[DOCTOR WHO 50 ANOS] Os momentos mais emocionantes da série!

Data/Hora 23/11/2013, 15:11. Autor
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A série de ficção científica mais longa de todos os tempos de acordo com o Guinness Book, a série britânica mais bem sucedida da história e um dos maiores sucessos da televisão mundial. Esses são apenas alguns dos adjetivos de Doctor Who, seriado que está comemorando seus 50 anos hoje. O mundo inteiro está celebrando a data tão especial e o Teleséries também entrou na festa para comemorar esses 50 anos de tempo e espaço.

Um dos motivos para Doctor Who  ser tão bem sucedida é, sem dúvida, a emoção. Desde o início, a série é recheada de momentos épicos, intensos e, principalmente, emocionantes. Momentos que nos fizeram rir, chorar, estremecer, gritar, pular, suspirar… Enfim, um misto gigantesco de emoções. E nada melhor, para comemorar o aniversário da série, do que falar sobre essas cenas inesquecíveis! Por isso, fizemos uma lista com os 10 momentos mais emocionantes da história da nova versão de Doctor Who.

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Emocionante, não? Esse é com certeza o lema de Doctor Who, emocionar o público. E, com o especial televisivo de 50 anos a caminho, sem dúvida nenhuma essa lista terá que ser editada. Se você achou que ficou faltando algum momento, comente! Sua opinião é muito importante. Mas antes disso trate de correr para assistir The Day of The Doctor. Está esperando o quê? Run! GERONIMOOO!!! O especial vai ser exibido hoje, às 17h50, pela BBC HD, aqui no Brasil.

Sessão de Terapia – Daniel 7

Data/Hora 23/11/2013, 15:04. Autor
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Este fim de semana é a última chance para ver, pela TV, a série Sessão de Terapia. Neste sábado (23), e também no domingo (24), às 21:30 e 18:45, respectivamente, o canal GNT exibirá a maratona com a conclusão das cinco histórias que acompanhamos durante sete semanas, mas que pareceram mais, devido à nosso envolvimento com as histórias ali narradas sob o ponto de vista de quem as vivencia. Se você ainda não sabe se as questões de Daniel (Derick Lecouflé) foram resolvidas, e quer ver com seus próprios olhinhos, passe aqui depois para deixar sua opinião. Se você não acompanha a série mas não dispensa uma reflexão, temos material de sobra para explorar. Vem com a gente!

sessão de terapia - semana 7 - dani anjo - TS

Daniel é um anjo. Um anjo no meio de uma guerra. E se resumíssemos seu estado emocional de quinta-feira (21) em uma palavra,escolheríamos “raiva” para defini-lo.

O menino de dez anos que há sete semanas compartilha com Theo as dificuldades de viver a separação nada amistosa dos pais está em uma fase comum àqueles que experimentam uma perda. No caso de Dani, a vida como ele conhecia acabou. A fase de transição entre a negação e a aceitação é difícil demais para qualquer um suportar, imagine para uma criança. O importante é que, mesmo irritado e impaciente, o que alguns distraídos atribuiriam a um comportamento típico da idade, ele nunca deixa de responder às perguntas de seu terapeuta.

A sessão começa com Theo lhe interrogando se tem ido à escola. Após responder com outro questionamento (Tem opção?) ele diz que o colega que implicava com ele o deixou em paz após uma reação inesperada sua. Ao tentar pegar sua mochila Eric recebe um soco, e chora, se sentindo envergonhado. Ele agora sabe como é estar do outro lado da humilhação. O psicólogo, então, tenta fazer com que seu paciente veja o que há de bom em sua vida, e o que ouve é: “Meus pais não gostam de mim”.

sessão de terapia - semana 7 - ana-joão - TS

Dani acha que ele é o motivo das brigas entre João (André Frateschi) e Ana (Mariana Lima). Sua mãe, em busca de uma mudança e uma chance de reencontrar um sentido para sua vida, aceita uma promoção que a levará a mudar-se para outro estado, atitude que seu filho considera egoísmo. Ele não foi perguntado se gostaria de ir e parou de falar com Ana.

Neste momento Daniel – e nós, espectadores – ouvy uma perspectiva para lá de intrigante de Theo. A raiva é boa. O personagem de Zécarlos Machado diz que prefere vê-lo com raiva do que com culpa. Isso significa que a raiva faz um movimento para fora, é direcionada, enquanto a culpa faz o caminho oposto e, internalizada, se volta contra quem a sente. O psicólogo propõe que o garoto expresse sua raiva para os pais, para que eles saibam como se sente. Realmente, dizer é muito mais eficaz do que enviar sinais na esperança de que sejam interpretados. Incrédulo que de adiantará alguma coisa, ele cede, depois que Theo usa o convincente argumento de que “se não resolver, pelo menos você tentou”.

Ana e João se unem ao filho. A princípio, Daniel prefere apenas ouvir o que os pais têm a dizer. Quando a mãe pergunta se está tudo bem, entretanto, o menino não espera para chegar ao ponto. Não quer ir para outro estado e ninguém deseja saber o que ele quer. A briga, tão frequente a cada vez que o ex-casal se encontra, recomeça. Como que por reflexo, Dani sai da sala, para retornar pouco depois com uma cadeira, onde se posiciona para o que está por vir. Ana hesita, argumenta que os adultos precisam conversar e ouve a madura e segura resposta do filho, de que está preparado. “É só fingir que não estou aqui”, conclui. A triste verdade é que eles fazem exatamente isso quando brigam na sua frente.

Ana parece bastante decidida em partir levando o filho e deixar a “farra” do fim de semana para João.  Daniel  insiste em ficar com o pai e prosseguir sem mais uma mudança brusca em sua vida, mas ela resiste. O pai diz que o trabalho novo em uma nova cidade talvez a impeça de ter tempo de se dedicar ao filho como gostaria. Theo intervém querendo saber se por trás da decisão de Ana há outro motivo que justifique o desejo de ir para longe. E após sentir-se atacada, reflete sobre o quão difícil é ver o ex-marido com outra pessoa e o filho contra ela. Para Ana, Dani escolheu o pai ao “conquistar seu amor” durante o processo de separação. A equação que se forma é ciúme-mais-oferta profissional irrecusável-igual a-oportunidade.

Vencida pelo bom senso, Ana concorda em ver o filho aos fins de semana e deixá-lo sob os cuidados do pai. Com a ajuda de seu terapeuta entende que o que está fazendo não é abandono e sim uma decisão de fazer o que é melhor para o filho. Finalmente a cena que nunca imaginávamos ser possível se apresenta. E com uma fala sensacional de Dani, que representa muito bem seu bom humor nato: “Se nada disso der certo, eu posso ir morar com o Theo”. Como não amar este pequeno?

sessão de terapia - semana 7 - familia - final - TS

Na terça-feira (19), ao homenagear Cláudio Cavalcanti por sua dedicação e entrega ao personagem como se fosse um menino, intencionalmente, ou não, Selton Mello fez referência, também ao pequeno grande ator Derick Lecouflé.  Veja que lindo o agradecimento do diretor na página da série no Facebook. Não é à toa que “anjo” é uma palavra recorrente quando se fala de Derick ou de Dani. Aliás, ele, ao lado de Otávio, foram meus personagens favoritos. Talvez porque quase todo mundo já foi uma criança que, em algum momento, se sentiu invisível para alguém.

Como bem disse o diretor, Mariana Lima e André Frateschi também representaram lindamente seus personagens Ana e João. Na primeira temporada como um casal tentando salvar o relacionamento destruído e nesta levando o filho para resolver as questões que eles mesmos não sabiam como lidar. Foi comovente (e muitas vezes irritante, o que demonstra o quão entrosados os atores estavam) vê-los brigando, colocando as mágoas acima da razão como qualquer ser humano machucado costuma fazer.

Sexta-feira (22) o terapeuta trocou de lado e teve sua última sessão com Dora. Te espero amanhã para mais um sessão de terapia, assim, em minúsculo mesmo, porque além de entreter, o sofá de Theo abriga um pouquinho da gente também.

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Relembre os Companions da nova versão da série

Data/Hora 23/11/2013, 12:15. Autor
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Não é todo dia que vemos uma série fazer 50 anos! Doctor Who estreou na televisão britânica há exatamente meio século – 23 de novembro de 1963 – e conquistou uma legião de fãs apaixonados de diversas gerações. É amor passado de pai para filho, de avô para neto. Teve gente que cresceu acompanhando as aventuras do Doutor cujo nome era desconhecido, teve gente que descobriu o seriado mais recentemente – a versão mais nova da série está no ar desde 2005, enquanto a primeira foi exibida de 1963 a 1989 e teve, ainda, uma tentativa de piloto em 1996.

Hoje, no aniversário da série mais tradicional que já existiu, a gente convida os Whovians para embarcar na nossa nave do tempo e relembrar todos os atores e alguns dos companions que já passaram pelo programa. Aceita ser o nosso acompanhante nessa viagem? Allons-y!

Obs: como a lista de companions é gigante e inviável, resolvemos dedicar o especial aos acompanhantes do Doutor da nova versão do seriado, que estreou em 2005.

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Relembre os Doctors da série

COMPANIONS:

Rose Tyler (Billie Piper)

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Billie Piper é atriz e cantora e ficou conhecida por viver a primeira Companion da nona e décima encarnações do Doctor, na nova geração de Doctor Who. A atriz interpretou Rose Tyler, personagem que teve uma relação muito próxima e romântica das duas encarnações. Fugiu com o 9th Doctor e, dentre suas aventuras, destruiu uma frota de Daleks. Para isso, ela  -sem saber – absorveu o Time Vortex e o 9th Doctor, para salvar sua vida, se sacrificou absorvendo o Time Vortex e logo em seguida se regenerou na frente da garota. Com o 10th Doctor, sobreviveu à batalha de Canary Whalf, mas foi parar em universo alternativo, separado do Doctor. Depois de sua participação em Doctor Who, a atriz protagonizou a série inglesa Secret Diary of a Call Girl, em 2007. Seu trabalho mais recente é na série Penny Dreadful, que ainda está em produção.

Mickey Smith (Noel Clarke)

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Apareceu na série, pela primeira vez, em 2005, no episódio de estreia da nova versão de Doctor Who, intitulado Rose. Não por acaso, o personagem era justamente o namorado da personagem Rose (Billie Piper), que, na ocasião, foi convidada para ser a acompanhante do Doutor. No segundo ano, ele retorna à série como acompanhante do protagonista, mas vai viver aventuras próprias na temporada seguinte. Ele, então, volta para o quarto ano do show. Sua última aparição como personagem recorrente foi em 2010, no episódio The End of Time.

Noel Clarke é um ator inglês vencedor do BAFTA, considerado o Oscar britânico.  Além de Doctor Who, seu trabalho de maior reconhecimento é no filme Além da Escuridão: Star Trek, em que interpretou Thomas Harewood. Ele tem 37 anos.

Captain Jack (John Barrowman)

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Apareceu na série no nono episódio da primeira temporada, ainda em 2005, e nela ficou até 2010. Jack também era um viajante do tempo e um homem de ação. Ele também foi o primeiro personagem bissexual em uma série popular no Reino Unido, tendo ganhado enorme destaque. Em 2006, Jack se tornou protagonista de Torchwood, uma série derivada de Doctor Who, que durou quatro temporadas e terminou em 2011. O trabalho no spin-off rendeu a Barrowman uma indicação ao BAFTA em 2007.

John Barrowman tem 46 anos, é homossexual e ativista das causas gays. Ele tem uma extensa lista de trabalhos no teatro, televisão e cinema e, atualmente, pode ser visto na série Arrow, da CW, como o personagem Malcolm Merlyn. Ele também é cantor e tem alguns discos lançados. O último, John Barrowman, foi produzido em 2010.

Martha Jones (Freema Agyeman)

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Martha era estudante de Medicina quando foi convidada pelo Doutor para acompanha-lo nas viagens no tempo. Ela estreou na série em 2007, ano em que foi acompanhante do protagonista, mas sua última participação no seriado foi em 2010 – quando, não tendo seu amor pelo Doutor correspondido, foi viver a própria vida. Martha se casou com Mickey Smith e apareceu no spin-off Torchwood. Ela foi a primeira acompanhante negra do Doutor.

Freema Agyeman iniciou sua carreira televisiva em 2003, em uma participação na série britânica Crossroads. Desde então, ela acumula trabalhos na TV, como em Law & Order: Reino Unido. Sua estreia na TV americana aconteceu em 2013, na série The Carrie Diaries, da CW, em que ela interpreta uma importante editora de revista de Moda. A atriz tem 34 anos.

Donna Noble (Catherine Tate)

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Catherine Tate foi a responsável por dar vida a Donna Noble, uma das Companions do décimo Doctor e, como descrita por ele, a mulher mais importante de toda Criação. Foi a responsável por salvar toda a Realidade dos Daleks e de Davros. Em uma batalha com Davros, ela é eletrocutada e ganha a melhor parte do Doctor: sua mente. A partir daí, é criada a Donna-Doctor que usa seu intelecto para ajudar a colocar os 26 planetas desaparecidos de volta em seus lugares no Universo. Como consequência da Meta-Crise Humano/Time Lord, Donna tem sua mente sobrecarregada e, para salvar sua vida, o Doctor apaga todas as memórias de suas aventuras juntos. Após seu trabalho em Doctor Who, a atriz participou de The Office e seu trabalho mais recente é na comédia inglesa Big School.

Wilfred Mott (Bernard Cribbins)

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Wilfred Mott era avô materno de Donna Noble (Catherine Tate), personagem que também foi acompanhante do Doutor. “Will” ajudava a neta a esconder o segredo de todos, pois se orgulhava disso. Ele serviu como acompanhante do Doctor no episódio The End of Time, um especial de Natal que foi ao ar entre 2009 e 2010 (e é tido, por muitos fãs, como “o melhor” dos tradicionais especiais natalinos da série). Will foi o último acompanhante do décimo Doutor.

Bernard Cribbins é um ator britânico de 84 anos, que iniciou a carreira ainda na década de 1950. Ele tem uma extensa filmografia, prevalecendo os trabalhos na televisão. Sua aparição mais recente é na série Old Jack’s Boat (2013), desenvolvida pela BBC.

Amy Pond (Karen Gillan)

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Amelia Jessica Pond, melhor conhecida como Amy Pond, foi a primeira companion do 11th Doctor. Ela conheceu o Doctor logo após sua regeneração e ela era apenas uma garotinha. Ela o reencontrou doze anos depois, tempo pelo qual ela ficou esperando por seu “Raggedy Doctor” (apelido que ela deu à ela quando se conheceram), por isso ela ficou conhecida como A Garota Que Esperou. A relação dos dois pode ser comparada com a do Peter Pan e da Wendy, pois ele foi seu amigo imaginário na infância e depois se tornou seu melhor amigo. Os dois viajaram juntos por mais de uma década, até que ela e Rory foram mandados para a Nova York 1938 pelos Weeping Angels e aquilo se tornou um ponto fixo no tempo, impedindo o Doctor de vê-los novamente.

Karen Gillan é uam das atrizes escocesas mais requisitadas atualmente. Antes de Doctor Who, ela trabalhava como modelo e fazia participações especiais em programas de comédia do Reino Unido. Seus trabalhos mais recentes na TV são o telefilme We’ll take Manhattan, em que ela interpreta a modelo britânica Jean Shrimpton, e a série de comédia NTSF: SD: SUV, do canal Adult Swim. Ela também está consolidando sua carreira no cinema, com filmes como Not Another Happy Ending, filme independente escocês no qual inetrpreta uma escritora com bloqueio de criatividade, e o aguardado Guardiões da Galáxia, da Marvel, em que interpreta a vilã Nebula, papel pelo qual ela raspou o cabelo.

Rory Williams (Arthur Darvill)

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Rory Williams (ou Rory Pond, como Amy prefere), era o namorado e, mais tarde, marido de Amy e o primeiro Companion homem oficial da nova série. Rory começou como um simples coadjuvante, meio como Mickey na primeira temporada, mas sua participação foi crescendo com o tempo, até ele se tornar um personagem imprescindível na série no final da quinta temporada, em que ele, transformado em auton e achando ser um centurião romano, se dispõe a proteger Amy enquanto ela está presa na Pandorica durante dois mil anos, o tornando o Último Centurião.

Arthur Darvill começou sua carreir no teatro. Sua peça mais famosa na época foi Swimming With Sharks, que ele contracenou com seu futuro parceiro na TV Matt Smith (11th Doctor). Atualmente, ele está no elenco da série policial Broadchurch, estrelada por David Tennant (10th Doctor) e também participou da minissérie The White Queen, interpretando Henry Stafford, Duque de Buckingham. Ele também tem uma carreira musical e é vocalista da banda indie Edmund, além de ter participado da adaptação para o teatro de Once (Apenas Uma Vez).

River Song (Alex Kingston)

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Hello, Sweetie! Muito antes de interpretar a maravilhosa River Song, Alex Kingston ficou mundialmente conhecida como Elizabeth Corday, uma cirurgiã britânica no famoso drama médico ER, no final da década de 90. Desde então, Kingston tem concentrado sua carreira na televisão, pricipalmente nos Estados Unidos e participou de séries como Without a Trace, CSI, FlashForward, Law & Order e Private Practice. Ela também participou dos testes para a escolha da atriz que faria Lynette Scavo em Desperate Housewives, mas acabou perdendo o papel para Felicity Huffman por ter um corpo muito cheio de curvas, segundo ela. Na Inglaterra, foi a protagonista da série Hope Springs, da BBC (2009), e Mrs Bennet no aclamado especial da ITV, Lost in Austen. No teatro, Kingston atuou em West End na produção One Flew Over the Cuckoo’s Nest, de 2006. Seus últimos trabalhos contam com uma participação na série Arrow e o papel principal da peça Macbeth.

Clara Oswald (Jenna-Louise Coleman)

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Antes de ser a Impossible Girl, a lindíssima Jenna-Louise Coleman fez uma participação no filme Capitão America, como Connie, namorada de Bucky, amigo do Capitão América na década de 40. Ela fez sua estreia na televisão em 2005, entrando para o elenco da novela Emmerdale da ITV, onde permaneceu por quatro anos (sim, os ingleses gostam de novelas intermináveis, assim como os americanos). Coleman também participou, em 2009, da quinta temporada de Waterloo Road, drama da BBC, e de um especial inglês sobre o Titanic, em 2012. E morram de inveja garotas: Jenna atualmente namora o gatíssimo Richard Madden, o Robb Stark de Game of Thrones.

Comemoração oficial

Hoje, a BBC exibe um especial de aniversário de Doctor Who, intitulado The Day of Doctor. No episódio de 75 minutos de duração, está confirmado que David Tennant irá aparecer (com a possibilidade, ainda, de outros atores antigos do seriado). No Brasil, o episódio será apresentado nas salas de cinema da rede Cinemark e às 17h50, na TV, pela BBC HD.

*O especial contém textos de Carol Cadinelli, Gabriela Pagano, Karina Mochetti, Lucas Victor, Maísa França e Vinícius de Freitas. 

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Relembre os Doctors da série

Data/Hora 23/11/2013, 12:15. Autor
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Não é todo dia que vemos uma série fazer 50 anos! Doctor Who estreou na televisão britânica há exatamente meio século – 23 de novembro de 1963 – e conquistou uma legião de fãs apaixonados de diversas gerações. É amor passado de pai para filho, de avô para neto. Teve gente que cresceu acompanhando as aventuras do Doutor cujo nome era desconhecido, teve gente que descobriu o seriado mais recentemente – a versão mais nova da série está no ar desde 2005, enquanto a primeira foi exibida de 1963 a 1989 e teve, ainda, uma tentativa de piloto em 1996.

Hoje, no aniversário da série mais tradicional que já existiu, a gente convida os Whovians para embarcar na nossa nave do tempo e relembrar todos os atores e alguns dos companions que já passaram pelo programa. Aceita ser o nosso acompanhante nessa viagem? Allons-y!

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Relembre os Companions da nova versão da série 

DOUTORES:

William Hartnell – Primeiro Doutor (1963-1966)

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O primeiro Doctor e, portanto, o que deu origem a tudo, foi William Hartnell. Em um tempo em que tudo na televisão era escasso, Hartnell conseguiu lançar, com a personalidade irônica, genial e enérgica dada ao Doctor, uma franquia que hoje faz 50 anos. O First é um Doctor, inicialmente, contido e que faz de tudo para proteger sua amada neta Susan – uma garotinha bem enjoadinha, mas de bom coração. A faceta irônica e genial, meio cientista maluco e descobridor do primeiro Doctor vai sendo apresentada ao longo dos arcos, e é o que nos faz cair de amores por ele.

Hartnell brilha. Seu principal papel na carreira foi o primeiro Doctor, em 1963, e se não tivesse sido por seu trabalho incrível, Doctor Who não teria chegado a hoje, ao décimo segundo Doctor, ao quinquagésimo aniversário. Sem um primeiro, não tem como haver um segundo, um terceiro, muito menos um décimo segundo (ou décimo terceiro, como afirmam os whovians mais preciosistas), e este é um grande motivo para se dizer “Obrigada, Hartnell, por ter sido o primeiro Doctor mais genial que poderia ter existido”. O ator morreu em 1975, aos 67 anos, vítima de uma insuficiência cardíaca depois de lutar contra uma doença cerebrovascular.

Patrick Troughton – Segundo Doutor (1966-1969)

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Patrick Troughton foi o segundo ator a interpretar o Doutor, em 1966. Ele substituiu William Hartnell, o primeiro Doctor, e foi então que se iniciou a mitologia da reencarnação do personagem central da série. Essa foi a solução encontrada pela BBC para substituir o protagonista de um programa sem prejudicar a série. Throughton chegou a Doctor Who com a missão de dar vida a um Doutor mais leve e cômico, um tanto mímico. Ele ficou no posto até 1969, quando sua versão sofreu, então, a “regeneração”.

O ator começou nas artes cênicas em telefilmes inspirados na obra de Shakespeare, tendo estreado no cinema em 1948, no filme Escape, que também tinha Hartnell no elenco. Seu último trabalho na TV foi na série Knights of God, de 1987, ano em que morreu devido a um ataque cardíaco.

Jon Pertwee – Terceiro Doutor (1970-1974)

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Jon Pertwee começou a carreira bem longe da televisão: como oficial da inteligência naval britânica durante a Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, ele estreou em um programa de rádio da BBC, como ator de comédia. Ele entrou em Doctor Who quando Throuton decidiu deixar a série e, então, ele demonstrou interesse em viver o personagem. Seu Doutor é considerado extravagante e ficou no ar entre 1970 e 1974. O ator morreu em 1996, vítima de um ataque cardíaco.

Tom Baker – Quarto Doutor (1974-1981)

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É difícil dizer o que faz o Fourth um Doctor tão marcante e impressionante. Provavelmente, tudo começa no figurino. Quem não acha a roupa do Tom Baker a mais marcante da Era Clássica ou do show como um todo? Cachecol enorme, todo colorido, refletindo o período Hippie em que atuou como Doctor (1974 até 1981), seu chapéu de espião, calças jeans e blusas estampadas, além do quase sempre presente lenço ao redor do pescoço. É uma roupa que deixa uma impressão forte.

Foi um dos primeiros Doctors a usar o humor insano como a forma de se safar de problemas. Quem mais ofereceria um jelly baby para um vilão que quer tragar todo o Universo ou Ex-ter-mi-nar toda a forma de vida orgânica? Esse humor serviu de inspiração para a adequação de Doctors da nova Era, como o Tenth (de Tennant) e o Eleventh (de Smith).Mas só o ator não faz o personagem tão bom. De nada adianta um ótimo Doctor se os arcos são ruins. Com vilões incríveis e retornos triunfais, não havia como se esquecer deste Doctor fantástico e um dos favoritos dos Whovians ao redor do mundo. Portanto, cuidado, “você está pisando em meu cachecol!”

Tom Baker iniciou a carreira de ator na televisão, na década de 1960, quando participou de diversos seriados britânicos. Já em 2003, ele entrou para o mundo das dublagens, narrando jogos eletrônicos (Little Britain e Little Britain: The Video Game), mas continuou com sua paixão em atuar, tendo vivido o Frederick Treves no filme para televisão Agatha Christe’s Marple: Towards Zero (2007). Ele tem 79 anos.

Peter Davison – Quinto Doutor (1981-1984)

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Peter Davison é um ator extremamente respeitado no Reino Unido, com uma carreira extensa, principalmente, na TV e no teatro. Davison deu vida à quinta encarnação do Doctor quando tinha 29 anos e, na época, foi o ator mais jovem a interpretar o Doctor (recorde ultrapassado por Matt Smith, que estreou na série com 26 anos, em 2010). Por ser mais novo, sua versão do Doctor er amais humana e bondosa do que as outras, mas, em compensação, ele sofria muito mais com suas perdas. Sua estréia na série foi no episódio Logopolis, em 1981, já começando na série com um time de companions: Nyssa, Tegan Jovanka e Adric. Seu vilão mais marcante foi o Master, com o qual tinha uma relação de amor e ódio.

Davison era muito popular na TV britânica nos anos 1980, pois, além de protagonizar Doctor Who, ele também interpretava o veterinário Tristan Farnon na popular série All Creatures Great and Small. Sua participação mais recente na TV foi na série Law & Order: UK. Ele também participou de inúmeras peças britânicas, incluindo clássicos como Midsummer Night’s Dream e Hamlet, além de ter interpretado o Príncipe em uma versão de Cinderella. Sua peça mais recente é a adaptação musical de Legally Blond (Legalmente Loira).

Colin Baker – Sexto Doutor (1984-1986)

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Colin Baker estreou na televisão ainda na adolescência, no seriado My Wife’s Sister, de 1956. Apesar disso, e de ter participado de alguns musicas no colégio em que estudava, Baker chegou a cursar a faculdade de Direito, que, depois, largou para se dedicar às artes dramáticas. Em 1970, ele, então, retornou à TV e deu continuidade de vez à carreira, no seriado The Adventures of Don Quick e, em seguida, em Roads to Freedom, da BBC.

Baker estreou em Doctor Who em 1984 e deu vida ao sexto Doutor. Na época, a série passava por diversas mudanças no roteiro e o personagem central ganhou um ar mais arrogante, que não agradou todos os fãs do programa. Baker deixou a série em 1986 e, mais tarde, participou de áudio dramas do seriado, em que ele voltou a dar voz ao Doutor. Em 2012, ele esteve no reality show I’m a Celebrity…Get Me Out of Here!, produzido pela ITV, e terminou em oitavo lugar. Ele tem 70 anos.

Sylvester McCoy – Sétimo Doutor (1987-1989)

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Nascido Percy James Patrick Kent-Smith, Sylvester McCoy ganhou o pseudônimo artístico após participar de uma peça de teatro cômica em Londres. O ator começou a carreira nos palcos e por lá ficou até estrear na TV, na série Vision On, da década de 60. No cinema, ele estreou no filme Dracula, com direção de John Badhan e lançado em 1979. O papel mais recente do ator no cinema é no blockbuster O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, que chegou às telonas no final de 2012. McCoy estará nas outras duas produções da franquia cinematográfica de Peter Jackson.

Mccoy viveu o sétimo Doutor de Doctor Who e chegou em um momento delicado do seriado: ele vinha para substituir Colin Baker, cuja encarnação do personagem era repleta de mudanças e não necessariamente conquistou simpatia. A atuação de McCoy foi ficando mais sombria com o tempo. Sua primeira aparição na série foi no episódio Time and the Rani, em 1987, e a última em Survival, de 1989. Ele ainda apareceu em Doctor Who – O Filme, lançado em 1996, em que morreu e então o oitavo doutor foi regenerado, agora sob a pele do ator Paul McGann. Ele tem 70 anos.

Paul McGann – Oitavo Doutor (1996)

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Paul McGann teve sua estreia na TV com a série britânica Give Us a Break, em 1983. A partir daí, trabalhou em diversos filmes e séries de TV e, em 1996, foi o responsável por interpretar a 8ª encarnação do Doctor e fez sua primeira aparição como o personagem no telefilme Doctor Who: o Senhor do Tempo, numa tentativa da BCC de reviver a série. Sua personalidade é romântica e gentil e é conhecido por usar peças de roupa da Era Vitoriana. Sua última aparição aconteceu no episódio The Night of The Doctor (2013). Paul McGann pôde ser visto mais recentemento na série Ripper Street.

Christopher Eccleston – Nono Doutor (2005)

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Christopher Eccleston é um ator britânico com vasto currículo no cinema e na TV. Sua carreira foi alavancada quando interpretou Derek Bentley, em O Segredo de Uma Sentença (Let Him Have It), filme de 1991. Em Doctor Who, deu vida a 9ª encarnação do Doctor em 2005, numa tentativa (que deu super certo) da BBC de reviver a série. Por se tratar de um sobrevivente da Última Grande Guerra Temporal, essa encarnação (na qual a regeneração não é mostrada) do Doctor é direta, pensativa, violenta e misteriosa, contrapondo a sensibilidade de sua versão anterior. Sua primeira aparição na série foi no episódio Rose (2005) e sua última aparição, no episódio The Parting of the Ways (2005). Christopher Eccleston pôde ser visto mais recentemente no filme Thor: O Mundo Sombrio, interpretando o vilão Malekith

David Tennant – Décimo Doutor (2005-2010)

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David Tennant já possuía uma carreira bem estabelecida quando foi anunciado como a décima geração do Doctor em 2005. Ele foi o protagonista da série britânica Casanova e deu vida ao Bartolomeu Crouch Jr., um dos fiéis seguidores de Voldemort, no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo. Tennant sempre amou Doctor Who e participou de alguns episódios na BBC Radio anos antes de ser escolhido para fazer o papel dos seus sonhos. Com certeza, Tennant deixou esse amor pela série transparecer em seus 5 anos como Doctor. Em 2006, ele foi eleito o melhor Doutor pelos leitores da revista Doctor Who Magazine, vencendo o grande favorito Tom Baker. Sua despedida da série, em 2010, é sem dúvida uma das mais emocionantes. Ele também foi Hamlet na aclamada produção da Royal Shakespeare Company, em 2008, e atualmente está de volta no papel principal na peça Richard II. Uma curiosidade é que Tennant é casado com Georgia Moffett, que fez o papel da filha do Doctor no episódio The Doctor’s Daughter, de 2008. Na vida real, Moffett é filha de Peter Davison, o Quinto Doctor.

Matt Smith – 11º Doutor (2010-2013)

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Matt Smith é o ator mais jovem a encarnar o Doctor. Nascido em 1982, ele apareceu na pele do personagem pela primeira vez no início de 2010, com apenas 26 anos. Agora, quase quatro anos depois, ele se despede do papel em alta e deixando claro que ele não era jovem demais como muitos questionaram. Antes de se consagrar na TV como o Décimo-Primeiro Doctor, Smith tinha uma carreira mais focada no teatro. Ele participou de algumas das peças do Royal National Theatre, como On the Shore of the Wide World e The History Boys e, em 2007, fez sua estreia em West End com a peça Swimming with Sharks. Na televisão, Smith protagonizou as séries The Ruby in the Smoke e The Shadow in the North, ao lado de Billie Piper (a querida Rose Tyler). Eles contracenaram juntos uma terceira vez em um episódio da série Secret Diary of a Call Girl, em que Piper faz a protagonista. Resta sabermos o que Smith nos aguarda para o ano que vem, depois que deixar o papel do Doctor para Peter Capaldi.

Peter Capaldi – 12º Doutor (2013 -)

dr. who capaldi

 

Peter Capaldi ainda não é um Doctor. Ele ainda não exerceu o papel icônico do viajante do tempo. Mas por pouco tempo.

O criador do programa, Steven Moffat, amado e odiado ao mesmo tempo por seus seguidores em Sherlock e Doctor Who, não satisfeito em nos deixar aterrorizados por coisas banais como anjos de pedra, máscaras de gás e sombras no chão, resolveu que [spoiler alert] matará nosso adorado Eleventh, Matt Smith. Ainda não satisfeito com isso, a morte acontecerá no episódio especial de Natal. Pois é. Lidem com isso. [fim do spoiler]

Apesar de grande parte do fandom ser do sexo feminino e, em regra, apaixonada por Tennant e Smith, outra grande parte adotou, em 4 de agosto deste ano, Peter Capaldi como o novo Doctor. Claro, houve protestos, mas nada muito grave. O que motivou os protestos, você pergunta? A idade do ator que é de 55 anos. Que, por acaso – ou não, nunca se sabe com o Moffat – é a idade que o Hartnell começou no papel.

Os Whovians mais antigos, aqueles que já viram a série clássica, em sua maioria, adoraram a nova ideia. Desde Eccleston, a idade dos Doctors vem diminuindo e agora, com Peter, há uma volta às origens. Só nos resta esperar. E chorar, muito, no Natal. Maldito Moffat!

Peter Capaldi já participou de um episódio de Doctor Who, como Caecillius, e da série derivada Torchwood, como John Frobisher. Fora do Whoniverse, participou, principalmente, de World War Z (com o nome, nos créditos de W.H.O. Doctor) e The Thick of It, onde era Malcolm Tucker.

John Hurt (?)

dr. who hurt

Ninguém sabe ao certo qual a função de John Hurt em Doctor Who, mas, no último episódio da sétima temporada da série, ele foi introduzido como o “Doutor”. Sabe-se que o próximo protagonista do seriado é o ator Peter Capaldi, sendo assim, Hurt não seria a reencarnação futura do Doctor?

O que a gente sabe, ao certo, é que Hurt é um ator consagrado no mundo inteiro, tendo uma extensa lista de trabalhos em seu currículo. Ele estreou na TV em 1962 e já foi indicado ao Oscar duas vezes: a primeira, em 1979, por O Expresso da Meia-Noite (que lhe rendeu o Globo de Ouro) e a segunda, em 1981, por O Homem Elefante. Nos últimos anos, ele participou dos diversos filmes da franquia Harry Potter e das cinco temporadas de As Aventuras de Merlin, da BBC. Ele tem 73 anos.

Comemoração oficial

Hoje, a BBC exibe um especial de aniversário de Doctor Who, intitulado The Day of Doctor. No episódio de 75 minutos de duração, está confirmado que David Tennant irá aparecer (com a possibilidade, ainda, de outros atores antigos do seriado). No Brasil, o episódio será apresentado nas salas de cinema da rede Cinemark e às 17h50, na TV, pela BBC HD.

 

*O especial contém textos de Carol Cadinelli, Gabriela Pagano, Karina Mochetti, Lucas Victor, Maísa França e Vinícius de Freitas.

Destaques na TV – sábado, 23/11

Data/Hora 23/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Novidades agitando o sábado.

Em comemoração pelos 50 anos de Doctor Who, o canal BBC HD exibe simultaneamente com vários países o especial The Day of the Doctor com participações para lá de especiais, e logo depois (se o canal realmente não furar) será exibido An Adventure in Space and Time que dramatiza a origem da série.

Amanda Callaway (Emily Procter de CSI:Miami) a nova chefe da divisão de colarinho branco (White Collar), acaba de chegar e promete executar as coisas de forma diferente de seu antecessor. Isso não agrada a Neal, que acredita que ela está sendo manipuladora, mas agora eles têm um novo caso de falsificação e Callaway já deixou claro que quer uma vitória rápida.

Jim Longworth e sua equipe estão de volta para enfrentar intrigas e investigações arriscadas e esclarecer os homicídios que ocorrem na, aparentemente tranquila, Palm Glades, na Flórida. Nesta quarta e última temporada de The Glades, ele precisa ainda tomar uma difícil decisão, levar adiante sua relação com Callie Cargill (Kièle Sanchez), que agora vive em Atlanta, ou continuar com seu trabalho de detetive.

Confiram os destaques para sábado e para a manhã de domingo.

BBC HD
The Day of the Doctor – 17h50 – INÉDITO
An Adventure in Space and Time – 19h10 – INÉDITO

FOX
White Collar – 11h38 (ep 4×15 – leia o review) *corrigido o horário

UNIVERSAL
Elementary – maratona a partir das 12h20 (os 5 primeiros episódios da 2a. temporada)
Rookie Blue – 17 h (ep 3×12 – leia a review)

A&E
The Glades – 21 h (ep 4×01) ESTREIA

+GLOBOSAT
O Último Policial (The Last Cop) – 22 h (ep 2×12)

VIVA
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (domingo – 24/11)
The Americans – 9h30 (ep 1×05)

Até amanhã !

Lena Dunham posta vídeo de ‘Girls’ no Instagram. Confira!

Data/Hora 22/11/2013, 22:08. Autor
Categorias Notícias

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É um clipe, do clipe do que estar por vir em janeiro na HBO. Mas ninguém disse que não vale a pena. O pequeno vídeo postado pela a atriz, roteirista e criadora de Girls, Lena Dunham, em sua conta no Instagram, tem apenas 15 segundos, mas já dá uma ideia do que se pode esperar da terceira temporada da série.

Basicamente, o que é mostrado é a Hannah se auto-analisando, Adam sem camiseta, a Marnie mais linda do que nunca, Shoshanna  e Jessa sendo elas mesmas. Nada muito surpreendente, mas é isso que faz a série ser tão familiar. Ah, e sim, muita nudez.

O vídeo completo deve ser lançado pelo canal no próximo domingo, mas enquanto isso, confira o teaser e divirta-se!.

A terceira temporada de Girls estreia no dia 12 de janeiro, na HBO americana.

HBO Brasil estreia a quarta temporada de ‘Treme’ em dezembro

Data/Hora 22/11/2013, 21:16. Autor
Categorias Notícias

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A HBO Latin America estreia a quarta e última temporada da bem-sucedida série original Treme no dia 2 de dezembro. O drama mostra, em cinco episódios, como músicos, chefs, foliões do Mardi Gras e outros habitantes de Nova Orleans continuam fiéis às suas raízes culturais e dedicados a reconstruir suas vidas apesar das dificuldades após o desastre provocado pelo furacão Katrina em 2005.

A última temporada se passa em Nova Orleans 38 meses após a catástrofe, na época em que Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos, o que trouxe mais otimismo aos enraizados habitantes desta cidade ainda afetada pelos acontecimentos. No entanto, para cada pessoa que luta para melhorar sua vida – ou apenas recuperar a sensação de normalidade pré-Katrina – há outras que aproveitam da vulnerabilidade da região para sufocar a cultura local.

Desde a estreia em abril de 2010, Treme soube captar a essência e o rico patrimônio de Nova Orleans, destacando o papel da cidade e uma série de histórias pessoais que envolvem as vítimas do Katrina. Nesta temporada, um dos protagonistas enfrenta corajosamente a morte enquanto outros tentam seguir em frente com suas carreiras e relacionamentos, tendo como estímulo a esperança de que o novo governo Obama dê atenção e ajuda financeira à cidade.

Porém, nem tudo sai como o esperado, já que várias oportunidades acabam caindo nas mãos de estrangeiros gananciosos que querem ganhar dinheiro rapidamente. Enquanto isso, os habitantes lutam para serem ouvidos no meio dos interesses da reconstrução da cidade e da política local.

Nos cinco últimos episódios da série – que se passam entre novembro de 2008 e a festa carnavalesca Mardi Gras de 2009 –, a promessa de recuperação econômica e cultural é prejudicada pela crise econômica, pela corrupção policial e pelo crescimento da violência e do crime. Mesmo assim, a forte relação dos protagonistas de Treme com sua cidade os mantêm comprometidos com o futuro.

Os últimos episódios encerram as histórias de memoráveis personagens criados por David Simon (das produções da HBO The CornerThe Wire Generation Kill) e Eric Overmyer (da série ganhadora do Emmy® Homicide: Life on the Street), que personificam a diversidade étnica e cultural que faz de Nova Orleans uma cidade cheia de vida.

O elenco contará mais uma vez com Wendell Pierce, Khandi Alexander, Clarke Peters, Rob Brown, Steve Zahn, Kim Dickens, Melissa Leo, Lucia Micarelli e David Morse. E terá novamente como atores convidados Michiel Huisman, India Ennenga, Jon Seda e Chris Coy.

Assim como nas três temporadas anteriores, a última temporada de Treme terá personagens inspirados em pessoas reais e nomes ligados à musica e à cozinha de Nova Orleans, como John Boutté, Kermit Ruffins, Don B, Ellis Marsalis, “Thrombone Shorty” Andrews, Dr. John Batiste e Terence Blanchard, que representam a si mesmos.

‘Witches of East End’ é renovada pelo canal Lifetime

Data/Hora 22/11/2013, 20:16. Autor
Categorias Notícias

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A bruxa está solta no canal Lifetime. Literalmente. O canal anunciou hoje (22) a renovação de Witches of East End para a segunda temporada.  O novo ano da série já tem 13 episódios encomendados e deve estrear em 2014.

Rob Sharenow, vice-presidente executivo e gerente geral da Lifetime, se mostrou bastante contente com o desempenho da série. “Com sua grande contação de histórias e um elenco incrível, Witches of East End está liderando um renascimento completo das bruxas”,  disse em um comunicado. “A mistura perfeita da execução da série com seu conteúdo está atraindo novos espectadores para o canal e nós estamos muito animados para trazê-la de volta para uma segunda temporada”, concluiu.

A série narra a história de Joanna Beauchamp (Julia Ormond, de Mad Men) e suas filhas, Freya (Jenna Dewan-Tatum, de American Horror Story) e Ingrid (Rachel Boston, de In Plain Sight), duas jovens que nem imaginam que são bruxas. Só que quando Freya se apaixona e decide se casar, a maldição que impedia que os poderes das garotas se manifestassem é quebrada e Joanna tem que revelar toda a verdade.

Witches of East End é exibida aos domingos, no canal Lifetime.

Com informações do Variety

Katrina Law se junta ao elenco de ‘Arrow’

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Katrina Law foi contratada pelo canal CW para interpretar Nyssa al Ghul, na segunda temporada de Arrow.

Nyssa a filha de Ra’s al Ghul (o vilão de Batman Begins vivido por Liam Neeson), será uma poderosa integrante da Liga dos Assassinos, que chega à Starling City para procurar Canário, personagem de Caity Lotz.

Nos quadrindos, Nyssa possui uma meia-irmã, Talia al Ghul. Com Nissa vindo para a cidade, pode dar alguma credibilidade a uma teoria popular de que Isabel Rochev (Summer Glau) é secretamente Talia.

A atriz já fez as séries Spartacus e Chuck, sua primeira aparição em Arrow será no 13º episódio intitulado de Heir to the Demon na temporada atual.

Com informações do Site TV Guide

Revenge – Resurgence e Secrecy

Data/Hora 22/11/2013, 17:21. Autor
Categorias Reviews

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O plano de Emily para essa temporada já ficou claro: ela vai forjar sua própria morte, e quer que quem atire nela seja Victoria. Em Resurgence, Emily e Aiden  ficam íntimos da área em que se dará o casamento, vasculhando de bote onde estará o navio que abrigará a festa. O plano depois é sumir no mar feito os cadáveres de Dexter, e ir passar o resto da vida nas Maldivas com seu companheiro de vingança inglês.

Conrad quer melhorar sua imagem – como se isso fosse possível – e contrata uma assessora. A mulher de cara será um obstáculo para Ems, já que começa a investigar todo mundo, mas dessa vez a loira nem se dará o trabalho: a assessora está na agenda de vingança de Nolan. A moça tirou nosso hacker favorito do armário, o que custou sua relação com o pai.

Eu não me lembro mais o porquê de Charlotte estar contra Emily nessa temporada, mas a caçula Greyson resolveu apoiar com tudo a volta de Daniel e Sarah. E seus planos, para a alegria de Victoria, estão dando certo. Daniel quase beija a ex na festa do 4 de julho de sua família, cena que é flagrada pelo Google Glass (ou Nolan Glass) de Nolan. O gadget serviu também para capturar a senha da assessora, e assim fazer com que todos os podres – dela e de seus clientes – fiquem nas mãos do hacker. Assessora cai em tempo recorde? Pena que não tem carinha na foto pra riscar. Ems vazou para a moça que já teve um marido, informação que obviamente interessa Victoria, e será usada por ela no episódio seguinte.

Em Secrecy, Daniel fica cada vez mais próximo de Sarah, e já começa a dar escapadas para ver a ex. Agora vamos falar a verdade: quer personagem mais sem personalidade do que Dan? Acho que de bobo, na primeira temporada, passou a coxinha na segunda e agora é tão manipulável que até a idiota da irmã consegue fazer com que ele siga um plano. Cadê o amor de duas temporadas por Emily? A trajetória do personagem só nos faz acreditar que realmente ele virará um Conrad e Emily terá que lidar com ele também.

Jack continua naquele chove-não-molha com Margeaux, que decidiu investigar os Greyson para publicar um livro sobre a família. Isso depois de Conrad anunciar que sua bibliografia será lançada pela editora concorrente. Mas todo mundo investiga todo mundo nessa série, então tudo bem. O fato é que Jack teme no que dará essa investigação e decide tirar a moça da história. E ele faz isso falando “Minha querida, não mexe com eles não, eles matam pessoas desde e primeira temporada, e mataram toda a minha família”? Claro que não! Ele decide armar. O legal nisso tudo é que o personagem mais inocente até agora, perde a sua pureza mentindo e armando também. Dá pra gente ver o recado dos roteiristas: nessa vingança, não sobrará ninguém inocente. Já foi Charlotte, e agora já vai Jack.

No chá de panela de Emily, Victoria prepara uma surpresa. Bota uma venda na futura nora e chama o ex-marido que ela julga ter achado, e que serviria para desmascarar Emily. Ledo engano. O cara foi plantado por Emily, era aluno de Hogwarts da vingança e só serviu pra colocar a cara de Victoria no chão. Ele diz que é gay e estrangeiro, e que Ems casou com ele pra ajuda-lo com o visto e com o real companheiro. É Victoria, não foi desta vez.

Conrad descobre que Daniel está tendo um affair com sua ex, e decide passar para o filho a chave de um imóvel de família: o puteiro dos Greyson! É um apartamento com direito a mordomo servindo whisky, para onde os homens Greyson levam as amantes. É que claro que Daniel leva Sarah pra lá, e é claro que Victoria fica sabendo, já que o mordomo é um fofoqueiro e liga pra ela pra contar tudo. Emily fica sabendo de tudo logo depois pela sogra. Na casa da praia, preparara um presente quando Jack chega. O cara não gostou de saber que Emily fugirá com Aiden, em quem não tem confiança alguma. Os dois ainda tem chance, não é? Por mais que o Jack tenha se tornado mais chato, ainda são o casal mais fofo da série. Tem como não lembrar do beijo no enterro do labrador?

Quando finalmente Daniel chega, decidido a terminar com Emily, ela joga sua cartada final: o presente que embrulhava era um ultrassom de um filho tão fake quando a simpatia da Aguilera no The Voice. Se não bastasse esse cliffhanger, o episódio ainda não termina. Margeax recebe um convite de alguém disposto a revelar segredos dos Greyson. Ao encontrar a pessoa num estacionamento, descobrimos que a informante é LYDIA!

Cinemax divulga trailer da segunda temporada de ‘Banshee’

Data/Hora 22/11/2013, 15:45. Autor
Categorias Notícias

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O ex-presidiário, ladrão e xerife Lucas Hood está voltando com muitos segredos revelados, mudanças e suas velhas mentiras para a segunda temporada de Banshee.  O canal Cinemax acaba de divulgar o novo trailer da série que estréia 10 de Janeiro de 2014.

“Não é apenas um filme, são dez filmes,” declarou o produtor executivo Greg Yaitanes, sobre os 100 segundos seguintes do trailer. “Ele realmente mostra o que a temporada vai prometer, e ainda assim não começou a arranhar a superfície de como é incrível.”

O co-criador, Jonathan Tropper, ainda acrescenta: “Cada episódio desta temporada é de 50 por cento melhor do que o melhor episódio do ano passado.”

Confira o vídeo.

 

Com informações do Site TV Line

Há 50 anos, morria J. F. Kennedy. Relembre a história do presidente dos EUA contada na minissérie ‘The Kennedys’

Data/Hora 22/11/2013, 13:41. Autor
Categorias Notícias

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22 de novembro, e o mundo se cala por um minuto. Há exatos 50 anos, às 12h30min  (16h30min de Brasília), um tiro acertava o 35º presidente dos Estados Unidos, enquanto ele participava de um desfilo em carro aberto, na cidade de Dallas, no Texas,

Todos os anos, no exato momento em que John Fitzgerald Kennedy foi baleado, os sinos das igrejas da capital texana se dobram e o silêncio toda conta do local. Esse é um jeito de manter viva a memória de um dos presidentes estadunidenses mais populares de todos os tempos. Outra maneira é perpetuando a imagem de JFK contando sua história em filmes, documentários e séries.  A mais recente foi a minissérie The Kennedys, que foi exibida aqui no Brasil pelo canal A&E.

Desenvolvida em 2011, pelo History Channel, e produzida pela parceria entre a Muse Entertainment e a Asylum Entertainment, The Kennedys teve um custo de US$ 30 milhões, e a exibição impedida pela a família do presidente. A série foi então resgatada pelo canal a cabo Reelz, e mostrou um Kennedy apático – para não dizer patético-, longe da imagem de super-herói estrela que ele tem até hoje.

Estrelada por Greg Kinnear, Katie Holmes, Barry Pepper, Tom Wilkinson, Jake Beale, Kristin Booth, Rachel Wilson, Serge Houde, Chris Diamantopoulos e Kristin Adams, entre outros, a história levou prêmios nos Emmys, Guild Awards e Gemini.

Misturando imagens de arquivo, cenas reais e muita conspiração, The Kennedys fala da relação da família, de origem irlandesa, com a máfia e também a díficil relação entre os Estados Unidos e a Cuba de Fidel Castro.

A minissérie consegue cativar os fãs de história e de romance, e tem uma dinâmica bastante acelerada, passando pelos principais pontos da história. Em tempo,

5 motivos para assistir The Kennedys

5. A História

Se você gosta de História, vale a pena conferir essa versão do assassinato do presidente Kennedy. Além disso, a série é recheada de fatos da vida real que circundaram a vida de JFK e as nações do mundo, como a luta por Direitos Humanos nos Estados Unidos e a Guerra Fria.

4. Katie e Greg

Da garota prodígio de Dawson’s Creek sobrou apenas o sorriso torto, Katie Holmes mostrou na minissérie que consegue muito bem encarar um papel dramático mais adulto. Ela transforma-se na amada Jackie Kennedy que o público conhecia, e na que o público apenas poderia imagina. Já Greg Kinnear está de assustar. Acertou em cheio a profundidade do papel, e a dificuldade de ser espontâneo reproduzindo o carregado sotaque do presidente.

3. A narrativa

A série acompanha os momentos finais de Kennedy, misturando o presente e o passado por meio de flashbacks. A narrativa usa dessa técnica para mostrar como o passado interferiu nas atitudes do presidente. Como por exemplo, a perda do irmão Joe na II Guerra e seu alistamento na marinha, mesmo tento problemas sérios na coluna.

2. Cenário e figurino
Uma coisa que você não pode negar é que os Kennedy tinham estilo. E o figurino da série não faz vergonha. Aliás, o custo da produção poderia se justificar apenas pelo cuidado que tiveram com a reconstituição de época, por meio do figurino e do cenário.

1. O ponto de vista controverso
Um das versões mais controversas da série. John F. Kennedy e  Jackie eram considerados como realeza nos Estados Unidos. E por décadas, a imagem deles era exatamente essa. Pois bem, a imagem. Porque os bastidores de tudo aquilo parece nunca ter ganho o merecido destaque. Ao menos na versão da minissérie.

 

A minissérie está disponível em DVD e Bluray apenas lá fora e sem previsão para chegar no Brasil.

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