Elementary – Blood Is Thicker

Data/Hora 19/11/2013, 14:00. Autor
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De todos os episódios da segunda temporada de Elementary até agora, o oitavo capítulo foi o menos “pessoal” deles. Se, até então, a série vinha dando grande destaque à vida familiar de seus protagonistas, na história da semana passada, o caso policial foi personagem central.

O episódio começou quando uma jovem caiu de um prédio sobre um carro de entregas, já morta. Holmes, Watson e a NYPD deram início às investigações e descobriram que a moça estava ligada a um empresário influente. Se, no começo, eles desconfiavam que ela era amante do homem, mais tarde, foi sabido que ela era, na verdade, uma filha bastarda, alguém que ele renegou a vida inteira até descobrir que possuía uma doença fatal e precisava de transfusão de sangue – como seu tipo sanguíneo era raro, o empresário recriou os laços com a filha ignorada.

O pai rico e a filha ignorada são, então, unidos pela doença, no leito de morte… Nada disso é exatamente novo, mas Elementary sempre recorre aos clichês de forma criativa e envolvente. Sim, é possível ser criativo mesmo diante de um clichê, meus caros leitores. É legal, também, notar como os roteiristas sempre recorrem aos aspectos da vida moderna e da cultura popular para dar uma “temperada” na história. No episódio passado, o famoso empresário usou um dublê quando fingiu estar em uma viagem de negócios na Malásia – e ele estava, na verdade, em um quarto de hotel, sendo medicado. Isso te faz lembrar Madonna, Lady Gaga? Pois é.

Voltando à série, o fato de a mulher do rico-enfermo ter planejado a morte da filha dele, bem como a do próprio marido, com a ajuda do advogado da família, me pegou de surpresa. Quando a mulher contou aos detetives que a ideia de colocar a filha bastarda no testamento do empresário tinha sido dela e que, mesmo diante da morte da moça, ela não se beneficiaria disso, fiquei convencida de que não era ela a assassina. Depois, em uma sacada genial, a Watson conseguiu desenvolver todo o crime e, sim, a esposa era a culpada. Pois bem: a mulher de um ricaço planejar a morte do marido junto ao advogado de confiança é… clichê! Mas um clichê criativo, verdade.

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A Watson se destacou muito durante todo o episódio, tanto como profissional quanto como pessoa. Como profissional porque ela conduziu toda a investigação e foi extremamente sensível em suas percepções, a fim de chegar na resposta certa. Ela também foi sensível ao lidar com o novo dilema pessoal de Holmes, que talvez precise reduzir o alto padrão de vida e arranjar um jeito de pagar as próprias despesas, já que o pai dele pode cortar a mesada muito em breve. Watson e Holmes são parceiros da vida! (Como shippar os dois? “Watsolmes”? “Hotson”? Não sei…)

Já o Mycroft parecia, finalmente, se entender com o irmão Holmes. Fiquei comovida com o progresso que houve na relação deles e no quanto Sherlock começou a recuar diante do, agora, “amigo”. No final do capítulo, entretanto, soubemos que Mycroft está planejando algo e que o pai de Holmes não irá deserdá-lo em breve caso o detetive não retorne a Londres. O que Mycroft quer? Aproximar o pai do irmão, já que os dois não se falam “há séculos”? Ele, Mycorft, quer o irmão perto dele mesmo? Ele ainda não perdoou Sherlock pela traição com a noiva e planeja uma vingança? É cedo para saber. Mas a julgar pela expressão maléfica do Mycroft na última cena, eu ficaria com o pé atrás. Watch your back, my dear Holmes.

p.s: e aquele apartamento de tirar o fôlego em que a filha bastarda morava? Liiiindo! Me lembrou o luxo do apartamento de Match Point, do Woody Allen! Ao invés do Rio Hudson, que aparecia na série, o apartamento do filme tinha vista também para um rio… o Tâmisa, de Londres. Sonho de consumo… Ai ai.

The Crazy Ones – The Stan Wood Account

Data/Hora 19/11/2013, 13:24. Autor
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“Mal podemos esperar para mostrar o dedo à América de novo” – Simon

Em uma semana cheia de participações especiais, o oitavo episódio da série mais maluca da televisão começa com toda a equipe da Lewis, Roberts & Roberts amontoada na frente da tela do computador para assistir pelo Youtube um antigo comercial desenvolvido por Simon nos primórdios de sua carreira para um produto de limpeza chamado “Dust It”, com um garoto-propaganda excêntrico, porém muito popular chamado Mr. Finger – “O dedo nunca mente!”.

O vídeo postado no Youtube faz tanto sucesso – 3 milhões de visualizações! – que Simon decide ressuscitar a campanha, contratando, inclusive, o Mr. Finger original, um ator ainda mais excêntrico que seu personagem – se é que isso é possível – e já bastante idoso chamado Glenn Hastings (em uma participação especialíssima de Ed Asner, Mary Tyler Moore Show).

Glenn, então, vai até a agência e…

“Você é tão charmoso e bonito. Como é possível estar solteiro?” – Sydney

“Minha esposa está morta.” – Glenn

Pobre Syd (ah, se eu ganhasse um centavo toda vez que escrevo isso!) … Ao tentar ser simpática com o Mr. Finger, ela passa uma impressão completamente errada e acaba seduzindo-o. Quer dizer, o velhinho – que de bobo não tem nada – entende que Syd está flertando com ele (e realmente estava, mesmo sem querer!), e as coisas desandam de vez após um jantar dos dois, quando Syd estende a mão para pedir um táxi para Glenn, e ele… tasca um beijo nela. Na boca! Podemos afirmar com toda a certeza que esta foi a maior surpresa da vida dela. A expressão de choque e absoluto horror de Sarah Michelle Gellar por si só merecia um Emmy e me fez rir demais. Sensacional. Mas agora… Como lidar com a situação sem ferir os sentimentos da estrela do comercial? Ai Syd…

De volta à agência, ela conta o ocorrido à Zach, Andrew e Lauren, e, como não poderia ser diferente, eles tiram sarro dela (Syd, você não aprende!), e, pior que isso, confirmam as suas suspeitas: sim, ela estava flertando com Glenn! Os flashbacks das falas de Syd em sua versão “sensualizada” foram engraçadíssimos e me também me renderam boas gargalhadas.

Eu estou saindo com um velho de 80 anos” – Sydney.

Tentando esclarecer as coisas, ela procura Glenn e fica se sentindo muito mal com a reação dele ao que houve. Acaba aceitando almoçar com o velhinho para que ele se sinta melhor. Hmm, já vimos essa história antes, não? Danny Chase manda lembranças. Syd, faça um favor à si mesma e aprenda a dizer não! De novo.

Minha única reclamação sobre este episódio, no geral, foi a forma como esse arco se resolveu (ou não se resolveu). Sydney simplesmente sumiu do episódio com a desculpa de que iria continuar cuidando da campanha do Mr. Finger, enquanto o restante da equipe participava do outro arco, do qual falarei a seguir. Achei bastante estranho ela não ter participado nem mesmo do desfecho de seu próprio arco, que, no fim das contas, ficou a cargo de Andrew. Não entendi a escolha do roteiro, mas imagino que deve ter havido algum motivo plausível para a ausência de Sarah Michelle Gellar na metade final do episódio. De qualquer forma, foi um ponto bastante negativo e que me deixou com um baita ponto de interrogação.

“Ele é um homem com coração e alma que cresceu sem um tostão nas ruas de Cleveland.” – Andrew

Falando no fofo do Andrew, se no episódio passado foi Zach quem deu uma de tiete, essa semana foi a vez dele ficar “fangirling” o Mr. Finger sem vergonha nenhuma (a não ser a alheia, né?). Ele não somente leu a sua biografia – “Eu, Dedo”, como não amar? – como também sabia as falas do comercial original de cor, proporcionando momentos impagáveis ao longo de todo o episódio. Assim como Syd e Lauren já fizeram antes, Andrew vem ganhando destaque na série, e também um espaço no meu coração.

Aliás, foi em um de seus momentos tiete nos bastidores da gravação do comercial que Andrew descobriu que Glenn, na verdade, não tinha nada de inocente e que Sydney ficara se sentindo culpada a troco de nada, já que o velhinho estava flertando descaradamente com todas as mulheres presentes no set de gravação. Indignado, ele sai em defesa de Sydney (e ainda é um cavalheiro, gente! Como lidar com tamanha fofura?).

“Você não merece ser o Mr. Finger!” – Andrew

Glenn, com medo de perder o posto de garoto-propaganda, aceita trabalhar em outra campanha em troca do silêncio de Andrew, o que me leva ao outro arco deste episódio.

Estamos desde a estreia da série, há 7 episódios, falando em Lewis, Roberts & Roberts, e nunca havíamos ouvido sequer qualquer menção à esse tal de Lewis. Quem é ele? E, se ele é sócio da agência, por que nunca apareceu? Pois a espera – e a curiosidade! – acabaram nesta semana, quando fomos apresentados à Gordon Lewis, interpretado pelo ótimo Brad Garrett (Everybody Loves Raymond).

Sócio igualitário de Simon na agência (porém com um escritório inexplicavelmente 30% menor), Gordon – gay e a personificação do mau humor, o que pode ter algo a ver com a “dieta do suco” que seu marido Timothy o obrigou a fazer – definitivamente não faz parte da equipe criativa, ocupando-se apenas do trabalho burocrático e da contabilidade da agência. Sendo assim, ele dá as caras para perguntar para Simon quem diabos é “Stan Wood Papéis de Parede”, que está em dívida com a agência.

“Eu lembro de tudo.” – Lewis

“Menos de aparar os pelos do nariz. É como olhar para dois sovacos.” – Simon

Simon está obviamente escondendo algo de Gordon com a ajuda de toda a equipe (menos Andrew), e isso fica dolorosamente óbvio quando Simon se passa por Stan no telefone, fazendo um horroroso sotaque polonês (Varsóvia é a capital da Polônia, Simon. Fica a dica!) e sendo facilmente desmascarado por ele.

Logo descobrimos que Andrew não é bom com segredos, que a “Stan Wood Papéis de Parede” é, na verdade, “Carros Usados Pete Hadary”, e que Simon precisa esconder a verdade de Gordon pois manter a concessionária Hadary em sua lista de clientes é um conflito de interesses, já que a agência também representa a Midwest R. Ford, outra concessionária de carros, muito maior e mais lucrativa que a primeira.

Simon reluta em abandonar Hadary, porque ele foi seu primeiro cliente, e argumenta que a agência precisa manter algumas contas não apenas pelo dinheiro. Para ele, é uma questão de lealdade, o que foi bem bonitinho de ver.

“Stan Wood o ajuda a dormir à noite.” – Simon

“Um orgasmo também ajuda.” – Zach

Lewis, claro, descobre a farsa (e vejam: não foi Andrew que abriu o bico! Que orgulho!) e dá um ultimato a Simon, obrigando-o a escolher uma das concessionárias. Ele ficará com a Ford, cliente que lhe rende milhões (Tammy e seus pugs agradecem!), ou com Pete Hadary, cliente pequeno que só lhe traz prejuízos? Simon se vê sem escolha e, com o coração na mão, comunica a Pete que não pode mais manter a conta de sua concessionária. Simon se martirizando e a referência genial à Ike Turner foram bem propícias – “ninguém lembra de suas habilidades musicais”. A cultura pop mais uma vez marcando presença em The Crazy Ones.

Simon fica tão arrasado que resolve ajudar o amigo a vender todos os 53 carros da concessionária para que ele possa se aposentar e se mudar para a Flórida. Para isso, convoca Andrew, Zach e Lauren, que aderem à causae literalmente vestem a camisa de Pete. Andrew, inclusive, solta a frase mais sensacional do episódio nesse momento:

“Somos publicitários. Vendemos qualquer coisa. Estamos a um cafetão de nos tornarmos prostitutas.”

E não é que ele tinha razão? Com a ajuda do Mr. Finger, que foi chantageado pelo Andrew por causa de sua canalhice com Sydney, nossos publicitários conseguem vender (quase) todos os 53 carros.

“Preciso que sobre pelo menos um carro para parecer real quando eu incendiar o local para receber o dinheiro do seguro.” – Pete

“Você é um bom homem, Pete.” – Simon

Ri demais com as “técnicas” de venda de todos, especialmente com Zach e Lauren sensualizando até o último fio de cabelo.

“Você teve um orgasmo emocional, ou um “soulgasm”, se preferir.” – Simon

“Estou feliz por ter sido com alguém como Pete” – Zach

E, nesse espírito de celebração, até mesmo Lewis aparece por lá para comprar um carro na tentativa de conseguir o perdão de Timothy, que descobriu que ele trapaceou na dieta. No fim das contas, esse tal de Gordon Lewis não é um cara tão mau assim. Muito pelo contrário: até que esse grandalhão é bastante generoso.

O carro escolhido? Acho que a imagem vale mais do que mil palavras, não?

The Crazy Ones - The Stan Wood Account 1

Apesar de não ter sido tão engraçado quanto alguns de seus antecessores, “The Stan Wood Account” ainda foi um bom episódio. Foi ótimo finalmente poder conhecer o Lewis da Lewis, Roberts & Roberts, e eu espero que o Brad Garrett faça mais participações na série. O ponto fraco foi mesmo a ausência meio inexplicada – que desculpa esfarrapada! – de Sarah Michelle Gellar na metade final do episódio, o que me fez dar uma nota um pouco mais baixa essa semana.

Para terminar, uma menção honrosa para todos os erros de gravação exibidos no final. O elenco todo (exceto SMG) imitando o boneco de ar da concessionária me fez gargalhar alto.

“Eu estudei em Juilliard!” J

Até a semana que vem!

Terceira temporada de ‘Dallas’ estreia em fevereiro

Data/Hora 19/11/2013, 09:40. Autor
Categorias Notícias

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O canal TNT marcou para o dia 24 de fevereiro a estreia da terceira temporada de Dallas. A primeira parte – que contará com oito episódios – será exibida entre fevereiro e abril. Já a segunda – que terá sete episódios – vai ao ar na Summer Season (entre junto e agosto).

Essa temporada também será a primeira sem a presença de Larry Hagman (JR), que faleceu em 2012. Apesar disso, especula-se que os produtores do seriado vão usar imagens de arquivo do ator durante a história.

Em relação ao elenco, teremos o ator Juan Pablo di Pace (Camp) estará no elenco regular. Ele interpretará Nicolas Trevino, um bilionário que mantem segredos sobre seu lado sombrio. Outra novidade é a atriz AnnaLynne McCord (90210), que terá um papel recorrente. McCord interpretará Heather, uma mulher com problemas com seu ex-marido.

O terceiro ano da série também contará com a presença de Judith Light (Judith Ryland, mãe de Harris) e Kuno Becker (Drew Ramos, irmão de Elena).

Com informações do TV Line.

Destaques na TV – terça, 19/11

Data/Hora 19/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Terça-feira continua lotada de séries para ver !

Mais de 20 anos em 10 shows diferentes, o Det. John Munch resolveu crimes e colocou inúmeros bandidos atrás das grades, mas esta noite em Law & Order: SVU, o icônico detetive rabugento aposenta seu distintivo. Participações especiais do comediante David Steinberg como o irmão de Munch e a volta de Sofia Vassilieva (Medium) e de Clark Johnson como o parceiro de Munch em Baltimore (Homicide).

Um rosto familiar retorna em The Walking Dead, enquanto cada membro do grupo se esforça para encontrar mais humanidade em um mundo de constantes ameaças.

Cordelia terá que pagar pelos pecados de sua mãe, participação especial de Grace Gummer (The Newsroom / Smash) no episódio de American Horror Story: Coven.

Gibbs e McGee vão ao Afeganistão, quando um caso de assassinato leva a uma das mulheres afegãs no abrigo em que Mike Frank secretamente apoiava por anos, participação especial de Lolita Davidovich (The L Word) e a volta de Muse Watson como Mike Franks em NCIS.

Quando uma epidemia de gripe coloca Bluebell em quarentena, Wade é forçado a ficar na casa de sua ex-namorada deixando Zoey muito ciumenta em Hart of Dixie.

Das comédias na Warner apenas Mom é inédita, pois The Big Bang Theory teve hiato de uma semana nos EUA e a Warner faz o mesmo aqui.

William Sadler (Roswell) participa em The Blacklist.

Devido ao jogo Brasil x Chile hoje não terá a exibição de Pé na Cova.

O Canal Viva começa a reprisar hoje a minissérie Hilda Furacão, de Glória Perez, a produção de 1998 traz Ana Paula Arósio e Rodrigo Santoro no elenco. A história gira em torno de uma moça rica que cansa da vida abastada e torna-se prostituta. Com o tempo, ela começa a se envolver com um padre. Esse é um dos papéis mais emblemáticos da carreira de Ana Paula, que está há quase três anos fora da televisão.

Sessão de Terapia – episódio Otavio, Lia entrega a Theo um quadro que pintou dele, mas Theo não tem coragem de abrir. Otavio se diz pronto para terapia, pede mais consultas com Theo. Theo afirma que não está marcando mais consultas no momento.

Confira os demais destaques para esta noite.

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22 h (ep 2×05 – leia a review)
Law & Order : SVU – 23 h (ep 15×05)

HBO PLUS
Eastbound and Down – 22 h (ep 4×03) / 22h35 (ep 4×04)
Hello Ladies – 23h10 (ep 1×03) / 23h45 (ep 1×04)

AXN
NCIS – 22 h (ep 11×04)

FOX
The Walking Dead – 22h30 (ep 4×06)
American Horror Story : Coven – 23h15 (ep 3×06)

WARNER
The Big Bang Theory – 20 h (ep 7×01) REPRISE
Mom – 20h30 (ep 1×07)

FILM&ARTS
Scott & Bailey – 22 h (ep 2×07)

SONY
The BlackList – 21 h (ep 1×08 – leia a review)
The X Factor – 23h – 3a. temporada

GLOBO
Pé na Cova – 23 h – não será exibido hoje

+GLOBOSAT
Underbelly : Badness – 22h (ep 5×04)

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×32)
Parenthood – 23 h (ep 2×03)

GLITZ
Gossip Girl – 15h38 (ep 5×17) / 16h48 (ep 5×18) / 17h36 (ep 5×19)
Hart of Dixie – 19h12 (ep 2×13 – leia a review)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

CINEMAX
Caos – 16 h /17 h – REPRISE
Sullivan & Son – 18 h (ep 2×01) / 18h30 (ep 2×02) REPRISE
King & Maxwell – 20 h (ep 1×03) INÉDITO
Revolution – 21 h (ep 2×03 – leia a review) INÉDITO
Mandrake – 22h e 23h REPRISE

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta) ESTREIA
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta)

Comentem o que irão assistir.

‘Doctor Who’: veja 26 novas fotos de ‘The Day of The Doctor’

Data/Hora 18/11/2013, 20:22. Autor
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A BBC America liberou 26 fotos promocionais do episódio especial de 50 anos de Doctor Who, The Day of The Doctor, que terá transmissão simultânea global pela BBC e em cinemas selecionados. 

As fotos mostram todo o elenco, dando ênfase nos dois Doctors (Matt Smith e David Tennant) tentando impedir um plano de assassinato na Inglaterra na era da Rainha Elizabeth I (Joanna Page) que pode por em risco toda a realidade.

Confira as fotos:

The Day of The Doctor vai ao ar dia 23 de novembro.

Com informações do Entertainment Weekly

 

Jan Nash é escolhida como nova showrunner de ‘Rizzoli & Isles’

Data/Hora 18/11/2013, 19:56. Autor
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A curiosidade estava apertando, mas a espera acabou! Sucesso na produção de séries como Without a Trace e Memphis Beat, Jan Nash será a nova showrunner de Rizzoli & Isles, substituindo a produtora e criadora do show da TNT, Janet Tamaro.

Tamaro, que esteve a frente da série desde 2010, deixou o comando de Rizzoli & Isles assim que finalizaram a produção da quarta temporada. O comunicado do departamento da escritora veio algumas semanas após o anúncio da morte do ator Lee Thompson Young, que interpretava o detetive Frost. Mas Tamaro não sairá definitivamente do show – para a quinta temporada, ela atuará como consultora de produção.

NOTÍCIAS | ‘Rizzoli & Isles’ dedica episódio a Lee Thompson Young.

Um dos primeiros pontos a ser tratado por Nash e sua equipe de roteiristas será lidar com a morte de Lee Thompson, que se suicidou em agosto desse ano. A morte do ator ainda não foi abordada nos episódios finais da quarta temporada, mas é prevista para que seja inserida durante a abertura da quinta.

Jan Nash tem um longo currículo como produtora de séries, e já trabalhou em Unforgettable, Caroline in the City, Fairly Legal e Made in Jersey. Estreou sua carreira em Ellen, sitcom da ABC.

Com informações do Deadline

Jason Ritter está de volta à ‘Parenthood’

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Após Us & Them – sua nova série na Fox – ter sua produção drasticamente reduzida após a gravação de apenas seis episódios (cancelamento iminente à vista!), Jason Ritter está de volta à Parenthood como Mark Cyr, o querido professor de inglês e ex-namorado de Sarah (Lauren Graham).

Jason retornará à série da família Braverman apenas para o episódio 19 desta quinta temporada – por enquanto! –, que tem previsão de ir ao ar em 24 de abril de 2014. A única informação divulgada é que, no episódio, Mr. Cyr encontrará por acaso um membro da família Braverman (não necessariamente Sarah).

A última participação do ator em Parenthood foi ainda na season finale da quarta temporada, quando teve seu coração partido por Sarah, que preferiu dar uma chance à seu relacionamento com Hank (Ray Romano).

Um fato curioso é que Us & Them conta também com Alexis Bledel em seu elenco. Alexis é conhecida do grande público por ter interpretado Rory Gilmore em Gilmore Girls, filha de Lorelai, personagem de Lauren Graham.

Com informações do TV Line

 

Scandal – Icarus e Everything’s Coming Up Mellie

Data/Hora 18/11/2013, 17:07. Autor
Categorias Reviews

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Por onde começar? Jurando amor eterno à Shonda? Ressaltando a genialidade do roteiro de Scandal? Surtando com as revelações de Everything’s Coming Up Mellie?

Nenhuma das alternativas anteriores. Preciso começar me desculpando pelo atraso nas reviews. Scandal merece reviews semanais, e de preferência que consigam fazer jus à genialidade do seriado. Peço perdão, então, pela mancada. E prometo seguir na linha a partir de agora. Sem mais, vamos ao que interessa.

Lisa Kudrow. Impossível falar de Icarus sem falar da atriz. Ela está muito bem como Josie Marcus. Bem demais. Transita entre momentos mais tensos e outros mais leves, e foi impossível não lembrar de Pheebs Buffay ao ver Josie toda piadista no episódio. E, certamente, a consistência do personagem que está interpretando ajuda bastante no destaque que Lisa vem tendo.

Scandal - Icarus

Marcus é uma mulher interessante. Integra, com valores morais bem definidos. Doce, mas com pulso firme. E fico indagando até quando a Congressista conseguirá sobreviver em um meio sujo como o político/eleitoral. Pelo que vimos até agora em Scandal, todo mundo –eventualmente – precisou sujar as mãos. Se Marcus não aceitar fazer isso, será engolida pelos adversários.

Mas, temores deixados de lado, preciso dizer que AMEI o trabalho dos Gladiadores na campanha de Marcus. E foi uma delícia ver as respostas dela para um atordoado Novak (perder o emprego ficou barato). Essa reviravolta mostra que Josie tem sim condições de concorrer à presidência. Ela é corajosa e forte. Só não sei se tanto quanto precisa ser, já que Cyrus deve vir com algo grande contra ela muito em breve. E sabemos que Cyrus não brinca em serviço.

Como eu havia dito na review de More Cattle, Less Bull, Olivia não aceitou voltar para a campanha de Fitz. E o motivo, é óbvio, foi descobrir que ele derrubou o avião que transportava sua mãe. Aliás, Olivia não aceitou de pronto essa revelação. Relutou o quanto pode em aceitar que o homem que ela ama abateu um avião recheadinho de civis, incluindo sua progenitora. Mas Fitz, apesar de não ter dito nada, acabou por confirmar as suspeitas de Liv. Ela está acostumada a ser tratada diferente por Fitz, a saber todos os seus segredos. Mas dessa vez ele não abaixou a guarda e a manteve de fora. Deu, assim, a confirmação que ela precisava.

Scandal - Everything's Coming Up Mellie 3

E essa confirmação, aliada as suspeitas de Olivia de que a ordem para a queda do avião/morte da mãe teria partido de Papai Pope, desencadeou a investigação dos Gladiadores (plus Jake). Eles tem uma nova cliente: Maya Lewis. E as descobertas logo deixam bem evidente (especialmente o fato de um dos passageiros ter sido retirado do avião) o que o final do episódio – falhando em chocar, pelo menos no meu caso – revela: Maya está viva.

E Rowan faz de tudo para esconder isso de Olivia. Como se não bastasse manter a esposa em uma prisão, mandou executar – em um twist genial – a única testemunha de que ela foi a passageira que não voou.

Quinn, a amiguinha/amante/comparsa de Charlie, pisou feio na bola, dessa vez. Além de chata, é burra. Aproveito a oportunidade e lanço a campanha “Rowan, rogamos: abra uma exceção na regra de não matar os amigos de Olivia e dê cabo na Quinn. Agradecemos”. É claro que esse lance de ficar próxima de Charlie para desfrutar de seus conhecimentos sobre o lado negro da força não era uma boa ideia. E ela deveria saber que mexer com o B613 não era uma boa ideia. Mas não, ela foi o marionete mais fácil de comandar da história da televisão. E se ferrou bonito. O problema é que agora o B613 tem uma “agente” infiltrada nos Gladiadores. E minha esperança é que Quinn colabore dando dicas disso para Huck. Aposto todas as minhas fichas que ele salvará o dia – e deve matar Charlie, de quebra.

Ainda sobre o B613, Fitz agora sabe que Rowan é o pai de Olivia. Quero só ver como ele lidará com a informação de que o cara que ele tanto detesta é o pai de sua amada. Fortes emoções nos aguardam.

Scandal - Everything's Coming Up Mellie

E por falar em fortes emoções, chego, finalmente, em Mellie. Bellamy Young deu show. E é impossível não ter ficado com vontade de colocar a Primeira Dama no colo e abraçar apertado.

Não é de hoje que sabemos que Mellie é ambiciosa, mesquinha, obcecada pelo poder. Ela não mede esforços para fazer com que Fitz permaneça no cargo, e se humilha repetidas vezes para que o marido fique “feliz e empossado”. E até Everything’s Coming Up Mellie era difícil entender o porquê de tanta ambição e mesquinhez. Assim, tomamos como verdade que Mellie é uma pessoa “ruim”, sem valores. Que só está ali para humilhar Olivia e atrapalhar o ship da nação de fãs. Logo, nossa empatia por ela se resumia a alguns poucos momentos nos quais ficava muito explícito o sofrimento dela em razão da rejeição de Fitz.

Para mim, depois de Everything’s Coming Up Mellie, tudo mudou. Foi chocante ver quão felizes eram os recém-casados Fitz e Mellie. Quanto amor havia ali. Sim, das conversas dela com Cyrus (cabeludo que só) já dava para perceber a ambição de Mellie em ser alguém na vida. Mas dá para perceber, também, que ela achava que isso não mudaria quem ela era. Uma pessoa… boa.

Depois do estupro (que cena chocante, que cena forte. QUE CENA, e que show de Bellamy.) todas as convicções dela ruíram. E ela, compreendendo a dor de Fitz, o quão perdido a rejeição do pai o deixava, utilizou isso como trunfo para que o sogro desse o empurrão que faltava para que Fitz aceitasse concorrer. Ela não denunciou, ela sofreu contida. Fez a escolha de apoiar o marido, irrestritamente. E isso fez de Mellie a pessoa amarga que é hoje.

Ela pretendia fazer obras de caridade, caso fosse obrigada a largar o trabalho em um escritório de advocacia para ser “mulher de político”. Não causa espanto, assim, que ela seja imensamente infeliz no presente. Mellie se reduziu a um objeto decorativo, e isso fere sua essência determinada e corajosa. Ela deixou para trás tudo que era. Seu passado, suas raízes. E fez isso por amor à Fitz e pela vida que teria ao lado dele. Agora, ela não tem mais o amor do esposo. Tudo o que lhe resta é o poder. E é por isso que ela se agarra nele, tão cegamente.

Scandal - Everything's Coming Up Mellie 2

Ainda não concordo com as escolhas e artimanhas de Mellie. Mas agora eu a compreendo. E simpatizo muito mais com seus dramas, com suas incertezas, com suas reclamações. E torço, mais do que nunca, para que Fitz consiga se manter longe de Olivia. Ah, se ele soubesse da dívida que tem com Mellie, tanta coisa seria diferente. Ou não, vai saber. Só sei que torço pra que a defesa que Fitz fez de Mellie (aliás, a repórter era a Rose, a namoradinha do Derek lá na quarta temporada de Grey’s Anatomy. Shonda e o reaproveitamento eterno de cast) indique tempos melhores para o casal.

Caramba. Não escrevi uma review, escrevi um livro. E tenho impressão que esqueci metade do que pretendia dizer. Mas isso é um bom sinal. Mostra que Scandal está tão bem, com tantas histórias interessantes, que fica difícil contemplar todas.

E que venham os 3 episódios pré-hiato. Estou esperando-os enlouquecidamente.

P.S.1: Cyrus é esperto DEMAIS. Sally achou que estava manipulando Fitz, mas na verdade estava sendo lindamente manipulada. E ainda vai perder o marido para outrO. Quem diria!

P.S.2: o avião foi abatido porque levava uma bomba a bordo. Terrorismo? Maya estaria ligada à bomba? Qual segredo Mama Pope esconde?

P.S.3: super inesperado o lance do segurança do Presidente ser o perseguidor de Jake. Achei que o cara ia matar ele e BAM, era a amiga assanhada que faria isso. Genial.

P.S.4: sei que além do estupro, os roteiristas ainda levantaram a questão da paternidade do primogênito de Mellie. Mas não vejo esse como um plot a ser desenvolvido. Pra mim, serviu pra explicar quem é Mellie e por que ela age de determinada maneira. Com o Fitzão morto, não vejo como levantar essa história seria benéfico para Mellie. Mas podemos esperar tudo de Scandal, então…

P.S.5: Olivia tinha 12 anos e Fitz já estava na Força Aérea há tempos. Não achei que a diferença de idade entre eles fosse tão grande.

Mudança no dia de exibição derruba em 43% a audiência de ‘Bones’ (Audiência na TV americana 10 a 15 de novembro)

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Toda regra tem sua exceção, mas, de forma geral, a season premiere e a season finale  são os episódios mais vistos de uma série ou reality. Por isso, geralmente chamamos a atenção para quedas drásticas ou contínuas de audiência, pois tendem a ser irreversíveis e selar o destino de um programa.

Novidades e destaques desta semana são da rede FOX: a estréia de Raising Hope, a mudança de dia de exibição de Bones e a queda de audiência de The X Factor (o show não se recuperou depois de um hiato de duas semanas para transmissão dos jogos de baseball).

Estréias

Nesta semana, a FOX voltou a exibir Raising Hope. A série, que na temporada passada era exibida às terças-feiras, este ano passa a ocupar a grade de programação das (difíceis) sextas-feiras. Entre o último episódio da segunda temporada e esta season premiere, o drama da FOX perdeu 42% de seu público qualificado (1.2 para 0.7 pontos na demo 18-49 anos respectivamente). Perdeu ainda esta mesma parcela de audiência em relação ao público herdado de Bones, que também migrou para as sextas-feiras e é exibido no horário anterior. Talvez esta seja a última temporada da série que, no ano anterior,  já foi renovada pela FOX com média de audiência inferior à da rede.

Destaques

Outra novidade nesta semana foi, também, a transferência de Bones para as sextas-feiras. Até então o drama da FOX, mesmo após nove temporadas, apresentava índices estáveis junto ao público alvo com uma média de audiência de 2.3 pontos, contra 2.1 pontos da temporada passada. A transferência para as noites de sexta-feira derrubou em 43% sua audiência junto ao público qualificado. Se, por um lado, esses dados são preocupantes, por outro, ainda é cedo para se falar sobre cancelamento ou renovação. Julgamentos precipitados podem induzir ao erro, como no caso de Drácula por exemplo: com um índice de audiência de 1,8 pontos na demo 18-49 anos em seu primeiro episódio, muitos davam a renovação da série para uma segunda temporada como certa, após quatro episódios e uma queda de aproximadamente 50% da audiência, já há um coro (óbvio) falando sobre cancelamento. Esperemos mais algumas semanas para emitir um juízo sobre Bones e sobre a estratégia da rede para suas noites de sexta-feira.

Outro programa da FOX que vai mal das pernas é The X Factor. Parece que lhe foram fatais as duas semanas em que o show deixou de ser exibido em virtude das transmissões esportivas. The X Factor perdeu, em média, 32% de sua audiência qualificada nas noites de quarta-feira e 37% nas noites de quinta-feira. Vejamos como a audiência se comporta nos próximos episódios pois, convenhamos, 1.7 ou 1.3 pontos na demo 18-49 anos é muito pouco para um dos carros-chefe da programação da rede.

Melhores desempenhos junto à audiência, na semana de 10 a 15 de novembro

Como já temos repetido semana após semana, a primeira tabela mostra os programas que, na demo 18-49 anos, conseguiram obter índices de audiência que ainda os tornam interessantes para as redes de TV que os veiculam. Este índice situa-se em torno de 2 pontos para esta faixa etária e é cotizado com a média de audiência obtida pela rede.

Audiência na demo 18-49 anos

week 08 tabela demoNesta semana tivemos vários programas com um índice de audiência que se aproxima bastante do índice de corte da tabela: Mom (1.9), CSI (1.9), Back in the Game (1.8), The Simpsons (1.8 pontos), The Biggest Loser (1.8), The Good Wife (1.7), Dancing with the Stars (1.7), The Goldbergs (1.7), New Girl (1.7), The X Factor (1,7), Shark Tank (1.7).

A audiência de Bones é de seu último episódio exibido às segundas-feiras.

Audiência em milhões de telespectadores

week 08 tabela totalAudiência das séries da rede CW

week 08 cwDesempenho das redes junto à audiência (média semanal)

week grafico redesSe computarmos os dados de domingo da NBC referentes às transmissões esportivas, a rede ficaria com uma média de 2.55 pontos junto ao público qualificado e 8,25 milhões de telespectadores junto ao público total.

É interessante notar que a rede CBS, via de regra, consegue os melhores índices de audiência junto ao público total.

Remake de ‘Murder, She Wrote’ pode ter o título alterado

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O remake da NBC da clássica série de investigação Murder, She Wrote começou com o pé esquerdo. De acordo com o Deadline, a série pode não ter o título original, além de também não ter a mesma personagem protagonista.

A renomada atriz Angela Lansbury – protagonista da versão original – recentemente deu sua opinião quanto ao remake e manifestou interesse em participar de sua produção. Lansbury, que recebeu 12 indicações ao Emmy e 4 Globos de Ouro pelo seu papel como a escritora de mistério/investigadora Jessica Fletcher, disse não ter nenhum problema com o remake da NBC, se não fosse pelo título

“Na minha opinião é um erro chamá-lo de Murder, She Wrote,” disse Lansbury em uma entrevista exclusiva ao Associated Press. “Porque Murder, She Wrote sempre será sobre Cabot Cove (cidade fictícia em que se passava a série original) e esse maravilhoso grupo de pessoas que contou aquelas adoráveis histórias e aproveitou um pouco daquele lugar.”

“Eles também aproveitaram Jessica Fletcher, que foi um tipo de pessoa raro e muito individual. Então eu sinto muito que eles tenham que eles tenham que usar o título Murder, She Wrote. Mesmo que seja… o direito deles.” completa Lansbury.

A nova versão de Murder, She Wrote, que ainda está na fase de desenvolvimento do piloto, será estrelado pela vencedora do Oscar Octavia Spencer (Histórias Cruzadas) como uma administradora de hospital e detetive amadora que depois de publicar seu primeiro romance de mistério, decide resolver crimes na vida real.

Lansbury também comentou sobre sua sucessora, dizendo que ela é “absolutamente maravilhosa, uma atriz adorável”, comentando sobre sua aclamada performance no filme Histórias Cruzadas. “Eu desejo a ela o melhor, mas gostaria que não fosse em Murder, She Wrote“.

Com informações do TV Line

Dracula – From Darkness to Light

Data/Hora 18/11/2013, 10:12. Autor
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A audiência de Dracula segue caindo na TV americana e a qualidade da série… bem, a qualidade da série não melhora. O que faz sentido, já que uma coisa leva a outra. Em seu quarto episódio, Dracula continuou a ser o que se mostrava desde o começo: uma série regular, que até entretém num momento em que você não tenha nada de mais interessante para fazer. E só. JRM é um colírio aos olhos e isso torna a experiência ainda mais suportável. Mas isso não deve ser motivo maior. E, no caso, por vezes, é.

Nesse quarto capítulo, continuamos a acompanhar a saga de Drácula para aperfeiçoar a energia elétrica wireless e, consequentemente, derrubar a Ordem do Dragão, que tenta dominar o mercado de petróleo, material então utilizado para fabricar energia. Além de conseguir o avanço tecnológico, o protagonista tratou de seduzir ganhar a confiança de Lady Jayne, mulher contratada pela ordem para caçar os vampiros. O resultado disso é uma química interessante (e em ponto de ebulição) entre os dois personagens. Apesar de não existir nada de muito diferente nessa premissa – de um lado, a mulher independente que cai nas garras / se apaixona por seu maior inimigo e fica vulnerável; do outro lado, o anti-herói que, para salvar a pele, seduz sua maior ameaça -, a história é bem interessante e até imprevisível, ficando difícil saber quem vai vencer. Se, de um lado, Drácula é um vampiro muito velho e forte, de outro, a Ordem do Dragão é um grupo influente, com pessoas espalhadas por diversos setores, não sendo um inimigo fácil de reconhecer e vencer.

Apesar de tudo acontecer lentamente, causando certo tédio, esse plano de fundo satisfaz o espectador e, qualquer hora, pode até fazer a gente pular do sofá, de susto, com uma ação inesperada. Por enquanto, cada parte do conflito se prepara, como pode, para a batalha final. E que vença o melhor – ou o pior.

Por falar em pior, Drácula começou a mostrar que é realmente mau (ironicamente, o episódio se chamava From Darkness to Light; só que ao contrário, né?). Para despistar a Ordem e fazê-la acreditar que eles haviam exterminado o vampiro que assombrava Londres, o protagonista sacrificou o próprio amigo (também vampiro) a fim de enganar Lady Jayne. Ele chorou, no final, é verdade, mas, ainda assim, engoliu o choro e fez o que deveria ser feito. Visivelmente abalado, Drácula disse a Renfield que, às vezes, para se chegar à Rainha, é preciso sacrificar alguns cavalos – só eu achei que Renfield ficou balançado com essa afirmação? De qualquer forma, a lealdade dele será colocada a prova, agora que ele foi capturado pela Ordem. Apesar da impressão causada naquela cena anterior, não acho que ele vá trair Drácula. Como ele mesmo disse, o problema do amigo vampiro de Drácula não era falta de lealdade, mas a natureza dele, um vampiro. Renfield não é vampiro e talvez, por isso mesmo, seja mais resistente.

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Quanto à história de Harker e Mina, fiquei revoltada. No comercial desse episódio, a NBC deu a entender que o casal iria suspeitar do exagerado interesse de Drácula na relação deles, assim como a Ordem iria desconfiar de sua identidade. Nada disso era verdade e tudo não passou de um truque de montagem. Não bastasse a Ordem achar que o vampiro de Londres está, agora, morto, Mina e Harker confiam em Drácula mais do que nunca. Quando Mina desconfiou do interesse do personagem na relação dela com Harker, o noivo logo tratou de dizer que Drácula é praticamente o padrinho do namoro deles, já que foi o nobre personagem que o estimulou a valorizar Mina quando os dois romperam. Ou seja, Drácula conseguiu o que queria: ao ajudar Harker, no episódio passado, ele, na verdade, estava se fazendo de bom moço para comover Mina. Ela, aliás, ao saber que Drácula aprovava e era entusiasta do namoro dela com Harker, ficou visivelmente decepcionada – afinal, ela ficou balançada desde que Drácula a abraçou naquela cena do incidente nos testes de energia elétrica e saber que o personagem aprovava o namoro dela com outro homem era quase como levar o toco.

Já Lucy está, cada vez mais, incomodada com o casamento da amiga, por quem, ao que tudo indica, ela é apaixonada (e ainda não acho que, no contexto da série, isso acrescente algo). Mais incômodo do que isso, só mesmo a tolice de Harker ao acreditar que Drácula está super bem intencionado e de que o patrão o considera mais do que apenas um empregado (por favor, né, meu filho, inteligente como você é, deveria saber que quando a esmola é demais, o santo desconfia… abre o olho!).

Em suma, Dracula continua sendo aquela série mais ou menos, falta ação ao enredo. A beleza estética é inegável e isso é evidente na utilização das câmeras lentas (recurso quase sempre mal usado nas produções audiovisuais, deve-se enfatizar; pela façanha, Dracula merece aplausos sinceros). No último episódio, a técnica se destacou por duas vezes. Primeiro, no incidente nos testes de energia, quando Drácula abraçou Mina e o mundo pareceu, literalmente, parar naquele momento – e a câmera em slow motion (combinada às lâmpadas brilhando ao fundo) conseguiu traduzir os sentimentos do vampiro, que viu a mulher morrer em sua frente já há alguns séculos e estava ali, agarrado à cópia mais fiel da amada – bem como a descoberta de um sentimento por parte de Mina. O conforto que ela sentiu nos braços de Drácula foi transpassado para a gente, enquanto espectador. Foi uma cena simples e tocante. Em contrapartida, uma cena de sexo entre o vampiro e Lady Jayne, que se misturava, sincronicamente, com uma cena de briga entre duas mulheres, também ficou visualmente interessante e criativa. Agora, só falta melhorar o roteiro.

p.s.: e a mão do Drácula queimando? Meu Deus, que aflição!

Modern Family – A Fair to Remember

Data/Hora 18/11/2013, 09:09. Autor
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Nos aniversários de casamento do casal Dunphy, quem ganha o presente – sempre – somos nós. Em A Fair to Remember, Claire e Phil estão comemorando o 20º aniversário de casamento e logo de cara somos presenteados com a cena das crianças indo levar o café da manhã para os pais.

Tá, mas e daí? Qual a graça disso? A graça está justamente aí! Bem, pra quem não se lembra, no episódio Caught in the Act (2×13) as crianças pegam os pais fazendo “aquilo” quando vão entregar o café da manhã de aniversário de casamento do casal. Aqui, três temporadas depois, ainda vemos que, por mais que eles não demonstrassem, eles ficaram traumatizados com o ocorrido.  E esse é só o começo do dia.

Claire e Phil passaram o dia tentando fazer a surpresa perfeita. Confesso que, para o aniversário de 20 anos de casamento, eu esperava um pouco mais. Aconteceu tudo conforme estamos acostumados, não fosse pelo fato de Claire, dessa vez, “surpreender” Phil com seu presente. Mas para que a surpresa finalmente chegasse, muita coisa aconteceu. E não foi só com eles. O ponto de encontro das famílias foi a feira da escola.

Jay ainda insiste em fazer de Manny um garoto “normal”. Mas isso está longe de acontecer até porque, o personagem foi se solidificando cada vez mais como aquele garoto fora dos padrões da sua idade. Essa é a marca de Manny e sinto que Jay poderia trocar um pouco o disco. Manny participou de uma competição de bolos e após ser sabotado pela sua própria mãe, Cam descobriu que o garoto tinha talento para o futebol americano.

Lembram que Cam aceitou o emprego de técnico do time de futebol da escola? Pois bem, após ser cobrado por um dos pais de um garoto do time, o professor tentou mostrar que aquilo não era brincadeira e que o trabalho em equipe era essencial. Vendo Manny correr abrindo caminho para poder chegar a tempo na competição dos bolos, Cam teve certeza que ele era a peça que faltava no time. A única coisa estranha aqui foi o fato de que Manny, que nunca praticou esporte algum porque mostrou que não tem nenhum talento para isso, conseguiu ser o responsável pela vitória do time. Achei um pouco precipitado, mas…

Enquanto isso, no outro núcleo kids, Luke pedia ajuda para Alex na questão sentimental. O legal nessa história foi observar que os dois estavam “interessados” na mesma garota. Alex via na menina a oportunidade perfeita para deixar de ser a estranha da turma – já que a menina era nova por ali. Luke por sua vez, teve a oportunidade perfeita para beijar a garota, mas Alex não permitiu que isso acontecesse. Prioridades, né?

Haley aproveitou que estava todo mundo fora e foi simplesmente passar o dia na piscina da casa do avô – no melhor estilo Haley de ser. Ela só não contava que Manny, a babá, estaria por lá para lhe encher o saco. Essa implicância entre os dois fez parecer que vai rolar um romance por aí…

Lily teve algumas pequenas falas e eu nem preciso dizer que ela é a melhor porque isso já está ficando repetitivo 😉

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