Homeland – Still Positive

Data/Hora 08/11/2013, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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Paciência, talvez, é o sentimento que pode melhor ser relacionado à terceira temporada de Homeland. A série (que não quer ter opinião formada sobre tudo – foi péssima, mas eu vou deixar) sofreu uma metamorfose completa. E como já dito em uma review anterior, a única certeza que ainda assistimos o tão renomado seriado da Showtime são os personagens que (praticamente) continuam os mesmos. E Still Positive retrata bem o quanto a série mudou.

Por toda a temporada, que já está na metade, esperei pacienciosa por um episódio que pudesse fazer as inconsistências parecem bobagens – assim como na segunda temporada. Porém, a sensação que algo (ou tudo) estava fora do lugar sempre se faz presente ao assistir aos episódios. Portanto, como um teste, tentei assistir Homeland com novos olhos. É hora de parar de tentar enxergar a série com o mesmo nível de inteligência que havia na primeira temporada e simplesmente reinvestir apenas no drama e na história. Porque assistir seriados sempre no ponto de vista crítico é fantástico, mas perigoso, particularmente se você perder um pouco a fé na capacidade das tramas elaboradas que o seriado um dia foi capaz de criar. Olhar Homeland de uma maneira diferente permitiu uma breve reconexão com a série. Mesmo que ainda seja um pouco decepcionante, porque um dia fora tão genial.

E mais uma vez Nicholas Brody não está presente. O menor tempo em tela do personagem seria compreensível tendo em vista sua atual situação. Mas precisava ser tão pouco assim? A falta do ruivo é perigosa, a série parece em vários momentos perdida por não ter um dos pilares de sua edificação sendo parte atuante dos plots da temporada. Contudo, a falta de um gerou oportunidade para outro personagem ganhar mais destaque, e vemos Saul Berenson crescendo cada vez mais como a contraparte de Carrie Mathison. Fico imaginando se essa “substituição” é necessária apenas para o desenvolvimento do personagem de Mandy Patinkin, ou se o caso mesmo é de substituição permanente. O ator está lidando bem com a nova posição de seu personagem. E em Still Positive, Saul enfrenta um daqueles dias nos quais pensamos “Por que eu acordei hoje mesmo?” (só que multiplicado por questões de “segurança nacional”). E Patinkin, com a ajuda da direção consistente de Glatter, representa muito bem os estágios que Saul enfrentou no episódio, suprimindo sua raiva. Descobrir que sua mulher tem outro? Tudo bem. Sua agente é obrigada a mudar na última hora o plano? Certo. Mesmo assim o plano dá errado e duas mulheres inocentes acabam morrendo? É hora de se manter calmo e seguir o protocolo. Mas quando Javadi está à sua frente, toda a raiva explode e Saul o derruba com um soco.

Homeland - Still Positive 2

O nome do episódio, Still Positive, vem de uma cena na qual vemos Carrie fazer um teste de gravidez e guardar em uma gaveta junto com muitos outros. Pois é, piá, Carrie está grávida. E a impressão que se tem é que essa decisão foi tomada pelos escritores em um momento de desespero. Fazer isso com Carrie não faz sentido e ainda tira também (mais) o sentido do período que ela ficou internada na ala psiquiátrica. Mas tudo bem, não há como mentir que uma Carrie grávida proporcionaria umas cenas interessantes – como a cena com neto de Javadi.

Revelações sobre outros personagens a parte, esse episódio foi a representação do dia ruim de Saul, todos os acontecimentos afetando o eterno Inigo Montoya. Principalmente em relação à Javadi, particularmente a sequência aterrorizante e brutal onde ele invade a casa de seu filho, matando sua nora e sua ex-esposa da pior maneira possível. Acredito que nada tão violento tenha sido encenado no seriado antes, tudo para deixar claro para os telespectadores que Javadi é pior que o monstro – e que estava sendo montado nos últimos episódios.

Com um bom roteiro escrito por Alexander Cary e Barbara Hall, e uma direção agradável de Lesli Linka Glatter, Still Positive foi um episódio em que foi possível se entregar à narrativa durante alguns momentos. O episódio foi (quase) capaz de misturar todas as storylines pessoais e as de espião. Até mesmo a storyline de Dana deu uma melhorada agora que as desventuras em série do casal apaixonado parece ter acabado de vez. Ainda assim, o episódio trouxe mais uma história que foi capaz de me tirar do transe de “ver a série com novos olhos”, e criar mais uma preocupação que se soma a outras que se tornaram recorrentes desde o início dessa temporada. Mas também é preciso dizer que esse episódio foi o primeiro que se desenrolou razoavelmente bem esse ano. E em outro “porém”, ainda não me atrevo a apostar quanto ao futuro da série, seja ele bom ou ruim. Pelo menos, depois desse último episódio, ela parece apontar para um caminho que me parece um pouco mais interessante de assistir.

Destaques na TV – sexta, 08/11

Data/Hora 08/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Sexta além de inéditos é dia de conferir reprises que tem na programação da tv.

Nas sextas de maratona na warner é noite de Hostages com os 3 últimos episódios para serem vistos.
Na TNT tem mais uma reprise de Under the Dome com as duas opções de audio liberadas.

Em Sessão de Terapia – episódio Dora, Theo conta a Dora que a filha está pressionando para que ele veja o pai na UTI. Dora procura fazer com que ele perdoe, mas Theo se irrita e sai. Vai até o hospital, mas não consegue entrar.

Confiram os destaques na TV para hoje e da parte da manhã de sábado também.

TNT
Under the Dome – 21h30 (ep 1×01) REPRISE da ESTREIA

WARNER
Hostages – Maratona episódios 4/5/6 – começa as 20 h
Golden Boy – 22h50 (ep 1×11)

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h

AXN
Breaking Bad – 22 h (ep 5×06 )

GLOBO
A Mulher do Prefeito – 23h25 logo após Globo Repórter (ep 1×06)

+GLOBOSAT
Lowdown , Um Jornalista Sensacionalista – 22 h (ep 2×06)

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×25)

HBO FAMILY
The Haunting Hour – 19h30 (ep 3×23)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Primo Basílio – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (sábado – 9/11)
The Office – 7h25 (ep 9×18)
The Office – 7h55 (ep 9×19)

Bom final de semana !

The Crazy Ones – Hugging the Now

Data/Hora 08/11/2013, 08:30. Autor
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Hugging the Now, o sexto episódio de The Crazy Ones, foi perfeito em todos os sentidos. Engraçado e terno ao mesmo tempo, abusou dos pontos fortes da turma da Roberts & Roberts, e é mais do que merecedor da nota máxima, provando com louvor, enfim, a que a série veio.

A primeira mudança significativa foi que, pela primeira vez desde a estreia da série, não tivemos um episódio dividido em dois arcos, separando seus personagens: todo o elenco trabalhou junto no desenrolar do episódio, e – meu Deus! – como isso funcionou bem! Até mesmo Robin Williams estava na medida certa, com um tempo significativamente menor de tela, o que evitou as suas já exaustivamente discutidas atuações caricatas, trejeitos e exageros.

“Coloque pimenta no piu-piu do vovô.” – Simon

Já nos primeiros minutos fomos presenteados com toda a equipe da Roberts & Roberts reunida na agência, tentando – com a inestimável ajuda de um coral gospel (!) – vender sua campanha para o Paratis, uma pilulazinha verde para disfunção erétil. Ou seja: uma versão genérica – e verde – do Viagra. E desta vez, as piadinhas de cunho sexual também foram certeiras e sem qualquer resquício de vergonha alheia. Todos os personagens foram utilizados de maneira inteligente, e o resultado foi engraçadíssimo. Sydney apresentou a campanha, enquanto Simon se passou pelo “homem branco de 60 anos com problemas na cama”. Ri alto com aquela combinação bizarríssima do Andrew lendo os efeitos colaterais e contraindicações da medicação – “em caso de ereção superior a 4 horas, procure um médico” –, enquanto Simon e o coral interagiam em diálogos/versos completamente nonsense sobre o assunto – “Dê um tempo à garota!”.

Em seguida, ficamos sabendo que Simon foi, mais uma vez, indicado ao “Impact Award”, que premia os publicitários mais criativos do ano. Gargalhei com Simon treinando seu “discurso da vitória” e agradecendo os “mineiros chilenos e o marido de Hilary Swank”.

“Você não é só uma assistente. Você é uma mulher forte e poderosa, que fez uma garota se borrar.” – Simon

Concordo, Simon. A cena com Lauren não ficou atrás, e a personagem mostrou novamente sua faceta meio psicopata (quem não lembra de seus poemas assustadores?). Aparentemente, Lauren tem planos de envenenar Simon e se aproveitar do momento de luto e instabilidade emocional de Sydney para tomar as rédeas da agência. Uau.

Mas nem só de loucuras vive a nossa querida assistente. Em um raro momento sério de Simon, em que ele se sente velho, ultrapassado, e decide que quer ganhar o prêmio para se sentir relevante e parte do presente, Lauren dá uma brilhante ideia ao publicitário, sugerindo que ele faça o que sabe fazer de melhor para conquistar este objetivo: uma campanha pelo prêmio. Sua ideia de transformar Simon em um super-herói, mostrando os nomes de todos os seus clientes foi nada menos que genial. Será que agora Lauren conseguirá mais espaço na série? O cargo de assistente está ficando pequeno para ela!

“Se você fosse mulher, eu ficaria muito atraído por você” – Zach

Enquanto isso, Sydney fica visivelmente desconcertada e nostálgica ao descobrir que Josh Hayes, sua paixão platônica nos tempos do colégio, é o principal concorrente de seu pai na corrida pelo prêmio. E eis que no coquetel proporcionado por Simon, eles se reencontram e – vejam só! – o moço fala tudo o que Syd queria ter ouvido há 18 anos, e ela se entrega a um love affair com sua ex-paixão platônica, com direito a maratonas de Bones e elogios rasgados a David Boreanaz (Clara, é você?). Aliás, as inúmeras referências à cultura pop (inclusive – e principalmente! – à Buffy) tem se mostrado um ponto forte da série.

O problema foi Syd ter se deixado envolver demais pelo moço. Apaixonada, ela acabou abrindo para Josh todos os planos e estratégias de seu pai para ganhar o prêmio – e ainda pôs a culpa em uma combinação de 8 horas de Bones com vinho. O resultado? Josh tomou posse de todas elas, arruinando as chances de Simon de conquistá-lo. A raiva foi tanta que Syd não hesitou em ir à agência dele para tirar satisfações em alto e bom som. Em meio às exclamações e aos berros de “você não merece ser o pai do Taylor e da Jayden” e “Bones foi uma mentira?”, quem diria que Sarah Michelle Gellar teria tanto talento para comédia física? Impossível não rir da cena em que ela sai da sala de Josh tropeçando em seus próprios pés, com um dos saltos quebrados.

“Tem algo nesse cara que eu não gosto.” – Andrew

“São seus lábios carnudos ou os olhos sonhadores?” – Lauren

E no meio de toda essa confusão amorosa na vida de Sydney, quem aí não amou ver o Andrew morrendo de ciúmes de Josh? Como disse em outra review, não acho que o casal será desenvolvido tão cedo dentro da série, mas os roteiristas estão nos fazendo torcer por eles em doses homeopáticas. Hamish Linklater, seu lindo! Impossível não torcer pelo seu Andrew.

“O cara do globo pode não ser o Josh, mas eu tenho certeza de que ele está por aí” – Simon

A cena final foi a melhor da série até aqui, e um mimo para todos aqueles que a acompanharam desde o piloto. Toda a equipe reunida em um bar após a derrota de Simon, que percebe, enfim, que tem tudo de que precisa.

E naquele “momento perfeito” – sob o olhar atento e satisfeito de Simon –, Zach, Andrew e Lauren recriam o sonho romântico de Sydney, ao som de “Eternal Flame”, com direito à Andrew no piano, neve e Zach fazendo o príncipe encantado (de cachecol vermelho e tudo!). Só faltou mesmo o cavalo branco. Mas poxa, não podia ser o Andrew dançando de rosto colado com a Syd?

O episódio merece a nota máxima e a certeza de que vale a pena continuar assistindo a série. Que os talentosos roteiristas percebam aquilo que funcionou tão bem e nos proporcionem muito mais episódios como esse!

Até a semana que vem!

PS: “Por que você dormiu com Ernest Borgnine?”

The Voice Brasil – Batalhas I

Data/Hora 08/11/2013, 01:06. Autor
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Estreio no lugar da Gabriela Assmann, mas já quero deixar claro que assim como no The Voice USA entraram Usher e Shakira no lugar do Cee Lo e Christina, que voltaram na temporada seguinte, também estou apenas guardando a cadeira para o retorno da Gabriela. Dito isso, vamos às atrações da primeira noite de batalhas.

O programa começou anunciando os assistentes. E tivemos o retorno de Luiza Possi e Rogério Flausino e as estréias de Maria Gadú (no lugar do Ed Motta) e de Gabi Amarantos (no lugar da Preta Gil). O que vocês acharam da troca? Honestamente, se fosse uma dupla ideal entre os quatro, preferia Ed Motta e Gadú. Mas tenho certeza que a saída da Preta foi também por conta de contrariar o Lulu em suas escolhas (quem não lembra da discussão deles por causa do Gabriel Levan?), e Ed Motta também teve uma discussão com Lulu, por conta dos gritos na batalha entre Breno e Paulo Loureiro. Ou seja, a dica pros assistentes é: não discutam com Lulu Santos.

Mas vamos a segunda temporada e as 8 batalhas do programa de hoje.

The Voice BR - Batalhas I 3

Começamos com uma batalha do time do Lulu. Don Paulinho Lima, que estreou na segunda temporada cantando Let’s Get It On (Marvin Gaye) enfrentou Rodrigo Castellani, que cantou Higher Ground (Stevie Wonder). E a música escolhida para batalha foi Imunização Racional (Que Beleza), do Tim Maia. E o resultado me agradou: Don Paulinho, cheio de carisma, prosseguiu. Mas qualquer um dos dois que fosse escolhido seria bem escolhido, já que o nível dos dois foi muito próximo. Acho que Lulu acabou escolhendo Don Paulinho pelo sucesso que o mesmo faz nas redes sociais – como bem destacou o Thiago Leifert.

Mas Rodrigo Castellani não ficou nem alguns segundos como eliminado e logo os três treinadores “roubaram” o participante, que acabou escolhendo prosseguir no Team Brown. Certamente,uma boa adição ao time do técnico vencedor da primeira temporada.

A segunda batalha, do Team Daniel, foi Gabriela Mattos, que cantou Whole Lotta Love (Led Zeppelin) vs Anne Marie, que cantou Muito Pouco (Paulinho Moska). Considerando apenas as audições, preferia mais Gabriela. Mas nas batalhas – como bem falou Lulu Santos – Anne Marie tomou conta da música, cantou com alma e prosseguiu. Afinal de contas, Máscara (Pitty) é uma música forte, e se o interprete não empolgar realmente não leva.

E a Gabriela, que virou 4 cadeiras na audições as cegas, não fez uma apresentação do mesmo nível da primeira e ninguém a roubou. Fim de programa pra ela.

A terceira batalha da noite foi do Team Claudia Leitte, entre Marcela Bueno – que cantou Jeito de Mato (Paula Fernandes) – e Sam Alves, que não foi escolhido no The Voice USA, mas evoluiu e virou 4 cadeiras aqui no The Voice BR, cantando When I Was Your Man (Bruno Mars). Antes mesmo da batalha começar já apostaria todas as minhas fichas no Sam. E não errei. Mas me surpreendi ao ver todos os técnicos “pegarem” Marcela após a eliminação, já que não gostei muito de vê-la cantando Thousand Years (Christina Perri) e nem gostei tanto dela nas audições. Agora a paulista segue no time do Daniel.

The Voice BR - Batalhas I

A quarta batalha da noite ficou por conta do Team Brown. Lucy Alves – para mim a melhor participante dessa edição -, que cantou Que nem Jiló, clássico de Luiz Gonzaga, batalhou com Khrystal, que nas audições veio com Morô?, de sua autoria. Minhas apostas estavam em Lucy, obviamente. Mas a batalha foi parelha.

As músicas – brilhantemente – escolhidas foram Gostoso Demais e Isso Aqui tá Bom Demais, de Dominguinhos, um medley que funcionou bem demais. ISSO não se vê em The Voice nenhum do mundo, um banho de brasilidade. Impressionante a apresentação das duas, mas Lucy, além de usar muito bem sua beleza e charme, tem um talento gigantesco. Sua voz se assemelha muito a de Elba Ramalho, ela esta pronta, e ganhando (ou perdendo) o programa tem voz para fazer muito sucesso aqui fora. Ela avança, e Khrystal também, já que foi salva no último instante por CL!

ApósLogo depois, pelo Team CL, balharam Maysa Ohashi, que nas audições foi de If Ain’t Got You (Alicia Keys), e Bruna Góes, que entoou Proud Mary (Fogerty). Honestamente, não gostei do número, destoou  muito dos demais. Até porque o original já é difícil (Ain’t no Mountain High Enough, de Marvin Gaye e Tammi Terrell). Em regra não funciona quando os cantores cantam muitos trechos da música junto, e achei que foi o caso, faltou harmonia entre as duas. No final das contas venceu Bruna Góes, merecidamente. E Maysa Ohashi acabou eliminada.

Seguindo o programa, após o desnecessário número entre os técnicos Lulu e Daniel, tivemos um número realmente ruim: a batalha do Team Brown entre Aila Menezes – que cantou A Loba (Alcione) e Marcos Lessa – O Morro Não Tem Vez (Tom Jobim e Vinícius de Moraes – que cantaram na batalha É Hoje o Dia. Confesso que não lembrava do Marcos nas audições, mas achei que ele foi melhor, a música favoreceu sua voz. Além disso, Aila quis fazer muita firula, alongar as notas e foi criticada por isso. Resultado? Acabou eliminada.

Depois, a batalha que confirmou a opinião da Gabi Assmann, de que o Lulu Santos ficou com o time mais forte: Luciana Balby vs Bruna Borges. As duas foram bem nas audições, Luciana com Show das Poderosas (Anitta) e Bruna com Nada por Mim (Paula Toller). Elas batalharam ao som de Luz nos Olhos, de Nando Reis. Luciana foi um pouco melhor e levou a batalha. Achava que Bruna ia ser “pega” por algum outro técnico, mas  ela acabou sendo mesmo eliminada.

E coube ao Team Daniel a última batalha da noite. O embate foi entre Ana Lonardi – Explode Coração (Gonzaguinha)- e Luiza Lara. Pra mim foi outra batalha equilibrada, e dessa vez ao som de Chico Buarque. Luiza já havia cantando Chico na audição as cegas (Sobre Todas as Coisas) e poderia se favorecer. Mas não foi isso que aconteceu, já que é Ana Lonardi que segue no Team Daniel. O fato é que qualquer uma das duas que passasse não seria nenhum absurdo.

Pra encerrar o programa, mais um número desnecessário entre os técnicos, dessa vez entre CL e CB.

Resumo da noite? Na fase das batalhas o programa evolui muito e podemos esperar muito mais na semana que vem. Ainda assim, senti falta de mais palpites durante os ensaios, com críticas e elogios dos técnicos, e dos técnicos palpitando/criticando escolhas dos outros técnicos. Tudo é válido pra dar uma movimentadinha no programa.

Agents of S.H.I.E.L.D. – FZZT

Data/Hora 08/11/2013, 00:00. Autor
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Após uma semana fora, Agents of S.H.I.E.L.D. retorna, mas não empolga tanto. Se o último episódio nos deixou com um gosto de quero mais, esse episódio nos deixou com a sensação de mais do mesmo,já que ele voltou – mais uma vez – aos eventos da “Batalha de Nova Iorque”, aos chitauri e a morte de Coulson. Confesso que achei a primeira metade do episódio foi tediosa. É claro, tirando algumas poucas partes, como a citação ao “O Cara” (The Dude).

A trama de FZZT se focou em mortes misteriosas, que podiam ter origem em algum super-vilão, mas que no fim não passavam de um vírus alienígena. E o vírus matou três bombeiros que estavam na “Batalha de Nova Iorque”. Tudo porque eles tinham guardado como “souvenir” um capacete chitauri! Obviamente, no capacete estava o vírus, que  causava um choque eletrostático, explodindo o cérebro da pessoa e mudando sua densidade molecular. Isso fazia seu cadáver flutuar, o que causou grande curiosidade no início do episódio, eis que vimos os três bombeiros morrerem dessa forma (a parte tediosa do episódio, salvando mesmo a cena emotiva do Coulson com o terceiro bombeiro antes de sua morte – com M.M ouvindo pelo ponto).

Mas no fim a morte dos bombeiros e a questão do vírus só serviu de preparação, pois quando o vírus acabou atingindo Simmons, o episódio começou para valer e melhorou.

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Na bem da verdade,o episódio em si seguiu sem empolgar muito, mas teve grande serventia para desenvolver um pouco mais os dois personagens mais abandonados da série até o momento: Fitz e Simmons. Foi bacana ver como nós mesmos lidamos com eles como se fossem um só, incluindo aí a cena do A.C. fazendo uma pergunta para os dois – como se fossem um só – e os dois respondendo juntos. E em alguns momentos a série até conseguiu trazer um pouco de tensão e emoção, apesar de que sabíamos que no fim Simmons não morreria.

Apesar da emoção correr solta com Fitz e Simmons – tinha o risco de morte de Simmons, a busca pela vacina (ops, antissoro), Ward e Skye sofrendo ao ver os dois pesquisando e sem poder fazer nada com os seus conhecimentos – não foi disso que eu gostei mais. Mais uma vez a minha preferência foi de Melinda May (M.M.) e Agente Coulson (A.C.).

Melinda May já está no panteão dos da Marvel. Assim como todos os personagens que heróis que repetem letra [o Homem Aranha – Peter Parker (PP), o Hulk – Bruce Banner (BB), o Demolidor – Matt Murdock (MM)] sou fã da M.M. E mais uma vez os dois, M.M e A.C, roubaram as cenas. Seja nas pequenas coisas – como quando M.M arromba a porta do celeiro ou quando Coulson resolve ignorar a ordem dos superiores de eliminar qualquer membro infectado -, ou nas grandes – como pelo diálogo dos dois na cabine do “ônibus” após a morte do terceiro bombeiro.

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Quanto a ordem, vale ressaltar que a S.H.I.E.L.D. tinha interesse em estudar o vírus, para evitar uma pandemia; e não queria que o capacete se perdesse por algum incidente com o transporte. Inclusive, porque se algum membro morresse, o choque possivelmente ocasionaria a queda do avião. E essa questão rendou uma boa cena, já que apesar de Simmons e Fitz encontram o antissoro, não conseguiam descobrir como ele funciona. Assim, Simmons tenta se matar.

Ela se sacrifica para evitar a queda do avião de cair e salvar seus amigos, pois ela sabia que ia morrer e que Coulson não queria elimina-la. Após Fitz descobrir que o soro funciona e tentar alertar Simmons para não pular do “ônibus”, agente Ward aparece do nada, pega o soro o paraquedas, pula, alcança Simmons e a salva (ufa!).

Mas aí que vimos a melhor cena do episódio de fato, com M.M e A.C. dialogando sobre a misteriosa morte de Phil Coulson.

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A cena mostra a vulnerabilidade de Coulson, e literalmente mostra suas cicatrizes, além de avançar no mistério sobre sua morte (a frase de Maria Hill no piloto ainda está rendendo na série!). Logo após também vimos um Coulson diferente, mais corajoso e que encara os superiores da S.H.I.E.L.D., promissor!

Agora é esperar que os personagens sigam sendo mais desenvolvidos, em especial Fitz-Simmons, que espero não sejam relegados novamente após o destaque nesse episódio.

PS: Esse episódio fez alguém mais se lembrar do episódio de House que o Foreman fica doente?

CW encomenda série baseada nos quadrinhos ‘iZombie’, da DC Comics

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Depois de anunciar a produção de Hourman, a CW assinou com a DC Comics para adaptar mais um de seus quadrinhos para a TV. A escolha da vez é iZombie, HQ criada por Chris Robertson e Michael Allred e publicada pelo selo Vertigo da DC.

iZombie conta a história de uma estudante de medicina que vira zumbi e começa a trabalhar no escritório do coronel para ter acesso aos cérebros, que, relutantemente, ela precisa comer para manter sua humanidade. Mas, com cada cérebro que ela consome, ela ganha as memórias do antigo corpo e, com a ajuda de um médico e de um detetive, ela vai solucionar casos de homicídio para calar as perturbadoras vozes em sua cabeça.

Rob Thomas e Diane Ruggiero, que trabalharam juntos em Veronica Mars e Cupid, vão ser os produtores executivos da série junto com Danielle Stokdyk e Dan Etheridge. As produtoras responsáveis por iZombie são a Warner Bros. TV e a Rob Thomas Productions.

Essa é quarta adaptação de quadrinho da DC Comics a ter a produção anunciada nessa temporada. Na CW, Arrow, que está em seu segundo ano, provavelmente vai ganhar um spin off baseado na história do Flash, The Flash. Hourman também vai ao ar na emissora. A Fox comprou os direitos de Gotham e a NBC vai transmitir Constantine. 

Com informações do Deadline

Atriz de ‘High School Musical’ e mais três atores entram para o elenco de ‘Eye Candy’

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Olesya Rulin, Justin Martin, Harvey Guillen e Lilan Bowden irão trabalhar ao lado da atriz Victoria Justice, que será a protagonista da história de Eye Candy.

NOTÍCIAS | Nico Tortorella, de ‘The Following’, entra para o elenco de ‘Eye Candy’, novo piloto da MTV

A série narra a vida de Lindy (Victoria Justice), uma hacker nada popular, que posta em um blog planos terroristas e suspeitos assassinos. Convencida por sua colega de quarto a entrar num site de encontros online, Lindy vira alvo de um perigoso cyber-stalker e acredita que um de seus pretendentes online seja esse perseguidor. Quando as coisas tomam um rumo mortal, ela se junta à uma unidade de polícia em sua cidade que tenta encontrar culpados por crimes virtuais.

Rulin vai interpretar Ann Marie Halliday, uma colega de quarto de Lindy – e sua melhor amiga – que a convence a se inscrever para encontros on-line – colocando em movimento o mistério que irá conduzir Lindy para descobrir um novo perigo em sua vida. A atriz é conhecida por ter participado da série de filmes High School Musical.

NOTÍCIAS | MTV aprova a produção de ‘Farking It’ e ‘Happyland’

Já o ator Justin Martin, vai interpretar o personagem Tyrone Hall, um ex-delinquente juvenil que virou um técnico, onde trabalha em uma unidade da empresa que executa crimes cibernéticos. Ele formará uma dupla com o ator Harvey Guillen que será Juan, onde eles vão ter várias ideias constantemente, propiciando um alívio cômico entre eles. Martin é conhecido por ter aparecido em Cold CaseMalcolm in the Middle, já Guillen trabalhou em Rasing Hope e The First Family.

Por fim, a atriz Lilan será Austin, uma jovem hacker que  tentará um emprego na unidade de crimes cibernéticos que é dominada apenas por homens. Lilan é conhecida por ter aparecido em Suburgatory e Hart of Dixie.

Eye Candy foi escrito por Emmy Grinwis (Seven Minutes Max), e é baseado num romance de mesmo nome escrito por R.L. Stune (The Nightmare Room). Catherine Hardwicke (Crepúsculo) será a produtora-executiva. Já Jason Blum será o co produtor-executivo da série que terá o apoio de sua empresa, a Blumhouse Productions.

Também veremos na produção a presença de Yvonne Bernard (Fantasmas à Solta) e Beth Elise Hawk (I’m Rick James).

Com informações do The Hollywood Reporter

Steve Carell irá produzir nova série de comédia para o canal TBS

Data/Hora 07/11/2013, 20:39. Autor
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O canal TBS encomendou o piloto da série de comédia Tribeca, que será produzida por Steve Carell (The Office) junto com sua esposa Nancy.

Tribeca é uma comédia policial que terá como foco a personagem Angie Tribeca, uma veterana há dez anos no Departamento de Policia de Los Angeles. A série explora um grupo excêntrico, mas brilhante, de pessoas que investigam crimes que revelam, de forma demasiada, informações pessoais, e se recusam a descansar até que a justiça seja feita. A produção é da Carousel Television, empresa de Carell.

Carell além de produzir, vai roteirizar e dirigir o episódio piloto, ele não fará participação no episódio de estreia, mas poderá fazer participações especiais em alguns episódios.

Com informações do Hollywood Reporter  e TV Line

ABC compra drama médico baseado em série espanhola

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As séries médicas estão com tudo! Depois da CBS anunciar um novo drama médico, chegou a vez da ABC de fazer a mesma aposta.

NOTÍCIAS | Canal ABC produzirá série baseada em saga literária Sueca

A emissora comprou um novo drama baseado em Frágiles, série espanhola produzida em 2012. Ainda sem título, a série mostra um centro de reabilitação de alto risco de um hospital de trauma. É apresentada a história de um cirurgião altamente qualificado e bastante egocêntrico que pega o seu bisturi e trata problemas físicos – e também emocionais – de seus pacientes.

NOTÍCIAS | Nova série do canal ABC terá com enredo a sociedade secreta Skull and Bones

Thompson Evans está escrevendo a adaptação e Bob Setner será o produtor-executivo. A série espanhola foi produzida por Daniel Gutman e onde teve apenas duas temporadas que foram exibidas pelo canal Telecinco.

Com informações do Deadline.

CBS compra ‘The Advocate’, drama médico da produtora de ‘CSI’

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As séries médicas estão conquistando cada dia mais seu espeço nas emissoras de televisão. A CBS está produzindo um novo drama  intitulado The Advocate, que tem Carol Mendelsohn (CSI) como produtora-executiva.

NOTÍCIAS | CBS irá adaptar drama criminal austríaco

A história centra-se em um médico que descobriu a sua vocação como defensor da saúde das pessoas, e agora, trabalha a favor dos pacientes e seus familiares, resolvendo crises médicas e seus mistérios. Ele tenta ao máximo garantir todos os cuidados que as pessoas necessitam ao irem no hospital.

NOTÍCIAS | Criadores de ‘Sleepy Hollow’ vão desenvolver séries para a CBS e CW

Carol terá o apoio da CBS Studios para produzir a séries que conta também com a participação de Ayelet Waldman (As Coisas Impossíveis do Amor), que ficará com o roteiro. Judy Smith (Scandal) será a co-produtora executiva da série e Julie Weitz (Widow Detective) ficará na produção.

Com informações do Deadline.

Kelly Rutherford, de ‘Gossip Girl’, fará participação especial na série ‘Bones’

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Mais uma participação especial em Bones! A atriz Kelly Rutherford (Gossip Girl) interpretará Stephanie McNamara, uma antiga amiga de Hodgins (T.J Thyne) que acaba sendo envolvida na investigação de assassinato que está sendo solucionada pelo time do Jeffersonian, já que seu irmão acaba sendo chamado para interrogatório.

Assim como Hodgins, McNamara é membro de uma rica família, e embora ela fique feliz por revê-lo, o fato de estar relacionado, de certa forma, a um caso de homicídio acaba por jogar um balde de água fria na reunião de velhos amigos.

Lembrando que no hall das novas participações especiais em Bones, também teremos a presença de McKayla Maroney e Richard Schiff! 

Com informações do Spoiler TV

Damon Wayans Jr., o Coach, permanecerá em ‘New Girl’ até o final da temporada

Data/Hora 07/11/2013, 19:05. Autor
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Quando surgiu a confirmação do retorno de Damon Wayans Jr., o Coach, a New Girl, os fãs ficaram curiosos para ver como seria essa volta e como ele se encaixaria na série depois de tanto tempo. Para matar a curiosidade e descobrir se Coach ainda possui um espaço no loft, aí vem uma boa notícia: Wayans Jr. foi escalado para permanecer na comédia da Fox até o final dessa terceira temporada.

O ator teve a sua reaparição exibida no episódio intitulado Coach, que foi ao ar nos Estados Unidos no dia 05 de novembro. Quanto a sua permanência na série, ele é previsto para aparecer em cada episódio da temporada, embora ainda seja tido como convidado especial, já que ele precisa estar disponível caso queira estrelar o piloto de um projeto de comédia da Fox o qual ele é produtor executivo.

Só para lembrar, Damon Wayans Jr. participou do primeiro episódio de New Girl, como integrante do loft junto a Jess (Zooey Deschanel), Nick (Jake Johnson) e Schmidt (Max Greenfield). O ator deixou a série por ter um papel fixo em Happy Endings, da ABC, e foi dado como motivo uma suposta viagem (inexplicada) de Coach. Porém, quando Happy Endings foi cancelada, nada demorou para que rumores de uma possível volta de Wayans Jr. surgissem, e logo ele foi confirmado para participar de quatro episódios – isso até ser efetivado para o resto da temporada.

Após a saída de Coach, o loft ganhou um novo integrante, Winston, interpretado por Lamorne Morris. O que deixa os fãs curiosos, e preocupados, é o futuro de Winston, caso a permanência de Coach seja prolongada. Será que há espaço para os dois no pequeno apartamento da turma?

Damon Wayans Jr. é ator, produtor e diretor e, além de New Girl e Happy Endings, já trabalhou em séries como The Underground e My Wife & Kids.

New Girl é exibida todas as terças-feiras, pela Fox.

Com informações do Deadline.

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