Destaques na TV – segunda, 18/11

Data/Hora 18/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Esteias continuam acontecendo, confira o que tem para sua TV.

O Canal Universal tem estreia dupla, na segunda temporada de Beauty and the Beast, três meses terão se passado após os eventos do último episódio, veremos como a detetive e JT estão lidando com a ausência do ex-médico. Vincent pode ter sido sequestrado, mas isso não quer dizer que Cat vai desistir de seu grande amor, Ted Whittall (Smallville) fará participação recorrente como o verdadeiro pai biológico de Cat.

No terceiro ano de Grimm, Juliette junto com os amigos wesen Monroe e Rosalee terão a missão de salvar Nick, que foi transformado em zumbi e será transportado à Europa.

Nos EUA Super Fun Night e Two And a Half Man tiveram um hiato de uma semana e aqui a Warner faz o mesmo.

O ator Rupert Penry-Jones está em duas séries que estreiam a sua 2a. temporada esta noite, Silk no Film&Arts e Whitechapel na BBC HD.

Matt Davis (The Vampire Diaries / Cult) se junta a equipe de CSI.

Hotch sofre um colapso devido a complicações de seu esfaqueamento nas mãos de George Foyet, conhecido como “The Reaper”, ele experimenta visões de sua falecida esposa, Haley e seu inimigo, Foyet, participações especiais de C. Thomas Howell (Southland), Meredith Monroe (Dawson’s Creek) e Todd Stashwick (Heroes) no episódio de Criminal Minds.

The Michael J. Fox Show tem a participação especial de Anne Heche (Save Me / Men in Trees).

Sessão de Terapia – episódio Carol, o conselho decide arquivar o processo de Theo. Mais tarde Carol anuncia que pretende deixar a terapia. Theo insiste para que ela continue, mas Carol está decidida. Theo pede que ela dê notícias. Carol agradece e sai.

Confira as demais atrações dos canais de TV para esta noite.

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22 h (ep 2×01) ESTREIA
Grimm – 23 h (ep 3×01 – leia a review) ESTREIA

BBC HD
Whitechapel – 22 h (ep 2×01) ESTREIA

FILM&ARTS
Silk – 21 h (ep 2×01) ESTREIA

TNT
Under the Dome – 22:30 (ep 1×03 – leia a review)

COMEDY CENTRAL
The Michael J. Fox Show – 20h30 (ep 1×04)

AXN
Criminal Minds – 22 h (ep 9×05)

TCM
Elas – 21 h

WARNER
Super Fun Night – 20 h (ep 1×01) REPRISE
Two And a Half Man – 20h30 (ep 11×01) REPRISE
Hostages – 22h25 (ep 1×08)

SONY
CSI – 21h (ep 14×06)
Scandal – 22h (ep 2×15)
The Voice – 23 h

GNT
Offspring – 17h (ep 3×08)
Pirei com Betty Lago– 20h30
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×31)
Copa Hotel – 23h (ep 2×08)

HBO
Master of Sex – 21 h (ep 1×07)

MAXPRIME*e
Strike Back – 21h (ep 4×04)

+GLOBOSAT
Line 32 – 22 h (ep 1×05)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Awkward – 23 h (ep 2×03) / 23h30 (ep 2×04)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Primo Basílio – 23h15 (de segunda a sexta) FINAL
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta)

Vejo vocês amanhã !

Bones – The Dude in the Dam e The Fury in the Jury

Data/Hora 17/11/2013, 16:03. Autor
Categorias Reviews

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Mudar é um verbo transitivo, assim como a própria essência dessa palavra. Transita de um lugar para outro; desloca, modifica e transforma. Mudança também é definida como renovação, é seguir uma nova direção.

O dicionário diz que mudar é perder os hábitos anteriores, e creio que esteja certo. Mas mudar não é fácil. Nunca é. Essa foi uma semana cheia de mudanças para os fãs de Bones. Cheia de episódios inéditos, cheia de expectativa e cheia de ter que ficar respondendo quem pergunta se a série vai ser cancelada ou não. A mudança da série para às sextas presenteou quem acompanha a história com  o último episódio da segunda, The Dude in the Dam e o primeiro episódio em seu novo horário, The Fury in the Jury. 

Com dois episódios medianos, Bones despertou nos telespectadores um sentimento arrasador. Estaria na hora do show acabar? Claro que não. Como toda mudança, vai levar um tempo apar acostumarmos com tudo isso. Mas se conselho for algo que deva ser dado em uma resenha, digo apenas uma coisa: relaxem, e aproveitem, não é todo dia que uma série chega ao nono ano ainda tão querida pelos fãs.

Apesar da audiência ter caído um pouco na sexta-feira, em comparação com os números da segunda, é preciso entender o contexto. Perceber que às sextas, adultos não ficam em casa, e que a série tem grandes chances de crescer em DVR. Realmente não acredito na jogada da FOX, que justificou a mudança de horário da série como uma nova estratégia de crescer os números da sexta. De fato, foram quase 30% maior com a estreia da série nesse horário, mas acho que a mudança foi uma falta de respeito. A série estava bem nas segundas, mas eles precisavam de espaço pras novas estreias.

Em geral, a Fox é uma emissora lamentável. Não é à toa que está entre a terceira e quarta emissora dos Estados Unidos, e nunca vai passar disso. Chamo a atenção que é preciso ter cuidado ao falar de audiência. Há muito barulho, e quase sempre por nada. Não vou dar uma lição sobre a análise desses números aqui, mas pensem no seguinte: se você tem um programa numa emissora que não é a mais assistida, como a NBC e ABC, você terá números desiguais.

A impressão que dá é que as pessoas acham que podem colocar tudo no mesmo nível. Outra coisa que influencia é o dia que a série vai ao ar. Sexta e sábado não é dia de ficar em casa, se você tem dinheiro e vida social. Ou seja, gente grande, o tal público-alvo, não assiste TV nesses dias. Se me permitem uma pequena comparação, Fringe, a outra grande injustiçada da Fox, terminou sua última temporada com uma média de público geral de 3 milhões e 1.o na demo. Então, sim, acreditem, Bones está bem.

Mas isso não é tudo. Se serve de consolo, sobrevivemos nove anos nesse ambiente questionável, isso para não classificá-lo de algo pior, ou mal criado, e não será agora que vamos desanimar. A Fox ainda depende das estreias da mid-season, pois querendo ou não, apesar de Sleepy Hollow e de The Following irem bem agora, Bones ainda continua sendo a única série consolidada do canal.

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The Dude in the Dam

Quando eu soube que a Kathy Reichs tinha assinado o roteiro desse episódio, já contava com o desapontamento. Até hoje, não entendo o sucesso dessa mulher, já que para uma escritora reconhecida, ela tem uma narrativa bem medíocre. A única coisa que gosto em Reichs é o fato dela ter criado os romances da Dra. Temperance Brennan e eles terem virado uma série de TV. Fora isso? Ela não passa de uma grande diva do senso comum, um lugar onde detalhes não fazem a diferença.

Talvez por isso, o episódio não tenha me parecido tão ruim assim. Quando a gente não cria expectativas, ainda mais daquelas bem altas, fica extremamente mais fácil lidar com a pobre escrita de Reichs. Ainda mais sabendo que The Dude in the Dam era um extra da oitava temporada, sim, aceitar a história como ela foi não me pareceu impossível.

Digo isso porque já nos aproximamos da metade da nona temporada, e a série fica brincando com a inconstância entre ótimos episódios e aqueles que já esqueci. Mas é como eu disse, estou ajustando minhas expectativas. É melhor do que ficar com aquela ladainha de “não fazem mais episódios como a quinta temporada…”

O caso tinha cara de “eu já vi”. Marido com várias esposas? Eu já vi na sexta temporada. Vítima morta de maneira passional? Eu já vi em quase todos os últimos episódios. Um cara pai de várias crianças? Eu já vi em um ou dois episódios da série. Algo assim, fica difícil prender a atenção.

Claro que passei os quase cinquenta minutos do episódio torcendo para que tivesse alguma cena tórrida de amor entre B&B, já que nada mais emocionante eu poderia esperar da história. Mas muito pelo contrário, B&B estavam a beira de uma caricatura mal feita. Prefiro acreditar que os dois não teriam uma discussão boba sobre o modo de ler notícias. Tablet ou jornal? Acho que a Brennan estaria mais para “não dou a mínima sobre o modo que você se informa. Contanto que se informe.” É um tipo de discussão tão boba que me pergunto se a Reichs não teria uma pilha de louça sobrando para lavar.

Como nada pode ser muito profundo em uma história dessa autora, não me surpreendi que o tema do episódio era uma guerra entre Brennan e uma escritora medíocre. Bem parecido com algo que já vi na série também. Ou em duzentos de outros lugares.

A Bones é competidora? Sim. Não é muito sútil, também. Gosta de falar a verdade, quase sempre. Mas qual foi a parte do “eu estou aprendendo, eu estou evoluindo” que Kathy Reichs perdeu? A personagem passou anos deixando essas características não sobressaírem em seu convívio e, de repente, ela parece ter esquecido de tudo o que aprendeu.

Sinceramente não entendo essa mania em fazer a Brennan parecer estúpida, sendo que ela é uma das personagens mais genias e geniais das séries atuais. Uma personagem profunda, com dramas verdadeiros, e que vem sendo a condição de movimento da série desde seu princípio. É inaceitável deixar que isso aconteça com frequência.

A única, e digo única mesmo, coisa que me arrancou alguns olhares mais atentos foi o tal “filho” do Hodgins! Jefferson pode ser uma coisinha nojenta, mas foi o momento mais criativo do episódio.

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Só Jack para pensar em algo tão bonito e altruísta como esse. Já que o doutor é apaixonado pela ciência. E a Angela, apaixonada pelo marido. Confesso que se o Hodgins fosse o meu companheiro, ele teria que passar dias longe de mim por criar uma larva de mosca em seu pescoço. Incrivelmente nojento, difícil de acreditar, mas muito, muito “Hodings”.

Esse foi o destaque de um episódio quase 4 estrelas.

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The Fury in the Jury

Já o primeiro episódio das noites de sextas foi o salvador da semana. Não apenas pela cena da Banana Split, mas pelo esforço em fazer de Bones um procedural de excelente qualidade. Uma preocupação constante para o Hart Hanson, mas não tão aparente entre os mais novos escritores da série.

As pessoas devem se perguntar: Por que essa louca é tão obcecada pelo roteiro de Bones? Não pode simplesmente viver no mundo mágico do Tumblr, onde tudo é feito de gifs, eternizando os maravilhosos segundos que a série proporcionou durante todo o episódio?

Bom, a resposta é não. [Apesar de eu ter uma queda por gifs animados]

Me recuso a achar que Bones é feita de segundos. E sim, de momentos. Dentro de um conjunto maior, faz com que os quase 200 episódios da série sejam memoráveis para os fãs.

Sanford Golden & Karen Wyscarver escreveram um que será lembrado como Aquele com o Juri (Ou com a Banana Split). A dupla provou que para um episódio ser bom ele não precisa ser PERFEITO ou ICÔNICO, ele precisa realmente ser feito com cuidado.

Com uma Brennan menos bobona, tudo fica mais agradável de se ver. Além de temas importantes, como a identidade roubada da Cam e o casamento de B&B terem sido abordados. Adorei o fato deles terem mencionado o forçado tempo separados que eles estavam tendo que passar. “O mais longo desde a lua-de-mel”. E fiquei extremamente curiosa para saber quem é a tal “vadia” que está gastando a aparente fortuna da Dra. Soroyan.

A única coisa negativa do episódio foi a bipolaridade profissional de Sweets, que assim como a Angie da oitava temporada, tentou escapar de seu trabalho contra o crime, mas no final das contas, acabou sendo apenas um lapso temporário. Será isso culpa de um elenco principal fixo extenso? Quero acreditar que não. Dar história para todos eles não deveria ser tão difícil assim. Hart poderia aprender com a Shonda nesse quesito. Se ele prometer não esquartejar ninguém por audiência.

Fora isso, um episódio redondinho, no qual todos trabalharam em conjunto para pegar o bandido. Com certeza, compensou o episódio de segunda-feira.

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Comecei essa resenha falando de mudanças. Gosto realmente da ideia de que a série mudou (e muito) ao longo dos anos. Amadurecendo com os fãs de outras épocas. Evoluindo com a turma que teimosamente resolveu ficar. Seja na segunda, quinta, terça ou sexta.

A maior mudança de todas é ter que se acostumar com a senilidade da série. Que já passou do tempo de novidade. Apesar de Bones ser a número um em nossos corações, ela deixou de ser prioridade para a Fox, para metade dos fãs, e fico triste em dizer, mas até para o Hart Hanson.

Espero apenas que com o passar das semanas, o amor e a diversão se mantenham. Esse tem sido um longo relacionamento, e assim como todos eles, manter o sentimento de que vale a pena estar ao lado é o primordial. As mudanças fazem parte de qualquer história. É isso que torna tudo mais interessante.

De resto, aproveitem. Pois até o que é sólido, pode um dia evaporar-se no ar.

David Cross, de ‘Arrested Development’, participará da quinta temporada de ‘Community’

Data/Hora 17/11/2013, 15:17. Autor
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Parece que a lista de convidados para a quinta temporada de Community ganhou mais um nome. Após o anúncio da participação de Nathan Fillion, Vince Gilligan, entre outros, David Cross é o mais novo ator confirmado para fazer parte de um episódio do seriado.

Cross interpretará  Hank Hickey, filho distante do Professor Hikey (Jonathan Banks). Além disso, Cross também fará parte do da continuação da épica batalha de RPG, que foi apresentada no episódio número 14 da segunda temporada de Community, intitulado Advanced Dungeons & Dragons. 

Community também contará com Walton Goggins, Robert Patrick, Tim Heidecker, Eric Wareheim, Bel Folds, Paget Brewster, Paul Williams, Kumail Nanjiani e Katie Leclerc. Além do retorno de Jon Oliver, Rob Corddry e Brie Larson.

A série volta a ser exibida nos Estados Unidos em 2 de janeiro de 2014.

Com informações do Vulture e do EW.

Final alternativo de ‘Breaking Bad’ relembra comédias americanas

Data/Hora 17/11/2013, 14:29. Autor
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E tudo não passou de um sonho.

Essa é, com certeza, a frase mais assustadora para o fã de qualquer série. E já pensou se a série mais aclamada de todos os tempos não passasse de um delírio de um personagem? Ao menos é isso que mostra o final alternativo de Breaking Bad, disponível como um extra no DVD da quinta temporada da série.

Para aqueles que esperavam um outro final “sério” para o seriado, o vídeo não é nada convencional, com as comédias Malcolm In The Middle e Newhart como inspiração.

A tal cena alternativa faz um paralelo entre o clássico final de Newhart e a comédia Malcolm in the Middle. No vídeo, Bryan Cranston revive seu antigo papel como Hal, ao lado da esposa Lois, interpretada por  Jane Kaczmarek. A ideia é mostrar algo como o último episódio de Newhart, onde Bob Newhart acorda ao lado da esposa e releva que tudo o que aconteceu na série não passou de um sonho.

Hal, então, conta apavorado sobre ser um tal de Walter White, fabricar metanfetamina, e ter uma vida regada ao som de muitos palavrões. O final alternativo acaba com uma clássica frase de White, uma referência que vale muito a pena conferir!

Assista!

 

Ainda bem que esse final é apenas uma alternativa cômica para o brilhante – e verdadeiro – último episódio. Mas que teria sido hilário, isso ninguém pode negar.

Breaking Bad acabou no dia 29 de setembro, e foi exibida nos Estados Unidos pelo canal AMC. Por lá, o DVD estará disponível a partir do dia 25 de novembro.

Com informações do Deadline.

Grimm – One Night Stand

Data/Hora 17/11/2013, 13:23. Autor
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“Cada vez mais ela amava os seres humanos e desejava poder deixar o mar e viver entre eles.”

Quem conhece a história do menino filho de Poseidon, Percy Jackson, da saga de livros de Rick Riordan, identificou rapidamente as criaturas que foram destaque neste último episódio de Grimm, One Night Stand. As náiades são criaturas da mitologia, ninfas aquáticas, belas, que precisam da água para sobreviver. E elas resolveram das as caras em Portland.

Em One Night Stand, Nick e Hank assumem um caso de afogamento que acaba levando a uma família de náiades. No entanto, não foram as moças as culpadas pela morte do garoto que se encantou com elas, e sim os homens náiades. De acordo com a história contada em Grimm, os homens náiades nascem estéreis e por isso suas mulheres – em casamentos arranjados – precisam procriar com humanos. A graça de One Night Stand ficou pela jovem náiade Elly, surda e muda, que realmente se apaixonou pelo humano Jake e o salvou do afogamento.

Grimm 3x04 Náiade

Essa nova espécie de wesen presente em Grimm fez Nick, Hank e Monroe voltarem a um lugar que já estava dando saudades na série: o trailer da tia Marie! Lá o trio conseguiu mais informações sobre as náiades e pôde entender melhor a espécie. Mesmo assim foi difícil para Hank e Nick chegarem aos verdadeiros culpados do afogamento de Dan. De acordo com a história, as náiades são fiéis a raça e preferem morrer a entregar seus parentes. Sorte de Nick que uma das náiades não resistiu quando viu que seu pai iria morrer – preso e longe da água – no lugar delas e resolveu entregar os verdadeiros culpados.

Além de apresentar mais um caso policial/wesen solucionado por Nick e sua turma, One Night Stand também apresentou mais uma nova característica de Nick. O Grimm pulou na água para salvar uma das náiades que estava desmaiada e amarrada e ficou tempo demais submerso, muito mais tempo do que um ser humano normal conseguiria ficar. Isso foi mais um indício de que Nick está diferente depois do veneno zumbi que o infectou. No entanto, até agora, parece que os efeitos colaterais do veneno só deixaram Nick mais poderoso.

Grimm 3x04 Jake

Hank ficou preocupado com o parceiro, mas foi por causa desses novos “poderes” que Nick conseguiu salvar Elly e Grimm teve novamente um caso encerrado com final feliz. A família náiade permaneceu junta e os verdadeiros culpados foram presos. Já em seu quarto episódio, Grimm segue um bom ritmo em sua terceira temporada e a série parece ter amadurecido muito. As histórias tem mantido um bom nível, apresentam casos e criaturas interessantes. Em paralelo a isso a vida do Grimm segue com seus percalços como sua nova condição física, a Família Real em seu encalço e sua mãe que parece ter resolvido voltar à vida de Nick nesta temporada. Vamos combinar, só a Juliette não entendeu de quem era aquele e-mail na caixa postal do Grimm, agora sim desisto dela. Dã Juliette.

Grimm 3x04 Nick Molhadinho

PS1: Nick estava uma graça todo molhadinho no final do episódio. Desculpe meninos, precisei comentar essa.

PS2: Alguém aí ficou familiarizado com Jake? O ator Michael Welch já está acostumado com criaturas estranhas. Ele interpretou Mike Newton, o amigo apaixonadinho por Isabella Swan, da saga Crepúsculo. Em One Night Stand, Jake ficou muito confuso com as náiades, mas Nick fez um comentário muito pertinente: “Ninguém é normal Jake, estamos em Portland”.

‘The Killing’ é ressuscitada pela Netflix, após ser cancelada duas vezes

Data/Hora 17/11/2013, 13:22. Autor
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The Killing está de volta. E espera-se que dessa vez seja por algum tempo.

A Netflix fechou um acordo com a Fox Television Studios para ressuscitar a série por mais um ano. O drama da AMC foi cancelado na segunda temporada pelo canal ano passado, que voltou atrás e decidiu renovar a série por mais um ano.

Ao final da terceira temporada, a AMC cancelou a série novamente em setembro, mas aparentemente esse não é o fim da história. O serviço de transmissão por streaming, Netflix, resolveu dar uma sobrevida ao seriado e resgatou The Killing para uma quarta e final temporada. Serão seis novos episódios exibidos exclusivamente para os assinantes do serviço.

No elenco, Mireille Enos e Joel Kinnaman devem retornar. Assim como o showrunner Veena Sud.

“A rica narrativa de The Killing chamou a atenção da Netflix, e acreditamos que é apenas justo dar a Sarah Linden (Enos) e Stephen Holder (Kinnaman) um final apropriado,” disse Cindy Holland, vice-presidente  de conteúdo da Netflix. “Estamos ansiosos para continuar oferecendo aos fãs — novos e velhos  — um seriado que sabemos que atende a demanda dos nossos serviços.”

Essa não foi a única série resgatada pela Netflix, a série da Fox Arrested Development voltou para a quarta temporada, após ter sido cortada da grade da emissora aberta em 2006.

Para quem quiser rever ou conhecer The Killing, as três temporadas da série estão disponíveis na Netflix brasileira.

Com informações do Inside TV.

Alyson Michalka será par romântico de Amber Tamblyn em ‘Two and a Half Men’

Data/Hora 17/11/2013, 12:52. Autor
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A atriz Alyson Michalka (Hellcats, A Mentira) foi selecionada para o elenco recorrente de Two and a Half Men. Na séria, Michalka interpretará Brooke, o novo interesse amoroso de Jenny (Amber Tamblyn).

Brooke aparecerá em dois episódios, sendo que o primeiro já tem data marcada para o dia 12 de dezembro nos Estados Unidos. Apesar da novidade, ainda não foram divulgadas outras informações de como será o primeiro contato de Brooke e Jenny.

Além de Hellcats, Michalka também é conhecida por papéis em Phil of the Future, Brooke and Hallie, CSI:NY, Easy A, entre outros.

Two and a Half Men é exibida todas as quintas-feiras na CBS. Aqui no Brasil, a série vai ao ar às quartas-feiras, às 20h30, na Warner.

Com informações do TV Line e do Huffington Post.

‘Beowulf’, clássico da literatura britânica, deve ganhar versão para a TV

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A lenda de Beowulf deve virar série de TV no Syfy. De acordo com o site americano, o poema épico da literatura britânica vai ser adaptado pelo canal, e quem estaria por trás dessa façanha seria Matt Greenberg (1408). Além de escrever o roteiro do episódio piloto, Greenberg vai produzir o projeto ao lado de Brian Hamilton, Michael Chechik, Andrew Cosby e Paulo de Oliveira.

Beowulf é considerado como uma das mais importantes obras da literaturaanglo-saxônica. Um poema épico de tradição oral que ganhou várias versões ao longo dos séculos, inclusive uma adaptação para o cinema estrelando Angelina Jolie em 2007.

A história narra as aventuras de Beowulf, herói nórdico com uma força sobrenatural. Ele parte para o reino de Heorot, na Dinamarca, após ouvir sobre as ameaças do monstruoso Grendel, uma criatura malévola que devora homens inteiros. Chegando lá, o herói mata Grendel, utilizando como arma apenas as suas mãos nuas. A mãe de Grendel, também ela uma criatura monstruosa, aparece para se vingar, promovendo novas carnificinas. A luta então passa a ser entre Beowulf  e a nova fera.

O relato então é cortado por uma longa elipse temporal e encontramos o mesmo Beowulf, já idoso e rei entronado do seu país. A chegada de Beowulf ao trono é explicada rapidamente: o rei Higelac morre numa batalha contra os frísios, sendo sucedido por seu filho Heardred. Este é mais tarde morto numa batalha contra as tropas suecas do rei Onela, deixando vazio o trono, que é ocupado por Beowulf.

O poema termina com o funeral de Beowulf, que é enterrado com o tesouro, em um pequeno monte no oceano. A lenda continua dizendo que quem encontrar a espada que o herói usou em suas batalhas, a lendária Excalibur, e tiver alma pura, deveria pronunciar as palavras ditas por Merlin, e ganhar como recompensa os poderes intermináveis do velho rei.

O projeto ainda não tem data de esteia, mas se for aprovado, deverá ser exibido na temporada de final de ano, no Syfy.

Com informações do Deadline.

Confira o novo vídeo promocional de ‘Mob City’

Data/Hora 17/11/2013, 12:21. Autor
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O canal americano TNT não está mesmo economizando em propaganda. Ao menos quando a intensão é fazer de Mob City, uma das mais aguardadas estreias de 2013.

A série do criador de The Walking Dead, Frank Darabont, fará sua premiere no dia 4 de dezembro, mas até lá, os futuros fãs do seriado podem conferir um vídeo promocional de cerca de dois minutos, cortesia do canal.

Mob City, um drama noir ambientado no período pós-guerra, na cidade de Los Angeles, traz  no elenco estrelas como Jon Bernthal (The Walking Dead), Milo Ventimiglia (Heroes), Neal McDonough (Capitão América,Desperate Housewives), Alexa Davalos (The Mist), Jeffrey DeMunn (The Walking Dead), Gregory Itzin (24), Robert Knepper (Prison Break),Jeremy Luke (Don Jon) e Ed Burns (Entourage).

Baseado no livro L.A. Noir: The Struggle for the Soul of America’s Most Seductive City, de John Buntin, Mob City leva à telinha a glamourosa história do retorno dos heróis de guerra, e da batalha contra os figurões da máfia e a polícia corrupta.

Mob City estreia em dezembro e terá três episódios de duas horas consecutivos, nos dias 4,11 e 18 do próximo mês.

Grey’s Anatomy – Two Against One e Sorry Seems to be the Hardest Word

Data/Hora 17/11/2013, 11:01. Autor
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Oi, pessoas! Antes de comentar sobre os últimos episódios de Grey’s Anatomy, preciso me desculpar com vocês. Estou em dívida com os leitores, e peço perdão pelo atraso das reviews. A vida está uma correria (final de semestre na Pós-Gradução) e acabei não conseguindo escrever sobre os episódios. Mas prometo que as próximas reviews sairão já no final de semana após o episódio. Dito isso, vamos falar sobre GA.

Confesso que minha vontade era começar falando de Sorry Seems to be the Hardest Word. QUE EPISÓDIO! Achei ele genial. E eu que – ao contrário de muita gente por aí – havia gostado de Two Against One, acabei achando tudo meio sem graça depois do episódio da última quinta-feira. Contudo, Two Against One não tem culpa pela minha demora, e vou comentar os principais pontos do episódio.

Sério, Shonda? Você REALMENTE vai gastar os últimos dias de Sandra Oh em Grey’s Anatomy com uma disputa entre Yang e Mer? SERIOUSLY? Confesso que muito embora eu compreenda os motivos pra briga entre elas, eu estou começando a ficar chateada com esse plot. Acho que o processo de despedida de Oh precisa ser muito mais marcante do que isso. MUITO mais.

Meredith está se esforçando ao máximo pra provar que além de uma mãe fofa e zelosa, é uma cirurgiã excelente. Eu compreendo completamente o comportamento dela, inclusive durante a operação com Karev. E acho que se Steph não tivesse apelado pra regra do “2 contra um” – ideia que veio das intermináveis histórias do Chief – Meredith acabaria conseguindo remover inclusive o tumor “inoperável” do adolescente. Mas ok, concordo que ela poderia ter sido mais amigável com Karev, e ter levado a opinião médica dele em conta. Ela não está 100% certa, especialmente em não ter cedido a impressora pra Yang.

Mas Yang (à propósito, Shane está se revelando sua versão masculina) está BEM mais longe dos 100%. Mais uma vez ela mostrou que passa os interesses dela na frente dos de todo mundo. E simplesmente destruir com o órgão que Mer estava imprimindo foi mais uma mostra disso. Yang é individualista e essa característica é a responsável por um certo isolamento social da personagem. E nessa 10ª temporada esse isolamento está crescendo, já que Yang está menos interessada do que nunca com o que se passa com os outros.

Toda a controvérsia com Meredith poderia ser resolvida se Yang se desculpasse e admitisse que Mer é uma grande cirurgiã. Se ela tivesse pelo menos comparecido à “sessão de impressão de um garfo” para dar um apoio para Meredith, a coisa poderia ter melhorado. Mas não, Yang claramente não está se esforçando para isso. Aparentemente, por mais que esteja incomodada, ela está confortável no seu isolamento auto-imposto, por mais complexo que isso possa parecer.

Greys Anatomy - Two Against One

Só torço pra que Mer e Yang – e Shonda, especialmente – coloquem a cabeça no lugar e finalmente esse plot se encerre. Já é ruim o suficiente sabermos que as persons se separarão, não precisamos ficar com essa última imagem delas.

Two Against One ainda desenvolveu os plots de Arizona/Callie, Bailey e Weber. E todos andaram bem.

Arizona aparentemente começou a aceitar, no episódio, que seu relacionamento com Callie estava definitivamente terminado. Inclusive ela confessou para April (que também teve seu plot sobre “casar virgem” desenvolvido de forma bem agradável, miraculosamente) que “dormiu com Leah e foi bom”. É claro que eu – e nem ela – não estava preparada pras emoções do próximo episódio.

Weber, depois de se tornar o médico ancião que repete histórias o tempo todo, acabou salvando a vida da paciente vizinha e voltou a ter uma motivação na vida. YAY, o velho Chief está de volta, e o Chief velho foi embora. Celebremos.

Quem voltou, lamentavelmente, foi a Bailey problemática das temporadas passadas. Sério, Shonda, poupe a Bailey de plots chatos e mimimizentos. Ela já foi ridicularizada por muito tempo. Queremos aquela Miranda fortona, The Nazi, de volta. Urgentemente.

Dito isso sobre Two Against One – e deixando muita coisa pra trás -, passemos ao magnífico Sorry Seems to be the Hardest Word.

Sério, Shonda? SERIOUSLY? Você nos escondeu por 9 episódios esse passado? Você escondeu taaaaaaaaanta informação da gente? SAFADA! É por isso que por mais que eu odeie, não consigo deixar de amar Shondão.

O episódio foi um presente, ao mesmo tempo em que foi uma confirmação: Callie Torres é uma das personagens mais importantes de Grey’s Anatomy. E o destaque é merecidíssimo, já que Callie é interessantíssima e complexa, e Ramirez dá conta do recado direitinho. Ver um episódio centrado nela, e ao mesmo tempo tão inovador, foi genial.

Pra começar, o hospital não foi o principal cenário do episódio – só nos flashbacks que ele deu as caras. Apenas UM caso médico recebeu destaque. E nosso conhecimento sobre Calzona e a traição da Arizona aumentou consideravelmente. Não que o que ela fez tenha deixado de ser horrível, porque não deixou. Mas agora compreendemos o que existiu entre a fase “casal que voltou a se dar bem e ser feliz” e a traição: um aborto.

Callie estava sendo processada, e recusa um acordo. Gostei MUITO da forma como o Conselho resolve apoiá-la. Quando Owen a ajuda a vencer os jornalistas e anuncia que ela sempre terá companhia eu quase chorei. Achei lindo ver o companheirismo entre eles. A exceção foi, talvez, Cristina. Além de ter optado pelo acordo, ela praticamente não apoiou Callie e nem ficou muito contente com o veredicto. Só relativizo o fato dela ter sido meio bitch porque ela conhecia o paciente há anos, e Callie – ainda que involuntariamente – estragou a Monalisa dela.

E ao mesmo tempo que descobríamos como um atleta olímpico que esbanjava saúde perdeu as duas pernas, descobrimos tudo o que se passou entre Arizona e Callie na época. Motivada pela felicidade de Mer no chá de bebê (só que não) a loira decidiu propor à esposa que elas tivessem mais um bebê. E dessa vez, ela seria a “incubadora”.

Decisão tomada, doador escolhido, Arizona ficou grávida. E foi nesse ponto que Calzona foi do céu ao inferno: Robbins perdeu o bebê e se perdeu na vida. Eu, pessoalmente, me achei na vida: tudo faz mais sentido para mim, agora. Callie não aceitou muito bem a decisão de Arizona, de não tentar outro bebê, mas dá pra compreender o porquê da decisão da loira. Ela perdeu muita coisa em pouco tempo. E aí foi o princípio do fim de Calzona.

Grey's Anatomy - Sorry Seems to be the Hardest Word 2

Ao mesmo tempo que víamos a vida pessoal de Callie desmoronar – novamente -, víamos sua vida profissional ir ladeira abaixo. Na pegada de ser inovadora, ela aceitou fazer uma cirurgia com a qual não estava acostumada. Na pressão, optou por deixar uma esponja dentro do paciente. Perdida, decidiu operar a perna antes do coração. Inconformada, amputou as pernas do paciente. E desolada pediu perdão. Foi Callie, acima de tudo. Foi Callie, como há muito tempo não víamos.

E se o passado mostrava a vida de Callie ruindo, o presente mostrava a fênix ressurgindo das cinzas. No julgamento – bastante interessante, à propósito – Torres conseguiu se destacar. Virou o jogo, mostrou para os jurados que compaixão e negligência não são sinônimos. Lidou com a raiva de Travis e mostrou como aquilo à atingia frontalmente, em razão do drama de Arizona.

Além disso, lidou com o pai, que ao mesmo tempo que é amoroso é autoritário (foi genial a sacada de trazê-lo de volta e fazer Callie confrontar as opções que tomou na vida). E começa a reerguer sua vida pessoal. Aqui, confesso que tenho algumas restrições. Perdoar uma traição, embora seja uma opção, não é algo fácil. Callie não deveria fazer só porque o pai fez. E o discurso dele sobre tentar, embora muito bonito, pode trazer consequências dolorosas para Torres. Mas, já que ela decidiu dar uma nova chance para o relacionamento Calzona, torço pra que ela seja imensamente feliz. E pra que Arizona mostre que merece Callie de volta. Só mandar Leah se vestir e ir embora não é suficiente.

O fato de Callie ter colocado a carta (quando Callie achou ela pensei que Shonda cairia no clichê de salvar a lavoura na hora da colheita. Fui surpreendida.) no lixo diz muito, e ao mesmo tempo não diz nada. Como Meredith pontuou, ela não sabia da existência da carta – que caiu atrás do armário justamente porque Arizona deu a notícia sobre a gravidez pra Callie naquele momento – e fez as melhores escolhas médicas com base nas informações que tinha naquele momento. Por outro lado, ela recebeu a correspondência, e era dever médico dela estar melhor informada sobre as juntas que colocaria no paciente. Ela teve 3 semanas para acessar a informação, e não ao fez. Então, concordo com Callie quando ela coloca como erro sua decisão de jogar a carta fora. Contudo, foi um erro desculpável. Especialmente porque Callie deu o seu melhor enquanto tratou o paciente. Então, no final das contas, acho que o veredicto foi justo. Se sentir mal por algo pode não ser eficaz, pode não reparar os danos. Mas, as vezes, é o máximo a ser feito. E isso sempre deve ser levado em consideração. E é por isso que “aceitarei” Calzona de volta. Só por isso.

Eu passei boa parte da temporada dizendo como Grey’s Anatomy estava provando a força do cotidiano. E continuo achando que isso é verdade. Mas preciso confessar que Sorry Seems to be the Hardest Word, um episódio bastante “fora do comum” pros padrões do seriado, provou que o extraordinário, quando bem trabalhado, pode ser ainda mais delicioso.

E se Two Against One não tem culpa por eu ter demorado para fazer essa review, Sorry Seems to be the Hardest Word não tem culpa pelo mesmo fato. Então, darei cinco estrelinhas sem culpa. E sem desculpa. Até a próxima.

P.S.1: Sara Ramirez deu show nesse episódio. Como sempre, aliás. Na cena do destempero em razão da meia calça já deu pra sacar que algo grandioso, em termos de atuação, vinha pela frente.

P.S.2: Arizona e Callie continuam fofas juntas. As cenas entre elas foram bem bonitinhas. Mas quero ver como Callie reagirá quando souber de Leah. Claro, não foi traição. Mas que a fila correu pra Arizona, ah, isso correu.

Sessão de Terapia – Semana 6

Data/Hora 17/11/2013, 10:12. Autor
Categorias Reviews

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Atenção: Este texto contém revelações sobre o enredo. Se ainda não assistiu a maratona, passe aqui mais tarde e divida suas impressões conosco!

Sessão de Terapia está em sua reta final e algumas conclusões começaram a se delinear para os personagens da série. A autodescoberta, porém, é apenas o início. O terapeuta é o guia e a cura da alma está em o que se vai fazer com aquilo que se aprendeu de si mesmo. Acompanhe com o TeleSéries os episódios desta semana cheia de revelações e como os pacientes de Theo (e ele próprio) começam a reescrever suas histórias.

Carol, segunda-feira, 16 h

Antes de começar a sessão, Carol (Bianca Comparato) olha para um punhado de cabelo que ficou em sua mão, resultado do tratamento contra o câncer que iniciou encorajada por Theo. Quase podemos experimentar o que ela sente: não é só o cabelo que está perdendo, é o controle sobre a própria vida. Ela está irritada com Theo, pois contar para sua mãe que estava gravemente doente foi a maior traição que o psicólogo poderia ter cometido. Segundo ele, a decisão foi a mais difícil de sua carreira, porém não se arrepende, já que a jovem não precisa passar por todo aquele sofrimento sozinha. A reação da mãe foi de desespero e impotência. Ela sequer sabia que Carol fazia terapia. Passou a acompanhá-la dia e noite, a fazer-lhe perguntas e a falar o tempo todo. Seu pai, por outro lado, mais quieto, e “sem invadir seu espaço”, mostrava se importar, comprando uma coberta para a filha quando ela sentiu frio e trazendo seu chocolate preferido, e, surpresa de Carol, ele sabia qual era a marca de que ela mais gostava. Mesmo com todo o cuidado de hoje, não acredita que a mãe poderá se redimir pelo abandono de antes. E o que diziam sobre estar perto da morte? Carol não se identifica com nada. Ainda se preocupa com coisas bobas como a aprovação dos pais, e não deixou de “polarizar” as pessoas como boas ou más. “A sessão acabou, né?”. Theo a pede para esperar e volta com a maquete que a estudante de Arquitetura havia destruído. Ele juntou os fragmentos como pôde. “Você consertou!” Vimos no sorriso e no agradecimento de Carol que, quem sabe, seus pedaços ainda podem ser unidos. Uma maquete remendada para uma Carol reconstruída. Sem dúvida um dos mais emocionantes episódios da temporada.

Otávio, terça-feira, 9 h

sessão de terapia - semana 6 - tati e otávio - TS

Na semana passada, Theo ofereceu o consultório para que Tati (Aline Leite) contasse seu segredo para o pai, Otávio (Cláudio Cavalcanti). Ela tem medo de sua reação quando lhe revelar que Érica, a mulher que conheceu em Goiás é, na verdade, sua namorada. A sensação de estar fazendo algo errado sempre a acompanhou, especialmente depois do episódio em que o empresário flagrou o filho fumando. “Não faça nada que tenha de fazer escondido”, disse, na ocasião. A frase, cravada na mente da menina, determinou suas ações. Ter uma namorada era uma destas coisas que ela ocultava do pai, controlador a tal ponto que escolhe até a poltrona onde a filha deve sentar durante a consulta. Como dizer ao empresário que aquela garotinha que ele idealizou não era a Tati? Após a insistência do pai para que conversassem em casa (o que indica que já sabia o que a filha lhe diria), Tati ameaça ir embora, mas é impedida por Theo. Após contar ao pai sobre Érica, deixa a chave do carro com Otávio e depois de um afago em seu rosto, ela sai, garantindo que ele ficará bem. Ele diz que a ama, mas busca a confirmação de Theo sobre ser aquela apenas uma fase; se teria algo que poderia ter feito para evitá-la; se a decepção com a figura paterna foi tão grande que ela buscou amor em uma pessoa do mesmo gênero para não sofrer. Perguntas sem respostas definitivas, mas que levaram a um passo adiante. Ao entregar a chave do automóvel para o pai voltar sozinho, Tati dá um voto de confiança a ele que, desde que foi demitido, não podia sequer ser deixado sozinho. Ela o liberta dos cuidados extremos e da vigilância, esperando, segundo Theo, que ele faça o mesmo por ela, a deixando ir, mesmo preocupado com o a dificuldade que enfrentará por ser diferente. E tudo indica que sim, Otávio entendeu que sua garotinha cresceu.

 Paula, terça-feira, 11 h

sessão de terapia - semana 6 - paula - TS

Paula (Adriana Lessa) por pouco não nos deixa com raiva. Suas consultas sempre são intensas. A maternidade ainda parece sensibilizá-la, mas ela tem que ocorrer de acordo com seus termos. Adoção, nem pensar, é uma ideia “ridícula”. Paula não conseguiria amar uma criança que não fosse a sua. Theo pede que reconsidere sua sugestão já que ser mãe se tornou uma questão vital para a advogada. Aliás, depois da falsa gravidez, lembrou-se do aborto que fez há anos e chegou a procurar o antigo namorado. Percebeu que nunca havia gostado de ninguém de verdade, pois não gosta de si mesma e esta incapacidade de sentir amor-próprio foi herdada da mãe, que não a amava. Procurar por ela, então, tornou-se uma busca por si mesma. Pressionou o pai e descobriu que ele a manteve por anos em uma clínica. Segundo ele, queria poupar a filha de sofrimento. Não era assim que Paula entendia. Mais uma vez mentiram para ela, e assim como chamava a mãe de Sílvia, agora se refere ao pai como Carlos, uma vez que não consegue perdoá-lo por negá-la a oportunidade de responder às perguntas que a assombram por tanto tempo. Theo, que certamente se identifica com a história, pede que ela pense no que diria para a mãe, ainda que estivesse muito doente para compreender completamente o que ouvia da filha. Paula queria saber se não sentiu sua falta, como ela ficou tanto tempo sem vê-la, se pensou em voltar e, acima de tudo, desejava chamá-la de “mãe”. Pela primeira vez, Paula baixa a guarda e se despede de Theo com um agradecimento sincero. Ele se vê em Paula quando ela diz que nunca vai esquecer a chance que não teve de dizer o que gostaria e eram tantas as coisas que tinha para compartilhar. Mas o Theo, o filho, ainda tem sua oportunidade. Será que se dará conta disso a tempo de se despedir de seu pai?

Daniel, quinta-feira, 14h

sessão de terapia - semana 6 - daniel 1 - TS

O paciente de Theo é Daniel, mas a raiz de seus problemas emocionais são seus pais, Ana (Mariana Lima) e João (André Frateschi), que discutem suas mágoas e opiniões como se o filho não estivesse sequer presente. Esta semana, Dani chega mais cedo ao consultório, e sozinho. Aproveitou um descuido do porteiro e fugiu da escola para onde diz nunca mais querer voltar. Não é só em casa que o menino tem problemas. Um dos colegas de classe o escolheu para ser o alvo das brincadeiras mais cruéis. Quem lembra bem de sua infância sabe que esta fase não é feita só de bondade e inocência. Eric, o colega, passou um bilhete usando adjetivos ofensivos, o que gerou brincadeiras e risos na turma. Dani mostra o papel para Theo que descobre a razão de Eric o perseguir tão ferozmente: uma garota, Luana que, aparentemente, gosta de Daniel, o que provoca o ciúme do outro menino. Ao serem comunicados de que Dani está com o terapeuta, os pais chegam à sessão, já discutindo. A regra é discordarem sobre tudo o que diz respeito ao filho, se devem tirá-lo da escola e com quem deve morar, por exemplo. Infelizmente, a trégua entre João e o filho durou apenas uma semana. “Uma criança como ele sofre em qualquer lugar”, afirma, sobre a possível mudança de escola. A situação é tão crítica que ele não hesitou em pegar carona com estranhos para chegar à casa de Theo, mas teve medo de voltar para casa após sua fuga. Ana, na busca por um recomeço, quer se mudar para outro estado e levar Dani e pede que ele escolha com quem quer ficar, mesmo Theo explicando que optar por uma das partes pressupõe trair a outra, pelo menos para o menino. Tanta briga desgasta não só o personagem de Derrick Lecouflé. A lição que fica é para nós também: nunca subestimar o poder de uma criança  em assimilar e tomar para si a mágoa alheia.

Dora, sexta-feira, 11 h

sessão de terapia - semana 6 - theo no hospital - TS

Sexta-feira, 17 h, Dora

A sessão de Theo pode ser resumida em uma palavra: catarse, isto é, se livrar de tudo aquilo que faz mal, por meio de uma experiência vivida. Vamos, primeiro, recapitular a semana do terapeuta. O Conselho de Psicologia já se reuniu e na segunda-feira divulgará o resultado sobre a permanência (ou não) de sua licença profissional. Depois de tanto fantasiar uma história de amor com Míriam (Renata Zhaneta) eles finalmente têm um encontro romântico. Quando a mulher fala em apresentar os filhos e contar para o marido sobre os dois, no devido tempo, ele resiste e aconselha seu antigo amor a não tomar uma decisão precipitada, isto é, depois de passar toda a temporada buscando reviver um relacionamento juvenil, Theo se dá conta que a história dele com Míriam como casal acabou. Ela vai embora de coração partido e ele se sente aliviado por perceber que não pode reviver seu passado. Paralelamente, seu contato com Lia (Luana Tanaka), a vizinha que o acompanhou quando Carol teve seu segundo desmaio, aumenta. Eles se esbarram na frente do prédio em que moram e conversam animadamente sobre arte (ela é pintora), pessoas e telas em branco e até sobre Carol. Ao que parece, a breve conversa o tirou de sua posição de psicólogo, por um lado, e inspirou Lia em uma nova obra, por outro. Ao chegar ao consultório para a sessão com Dora (Selma Egrei), ele está descontraído, tanto na roupa, quanto na postura. Nunca vimos Theo tão contente. Na verdade, a casualidade do psicólogo soa como um modo de já ir se acostumando à vida sem a profissão que exerce (resultado da incerteza sobre o processo judicial que enfrenta). Segundo Theo, se ele se aposentar, não lhe sobrará nada. O que ele tem de bom como profissional não o serviu para ser um marido ou pai exemplar. Até as soluções para as próprias questões ele busca em seus pacientes, como Otávio. Depois de muita insistência (e até chantagem) da filha, Theo decide visitar o pai. O compromisso que fez com Malu (Mayara Constantino) lhe trouxe a força que precisava para fazer o que não consegira sozinho. Dora fica feliz e diz que seus pensamentos estarão com ele.

Theo vai ao hospital. Após uma longa pausa, atravessa um corredor que parece não ter mais fim. É como se estivesse percorrendo seu próprio caminho até aquele exato momento em que poderia dizer tudo o que sentia para o pai, e perdoá-lo. No caminho, um filme de sua infância, antes da perda da mãe, passa em sua cabeça, o registro da felicidade e inocência de viver somente o presente das crianças. Ao chegar no leito em que o pai está, Malu solta um grito e se lança em seus braços. Theo não chega a tempo de conversar com seu pai. Ele faleceu. Theo se rende ao choro (e nós também).

Aguardamos ansiosos a últimas sessões da segunda temporada, torcendo pela cura de Carol; pela aceitação de Otávio em relação à filha, e a ele mesmo, como ser humano e como pai. Torcemos pela Paula, para que faça as pazes consigo e que passe, ela mesma, a tomar as decisões que julgar melhores para sua vida; que Dani supere a mágoa que os pais despejam nele e que Ana e João respeitem os sentimentos do filho; e que Theo se perdoe e continue a ser o excepcional profissional que é.

Renovem o estoque dos lencinhos e até a semana que vem!

Danny Devito, garantindo muitas gargalhadas desde 1944

Data/Hora 17/11/2013, 09:34. Autor
Categorias Especiais

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Hoje pode parecer um dia comum, mas para o mundo dos cineastas e cinéfilos de todo mundo, este dia é especial, pois hoje o ator Danny Devito completa 69 anos de vida, nasceu no dia 17 de novembro de 1944, em Neptune, Nova Jersey – EUA. Com mais de 40 anos de carreira, Devito antes de trabalhar como ator, foi cabeleireiro no salão de sua irmã e maquiador de teatro. Estudou na American Academy of Dramatic Arts e, no início de sua carreira, Devito aceitava o que aparecesse especialmente papéis em produções estudantis.

O ator ficou bastante conhecido com o papel de Pinguim em Batman – O Retorno. Mas sua carreira iniciou-se em 1969 quando estreou no teatro em The Man with a Flower in His Mouth e três anos depois chegou ao cinema, fazendo uma ponta em Lardy Liberty, com a atriz italiana Sophia Loren. Logo após, Kirk Douglas o dirigiu em 1973 no filme Hurry Up, or I’ll Be 30. Que logo então conheceu Michael Douglas, que lhe arrumou um papel, no mesmo ano, como um dos pacientes mentais de One Flew Over the Cuckoo’s Nest(Um Estranho no Ninho, no Brasil).

Danny alcançou a fama com o papel de Louie De Palma no seriado Taxi, transmitida pela ABC em 1978-1982 e pela NBC em 1982-1983, pelo qual venceu dois prêmios, um no Globo de Ouro e outro no Emmy.  Apartir dessa serie, Devito teve destaque em vários filmes de Hollywood, entre eles Twins (Irmãos Gêmeos, no Brasil) de 1988 onde ao lado de Arnold Schwarzenegger e Kelly Preston, tornou-se o filme mais memorável de comédia daquela década.

Além da sua carreira de ator, Devito também é diretor de grandes sucessos cinematográficos, e produtor, possuindo uma produtora, a Jersey Films. Seu trabalho mais elogiado como diretor, no entanto, foi seu filme de estreia, a comédia “Jogue a Mamãe do Trem” (1987). Entre as suas produções mais importantes estão Pulp Fiction (1994), Get Shorty (1995) e Living Out Loud (O Jogo da Sedução, 1998), tendo também atuado nestes dois últimos. No filme Matilda (1996) ele foi Diretor, produtor e ator com o papel de Harry Wormwood (pai de Matilda). O ator também atuou no filme Space Jam (O Jogo do Século, 1996) o primeiro filme a usar animação digital, que foi um sucesso de bilheteria, abrindo em #1 nos Estados Unidos, e faturando mais de 230 milhões de dólares em todo mundo. Danny Devito é casado com a atriz Rhea Perlman, que interpretou sua namorada na série Taxi. O casal tem três filhos.

Hoje é dia de lembrar e festejar mais um ano de vida do nosso talentoso, baixinho, gordinho e careca, Danny Devito. Pra comemorar, aproveita pra ver/rever algum filme estrelado por ele.

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