Destaques na TV – segunda, 25/11

Data/Hora 25/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Bom dia ! Confiram o que tem hoje na tela da sua tv.

Em Criminal Minds o BAU se reúne para celebrar o “Dia dos Mortos” no apartamento de Garcia.

Super Fun Night e Two And a Half Man continuam com reprises esta semana na Warner.

Lea Thompson (Switched at Birth) faz participação especial em CSI.

Hoje em Scandal teremos a participação especial de Lisa Edelstein (House).

Strike Back não terá exibição hoje.

Confira as demais atrações dos canais de TV para esta noite.

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22 h (ep 2×02)
Grimm – 23 h (ep 3×02 – leia a review)

BBC HD
Whitechapel – 23 h (ep 2×02)

FILM&ARTS
Silk – 21 h (ep 2×02)

TNT
Under the Dome – 22:30 (ep 1×04 – leia a review)

COMEDY CENTRAL
The Michael J. Fox Show – 20h30 (ep 1×05)

AXN
Criminal Minds – 22 h (ep 9×06)

TCM
Elas – 21 h

WARNER
Super Fun Night – 20 h (ep 1×02) REPRISE
Two And a Half Man – 20h30 (ep 11×02) REPRISE
Hostages – 22h25 (ep 1×09)

SONY
CSI – 21h (ep 14×07)
Scandal – 22h (ep 2×16)
The Voice – 23 h

GNT
Offspring – 17h (ep 3×09)
Pirei com Betty Lago– 20h30
Copa Hotel – 23h (ep 2×09)

HBO
Master of Sex – 21 h (ep 1×08)

MAXPRIME*e
Strike Back – 21h – não haverá exibição

+GLOBOSAT
Line 32 – 22 h (ep 1×06)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Awkward – 23 h (ep 2×05) / 23h30 (ep 2×06)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Hilda Furacão – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sexta)

Vejo vocês amanhã !

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Doctor Who – The Day of the Doctor

Data/Hora 24/11/2013, 21:00. Autor
Categorias Reviews

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“Hurt: Ainda há bilhões e bilhões de daleks lá fora, atacando.

Tennant: Mas… Tem algo que estes bilhões e bilhões de daleks não sabem!

Smith: Porque se eles soubessem, mandariam reforços!

Clara: O quê? O que eles não sabem?

Smith: Desta vez, há três de nós!”

2013 foi um ano de expectativa para todos os whovians. O dia 23 de novembro – e, consequentemente, o especial que comemoraria 50 anos de Doctor Who – era esperado com muito ardor e ansiedade. Afinal, não é todo dia que um seriado comemora uma marca tão expressiva. E a BBC sabia disso, tanto que resolveu premiar os fãs da maior série de ficção da história: o episódio comemorativo seria exibido nos cinemas britânicos e estadunidenses. Os fãs foram à loucura, afinal, nada mais justo que um grande seriado tivesse uma comemoração deste porte.

É claro que surgiu uma certa invejinha branca – ou nem tão branca assim – nos fãs brasileiros. Somos tão ardorosos quanto os da Inglaterra e dos EUA, mas ficaríamos chupando o dedo e assistiríamos ao episódio ao mesmo tempo que os whovians mais afortunados apenas se conseguíssemos um stream – ou possuíssemos tv à cabo, já que a BBC passou o episódio ao vivo. Mas todo esse sentimento acabou indo embora quando foram anunciadas salas em outros lugares do mundo, incluindo o Brasil.

Inicialmente foram anunciadas apenas duas salas aqui no país, do Cinemark de São Paulo. Mas como – e quem não sabia disso? – os ingressos das sessões anunciadas se esgotaram em questão de minutos e os fãs agitaram as redes sociais clamando por mais cidades e salas agraciadas com a exibição, a BBC resolveu colaborar. Foram anunciadas mais salas em São Paulo, e outras cidades brasileiras também receberiam sessões. No final das contas, foram mais de 75 salas brasileiras a exibirem o especial de aniversário de 50 anos de Doctor Who. Um marco, certamente.

Como moro numa cidadezinha do interior, nem preciso falar do tamanho da minha felicidade ao constatar Ribeirão Preto – que fica há cerca de uma hora de casa – estava na nova lista. Minha ideia inicial, que era enfrentar uma longa viagem até São Paulo, acabou sendo substituída por um “pulinho” na vizinhança. Mas minha felicidade foi rapidamente foi substituída pela apreensão de não conseguir ingressos, já que as vendas continuaram um sucesso estrondoso. Só consegui suspirar aliviado quando, graças a uma amiga, consegui finalmente segurar os tickets na mão.

Confesso que nunca participei de uma convenção de whovians, então assistir The Day of The Doctor nos cinemas foi uma experiência ainda mais inesquecível, já que pude encontrar muitos fãs da série pela primeira vez, e constatar que eles estavam tão excitados por participar deste evento histórico quanto eu. Certamente, ainda que o episódio não fosse memorável, essa experiência eu não esqueceria.

Mas se fora da sala do cinema os acontecimentos já tornavam toda a experiência inesquecível, foi quando “deram o play” que a melhor parte da festa começou. E assisti à Doctor Who em sua melhor forma. Cinco estrelas.

Pela primeira vez tivemos a oportunidade de ver a tão citada Guerra do Tempo em tela. Desde que a série nova começou, em 2005, a Guerra do Tempo é mencionada como um grande marco na vida do Doutor, algo que o traumatizou durante toda a série atual, e algo pelo que ele vem tentando se redimir desde então. Assim, foi maravilhoso que The Day of the Doctor tenha nos apresentado à ela.

Eu vejo o episódio especial como uma história apresentada em três partes. Seu princípio foi, para mim, o último episódio exibido, The Name of the Doctor. A segunda parte foi  o mini-episódio The Night of the Doctor, liberado pela BBC em seu canal no youtube como uma introdução ao especial de 50 anos. E no dia 23 de novembro de 2013 – aquele que entrará para a história – fomos apresentados ao “desfecho” dessa história.

Em The Name of the Doctor fomos introduzido a John Hurt, a face de seu passado que o Doutor esconde e tenta esquecer. O motivo para o desejo pelo esquecimento? John Hurt foi a encarnação do Doutor que lutou na Guerra do Tempo, e a finalizou promovendo o genocídio de duas raças para evitar que o universo fosse destruído no fogo cruzado entre os daleks e os timelords. Devo dizer que eu cheguei a temer que John Hurt fosse mais como um vilão, um Doutor sombrio, ou até maligno. Mas que surpresa agradável ver que personagem fantástico ele se mostrou neste especial! Foi uma grande felicidade conhecer este Doutor, e tenho certeza que Moffat também explodiu a cabeça de muitos outros fãs.

A atuação de John Hurt como o Doutor se mostrou magnífica. E a melancolia de Hurt não conseguiu superar sua simpatia, de forma que esta encarnação do Doutor se mostrou cativante e, acima de tudo, brilhante como só o nosso timelord preferido consegue ser.

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Ah, as viúvas de David Tennant… Na sessão que eu assisti elas estavam em peso, e vibravam com cada graça dele ou cada referência a Era Tennant. E o fato de que a química entre Tennant e Matt Smith foi ótima e super divertida de assistir tornou tudo ainda mais justificável e delicioso. Sem contar que, no final das contas, ainda trouxe uma nostalgia inegável. A cereja no topo do bolo foi o relacionamento deles com John Hurt, que foi  muito interessante de se ver, além do que foi extremamente engraçado constatar o contraste entre eles.

Aliás, todos que foram ao cinema eram declaradamente fãs da série e a animação por estar assistindo o especial de 50 anos era palpável: todos vibravam juntos e o cinema explodia em gargalhadas a cada piada. Quem já foi numa pré-estreia do seu filme favorito sabe do que estou falando. O sentimento presente era o mesmo, mas elevado a 11ª potência, e toda a homenagem apresentada neste especial era sentida por todos. Ah, e sem dúvida uma das grandes diferenças de ver o filme no cinema – além da companhia das centenas de fãs e da animação coletiva – foi assistir aquelas famosas orientações que são exibidas antes de começar um filme – desde coisas como desligar celular ou não fazer filmagens durante a exibição, até piadinhas com 3D (como assim o filme não é em 12D? Houve um corte no orçamento?) – apresentadas pelo sontariano Strax e o Doutor de David Tennant e Matt Smith.

E foram muitos os presentes para os whovians: desde a abertura idêntica a da série clássica até a cena final com a imagem de doutores remasterizados. Mesmo eu, que apenas comecei a me aventurar pela série clássica, me emocionei bastante com tantas referências a série antiga (e provavelmente devem ter muitas que não peguei) e aos doutores clássicos. Aliás, como não se emocionar com a participação de Tom Baker e aquele olhar que continua o mesmo depois de tantos anos?

Em mais uma referência à série antiga, o plot dos zygons – monstros clássicos daquela que voltaram para este especial – foi usado como plano de fundo para toda a trama. Mas o que realmente importa aqui é o Doutor renegado recuperando o direito de seu nome (que é uma promessa) e tirando o peso de sua consciência, o que o atormentou por toda a série nova. A Clara aqui teve um papel fundamental, e Jenna Coleman mostrou como esta companion é importante na vida do Doutor. Cada vez mais, ela conquista o coração dos fãs, assim como conquista o Doutor.

THE ELEVEN DOCTORS

A maior lástima em relação à The Day of the Doctor foi a ausência de Christopher Eccleston, que não aceitou participar do especial. Como comecei a assistir Doctor Who pela série nova (como muitos fãs, eu imagino), foi ele quem me apresentou ao Doutor, e mesmo com a cena épica de todas as encarnações do Doutor (No Sir, all thirteen) e a inserção de uma cena do Eccleston, senti muita falta dele ao longo do especial.

Mas Steven Moffat revelou numa entrevista que a intenção ao escrever este episódio não era reunir todos os doutores – como aconteceu nos especiais de comemoração de aniversário anteriores de Doctor Who – mas sim criar uma história para celebrar a mitologia da série como um todo. A certeza que fica depois do especial? Até os whovians haters da era Moffat (acreditem, eles existem) tiveram que dar o braço a torcer por esta história que ele criou. GALLIFREY FALLS NO MORE.

*Texto de Lucas Pessota, que aceitou gentilmente compartilhar sua experiência de assistir Doctor Who no cinema com nossos leitores. Obrigada, whovian! Agradecemos também à Mica, titular das reviews da série, que em razão de não poder ir ao cinema assistir o especial teve a ideia de ceder temporariamente a titularidade da cadeira. No especial de Natal ela estará de volta.

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Aprenda a construir seu próprio universo whovian de papel

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Nada como Doctor Who para despertar o espírito criativo e lúdico na gente, não é?

O usuário do Deviantart CyberDrone criou algumas versões Cubeecraft – aqueles cubinhos de papel – dos personagens de Doctor Who . Basta fazer o download das fotos, imprimí-las, depois dobrar e colar. Pronto! Você terá um Universo Whovian em suas mãos!

Outro usuário do site, o Wes Sheppard, testou um dos modelos. Veja só como ficou.

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Ficou com vontade de construir o seu Universo Whovian de papel? Clique na foto para uma versão maior da imagem. Imprima o seu modelo. E mãos à obra!

A TARDIS

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O Doctor

 

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A Companion

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Os Vilões

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15 razões para se tornar um fã de ‘Doctor Who’

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Há 50 anos, a televisão britânica criava um dos ambientes mais fantásticos para os fãs de uma boa história. Não é à toa que geração após geração Doctor Who conquista cada vez mais pessoas.

Na semana de comemoração dos 50 anos da série, o TeleSéries te dá 15 razões para se tornar um fã de Doctor Who! Não diga que não avisamos! Essa série é apaixonante.

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15. Os Whovians

Eles estão aonde você menos espera! No trabalho, na escola, ou do outro lado do computador, não importa, quando você os encontra fica fácil identificá-los. Não só pelo amor que eles exalam pela série, mas porque são realmente pessoas legais! Os Whovians – os fãs de Doctor Who – têm um estilo de vida inconfundível. Amam tudo o que é inglês, veneram o Steven Moffatt, sabem o nome de todos os Doctors, vilões, companions, ruas de Londres, fazem cálculos de matemática avançada (bom talvez eu tenha exagerado um pouco), mas ser um whovian é bom demais!

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(Principalmente quando todos estão juntos no mesmo lugar! Fan meeting!)

 

14.  A Abertura

A música te prepara para a aventura. Logo após alguns episódios, você já estará cantarolando a melodia da abertura de Doctor Who, com toda a certeza. As entradas das séries, no geral, são sempre perfeitas para os fãs, mas a de Doctor é perfeita apenas. Todas elas.

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13.  A Trilha Sonora

Já que estamos falando em melodias… a trilha sonora da série é simplesmente fantástica! Dos momentos mais tristes aos mais felizes, cada uma marca um tempo, um momento na série. Não há como não reconhecer a sua qualidade. Sendo um fã de Doctor Who, você vai se tornar um apreciador de boa música.

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12. A diversidade no roteiro

A série consegue agradar vários públicos (desde que os mesmos não liguem para os efeitos visuais). Consegue ser leve/divertida em alguns episódios, mas também pode ser dramática e cruel com o espectador. Sim, ela é capaz de fazer pessoas chorarem. E muito, muito mesmo. Como Doctor Who, no início, era uma série infantil, tem muitos momentos lúdicos, e ao mesmo tempo, educativos.  Cada Doctor tem uma personalidade diferente, então, cada novo Doctor é o início de uma série nova. Você não precisa assistir todos os episódios para se apaixonar pela história (embora recomendamos você assistir ao menos boa parte deles).

 

11. Erros de gravação

Se há uma coisa que faz Doctor Who valer a pena é esperar pelos famosos “outtakes” da série. Ou seja, erros e curiosidades das gravações. Ver os atores da série – em seus personagens – é maravilhoso, principalmente quando as brincadeiras durante as gravações são capturadas pelas câmeras. Isso faz com que você ame um pouco mais a série.

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10.  O cardápio 

Ser um whovian é amar peixe com molho de baunilha e odiar maçãs! Ser um whovian é aprender a fazer um Sonic Screwdriver e poder se sentir o Doctor depois de uns goles!Esse drinque especial  foi totalmente inspirado no dispositivo mais icônico (e versátil!) da série. Cheers!

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Esses são os famosos Sonic Screwdivers dos Doctors! O dispositivo mudou a “cara” ao longo dos anos, mas são os mesmo “software”, tenha certeza.

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9. CORRA!

Para viajar no tempo e espaço com o Doctor, não basta ter coragem, tem que ter um bom coração – digo, saudável. Nas grandes aventuras do Doctor desistir é algo que não acontece, porém, escapar correndo faz parte. Além de causar boas risadas, o Doctor tem suar a camisa e fazer o seu jogo para por os inimigos para correr.  Como um bom fã, você deve incorporar esse hábito no seu cotidiano. Nada melhor do que um whovian atlético.

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8. O Humor

Dizem que o humor britânico é estranho. Talvez você seja estranho e não entenda o humor britânico. O humor dessa série é precisamente único e hilário. Ver os personagens em situação constrangedoras é o que mais acontece. E não chega a ser bobo, simplesmente faz parte. Nas cenas mais tensas sempre surgem algumas piadinhas para nos fazer rolar no chão e amenizar a situação. E sabe como é? Rir é sempre o melhor remédio. No caso dos whovians, é de graça.

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7. Conheça um pouco de história 

As maravilhas de viajar no tempo. Além dos lugares maravilhosos você pode acabar conhecendo Van Gogh ou tentar matar Hitler, você que escolhe. Em Doctor Who diversas vezes surgem personalidades famosas e é fantástico como os roteiristas da série lidam com elas criando as situações mais perfeitas para encaixá-las. Não há como não se encantar por Shakespeare flertando com a Martha, ou com a amizade do Doctor com Winston Churchill, é divertido e inteligente.

Veja!

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Van Gogh

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Shakespeare e Hitler

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Agatha Christie 

Entre muitos, muitos outros!

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6.  Os Vilões e Monstros

Os monstros e vilões podem ser assustadores, mas mesmo assim você vai aprender a amá-los. Alguns são fofos, alguns aterrorizantes, e alguns que deixam de ser vilão e se tornam amigos do Doctor.

tumblr_mkp958DQsz1rprfglo9_250É difícil se manter firme na cadeira com as diversas histórias de criaturas e vilões que surgem ao longo da série, algumas de tocar o coração e outras de nos deixar rangendo de ódio. Só para você ter uma ideia, os Daleks nasceram sem coração. Ou mais que isso, eles não sentem nenhum tipo de emoção humana. Ah, sim, eles sentem ódio, e acreditam que são as criaturas mais superiores de todas as dimensões. Há também os Cybermen, os assustadores Anjos Lamentadores e os Judoons, que trabalham para a Proclamação das Sombras – uma espécie de Polícia Espacial. Os Vashta Neradas e Os Silêncios  podem tirar o sono de qualquer um, mas nenhum vilão é tão patife quanto um Zygon, criaturas nojentas e avermelhadas que assumem as formas de outros animais – ou seja, eles podem ser qualquer um, até o seu vizinho!

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5. TARDIS 

Quem nunca desejou viajar no tempo e espaço em aventuras alucinantes? Todo Whovian já passou alguns minutos ou horas imaginando o som maravilhoso da TARDIS chegando de surpresa para mudar completamente sua vida. Visitar o passado, o futuro, outro mundo, outra galáxia, em poucos minutos e voltar antes do jantar.tumblr_loquqekpme1qh8y1qo1_500

Conhecer outros seres e suas culturas, ter coragem para enfrentar o desconhecido e gentileza para estender uma mão amiga.

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4. O vocabulário

Gerônimo, Allons-y, Fantastic! Quando você se tornar um fã de Doctor Who, terá que aprender um universo novo de palavras – e aprender a usá-las adequadamente também! Já pensou que legal sair correndo por aí gritando Gerôôônimoooo! Ou soltar um brilhante! quando algo fantástico acontece?

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Esse maluco insano a cada temporada inventa uma nova frase ou palavra para repetir diversas vezes, também é o rei dos apelidos, que grudam nas nossas cabeças e nunca mais saem. Repetir cada uma delas nos faz sentir mais próximo dele e reconhecer outro fã por perto.

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3. River Song

A esposa do Doctor é assim: ou você vai amar ou odiar esta mulher. Essa é a sina da River. Desde sua primeira aparição na quarta temporada ela espalha mistério sobre sua história e sua relação com o Doctor. A personagem tem tido grande relevância para a série e, devo dizer, para os corações shippers também. Essa nova estrelinha que sabe tudo e flerta com o nosso gatão, quem é ela? Moça (senhora) provocante que irrita e encanta quem assiste aos “seus” episódios. O que dizer da River matando o Dalek no episódio The Big Bang? Bem, assista e responda para você mesmo, ela é ou não é um motivo para começar a assistir Doctor Who?

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2. Os acompanhantes (Companions) 

Assista um episódio e em seguida já estará sonhando em se tornar uma companion do Doctor. Além das aventuras fascinantes, a amizade entre eles é adorável. Cada companion é única e sempre acabam roubando o coração dos fãs. Os shippers de plantão não perdem um segundo e já começam a desejar romances entre o bom rapaz e suas companions, sejam mulheres ou homens. Fizemos um post especial com as companhias da nova versão da série! Dá uma olhada e se apaixone.

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Quando chega a hora de dizer adeus são corações destruídos para todos os lados, whovians se rasgando, Doctor com depressão e as companions… não há como dizer o que vai acontecer, pois cada caso é diferente, podem ser abandonadas numa praia, morrer, casar, esquecer…

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1. O Doctor! ou  the mad man with a box

Você vai se apaixonar por todos eles! Enigmáticos, carismáticos, engraçados, geniais, os Doctors de Doctor Who são uma atração a parte! Dois corações para amar galáxias, populações, povoados, para lutar por todos. Com certeza, esses malucos são o motivo principal para assistir a série.  Leva poucos segundos para se apaixonar e não importa o ator, o Doctor é um só. A alegria ao vê-lo saindo da TARDIS é algo que, eventualmente, acaba acontecendo com todos que começam a assistir ao show, o show do Doctor. Apesar de não haver magia, ele enfeitiça cada novo Whovian a cada episódio e os enche de bons sentimentos, é viciante e por isso a sede por mais 50 anos é insaciável. E acredite neles! Eles são os Doutores!

Se você não os conhece ainda, vale a pena ler o nosso post especial sobre os 11 “doctors”  da Steven Moffat!

Agora fala, mal pode esperar para conferir a série? Confira Doctor Who na BBC Brasil e também na TV Cultura.

 

Texto produzido por Clara Lima, Manuella Vieira e Luik Leão.

Homeland – Gerontion e A Red Wheelbarrow

Data/Hora 24/11/2013, 19:00. Autor
Categorias Reviews

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O nome do episódio Gerontion refere-se a um poema de TS Eliot de mesmo nome, que é um  monólogo de um homem idoso que descreve a Europa após a Primeira Guerra Mundial. O poema foi escrito em uma época em que novas formas e sistemas de governo ditas como superiores foram surgindo para substituir as antigas – e, consequentemente, suas falhas. O homem aparenta ser dotado de enorme sabedoria, mas essa sabedoria – construída com o passar dos anos, em uma época diferente – pode ser aplicada ainda em um mundo novo em constante mudança?

O escritor Chip Johannessen pintou Saul como o narrador sem nome de Eliot. A sua casa, como diz Eliot, é uma casa deteriorada. Sua esposa está dormindo com outro homem, a sua agência está em ruínas, e sua influência sobre a direção tem uma data de validade que rapidamente se aproxima. O homem ainda se agarra aos seus velhos ideais e táticas. Um dia, Saul e Javadi foram idealistas, apenas esperando a oportunidade certa para fazer no mundo a tão sonhada mudança. Enquanto vemos as ruínas dos ideais de Javadi, Saul permanece dotado de esperança e paciência, esperando que um dia ele possa aplicar tudo o que ele conhece como sabedoria, para que seus ideais se tornem então realidade.

Mas o grande momento do episódio, sem dúvida, é ver como Saul diz a Lockhart e Dar Adal sobre seu plano, e como ele e Carrie orquestraram essa trama toda para atrair e capturar Javadi, transformando-o em um “aliado”. Lockhart lembra Saul que as táticas da guerra fria não funcionam mais, e simplesmente não se pode transformar inimigos em aliados (e o Brody?). Mas Saul se agarra, mais uma vez, firmemente a sua esperança de que pode haver uma mudança de maré. Se Javadi é preso, ele simplesmente pode ser substituído por outra pessoa, e o, então, ciclo continuará. É um risco que Saul está disposto a correr em nome da segurança nacional. Ou, mais apropriadamente, em nome da paz. É óbvio que ele ainda é o jovem idealista com a cabeça cheia de esperança e sonhos de paz.

E agora, tão perto de seu objetivo e depois de ter dado aquele soco em Javadi, parece que o Saul que conhecemos nas temporadas passadas realmente retornou. Mas depois de tudo o que foi feito as coisas podem realmente retornarem ao ponto de partida?

E é com esse mesmo questionamento que podemos agora falar sobre Quinn. O garoto de ouro da CIA está claramente abalado desde que acidentalmente matou uma criança em uma missão. Agora ele não parece estar mais certo de que os caminhos escolhidos pela CIA valem realmente a pena a serem seguidos na sua busca para o “bem maior”. Tenho que admitir que Quinn era o último personagem que eu imaginei que estaria no centro moral do seriado, mas é interessante ver também o que a série está construindo para ele.

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Em A Red Wheelbarrow Carrie e Quinn criam um plano para capturar o suspeito responsável pelo ataque a Langley, já que Javadi afirma para Carrie, em Gerontion, que Brody não é o responsável. Enquanto isso, Saul move silenciosamente para a fase 2 de seu plano com Javadi. E Fara luta para lidar com o estresse de trabalhar com a CIA.

E alguém na produção de Homeland deve gostar muito de poesia já que, assim como episódio anterior, A Red Wheelbarrow também dá nome a um poema, só que dessa vez de autoria de William Carlos Williams, onde se lê:

tanta coisa depende
de um

carrinho de mão
vermelho

esmaltado de água de
chuva

ao lado das galinhas
brancas

O poema é escrito em formato intencional que obriga o leitor a contemplar que aquilo que parece tão descuidadamente colocado é, talvez, como deveria ser, tudo tem um propósito, tudo está no seu devido lugar. E assim, o público de Homeland também continua se perguntando quais os motivos dos acontecimentos dos primeiros episódios. Será que houve algum propósito?

Apesar de essa temporada ter mostrado mais atenção ao drama que aos detalhes que tornam as tramas inteligentes, as manobras utilizadas nesse episódio fizeram dele episódio um daqueles bons e velhos, dos quais sentimos saudades. Me mantive cética por algum tempo durante o episódio, principalmente quando Saul se recusa a elaborar sobre a Fase 2 de seu plano. Mas esse episódio se tornou um lembrete sensacional do seriado em seu primeiro ano, praticamente sem falhas.

Quinn e Carrie  elaboram um plano muito inteligente pra poder capturar o verdadeiro suspeito ao atentado a Langley usando Bennett e Franklin –  finalmente usando o personagem de F. Murray Abraham apareceu mais. E a  gravidez de Carrie foi abordada seriamente pela primeira vez. Eu não tenho certeza se ainda concordo com a ideia de que um bebê ajudaria em alguma coisa (na verdade não concordo), mas dado que esse plot renovou minha confiança em Homeland, vou esperar por mais episódios para rever meu juízo.

E apesar de ter sido fantástico ver Saul indo recrutar o mal cheiroso Brody na Venezuela. A melhor coisa foi ver que Carrie Mathison simplesmente não dá a mínima. Para conseguir capturar o responsável pelas mortes na CIA, e como consequência alcançar seu objetivo de inocentar Brody, ela ignora Dar Adal quando este dá ordens para Quinn matá-la pra não comprometer a missão e muito menos quando Quinn afirma que vai atirar. Tudo isso enquanto ela está grávida de 13 semanas. Talvez Carrie não precisasse estar grávida. Talvez vocês estejam começando a entender os meus pensamentos sobre isso (como se eu pudesse ser menos clara sobre o assunto).

Mas independentemente disso, essa é uma sequencia incrivelmente intensa. Passando ao momento que a intuição de Carrie lhe diz algo sobre Saul não está certo; Franklin no banheiro de o hotel, derramando ácido sobre o terrorista Langley (Saudades Breaking Bad).; e culminando com Saul aparecendo na Venezuela para ver nosso velho amigo Nicholas Brody.

Depois de um começo de temporada envolto de tormentas, finalmente me sinto realmente motivada para assistir Homeland. Não gosto nem de dizer isso, com medo de estragar tudo. Mas, bem vindo de volta, Homeland, sentimos muito a sua falta. Sei que este já é o episódio 8, e é difícil ignorar os problemas do começo da temporada, mas parece que você finalmente vai voltar para casa.

– Peço desculpas pelo atraso nas reviews. Meu Vira-Tempo estragou essa semana passada, mas já me indicaram um ótimo lugar na Travessa Diagonal para consertarem.

– Será que Saul sempre soube do paradeiro de Brody?

– Quinn está rapidamente tomando um lugar no hall de personagens preferidos. Me corta o coração ver ele olhando para Carrie daquele jeito.

Parenthood – Election Day

Data/Hora 24/11/2013, 18:31. Autor
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Pelo nome do episódio da para saber o que esperar. Finalmente é o dia da eleição e a hora da verdade para Kristina. Como disse Gwen, amiga de Kristina, ela já uma vencedora de qualquer forma e eu ainda acho melhor ela não ganhar, mas de um jeito ou de outro essa trama acaba por aqui. E isso é bom, 22 episódios de política acho que seria demais pra qualquer fã de Parenthood.

E com o resultado da eleição veio uma discussão muito válida entre Jasmine e Crosby sobre a importância de votar. Nos Estados Unidos o voto não é obrigatório e obviamente Crosby, que é uma criança grande, nunca havia votado. Sua tentativa estapafúrdia de votar publicamente foi hilária e fiquei com dó do Jabbar que acreditou. Já Jasmine, sempre responsável e centrada, acha importantíssimo votar e ainda demonstra ficar emotiva ao ter contribuído para o país ter um presidente negro (o que é realmente algo fantástico, diga-se de passagem).

E enquanto Crosby tenta lidar com sua esposa, Max também começa a lidar com o sexo oposto. Devo dizer que simplesmente amei a ideia de Max querer ter uma namoradinha e me arrisco a dizer que ele tem mais chances que seu primo Drew. Gostei muito da conversa de Hank com Max mostrando que relacionamentos são difíceis para todo mundo e que muita gente, com ou sem Asperger, demora para encontrar alguém e namorar. Como sempre, Hank mostra como realmente tem afinidade com Max, ele lida melhor com Max do que com a própria filha Ruby. Tudo bem que adolescentes não são fáceis, ainda mais meninas, mas era meio óbvio que pedir para ela fingir ser namorada de Max não ia dar certo, não? Mas o ápice de Hank nesse episódio foi ele invadindo a casa da Sarah, a encontrando de toalha e dizendo “I need a woman”. Coisas que só funcionam na cabeça do Hank, não é possível.

Já Joel está cada vez mais desconfiado de Ed e mais irritado, mas quem teve um surto e explodiu foi Julia, que gritou até com Peet que não tem nada a ver com a história afinal. E aqui me veio uma dúvida: se Peet não será o pivô da separação de Joel e Julia, qual o objetivo dela na série? Porque além de aparecer pouco, ela até agora está completamente irrelevante para a trama.

E no meio disso tudo está o coitado do Victor. Confesso que na temporada passada ele me irritou muito e eu cheguei a torcer para que ele não fosse adotado por Julia e Joel, mas desde o começo dessa temporada ele está bem melhor. Entendo que ele precise mudar de ano, não há muito o que fazer, mas deve ser realmente difícil para ele e, principalmente para a auto-estima dele. Ele passou por muita coisa, já muito jovem, será que não dá pro roteiristas darem um desconto? Juro que ainda acho que ele tem dislexia ou algum outro problema.

E finalmente o desfecho de Ryan e Amber. Até imaginei que Ryan pudesse ficar violento com o garoto gatinho da banda que claramente está afim da Amber (e eu não tenho ideia do nome), mas achei que isso aconteceria depois que eles terminassem. Apesar de não ter mostrado a violência em si, achei a cena bem impactante, primeira pela raiva e força de Ryan e segundo pelo choro doído de Amber nos braços do avô.

Como sempre, Mae Whitman nos presenteando com uma ótima atuação e com seus dons musicais. Ela realmente gravou a faixa “I Should Have Taken You Home” com Tyson Ritter, vocalista da banda All-American Rejects, que em Parenthood é o chatíssimo vocalista Oliver Rome. Um video da faixa na íntegra foi colocada no site da NBC, mas infelizmente ainda não está liberado para acesso no Brasil.

E com um episódio muito bom, Parenthood se despede por duas semanas. Nos vemos em 12 de dezembro!

Amanda Righetti confirma saída de ‘The Mentalist’

Data/Hora 24/11/2013, 15:31. Autor
Categorias Notícias

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A agente Grace Van Pelt está dizendo adeus. Amanda Righetti, que interpreta a agente especial, confirmou para o site TV Line que deixa a série este ano. “Eu sinto que essa é, provavelmente, a hora série”, disse a atriz que está em The Mentalist desde a primeira temporada. O canal CBS ainda não fez nenhum comentário sobre o anúncio da saída de Amanda Righetti.

Amanda deixa a série no mesmo momento que Wayne Rigsby, que faz o papel de Owain Yeoman, seu par romântico. A saída deles está programada para o final desde temporada. Ainda não se sabe o que a história da série prepara para os dois personagens.

Quando os rumores sobre a saída de Yeoman e Righetti da série começaram em agosto, o criador de The Mentalist Bruno Heller não quis se pronunciar. Apenas afirmou que a sexta e atual temporada do drama traria muitas mudanças e que tudo poderia acontecer.

The Mentalist vai ao ar aos domingo, na CBS. Aqui no Brasil, a série era exibida pela Warner Channel.

Com informações do EOnline.

Sessão de Terapia – Dora 7

Data/Hora 24/11/2013, 15:00. Autor
Categorias Reviews

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Fins apontando para recomeçosmedo de perder o controle e morrer sozinho, a incapacidade de ouvir a própria voz, o desespero de ser invisível para as pessoas que mais ama e a tentativa de retomar o passado a partir de quando tudo começou a desmoronar. Problemas individuais, questões universais.theo - semana 7 - outdoors - TS

O início da semana trouxe o esperado resultado do Conselho de Psicologia, sobre a cassação da licença de Theo, em processo aberto pelo pai de Breno, Antônio. Quem lhe entrega o envelope é Malu, sua filha. O processo foi arquivado. De acordo com a entidade, Theo agiu corretamente no caso do ex-policial, que cometeu suicídio. O terapeuta, contudo, não fica feliz. Para ele, a decisão não apaga o que aconteceu. Antônio vai até a casa do psicólogo e diz que o deixará em paz e elogia Malu (Mayara Constantino). Pai e filha se abraçam. Parece que a absolvição que Theo buscava era do pai de seu paciente, e ele a obteve.

No dia seguinte, o psicólogo recebe um presente da vizinha Lia. A pintora lhe entrega um embrulho cuidadosamente preparado, um retrato de Theo, que ficou curioso para saber o motivo de ela ter estampado seu rosto em um quadro. A artista responde que gostou dele e a inspirou. Lia pede que seu novo amigo não abra o presente na frente dela. Ele não parece com pressa, pois tem medo de saber como as pessoas o veem.

Theo continua  se culpar por não visitar o pai antes. Embora tenha ido vê-lo, chegou a poucos minutos depois de ter falecido, ou de acordo com ele, a cinco passos de mostrar ao pai que finalmente reuniu forças para perdoá-lo. O avô de Malu, que tanto desejava sua visita, não pôde aliviar-se com a absolvição do filho. Malu pergunta se  sentirá remorso pelo resto de sua vida e completa que o pai precisa parar de cuidar do outros e reservar  um tempo só para ele, maior do que o intervalo entre uma sessão e outra e maior até do que férias. Theo começa a ligar para seus pacientes avisando de sua ausência. Há três dias se pega olhando com curiosidade e medo para o quadro pintado por Lia, ainda fechado, e solenemente colocado em um canto da sala.

dora - semana 7 - TS

Ao chegar ao consultório de Dora (Selma Egrei) a terapeuta lhe diz que pensou muito nele durante a semana. Por um bom tempo Theo revela seu ressentimento por Dora não ter ido ao enterro do pai, uma destas ocasiões em que “se faz uma lista de quem veio e quem não apareceu”. Ele reconhece a beleza do telefonema e o telegrama enviado “elegante e antiquado igual ao seu tapete”. Sua presença fez falta, porém ela não saberia o que dizer devido à proximidade que tinha com a família; nem como reagir, já que é psicóloga de Theo e, portanto, uma referência para ele. Tanta lógica irrita o paciente que diz: “Em um momento deste basta um abraço”. Verdade, Theo.

Como psicólogo ele se envolve muito com seus pacientes. Dora nota que o lado bom disso é que conhece a dor deles e isso o torna um excelente profissional. Ela afirma que só voltou a atender porque viu que Theo, mesmo com tantos motivos para parar, prosseguiu atendendo. Pelo menos a fase sombria o aproximou da filha. Dora não consegue convencê-lo de que não seria apropriado interromper o processo terapêutico. É que Theo quer parar de falar da vida para viver a sua. Dora cede e eles se abraçam.

Para Theo, viver a própria vida começa com o gesto simbólico de desembrulhar o quadro de Lia e se ver pelos olhos dela: um  lindíssimo retrato de um homem alegre, o que acreditamos que ele realmente foi quando despiu sua persona de terapeuta e conversou com sua vizinha. É assim que as pessoas te veem, Theo. Feliz e de bem consigo mesmo.

Em uma mensagem postada na página de Sessão de Terapia no Facebook, o diretor Selton Mello compartilhou a liberdade para explorar formatos, narrativas, histórias e temas que, de tão arriscados, só poderiam ser produzidos em um canal a cabo. Nos Estados Unidos além da HBO, a AMC e agora a Netflix, apostam em novidades que nem sempre têm apelo comercial. E por isso merecem todo o respeito de artistas e do público. Para usar as palavras de quem conhece muito bem os canais chamados abertos, com a palavra, o diretor: “A  TV fechada é aberta e a TV aberta é fechada”. A terceira temporada já foi confirmada, com filmagens previstas entre janeiro e março de 2014. E há a possibilidade de ser inédita, isto é, com personagens e histórias diferentes de outras versões.

Terapia, ficção, arte. Cada um procura uma forma de tentar saber quem é, não que haja uma versão definitiva para qualquer ser humano. A verdade é que as experiências boas e ruins moldam nosso caráter e comportamento. Mas há algo que permanece essencialmente inalterado. Alguns chamam de consciência, outros de alma, essa versão em estado bruto de nós mesmos. Uma das coisas que Dora ama em sua profissão é saber que fez parte da mudança de alguém. Alguns fantasmas não podem ser exorcizados, mas aprender a conviver com eles ou colocá-los em seu devido lugar é possível. Boa sorte, Theo. E parabéns ao seu intérprete, Zécarlos Machado.

Comente o que achou da série. Qual foi seu personagem favorito?

Sessão de Terapia - semana 7 -  ampulheta - TS

Opa, nosso tempo acabou. Até a próxima!

Sleepy Hollow – The Midnight Rider e Necromancer

Data/Hora 24/11/2013, 14:30. Autor
Categorias Reviews

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Prenderam o Cavaleiro e todos comemoram! Pois é, esta é realmente a primeira reação que nos vem em mente até que consigamos lembrar que a história é em partes sobre o Cavaleiro. Ou seja: ele não pode ser simplesmente destruído por umas luzes ultravioleta que fizeram a façanha até de substituir um feitiço inventado séculos antes. Matá-lo seria uma alternativa agora que Ichabod e ele não estão mais ligados, mas assim como o crânio dele, é evidente que o Sem Cabeça não é tão facilmente destrutível.

Enquanto ninguém acha uma maneira de destruir o Cavaleiro, tentam enfraquece-lo, mas não sem antes interroga-lo como se fosse mais um prisioneiro do dia a dia. Para isso, entre devolverem a cabeça do sujeito e chamarem Andy para servir de porta-voz, já que ele também é um ser do lado negro da força, ficaram com a segunda opção. E, bem, todo mundo sabe como são demônios ou derivados em qualquer história dessas sobrenaturais: são provocadores e principalmente traiçoeiros, e em Sleepy Hollow não foi diferente.

E MESMO SABENDO DISSO TUDO, Ichabod vai lá confrontar o Cavaleiro, que se tivesse com a cabeça riria na cara do Crane. Na verdade ele riu – metaforicamente – e zombou por intermédio de seu porta-voz Andy ao ponto de deixar Ichabod verdadeiramente irritado quando, além das provocações, mostrou um pertence de Katrina.

Andy

Não é de hoje que Katrina deixou de aparecer apenas lá no purgatório onde está aprisionada e começou a ser parte importante nos flashbacks que mostravam como ela e Ichabod vieram a ficar juntos. O artifício foi usado mais uma vez e, enquanto Ichabod contava para Abbie porque ficou irritado quando o Cavaleiro lhe entregou um colar, um flashback mostrava que o colar foi um presente do ex-noivo de Katrina, que a moça o largou para ficar com Ichabod. Não bastando ter conquistado a noiva de Abraham – o tal noivo chutado –, Ichabod contou para ele sobre o caso de amor que tinha com Katrina e foi desafiado para um duelo que acabou resultando na morte de Abraham em solo inimigo.

Como tudo naquela época de Ichabod era honra, orgulho e batalhas, Abraham fez um pacto com o Tinhoso para voltar à vida e – pasmem – tornou-se o nosso tão conhecido Cavaleiro Sem Cabeça. Ou seja, esse rolo todo acabou se explicando como nada menos do que uma disputa por causa de mulher. O que é até engraçado e bizarro se pararmos para analisar o motivo de tanta confusão.

Katrina_Abraham

Para piorar, Andy fez um feitiço que deixou todo mundo do lado negro da força entrar no cativeiro e libertar o Cavaleiro. Resumindo: o Cavaleiro é o ex-amigo de Ichabod, está solto no mundo de novo, mantém a Katrina no purgatório porque quer ela de volta e quer se vingar porque roubaram sua amada. Agora que tudo virou briga por causa de mulher, Ichabod já deu a entender que a disputa será para tirar a Katrina da onde ela está, embora como, ninguém sabe.

P. S. [1]: Toda confusão tem que ter uma mulher no meio, gente. Impressionante.

P. S. [2]: Como vai ficar tudo quando Katrina voltar para o “mundo real”? Será que teremos a chance de ver um possível triângulo amoroso “Katrina – Ichabod – Abbie”?

Chicago Fire – No Regrets

Data/Hora 24/11/2013, 13:43. Autor
Categorias Reviews

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Chicago Fire chegou sambando na cara da sociedade com um baita de um episódio! Ao contrário da semana passada, o episódio de terça-feira cumpriu o que prometeu no vídeo promocional, mas não só isso. Foi além e entregou um episódio com uma carga dramática impressionante.

Ponto positivo pros roteiristas que, ao mesmo tempo que conseguiram me deixar extremamente feliz, também conseguiram me deixar num outro misto de sensações que iam da euforia àquela vontade de esganar alguém da equipe de produção. Fiquei feliz porque todo aquele suspense sobre o Chief Boden – personagem que vem sendo um dos pontos fortes dessa temporada – teve um final ótimo. Poderiam acontecer duas tragédias e o Chief se livrou das duas com, digamos assim, maestria. A primeira delas foi o diagnóstico negativo de câncer no pulmão e a segunda foi chefiar uma equipe que mostrou um companheirismo inigualável em tamanha situação de risco em um resgate.

O misto de euforia e outras sensações chegou justamente após as duas ótimas notícias em relação ao Chief. Isso porque o suspense em cima do personagem foi tão grande que eu duvido que alguém não tenha pensado o pior (leia-se morte) para ele. Felizmente, nós teremos o personagem por muitos outros episódios e, o melhor, continuando como o chefe badass do batalhão 51. Em outras palavras, o episódio superou todas as nossas expectativas, então vamos para o que teve de melhor em um dos melhores episódios da temporada até agora – isso se não for o melhor de toda a série.

Teve suspense, compaixão, descobertas, despedidas e, claro, fogo. Mas vamos começar pelo fogo, o carro-chefe dos outros acontecimentos da série. No resgate desse semana pudemos ver o exemplar trabalho em equipe dos bombeiros e das paramédicas diante de um acidente que colocou em risco a vida de muitos – e tirou a vida de alguns.

O suspense ficou por conta não só do que aconteceria com Boden nesse episódio, mas também no resgate em si. A situação era extremamente delicada pois os bombeiros teriam de lidar com um tanque de propano e a falta de recursos já que, para um acidente de tamanha magnitude, seria necessário ajuda de outra equipe de bombeiros e paramédicos coisa que, infelizmente, o batalhão 51 tinha sido privado.

Chicago Fire - 2x07 01

Em uma situação crítica e sem a quantidade de profissionais necessários, a equipe precisava decidir quem salvar e com isso nós pudemos ver o quão pesado é esse fardo. A compaixão ficou por conta de Casey, que fez de tudo para encontrar – com vida – uma garotinha perdida e foi o responsável por uma das cenas mais emocionantes do episódio ao responder a pergunta do pai da garota. Uma cena simples, carregada de emoção e que me fez gostar um pouquinho mais de Casey.

“Você é pai?”

“Sou.”

Casey que, aliás, também emocionou na despedida dos meninos Darden. Ele realmente se apegou aos meninos e sofreu com a partida deles. Só achei que o único erro aqui foi Heather ter saído cedo demais da prisão. Esse fato de desenvolveu muito rápido.

Compaixão também acompanhou Clarke. Estamos descobrindo um pouco mais sobre o bombeiro a cada dia e isso vem me causando esse mesmo sentimento. O bombeiro tem uma vida muito mais sofrida do que eu podia imaginar e, no episódio dessa semana, conhecemos a esposa de Clarke e descobrimos um casal com problemas bem sério de relacionamento. Durante o resgate, o bombeiro foi o responsável por salvar uma vítima que estava salvando outras vítimas. Infelizmente, Clarke não conseguiu salvar a vida do soldado que estava de passagem na cidade pois ele tinha graves ferimentos internos e, por questões de prioridade de salvamento, ele precisou ser deixado na zona preta, aquele pra quem já tá com o pé na cova.

Não posso esquecer que a compaixão também esteve com os bombeiros no que diz respeito ao salvamento de Boden e Mills, que ficaram presos sob os escombros do prédio perto do acidente. Compaixão esta que foi acompanhada de um ato de desobediência e muita coragem, já que os bombeiros desobedeceram as ordens do Chief para poderem salvar os colegar de trabalho. Entre uma ação e outra dos bombeiros, Mills revelou à Boden que ele sabe do envolvimento do chefe com a mãe dele.

A descoberta, por sua vez, acompanhou Severide. Entre uma especulação e outra sobre a vida de seu pai, o bombeiro descobriu que tem uma irmã. Benny tem muito mais segredos do que eu imaginava, mas ainda bem que ele assumiu, definitivamente, que o batalhão 51 pertence a ninguém menos do que Boden. Agora só nos resta esperar para ver como será a relação entre Severide e sua nova irmã.

Aí, depois de todos esses acontecimentos, a gente pensa que não tem como melhorar, mas somos presenteados com Boden falando palavras lindas e enfrentando McLeod ao dizer que não vai abandonar, tudo isso somado intercalado à cenas emocionantes dos bombeiros. É Chicago Fire, você realmente conseguiu superar o esperado para essa semana.

PS: Shay tá precisando de ajuda, SOS.
PS 2: Torcendo pro Herrmann virar um tenente 😉

Destaques na TV – domingo, 24/11

Data/Hora 24/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que o domingo espera na TV.

No episódio O Bolão do Vavá, o último da temporada do Sai de Baixo, Vavá (Luis Gustavo) acorda com um pressentimento de que vai ganhar na loteria, acumulada em R$ 45 milhões. Mas Neide Aparecida (Marcia Cabrita) lembra o ex-patrão de que para ganhar é preciso acertar seis números enquanto ele só pensa no 5, número do cachorro no jogo do bicho, pois sonhou com Caco Antibes (Miguel Falabella) durante toda a noite. “É meu primeiro palpite, Neide. Os outros virão com o tempo”, explica. Ele, então, mobiliza toda a família a entrar na aposta.

DICA do DIA : Histeria – Max – 21 h
A história do primeiro vibrador. A trama se passa na Londres vitoriana, quando os médicos  Mortimer Granville (Hugh Dancy de Hannibal) e Robert Dalrymple (Jonathan Pryce) se juntam para tratar de histeria – condição que, na época, se associava à irritabilidade das mulheres. Inicialmente o personagem Pryce “alivia” as suas pacientes manualmente, mas o parceiro inventa um aparato elétrico que pode revolucionar o tratamento desse mal.

Confira os demais destaques de domingo.

+GLOBOSAT
East West 101 – Choque de Culturas – 22 h (ep 1×03)

GLOBO
Sai de Baixo – 23h05 (depois do Fantástico) FINAL

FX
The Americans – 9h30 (ep 1×05)
Dexter – 23 h (ep 8×06)

SONY
Top Chef Masters – 19 h – 4a. Temporada
The Voice – 23 h

FOX
Modern Family – 10 h (ep 4×15 – leia a review) / 10h25 (ep 4×16 – leia a review)

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 11h30

HBO
Prófugos – 22 h (ep 2×11)
Boardwalk Empire – Império do Contrabando – 23 h (ep 4×08)

Até amanhã !

[DOCTOR WHO 50 ANOS] Um brinde aos cinquenta anos de ‘Doctor Who’!

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Hoje, a redação do Teleséries se juntou a milhares de fãs para comemorar o cinquentenário de um dos grandes destaques da cultura pop da televisão britânica, Doctor Who. Desde o início do dia, relembramos os momentos mais marcantes do fenômeno televisivo, introduzimos você ao criativo mundo do Doctor (ou melhor, das suas – até o momento – 11 regenerações) e, claro, nos dedicamos a mostrar o porquê da série ser tão fantástica (e fazer sucesso há tanto tempo). E depois de muita euforia e espera, no final da tarde desse sábado as salas de cinema estarão cheias e o volume das televisões no máximo – tudo pronto para mais aventuras de Doctor Who, que comemora os seus 50 anos com a estreia simultânea do especial The Day of The Doctor (O Dia do Doutor) em mais de cem países.

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Desde 1963, várias foram as faces do Doctor que marcaram gerações de fãs e entusiastas do gênero das séries sci-fi.

Então, antes de você se preparar para viajar mais uma vez com o 11º e atual Doctor (Matt Smith) a bordo da TARDIS, a coluna de Gastronomia desse sábado traz a dica de um gostoso drink para acompanhar a sua noitada de Doctor Who. E nada mais apropriado para esse brinde especial que uma receita totalmente inspirada em um dos dispositivos mais icônicos (e versáteis!) da série: o Sonic Screwdriver.

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“Ah, sim. ‘Inofensivo’ é a palavra certa. É por isso que eu gosto dele [o Sonic Screwdriver]! Não mata, não fere, não mutila. Mas eu vou te dizer o que ele realmente faz: é muito bom em abrir portas!” – 10º Doctor (Doomsday – s02e13).

Abrir portas é apenas uma das incontáveis utilidades do portátil e multifuncional instrumento do Doctor, que apareceu no seriado pela primeira vez no episódio Fury from the Deep (s05e06), em 1968. Produzido a partir de uma avançada tecnologia do milenário planeta de Gallifrey, o lar doce lar do Doctor, o Sonic Screwdiver passou por vários aperfeiçoamentos durante os anos (e também já virou aplicativo e artigo de colecionador). Desde 2005, no retorno da série pela rede BBC com o 9º Doctor (Christopher Eccleston), o dispositivo ganhou versões mega tecnológicas. De inicial arrombador de fechaduras – função que evoluiu consideravelmente ao longo da série –, a prática “canetinha” mostrou que dava conta de muitas mais tarefas, como, por exemplo, detonar bombas remotamente (Robot – s12e01), fazer diagnósticos médicos (The Empty Child – s01e09), sacar uma graninha de caixas eletrônicos (The Long Game – s01e07) e, até mesmo, dar “vida real” a brinquedos eletrônicos (Night Terrors – s06e09).

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De 1968 a 2013, várias foram as transformações do dispositivo para acompanhar as regenerações do Doctor e as suas inusitadas viagens com a TARDIS.

A discreta, porém poderosa tecnologia, serviu de inspiração para outros dispositivos similares que apareceram na série, como a Sonic Pen e o Sonic Blaster, e, ainda, o Sonic Lipstick, usado no spin-off The Sarah Jane Adventures, também escrito por Russell T Davies (atual showrunner de Doctor Who). Na nova fase da série, marcada pelas últimas três regenerações do Doctor, o Sonic Screwdriver tornou-se um elemento muito importante, após sair do show na década de 1980 e ter um breve retorno no filme de tv produzido em 1996. Os últimos oito anos marcaram a maior sequência de evoluções técnicas do objeto, cada vez mais conectado às experiências do Doctor em suas viagens interplanetárias. Em 2010, a série apresentou a atual versão do dispositivo, bastante arrojada, que foi gerada pela TARDIS após a perda do Screwdriver anterior. A nova forma, bastante conhecida por acompanhar o ator Matt Smith, tem como um de seus grandes diferenciais estéticos a forte luz verde, coloração que vai dar o toque especial no drink geek desse sábado no Teleséries.

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Sonic Screwdriver – da TARDIS para a sua cozinha

Então, depois da gente saber a origem da nossa experiência gastronômica da semana, nada mais justo que brindar Doctor Who com um drink não só inspirado na série, mas com o mesmo nome de um de seus acessórios mais conhecidos. A saga do delicioso coquetel Sonic Screwdriver começou com uma pesquisa em vários sites e vídeos de uma galera que, assim como nós, se dedicou a explorar as delícias culinárias do mundo do Doctor. A criação original da receita é de Mitch Hutts, do blog The Drunken Moogle. A ideia dele se espalhou pela internet, e tem reproduções muito legais em vídeos, das quais indico o do canal Tipsy Bender, que tem um passo a passo simples e divertido e uma boa qualidade de imagem e áudio. A concepção da receita tem como referência um tradicional coquetel norte-americano chamado Screwdriver (que, literalmente, significa chave-de-fenda) feito com gelo, vodka e suco de laranja. O drink possui muitas variações – inclusive, o Sonic Screwdriver já é considerado uma delas pela lista da Wikipédia. Sabendo disso, libere o bartender que existe dentro de você e confira a nossa releitura dessa bebida saborosa para estar bem acompanhado nessa noite de Doctor Who.

Sonic Screwdriver de ‘Doctor Who’

Ingredientes:

1 dose de vodka (40 a 50 ml)

1 dose de suco de gelatina sabor tutti-frutti*

Suco de 1 laranja

Gelo a gosto

*você pode usar o licor de Curaçau Blue, como na receita original. Caso você não tenha, o suco de gelatina é um substituto prático (e barato) e que confere a coloração azul necessária. Você também pode testar corante alimentício, se preferir.

DrWho5Modo de fazer:

Em um copo (300 ml) cheio de gelo até o topo, coloque as doses de vodka e do suco. Complete até o topo com o suficiente do suco de laranja. Dê uma boa mexida e sirva na hora.

E está pronto! Com todos os ingredientes na mão, em poucos minutos você tem um drink muito saboroso, suave, porém marcante, e de paladar cítrico, bastante refrescante. A mistura entre as cores primárias é a alquimia marco dessa receita, que, do encontro entre o amarelo (da laranja) e o azul (do licor ou do suco de gelatina), dá forma a um verde muito vivo, que confere o toque Sonic ao normal Screwdriver.

Se você assistir ao vídeo, perceberá que falta na nossa receita o mix de raspberry (concentrado de tonalidade azulada). Isso é porque ele não é um produto comum por aqui. Se você quiser adicionar algum substituto ao mix, sugiro um toque de fruta cítrica, como o limão ou, ainda, um concentrado de algum tipo de berry que você encontrar, como o mirtilo (só cuide a dose para não modificar muito a coloração verde que queremos que predomine no drink). Para a nossa receita, preferi não utilizar nada em substituição para não descaracterizar a coloração verde inspirada no Sonic Screwdiver. Em relação à nota do suco de gelatina, além de ser uma boa substituição para a cor, combina muito bem com os sabores do drink, sem sobressair demais. Se você preferir a sua dose um pouco mais forte, dá para carregar mais na vodka. No entanto, deixo a dica de manter a dose normal, pois ficará bem leve para degustar.

Ainda, se você estiver na companhia de menores de idade, fique tranquilo. Nas nossas buscas, encontramos um Mocktail (versão sem álcool), lançado na semana passada pelo Geek & Sundry Vlogs, também simples de fazer.

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E agora, tudo o que você tem que fazer é escolher a sua poltrona favorita e relaxar com uma boa dose de Doctor Who!

Ah, e não esqueça também de passar na cozinha da Naomi, nossa antiga colunista de Gastronomia, que deu todas as dicas para você petiscar os tradicionais e únicos Fish Fingers and Custard.

Gerôôôônimooo!

 

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