‘Saving Hope’ é renovada para a terceira temporada

Data/Hora 07/11/2013, 18:25. Autor
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Os “fantasminhas” do Hope Zion devem estar fazendo festa. A emissora canadense CTV acaba de anunciar que Saving Hope volta no próximo ano para a sua terceira temporada.

A série, que conta a história do casal de cirurgiões Alex Reid (Erica Durance) e Charlie (Michael Shanks) e seu estranho relacionamento com o mundo espiritual que circunda o hospital, estreou em 2012 na CTV e na americana NBC. Porém, a segunda temporada foi exibida apenas no Canadá, devido a boa recepção da série no país. O seriado conseguiu uma média de 1.3 milhões de telespectadores por semana na CTV, a série se consolidou entre os 15 programas mais visto no Canadá.

“A resposta da audiência durante a summer season não nos deixou dúvida sobre a renovação,” disse Phil King, Presidente da programação da CTV. “A CTV está orgulhosa por dar aos fãs uma nova e interessante temporada, e estamos ansiosos pela volta da série em janeiro.”

Seguindo o exemplo da segunda temporada, o terceiro ano da série também terá 18 episódios, fazendo um total de 49. Atualmente, a série de encontra em hiato, e volta a ser exibida durante a temporada de inverno (no hemisfério norte) em janeiro.

A produtora executiva da CTV se mostrou bastante otimista sobre a série. ” Mal podemos esperar pelo fim dessa temporada e para começar a desenvolver a próxima. E acompanhar a evolução dos personagens e as histórias do Hope Zion por mais um ano,” disse Ilana Frank.

A produção do terceiro ano da série começa em meados de março de 2014, e a série deve ir ao ar durante a summer season.

A série é produzida por Frank e David Wellington, John Morayniss e Lesley Harrison e foi criada por Malcolm MacRury e Morwyn Brebner.

Saving Hope é exibida no Brasil pelo canal GNT.

Com informações do The Hollywood Reporter e CTV.

How I Met Your Mother – The Lighthouse

Data/Hora 07/11/2013, 12:00. Autor
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Lembro-me que há cinco anos atrás, li pela primeira vez uma daquelas sinopses genéricas de How I Met Your Mother – que dizia mais ou menos assim “Um cara do futuro contando como conheceu a mãe de seus filhos junto de seus amigos em Nova York” -, e pensei em como aquilo poderia ser algo bom. Dei uma chance e me apaixonei pela fórmula inspirada em Friends, mas com algumas diferenças que davam brilho próprio àquela série. Ao longo dos anos, e episódios, fui entendendo que a busca pela Mãe era apenas um caminho para que, em meio às risadas, algumas lições fossem dadas. A mãe? Era um símbolo da série. Importante sim, porém não mais que um plano de fundo para tudo, um plano de fundo que permaneceu o mesmo por oito longos anos.

Mas  deixando a nostalgia que começa a tomar conta de mim meio de lado e passando para o episódio, é necessário dizer que em The Lighthouse, How I Met Your Mother apresentou um ótimo humor. Trouxe personagens interessantes – que pouco apareceram até agora – e de quebra ainda nos deu um dos momentos mais importantes da vida do eterno romântico da série.

How I Met Your Mother - The Lighthouse 4

Depois de ter feito uma novela para renovar o contrato, o Jason Segel deve ter colocado alguma cláusula de “só trabalho se for dirigindo para o set do meu próximo filme”. Essa viagem do Marshall já encheu eu, você e até a bunda do Marvin. No entanto, em um último suspiro dentro do carro, o personagem resolveu nos dar algo de bom: uma passadinha na casa da mãe de Ted (menção obrigatória ao copo do menino). Foi divertido rever a mãe e o padrasto dele, Marshall furioso e a música hippie. Porém melhor ainda foi relembrar um episódio lá da quinta temporada com a música I`m Gonna Be, a série sempre tem um gosto ótimo para a trilha sonora.

Já lá para as bandas do casamento temos o embate, pra lá de engraçado, da Mãe de Barney com Robin. As duas dão continuidade a rivalidade que The Poker Game criou de forma criativa e vão além disto. Descobrimos como Barney recebeu a notícia de infertilidade de Robin e o quão maduro ele foi após isso. Ele intervem na briga das duas e se declara “Não estou casando com a possibilidade de começar uma família, estou casando com uma mulher que significa mais do que isso para mim”. Olha os anos de convivência com Ted servindo para algo aí!

How I Met Your Mother - The Lighthouse 2

Falando em Ted, o mesmo continua lá, sozinho e largado. Mas nem por isso o personagem deixa de brilhar. Já que todos os outros estão “ocupados”, o episódio usou o narrador como caminho para desenvolver a cena que estava por vir. Nos deixar preparados para um pedido de casamento não inédito (Stella sem sal), mas nem por isso menos especial. Após um discurso idiota de desilusão, Ted diz ter usado todas as chances que a vida lhe deu com as mulheres erradas. O narrador intervém e demonstra o quão errado ele estava:

E isso é o tipo de coisa estúpida que você diz antes de conhecer a pessoa que aperta o botão “reset” no seu mundo. Quem torna tudo novo novamente. Quem faz parecer ridículo você ter considerado ter se contentado com menos.

E então quase dois anos se passam. O mesmo cenário, o mesmo farol continuam lá. Mas para Ted aquilo era uma primeira vez. Porque desta vez era com a mulher certa. A cena é linda, natural e o ar de felicidade brota pela tela. Eu, que estava implorando por uma aparição da Mãe, fiquei com o sentimento de que valeu a pena esperar, mesmo que por pouco tempo no episódio ela o deixou marcado como um dos momentos mais importantes para How I Met Your Mother.

Na nona temporada, o plano de fundo velho e empoeirado ganhou brilho e cor. Saltou aos olhos e ganhou espaço, se fez notar. A Mãe rouba a cena em cada aparição, mesmo que pequena. E sabem o que é o mais gostoso disso tudo? É a sensação de que já a conhecemos um pouquinho, e que temos o direito de conhece-la mais, assim como Ted irá.

New Girl – Coach

Data/Hora 07/11/2013, 11:00. Autor
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Senhoras e senhores, bem-vindos à luta do século dos sexos. Do meu lado direto, os homens, representados por Schmidt, Winston e Coach. À minha esquerda, as mulheres, Jessica Day e sua melhor amiga Cece. No meio, o pobre do Nick. Antes do confronto, porém, vamos acompanhar os históricos de nossos combatentes.

Após o descanso de uma semana para dar lugar ao episódio especial de X Factor, New Girl volta trazendo uma velha novidade. Você lembra do Coach? Aquele que jogou basquete com o Winston, e morava no apartamento quando Jess passou a dividir o aluguel com os rapazes? E que, junto com os amigos, cantou Time of my Life em pleno restaurante para alegrar Jess por um bolo que levou em um encontro?

new girl - T01E01 - time of my life - TS

Eu lembro, apesar de ter sido apenas um episódio. A professora também, mesmo tendo morado com ele apenas duas semanas. O único que apagou da memória a existência de uma parte feminina na história foi o próprio Coach. Conforme previsto por Winston, o amigo voltou por ter terminado seu relacionamento com a namorada de dois anos, afinal Coach é destes que somem quando estão em um relacionamento. Pois bem, amigos, Coach é o baladeiro, que farreia até de manhã, alguém que leva o “ser solteiro” ao próximo nível. Se pudéssemos defini-lo em uma frase, escolheríamos, esta, do Nick:

Quando o Coach lança os dados, toda jogada dá sete.

Com a chegada (e o esquecimento) do treinador, Jessica retoma o sentimento de ser a garota nova do grupo predominantemente masculino. Seu deslocamento aumenta quando Coach chama os antigos colegas de apartamento (incluindo Nick) para ir a uma boate de strip, convite que acaba gerando uma DR sobre se ambos são namorados ou estão só ficando. Para Nick – e para boa parte dos meninos – o status de namorado está subentendido, mas seria legal se ele verbalizasse. Neste ponto, embora entendamos as razões da personagem interpretada por Zooey Deschanel, a sucessiva escalada de seu nível de chatice, há alguns episódios, deu o primeiro ponto da luta para Coach. Mas a reação acontece quando ele começa a implicar com Nick sobre o fato de ser manipulado pela namorada. Amigos fazem piada com tudo mesmo e um novo relacionamento é sempre um prato cheio, mas o que o personagem faz é descontar a frustração de seu recém-terminado romance, e isso é jogo baixo, Coach. Perdeu seu ponto.

new girl - T03E07 - jess-nick-coach - TS

Nick, como dito anteriormente, fica no meio da briga entre ser o companheiro de farra dos amigos ou ficar de conchinha em casa com alguém especial. Sem conseguir escolher, o bartender briga com Jess, que vai afogar as mágoas com sua amiga, também com coração partido, enquanto Nick, mesmo se sentindo velho para tal façanha, vai para a noitada farrear a noite toda. Quer dizer, a noite toda não, pois ele fica o tempo todo pensando em Jess e Schmidt terá uma reunião de trabalho no dia seguinte.

Eu tenho uma apresentação às 8 da manhã, o que significa que tenho que sair daqui às 7:45 para abaixar as cadeiras de todo mundo.

Gente, é o Schmidt.

De um lado, Coach, que não tem hora para terminar a noite e dois homens que precisam, um se entender com a namorada e outro, acordar cedo. Winston volta a ficar de lado e sua história se resume a trocar dois mil dólares por cédulas de coelho. Sim, notas falsas com uma coelha no centro, que servem somente para consumir bebidas e comidas dentro do estabelecimento. Em outro bar, duas garotas trocam ressentimentos sobre como os homens não prestam – coisas que fazemos quando estamos com raiva de um deles. Cece, que ainda sofre por Schmidt, dá conselhos ruins ao mesmo tempo em que encoraja a amiga a sair com outra pessoa, no caso, uma paquera platônica de Jess, um homem que trabalha na cafeteria, que para a infelicidade de Nick, é interpretado por Taye Diggs (que já foi o médico Sam Bennett, mais conhecido como “Dr Feelgood”, em Private Practice).

Uma história como esta não teria como terminar bem, se não fosse por um detalhe. Aparentemente, para resistir à lábia de Diggs, quer dizer, Artie, ele teria que ser extremamente chato e arrogante, e ainda tirar onda porque tem uma cafeteria e faz viagens constantes ao Brasil, um país onde a palavra para fazer amor com uma mulher é a mesma usada para fazer amor com duas. E esta palavra é:

Ma-gaaaa-leeesssh.

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Essa nem você sabia, fala aí!

Até então a disputa estava acirrada. Mas os meninos confessam que não querem, nem podem, ficar na balada até de manhã. E Coach desaba, dizendo que a namorada terminou com ele e por isso tenta preencher o vazio que ela deixou. Dentro do carro, a caminho de mais uma encrenca, uma das cenas mais engraçadas do episódio, a briga de três marmanjos bêbados que tentam provar sua masculinidade com palavras sem sentido e tapinhas na cara. Veja este impressionante golpe de direita do feroz Nick em Schmidt.

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Também por culpa do álcool, Coach guia os amigos até o trabalho do homem que está atualmente com sua ex para acertar as contas. Só que o trabalho dele é em uma delegacia e ele, policial. Nada que impeça o grupo de (quase) encarar o homem da lei e seus colegas. É igualmente hilária a briga entre Winston, Schmidt, Nick e Coach que acabam discutindo, não necessariamente nesta ordem, sobre amadurecer, sobre Nick estar em um relacionamento feliz e, como estamos falando de New Girl, sobre o final do filme Indiana Jones e os caçadores da arca perdida.

Como terminou esta batalha? Todos ganharam. Acabou em pizza. Literalmente. Patrocinada pelo dinheiro de coelho do Winston.

Finalmente a mudança de Schmidt – para o apartamento da frente – faz sentido. Vamos ver como será para New Girl ter todos estes personagens. O episódio foi muito engraçado. A nota só não foi mais alta porque a Jess realmente estava meio chatinha, o Winston ficou à margem de novo e ouvir tanta bobagem sobre o Brasil nunca é legal. Um coisa, entretanto, é certa: Coach sempre será o cara que chorou na boate de strip.

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Até semana que vem!

Nashville – It Must Be You

Data/Hora 07/11/2013, 10:30. Autor
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Ah, Juliette…

Se na review passada a nossa revolta foi para a Rayna e sua péssima decisão de pedir dinheiro à Lamar para rescindir seu contrato com a Edgehill, neste último episódio toda a nossa frustração certamente foi dirigida à Juliette.

O sexto episódio desta temporada reuniu grande parte de seus personagens no Belle Meade Polo Match, uma partida de polo realizada pelo country club da cidade com toda a pompa e circunstância, e que, como tal, reúne toda a nata da sociedade de Nashville. Deacon e sua namorada Megan, Rayna e Tandy, Luke Wheeler e até mesmo Juliette estavam lá, cada um com sua própria “agenda pessoal”, por assim dizer.

No início do episódio, vemos a Ms. Barnes ser surpreendida por um convite anônimo para a partida de polo. Ela recebe o convite com estranheza, já que, em suas próprias palavras, ela “não pertence àquele lugar”, e muito menos “àquelas pessoas”. Chegando lá, Juliette não demora a entender por que – ou melhor, por quem – foi convidada: Charlie Wentworth. Sim, o ricaço que há alguns episódios contratou a cantora para o aniversário de sua esposa Olivia, tudo para depois terminar na cama… de Juliette (e quem mais seria?)! Receita certa para o desastre.

Não esperava que esse arco simplesmente desaparecesse, mas fiquei surpresa ao constatar que Charlie, aparentemente, não é o vilão nessa história. Ok, trair a esposa continua sendo péssimo e reprovável, mas… como aguentar uma Olivia na vida? Tarefa para poucos, já que a moça mostrou quão fútil e mesquinha é na briga com Charlie. Juliette, claro, estava lá para ouvir tudo e tirar suas próprias conclusões. E Charlie se encanta pela nossa antagonista justamente porque ela devolveu o carro que ele lhe deu de presente, provando, assim, que ela não tem qualquer interesse na sua fortuna. Mas, espera aí… tem certeza de que estamos falando da mesma Juliette?

Ela já nos provou que tem inúmeras qualidades (e defeitos), mas essa personalidade altruísta não combina nada com a Juliette que conhecemos. Ela sabe usar suas máscaras com a experiência de uma veterana e interpretar o personagem perfeito toda vez que sobe ao palco ou aparece em público, além de saber como ninguém manipular quem quer que seja para conseguir o que quer. Os fins justificam os meios, certo? Ela é audaciosa, destemida, mas, sempre na defensiva, também pode ser desnecessariamente cruel e egoísta. Por outro lado, falha miseravelmente em todos os aspectos de sua vida pessoal. Apesar de termos visto em vários momentos da série o quanto a vida dela foi difícil e sofrida, não consigo sentir empatia (quase) nenhuma pela personagem. Fim da digressão.

Sendo assim, é claro que não me surpreendi com as atitudes dela em relação à Charlie. O moço, exemplo clássico do “pobre-menino-rico-preso-num-casamento-sem-amor”, amoleceu seu coração ao mostrar que sim, é uma pessoa simples ao preferir ficar no estábulo com seus empregados entoando canções country e cuidando pessoalmente de seus cavalos (e gente, aqui vale a observação: até o pessoal do estábulo é ridiculamente talentoso nessa série! Ponto para a produção musical!). Juliette sucumbiu ao seu charme e às suas investidas, e mais uma vez foi para a cama com ele. Com o flagra de Olivia, podemos esperar fortes emoções adiante. “Charlivia” acabou (será?), mas alguém duvida que lá vem um “slut shaming” muito público por aí? Além disso, fica claro que este arco está longe de acabar, já que Charlie fez um acordo com Teddy para patrocinar o festival da prefeitura, e pediu que Juliette fosse a garota propaganda do evento. É, Juliette, você realmente deveria ter ouvido o sábio conselho de Rayna!

“Eu sou daqui, mas este não é bem o meu mundo, se é que me entende” – Rayna

Falando nela e em conselhos, vimos uma Rayna incomodada e desconfortável acatar o de Tandy e ir ao Belle Meade para tentar atrair investidores para a Highway 65. Com todos os bens de seu pai bloqueados pela justiça, só resta à nossa protagonista apelar para um evento como este para tentar conseguir a tão desejada ajuda financeira daqueles que, nas palavras de Tandy, tem dinheiro suficiente para investir em arte.

A presença de Tandy, claro, foi vista com maus olhos, e atrapalhou muito mais do que ajudou, já que ela foi o braço direito – e CFO – do pai por mais de quinze anos nas indústrias Wyatt, e muitos dos milionários presentes foram prejudicados ou vítimas das falcatruas de Lamar. Péssima ideia, Rayna. Aliás, se tem uma personagem na série que eu desprezo com todas as minhas forças é a Tandy. Falsa, hipócrita, ela com certeza herdou o mau caráter do pai. Denunciou-o muito mais por uma vingança pessoal do que por estar “fazendo a coisa certa”, e também tem muita culpa no cartório (ou alguém acredita na inocência dela?). A cena em que ela questiona Rayna se ela se sente aliviada por não ter pego o dinheiro do pai é uma prova de seu cinismo. Vê-la tão na defensiva, ofendidíssima por uma suposta “desconfiança” de Rayna – que na verdade só estava agradecendo por sua ajuda – foi a gota d’água.

Por outro lado, tivemos Luke Wheeler. Alguém aí esperava que ele fosse um novo possível interesse amoroso de Rayna? Eu confesso que fui pega de surpresa, mas gostei do que vi. Estou ansiosa para ver o que será desse love affair. Será que tem futuro? Sorte da Scarlett, que saiu no lucro, e, depois da negativa – e chilique! – de Juliette, vai abrir os shows de Luke (só eu pensei que a turnê da Juliette já estava superlotada com shows de abertura de Will e Layla – que, aliás, como Jeff, sumiram nesse episódio?).

E eis que chega a vez de Scarlett brilhar, e Rayna está investindo pesado na carreira da única artista de sua gravadora, buscando construir para ela uma base de fãs sólida antes mesmo do lançamento de seu primeiro álbum. Pensando nisso, a veterana marca uma apresentação da menina no Bluebird, onde ela será assistida pela primeira vez por importantes críticos de música. Passo importante para ela, que, tenho certeza, encantou todos com sua voz delicada! Além disso, vimos Rayna trabalhar duro e suar a camisa tentando encontrar um grande artista que topasse dar uma oportunidade à talentosa novata em sua turnê, mas essa história a gente já sabe como termina (uma dica: não foi com a ajuda de Juliette!). Thank you, Luke!

E aqui, chegamos à parte que eu menos gostei do episódio: o “quadrado” amoroso entre Scarlett, Avery, Gunnar e Zoey. Mas que grande confusão! Não tenho palavras para expressar o quanto eu odiei Avery e Scarlett juntos novamente. Essa coisa deles estarem “orgulhosos” um do outro me soou tão forçada que eu não consegui acreditar. Depois de tudo o que o Avery fez, Scarlett? Really? Acho que o rock-star em formação evoluiu muito desde a primeira temporada, mas ainda precisa comer muito arroz e feijão para alcançar a redenção e o perdão de Scarlett. Trabalhar com a Juliette com certeza foi um passo na direção certa e o ensinou a ser um pouco mais humilde, mas como ele mesmo disse, “prefiro fazer minha própria música a usar algemas de ouro”. Não sei que direção este arco tomará, mas não estou muito ansiosa para ver o que nos aguarda, ainda mais quando Scarlett pede um tempo para “entender o que aconteceu”.

O mesmo vale para Gunnar e Zoey. Toda aquela culpa, o papo de “prezar pela amizade de Scarlett” apenas para soltar um “esqueça tudo o que eu disse” cinco minutos depois, foi extremamente cansativo e, na minha opinião, não funcionou. Melhor mesmo seria se esses quatro se concentrassem apenas na música, não? De Gunnar e Avery só me interessa a inesperada e bem-sucedida parceria musical – e aqui, Zoey também é bem-vinda. Saudade do Gunnar da primeira temporada!

Deacon e Megan também compareceram à partida de polo, mas eu confesso que apesar de estar feliz em vê-lo sair daquele poço de autopiedade e seguir em frente, não me importo muito com o casal. Nosso anti-herói foi ao Belle Meade contra a sua vontade apenas para agradar Megan, e o resultado foi um encontro completamente estranho e cheio de dedos com Rayna e o que parece ser o fortalecimento da relação dele com a namorada, que enfim compreendeu que a cantora faz parte da vida do amado (afinal, ela é uma das únicas que sabem a verdade sobre Maddie!) e que isso não deve ser necessariamente um obstáculo para esta nova relação (mas nós sabemos que será, não é mesmo?). Menção honrosa para o piano de Scarlett, que mais uma vez foi o personagem principal nesta tentativa de Deacon de voltar à música ao compor uma linda nova canção.

Apesar de não ter mantido o ritmo de seus dois antecessores, gostei bastante do episódio e espero que Nashville mantenha a qualidade de seu roteiro daqui pra frente. Nota 4!

Essa semana não teremos Nashville nos EUA em virtude da transmissão do CMA. Mas semana que vem estarei de volta com mais uma review! Até lá!

The Vampire Diaries – For Whom The Bell Tolls e Monster’s Ball

Data/Hora 07/11/2013, 10:00. Autor
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Coitada da Bonnie! Pois é, eu realmente não conseguiria começar a review de outra maneira, já que por mais que a personagem seja demasiado irritante em algumas ocasiões, está numa situação digna de pena – e até de revolta.

Logo que a temporada passada acabou e a Bonnie decidiu manter segredo a respeito de sua morte, isso pareceu uma ideia louca e até mesmo inviável, já que ela era extremamente ligada à Elena e também era amiga de Caroline. Então a atual temporada começou, e os episódios foram passando com essa mentira sendo levada adiante, despertando nos espectadores a única certeza de que a situação não poderia continuar como estava. Afinal, qual a utilidade de manter para sempre na história uma personagem morta, sem poderes e que não pode fazer nada para ajudar?

Elena passou o verão com Damon e depois foi para faculdade com Caroline, distrações que talvez até pudessem fazê-la esquecer da Bonnie e deixar pra lá o sumiço da bruxa no mundo. E, vamos encarar os fatos: todos ali acabariam esquecendo da Bonnie, com exceção, é claro, de Jeremy (que já sabia de tudo, então não conta) e Matt, com seus mais de trezentos e-mails não respondidos para a bruxinha. Mas aí Stefan perde a memória e fica a um passo de voltar a ser o tal estripador lá do começo da terceira temporada, e de quem todo mundo lembra para consertar as coisas? Da Bonnie!

Bonnie_Jeremy

Não é de hoje que Elena é uma falsa mocinha – já que não existem personagens totalmente bons nessa história –, que não estaria viva até hoje se não fosse todos se meterem em roubadas para que ela se mantivesse a salvo. Entretanto, o que aconteceu em relação à Bonnie foi um verdadeiro egoísmo em massa, onde todos só foram perceber que havia acontecido algo realmente grave quando tiveram interesse nos poderes da moça, porque, é claro, é normal a melhor amiga ficar vários meses sumida sem atender uma ligação sequer, não é mesmo, dona Elena? A Bonnie não era lá flor que se cheire, mas não merecia essa atitude tão descarada.

Fruto de tanto interesse e do desespero em ajudarem Stefan, Damon tem a ideia de praticamente arrancar a Bonnie do “outro lado”. Aí tudo começa a envolver Silas, que quer morrer para encontrar sua amada, e Katherine, que virou além de humana uma grande cura para o vampirismo. Basicamente, a intenção de Damon é entregar Katherine para Silas a fim de que ele beba o sangue da ex-vampira, vire mortal, morra e tenha sua vida trocada pela de Bonnie. Tudo para que Elena pare de chorar igual uma doida e repetir o mantra “I can’t, I can’t, I can’t”.

O que todos não contavam era com a astúcia de Nadia. Ela, que chegou na série sem revelar ao certo para que estava ali, deu a notícia bombástica que é a filha perdida de Katherine e, além de surpreender a todos com tal informação, também emocionou, já que depois de séculos fugindo, finalmente a ex-vampira terá alguém que se importa com ela e que a protege. A questão é que de qualquer maneira Katherine se tornou vítima de Silas mas, ao contrário do que era para acontecer, não morreu. O motivo? Ninguém sabe… ainda. A teoria mais plausível é que tenha bebido o sangue de Nadia antes de morrer, mas isso a faria virar uma vampira, e não se sabe as consequências de transformá-la novamente.

Nadia

Paralelamente ao drama da ressuscitação de Bonnie, temos a volta de Tyler e finalmente o término do relacionamento dele e da Caroline. Não que ele seja ruim, e até que a causa pela qual está lutando – ajudar os outros lobisomens – é algo nobre, mas não é justo ele atrasar a vida de Caroline por isso. O término abriu espaço para Stefan entrar na vida da loira, de fato, já que agora ele não se lembra de nada e não tem mais essa visão de amizade com a garota que construiu ao longo dos anos, e aos poucos ela também está deixando que ele se aproxime. A verdade é que agora, mais do que nunca, os dois se merecem e se precisam. É estranho vê-los juntos, mas ao mesmo tempo é apropriado.

Por fim, temos o tal cientista maluco Wes, fazendo experiência com vampiros ainda sem motivo revelado. E também temos o tal de Aaron, que até então pareceu ser uma versão mais sem sal do Matt. Ambos não têm intenções reveladas ainda, mas como todo mundo nessa série não anda sendo muito flor que se cheire… veremos. Pelo menos Nadia já se revelou, falta o resto.

P. S. [1]: Matt fez um lance meio Atividade Paranormal ao se filmar dormindo. Bizarro.

Destaques na TV – quinta, 7/11

Data/Hora 07/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Se liga no que tem na  programação desta noite na tela da tv!

Uma comediante é acusada de indecência por uma emissora e Alicia e Cary levam-na para Washington para falar com o Comitê de Comunicação, The Good Wife tem as participações especiais de Bill Maher / Christina Ricci (Pan Am) / F. Murray Abraham (Homeland) e John Shea (Lois & Clark : The New Adventures of Superman).

Elementary tem as participações especiais de Christian Campbell (irmão de Neve Campbell, Party of Five) / Susan Poufar (a Becky de Scandal), episódio em que a parceira de Sherlock conhecerá seu pretendente pela internet,  já que um possível romance entre Watson e Holmes está totalmente fora de cogitação, os produtores da série decidiram adicionar um novo personagem, para aquecer o coração da ajudante de Holmes.

Extras começa sua segunda temporada com um convidado especial Orlando Bloom.

Ainda me familiarizando com as exibições duplas no Comedy Central, Men at Work pode ser 2 inéditos ou uma reprise e um inédito.

Para quem perdeu a estreia de Under the Dome hoje tem reprise no canal Warner, sim você leu corretamente, é no canal Warner mesmo, a série que já teve reprise ontem no canal Space hoje chega a Warner, lembrando que quando exibido pelo TNT teve as opções de audio original e legenda assim como dublado.

Em Sessão de Terapia – episódio Daniel, João cuida de Dani enquanto Ana viaja. Desabafa com Theo sobre o mau comportamento de Dani, conta que ele largou o regime. Theo fala sobre o medo de Dani de ser abandonado, relaciona esse medo com o aborto que Ana sofreu.

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. está de volta com episódio inédito, Titus Welliver (Lost / The Good Wife) reprisa seu papel quando participou do curta Item 47 como o Agente Blake.

DICA do DIA : The Graham Norton Show – BBC HD – 00 h
O talk show mais divertido da TV Britânica recebe hoje os convidados: Robert De Niro, Michelle Pfeiffer, Jennifer Saunders e Cher.

Confira os demais destaques para esta noite.

WARNER
Under the Dome – 22h50 (ep 1×01) REPRISE da ESTREIA

COMEDY CENTRAL
Men at Work – 20h30 (ep 2×02)

UNIVERSAL
Elementary – 22 h (ep 2×03 – leia a review)
The Good Wife – 23 h (ep 4×07 – leia a review)

+GLOBOSAT
Extras – 22h30 (ep 2×06) ESTREIA

GLOBO
The Voice Brasil – 22h25 – depois de Amor à Vida

SONY
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 21 h (ep 1×06)
Agora sim ! – 22 h (ep 1×07 – série brasileira)

TBS
Anger Management (Tratamento de Choque) – 21:30 h (2×29)

HBO FAMILY
Conspiracy 365 – 19 h (ep 1×06)

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×24)
As Brasileiras – 23h30 REPRISE

MULTISHOW
Do Amor – 23 h – 2a. temporada

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Primo Basílio – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Revenge – Dissolution

Data/Hora 07/11/2013, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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O episódio começa e logo nos indagamos: como alguém que dorme ao lado de Daniel acorda com aquela cara de mau humor? Responde aí, Emily! Bom, é verdade que desde a segunda temporada, o primogênito Greyson foi se tornando mais chato – proporcionalmente à queda do dólar. Mas se as coisas não estão bem na cama de Emily, não podemos dizer o mesmo de Nolan. Ao saber que Patrick anda disparando suas flechas na mansão de seu parceiro, Ems manda Nolan terminar tudo. E é claro que o loiro não curte a ideia.

O café da manhã dos Greyson é aquilo de sempre: referências dos submundos das trevas são usados como pseudônimos entre Victoria e Conrad. Dessa vez, o cara chega com a notícia de que vendeu a mansão. E eu aproveito pra confessar que não entendo as finanças dos Greyson, já que em um episódio eles estão de boa, no outro lembram-se de que estão falidos. Vic não gosta nada da venda, é claro, e nem Emily, que diz precisar da mansão para o seu plano (que acaba com um tiro, a não ser que revelem que aquele flashforward que vimos era um ensaio da Lady Gaga para algum VMA), e trama de estragar o negócio imobiliário com a ajuda de Aiden.Ah, é bom lembrar que os dois estão se pegando nos cantos de novo, deixando Daniel mais corno a cada dia.

Enquanto Emily – disfarçada de Liz Lemon – rouba documentos no set de Parks and Recreation, seu noivo tem um encontro nada agradável com Sara, sua namorada na época em que ele ainda era o Thor Batista. A moça não gosta nada de encontrar o ex, e joga logo na cara o acidente e diz que teve que pagar seu tratamento. Ai, como a família Greyson é pão dura! Nem pra pagar o hospital da coitada.

Eu não sei quem é o responsável por isso, mas essa série está mais gay do que The Vampire Diaries. Quando o povo não tá sem camisa, tá realizando fantasias sexuais, tal qual o Aiden, caracterizado de Miley Cyrus em Wrecking Ball. Só faltou lamber a marreta. Tudo isso para quebrar umas paredes da casa de Emily, e botar a culpa na maresia ou sei lá o quê, argumentos que a loira jogou pra cima da biscate (quem não é biscate nessa série?) da corretora que está comprando a casa dos Greyson, para fazer com que ela acredite que imóveis naquela área estão condenados. Ela acredita, e nada de mansão vendida.

Charlote continua na sua missão de arrumar mulheres para os homens que cercam a vida de Emily, e contrata Sara para trabalhar no Stoneway, Tudo pra forçar uma reconciliação entre ela e o irmão. Começa a dar certo, ao que parece. Não tivemos muito tempo pra pensar em como a vingança de Emily construiu um ciclo de amizades verdadeiras, mas todas baseadas em mentiras. Depois de Nolan contar pra Jack que sabe, desde sempre, sobre a verdadeira identidade de Ems, esses laços de amizade são testados. Se por um lado Jack enche o saco se metendo e julgando, ele também quer vingança. Mesmo Nolan, que vive choramingando que só quer amigos, também quer que os Greyson paguem pela morte do seu financiador e tutor. Mas só Emily leva tudo adiante, e só ela paga os patos. Na lavação de roupa suja entre os três, ela revela o que planeja pro casamento: que Victoria seja acusada de tentar matá-la.

Once Upon A Time – Ariel

Data/Hora 06/11/2013, 22:34. Autor
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Ariel apareceu em Once Upon A Time! Finalmente chegou o grande dia. E todo o buzz feito em cima da personagem valeu a pena. Nessa temporada a estória da Ariel foi uma das mais bacanas de se ver (fica empatada com a do Killian, do episódio passado).

Além disso, a busca por Henry continua. Sei que já está cansativo falar isso em todas as reviews, mas é a verdade. Será que eles nunca perceberão que não estão avançando em nada? Ainda bem que temos a Regina como a voz da razão. Essa review poderia ser feita simplesmente com quotes da Regina durante o episódio, ela falou tudo aquilo que todos estão achando. Ela então – sabiamente – abandona o grupo de resgate e vai tentar encontrar sua própria maneira de salvar Henry.

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Agora que Regina e Rumple uniram suas forças é certeza de que eles vão salvar o Henry (que sumiu nesse episódio, mas não fez falta). Enquanto que de um lado as buscas de certa forma avançam, de outro elas andam a passos lentos. Após descobrir que Neal está vivo – Snow contando que Neal estava vivo foi engraçado. Um momento: pronto, falei! – Emma decide salvar o seu amado, pois, graças a Snow, ela descobre que ele lutou pela sua vida ao ver marcas na areia e um galho quebrado… sem comentários. Então, mais uma vez a busca principal fica em segundo plano para se resolver algo que era para ser um plot secundário. A Caverna do Eco foi uma das cenas que fez valer a pena essa busca, o momento em que os conflitos foram postos à mesa. Como um bom shipper de Emma e Hook, curti muito ver o Capitão abrindo o seu coração, assim como foi legal ver David contando o seu segredo. Mas aqui nós vamos focar no segredo da Snow: sério? Querer ter outro filho é um segredo tão grande assim? Isso só mostra como os roteiristas estão ligando pouco para a personagem. Que tipo de segredo é esse? Hum, ela precisa de um segredo para o chão chegar até eles, o que colocamos? Ah, coloca que ela quer ter um filho, isso vai gerar conflito já que o David não pode sair de Neverland. As coisas não funcionam assim.

Peter Pan continua com os seus jogos e estou começando a achar que Neverland é um reality show e o Pan é o BigBoss. O garoto tem toda a mente estrategista de um desses chefões de reality. Boninho já deve estar copiando os exemplos para a próxima edição do BBB. Agora volto a bater na tecla, ele precisa mostrar a razão das pessoas sentirem tanto medo dele. O ator já conseguiu provar com caras e bocas que pode ser malvado, só precisa ter cenas de ação com ele. E rápido, pois a cada episódio eu vejo o ator fazendo aquelas caras malvadas e as coisas estão começando a parecer hilárias, já que parece apenas encenação do Pan. Uma criança tentando passar a imagem de má.

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E no conto de fadas, ah, o conto de fadas. A Ariel finalmente surgiu. Depois de salvar Snow de um quase afogamento, Ariel pede a ajuda dela para ir ao baile que o príncipe Eric dará em seu castelo e, quem sabe assim, conquistar o coração do homem. A premissa seguiu bastante a estória original (da Disney), mas as modificações se encaixaram perfeitamente e não soaram estranhas. Quando assisti a promo e vi que Regina seria Úrsula fiquei com medo do que viria, mas não é que encaixou bem?! Detalhes: para uma pessoa que mal consegue andar, a Ariel dançou bem!

Já os efeitos – que estavam melhores nessa temporada – caíram drasticamente nesse episódio. Foram tantos pontos ruins que tenho até medo de citar, então falemos apenas do chroma key que estava bem ruim (a.k.a. cena de Ariel chegando ao castelo do Eric no fim do episódio). Mas isso sempre acontece na série: eles pecam nos efeitos, mas compensam no roteiro. Regina usando Ariel para conseguir pegar – finalmente – a Snow foi uma boa sacada. Até a parte da voz da Ariel nós tivemos, foi uma bela homenagem à estória.

Estava adorando a estória da Ariel, estava gostando de Neverland, mas durante todo o episódio senti como se estivessem apenas enchendo linguiça. Nada se encaixava. A surpresa ficou por conta do final. Não esperava aquilo acontecendo e fiquei relutante a aceitar que eles iriam realmente colocar mais uma “dimensão” para se trabalhar, mas depois da promo, acho que vai valer a pena. Veremos o que acontecerá em seguida. Até semana que vem, Ariel!

Khandi Alexander terá papel recorrente de ‘Scandal’

Data/Hora 06/11/2013, 21:13. Autor
Categorias Notícias

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Esta nota contém spoilers.

Khandi Alexander, estrela de umas das últimas produções do canal HBO, Treme, viverá uma personagem  importante no drama político de Shonda Rhimes, Scandal.

Segundo o site  The Hollywood Reporter, Alexander interpretará a mãe de Olivia Pope (Kerry Washington, Django Livre) e se chamará Maya Lewis. Ela deve aparecer, primeiro, em flashbacks no episódio que vai ar na próxima quinta-feira nos Estados Unidos, onde já é transmitida a terceira temporada da série.

Durante o episódio da semana anterior, Huck (Guillermo Diaz, Weeds) e Jake (Scott Foley, True Blood) descobriram que o presidente Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn , Law & Order- Criminal Intent) foi o responsável, na época de Forças Especiais, por abater um avião civil com mais de 300 passageiros a bordo, incluindo a mãe de Olivia, sob as ordens do pai de Olivia, Rowan ( Joe Morton, The Good Wife).

“Você pode imaginar como seria descobrir que sua mãe não morreu da forma que você pensou que ela morreu. É surreal para Olivia,  disse Tony Goldwyn. “O público pode imaginar como deve ser descobrir que sua mãe foi assassinada juntamente com centenas de outras pessoas. E ainda, o fato de que seu pai estava por trás disso é incompreensível. Vai realmente complicar (a relação de Olivia com pai)”, revela o ator.

Khandi Alexander, que também é conhecida por interpretar a Dra. Alex Woods em CSI Miami, já participou de séries como Newsradio, ER e Body of Proof.

A terceira temporada de Scandal vai ao ar às quintas-feiras, 22h,  pelo canal ABC nos Estados Unidos.

No Brasil, a segunda temporada é transmitida as segundas, 22h, na Sony.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Bones – The Nazi on the Honeymoon

Data/Hora 06/11/2013, 20:54. Autor
Categorias Reviews

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Eu gosto de comédias. Não sei vocês, mas assisto regularmente algumas sitcoms ou séries mais escrachadas. It’s Always Sunny me faz rolar de rir, já com 2 Broke Girls as risadas são mais de assimilação e contidas, exceto quando a Sophie diz “heyyy, giiirls”. Quando assisto a uma comédia, eu sei o que estou esperando. O que já não era o caso de Gilmore Girls, minha série do coração. Eu nunca sabia o que esperar, a tal dramédia me arrancava risos e choro no mesmo episódio, mas a dose sempre estava certa. A fórmula das Garotas Gilmore era louca, bipolar, mas funcionava.

Ainda na mesma linha, surgiram as crimédias. Volto lá nos idos dos anos 1980, na minha querida A Gata e o Rato, para ilustrar bem o gênero. Não havia um só episódio que o Bruce Willis não tirasse a Cybil do sério. Aquilo era um gênero bem definido. Entre episódio sérios e muita bobeira, havia um essência ali que não se perdia. Essência essa, que séries como Bones e Castle tentam copiar. Não sei sobre Castle, série da qual assisti apenas a curta primeira temporada, mas sei falar bem sobre Bones, e a tentativa do Hart Hanson em tirar um pouco de humor dos crimes da série funciona. Ou funcionava até pouco tempo atrás.

Em The Nazi on the Honeymoon, o famoso episódio da lua-de-mel, as piadas e brincadeiras  deram leveza ao episódio, mas mesmo assim, tinha algo estranho naquilo tudo. Enquadrado na categoria de “episódio divertido, porque Bones precisa ser bom todas as semanas”, a história me pareceu fora do lugar, e como dizem os criativos por aí, passou longe de ser “fora da caixa”: era um local obscuro da falta de entendimento da essência do seriado. Bones resolve casos analisando ossos, ela é a melhor em sua área de trabalho, mas ela não precisava parar a lua-de-mel para se envolver em um crime.

O roteirista da vez, o renomado comediante Dave Thomas (Arrested Development), errou a mão novamente. Basta não ter jogado pelo ralo o potencial dramático de The Shot in the Dark, o ator veio por abaixo a expectativa de muitos fãs da série: de que a tão aguardada “escapadinha” de B&B fosse um episódio deliciosamente bom. Não precisava ser épico, ou superar a perfeição do casamento. Mas que poderia ter sido um pouco melhor, isso já não posso negar.

Ao invés disso, alguns elementos, como a incapacidade da Brennan de largar tudo e relaxar um pouco, ou a recente maternidade da doutora, foram salpicados como prova da evolução da personagem. Bem sabemos que não precisamos de explicações para saber dessas evoluções. E muito menos usar o amor que eles têm pelo trabalho para justificar a presença deles em um caso na Argentina. Estamos cientes disso. Eles se amam, amam trabalhar juntos, amam cada minuto ao lado do outro. Mas esse momento era deles.

Então, o que realmente sobrou nesse episódio de tão bacana assim? Bom, é isso que ainda estou tentando descobrir, junto ao ouro desaparecido da vítima.

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Tem Sempre Sol na Argentina

Olá, pessoal! Como vão? Com calor? Vocês devem estar com muito calor, já que aqui no hemisfério sul o verão está quase batendo à porta.

Aliás, vocês já perceberam que para gringo, passou pra baixo da linha do equador, o sol é quem manda. O molejo é caliente, as pessoas mais morenas e a língua é a mesma. Todo mundo aqui na América Latina fala quechua e tem sangue de índio.

Mas só não é pior do que pensar que a capital do Brasil é Buenos Aires. Acreditem, tem muita gente ainda pensa assim. Deve ser por isso que o episódio começou com uma vista área de uma bela praia (da Califórnia): alguém na produção de Bones deve ter confundido Brasília com o Rio de Janeiro! Afinal, Rio é o segundo nome cogitado pelos estrangeiros como capital do nosso país.

Mas erro geográfico só não é pior do que erros sobre costumes e tradições. Aqui na América Latina pessoas recém-casadas fazem amor. B&B deviam ter se jogado em nossas tradições. Vocês repararam que o ator português que interpretou o argentino Raphael tinha sotaque espanhol? Um brinde ao multiculturalismo da série.  Só Bones mesmo para fazer a Emily Deschanel falar “ajuda” de um jeito tão bonitinho. Falando em bonito, o que foi o David Boreanaz de chapéu?

Não sei porque estou falando em chapéus, quando eu deveria estar falando de coisa séria. O nazista, por exemplo. Aquilo é coisa séria. Séria também foi a política de banqueamento na Argentina no início do século passado, com ideais do nazismo e fascismo, o que poderia ser o tema de um episódio bem interessante. Sério seria se tivesse sido isso mesmo.

O que não me pareceu nada sério foi a antropóloga ter matado o avô por ele ter sido… nazista? Já pensou se Bones resolve virar uma série política e voltar para a Argentina para resolver um caso sobre a ditadura e descobrem que o assassino matou a pobre vítima por ela ser…. americana? Se bem que eles mencionaram a “dirty war”, algo que o governo não gosta de lembrar. Aliás, fazer piada com nazismo e capitalismo é coisa mal gosto.

Só não é mais de mal gosto colocar Angela e Hodgins morando na casa de B&B para não gastar com cenário. So Bones! So Fox!

Mas alguém sabe por que Michael Vincent e Chris Angela entraram no laboratório? Porque a porta estava aberta! HA HA HA.

Ok, eu admito. Eu achei super engraçado a Cam tomando conta dos pequenos! Aliás, a Cam é uma das personagens mais engraçadas de Bones. Se a série fosse uma comédia, ela seria uma daquelas personagens com ótimas frases de efeito.

Um efeito bem cômico, como o Booth tentando ensinar a Brennan a relaxar. Ah! Senhor agente sabichão, até parece ele tentando ensinar a Bones a ouvir rock (ao som de Hot Blooded), ou tomar o Bang depois do trabalho, ou fazer um sexo sem compromisso ao fim do dia! A doutora sabe como festejar (espera só chegar até a cama do hotel, que nós não vimos, e nunca veremos)!

Para falar a verdade, festa é o que não falta na série. Esse episódio me lembrou muito aquele do morto muito louco, o do avião para a China ou o da festa da escola da Dra. Brennan. Só que naqueles lá, a essência da série foi preservada.

Falo em essência. Vocês sabem? Tudo hoje em dia tem essência. Até a essência da falta de noção de uma cena em que a Brennan tem que “explicar” que é um prazer ser mãe. Já disse várias vezes, a série é sobre a evolução dos personagens, principalmente da Brennan, mas as coisas ali me pareceram um pouco forçadas. Não tão forçadas quanto as risadinhas que serei obrigada a ouvir por causa dessa review stand up comedy.

Falando nisso, lembrei de uma piada sobre a evolução. Você sabe o que dizem sobre a Teoria da Evolução de Darwin? Deus criou o mundo, mas foi Chuck Norris quem decidiu quem iria viver ou morrer. (Não me arrependo).

Mas vamos continuar. Por que sempre tem uma gostosa perdida nos casos? Para tornar a investigação mais deliciosa. HA HA HA.

Ah, e por que sempre o latino americano precisa ser corrupto ou descuidado? Mmm… pergunta honesta, não foi uma brincadeira.

Falando em brincadeira, o quão adorável foi ver Michael e Chris interagindo? Eles são tão lindos que chega a ser um desperdício não aproveitá-los mais.

Mas não vamos falar em desperdício, falemos que coisas incríveis, ok? Não é incrível como os argentinos parecem com mexicanos nesse episódio? E como o centrão de Buenos Aires é a cópia da periferia de Los Angeles?

Mas ninguém está aqui para falar de cópia, vamos falar de coisas originais.

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Na Comédia e na Tristeza

Ser fã de Bones é ser comprometido com a série na doença e na pobreza de orçamento que não permitiu o elenco ir para a Argentina, e na alegria e na tristeza. Mas tristeza passou longe desse episódio. A sintonia de B&B é maior do que todos os clichês de séries românticas, e como a gente bem sabe, depois de um filho ter sido concebido depois de um abraço, que o convencional passa longe de Bones.

Apesar de não concordar com escolhas de detalhes do roteiro, como a iniciativa da Brennan em parar a lua-de-mel para trabalhar num caso. Eles poderiam ter se “envolvido” no crime de outra maneira. Isso me faz pensar em quão evoluída Brennan realmente está agora. Não se pode querer ter os dois. Vimos as mudanças que ela passou, e então não dá para justificar algo assim como “ah, isso é tão Brennan”. Não funciona assim.

A aceitação do Booth também é algo difícil de engolir. “Estamos fazendo algo que amamos. É difícil para as pessoas entenderem”, diz ele. Realmente, Booth. Realmente.

Aquela história dela achar todo mundo incompetente já passou do tempo de ser engraçada também. Todo o mundo sabe que ela é a melhor antropóloga do mundo inteiro neste mundo. Então, isso poderia ser um ponto superado.

Apesar de tudo, no geral, o episódio foi bom. Eu gostei bastante da química entre o agente Raphael e Booth, acho que nunca tinha sentido algo assim ao ver alguém trabalhando com ele. Foi bacana. Gostei também de todas as referências a carreira de autora da Brennan, e da Argentina ter sido citada como “uma nação de leitores”. Uma ótima conexão com a série, e os livros sobre a Dra. Reichs e o agente Andy.

Aliás, o Booth se achando um Super-Homem foi hilário. E todas as perguntas sobre a vida real do agente e da doutora me fez perceber uma coisa: Eles estão casados! E o mundo inteiro sabe disso.

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The Nazi on the Honeymoon

Quando nos casamos a semana passada (todos nós nos casamos um pouco na semana passada), sabia que o que nos esperava “depois” seria qualquer coisa meio que normal. Não é de se esperar que o episódio seguinte não tenha a mesma carga de emoção de um dos melhores episódios de Bones. Mas a falta de cuidado que tiveram com a lua-de-mel foi um banho de água fria.

Depois de assistir o episódio várias vezes, até que o achei bastante divertido. A diversão não é um ponto negativo, e bem deve ser. Mas  sou chata, gosto dos detalhes. Gostaria de ver a Christine perguntando pelos pais. Qualquer criança de três, dois anos de idade faria o mesmo. Gostaria de saber como a Brennan enviou tão rápido as amostras para o laboratório? Essas coisas ficam na cabeça, sabe?

Sou tão apegada aos detalhes que dou risada por ver uma caneca do Steelers e outra do Flyers na mesa do Booth. De como as alianças ficaram bem nas mãos de B&B. Por ver a Cam lembrando que crianças não são permitidas no laboratório. São esses detalhes que fazem Bones ser um pedacinho da nossa casa.

Então, o que eu disse sobre me sentir um pouco deslocada ao ver esse episódio é justamente isso. Separado, os elementos bons da série não se conversaram. O episódio foi sustentado pela adorabilidade dos personagens centrais e da capacidade e do timing para comédia do elenco de Bones, fazendo qualquer coisa se tornar agradável de assistir.

Da próxima vez que eles inventarem um episódio assim na série, estarei com meu Devil’s Tail na mão, sentada confortavelmente no sofá, esperando a cortina se abrir e o picadeiro se iluminar… porque realmente, não tem como levar Bones muito a sério.

`Sharknado’ estreia em 22 de novembro no Syfy Brasil

Data/Hora 06/11/2013, 18:22. Autor
Categorias Notícias

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Um dos maiores sucessos da TV e das redes sociais vai chegar ao Syby Brasil: Sharknado estreia no dia 22 de novembro, as 21h horas.

No filme, o dono de um bar e seus amigos investigam um desastre ecológico que faz com que tubarões invadam as ruas de Los Angeles. O tema foi um sucesso nas mídias sociais e teve cerca de 400 menções e cinco mil tuites por minuto durante a exibição nos Estados Unidos. Vale lembrar que o filme também foi um dos indicados ao People’s Choice Awards 2014 na categoria Filme de TV ou Minissérie Favorito.

O elenco de Sharknado conta com Casie Scerbo (Make It or Breat It), Ian Ziering (Barrados no Baile), Tara Reid (Scrubs) e John Heard (Esqueceram de mim).

A produção de Sharknado 2 já foi anunciada para 2014, sendo que, desta vez, os tubarões vão invadir a cidade de Nova Iorque.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Syfy Brasil.

‘American Horror Story’ é renovada para quarta temporada

Data/Hora 06/11/2013, 17:47. Autor
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O canal FX anunciou hoje (06) a renovação de um dos maiores sucessos do canal. American Horror Story garantiu uma quarta temporada e já tem 13 episódios encomendados para o novo ano. A série é conhecida por apresentar uma história em cada temporada e ter um elenco rotativo que mescla rostos já conhecidos com rostos novatos.

Por enquanto, apenas Jessica Lange está confirmada no elenco da nova temporada e, de acordo com a própria atriz, esta será sua última participação na série. A quarta temporada ainda não tem subtítulo e enredo definidos mas, de acordo com Ryan Murphy, criador da série, uma dica sobre o tema do novo ano pode surgir no episódio final da temporada atual, subtitulada Coven.

A atual temporada termina dia 29 de janeiro. A nova temporada está prevista para estrear no final de 2014.

Com informações do TV Line

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