Reunião de ‘Friends’ em ‘Cougar Town’: Matthew Perry participará da série de Courteney Cox

Data/Hora 13/11/2013, 17:45. Autor
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Apenas dois meses após a reunião de Matthew Perry e Courtney Cox em Go On, chegou a vez de Cougar Town ser o palco de um nova reunião dos astros de Friends. Perry retribuirá a visita de Cox e será convidado especial da série estrelada pela amiga.

De acordo com a TBS, emissora que transmite Cougar Town, os detalhes sobre o papel de Perry serão anunciados em breve. Perry será o aterceiro ator de Friends a participar de Cougar Town. Antes dele Jennifer Aniston e Lisa Kudrow marcaram presença na comédia.

A quinta temporada de Cougar Town estreia dia 7 de janeiro, na TBS.

Com informações do The Hollywood Reporter

Arrow – Crucible e League of Assassins

Data/Hora 13/11/2013, 15:39. Autor
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Seja bem vinda à Starling City, Sara Lance.

Mesmo que a revelação de quem era a Canário Negro tenha tirado a surpresa, a expectativa foi mantida e todo mundo pode confirmar que o episódio conseguiu introduzir bem essa nova personagem, que basicamente é o Oliver Queen da primeira temporada. Sendo vilã ou não, ela é essencialmente Ollie. Ela acredita em matanças, tem medo de criar elos com as pessoas e ela ainda acredita que sua vida acabou quando ela estava na Ilha. De muitas maneiras, Sara existe para fazer uma comparação do tanto que Oliver conseguiu crescer dentro da série e dentro de suas personalidades: Sara é tudo o que ele já foi, mas que não é mais.

Portanto, uma tentativa de “humanização” da personagem é necessária. Por enquanto, não tocaram na parte romântica que envolve Sara e Ollie, mas sabemos que isso virá em algum momento futuro. A Canário tem medo de se conectar com sua família, mas sabemos que o motivo dela ter voltado para Starling City é exatamente esse. Da mesma forma, um triângulo amoroso pode vir a acontecer no futuro, mas isso não é bom – a simpatia por Laurel Lance já está quase nula, imagina quando colocarem a outra Lance no meio.

E mais uma vez a verdade vem à tona quando Ollie confirma que havia visto Sara viva depois do naufrágio do Gambit. Mas é claro que ele não iria comentar sobre essa cena, afinal ela basicamente estava torturando o menino e Oliver é macho demais para confirmar que apanhou de uma mulher.

De qualquer forma, Oliver sempre teve diversos demônios interiores para lidar e nada é pior quando ele percebe que a família Lance realmente está se desmoronando. Ele pode até tentar ajudar Laurel, mas sabemos que no fundo, no fundo, ele não pode fazer nada – na verdade, até hoje Papa Lance culpa o menino pela morte da filha mais nova. Imagina quando ele descobrir que a filha está viva e que Ollie sabia disso.

Laurel continua, então, a ser a deprê da série. Drogada, bêbada e chorona são palavras que descrevem bem o que ela é nesse momento. Pelo menos, agora ela tem algum assunto em comum com o próprio pai (a bebida), então talvez ainda haja solução para o relacionamento danificado dos dois.

O desenvolvimento de Roy tinha sido mais prazeroso no episódio passado, mas é claro que colocaram Sin como uma vítima para mostrarem o tanto que o personagem se importa com os outros e o tanto que ele está disposto em sacrificar tudo para salvar vidas inocentes. Isso faria muito mais sentido, é claro, se Roy conhecesse Sin a mais tempo, mas tudo fica meio superficial e dramático demais, já que eles se encontraram uma só vez.

Isabel está de volta e fiquei feliz em perceber que ela está tentando ajudar Oliver, mesmo que sempre escolha as palavras erradas. As vidas de Oliver Queen – como Vigilante e Arqueiro – novamente se colidem, deixando espaço para que um Alderman apareça novamente para deixar claro que odeia quando Oliver marca um encontro e odeixa esperando longas horas!

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Em League of Assassins, depois da grande revelação de Crucible, Arrow se propôs a introduzir um pouco mais essa personagem que precisa ficar mais tempo na série. Sara Lance com certeza tem seus motivos para não querer se revelar, contando para seu pai e sua irmã que está viva, afinal como isso é possível se há uma liga inteira atrás da mesma? Porém, Sara não precisava se envergonhar do que ela teve que fazer. Tudo o que ela fez (ou pelo menos tudo o que sabemos, por enquanto) foi por sobrevivência. Tanto é isso que quando ela pode, foi embora da Liga das Sombras, deixando todo mundo esperando no meio da Ásia pelo seu retorno.

Na realidade, não foi mostrado muito sobre a Liga das Sombras. O que sabemos é que Ra’s Al Ghul está querendo a menina de volta. As expectativas para esse episódio foram imensas, e estava esperando mesmo que o tal vilão fizesse sua primeira aparição, mas fomos apresentados ao Professor Ivo, o tal criador do Amazo (perceba que esse é o nome do barco em que Oliver e Sara estavam seis anos atrás), um androide que tem como habilidade especial replicar as habilidades e poderes de vários super-heróis e super-vilões que ele entra em contato. Não sabemos se isso vai aparecer na série, já que Arrow não lida com poderes “sobrenaturais”, mas sabemos então que Ivo não está para brincadeira e não vai parar até conseguir o que ele quer.

Por isso, os flashbacks do episódio foram bem interessantes, mesmo que tenham mostrado coisas que já sabíamos, sobre Sara, pelo menos. Fica evidente aqui o aumento de desenvolvimento que a série está tendo em sua segunda temporada, apresentando bem seus personagens, para depois sentirmos sua falta quando forem embora. A introdução do Al-Owal foi bem curta, mas há a possibilidade do mesmo aparecer novamente em novos flashbacks.

O que mais agradou foi que Sara não demorou a contar a verdade para Papa Lance. Na realidade, foi Papa Lance quem ligou todos os pontos e percebeu que a filha é a nova Vigilante, mas convenhamos que ele está muito lento em não fazer essa ligação com Oliver Queen. Isso sem contar que tudo está mais claro: Felicity conhece Oliver, conhece o Vigilante e conhece a Sara. Sara conhece o Vigilante, Oliver, Felicity. Oliver conhece Felicity e conhece Sara. Vamos colocar a cabecinha pra funcionar, Lance! O reencontro de Sara e Lance com certeza foi um momento memorável para a série, mas convenhamos que Sara precisava continuar por mais um tempo em Starling City. A narrativa da personagem mal começou e a jogaram fora? Vamos torcer para que ela apareça logo (no presente), novamente.

O único elo fraco do episódio continua sendo Laurel e sua deprê eterna. Adoro que ela tentou de todas as formas conseguir Ollie na cama mais uma vez, só para não ter que lidar com seus próprios pensamentos. Estava esperando um desenvolvimento para esse plot, como por exemplo, ela finalmente se entregando de corpo e alma para o promotor de justiça, deixando todos para trás e se concentrando no que realmente importa.

O outro plot que tomou conta de mais da metade do episódio foi Mama Queen e sua vontade de morrer para não envergonhar os filhos do que ela já fez. Já foi avisado que algum personagem importante morreria nessa temporada, então continuo torcendo para que seja Mama Queen ou até Thea, para deixar Roy sozinho para que o mesmo consiga seu tão sonhado encontro com o Vigilante.

The Vampire Diaries – Handle With Care

Data/Hora 13/11/2013, 10:07. Autor
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Silas tomou a cura! E, bem, eu acrescentaria um “finalmente” a esta frase se o recipiente da tal cura não fosse a Katherine, que ultimamente tem ficado em situações cada vez piores.

Como todos sabem, Silas deveria tomar a cura para virar bruxo mortal novamente, destruir a “âncora” que faz existir o purgatório sobrenatural e então morrer.  A primeira parte foi realizada graças ao Damon bancando uma de traíra para alegrar a sonsa da Elena que quer a Bonnie de volta e assim entregando Katherine para Silas. Foi fácil, claro, por Kath ser uma humana quase indefesa, mas aí surge a dúvida a respeito do paradeiro de Nadia, que ficou séculos tentando encontrar a mãe, a protegeu por cinco minutos mas no final das contas a deixou para morrer.

Está certo que Katherine não morreu, mas também não está bem. Ao que tudo indica, depois de curada ela está envelhecendo todos os seus séculos de existência. Sabendo disso, mais uma vez eu me pergunto: “Onde está Nadia?!” Talvez agora seria interessante cogitar a ideia de tentar transformar Katherine em vampira novamente, não? Pelo menos parece ser uma solução mais rápida e eficaz do que o tal doutor Wes.

Katherine

Pois bem, mas voltando ao drama de Silas, ele descobriu o paradeiro da tal âncora e juntamente com Damon e Jeremy, foi atrás da tal para destruí-la e finalmente poder morrer para encontrar sua paz, enquanto os outros dois trocam a vida do bruxo pela de Bonnie. O problema é que, apesar de os três saberem onde o tal elemento mágico estava para assim o destruírem, não sabiam de fato do que se tratava. Então todos (principalmente Silas) acabaram surpreendidos mais uma vez pela astúcia de Tessa, ao abrirem a caixa do “tesouro” e se depararem com mais uma doppelganger Petrova, mais precisamente Amara (a namorada de Silas), que não estava morta no final das contas.

Era óbvio que depois de tanto tempo na fossa porque o amor da sua vida havia morrido, Silas não iria simplesmente destruir Amara. Além do mais, ele nem teria motivo para fazê-lo, já que somente queria morrer por causa dela. Entretanto, parece que a moça não estava muito interessada no amor milenar de Silas e, após acordada, só se importou mesmo em morder o “amado” para beber a cura e pronto. Ainda não se sabe se Silas morreu ou está na mesma que Katherine, mas caso ele tenha sobrevivido como aconteceu com ela, terá a maior desilusão amorosa da série.

A conclusão disso tudo é que a cura, assim como quando ela estava naquela pequena garrafinha antes de Katherine beber, voltou a passar de pessoa para outra, mesmo sendo de uma maneira um tanto “diferente”. E outra conclusão importante é que o destino é tão forte para unir as cópias de Silas e Amara ao longo dos anos, mas a moça assim que acordou ficou mais preocupada em morder o rapaz do que em pensar que ele é o grande amor da vida dela. Lógica boa essa aí. Já sobre Tessa, nem precisa comentar, não? Ela vem se mostrando cada vez mais esperta e inteligente ao longo da temporada, e agora que devolveu as memórias do Stefan, não duvidaria nada de uma aproximação de ambos.

Stefan_Tessa

P. S. [1]: É, Bonnie… Parece que não é pra você voltar mesmo, hein.

P. S. [2]: Katherine nem humana deixa de ser engraçada, toda comilona daquele jeito. Hahahaha. “Você é o policial do sanduíche?”

The Crazy Ones – Sydney, Australia

Data/Hora 13/11/2013, 09:04. Autor
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Sydney, Austrália. Sydney Roberts. O que as duas tem em comum? Muito, aparentemente.

O sétimo episódio de The Crazy Ones foi centrado, como o próprio título sugere, não somente em Sydney, a cidade australiana, mas também na nossa protagonista de mesmo nome. Desta vez, os roteiristas optaram por repetir, de certa forma, a fórmula tão bem-sucedida utilizada no episódio anterior, unindo todos os personagens em um mesmo arco. Ou quase isso. Nesta semana, os dois arcos distintos que dividiam o episódio a princípio, se juntaram magicamente – mentira, foi com um empurrãozinho de Simon, Zach e Andrew! – e se transformaram em um único arco. E não é que funcionou?

Já no início vemos Simon, Zach e Andrew em uma teleconferência com o Conselho de Turismo da Austrália, que quer que a Lewis, Roberts & Roberts desenvolva sua nova campanha publicitária com o objetivo de aumentar o turismo no país. Em menos de um minuto, aprendemos três coisas muito importantes: 1- Simon detesta a Austrália com todas as suas forças (e, aparentemente, o motivo desse ódio todo envolve uma sunga, álcool, jogadores de rúgbi, um canguru cinzento e uma mulher aborígene!); 2- O pessoal do Conselho de Turismo daquelas bandas é bastante exigente; 3- Simon também os odeia. Uma combinação explosiva como essa é garantia de confusão!

Enquanto isso, Syd fica bastante desapontada com a publicação de uma entrevista sua na revista Ad Age – especializada no mundo da publicidade – que a chama de “indiferente” e “distante” e, como se isso não fosse suficiente, a reduz a um mero papel coadjuvante na agência: “contraponto perfeito a seu pai gregário”.

Mas eis que aparece Danny Chase (em uma participação especialíssima do cantor Josh Groban), um compositor de jingles com quem Sydney trabalhou nos primórdios de sua carreira na década de 80 (que corte de cabelo era aquele, Syd?), para salvar o dia! Sua paixão platônica por Syd renasce das cinzas quando ele a vê na revista, e ele resolve mandar uma cesta para ela. Com um cd de uma música só. E o que dizer desse cd, meu Deus?

“Sydney, you’re one of a kind

Sydney, you’re so fine”

Música chiclete, no melhor estilo “PRE-PA-RA!”, duvido muito que alguém não passou horas a fio cantarolando esse refrão depois de assistir o episódio. A versão remix (!) e suas pérolas – “Você é mais gostosa do que uma asinha de frango” e “Você faz a dieta de Atkins, mas come como um camelo” – só não me fizeram rir mais do que Zach e Lauren revelando suas estratégias de stalkers veteranos. Da Lauren, já aprendemos a esperar QUALQUER coisa, mas… Até tu, Zach? Google alert!

Andrew aconselha Syd a não responder essa “gente tarada” – ao que Zach e Lauren respondem: “é, às vezes nós paramos” –, mas a moça é boazinha demais para ignorar o rapaz, ainda que ele seja completamente estranho. Danny fica tão feliz com a resposta que liga imediatamente para ela e a convida para o lançamento de seu álbum. Sem querer ferir os sentimentos do rapaz, ela sai pela tangente, mas topa tomar um café com ele. Syd, você realmente tem que aprender a dizer não!

“Ele não sabe que ignorar é o sinal internacional do ‘pare de ligar’? – Sydney

“Mas, para um perseguidor, ignorar é um tipo de preliminar… Notei que sua pergunta era retórica. Desculpe” – Lauren

Após ter inúmeras ligações ignoradas por Syd, Danny não consegue entender a indireta e simplesmente aparece na agência com o almoço (salada de ovo, really?), já que “a vadia tem que comer”! Sydney, enfim, dá um sonoro fora nele.

Enquanto isso, voltando ao drama australiano, Simon se desespera com a insatisfação do Conselho de Turismo à toda e qualquer ideia apresentada, e quer desistir de tudo quando o cliente pede que ele “emburreça” (!!) a campanha, que está “muito sofisticada”.

“If I could bitch-slap a country” – Simon

A partir daí, vemos o Mr. Roberts, Zach e Andrew se desdobrando para simplificar a tal campanha e somos presenteados com uma sequência bastante engraçada, que envolve até mesmo Priscilla. Ela mesma, a Rainha do Deserto! E com direito aos três vestidos de drag queen. O que mais poderíamos querer?

E como nem mesmo ela conseguiu agradar os australianos – “não sabemos quem é ela!” – Simon chuta o pau da barraca e xinga a Austrália, o que o deixa em uma saia justa, pois dessa vez os australianos ouvem tudo!

E foi justamente nesse momento de aperto – como sempre, quando se trata de Simon – que ele teve uma brilhante ideia: usar a música da Sydney. Sydney Roberts, que fique claro! E não é que os australianos adoraram a “simplicidade” daquele refrão estúpido?

“Sydney, you’re one of a kind

Sydney, you’re so fine”

Aparentemente, isso define o espírito único da Austrália. Então tá!

E é aí que vemos os dois arcos se juntarem da maneira mais inesperada possível. Agora, todos da Lewis, Roberts & Roberts estão unidos nesta missão (quase) impossível de convencer Danny – escorraçado por uma Sydney nada gentil, naquilo que foi a “pior coisa que Lauren já viu”. E olha que ela já foi estagiária de japoneses baleeiros! – a vender sua música para eles.

Então você quer que eu rasteje até o meu perseguidor, que saiu chorando quando o mandei sair da minha vida para sempre, e peça que ele venda a canção?” – Sydney

“Na verdade, a sua ideia é melhor. O que imaginei era bem mais humilhante.” – Simon

Pobre, Sydney! Com o apoio moral de seu pai, Zach, Andrew e Lauren, ela vai ao lançamento do cd de Danny com essa missão suicida. E é aqui que a série realmente funciona melhor: quando reduz o tempo de tela de Robin Williams e dá uma chance para o restante de seu elenco – talentosíssimo, por sinal! – brilhar.

Gargalhei com Andrew se passando pelo namorado da Syd ao mesmo tempo em que flertava com todas as garotas que cruzavam o seu caminho, contando dos bons e velhos tempos de faculdade em que abria os shows de uma banda chamada “Fedor Penetrante”. E o que dizer de Zach? Fangirling o Danny com vontade, cantando e curtindo suas músicas – e merchandising! – com a desculpa de que “são boas músicas para desacelerar depois do treino. Não que eu precise!”.

Syd, enfim, pede desculpas a Danny. Depois de rir muito com o Simon dizendo que tudo era culpa dele, “já que eu casei com uma vaca que só deu maus exemplos”, veio o momento fofo, onde Danny confessa que a música era, na verdade, um agradecimento, já que foi ela quem o incentivou a seguir uma carreira na música e convenceu-o que o mundo era feito de muito mais do que jingles. Syd, claro, se sente o último dos seres humanos, e ainda tem que ouvir a nova música de Danny, em uma vingancinha besta, porém cômica.

“Sydney é como o cara que partiu o coração da Adele” – Simon

E então, para resolver a questão de uma vez por todas, Simon vai até o camarim/banheiro de Danny (e Roland!) para ter uma conversa de homem para homem com ele. Bastou um discurso bem meia-boca do tipo “ela partiu o seu coração e você se tornou um artista” para que ele cedesse. Ou quase isso.

Convencido por Simon de que Sydney é como “o cara que partiu o coração da Adele”, Danny concorda em vender sua excêntrica love song para a agência sob uma condição: Sydney tem que concordar em partir o seu coração de vez em quando para, vocês sabem, manter sua inspiração em dia e transformá-lo num artista melhor.

Depois da tempestade, tudo está tranquilo para o pessoal da agência. Exceto para Sydney, que continua se punindo por ter sido tão grossa com Danny. E, para salvar o dia, Simon traz à tona um pedacinho de sua história, permitindo que o público também veja um lado mais humano do personagem. Afinal de contas, por que ele odeia tanto a Austrália?

Ele confessa: a Austrália lhe custou tudo, inclusive sua casa e seu casamento. Quem diria? Simon lembra da festa de aniversário surpresa que Syd havia lhe preparado após sua viagem, e que ele perdeu por estar bêbado demais. “Perdi tudo, menos você”, ele confessa. Syd, afinal, foi a única que não o julgou e ficou do seu lado, mudando a vida de seu pai, mesmo sem saber. Quem diria que Simon parou de beber por causa dela? É, Syd, não se preocupe: você é uma pessoa bastante generosa…

Aquele final foi a cereja do bolo! Antes de voltar para casa, Simon quer resolver mais um assunto com Danny: seu ódio pela Austrália em mais uma música genial. Mas… Foi na Nova Zelândia! E agora?

Apesar de não ter sido tão sensacional quanto o seu antecessor, Sydney, Australia merece quase a nota máxima, pois soube repetir uma fórmula que tem dado muito certo até aqui: além de reunir toda a equipe em um único arco – na medida do possível –, diminuiu o tempo de tela de Robin Williams, utilizando-o sabiamente, e permitindo, assim, que os demais personagens também tenham seu espaço para brilhar.

Até a semana que vem!

PS: Menção honrosa para aquele que foi, de longe, o diálogo mais engraçado de todo o episódio!

“Danny will sell us the song, if Sydney blows him off every now and then.” – Simon

“Phew! I thought this was going in another direction!” – Zach

Destaques na TV – quarta, 13/11

Data/Hora 13/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Bom dia! Programem-se com os destaques de hoje.

A 2ª temporada de Monroe é a estreia de hoje, encerra com duas temporadas e doze episódios. A série apresenta a vida do neurocirurgião Gabriel Monroe (James Nesbitt) e suas relações com a família, colegas de trabalho e pacientes. No trabalho, seus relacionamentos com os colegas e pacientes também não são dos melhores. Seguindo o estilo de House, o Dr. Monroe é arrogante e sofre de manias de grandeza. Ele mantém uma relação emocionalmente distante de seus pacientes e preserva a amizade do Dr. Laurence Shepherd (Tom Riley , Da Vinci’s Demons), anestesista, cuja vida amorosa é motivo de chacota para Monroe.

O episódio de A Bíblia / The Bible é o nascimento de Jesus, participando o ator português Diogo Morgado no papel de Jesus.

Na MTV chega a 2ª temporada de Catfish.

Sessão de Terapia – episódio Paula, Theo sai para fumar um cigarro e encontra Lia na calçada. Na consulta, Paula se sente frustrada por não estar grávida. Theo sugere que ela procure a mãe, Paula revela que descobriu que ela está morta.

Agora confira os demais destaques na TV.

FILM&ARTS
Miss Marple – 20 h
The Blue Rose – 22h (ep. 1×08)
Monroe – 23 h (ep 2×01) ESTREIA

MAX*
Les Revenants – 22 h (ep 1×03) corrigido

COMEDY CENTRAL
Happily Divorced – 20h30 (ep 2×04)

FOX
Se eu Fosse Você – 22h30 (ep 1×07)

RECORD
A Bíblia / The Bible – 21h30 (ep 1×06)

SONY
The Client List – 21h (ep 2×10)
Revenge – 22 h (ep 3×06)
The X Factor – 23 h

GLITZ
The Lying Games – 18h24 (ep 1×15)
Pretty Little Liars – 20 h (ep 2×13) / 20h50 (ep 2×14)

+GLOBOSAT
Traffics – Luta pela Vida – 22 h

BBC HD
Doctor Who – 22 h / 23 h

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Catfish – 22h30 NOVA TEMPORADA

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Primo Basílio – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

SBT
Pessoa de Interesse (Person of Interest) – 3h

MULTISHOW
Adorável Psicose – 22 h – 5a. temporada

GNT
Chegadas e Partidas – 20 h
Mulheres de Aço – 21 h
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×28)

Podem comentar.

Charlie Sheen quer fazer as pazes com Chuck Lorre

Data/Hora 12/11/2013, 22:13. Autor
Categorias Notícias

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Charlie Sheen parece arrependido de toda briga com Chuck Lorre (produtor de Two and a Half Men). Ele usou sua conta no Twitter no último domingo (10) para mandar uma mensagem a Lorre dizendo que havia tido uma ideia e que Lorre deveria ouvi-la depois que os dois fizessem as pazes.

Ele aproveitou para enfatizar que pretende fazer isso pessoalmente. O ator anexou ao tweet uma foto do troféu do People’s Choice Awards que a série Two and a Half Men ganhou em 2007, na categoria Comédia Favorita na TV.

Nem Chuck Lorre, nem nenhum representante da Warner Bros comentou sobre o assunto.

A briga de Lorre e Sheen começou em 2011, depois que Sheen dirigiu diversas ofensas ao produtor. Tal fato resultou na saída do ator de Two and a Half Men. Ele foi demitido da série e seu personagem foi morto. Resta saber que ideia é essa que Charlie Sheen teve.

Com informações do Inside TV

Fantine Thó, ex-Rouge, é uma das favoritas do ‘The Voice of Holland’

Data/Hora 12/11/2013, 21:44. Autor
Categorias Notícias

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Fantine Thó, ex-Rouge, banda formada em 2002 no reality show Popstars, está participando do The Voice of Holland e ganhou sua primeira batalha.

Fantine fez audição para o reality show holandês com a música Leave The Light On de Beth Hart e três dos quatro jurados viraram a cadeira para ela. Essa semana ela ganhou uma batalha a candidata Dominique cantando o hit Please Dont Stop The Music de Rihanna. Além de cantar, Fantine tocou violão e improvisou no meio da música alguns versos em português.

Fantine mora na Holanda desde 2007 com o marido e tem uma filha nascida lá. Ela andou afastada da música para se dedicar à família e volta como uma das favoritas do reality holandês.

Com informações do Caras

 

Cantora Stevie Nicks fará participação especial em ‘American Horror Story’

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Ryan Murphy anunciou hoje (12) em seu twitter que enfeitiçou mais um talento para a terceira temporada de American Horror Story. A “vítima” da vez é ninguém menos do que Stevie Nicks, cantora conhecida por sua carreira na banda Feetwood Mac, grupo de rock do qual participou na década de 1970.

A cantora é um ídolo da personagem Misty (Lily Rabe) e é apelidada pela sua fã de “The White Witch”. Para quem não se lembra, Misty disse em um dos primeiros episódios da temporada que era fã da cantora. Detalhes sobre a participação de Nicks ainda não foram divulgados.

American Horror Story: Coven vai ao ar às quartas-feiras, na FX americana.

Com informações do TV Guide e TV Line

Once Upon A Time – Dark Hollow

Data/Hora 12/11/2013, 14:39. Autor
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Com a reta final da primeira parte dessa temporada se aproximando, Once Upon A Time consegue manter um nível alto de qualidade em seu episódio. As coisas deverão ser mais agitadas daqui pra frente, como conseguimos notar neste episódio, que é bem definido por uma palavra: surpresa. A primeira e a mais chocante de todas: passaram-se cinco dias desde a saída dos nossos amados “Salvadores do Henry”. O tempo em Neverland é diferente, isso podemos afirmar, mas apenas cinco dias? Achei que já tinha passado pelo menos duas semanas de tanta enrolação.

OUAT 17

Falando sério, Dark Hollow veio como uma bela continuação do ótimo episódio da Ariel. Rumple e Regina mandam a sereia ir à Storybrooke para conseguir pegar um objeto mágico que será a ruína de Pan e a salvação de Henry e sua família. No momento em que falaram sobre o retorno de Storybrooke, fui bem contra tudo isso. Mais uma dimensão seria suicídio em Once Upon A Time, já que com três (na temporada passada) foi uma bagunça, quem diria com quatro? Mas estive completamente enganado. As partes passadas em Storybrooke foram ótimas de se assistir e até fiquei com saudades do clima de lá. A cidade estava sob um feitiço de proteção que Rumple deu à Belle, mas acabou não servindo de muita coisa, pois os ajudantes de Tamara e Greg conseguiram chegar à cidade antes que o feitiço funcionasse. Não sabia que um feitiço podia fazer aquilo com um carro, senti que estava vendo Under The Dome.

A parte de Storybrooke teria sido melhor se não fossem as atuações que estavam bem canastronas. Ariel foi a única salvação. A cena em que ela ajudava Belle a procurar o tal objeto mágico foi bastante engraçada e quebrou o clima tenso que estava se aproximando. Belle, que nos proporcionou ótimos momentos em seus episódios destaques, agiu um pouco perdida em seus atos. Não foi o melhor momento da atriz e da personagem. Quanto aos capangas de Pan (a identidade deles foi realmente uma boa surpresa), sem comentários quanto a atuação dos dois. Foi como assistir a Sessão da Tarde (com o seu pior filme) ao ver cena da mina.

OUAT 18

Em Neverland, Emma, Hook e Neal partiram em busca da Sombra de Pan para conseguir fugir. Imagino como eles vão fazer isso, pois carregar apenas Neal é aceitável. Quero ver carregar seis pessoas (sete se contarmos com Charming). A maneira como o triângulo amoroso está se desenvolvendo não podia ser melhor. As características de cada personagem se encaixaram perfeitamente para dar uma boa trama. Só foi um pouco forçado a cena da briga de Hook e Neal pelo isqueiro, muito clichê, mas ao menos teve serventia. A Emma finalmente conseguiu usar os seus poderes – graças a Regina diga-se de passagem – e salvou o dia. E sério que aquele coco que todos achavam ser um mapa era um pegador de sombras? A maior pegadinha de todas. Ponto para o Neal, que foi bem inteligente neste momento.

Do outro lado da ilha, Snow e Charming protagonizavam os momentos mais parados do episódio. As coisas só começaram a caminhar quando ela resolveu falar. Achei que ela estava chateada só porque não iria conseguir ter um novo filho, estava pegando raiva da personagem, mas as razões que ela deu foram convincentes e até senti pena da situação dos dois. Relembrou os bons tempos do casal. Se de um lado alguns personagens se acertavam, de outro tínhamos as desavenças. Henry, após ver a sua família no espelho mágico, resolveu enfrentar Pan e mostrar que não confiava no garoto, mas o vilão foi mais esperto e montou um ótimo plano. Quem diria que a pessoa da caixa era a Wendy! E que ótima maneira de fazer o Henry confiar de novo no Pan.

O episódio teve os seus momentos altos e os baixos, mas em sua grande parte foi em um nível alto. A maneira como as coisas estão sendo conduzidas deixa o futuro um pouco imprevisível. O que Rumple vai fazer com aquela caixa? Agora que não há mais empecilhos para Emma e sua turma salvarem Henry, como será que Pan vai reagir a nossa equipe de salvação? Bem, só torço para que as coisas fiquem bem agitadas, pois é disso que o Brasil e o resto do mundo gosta na série. Até semana que vem e não deixem a sombra do Pan pegar vocês!

White Collar – Controlling Interest

Data/Hora 12/11/2013, 14:04. Autor
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Novamente não demorou muito para a dupla Peter & Neal retomar os casos na Divisão de Crimes do Colarinho Branco do FBI (Federal Bureau of Investigation) – ou como disse Mozzie, Federal Bureau da Invasão. Desta vez o que ajudou – além da saudade de Burke de ir para a rua – foi a morte do novo supervisor de Neal e também a licença maternidade de Diana, que acabou deixando a divisão um tanto desfalcada. Quem agradece são os fãs da série, pois não há nada melhor que ver esses dois juntos novamente – e com o Mozzie na cola deles, é claro.

Com Peter e Neal de volta a campo, além dos casos em que os dois vão trabalhar juntos, White Collar ainda tem várias histórias paralelas que podem entrar em evidência a qualquer momento. O assassinato ainda não solucionado de David Siegel é um deles, e se junta ao problema de Neal nesta temporada: Curtis Hagen. Quem também pode reaparecer a qualquer momento é o pai de Neal, James, e pode deixar a vida do filho ainda mais complicada. White Collar começou sua quinta temporada criando mais caminhos para a série, o que pode deixar o roteiro aberto para diversas situações ao longo dos próximos episódios.

White Collar 5x04 Mozzie e Peter

Enquanto a vida de Neal não se complica ainda mais, em Controlling Interest ele encara um caso diferente de todos os demais que já apareceram em White Collar. A situação surge a partir de um criminoso que vai até o escritório do FBI e se entrega, mas não lembra ao certo do roubo que cometeu. A investigação acaba chegando até uma psiquiatra capaz de controlar a mente dos pacientes e fazer os criminosos roubarem para ela. Mara Summers é uma profissional competente, não muito confiável é claro, mas conseguiu enganar até Caffrey em uma primeira consulta. No entanto, logo depois, Neal fez Summers beber, literalmente, do seu próprio veneno.

White Collar 5x04 Mozzie Roupão

Além da construção do caso desse episódio ter sido diferenciada da maioria dos casos que já apareceu em White Collar, Neal acabou se identificando com o ex-criminoso que se entregou no início da trama. Nate Griffith procurava uma vida nova, longe dos crimes, e temia não poder ter uma vida normal com a família e longe de problemas com a polícia. Neal ainda tem as mesmas dúvidas sobre se um dia conseguirá deixar de ser um criminoso. No final de Controlling Interest ele continua confuso, mas parece um pouco mais confiante, principalmente em voltar a ser livre. Como Neal vai fazer isso? Nas suas palavras: para tudo há sempre uma solução.

PS: Quantos vivas vale o Mozzie de roupão e touca de banho? Impagável.

Sessão de Terapia – Semana 5

Data/Hora 12/11/2013, 13:28. Autor
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“Personagens só com qualidades são mal escritos, não são humanos”

A frase de Dora para Theo refere-se a como uma lembrança pode ser traidora ao omitir detalhes de uma pessoa que se conhece, mas também ilustra como as imperfeições dos personagens enriquecem uma história. Vamos conhecer as questões dos humanos que passaram pelo consultório do mais imperfeito de todos, o terapeuta que não segue os próprios conselhos.

Segunda-feira, 16 h

carol - chamada - TS

Carol esperou por aquele instante a semana inteira. Estava ansiosa para chegar o dia de ir à consulta com Theo. Enquanto ele não chegava, tinha conversas imaginárias com o terapeuta, a partir das lembranças de encontros anteriores. Carol tem algo para contar. Na sala de quimioterapia, sente-se em um universo paralelo, habitado por pessoas que se entreolham em cumplicidade. Tudo parece suportável, até que chega em casa, e a angústia da solidão a lembra de sua fragilidade e do medo de perder o controle.  Carol está acostumada a não “alugar”, a ser forte e a cuidar do irmão. Gosta de saber o que os outros acham dela e quer saber se Theo a acha agressiva. Ele sabe que esta é apenas a forma que a menina encontrou de se defender contra as circunstâncias. Não encontra em seu oncologista  palavras que a confortem por mais de dois minutos e não quer ser um fardo para os pais e para melhor amiga, Gabi. Carol tenta mudar de assunto, pergunta sobre a vida pessoal de Theo, e sua família, e ele mente dizendo que não tem problema algum com seus pais. A personagem de Bianca Comparato, então, pede ao psicólogo que vá com ela ao hospital novamente. Theo propõe que reconsidere suas possibilidades e a diz que não está sozinha como pensa. Carol se sente rejeitada e desabituada a ouvir – e dizer –“nãos”, afirma estar em uma conversa humilhante. Ao levantar-se bruscamente para sair, desmaia. De novo. Theo sai com ela nos braços.  Destaque para o excesso de closes: olhos, mãos e garganta seca de uma paciente que reluta para admitir a própria humanidade.

Terça-feira, 09 h

otavio - chamada - TS

No horário de Otávio (Claudio Cavalcanti) quem Theo encontra ao abrir a porta é Tati (Aline Leite), a filha que o empresário tentou resgatar de um retiro espiritual. A primeira coisa que notamos é seu cabelo, cortado assimetricamente conforme relatado, com preocupação, pelo pai em sessão anterior. É um dos símbolos de seu rompimento com o passado opressor. Tati esconde a tatuagem, sua orientação sexual e a namorada Érica, que a convenceu a perdoar Otávio e a levou ao seu encontro em São Paulo. Ao chegar, percebe que o pai também tem seus segredos, os quais culminaram em severas crises de pânico e depressão. Relata que Dr. Isaque, psiquiatra, recomendou que não deixassem Otávio sozinho.O pai controlador, por sua vez, mesmo doente, liga para saber se a filha chegou bem ao consultório. Tati sente raiva de tamanha obsessão por domínio, a descreve como “patética”, ao mesmo tempo em que tem medo de sua reação quando, finalmente a descobrir, em sua essência, tal como é. Theo diz que, em mandarim, as palavras “colapso” e “oportunidade” são representadas pelo mesmo ideograma e reforça o quão tênue é a fronteira entre proteção e prisão. A mulher que fugiu do vínculo do pai agora teme matá-lo de desgosto. Theo oferece seu espaço para que conte ao pai em um ambiente controlado, tudo que a sufoca. Este foi um episódio bastante interessante, pois matou a curiosidade que quem já ouvia falar da jovem há quatro semanas. Aparentemente, todos têm segredos e absolutamente todos são difíceis de guardar. A precária saúde de Otávio que o diga.

Quarta-feira, 11 h

paula - chamada - TS_

Ah, a Paula. Como Carol, se faz de forte enquanto desmorona por dentro. Antes de começar, o terapeuta prefere esclarecer o que lhe tem preocupado e diz respeito também à sua paciente: quem o está defendendo no processo que Antônio, pai de Breno, abriu contra ele é Luiz, marido de Paula. A mulher  fica indignada e imagina uma série de conspirações envolvendo os dois, uma delas que riem suas pelas costas  e que conversam sobre tudo que ela conta na sessão. Chega a perguntar se Luiz está com “cara de solteiro” e acusa Theo de ser antiético e que a sua conduta é responsável pelo processo por parte de Antônio, um golpe baixo que o terapeuta desconversa pelo bem do profissionalismo. Mesmo resistente, Paula começa a se abrir novamente e revela sua desconfiança de estar grávida. Acha irônica a sincronia do destino em realizar seu desejo quando está em pleno processo de divórcio. Theo sugere que, na verdade, ela está com medo não da maternidade, e de ser ruim desempenhando este papel, mas sim de não estar esperando um filho, o último recurso que teria para salvar o casamento sem precisar dar o braço a torcer na relação. Embora rejeite a hipótese, Paula admite o receio de fazer o teste de gravidez sozinha. Ela tem um na bolsa e pergunta se pode fazê-lo ali, durante a sessão. Ao retornar, enquanto longos minutos se arrastam, relata que gostaria de ter pego o caso de Theo e defendê-lo, se colocando melhor qualificada do que o marido. O teste revela o desfecho da dúvida, com Paula reproduzindo com dor em um sussurro: “Deu negativo”. Ela chora, e mais uma vez Adriana Lessa dá um show. Sem ao menos ouvir as palavras de conforto de Theo sai pela porta como que em fuga, mais uma vez.

Quinta-feira, 14 h

dani- chamada - TS

A consulta de Daniel (Derick Lecouffle) foi, de longe, a melhor da semana, por três motivos, um deles nada imparcial: (é um de meus personagens favoritos). Finalmente João (André Frateschi) percebeu como é estar na pele do filho. Quem não chorou com a reconciliação dos dois, que atire o primeiro lencinho. Ana, a mãe, ainda está viajando, pois decidiu adiar seu retorno. Com isso, o convívio de pai e filho foi forçosamente prolongado. Para Dani, os dias que tem passado com o pai são“show”. João estranha o entusiasmo. Após a partida da mãe, o adolescente voltou a comer em excesso e a contrariar as ordens do pai. Posteriormente, revela para Theo que foi um período desgastante e difícil, que culminou com o nojo que sentiu do garoto que estava sem tomar banho há algum tempo. João confessa que entendeu a solidão do filho ao pegar uma mala e encontrá-la cheia de salgadinhos, chocolates e doces diversos. Imaginou-o triste, solitário em seu quarto, comendo escondido, como maneira de lidar com a dor que os pais acabam compartilhando com ele. João chama Daniel, pede desculpas e pergunta se eles estão bem. Com a confirmação serena do pequeno, ambos se cumprimentam de um jeito peculiar e saem felizes. Theo, por outro lado, se identifica com João quando ele diz não amar seu pai e se recusa a repetir os mesmos erros cometidos por ele. Para João, responsabilidade e culpa se confundem e o terapeuta o faz ver que o único a não abandoná-lo foi justamente, Dani e aquela era a forma de testar o amor do pai, após a última sessão, quando teve medo de ter sido “esquecido” no consultório de Theo. Mesmo depois de tantas revelações o lado pai do terapeuta faz o exato oposto ao seu discurso de paz e perdão e trata Malu (Mayara Constantino), sua filha, com frieza e esta ameaça abandoná-lo como Theo tem feito com pai, cada vez mais enfermo.

 Sexta-feira, 17 h

dora- chamada - TS

O último dia útil da semana é, também, a chance que Theo tem de resolver suas próprias questões. Entretanto, ele não parece aproveitá-las muito bem, protegendo suas verdades com muito sarcasmo e raiva em suas sessões com Dora.  O terapeuta tenta comunicar-se com Míriam várias vezes, e ela parece evitar suas ligações. Dora estranha a pontualidade de Theo mas ele confessa que chegou mais cedo para confirmar a teoria de que sua amiga de infância está fugindo dele, com medo de “acabar com seu casamento falido”. Dora o questiona se ele quer estar no papel de amante, para saber como é. Theo nega, e responde que gostaria apenas de uma oportunidade de viver uma história bonita com Míriam. O terapeuta está mais receptivo aos comentários de Dora, e é bom vê-lo concordando com a orientação recebida. Theo reclama de pressão e comenta sobre a ameaça da filha em deixá-lo. Para ele, Malu vê um monstro que não quer visitar o próprio pai, enquanto utiliza o autoengano para manter sua decisão. “Ele sempre fica bem”, reafirma, como um mantra. Theo se ressente de que até em um leito de hospital seu pai se faz presente com o mal que causa. Ainda o vê como um grande vilão. Sua memória só registra defeitos e talvez Theo tema ver a fragilidade de seu pai. Ele está preso m um ciclo em que sente remorso por antecipação, pois sabe que se não for visitá-lo, pode carregar uma culpa eterna. Ao mesmo tempo, não consegue ir vê-lo, e Dora diz que precisa tentar quantas vezes for preciso. Theo até procura vencer seu bloqueio e para em frente à clínica onde seu pai está, porém ainda é muito para ele atravessar o portão. Theo vai embora e nós ficamos torcendo para que ele continue insistindo.

CW dá temporadas completas para ‘The Originals’, ‘The Tomorrow People’ e ‘Reign’

Data/Hora 12/11/2013, 10:26. Autor
Categorias Notícias

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A CW anunciou  nesta segunda-feira (11) que as séries estreantes The Originals, The Tomorrow People e Reign vão ganhar temporadas completas, ou seja, com 22 episódios.

“Nós estamos entusiasmados com o impulso criativo que os produtores estabeleceram para as nossas três novas séries, e agora os fãs terão a chance de ver as histórias se desdobrarem por completo nesta temporada”,  o presidente da CW, Mark Pedowitz, disse em um comunicado. “Com os episódios adicionais encomendados, além de dois novos dramas e um novo reality para a midseason, nós seremos capazes de continuar nosso compromisso em trazer mais programas originais durante todo ano”. Ele continuou: “Em apenas algumas temporadas, nós construímos uma grade de programação muito mais forte. Nossos números de audiência sobem a cada ano e a quantidade de expectadores digitais continua crescendo exponencialmente”.

As três séries apresentam bons números de audiência. The Originals, que é spin off de The Vampire Diaries, um dos dramas principais do canal, alcançou, no último episódio, 1.3 pontos na faixa-etária entre 18-49 anos, conseguindo um total de 2.7 milhões de telespectadores. A média de audiência de Reign na mesma faixa etária é de 0.8 pontos, ou seja, 2,1 milhões de TVs sintonizadas na CW em sua hora de exibição, enquanto The Tomorrow People alcançou 0.9 pontos e 2,4 milhões de espectadores.

Com informações do E! Online

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