Destaques na TV – domingo, 17/11

Data/Hora 17/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Se você conseguiu sobreviver ao feriadão, confira o que te espera na TV.

Com a participação de MacGyver … ops Richard Dean Anderson a Bitch do Apartamento 23 chega ao final da série.

É Dia dos Namorados (Valentine’s Day) em Modern Family e tudo pode acontecer.

O atentado para matar o Presidente Reagan é uma das histórias de fundo no episódio de The Americans.

Veremos hoje como Dexter reagirá quando souber que a Deb tentou matá-lo.

Revenge tem uma maratona a partir das 18 h dos 3 últimos episódios.

Neste domingo, Sai de Baixo conta com a presença da atriz Arlete Salles como convidada especial. No terceiro episódio exibido pela Globo, intitulado ‘O Garoto do Adeus’, ela interpreta Raimunda, a razão de todos os traumas amorosos de Vavá (Luis Gustavo).

Confira os demais destaques de domingo.

+GLOBOSAT
East West 101 – Choque de Culturas – 22 h (ep 1×02)

GLOBO
Sai de Baixo – 23h05 (depois do Fantástico)

FX
The Americans – 10 h (ep 1×04)
Dexter – 23 h (ep 8×05)

SONY
Top Chef Masters – 19 h – 4a. Temporada
Revenge – maratona a partir das 20 h – eps. 3×04/05/06
The Voice – 23 h

FOX
Modern Family – 10h35 (ep 4×14 – leia a review) / 11 h (ep 4×15 – leia a review)
Apartment 23 – 13h10 (ep 2×19) SERIES FINALE

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 11h30

HBO
Prófugos – 22 h (ep 2×10)
Boardwalk Empire – Império do Contrabando – 23 h (ep 4×07)

Até amanhã !

‘Bones’ escala estrela country em episódio da série

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Ainda não se sabe muito sobre o episódio no qual o ator David Boreanaz assume o papel de diretor de Bones, que chega ao nono ano, agora em novo dia. A série, que a partir do dia 15 de novembro passou a ser exibida às sextas, terá o seu astro principal atrás das câmaras, e por trás de todo o mistério sobre o episódio que o interprete do Seeley Booth, sabe-se apenas que será o décimo primeiro dessa temporada, e que Charlie Worsham estará nele.

Isso mesmo, o cantor country, responsável pelo sucesso Could It Be, fará uma participação para lá de especial no episódio. Ele será Colin, um aspirante a astro country que vai parar no centro de uma investigação do Jeffersonian.

O episódio ainda não tem data para ir ao ar, mas enquanto isso, vale a pena conferir o talento de Charlie para a música. Assista ao vídeo clipe oficial do single Could It Be.

 

Bones vai ao ar às sextas, no horário das 20h, na Fox americana. Aqui  no Brasil, a série é exibida também pela Fox.

Com informações do TV Line.

The Blacklist – Frederick Barnes e General Ludd

Data/Hora 16/11/2013, 23:32. Autor
Categorias Reviews

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Antes de partir pros comentários sobre Frederick Barnes e General Ludd, preciso me desculpar com vocês. A vida está mais corrida do que nunca, já que é final de semestre na Pós-Graduação e estou assoberbada. E muito embora vocês não tenham culpa disso, acabei pisando na bola. Perdão. Dito isso, vamos falar dos episódios, que trouxeram novas informações para a história. E que informações.

Em Frederick Barnes nós vimos, essencialmente, Lizzie tentando reconstruir seus relacionamentos. E se por um lado ela estava mais que disposta a recomeçar seu casamento – nem que para isso as paredes precisassem ser pintadas com “Abóbora da Vovó” -, a disposição para reconstruir o seu relacionamento com Red não era a mesma.

Acho bastante interessante a forma como Tom tem sido representado. Não consigo ter certeza do caráter do moço. Em Frederick, MAIS UMA VEZ, eu voltei a achar que ele é mesmo apenas um é professor inofensivo e extremamente fofo com sua esposa. A sala vazia, a comida chinesa e o abajur foram uma tacada de mestre, e Liz parece ter afastado de uma vez por todas as dúvidas sobre o caráter do marido.

Isso torna a história ainda mais interessante, especialmente porque depois da conversa entre Tom e Red em General Ludd eu voltei a achar que Tom nada mais é do que um criminoso fingido e dissimulado. Como pode?

Quando Red chega na mesa de Tom o olhar deste é de temor reverencial. A impressão é de que ele sabe exatamente quem está ali. E no decorrer da história toda fiquei com a impressão que ele sabe, inclusive, sobre os laços que ligam Red e Liz. Afinal de contas, todo aquele papo sobre o pai que estará olhando Lizzie nas sombras e rindo com ela na luz não pode ter sido em vão – ou só pra assustar as criancinhas. Claro, pode ter sido só uma impressão minha. Mas acho que aquele papo todo foi um aviso. Sendo assim, é melhor Tom andar nos trilhos. Caso contrario, Ryan Eggold ficará desempregado em breve.

The Blacklist - Frederick Barnes

E já que falei em pai, FINALMENTE foi revelado que Red é realmente o pai de Elizabeth. Gostei mais da revelação do que achei que gostaria. Apesar de ser extremamente clichê, funcionou bem.

Como imaginávamos, Red abandonou a família quando Liz era muito pequena. E um amigo seu – foi essa a impressão que ficou – assumiu a criação da garotinha, como se sua filha fosse, criando um vínculo muito forte com Liz. Bom, esse pai morreu. Ou melhor, teve sua morte natural antecipada por ninguém menos que Reddington.

Cara, que raiva! Fiquei muito nervosinha com o fato do Red ter usado a morte do amigo pra se aproximar de Liz, sendo que foi ele que a causou. Ok, ele sofreu por “ter” que matar o cara – só porque ele disse que Lizzie merecia saber da verdade – e pode até ter pensado em abreviar o sofrimento do amigo, mas ele acabou tirando a chance de Liz ver o pai mais uma vez. Safadeza pura. Por causa de coisas como essa meu coração não é tocado por cenas como a do balanço, que deveria ser tida como de uma beleza ímpar.

Isso porque é bem evidente que por mais que Liz tente se afastar de Red, ela não consegue expulsar ele da sua vida. Em Frederick Barnes ela teve a chance de mandar ele embora pra sempre, mas acabou deixando ele permanecer. Acho que nem ela entende muito bem o porquê dessa ligação, mas o fato é que ela existe. Mas quero só ver qual vai ser a reação dela quando toda a verdade vir à tona.

Claro, ainda há muitas coisas para descobrirmos. No final de Frederick Barnes Red explode uma casa que acabou de comprar. A cada na qual construiu uma família. E informa que “tenta esquecer todos os dias o que passou ali”. Quais seriam essas grandes recordações que Red deseja, literalmente, explodir? Ele gastou uma fortuna para que o lugar deixasse de existir, e isso – pra mim – significa que a história da partida dele deve ser muito mais suja e dramática do que imaginamos. Estou louca para descobrir mais sobre isso.

Quanto aos casos dos dois episódios, preciso informar que AMEI. Em Frederick Barnes acompanhamos a saga de Barnes, que se transforma em criminoso na tentativa de salvar o filho, portador de uma grave e rara doença negligenciada pela indústria farmacêutica.

Casos assim sempre são interessantes, já que fogem do maniqueísmo. Afinal de contas, é mais difícil odiar um pai que faz tudo o que faz para proteger um filho. Seria por isso, então, que é difícil desgostar completamente de Red?

O fato é que Liz está começando a endurecer, colocar a razão na frente da emoção. E Ressler é parte fundamental desse amadurecimento. Continuo adorando a dinâmica entre eles, o modo como ele a protege sem a acobertar, a forma como eles parecem compreender os caminhos um do outro (Tom, vá embora. Você está atrapalhando meu ship!).  No final das contas Elizabeth acaba colocando os interesses da coletividade antes dos particulares e Barnes acaba morto. E foi impossível não sentir uma pontada de pena do cientista, que nadou tanto e morreu na praia.

General Ludd teve outro bom caso. Questões envolvendo terrorismo sempre são interessantes, especialmente quando ele é interno. E em um tempo no qual o capitalismo sofre tantas críticas foi interessante ver como um grupo anti-capitalismo agia para fazer o sistema – engenhosamente – ruir. É claro que os caras eram bandidos sem escrúpulos, afinal das contas nada é mais capitalista do que os EUA, mas ainda assim a trama foi interessante de acompanhar. Ponto para os roteiristas de The Blacklist. Até agora, foram 8 escritores – só Bokenkamp que assinou 2 episódios, todos os demais foram responsáveis por apenas um – e a qualidade não caiu. Pelo contrário, tivemos 8 bons casos, instigantes e emocionantes. Torço pra que a série continue assim!

Dito tudo isso, informo que o próximo criminoso da lista negra virá em dose dupla. Serão dois episódios sobre Anslo Garrick, e o primeiro deles, segundo me conta, vai ao ar no dia 25 de novembro. Espero que depois da folga, The Blacklist volte ainda mais emocionante, e recheadinha de respostas e, é claro, de novas perguntas. Até lá.

The Blacklist - General Ludd

P.S.1: Robert Sean Leonard fez um ótimo trabalho interpretando Frederick Barnes. Com certeza os fãs de House gostaram de ver o ator de volta em grande estilo.

P.S.2: o que Red fará com as informações privilegiadas que vai obter acessando o banco de dados de criminosos perigosos do FBI?

P.S.3: Quero mais de Meera Malik na telinha. O personagem é bom, só precisa ser mais desenvolvido. Poderiam ceder tempo do chato do Cooper pra ela!

P.S.4: Ressler ganhou meu carinho e minha admiração. E anotem aí: a síndrome de super-herói que ele tem ainda vai colocar ele em graaaaaaaaandes apuros.

P.S.5: AH, eu queria tanto que o pai e o garotinho do início de General Ludd tivessem se salvado </3

P.S.6: por fim, pra encerrar o livro que os P.S. viraram, QUEM SÃO OS VIZINHOS ESPIÕES?

Parenthood – The Ring

Data/Hora 16/11/2013, 22:32. Autor
Categorias Reviews

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A cena inicial com Zeek foi muito boa e eu fiquei esperando ele aparecer escorregando só de meias pela sala ao som de Old Time Rock’n Roll, de Bob Segar. Ele falando com Camille pelo Skype foi muito fofo. Imagino que só assim para Zeek aprender a usar um computador e a internet. Estou cada vez mais curiosa para saber o que vai acontecer quando ela voltar.

Enquanto isso, Sarah foge da vida social e se esconde em casa com o pai. Como disse Carl, o vizinho e aparentemente futuro par romântico de Sarah, ela não deveria passar o sábado a noite trancada em casa. E não é uma questão de estar solteira, nem de achar um namorado, mas de sair, encontrar pessoas, ter uma vida vida social. O que será que ela faz tanto em casa? Joga Candy Crush?

E mais um assunto polêmico que eu gostei de como foi tratado: Jabbar resolveu seguir os passos da mãe e começou a fazer ballet ao invés de basketball. Crosby tentou lidar da melhor forma com isso, e o que eu achei mais legal foi que me pareceu que o maior problema dele não era o machismo (que a família Braverman costuma demonstrar com certa frequência) ou com o fato de Jabbar ser menino e ballet ser coisa de menina. O que me pareceu foi que Crosby estava triste por ter sido deixado de lado, por Jabbar ter escolhido algo em comum com a mãe e não com ele.

E Kristina indo cada vez melhor nas pesquisas da eleição e com cada vez mais chance. Eu ainda estou divida, torço muito por ela, mas ao mesmo tempo não sei se ela – e principalmente se o Adam – aguenta essa pressão. Bob Little já provou não ser uma pessoa com muita ética, então temo pelo futuro de Kristina na política. A prova disso foi a dúvida que ela ficou se usava ou não a antiga história de Amber com Bob Little na campanha. Não acho que Bob Little teria a menor dúvida do que fazer no lugar dela…

Amber continua projetando seus problemas no anel. Até a banda que está gravando no estúdio que ela trabalha estava mais empolgada com o anel do que ela mesma. Está claro que o problema da Amber não é só com o dinheiro gasto no anel, até acho que ela teria razão, caso realmente nao quisesse que Ryan gastasse tanto em algo que ela não fazia questão. Fiquei com a impressão de que no fundo ela esperava que Ryan ficasse bravo e terminasse com ela e ela poderia escapar desse casamento.

Victor é só mais um dos problemas de Julia e Joel e agora ficou claro como o casamento dele não está bem. Até Sydney percebeu, se bem que ela não conta, já que é uma pequena gênia. E fiquei com muita dó de Victor, parece pouco para um adulto, mas voltar um ano, ainda mais no meio do ano letivo, é bem dramático para uma criança. É nesse momento que ele realmente precisa dos pais e Julia e Joel estão cada vez mais distantes.

Detalhe para a cena em que Julia abraça Ed na escola. Os closes muito próximos dos atores ajudaram a passar o desespero e a confusão de Julia naquela hora e a aproximação dela com Ed. Uma maneira delicada de fazer com que os telespectadores se identifiquem com eles e com aquele momento, apesar da “quase traição” a Joel.

Piloto de ‘How I Met Your Dad’ é confirmado pelo canal CBS

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Depois de divulgarem que estavam em negociações com os criadores de How I Met Your Mother para a produção de um spin off da série, a CBS confirmou que vai produzir o piloto de How I Met Your Dad.

O spin off será bem parecido com a série original. Ele vai focar num grupo de amigos de Nova Iorque e nas histórias da uma integrante feminina desse grupo à procura do futuro pai de seus filhos.

Carter Bays e Craig Thomas, criadores de How I Met Your Mother, e a criadora de Up All Night, Emily Spivey serão os escritores e produtores executivos de How I Met Your Dad. O estúdio responsável pela série é a Fox 20th

How I Met Your Dad ainda não tem data de estreia definida.

Com informações do Variety

Revolution – The Patriot Act e Come Blow Your Horn

Data/Hora 16/11/2013, 20:50. Autor
Categorias Reviews

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BASS IS NOT DEAD, BITCHES! Haha *o* Eu sabia! Também, se estivesse, acabou a graça da série.

The Patriot Act foi um episódio legal, de verdade. Não foi o melhor da temporada (até agora), mas deu uma sequência satisfatória ao episódio anterior. Pois bem, chega em Willoughby um tal de Doutor Horn – que trabalhou com a Rachel -, investigando a carbonização dos soldados patriotas que quase pegaram o Miles. Ele, obviamente, sabe que foi a nanotecnologia, mas acha que quem a anda controlando é a nossa Prom Queen, Rachel Matheson. A loura, obviamente, passa a temer pela vida do amigo Aaron, e manda que ele saia da cidade e vá viver com Bass, que não, não ressuscitou, mas foi salvo pela nossa heroína (é, ela trocou as injeções e só deu um sossega leão nele –  eis a explicação da cena creepy dela abrindo a cova dele). Daí, o episódio gira todo em torno do planejamento e da fuga de Aaron: Gene – papai Patriota – se oferece para tirar o nosso Google man  da cidade, sim, com boas intenções. Acontece que Gene anda discordando da forma de agir dos Patriotas. Mas o médico é pego e acaba levando Aaron e Cynthia para uma cilada.

Enquanto isso, Tom busca salvar seu filhote. E no fim das contas, Justine é quem se estrepa: Neville não estava do seu lado, mas armando pra ela. Deixa-a presa no meio do centro de treinamento dos soldadinhos e vai embora. Deus que me perdoe, mas a cena de ele revelando que não estava com ela, mas contra ela, foi ridícula. O tenso é que o Giancarlo Esposito é um ator excelente, e colocam para a personagem dele aquele texto clichê que até dói.

Como disse: um episódio bom, com seus pontos baixos mas, numa visão geral, bastante estável e assistível. Achei muito, muito bons, de verdade, os flashbacks do Gene: deixam bastante claro a razão pela qual ele decide se voltar contra os Patriotas (mesmo que por debaixo dos panos). Gene é uma das minhas personagens favoritas atualmente, indubitavelmente.

Já Come Blow Your Horn foi um episódio mais interessante. Como o título deixa um tantinho claro, a oitava parte da temporada explora a vida do Dr. Horn – de quem eu gosto, apesar de ele ser um vilão nojentinho como todos os patriotas. Horn é uma personagem complexa, desde o episódio anterior isso é mostrado, e a exploração de sua história pessoal (flashbacks de sua vida quando jovem – antes do apagão -, as razões para o modo como age, etc). Além disso, as cenas da tortura de Aaron são bastante cabíveis; não que eu goste de ver meu mocinho favorito sofrer, mas Horn o tortura para descobrir como controlar a nanotech e se curar de seus tumores.

Confesso que achei as cenas Miles-Rachel-Charlie tão irrelevantes que vou nem comentar. Beleza, eles ficam lá tentando salvar o Aaron, mas não conseguem, bff. Depois de serem chamados de terroristas pelos patriotas, então… Cara, esses dois episódios foram bastante legais especialmente pelo fato de o Miles quase não ter aparecido. Tô de saco cheio dele já, acho que ele podia sumir e deixar a Rachel, a Charlie e o Bass resolverem tudo. Ele anda muito clichê, isso quando aparece. Campanha: Miles Out!

Neville foi atrás do maridão da Justine, dizer que sequestrou a poderosona. Não dá pra ver os motivos do Neville. Nada mais faz muito sentido no núcleo dele. Espero que, no final, toda essa enchessão de linguiça dê em alguma coisa porque, mon dieu, tá difícil. Aí o maridão vai ver a mulher, os dois têm uma conversa-drama e, TANÃ! Justine morre pela arma do marido. É, achei meio vacilo, eu estava começando a gostar dela. De qualquer jeito, esse núcleo do Neville não tem nada a ver com nada, e rezo pra que recuperem essa vertente da história. Convenhamos: Giancarlo Esposito e a própria personagem, Tom, são muito bons, e não merecem ser desperdiçados dessa forma.

Foram episódios assistíveis, como dito, mas não são o melhor que a produção de Revolution pode fazer. Cliffhangers, venham para mim! Precisamos de vocês para salvar nossa série!

Até breve, Revolucionários!

Grimm – A Dish Best Served Cold

Data/Hora 16/11/2013, 20:15. Autor
Categorias Reviews

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“É o parque da morte, onde ele gera vida para alimentá-lo. Gritos de dor são música para o seu banquete.”

No terceiro episódio da temporada Nick retorna a sua rotina normal, ou o que podemos chamar de normal em Grimm. Apesar dos efeitos do veneno zumbi em seu corpo ainda intrigarem Nick e preocuparem Juliette, o Grimm também é um policial e precisar trabalhar. Claro que o trabalho de Nick sempre acaba esbarrando em um caso que envolva um wesen. Ô cidade estranha essa de Portland! Em A Dish Best Served Cold quem ataca é um grupo de bauerschweins que trabalham em um restaurante e para se vingarem da histórica briga de gato e rato com os blutbadens resolvem eliminá-los pelo estômago.

O restaurante Raven & Rose tem um chef e uma equipe de cozinha wesen. Os bauerschweins servem um exótico prato como aperitivo, mas que na verdade contém um veneno fatal para os blutbadens. Assim, vários wesen como Monroe estão sendo mortos, encontrados em cima de árvores com as vísceras para fora, como se a barriga deles estivesse explodido. Por sorte, Monroe é vegetariano e Rosalee não deixou que ele retomasse antigos hábitos enquanto o casal jantava no restaurante e, muito sem jeito, combinavam de juntar as trouxas e morarem juntos.

Grimm 3x03 Pigs

Enquanto lidava com mais um estranho caso em Portland, Nick também relembrava a briga no bar enquanto estava sob efeito do veneno zumbi. No entanto, o peso na consciência de Nick não parece ser o principal problema do Grimm. Após exames médicos, Nick descobriu que seus batimentos cardíacos não modificam, mesmo sob intenso exercício físico. O veneno do Cracher-Mortel parece ter deixado Nick mais especial, mais forte, mas também pode ser algo capaz de afetar a sua saúde. Acredito que os efeitos serão positivos, Nick vai ficar mais para o Homem de Aço, mais forte, ágil e imbatível. Características que ajudam muito na hora de combater as criaturas estranhas que aparecem em Portland e também o provável revide da Família Real.

Bem longe de Portland, os mistérios que envolvem a morte de Eric continuam obscuros e a Família Real ainda parece não saber quem é o verdadeiro responsável pela morte do irmão de Renard. Enquanto isso, o espião do capitão na Suiça já está na cola de Adalind, que agora deixou de ser uma moça chatinha para ser novamente uma hexenbiest chatinha.

Grimm 3x03 Nick e Hank

Grimm mantém um nível agradável na temporada. Nenhum episódio foi espetacular até agora, mas todos cumpriram bem o seu papel, de entreter. O roteiro da série é rico em diversidades e a temporada pode tomar diferentes rumos. É difícil elaborar uma tese sobre o que vai acontecer nos próximos capítulos. Enquanto Grimm não apresenta seus caminhos, Nick, Hank, Renard, Monroe, Rosalee e até Juliette continuam nos servindo deliciosas histórias toda semana. Bon appetit!

New Girl – Menus

Data/Hora 16/11/2013, 19:41. Autor
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New Girl ainda não se decidiu se decola ou não nesta terceira temporada. Os episódios têm alternado entre o humor que conquistou seus admiradores (Keaton e Coach foram bem divertidos), mas pelo menos um aspecto compromete a série: os personagens. Os roteiristas parecem ter perdido a mão na construção de tramas e no desenvolvimento de cada um e, aparentemente, apenas Schmidt mantém sua essência (os fãs agradecem).

No episódio da semana, por debaixo da porta do apartamento desliza uma enorme quantidade de panfletos de um restaurante vizinho – os menus do título – e Nick deve dar muito lucro pois não dispensa a refeição nem no café da manhã.

new girl - T3E08 - menus - nick-dumplings - TS

O péssimo estilo de vida de Nick chama a atenção de Coach, o mais novo morador do loft. Ao ver o amigo se entupindo de bolinhos, insiste em convencê-lo a treinar. Nick, então, alega que Jess gosta dele como está, e ele sempre foi o cara do bolinho, ao contrário de Coach, cuja personalidade é mais proativa, a do homem de atitude.  O argumento que o treinador usa é bastante persuasivo: como Nick está iniciando um relacionamento mais sério, ele corre o risco de entrar para a categoria “boyfriend 15″ (ou namorado com cinco quilos a mais na balança) e se continuar como está pode até chegar a “boyfriend 20″ (o parceiro que ganha quase 10 quilos depois de começar a namorar). Cá entre nós, quem nunca?

O episódio desta semana trouxe muitas situações do tipo “tem outra coisa por trás disto”. Nick, ao comer compulsivamente, assume seu lado comodista em vez de arriscar a fazer algo que pode não dar certo. Coach se empenha tanto em ajudar o preguiçoso companheiro de apartamento porque desde que terminou seu relacionamento se sente receoso por não ser mais o mesmo treinador de antes.

Jess, por sua vez, voltou a ser a professora maluquinha, idealista e dedicada que amamos. O fato de alguns de seus alunos nunca terem conhecido o mar, mesmo morando em uma cidade litorânea, deu-lhe a ideia de promover o “Dia da Conservação do Oceano”. A sigla do evento é OCD (transtorno obsessivo compulsivo, mas o déficit de atenção de Jess deixou passar essa). Vejam a camiseta que a Senhorita Day preparou para o passeio especial que deseja fazer com a sua turma. Eu quero uma!

O diretor da escola, porém, acaba com seu entusiasmo, alegando falta de verba. Jess até tenta convencê-lo. Em uma tarefa, pediu que seus alunos desenhassem como achavam que era o mar e um de seus pupilos desenhou uma…rosquinha com asas?

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Não foi o suficiente. Jess fica desapontada por não conseguir proporcionar um dia inesquecível para seus alunos. Ao chegar em casa, desconta sua frustração nos menus do restaurante chinês, que continuam chegando. Com a batalha do passeio da escola perdida, esta é, segundo ela, a chance de fazer a diferença e promete acabar com o “eco-desastre” que é a impressão de tantos cardápios. Jess segue rumo ao restaurante para salvar o mundo. Um menu por vez.

Chegando ao estabelecimento, Jess começa seu discurso ecológico. Ela acredita ter convencido os responsáveis pelo  restaurante de parar com os panfletos e ainda nos presenteia com sua a hilária saída, a qual prova que não sabe -MESMO- lidar com um rapaz dizendo o quanto ela é bonita:

Não, isso é loucura. Não é verdade. Que idiota. É simplesmente idiota. Você é idiota. Você é legal. Você está animado para o feriado? Eu estou. Enfim…

Mandou bem, hein, Jess?

De volta ao loft, Coach e Nick seguem sua rotina de atividade física rendendo esperadas cenas da inabilidade do “cara do bolinho” em se exercitar, chegando, inclusive, a pedir comida chinesa para degustar no meio do treino.

A hostilidade entre Winston e Coach está chata. A impressão que se tem é de que rola uma invejinha recíproca e o treinador sempre dá uma alfinetada no ex-jogador de basquete. Winston, que já tem um lado psicopata meio aflorado, faz de tudo para competir com o personagem de Damon Wayans Jr. Até mesmo se exercitar completamente machucado para mostrar que ele é o Winston e não desiste nunca.

E o Schmidt, gente? Curtindo seu espaço, ligando para o Nick com desculpas para conversar com ele.

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Com a mudança, Schmidt aparece menos, porém é o único que arranca risadas em todas as cenas em que aparece. Como quando pede para Nick colocá-lo no viva-voz e Winston grita que Nick faz exercícios de calça jeans. (Nick’s on jeans vira Nixon Jeans.) O rapaz fica tentando adivinhar que porcaria é esta de Nixon Jeans. Ele dançando sozinho na cozinha enquanto ouve a música que vem do apartamento de Nick é impagável. E Coach Nick brincando sobre o tamanho das calças de Schmidt, tão pequenas que fazem ele parecer um fantoche.  Ah, e esta pérola, quando vê Winston saindo do apartamento de cadeira de rodas (que ele “achou em uma vala), o querido d-bag desabafa:

O quê? Winston em uma cadeira de rodas? O que falta agora? O Roberto Benigni vir correndo pelo corredor e fazendo todo mundo rir?

Boa, Schmidt, mas você é mais imprevisível que o diretor italiano.

Bom, para resumir o final da história: Nick com seu discurso motivador encoraja Jess e Coach a reagirem diante das frustrações pelas quais passaram e não desistam como ele próprio costuma fazer. Coach admite que Winston é forte e não desiste das coisas facilmente, Nick começa a se sentir disposto para se exercitar e Jess, com a van do restaurante chinês, leva as crianças à praia. Afinal, “se um cachorro quente pode ser um chapéu, tudo é possível”.

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O final lembrou um outro, também na praia, quando Nick acreditou que estava com um tumor. Foi legal vê-los se divertindo como em outros tempos, entretanto, mais uma vez, vale lembrar que os roteiristas optaram por manter Coach até o fim da temporada, porém com isso Winston, que desde o início da temporada estava muito deslocado na série, agora parece se esforçar demais para garantir seu espaço. Ele é um personagem muito querido entre os fãs e muitos reconhecem que está sendo mal aproveitado. A Jess andava meio apagadinha, mas a sua história da semana a trouxe de volta. E Cece, apareceu, por cinco minutos no máximo, para trazer a comida de Nick.

Estamos de olho na turma. Esperançosos, mas ainda desconfiados sobre o futuro do grupo de amigos.

Destaques na TV – sábado, 16/11

Data/Hora 16/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Sábado chegou com séries se despedindo.

Callen e Hanna encerram a quarta temporada de NCIS: Los Angeles, em episódio explosivo e com a volta de Christopher Lambert (Highlander).

Crimonosos ao estilo Bonnie & Clyde darão trabalho aos agentes do FBI em White Collar, com a volta de Hilarie Burton (One Tree Hill).

Fãs poderão acompanhar os quatro primeiros episódios do segundo ano da série, o Canal Universal exibe, das 12h20 às 16h, uma maratona especial com os quatro primeiros episódios da segunda temporada de Chicago Fire.

Com os dois episódios de Castle varando a madrugada, chegamos ao final de temporada com as participações de Carlos Bernado (24 Horas), Eric Lange (The Bridge) e Catherine Dent (The Shield) no episódio The Human Factor, em seguida no episódio Watershed tem a participação de Kyle Secor (Homicide).

Confiram os destaques para sábado e para a manhã de domingo.

SONY
Castle – 00h30 (ep 5×23 – leia a review) / 1h30 (ep 5×24 – leia a review) SEASON FINALE

FOX
White Collar – 12h35 (ep 4×14 – leia o review)

UNIVERSAL
Chicago Fire – 12h20 – A Problem House (ep 2×01)
Chicago Fire – 13h15 – Prove It (ep 2×02)
Chicago Fire – 14h10 – Defcon 1 (ep 2×03)
Chicago Fire – 15h05 – A Nuisance Call (ep 2×04)
Rookie Blue – 17 h (ep 3×11 – leia a review)

A&E
NCIS:LA – 21 h (ep 4×24) SEASON FINALE

+GLOBOSAT
O Último Policial (The Last Cop) – 22 h (ep 2×11)

VIVA
Antonia – 23h15 (ep 2×05) SERIES FINALE
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (domingo – 17/11)
The Americans – 10h15 (ep 1×04)

Até amanhã !

The Walking Dead – Internment

Data/Hora 15/11/2013, 15:39. Autor
Categorias Reviews

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Primeiramente gostaria de pedir desculpas por duas coisa: pelo atraso para liberar esse texto e por ainda não ter respondido os comentários nas duas últimas reviews. A vida está bem corridas esses dias, mas espero colocar tudo em dia nos próximos feriados. Tendo dito isso, vamos ao que realmente interessa. Internment.

Rick retorna para prisão com o peso na consciência de sua controvérsia decisão de expulsar a Carol. Mas como é um cara de sorte, ele não precisa lidar com isso logo de cara, já que boa parte do grupo está debilitado com a “doença” e a outra parte ainda não voltou da expedição à faculdade de veterinária. Porém é recebido por Maggie que acaba concordando, muito facilmente, com sua atitude.

Logo na primeira cena, enquanto Rick está dirigindo, fiquei com medo da cara que ele fez! Não sei se todo mundo reparou, ou eu que estava com a tela do computador grudada na minha cara, mas era uma expressão meio “demoníaca”. Pode ser coisa da minha cabeça…

Rick

Outra coisa que me chamou a atenção foi a facilidade que a Maggie aceitou a expulsão da Carol. Achei ela aliviada do tipo: “ufa, ela assumiu toda a culpa”. Sei lá, posso estar viajando legal, mas acho que a Maggie ajudou a Carol.

Quarentena

O pessoal da quarentena vai de mal a pior. Hershel, seu chá e seu otimismo conseguiriam manter a galera por um tempo, mas infelizmente não foi o suficiente. Praticamente todos os doentes resolveram virar walkers de uma vez. Será que Lizzie, depois de ver tanta gente morrer, inclusive seu pai, ainda não se tocou que os walkers não são amigos? Momentos de muita tensão.

Outro que me surpreendeu foi Hershel. Achei ele muito cheio de “princípios” ao “matar” as pessoas. Sei que ali todos eram amigos, tinha as crianças e o objetivo era manter uma ordem, mas ele também já é rodado nessa questão walker!

Hershel

Com o caos instalado nessa parte da prisão, Maggie, depois de ouvir tiros, deixa a cerca de lado e segue para ver o que estava acontecendo. Ao chegar encontra seu pai brigando na rede com um walker e Glenn nas últimas! Mas Hershel consegue usar sua “medicina” e o salva. Pelo menos por enquanto. Daryl, Michonne, Tyreese e Bob retornam com os remédios e isso é mais uma esperança para os poucos doentes restantes.

Tirou ao Alvo

Rick está tentando de todas as formas se aproximar de Carl (que não é mais uma criança a muito tempo), desde o início da temporada. Mas neste episódio ele finalmente enxergou que ele cresceu. Demorou hein! E nada melhor que um tiro ao alvo com walkers para aproximar as pessoas.

Este episódio foi infinitamente melhor que Indifference e com isso a quarta temporada volta ao eixo e caminha para ser uma das melhores da série. Só espero que não enrolem muito com os doentes. Ou geral morre logo, ou fica bom! Já deu.

Mas a cereja do bolo foi o final. The Governador is back!

Governador

Muito ansioso para ver o que vai acontecer. Até Live Bait.

Considerações Finais:

– Sei que Maggie e Glenn quase não apareceram nessa temporada, mas gosto muito deles. Não queria que, depois de tudo que passaram, ele morrer por causa de uma “doença”. Digo o mesmo para a Sasha.

– Quero só ver se Daryl vai aceitar a expulsão da Carol tão tranquilamente como foi com Maggie e Hershel.

– Cadê Beth e Judith? Têm dois episódios que elas não aparecem.

– A hortinha de Rick fazendeiro deu fruto, quer dizer, feijões.

– Um salva de palmas para o cara que fez a trilha deste episódio. Inspiradíssima!

Person of Interest – Endgame

Data/Hora 15/11/2013, 14:35. Autor
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Endgame, finalmente, trouxe de volta a excelência das temporadas anteriores. E quem diria que o melhor episódio da temporada até o momento viria com uma história onde Carter seria a protagonista? Pois devo confessar que ela era o personagem da série de quem eu menos gostava. Era… Nesse episódio ela me ganhou.

Reconciliei-me também com a equipe criativa. Entre tantas coisas, porque o roteiro teve dessas idas e vindas de que tanto gosto nas criações dos irmãos Nolan. E se o próprio Christopher não deu nem um palpite na história, certamente fez escola com Sylvain Wihte, que dirigiu o episódio, e Nick Van Zeebroeck e Michael Sopczynski, responsáveis pelo roteiro.

O episódio, volto a dizer, foi um presente.

Em primeiro lugar porque os flashbacks sobre o marido de Carter humanizaram a personagem, sem dar-lhe um ar piegas, característica que sempre associei a ela até então. Outro ponto a favor da construção da história foi a forma como a relação entre ela e o marido foi apresentada, pois já deixava intuir a conclusão que estava por vir: ele havia se recuperado e estava com Tyler. Isso colocava a atual ação de Carter em perspectiva: ela iria sair ilesa da briga com a HR ou o fato de já ter encontrado em porto seguro para o filho significava que seria o último episódio em que ela apareceria?

Experimentei a mesma sensação angustiante em relação a Fusco. Quando Carter aparentemente aceitou sua ajuda para ir atrás da cúpula da HR, foi a minha vez de pensar o mesmo em relação a ele. Fusco tem realmente sido um personagem coadjuvante, portanto, seria dispensável. Caso ele morresse em uma troca de tiros com a HR, ele se redimiria em relação ao seu passado e salvaria uma pessoa que ele admira e considera sua amiga. Felizmente era somente um blefe!

Outro ponto a favor de Endgame foi a forma como a ação foi planejada: não uma explosão tipo Rambo (que aconteceria caso Carter tivesse aceitado a ajuda da Shaw), mas um jogo sutil entre gato e rato. E Carter foi distribuindo iscas a torto e a direito. Usou Elias para colocar a Máfia Russa contra a HR; usou um atentado contra Alonzo Quin para colocar a HR contra a Máfia Russa. Deixou Finch e Reese no escuro sobre a origem da guerra que estava por vir (eles somente associaram o confronto entre a HR e a Máfia Russa com Carter quando Shaw contou sobre os armamentos que havia fornecido a ela). E até mesmo no momento em que os policiais da HR iriam executar seus inimigos e Reese e Shaw estavam lá para impedir um assassinato em massa (afinal os números dos CPFs haviam sido dados pela Máquina e eles deveriam intervir), Carter providenciou a ação da polícia.

E este foi outro ponto a favor do episódio: Carter montou uma ação grandiosa sem ferir seus princípios. Por isso, mesmo quando ela teve a oportunidade de matar Alonza Quin e vingar a morte de Cal Beecher, ela não o fez. Ela, acima de tudo, tenta preservar as leis.

E finalmente, quando somos levados a crer que ela havia se enganado com o juiz Andrew Monahan, acreditando que ele estava imune à HR, e é pega em uma armadilha da organização criminosa, e toda a construção da possibilidade de que o personagem iria morrer neste episódio parecia que iria se concretizar, descobrimos que ela havia acionado Finch e Reese: produzindo provas contra Alonzo Quin e conseguindo reforços para sair da situação de perigo em que se encontrava. Nesta hora sim, senti falta de Shaw, ela não teria deixado Simmons vivo…

… mas aí não teríamos aquele clighanger fantástico, mostrando que a cabeça que corre serio risco de rolar dessa vez é a do próprio Reese, que foi colocado no radar da HR. Talvez Fusco e Elias, possam dar uma ajudinha extra dessa vez.

Roteiro perfeito. Direção perfeita. Nota do episódio: inquantificável, cinco apenas pró-forma.

How I Met Your Mother – Platonish

Data/Hora 15/11/2013, 13:30. Autor
Categorias Reviews

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Em Platonish, How I Met Your Mother viaja no tempo, visita suas origens e apresenta um dos episódios mais engraçados da nona temporada. Somos todos transportados para Nova York, alguns meses antes, e lá é como se os fãs estivessem em casa. Podemos ver o bom e velho Barney sendo naturalmente hilário e o mesmo Ted destrambelhado com seus sentimentos por Robin. A nostalgia é automática pelos primeiros anos da série.

O flashback dura praticamente todo o episódio e a razão é simples: explicar o único desafio não concluído de Barney. Durante as cenas vemos ele sendo desafiado ao extremo por Lily e Robin a conquistar mulheres das maneiras mais inusitadas – para não usar a palavra lendárias – que se possa imaginar. Não importa se está imitando um golfinho ou vestido com lixo, Barney é um mito e não há como não gostar de um personagem que te faz rir tanto.

How I Met Your Mother - Platonish2

E então temos a Mãe. Confesso que quando a vi tomei um breve susto, mas matematicamente falando, em uma cidade em que Barney consegue tanta mulher, era meio óbvio que ele esbarraria na futura esposa de Ted em algum momento. Foi uma surpresa vê-la no episódio, afinal, já estava acostumado com somente pequenas aparições dela em flashfowards. Mas este foi o primeiro momento em que a Mãe interferiu na vida de algum dos protagonistas. Foi dela o primeiro passo para que “The Robin” fosse escrita. Foi dela o primeiro passo para o casamento que dá cenário a toda essa nona temporada acontecesse, e como é bom poder saber disso.

Em meio aos desafios de Barney, há também o jogo de basquete no qual estão Ted e Marshall. O assunto, é claro, não poderia ser outro se não Robin. “Meio-platônico”, é essa a definição que ele dá sobre seu sentimento por Robin. E é muito bom ver que, enquanto Ted dizia “Ela não está indo para lugar nenhum”, como se Robin nunca fosse encontrar alguém que a amasse tanto quanto ele, alguém estava dando o máximo de si para conquistá-la. Isto encerra todas as discussões sobre quem merece ficar com a agente da S.H.I.E.L.D., não é?

O equilíbrio entre humor e foco na história que Platonish conseguiu apresentar deve ser tomado como padrão daqui para frente, para que, ao final da temporada, possamos dizer que o fim de How I Met Your Mother foi digno da grande série que ela foi.

PS: Tenho que mencionar a participação do brilhante Bryan Craston no episódio. A presença dele só engrandece ainda mais a série.

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