Sessão de Terapia – Paula 7

Data/Hora 22/11/2013, 09:57. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Chegamos ao meio da semana e à última sessão da advogada Paula. Depois das intensas despedidas de Carol e Otávio, o encontro de quarta-feira (20) teve um tom mais leve, que combinou com a mudança da personagem.

Quando passam uma vida inteira dizendo a uma pessoa o que ela deve ser, quanto tempo leva para aprender ouvir a própria voz?

paula sessão de terapia - TS

Paula é uma personagem difícil em termos de empatia. Suas respostas quase sempre atravessadas erguem um muro entre ela e as pessoas com quem se relaciona e despertam extremos em quem assiste: ora você se compadece pelo seu conflito, ora tem raiva de sua insistência em discordar de praticamente tudo o que seu terapeuta propõe. Profissional bem-sucedida, seguiu os passos do pai, advogado, e aprendeu com ele a ser forte, a não dar vez ao seu lado feminino e a acostumar-se com as coisas amargas, simbolizadas pelo café, bebida que não aprecia, mas se obriga a incluir em sua rotina. O abandono sofrido contribuiu para que deixasse a Paula, mulher, de lado. Isto é, até se dar conta de que em breve não poderá mais ser mãe, uma questão com a qual nunca pensou que lidaria.

Em sua última sessão, a advogada chega bem diferente do habitual. Cabelo com novo corte e solto, vestido e salto, em um estilo distinto dos terninhos monocromáticos que usava. Durante visita do irmão e da sobrinha, ouve da criança que não está “com roupa”, que na sua visão infantil é vestido, ou saia, e roupas que caracterizam o gênero feminino. Theo a elogia e, realmente, Paula está muito bonita, embora não se sinta assim. “Esquisita” é palavra que usa para se definir. Com o fim do casamento e a briga com o pai, se vê diante de um vazio. Questiona sua escolha profissional pelo Direito, a relação com o pai que a privou de ter contato com a mãe doente, enfim, muitas dúvidas e aparentemente nenhuma resposta.

Sessão de Terapia - semana 7 - paula 1 - TS

Paula decide passar duas semanas na França, onde mora uma amiga. O pai a condenou por querer sair de férias, a chamou de “mimada” e sentenciou que se quisesse ser sua sucessora não poderia se dar ao luxo de descansar. Era tudo o que precisava ouvir, pois ao pai não interessava o que – e se – ela queria. Com a descoberta sobre a morte da mãe, nada mais a prende e acredita que é assim que deseja viver. Por conhecer apenas a existência induzida, dedicada a obedecer o controle paterno rígido, Paula sequer sabe se tem alguma voz para ouvir. Theo dá um empurrãozinho e pergunta se ela pensou sobre a hipótese de adoção, sugerindo que a maternidade pode ser seu novo projeto. Paula resiste, coloca a viagem que fará e as incertezas de sua vida como empecilho até que o terapeuta pronuncia palavras com mais poderes mágicos que a varinha do Harry Potter:

Você vai ser um excelente mãe.

As lágrimas de Paula descem de encontro ao seu sorriso.O semblante austero começa a suavizar e uma serenidade inimaginável há algumas semanas transborda pelos seus olhos. O que Theo fez foi muito simples e engenhoso. Sua fala apenas retransmitiu a voz antes abafada de Paula. Ela está feliz. Não tem respostas ainda, mas um monte de possibilidades. O psicólogo a indica para um grupo de apoio de mulheres que querem ter filhos sozinhas, por adoção ou inseminação artificial. O papel com as informações fica em cima da mesinha de centro por um tempo, antes de Paula pegá-lo com certa hesitação.

Sessão de Terapia - semana 7 - paula 2 - TS

Você acha mesmo que vou ser uma boa mãe? Eu vou ser uma boa mãe.

A escolha pela liberdade de tomar suas próprias decisões estava tomada. Ainda bem que Theo usou a experiência que teve com o pai para aconselhá-la a perdoar e passar para o filho, ou filha, aquilo que a figura paterna lhe passou de bom.

Theo e Paula se despedem. O terapeuta volta para o consultório e segue em direção à ampulheta que chamou atenção de outra paciente sua, Carol. A sensação ao fim do episódio é libertadora. Quando Theo vira a ampulheta, a parte de cima volta a se encher de areia e o que era fim se torna recomeço.

Adriana Lessa merece muito mais do que um parágrafo, mas torço para que a vida lhe retorne em dobro o que nos ofereceu com seu trabalho. Quem para muitos era uma atriz e apresentadora conhecida, hoje subiu alguns degraus de sua carreira. Se jogou nos braços de um texto incrível e à impecável direção de atores de Selton Mello. O mais incrível foi o que Adriana fez sem texto. Só com os olhos, a postura defensiva ou retraída do corpo. Muitas vezes disse mais no silêncio. Olha, difícil escrever uma resenha de Sessão de Terapia sem abusar dos adjetivos, viu?

Obrigada Paula, e Adriana Lessa, por mostrarem que arriscar pode valer a pena. Ah, e para aliviar um pouco a carga dramática das despedidas, um presente da equipe de Sessão de Terapia, os erros de gravação da segunda temporada.

Quinta-feira (21) foi a vez do Daniel. Lágrimas, peguem suas senhas, porque vem muita emoção por aí ainda.

Vocês gostaram do desfecho da história da Paula?

Já com aperto no coração… até amanhã.

Agents of S.H.I.E.L.D. – The Hub e The Well

Data/Hora 22/11/2013, 09:49. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Primeiramente, gostaria de começar com um pedido de desculpa aos meus leitores e ao pessoal do TeleSéries. Foi uma semana atípica com preparativos para o casamento (é, nerd também casa!) e  para viagem de lua de mel E ainda tivemos dois feriados. Mas estou de volta e vamos ao que interessa.

Primeiramente, a The Hub, que consolidou a evolução do “Team Coulson”, de Fitz e de Simmons. Ressalto antes de mais nada que tivemos a participação de Saffron Burrows (Boston Legal) como a agente Victoria Hand, aparentemente em um cargo de grande importância dentro da S.H.I.E.L.D. Espero que possamos vê-la novamente, inclusive porque a personagem ficou com um ‘q’ de vilã.

O foco do episódio começou com A.C. indo encontrar com um agente da S.H.I.E.L.D. infiltrado, recuperando dados de uma arma de destruição em massa e que devia ser encaminhados para Central da S.H.I.E.L.D. para uma missão ultrassecreta. A agência precisava que dois homens se infiltrassem, um com conhecimento técnico e outro com os músculos. Então, lá se foram Ward e Fitz. Já Skye, MM e Simmons ficaram na base, apenas na “torcida”, enquanto Coulson ajudava a gerenciar a missão.

O tom do episódio foi leve, típico da Marvel, nos proporcionando várias cenas engraçadas, como Fitz de ponta cabeça, Skye tentando invadir uma reunião e ficando pressa com o seu bracelete magnético na porta de entrada, Fitz preso com um carrinho numa porta automática, Simmons atirando com a arma “boa-noite” num agente superior, MM e AC “conversando” enquanto ela faz tai chi sem responder as questões dele (ou respondendo apenas com os olhos), Ward jogando longe o lanche de Fitz, entre outras.

bscap0004

Apesar disso, o episódio também soube dosar algumas boas cenas de ação com Ward e Fitz, além de algumas cenas de emoção, como quando o time de Coulson se une após descobrir que não havia plano de extração para salvar os dois, quando Ward e Fitz trocam palavras de que um defenderá o outro (e assim ocorre), no diálogo entre May e Coulson e o mistério sobre sua morte e, em especial, o diálogo entre Coulson e Skye sobre a morte dos seus pais e após ele revelando para May que tem certos segredos que são melhores guardados!

Foi bacana ver também Skye aproveitando o tempo que tinha para descobrir a localização de Fitz e Ward ao invés de pesquisar sobre a morte de seus pais. Mostrou sua devoção aos dois, além de perpetuar o mistério.

Na sequência, vimos The Well, que se aproveitou de Thor – O Mundo Sombrio nos cinemas para lançar uma trama sobre um artefato asgardiano. A série soube usar bem cenas do filme, que abrilhantaram o episódio. Além disso tivemos a participação de um ator que eu sou fã, Peter Macnicol (Ally Mcbeal, N3mbers), que inclusive era a foto que estampava meu avatar no TeleSéries antigamente, John Cage.

Enfim, a trama era sobre um grupo terrorista que desejava se tornar “deuses” e subjugar os demais humanos. O grupo pesquisou a localização das 3 partes de uma espécie de bastão/cetro asgardiano e pretendia reuni-los. Isso porque o bastão, e até mesmo seus pedaços, ao ser tocados, davam poderes sobrehumanos para a pessoa, todavia, despertava uma raiva gigantesca, além das memórias mais doloridas. E foi assim que finalmente soubemos mais de um personagem e consegui me conectar mais com o agente durão. A questão do irmão dele no poço foi bem interessante. E o ‘bad’ Ward, mal humorado, mais agressivo, violento, durão, caiu bem para série. Ainda mais quando ele sentiu remorso da forma como agiu e mesmo assim se manteve na linha de frente para poder defender o time!

bscap0003

Melhor ainda foi quando May tomou a frente e assumiu o bastão no lugar de Ward. May simplesmente não se abalou! Seria a agente uma pessoa desprovida de emoção? Qual memória ela viu? Como disse a própria May, ela viu o que vê todos os dias. Meio poético! Enfim, gostei da evolução de Ward no episódio. O foco foi nele e ele não desapontou.

A reviravolta ficou por conta do personagem de Macnicol, o Professor Elliot Randolph, supostamente um professor de história, que no fim se revelou um asgardiano e o verdadeiro ‘dono’ do artefato! Quem sabe o personagem não se torna recorrente na série? A conferir!

E o final do episódio foi realmente surpreendente! May e Ward? Por essa eu não esperava! Vamos ver como essa situação era trazer consequências nos próximos episódios.

Por falar nisso, gostei de como a série não ‘esqueceu’ os acontecimentos. O salto de Simmons para morte foi lembrado em ambos os episódios, com comentários extremamente pertinentes. Portanto, podemos esperar desdobramentos dessa questão de Ward com MM. Em especial porque Ward dispensou Skye para no fim acabar com May. Minha dúvida é se foi algo de apenas uma noite, para afogar as mágoas ou se podemos esperar mais da relação dos dois.

Para encerrar o episódio tivemos um pesadelo de Coulson com sua estadia no Taiti. Enquanto ele é massageado ouvimos o bordão que ficou na cabeça de A.C: É um lugar mágico. A voz meio aterrorizante lança mais dúvidas sobre a questão. Onde realmente A.C esteve? Como ele retornou dos mortos? Já ficou claro desde o início da série que a sua suposta volta dos mortos não foi por uma mentira de Nick Furry para os Avengers, mas sim algo mais macabro. Suspeito que possa envolver magia ou alguma tecnologia alienígena. Mas até agora a série não trouxe elementos para um palpite seguro. E vocês, se arriscam a palpitar sobre o mistério da morte de Coulson?

E sobre a morte dos pais de Skye? O que Coulson está escondendo? Quem foi a agente da S.H.I.E.L.D. que abandonou Skye? A série começa a criar seus mistérios e prende mais sua atenção, para mim agora só falta criar sua mitologia e um grande vilão para o sucesso ser certo!

O ator da série ‘Hannibal’, Laurence Fishburne, produzirá e estrelará novo drama da HBO

thumb image

Quinze anos após Laurence Fishburne (Matrix, Hannibal) interpretar nas telinhas o personagem Socrates Fortlow no filme da HBO intitulado Always Outnumbered, o ator e produtor entrará novamente em contato com Fortlow, dessa vez em uma adaptação para série de TV.

The Right Mistake também produzido pela HBO e estrelado Fishburne, é baseado nos romances do escritor Walter Mosley tendo como personagen principal Fortlow, um ex-condenado que busca por redenção e que luta contra seus demônios internos e as intempéries da vida fora da prisão após passar 27 anos atrás das grades.

Como corroteiristas do novo projeto, estão o próprio Mosley e Patrick Charles, e a produção da nova série será comandada por Fishiburne.

Ainda não dá data definida para a estréia de The Right Mistake.

Com informações do site Deadline.

Destaques na TV – sexta, 22/11

Data/Hora 22/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Sexta-feira também é dia de despedidas.

A Warner finaliza a série Golden Boy trazendo Michael Madsen como participação especial.

O Jornalista Sensacionalista também se despede hoje.

No último episódio da temporada de Sessão de Terapia – episódio Dora, em seu consultório Theo desmarca as sessões. Conta a Dora sobre a decisão do Conselho de Psicologia, pretende de dar um tempo como terapeuta. Dora tenta argumentar, mas Theo está decidido.

DICA do DIA : Sharknado – Syfy – 21 h
Syfy Brasil estreia o filme Sharknado, a produção original do canal sobre um tornado de tubarões que causa pânico na cidade de Los Angeles chamou a atenção nas redes sociais. Com 387 mil menções e cinco mil tuítes por minuto durante a exibição nos Estados Unidos, o filme contou, inclusive, com citações de personalidades como a atriz Mia Farrow e o escritor Philip Roth. A hashtag #sharknado chegou ao trending topic mundial do microblog. Ian Ziering (Barrados no Baile) estrela o filme.

Confiram os destaques na TV para hoje e da parte da manhã de sábado também.

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h30 (ep 2×05)

AXN
Breaking Bad – 22 h (ep 5×08 – leia a review)

GLOBO
A Mulher do Prefeito – 23h20 logo após Globo Repórter (ep 1×08)

+GLOBOSAT
Lowdown , Um Jornalista Sensacionalista – 22 h (ep 2×08) SEASON FINALE

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×35) SEASON FINALE

WARNER
Golden Boy – 22h50 (ep 1×13) SERIES FINALE

HBO FAMILY
The Haunting Hour – 19h30 (ep 3×25)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (sábado – 23/11)
The Office – 7h25 (ep 9×23)
The Office – 7h55 (ep 9×24)

Bom final de semana !

The Voice Brasil – Batalhas III

Data/Hora 22/11/2013, 01:02. Autor
Categorias Reviews

thumb image

E o programa começou com tudo para as últimas batalhas!

Definida a primeira batalha do time de Lulu Santos: Rafael Furtado – Don’t Look Back in Anger (Oasis), que só não virou a cadeira de CL – vs Nando Motta – Nós (Cássia Eller), que virou apenas a cadeira de Lulu. E eles batalharam ao som de Eleanor Rigby. Foi um ótimo número, adorei ver um rock de verdade no programa. Achei que Rafael conseguiu mais amplitude e que o Nando, que me pareceu um pouco abaixo do tom, ou pareceu menos que o Rafael, que poderia estar acima do tom. Mas Lulu escolheu Nando Mota. E Rafael foi salvo por Brown, que falou tudo: não sei como Lulu dispensou o Rafael. Brown usou com o cantor o último peguei, agora só Daniel e CL tem a possibilidade de salvar alguém.

Após, a batalha do time do Daniel, Swellen Pimentel – que nas audições as cegas interpretou a canção Ovelha Negra (Rita Lee) e preteriu Lulu (provavelmente porque foi o programa fora de ordem e não se podia mais escolher o Lulu) – batalhando contra Rubens Daniel – I Won’t Give Up (Jason Mraz), que apesar de ter virado também a cadeira de CL, bizarramente escolheu o Daniel. E a batalha rolou ao som de Segundo Sol (Nando Reis), que marcou na voz da excelente Cássia Eller. Achei que o tom de Rubens ficou melhor na música que a voz de Swellen, em alguns momentos soando como a Cássia. Já Swellen fez uma apresentação competente, mas contida.

Apesar da ótima apresentação de Swellen, não tinha dúvidas de que Daniel escolheria Rubens e que Swellen não seria salva, e foi o que aconteceu. Uma boa cantora, mas abaixo do número da maioria dos qualificados e com poucos ‘pegueis’.

Aí veio o team Brown, com dois participantes que honestamente eu não teria selecionado nas audições as cegas. Tanta gente boa que não ficou e tanta gente boa que foi selecionada para batalhas difíceis e Brown deixa uma batalha dessas. Mas enfim, a batalha se deu entre Angelo e Ângel – que nas audições cantaram Raiz de Kuntakintê (música própria), e só Brown virou a cadeira para eles – vs Herli Dias – que nas blinds cantou Essa Tal Liberdade (Só para Contrariar) e que também só virou a cadeira de Brown. Tanta gente que virou mais de uma cadeira saindo do programa e uma que virou apenas uma prosseguindo. Nada legal.

Não gostei do número. Preconceitos a parte, realmente não gosto de sertanejo, mas achei o número ruim ao som de Vidro Fumê (Bruno e Marrone). E falo só do número mesmo, para nem entrar no mérito da música! Dito isso, para mim o Herli foi o menos pior. E a opinião dos outros técnicos também foi essa. Mas como com CB tudo pode acontecer. E qual não foi meu choque quando Brown salvou Angelo e Ângel! Ainda mais chocante foi o que veio na sequência: Herli não ficou nem um segundo fora e foi salvo pelo Daniel. Então ao invés de termos um candidato que não devia ter passado nas blinds, agora temos dois! Parabéns Daniel!!! Novamente usando muito bem o peguei!

Para não irmos longe e falarmos dos candidatos que saíram no primeiro programa e poderiam ter permanecido, falarei apenas de Swellen, que foi eliminada um número antes e é superior aos dois que acabaram de avançar. Uma pena.

O programa prosseguiu com o time  de Brown. E foi a última batalha do time, com apenas um peguei disponível, o de CL (que inclusive estava sumida no programa até então). Batalharam, ao som de One (U2) e Isn’t She Lovely (Steve Wonder) – a intenção do mashup foi boa, mas a execução dele não me agradou muito -,. Nenê Oliveira – que havia cantado Love Song (The Cure) e que virou a cadeira de Brown no último segundo – contra Elias Moreira – que nas blinds foi de Human Nature (Michael Jackson) e foi um dos últimos candidatos na disputa que virou 4 cadeiras.

Achei ele melhor, ainda que não tenha me agradado tanto quanto nas cegas. Já Nenê, que achei pior, achei melhor que nas cegas. Mas, apesar disso, escolheria Elias. E aí o programa evoluiu e pela segunda vez um dos técnicos palpitou. Lulu informou quem escolheria. Algo raro na nossa edição. E Brown escolheu Nenê, o que me levou a crer que CL salvaria Elias. Apesar disso ele acabou sendo eliminado do programa. Nenhum absurdo, mas novamente não me conformo como Herli (apenas para usar de exemplo) foi salvo e não Elias!

Aí, para mudar a panorama do programa, após uma batalha com dois participantes que viraram apenas uma cadeira, vem o time de Lulu com uma batalha entre Rully Anne – que com a aspereza e rouquidão de sua voz fez virar as quarto cadeiras ao som de Don’t Stop Believin (Journey)  – e Júlia Tazzi – que virou todas as cadeiras ao som de Lady Marmalade (Patti LaBelle).

Gostei do número pela apresentação das duas cantando Girl on Fire (Alicia Keys), mas como dueto achei trágico. Bom, pelo menos Gaby Amarantos reconheceu que foi a harmonização mais difícil. Mas as duas tem um vozeirão, e a escolha difícil para Lulu Santos. Novamente os técnicos opinaram, dessa vez, CB palpitou que escolheria Rully. Mas achei que Júlia soube escolher bem os momentos e marcou sua voz, como falou a Gadu.

materia1time_lulu-rully_e_julia-7457_copia

Com o talento de Rully e a perspectiva de encantar mais na fase ao vivo, me parecia que ela seria a escolhida. Mas se a decisão seguisse a lógica dos técnicos palpitando, Júlia seria a escolhida. E no fim deu Rully. E, para encerrar os ‘pegueis’ CL salvou Júlia, que segue no programa. Achei justo.

E por fim, após o número de Lulu com CB, começaram as apresentações do time de CL. Como elas ficaram pro final, os pegueis haviam se encerrado. Espero que tenha sido apenas opção da edição, pois senão os participantes do time de Claudinha foram prejudicados.

Aí CL armou a batalha de Maylssonn – que só não conquistou o Daniel nas blinds ao som de Separação (Exaltasamba) – vs Xandy Monteiro – foi selecionando ao som de Desafio (Soweto), e CL foi a única que o escolheu. E a batalha se deu ao som de Adeus, América (João Gilberto).

Não sei se eu não estava num bom dia, mas mais uma vez não me agradou o número. O fato é que quando tem número onde os participantes cantam muito junto, não funciona! E foi o que aconteceu, na minha opinião. Portanto, gostei que Lulu espinafrou o número e a teimosia de meter os trejeitos do inglês na música em português.

Gostei mais de Xandy, exatamente porque me pareceu cantar mais e fazer menos firula. Mas, como era o dia de me contrariar, CL escolheu Maylssonn e Xandy saiu do programa. Contudo, apesar da minha própria opinião, não achei nenhum absurdo.

Seguindo no time da Claudinha, vem Janaína Cruz – que cantou a difícil I’ll Always Love You (Whitney Houston) e virou apenas a cadeira da CL nas audições – contra Débora Cidrack – que estragou Stronger (Kelly Clarkson), e além da CL ainda conseguiu virar a cadeira de CB. MEDO. Foi o sentimento que eu tive ao ouvir que ela iam cantar Titanium (David Guetta), em especial de Débora Cidrack!

Olha, vontade de nem comentar. Nem o inglês, nem o número. Só vou dizer que meu medo foi fundado! Apesar disso os técnicos aplaudiram de pé!

Não teria nenhuma dúvida aqui e ficaria com Janaína. Mas durante a explicação de CL de que Débora havia perdido o pai recentemente, e falando com Janaína em tom de despedida, a minha dúvida cresceu. E realmente CL escolheu Débora para prosseguir, mantendo a minha sina de errar os meus últimos palpites.

E a última batalha do programa foi ao som de Aquele Abraço (Gilberto Gil),  entre Alessandra Crispin – que se apresentou inicialmente com A Ordem é Samba (Jackson do Pandeiro) e apesar de se destacar ao fazer o som de uma cuíca com a boca, só virou a cadeira do seu técnico – vs Kaio Deodato – que nas cegas cantou Um Amor Puro (Djavan), que virou as cadeiras de Brown e Daniel e preferiu o sertanejo.

E logo de cara Alessandra, mais uma vez, usou da sua cuíca bocal, roubando a cena enquanto Kaio cantava. Semelhante ao que Lucy fez com sua sanfona. Já havia gostado muito de Alessandra nas cegas e não entendi como ela só virou uma cadeira. Achei que Kaio tentou chegar no tom de Alessandra e usou dos trejeitos americanos que eu tento critiquei. E Lulu também criticou o tom, que achou que prejudicou Kaio, deixando clara sua preferência por Alessandra.

Para mim Alessandra dominou a música do começo ao fim. Já havia comentado isso nas cegas, que em alguns momento ela lembra Elis, e mais uma vez soou assim. E sem muitas surpresas Alessandra prosseguiu.

Achei que ficaram MUITOS participantes para a fase ao vivo (36!), ainda mais para um programa exibido apenas uma vez por semana. Acho que devia ser apenas dois roubeis por técnicos. E vocês, o que acham? Como nem tudo são críticas, apesar de não gostar dos números dessa semana, gostei mais da edição e da participação do palco, com os técnicos mais opinativos nas escolhas dos participantes – até Daniel se meteu a palpitar!

E agora os times ficaram da seguinte forma:

Team CB
O fortíssimo Rodrigo Castellani, bem roubado do time de Lulu; Lucy Alves, uma das favoritas minhas e talvez do programa como um todo; Bruna Barreto, também brilhantemente roubada do time de Lulu Santos; Heverton Castro; Marcos Lessa; o último roubei (mais uma vez muito bem roubado) do time do Lulu, Rafael Furtado; a dupla Ângelo e Ângel; e Nenê Oliveira, que evoluiu bastante das audições para batalha e levou a vaga de um competidor que virou 4 cadeiras!

Team CL
O emotivo Guto Santanna, roubado do time de Lulu Santos; Jullie; o talentoso Sam Alves e as potentes e fortes Bruna Goés, Khrystal (roubada de Brown) e Gabby Moura; o outro roubo do time de Lulu, Júlia Tazzi; Maylsson e a estridente Débora Cidrack.

Team Daniel
A forte Cecília Militão; Gustavo Trebien, roubado do time da CL; Marcela Bueno; o péssimo roubo do time do CB, Samya; Ana Lonardi; Anne Marie; Rubens Daniel; Herli (ex-team CB)o seu último – e novamente péssimo – roubo; e por fim Alessandra Crispin.

Team Lulu
Os três roubos: Amanda Amado, a bela e talentosa Carina Menitto – ambas roubadas do team CL – e a dupla que emocionou Lulu, André e Kadu, roubados do time Daniel; Dom Paulinho; a rockeira Luana Camarah; Luciana Balby; o habilidoso cantor de chuveiro Pedro Lima; Nando Motta e a aspereza e força de Rully Anne.

Veja que o time de Lulu era tão forte que a maioria dos roubados eram seus candidatos. Apenas UMA participante de Lulu saiu, a ótima Bruna Borges. Notem que nos roubos de CL e de Brown segue um pouco atrás e, Daniel, com o time mais fraco, só teve UM roubo, a dupla sertaneja que emocionou Lulu. E, como se não bastasse, Daniel usou muito mal o peguei e segue com o time menos forte.

Outra curiosidade; quase todos os eliminados foram mulheres. Apenas Elias, Kaio e Xandy (que batalhou com outro homem), do time dos meninos, se despediram do programa.

E agora quem são os favoritos? Quem tem mais potencial para seguir em frente e se tornar A Voz do Brasil de 2013?

New Girl – Longest Night Ever

Data/Hora 21/11/2013, 22:28. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Se alguém começasse a assistir à série New Girl pelo episódio Longest Night Ever talvez pudesse supor que se trata de um grupo de psicopatas que dividem o mesmo teto. Vamos começar o show de esquisitices.

Winston sairá pela primeira vez em muito tempo sem Ferguson, seu gato, para interagir com gente. Nick aceita tomar conta do felino depois de ouvir que seu amigo toma banho junto com o animalzinho de estimação (desaparecido há alguns episódios), mesmo tendo feito planos de fazer um programinha a dois com Jess. O jantar romântico assistindo a Homeland terá de ficar para outro dia.

Outro que atrapalha a noite do casal é Schmidt, o qual lida super bem (só que muito mal) com uma bomba. Preparados? Coach chama Cece para sair. Ele já havia dado a entender que gostou da moça de um jeito bem desastrado assim que voltou para o loft, mas ele querer se recuperar do fora que levou da namorada com a ex de seu amigo? Isso não agrega pontos para você, treinador, ainda que tenha usado o “código dos caras” e perguntado ao personagem de Max Greenfield se poderia fazer o convite.

Além de se entupir de torta de pêssego, o nervosismo de Schmidt o leva a encorajar Coach quando este demonstra insegurança em sair com uma mulher como Cece. Ele também acaba participando dos trocadilhos de -extremo – mau gosto sobre como espera terminar a noite. Conforme já aprendemos com a segunda temporada, Schmidt gosta de sabotar as tentativas de Cece de seguir em frente. Foi assim no quase casamento e tudo indica que no encontro com Coach não será diferente. O pior é a solução sugerida por Nick: confiná-lo em uma jaula de cachorro (eu falei sobre o teor psicopata do episódio antes, não?). Detalhe: a ideia é do próprio Schmidt, que não desiste nunca.

Quando Coach busca Cece em casa, a incapacidade dele de falar com as mulheres é tão clara quanto seu esforço em parecer que não está se esforçando. Mesmo assim, Cece e Coach saem e vão assistir a um jogo, no qual ele compra sete pretzels, pipocas e tudo o que achar que pode impressionar uma garota.

new girl - T3E09 - coach- cece -TS

E Coach está tão tenso que por pouco não estraga sua oportunidade de conquistar Cece. Ao ameaçar abandoná-lo por não sair do telefone, Coach diz que estava trocando mensagens com a mãe, que o ajuda a vencer a pressão do momento. Apesar de tudo, o encontro termina bem, para a tristeza de Schmidt. Mas antes disso o rapaz até tenta impedir o sucesso da noite romântica:

new girl - T3E09 - schmidt-chocolate store - TS Você tem algo que diga “Desculpe por ter te traído. Por favor não durma com meu amigo”?

Enquanto isso, Winston volta mais cedo da saída com os amigos quando descobre, por exemplo, que dizer a uma mulher que os pés dela são grandes não funciona como cantada. Com Winston é assim: ou não aparece, ou revela seu lado sem noção.

Já que a jaula para cachorros não está disponível e Nick sai para resgatar o gato fujão de Winston, Jess tenta distrair Schmidt para que não faça uma besteira. Ela canta, dança, sapateia, mostra seu álbum de colégio, até que Schmidt começa a se lembrar de Cece por causa do sofá, que é marrom e macio (!) como a ex. É a deixa que a professora precisava para levá-lo a um bar e tentar arrumar alguém para ele. Infelizmente ela escolhe uma pessoa que aparentemente é de outra época, já que está usando um celular que fecha. Resumo: ninguém é bom o suficiente a não ser a própria Cece.

new girl - T3E09 - jess in the car  -TS

O cúmulo da persistência de Schmidt o leva a fazer um pedido inusitado. Se Jess não atropelá-lo (o que a amiga acaba fazendo) ele a despistará se esgueirando pelos becos, parques e qualquer lugar onde possa “trollar” a escuridão (como não amar o Schmidt?). Ele se conforma, ao final, e deixa a ex-namorada partir para outra. Forma-se assim, o casal CeCoach (não sou boa nisso, perdão). Pelo menos o Winston se acertou com uma motorista de ônibus que só fala frases de duplo sentido e, claro, só o Winston entende.

Foi um episódio engraçado, mas ainda preocupa o rumo que os roteiristas parecem dar aos personagens. Jake Johnson se garante com seu Nick mesmo quando não tem uma trama própria.  Talvez tenhamos que nos adaptar com esta personalidade quase cruzando a fronteira do insano de Winston, mas ele tem potencial para ser explorado de uma forma menos bizarro-sociopata. Schmidt – e Max Greenfield – já salvou muitos episódios da ausência de graça. E Jess, bem, quem é esta garota?

Alguém que sabe sair de um ato falho como ninguém. Olha a resposta que deu ao namorado quando ele se desculpou por não poderem sair:

new girl - T3E09 -jess-married  1- TS new girl - T3E09 -jess-married  2- TS

The Vampire Diaries – Death And The Maiden

Data/Hora 21/11/2013, 21:46. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Fiquei pensando sobre este episódio de The Vampire Diaries e a conclusão que eu cheguei foi que tudo e nada aconteceram, ao mesmo tempo. Como assim? Bem, vou explicar.

Tudo girou ao redor de trazer a Bonnie de volta, já que desde que todos descobriram que ela estava morta, este se tornou o objetivo principal do grupinho protagonista, vulgo Damon, Elena e cia. Eles até estavam indo no caminho certo, mas como tudo tende a dar errado na trama, desde que teve seu coração partido por Amara, Silas decidiu não mais ajudar.

Bonnie já tinha até se conformado com a situação de desaparecer completamente, já que Amara – que continuava sendo a âncora – não estava muito bem das ideias, e então decidiu se entreter vendo o sofrimento e a loucura da coitada até ser pega no flagra e descobrir que por ser âncora entre os vivos e os mortos, ela consegue ver todos os seres sobrenaturais mortos, e ser vista também, e foi aí que a coisa complicou de vez.

Damon, tentando ser um bom namorado que quase nunca consegue ser (não necessariamente por sua culpa), propõe a Tessa de transferir a âncora para Bonnie e matar Silas e Amara. Dessa forma, a Bonnie (que teve toda a ideia) voltaria para o mundo dos vivos e Silas iria para o limbo sobrenatural, enquanto Amara por ser humana iria para onde quer que os humanos vão depois de mortos. Ou seja, ficariam separados para sempre, como Tessa sempre quis.

Doppels

Tessa topa e reúne todas as três doppelgangers (Amara, Katherine e Elena) num ritual que me fez enjoar de ver a cara da Nina Dobrev, até Silas aparecer, destruir tudo – eu disse que nada é fácil nessa série – e Stefan sequestrar Amara por estar sedento de vontade de matar Silas ao atraí-lo para junto de sua amada.

Além do fato de tudo dar errado, outra coisa presente em The Vampire Diaries – principalmente neste episódio – é a enrolação sentimental. É bonitinho? Às vezes sim. Mas poxa vida, depois de ficar todo irritadinho com a Amara e querer que ela morresse, Silas não a mata quando tem finalmente a oportunidade, acaba sendo morto por Stefan da maneira mais boba possível e de quebra a Amara acaba se matando justo quando Damon está prestes a salvá-la.

A desgraça só não foi maior pela astúcia de Tessa, que conseguiu terminar o feitiço antes do último suspiro de Amara e trouxe Bonnie de volta. Quem perdeu com isso foi Katherine, que além de ter dado sangue para a macumba, acabou com uma hemorragia e na hora de ter a tão desejada cura para seu envelhecimento acelerado, Tessa recusou e se matou para ficar ao lado de Silas eternamente.  Contagem final: dois suicídios e uma volta do mundo dos mortos.

Bonnie_Jeremy

O ponto legal (talvez o único) deste episódio foi que Tessa causa até depois de morta. Como o esperado, Bonnie após se tornar a âncora veria tanto os seres vivos quanto os sobrenaturais que estão mortos, e a garota nem teve tempo de curtir a felicidade para que Tessa lhe apresentasse com um sorriso de orelha a orelha a dor literal que é saber quando algum ser sobrenatural morre. Agora sabemos por que Amara ficou louca daquele jeito.

Por fim, mas não menos importante, parece que Katherine está até mais boazinha após saber que vai morrer, inclusive sendo altruísta e chutando a filha para longe a fim de que ela não visse a mãe morrer. PELAMORDEDEUS, alguém dê um jeito na Katherine, meu povo!

P. S. [1]: Imagino o que aquela garota do ponto de ônibus deve ter pensado após toda a reflexão do Silas.

P. S. [2]: Esperava uma fúria maior do Stefan por conta das memórias recuperadas, mas depois daquela reação ao enterrar Silas, ainda há esperança.

P. S. [3]: Âncora e Silas “resolvidos”. Qual será o problema da vez?

Ator da franquia ‘Harry Potter’ entra para o elenco de ‘The Strain’

Data/Hora 21/11/2013, 20:31. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Poucos das após conquistar o sinal verde da FX para a produção, The Strain já ganhou um novo nome no elenco. A novidade da vez é o ator David Bradley, conhecido por interpretar o zelador Argo Filch na franquia de filmes Harry Potter.

A série acompanha a vida do Dr. Ephraim Goodweather (Corey Stoll), chefe do Centro de Controle de Doenças em Nova Iorque. Ele e sua equipe se deparam com um desafio quando precisam investigar um novo vírus fatal que transforma as pessoas em vampiros. Bradley irá interpretar Professor Abraham Setrakian, um sobrevivente do holocausto que imigrou para os Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial e agora dirige uma loja de penhores. À medida que a epidemia se espalha, ele pode ser o único a ter as respostas – se alguém quiser ouvir.

Mia Maestro, Sean Astin, Jack Kesy, John Hurt, Kevin Durand, Richard Sammel, Lauren Lee Smith, Jonathan Hyde e Miguel Gomez são alguns dos nomes no elenco da série. A direção é de Guilherme Del Toro (Labirinto do Fauno) e o roteiro de Chuck Hogan (The Town).

A série deve estrear em julho de 2014.

Com informações do Deadline

Segunda temporada de ‘Lilyhammer’ estreia em 13 de dezembro no Netflix

Data/Hora 21/11/2013, 16:25. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Na última terça-feira (19), foi realizada a exibição do primeiro episódio da segunda temporada de Lilyhammer, em Nova Iorque. As celebridades puderam ver as novas cenas do seriado, que vai entrar no catálogo de streaming do Netflix em 13 de dezembro. Todos os episódios estarão à disposição dos assinantes dos Estados Unidos, Canadá e da América Latina.

A série, estrelada por Steven Van Zandt (como Frank Tagliano), conta a história de um ex-mafioso que ingressa no serviço de proteção de testemunhas, por ele ter delatado seu chefe. Assim, o personagem que era acostumado com o mundo do crime de sua cidade, acaba se vendo em meio ao clima gelado da Noruega.

No segundo ano de Lilyhammer, o protagonista continua levando sua vida como um pai de família e um bem sucedido dono de uma boate. No entanto, tudo o que ele conseguiu até agora corre perigo, já que seus antigos comparsas descobrem que ele continua vivo.

Confira abaixo as imagens das celebridades que compareceram à exibição:

A nova temporada contou com a produção da Rubicon TV em parceria com a Red Arrow International e com o  Netflix. Na Noruega, a série estreou em 23 de outubro.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Netflix.

Person of Interest – The Crossing

Data/Hora 21/11/2013, 16:09. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Eu podia jurar que era a hora do detetive Fusco. Um dos personagens regulares da trama, nesta temporada foi relegado a um segundo plano. A despedida do filho, ter sido pego pela HR… Eu pensei: hoje é o dia dele. Porque a Máquina não avisou? Mas a morte de Fusco estava lá, anunciada. E ao mesmo tempo eu pensava: óbvio demais, e a Máquina não deu seu CPF.

Enquanto isso Reese e Carter tentavam levar Quinn até o prédio do FBI. E em momento algum essa corrida, cercada de perseguidores dos mais variados tipos, inspirou-me a mesma sensação. Somente quando Reese e Carter externaram seus sentimentos foi que eu pensei: isso não vai acabar bem, afinal Person of Interest sempre foi uma série de bromances e não de romance. E, para completar, o(s) CPF(s) de Reese havia(m) sido anunciado(s) pela Máquina.

Então tínhamos de um lado Fusco correndo risco de morte, nas mãos da HR e Reese e Carter na mesma situação, embora não tão premente, até Reese resolver bancar a isca, atrair os bandidos para si e liberar o caminho para Carter. Mas ao mesmo tempo Reese é um dos personagens principais. E eu pensava: Personagens principais não morrem e deixam a série, certo?

À essa altura, quem é que não estava torcendo para Finch liberar Root para que ela pudesse, contatando a Máquina, ajudá-los a sair do eminente perigo em que se encontravam? Mas esta medida nunca esteve entre as opções de Finch, por mais que o roteiro insinuasse que sim. A única que parece entender o potencial de Root é Shaw.

Shaw tem que salvar Fusco. Mas para isso ela tem que descobrir onde ele está. E ela opta pela única medida que está ao seu alcance: salvar o filho dele. Restam Reese e Carter que, aparentemente, estão por sua própria conta. Até Finch se despedir de Root para bancar o agente de campo. Tudo bem; ele não é ruim nisso, mas essa situação era suficientemente complicada para deixar de provocar em nós, pobres mortais do outro lado da tela, aquele sentimento de déjà vú. E lá vou eu pensar mais uma vez, à guiza de consolação: ele também é um personagem principal…

Mas eis que àquela altura do episódio tudo, aparentemente, acaba se resolvendo. Aparentemente!

Para mim, este foi um episódio que valia dez, mesmo em nossa escala de notas. Porque eu não fui uma simples telespectadora. Eu e mais quantas pessoas hipnotizadas em frente a uma tela?

Eu não fui uma simples telespectadora porque, em resumo, eu estive lá. Andei pelas ruas escuras da noite de Nova York, entrei no necrotério da cidade e me senti cercada pelos inimigos. Estive num porão de um lugar que produzia biscoitos chineses e supliquei para que Shaw chegasse logo. Estive na cela de Root e gritei para que Finch me ouvisse e a liberasse. Segurei seu braço quando ele não o fez e saiu para bancar o mocinho. Meu coração acelerou e minha respiração estancou quando Fusco ouviu a voz de Shaw pelo telefone e eu percebi que, naquele porão, ele estava definitivamente sozinho. Eu respirei, aliviada, quando Reese foi preso e Carter entrou no prédio do FBI.

E eu me desesperei novamente, quando, na manhã seguinte, todos estavam em seus lugares, porque Jonathan Nolan não dá nada de graça. Ele puxa nossos nervos como cordas de uma harpa, em uma melodia que cresce de intensidade à medida em que a música avança. E em meio à harmonia das notas suaves pelas quais os personagens transitavam, a sensação do inevitável se instalava. Para Jonathan Nolan “não há triunfo sem perdas”. E em pé, mais uma vez na noite de Nova York, ao lado do telefone público que tocava sem cessar, eu chorei como criança quando Carter e Reese foram atingidos…

E a hora de Carter chegou.

Arrow – Keep Your Enemies Closer

Data/Hora 21/11/2013, 12:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Um ponto para os roteiristas por terem finalmente lidado com a tensão entre Oliver e Felicity.

O episódio em si pode não ter sido muito bom, mas com certeza foi marcante para os fãs de Olicity, que rezam para Ra’s Al Ghul colocar os dois juntos. A personagem, em si, já é totalmente atrativa – aliás, foi a única personagem que começou na série com pequenas aparições a ser escalada para o elenco principal do programa. Há como amar Felicity só por ela ser Felicity, por isso que não é irritante quando deixam de lado esse amor que obviamente precisa acontecer. Felicity por si só agrada. Porém, os roteiristas viram que precisavam avançar algo na história da personagem e por isso vemos um Oliver talvez dando uma indireta de que no futuro eles possam ficar juntos. Mesmo que os acontecimentos e os diálogos entre os dois tenham aparecido do nada, tudo isso era internalizado.

É a primeira vez, então, que Felicity deixa claro seu descontentamento com as escolhas amorosas de Oliver (basicamente, o descontentamento é que não é ela!), mas convenhamos que Oliver realmente pegou muito pesado ficando com Isabel, a russa que possui sotaque de um americano nativo. Claro que isso aconteceu pois Oliver decidiu falar em Russo e Isabel não conseguiu se segurar, mas mesmo assim, sempre levei fé no casal e gosto quando algo do tipo é desenvolvido. Ainda estamos lidando com passos de bebês e espero que a CW não vá transformar Felicity em uma Chloe Sullivan da vida, eternamente apaixonada por um cara que não quer nada com ela.

A ida à Russia veio em um momento em que a série precisava desenvolver melhor seus plots principais. Serviu para mostrar que Oliver Queen realmente está trabalhado nas amizades nessa temporada. Em nenhum momento a história empolgou, sendo bastante previsível como seria o desfecho. O único imprevisto foi a aparição de Deathshot, coincidentemente preso na mesma câmara de gelo que Diggle foi colocado. E mesmo assim, o safado saiu vivo.

Por outro lado, os flashbacks na Ilha de Lost continuam bem interessantes. O único problema aqui é que a atriz que faz Sara Lance é muito fraquinha, basicamente tem só uma cara para tudo (de dor de barriga) e algo muito estranho está acontecendo com a boca da garota. Foi bastante previsível a armadilha que colocaram para Oliver e isso deixa claro que ainda há muito para ser contado, principalmente depois da revelação do plot de Capitão América dentro de um submarino.

P.S: Será que Laurel finalmente foi para a rehab e esqueceu-se de avisar?

How I Met Your Mother – Mom and Dad

Data/Hora 21/11/2013, 11:15. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Depois de dois grandes episódios, How I Met Your Mother decidiu se manter na zona de segurança, trazendo em Mom and Dad o humor como foco em uma história paralela ao casamento. Com um texto inteligente e apoiado em uma boa montagem visual, o episódio funciona como um desafogo para o riso, mesmo que nem todas as piadas realmente nos façam rir. Na trama, após a morte do reverendo encarregado do casamento, o pai de James volta a série para sacramentar o matrimônio de Barney e Robin, enquanto Marshall finalmente se livra de Daphne.

Falando em noivo, é dele o principal delírio mental e motivo para rir do episódio. Barney trama um plano para ver sua mãe Loretta reatar o antigo romance com seu pai Jerry. O plano é engenhoso, só que sem o menor sentido. Jerry é casado e mais fiel que Marshall! Já Loretta, por sua vez, se mostra indiferente aos planos do filho.

Quando James e Barney discutem um triângulo amoroso para seus pais, temos o retrato de como seria a imagem perfeita da família para eles. A imaginação de Barney nos leva a um dos melhores momentos do episódio e é impossível não rir do pequeno musical estrelado pela “Família Stinson”.

No fim, quando o zero a zero parece ser o resultado final para Loretta, eis que surge Reverendo Gibbs em todo seu ar de terceira idade pra abater o coração de Barney e conquistar sua mãe. A pergunta final sobre um threesome é quase de mal gosto se não fosse por Barney estar chorando. Literalmente hilário.

How I Met Your Mother - Mom and Dad

Enquanto na estrada, do lugar mais sem graça da temporada, talvez tenha vindo a melhor notícia do episódio: Marshall finalmente conseguiu se livrar de Daphne! Amém! Eu até iria comentar o arco da personagem, seu vínculo com a filha, mas quem se importa com ela? A única coisa que ela fez em dez episódios foi contar para Lily sobre o emprego de juiz de seu marido. Tenho fé que o próximo episódio seja com Marshall chegando em Farhampton. A única coisa que se salva dentro daquele carro é o Marvin e a trilha sonora.

Já com Ted as coisas são diferentes. É sempre bom vê-lo passando por alguma situação vexatória, principalmente bancando o detetive, o que é sempre engraçado. No episódio, Ted é encarregado de manter em segurança uma fotografia que seria um presente de Barney para Robin. O mesmo se descuida e alguém sabota o presente. Um a um Ted vai falhando com seus “dons de detetive” até que, mesmo sem querer, ele descobre que o eterno vilão de Karate Kid é o responsável pela confusão. E após toda a explicação, em mais um ato nobre, Ted abre mão de ser o padrinho de Barney cedendo lugar a William Zabka. Não foi o final mais engraçado, mas com certeza foi o mais coerente com o personagem.

No final, algumas ressalvas devem ser feitas. Com quase metade da última temporada já exibida, How I Met Your Mother apresenta uma história paralela como tema principal em um episódio. Isto não passa despercebido. Durante oito anos foram contadas histórias paralelas. O que eu esperava é que há praticamente 24 horas do casamento estivéssemos em um ritmo maior do que laranjas caindo do carro e tinta na fotografia. Se o objetivo é enrolar um pouco a cerimônia, poderiam ter mostrado um episódio inteiro de Ted tentando resolver o incidente com o abacaxi, ao invés de alguns segundos de flashback.

E, por último, mas não menos importante, vamos acabar com um mito nessa série: Ted nunca foi, nem nunca será um detetive. Apenas lide com isto, Mosby.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »