seus critérios – e talvez eles até tenham boas razões pra justificar as suas escolhas -, mas enquanto não deixarem eles falar a gente vai seguir sem entender.

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Quanto aos candidatos hoje o dia foi do Nordeste. Bruna Barreto, Lucy Alves, Bruna Borges e Aila Menezes. Ponto pra Lucy Barreto, que foi a melhor candidata do dia, disparado. Não sei como só viraram duas cadeiras para ela. Além de cantar bem, a menina toca instrumento.

*Pausa para o momento fofoca: já tá rolando no Twitter que a Aila do leque era backing vocal do Carlinhos Brown.*

O destaque negativo do dia pra mim foi a Débora Cidrak. Ela simplesmente destruiu Stronger. Aliás, tô achando bem estranho esses candidatos semi famosos que são muito ruins e acabam passando, caso da Jullie semana passada e da Débora hoje. Mas ok, vamos acreditar que não existam interesses escusos por trás das escolhas.

Semana que vem tem mais audições às cegas, mas o balanço até agora é que o Lulu tá virando a cadeira demais, pra todo mundo. O Daniel continua virando só pra candidato sonolento. O Brown tá inexplicavelmente com um time muito ruim. E a Claudia tá com um time que mescla gente muito boa e muito ruim. E vocês, o que acharam?

“Não veremos algo assim em nenhum outro programa de TV”, diz Jonathan Rhys Meyers sobre ‘Dracula’

Data/Hora 10/10/2013, 22:56. Autor
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Ele seduziu espectadores do mundo inteiro como o rei Henrique VIII, da série The Tudors, que ficou no ar pelo canal Showtime entre 2007 e 2010. E, em 2013, o ator e ganhador do Globo de Ouro, Jonathan Rhys Meyers, promete causar o mesmo impacto… Nem que, para isso, ele precise te morder. No próximo dia 25 de outubro, ele aparecerá em Dracula, nova produção da NBC, em que ele interpreta o vampiro secular criado pelo escritor Bram Stocker. Hoje, a emissora divulgou um vídeo com os bastidores de sua anunciada produção.

Dracula, série de 10 capítulos, vai ao ar nas noites de sexta-feira, nos Estados Unidos, logo após a estreia da terceira temporada de Grimm, e chega para fortalecer o bloco sobrenatural da NBC – com a promessa de não seguir a mesma tendência dos outros vários dramas vampirescos televisivos, já que, agora, estamos falando de um vampiro tradicional.

Na nova série, criada pelo estreante Cole Haddon, Dracula usa a falsa identidade de Alexander Grayson, um cidadão americano recém-chegado a Londres que pretende investir nos estudos de energia elétrica, útil para quem evita o dia. Mas o que ele quer, na verdade, é se vingar das pessoas que, séculos atrás, o amaldiçoaram com a eternidade.

“Nossa versão é mais forte e mais sexy”, garante a atriz Victoria Smurfit, intérprete da personagem Lady Jayne Wetherby. “A gente caminhou pelos estúdios e foi de tirar o fôlego”, contou ela sobre a riqueza em detalhes dos enormes sets de filmagem, construídos em Budapeste, onde a história original se passava. “É tudo muito, muito bonito. É tudo muito, muito vislumbrante. Não acho que veremos algo assim em qualquer outro programa de TV”, concordou o protagonista Jonathan Rhys Meyers.

Para o ator irlandês, que também é aclamado pelo trabalho no cinema, seu personagem pode ser definido através de três personalidades diferentes: Alexander Grayson, o nome que ele usa para o mundo do comércio; Vlad Tepes, o conde humano amaldiçoado; e Dracula, o vampiro propriamente dito. “Dracula é um monstro”, sentencia Meyers.

No enredo, Dracula irá se deparar com Mina Murray (Jessica De Gouw, de Arrow), uma mulher que muito se parece com sua falecida esposa. “Ela vai distraí-lo do propósito central”, contou o ator. Para ele, essa combinação de sentimentos garantem o sucesso do programa. “Vingança, dor, amor e perda. A brutalidade é  também a beleza, são temas universais”, garantiu Meyers, conhecido pelo temperamento difícil e pelo histórico da luta contra o vício em álcool na vida real.

O vídeo de bastidores que a NBC divulgou está abaixo e, nele, Dracula avisa: algumas vezes, as pessoas a quem estamos predestinados nos pegam de surpresa. Para não ficar desprevenido, anota aí: a série estreia dia 25 de outubro, às 22h, na NBC americana.

Agents of S.H.I.E.L.D. – The Asset

Data/Hora 10/10/2013, 22:55. Autor
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Ao meu ver, no terceiro episódio da série, houve nova queda de qualidade. A verdade é que apesar de se criar uma grande expectativa em cima da série, por conta dos nomes de peso (Joss Whedon e a Marvel), a série ainda não conseguiu engrenar e até agora não teve nenhum episódio espetacular e/ou cativante!

Como falei nas primeiras impressões da série, a Marvel segue sem se aprofundar nos personagens de uma forma mais séria. Mas agora está até pior, não sabemos quase nada dos personagens, que não conseguem criar muita empatia comigo. As exceção feitas a Coulson (que já nos foi apresentado no cinema!) e a Melissa May, que foi o destaque do episódio. Contudo, infelizmente, a série me lembra cada vez mais a extinta Heroes, que criou muito barulho por nada!

Esse episódio nem as referências ao universo Marvel/Vingadores tivemos, com exceção ao supervilão (que falarei mais adiante), que pode ser o início de um arco que poderá ser melhor explorado num futuro. A trama dessa vez trazia um físico, guardado a sete chaves pois era de grande valor para a SHIELD, Franklin Hall, o tal “asset” (ativo, alguém importante) que da título ao episódio.

Logo de cara o físico é sequestrado – numa cena muito bem filmada -, por um ex-colega de pesquisa e agora dono de uma conglomerado de empresas, Ian Quinn, que só descobriu o paradeiro do físico porque ele foi vazado por alguém de dentro da própria SHIELD!

Descobrimos que Hall foi professor de Fitz e Simmons e que sua pesquisa é direcionada a descoberta e exploração de um novo elemento químico, o gravitonium e que essa foi a razão do seu sequestro.

Sendo simplista, gravitonium seria um elemento capaz de alterar a gravidade e criar a possibilidade de levitar objetos e afins. Ian obteve o elemento e quer forçar Hall a trabalhar nele para “finalizar sua pesquisa”, mas o que Ian realmente quer é o lucro.

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A equipe de Coulson vai em busca do cientista, novamente com Skye tento o papel de destaque na trama. Mais uma vez questionamos sua lealdade, ao ela se infiltrar na festa e revelar a Ian que estava ali a mando da SHIELD! Mas ao final ela se mostra ao lado da equipe de Coulson e que só usou dessa informação para conseguir o que queria e ajudar a SHIELD a salvar Hall. Porém, no fim, em uma grande reviravolta, o cientista revela que na verdade foi ele mesmo que vazou seu paradeiro, pois sabia que Ian havia obtido o gravitonium e desejava destruir o elemento.

Na cena mais interessante do episódio, no estilo Casa Maluca (do extinto Playcenter) Coulson e Hall lutam na sala com a gravidade alterada, lutando no teto, nas paredes laterais e afins. Tudo porque Hall insiste em não abandonar o local e informa que vai explodir o laboratório para que o gravitonium não caia nas mãos erradas.

A única forma de parar a reação desencadeada pelo gravitonium é usar de um catalisador! E Coulson usa o próprio Hall como catalizador, atirando em uma janela (que naquele momento estava no chão da sala (!) e com Hall em cima) fazendo-o cair no núcleo do gravitonium.

Por fim, na cena extra, a SHIELD tranca o gravitonium numa sala não catalogada, um segredo dentro da já misteriosa SHIELD! Até que vemos que Hall ainda está vivo, dentro do gravitonium!

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Confesso que não acompanho as HQ’s da Marvel, então desconhecia o personagem Hall, mas descobri que ele é um supervilão do universo dos Vingadores, sua alcunha é “Graviton”. (Se você sabe inglês e quer saber mais, clique aqui)

Um bom passo, a série introduziu um personagem de suas HQ’s, que pode criar boas histórias no futuro. Porém acho pouco, ainda falta mais super poderes, literalmente falando, para Agents of S.H.I.E.L.D. cair literalmente nas graças dos fãs.

Castle – Need To Know

Data/Hora 10/10/2013, 22:42. Autor
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Eu estava esperando por esse momento há exatas três semanas! Desde que Castle iniciou a sua sexta temporada, eu sentia que faltava algo – talvez as cenas caseiras, talvez o enfoque na NYPD, não sei, mas faltava. E quando eu apertei o play para assistir a Need To Know, pessoal, eu juro, jamais imaginaria que eu receberia tudo o quê eu queria logo assim, no terceiro episódio.

Recheado de características que fazem da série ser o que ela é hoje, além de ser o mais completo da temporada até agora, o episódio dessa semana veio para abrir uma porta que nós sabíamos que não ficaria fechada por muito tempo, mas que estávamos torcendo pela comprovação o mais rápido possível – sim, é da porta da NYPD mesmo que eu estou falando. Agora, o que Beckett vai encontrar quando decidir voltar, ou qual será o caminho da detetive até lá, nós não sabemos. Contudo, o que você precisa saber é: ela vai voltar e eu já estou com a pipoca e o refri na mão para assistir de camarote a tudo isso.

Mas enquanto isso não acontece, Beckett não estar fisicamente em NY não significa que o casal mais charmoso da telinha não vá passar umas boas horinhas juntos. Como? Ora, a explosão tecnológica não poderia ter sido à toa! Desde que Beckett aceitou o trabalho em D.C., os dois têm arrumado várias formas de estarem juntos, mesmo que isto implique o uso da tela de um iPhone. Mas sabe o que realmente me agradou nessa escolha do virtual como forma de aproximação? É que esse procedimento é a coisa mais comum em casais que namoram a distância. Dito isso, eu nada mais preciso falar sobre o quão Castle se assemelha à vida real e o quão enriquecedor é isto para o show.

Agora sim, introduzida a parte sexual virtual do episódio, vamos falar do que fez Need To Know ganhar a avaliação total e ser declarado por mim o melhor episódio da temporada até agora. Vem, meninos, eu estou chamando vocês!

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Novos ares rondam a NYPD e, com os novos ventos, também veio um novo detetive. É tudo muito novo e parece que o único que ainda não se acostumou – porque aceitar ele nunca aceita nada mesmo – foi o Castle. Embora os meninos sintam falta da Beckett pelo departamento, quem teve uma mudança radical em sua vida foi o nosso escritor. Ele até tenta dar um jeitinho aqui e ali, mas está tudo tão diferente, tudo tão fora do usual, que ele parece um peixinho fora d’água. Mas é aí quando a gente pensa que vai ficar com o coraçãozinho na mão por vê-lo assim, tão descolado, que o Marlowe faz a sua já habitual arte de mostrar para nós a sua mente brilhante. Não é que o homem põe NYPD e polícia federal para trabalharem juntos? E mais, ele volta com o trio do bromance, traz um Esposito e um Ryan ciumentos ainda não conhecidos por nós, e finaliza o episódio com um desfecho surpreendente. Clap clap.

Foi o primeiro episódio desde a estreia em que o enfoque é voltado também para o pessoal de New York. Eu apreciei – e muito – tudo isso por perceber que o roteiro de Castle está sendo bem trabalhado, conciliando sempre os dois cenários, não apenas focando nos casos e na vida de Beckett na capital. A junção das duas unidades foi o que deixou o episódio com uma pegada mais dinâmica, diferente do que já havia sendo apresentado, o deixou mais versátil. Além disso, episódios que trazem o bromance sempre são episódios dignos de uma nota 5. Os meninos alegram a história, a deixam completa, mostra que a série não é feita apenas de um shipper e seus beijos fervorosos. Se Castle é um conjunto da obra – como eu sempre tive orgulho de dizer – os meninos estão ali para mostrar que eu não estou errada.

Falando ainda no bromance, a introdução de cenas de ciúmes com o Ryan e o Esposito foram pontos fortes e certos de risada. Eles sentem falta da amiga. A saída repentina de Beckett e a escolha dela por novos caminhos mexeram diretamente com eles no que diz respeito à parceria que eles tinham com ela. E, como forma de por tudo o que estava preso para fora, nada melhor do que dividir o departamento entre aqueles que querem a atenção da moça e aqueles representam a “nova vida” dela. Castle, coitado, estava parecendo cego em um tiroteio. Eu já havia definido o meu lado desde o princípio. A Beckett também, e vocês sabem no que isso resultou.

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Se eu tivesse participado de um bolão para adivinhar a maneira que ocorreria a transição FBI-de volta para NYPD, eu teria perdido todo o dinheiro que já não tenho. É claro que a conduta com que a polícia federal leva alguns casos e o modo de agirem deixou Beckett com algumas ressalvas. Mas que ela seria demitida, ah, isso não passou pela minha cabeça. Se me perguntam se eu gostei?Sim, gostei. Desde o início eu disse que não acho o FBI um lugar onde Beckett possa ser uma pessoa melhor e, por conseguinte, fazer o melhor – que é o que ela deseja desde que nós a conhecemos. Por maior que seja a sua capacitação, e por mais que também haja condutas erradas na NYPD, o foco que eu levo em mente é: ela, no antigo departamento, nunca teve que deixar de ser quem era e ela no FBI, eventualmente, teria que deixar de ser.

Foi rápida essa demissão? Sim, talvez. Eu esperava mais um pouco de Lisa Edelstein, mais um pouco do casal movendo céu e terra para conseguirem um tempo juntos. Em contrapartida, a distância já estava sufocando os dois e como a premissa dessa temporada seria mostrar para nós os frutos de toda aquela evolução da quinta temporada, o problema “lidar com a distância e tratar de forma madura os obstáculos” já pode ser riscado da lista. Nesse meu estado de dúvida, eu entrego tudo na mão do Marlowe e que seja feita a vossa vontade.

Need To Know foi uma surpresa boa em uma semana turbulenta. Parece que tudo o que eu sentia falta nesse início de sexta temporada está de volta. Certamente, a demissão dela não vai ficar somente por ali – ainda teremos algumas preocupações pela frente. Mais uma vez, eu termino um episódio cheia de questões em mente. Será um adeus ou um até logo para McCord e toda a polícia federal? Será que a nossa detetive vai logo voltar para NYPD? Bem, acho que isso a gente descobre na semana que vem. Para as minhas dúvidas, um bom final de semana está vindo para aquietá-las e para vocês, meus queridos, hubba hubba!

PS1: Só eu tenho raiva daquele legista careca quando ele aparece no lugar da Lanie?

PS2: Gates está com saudades da Beckett. Pausa para risos eternos.

*Gente, agradeço a espera pela review. O atraso foi devido a um problema pessoal, mas aqui estou eu e vida que segue. Semana que vem a review volta a sair toda terça e eu prometo sempre escrevê-la o mais rápido possível. Deixo aqui, também, o meu obrigada à Mariela pela compreensão e ajuda em tudo.*

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ ganha temporada completa

Data/Hora 10/10/2013, 22:28. Autor
Categorias Notícias

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A ABC divultou hoje (10) a encomenda de novos episódios para a Agents of S.H.I.E.L.D., o que vai fazer com que a série tenha uma temporada completa com 22 episódios. Normalmente, os seriados estreantes tem uma encomenda de seis a 13 episódios. Apenas aquelas que conseguem ter uma boa recepção do público conseguem ter a encomenda de novos episódios.

A série, que foi criada por Joss Whedon (Buffy), Maurissa Tancharoen e Jed Whedon, acompanha as atividades dos membros da Strategic Homeland Intervention, Enforcement and Logistics Division, a S.H.I.E.L.D.. Liderada por Phil Coulson (Clark Gregg), os agentes cuidam de casos relacionados a pessoas com superpoderes.

Até agora, o seriado teve três episódios exibidos, além da média de 9.55 milhões de espectadores, com 3.6% entre o público alvo. Sua estreia teve 12.12 milhões e 4.7% entre o público alvo, mas com a exibição dos outros dois episódios, o seriado passou a perder público.

Agents of S.H.I.E.L.D. foi a segunda das novas séries da Fall Season que conseguiu ganhar a primeira temporada. A primeira delas foi The Blacklist, levando em consideração que The Michael J. Fox Show teve 22 episódios já encomendados. Além delas, Sleepy Hollow foi a única série revonada para seu segundo ano.

Outra novidade para a série é a presença do ator Titus Welliver, que participou do curta Item 47, no qual ele interpretou o agente Blake. Em Agents of S.H.I.E.L.D., ele reprisará seu papel como Blake no sexto episódio intitulado FZZT. Nele, o agente Coulson e seu grupo vai atrás de um assassino após vários corpos terem desaparecido.

Nos Estados Unidos, a série é exibida terça-feira às 20h pela ABC. Já no Brasil, Agents of S.H.I.E.L.D. vai ao ar na quinta-feira às 21h pela Sony.

Com informações do TV Line (aqui e aqui).

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