‘The Leftovers’: HBO libera o primeiro trailer do seriado

Data/Hora 28/04/2014, 14:54. Autor
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The Leftovers, a nova série de Damon Lindelof e Tom Perrotta, produzida para a HBO a partir do renomado livro de mesmo nome (de autoria de Perrotta), estreará em 29 de junho. E a emissora liberou o primeiro trailer completo da série.

NOTÍCIAS| HBO anuncia nova série do produtor de ‘Lost’, Damon Lindelof

O vídeo enfatiza o desaparecimento repentino de 2% da população mundial, em um arrebatamento, que pode ou não ser aquele retratado pela Bíblia. As imagens ainda mostram como os entes queridos dos desaparecidos lidam com o acontecimento, cerca de 3 anos após o mesmo, enquanto buscam por respostas e enfrentam os esquisitos eventos que sucederam os desaparecimentos.

The Leftovers, cuja direção está a cargo de Peter Berg, conta com um elenco de peso, que inclui Justin Theroux, Amy Brenneman, Christopher Eccleston, Liv Tyler, Ann Dowd e Margaret Qualley,

Com informações do Deadline.

 

Orphan Black – Governed by Sound Reason and True Religion

Data/Hora 28/04/2014, 13:34. Autor
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O que foi esse episódio? Confesso que precisei ver duas vezes Governed by Sound Reason and True Religion para começar a entender o que se passou em Orphan Black no último sábado. E bem… acho que a minha compreensão ficou só no começo, mesmo.

Mais uma vez, durante o episódio, acompanhamos a trajetória das nossas 4 clones favoritas. Só que dessa vez nada de reuniãozinha do Clone Club: elas mantiveram cada qual “no seu núcleo” e acabaram o episódio afastadas, cada qual com seus – vários – problemas pra lidar. Que tristeza. Mas vamos aos trancos e barrancos de cada uma delas, antes de lamentar a separação.

Helena foi “resgatada” do hospital pelos religiosos e logo descobrimos que salvou-se porque é uma “gêmea espelho”. E se antes ela estava nas mãos do fanático religioso super extremista Tomas, agora ela caiu nas mãos dos Proletheans, os fanáticos religiosos que aceitam uma ajudinha da ciência. Aliás, Tomas foi encontrar com Deus nesse episódio, já que Henrik Johanssen, o líder dos Proletheans até tentou abrir os olhos do cara, falando sobre o milagre que é ter se salvado de um tiro no peito por ter os órgãos espelhados, mas Thomas insistiu em ver Helena como uma aberração. Decisão errada.

Mas está longe de podermos respirar aliviados, achando que Helena será bem tratada pelos Proletheans, que acreditam que a ciência dá uma ajudinha pra Deus (como a cena da inseminação artificial mostrou bem). Aparentemente, eles tentarão fazer o milagre frutificar. Ou seja: já que Helena é a gêmea de Sarah, que pode engravidar, os religiosos vão tentar fazer com que ela tenha um bebê também. E daí a expressão “um novo dia”, usada por Henrik, que pode significar a união definitiva entre a ciência e Deus. Ou algo do tipo. Helena deve sofrer bastante na mão dos caras.

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E Sarah também teve, de certa forma, que lidar com os Proletheans. Eu me enganei ao pensar que Kira estava no poder dos religiosos. Bem, ela meio que estava, no final das contas. Só que a raptora dela foi, mesmo, a Sra. S, que aparentemente fez a encenação do rapto de Kira apenas para proteger a menina, e, consequentemente, Sarah (Yours, love. It’s always been yours).

É difícil confiar em alguém, em se tratando de Orphan Black, porque tudo é muito dúbio e as coisas mudam rapidamente. Mas eu estou inclinada a confiar no bom coração da Sra. S. E acho que agora, de posse da informação sobre o projeto LEDA, ela irá atrás de mais informações sobre as clones e sobre sua origem.

Outra coisa bem importante dos acontecimentos do núcleo da Sarah foi a frase “not like this one” que Shioban responde para a vadia da Brenda (que encontrou Deus e se vendeu aos Proletheans). Acabamos o episódio sem saber o que de tão especial há em Kira – além dela ser filha de uma clone. Mas é cada vez mais evidente que há algo de especial na garotinha. Ou ela é apenas a garota mais esperta – e sensível – do mundo.

Sarah é, no momento, a que está em melhor situação: ela reencontrou Kira e é, teoricamente, a que conta com um suporte – o Felix. Digo teoricamente porque Orphan Black está me fazendo desconfiar da minha própria sombra, e começo a pensar que talvez Fee não seja tão bem intencionado. Não quero crer que ele monitora, atualmente (acho que antes ela estava sem supervisão, mesmo), a Sarah. Mas talvez ele esteja sendo chantageado ou algo do tipo. O fato é que achei que Fee dispensou Alison muito fácil, além de não ter falado pra Sarah que a “tia” Alison está precisando de ajuda. Enfim, estou confusa, e não sei se o suporte de Sarah será realmente benéfico.

De qualquer forma, ela está melhor do que Alison, que está completamente sozinha e realmente devastada. Depois de deixar Aynsley morrer para se ver livre do monitoramento, a soccer mom descobriu que na verdade Donnie é o seu monitor, como ela suspeitava no princípio. E isso realmente a quebrou: ela está bebendo cada vez mais. Plus: enquanto ingere um sem número de pílulas. Será que Alison vai seguir o caminho de Beth, desenvolvendo alguma grave doença mental? Será que ela acabará matando Donnie? Não faço ideia do que vem à seguir, para Alison. Mas estou com o coração partido por ver ela tão mal.

Cosima também está em maus lençóis. Especialmente porque fica cada vez mais difícil dizer de que lado Delphine está. Eu acho que a francesa se apaixonou de verdade por Cos, e está jogando duplo apenas para poder ter acesso à ciência da Dyad e salvar a amada. Mas como saber se ela não é uma vadia sem coração que está apenas se aproveitando do corpo de Cosima enquanto a monitora? NÃO SEI DE MAIS NADA.

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O fato é que eu acho que Cos já percebeu que Delphine tá esquisita. Pelo menos quero crer que o coração de Cosima não esteja interferindo no seu cérebro. Afinal de contas, ela é espera desde os seis anos, não é? E nos propiciou dos dos melhores diálogos do episódio na cena de seu encontro com Rachel. Porque nem de longe a sexualidade de Cos é a coisa mais importante sobre ela, mesmo.

Mas Cosima está cercada de “inimigos” por todos os lados. E se, por um lado, poderá estudar sua própria biologia, de outro lado precisará estudar a de Sarah. Pareceu-me que Rachel impôs a “traição” à Cos, e não sei como ela lidará com isso. Ela é esperta o suficiente para enganar o Dyad Institut. Resta saber se ela vai continuar querendo enganá-los.

P.S.1: Leekie e Donnie teriam alguma ligação genética? Qual a motivação de Donnie para ser monitor?

P.S.2: Cosima fingindo não confiar em Sarah e ter sido enganada por ela enquanto tira sarro de Leekie e de Rachel = <3.

P.S.3: viram? Eu disse que a bundinha do Fee já era personagem do seriado. Governed by Sound Reason and True Religion veio pra confirmar isso.

P.S.4: Art agora é do Clube das Clones. E sua carreira na polícia está ameaçada depois que ele mexeu com o doberman sangrento da Rachel. Pra ajudar, De Angelis não quer largar o osso. Essa mulher ainda vai trazer muito incomodo para as clones, anotem aí.

P.S.5: A real motivação de Rachel seria …. ser mãe? Toda essa caçada à Sarah seria por causa disso? É uma hipótese.

P.S.6: porque a Sra. S trouxe Fee junto com Sarah, de Londres? Apenas apego ao garoto ou por alguma outra razão?

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!

Ator do elenco principal de ‘Scandal’ não volta para a 4ª temporada

Data/Hora 28/04/2014, 11:28. Autor
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*Esta notícia contém informações sobre o último episódio da 3ª temporada de Scandal. Caso ainda não tenha visto o episódio e não deseje spoilers, não continue a leitura*

Scandal ainda não foi renovada para uma 4ª temporada, embora a renovação seja muito provável. Contudo, uma coisa já é certa: Columbus Short, que interpreta Harrison Wright, não retornará para a possível nova temporada.

O ator confirmou seu desligamento da produção na última sexta-feira (25), através de comunicado:

“Confirmo, neste momento, minha saída de um show que eu chamava de lar de 3 anos, e que conta com o conjunto mais talentoso na televisão hoje. Gostaria de agradecer em primeiro lugar à Shonda Rhimes pela oportunidade de trabalhar com um elenco tão incrível. Obrigado GLADIADORES, que me apoiaram ao longo de toda a minha carreira e, claro, à ABC e à Shondaland, por me permitir desempenhar um papel tão importante na série Scandal. Eu apreciei cada minuto disso tudo. Tudo deve chegar a um fim e, infelizmente, chegou o tempo de Harrison Wright sair das telas. Não desejo nada além do melhor para Shonda, Kerry e do resto do elenco, que se tornaram como uma segunda família para mim em um curto espaço de tempo. Por isso, eu sempre serei grato”.

No final da 3ª temporada de Scandal, Rowan, de volta ao comando do B613, coloca Harrison em uma situação delicada. Ainda não se sabe se a saída de Columbus, contudo, significa a morte de Harrison.

Vale lembrar que recentemente Short foi preso, após agredir um homem em um bar. Logo após surgiram rumores de que Columbus estaria ameaçando a ex-esposa, Tanee Short, de quem separou-se em setembro de 2013.

A ABC e a Shondaland não se pronunciaram sobre os motivos para o desligamento do ator do elenco de Scandal, mas é provável que as polêmicas pessoais envolvendo Columbus tenham sido determinantes para a decisão criativa de Shonda Rhimes.

Com informações do TVLine.

Elementary – The Man With The Twisted Lip

Data/Hora 28/04/2014, 10:56. Autor
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Para começar, Mrs. Hudson finalmente REAPARECEU na série (ele apareceu, uma vez, no episódio 19 da primeira temporada)! Sim, porque ela já foi citada várias vezes esse ano, mas, finalmente, pudemos rever o rosto dessa senhora. Não, pera… senhora só na série da BBC. Em Elementary, a senhora Hudson é uma mulher jovem, de uns “quarenta e poucos” anos. Mas a aparição foi coisa rápida, só para fazer um charme.

No caso dessa semana, Sherlock e Watson trabalhavam em algo, digamos, bastante moderno. É que a irmã de uma moça – que frequenta o mesmo grupo de apoio para ex-viciados que Sherlock – desapareceu e ele precisava encontrá-la. E assim o fez, mas a mulher, que teve uma recaída em heroína, estava morta – assassinada, não de overdose. E não percamos o foco: o verdadeiro assassinado era um homem cujo cadáver estava próximo ao dela. O cara, um desses inventores de robôs ou coisas do tipo, foi executado em um parque da cidade e a irmã da “conhecida” do Sherlock testemunhou tudo, sendo morta por precaução do assassino.

O que eu achei curioso é que, enquanto a moça perdia a irmã, Sherlock ganhava o irmão. Mycroft acabou de chegar na cidade e tem apenas um objetivo: (re)conquistar o coração da Watson! Mas isso fica para depois. Voltemos à investigação policial.

O desenvolvimento do caso de polícia não foi excepcional: como acontece no mundo de protótipos, invenções tecnológicas, o cara tinha alguns inimigos, concorrentes e gente tentando roubar-lhe o projeto. E, daí, até uma mosca-robô saiu cometendo uns assassinatos por New York.

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Mas havia algo nos distraindo da NYPD nesse episódio – e estava distraindo Sherlock também. Como eu disse antes, era a proposta amorosa de Mycroft para com Watson (até pareci uma personagem de novela de época da Globo falando agora). O legal é que, antes da série estrear, em 2013 – quando foi divulgado que “o” Watson seria “a” Watson -, muita gente questionou se, em determinado momento, Sherlock e a nova companheira teriam um caso amoroso. A gente ainda não tem certeza disso, já que Holmes demonstrou, sim, algum sentimento “a mais” pela amiga. Mas chega a ser divertido que seja justamente o IRMÃO dele a ter um envolvimento com ela, primeiro.

Ainda não sabemos o que vai acontecer daqui para frente – alguns conflitos grandiosos foram colocados: Watson dá estabilidade a Holmes, mas, ao mesmo tempo, ela tem direito de ter a vida dela. E mais… ela pensa em sair de casa, ir morar sozinha! Como Sherlock vai ficar com a situação toda, bem… as previsões não são as melhores. Afinal, nesse episódio, ele chegou a esconder heroína em um dos livros da sala. Talvez, ele nos surpreenda. Mas é difícil não imaginar que, em uma série aclamada como Elementary, que tem tudo para ficar no ar durante muitos anos, em nenhum momento Holmes sofra uma recaída. Seria humano explorar algo assim… Entretanto, não sejamos ansiosos.

Por enquanto, sabemos que Watson mais ou menos aceitou o pedido de Mycroft e um romance pode ou não começar em breve. O problema é que alguns criminosos frequentam o restaurante do irmão de Sherlock (Mycroft está envolvido?) e, tendo Watson fotografado um deles – que notou o ato -, ela terminou o episódio sequestrada por ele. E teremos que aguardar o próximo capítulo para saber como isso será resolvido. O próximo capítulo, aliás, que será dirigido por LUCY LIU! Mal posso esperar.

Destaques na TV – segunda, 28/04

Data/Hora 28/04/2014, 09:34. Autor
Categorias TV Brasil

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Comece a semana conferindo o que tem de melhor na programação de hoje.

No canal BBC HD é hora de se despedir do detetive John Luther: o último episódio da série Luther será exibido hoje.

O canal +Globosat estreia a série Cidade em Alerta – Zone City. Com duas temporadas, mostra o desafio de policias da Antuérpia, segunda maior cidade da Bélgica, em solucionar os crimes que acontecem na região. A cada episódio, uma investigação diferente: são roubos, sequestros e crimes que envolvam serial killers.

O Multishow estreia a série de comédia Por Isso Sou Vingativa, baseada em livro homônimo de Claudia Tajes. A série é protagonizada por Camila Morgado, que interpreta Sara, uma mulher que, depois de enfrentar mais uma frustração amorosa, está determinada a devolver as humilhações que sofreu pelas mãos de seus desamores. A série é uma produção da Zola, do cineasta José Henrique Fonseca (Mandrake) e tem 13 episódios na sua primeira temporada. No elenco nomes como Pedro Paulo Rangel, Márcia Cabrita, André Gonçalves, Marcelo Serrado, Márcio Garcia, dentre outros.

Semana passado anunciei que seriam reprises as séries The Vampire Diaries e The Original, porém foram exibidos inéditos e a grade da NET anuncia que hoje será exibido a reprise do episódio da semana passada, então vamos ficar alertas.

Confira as demais destaques dos canais de TV para hoje.

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30 – ESTREIA

+GLOBOSAT
Cidade em Alerta – Zone City – 22h30 – ESTREIA

TBS
Tratamento de Choque – 20h10
Brooklyn 9-9 – 21 h (ep 1×02)

HBO
Mad Men – 21 h (ep 7×03)
Veep – 22 h (ep 3×04)
Silicon Valley – 22h30 (ep 1×04)

GNT
As Canalhas – 22h30 – 2ª temporada
Surtadas na Yoga – 23 h – 2ª temporada
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30 – Reprise

FX
Spartacus : A Guerra dos Condenados – 23h15

BBC HD
Luther – 21 h (ep 3×04) SERIES FINALE
Ripper Street – 22 h (ep 1×04)

WARNER
Surviving Jack – 20 h (ep 1×04)
Two And Half Man – 20h30 (ep 11×19)
Supernatural – 22h30 (ep 9×13)

MAX PRIME
Hell on Wheels : Inferno sobre Rodas – 21 h (ep 3×04)

MTV
The Vampire Diaries – 15 h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 21 h (ep 5×06)
The Originals – 21h45 (ep 1×06)

AXN
Criminal Minds – 22 h Reprise
Hannibal – 23 h (ep 2×07)

SONY
CSI – 21 h – Reprise
Grey’s Anatomy – 22 h – Reprise
The Voice – 23 h

TCM
Elas – 21 h

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22 h Reprise
Grimm – 23 h Reprise

BAND
How I Met Your Mother – Como conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

RECORD
Heróis Contra o Fogo – 00h15 (ep 1×06)

VIVA
Malhação – 13 h
A Próxima Vítima – 14h30
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0 h (de segunda a sábado)

Encontro vocês amanhã !

Estreia de Bad Teacher e Black Box (audiência na TV americana 20 a 25 de abril)

Data/Hora 27/04/2014, 21:37. Autor
Categorias Audiência

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Foram duas as estreias dessa semana: Bad Teacher, na CBS e Black Box, na ABC.

Bad Teacher

Bad Teacher é uma adaptação do filme Professora sem Classe, que teve Cameron Diaz no papel principal. A nova comédia da CBS conta a história de uma recém divorciada que vai lecionar na escola em que estuda a filha de sua melhor amiga, com o objetivo de arranjar um marido rico entre os pais solteiros. Bad Teacher estreou na última quinta-feira com uma audiência apenas razoável: 2.1 pontos na demo 18-49 anos e 7,80 milhões de telespectadores totais. Se considerarmos a queda natural da audiência após o primeiro episódio, Bad Teacher não empolgou. É esperar para ver o comportamento do público nos doze episódios restantes.

Black Box

Black Box, novo drama da ABC, conta as dificuldades de Catherine Black, uma famosa neurocirurgiã que sofre com transtorno bipolar. Com 1.5 pontos na demo 18-49 anos e 6,87 milhões de telespectadores totais, nem chegou perto dos números alcançados por Scandal, que até a semana passada era exibida neste mesmo horário.

Melhores desempenhos junto à audiência, na semana de 20 a 25 de abril.

Como não aparecem na tabela, registramos o desempenho da segunda noite de exibição, tanto do American Idol quanto do The Voice.

O reality da FOX registrou 1.8 pontos na demo 18-49 anos e 7,68 milhões de telespectadores totais, na noite de quinta-feira. Já o The Voice, da NBC, ficou com 2.8 pontos junto ao público alvo e 11,29 milhões junto ao público total na terça-feira..

Audiência na demo 18-49 anos

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As séries abaixo obtiveram uma média de audiência próxima à nota de corte da tabela: 2 pontos, na demo 18-49 anos:

  • 1.9 pontos: Mike & Molly, Marvel´s Agents of S.H.I.E.L.D., About a Boy, The Middle,
  • 1.8 pontos: Castle
  • 1.7 pontos: Once Upon a Time, The Amazing Race, Friends With Better Lives, Suburgatory, Shark Tank, Hell´s Kitchen

Audiência em milhões de telespectadores

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Audiência das séries da rede CW

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Desempenho das redes junto à audiência (média semanal)

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Enquanto as redes de televisão praticamente empataram na audiência média junto ao público qualificado, esta semana, destaque para a CBS que continua a garantir o maior índice de audiência, na média, junto ao público total.

Obs:

1) Os dados do gráfico expressam valores aproximados.

2) Os dados da sextas-feiras, utilizados nesta coluna, são relativos aos números preliminares de audiência (L+SD).

Fonte dos dados: tvbythenumbers e tvseriesfinale.

Modern Family – Australia

Data/Hora 27/04/2014, 17:05. Autor
Categorias Reviews

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Ah, as viagens em família. Sempre cheias de aventuras e lembranças. Com Modern Family não poderia ser diferente. Sempre que temos uma viagem, a série nos proporciona momentos únicos. Dessa vez o destino foi a ilha do outro lado do mundo: Austrália.

Quando a notícia da filmagem na ilha foi divulgada, o produtor Steven Levitan prometeu aos telespectadores que eles filmariam com um canguru, um coala e um bumerangue. E cumpriu. A cena do canguru, inclusive, foi uma das mais nonsenses e previsíveis da TV, mas se tratando de Phil Dunphy, isso faz todo o sentido.

Começamos com a família reunida, mas logo vemos cada grupo dos personagens em suas próprias aventuras. Phil foi o responsável pela viagem pois tem raízes australianas e queria se conectar a elas. Apesar das diversas situações constrangedoras e extremamente doloridas (queimadura de água-viva e levar um soco de um canguru estão entre elas), ele conseguiu essa conexão e vamos combinar que ver o Phil feliz é uma das melhores coisas da série porque para ele não há tempo ruim.

Se dependesse de Claire e Jay, nós não conheceríamos nem um pedacinho da ilha mágica já que eles fizeram questão de focar no trabalho em plenas férias. Achei esse plot meio fraco, mas como a série tem explorado o relacionamento entre pai e filha, tem sido bem legal de ver. Aqui, mais uma vez, vemos que Claire é, na verdade, uma versão feminina de Jay quando se trata de trabalho.

Cam e Mitchell renderam bons momentos pela ilha. Deixaram a família de lado para desfrutar da “famosidade” de um amigo extremamente chato. Apesar das aventuras do casal, o único momento que me animou foi quando falaram da festa no iate do Hugh Jackman, afinal quem não ficaria animado com isso? Mas confesso que vê-los cercados pelos motoqueiros foi um tanto quanto hilário. As crianças, por outro lado, deram um show à parte. Lily roubou a cena e a busca pela lembrancinha perfeita casou perfeitamente com a busca de Haley pelo cara perfeito. Os trocadilhos entre as meninas nas diversas situações proporcionou risos espontâneos, bem como Luke ter perdido sua bermuda no mar e ter suas partes íntimas vistas de perto por uma australiana daquelas de deixar qualquer garoto sem ar.

As últimas cenas, no entanto, foram as que tiveram sua maior grandiosidade. Ver a família reunida fazendo diversos passeios deu o tom mágico que a viagem precisava e que vai nos ajudar a lembrá-la por um bom tempo.

Bates Motel – Meltdown

Data/Hora 27/04/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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A guerra foi praticamente declarada em White Pine Bay e, aparentemente, não apenas entre as gangues rivais na produção de maconha. A julgar pelo último episódio (e pelo preview do próximo), a vida de ninguém na cidade anda fácil – tudo bem que nunca esteve fácil mesmo, mas está cada dia pior.

Se dizem que a melhor maneira de se vingar de alguém é o desprezo, a indiferença, então a situação é ainda mais insustentável para a Norma, que está tendo que lidar com o desprezo do filho-queridinho Norman. O menino quer que a mãe lhe dê detalhes sobre os apagões que ele sofre e ela se nega a fazer isso. Não entendo bem a razão, já que, para a segurança dele e da nação, seria melhor se ele tivesse “consciência” da gravidade do problema. E outra: será que ele não pensou em ir ver um médico? É a primeira coisa que qualquer ser humano normal faria. Opa… É, eu sei.

Já do Dylan, a Norma até tentou se aproximar, depois que Nick Ford pediu um favor envolvendo o moço e dele dizer que a filha (Miss Watson) morreu quando os dois já não eram mais próximos e isso lhe doía. A Norma até ficou feliz em ver que o Dylan tem uma sala só dele no negócio de maconha, apesar de ser de maconha (Norma é a típica moradora de cidade pequena, adora um status), mas não foi dessa vez que os dois se aproximaram de verdade (e acho que esse dia ainda demora a chegar).

Com o universo conspirando contra, ela foi afogar as mágoas (e quase se afogou na chuva, porque ô dilúvio nesse episódio) na cama do advogado bonitão. Antes ela confessou a ele que toda a história que ela vinha contando – de que fez faculdade, de que o marido tinha uma seguradora – era falsa. E, gente, com certeza tem mais mentiras aí debaixo desses lençóis (olha o trocadilho infame). E aposto que não só da parte dela. Dele também.

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O Norman, como eu tinha dito na review passada, está mais perigoso do que nunca, porque agora ela tem certa consciência dos atos um tanto maléficos que comete e sente prazer em relação a isso. Mas talvez não seja muito fácil ele se livrar do xerife Romero, que deu uma verdadeira encurralada nele com a história da Miss Watson. Não vejo a hora de saber quem é o verdadeiro assassino dela! E ficaria MUITO surpresa se a resposta fosse Norman…

Ao que tudo indica, no entanto, teremos que esperar mais um pouquinho pela resolução desse caso, já que, na cena final do episódio, o Norman foi raptado pelos homens do Nick Ford – e, agora, Dylan precisa agir.

Que ele vai matar Zane, não tenho tanta certeza. Quem sabe ele o entregue ao xerife Romero? Não sei… Mas ele vai ter que decidir se vai ajudar o irmão e aposto que sim, uma vez que a birra dele é apenas com a mãe. Já a irmã de Zane, aquela que é dona do negócio de maconha, como eu previa, já está quase acatando as ordens do Dylan, de tão donzela sem rumo e em busca de um príncipe encantado que ela se encontra. O céu é o limite para o Dylan!

 

 

Destaques na TV – domingo, 27/04

Data/Hora 27/04/2014, 07:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram a programação da sua TV e termine bem seu final de semana.

A FOX estreia a 25ª temporada de Os Simpsons, a série que conquistou milhares de telespectadores durante mais de duas décadas com sua irreverência e humor ácido. O primeiro episódio, Homerland, faz referência à série de sucesso Homeland. Lisa suspeita que Homer possa ter “mudado” quando ele chega diferente de uma convenção operacional de uma usina nuclear. Assim, ela chama os serviços de Annie, uma intensa e saltitante agente do FBI, para descobrir a verdade.

Devido a maratona de Os Simpsons hoje, não teremos a exibição de The Crazy Ones, que volta na próxima semana.

Prestes a matar Nathan para salvar Haven, Audrey descobre que os misteriosos bandidos escaparam do Celeiro, trazendo William com eles para o mundo real.

Agora, confira todos os destaques de hoje.

FOX
The Crazy Ones – Não tem exibição
Os Simpsons – 21h30 (ep 25×01) ESTREIA

HBO
PS! – 21 h (ep 1×07)
Game of Thrones – 22 h (ep 4×04)

+GLOBOSAT
Odysseus – 21 h – minissérie (ep 1×05)

SYFY
Haven – 20 h (ep 4×09) – Leia a review

FX
Uma Família da Pesada – 0h45 (ep 13×08)
American Dad – 1h15 (ep 10×08)
Brickleberry – 1h45 (ep 2×08)

SONY
The Voice – 23 h

RECORD
Spartacus – Vingança – 23h15 (ep 2×03)

SBT
Nikita – 1h (ep 1×06)
Cult – 3 h (ep 1×05)

Star-Crossed – Some Consequences Yet Hanging in the Stars e What Storm Is This That Blows So Contrary

Data/Hora 26/04/2014, 17:59. Autor
Categorias Reviews

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No episódio anterior, depois que Emery viu as imagens contidas no Mirzan, eram favas contadas que Castor deveria ser desmascarado. Afinal, nem era necessário que Soraya tentasse fazer com que Roman enxergasse que se ela tivesse se rebelado contra Nox, não seria ela quem lhe forneceria as provas para condená-la. A essa conclusão, era fácil chegar-se, somente pensando-se por um momento. Assim, Castor que sempre foi essa água morna, acabou sendo desmascarado e (quem sabe?) possa se tornar o ponto de desequilíbrio na história, porque, convenhamos, nem Trags, nem novos Falcões Vermelhos, preenchem todos os requisitos, de forma satisfatória, para serem os vilões por excelência.

Aquela necessidade básica do exercício do poder pelo poder somente é personificado por Castor. E ainda que ele expresse o desejo de que atrianos tenham seu próprio território, esta condição somente estará posta sobre a mesa se ele for o líder.

Vega é movida pelo desejo de vingança. E, convenhamos, se olharmos a situação pelos seus olhos, podemos até entender. Afinal, no relacionamento entre humanos e atrianos, desde que caíram no planeta, a truculência sempre esteve mais presente que o diálogo. E, até o momento, os atrianos têm perdido mais do que ganhado.

Se Grayson tenta reorganizar os Falcões Vermelhos, sua motivação tem mais a ver com a decepção de ter perdido Emery e a desconfiança que suas memórias despertaram, do que por qualuqer fanatismo, embora ele justifique suas ações chamando-as de instinto de preservação. Mas parece-me que a semente do bom mocismo ainda pode germinar dentro dele!

Vega e Grayson têm em comum, aparentemente, a capacidade de ouvir, ponderar e tomar decisões a favor de uma causa, não em benefício de si mesmos. Ao contrário de Castor que, por trás da suposta preocupação com seu povo, deseja a cadeira do líder em benefício próprio.

Enquanto Roman lhe era útil, porque filho de Nox e seu sucessor natural, e permanecia sob sua influência, Castor o protegeu. E quando ele tornou-se uma ameaça, não hesitou em chegar às últimas consequências.

Vega poderia ser acusada da mesma atitude se pensarmos que estava disposta a isolar Drake do convívio dos atrianos. Mas fico me perguntando se não teria sido apenas um blefe. Enquanto mantinha sua imagem de líder implacável, conseguia chegar a Roman e, através dele, até Soraya.

Embora eu ache que ela abandonou a ideia do Cyper negro muito rapidamente, pois se pensarmos que, mesmo que Zoe tivesse fugido com toda a colheita, ainda lhe seria fácil começar outra, o Suvek parece um substituo à altura.

E Castor, não podendo livrar-se de Roman literalmente falando, providenciou sua desmoralização pública, afinal o que poderia trazer-lhe mais desonra do que um relacionamento profundo com a filha do assassino de seu pai? Castor e Vega marcaram um ponto e Grayson está bem próximo de marcar o seu.

Enquanto Castor ganha a confiança de seu povo, Vega providencia os materiais necessários para a construção do Suvek e Teri coloca a cidade e o colégio abaixo: um furacão para distrair a atenção e conseguir os materiais de que Soraya necessita. Um soldado exemplar, Teri cumpre sua missão e, como bônus, consegue separar Roman e Emery.

Sob o efeito do Vatal (alucinógeno ministrado por Teri), Roman passa pela difícil experiência de não conseguir reprimir seus sentimentos. A confissão da verdade que ele não havia formulado para si mesmo: entre seu povo e Emery, sua opção, mesmo sendo um contra-senso, sempre fora por ela e isto o enfraquece. E, ao final, é ela quem toma a difícil decisão pelos dois: até o dia em que, finalmente, atrianos e humanos se entendam, eles devem separar-se, pois apenas dessa maneira ele pode reconquistar a confiança de seu povo e dedicar-se a ele.

Drake também tem que tomar uma decisão difícil. Diante da ameaça de ser denunciado por Grayson, ele cede à chantagem e termina com Taylor. Um verdadeiro desperdício já que, enquanto ele cede às exigências do novo líder dos Falcões Vermelhos, mais frágil vai ficando. Grayson ainda deseja um nome que pertença aos Trags e cedo ou tarde, se não enfrentá-lo, Drake terá que revelar-lhe.

Enquanto os grupos extremistas se organizam e casais se separam, Julia e Eric começam a se entender. Um consolo já que ela quase se tornou um rato de laboratório e levou Roman junto!

Apesar de a história estar andando, Star-Crossed ainda me parece meio sem rumo. Ideias são lançadas e abandonadas muito rapidamente, personagens consistentes são esquecidos e reaparecem pontualmente apenas para executar uma tarefa e serem novamente relegados ao ostracismo. Ou situações são resolvidas de forma muito óbvia, principalmente se Emery está envolvida nessa solução.

Existem roteiros que se arrastam e outros, como de Star-Crossed, que aceleram tanto a história que ela vai se desintegrando pelo caminho. A três episódios do final da temporada, ainda é tempo de imprimir outro ritmo à história, uma vez que enredo ela tem de sobra.

The Crazy Ones – Love Sucks

Data/Hora 26/04/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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“O que aprendemos? Que o amor não dura. Ele morre. Sem exceções.” – Lewis

“O romance acabou e o amor é uma bobagem (…) Você matou o amor!” – Simon

É… as coisas não andam muito animadoras para o pessoal da Lewis, Roberts & Roberts quando o assunto são os relacionamentos amorosos. Mas… que episódio!

Love Sucks não só nos presenteou com duas participações que, ainda que pequenas, foram especialíssimas, mas também nos trouxe de volta o sensacional Brad Garrett e seu Gordon Lewis.

E não há como negar: o episódio foi todinho dele. O sócio grandalhão e burocrata da agência mais insana da televisão roubou a cena, e eu até arrisco dizer que ofuscou as participações de Pam Dawber e David Copperfield ao mostrar um lado mais sentimental e humano do personagem.

Mais uma vez, a campanha publicitária do momento – o “Smart-specs”, um genérico do Google glass – não teve tanta importância no episódio e serviu apenas como pano de fundo para a tentativa meio atrapalhada de Simon de curar o coração partido de Gordon, que levou um sumário pé na bunda de seu amado Timothy. Como assim, Timothy?

E gente… que dó! Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra! As acusações de Timothy de que Gordon não sabe ser minimamente espontâneo são verdadeiras, e Simon sabe disso. Mas especialista em relacionamentos como é (só que não!), ele jamais estaria disposto a desistir de seu amigo e sócio sem fazer de tudo – TU-DO! – para ajudá-lo (mesmo que o placar seja Casamentos 6 x 0 Simon, mas… quem está contando?).

“Espontaneidade é a minha especialidade.” – Simon

Com isso em mente, Simon tenta ensinar essa tal virtude impossível de ser ensinada ao amigo para que ele reconquiste o seu amor. Achei de uma fofurice absurda a cena em que Simon leva Gordon àquela sessão de brain-storming com Andrew e Zach para a nova campanha do óculos. Toda aquela noção de “anti-ideia” e de “celebração da imprecisão” foi sensacional e me fez rir muito.

“Olhe só você. Parece o Miles Davis da conversa fiada. Está arrasando!” – Simon

Simon só não contava com a astúcia de Gordon naquela reuniãozinha despretensiosa pra lá de forçada com seus vizinhos. Dizer que ele se sente desconfortável socializando com estranhos não é um exagero – “eu deveria estar assistindo NCIS agora!” –, e nada melhor do que os tais “smart-specs” para ajudá-lo com os tópicos incômodos da conversa. Quem não riu com os seus conhecimentos ~afiados~ sobre o sistema de transporte público da Costa Rica ou sobre Dearborn, Michigan? Recarregar página. Hahaha

Lily

Mas o fato é que a separação e o pessimismo crescente de Gordon em relação ao amor afetaram Simon. Justo agora que ele estava saindo com uma tal escritora chamada Lily Schecter (Dawber), que aparentemente escreveu “Noventa Danças, Noventa Nações”, um livro com singelas 800 páginas sobre “uma mulher que se recupera de seu próprio divórcio viajando e dançando pelo mundo” (Se, assim como eu, você revirou os olhos, saiba que um indignado Andrew defenderia este clássico da literatura moderna argumentando que “a dança é uma metáfora para a sua catarse emocional”! Não é óbvio?)

O relacionamento parecia ir muito bem, até que…

“Sairemos mais algumas vezes. Diremos ‘eu te amo’ enquanto nos casamos, mas um dia esquecerei de tirar o lixo, e então você tentará me matar com uma faca de cozinha. Podemos encurtar para: ‘a conta, por favor?’, e poupar anos de infelicidade?” – Simon

… contagiado pela amargura de Gordon, Simon mete os pés pelas mãos, e nem mesmo David Copperfield consegue remediar a situação!

Mas a cereja do bolo, com toda a certeza, foi a cena mais espetacular da série até hoje: Gordon, num “bearaoke” – “é como o karaokê, mas com homens gays, grandes e peludos” (mas, por favor, não o confundam com o “Manilowke”, que ~obviamente~ é um “karaokê com músicas do Barry Manilow”!) – provando para Timothy e para si mesmo que pode SIM ser espontâneo e indo à luta para reconquistar o amor do seu homem.

“I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

Yeah, you wreck me…”

Desacreditei de tudo nessa minha vida quando vi aquele marmanjo grandalhão cantando Wrecking Ball em nome do amor de Timothy. Gente, que coisa mais sensacional! Hahaha Eu chorei de rir, literalmente. Genial!

E, se no fim das contas, tudo terminou aparentemente bem para Gordon, com Simon a história foi bem diferente…

“Eu tive um relacionamento com o Woody Harrelson e a mulher dele por uns 4 meses. Mas nunca conheci alguém maluco como você. Você é como… um alienígena! Ligue-me quando estiver curado.” – Lily

Oops!

O outro arco do episódio foi totalmente ofuscado pelo primeiro, mas nem por isso deixou de cumprir seu papel com competência. Até porque, com o arco principal envolvendo apenas Gordon e Simon, haveria de ter um plot engraçadinho aguardando Syd, Lauren, Andrew e Zach, certo?

“Não seja gentil. Não ajude ninguém.” – Andrew

E, MEL DELS, que mulher chata e grudenta essa Jean! Andrew, coitadinho, desrespeitou a “continuidade do espaço-tempo” ao devolver as chaves da “moça do RH” apenas para aprender da maneira mais difícil que ser gentil e altruísta nem sempre é uma coisa bacana. Ainda bem que todo mundo nessa vida tem uma alma gêmea, não é? Neste caso, Sydney e sua “torção severamente leve, QUASE moderada” no tornozelo – cortesia de Gordon – provaram ser a resposta para toda a carência de Jean. Foi como juntar a fome com a vontade de comer! E gente, podem me chamar de idiota, mas eu ri com o chaveiro-assinatura de “mini-jeans” da Jean. Eu sei, eu sei…

PS: Por que a minúscula participação de Pam Dawber foi, assim, TÃO especial? A maioria de nós certamente ainda nem era nascida, mas em 1978, a atriz estrelou a série Mork & Mindy com ninguém menos do que Robin Williams. A série marcou a estreia de Williams na televisão, e a reunião com Pam em The Crazy Ones, 36 anos depois, foi sua ideia!

PS2: Conheçam a “Dra. Katherine Salazar Lewis Ruffington”, a cachorra de Timothy e Gordon. Say whaaat? HAHAHA COMO não fomos apresentados a essa preciosidade antes?

PS3: Review super atrasada, eu sei… Tive um probleminha de saúde que me atrapalhou muito nas últimas semanas, mas prometo trazer a review da season finale o quanto antes para vocês! E, apesar dos pesares, espero do fundo do coração que não tenha sido uma series finale…

PS4: Deixo vocês com o “Gay Best Friend Breakup Blues” – “disponível para casamentos e bar mitzvahs!”:

 

Ligado no Streaming – Terror em série

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Recentemente foi disponibilizada aos assinantes do serviço de TV por internet Um Drink no Inferno, série original da Netflix baseada no filme cult de mesmo nome sobre dois irmãos assaltantes que fogem de um policial implacável, raptam uma família devota e enfrentam criaturas malévolas com apetite voraz numa boate mexicana.

São 6 episódios disponíveis para os assinantes. E o filme, de 1996, também está “em cartaz” na Netflix.

E é nessa vibe meio trash, meio obscura, que entramos para dar as sugestões dessa semana. Preparem alho, água benta, artefatos contra monstros mitológicos e se preparem para… dar o play!

Hemlock Grove

Um Drink no Inferno não é a única série original do gênero terror criada pela Netflix.

Hemlock Grove estreou ano passado, com uma temporada de 13 episódios bastante aclamada pela crítica e pela audiência. O resultado? Em 11 de julho estreia a segunda temporada do show.

A série  explora os inexplicáveis acontecimentos na pequena cidade de Hemlock Grove, na Pensilvânia. Tudo começa com a improvável amizade entre o jovem herdeiro da família fundadora da cidade, Roman Godfrey (Skarsgård) e o cigano Peter Rumancek (Liboiron), recém-chegado a Hemlock Grove. E cada um deles guarda um  segredo monstruoso.

A série vale a pena, e até a estreia da segunda temporada dá tempo de assistir tudinho.

Grimm-Logo

Além de suas produções originais, a empresa tem no catálogo outros seriados que vão agradar os amantes do gênero.

Um bom exemplo disso é Grimm, cuja primeira temporada está disponível no catálogo da Netflix. Apesar da série passar um pouco longe do TERROR, assim, em maiúsculas, traz um terror sutil e apresenta vários monstros e criaturas mitológicas.

assistir-supernatural-online

Na mesma pegada de Grimm a Netflix oferece aos assinantes 4 temporadas de Supernatural. Então, se o teu lance é acompanhar a caçada à monstros e outras criaturas desprezíveis, dê o play na famosa série da CW.

buffy

E é impossível falar de terror sem falar de vampiros. As 7 temporadas de uma das primeiras séries a explorar o tema, Buffy the Vampire Slayer, estão disponíveis para os assinantes da Netflix.

É possível acompanhar as tramas e os dramas de Buffy e entender o porquê dos vampiros serem tão queridos, até mesmo pelos seus caçadores 😉

the vampire diaries

E pros que preferem vampiros mais bonzinhos e açucarados, o serviço de TV por internet disponibiliza 3 temporadas de The Vampire Diaries. Rola um sanguezinho e uma tensão de vez em quando, mas boa parte da trama se resume ao romance entre uma mortal e seu(s) vampiro(s). Porque toda história de vampiro que se preze precisa de um plot desse tipo.

psycho-anthony-perkins-as-norman-bates

Entre os filmes, não podemos deixar de indicar Psicose, um dos maiores clássicos do terror, de 1960. Isso porque Bates Motel está aí, renovada para sua terceira temporada, e a série conta justamente a história de Norman Bates e de sua mãe, os protagonistas Psicose. E mais: explica o que se passou antes do filme.

Psicose II, de 1983, também está disponível no catálogo. Então, se você é fã de Bates Motel ou está pensando em dar uma chance ao seriado, dá o play nos filmes. Você não vai se arrepender.

sharknado

E antes de dar tchau, uma dica daquelas (a verdadeira cereja no topo do bolo): o clássico do terror B de 2013, Sharknado, está à disposição dos assinantes. Dá pra assistir o filme antes da sua continuação, Sharknado 2: The Second One, estrear em julho.

E na semana que vem tem mais: aproveitando a visita de Lea DeLaria no Brasil, para participar da Parada Gay e divulgar a segunda temporada de Orange is The New Black, que está quase chegando, vamos dar dicas de programas LGBT. Até lá!

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