‘Almost Human’ é cancelada pela Fox

Data/Hora 29/04/2014, 23:43. Autor
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O bromance humano-andróide de Kennex e Dorian chegou ao fim.

A Fox decidiu cancelar Almost Human, já que apesar da expectativa dos fãs – que torciam para que a história contasse com um final mais elaborado -, os números de audiência ficaram aquém do esperado pelo canal.

Contudo, a decisão é bastante controversa, já que a finale de Almost Human marcou 1.5 de rating, o mesmo que The Following, que encerrou sua trama ontem e já está renovada para uma terceira temporada.

Assim, a decisão da Fox também passaria pela confiança que a emissora tem de que Gotham, The Red Band Society e Empire, pilotos produzidos para a emissora, serão selecionados e farão boas temporadas de estreias.

Com informações do TVLine e do Deadline.

A&E encomenda ‘The Returned’, a versão americana de ‘Les Revenants’

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O A&E Network deu a luz verde para dez episódios da sua nova série original de drama: The Returned. 

A série é baseada na vencedora do Emmy Les Revenants. The Returned centra-se em uma pequena cidade que é virada de cabeça para baixo quando várias pessoas locais, que têm sido presumidas mortas, de repente reaparecem, trazendo consigo consequências positivas e negativas.

A série será roteirizada por Carlton Cuse (Bates Motel) e Raelle Tucker (True Blood). Os dois foram elogiados por David Mckillop, Gerente-Geral e Vice-Presidente Executivo do A&E Network: “The Returned tem potencial para ser uma das séries de drama mais convincentes na TV a cabo, graças aos roteiros fenomenais escritos por Carlton e Raelle. Estamos ansiosos para ver a sua visão ganhar vida na tela”.

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Thom Beers, CEO da FremantleMedia North America, destacou ainda o destaque que Les Revenants teve ao redor do mundo, o que aumenta as expectativas para The Returned: “Les Revenants tem provado ser um sucesso comercial e de crítica em todo o mundo e nós não poderíamos estar mais animado com a parceria com A&E para essa adaptação. Carlton e Raelle, as forças criativas por trás de séries de fantasia como LostTrue Blood, são a combinação perfeita para trazer este drama familiar complicado e provocante para o público dos Estados Unidos”.

A produção da temporada inicial, que terá 10 episódios, começa no verão do hemisfério norte.

Vale lembrar que a emissora ABC conta em sua grade com Ressurection, uma série dramática com uma premissa bastante parecida, e que vale a conferida.

Com informações do Spoiler TV.

‘Duck Dynasty’ retorna ao A&E

Data/Hora 29/04/2014, 13:12. Autor
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As aventuras cotidianas de Ducky Dynasty cativaram espectadores nos Estados Unidos, onde a série se tornou um fenômeno, e na América Latina desde que o reality estreou. Agora estão de volta à tela do A&E para mais aventuras. Entre outras excentricidades, os Robertson chamam a atenção pelos trajes camuflados que usam para caçar, pelas barbas enormes cultivadas há anos, por seu senso de humor muito particular e por seu amor incondicional pela família, além da simplicidade de sempre, apesar da fortuna acumulada.

Donos da Duck Commander, baseada em West Monroe, Luisiana, os reis dos patos triunfaram graças a seu negócio de apitos para caça de patos. Com seu jeito espontâneo de falar o que pensam, bem ao modo sulista, Phil, Si, Jase, Willie e Jep ganharam o mundo nas telas do A&E.

Willie, Phil, Jase, Miss Kay , Korie e Si Robertson voltam ao A&E no dia 7 de maio, a partir das 22h30, com o episódio O Little Town of West Monroe.

Com informações cedidas pelo A&E.

The Following – Silence

Data/Hora 29/04/2014, 12:00. Autor
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“Robert: – O que você acha que a morte é?

Emma: – Silêncio.”

O público ainda nem conseguiu acreditar na morte de Lilly e Emma também entra para a lista de possíveis mortes ainda suspeitas em The Following. Enquanto isso, Mike, Ryan e Max se safaram (por enquanto) de responder mais questionamentos sobre o que aconteceu quando Lilly foi morta. Possivelmente, na sequência, o FBI descubra que as circunstâncias podem ter sido bem diferentes das apresentadas pelo trio. Mesmo assim, por enquanto a única coisa que importa é matar Joe Carroll.

Para isso, uma das armas que tem funcionado bem é a relação entre Carroll e Hardy. A proximidade de Ryan afeta Joe, assim como a possibilidade de Claire estar viva mexeu muito com ele. No entanto, dessa vez não foi somente Carroll que se sentiu incomodado, Emma ficou furiosa com a possibilidade de Claire ainda ter algum poder sobre ele. Claro que Joe, ao perceber isso, fez o teatro dele muito bem feito e conseguiu garantir que Emma seguisse ao seu lado.

The Following 2x14 Emma

Mesmo assim, toda a contrariedade de Emma veio à tona quando ela e Robert encontraram Claire sozinha e sem nenhuma proteção. Emma viu ali uma oportunidade de acabar definitivamente com a sua maior rival, mas acabou sozinha, na fria neve do Condado de Ware. Emma perder a cabeça e a concentração a ponto de ser pega por Claire até era esperado. Claire dar uma de sem noção e fugir do FBI e ir sozinha ao encontro de Joe também não seria novidade. O que surpreendeu foi a chegada dos gêmeos Mark e Luke no local. Sedentos por vingança, os dois irmãos ganharam um ótimo trunfo nas mãos, tanto para ameaçar Carroll, quanto Ryan. Como disse o próprio Luke: “Essa é a reviravolta que eu não imaginava”. É, nem a gente Luke.

A emoção e a raiva fazem as pessoas cometerem erros estúpidos e em Silence vários personagens resolveram se deixar levar pelos sentimentos e tiveram finais trágicos. Além de Mike não ter conseguido não matar Lily a sangue frio em The Reaping, Emma deixou-se ser “morta” por Claire, que por sua vez foi pega por Mark e Luke. O pastor sensacionalista e ganancioso Kingston Tanner não ouviu as recomendações de Ryan e também acabou morto. Já Ângela, apesar da estupidez de colocar fogo em si mesma louvando Joe, parece ter boas chances de sobreviver.

The Following 2x14 Tanner

Enquanto isso o show maior de Joe era muito bem organizado. Fora Ryan e Mike que conseguiram entrar na igreja antes que as janelas e portas fossem trancadas com explosivos, o resto da polícia, SWAT e FBI ficaram do lado de fora sem muitas ferramentas para entrar e não arriscar a vida de inúmeros inocentes. Claro que Ryan e Mike também acabaram fazendo parte do espetáculo de Carroll, que teve como ponto principal, até agora, o confronto entre um pai e um filho.

Com tanta brutalidade e frieza que ocorre em The Following, a situação em que Carroll colocou Kingston Tanner e seu filho já era de se esperar, bem como a reação do pastor. Mesmo sendo ganancioso, Kingston preferiu se matar do que ser obrigado a assassinar Preston ou fazer seu filho ter que matá-lo. No entanto, mesmo com o sacrifício do pai Preston ainda não está a salvo. E quem está a salvo em The Following? Depois de um baita cliffhanger… que venha a season finale.

“Eu sou Joe Carroll e eu vou liderar a missa de vocês a partir de agora…”

Primeiras Impressões – Black Box

Data/Hora 29/04/2014, 10:39. Autor
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Uma famosa neurologista, cujos métodos de tratamento são inovadores, esconde de seus pares que ela própria passa por problemas, ocasionados pelo Transtorno Bipolar. É esse o plot principal de Black Box.

A série é protagonizada pela belíssima Kelly Reilly, que fez um trabalho excepcional no episódio piloto. Aliás, o principal trunfo de Black Box é tratar a bipolaridade de forma não estereotipada. E ter conseguido isso passa, sem dúvida, pela entrega de Reilly à Dra. Black. A protagonista da série é uma personagem bem construída, complexa, e que nos causa reações antagônicas já nesse episódio piloto. Se por um lado é impossível não se irritar com sua impulsividade e inconsequência, por outro é impossível não adorar sua preocupação, sua delicadeza com os pacientes e não torcer para que tudo dê certo para ela.

Outro trunfo de Black Box foi colocar “todas” as cartas na mesa nesse primeiro episódio, no que toca à Catherine, enquanto que reserva para os episódios seguintes as revelações sobre os demais personagens. A estratégia é válida, já que mais do que nos apresentar à médica, nos conta seus porquês, suas angústias e suas aspirações. Empatizamos com ela, de forma inevitável. E se ainda não deu para perceber muito bem como o resto da série funcionará (os dois casos médicos do episódio foram apenas medianos), essa empatia com Catherine que nos fará voltar para o segundo episódio.

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A forma que a série foi filmada, tratando de forma diferente e mais fluida as cenas nas quais Catherine está em surto, também merece elogios. Ficou fácil de embarcar nas sensações da protagonista. A angústia chegou a ficar palpável em alguns pedaços do episódio.

David Ajala, que interpreta Will, segurou bem as pontas atuando ao lado de Kelly. Mas não consegui torcer pelo casal, o que é um pouco grave, já que eles parecem ser o “casal a ser shippado”, na série. O detestável Dr. Bickman, de Ditch Davey, parece ser o antagonista. Mas é igualmente impossível torcer para que Catherine acabe nos braços do detestável doutor. A torcida pela Dra. Black é grande, mas passa longe da área amorosa da sua vida.

Mais interessante foi ver a interação de Catherine com sua psicóloga, interpretada pela ótima Vanessa Redgrave, que construiu muito bem sua Helen Hartramph. Sem contar que me apaixonei por Josh e Esme (aliás, bom trabalho de Siobhan Williams), e Laura Fraser foi competente em me fazer odiar sua mesquinha Regan.

O que mais preocupa, em relação à Black Box é, portanto, não sua trama, que tem potencial para evoluir bem. É sua audiência, que já começou baixa (6.87 milhões). A responsabilidade de substituir bem Scandal na grade da ABC é gigantesca, e com a tendência da audiência de cair, talvez não possamos ver nem os 13 episódios programados para a primeira temporada da série.

Isso seria uma pena, já que poucas vezes se viu a bipolaridade retratada com tanta precisão e competência na televisão.

The Voice – Live Show 1 e Resultados

Data/Hora 29/04/2014, 10:01. Autor
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E finalmente chegamos aos programas ao vivo. Infelizmente aqui no Brasil estamos uma semana atrasado, e inevitavelmente já assistimos o programa sabendo quem será eliminado. Isso por um lado é bom, já que não nos apegamos à apresentação. Mas por outro é ruim, pois se ela for muito boa, saberemos que será uma injustiça.

Dois pontos chamaram muito minha atenção, fazendo um paralelo a temporada passada: estou pegando uma implicância com a Shakira, o contrário aconteceu com a Christina Aguilera, que passei a respeitar como artista e principalmente como técnica. Talvez minha implicância tenha relação com uma falha técnica muito grave, com uma das participantes já previamente prejudicadas pela produção do programa.

Não assisti a primeira temporada da colombiana como técnica, mas nessa ela só tem tomado decisões erradas, tanto na escolha dos participantes como das músicas. Ela eliminou muita gente boa e tinha tudo para montar um super time. Mas saber cantar todos que estão ali sabem, e fazem muito bem. Porém tá faltando liga e conexão com o público de cada candidato. Tudo isso teve reflexo direto nos primeiros resultados do grande público, quando duas participantes do seu time ficaram na berlinda. Sem contar que pegou muito mal pra ela dublar seu mais novo single, Empire, que ela apresentou no programa de resultados. Errou feio, errou rude Shakira!

Shakira

Depois de tanto reclamar, finalmente consegui me despir da minha implicância contra Bria e Christina. Mas continuo achando que as duas estão dividindo o mesmo público. Outra coisa que me incomodou foi o figurino de quase todos os participantes, principalmente o da Sisuandra, da Audra e o dos técnicos.

Apresentações

Abrindo o programa tivemos Bria Kelly (Team Usher) cantando o uber sucesso de Adele, Rolling in the Deep. Uma música muito arriscada, já que é conhecida por todo mundo, e fiquei incomodado com isso, uma vez que a versão original é única. Mas, felizmente, Kelly me surpreendeu e apresentou uma versão original, com uma pegada rock’nroll, que nem de longe lembrava a entoada por Adele. Um risco que deu muito certo e com certeza ganhou muitos pontos com o público de casa. Minha única reclamação é sobre a insistência dela em levar aquela guitarra para o palco se ela não a toca! Diferentemente da semana passada, embarquei na música e deixei isso pra lá, porém espero que o Usher perceba isso e conserte pra próxima apresentação.

Na sequência tivemos DelvinChoice (Team Adam) cantando UnchainedMelody, do Alex North. Não reconheci a música até ele cantar os primeiros versos. Essa música é mundialmente conhecida por ter feito parte da trilha sonora do filme Ghost e pela versão da cantora country LeAnn Rimes. Sabemos que Delvin canta muito bem, mas achei ele meio desconectado da música. Sobrou talento, mas faltou emoção.

Just Give Me a Reason, da Pink, foi a música cantada por Dani Moz (Team Shakira). Como foi comentado pelos jurados, é uma música muito difícil, já que não deixa muito espaço para o cantor respirar. Gostei da apresentação de Moz, mas nessa altura do programa ainda estava pensando em Bria Kelly, o que não deve ser uma coisa muito boa…

AudraMcLaughlin (Team Blake) cantou, como o próprio Carlson falou, um clássico nunca antes apresentado no The Voice, Angel of the Morning, da Juice Newton. Ela é a que eu menos gosto do time do Blake, mas é uma questão de gosto pessoal. Sem contar que, como disse no início do texto, ela foi muito prejudicada pelo seu figurino, muito feio. Assim como o Delvin, muito talento, mas pouca emoção. A sorte de Audra, e de todos os outros participantes do estilo country, é que eles têm um apelo muito grande lá fora e são completamente diferentes um dos outros, logo não competem entre si. Com certeza vai longe na competição.

Audra

Depois de tantos clássicos, T.J. Wilkins (Team Usher) cantou Waitingonthe World to Change, do John Mayer. Ok, a música não é tão atual assim – é de 2006 – mas foi bom ver T.J se arriscando e colocando sua marca registrada nessa música. Você simplesmente esquece da versão original e embarca totalmente na sua performance. Presença de palco, afinação, tudo perfeito.

Quando descobri que Christina Grimmie (Team Adam) iria cantar Dark Horse, da Katy Perry, eu fiquei assustado. Essa música está bombando atualmente e acreditava que ela não teria como mostrar seu talento, já que Perry é uma excelente show woman, mas sabemos das suas dificuldades vocais. Mas, pela segunda vez em um curtíssimo espaço de tempo, fui surpreendido e esqueci que estava vendo um programa de talentos. O Adam definiu muito bem: parecia que estávamos vendo sua apresentação no VMA. A versão ficou SENSACIONAL, os vocais estavam ESPETACULARES. E ela só tem 20 anos – com uma carinha de 12!

E quando a gente achou que não poderia ficar melhor, Sisaundra Lewis (Team Blake) toma o centro do palco e, contidamente, canta Don’t Let the Sun Go Down on Me, do Sir. Elton John. Pela primeira vez na competição ela mostrou vocais suaves, mas sem deixar de lado sua marca registrada. Foi simplesmente lindo, mesmo vestida com uma capa de sofá bem brega. Vamos combinar que ela estava muito mais bem produzida durante os ensaios. Estou gostando muito do rumo que Blake está dando para Sisaundra, eles estão fazendo uma dupla inesperadamente boa.

Sisuandra

Kristen Merlin (Team Shakira) definitivamente precisa de um pouco de sorte. Depois de ser esquecida pela produção nas batalhas e arrasar nos playoffs, no meio da sua apresentação o microfone parou de funcionar. Infelizmente ninguém vai lembra do que ela estava cantando – Stay, do Sugarland – e que estava muito bom. Vamos lembrar da sua coragem de continuar cantando, até um produtor programa aparecer e arrancar o microfone de sua mão e entregar outro (foi impressão minha ou ele foi extremamente grosseiro). É Merlin, tá fácil pra você não…

Kristen

E, mais uma vez, quando a gente achava que não podia ficar melhor, KatPerkins (Team Adam) chega com uma voadora e ARRASA com Magic Man, do Heart. Assim como Grimmie, achei que estava vendo um show exclusivo de Perkins. Foi muito bom ver a sua interação com a plateia, com os roqueiros que apareceram durante a apresentação. E que voz! Ela vem num crescente nessas últimas três semanas, impressionante! Fiquei com a música na cabeça, e isso definitivamente é uma coisa boa.

O último artista do time do Blake, JakeWorthington, se apresentou ao som de Anymore, do Travis Tritt. Um clássico da música country pouco conhecido da galera. Assim como Bria, qual foi a necessidade de Jake estar com aquele violão? Mas quem se importa, o cara manda muito, contagia a galera, impossível não gostar dele, mesmo não conhecendo pessoalmente. E dessa vez além da presença, seus vocais estavam impressionantes! Acho que o fato dele ter ficado parado a apresentação toda contribuiu para ter fôlego para continuar.

Tess Boyer (Team Shakira) foi a penúltima a subir no palco. A música escolhida foi I’ll Be There for You, do Bon Jovi. Acho que ela foi a única não trolada pelos figurinistas, pois estava linda. E ela canta muito bem, mas não curti muito a apresentação. Acho que depois de Bria, Christina, Sisaundra e Kat, fica difícil competir.

E por fim, Josh Kaufman (Team Usher) encerra pela segunda vez consecutiva o programa. Se o melhor sempre fica para o final, isso aconteceu de novo. A música escolhida foi a atual, porém desconhecida, Stay with Me, do britânico Sam Smith. O que dizer de Josh? E da produção? Sem palavras, foi tudo muito lindo e de bom gosto e sem falar na voz desse cara! Foi tudo incrível, mas tenho um pouco de medo de quem começa assim lá em cima, pois é difícil se manter no topo durante tanto tempo, vide Matthew Schuler, do time da Christina Aguilera, na temporada passada. Todos achando que ele estaria na final, representando seu time, mas acabou sendo eliminado e a até então desconhecida Jacquie Lee foi surpreendendo a todos, semana após semana, e chegou na final.

Josh

Resultados

O artista que tivesse uma música no top 10 do iTunes, ao final da votação, teria o número de downloads multiplicado por 5 e convertido em votos. Quem escolheu músicas mais atuais ou muito conhecidas, corre o risco do pessoal de casa não querer pagar para ter a mesma música em outra versão, a não ser que tenha sido muito boa. Isso pode prejudicar os candidatos, que mesmo tendo ido muito bem, ficam com menos votos por causa dessa regra.

Para começar o programa tivemos uma apresentação de Adam e seu time cantando Sledgehammer, do Peter Gabriel. Logo depois os primeiros resultados, com Josh contemplado pelo bônus do iTunes, e seguido por Kat.

Depois foi um festival do grupo entrar em sair do palco, intercalando com a apresentação de gosto duvidoso da Shakira e de Blake e seu time cantando a animada Put Some Drive In Your Country, do Travis Tritt (o Blake gosta mesmo desse cara, segunda música dele nessa semana). E aos poucos o top 10 foi sendo revelado: Kristen, Audra, Delvin, Jake, Bria, Christina e Sisuandra, deixando T.J, Dani e Tess como os menos votados.

E diferente da temporada passada, os menos votados tiveram a oportunidade de cantar mais uma vez, lutando pela possibilidade de continuar no programa por causa do InstantSave (via Twitter). T.J cantou, I’ll Be, do Edwin McCain. Dani foi de Adele, com Turning Tables. E Tess cantou Dark Side, da Kelly Clarkson, e acabou sendo salva pelo público.

Top 3

Achei injusta a eliminação do T.J: ele realmente era muito bom. Dani teve um grande momento – no playoff­– mas depois se perdeu novamente. Achei muito estranho ela cantar a música da Adele com um sorriso nos lábios, quando na verdade a música é extremamente triste. E Tess só confirmou que tem um grande apelo popular. E não que ela seja ruim, mas vocalmente preferia o T.J.

Não gostei dessa “novidade”, deles terem que cantar para continuar no programa e senti falta de uma apresentação de todos do top 12. E o engraçado é que os únicos técnicos a se apresentarem com seus times foram os que mantiveram todo os seus candidatos: Blake e Adam. Usher perdeu um grande cantor, mas ainda tem dois muito fortes e um possível ganhador, Josh. E Shakira tem que apostar todas as suas fichas em Kristen, que a é única que pode mantê-la no programa.

Agora não tem jeito, estamos nas mãos dos americanos. E como saem dois por semana e todos são muito bons, algum seu favorito vai acabar deixando o programa. O que nos resta é torcer, silenciosamente. Até semana que vem!

Ps1: Pelas minhas andanças pela internet, descobri que T.J esteve em um programa chamado High School Musical: Get in the Picture, onde o vencedor gravaria a música dos créditos do filme High School Musical 3: SeniorYear. Achei esse prêmio justo, #SQN! Então, T.J ficou em sexto lugar. Mas o mais engraçado é que James Wolpert – do time do Adam na temporada passada – também esteve nesse programa (o que eu não consigo imaginar) e terminou em quinto! Olha imagem dos dois aí em baixo.

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Ps2: Shakira estava impossível nos comentários, prolixa e interrompendo e cortando todo mundo. Sem contar que falou sem ser chamada. Achei que o Adam ficou meio revoltado com ela em um determinado momento.

Confira a primeira imagem de Patricia Arquette no novo spin-off de ‘CSI’

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A CBS divulgou a primeira imagem da atriz Patricia Arquette no spin-off (ainda sem nome oficial) da série CSI. Como foi anunciado em março, a nova série será centrada em crimes cibernéticos.

NOTÍCIAS | CBS renova 18 atrações: CSI, The Good Wife e Two and a Half Men estão na lista

Arquette irá interpretar Avery Ryan, uma agente especial encarregada da Divisão de Crimes Cibernéticos do FBI, em Quantico. Sua missão será investigar crimes complexos que tiveram origem no mundo online e acabaram se expandindo e tendo consequências no mundo real.

Kitty

Ao contrário de muitas novas séries, e seguindo o esquema de muitos spin-offs, CSI Cyber (nome pelo qual foi apelidado) terá um episódio integrado da sua série-mãe, que irá ao ar no próximo dia 30 de abril. CSI está na sua décima quarta temporada e já foi renovada para mais um ano, sendo o grande sucesso da CBS.

NOTÍCIAS | Patricia Arquette vai estrelar spin-off de ‘CSI’

O episódio irá marcar o retorno da atriz como protagonista, após o seu término no seriado Medium, em 2011. Ela também fez algumas participações especiais em  Law & Order, Boardwalk Empire e na própria CSI.

O roteiro da nova série está sob os cuidados de Carol Mendelsohn (CSI: NY), Anthony E. Zuiker (Cybergeddon) e Ann Donahue (Murder One), todos os veteranos de longa data em CSI.

Com informações da Entertainment Weekly.

Destaques na TV – terça, 29/04

Data/Hora 29/04/2014, 07:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação de TV nesta terça-feira.

A série Sleepy Hollow chega ao seu episódio final da temporada. No último episódio, Bad Blood, a batalha entre o bem e o mal chega a um ponto explosivo. Sacrifícios precisam ser feitos, mundos estão em colisão, lealdades são testadas e a cidade de Sleepy Hollow nunca mais será a mesma.

No episódio final de temporada de Mom, Christy e Bonnie ajudam Violet no trabalho de parto. Enquanto isso, Christy está convencida de que Bonnie ainda tem sentimentos por Alvin.

The Blacklist retorna com episódio inédito, os irmãos Pavlovich são especialistas em raptos de alvos de alto valor e,de acordo com o Red,eles estão planejando seu próximo ataque. Enquanto a equipe tenta proteger o próximo alvo, Red tem um trabalho pessoal para encomendar aos Pavlovich.

E a minissérie Klondike chega ao seu episódio final também esta noite.

Confira os demais destaques de hoje.

COMEDY CENTRAL
Workaholics – 20h30 (ep 3×02)

HBO
Vice – 21h30 (ep 2×02)

GNT
Motive – 22h30 (ep 1×04)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30 – Reprise

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30 (exibição de segunda a sexta)

DISCOVERY
Klondike – 23h10 (ep 1×06) SERIES FINALE

GLOBO
Tapas & Beijos – 22h35 – 4ª temporada
Pé na Cova – 23h20 – 3ª temporada

FOX
Sleepy Hollow – 22h30 (ep 1×13) – Leia a reviewSEASON FINALE

SONY
The Blacklist – 21 h (ep 1×19) – Leia a review

RECORD
Grimm – 23h15 (ep 1×06)
Engana-me se Puder – 00h15 (ep 2×15)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22 h Reprise
Law & Order : SVU – 23 h Reprise

WARNER
The Big Bang Theory – 20 h (ep 7×20)
Mom – 20h30 (ep 1×22) SEASON FINALE

AXN
NCIS – 22 h (ep 11×20)

CINEMAX
Strike Back – 20 h (ep 1×02)
Revolution – 21 h Reprise

MTV
The Vampire Diaries – 15 h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)

VIVA
Malhação – 13 h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0 h (de segunda a sábado)

Quais são as suas séries para hoje?

‘The Red Road’ é renovada pelo canal SundanceTV

Data/Hora 28/04/2014, 21:40. Autor
Categorias Notícias

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A emissora SundanceTV renovou hoje The Red Road, a sua segunda série original, para uma segunda temporada. O seriado chegou aqui no Brasil na semana passada pela SKY, onde os episódios serão disponibilizados gradualmente para assinantes.

PREVIEW | Primeiras Impressões – The Red Road

“É um programa sobre o que acontece quando você tenta enterrar a verdade, e o impacto devastador que isso causa. Estamos orgulhosos deste elenco tremendamente talentoso, e mal posso esperar para ver o que o criador Aaron Guzikowski tem de história para a segunda temporada”, disse Sarah Barnett, presidente do canal.

The Red Road, que foi ao ar entre fevereiro e abril deste ano, é um thriller dramático que gira em torno de um xerife (Martin Henderson de Off the Map) lutando para manter sua família unida, enquanto patrulha duas comunidades conflitantes: a pequena cidade onde ele cresceu nos arredores de Nova York, e as Montanhas Ramapo – lar de uma tribo americana nativa não reconhecida federalmente.

Uma tragédia terrível divide ainda mais esses mundos e uma aliança é forjada entre o policial e um perigoso membro da tribo (Jason Momoa, de Game of Thrones). A medida que cada um dos dois homens encontram-se cada vez mais comprometido pelo outro, os fantasmas emocionais de seus passados coletivos começam a surgir, a vida de ambos é rapidamente desvendada, levando à consequências terríveis.

Julianne Nicholson (Boardwalk Empire) e Tamara Tunie (The Good Wife) são as protagonistas, enquanto o roteiro fica com Aaron Guzikowski (Prisoners). Já a produção executiva fica a cargo de Sarah Condon (Looking).

A série recebeu uma ordem de seis episódios para a sua segunda temporada com a previsão de exibição para 2015. As filmagens começarão no final do ano, na Georgia.

Com informações do Deadline, The Hollywood Reporter e do Variety.

Agents of S.H.I.E.L.D. – Providence e The Only Light in the Darkness

Data/Hora 28/04/2014, 18:58. Autor
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Fazendo um saldo da temporada pouco antes do seu trecho final, podemos ver que Marvel conseguiu se firmar muito bem. O maior problema da série hoje é a audiência e o risco de cancelamento, mas em qualidade a série está muito melhor do que quando começou, curiosamente quando sua audiência era muito alta.

Em uma sociedade imediatista como a atual, o maior erro foi começar devagar. Se os plots, as traições e outras tramas tivessem surgido desde o início, tenho certeza que a série seguiria com a audiência elevadíssima. Mas o show teve seu tempo. Tempo de amadurecer seus personagens, de criar os elos e de contar sua história, até para que o impacto da traição tivesse ainda maior importância.

E a traição doeu. Apesar de já ter sido revelada no episódio anterior, Turn, Turn, Turn, é nesses dois últimos episódios que lidamos com as consequências disso.

Em Providence, Garret e Ward, assumindo a posição clássica dos vilões, me lembrando a máxima do Star Wars, sempre onde há um lorde Sith, há um aprendiz. E Ward realmente é filiado da HIDRA, aprendiz do Clarividente. Clarividente que abandonou de vez sua alcunha, afinal ele não tem quaisquer poderes nesse sentido, o que inclusive indignou Raina, mas falaremos mais sobre isso adiante.

Vimos, portanto, um de preparação, ditando o novo rumo da série, afinal a série é Agents of SHIELD e a SHIELD praticamente não existe mais.

O episódio focou no Team Coulson, lidando com toda a problemática da SHIELD ter sido tomada pela HIDRA. As repercussões e os sofrimentos dos personagens e a união do agente Tripplet no Team Coulson. Nada mais óbvio, com a saída de Ward, traidor-nazista-asqueroso -maldito, a equipe vai precisar de um novo especialista, e Tripplet, sem Garret de mentor, vai se aliar a Coulson.

E o time fugiu da sede da SHIELD, que foi ameaçada ser inspecionada pelo governo, com a aparição de Adrian Pasdar, interpretando o Coronel Glenn Talbot. De pronto sabia que conhecia o rosto, mas não reconheci de onde conhecia o ator, mas depois pesquisei e encontrei que ele foi o intérprete de Nathan Petrelli em Heroes. Sendo um ator um pouco mais conhecido, acredito que possa participar de um arco da série e não apenas uma aparição.

Enfim, voltando ao time de Coulson, fugindo do Coronel, eles se deparam com uma pista de Nick Fury na insignia da SHIELD do agente Coulson. O time logo resolve persegui-la e chegam a uma ‘safe house’ da SHIELD, montada pelo diretor desaparecido Nick Fury.

Enquanto isso, Ward e Garrett traçam planos de ir além na sua traição e a hora era perfeita, com uma SHIELD fragilizada e sem conhecimento do status de Ward. E foi usando disso que os dois foram tomar a “Geladeira”. Lá, evidente, soltaram Raina “Flowers”, pegaram o 0-8-4 que o team Coulson achou no Peru, uma arma fortíssima, recuperaram o Gravitonium, e ainda soltaram Ian Quinn, o quase assassino de Skye. Além de terem soltado outros vilões que agora vão permear o universo da série.

E aqui para mim foi o pulo do gato. A série finalmente vai nos jogar de cabeça em todo seu potencial. Finalmente nos colocou frente a frente com o vilão principal, um vilão que antes era um mocinho e amigo do personagem principal. Pior, pegou o outro mocinho e fez de vilão coadjuvante. Como se não bastasse, investiu e ampliou sua mitologia, e integrou ainda mais a série com os filmes.

Pena que Joss Whedon planejou a série como fez com sua Buffy, Firefly, Angel e outras, nas quais a coisa só esquenta depois das cartas estarem na mesa e hoje as pessoas não têm mais paciência de acompanharem a história e o amadurecimento da série. Então, infelizmente para SHIELD essa melhora e afirmação pode ter sido tarde demais.

Apesar disso, no episódio da sequência – para mim o melhor da série até agora – vimos de perto o que eu acredito ser o único defeito da série: Brett Dalton.

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Sempre achei o intérprete de Ward limitado, em alguns momentos prejudica a trama da série pelo seu papel traidor. Apesar disso, Clark Gregg (Coulson), Ming-Na Wen (Melinda May) e, quem diria, Chloe Bennet (Skye) seguraram o episódio.

Ward volta a se reencontrar com o team Coulson para tentar recuperar a senha do drive de Skye com todas as descobertas do team Coulson sobre o soro e afins, o que vai propiciar à Centopéia evoluir com seu projeto de super soldados. Mas o retorno não deu muito certo e Ward quase foi pego no super detector de mentiras do agente Koenig, que era o segurança da ‘safe house’. Era, já que Ward elimina o moço no final.

Aqui cabe ressaltar um erro da série, pois o agente perguntou a Ward, preso no super detector de mentiras, se ele era filiado da Hidra e Ward não respondeu, deu uma resposta sobre outra pergunta e ficou tudo por isso mesmo. Apesar disso e da interpretação de Brett, que peca nos momentos chaves para elevar a trama a um patamar maior, o choro de Skye quando reencontra Ward e logo após descobre que ele é um traidor-nojento-assassino-desgraçado, foi tocante. Pior, Skye se viu sozinha em uma base isolada, sem contato com ninguém para socorrê-la, para comunicar a situação ou da traição de Ward.

O sofrimento de May ao abandonar AC e seguir seu próprio caminho, depois de ser distratada diversas vezes pelo agente. E, ao que parece, vai caber a May agora desenrolar as pontas soltas da série. Ela vai atrás de sua mãe, agente de uma agência governamental, para localizar uma tal ‘Maria’. Aqui fica evidente que é Maria Hill, a braço direito de Fury, o que já se confirmou pelo anúncio da participação de Cobie Smulders na série. Resta saber se será apenas um episódio ou um arco, tendo em vista que com o fim de HIMYM, a atriz está livre para participar mais da série. Melhor, ao que tudo indica, esse desatar de nós levará May até o diretor “falecido” Nick Fury e teremos mais uma participação de Samuel L. Jackson, dessa vez espero mais longa.

E, por fim, o ponto alto da série: após a visita de Garret e Ward à geladeira, tivemos a aparição de Marcus Daniels dando vida ao vilão ‘Blackout’, que havia sido capturado por Coulson e que possui um super poder de absorver energia. O moço é aficionado por Audrey Nathan (Amy Acker), violoncelista, que vem a ser exatamente a mulher pela qual Coulson revelou ser apaixonado e ter vivido uma grande paixão.

Claro, no fim ele salvou a moça, mas manteve sua distância e ainda não revelou que não está realmente morto. Apesar disso ver o sofrimento da moça, interpretada por Acker, ótima atriz que participa de Person of Interest, foi um dos pontos altos do episódio. Além disso, o sofrimento de AC, por ter que manter a distância foi palpável. Tanto que ele resolveu perdoar May por ter guardado segredo, afinal ele guarda um muito maior de quem ama, sem ter recebido ordem para tanto!

Mas espero que Audrey retorne para novos episódios e que finalmente AC reencontre o amor ao lado dela. E espero, também, que o team Coulson, quando retornar para a base secreta e encontrar o corpo de Koening, não desconfie da desaparecida May, mas sim de Ward e as coisas andem ainda mais quentes até o final da temporada!

Grey’s Anatomy – Change of Heart

Data/Hora 28/04/2014, 17:26. Autor
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Eu estou aqui fazendo a mea culpa. O que nos foi apresentado no último episódio de Grey’s Anatomy foi a coisa mais óbvia da história da série. E eu não vi isso vindo. E confesso: só não achei a saída escolhida por Shonda Rhimes péssima porque ela é… ÓBVIA!

Como não pensei nisso antes? Era evidente que com a Fundação Avery no comando do GSMH, inclusive como acionista majoritária, um médico do hospital não poderia levar o prêmio. Mas isso me revolta profundamente.

Primeiro porque COME ON, é a Cristina Yang, a comunidade médica inteira estava esperando a vitória dela. Logo, ninguém suspeitaria de favoritismo. Inclusive, ELA TINHA TODOS OS VOTOS (ah, Shonda, você é mesmo uma vadia sádica). E mais: nenhum médico do GSMH pode ganhar? Pois então não permitam a indicação. E nem me venham com a ladainha de que “ser indicado é uma honra”.

Mais revoltada do que eu, só a Meredith. Quão fofa foi ver ela preocupada com a Yang e defendendo a honra da amiga com unhas e dentes? Fofíssimo. Me desespera saber que só teremos mais 3 episódios dessa interação.

Além de Mer não ter superado a perda do prêmio de Yang, Weber também não deixou barato. No início até achei feio ele ir questionar a mama Avery. Mas no final das contas eu estava com sangue nos olhos, e achei que foi pouco. Ela não deveria ter agido como agiu. Negócios são negócios, é claro. Mas foi meio cruel com a Yang, especialmente por ela ser toda convencida e ter tido certeza de que ganharia.

E o dia da Yang, que começou mal, só piorou. A gente sabia que não ia dar coisa boa a trama das 3 crianças doentes, mas quebrou meu coração a escolha da Yang. Sei que ela escolheu certo, mas fiquei como a mãe da galerinha, me perguntando “como você pode escolher”? Enfim, só más notícias no dia de Cristina, que salvou uma das irmãs enquanto a outra morria. E para coroar, Owen, em uma tentativa de tirar a ex-peguete da apatia, ainda colocou a cereja no topo do bolo.

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É claro que Yang não reagiria bem. É claro que a Yang vai querer passar longe do GSMH. E mais: se a informação vazar pra galera, Derek, Meredith, Callie e Bailey são outros que vão começar a arrumar as malas. Quero só ver como eles contornarão isso, já que não tem os bilhões necessários para afastar os Avery do hospital.

Aliás, por falar em malas, Karev anunciou sua partida. Talvez eu esteja em negação, mas não consigo acreditar que ele deixará o hospital. Por outro lado, assim como Robbins, quero ver nosso crianção bem e amadurecido. E para isso, talvez, seja necessário deixa-lo ir. Vamos ver como a trama de Alex será conduzida nesses três episódios. E se ele realmente for embora, espero que ainda tenhamos muitos momentos fofos e bacanas entre ele e a Arizona, assim como tivemos nesse episódio.

E a Bailey? A vontade de vencer na vida é tão grande que ela vai fazer o procedimento do vírus HVI sem o consentimento dos pais do garoto? Nooooossa. Prevejo momentos de tensão, e torço pra que dê certo o procedimento, pelo menos. Porque se o garotinho morrer, adeus pra carreira da Miranda.

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Duas coisas me frustraram de verdade no episódio. Uma foi a forma como Amelia foi inserida. Acho que uma crise “quero casar mas não sei se aguento a vida familiar” não foi a melhor forma de trazer ela pra série. Espero que ela ganhe histórias melhores nos episódios que ainda participar, e que ela fique para a próxima temporada, afinal o personagem é bem bacana.

A outra foi o plot Japril. SÉRIO, SHONDA? “Não estamos discutindo um filho fictício, então toda essa droga tem algum sentido”. Não. Apenas não. O plot deles é chato mesmo e sempre será, com filho ou sem filho. Por favor, ABC, anuncie que os dois resolveram criar o filho na fazenda dos pais de Kepner e livrem-nos dessa storyline idiota. Obrigada.

Nessa quinta-feira, outro reencontro nos espera. E a despedida final se aproxima. Infelizmente.

P.S.1: tentei escrever algo sobre os residentes. Mas só lembrei da Jo suja de sangue. Foi mal.

p.S.2: e no meio do caos, é hora de reavaliar as bolsas de pesquisa. Sério?

The Blacklist – The Pavlovich Brothers

Data/Hora 28/04/2014, 16:45. Autor
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Oi, pessoas. Fiquei devendo uma review pra vocês, de Milton Bobbit, e nem percebi. Só quando fui assistir The Pavlovich Brothers que percebi que faltava algo, e aí já era muito tarde para falar do episódio anterior (que teve um caso BEM bacana e diferente, com destaque para o Ressler, mais uma vez <3).

O grande trunfo de Milton Bobbit foi aprofundar Lizzie nas investigações sobre Tom e suas reais intenções com ela. E claro que isso envolveu Red e Dembe, porque cega pelo ódio e um pouco confusa, Elizabeth foi menos inteligente do que de costume (e olha, ela sempre precisa que Red desenhe pra ela).

E essa trama se intensificou em The Pavlovich Brothers. Mias uma vez, Lizzie pouco participou das investigações principais do FBI, limitando-se a passar dicas pontuais de Red para Ressler, apenas para justificar o seu afastamento.

Mas engana-se quem pensa que as investigações e a busca por Tom não se cruzaram. Pelo contrário: os irmãos Pavlovich foram inclusive utilizados por Red para extrair Tom de seu esconderijo. As cenas de ação e tiroteio foram bem bacanas, como de costume. E pena que uma bala não se alojou no crânio de Tom, porque é claro que na sequência ele deu uma confundida nas nossas mentes mais uma vez.

Lizzie é muito panaca, não? Que agente especial não saberia que não se quebra o polegar de alguém “algemado”? ATÉ EU SEI DISSO! Ok, o apelo da cena foi a pancadaria que seguiu-se à tolice da agente, mas ele poderia ter se libertado de outra forma. Acabou que Tom fugiu (mas não de verdade) e o plot inteiro serviu apenas para que ele tentasse convencer Lizzie de que é, na verdade, um dos mocinhos, e que Red não é quem ela pensa ser.

E depois disso ela encontra algo que parece ser uma foto. Teria Elizabeth descoberto, enfim, que Red é, sim, seu pai? E caso a tal preciosa informação seja essa, de fato, como vai se desenrolar o relacionamento entre eles?

Que fique bem claro que eu entendo a crise pela qual a Elizabeth passou no episódio. Deve dar muita raiva mesmo saber que o seu marido na verdade tinha outras intenções, e que tudo que você viveu não foi real. Mas ela é uma agente especial, teoricamente bem treinada, preparada para lidar melhor com momentos de tensão.

E me intriga a forma que ela achará para continuar escondendo toda a sujeira da sua vida pessoal do FBI. Afinal de contas, eles são o FBI. Já deveriam ter percebido algo.

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Quanto às investigações do FBI, elas foram um pouco de mais do mesmo, muito embora o caso novamente tenha sido bem interessante. O que me incomoda um pouco é as coisas só funcionarem quando o Red intervém e revela os segredos da lista negra. Não quero acreditar que uma agência como o FBI não consegue resolver nada sozinha.

Outra coisa que me incomoda é o subaproveitamento da Meera Malik. Já passou, e bem, da hora dela ter um plot decente. E olha, perderam duas boas oportunidades de fazer ela ter mais destaque nesses dois últimos episódios, já que Lizzie estava bem ausente. Só me resta torcer pra que ela receba algum destaque, eventualmente.

Merece destaque o desfecho do caso: Ressler (mais uma vez) mandou muito bem no tiroteio. Salvou a garota Chinesa e matou todos os caras maus. Palmas lentas pra ele.

Hoje à noite vai ao ar The Kingmaker, o episódio no qual descobriremos o segredo que Red guarda de Lizzie. E se o grande segredo não for a paternidade, ficarei BEM surpresa. Até lá.

P.S.1: Depois do episódio de hoje, restaram apenas mais dois. Berlin e Berlin: Conclusion. Parece que descobriremos o que motivou Tom a se aproximar de Lizzie, enfim. E mais: Berlin se refere à capital da Alemanha, ou seria uma sigla? Mal posso esperar para descobrir.

P.S.2: todos os diálogos do Red são muito bons. Parece que ele sabe sempre a coisa certa a falar. E rola sempre uma ironiazinha básica que deixa tudo melhor ainda, então <3.

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