Primeiras Impressões – Almost Human

Data/Hora 20/11/2013, 13:01. Autor
Categorias Preview

thumb image

A nova produção de J.J. Abrams (Lost e Fringe), encomendada pelo canal da Fox, se passa em 2048 e em um mundo bem diferente do usual. A premissa básica tem como policias e androides MX’s parceiros em suas atividades diárias para garantir a segurança da população, após uma onda de crimes e violência que atingiu todo o planeta. O personagem principal é John Kennex (Karl Urban) que, ao lado de seu parceiro androide Dorian (Michael Ealy), é designado à uma missão, ao mesmo tempo que Kennex tenta relembrar seu passado recente.

Depois de diversas séries sobre ficção científica que foram uma furada, uma coisa se pode cravar: Almost Human conseguiu ter uma estreia muito competente e atrativa. A premiere é recheada de boas cenas de ação e efeitos que não podem faltar em uma série sci-fi – há momentos que são previsíveis, como logo no início; mas, mesmo assim, não diminui sua eficácia.

Os produtores utilizaram um bom tempo para a apresentação dos dois personagens mais importantes da série – diversos diálogos, muitas explicações para os tipos de robôs, o passado de John – em poucas cenas já conseguem criar um vínculo entre John e Dorian e, o mais importante, conseguem criar um vínculo com o telespectador. Sem dúvida alguma esse foi o destaque do piloto, ambos atores interpretam seus papeis com grande eficácia e competência. Isso foi essencial para a funcionalidade deste início, pois se não há empatia com os personagens principais, uma parte do público já assiste a série com outros olhos.

Excelente também foi a ambientação futurística – com diversos modelos de carros, a máquina que possibilita a tentativa de recuperação de memória – que deu um toque a mais e contribuiu positivamente para a crescente do primeiro episódio. Verdade que em alguns momentos o seriado lembrou muito Fringe, por exemplo quando John utilizou a máquina; muito similar a Olívia no tanque.

Um único ponto que deixou um pouco a desejar foi o jeito como trataram do bandido capturado. Ficou um pouco claro que ele não iria soltar as informações de uma forma tão fácil a troco de nada; entretanto, os roteiristas deixaram isso passar e, provavelmente, foi o que mais chamou a atenção negativamente. Porém, não foi uma falha tão grotesca que pudesse atrapalhar os pontos positivos.

Almost Human apresentou um piloto muito bem feito, com uma história que cresceu a cada minuto e conseguiu aguçar nossa curiosidade desde o início – algo raro nos seriados atuais. E, foi auxiliado por um elenco coadjuvante composto de bons nomes capazes de sustentar esse início (mesmo este focado mais nos dois personagens principais) e, que irão ser importantes nos próximos capítulos.

A série foi uma grata surpresa, muito acima da média e do esperado por grande parte dos amantes de ficção. Ela tem tudo para continuar nesse ritmo, com uma história cada vez mais envolvente e inteligente. Felizmente, as expectativas foram alcançadas e se o bom e velho J.J. Abrams continuar no comando, não há como deixar de acompanhar Almost Human.

Dia Nacional da Consciência Negra: eles enfrentaram o preconceito e venceram!

Data/Hora 20/11/2013, 11:47. Autor
Categorias Especiais

thumb image

Hoje, 20 de novembro, é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, data escolhida para que a gente pare e reflita sobre a inserção dos negros na sociedade brasileira. O dia foi definido por se tratar do aniversário de morte do Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, um dos maiores refúgios dos escravos africanos que já existiu no Brasil. Zumbi morreu em 1695, após ser traído por um ex-companheiro e capturado por bandeirantes. A cabeça dele foi cortada, salgada e, então, entregue ao governador Melo de Castro. Zumbi lutou contra a escravatura no Brasil Colonial e é  considerado uma marca da liberdade. Apesar de a data ser celebrada no calendário brasileiro – sendo, inclusive, feriado em diversas cidades – e o Brasil ter sido um dos últimos países a declarar o fim da escravidão, o preconceito racial e as dificuldades enfrentadas pelos negros não são exclusividade de nosso país. Nos Estados Unidos, por exemplo, os estados sulistas, como a Carolina do Sul, demoraram a libertar seus escravos e as dificuldades impostas aos seus decentes se estenderam por séculos, tendo sido retratadas em diversas séries televisivas. Na Inglaterra não é diferente.

A consciência negra é um tema universal e deve ser celebrado todos os dias. Mas, hoje, o TeleSéries faz uma homenagem e escolhe alguns personagens negros da telinha para representar os afro-descendentes do mundo inteiro. O especial vai ao ar hoje, dia 20, mas a gente espera que, ao longo dos 365 dias do ano, leitores possam se encantar e se inspirar por essas histórias de seres humanos – e vencedores.

Copper – Dr. Freeman

Copper Dr Freeman 01

Na série Copper, cancelada recentemente pela BBC America, o tema de escravidão tinha papel importante na história. É que a série se passava na segunda metade do século 19 e narrava as consequências da Guerra Civil Americana – também conhecida como Guerra de Secessão. Na época, por interesses econômicos, estados nortistas americanos (de economia industrial) eram contra a escravatura, enquanto estados sulistas (economia agrária) eram a favor da mão-de-obra escrava. A eleição de Abraham Lincoln na presidência, atendendo aos interesses nortistas, foi o estopim do conflito, considerado o detentor do maior número de vítimas em um combate nos Estados Unidos (foram aproximadamente 600 mil mortos). A guerra, que se iniciou em 1861, terminou em 1865, com vitória daqueles que lutavam pelo fim da escravidão. Copper começa em 1864, no bairro Nova Iorquino de Five Points, tomado por drogas, violência e prostituição. Lá, um imigrante irlandês, o detetive Kevin Corcoran (Tom Weston-Jones), tenta fazer justiça aos menos favorecidos. Nesse contexto, destaca-se a figura do Dr. Matthew Freeman (Ato Essandoh), um médico afro-descente que ajuda Corcoran a decifrar as causas de alguns assassinatos, bem como a tratar feridos e doentes. O Dr. Freeman é um ex-escravo que lutou durante a Guerra Civil, no lado de Lincoln, e, durante o conflito, amputou a perna de Robert Morehouse (Kyle Schmid) – o herdeiro de um influente industriário americano e, mais tarde, prefeito de Nova Iorque -, salvando-lhe a vida. Na série, por diversas vezes, ele é obrigado a enfrentar o preconceito de muitos pacientes brancos que se recusavam a ser tratados por um médico negro. Freeman era casado com Sara (Tessa Thompson), uma mulher negra livre que o auxiliava no tratamento de seus pacientes. Sara era forte e destemida para os padrões da época e viu os dois irmãos serem queimados em um poste, em Five Points, por um grupo de imigrantes preconceituosos. A mãe dela ainda era escrava em uma fazenda no sul do país. Com a ajuda de uma amiga inglesa da alta sociedade, Elizabeth Haverford (Anastasia Griffith), Sara consegue comprar a mãe de um fazendeiro e a senhora pode, então, experimentar a liberdade pela primeira vez na vida – condição a qual ela não consegue se adaptar.

Copper Dr Freeman

Durante as duas temporadas de Copper, os afro-descendentes americanos foram retratados com intensidade, destacando as dificuldades e preconceitos (muitas vezes, sob forma de violência física) que os cidadãos precisavam enfrentar, mesmo sendo homens livres, em um dos países que, por muitos anos, foi o símbolo do preconceito racial.

Doctor Who – Martha Jones

martha jones

Martha pode ser considerada uma das companions mais inteligentes e capazes da história de Doctor Who. Desde sua estréia na série, no episódio Smith and Jones, ela demonstrou coragem, resistência, força de vontade e, acima de tudo, um intelecto brilhante. Residente de Medicina, Martha quase sempre estava com seu pensamento em sincronia com o Doctor, muitas vezes, solucionando o problema antes dele, situação que gerou o bordão dito, frequentemente, pelo Doctor: Oh, Martha Jones, you’re brilliant. Mas as coisas não eram fáceis para ela. Martha precisava provar, o tempo todo, que era capaz e, muitas vezes, não tinha o reconhecimento devido, sofrendo preconceito por ser negra. O caso mais grave foi no episódio The Family of Blood, em que ela e o Doctor viajam para 1913. Na ocasião, o Doctor perdeu a memória e começou a pensar que era um professor – ela, então, se disfarçou de empregada da escola para protegê-­lo. Em determinado momento do episódio, Martha conta à Joan, uma enfermeira da escola, que está estudando para se tornar uma doutora. Joan diz que era impossível uma empregada se tornar uma doutora, ainda mais uma de sua cor. Mas Martha não deixa por isso mesmo e cita TODOS os ossos da mão, provando sua capacidade! Se você for residente de Medicina, faça o teste e veja se você consegue citar todos os ossos da mão. Uma badass de primeiríssima categoria.

Downton Abbey – Jack Ross

Downton Abbey1

Jack é o primeiro personagem negro de Downton Abbey, fato que por si só já diz muita coisa sobre o personagem. Um cantor de jazz negro na Inglaterra dos anos 20. O preconceito racial era quase um hobby, ainda mais entre a aristocracia, que mantinha a ideia de “pureza racial”, sendo impensável a união entre pessoas de raças diferentes. E é nesse cenário que o pobre Jack vive seu caso de amor com Lady Rose, a sobrinha do Conde de Grantham.

Jack é um gentleman em todos os sentidos da palavra, além de ser um ótimo cantor, e claro que isso não passou despercebido por Rose, que se encantou pelo rapaz logo de cara. Os dois viveram um romance intenso, e planejavam até se casar, mas Jack foi advertido por Mary sobre todo o sofrimento que Rose iria ter que enfrentar – e ele percebeu que não queria uma vida assim para ela e abriu mão de sua amada por tamanho desgosto. Simplesmente revoltante. E mais revoltante ainda é pensar que hoje, mais de oitenta anos depois, ainda existam pessoas que tenham esse pensamento.

House M.D. – Dr. Foreman

foreman

Foreman, Eric Foreman M.D.; Neurologista, o único membro perene da equipe de House durante os oito anos da série – mesmo quando já não subordinado a ele. É notabilíssimo o seu sucesso, certo? Certo, mas não dá para dizer que foi fácil para o doutor chegar aonde chegou, também devido ao preconceito. Foreman, um médico negro, traz uma história familiar complicada: a mãe sofre do Mal de Alzheimer e o irmão está na cadeia por envolvimento com drogas. Durante a série, principalmente na primeira temporada, é mencionado seu histórico de delinquência enquanto jovem. O fato de ser negro e de ter um passado não exemplar chama a atenção de House, que faz de mandá-lo para invadir e investigar a casa dos pacientes um hábito durante os primeiros anos da série. Nesse caso, o preconceito racial das pessoas – demonstrado por alguns pacientes e mesmo pelo próprio House em alguns momentos – era atenuado pela genialidade do trabalho do médico, mas e se fosse diferente? E se o preconceito tivesse tirado as oportunidades de Foreman de mostrar seu talento? Injusto, não?

Bones – Camille Saroyan

bones1

Levou seis temporadas para que o assunto surgisse em Bones. Mas isso não significa que a questão racial fosse algo ausente na série. Com dois chefes negros, Dr. Daniel Goodman (Jonathan Adams) e Dra. Camille Saroyan (Tamara Taylor), diferença racial no Jeffersonian sempre foi tratado com sabedoria. Mas em The Shallow in the Deep, o que era óbvio, se tornou profundo. E foi no episódio 6, do sexto ano da série que isso veio à tona. Quando um navio negreiro é enviado ao Jeffersonian, para que os esqueletos encontrados no fundo do oceano junto à embarcação fossem estudados, a equipe mal percebe o quando é desconfortável para Cam lidar com esse caso. “Por que ela é negra”, você pode pensar. Também! Mas porque, dentre todos aqueles ossos, ela encontra uma parente distante. Uma pessoa de verdade. Depois disso, os cientistas já tão acostumados com os esqueletos, que entre negros e brancos, são todos da mesma cor, começam a perceber que aquelas vítimas, nem humanas eram consideradas. Na escravidão, negro era mercadoria. O episódio foi a fundo na questão e, com delicadeza, tentou redimir séculos de injustiça. No final, depois de identificar todas as ossadas, a equipe do Jeffersonian ofereceu um cerimonial, no qual mostrou ao mundo que cada um ali era mais do que um preço em uma caderneta, era um nome à ser lembrado. Esse não foi o único episódio a tocar no tema, mas foi, com certeza, o mais profundo.

Parenthood – Alex

parenthood

Haddie Braverman é uma típica garota branca e de classe média. Tem boa educação, uma família liberal, e pensa que racismo é coisa de gente doente. Na teoria, toda garota branca de classe média é assim. Mas o preconceito está em pensar isso. Em subestimar valores e generalizar tudo. Em Parenthood, Haddie (Sarah Ramos) e Alex (Michael B. Jordan) protagonizaram uma bela história de amor, que desconstruiu as teorias e mostrou, que de fato, o racismo não só existe, mas está em todos os lugares. A Família Braverman não é racista, vejam Jasmine e Crosby e o lindo Jabbar, mas mesmo assim, o romance da filha mais velha de Cristina e Adam deu o que falar. Isso porque o garoto era descrito como um típico rapaz negro de periferia, e isso significa, ser um delinquente. Foi preciso um pouco de esforço, tanto de Alex, quanto da Haddie, para mostrar que esse conceito, é tão prejudicial quanto a questão racial. Mesmo tendo sido condenado por um crime, quando adolescente, Alex era um rapaz que estava apenas em busca de escolher certas, como qualquer outro rapaz. Seja ele negro, ruivo, branco ou asiático. Com essa história de amor adolescente, Parenthood foi direto ao ponto: amor não tem cor. E cor não dita o caráter de ninguém.

Community – Troy Barnes

community troy

Uma das definições de “consciência” é “conhecimento”. Sob este aspecto, sim, a consciência negra deve ser lembrada. O humor brasileiro tem sido alvo de inúmeras críticas por destilar preconceito em seus comentários politicamente incorretos. Mas reflitamos da seguinte forma: sem o riso não há diálogo entre o comediante e público, logo, não há piada, logo, não há humor. A verdade é que a comédia, desde seus tempos mais remotos, se fundamenta em estereótipos e rivalidades culturais (uma variação fofa para o velho “preconceito”). Existe piada para todas etnias, religiões, gêneros. Como um programa de comédia sobreviveria sem recorrer a estes chavões? É possível, mas o politicamente incorreto como instrumento para reflexão ou simplesmente entretenimento, é uma arte que poucos da área dominam. A série Community, já em sua quinta temporada, brinca com o tema, meio que rindo de si mesma, da televisão e de como a escalação de personagens de um seriado se dá muitas vezes por cotas étnicas. Um exemplo é o episódio Football, Feminism and You, do primeiro ano da série. Ao encontrar o grupo de estudos da universidade comunitária de Greendale, por exemplo, o reitor Pelton diz: – Olhem só para este grupo, tendo uma espécie de reunião e sendo tão diversificados… Há um de cada de vocês, não é? Vamos aproveitar o deboche de Community sobre o politicamente correto para pensar sobre quais piadas estamos rindo e até que ponto isso reflete nossa própria opinião? Consciência começa aí.

Grey’s Anatomy, Scandal e Private Practice – A criadora Shonda Rhimes

Shonda_Rhimes

E não são só os personagens negros que se destacam no mercado de séries. Uma das showrunners mais famosas e bem sucedidas da atualidade é negra: Shonda Rhimes. E ela sabe utilizar muito bem sua posição para levantar a bandeira da diversidade racial e combater o preconceito. Shonda sempre inclui em sua série atores negros. E ela não faz isso para cumprir alguma cota. Os personagens interpretados por esses atores são sempre centrais em seus seriados, parte importante da história. Foi assim em Private Practice (com Sam e Naomi Bennet); é assim em Grey’s Anatomy (Preston Burke, Richard Weber e, mais recentemente, Steph e Shane); e é assim, especialmente, em Scandal, na qual a protagonista diva e todo-poderosa é Olivia Pope. Com esses personagens, Shonda prova que os negros devem ter as mesmas possibilidades e oportunidades que os demais. E que se as receberem, enfrentarão os mesmos dramas e percalços. Mas mais do que promover a diversidade através de seus personagens, Shondão também tenta conscientizar o mercado norte-americano de que promover a inclusão é necessário. E foi em um desses esforços que, recentemente, ela se chegou a se envolver em uma confusão com Amy Sherman-Palladino, a criadora de Bunheads, ao criticar a falta de diversidade racial no seriado. E o argumento de Shonda é válido: os negros se sentirão – e seu comentário fazia menção direta aos seus filhos – parte integrante da sociedade ao conseguir se identificar com personagens de sua própria cor. Ela luta pela possibilidade de almejar ter a trajetória vencedora de determinado personagem. Rhimes, então, embora não seja um personagem, merece seu lugar neste especial, em razão de todos os esforços que faz para que as pessoas, enfim, compreendam: embora diferentes, somos todos iguais.

Especial idealizado por Carla Heitgen, Carol Cadinelli, Gabriela Pagano, Lucas Victor, Maria Clara Lima e Mariela Assmann.

Destaques na TV – quarta, 20/11

Data/Hora 20/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Programem-se com os destaques de hoje.

Dentro de 3 dias vai ao ar The Day of the Doctor, episódio comemorativo dos 50 anos de Doctor Who. Matt Smith, David Tennant e John Hurt se encontram para salvar o dia neste especial, enquanto isso veja o final da 7a. temporada de Doctor Who na BBC HD para ir se esquentando.

Sessão de Terapia – episódio Paula, Theo sente culpa pelo que aconteceu com o pai, Malu sugere que ele tire um tempo de verdade. Theo pensativo. Paula chega na consulta, vai tirar um tempo pra pensar, está indo viajar. Theo a aconselha a pensar na ideia da adoção.

Agora confira os demais destaques na TV.

FILM&ARTS
Miss Marple – 20 h (ep 6×03)
The Blue Rose – 22h (ep. 1×09)
Monroe – 23 h (ep 2×02)

MAX*
Les Revenants – 22 h (ep 1×04)

COMEDY CENTRAL
Happily Divorced – 20h30 (ep 2×05)

FOX
Se eu Fosse Você – 22h30 (ep 1×08)

RECORD
A Bíblia / The Bible – 21h30 (ep 1×07)

SONY
The Client List – 21h (ep 2×11)
Revenge – 22 h (ep 3×07)
The X Factor – 23 h

GLITZ
The Lying Games – 18h24 (ep 1×16)
Pretty Little Liars – 20 h (ep 2×15) / 20h50 (ep 2×16)

+GLOBOSAT
Traffics – Luta pela Vida – 22 h (ep 1×06)

BBC HD
Doctor Who – 22 h 7×13 / 23 h 7×14 – Final 7a. temporada

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Catfish – 22h30 (ep 2×02)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

SBT
Pessoa de Interesse (Person of Interest) – 3h

MULTISHOW
Adorável Psicose – 22 h – 5a. Temporada
Meu Passado me Condena – 23 h – incluido *

GNT
Chegadas e Partidas – 20 h
Mulheres de Aço – 21 h
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×33)

Podem comentar.

 

CW dá sinal verde para piloto de ‘Flash’

thumb image

Mais um para uma futura Liga da Justiça! A rede americana The CW parece ter mudado de direção quando o assunto é a série baseada nas aventuras de Barry Allen, o Flash, dos quadrinhos da DC Comics.

Isso porque a emissora havia cogitado em desenvolver um episódio piloto em uma espécie de crossover teste durante o final da segunda temporada de Arrow. Ao invés disso, a CW deu sinal verde para que Scarlet Speedster fizesse um roteiro independente.

Porém, a ideia de introduzir Barry Allen — um investitador forense que, ainda ajudante, trabalha para o departamento de polícia de Central City — em Arrow, continua. O personagem, que será interpretado por Grant Gustin, de Glee, deve aparecer no episódio 8, intitulado The Scientist. Ele vai investigar um roubo na Queen Consolidated’s Applied Sciences Division. O personagem deve repetir a aparição no episódio 9, Three Ghosts.

Veja a seguir fotos do personagem em Arrow.

 

Arrow é exibida pela CW  toda quarta-feira, e no Brasil, a série vai ao ar pela Warner Channel.

 

Com informações do TVLine.

Syfy exibe maratona sobre tubarões antes da estreia de ‘Sharknado’

Data/Hora 19/11/2013, 23:28. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O tornado de tubarões chega no dia 22 de novembro ao Syfy e parece que o filme não estará desacompanhando. O canal divulgou que entre os dias 20 e 22 serão exibidos Ataque do Tubarão Mutante O Tubarão Fantasma, às 21h. Para aqueles que não puderem acompanhar os filmes nestes dias, o Syfy vai exibir a maratona a partir das 17h30 no dia 23 de novembro.

Em Ataque do Tubarão Mutante (20 de novembro)um tubarão de duas cabeças aterroriza sobreviventes de um naufrágio em uma ilha em que ninguém está a salvo. Já em O Tubarão Fantasma (21 de novembro), um grupo de pescadores mata um grande tubarão branco, mas eles não contavam com que o espírito do animal voltasse com vontade de se vingar. Por fim, Sharknado (22 de novembro) conta a história de um tornado de tubarões que causa pânico em Los Angeles.

Sharknado  foi um sucesso nas mídias sociais e teve cerca de 400 menções e cinco mil tuites por minuto durante a exibição nos Estados Unidos. Vale lembrar que o filme também foi um dos indicados aoPeople’s Choice Awards 2014 na categoria Filme de TV ou Minissérie Favorito.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Syfy.

‘Necessary Roughness’ é cancelada pela USA Network

Data/Hora 19/11/2013, 23:03. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Nada de segundo tempo para a série Necessary Roughness. A emissora americana USA Network anunciou hoje (19), que o drama estralado por Callie Thorne, Scott Cohen e Marc Blucas não será renovado para a quarta temporada.

O canal explicou que a decisão veio por causa do baixo desempenho da série na audiência, que na terceira temporada chegou a ter um pico de apenas 2.56 milhões de telespectadores. Na primeira temporada, a média de audiência era de 4 milhões por episódio.

“Estamos orgulhosos da série e dos roteiristas, que tiveram uma habilidade única para desenvolver o tema antes deles aparecerem nos jornais da vida real”, disse a emissora por meio de uma nota. “Queremos agradecer a Liz Kruger e Craig Shapiro, o elenco maravilhoso e a nomeada ao Globo de Ouro Callie Thorne e a nossa parceira Sony Television.”

Necessary Roughness gira em torno da terapeuta Danielle Santino, que após o divórcio, vai trabalhar em um time profissional de futebol americano.

A série é transmitida no Brasil pela A&E.

Com informação do TVLine.

Sessão de Terapia – Carol 7

Data/Hora 19/11/2013, 22:56. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Esta é a sétima e última semana da segunda temporada de Sessão de Terapia. São tantos segredos, revelações, emoções e possibilidades que o TeleSéries dedicará um dia para cada personagem. Ontem, segunda (18), foi a vez da despedida de Carol (Bianca Comparato). Você assistiu? Se não, tem mais duas chances, sábado (23) às 21:30 h e domingo (24), às 18:45 h. Caso já tenha visto, venha se emocionar, de novo, com a gente.

Carol, última sessão, 16 h

Chega uma hora em que a máscara se torna pesada demais para usar – o gorro vermelho de Carol

Sessão de Terapia - semana 7 - gorro - carol - TS

No mesmo banheiro em que observou um punhado de cabelos em sua mão na semana passada, Carol arruma seu agora inseparável gorro vermelho. Ele incomoda, coça, pesa. É como se a peça encobrisse, e muito mal, a debilidade que  a moça tanto deseja esconder. “Você não tem que me aturar”, ela diz para Theo. Mais uma vez, em meio a tantos problemas, o que a incomoda é se está sendo um fardo para aqueles que estão à sua volta, comportamento que a afasta das pessoas. O gorro continua a perturbar e comichar. Carol vai ao banheiro de novo, pois sente-se envergonhada de mostrar os resultados da quimioterapia. Não apenas pelo cabelo, mas porque sem maquiagem e sem preparação, quem está ali é a Carol, tal como ela é, que passou anos de sua vida tentando fingir quem não era.

Carol quer dar um tempo da terapia. Sua questão, na verdade, é muito familiar para quem faz (ou já fez) análise. Há um medo terrível de mexer no que está no escuro da alma e no caso dela este temor é a morte, assunto que não está pronta para explorar. Ainda mais depois de uma moça, com praticamente a sua idade, e que fazia tratamento na mesma sala que ela, ter falecido. Carol sofre para permanecer com seu gorro. Theo a encoraja a tirar o acessório na sua frente. Ele diz se tratar de uma fase e a lembra de uma das primeiras perguntas que Carol fez, se o procuravam para falar de coisas pesadas. O personagem de Zécarlos Machado diz que pode aguentar, que ela não precisa se inquietar com ele também.

“Não sei se consigo”, hesita a tão forte e tão frágil menina. Ela, então, coloca as duas mãos por debaixo da cobertura que envolve sua cabeça, talvez procurando um jeito de revelar-se aos poucos, tirando o gorro e permanecendo com as mãos unidas, agora, cobrindo o rosto. Ali está Carol. Sem máscaras, sem disfarces. De cabeça baixa, não tem coragem de olhar para Theo. Se o fizesse, veria o esforço que este faz para segurar a emoção, clara como a água prestes a transbordar dos seus olhos. Eles se encaram por um tempo, e sorriem com a cumplicidade e alívio de um segredo revelado. Theo a prova que agora ela pode se mostrar como está. Que ao se livrar do gorro que escondia o cabelo raspado e falhado lhe permite se aceitar e, com isso, aceitar os outros, e seus defeitos tipicamente humanos.

Sessão de Terapia - semana 7 - carol - TS
Carol admite que a terapia a ajudou a encarar a quimioterapia, a mãe e a própria vida. O que ela precisa, pelo menos por enquanto, é de um tempo para si. Ela coloca o gorro novamente antes de sair, e se despede de Theo com um agradecimento cheio de esperança. A estudante de Arquitetura  havia deixado um desenho na mesa do consultório, um recurso que usa para lidar com seus problemas. Theo contempla a folha de papel com uma menina no centro de uma ponte (que também parece uma estrada) sozinha, porém livre. Não é possível ver o que há do outro lado, porém ao sair, depois de um telefonema carinhoso para mãe e com um lindo sorriso no rosto, percebemos que é a mesma ponte que ela atravessava para ir ao consultório de Theo. Um caminho longo que ela, e a atriz Bianca Comparato, sua intérprete, têm a vida inteira para percorrer. Um passo por vez, e sempre adiante.

Hoje é dia da despedida de Otávio, que terá homenagem ao ator Cláudio Cavalcanti após os créditos.

E você, já se recuperou da última sessão de Carol? O que achou? Até amanhã!

Veja primeira foto de Kiernan Shipka, de ‘Mad Men’, no telefilme ‘Flowers In The Attic’

Data/Hora 19/11/2013, 21:33. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Por pelo menos uma geração de leitores, o livro  do autor V. C Andrews lançado em 1979 e intitulado O Jardim dos Esquecidos (Flowers In The Attic) foi um grande sucesso, sendo comparado ao que acontece atualmente com a saga Crepúsculo e Jogos Vorazes,  vendendo mais de 40 milhões cópias.

Em 1987, uma adaptação do livro feita para o cinema estrelado por Kristy Swanson, Victoria Tennant e Louise Fletcher desapontou os fãs  por desviar um pouco do enredo original que conta a história de uma mãe que tranca os quatro filhos em sótão por mais de dois anos, deixando-os aos cuidadas da sádica avó.

Mas não para por aí! Durante a sua prisão, os irmãos mais velhos Cathy e Chris acabam por desenvolver um sentimento romântico entre si, e eventualmente acabam por ter um relacionamento sexual.  A nova adaptação feita pelo Lifetime promete contar essa parte da história.

“O roteiro é fiel ao livro!”, disse a diretora Deborah Chow, e para ser mais preciso, o ator Mason Dye, que interpretará o irmão mais velho, também comentou sobre o roteiro. “Haverá uma relação de incesto? Sim! Nós seguimos o enredo do livro!”, disse.

No entanto, teremos que esperar até janeiro do próximo ano para ver o desenrolar do telefilme, que para a atriz vencedora do Oscar, Ellen Burstyn (O Exorcista), e que interpretará a avó das crianças foi algo exaustivo pelo fato de fazer um personagem tão mal quanto o dela. “Eu fico completamente cansada ao final das gravações! Eu tenho dormido 11 horas por dia, acho que minha mente ainda está tentando descansar após tanto trabalho e cansaço”, disse a atriz.

Ainda bem que para Kiernam Shipka (foto), de Mad Men, que interpretará Cathy, a personagem principal, tem sido algo mais tranquilo. “Quando eu chego ao set de filmagens, tudo se resume a interpretação. Não é a vida real, aquilo não está realmente acontecendo comigo. Eu consigo separar realidade e ficção para que isso não me atrapalhe.”, disse.

A estreia do telefilme está prevista para o dia 18 de janeiro de 2014.

Com informações do Entertainment Weekly

NBC encomenda piloto de ‘Bad Judge’, nova série com Kate Walsh

thumb image

A NBC anunciou ontem (18) a produção do piloto de Bad Judge, comédia protagonizada por Kate Walsh (Private Practice).

Bad Judge conta a história de uma juíza (Walsh) que busca equilibrar sua carreira com sua vida pessoal completamente louca. A atriz divide a produção executiva com Anne Heche, Adam McKay, Jill Messick, Will Ferrel e Chad Kultgen, que também será o roteirista.

Se o piloto for aprovado, a série deve estrear na programação de 2014/2015 do canal.

Com informações do Deadline

 

FX dá sinal verde para a produção de ‘The Strain’, nova série de Guilherme Del Toro

thumb image

O canal FX deu sinal verde para a produção de The Strain, novo drama de Guilherme Del Toro. A série acompanha a vida do Dr. Ephraim Goodweather (Corey Stoll), chefe do Centro de Controle de Doenças em Nova Iorque.

Ele e sua equipe se deparam com um desafio quando precisam investigar um novo vírus fatal que transforma as pessoas em vampiros. A primeira temporada da série recebeu encomenda de 13 episódios e as produções começam em novembro. A série deve estrear em julho de 2014.

Mia Maestro, Sean Astin, Jack Kesy, John Hurt, Kevin Durand, Richard Sammel, Lauren Lee Smith, Jonathan Hyde e Miguel Gomez são alguns dos nomes no elenco da série. A direção é de Guilherme Del Toro (Labirinto do Fauno) e o roteiro de Chuck Hogan (The Town).

Com informações do TV Line

Nicholas Lea, de ‘The X-Files’, fará participação especial em ‘Arrow’

Data/Hora 19/11/2013, 18:38. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O ator Nicholas Lea, que é bastante conhecido por interpretar o personagem Krycek, o inimigo de longa data dos agentes Mulder e Scully na série The X-Files, vai aparecer nos episódios 12 e 13 da segunda temporada de Arrow, como Mark Francis.

Sem muitas novidades sobre o seu papel, o que se sabe até agora é que ele será muito importante na vida de Moira, e será uma reviravolta surpreendente que acontecerá após seu julgamento de homicídio. O personagem também terá laços com Walter.

Nicholas Lea já participou de Supernatural, Once Upon a TimeContinuum, The Killing, V, Kyle XY e Men in Trees.

O segundo ano de Arrow é exibido nas noites de quarta-feira, pelo canal CW, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Line

Haven – The Trouble with the Troubles

Data/Hora 19/11/2013, 14:28. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Uma outra Haven. Uma visão do paraíso. Uma cidadezinha tranqüila no litoral do Maine.

Essa cidadezinha de sonho foi o efeito da perturbação de The Trouble with the Troubles. Um presente de amor de um marido que, na Haven real, em meio ao caos provocado por William, acabara de ver sua esposa morrer. Um desejo motivado por amor incondicional, pois nessa Haven recriada, não há indícios da cidade perdida. Novas memórias são instaladas. A esposa de Cliff já não lhe pertence, ela tem uma nova vida. Nathan já não pertence a Audrey; não se lembra dela.

O amor incondicional pode ser suficientemente generoso para abdicar da própria felicidade em favor do outro. Para Cliff e Audrey, a cidade possível poderia ser a cidade real.

Poderia se não houvesse William. A Haven fictícia não lhe serve. Ainda que não nos fosse explicado o porquê, somente na Haven real ele pode ter Audrey de volta. Então, somente lhe resta eliminar essa Haven possível.

De volta ao caos da Haven real, Nathan, Audrey e Duke confrontam William. E quando pensamos que vamos desvendar os mistérios que envolvem Audrey e Haven, quando ele se dispõe a responder as perguntas dos meninos (perguntas que são as nossas também), Nathan atira nele, somente para descobrir que realmente William e  Audrey estão conectados de uma forma mais concreta do que ele poderia supor. Como efeito colateral, atingida também, Audrey talvez experimente, como nós, a certeza da veracidade do que William afirma: ela criou as perturbações. A Haven real, seus perigos e suas mazelas são obra sua.

Se assim for, em que momento e, principalmente, quem criou o Celeiro e sua dinâmica? Uma prisão?

Se, ao mesmo tempo em que ajuda a cidade, ela traz as perturbações consigo, voltar a Haven a cada vinte e sete anos seria a sua pena, ou ela teria encontrado uma forma de dar vazão ao mal que há em si?

Perguntas para as quais, momentaneamente não haverá respostas. Nathan as tornou inviáveis… novamente.

Por outro lado se um simples desejo pode mudar a realidade da cidade, porque a solução para seus problemas não pode estar em alguma perturbação estratégica? Afinal qual a dinâmica delas? Foram todas criadas no início, ou modificam-se e se proliferam à media em que Audrey volta à cidade? E se Jennifer for o contraponto a Audrey e William? E se ela for a chave para a salvação de Haven?

Mas pode também não ser nada disso. Em Haven, via de regra, já nos acostumamos a descobrir que há o avesso do avesso do avesso…

Mas, supondo que William esteja dizendo a verdade, quem sabe a jornada de séculos que Audrey trilhou, a partir do Celeiro, a tenha mudado no que essencialmente importa? Talvez a punição possa ter sido a própria jornada, como Sísifo ou Prometeu. E (porque não?), em algum momento desta trajetória, ao cruzar com Nathan, sua possibilidade de redenção tenha se tornado concreta.

Em meio a evidências concretas e insinuações instigantes, William torna-se cada vez mais atraente na sua complexidade e a série mais densa na construção de sua mitologia. E, ao fim e ao cabo, The Trouble with the Troubles foi, essencialmente, sinônimo de novas e generosas possibilidades, cujo tempo de treze episódios tem se mostrado curto demais para serem desvendadas.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »