MTV renova ‘Teen Wolf’ para a quarta temporada

Data/Hora 13/10/2013, 10:33. Autor
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Já são quase quatro desde que a MTV americana decidiu apostar em séries com roteiro, e parece que a emissora está gostando do jogo. Teen Wolf, o drama adolescente sobrenatural que conta a história de um jovem lobisomem e a guerra entre caçadores e seres míticos, acaba de ganhar mais um ano, e volta em 2014 para a sua quarta temporada.

A série tem feito um sucesso surpreendente entre o público jovem, o alvo da MTV, e mantém a audiência de cerca de 2.5 em média entre os telespectadores de 12 a 34 anos. Um total de 2.8 milhões de pessoas acompanham a série na terceira temporada, a maior média da série até o momento.

O anuncio sobre a renovação da série foi feito durante o painel de Teen Wolf na Comic-Con de Nova York, neste sábado, dia 12. De acordo com a emissora, a série volta com uma temporada de mais 12 episódios no próximo anos.  Além disso, o canal começa a passar um espécie de talk show intitulado Wolf Watch, que será transmitido sempre após a exibição do seriado.

A novidade traz Jill Wagner no comando, a atriz que interpreta Kate Argent em Teen Wolf. Segundo a descrição da emissora, o programa de meia hora servirá para que os fãs da série possam interagir ainda mais com a história. “[o talk show] vai falar de elementos da mitologia mostrados na série, dos romances calorosos e da interação hilária de bromance que a série exibe”, informou a MTV. Além da apresentadora, pode-se esperar a participação das estrelas do elenco de Teen Wolf, como  Tyler Posey, Crystal Reed, Dylan O’Brien, Tyler Hoechline  Holland Roden, além de outras celebridades e também dos telespectadores.

A programação da MTV sempre teve como foco reality shows adolescentes como Teen Mom, Real World  e Jersey Shore. Em 2011, a emissora anunciou que iria investir em seriados ficcionais, passando a transmitir o drama Teen Wolf e a comédia Awkward.  Em setembro deste ano, o canal informou que havia encomendado o piloto de duas novas séries, Eye Candy Finding Carter.

 Depois da encomenda de novos pilotos, a MTV escalou novas atrizes para compor seu mais novo projeto, Happyland, que será estrelada por Bianca Santos (The Fosters).

Atualmente, a emissora exibe a terceira temporada do drama, que volta a programação para a segunda metade da temporada no dia 6 de janeiro. Teen Wolf é exibida às segundas, às 22h, na MTV americana. No Brasil, a série é transmitida pelo canal Sony Spin.

MTV Brasil

A MTV fechou as portas em setembro e reapareceu sob nova direção, anunciando que o novo foco do canal também passa a ser programas com roteiros. O canal mostrou sua nova grade de programação que estreou no dia 1 de outubro, com atrações nacionais e internacionais e entre as últimas, estão as séries do canal CW.

A MTV fechou contrato de exclusividade para a exibição das séries do canal CW no Brasil e vai passar a exibir as séries The Vampire DiariesThe Tomorrow PeopleThe Originals e The 100.

Com informações do The Wrap.

Fãs podem imitar seus artistas preferidos em ‘Copycat’ nova série da MTV

Data/Hora 13/10/2013, 09:28. Autor
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A MTV americana acaba de encomendar um reality show musical em que os competidores serão julgados não apenas pela performance vocal, mas pela capacidade de imitar seus ídolos.

O projeto intitulado Copycat terá cerca de meia hora e funcionará como uma espécie de karaokê interativo no qual a plateia vai votar em cada performance e determinar quem será o grande vencedor. O competidor que receber a nota mais alta leva para casa um prêmio em dinheiro e o título de Ultimate Copycat (uma espécie de imitador campeão).

De acordo com informações do TVLine, o canal ainda não decidiu quando o programa irá estrear, o que significa que ainda dá tempo de você programar uma apresentação. Que tal?

 

Destaques na TV – domingo, 13/10

Data/Hora 13/10/2013, 09:00. Autor
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Bom dia !

Com a segunda temporada já garantida, The Bridge encerra a primeira temporada com Sonya e Marco a procura da garota desaparecida.

Gus precisa de toda a ajuda do Shawn no episódio de Psych que tem a participação de David Koechner (The Office).

Eventos inesperados ligam Bombshell e Hit List, hoje em Smash.

Confira os demais destaques de domingo.

SONY
Switched at Birth – 11h (ep 2×17)
Top Chef Masters – 19 h – 4a. Temporada
The Voice – 23 h

FOX
Modern Family – 10h15 (ep 4×09 – leia a review) / 10h45 (ep 4×10 – leia a review)
Apartament 23 – 13h15 (ep 2×13) / 13h45 (ep 2×14)

WARNER
The Mentalist – 13h (ep 5×19)

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 15 h

HBO
O Negócio – 21 h
Profúgos – 22 h (ep 2×05)
Boardwalk Empire – Império do Contrabando – 23 h (ep 4×02)

STUDIO
Psych – 20 h (ep 7×11)
Smash – 21 h (ep 2×14)

FX
The Bridge – 23h ou 23h30  SEASON FINALE

+GLOBOSAT
Os Pilares da Terra / The Pillars of Earth – 22h (7o. episódio)
Amber / A Busca por Amber Bailey – 0h (minissérie em 4 episódios – exibição diária – 3o. episódio)

DISCOVERY
América do Norte – 21h40

Até amanhã !

ABC produz drama moderno sobre a lenda do Rei Arthur

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O canal ABC está produzindo um drama de ação contemporâneo sobre a lenda do Rei Arthur. Quem assina o projeto é o ator e roteirista Jason Fuchs (All My Children) e o produtor Greg Berlanti (Everwood; Arrow).

De acordo com o site americano Deadline, a série mostra a mudança da vida de um jovem ao ser salvo por um estranho. Mais tarde, o desconhecido revela que o jovem é o último descendente vivo do verdadeiro Rei Arthur e que agora está no centro de uma guerra entre os descendentes da Tábula Redonda e as forças de magia negra.

Excalibur expande o universo de magia da ABC, já estabelecido com Once Upon a Time e Once Upon a Time in Wonderland. A produção fica por conta da Berlanti produções em associação com o estúdio Warner Bros. Melissa Kellner Berman é a produtora executiva.

A história só está esperando Fuchs terminar os roteiros que tem assinado com a Warner. O roteirista está atualmente escrevendo The Clock Without a Face, para Ivan Reitman’s The Montecito Picture Co. com a Paramount; a ação supernatural Break My Heart 1,000 Times para a Gold Circle. A lista de roteiros ainda inclui Arrow spinoff Flash com o canal CW, The Mysteries Of Laura, para o canal NBC, e a ação policial President X na TNT.

Informações do DeadLine.

[Dia das Crianças] Os melhores programas da nossa infância

Data/Hora 12/10/2013, 16:01. Autor
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“Crescer dói”. Quando a gente é criança e ouve uma frase assim, imagina que esse mal nunca vai nos atingir, que a gente vai ser criança para sempre. Daí, os anos passam e ser adulto não era balela, realmente acontece. Crescer dói. E, talvez, o que de mais triste tenha em se tornar adulto é não poder acompanhar os programas matutinos e vespertinos da televisão (o trabalho chama!).

Nem estamos falando só da Sessão da Tarde, da Globo, não. Quem nunca passou horas e horas ligado à programação da TV Cultura? A tarde começava com os ensinamentos do Professor Tibúrcio, de Rá-Tim-Bum, e, à noite, partíamos para uma viagem em companhia de Lucas Silva & Silva, “falando diretamente do mundo da lua, onde tudo pode acontecer….”

Mais cedo, ligados na tela da Globo, já tínhamos passeado pelo mundo encantado da Fada Bela, em Caças Talentos. Ou, se o canal era SBT, a gente tratava de decorar os diálogos de Chaves, cujos episódios foram exibidos (e assistidos) repetida e incansavelmente por gerações. E os Teletubbies? Vai dizer que a professora nunca lhe chamou a atenção por cantar “Teletubbies, teletubbies dizem ‘Oi'” durante a prova de matemática?

Quanta saudade! E como hoje, Dia das Crianças, é o dia mundial de sentir nostalgia, vamos relembrar alguns dos programas infantis mais inesquecíveis das últimas décadas. Não precisa mostrar o RG, aqui, a idade não importa. Basta ser feliz e ter um eterno coração de criança.

Para fazer esse dia ainda mais feliz, confira as 15 aberturas que ficaram para sempre em nossas lembranças!

Qual série infantil fez parte do início de suas aventuras como futuro seriador?

Scandal – Guess Who’s Coming to Dinner

Data/Hora 12/10/2013, 14:50. Autor
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Essa semana tivemos um episódio dividido em duas histórias; dividido entre 2013 e 2008. Voltamos cinco anos no tempo, quando Olivia ainda estava com Edison e Huck ainda “habitava” a estação de metrô e ficava contando as horas dos trens. Descobrimos muito sobre o relacionamento da Olivia com o pai dela e também sobre Olivia e Edison, que, pelo que a gente bem sabe, continua doidinho com a Pope. O outro lado do episódio foi o escândalo (olha o nome aí!) do caso extraconjugal do presidente. Cada um contando uma mentira maior que a outra e até a gente fica meio em dúvida sobre o que aconteceu.

Fitz continua chateado com Cyrus e Mellie por… TUDO! O presidente já andava meio cabreiro com os dois, mas depois que descobriu que a presidência não lhe pertence de fato, ficou ainda pior, ignorando qualquer conselho e repudiando todas as opiniões. Aí Cyrus e Mellie se uniram para fazer justamente o contrário do que ele queria, porque eles são assim agora. Preparados para divulgar o caso do presidente com a coitada da funcionária da Casa Branca que nada tinha a ver com a história, Cyrus e Mellie tentaram fazer a cabeça de Fitz.

Enquanto isso, Olivia tentava salvar Jeanine das garras carniceiras da imprensa. Divando em uma coletiva de imprensa, ela divulgou pra Deus e o mundo que está atendendo Jeanine “de grátis” por ter sido ela mesma afetada por aquela farsa. “Ontem o presidente estava tendo um caso comigo; hoje é Jeanine. Amanhã… quem sabe?”, deixando bem claro que quanto mais mentiras aparecessem, mais desacreditada a Casa Branca ficaria.

Mas Fitz não desiste de ser um sedutor incurável. “Em algum lugar, em um outro universo, nós somos casados, e temos quatro filhos, e nós moramos em Vermont, e eu sou o prefeito…” disse ele a Olivia em um telefoema secreto. Fitz, o romântico… só que não porque ele é casado! Ah é, e presidente dos Estados Unidos!

E parece que só agora Cyrus pecebeu o quão evil Mellie realmente é. Mellie, por sua vez, finalmente percebeu a defecada que deu ao dizer em rede nacional que seu marido tinha tido um caso. Ambiciosa como sempre foi, a primeira dama percebeu que estragou suas chances de ter um carreira política quando assistia a um repórter fazendo um comentário a seu respeito na TV. Mellie sempre foi assim: fica descompensada de raiva quando o marido está com Olivia Pope, aí espalha um rumor sem noção, ou faz algo de outro tipo para irritá-lo, e depois acaba tendo que se virar para dar um jeito no que fez. Mas Mellie é maligna e a gente nunca sabe o que ela vai aprontar a seguir. E Mellie geralmente só faz a coisa certa quando é pra consertar alguma coisa errada que ela já fez.

Cyrus exigiu que o presidente arrumasse culhões de tamanho presidencial para enfrentar a imprensa e dizer que tinha tido um caso com a coitada da Jeanine para salvar a coisa toda que tá acontecendo, mas Fitz nem quer. Mas a coisa cresce um pouco mais, e interesses maiores entram na jogada.

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“Quão presidenciais são minhas bolas agora, Cy?”

Mas, para entendermos que interesses são esses, e que jogada é essa, vamos a 2008.

No tempo em que Huck ainda morava na estação do metrô, Olivia tinha estabelecido um acordo com seu pai através do qual ele pagaria as dívidas que ela tinha da faculdade de Direito e, em troca, ela jantaria com ele aos domingos. O acordo era também uma tentativa do pai de Olivia reconectar com sua filha, a qual ele havia mandado estudar longe quando a esposa morreu. Gente boa demais, o sujeito.

Certa noite, ao ser assaltada no metrô, Olivia foi bravamente defendida por Huck, que demonstrou ter intenso conhecimento de artes marciais e a coisa toda. Intrigada, ela perguntou a ele onde ele aprendera aquilo tudo e insistiu que ele podia confiar nela. Huck contou toda a verdade a ela, sobre o B613, e a CIA e o escambal a quatro. Mas acabou que ele não podia mesmo ter confiado nela.

A vida joga umas coincidências muito infelizes na cara das pessoas. Neste caso, foi a Shonda mesmo quem jogou.

O cara de quem Huck tanto tinha medo, que o tinha jogado ali onde estava, sem sua mulher e seu filho, e absolutamente sequelado das ideias, era justamente o pai da Liv… ao qual ela contou sobre Huck, pedindo para que ele pesquisasse sobre seu novo amigo sem teto. Mas, Liv… que mancada, filha! Huck sumiu do metrô; Liv ficou preocupada; Liv foi tirar satisfação com o pai; Liv levou na fuça. O pai dela mostrou que não tinha mudado coisa nenhuma do cara que a mandou para longe após a morte de sua mãe e Liv viu que teria que pisar em ovos com ele.

Edison tava na parada nessa época. Ele e Liv moravam juntos e ele a havia pedido em casamento, mas ela não aceitara pois dizia não estar pronta. Como Edison, já senador na época, havia entrado para uma comissão que investigava agentes da CIA que cometiam crimes injustificados contra civis, Liv resolveu aceitar seu pedido de casamento e apresentá-lo a seu pai, pra jogar na cara do velho mesmo que ela tava por cima da carne seca.

Então descobrimos outro aspecto do passado afrodescendente de Olivia Pope: o rompimento do noivado com Edison. Olivia chegou ao metrô e viu Huck lá no mesmo lugarzinho de sempre. Mas, em troca disso, Edison sofrera um grave acidente de trânsito. Tudo a ver, né? Calma que a gente explica. Não precisa explicar? Claro que não! Foi tudo coisa do progenitor de Liv chantageando a filha para que ela terminasse o noivado com Edison e ficasse longe dele, senão… Pois é.

De volta ao presente… Liv mais uma vez se viu entra a cruz e a espada, ou melhor, entre Jeanine e Jake Ballard. Lembram do Jake? Que teve um affair bruto com a Liv, mas que não era pra ter se envolvido e, oops… se envolveu? Pois é; ele tá sumido. Liv já sacou que ele tá no mesmo buraco que o Huck ficou e que o deixou sequelado das ideias. Mas ela “sacou” porque seu pai foi gentil o bastante para comparecer ao seu local de trabalho levando a informação. Gente boa o sujeito.

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O pai de Olivia estava exigindo que ela deixasse Jeanine levar a culpa pelo escândalo todo e, em troca, ele soltaria Jake. Liv ligou pro Fitz pra pedir ajuda. Fitz foi a Cyrus pedir ajuda. E Cyrus nem sabia que Fitz sabia do B613. Mas, de qualquer forma, o presidente não tem moral nessa operação, então nem fez diferença.

Mellie e sua melidicência presidencial trabalhavam para fechar o caso. Ao perceber que seu marido não assumiria que teve um caso com Jeanine, ela mesma foi procurar a moça. Ela ofereceu 2 milhões de Obamas (ou seria de Fitz?) pra ela assumir a culpa. Mas é lógico que ela aceitou, né, galera!

Mas ela nem levou a bolada no final das contas, porque o próprio Fitz foi em rede nacional dizer que havia sim tido um caso extraconjugal com uma funcionária da Casa Branca, e inclusive disse o nome dela. Não teve mais como ter dúvida. Jeanine ficou difamada e pobre. Mas ela tem que se acostumar porque a Shonda faz isso mesmo com seus personagens.

A vice-presidente Sally não acreditou no fato e foi falar com o excelentíssimo presidente, que confirmou o que ele havia acabado de dizer em rede nacional. Ela ficou arrasada e ele lhe deu detalhes sórdidos do caso… que nem aconteceu. Vimos que ele está bastante investido na mentira.

Fitz se jogou pros leões para salvar Jake como um antigo companheiro, mesmo estando bravo com ele? Ou foi pela Olivia? Ou foi porque já estava farto dessa história toda? Vamos esperar pra ver o que vem por aí.

Uma coisa que vale a pena comentar aqui é a Lindsay/Quinn, que estava meio apagadinha no final da temporada passada e na premiere dessa temporada e que essa semana começou a querer aparecer mais. Vendo o atrevimento dela ao fuçar o e-mail da Liv, Huck pede a ela para ser menos como ele e mais como Olivia. A gente só acha que a Quinn deveria ser menos chata mesmo. E sendo a mesma pé no saco de sempre, ela conseguiu estragar a única amizade verdadeira que ainda existia nessa série.

Quinn ficou intrigada com a ida do pai de Olivia ao escritório porque ela nunca tinha falado que o pai morava em Washington, nem nunca sequer mecionara que tinha um pai. Então, a atrevida foi mexer no computador da chefe, encontrando uma série de e-mails trocados entre Olivia e o pai. Futucou onde não devia, achou o que também não devia. Ela constatou que os e-mails haviam cessado quando Olivia pediu para o pai averiguar a situação de Huck. E, como ela é atrevida, chata, bisbilhoteira e ainda sem noção, foi mostrar pro Huck.

Huck ficou chateado porque Olivia havia prometido a ele que não havia feito acordo nenhum para que Huck fosse liberado do B613. Huck viu que ela mentira. Huck viu que Olivia conhecia alguém dentro da operação e que, pior de tudo, esse alguém era o pai dela. O mano ficou violento e atacou a Liv, que acabou confessando que seu pai era o comandante da negóça toda.

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*clap… clap… clap* (palmas lentas para dar efeito) Parabéns, Quinn! Destruiu a melhor amizade da série, além da relação de confiança que o Huck tinha da Liv, a ÚNICA relação de confiança na vida do Huck.

Mas e o pobre coitado do Jake, gente? Como o que daddy Pope queria já tinha acontecido, que era Jeanine levar a culpa pelo escândalo, ele fez outro acordo com Liv. Jake foi liberado do buraco negro no qual se encontrava, indo cair na porta da casa de Olivia. Quanto à outra parte do acordo, Liv vai ter mais uma série de agradáveis refeições nas noites de domingo com seu querido pai. É muito amor nessa relação entre pai e filha.

PS1: Jeanine disse a Olivia que todo mundo na Casa Branca sabia que o presidente estava tendo um caso extraconjugal, só não sabiam com quem. É só uma questão de tempo até o nome da Liv aparecer novamente.

PS2: gente, what up com o cabelo da Abby? Perfeição magistral está reinando naquela cabeleira.

PS3: a cena cômica (mesmo sem perder a seriedade) do episódio foi a Olivia e o pai conversando a portas fechadas, porém de vidro. Para que a equipe do escritório não visse que a conversa era séria ou, mais precisamente, uma discussão, os dois brigaram intensamente com um sorriso no rosto. Deu pra rir um bocado, e deu também pra ter mais raiva do daddy Pope.

Sessão de Terapia – Semana 1

Data/Hora 12/10/2013, 14:07. Autor
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Quem nunca assistiu à Sessão de Terapia talvez já deve ter se perguntado: “por que eu assistiria uma série em que nada acontece além de uma conversa entre um terapeuta e uma pessoa que o paga para ouvir os seus problemas?”

A série é um fenômeno mundial. Originalmente criada em Israel por Hagai Levi, já ganhou adaptações em 30 países. Até a HBO fez uma versão para o público estadunidense em 2008, com Gabriel Byrne (do filme Stigmata) interpretando o competente- porém intenso – psicoterapeuta. Por lá a série teve três temporadas. Para uma história que se passa quase que totalmente em apenas um lugar (o consultório-casa de Theo) o texto, a direção e o elenco, precisam ser muito bons. O fato de a duração do episódio ser no tempo real da sessão também contribui para um maior envolvimento.

O que fascina as audiências de todo mundo é que apesar de as tramas serem adaptadas para a cultura de cada país, elas permanecem essencialmente fieis ao seu original. A distância inicial entre a poltrona de Theo (o terapeuta, Zécarlos Machado) e o sofá onde se sentam seus pacientes torna-se menor a cada sessão, as questões ali tratadas são universais e em pelo menos um conflito a gente se vê um pouquinho.

Para quem estava aguardando ansiosamente a segunda temporada (dedicada ao ator Cláudio Cavalcanti, morto semana passada), os personagens já foram apresentados. Em comum são pessoas que nunca cogitaram fazer terapia levadas por algum evento extraordinário até aquele endereço. Todos resistem em falar o que realmente lhes perturba, porém Theo tem seus meios de conduzi-los às suas vozes interiores.

Theo abriu a porta e convidou seus pacientes a entrar. Vamos conhecê-los?

carol sessão de terapia - TS

Paciente das segundas-feiras: Carol, 23 anos, estudante de Arquitetura.
Frase:O que eu quero saber é se as pessoas te procuram para contar de coisas pesadas”.

Carol (Bianca Comparato, ex-A menina sem qualidades, da ex-MTV) começa a sessão contando sobre seu irmão, que está depressivo. A escalada de seu nervosismo, entretanto, é cada vez mais evidente. Vendo que não tem como escapar, ela propõe o questionamento acima. Mas o que ela tem pra contar é tão pesado que não consegue dizer: escreve em um pedaço de papel para o Theo ler. E, sim, é pesado, porém o psicólogo conduz a conversa calmamente para que Carol enfim, admita a verdade. É como se contar seu problema para alguém o tornasse definitivo. E foi por isso que chegou ali, ninguém sabia (com exceção de um garçom aleatório para quem contou em uma mesa de bar). Carol olha para uma ampulheta que indica que seu tempo está acabando, muda de assunto e se volta para os deveres mundanos, no caso, a entrega de sua monografia. Será que Theo a convenceu de que precisa da ajuda?

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Paciente das terças-feiras: Otávio, presidente de empresa, à qual dedicou 40 anos de sua vida.
Frase: “No meu mundo fazer terapia é sinal de fraqueza.”

Talvez este tenha sido o episódio mais emocionante da semana. Isso porque quando Theo abre a porta, vemos Otávio (Cláudio Cavalcanti). O empresário sempre foi forte – pois assim têm que ser os líderes – porém ficou doente, foi a médicos, fez inúmeros exames e durante uma reunião teve um colapso. Este homem poderoso, então, senta-se no sofá e o assunto da morte e todas estas coisas que devem passar pela cabeça de quem acredita estar perto dela vêm à tona, o que torna a conversa particularmente arrepiante ao lembrarmos que o ator que deu vida a este personagem tão brilhantemente (sem exagero) não está mais entre nós. Otávio fala com especial destaque de uma filha que escreve longos e-mails falando sobre como se sente. Será ela o lado que o pai, de tanto reprimir, o deixou enfermo? É um personagem muito, muito rico e o objetivo de Theo é levá-lo a entender que o medo da morte não é nada mais do que temor de perder o controle que ilusoriamente pensamos ter sobre a própria vida. Chega logo, terça-feira!

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Paciente das quartas-feiras: Paula, 41 anos, advogada
Frase: “O pessoal do escritório diz que tenho que ser menos pessoa jurídica e mais pessoa física.”

Paula se expressa claramente, tem argumentos lógicos e convincentes para tudo e pela sua atitude não deve ser nada fácil estar contra ela em um tribunal. A princípio, sua personalidade forte causa certa antipatia, uma vez que julgamos as pessoas pelo que parecem, ou nos sentimos ameaçadas por elas. A explicação que dá quando perguntada sobre o motivo de estar ali é “Porque meu óvulos estão ficando velhos”. Ou seja, ela se casou com um homem que já tinha filhos (decisão racional) e achou que não se precisaria se preocupar com maternidade, até ouvir a sentença de que seu relógio biológico está rodando. Paula acredita que se não conseguir engravidar é por incompetência sua. E ela chega ao consultório de Theo assim, uma mulher que gosta de mostrar o poder que tem e que, com a habilidade de Theo, expõe seu lado feminino o quala vida profissional desencorajou a desenvolver. Paula já terminou sua primeira sessão muito mais “pessoa física” do que quando entrou. Será que conseguirá lidar com isso? Detalhe: Adriana Lessa, excelente!

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Paciente das quintas-feiras: Daniel, 10 anos
Frase: “ A vida é uma guerra.”

Vinda de um garoto adolescente, acostumado a bater em mulheres e dar tiros em jogos de videogame sua fala poderia passar desapercebida pelos mais distraídos. O que assusta é que ele (Derick Lecouflé) aprendeu este conceito com pai, que está em processo de separação da mãe. O casal foi atendido na temporada passada por Theo, porém a terapia os levou à admissão de que não havia mais nada que pudesse ser feito para salvar o casamento. Dani é impaciente. Ele não gosta da casa do pai, pois as regras são claras e há uma evidente pressão para o garoto emagrecer. A mãe, por outro lado, faz as vontades dele e é superprotetora. Durante a sessão, Theo tenta saber o que incomoda Dani e não o deixa dormir, enfatizando que os pais nunca vão saber o que ele contar. Há um encontro do casal no consultório e percebemos logo o que tira o sono de Daniel. Ele é invisível. Está ali, porém seus pais brigam, falam sobre ele na terceira pessoa, e em nenhum momento o envolvem na conversa. Será que Theo conseguirá fazer Dani se abrir? E seus pais? Vão perceber o mal que estão fazendo pra ele?

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Paciente das sextas-feiras: Theo
Consulta com: Dora (Selma Egrei)
Frase de Dora para Theo: “Quem é esta figura que você quer salvar?”

Fazer com que as pessoas mergulhem em suas verdades mais profundas (e reprimidas) pode tomar um rumo inesperado. Nesta primeira semana, um personagem volta para atormentar o terapeuta: o pai de Breno, policial e ex-paciente morto na temporada passada. Antônio (Norival Rizzo) o comunica que vai processá-lo e fazer de tudo para que perca sua licença, afinal colocar a culpa no outro é sempre mais fácil, não?  Theo terá que lidar com a culpa de ter se envolvido demais na vida de seus pacientes antigos (Júlia e Breno),  e em como os problemas passados estão interferindo no exercício de sua profissão. O próprio espaço em que mora serve de consultório e é uma representação de como é difícil para ele, mesmo com toda sua experiência e profissionalismo, separar o pessoal do profissional. Vamos ver se Theo aguenta tanta pressão.

 

Se você ainda não assistiu a Sessão de Terapia, tem maratona hoje (12) e amanhã (13), dos cinco primeiros episódios, no canal GNT a partir de 21:30h e 18:45h, respectivamente. Tomei cuidado para não entregar o ouro todo para que você que ainda não assistiu desfrute do prazer da descoberta de cada personagem. Mesmo se não viu a primeira temporada, dá uma olhadinha e confira porque a série está causando tanto alvoroço.

Observação final: fala-se muito do Selton Mello como diretor da série, e seu trabalho por trás das câmeras é feito com muita sensibilidade. Os ângulos, os objetos de cena que são mostrados, a direção de atores e o texto, sob o comando de Jaqueline Vargas, tudo feito em um padrão que deveria ser mais frequente em produções nacionais.

Deixe seu comentário. Afinal aqui no TeleSéries você não precisa marcar hora para abrir seu coração.

Homeland – Uh… Oh… Ah…

Data/Hora 12/10/2013, 13:20. Autor
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Apenas em dois episódios, aparentemente a terceira temporada estará seguindo três caminhos principais. O primeiro é o da CIA, que agora é liderada pela testa franzida e relutância de Saul; o segundo é o das provações e tribulações de Carrie como o bode expiatório, se encaixando perfeitamente em tudo o que está acontecendo na CIA; e o último é o da família Brody. E quando eu digo família Brody, eu realmente quero dizer Dana.

Não tive qualquer problema com o atrito familiar de Dana e Jessica. Sinceramente, mães e filhas, especialmente quando estas atingem a adolescência, vão bater de frente. Além disso, o desejo obstinado de Dana de ser diferente da Momma Brody – a mulher que a criou sozinha, durante oito anos – lhe permitiu ser mais observadora e apegada a seu pai, criando alguns desenvolvimentos importantes e significativos em ambas as temporadas anteriores.

A família Brody é vítima dos atos de seu patriarca. Como Dana bem apontou, eles sempre estarão à sombra da infâmia de Brody. Infelizmente sua trama é bem limitada.  E qualquer tentativa de atraí-los para a narrativa da CIA, e/ou dos terroristas, parecerá artificial e contorcida. Até que os escritores sejam capazes de misturar a trama dos Brody às outras – de preferência de maneira inteligente – somos obrigados a subsistir com um melodrama adolescente: Dana tentou se matar e está namorando um cara louco (e aprendiz de Dexter, impossível esperar qualquer coisa boa), e ela construiu toda a sua existência e felicidade em torno deste rapaz que acabou de conhecer. Alguém quer apostar que as fotos vazarão na Internet? Lembro-me bem (até porque ainda é recente) da capacidade de Homeland de permanecer imprevisível de Season Premiere a Season Finale. Se realmente for previsível a esse ponto, a subtrama de Homeland se mostra apenas como um peso morto para a série.

A parte da CIA, por sua vez, agradou. Saul encontrou sua nova analista e aprendiz, a jovem Fara Sherazi. É um tanto intrigante ver (historicamente falando) Saul, judeu, ser o primeiro a apontar o incômodo com hijab (lenço) que a novata usava. Claramente alegando ser um “insulto” à memória dos 200 colegas de trabalho que ela teria conhecido se eles não tivessem sido explodidos há dois meses. É surpreendentemente racista, mas de alguma forma realista, já que o mundo foi programado pelo medo quando as Torres Gêmeas caíram. Já usado em seriados como Castle e no terceiro filme do Homem de Ferro, talvez essa seja a maneira do seriado mostrar que enquanto se preocupa com o “inimigo óbvio”, a verdadeira ameaça pode ser compatriota.

Seja para eliminar um inimigo político ou desvendar plots terroristas, Peter Quinn é o primeiro nome vem à cabeça. Um personagem que teve origem duvidosa, mas a cada episódio mostra que realmente é alguém em quem se pode confiar. Essa semana o garoto de ouro da CIA teve papel fundamental ao questionar Saul e sua consciência sobre o que ele e a CIA estão fazendo para Carrie. E mesmo que Saul continue afirmando que tudo é para o bem de Carrie, nem Peter, nem os telespectadores, são capazes de acreditar nas palavras do novo chefe da CIA.

Falando em Carrie, ela cometeu alguns de seus erros esta semana, e está completamente fora de controle novamente. É perfeitamente compreensível que ela esteja abalada depois dos acontecimentos da temporada passada. E ainda mais após descobrir sua família está tomando o conselho de Saul sobre seus problemas, uma vez que ela não está tomando os remédios novamente. Essa sequência serviu como uma forma de mostrar quão frio e maquiavélico Saul pode ser. Não há nenhuma maneira de imaginar que ele não sabia que informar à família de Carrie sobre seus remédios causaria uma cena que proporcionou uma estadia mais longa.

Neste momento, o conflito central para terceira temporada reside em Carrie contra Saul. Isso nos leva à cena de Carrie e Saul na sala de TV, na qual Carrie reuniu cada grama de energia e consciência que lhe restava para soltar um “F*ck you, Saul”, dando ao episódio, em seus segundos finais, um novo ar. A mistura totalmente humana de raiva, traição e falta de esperança no rosto de Carrie torna muito mais doloroso de aceitar as razões de Saul para colocá-la no inferno que agora ela vivencia. Imaginar uma reconciliação é difícil.

É tempo também de jogar mais confetes em Claire Danes, que continua transmitindo perfeitamente as nuances de Carrie Mathison. Porém, se os produtores continuarem a apelar sempre a essa mesma artimanha, um dos grandes trunfos da série pode se tornar maçante.

Apesar de alguns pontos que podem propiciar uma boa trama para a temporada, esta ainda continua meio perdida. Ainda falta o fôlego das duas primeiras temporadas. E vale ressaltar que a trama é promissora, só resta esperar que Howard Gordon e Alex Gansa continuem dirigir a terceira temporada com a destreza  de suas antecessoras.

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P.S.: Onde está Brody?

Parks and Recreation – Doppelgangers

Data/Hora 12/10/2013, 13:11. Autor
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Acabou-se Eagleton! A arquinimiga de Pawnee, e consequentemente de Leslie Knope, acabou sendo absorvida pela vizinha Pawnee, voltando a ser do jeito que era em mil setecentos e lá vai chicote, quando Pawnee e Eagleton formavam um só povoado – antes das batalhas sangrentas das quais sempre ouvimos Leslie falar e admirar os quadros. Duas cidades, duas prefeituras… o dobro de funcionários. Alguém vai ter que ficar desempregado aí. Essa semana foi momento de chegadas e partidas, e notícias de futuras partidas também.

Ann finalmente criou coragem pra contar pra Leslie que está deixando Pawnee. Leslie reagiu como a gente esperava: emburrou, cruzou os braços, falou que não tava nem aí, e agiu como uma criança de quatro anos de idade; ou seja, atitude normal da Leslie. Nem os subornos de waffle com chantili e a foto do Joe Biden andando a cavalo sem camisa que Ann levou para ela deram um jeito.

Enquanto Leslie se sentia a maior vítima que já existiu na face da Terra por ser abandonada por sua melhor amiga, os funcionários de Pawnee se viam com a tarefa de conviver com seus semelhantes profissionais durante o dia.

April conseguiu uma figura bem nojenta, que ela logo adorou por ser a pior pessoa que ela já conheceu na vida. A garota, chamada Tynnyfer, era uma mistura de Kardashian com Paris Hilton, e April se divertiu brincando de ser como ela e sendo nojenta e agindo nojentamente. Tynnyfer adorou a nova amiga e as duas se deram super bem; isso, é claro, porque a coitada da menina não conhece April como nós.

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Enquanto Pawnee tinha Tom, a cidade de Eagleton tinha Eric. Eric era um programa de computador que fazia todo o trabalho de Tom. Com medo de perder o emprego se Leslie percebesse que o computador poderia fazer o mesmo que ele, Tom alimentou uma fantasia de que Eric era mesmo uma pessoa e deixou a maior bagunça e quebradeira na mesa que deveria ser do tal do Eric. Leslie achou Eric um cara muito bagunceiro e irresponsável, e Tom ficou tranquilo.

Ron viu-se cara a cara com Ron. Ambas as cidades tinham um Ron, ambos bigodudos e ambos de poucas e graves palavras. O Swanson logo se apaixonou pelo seu outro Ron e disse que havia feito um novo amigo. Mas durante uma reunião, o Ron de Eagleton se revelou ser um vegetariano que faz ioga e um entusiasta da reciclagem e vida natural. Ron Swanson ficou decepcionado e perdeu um amigo para sempre.

Donna ficou pareada com Craig, uma “bicha louca” super animada e empolgada com seu trabalho. Craig logo fez amizade com Donna e já a defendia com unhas e dentes antes mesmo da metade do dia. Donna disse a Leslie que se fosse para escolher qual funcionário deveria ficar, Craig seria a melhor escolha por ser mais dedicado. Mais uma vez vimos que não sabemos nada da vida pessoal de Donna quando ela disse que tinha um condomínio em Seattle e um noivo em Denver (e que ela é fã de Scandal, é claro).

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No final das contas, o Ron de Pawnee prevaleceu pelo simples motivo dele ser a melhor pessoa, né? Convenhamos! Enquanto se despedia de seu oposto, Ron pediu: “Leslie, remova este homem antes que eu cometa um ato de violência contra ele”. Divo.

April, após conquistar a amizade da kardashian-hilton, convenceu-a a deixar o emprego porque era muito chato e ela merecia coisa melhor, e ainda a convidou a passar uma temporada em sua casa em Miami. “Se o portão emperrar é só você pular o muro. Isso acontece sempre”, disse April ao lhe dar o endereço do jogador de basquete Dwyane Wade.

As escolhas foram feitas e até Ann foi substituída por uma enfermeira igualmente linda e gente boa. Mas Ann gostou da escolha, pois significava que Leslie estava bem com a partida dela. Leslie ouviu a voz da razão, ou seja, Ron Swanson, e percebeu que a amizade delas não diminuiria com a distância e que ela deveria ficar feliz por Ann. Ben também ficou feliz por Chris estar se mudando com Ann e o apoiou bem mais rápido do que Leslie apoiou Ann.

A gente gosta da Leslie, e prefere quando ela está surtada, como ela estava essa semana. Mas, ainda que ela tenha se conformado com a partida de Ann e Chris, nós ainda não estamos bem, nós ainda não aceitamos essa partida, mesmo que desde o hiato a gente já soubesse que isso ia acontecer quando Rashida Jones e Robb Lowe anunciaram a saída da série. Mas, mesmo assim… não temos estruturas!

Damn it, Larry! Gerry está de volta! Na verdade, a gente descobriu na temporada passada que o nome dele é Gary e que o pessoal sempre o chamou pelo nome errado. Em sua volta, ele exigiu que fosse chamado pelo seu verdadeiro nome, o que April logo introduziu como Larry, confundindo o próprio Gerry, não péra, é Gary. Mas agora é Larry. Foi-se.

Os próximos episódios serão em clima de despedida. Despediremo-nos de Chris e Ann e das belíssimas amizades que os dois têm no elenco: Chris e Ben, e Ann e Leslie. Como Leslie e Ben ficarão sem seus melhores amigos? Como ficará o funcionamento de Pawnee e da série sem Chris e Ann? E, pior: como ficaremos nós sem Chris e Ann?

PS: As pessoas que, assim como esta que vos escreve, têm certa dificuldade de separar a ficção da realidade podem se cofundir com a Donna. Se você ainda não segue Retta no Twitter, já passou da hora de tomar vergonha na cara e seguir (@unfoRETTAble). A menos que não curta spoilers, porque ela live tweet toda série que ela assiste. Mas é a mesma coisa que seguir a Donna.

Dia das Crianças: é dia de sorvete com a galera de ‘Full House’!

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Há 26 anos, a ABC estreava Full House, um grande fenômeno de audiência e clássico no mundo das sitcoms. Mais conhecida no Brasil como Três é Demais, a série fez sucesso através da TV aberta, narrando a divertida história de Danny Tanner (Bob Saget), um jovem viúvo que encara a missão de ser pai solteiro de nada mais nada menos que um trio de meninas – D. J. (Candace Cameron), Stephanie (Jodie Sweetin) e Michelle (Mary Kate e Ashley Olsen). No ar durante oito temporadas, entre 1987 e 1995, a série foi marcada também pelos queridos tios Jessie Katsopolis (John Stamos, o colírio dos anos 1990) e Joey Gladstone (Dave Coulier), que, junto com Danny, dividiram as alegrias e as preocupações da paternidade. E, como hoje é Dia das Crianças, nada como comemorar essa data especial com uma gostosa pitada de Full House na cozinha do Teleséries.

 

Como já diria a marchinha de carnaval, “recordar é viver”. Se há uma série que faz despertar a criança eterna desta colunista que vos fala, é Full House. Só de ouvir a trilha de abertura – everywhere you look, there’s a heart, a hand to hold on to… – lembro-me da ansiedade em frente à televisão, esperando pelas aventuras diárias dos Tanner, e da tristeza quando descobria que a série estava fora do ar ou tinha mudado de horário. Também me vem à lembrança alguns anos mais tarde, quando a TV paga começou a transmitir o programa na madrugada, e o desafio era não perder a briga para o sono – tudo para saber qual seria a lição que as garotas aprenderiam naquele episódio. Hoje, graças à maravilha da internet, Full House está a um click de distância, e aí a tecnologia vai ajudando a matar a saudade das belas lembranças de infância.

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Com uma atuação impecável e afinada do elenco e um roteiro bastante dinâmico, Full House foi uma série, sem dúvidas, diferenciada. Produzida por Jesse Frederick – responsável por Family Matters e Step By Step, outros dois sucessos familiares da ABC –, de forma inteligente e divertida, a série tinha como foco narrar as peripécias do crescimento das filhas de Danny, cada uma em um estágio diferente de crescimento – adolescência (D. J.), infância (Stephanie) e primeiros anos (Michelle). Entre conversas, desentendimentos, lições e conselhos, os três papais enfrentaram as mais variadas situações, desde um simples escovar de dentes ou da roupa colocada ao contrário, até os grandes desafios do amadurecimento e dos valores pessoais. Tudo isso, é claro, embalado por boas doses de confusão e risadas ao lado de Comet (Buddy), o querido golden retriever da família, Kimmy Gibler (Andrea Barber), a louca e divertida melhor amiga de D.J., e também da tia Becky (Lori Loughlin), esposa do tio Jesse e mãe dos gêmeos Nicky e Alex (Blake e Dylan Tuomy-Wilhoit), os mais novos desafios que aterrissaram na grande família de São Francisco nas últimas três temporadas.

FullHouse3 Dentre tantos elementos para o sucesso de Full House, um grande destaque dessa querida família é Michelle, a adorável filha mais nova de Danny. Interpretada pelas gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen, que entraram no elenco com apenas nove meses de idade [alavancando uma carreira sólida depois da série], a personagem é motivo de muitas cenas engraçadas e emocionantes ao longo dos anos, sempre espevitada, esperta e amorosa. As expressões “You Got It Dude!” (Você entendeu, cara!), “Oh Baby!” e “You’re in trouble, mister! (Você está em problemas, senhor!)” são apenas algumas das marcas registradas da personagem, que sempre tinha respostas prontas para todas as situações. Outra característica marcante de Michelle, e o motivo para eu estar falando tanto dela por aqui, é a sua fama de bom garfo. Desde os primeiros anos de vida, várias são as cenas de Michelle provando e, literalmente, devorando alguma coisa deliciosa.

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Especialmente entre a terceira e a quinta temporada, são incontáveis as cenas hilárias dos momentos de Michelle na cozinha. A personagem é tão famosa por sua ligação com o papá que, inclusive, há um site (em inglês) que lista oito lições que devemos aprender com a Michelle, cheio de gifs da pequena. Quanto às preferências à mesa, Michelle, assim como muitas crianças, adora o mundo dos doces. Ela é uma sugar freak (maníaca por doces), como diz Jesse. Bolos e cookies não têm escapatória quando aparece a formiguinha da família Tanner!  Mas se é para a gente falar bem a verdade, o que ela não vivia mesmo era sem o ice cream (sorvete) – ou, como Michelle dizia, ouce cream. Inclusive, várias são as vezes que sorvetes são utilizados para pequenas chantagens e confissões, como no episódio Gotta Dance (s05e07), em que Jesse usa uma taça de sundae para convencer Michelle a contar o segredo da festa de Becky.

Jessie:

Michelle, minha querida, eu tenho uma surpresa para você!

Michelle:

Oh Baby!

Jessie:

Não tão rápido, sua pequena maníaca por doces!

Então, Michelle, enquanto eu faço esse sundae triplo, com cobertura dobrada, chantilly e uma cereja no topo, eu tenho uma curiosidade. Tem algum tipo…eu não sei, um segredo sobre essa festa que Becky vai dar?

Michelle:

Eu não posso te dizer. Você esqueceu um pedaço.

Jessie:

Bem, Michelle, eu com certeza adoraria dividir sundae com você…

Michelle:

Eu com certeza adoraria também.

Jessie:

Hum, quem sabe falamos sobre aquele segredo, então?

Michelle:

O que eu faço? O que eu faço?

Jessie:

Bem, você poderia começar segurando a colher enquanto eu coloco essas gotinhas de chocolate…

Michelle:

Gotinhas de chocolate?!

Jessie:

Aham! E a sua favorita: a cereja!

Michelle:

A festa é um chá de bebê! Agora largue essa cereja!

Jessie:

Aha!! Chá de bebê, é pior do que eu pensava! Obrigado Michelle!

Michelle:

De nada…

Jessie:

Huuum, não tem nada mais que eu queira saber. Odiaria atrapalhar o seu jantar!

 

Para alegria geral da galera, resolvemos homenagear a nossa querida garotinha de Full House com um gostoso sorvete. Como hoje é Dia das Crianças, nada melhor do que levar a molecada para a cozinha junto com o “pessoal grande” e fazer uma sobremesa maravilhosa. Então, para que isso seja possível, o Teleséries correu atrás de uma receita de sorvete fácil de sorvete, com ingredientes baratos e simples e com aquele toque de comida caseira. E sabe o melhor de tudo? O tempo. Em apenas 15 minutos o seu sorvete estará pronto para ser devorado. Duvidou? Então curte aí a nossa dica para hoje!

Sorvete de 15 minutos de Full House

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Ingredientes:

Cubos de gelo

6 colheres de sopa de sal grosso

½ xícara (chá) de leite

1 colher (sopa) de açúcar

¼ colher (sopa) de extrato de baunilha

Outros itens:

Dois sacos plásticos sem furos – um grande (3L) e um pequeno (1L)

Pano de cozinha

Modo de fazer:

1. No saco plástico maior, coloque os gelos e o sal e reserve.

2. No saco menor, coloque o leite, o açúcar e a baunilha, feche bem e misture.

3. Coloque o saco menor dentro do maior. Por fora, envolva o saco maior em um pano de cozinha.

4. Comece a sacudir o saco e faça essa tarefa por cerca de 10 minutos.

5. E está pronto o sorvete! Basta servir com a sua cobertura favorita.

No início, pode até parecer que não vai dar certo, mas dá! Depois de sacudir bem, quando você abrir o saquinho menor verá que dentro dele estará um sorvetinho bem cremoso. Quanto mais tempo você sacudir, mais cremoso vai ficar. Essa tarefa é ótima para você delegar ao seu filho [ou primo, sobrinho, irmão], pois é uma atividade super fácil e vai fazer a criança se sentir parte da cozinha! Depois de pronto, basta escolher a cobertura favorita e decorar com as guloseimas que você mais gosta (quanto mais misturinhas, melhor!). Já que a ocasião é Dia das Crianças, nada como colorir bem e servir com uma decoração alegre e divertida! Como esse sorvete não leva conservantes nem emulsificantes e é bem leve, ele deve ser consumido na hora, pois estará no ponto. Quando começa a derreter, a textura fica um pouco mais aguada, semelhante a uma raspadinha ou ao sacolé (picolé de saquinho). Essa receita dá bem certinho para uma porção como a da foto. Imagina chegar em casa louco por um sorvete e poder fazer um em poucos minutos, sem gastar muito e, ainda por cima, sabendo que vai ficar uma delícia?

E, se você achar que vai ter dor no braço balançando o saquinho ou está querendo um brinquedo novo, já existe por aí uma bola de fazer sorvete, que usa o mesmo sistema da nossa receita de hoje. Bem criativa e lúdica, em clima de Dia das Crianças.

Agora, deixa eu ir lá, antes que alguma Michelle coma todo o sorvete sozinha!

Feliz Dia das Crianças!

Parenthood – Nipple Confusion

Data/Hora 12/10/2013, 13:00. Autor
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Acho que essa foi a primeira vez que eu simpatizei com o Adam e suas chatices. Acordar e não ter café é sacanagem com qualquer um! Mas de verdade, o Adam está certo em ser chato dessa vez, a Kristina está com toda a garra na campanha e eu acho isso muito legal, mas ela não pode sair gastando o dinheiro da família e ocupar a casa toda com isso. É preciso um certo limite, assim como é preciso mais confiança da parte do Adam. Mas acho que eles tem diálogo o suficiente para acertar isso, ainda mais depois do que eles passaram juntos.

Mas confiança é o que não falta em Sarah, que fez de tudo para ser contratada como fotógrafa pela Kristina. Achei muito a cara dela querer ser levada a sério como fotógrafa levando um portfólio só com fotos de animais fofos. Aquilo parecia mais uma daquelas páginas de facebook que todo mundo compartilha. Faltou só as mensagens alegres e de auto-ajuda. Mas no final não precisava de tudo isso, porque amor familiar é o que não falta nos Braverman.

Já o coitado do Drew ficou pra fora por causa do taco de lacrosse na porta que seu colega de quarto deixou. Já tinha ouvido falar de meia e gravata, mas taco de lacrosse foi a primeira vez. Quem talvez devesse colocar um na porta também é Amber. Ou, como a Sarah já falou para ela, aprender a trancar a porta de casa. Em todo caso, Drew me decepcionou um pouco, ele parecia ter crescido bem mais no primeiro episódio da temporada. Ele ainda não sabe falar com garotas e não consegue enfrentar seu colega de quarto sozinho. Eu acho que esperava demais do Drew depois daquela pequena participação dele e precisar da ajuda do “Sargento York” não foi uma boa solução ao meu ver.

A paciência da Camille é algo de se invejar. Ao invés de sentar e conversar como adulto, Zeek age como criança — Crosby teve a quem puxar — e compra um carro para restaurar, impedindo assim que eles sequer pensem em vender a casa como Camille havia sugerido. Além de tudo ele foi bobinho, porque como eu disse na review passada, duvido que o resto da família seja a favor dessa venda. Quando ela finalmente consegue colocar ele contra a parede, ele continua agindo como uma criança mimada dizendo que não e pronto. Os homens da família Braverman conseguem me tirar do sério, viu?

E Julia é cada vez mais tragada para a vida de dona de casa, agora tendo que ajudar Victor a estudar mais, já que ele tem chances de voltar para a quarta série. Achei muito legal essa dinâmica, já que Sydney é uma pequena gênia. Mas fiquei com uma pulga atrás da orelha se Victor é relaxado, tem dificuldade pelo que viveu ou teria algo como TDA. Esse problema todo já levou ao começo da crise do casal, que deve ter seu ápice com Pete — alguém ainda lembra dela além de mim?

Dessa vez Max e Amber tiveram pouco espaço, mas acho que o problema do episódio passado foi resolvido. Com exceção de Crosby e Jasmine, as histórias avançaram bem e não ficou aquele sentimento de que nada aconteceu como no episódio passado. Agora é esperar que os desfalcados nesse episódio tenham o foco no próximo episódio.

[Dia das Crianças] 15 aberturas que ficaram para sempre em nossas lembranças

Data/Hora 12/10/2013, 12:37. Autor
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O dia são delas, mas quem ganha presente somos nós, seriadores de plantão, que desde muito cedo têm uma relação de afeto com aquele tubinho mágico chamado televisão!

Neste 12 de outubro, o TeleSéries separou 15 aberturas que ficaram para sempre em nossas lembranças! Confiram! E tentem não se levar pela completa nostalgia.

A Feiticeira

Na década de 1960, o público foi encantado pela história de A Feiticeira (Bewitched) na ABC. A série mostrava o dia-a-dia de Samantha, uma dona de casa comum que tem poderes mágicos e que é casada com o mortal chamado James. Apesar de Samantha ter seus poderes, ela vive driblando sua natureza como bruxa. O resultado disso é uma sucessão de várias situações complicadas e surpreendentes que acabam sendo muito divertidas no cotidiano de ambos. Aqui no Brasil o seriado foi exibido por canais abertos, como a RedeTV, a Bandeirantes, Globo e Record.

 

Anos Incríveis

Anos Incríveis foi uma série americada criada por Carol Black e Neal Marlens que durou seis temporadas na ABC. A série apresentou questões sociais e eventos históricos do final dos anos 60 e início dos anos 70 pela visão do protagonista Kevin Arnold (Fred Savage). Além destes temas, a série também mostrou questões da adolescência de Kevin, bem como as situações diversas vividas ao lado de sua família. No Brasil, Anos Incríveis foi exibido pela primeira vez na TV Cultura em meados da década de 1990. Outros canais que também exibiram a série foram a TV Bandeirantes e o Multishow.

 

A Nossa Turma

O desenho, conhecido como Get Along Gang, mostrava as aventuras de uma turma de 12 personagens pré-adolescentes. Liderados pelo alce Montgomery, o desenho animado mostrava histórias que valorizavam o espírito de equipe e o companheirismo entre os amigos. O grupo era composto por Vilma, Zipper, Márcia, Bingo e Dotty. No Brasil, A Nossa Turma foi exibido pelo SBT, no programa Show Maravilha, entre 1987 e 1994.

 

Balão Mágico

O programa infantil foi apresentado pelos integrantes da Turma do Balão Mágico de 1983 a 1986 na Globo. A apresentação começou com Simony, Fofão (Orival Pessini) e Cascatinha (Castrinho). Logo depois eles foram acompanhados por Tob (Vimerson Cavanilhas), Mike (Michael Biggs), Jairzinho (Jair Rodrigues Melo de Oliveira), Luciana, Marcelinho (Marcelo Rocha), Marcinho (Márcio Nasser Medina) e Ricardinho. O programa teve grandes índices de audiência, mas em meados de 1986, ele foi substituído pelo Xou da Xuxa.

 

Castelo Rá-tim-bum

O programa infantil, que foi produzido e transmitido pela TV Cultura, estreou em 1991 e teve o último episódio em 1997. Castelo Rá-tim-bum mostrava a história de Nino (Cássio Scapin), um menino de 300 anos que vive com seu tio Victor (Sérgio Mamberti) – um feiticeiro e cientista – e com sua tia-avó Morgana (Rosi Campos) – uma feiticeira de 6 mil anos de idade. Ele foi um dos programas que marcou a infância daqueles que acompanhavam a programação da TV Cultura. Além da história principal, o programa também contava com personagens do folclore brasileiro, histórias diversas e muitos outros conteúdos de caráter educativo.

 

Cavalo de Fogo

O desenho animado, produzido por Hannah Barbera, foi originalmente desenvolvido para o canal CBS, de setembro a dezembro de 1986. Em Cavalo de Fogo, Sara é uma princesa que foi salva das garras de uma bruxa maligna, conhecida como Lady Diabolyn, por um cavalo especial. Depois de 13 anos, Sara percebe que o seu medalhão é especial: ele começa a brilhar e envia um aviso para o cavalo que a salvou. Então, o Cavalo de Fogo reaparece e revela a verdadeira identidade da menina. A série teve apenas 13 episódios, mas fez muito sucesso no Brasil quando exibida pelo SBT na década de 80.

 

Chiquititas

A telenovela foi criada por Cris Morena e exibida pela rede argentina Telefe1, em 1995. A partir daí ela se tornou um dos programas infantis favoritos no Brasil, na década de 90, e também em outros países. As chiquititas são meninas que vivem no orfanato Raio de Luz, um lugar que está de portas abertas para todos. O seu enrendo conta com várias histórias de meninas de personalidades diferentes, que acabam vivendo juntas e aprendendo valores sobre a vida e a amizade. O remake mais recente da novela estreou no dia 15 de Julho de 2013 no SBT.

 

Doug

Doug foi um desenho desenvolvido para o canal Nickelodeon por Jim Jinkins (Pinky Dinky Doo) e por Joe Aaron. A história é centrada na vida de um menino de 11 anos e no seu dia-a-dia. Além do protagonista, outros personagens muito divertidos marcaram a infância de seu público, como o Costelinha, Patti Maionese, o malvado Roger Klotz e o seu fiel amigo Skeeter. O desenho foi exibido no Brasil na TV Cultura, no SBT, na Band e no Disney Channel. Atualmente, Doug é exibido de segunda a sexta às 14h na TV Cultura.

 

Família Dinossauro

Família Dinossauro é uma série americana que, apesar de ser entendida como um programa infantil, também faz uma crítica bem humorada ao American Way of Life. A série trata das aventuras de uma família de dinossauros (a família Silva Sauro) que vive em uma sociedade dominada pelos grandes répteis – sendo que os seres humanos são animais selvagens. No Brasil, a série foi exibida pela Globo, SBT e Rede Bandeirantes.

 

O Fantástico Mundo de Bobby

O desenho cativou o público que assistia o Bom Dia & Cia (SBT) na década de 90 e início dos anos 2000. Com 80 episódios produzidos, O Fantástico Mundo de Bobby contava a história de um menino sonhador, que aproveitava sua infância de um jeito muito engraçado. Sendo questionado por seus irmãos mais velhos e por sua família, Bobby se aventurava por causa de uma imaginação fértil.

 

Punky, a Levada da Breca

Foi uma série filmada durante os anos de 1984 a 1988 que foram exibidos pela SBT e pela Bandeirantes. Com 88 episódios, o seriado contava a história de Penelope Punky Brewster (Soleil Moon Frye), uma garota que foi abandonada por seu pai aos dois anos e que, alguns anos depois, também foi deixada por sua mãe em um supermercado em Chicago. Sua única companhia, em meio a toda situação, foi seu cão Branson, com o qual ela dividia um apartamento vago em um prédio gerenciado por Arthur Bicudo (Henry Warnimont) – um senhor viúvo que acaba adotando a menina. Além da série, Punky também virou desenho.

 

Rá-Tim-Bum

Foi um programa infantil produzido e exibido pela TV Cultura de 1990 a 1992. Com um tema educativo, Rá-Tim-Bum contava com quadros diversos, como Senta que lá vem história, Professor Tibúrcio, Esfinge, A Família Teodoro, dentre outros. O programa, que teve direção geral de Fernando Meireles, também ganhou vários prêmios, como o Medalha de Ouro no Festival de Nova Iorque.

 

Sandy & Junior

O seriado, que foi protagonizado pelos irmãos Sandy e Junior Lima, foi produzido e exibido pela Globo. No programa, os irmãos viviam numa história que envolvia humor, romance e música no cotidiano dos adolescentes. Cada episódio era pontuado por musicais da dupla ou de outros artistas – encerrando com um clipe relacionado à história. O piloto foi ao ar como um especial de fim de ano, em 1998. Já em 1999 o seriado passou a ser exibido semanalmente. Atualmente a série é reprisada pelo Canal Viva.

 

TV Colosso

A TV Colosso substituiu o Xou da Xuxa e foi exibida de 1993 até 1997 na Globo. O programa infantil foi criado e dirigido por Luiz Ferré, Roberto Dornelles e Boninho. A TV Colosso é lembrada por muitos pelos bonecos caracterizados como cães que simulavam participar de várias partes de uma emissora de televisão. Além dos personagens memoráveis, a programação também contava com desenhos animados.

 

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