Ator de ‘Homeland’ terá papel recorrente em ‘The Blacklist’

Data/Hora 10/10/2013, 19:04. Autor
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Amir Arison, que interpretou Prince Farid Bin Abbud em Homeland no de 2011, terá um papel recorrente no novo hit da NBC, a série dramática The Blacklist.

Amir fará o papel de um agente técnico especialista do FBI e atenderá pelo nome de Aram Mojtabi, já se sabe que o personagem será um entusiasta, um trabalhador desesperado por assimilar informações.

The Blacklist foi criada por Jon Bokenkamp e é estrelada por James Spader (Justiça Sem Limites, The Office). A série conta a história do criminoso procurado Raymond (James) que de repente se entrega ao sistema de segurança para oferecer informações e delatar todos àqueles com quem já trabalhou no submundo, inclusive um terrorista que todos achavam estar morto.

Mas Raymond tem faz uma exigência: só ajudará o FBI se puder trabalhar com a agente novata Elizabeth Keen interpretada pela atriz Megan Boone (Law & Order Los Angeles) com quem aparentemente não tem nenhuma ligação.

The Blacklist vai ao ar às segundas-feiras, na NBC. No Brasil a série é exibida pelo canal Sony.

Com informações do Spoiler TV

Ashley Benson, de ‘Pretty Little Liars’, aparecerá no spin-off da série, ‘Ravenswood’

Data/Hora 10/10/2013, 18:55. Autor
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Hoje (10) foi revelada a participação da atriz Ashley Benson (Hanna Marin) no spin-off de Pretty Little Liars, Ravenswood, que estreia dia 22 de outubro, após o episódio de Halloween de Pretty Little Liars.

Benson participará de um episódio onde estará ao telefone com Caleb (Tyler Blackburn) enquanto o mesmo se encontra em Ravenswood. Sua aparição marcará a primeira vez que uma liar será convidada para a nova série, assim como outros personagens regulares. A história do spin-off gira em torno de Ravenswood, uma cidade não muito longe de Rosewood, que sofre com uma maldição há gerações. Cinco jovens se encontram ligados à maldição, e por conta disto, terão de desvendar os segredos da cidade para se vêem livres da maldição antes que seja tarde demais para eles.

Tyler Blackburn será visto embarcando para Ravenswood no episódio de Halloween de Pretty Little Liars, entretanto, esta não será a primeira vez que os fãs verão a cidade. No sexto episódio da atual temporada, Under the Gun, Toby (Keegan Allen) e Spencer (Troian Bellisario) acabaram chegando até a sombria Ravenswood quando estavam à procura da Mrs. Grumwald.

O elenco da nova série é composto, além de Blackburn, por Merritt Patterson (Sobrenatural), Brett Dier (Mr. Young), Nicole Gale Anderson (Happy Endings) e Britne Oldford (Skins). A produção executiva fica por conta de Marlene King, Joseph Dougherty, Oliver Goldstick e Leslie Morgenstein, também produtores de Pretty Little Liars. A Alloy Entertainment e a Warner Horizon Television produzem ambas as séries.

Ravenswood, como dito acima, terá sua estreia no dia 22 de outubro, às 21h. Pretty Little Liars retorna também neste dia, às 20h, para o especial de Halloween e, em seguida, entra em novo hiatus até 2014.

Com informações do The Hollywood Reporter

‘Deliverance Creek’, série baseada em romance de Nicholas Sparks, terá Lauren Ambrose como protagonista

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A atriz Lauren Ambrose, responsável por dar vida à personagem Claire Fisher, na série da HBO Six Feet Under, ganhou o papel de protagonista na série Deliverance Creek, da Lifetime.

Baseado no romance de Nicholas Sparks, a série se passa no final da Guerra Civil e é centrada na vida de Belle Barlowe (Ambrose), uma mãe de três filhos que tenta defender sua terra e sua família de qualquer forma. E quando o banco corrupto de sua cidade a pressiona para ser uma fora da lei, tornando os riscos pessoais e desencadeando uma série de eventos, ela começa a se questionar ser sobre boa ou sobreviver.

Recentemente, a atriz, que já foi nomeada ao Emmy, Globo de Ouro e ao Tony Awards, fez uma aparição em Law & Order: SVU, Torchwood: Miracle Day e na minissérie da A&E, Coma. O roteiro da série foi escrito por Melissa Carter (Jane By Design), o próprio Nicholas Sparks e sua agente, Theresa Spark.

Com informações do TV Line

Kate Walsh se junta ao elenco da adaptação do cinema para TV, ‘Fargo’

Data/Hora 10/10/2013, 17:18. Autor
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Após protagonizar o spin off de Grey’s Anatomy, Private Practice, Kate Walsh estará de volta à TV em breve para a minissérie Fargo. Mas antes de estrear Fargo, em 2014, a atriz participará da série Full Circleque irá ao ar no dia 30 deste mês, pela DirecTV.

Deixando sua eterna personagem, a obstetra Addison Montgomery, para trás, Kate será Gina na nova minissérie do canal pago FX. Gina será casada e mãe de gêmeos.

O projeto da minissérie consiste em 10 episódios de uma hora cada, baseados no filme de 1996 que carrega o mesmo nome, dos irmãos e cineastas Joel e Ethan Coen. A história do filme  gira em torno de uma policial de Minnesota que investiga o caso do sequestro de uma mulher, arquitetado pelo seu próprio marido, um vendedor de carros, que contrata dois bandidos para sequestrá-la. O objetivo do vendedor é conseguir do sogro o dinheiro do resgate para ajudá-lo a resolver seus problemas financeiros. Na adaptação para a TV, Lester Nygaard, um vendedor de seguros, terá sua vida alterada quando Lorne Malvo chega à cidade.

Kate Walsh se junta à nomes como Martin Freeman (The Hobbit), Billy Bob Thornton (Bad Santa) e Colin Hanks (Dexter) que já estão confirmados para a série. Segundo o site Deadline, os atores Joey King (Bent) e Josh Close (Justified) também se juntarão à série. Joey será a filha de Gus Grimly (Colin Hanks), a pequena Greta, e Josh interpretará o irmão de Lester Nygaard (Martin Freeman), Ron. O roteiro de Fargo é escrito por Noah Hawley, os irmãos Coen e Geyer Kosinski (Magic City). A produção fica por conta da MGM Television e a FX Prods.

Com informações do TV Line

Bones – The Sense in the Sacrifice

Data/Hora 10/10/2013, 16:47. Autor
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Christopher Pelant se foi do mesmo jeito que apareceu. De repente, sem pistas ou indicações de quais eram suas verdadeiras motivações. De hacker para assassino – e depois psicopata apaixonado -, ele se transformou em um dos violões mais intrigantes e ao mesmo tempo mais maçantes de Bones. Não sei se por falta de paciência ou até mesmo simpatia, comemoro com entusiasmo o fim deste “arco”, e espero ansiosamente pelo próxima vilania da história.

The Sense in the Sacrifice deveria ter sido o primeiro episódio da nona temporada. Não só pelo impacto e pela beleza do roteiro, mas porque daria logo um fim para os quase dois anos de enrolação sobre o tal Pelant, que serviu nada mais para tentar afastar a Brennan do Booth e aterrorizar o time do Jeffersonian com suas gracinhas. No final das contas, pouco foi esclarecido desde o final da sétima temporada, e pelo visto, pouco será.

Para um episódio quase cinco estrelas, Pelant poderia ter sido a cereja no bolo, mas não passou de um recheio sem gosto, tipo um glacê sem açúcar. Mas não estragou o sentido da comemoração.

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O sentido no sacrifício

Não fico incomodada quando alguém me pergunta por que (ainda) vejo Bones. Já são nove temporadas. É fácil desencantar de algo depois de tanto tempo. Mudar de ideia, ou se cansar. Não fico incomodada porque vejo o sentido para todo esse “sacrifício”. Quando assisti a esse episódio, percebi isso ainda mais. Acompanhar a história da Brennan, o romance de B&B, as aventuras do Jeffersonian tem sido divertido, emocionante e prazeroso, tudo ao mesmo tempo. Mesmo que algumas coisas levem o tempo necessário para acontecer. Tudo acontece um dia, não? Foi o que pensei.

The Sense in the Sacrifice não foi sobre Pelant. Apesar dele ser o tema central do episódio, a interação do grupo de cientistas e agentes me pareceu bem mais apelativo. Foi um episódio dinâmico, e que envolveu não só as habilidades da Cam, da Angie, do Jack, do Sweets, da Caroline – ah, doce Caroline -, nem do Booth ou da Brennan, mas um episódio que provou que quando eles estão juntos, eu cito, “eles são insuperáveis”, como disse a Caroline.

A engenhosidade de confrontar o gênio do mal com sua própria genialidade maldosa levou a um caso sem precedestes. A preparação do corpo como uma presa para atrair a atenção do Pelant foi realmente surpreendente e deliciosamente nojenta. A morte do Flynn me deixou um pouco angustiada. Trabalhar no corpo de um conhecido ainda não é leve o suficiente para o meu estômago. Mas foi um sacrifício que valeu a pena. O episódio acabou sair melhor que a encomenda, principalmente por trabalhar com aspectos ao mesmo tempo conhecidos e desconhecidos do grande público. Partículas, lesões, isso a gente já viu, mas o caso era bem mais que isso, era um plano subjetivo entre lendas e egos, mensagens secretas e fé. A cena da bomba mostrou exatamente isso. Aliás, as duas cenas. Quando Booth, com seu treinamento militar e sua percepção, concluiu que a granada era um brinquedo. E na cena final, quando Brennan mandou o parceiro matar Pelant, colocando de lado sua racionalidade e apostando na fé que ela tem em Booth.

No final, a morte do Pelant foi um grande sacrifício? É o que vamos ver nos próximos capítulos.

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Altos

Ok. Pausa para o mais completo ataque histérico que alguém, fã de uma série como esta, pode ter. Desde referência a Scully e Mulder no episódio piloto, toda aquela provocação um com o outro, aquela paixão acalentada, o desejo repreendido… todos sabiam que um dia B&B ficariam juntos. Talvez demorasse um pouco, mas eles ficariam juntos.

Confesso que fiquei um pouco desapontada com a falta de grandeza do pedido de casamento do Booth, mas aí eu pensei: pro inferno com isso! Eles vão se casar! Eles vão se casar mesmo. Agora não tem mais jeito. Vai acontecer.

O desfecho do episódio foi o ponto mais alto da história. A superação da racionalidade pelo razão do amor levou a morte do vilão e a superação da angustiante “escolha” de Seeley em não se casar com a Temperance. Não, ela não colocaria a vida de Booth em risco por causa de um assassino psicopata. Claro que não. Não nesse ponto da história, quando ela escolheu acreditar, confiar e ter completa fé em seu parceiro. Isso é amor. E não é barato. Vimos os dois construindo isso, e me pareceu mais real o pedido de casamento ser algo rápido, como um suspiro de alívio. Rápido, mas significativo.

Outro ponto de destaque vai para a participação do Sweets no caso. O plano, os conselhos, as análises. Não estava muito declarado, mas foi o psicólogo quem conduziu praticamente toda a perseguição ao vilão. O que me chamou a atenção é que mesmo afastado do FBI, Sweets foi ouvido e respeitado. A capacidade do moço em ler as pessoas e supor suas ações levou à observação de que Pelant estava tentando seduzir a Brennan com seu intelecto, e que o vilão sabia que um dos traços da antropóloga era mudar de ideia sobre as pessoas. Era isso que Christopher estava tentando fazer. Quando a Brennan começou a elogiar o cara e a chamá-lo pelo primeiro nome, pensei que o plano poderia estar dando certo. Mas aí veio a grande surpresa, o grande final. Uma das coisas que ela aprendeu com o tempo, com o seu parceiro, foi questionar-se. Então, a partir dai, nada aconteceu de acordo com o plano.

Mas o que eu mais gostei neste episódio foi a coincidente inconstância dele. É quando Bones sai da caixinha que as coisas extravasam. Não era um caso qualquer, não teve aquela cena dos desconhecido achando um corpo jogado no mato, ou um monte de suspeito sendo interrogado, para um desfecho, muitas vezes, nada surpreendente. Malditos procedurais.  Queria muito que Bones seguisse um arco grande por temporada, mas isso seria pedir demais, eu sei. Gostei como a coisa aconteceu, a referência a lenda de Prometeu, a referência ao ego exacerbado dos seres humanos, quase semi-deuses, acorrentados aos mais profundos defeitos. Talvez seja isso a próxima grande história: ninguém é tão perfeito assim, nem Pelant, nem mesmo a própria Dra. Temperance Brennan.

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Baixos

Os Todos Poderosos devem ter um motivo muito forte para por fim ao Pelant deixando tantas perguntas abertas. Já não basta tantas outras? Qual seria o sentido para deixar uma trilha de pistas mal resolvidas?

Lembro que quando o Pelant entrou para a série Hart Hanson comentou que ele estava sendo ajudado por alguém de dentro do Jeffersonian. Isso não me saiu da cabeça, pois minhas teorias apontavam para o agente Flynn. Cheguei a pensar na agente Shaw, mas a história nunca chegou a se desenvolver.

Depois me intrigou a genialidade do tal hacker, que não só era mestre na arte da computação, mas também sabia dissecar um corpo como ninguém. Mesmo assim, teve que “matar” uma pessoa para poder entrar na faculdade. Quem era esse cara? Ele matou apenas uma pessoa no passado?

Quando Pelant entrou na série, ele parecia perseguir claramente a Brennan. Tiro isso pelas fotos de jornais dos agentes que ele tinha em uma parede. Por que agentes? Por que a Brennan? Era algo pessoal ou sua atração pela cientista era simplesmente intelectual? Talvez nunca saberemos.

Mas me pego pensando: se ele era assim tão apaixonado pela Brennan, como este último episódio quis mostrar, por que ele a queria presa na sétima temporada? E durante a fuga da cientista, por que ele não se deu o trabalho de ir atrás dela?

Quando Pelant impediu Brennan de se casar com Booth, achei que ele o tinha feito porque não suportava perder os holofotes do FBI, porque estava enciumado por não ser o centro das atenções, não porque ele amava a doutora. Alguém sentiu mais isso?

Usar as habilidades do Sweets para atacar Booth, Brennan e o pessoal do Jeffersonian me pareceu uma boa ideia. O Sweets talvez seja o personagem que mais conhece a turma toda. Mas será que roubar a identidade da Cam tem algo a ver com ele? Isso não ficou claro. Ah, sem contar o roubo da riqueza do Hodgins: o herdeiro vai recuperar o dinheiro? Tudo voltará ao normal? Qual foi o sentido nisso?

Não me importei com a morte do Pelant, mas o ponto mais baixo desse episódio foi exatamente o fim dele. E todas as respostas no ar.

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E agora?

Agora é esperar pelo grande final feliz.  Pelo casamento, pelas respostas e pelo novo vilão. Parece que o ciclo da vida recomeça novamente. Com outra dinâmica, novos desejos. Estamos testemunhando a evolução e reinvenção de uma série que já tem nove temporadas. Que superou vários obstáculos e decisões ruins, mas que segue firme e forte. Com uma ótima audiência e fãs leais.  Dai me perguntam porque ainda vejo Bones. Veria por mais nove temporadas, se fosse o caso.

Agora é esperar pelo próximos episódios, pela possibilidade de crescer durante o ano, ter a série renovada para a décima temporada e o privilégio de acompanhar por mais algum tempo essa história sólida de amor, crime, paixões e justiça.

Até as próximas aventuras!

15 razões para acompanhar a programação de TV brasileira

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Em tempos de download, as emissoras brasileiras precisam fazer cada vez mais esforços para manter uma audiência fiel.

E várias emissoras estão se tornando referência no bom serviço prestado aos telespectadores. Séries que chegam às telinhas na mesma data – ou cerca de uma semana após – da exibição original, várias opções de áudio/legenda, horários camaradas e continuidade na exibição são algumas características dessas bem afortunadas emissoras – que, infelizmente, costumam fazer parte apenas dos pacotes mais caros da TV a cabo.

Mas nem tudo são flores quando falamos da programação da TV brasileira. Muitos esforços são feitos também para conduzir os telespectadores para o lado negro da força: séries são exibidas meses após seu retorno nos Estados Unidos ou no Reino Unido, legendas dessincronizadas, imposição do dublado, episódios subitamente encerrados, séries que somem inexplicavelmente da grade de programação.

Então pensamos: por que não falar sobre as razões para assistir a programação da TV brasileira, com aquela pitadinha de humor que deixa os dias mais felizes? Eis o resultado:

15 – Ser livre para companhar as séries em “tempo real”

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Não há nada mais chato do que ser censurado nas redes sociais por soltar spoiler sobre sua série preferida! Ou por fazer comentários pertinentes, e esbravejar a sua opinião sobre o programa sem medo de ser feliz. Quando assistimos seriados pela programação da televisão brasileira, temos o benefício de comentar com os amigos em “tempo real”, já que está todo mundo vendo o programa juntinho! Sempre tem aqueles comentários tão perfeitos e engraçados que fazer você se perguntar como as pessoas assistiam televisão antes…

14 – Exercite sua paciência e se torne uma pessoa melhor

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Sabe aquela série que terminou a temporada passada com um cliffhanger daqueles? Pois então, aguente a curiosidade mais um pouco e espere a boa vontade das emissoras de transmitir o seriado no Brasil. É verdade que a diferença tem diminuído em boa parte dos casos, mas ainda assim, no geral, segurar a vontade de baixar os seriados na internet é uma missão para os fortes. Até porque nunca se sabe quando a série irá passar aqui no Brasil…

13 – Faça seu check-up gratuitamente

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Essa é para os telespectadores do Canal Sony! A emissora resolveu contribuir com a saúde dos telespectadores ao lançar uma nova moda, cortando a exibição do episódio de The Voice ao meio. Afinal, quem queria saber se aquele candidato seria aprovado? Pra quê exames clínicos se nossos canais nos submetem a tanta emoção assim? Se teu coração aguentar isso vai em frente que tá tudo okay.

12 – Viva a vida sem preocupações

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Se antes você sofria e perdia tempo decidindo se iria assistir aquele episódio dublado ou legendado, seus problemas acabaram. Agora os canais mesmos fazem isso por você, não dando opção de escolha e exibindo os episódios somente dublados. Se você for geminiano e indeciso, então, melhor ainda…

11 – Exercite seu cérebro

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Pense rápido para conseguir dar conta de acompanhar as legendas dessincronizadas que tem sido recorrentes nos canais brasileiros. Caso você pretenda prestar vestibular ou algum concurso público você pode trocar algumas horas de estudo por assistir seriados na televisão aberta brasileira. Tem coisa melhor?

10 – Elevar seus níveis de vergonha alheia

Se você precisa elevar seus níveis de vergonha alheia para enfrentar algumas situações cotidianas não há nada melhor do que treinar assistindo os reality shows musicais que foram adaptados para o Brasil. Poderia citar o Ídolos, mas pra ficar com o que está indo ao ar agora eu recomendo o The Voice Brasil. Se concentre e tente escolher o que é pior entre: a) edição; b) técnicos; c) assistentes dos técnicos; d) apresentador; e) todas as opções anteriores. O bônus são os candidatos. Não dá pra negar que temos vozes muito boas, mas a grande maioria deixa a desejar ao nível dos candidatos das outras adaptações das franquias.

9 – Conhecer a literatura brasileira através de adaptações televisivas

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Pra quem tem preguiça de ler ou até pra quem gosta de ler, mas sempre sonhou em ver seu livro favorito ser adaptado para a televisão as séries dos canais brasileiros são ótimas oportunidades para vermos grandes obras nas telinhas. É o caso das maravilhosas O Canto da Sereia; O Tempo e o Vento; Incidente em Antares; A Casa das Sete Mulheres; Presença de Anita; Mad Maria; Os Maias; Dona Flor e Seus Dois Maridos; Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados e várias outras adaptações de grandes escritores brasileiros. Tudo no padrão Globo de qualidade.

8 – Conhecer a história do Brasil e de personalidades importantes para o país

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Minisséries também são uma ótima forma de estudar história. E você ainda pode escolher o seu gênero preferido, já que tem pra todos os gostos. Tem as de cunho mais biográfico, como JK – que retratou a vida do ex presidente Juscelino Kubitschek -, mas também tem as que retratam períodos da história brasileira, como é o caso de Um Só Coração – que apresentou a São Paulo da década de 20 e o movimento modernista – e Queridos Amigos – que retratou o período obscuro da Ditadura Militar.

7 – Conhecer a música brasileira

É bem provável que muitas pessoas da minha geração nunca tivessem ouvido Maysa antes da minissérie da Globo. Muito menos as músicas da “era de ouro” da rádio brasileira – retratada em Dalva e Herivelto – uma canção de amor. Sem dúvida estas homenagens são mais do que merecidas e nos proporcionam conhecer artistas que não conheceríamos não fossem as minisséries.

6 – Conhecer novos artistas (o futuro) da música brasileira:

Uma das formas de homenagear estes cantores também é o Som Brasil. A cada temporada temos ótimos programas com novas (e ‘desconhecidas’) vozes interpretando sucessos de grandes nomes da música brasileira. Já passaram pelo Som Brasil Ana Cañas, Tiê, Thais Bonizzi e Maria Gadu. Além disto não podemos esquecer os reality shows musicais que vem há um bom tempo revelando artistas. É verdade que os vencedores costumam flopar, mas temos cantores que fazem sucesso hoje que começaram em realitys de música, caso de Thaeme da dupla Thaeme e Thiago que venceu o Ídolos 2, Roberta Sá e Thiaguinho que participaram do Fama BIS, formato da Globo que posteriormente foi extinto.

PS: Confere no vídeo ali em cima como a Roberta Sá melhorou MUITO.

5 – Ver que nossos atores/atrizes não devem nada aos estrangeiros, nem em talento e nem em beleza

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Temos excelentes atores brasileiros trabalhando em séries, caso de Rodrigo Santoro que atuou em Hoje é Dia de Maria e Glória Pires que atuou em Memorial de Maria Moura e O Tempo e O Vento. Além disso, também temos nossa cota de beleza bem representada através de atrizes como Mel Lisboa e atores como Tarcísio Meira, ícone de beleza na época em que interpretou o Capitão Rodrigo também em O Tempo e O Vento.

4 – Boas produções originais também nos nossos canais fechados

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Estamos sendo brindados com boas produções originais também em canais fechados, mais recentemente. Dentre as ultimas estreias Sessão de Terapia do GNT foi sucesso de público e crítica e garantiu uma segunda temporada, que já estreiou.

3 – Receitas com a cara do Brasil

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Claro que todo mundo ama o Jamie Oliver e as receitas da Nigella, mas muitas vezes temos dificuldades em encontrar determinado ingrediente por não ser tão comum aqui. E às vezes gostaríamos de aprender a fazer alguma receita bem brasileira, o que certamente não acontece quando estamos vendo programas de outros países. Por isso a boa pedida é acompanhar programas como o Tempero de Família comandado pelo gatíssimo do Rodrigo Hilbert no GNT.

2 – Comparar com os reality shows de outros países

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Vamos combinar que boa parte da graça tá em comparar as nossas versões tupiniquins dos realitys shows com as originais ou com as versões de outros países. Quem nunca ficou tentado a comparar Xtina e Jessie J com Cláudia Leitte? Ou então assistir vários Big Brothers e descobrir (chocado, é verdade) que o nosso é um dos mais puritanos do mundo e que nas outras versões os participantes não tem escrúpulo nenhum? Mas aguardo ansiosa pra confirmação do boato que a Joelma vai estar na bancada da versão brasileira do The X-Factor a ser produzida pela Record. Acho que entra bem na sessão vergonha alheia também…

1 – Prestigiar a escola Sílvio Santos de fazer televisão

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Mah oe! Silvio Santos é um ícone da televisão brasileira, isso ninguém duvida! Além de ser apresentador de um dos programas mais antigos da TV, ele ainda é o manda-chuva absoluto do canal, e faz dele o que bem quer. É por essas e outras que o dono do SBT é cada vez mais as televisões por assinatura têm procurado prestar uma homenagem a essa figura tão emblemática. A grade de programação muda toda semana, o que é claramente uma inspiração no método SS de fazer televisão, que com sua genialidade alçou o SBT a grandes voos.

Convencido a dar uma chance à programação da TV brasileira? Conte-nos o porquê.

Nova temporada de ‘CSI’ estreia dia 14 de outubro na Sony

Data/Hora 10/10/2013, 12:38. Autor
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Na próxima segunda-feira (14), CSI volta para sua 14ª temporada às 21h na Sony. 

A série, que acompanha as investigações da equipe de cientistas forenses do Departamento de Criminalística da Polícia de Nevada (Las Vegas) vai retomar o final da temporada anterior. O público acompanhará o sofrimento de Ellie Brass e Morgan Brody, filhas dos detetives Brass e Ecklie, que foram raptadas pelo serial killer, Oliver Tate – criminoso que se espelha nos círculos d’O Inferno de Dante para cometer seus crimes.

Logo no começo da nova temporada, os detetives são avisados de que devem escolher qual dos jovens salvar e uma reviravolta surpreende todos que acompanharam o caso.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Sony.

‘Teen Wolf’: Conheça o novo ajudante do Xerife Stilinski

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Esse texto contém spoilers

Agora que já sabe sobre as ocorrências sobrenaturais de Beacon Hills, o Xerife Stilinski (Linden Asho) precisará de ajuda para acobertar todas as mortes repentinas e os acontecimentos inexplicáveis da cidade.  E é aí que o personagem de Ryan Kelley entra. Ele vai auxiliar o Xerife a desvendar os mistérios sobrenaturais das redondezas até se tornar parte de um deles.

Ryan já trabalhou em diversos filmes para a TV e fez participações em séries como Law and Order: SVU, Ghost Whisperer Smallville. 

A 3ª temporada de Teen Wolf volta a ser exibida nos Estados Unidos no dia 06 de janeiro.

Com informações do TV Fanatic

The Blacklist – Wuijing

Data/Hora 10/10/2013, 11:26. Autor
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The Blacklist, em seu terceiro episódio, deu mostras que não perderá força tão cedo e continuou eletrizante e instigante. Wuijing pode não ter caminhado tanto em relação ao plot principal – o interesse de Red em Liz -, mas teve cenas que envolveram muita tensão, além de ter introduzido um elemento novo na história: quem seria o misterioso Homem da Maçã?

Mas vamos por partes. E começarei falando da trama familiar de Elizabeth.

É bem evidente que a agente não se sente mais a vontade ao lado do marido. A dúvida sobre o conteúdo da caixa – e, consequentemente, sobre a identidade verdadeira de Tom – atormenta Liz, que resolve levar um dos projéteis da arma “do marido” para um exame de balística. E BAM! Compatibilidade com os projéteis encontrados em várias cenas de crimes… CLASSIFIED! Ou seja, se antes existia a sombra de uma dúvida, agora há algo muito maior. Ele está metido em algo grande (ou não).

Seria Tom um agente? Seria um criminoso “freelancer”, a la Red? Ou seria apenas um joguete nas mãos do careca, um bode expiatório utilizado para fazer Liz questionar todas as suas crenças?

Mas o pior dessa história nem são todos esses questionamentos – até porque eles cumprem a gloriosa função de nos deixar ansiosos pelo próximo episódio. O pior foi Ressler e Cooper terem descoberto que Elizabeth esconde algo. E muito embora ainda não tenham elementos para saber que a investigação dela se refere a Tom, vão ficar atentos a todos os passos da agente. Como se ela não tivesse problemas suficientes.

Falando em problemas e questionamentos, o que falar do Homem da Maçã? Ele invadiu a casa de Elizabeth, plantou escutas e câmeras e está na vizinhança, atento a tudo que acontece – enquanto come uma maçãzinha, é claro. Quem será esse personagem misterioso? Um inimigo de Red? O pai de Liz? (Eu sei, peguei pesado. Deveria ter avisado “apertem os cintos, a viagem vai começar” antes de lançar essa teoria). Não faço ideia da identidade dele, e estou MUITO ansiosa para saber mais elementos sobre esse plot.

Sobre o criminoso da semana, acho que foi o mais interessante até agora. E os dois primeiros já tinham sido muito bons. Desde a cena inicial, com o moço sendo emboscado e morto na China, até as cenas de luta e tiroteio no prédio em construção, foram raros os momentos em que a respiração não ficou presa e os dedos foram levados à boca – roer unha? Pode.

O chinês matador de agentes tinha toda uma vibe de bad BAD guy, e as cenas no bunker foram recheadas de tensão também em razão disso. Wujing foi um ótimo antagonista para Red, que mais uma vez esteve brilhante (muitas palmas para Spalder, ele está destruindo tudo nesse personagem). E Liz também teve uma participação bastante consistente (Megan também está fazendo um ótimo trabalho).

E a cena na qual o “traídor” chinês foi identificado? Que tensão! Red segurou muito bem a barra, ainda que tenha decepcionado Elizabeth ao matar o nerdzinho da China. E depois de muito terror psicológico, os dois conseguiram sair ilesos do bunker.

Achei MUITO legal Liz ter usado o “adesivo de nicotina” para fazer Wujing ser preso. Red estava convicto de que o criminoso voltaria para a China tranquilamente. Mas dessa vez a agente foi mais sagaz, e os criminosos acabaram presos – acho que, dessa vez, Red não esperava isso, de verdade. Está na hora de Liz começar a levar vantagem em algumas situações, ela estava muito submissa à vontade de Red.

O caso também deu um certo destaque à Meera e Ressler. Gostei muito da parceria dos dois. CIA e FBI trabalhando – e correndo – juntos para salvar a vida do consultor civil que seria morto pelos chineses. As cenas da perseguição no edifício em construção foram ótimas, e as de luta também. The Blacklist mostrando preocupação e cuidado com os mínimos detalhes, o que só a deixa melhor ainda.

E o caso ainda possibilitou mais um brilhante momento entre Red e Liz. Ela fez a pergunta certa, mas é óbvio que a resposta não seria simples. “Por que eu?” – “Por causa do seu pai”. Alguém mais ficou com a boca semi-aberta com essa resposta? Na sequência, Red ainda diz que infelizmente a resposta não é tão fácil assim. E Liz, frustrada, diz que tem outras coisas, mas Red tem apenas isso (as investigações) na vida. Ele afirma que tem a ela. COMO NÃO SURTAR?

Ao responder que o motivo pelo interesse em Keen é seu pai, Red confirmou nossas suspeitas. Mas ainda deixou em aberto a questão sobre ser o pai dela, já que a resposta é inconclusiva para esse fim. E ainda colocou mais lenha na fogueira ao dizer que “tem ela”.  Será que ele é mesmo o pai da agente? Se sim, seria o pai biológico – como foi comentado na review da semana passada por alguns leitores – e não a pessoa que assumiu sua criação? Ou o pai de Liz seria um conhecido de Red – talvez o Homem da Maçã? Muitas, muitas teorias. Ainda não consigo enxergar com clareza qual a mais acertada.

Na semana que vem vai ao ar The Stewmaker. Numa tradução bem – mas BEM mesmo – ruim, pode se dizer que o criminoso da semana poderia ser um “fazedor de picadinho”. Uma espécie de picotador de pessoas? Será? Não faço ideia. Mas se for isso, acho que teremos um episódio tenso e sanguinolento. Mal posso esperar – mais uma vez.

P.S.: seria interessante The Blacklist explorar o passado de Red. Seria um bom artifício para simpatizarmos mais com o anti-herói.

The Vampire Diaries – I Know What You Did Last Summer

Data/Hora 10/10/2013, 09:56. Autor
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Depois de uma temporada um tanto quanto fraca, The Vampire Diaries surpreendeu em despertar (ou no caso, reconquistar) o interesse de alguns espectadores com dois grandes ganchos: a humanidade de Katherine e Silas tomando a identidade de Stefan em Mystic Falls.

O começo desta quinta temporada claramente marca uma nova fase para a série: a ida de Elena para a faculdade e seu par romântico agora ser – assumidamente – o Damon, a parcial mudança de cenário como consequência dos estudos da protagonista e de Caroline, a nova Katherine que estamos conhecendo por conta da humanidade e o pelo menos temporário afastamento de Stefan ativamente da trama (sonhos e delírios não contam).

Pois bem, embora tenha ganhado destaque, a ida de Elena e Caroline para a faculdade, em si, não foi algo que surpreendeu. Ambas como o esperado buscam por uma vida normal em meio a festas e vidas de jovens comuns, e quem ganha destaque nessa atmosfera – apesar da curta passagem – é a nova colega de quarto das vampiras. A jovem, que a princípio se mostra um empecilho na vida das duas, revela-se uma grande preocupação quando Caroline descobre que ela bebe água com verbena e para piorar, tem uma foto de si mesma com o pai da Elena no celular.

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Se viva a estudante já deixou Elena e Caroline apavoradas, a situação piorou com a morte da jovem, sem que ela pudesse ao menos fazer um possível escândalo, chantagem ou o que quer que fosse, ou ao menos esclarecer se sabia sobre os vampiros ou não. Seria ela uma Gilbert bastarda? Somente uma chantagista? O que importa é que ficou bem claro para Elena que nem na universidade ela terá paz, como planejava.

Outra que não está num bom momento, mas em relação a esta não é novidade, é Katherine. Claro que ela mantém a pose, os flertes frequentes e até mesmo o gênio forte, mas está aparentemente frágil e amedrontada. Assim como eu, ocorreu a Damon a brilhante ideia de transforma-la novamente em vampira e pronto, fim da mortalidade e da vulnerabilidade; mas a observação de Katherine a respeito de ela ser a primeira vampira curada – e por isso não estar certa do que acontecerá se tentar se transformar novamente – faz todo o sentido. A única certeza para Katherine é que sua situação não poderia estar pior, já que o vampiro mais poderoso agora a persegue.

Sem dúvidas Katherine está numa gigantesca maré de azar: primeiro, Elijah a abandona; depois é forçada a beber a cura; por fim, não pode virar mais vampira enquanto Silas comanda uma cidade inteira para procurar por ela. Um belo palpite mais uma vez é o sangue Petrova em questão, pois Katherine agora que é mortal poderia ter o sangue utilizado em bruxarias. Sim, este poderia ser mais um ponto da “nova fase” de The Vampire Diaries, com Katherine definitivamente ocupando o lugar de mártir antes pertencente à Elena e, quem sabe, se tornar a nova “protegida” num futuro próximo.

Quanto ao restante dos personagens… Bem, Stefan continua no mesmo lugar onde foi largado, mas com o fato de que Silas já revelou ser quem ele é, o que em teoria diminuirá o tempo até alguém salvar o Salvatore mais novo das profundezas do rio onde foi jogado, embora a questão seja justamente encontrarem o esconderijo do vampiro. Já Bonnie, até inventarem uma magia para ela voltar de vez à vida ou ela resolver contar para todos que morreu, continuará contando com a ajuda de Jeremy, embora reste saber até quando a situação ficará assim ou se ela terá alguma função mesmo após estar morta. Outro ponto importante é Matt, com o qual claramente aconteceu algo após se encontrar com Nadia, mas bem que já estava na hora do coitado ter uma história decente.

Silas

A única coisa por enquanto preocupante é o próprio Damon, que eu sinceramente senti que perdeu espaço na série. Tudo bem, o vampiro conquistou a Elena e tudo mais, mas tirando as cenas onde ele não fez nada além de ficar com a garota, sua função se resumiu a ser babá do Jeremy. Acho meio lamentável o desperdício de um personagem que antes era tão complexo e bem construído, e que agora chegou a esse ponto. Espero que pelo menos daqui alguns episódios, ele venha a ter mais utilidade quando começar a tentar salvar Stefan. Apesar disso, de um modo geral The Vampire Diaries conseguiu renovar a trama, e agora é só continuar com cautela no caminho seguido para não se perder novamente.

P. S. [1]: Ver o Paul Wesley atuando como Silas me fez encará-lo com outros olhos… Até ele voltar a fazer aquela cara de dor típica de quando é Stefan. E por falar em Stefan, nem nos delírios do rapaz a Elena o deixa em paz. Até em delírio a moça tem os ataques de egoísmo e pede outros (no caso, Stefan) façam algo que os prejudicará apenas porque para ela será melhor.

P. S. [2]: Katherine ex-VampBitch até humana me enche de orgulho! <3

P. S. [3]: Klaus, como você e seu sotaque inglês fazem falta! 🙁

Ator de ‘Vegas’ ganha papel recorrente em ‘Witches of East End’

Data/Hora 10/10/2013, 09:45. Autor
Categorias Notícias

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Enver Gjokaj, que, recentemente, interpretou Tommy Stone em Vegas, ganhou um papel recorrente em Witches of East End, série estreante da Lifetime.

Ele vai interpretar Mike, um misterioso romancista que se interessa por Ingrid (Rachel Boston). Aparentemente, suas razões para se interessar pela bibliotecária vão além do interesse mútuo por livros. A primeira aparição de Mike vai acontecer no episódio que vai ao ar dia 17 de novembro.

Além de Vegas, Gjokaj já trabalhou em Dollhouse, Made in Jersey, Dexter, Drop Dead Diva Hawaii Five-0.

Witches of East End vai ao ar todo domingo na Lifetime.

Com informações do TV Guide

Primeiras Impressões – Sean Saves the World

Data/Hora 10/10/2013, 09:44. Autor
Categorias Preview

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Sean Saves The World não é nada muito especial. Nada pra fangirl, nem mesmo potencial para o top 10 da temporada. Mas é bem divertida, isso não posso negar.

A série conta a história de Sean (Sean Hayes), pai, gay e gerente de uma empresa. A vida de Sean fica de cabeça para baixo quando sua filha, Ellie – que tem quatorze anos – é deixada pela mãe para morar com ele; ao mesmo tempo em que tem que lidar com a entrada de um novo chefe. Com a ajuda da mãe e dos amigos, Sean tenta lidar com a loucura de criar uma filha – uma vez que sua experiência se resume a ser pai nos fins de semana – e com as pressões criadas pelo novo chefe.

O enredo é bastante divertido, parte de um desconforto na vida da personagem principal para criar o humor, mas acredito que poderia ter sido mais bem explorado – o que deve acontecer nos próximos episódios da temporada. O roteiro do piloto conseguiu agrupar algumas situações peculiares do cotidiano, mostrando reações engraçadas às mesmas, mas nada foi excepcional. A situação exposta no piloto foi a tentativa de Sean de ser o pai perfeito – sem ter nem ideia do que fazer -, marcando um jantar com a filha que dá a maior confusão, visto que a menina quer sair com os amigos e o chefe de Sean condena toda a equipe do escritório a trabalhar até mais tarde. Situações comuns, mas tratadas como algo peculiar, dadas as reações de Sean, que tenta fugir do escritório pela janela do banheiro, por exemplo.

Quanto ao elenco, eu já “puxo sardinha” porque tem o Sean Hayes (Sean) e a Megan Hilty (Liz, melhor amiga de Sean), meus lindos de Smash. Sim, interpretando papeis completamente diferentes, mas ainda assim, são eles! Quase tive um ataque de fangirl quando a Megan apareceu, mesmo que a aparição no piloto tenha sido curtinha, porque ela é minha diva, mas essa parte a gente omite, porque senão pega mal para a reviewer.

Apesar de ter sido um episódio muito básico – me segurou pouco a atenção, confesso ter voltado várias vezes ao início, pra ver se me concentrava -, acho que a série tem algum potencial (lê-se aqui alguma chance de segunda temporada). Criatividade, roteiristas! Agitem isso aí, saiam do básico, senão a coisa vai desandar!

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