Charlie Hunnam, de ‘Sons of Anarchy’, não fará mais parte do filme ’50 Tons de Cinza’

Data/Hora 13/10/2013, 20:52. Autor
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Charlie Hunnam, estrela da série Sons of Anarchy, não vai mais interpretar Christian Grey na versão cinematográfica do livro 50 tons de Cinza. Segundo uma nota publicada pela Universal Pictures “Os produtores de ‘Cinquenta tons de Cinza’ e Charlie Hunnam concordaram em encontrar outro protagonista, dada a intensa programação de gravações de Hunnam que o impedem de se preparar adequadamente para o papel de Christian Grey”.

Antes da nota ser publicada, Hunnam falou sobre o filme e revelou “Há tantos fãs desse livro e sei que provavelmente eu não sou o que todo mundo imaginava” admitiu. ” Porque a leitura é muito pessoal e as pessoas trazem um personagem para a vida em sua imaginação, eles se sentem donos desse personagem. Isso é assustador se eu me permitir pensar muito sobre isso. Estou levando isso muito a sério e pretendo explorar a natureza do que esse personagem é.”

A autora do livro, E.L. James, comentou brevemente o assunto no Twitter:

Desejo tudo de mais maravilhoso à Charlie.

Hunnam terminará as filmagens da série Sons of Anarchy (que estreou sua 6ª temporada no dia 11, um dia antes do comunicado ser divulgado) no dia 21 de outubro e a produção do longa-metragem está marcada para começar em novembro.

Com informações do EW.

Victoria Justice vai estrelar novo projeto da MTV

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Victoria Justice, ex-atriz do canal Nickelodeon, foi escalada para estrelar a série intitulada Eye Candy, dirigida e produzida por Catherine Hardwicke (Crepúsculo).

NOTÍCIAS | MTV renova ‘Teen Wolf’ para a quarta temporada

No seriado, ela viverá Lindy, uma hacker nada popular, que posta em um blog planos terroristas e suspeitos assassinos. Convencida por sua colega de quarto a entrar num site de encontros online, Lindy vira alvo de um perigoso cyber-stalker e acredita que um de seus pretendentes online seja esse perseguidor. Quando as coisas tomam um rumo mortal, ela se junta à uma unidade de polícia em sua cidade que tenta encontrar culpados por crimes virtuais.

“Victoria é exatamente o que eu quero quando falo em fazer negócios,” disse uma das responsáveis pela programação da MTV, Susanne Daniels. “Ela não só se enquadra na nossa programação, mas também tem uma grande base de fãs e é extremamente talentosa. Temos muita sorte de tê-la.”

NOTÍCIAS | Fãs podem imitar seus artistas preferidos em ‘Copycat’, nova série da MTV

Esse é o primeiro projeto de Justice depois do final de Victorious, série qual era protagonista no Nickelodeon. Antes disso, ela fez participações em outros seriados teens como ICarly e da antiga Everwood.

Eye Candy foi escrito por Emmy Grinwis, é baseado num romance de mesmo nome escrito por R.L. Stune e ainda não tem previsão de estreia.

Com informações do TVline.

‘Red Brick Road’: Lifetime encomenda nova série inspirada em ‘O Mágico de Oz’

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O canal Lifetime comprou o mais novo projeto baseado na série de livros infantis O Mágico de Oz, a série Red Brick Road.

O projeto, escrito por Tim Schlattman (Dexter), é descrito como uma visão mais Game Of Thrones de O Mágico de Oz.  Ela é focada na Estrada de Tijolos Vermelhos que está interligada com a famosa Estrada de Tijolos Amarelos mas que ninguém sabe para onde vai dar. A série vai mostrar Dorothy seguindo esse caminho inexplorado até as partes mais antigas, sombrias e perigosas de Oz, para descobrir o que aconteceu com seus amigos que estão desaparecidos.

Red Brick Road é a quinta série baseada em O Mágico de Oz a ser encomendada nos últimos três meses. Os outros projetos são: Emerald City, da NBC, que será uma repaginação mais sombria do universo de Oz; Dorothy, da CBS, uma série médica inspirada nos personagens e temas de O Mágico de Oz; Dorothy Must Die, da CW, baseado na série de livros teen de mesmo nome escrita pela autora Danielle Paige; e Warriors of Oz, do SyFy, minissérie do diretor Timur Bekmanbetov  que será uma versão mais aventuresca da história clássica.

Isso se deve ao aniversário de 75 anos do filme original de 1939, que teve uma reapresentação comemorativa em 3D, além da estréia de Oz: Mágico e Poderoso, estrelado pro James Franco no papel de Oz, no início do ano.

Red Brick Road está sendo produzida por Roy lee e Adrian Askarieh em parceria com a Wolper Organization, Vertigo Entertainment e Warner Horizon (selo da Warner Bros. Televison).

Com informações do Deadline

Primeiras Impressões – Once Upon a Time in Wonderland

Data/Hora 13/10/2013, 19:45. Autor
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Toda vez que é anunciada adaptações para o cinema e TV dos clássicos escritos por Lews Carroll, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho, um coelho branco fofinho morre. Quando falamos em Alice, lembramos primeiramente da clássica animação da Disney, lançada em 1951, e depois do fiasco – também da Disney – da versão de Tim Burton para as aventuras da garota.

As obras de Lewis Carroll se tornaram um desafio para diversos produtores de cinema e TV, além de ser, desde seu lançamento, em 1865, um completo desafio para os estudiosos da literatura.  O universo de chás de desaniversários, lagartas fumantes de narguilé e Coelhos Brancos atrasados são imaginados e interpretados de diversas maneiras e a mais recente delas é Once Upon a Time in Wonderland, spin-off da série Once Upon a Time, transmitida pela ABC – que também é da Disney.

Nessa versão somos apresentadas à uma Alice tida como louca. A garota está internada em um manicômio onde os médicos tentam provar, com remédios e perguntas repetitivas, que o País das Maravilhas é apenas mais uma invenção de Alice. A garota esteve lá, voltou e contou suas aventuras pro seu pai e ele é o grande responsável por internar a garota. Até aí, tudo bem.

Entre um flash e outro das lembranças de Alice, somos apresentados aos demais personagens da trama. Agora as coisas começam a se misturar…

Somos apresentados à um Coelho Branco super desengonçado e de caráter duvidoso – que parece saído de um recém-atropelamento – que abre sua toca em qualquer lugar, como uma espécie de portal (oi?) e ao Valete de Copas. Eles têm a missão de salvar Alice do manicômio e levarem-na de volta ao País das Maravilhas.

O detalhe aqui é que ela, na verdade, só quer voltar pra encontrar seu amado Cyrus, o Gênio da Lâmpada. Os dois se conheceram no País das Maravilhas e se apaixonaram. Aqui eu fiquei me perguntando se a inserção do personagem tem relação com o fato de que, na história do Alladin, a lâmpada que contém o Gênio está situada na Caverna das Maravilhas… Além disso, no meio do romance dos pombinhos, surge a Rainha Vermelha (não confundir com a Rainha de Copas) rodeada de cavalheiros e que mais parece uma bruxa, pois ela consegue atingir os personagens apenas com o movimento dos braços…

Támbém vemos o Gato de Chesire (de um modo bem malvado e ninja) e a Lagarta, que são outros dois personagens do universo original que conhecemos. Notem que os dois livros de Lewis Carroll estão misturados na trama. O Chapeleiro Maluco e a Rainha de Copas são apenas citados no piloto e devem aparecer nos próximos episódios. Saindo do universo das maravilhas, somos apresentados ao vilão Jafar, que tem a Rainha Vermelha como uma aliada.

Misturar os dois livros de Carroll com a clássica história de Alladin não poderia resultar em boa coisa. A narrativa é um tanto quanto confusa para quem não conhece previamente as histórias originais. Os efeitos especiais são uma tragédia a parte e os personagens animados estão mais bizarros do que os próprios leitores e fãs poderiam imaginar.  A narrativa tende a misturar diversos personagens de distintas histórias infantis (vide Once Upon a Time) e destruir a maneira com que muitos telespectadores construíram esses personagens ao longo dos anos.

Se eu fosse você, não entraria na toca do coelho.

‘House of Cards’: segunda temporada pode ser a última

Data/Hora 13/10/2013, 19:38. Autor
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O remake americano de House of Cards pode ter seu futuro comprometido. Com um formato pioneiro de transmissão – o site disponibilizou a temporada completa com 13 episódios de uma só vez para seus assinantes, com lançamento mundial em 1 de Fevereiro deste ano – e uma indicação ao Emmy, a série pode estar com os dias contados.

A informação não foi confirmada pelo Netflix, que ainda em 2011 havia encomendado as duas primeiras temporadas de uma só vez, sem passar por uma temporada piloto. O produtor Rick Cleveland, por sua vez, acredita que a atração não conseguirá passar da segunda temporada. Já Beau Willimon, responsável pela adaptação da obra de Michael Dobbs, espera que a série continue a ser produzida por muitas temporadas.

Em entrevista recente ao Gold Derby, Cleveland admite ser difícil para a produção manter atores como Kevin Spacey (Beleza Americana) e Robin Wright (Os Homens Que Não Amavam as Mulheres) sob contrato por muito tempo, tendo em vista o interesse dos dois em fazer mais cinema. Vale lembrar que as duas estrelas ainda são responsáveis pela direção de um episódio cada da nova temporada. Portanto, se os atores não renovarem seus contratos para a terceira temporada, a série encerrará sua produção.

Sem data de estreia confirmada, o produtor diz ainda que acredita que o Netflix libere a nova temporada no período em que a Academia de Televisão realizará votação para a escolha dos indicados ao Emmy, uma estratégia que pode beneficiar a série.

Se a produção de House of Cards encerrar com apenas duas temporadas sem ganhar prêmios importantes – como este ano que recebeu 9 indicações e só levou o prêmio para David Fincher como melhor diretor de série dramática pela primeira temporada, o Netflix corre o risco de entrar no circuito de premiações apenas como um formato curioso de se fazer e transmitir series.

A série está finalizando as filmagens da segunda temporada em Baltimore, e ainda conta com a direção de Jodie Foster (Silêncio dos Inocentes) em pelo menos um episódio.

Com informações da Veja

Divulgada nova promo da 4ª temporada de ‘The Walking Dead’

Data/Hora 13/10/2013, 19:38. Autor
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No novo vídeo promocional de The Walking Dead liberado pela AMC, vemos Rick e seu grupo queimando corpos (pelas expressões em seus rostos, é difícil dizer que ali só existem zumbis). Logo em seguida, os dizeres “Pray for the dead” (Reze pelos mortos, em português) tomam conta da tela e deixam os fãs ainda mais ansiosos para saber qual será o conflito da nova temporada.

Entre as temporadas 3 e 4, se passaram vários meses (algo entre 6 meses e 1 ano) e uma doença está se espalhando ao redor da prisão onde Rick e seu grupo se instalaram, criando animais e plantações. Quando essa doença começa a atingir os animais, a tranquilidade e sobrevivência do grupo entra novamente em cheque.

No sneak peek lançado também recentemente, vemos Rick (um antigo ex-policial e agora ótimo fazendeiro) trabalhando na prisão:

The Walking Dead estreia sua nova temporada hoje nos Estados Unidos, e aqui no Brasil, a série retorna na terça-feira (15) às 22:30, na Fox.

Com informações do SpoilerTV.

Meg Ryan vai estrelar nova comédia da NBC

Data/Hora 13/10/2013, 19:05. Autor
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A atriz Meg Ryan (Sintonia de AmorHarry e Sally: Feitos um Para o Outro) irá retornar para a televisão estrelando a nova comédia do diretor e roteirista Marc Lawrence (Miss Simpatia).

A série está sendo escrita por Lawrence, que se uniu a Ryan para trabalhar na ideia. Ela conta a história de uma mãe solteira que decide voltar a trabalhar na sua editora em Nova York onde, no passado, fez um trabalho brilhante. Só que, agora, ela tem que trabalhar para Brenda, sua chefe neurótica que antes havia sido sua estagiária.

Este é o primeiro trabalho de Ryan na TV em quase 30 anos. Seus últimos trabalhos na telinha foram a novela As The World Turns e a sitcom de curta duração One Of The Boys, também da NBC.

Ryan será a produtora executiva junto com Lawrence e sua empresária Jane Berliner. A série está sendo desenvolvida pela NBC em parceria com o Universal TV.

Com informações do Deadline

The Bridge – The Crazy Place

Data/Hora 13/10/2013, 18:56. Autor
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Bom, enquanto todo mundo já está aproveitando o fall season, o meu summer ainda não tinha acabado. Demorei muito para assistir a esse episódio de The Bridge por vários motivos: técnico – meu computador tinha pifado; tempo – que está cada vez mais escasso; vontade – pois sabia que o episódio não ia ser muito bom. Mas finalmente juntei forças e, assim que o computador voltou a funcionar, assisti a The Crazy Place.

Como já disse nos últimos dois textos, The Bridge acabou em Take the Ride, Pay the Toll e os dois episódios que passaram na sequencia foram para “encher linguiça”. Algumas tramas paralelas foram desenvolvidas, mas sem tempo suficiente para serem finalizadas, ou seja, vamos ter que relembrar muitas coisas antes da estreia da segunda temporada.

Charlote agora é a chefe do túnel e na sua “empresa” Ray e Cesar são seus empregados. Ele que já foi usado para atravessar pessoas e armas, agora é usado para passar drogas. E eles estão sendo observados por Arliss Froom, que sabe de tudo, mas tudo mesmo! Quem será esse cara?

Charlote

Daniel volta ao trabalho e é recepcionado por Adriana. Como ele ainda está muito debilitado, a primeira matéria que eles vão fazer é entrevistar uma senhora de 100 anos. Quando eles chegam na humilde residência da senhorinha, ela está morta no chão da sala. Vasculhando a casa, ele acha em um dos quartos a “pequena” quantia de 40 milhões de dólares e 20 milhões de euros. De volta redação, Adriana recebe um envelope e uma nota de 20 euros com a seguinte mensagem: Esqueçam o dinheiro, quem é Millie Quintana? Quem será esse cara (2)?

Provavelmente Adriana e família serão mais aproveitadas, uma vez que sua irmã não voltou do trabalho e caminha para ser mais uma menina perdida de Juarez.

Adriana

Agora vamos focar no nosso casal favorito: Marconya!

Sonya

Marco: Precisava contar antes para alguém que eu confio. Uma coisa assim tem muitas camadas. É perigoso. Você precisa tomar cuidado.

Sonya: Eu sei, nós precisamos tomar cuidado!

Sonya está empenhada em resolver o caso das meninas desaparecidas de Juarez e pelo que disse, ela está contando com a ajuda de Marco. Porém, antes de mergulhar neste novo caso, eles continuam buscando e acabam encontrando Eva, para a alegria de Steven. Só que o buraco é bem mais embaixo, como Marco tinha falado, pois eles conseguem provas concretas de que a polícia de Chihuahua está envolvida.

Apesar de demonstrar que é forte, Marco ainda não está 100% curado de todas as perdas que sofreu. Sonya tenta de todas as formas consolá-lo, em vão, pois a sede de vingança é maior e ele quer matar David Tate com as próprias mãos. Para isso ele procura Fausto e cobra um favor.

Marco

Confesso que cochilei vendo o episódio. Realmente esses dois últimos episódios foram completamente desnecessários. Mas vamos esperar para ver e que venha a segunda temporada.

Considerações Finais:

Na média, achei essa primeira temporada regular. Depois de um começo arrastado e confuso, a série deu uma engrenada e mostrou a que veio. Porém, depois deste clímax, ela retroagiu e voltou a se arrastar. Apesar de tecnicamente ser muito boa – fotografia, edição e trilha perfeitas – não adianta nada se a história não for bem contada.

Diane Kruger demorou para encontrar o tom de sua personagem e como é a central, isso atrapalhou muito. Sua química com Demian Bichir (sempre excelente) foi sendo construída e melhorada ao longo da temporada.

O restante do elenco foi excepcional, apesar dos problemas no roteiro. Destaco Matthew Lillard (o eterno Salsicha do Scooby-Doo), que trouxe uma pitada de comédia sarcástica com seu Daniel e Eric Lange, que arrebentou com seu David Tate. Annabeth Gish (linda no auge dos seus 42 anos) e Thomas M. Wright tinham os personagens mais promissores e foram os que saíram mais prejudicados. Espero que os roteirista se redimam na próxima temporada.

Uma salva de palmas para o FX, pela coragem de passar uma serie com legendas. Tomara que as outras emissoras sigam esse exemplo. E proporcionalmente eu puxo a orelha do canal por mostrar o México de uma forma tão pejorativa. Tudo bem que faz parte, mas não precisava ser tão literal.

Como disse, a segunda temporada já tinha começado e agora a gente entra em um hiato de quase um ano! Espero vocês ano que vem. Termino este texto com uma música, na realidade uma versão, que me chamou muito atenção neste episódio. Até breve!

Sleepy Hollow – For The Triumph Of Evil e The Lesser Key Of Solomon

Data/Hora 13/10/2013, 17:26. Autor
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Primeiro foi o próprio Sem Cabeça, depois, aquela bruxa do fogo. Sleepy Hollow está apresentando um monstro por semana, e isso ajuda a prender atenções. Desta vez foi o Sandman, ou “João Pestana”, como conhecemos por aqui, além da própria criatura que apareceu no espelho no primeiro episódio, mas que agora pudemos finalmente saber um pouco mais sobre ela.

Quem já ouviu falar sobre o João Pestana, sabe que na lenda ele é simpático e que joga areia nos olhos das crianças para que elas durmam, tendo até mesmo canções de ninar para ele. Entretanto, em Sleepy Hollow, o Sandman (como os personagens lá o chamam) que existe lá é uma versão malvada da criatura, e bem assustadora e vingativa. Basicamente, a função dele é fazer justiça com as próprias mãos, matando quem ele considera culpado por abandonar uma pessoa quando esta mais precisou. E por Abbie ter largado a irmã na instituição dos loucos, o Sandman Mau lembrou da existência dela.

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Bastaram umas macumbas e uns escorpiões para que ela e Ichabod entrassem no mundo dos sonhos e lá combatessem a criatura. E no meio desse feitiço para entrarem em outra dimensão, eu me pergunto se Ichabod não poderia fazer algum parecido para visitar Katrina e tentar tirá-la de lá. Infelizmente ele e Abbie estavam ocupados demais com o Sandman e com os pensamentos em Jenny para ter essa ideia.

Por falar em Jenny, era meio evidente que a garota era problema. A Abbie até foi lá, na boa vontade, tirar a irmã do hospício, mas a garota some antes. Na busca, descobrimos que além de ter fugido, Jenny herdou uma casa do ex-Xerife. E ela acaba revelando que viajou o mundo às ordens dele, combatendo o mau.

Enfim, é óbvio que as duas irmãs brigam e não se dão bem logo de cara, mas a possibilidade de um livro libertar demônios na Terra faz com que as duas e Ichabod fiquem do mesmo lado e Abbie então destrua o livro. Talvez tal atitude finalmente tenha selado a parceria entre as duas irmãs, e feito com que Jenny conseguisse perdoar Abbie, sendo que agora ficou claro que as duas continuarão do mesmo lado. Me desperta curiosidade para ver até onde essa parceria vai dar, já que evidentemente Abbie é a mais capacitada para lutar contra os demônios, e a mais séria entre os três.

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P. S. [1]: Por favor, dêem um programa de rádio para o Ichabod contar suas histórias de amor! Uma das coisas que eu amo nessa série é que mesmo entre demônios, tensões e conflitos, temos momentos de comédia protagonizados por Crane.

P. S. [2]: Espero que essa turma de “soldadinhos do demônio” que torturaram as pessoas atrás de Jenny ainda renda umas boas histórias.

Grey’s Anatomy – Puttin’ on the Ritz

Data/Hora 13/10/2013, 14:28. Autor
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O aguardado momento chegou. Grey’s Anatomy completou 200 episódios de existência. E confesso que me decepcionei com o episódio.

A proposta de Puttin’ on the Ritz foi simples. Apesar do baile de gala, vimos um episódio sem grandes acontecimentos. Se por um lado isso é positivo – já que fomos poupados de tragédias e não ocorreu uma quebra na história da temporada -, por outro foi negativo, afinal o episódio era especial e merecia uma trama a altura.

Inevitavelmente eu recordei do belíssimo e emocionante centésimo episódio. Do casamento de Izzie e Alex. Da trama cativante. E talvez por isso a decepção. Esperava algo diferente, mas semelhante. Algo que gravasse na mente. E Puttin’ on the Ritz será daqueles episódios que vai cair no limbo do esquecimento (a.k.a. será lembrado com muito esforço).

Mas, apesar da minha decepção, o episódio passou longe de ser ruim. Se ele fosse apenas um episódio normal, ele teria sido inclusive bastante bom. Isso porque ele deu continuidade as tramas da temporada e ainda começou a introdução de algumas novas, e que devem movimentar os próximos episódios.

Cristina tanto tentou – e até deu dicas de paquera – que Owen resolveu dar um passo adiante na jornada rumo a uma separação definitiva. E até que simpatizei bastante com a médica do Seattle Press. Ela é bonita, tem um bom papo e pareceu legitimamente interessada em Hunt. O mais significativo: ele ficou conversando com a médica, ao invés de ir pro Joe’s com Yang. Ou seja, talvez vejamos a moça novamente. Particularmente, estou torcendo por isso.

Já Yang, que parecia ansiosa para sair com alguém, acabou desprezando o doador de uma polpuda quantia ( o fora dela no rapaz foi muito hilário, à propósito) e acabou chamando Owen pra sair (desejo de break-up sex, COM CERTEZA). Mas aí já era tarde. Doeu um pouquinho ver o olhar dela ao ir embora sozinha, mas qual é, Yang? Você estava tão decidida! Espero que ela continue determinada a ficar afastada de Owen, ninguém quer aquele mimimi de volta.

Outra nova história – além da paquera do Owen – é a chegada do pai do Alex. Foi repentina, foi inesperada. E deve trazer várias consequências. Como Alex vai lidar com o confronto com o seu passado dolorido? Como ficará o relacionamento de Jo e Alex com essa aparição repentina? Talvez, não fique bem, já que Karev deu mostras de que não sabe como agir quanto à suas questões sentimentais “em dupla” (aliás, ele não sabe agir com suas questões sentimentais. Ponto). Tô bem curiosa para ver como essa questão vai se desenrolar, e feliz por Alex ter seu passado explorado – ele é o mais “desconhecido” do público, até agora.

Além de abrir essas duas possibilidades para o decorrer da temporada, o episódio ainda tratou das histórias já em aberto.  E conduziu algumas delas para um desfecho.

Uma delas foi a da recuperação do Chief, que foi um idiota mais uma vez – com a Bailey, agora.  E foi genial usar o outro paciente – o velho ranzinza e preconceituoso, mas cheio de vontade de viver – para fazer Weber confrontar o estado miserável no qual se encontrava. Aparentemente, Richard decidiu brigar pela vida. Espero que em breve ele esteja recuperado e pronto pra rastejar por desculpas, já que, assim como Mer, eu estava pronta para deixar ele entrar em coma.

Os internos também continuaram recebendo algum destaque. Jo acompanhou Alex no baile de gala, e portanto não se envolveu na parte médica. Leah, que acabou de babá e garçonete, também ficou afastada dos atendimentos. Mas soube se posicionar bem e talvez seja vista com outros olhos a partir de agora. E Shane e Steph assumiram que são tubarões – o que agradou bastante Cristina. De quebra, ainda rolou um beijo – movido pelo entusiasmo – entre os dois, devidamente presenciado por Jackson.

E acho que o beijo, mais do que mostrar algum sentimento de Shane por Steph (que eu nunca percebi, sendo bem sincera. Por isso acho que foi mais a emoção do momento), serviu para fazer o relacionamento dela e de Avery evoluir. Os dois precisaram conversar sobre o que são, e há uma perspectiva de futuro para ambos. De um relacionamento mais estável e profundo. E o momento de Jackson contrastou com o de April, que bebeu todas. Está bem evidente que Kepner não está completamente bem com o status de sua relação com Avery. Perdeu, April. Vai ter que se virar nos 30 pra conseguir se divertir no parque de diversões novamente. E não me venham com a conversa de que ela está bem com o Matthew e em paz com Jesus. Não cola.

Grey's Anatomy -  Puttin' on the Ritz 2

Outra que tomou todas – enquanto Callie espalhava sua morte aos quatro cantos como forma de angariar fundos. Engraçado, mas ao mesmo tempo devastador – foi Arizona. E achei interessante ver que finalmente ela está se dando conta da real situação de seu casamento. Nos primeiros episódios ela estava esperançosa demais, achando que tudo se resolveria facilmente. Agora não. Ela reconhece que é uma traidora – e foi interessante ver ela mencionando que Lauren a encarou também, mas com olhos diferentes. A velha história de ver além da perna amputada – o que é um grande primeiro passo. Só que, além disso, ela precisa andar mais um pouco antes de voltar com Callie – se é que isso vai acontecer -, e lidar com seus fantasmas, especialmente com a falta da perna, que ainda é um problema pra ela (e a menção sobre ser encarada por causa disso evidencia o fato).

Mas o ponto alto do episódio, pra mim, foi MerDer. A rivalidade entre os dois serviu para reacender o fogo da paixão (impossível não se divertir com a “flertada” de Meredith e com Derek usando o pequeno Bailey -, e ver os dois completamente apaixonados, companheiros e lutando contra as adversidades que uma família pode trazer para um casal de cirurgiões foi muito, MUITO legal. Depois de mais de cinco anos de relacionamento ininterrupto (e dez anos entre idas e vindas) eles continuam firmes e fortes, se amando pra caramba. E não posso deixar de abrir um sorrisão ao constatar isso.

Além de MerDer, as referências do episódio à várias coisinhas do passado me encantaram. Meredith mencionou os desaforos que aguentava da mãe, e as quatro primeiras temporadas, marcadas pela Meredith dark and twisty, vieram a mente. Yang chamou Hunt para ir ao Joe’s, e milhares de cenas pularam diante dos olhos. Saudade da época de tequilas e dardos no Joe. Derek relembrou do momento – picante – entre ele e Mer no baile de formatura da sobrinha do Chief, que encerrou a segunda temporada – e da calcinha preta pendurada no mural, lá no início da terceira. Preciso dizer que quase morri com essa lembrança? A competição entre os médicos, para ver quem arrecadava mais dinheiro, lembrou os velhos tempos nos quais o quinteto competia severamente por cirurgias. A bebedeira de Arizona e April lembrou de Mer bêbada, de Bailey bêbada. Enfim, esse episódio trouxe várias recordações quanto aos velhos tempos, e pelo menos nesse aspecto cumpriu sua função de episódio comemorativo.

Na próxima semana, Grey’s Anatomy volta para o episódio 201. E seguirá sua programação normal, que consegue nos cativar depois de 10 anos. Então, ergamos nossas taças. Esse episódio pode não ter sido especial o suficiente. Mas há muito ao que brindar.

P.S.: Avery é um anfitrião e tanto. Ser membro de uma família da realeza médica foi bastante útil, é claro. Mas a sacada de levar os doadores ao hospital foi a cereja no topo do bolo. E agora, com os cofres cheios, o GSHM deve voltar com força total.

P.S.1: Daria mais que 4 para o episódio, se ele fosse o 199 ou o 201. E acho que vocês já compreenderam isso.

Atlantis – A Girl By Any Other Name

Data/Hora 13/10/2013, 13:37. Autor
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Que Atlantis é a versão Grécia Antiga de Merlin isso todos nós já sabíamos. Que seguiria a mesma estrutura de episódios, de dinâmica de personagens, isso também. Mas que também seguiria o mesmo plot principal, isso era impossível de prever, até porque ninguém seria estúpido o bastante para usar o mesmo plot em duas séries diferentes. Mas esse não parece ser o caso de Johnny Caps e Julian Murphy, que estão reaproveitando o que fizeram em Merlin descaradamente.

Nesse episódio, um senhor idoso e doente procura pela ajuda de Jason – tendo ouvido falar de sua coragem ao matar o Minotauro -,e pede sua ajuda para encontrar sua filha Demetria, que está desaparecida. Seguindo as pistas ele descobre ela foi levada pelas Ménades, adoradoras do deus Dionísio, para torná-la parte do culto. Quando ele, Pitágoras e Hércules vão até a floresta de Nysa para procurá-la, encontram uma garota que tudo indica ser Demetria, só que ao ficarem presos no templo das Ménades, eles descobrem que ela não é Demetria. Até aí nada demais, o grande porém é nome dessa garota: Medusa.

Sim, aquela Medusa que todo mundo conhece, o ser mitológico sinistro com o cabelo de cobras e que transforma todos que olham nos seus olhos em pedra. Mas como a simples garota Medusa irá se transformar no monstro mitológico Medusa? No final do episódio vimos a grã sacerdotisa da Ménades lançar uma maldição nela pouco antes de morrer, o que já indica o que reserva o futuro da garota.

“Mas Lucas, até aí eu não vi nada de semelhante com Merlin, porque você diz que as duas séries tem o mesmo plot principal?”

Simples. Se você assistiu Merlin sabe que a vilã principal, Morgana, começou a série como uma garota normal, uma das mocinhas, e que aos poucos foi ficando poderosa e má na mesma proporção, até se tornar a mais terrível das bruxas, e a famosa grande inimiga de Merlin. E como vimos no final desse episódio, o Oráculo disse a Jason que o destino dele e de Medusa estavam ligados, e que ele já sabia qual seria o dela, ou seja, se tornar o famoso monstro. Se ela irá se transformar no monstro inevitavelmente e o destino dela e de Jason estão ligados, então quer dizer que um dia os dois se tornarão inimigos mortais, mesmo que agora isso seja impensável. É exatamente a mesma história de Merlin e Morgana. Os dois começaram a série como bons amigos, chegando até a se tornarem cúmplices, e no final ela se tornou seu Nêmesis, sua pior inimiga.

Como esses roteiristas podem ser tão preguiçosos? Usar o mesmo plot em duas séries que deveriam ser completamente diferentes? Uma coisa é se usar a mesma estrutura, o mesmo modo de retratar a história e tudo mais, isso até é aceitável, apesar de não ser nem um pouco recomendável, mas reaproveitar a história de uma série e apenas fazer algumas mudanças? O que eles estão pensando, que o público é estúpido e não vai perceber simplesmente porque as séries são diferentes? Bom, claro que não dá pra afirmar com certeza que será exatamente a mesma coisa, pois muita coisa ainda vai acontecer na série, e tudo pode mudar. A não ser que isso não seja preguiça dos roteiristas, e sim falta de talento para criar histórias, se for isso, então Atlantis está fadada ao fracasso. E logo no início.

Outro problema que a série tem é a falta de carisma dos personagens. Todos eles parecem batidos e previsíveis. Jason é o típico herói incompreendido, que está tentando encontrar respostas e só encontra mais perguntas; Pitágoras é o sidekick inteligente, que está sempre disposto a acompanhar Jason; Hércules é o alívio cômico; o Oráculo é o personagem misterioso que sabe de tudo mas só fala através de metáforas e frases feita; além de que está mais do que na cara que a princesa Ariadne será o par romântico de Jason, toda vez que os dois se encontram eles ficam encantados um com o outro, só faltam os olhos ficarem com formato de coração como nos desenhos animados. Em Merlin os personagens também eram assim, mas os atores eram tão carismáticos e tinham uma presença de tela tão boa que isso quase que passava despercebido. Fora que a dinâmica era bem diferente. Só pelo fato de Merlin ser o herói mas com jeito de sidekick já deixava mais interessante. E o par romântico de Arthur e Gwen foi se desenvolvendo com o tempo, ao contrário do “amor à primeira vista” de Jason e Ariadne.

Enfim, a sensação que dá é que os roteiristas não pegaram nenhuma experiência com o trabalho anterior e estão conseguindo cometer ainda mais erros do que antes, e é uma pena, porque Atlantis é uma série com potencial enorme, um assunto extremamente vasto que poderia ser tratado de diversas maneiras, mas que está sendo tratada de forma tão desleixada. Eu ainda estou muito otimista com a série e estou torcendo para que melhore, tomara que com o aparente sucesso que está fazendo os roteiristas caiam na real e comecem a desenvolver a criatividade.

Mas o episódio teve pontos positivos, e eles são da direção e da edição, que foram extremamente satisfatórias. A caracterização das Ménades ficou excelente, e os sátiros realmente ficaram assustadores (apesar de aquilo não ser um sátiro, mas a interpretação é aceitável), conseguindo até me arrancar um susto no início do episódio (coisa muito difícil de acontecer). Se o roteiro está falhando pelo menos os episódios são bem filmados (só tirarem aqueles movimentos ridículos em câmera lenta do Jason quando está lutando que fica tudo perfeito).

Repetindo: ainda é cedo para tirar conclusões. Tudo pode mudar. Aliás, é melhor mesmo que mude, para que não tenhamos o desgosto de ver uma série que poderia ser excelente ir para o esgoto, ainda mais sendo uma série britânica, e séries britânicas raramente (muito raramente mesmo) dão errado, e quando dão geralmente são fatores externos e não necessariamente por falta de qualidade. A própria Merlin foi cancelada por falta de orçamento da BBC. Vamos torcer para que dessa vez o investimento da emissora em Atlantis seja bem aproveitado.

Elementary – We Are Everyone

Data/Hora 13/10/2013, 11:42. Autor
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O terceiro episódio da nova temporada de Elementary foi tão bom (ou ainda melhor) que o capítulo anterior. Em We Are Everyone, Sherlock Holmes tentava descobrir o paradeiro de um homem que vazou informações secretas sobre o governo americano – uma clara apologia ao caso do jornalista Julian Assange, do site Wikileaks, e ao do ex-analista de inteligência Edward Snowden.

O episódio foi ao ar justamente uma semana antes de o filme O Quinto Poder ser lançado nos Estados Unidos, no próximo dia 18 de outubro. O longa metragem, inspirado na vida de Assange, é estrelado por Benedict Cumberbatch (o Holmes da versão britânica Sherlock) e já causa polêmica, uma vez que Assange mostrou-se contra a realização do filme, tendo, inclusive, tentando conversar Cumberbatch a não fazê-lo.

Achei a referência genial e, desde o começo, fiquei curiosa para saber de que lado a CBS iria se posicionar: do homem que evidenciou os abusos do governo da maior potência econômica mundial – e visto como herói por muitos – ou do governo propriamente dito. A verdade é que Holmes parecia fazer parte dos defensores do rapaz no começo do capítulo, mas, depois, o foragido tornou-se um assassino e a CBS, obviamente, não iria se manifestar contra o governo.

Foi um episódio inteligente, cheio de reviravoltas, imprevisível e instigante. É um tema atual e que, portanto, desperta o interesse de todo mundo. Elementary não se limita aos casos de homicídio e sabe, sim, ser uma série política.

Elementary 2X03

Já a Watson, depois de conversar com uma amiga, resolveu que precisava “viver a vida”, encontrar sua metade da laranja e se inscreveu em um site de namoros. Holmes ficou visivelmente incomodado, mas ainda não sabemos se por ciúmes da Watson ou se por frustração no amor desde o ocorrido com Irene, digo, Moriarty (talvez, pelos dois motivos). No final das contas, a Watson até encontrou um namorado em potencial (e, ao que tudo indica, rolou até um beijo). Apesar de ter achado o cidadão um fofo, fiquei desconfiada: que tipo de pessoa bate na porta de uma mulher que dá seu endereço na Internet e ainda escreve coisas picantes (ainda que ela não fosse a autora, na verdade)? Bem intencionado ele não estava….

Holmes, por sua vez, começou a ler uma carta de amor toda reflexiva. A carta, obviamente, foi escrita por Irene, mas, até certo ponto, não sabíamos se era uma correspondência antiga ou atual. Eis que, ao final, somos informados – e surpreendidos – por um “Sempre sua, Jamie Moriarty”. Pois é! Moriarty ressurgiu na história e, pelo jeito, Watson e Holmes não vão dar uns amassos – entre eles – tão cedo, já que cada um, agora, tem seus “respectivos”. Imagino que se Elementary durar muitas temporadas, uma hora, o envolvimento amoroso dos dois será inevitável. Por agora, estou achando interessante ver os dois personagens descobrirem o amor em caminhos separados. Se for para ficarem juntos, que já estejam calejados pela vida, que estejam, finalmente, prontos um para o outro. Porque, se for para acontecer, tem que ser especial.

Ah! Nesse episódio a Watson (quase) começou a escrever sobre Holmes, como o personagem (então, masculino) fazia nos livros. E o título do texto era The Casebook of Sherlock Holmes. Exatamente: o nome de um dos contos escritos por Arthur Conan Doyle (no Brasil, Os Arquivos de Sherlock Holmes). Tão emocionante quanto isso, só mesmo a tartaruga Clyde reaparecendo. Estava com saudades dela.

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