Once Upon A Time – Quite a Common Fairy

Data/Hora 15/10/2013, 23:17. Autor
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Em um episódio com seus quarenta minutos o que vai ser mais comentado? O desenrolar dos plots propostos? Momentos de mistérios e cliffhangers deixados durante o episódio? Não, o que vai ser comentado é uma cena em especial. Para que isso aconteça o nível do episódio deve ser bem mediano, afinal de contas muita coisa aconteceu nos quarenta minutos para apenas uma cena ser relevante. Vamos por parte, vou comentar sobre essa tal cena quando chegar a hora.

OUAT 6

A busca por Henry continua em Neverland. É engraçado que foram apenas três episódios nessa busca, mas se continuar por mais um sinto que a trama vai ficar cansativa. Agora com o retorno do Neal talvez as coisas mudem um pouco, mas nesse episódio eu não vi nada de novo ou emocionante como no episódio passado. O entrosamento do elenco é a única coisa que salva nessas cenas. Como forma de acrescentar algo nessa busca, os roteiristas resolveram adicionar mais uma personagem ao time. Muitos esperaram por ela aparecer desde que foi anunciado que Nerveland surgiria nessa temporada, mas para mim Tinker Bell nunca foi uma personagem que eu queria muito ver (como é o caso da Ariel, ou do Rei Artur), porém acabou que foi uma surpresa positiva. A fadinha continua irritante e teimosa – como sempre foi – só que agora ela tem uma razão para ter esse coração amargurado. As cenas dela com a Regina foram muito boas e me pergunto se elas já não trabalharam juntas para ter uma química tão boa em cena.

Henry apareceu nesse episódio. Parece que os planos de Pan são de mostrar para o Henry como viver ao lado dele pode ser bom, como é chamativo. Pontos para Henry, que tentou atirar no Pan. Esperei um ataque de fúria do vilão, mas parece que ele já esperava isso. O Peter Pan está querendo causar a discórdia na família, primeiro com a Emma e agora com o Henry. Sabemos que o garoto não é fã de famílias e de crescer, mas qual será a verdadeira razão disso na série? Espero que isso seja mostrado, e de uma forma que só Once Upon A Time consegue fazer.

Na Enchated Forest vimos a estória da Regina e da Tinker Bell se desenrolar, e se explica a razão da Tinker ser tão amargurada. Pela expectativa que colocaram no presente eu esperei mais dessa parte do episódio, achei que Regina tinha feito algo muito pior para a Tinker. Claro que o que ela fez foi ruim, ela destruiu a vida da fada, mas não foi como se a Regina tivesse planejado aquilo. A Tinker foi atrás da Regina para lhe dar um novo amor, e não o contrário. No momento em que a alma gêmea da Evil Queen apareceu fiquei torcendo para que o Hood fosse junto com o Neal para Neverland, mas não foi vai ser dessa vez que o (possível?) casal vai se encontrar. Eu achava o Robin Hood totalmente sem utilidade na série, mas parece que os roteiristas tinham um plano para ele. Estou curioso para esse encontro. Agora que Regina aprendeu com o Henry que o amor não é uma fraqueza, será que ela vai dar uma chance para o seu coração? Essa trama da Regina com “medo” do amor já é tratada desde a primeira temporada, mas só eu acho que ela nunca vai ficar velha? A Lana Parrilla consegue a cada episódio sobre esse assunto dar mais profundidade a Regina, sofri junto com ela quando Tinker e ela estavam na caverna discutindo.

OUAT 5

E como última ponta do episódio vimos Neal no presente da Enchated Forest. Ele, agora que descobriu onde Emma está, tem um plano para ir até Neverland. Ele usa o filho do Robin Hood para chamar a sombra do Peter Pan. Toda essa parte do episódio seria desprezível se não fossem por duas coisas: 1) Neal voltando para Neverland, afinal de contas tinham que mostrar essa parte da estória para que explicasse a razão de ele aparecer lá; 2) Mulan. Isso, sem mais definições. Pensemos, qual a utilidade de mandar o Neal para a Enchated Forest se em dois episódios ele iria conseguir retornar para Neverland? Ele poderia ter ido direto, não é mesmo? Aqui é que entra a chave dessa estória. Os roteiristas tinham dito que buscariam – nessa temporada – tratar de um romance homossexual, eu só não sabia que seria com a Mulan. Voltamos juntos com Neal para o presente da Floresta para acompanharmos a estória da Mulan, que foi tão mal tratada na temporada passada. Tinha dito acima sobre a cena mais comentada em um episódio de 40 min, bem, era essa, foi uma surpresa para todos, mas ao mesmo tempo não foi. Quem não desconfiava de toda aquela proteção com a Aurora? Não posso negar que foi uma ótima sacada, não foi como se eles tivessem decidido apenas para entrar na “onda”, eles já tinham planejado. Nunca tinha pensado nas duas como um casal, mas agora – mesmo com a gravidez da Aurora – torço para que elas fiquem juntas. Já que ninguém liga para o príncipe, né?!

Este episódio não foi tão cheio de emoções e cenas de arrancar o coração fora (Regina) como o episódio passado, mas a qualidade não caiu. A trama continua a fluir, mas é melhor os roteiristas tomarem cuidado, pois estamos entrando em um terreno pantanoso com essa busca sem fim pelo Henry. Pode acabar caindo no marasmo e aí, sim, voltarmos ao que foi a segunda temporada. Talvez pela falta de ação e de emoção a cena da Mulan tenha sido tão discutida e tenha ganhado tanto importância (não que a revelação não fosse surpreendente a ponto de ser comentada, mas acabou ganhando mais destaque que o resto do episódio). Até semana que vem Oncers.

P.S.: Alguém sentiu a falta do Rumple nesse episódio? O homem simplesmente sumiu. Nem pra dar um oi, talvez, quem sabe…

‘Dracula’: confira novas fotos promocionais do elenco

Data/Hora 15/10/2013, 23:04. Autor
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O canal NBC liberou novas imagens de elenco de Dracula. O drama, baseado no livro de Bram Stoker, se passa na década de 1890 e mostra a chegada do Conde Dracula (Jonathan Rhys Meyer, de The Tudors) à Londres se passando por um empresário americano com o  desejo de trazer a ciência moderna para a sociedade vitoriana. Mas, na verdade, seu plano é se vingar das pessoas que destruíram sua vida séculos atrás.

As fotos você confere abaixo:

A série, criada por Tony Krantz (24 Horas) e Colin Callender, com roteiro de Cole Haddon, tem 10 episódios encomendados para a primeira temporada, e estréia dia 25 de outubro,nos Estados Unidos.

Com informações do Spoiler TV

Tina Fey e Amy Poehler subirão de novo ao palco do Globo de Ouro como apresentadoras

Data/Hora 15/10/2013, 19:38. Autor
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As  comediantes e melhores amigas, Tina Fey (Saturday Night Live) e Amy Poehler (Parks and Recreation), foram escaladas mais uma vez ao cargo de apresentadoras do Globo de Ouro. Em janeiro deste ano, as amigas deixaram um marco na história da cerimônia: foi a primeira vez que o Globo de Ouro foi apresentado por mulheres.

A Hollywood Foreign Press Association – organização de jornalistas e profissionais da mídia que cobrem e divulgam eventos da indústria do cinema dos EUA, principalmente o Globo de Ouro – anunciou hoje (15) que Poehler e Fey estarão mais uma vez nos palcos, apresentado a cerimônia por mais dois anos. O presidente da associação disse que ”é uma notícia maravilhosa” e que ”elas têm sido nossa primeira escolha como anfitriãs e estamos muito satisfeitos, elas estão de volta por mais dois anos.”

A 71ª cerimônia da entrega do Globo de Ouro irá ao ar no dia 12 de janeiro de 2014, e o que se pode esperar desta edição é muita irreverência e diversão novamente, uma vez que as duas comediantes têm química e sabem desenvolver seu humor juntas.

Com informações do Indiewire

Lenda do cinema, Anthony Hopkins envia carta aberta a Bryan Cranston, de ‘Breaking Bad’

Data/Hora 15/10/2013, 19:16. Autor
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O galês mais conhecido dos cinemas, Sir Anthony Hopkins (Hannibal Lecter), considerado uma lenda em atividade, se encantou tanto com Breaking Bad, série que foi e continua sendo um fenômeno em todo o mundo, que decidiu escrever uma carta a Bryan Cranston, o inesquecível Walter White.

Hopkins, por meio de sua carta, disse que nunca havia parado para assistir a série, porém, em duas semanas o enredo do drama o viciou e ele conseguiu terminar as cinco temporadas. Foi então que o ator, impressionado pela atuação de Cranston e pela série, decidiu escrever uma carta aberta ao Sr. White.

Na carta, o galês exaltou a interpretação de Cranston, dizendo que foi a melhor atuação que ele já viu em toda sua vida. Confira abaixo a carta de Hopkins:

Caro senhor Cranston,

Eu gostaria de escrever-lhe este e-mail – então estou entrando em contato por meio de Jeremy Barber- acredito que estamos sendo representados pela UTA. Excelente agência.

Eu acabei de terminar uma maratona de Breaking Bad, desde o primeiro episódio da primeira temporada aos oito últimos da quinta (eu baixei a última temporada pela Amazon), finalizando tudo em duas semanas. Nunca vi nada parecido, brilhante! O seu desempenho como Walter White foi a melhor atuação que eu já vi na minha vida. O trabalho de vocês por cinco, seis anos, foi espetacular, toda a produção (inclusive você), escritores, diretores foram extraordinários.

O enredo começou com um humor negro, passando por um labirinto de sangue, destruição e inferno, como uma tragédia Shakespeariana ou Grega. Este tipo de trabalho/arte é raro, e de vez em quando, quando acontece, como nesta série épica, restaura a confiança.

Você e todo o elenco são os melhores atores que eu já vi. Já é quase meia-noite aqui em Malibu, e me senti obrigado a escrever este e-mail. Parabéns e o meu mais profundo respeito, você é realmente um ótimo ator. Ótimo.

Meus cumprimentos,

Anthony Hopkins.

Com informações do BuzzFeed

Haven – The New Girl

Data/Hora 15/10/2013, 13:21. Autor
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E afinal ela pode escolher ser Audrey, sendo Lexie!

Não sei se credito a surpresa ao final do episódio, à interpretação de Emily Rose, ou se ao trabalho do diretor Rick Bota. Ou ao conjunto da obra. Mais uma vez fui surpreendida pelo óbvio. Parece que, no meu caso, em se tratando de Haven, está se tornando um hábito. Um bom hábito!

Mas, para meu próprio consolo, uma frase de Jeniffer já no início do episódio, parece uma boa maneira de lidar com essas surpresas constantes:

Você está no Maine. Relaxa. Dá um tempo e você se acostuma.

É isso!

Fico curiosa em saber em qual momento, naqueles poucos minutos, Audrey entendeu que aquela reunião de pessoas esperando que ela saísse pela porta que ligava Haven ao celeiro não era apenas um comitê de boas vindas. Em qual minuto ela soube que tinha que, mesmo sendo Audrey, ser Lexie, para poupar Nathan.

A sua Lexie, de tão perfeita, convenceu a todos e, entre todos, Nathan foi quem ficou mais perplexo. Talvez porque, pelo espaço de alguns segundos, ele esperasse rever Audrey e por isso estava disposto a dar sua vida. E, talvez porque ele tenha colocado seu coração na esperança dessa presença fugaz, a decepção tenha tomado proporções não mensuráveis e tenha impedido que ele visse além da máscara que Audrey passou, com maestria, a usar.

Duke foi o único que conseguiu enxergar através dela. Talvez porque um amigo possa enxergar através de nós e, eventualmente, onde um coração apaixonado, momentaneamente, vê somente seu próprio desejo, o amigo consiga decifrar os códigos aparentemente secretos que formam nossa personalidade.Talvez ele consiga perceber nossas pequenas idiossincrasias. Nosso eu.

Depois de um bom tempo, o caso da semana não foi desenvolvido apenas para que o argumento da série fosse confirmado. Ele foi também um meio. Uma ponte através da qual Duke pode perceber a máscara usada por Audrey.

Apesar de as pistas estarem todas lá para quem quisesse ver, somente Duke percebeu. E elas apareceram, jogadas por todo o episódio: Lexie entrou sozinha na casa em que o primeiro menino se suicidou; ela percebeu que a menina estava omitindo o relacionamento com o amigo; ela levou à conclusão de que Tyler poderia ser a origem dos problemas; ela se dispôs a entrar no subsolo do hospital para encontrar Duke; ela sabia que a perturbação de Duke iria salvá-lo.

E somente Duke conseguiu decifrar as pistas. Olhos atentos de um amigo!

Mas The New Girl não foi somente uma coleção de pistas. Foi também uma profusão de detalhes. Novas migalhas. A ligação profunda de Vince e Dave com a história da cidade; a insinuação de que eles estão um passo à frente, em todos os momentos cruciais que envolvem Audrey. Experiência ou conhecimento profundo?

E tanto em uma situação, quanto em outra, o que faz Vince e Dave terem posições tão contrárias, em diversos desses momentos?

Pode-se entrever uma relação histórica entre Vince e os Guardiões, além do fato de ser seu líder momentâneo. Uma relação que transcende de forma tão intensa o presente, que ele, em um primeiro momento, se rende à irracionalidade de Jordan na vã tentativa de levar a cabo o plano inicial, mesmo sabendo que matar Nathan para acabar com as perturbações era função de Audrey, não de Lexie ou dos Guardiões. Por que Vince tem que continuar com os Guardiões? Por que Dave não queria que a porta de comunicação entre Haven e o Celeiro fosse aberta?

E, no final, uma nova teoria que, mesmo tendo nascida da insanidade de Jordan, guarda uma lógica plausível: as perturbações podem ser fruto da perturbação de Audrey.

Real ou não, Jordan irá tentar provar sua teoria. Seu encontro com Wade não foi fortuito. Resta saber se, ao revelar ao lobo seu poder devastador, ele não irá se sentir tentado a usá-lo para sua própria satisfação. De forma geral, Duke recusa-se a usar sua perturbação para ferir as pessoas indiscriminadamente. Wade me parece um tanto mais inescrupuloso, para aceitar sua herança de família.

E que venha Countdown, apesar de já estarmos no meio da temporada, e com a sensação de que o final chegará cedo demais.

E que em Haven, por respeito aos seus fãs, alguém continue zelando pela coerência da história.

The Walking Dead – 30 Days Without an Accident

Data/Hora 15/10/2013, 10:36. Autor
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O amor está no ar! Foram tantos casais introduzidos neste primeiro episódio de The Walking Dead que estava esperando o Silvio Santos chamar todos ao centro do palco para dançar a valsa de Em Nome do Amor (olha a pessoa entregando a idade dela neste comentário). Claro que isso não tirou o brilho desta estreia, mas acho que muita gente vai questionar a nota máxima. Vamos ver se até o final do texto eu os convenço.

Só o fato de estar de volta, depois de tanto tempo, já é um motivo de alegria. E ela ainda fica maior quando a série is back to basics, ou seja, 30 Days Without an Accident veio para mostrar o porquê de nos apaixonarmos pela série, continuarmos a assistir depois de tanto tempo e de uma terceira temporada de gosto duvidoso.

Posso estar colocando muitas expectativas, pois ainda faltam 15 episódios e um longo hiato no meio deles, mas se os produtores seguirem essa linha, a quarta temporada tem tudo para se tornar uma das melhores.

Enfim, dito isso, vamos ao episódio.

Quantos walkers você já matou? Quantas pessoas você já matou? Por quê?

A prisão está bem diferente da que vimos no final da temporada passada. Ela ganhou um aspecto de Woodbury/Fazenda do Hersel, com direito a horta e animais. Rick também está diferente, mais concentrado, tentando de todas as maneiras se afastar de tudo aquilo que acontece em sua volta e muito preocupado com Carl e Judith. Depois de tanto tempo preocupado com os outros, ele finalmente resolveu olhar por sua família. Porém, uma caminhada e uma desconhecida (que parecia a Samara do Chamado) foram o suficiente para jogar a realidade de novo na cara Rick.

Samara

Darly, Glen, Michone, Tyreese, Sasha e os novatos Bob e Zack saem em busca de suprimentos. Eles encontram uma loja de departamento, que servia como base militar e foi tomada pelos walkers. Tudo caminhava nas mais perfeita paz, quando Bob (provavelmente um ex-alcoólatra) quase cede a tentação, mas ao devolver a bebida para a prateleira causa um enorme acidente.

A consequência: uma chuva de walkers!

Capa

Qual a primeira lição que The Walking Dead te ensinou? Nunca se apegue a um personagem! E já de cara temos que lidar com a perda de Zack, um cara gente boa, namoradinho da Beth e que arrancou risadas da galera – plus, conseguiu fazer o mesmo com a Michone! Acho que todo mundo ficou mais triste que a Beth. Mas infelizmente ela está certa e totalmente adaptada a nova configuração do mundo. Não adianta mais chorar, agora é aceitar. #R.I.P.Zack

Zack

Carl agora tem amigos da sua idade e não podia deixar de destacar Patrick (só porque ele é o Greg de Everybody Hates Chris). Eles têm uma “escola” clandestina, comandada pela Carol, com o objetivo de ensinar as crianças se defender. Menos Patrick, que resolve sair da “aula”, alegando um mal-estar.

Sabíamos que em algum momento Patrick iria morrer, mas não esperava que fosse tão cedo e de uma forma tão inesperada! O que será que aconteceu? Quero saber a teoria de vocês, já que ainda não tive tempo para a analisar! Deixem nos comentários.

Greg

The Walking Dead está de volta, matando os queridos e lançando perguntas – ainda sem respostas – para todos os lados. Consegui te convencer que o episódio foi bom? Espero que sim. Semana que vem tem mais. Mantenham-se vivos e até a próxima!

Considerações Finais:

– Agora existe um conselho, ao invés de um único líder.

– Não consigo olhar para o Darly, principalmente quando ele está na moto, e não lembrar do clipe de Judas, da Lady Gaga.

– Ou eu não presto muita atenção, ou essa informação passou desapercebida. Achava que o Tyreesse e a Sasha era marido e mulher e levei um susto quando ele beijou Karen.

– Michone sorriu DUAS vezes neste episódio! E vê-la jogando seu charme sedutor para cima do Rick… Richone!

Michone Rindo

– E para quem ficou curioso com a música que Rick estava ouvindo o início, segue abaixo.

Dia do Professor – Como usar seriados em sala de aula

Data/Hora 15/10/2013, 10:30. Autor
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Diversão e sala de aula nem sempre cabem na mesma frase. Aquela coisa de que “escola é chata” realmente pega com a maioria, e para provar que estudar pode ser sim prazeroso, o professor tem que suar bastante.

Mas com um pouco de criatividade, e uma mãozinha dos seriados, aquela aula que era digna de uns bons cochilos pode se tornar uma lição para a vida toda.

Foi pensando nisso que o TeleSéries reuniu um time de educadores para desenvolver planos de aula usando seriados como tema multidisciplinar. No Dia do Professor, o nosso homenageado ganha ferramentas para realizar um trabalho inesquecível com seus alunos.

Confira algumas sugestões de como trabalhar séries de sucesso em matérias como matemática, literatura e até administração, e boa aula!

Planos de Aulas

Análise combinatória em ‘Friends’

Conditional Sentences em ‘Smallville’

O Realismo literário de ‘Capitu’

A Teoria dos Jogos em ‘Numbers’

Percepção Musical em ‘Everwood’

Reforma Protestante em ‘The Tudors’

 

Gostou? Qual assunto você gostaria de ter em um plano de aula com seriados?

Plano de Aula – Conditional Sentences em ‘Smallville’

Data/Hora 15/10/2013, 09:50. Autor
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Plano de aula desenvolvido por Maria Clara Lima, professora de Inglês e editora-chefe do TeleSéries.

Objetivos

Desenvolver a percepção de causa e consequência nas frases condicionais e fixar a estrutura/forma das If Clauses no passado perfeito.

Estratégia

– Introdução sobre elementos de uma reação em cadeia. (Se isso acontecesse, aquilo seria a consequência).

– Incentivar o imaginário dos alunos mostrando uma situação narrativa com forte impacto na causa e consequência.

– Fixar a estrutura da frase condicional usando exemplos do episódio de Smallville.

Atividades

1)      Antes da aula começar, escreva no quadro: “When one second can change your future”. Faça um brainstorm com a turma falando sobre destino, usando o Superman como exemplo. Conceitue uma reação em cadeia.

2) Use frases de If – Clauses em tirinhas de papel e peça para os alunos lerem. A cada frase lida, escreva uma if-clause no quadro como resposta.

Uso
If – clause no passado perfeito expressa uma condição impossível de acontecer.

past perfect é usado para expressar uma ação que ocorreu no passado antes de uma outra ação ter ocorrido.

Sujeito + had + verbo principal no particípio passado + complemento.  Clark Kent had already saved Lex by the time they got there.

Forma/Estrutura

if – clause main –  clause
Past Perfect would + have + past participle
or
could + have + past participle
or
might + have + past participle

Exemplos

If Clark had died, Lois Lane would not have survived.
If Superman was bad, the Earth could have been destroyed.
If Lois had found out about Clark’s secret soon She might not have fell in love with him.

3)      Em seguida, assista ao episódio piloto de Smallville.

4)      Ao terminar o episódio, faça uma análise da trajetória de Clark Kent do início da história até o final, usando If Clauses no passado.

5)      Fazer grupos de até quatro alunos, e peça para eles escreverem em uma cartolina If Clauses criativas usando fatos que não aconteceram no episódios e propondo consequências para essas ações.

6) Exponha os trabalhos na sala.

Tempo estimado

2h

Avaliação

Atividade feita em grupo. Debate em sala de aula.

Material

– Televisão e DVD

– Episódio em DVD (você pode alugar o box ou o episódio individual)

– Cartolinas

– Canetas coloridas

– Fita adesivas

Plano de Aula – Análise combinatória em ‘Friends’

Data/Hora 15/10/2013, 09:40. Autor
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Plano de aula desenvolvido em colaboração com Grace Da Ré Aurich, professora de  Matemática da Escola Estadual de Ensino Médio Luiz Maria Ferraz – CIEP.

Objetivos

  • Identificar e reconhecer elementos de análise combinatória;
  • Relacionar modelos matemáticos de análise combinatória e estabelecer estratégias de resolução de situações do cotidiano.

Público-alvo

Alunos do Ensino Médio.

Conteúdo trabalhado

Análise Combinatória.

Atividade proposta

A atividade proposta a seguir deverá ser aplicada após a turma já ter conhecido e ter trabalhado com os conceitos de permutação, arranjo e combinação. São atividades de aplicação dos conceitos de análise combinatória em situações possíveis do cotidiano.

1) Explique a sinopse do seriado Friends e descreva brevemente a biografia de cada um dos seis personagens principais da série. Depois oportunize condições aos alunos para que assistam ao episódio The One with Ross’s Wedding (parte II), da quarta temporada. Obs.: pode sugerir que assistam em casa, anteriormente, mas dê preferência para que todos assistam na aula.

2) Ao final do episódio, proponha a organização de um casamento coletivo, sugerindo as  seguintes questões:

a) Quantos casamentos seriam possíveis realizar entre os seis personagens principais da série, levando em consideração que Ross e Monica são irmãos?
b) Quantos casamentos seriam possíveis considerando que todos casais fossem heterossexuais?
c) E considerando que todos casais fossem homossexuais?
d) E quantas possibilidades  decasais teríamos se Pheebs não quiser casar com o Ross?
Obs.: Observe a turma no item b e c. Caso seja necessário, promova o debate de forma espontânea. Caso saiba de casos sobre bulling na turma, converse com a orientadora educacional, estabeleça parceria, para mais informações sobre cada aluno para uma melhor preparação para um possível debate. Aproveite a oportunidade de tratar a questão do preconceito sexual.

3) Analisar cada situação,  identificar  e estabelecer o modelo combinatório adequado e correspondente com cada situação a ser solucionada.

Sugestões e dicas

Depois da realização das atividades propostas, distribua desafios diferenciados (permutações, arranjos e combinações)  de complexidade crescente, sempre que possível e conforme o nível da turma. Tente com outras séries de grande elenco ou de interesse dos alunos. Varie propondo atividades envolvendo um ou mais episódios, envolvendo uma série ou mais, de acordo com o desenvolvimento do trabalho e motivação dos alunos.

Tempo estimado (Carga horária)

Aproximadamente 1h30min ou 2h/a.

Avaliação

Avaliação realizada através de observação e análise do debate realizado em aula, além dos modelos matemáticos sugeridos pelos alunos para resolução de cada situação proposta.

Referências

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contextos & aplicações. São Paulo: Ática, 2002.

Plano de Aula – O Realismo literário de ‘Capitu’

Data/Hora 15/10/2013, 09:34. Autor
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Plano de aula desenvolvido por Ana Botelho, estudante de Letras e colaboradora do TeleSéries.

Objetivos

– Introduzir as características do Realismo no Brasil.

– Entender os temas abordados pela escola literária.

Comentário introdutório

O Realismo surgiu, no Brasil e no mundo, como uma reação contra o Romantismo. No Romantismo, havia a valorização do sentimento, sendo os principais temas abordados os amores platônicos, a morte e seus mistérios.

Com o surgimento do Realismo, o sentimento e os mistérios da vida ficam um pouco de lado e entram em cena um homem mais crítico, uma literatura voltada aos problemas sociais e elementos do cotidiano.  Sua  primeira fase é baseada na análise das classes menos privilegiadas da sociedade, com enfoques políticos,  e sua segunda fase no estudo comportamental dos homens que compunham as classes inferiores da sociedade brasileira.

Vale lembrar que, no Brasil, o Realismo inicia-se em 1881, com o romance realista Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.

Estratégia

– Leitura e interpretação de um capítulo do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas.

– Discutir em sala com os alunos alguns conceitos:

* como o Realismo eclodiu no Brasil

* quais são seus principais temas

* qual sua importância para a sociedade

* qual era o perfil dos seus autores

–  Escolher um dos temas propostos pela escola literária e trabalhá-lo em uma atividade diferenciada.

 

Atividades

1)      Em grupos, os alunos assistirão ao episódio piloto da série Capitu (adaptação de Dom Casmurro para a televisão) e irão analisá-lo e identificar quais os temas do Realismo que puderam observar no piloto da série.

2)      Em seguida, o professor deve criar uma roda na sala de aula para que os alunos possam debater sobre os resultados encontrados.

3)      Propor uma aula em que se possa fazer uma análise comparativa entre os enfoques dados pelo Realismo e no que se assemelham, nos dias atuais, esses temas.

Plano de Aula – A Teoria dos Jogos em ‘Numbers’

Data/Hora 15/10/2013, 09:30. Autor
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Plano de aula desenvolvido por Regina Monteiro, professora de história e colaboradora do TeleSéries.

Objetivos

1)Entender a Teoria dos Jogos, como forma de interpretar  tomadas de decisão.

2) Utilizar a Teoria dos Jogos para ampliar a capacidade analítica do administrador.

3) Reconhecer a Teoria dos Jogos, como instrumento para tomada de decisões gerenciais em ambientes competitivos.

Comentários

A Teoria dos Jogos é o estudo das tomadas de decisões entre indivíduos quando o resultado de cada um depende das decisões dos outros, numa interdependência similar a um jogo.

Material

Textos de Ariel Rubinstein, Amos Tversky, John Nash, Duncan Luce e Colin Camerer.

Episódio Assassin, da série televisiva Numbers, exibida pela rede CBS, entre 2005 e 2010.

Estratégia

Leitura e discussão de textos.

Assistir ao episódio da série televisiva Numbers, com discussão sobre analise apresentada pelo personagem Charles Eppes, professor de matemática, como instrumento auxiliar para a solução de um caso monitorado pelo FBI. Destaque para a forma como o professor desenvolve sua teoria e, adicionalmente, informa os mecanismos de sua construção, como na seqüência em ele cita nominalmente Rubinstein, Tversky e Heller e os estudos desses pesquisadores, ou as aulas ministradas aos futuros agentes do FBI e da CIA, sobre a teoria dos jogos aplicada a comportamentos.

Justificativa

A utilização do seriado de TV contribui para a compreensão lúdica e fixação do mecanismo e raciocínio lógico da Teoria dos Jogos, sendo importante auxiliar para o desenvolvimento do conteúdo abordado na disciplina.

Plano de Aula – Reforma Protestante em ‘The Tudors’

Data/Hora 15/10/2013, 09:25. Autor
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Plano de aula desenvolvido por Regina Monteiro, professora de história e colaboradora do TeleSéries.

Objetivos

1) Conhecer as várias correntes de pensamento que explicam a dimensão da Reforma Protestante num universo dominado pela Igreja Católica.

2) Perceber os conflitos internos ao governo inglês e a necessidade de se subtrair o Estado inglês da influência papal.

3) Perceber as relações internacionais no século XVI.

Comentários

A Reforma anglicana foi uma série de eventos ocorridos no século XVI, que culminou com rompimento entre a  Igreja da Inglaterra e a autoridade do Papa e da Igreja Católica Romana.

Material

Textos sobre o período

Episódio Everything is Beautiful, da série televisiva The Tudors, exibida pelo canal Showtime, entre 2007 e 2010.

Estratégia

Leitura e interpretação de texto.

Assistir ao episódio da série televisiva The Tudors, com discussão sobre a situação apresentada no seriado. Abordar as relações internacionais: os conflitos entre Inglaterra e Espanha, através dos personagens de Catarina de Aragão e do Embaixador Chapuys, e a aliança entre o Estado católico espanhol e o Papado; abordar a importância de um filho homem que assegurasse a sucessão do trono para a recém coroada Dinastia Tudor, razão pela qual o rei Henrique VIII almejava desesperadamente sua separação de Catarina de Aragão; analisar o poder temporal da Igreja Católica fundado na dimensão de suas propriedades e a influência e o declínio da nobreza inglesa católica junto ao trono, através principalmente da figura do cardeal Wolsey; discutir a desapropriação das terras do clero inglês como forma de resolver a situação econômica precária em que se encontrava a Inglaterra após sucessivas guerras e a necessidade de dinheiro para quitar as dívidas do trono inglês, através da ação do Conselho Econômico-administrativo nomeado por  Henrique VIII; abordar os conflitos teológicos através das crenças de Sir Thomas More e Mr. Fish, que em última instância representam as idéias cristalizadas por Hugh Latimer com a reforma anglicana.

Justificativa

A utilização do seriado de TV contribui para a compreensão lúdica e fixação imagética do tempo histórico abordado pelo conteúdo a ser estudado.

 

 

Boa aula!

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