Destaques na TV – sexta, 2/05

Data/Hora 02/05/2014, 06:36. Autor
Categorias TV Brasil

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Sexta-feira chegou! Veja a seguir os destaques do dia nos canais de TV.

Após sofrer uma série de condenações públicas, o serial killer Joe (James Pureffoy) e seus seguidores têm como alvo o filho de um homem que está contra eles. Enquanto isso, Ryan (Kevin Bacon) descobre que Claire (Natalie Zea) está viva, e Mandy (Tiffany Boone) toma uma decisão que pode desfazer todo o trabalho de Joe Carrol. The Following tem ainda a participação de Thomas Cavanagh (Ed).

No The Tonight Night desta noite, Jimmy Fallon recebe cantor e ator Jamie Foxx, o ator Alan Cumming e a cantora Alicia Keys.

Agora confira os demais destaques na TV e bom feriado!

GLOBO
O Caçador – 23h20 – depois de Globo Repórter

SONY
Teen Wolf – 21h (ep 2×06)
Twisted – 22h (ep 1×06)

WARNER
The Following – 22h25 (ep 2×12) – Leia review

AXN
Lost Girl – 0h (ep 1×12)

+GLOBOSAT
Os Melhores Contos de Grimm – Grimm’s Finest Fairy Tales – 21h (ep 1×15)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

RECORD
Bates Motel – Não será exibido
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 2×16)

SBT
Chaves – 19h20

COMEDY CENTRAL
Como Viver com seus Pais – How To Live With Your Parents (for the Rest of Your Life) – 20h30

GNT
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

Primeiras Impressões – Faking It

Data/Hora 01/05/2014, 18:32. Autor
Categorias Notícias

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Estreou no dia 22 de abril, pela MTV, a mais nova série de comédia romântica que envolve duas garotas e o mundo do ensino médio. Criada e produzida por Carter Covington (que já participou nas produções de séries como Hart of Dixie, 10 Things I Hate About You e Greek), Faking It é aquele tipo de série que você, com um episódio só, não consegue prever se terá futuro ou não. Vou tentar explicar pra vocês.

Aos olhos de quem ainda está na adolescência ou de quem nunca a esqueceu, a série pode ser um bom passatempo. Mas para quem nunca compreendeu o “vomitar de nervoso” só porque o carinha mais famoso da escola está falando com você, sinto informar que a série não é uma boa opção. Em linhas gerais, Faking It pode ser muito boa, até porque as atrizes são boas, mas também pode se tornar um grande fiasco caso a história não seja aprofundada, tomando outros caminhos.

Amy Raudenfeld (Rita Volk) e Karma Ashcroft (Katie Stevens) são duas amigas que estudam na Hester High e vivem naquele mundo típico dos adolescentes. Karma não suporta a ideia de que não é conhecida por todos na escola e vive arrastando Amy – que faz tudo o que ela quer por ser sua melhor amiga – para ajudá-la em seus planos bolados na tentativa de se tornar popular. Até se fingir de cega ela tentou e, enquanto eu via isso, eu pensava “por que raios eu tô assistindo essa série mesmo?”. Mas nem tudo estava perdido.

É claro que nesse episódio ainda veríamos dois personagens clichês de toda boa história que tenta retratar o mundo dos adolescentes: a garota nova e suas súditas e o cara lindo-apaixonante-galinha do colégio. No papel daquela que se acha a última bolacha do pacote, entra Lauren (Bailey Buntain), uma menina nova na cidade e que, pra infelicidade de Amy, é a filha de seu novo padrasto. Lauren é chata, metida, tem uma voz insuportável e me lembra a líder das Meninas Malvadas. Já o cara lindo-apaixonante-galinha é Liam (Gregg Sulkin), que roubou o coração de Karma na mesma hora em que apareceu pela primeira vez.

É quando Amy e Karma conseguem ir em uma das festas mais esperadas do colégio, que o tema central da série surge. Shane (Michael Willett), o garoto mais popular da escola e gay assumido, cisma que Amy e Karma são lésbicas. Nessa festa, ele anuncia para todos que as duas têm medo de se revelar porque temem o preconceito e diz que elas deviam entrar na disputa de rei rainha e rainha do baile. Aí estava o que Karma sempre quis: agora elas eram populares.

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Amy reluta, afinal, ela não é igual Karma e não liga para ser popular. No entanto, a amiga insiste e ela acaba aceitando, e as duas passam, assim, a fingir que são o que nunca foram. Aparentemente, a história parece superficial – e realmente é. Não há como manter temporadas e mais temporadas apenas com o plot de duas amigas sustentando uma mentira. É nesse ponto que entra o “algo a mais” que talvez seja o responsável pela possibilidade de Faking It ganhar mais uma temporada.

Quando Amy viu Karma beijando Liam, ela fica irritada. E eu não entendi o porquê, mas algo já vinha em mente. Ela, então, diz para Karma que não quer mais fingir, e as duas passam por um período de separação difícil. Conversando com Liam, Karma percebe que não vale a pena sustentar uma mentira se o preço a pagar é perder a amizade de Amy, então as duas conversam e, frente às palavras bonitas de Karma, Amy diz que se fingirá de lésbica para ajudar a amiga.

O “algo a mais” surge e comprova que minhas suspeitas estavam certas. Quando Lauren, em seu discurso de candidatura à rainha do baile, diz que as duas estão fingindo e que ouviu isso no vestiário, Karma resolve contar a verdade, mas é interrompida por Amy. Aí, ao som de Girls Just Wanna Have Fun, Amy decide ajudar a amiga a sair da saia justa em que estava e, para provar que elas não eram mentirosas, puxa Karma e a beija. Foi fofo, confesso. E foi revelador também: enquanto para Karma o beijo não passou de uma boa ideia da amiga, para Amy era o despertar de um sentimento totalmente novo.

No final das contas, Faking It surpreendeu minhas expectativas. Se o criador e produtor explorar somente o plot da mentira e de como elas se viram para sustentá-la, creio que a série terminará nos seus 8 episódios encomendados pela MTV. Mas se a história explorar a maneira como Amy vai lidar com esse novo sentimento por Karma e como ela consegue segurar esses dois segredos, aí acho que pode dar certo. Confesso que fiquei curiosa para ver o desenrolar da história e até quando Amy vai conseguir se fingir de lésbica quando, talvez, ela esteja realmente se tornando uma. A ideia é boa, agora é esperar para ver se vão por em prática.

Nova temporada de ‘The Carrie Diaries’ estreia semana que vem no Brasil

Data/Hora 01/05/2014, 16:32. Autor
Categorias Notícias

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O canal de TV por assinatura Glitz divulgou esta semana a data de estreia da segunda temporada da série The Carrie Diaries no Brasil. O seriado teen retorna com novos episódios na semana que vem: na terça-feira, dia 6 de maio, às 21h10.

A série, que mostra a adolescência de Carrie Bradshaw, a marcante personagem da franquia Sex and the City, retorna com 13 episódios inéditos. O destaque no segundo ano é a introdução da atriz Lindsey Gort no elenco da série, vivendo a versão adolescente de outra importante personagem do universo de Sex and the City, o da liberada Samantha Jones.

NOTÍCIAS | Modelo Molly Sims fará participação especial em ‘The Carrie Diaries’

The Carrie Diaries estreou nos Estados Unidos cercada de expectativas em janeiro de 2013, mas teve passagem discreta na TV americana. A imprensa especializada aposta que a série não ganhará uma terceira temporada por parte da rede norte-americana The CW, encerrando sua produção com estes 13 episódios restantes.

O canal Glitz pertence ao grupo Turner Broadcasting System Latin America e tem programação focada no público feminino. Atualmente é distribuído pelas operadoras Sky, NET, Claro, Oi, Vivo e GVT.

Com informações da assessoria de comunicação do Glitz.

Arrow – Seeing Red

Data/Hora 01/05/2014, 14:41. Autor
Categorias Reviews

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Os acontecimentos do último episódio com certeza foram desnorteadores, mas nada começa do nada. Vamos relembrar o que aconteceu desde a chegada de Slade Wilson em Starling City.

O grande feito do décimo oitavo episódio foi mostrar que não se dá para confiar em pessoas aleatórias só porque essas pessoas aparentam querer te ajudar. Simplesmente inaceitável e totalmente clichê Isabel ter conseguido o controle das empresas Queen, sendo que ela nunca gostou de Oliver. Consigo entender o lado de Oliver ao não ter pensado muito bem sobre o que estava fazendo, afinal ele tinha outras coisas para se preocupar, mas esse desespero do roteiro ficou muito visível e fez do episódio ficar um pouco menos interessante do que foi. Tirando isso, o episódio foi muito memorável, provavelmente o melhor episódio da temporada. Slade Wilson mostrou que sua fúria não tem limites e ele pode até passar uma noite na delegacia para provar isso. Não tinha dúvidas de que Slade não contaria a verdade para Thea, mas ele novamente provou ser um grande jogador ao jogar a menina contra a própria família.

No episódio seguinte, Slade mostrou que sempre estará cinco passos na frente. Oliver e companhia abriram o episódio explodindo a divisão de ciências aplicadas da Queen Consolidated, mas logo em seguida Slade ataca o quartel general da equipe. É importante ressaltar o tanto que foi fácil para Slade se infiltrar no local e o tanto de estrago que ele fez, para mostrar o tanto que essa luta é desigual. Só um milagre mesmo para fazer com que Slade Wilson vá para o saco. Oliver conseguiu “salvar” Roy e matar Isabel, mas o inocente não sabe de nada, já que Slade conseguiu seus super soldados e ainda colocou Isabel no meio do grupo.

Slade também jogou a bomba da verdade em Laurel, mas o roteiro novamente não ajudou muito Katie Cassidy, tornando as cenas em que a personagem luta para decidir se vai contar as reais identidades do Arqueiro e da Canário totalmente sem sal e desconectadas. Mesmo assim, foi interessante o diálogo que ela teve com seu pai, que está fazendo ótimos amigos na nova moradia.

Slade continuou mostrando que sua vingança nunca terá fim no episódio dessa semana. A morte de Moira não é um choque, mas os eventos que ocasionaram o acontecimento com certeza foram. A história do filho de Oliver, por mais aleatória que tenha sido, veio a calhar para dar à personagem o encerramento que precisava. O ódio de Thea contra os dois trouxe o amor de volta, mas mãe é mãe e até mesmo na hora da morte, Thea não parava de chorar. Quando Moira mostrou que sabia quem o filho era e que ela nunca havia se sentido tão orgulhosa dele, tudo estava claro – Mama Queen não viveria para ver outro dia. Uma cena muito chocante, com certeza. Os produtores e roteiristas de Arrow estão brincando com o fogo, afinal quem garante que conseguirão entregar episódios tão bons quanto esses em um futuro próximo?

A personagem sempre foi muito consistente. Ela sempre foi uma malvada, é verdade, mas Moira sempre tentou fazer o melhor da situação. Seu passado foi bastante conturbado, mas ela sempre colocou os filhos em primeiro lugar, até mesmo no momento da sua morte. Entretanto, não havia dúvidas de que Slade mataria Moira. Aparentemente, Sebastian Blood precisa ganhar a eleição e os dois se sentiram muito injustiçados quando uma ricaça que destruiu metade da cidade estava na frente do candidato que aparenta ser a pessoa mais bondosa do mundo.

Bates Motel – The Box

Data/Hora 01/05/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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O nono – e penúltimo – episódio de Bates Motel foi um dos melhores da temporada! Não tivemos nenhum momento leve, de pouco peso. Durante todo o tempo, acompanhamos Norma lidar com o sumiço do filho Norman, que foi praticamente enterrado vivo. Precisa dizer mais alguma coisa? Tenso, tenso, tenso.

No início do capítulo, quando a Norma chegou ao motel vinda da casa do advogado, com quem tinha dormido, achei meio cômico ela entrar em casa toda malandra, tentando não acordar o Norman. Ela quis dar uma de espertinha, achava que ia se safar, e nem imaginava que o filho não estava ali. Nessa hora, só consegui pensar “Sabe de nada, inocente /piscadela”. Mas o restante do capítulo foi bem complicado para ela.

O Norman estava sendo mantido refém pelo pessoal do Nick Ford. E, gente, precisava colocar o menino naquelas condições?! Porque, embora ninguém tenha jogado terra em cima dele, ele foi quase enterrado vivo. Poxa, ele é só um adolescente que nada tinha a ver com os negócios do Dylan ou da mãe. Um cativeiro – desses em um quarto mofado, com colchão velho jogado ao chão, como a gente sempre vê em filmes – estava de bom tamanho. O que me preocupou mesmo foi o fato de os capangas do Nick terem visto que o Norman carregava o colar e um artigo de jornal da Miss Watson. Acho que o Nick não desconfiou que o Norman assassinou a filha dele – ninguém pensa uma coisa dessas -, mas que ele ficou intrigado, ah, isso ficou.

Ainda bem que o Dylan resolveu esse probleminha, já que, ao que parece, Nick Ford foi fazer companhia à filha no mundo dos mortos. Como toda a história vai se desenvolver, principalmente na disputa pela cabeça de Zane, prefiro não tentar adivinhar. Mas bem que eu gostaria de ver o Zane morto. E espero que o fato de o Dylan ter matado o Nick não custe a vida dele, pois o Dylan é um dos melhores personagens da série!

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A Norma estava tão nervosa com a situação toda que descontou em quem mais se preocupa com ela. A Emma – que, às vezes, acho uma intrometida irritante; em outras, me afeiçoo a ela – pediu demissão por se sentir excluída da família Bates (já pode criar um grupo de apoio com o Dylan) e tudo o que obteve foi um “Ok, eu entendo” vindo da Norma. Já o advogado bonitão foi vítima da mais desesperada histeria da senhora Bates… e sem nenhum motivo. Mas com aquela cara de bobão, aposto que logo ele perdoa a Norminha e tudo vai ficar bem.

O que ninguém esperava é que nesse episódio obteríamos a grande resposta da temporada: quem matou Miss Watson? E para o meu espanto (!!!) FOI O NORMAN. Não achava que ele teria sido capaz disso, até para a história se tornar mais complexa. Mas foi ele. E o grande conflito da season finale será a maneira como ele vai lidar com isso. E, provavelmente, será da pior forma. O Norman tende a não se culpar pelas coisas que faz, sempre tem um “bode expiatório”. E, a julgar pelo filme Psicose e, mais ainda, pelo preview do próximo capítulo, melhor a Norma se cuidar.

Agora, outra questão é levantada: qual será a postura do xerife Romero em relação a tudo isso? Ele é um homem honesto, mas me parece meio inclinado a ajudar a Norma sempre que for preciso…

Once Upon a Time – A Curious Thing

Data/Hora 01/05/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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E o drama acabou! Ou quase isso. Antes que se possa sair dando pulos e soltando fogos porque tudo se resolveu em Once Upon a Time, vamos conversar sobre esse tanto de acontecimentos em um único episódio.

No conto de fadas, acompanhamos a preparação do casal Charming e Snow para contar a todos da gravidez, que vem como uma promessa de esperança agora que tem uma nova bruxa no reino. Eles só não contavam que Zelena estava atrás do bebê. A única pergunta que fica dessa cena é: o que aconteceu com Aurora e Philip? O casal não teve nem chance de piscar. Espero que não tenham morrido, pois a participação dos dois, mesmo que rápida, acrescentava à história – falando neles, por onde anda a Mulan? Oito meses depois (sério, como está a contagem dessa gestação da Snow? Tudo está começando a ficar confuso) os nossos heróis decidem que para impedir Zelena é necessária a ajuda de Rumple. Os acontecimentos do flashback foram caminhando devagar, um tanto cauteloso, toda essa preocupação tinha um motivo: eles estavam preparando uma grande surpresa.

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Durante esses episódios, teorias e teorias foram montadas, mas acho que ninguém chegou perto de descobrir a verdade. Zelena nunca esteve por trás da maldição, os próprios heróis lançaram uma maldição neles mesmos, ao descobrirem pela Bruxa Boa do Sul que apenas uma Magia de Luz – advinda do amor – poderia impedir a Wicked. Uma grande virada, quem diria. E as coisas não pararam por aí, pois para fazer uma maldição é necessário abrir mão daquilo que se ama mais: no caso da Snow, o Charming. Todos pensam: a maldição funcionou, o Charming ainda está vivo… O que aconteceu?

Nesta review decidi começar pelo conto de fadas, pois com essa bagagem de acontecimentos, fica mais fácil acompanhar as coisas que aconteceram na cidade. Henry está cada dia mais irritado com Emma por tantos segredos. Acostumado a sua vida em New York, ele resolve que vai voltar sozinho para a cidade, mas é impedido por Hook, que faz isso para salvar o garoto da Zelena. Adorei o fato de um acontecimento está conectado ao outro, tudo ia se fechando e fazendo sentido. Tanto intrinsecamente na cidade, quanto nas histórias da cidade e no conto de fadas. Enquanto que Hook e Henry preparavam a fuga, Emma, Snow, Regina e Charming buscavam o livro do Henry. O plano era fazer o garoto lembrar e com o beijo de sua mãe, quebrar a maldição da cidade da mesma forma da primeira maldição.

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Da metade para o final do episódio foram surpresas e revelações a todo o instante. Os macacos da Zelena indo buscar o Henry, os mocinhos derrotando-os, Zelena conseguindo Henry, Emma usando seus poderes. Foi tudo tão intenso que a todo o instante meus olhos ficaram vidrados e a boca aberta. Ainda com a pergunta que fiz acima na cabeça, recebi a resposta bastante surpreso. Snow e Charming agora dividem um coração, não da forma metafórica, da forma literal mesmo. Foi uma cena bonitinha/melosa, assim como as cenas de Evil Hood, mas que são fofas e gostosas de ser ver. Assim, também, como a cena da Regina com o Henry, finalmente ela foi reconhecida como mãe! Não lembrava que gostava das cenas dos dois até ter uma cena dos dois – agora que o Henry está com sua memória de volta.

O drama acabou, repito. A maldição foi encerrada, todos lembram do ano perdido – incluindo Henry. Emma sabe sobre os lábios de Hook e por isso não confia mais nele – pobre dos corações dos shippers de Captain Swan – e ela ainda sabe sobre a vantagem que tem em Zelena. O drama pode até ter acabado, como enfatizei, mas isso não significa que as surpresas acabaram. Acho que essa temporada prova que Once Upon a Time é uma série pouco previsível, e se alguém tinha dúvidas disso, não tem mais. O que virá a seguir? Não faço a menor ideia(!), só consigo pensar que a cidade deve se juntar para salvar Rumple, pois enquanto Zelena o tiver, ela estará segura, e só então acabará com o reinado do mal da Wicked Witch. Até semana que vem!

Destaques na TV – quinta, 1/05

Data/Hora 01/05/2014, 07:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Seguem os destaques dos canais de TV nesta quinta-feira.

O canal GNT estreia a 4ª temporada de Parenthood. Nela, Haddie (Sarah Ramos) está prestes a ir para a faculdade e os Braverman organizaram uma semana de despedidas que acabam por sufocá-la. Julia, porém, está preocupada com Victor, pois a relação deles não está indo como esperava.

No The Tonight Night desta noite, Jimmy Fallon recebe cantor e ator Jamie Foxx, o ator Alan Cummning (The Good Wife) e a cantora Alicia Keys.

Confira os demais destaques para esta noite.

AXN
Resurrection – 22h – maratona (1×01/1×02/1×03)

NICKELODEON
The Thundermans – 20h30 (1×04)

GNT
Parenthood: Uma História de Família – 15h (ep 4×01) ESTREIA
Downton Abbey – 22h30 (ep 4×04) – Leia a review
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30 – Reprise

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30

GLOBO
A Grande Família – 22h30 – 14ª temporada
Doce de Mãe – 23h15

COMEDY CENTRAL
The Exes – 20h30 (ep 3×06)

SONY
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 21h (ep 1×18) Reprise
Once Upon a Time – 22h (ep 3×06)

FOX
Bones – 22h30 (ep 9×07) – Leia a review

UNIVERSAL
Dracula – 22h (ep 1×08) – Leia a review
Elementary – 23h (ep 2×19) Reprise

GLOBOSAT
Senhor e Senhora Murder – Mr and Mrs Murder – 21h (ep 1×09)

NATIONAL GEOGRAPHIC
Cosmos – 22h30 (ep 1×08)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

BBC HD
The Graham Norton Show – 23h

TBS
Elmiro Miranda Show – 23h05

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Copa do Caos – 22h30

VIVA
Malhação – 13 h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Castle – Law & Boarder

Data/Hora 30/04/2014, 22:04. Autor
Categorias Reviews

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Ah, como é bom uma calmaria antes da tempestade, vocês não acham? E, além de uma semana calminha, a gente ganhou muito mais do que esperávamos. A sexta temporada está chegando ao fim, e o queridinho do Marlowe está fechando-a com chave de ouro: tivemos bromance, tivemos friendship de Lanie e Beckett e tivemos (fooooooogos *bom, bom*) strip poker. Ai, ai.

Queria pedir desculpas já por um erro que irei cometer: não vou me ater ao caso, porque as histórias secundárias foram incrivelmente boas. Aliás, o tema central que rondou o episódio ficou na questão do quanto uma competição, um jogo, pode ser mais importante, para algumas pessoas, que certos valores morais, afetuosos. No caso de Logan Moore, a nossa vítima, o mundo do skate e os seus praticantes super habilidosos – e também cegos pela vitória – foram os responsáveis pela morte dele e de seu amigo, Jay. No caso de Castle, o mundo do Scrabble, o qual Beckett parece dominar mais que o nosso escritor, fez dele motivo de piada e fez surgir, também, um doce gosto de revanche.

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Quando Castle perde pela primeira vez, Beckett não se contenta em zoar com a cara dele a sós, ela precisa divulgar isso para a família. E olha como a palavra família fica mega bonitinha aqui e como ela consegue traduzir o espírito que rondava aquela cena entre o casal, Martha e Alexis. Na verdade, achei essa cena um contraponto muito bacana com as dúvidas e medos que estavam na cabeça de Beckett quando ela achava que não conseguiria fazer parte da família já formada por Castle, ou quando ela achava que Alexis nunca a “aceitaria”. Certa vez eu disse que Castle possuía uma das mais perfeitas cronologias que eu já vi em séries, e que tratava do relacionamento deles como algo real, algo que anda degrau após degrau. E depois de 5 anos, a cronologia continua perfeita. Nós vimos o amadurecimento deles, a coragem de passar para mais um nível na relação e, agora, acompanhamos Beckett ganhar, a cada episódio, uma posição especial na família do Castle.

Outra coisa que deixou essa sexta temporada redondinha, além da fidelidade e respeito ao tempo do casal, foi o quanto a série nos permitiu participar do planejamento do casamento. Nós vimos TUDO. Nada foi escondido, nada surgiu do além. Data, local, vestido, música. Acho que fiquei mais por dentro desse planejamento do que fiquei quando minha tia resolveu se casar. E vocês têm ideia do quão admirável é isso? De todas as dúvidas que eu tinha/tenho relacionadas a um possível imprevisto que surja no dia do casamento, ou antes, que atrapalhe a união dos dois, uma certeza ficou: não importa quando, nessa temporada ou depois, quando ele realmente acontecer, será perfeito. E a perfeição já começa nos olhinhos brilhantes de Beckett ao “surtar” com Lanie sobre a escolha do vestido da madrinha da noiva. Tão fofa, tão menininha, tão completa, tão diferente daquela Beckett amedrontada de tempos atrás.

Mas é claro que essa cena fofa entre as duas amigas, e a cena caseira-linda-familiar do início não foram capazes de apagar a derrota de Castle para Beckett no Scrabble. E enquanto ele pedia revanche, e perdia ainda mais sua dignidade e sua postura de “eu sou o vencedor, beijo no ombro”, uma guerra acontecia, e acontecia fora dos tabuleiros. Afinal, quem aí não queria ser o padrinho de uma pessoa tão ilustre como o escritor de best-sellers Richard Castle?

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Antes de tudo, preciso dizer que eu ADORO Ryan e Espo. A amizade deles e a relação que eles possuem de lealdade, de agilidade, dentro e fora do departamento, sempre foram mais que simples histórias secundárias. E quando Castle chegou à NYPD, o bromance duplo, que virou triplo, ficou ainda melhor. Por isso, quando Espo ouviu na cena do crime que Lanie seria a madrinha, ele e Ryan se viram no direito de concorrer ao título de padrinho do Castle. E foi muito engraçado vê-los disputando o carinho e a atenção do escritor, com canetas especiais, receitas secretas, cafés quentinhos e ATÉ carinho na perninha. Quem diria, ein?

Porém, todas as bizarrices e agrados não foram suficientes, porque Castle já tinha um padrinho. Quando ele disse aos dois que seria Alexis, eu fiquei “hã? como assim?”, porque era algo que eu realmente não esperava. Mas depois comecei a achar muito fofo da parte dele e vamos dizer que fiquei 1% a mais apaixonada pela figura paterna que ele representa. Em época de tamanha crueldade nesse mundo que a gente chama de real envolvendo pais e filhos, a ficção está aí pra mostrar como uma verdadeira relação paterna deve ser e Castle está fazendo – e sempre fez – isso muito bem.

Aliás, sabe o que Castle faz muito bem também? hahaha, adivinhem.

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A julgar pelo tamanho do cabelo da Beckett e pela aparência mais “madura” do Castle, eu diria com certeza que estávamos assistindo a primeira temporada. Que nada se perde e tudo é encaixado depois, a gente já sabe. Mas quem esperava um strip poker depois de tanto tempo? Eu até reclamei uma vez que Castle nunca mais tinha jogado com os outros escritores, mas esse jogo com Beckett foi infinitamente melhor. Achando que ia ter uma terceira chance para finalmente conseguir ganhar de Beckett, Castle é surpreendido quando a detetive chega cheia das malícias (adoro), com um baralho na mão e sugere aquele pôquer ingênuo, sabe. Infelizmente, o final do jogo fica no nosso imaginário. E eu mando um grande beijo pras (os) portadoras (es) de uma imaginação fértil igual a minha.

Com mais um caso resolvido e com a descoberta de que Logan foi morto porque estava querendo trazer à tona o culpado pela morte de seu amigo Jay, Castle se despede dos episódios que não necessitam de um desfibrilador ao lado. Law & Boarder finalizou a calmaria, e a tempestade se aproxima. Veritas está chegando, assim como a season finale, e eu mal posso esperar pela segunda-feira. Tentarei fazer as próximas reviews o mais rápido possível para que a gente possa surtar junto, quase que em tempo real. Até semana que vem!

PS1: “Eu sou radical. Radicalmente lindo” – CASTLE, Richard.

PS2: O penteado da Beckett estava muito perfeito, além do normal.

PS3: Lanie, capriche na despedida de solteira da Beckett. Grata.

The Vampire Diaries – Resident Evil e Man On Fire

Data/Hora 30/04/2014, 17:23. Autor
Categorias Reviews

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É impressão minha ou The Vampire Diaries está com mais hiatus do que o normal nesta temporada? Enfim…

Eu realmente entendo o aguardo pelo episódio Resident Evil, afinal teria Stefan e Elena juntos depois de tanto tempo, algo nostálgico. Ou melhor, os teria como um casal sim, mas estariam “juntos”, entre grandes aspas, pois o episódio não mostrou nada mais do que como seria se ambos fossem humanos e pudessem ter uma história normal, sem todo o drama sobrenatural, usando para mostrar tal possibilidade, visões que Stefan e Elena tinham dessa vida paralela. Um pouco interessante apenas a título de curiosidade, porém extremamente meloso, a impressão que tal episódio deixou foi que serviu apenas para saciar a abstinência dos que “shippam” Stefan e Elena, já que entre os fãs da série existe tal disputa entre os que preferem a moça com o Stefan e os que torcem para que ela fique com Damon. Mas para Damon as coisas também não foram melhores do que para o seu irmão, pois mesmo Elena não voltando para o ex-namorado, apesar das visões que fizeram seu coração indeciso balançar, não voltou para ele idem, e ambos sequer serão amigos pelo menos por enquanto e por escolha do próprio Damon. Resumindo: Elena acabou ficando sem ninguém.

Delena

Se Resident Evil serviu para alguma coisa, foi para esclarecer o fato do “universo” querer que Stefan e Elena fiquem juntos. Revolta shipper à parte, sinceramente considerei super válida essa tal profecia, na verdade, ser puramente a vontade de Markos, o líder dos viajantes, prometendo amor verdadeiro apenas para unir as cópias e usar o sangue dos mesmos. Tudo bem, a promessa romântica é bonita e tudo mais, mas cá entre nós, o universo tem muito mais com o que se preocupar do que se um casalzinho de adolescentes numa cidade super escondida vai ficar junto ou não, né!

Man On Fire foi mais útil, mais bacana e mostrou que, como sempre e mesmo sem querer, Damon faz suas burradas, e uma que ele fez lá na década de 80 teve seus efeitos na atualidade. Ok, ele matou a amada do Enzo, mas ao invés do cara aceitar e no máximo fazer um escândalo básico, ameaçou matar Stefan (a quem antes ele havia culpado), Elena, o irmão da Liv e sabe-se lá quem mais ele poderia ferir em tal surto. Depois disso tudo, ao descobrir que na verdade o melhor (e único) amigo foi o culpado da morte da moça, se matou para culpar Stefan e jurou vingança já como fantasma. Tipo… Oi? Se quer se vingar, não seria mais fácil como vampiro, tendo como tocar e machucar pessoas e tudo mais? Fora que se ele não queria ficar com a Maggie e na verdade parecia bem interessado na Caroline, qual o motivo de ele ter se matado? Essa foi, sem dúvidas, a morte mais sem noção de The Vampire Diaries.

Enzo

E por falar em sem noção, foi revelado o propósito do sangue do casal doppelganger (vulgo Elena e Stefan). Basicamente, o sangue dos dois juntos tira a magia das coisas, ou seja, Markos quer tirar a magia de Mystic Falls para que os Viajantes e ele possam ficar ali e se estabelecerem no lugar, já que até então uma maldição das bruxas não permitia isso. O interessante nessa coisa toda será a maneira como Stefan, Damon, Elena e Cia. descobrirá os efeitos do sangue. Na pior (e, cá entre nós, mais interessante) das hipóteses, haverá uma morte em massa de vampiros na cidade. Aliás, poderíamos fazer apostas sobre o que entrará em apocalipse primeiro: o “outro lado” ou Mystic Falls.

P. S. [1]: Só eu que torcia para o casal Enzo + Caroline? Mais um motivo para achar a morte do Enzo sem noção, já que tudo caminhava para os dois ficarem juntos… Ou ninguém reparou no olhar de Caroline para Enzo quando ele contou que só queria encontrar Maggie para agradecê-la e não para ficar com ela?

P. S. [2]: Elena pelo menos por enquanto quer ser somente amiga de Stefan e Damon, e então eu me pergunto… Qual será a vítima, ops, interesse amoroso dela agora?

Primeiras Impressões – Penny Dreadful

Data/Hora 30/04/2014, 10:32. Autor
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Antes de apertar o “play” para assistir Penny Dreadful, hesitei. Respirei fundo, uma, duas vezes, e temi pelo que estava por vir. Não que as séries de terror me assustem de maneira tão execrável, tão insuportável, não me entenda errado. Um dos maiores prazeres da minha vida é justamente contemplar uma boa – e temível – história de horror. Meu medo era de não gostar daquilo que assistiria nos próximos cinquenta minutos, diante de toda a expectativa que cultivei, por meses, em relação àquilo. Uma decepção me parecia insustentável. E aposto que não estava sozinha nisso.

Penny Dreadful é criada e escrita por John Logan, que foi indicado ao Oscar de melhor roteiro três vezes – pelos filmes A Invenção de Hugo Cabret, O Aviador e Gladiador. Ele produz a série em parceria com Sam Mendez, premiado pela Academia como melhor diretor em Beleza Americana. Títulos de deixar a gente impressionado. Na frente das câmeras, o elenco não é mais modesto: Josh Hartnett, conhecido pelo trabalho no cinema, como no clássico de guerra Pearl Harbor, é o grande protagonista masculino, enquanto a lindíssima Eva Green (de Sombras da Noite) é a heroína.

Já na cena inicial do primeiro episódio, a gente leva um grande susto – que não vou narrar aqui por um só motivo: não quero que aqueles que ainda não assistiram ao capítulo sejam privados de deliciosa experiência. Em seguida, somos apresentados a uma abertura provocativa. Cobras, aranhas, crucifixos e insetos que devoram um cadáver povoam a tela…  a mão ensanguentada segura uma tesoura; um corpo é aberto com o bisturi…. uma xícara cheia de sangue se estilhaça no chão enquanto o morcego, vejam a ironia, levanta voo. Essa abertura só deixa claro que a atração não vai se intimidar em mostrar nada (ou tudo), não poupará esforços para causar calafrios no espectador. Aos corajosos, é hora de, finalmente, mergulhar nesse mundo sombrio.

“Penny Dreadful”, para quem não sabe, era o nome dado a publicações baratas e sensacionalistas que circularam na Era Vitoriana. Os pequenos jornais, de poucas páginas, continham histórias de terror seriadas, publicadas semanalmente, e que, com bastante violência, serviam para entreter os jovens operários da época. É desse universo literário que a série do Showtime tira suas inspirações e apresenta alguns dos célebres personagens de terror criados no século 19.

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Josh Hartnett é Ethan Chandler, um americano que trabalha em um circo recém-chegado a Londres. Ostentando uma peruca que chega a causar vergonha alheia, o personagem exibe a mira invejável, ao usar o revólver, diante do (estupefato) público presente. Ethan tem olhos estreitos, um cavanhaque perfeitamente delineado e cabelos esvoaçantes. Ares de Don Juan. Sensação causada, especialmente, pela fala cheia de marra, que nos dá a impressão de que ele está constantemente flertando com quem conversa. É, também, logo no início do episódio, que vemos Ethan amar a primeira mulher na história, cujo nome ele nem se dá o trabalho de perguntar. Ele jura a ela que conhecê-la tornou sua viagem especial, mas que “infelizmente, teria que partir para Paris em seguida”. Talvez fosse até verdade, mas os planos do rapaz seriam interrompidos por Vanessa Ives.

Vanessa é interpretada pela francesa Eva Green. Ela é uma mulher forte e misteriosa, lê o tarô e possui algum talento para com as forças sobrenaturais. Sem revelar exatamente suas verdadeiras intenções, ela contrata Ethan para um trabalho na mesma noite – algo que ele sabe somente que pode envolver um ato ilegal. Não que ele se importe. A partir daí, a gente consegue entender melhor do que Penny Dreadful se trata. Uma sinopse que, até então, era abstrata na cabeça dos espectadores. No fim das contas, Penny Dreadful é sobre algo bem simples: somos convidados a conhecer uma Londres do século 19 dominada pelas forças ocultas, onde ninguém está seguro. E é isso.

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Timothy Dalton – conhecido por interpretar James Bond nos filmes da década de 80 de 007 – é Sir Malcolm Murray, um homem influente que está atrás da filha. Ela desapareceu já faz algum tempo e foi levada por criaturas que habitam o submundo de Londres. Ele conta com a ajuda de Vanessa e, de início, a gente não entende qual é exatamente a ligação dos dois personagens. Quando decidem entrar um um beco cheio de sangue e cadáveres, eles precisam de Ethan – e das armas dele – para dar cobertura diante de todo o perigo iminente. E, aí, conhecemos algumas figuras horrendas, dessas com uma grossa camada de pele, nenhum cabelo no corpo e quase invertebradas. Em determinado momento, ao constatar o ambiente macabro em que se encontrava, Ethan dispara um desesperado “Jesus Cristo!”, que, no contexto, chegou a ser cômico, mostrando que a série tem, sim, uma pitada de humor.

As emoções não são apenas instigadas por elementos visuais. Como eu disse anteriormente, a série traz alguns personagens famosos da literatura de horror (Drácula e Dorian Gray não apareceram nesse primeiro episódio, mas a presença deles está garantida na história). Por isso, quando Sir Malcolm vai atrás de um médico para analisar um cadáver e o dono do lugar diz “Veja se meu assistente pode atendê-lo”, a gente fica arrepiado – e empolgado! – ao reconhecer, ainda de costas, a célebre figura do Dr. Victor Frankenstein (interpretado por Harry Treadaway). Ele é um jovem arrogante, cheio de si, mas cuja ânsia pelo conhecimento não o permitirá ficar de fora dessa aventura de vida ou morte. Sir Malcolm o convida para integrar o time que irá lutar contra as forças malignas e recuperar a filha dele. Victor faz charme no começo, mas acaba por se render à proposta irrecusável.

O Victor Frankenstein da série também trabalha na experiência em dar vida a um corpo que já estava morto. Mas as coincidências com o livro acabam aí. No seriado, a criatura criada por ele não é tão horrenda e desprezível – nem tem tantos metros de altura ou se afasta da aparência humana – como aquela descrita por Mary Shelley. Victor também não abomina sua criação, como na literatura. Pelo contrário. Ao perceber que, quase por acidente, sua experiência ganhou vida, o personagem parece muito mais emocionado com o acontecimento do que assustado. Ele não consegue conter as lágrimas diante da conquista e, numa cena linda e sensível, a criatura chega a roubar-lhe uma lágrima do rosto e colocá-la no seu, como quem ainda está descobrindo o mundo. Aí, eu percebi que Penny Dreadful não é uma série feita apenas para arrepiar até o último fio de cabelo, como pensei lá no início com aquela abertura provocante – o episódio tem até momentos bem “parados”. A série é, na verdade, uma montanha russa de emoções, como a própria vida…. e tudo finda com a morte (ou não).

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Resumindo, Penny Dreadful é uma série elegante, provocativa e com qualidade. Os cenários são detalhistas, bem como os figurinos, e todos os atores são bonitos – mas não de uma beleza comum, óbvia. Praticamente todos os protagonistas são morenos de olhos claros, nesse contraste, e possuem uma imagem imponente. Eva Green domina todas as cenas em que aparece, é verdade, mas isso não diminui a força dos outros personagens. O Josh Hartnett sempre me deixa na dúvida e isso não é particular à série. Nunca sei se ele é excelente ator ou é ruim demais, porque ele é um tanto inexpressivo, beira à falta de carisma – e consegue ser, ainda assim, irresistível. Faz sentido? A narrativa da série é instigante, prende a gente durante o episódio inteiro, embora tenha, sim, momentos de pouca ação. Diálogos feitos para impressionar – como aquele que Sir Malcolm constata “o momento em que você percebe que não é mais o caçador, você é a caça” – aparecem aos montes e, por vezes, dificultam nosso entendimento do enredo. Nada muito grave. A série é toda poética, bem pensada, bem feita. Ah! Nem mesmo as cenas de nudez foram censuradas – foi tudo bem comedido, mas estava lá. E sabe a filha desaparecida do Sir Malcolm? Então, é uma velha conhecida nossa…

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Bem… Quando eu  digo “cabelos esvoaçantes”, I mean it:

 

Em tempo: O Showtime liberou a série mais cedo, no Youtube, mas a estreia oficial, na TV americana, acontece apenas no dia 11 de maio. No Brasil, a atração será exibida pela HBO a partir do dia 13 de junho, às 22h.

Nashville – Crazy

Data/Hora 30/04/2014, 10:29. Autor
Categorias Reviews

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Um episódio cheio de acertos de contas. E de revelações.

Antes de entrar em um hiato prolongado no início de abril, Nashville nos presenteou com um episódio quase perfeito, onde finalmente tivemos a oportunidade de conhecer e entender melhor alguns dos personagens que tanto amamos. Crazy desenvolveu arcos bastante importantes e abriu novos caminhos que certamente darão o tom deste final de temporada – afinal, restam apenas três episódios para a season finale.

“O seu talento é o meu talento! Eu abri mão dos meus sonhos por você. E agora você está vivendo a vida que eu deveria ter. Eu deveria estar nos palcos! Você acha que a sua infância foi uma tragédia? Sua vida foi um piquenique comparada com a minha.” – Beverly

Eis que conhecemos Beverly O’Connor, a famigerada mãe de Scarlett – e irmã de Deacon. Uma mulher amarga, invejosa, que culpa a filha por tudo o que deu errado em sua vida. Uma artista frustrada em virtude de uma gravidez indesejada. Uma mulher cuja relação com a filha é apenas um hábito, desses contra o que a gente luta, mas não consegue se livrar. Uma relação baseada em “pisar em ovos”, em mentiras, mágoas e ressentimentos, de ambos os lados. Enfim, tivemos a oportunidade de conhecer e entender Scarlett um pouquinho melhor. Enfim, pudemos entender e sentir a letra da belíssima Black Roses (obrigada, Liam!).

“Essa é para você, mamãe.” – Scarlett

“… and I’m done trying to be the one

Picking up the broken pieces

and I’m done trying to be the one

who says I love you dear

but I’m leaving…”

 

Uma cena que, ao mesmo tempo em que foi linda e poderosa, foi também muito, muito triste, e representou uma verdadeira catarse emocional para Scarlett – além de um tremendo tapa na cara de Beverly. Afinal, a verdade dói. A constatação de que Scarlett “não está mais sob o seu feitiço”, como bem diz a letra da música, foi uma grande humilhação para ela. Merecida, diga-se de passagem.

O problema é que este reencontro com sua mãe parece ter jogado Scarlett de vez nos braços de seu vício… e de sua derrocada. Embora eu tenha perdido a paciência com a personagem inúmeras vezes e por mais da metade desta temporada, torço por ela. As dificuldades que ela enfrenta agora apenas a tornam humana. Mas devo dizer que achei um pouco forçada essa transição da “menina doce, ingênua e batalhadora” da primeira temporada para a “menina prodígio viciada em remédios e cheia de problemas familiares” desta segunda. Algo não soou bem para mim nesta jornada, e acho que isto ocorreu justamente pela personagem ter mudado tão drasticamente de uma temporada para a outra. A carreira musical de Scarlett a tirou de sua zona de conforto e foi um fator importante para desencadear toda esta insatisfação e infelicidade, claro, mas afinal, a mãe de Scarlett sempre foi uma bitch inescrupulosa, então por que isso nunca foi um problema antes? Beverly quase nunca foi mencionada até agora, e Scarlett parecia ter um bom relacionamento com ela. Pelo menos agora, sinto que a história tem potencial, e estou ansiosa por ver onde tudo isso a levará.

DeaconRaynaTeddy

O escândalo envolvendo a paternidade de Maddie era uma tragédia anunciada. Deacon, ainda muito abalado com o fim de seu relacionamento com Megan, leva outro soco na boca do estômago ao ver seu nome envolvido na bagunça que Maddie criou. A decisão de enfrentar a situação de frente e ir à público esclarecer a história foi a melhor possível diante das circunstâncias, mas isso não seria tarefa fácil, já que Teddy, Rayna e Deacon teriam que representar uma “família feliz” diante das câmeras.

“É porque eu sou um alcóolatra. Na verdade, esta é uma palavra muito gentil. Naquela época eu era simplesmente um bêbado. Rayna tentou, mais vezes do que eu gostaria de admitir, me levar para a reabilitação, mas eu não estava pronto para ser pai (…) Meu relacionamento com Maddie é a melhor parte da minha vida.” – Deacon

Todos nós sabemos do passado difícil de Deacon, que vez por outra volta a assombrá-lo. A série nunca escondeu ou fez rodeios em relação ao seu vício, e o próprio Deacon fala abertamente sobre os fantasmas de seu passado. Quem não lembra daquele flashback no início da temporada? Fato é que ele é alcoólatra e nem sempre foi fácil amá-lo ou conviver com ele. E Rayna sabe bem disso, já que sofreu por muito tempo ao ver o amor da sua vida num eterno ciclo vicioso de autodestruição. Mas agora se questiona se a decisão de esconder dele a sua gravidez foi mesmo a mais correta. O desabafo com Tandy foi honesto e válido: afinal, o que há de tão especial na vida que Maddie tem hoje? Teddy e ela estão separados e, como a própria Rayna apontou, ele se transformou em uma pessoa que ela sequer consegue reconhecer. A verdade é que a vida de Maddie e tudo o que ela conhecia foi virado de cabeça para baixo mais de uma vez. Foi mesmo a melhor decisão?

E então chegamos àquela que foi provavelmente a minha cena favorita da série até hoje. A hora da verdade, enfim. A hora em que Rayna e Deacon sentam para conversar honestamente sobre Maddie, sobre a decisão de não deixá-lo criar sua própria filha, sobre o passado, sobre tudo aquilo que sempre incomodou a ambos, mas que eles nunca tiveram a coragem – ou a vontade, talvez – de falar a respeito.

“Você deveria ter me contado, Ray (…) Por que você não me deu mais tempo para ser pai dela?” – Deacon 

Deacon

É fácil entender e se identificar com Deacon e a dor de não ter sido parte da vida da própria filha. Mas Rayna também tem a sua dose de razão, e teve de tomar a decisão mais difícil de sua vida. Ela queria casar com Deacon e ter aquela filha linda com ele, em um lar amoroso e harmonioso que ele, naquele momento, não podia lhe dar. Então, ela fez o que tinha de ser feito. Com o coração partido, mas fez.

“Quando é a hora certa de bagunçar a vida da sua filha?” – Rayna

Rayna também tem um forte argumento aqui. Existe um momento certo para virar a vida da sua filha do avesso? E, por mais que me doa admitir, ela também tem razão ao apontar que a primeira atitude de Deacon quando descobriu ser o pai biológico de Maddie foi encher a cara.

“Você se embebedou e eu quase morri. Eu menti para você. Eu menti. E aposto que você se ressente muito por causa disso, mas te garanto, eu te culpo mais por nos colocar nessa situação primeiro.” – Rayna

Quem aqui teria a coragem de tirar a sua razão? Meu coração ficou despedaçado ao ver a tristeza e a dor estampadas no rosto de Deacon, mas ele também sabe: Rayna tem razão. Este é um peso que ele terá que carregar para o resto da vida. Mas o faz com imensa humildade e dignidade (na maioria das vezes), e acho que por isso mesmo Deacon é e sempre será meu personagem favorito. Um anti-herói, cheio de falhas, defeitos e fantasmas do passado, mas que tenta, a todo custo, fazer a coisa certa. O lado bom aqui é que só depende dele ser um bom pai para Maddie a partir de agora. Torço muito pela sua felicidade, e assistir a evolução – e involução, às vezes – do personagem é um dos grandes motivos que me fazem assistir e amar esta série. #TeamDeacon

 E, se na review anterior eu tinha comentado que não entendi o “chilique” de Luke em relação à Deacon e o fato de ele ser o pai de Maddie, este episódio veio para explicar, logo de cara, que falar no nosso guitarrista favorito é, para Luke, cutucar uma ferida antiga. Uma ferida que existe desde 1992, mais precisamente, quando Luke já arrastava um caminhão por Rayna, mas ela só tinha olhos para Deacon, e sofria com seu comportamento errático. Ok, eu entendi. Mas, no fim das contas, eu ainda acho o comportamento de Luke bastante imaturo e ridículo. Por que diabos Luke ficou tão irritado ao ver Deacon admitindo seus erros em público? Ao ver que a entrevista correu bem e toda a história de Maddie foi esclarecida? Continuo achando essas atitudes muito estranhas… E desnecessárias. Morro de preguiça. Aposto que ainda existe algum outro motivo mais sério para toda esta implicância, não é possível!

JujuCharlie2

Enquanto isso, Juliette tenta salvar sua carreira ainda em chamas. Após meter os pés pelas mãos ao anunciar precocemente sua ida para a Highway 65, Juju fica surpresa ao perceber que as rádios de Nashville ainda não querem saber dela. A sugestão de Glenn, a princípio, fez todo o sentido para mim, afinal, Charlie Wentworth é o herdeiro de um verdadeiro império midiático e poderia facilmente ajudar Juju a cair nas graças das rádios novamente. Mas minha alegria durou pouco. Onde diabos foi parar aquele cara bacana e que, apesar dos pesares, tentava fazer a coisa certa? O término do relacionamento dos dois havia sido tão perfeito, então para que trazê-lo de volta? Para estragar tudo? Charlie parecia outra pessoa. Um playboyzinho metido a conquistador, que foi logo interpretando o contato de Juliette com segundas intenções. Também não gostei muito da reação blasé de Avery quando Juliette lhe contou sobre as investidas de Charlie (e acho que ela concorda comigo), mas pelo menos ele foi homem o suficiente para confrontá-lo. E Avery o conhece muito bem: tudo em Charlie se resume a dinheiro e poder. Mas, por tudo o que viveu com Juju, ele já deveria estar careca de saber que ela não está à venda. Agiu como o babaca que sempre foi, mas a gente meio que fingia acreditar que não era. Não sei onde diabos este arco desgovernado pretende ir, mas não estou pagando para ver. O tempo de Charlie na série já terminou, e ele definitivamente não deveria ter sido ressuscitado.

Gunnar, por outro lado, enfim se transforma em um namorado decente. Ou quase. Com ele, parece que é sempre assim: um passo para frente, dois para trás. Achei fofo ele ter comprado tempo de estúdio com o monte de dinheiro que recebeu por seus royalties para Zoey, enfim, poder gravar sua demo e dar o pontapé inicial em sua carreira como cantora. Talento para isso, ela tem de sobra.

“A oportunidade não baterá à sua porta, Zoey. Você tem que fazer acontecer. Você tem que se perguntar: ‘o quanto eu quero isso?’.” – Jackie

Mas bastou a oportunidade de ir para Los Angeles bater à sua porta para Gunnar estragar tudo. Sério mesmo? Ainda bem que ela tem a cabeça no lugar e não cedeu à tentação de ser sustentada pelos royalties de seu namorado “novo rico”. Bom para ela! No mais, este não tem sido um plot dos mais interessantes, não é mesmo? Sonolento e desinteressante desde sempre.

A boa notícia é que Nashville retorna de seu hiato nesta quarta-feira, e, apesar da audiência inconstante, sua renovação agora é tida como quase certa. Inclusive, estamos vendo um investimento maior na série, que na semana passada ganhou um especial de uma hora na ABC chamado Nashville On The Record, que nos presenteou com os atores interpretando, ao vivo, os maiores sucessos da série. Apesar de não ser uma notícia oficial, acho que agora sim podemos respirar um pouquinho mais aliviados: Nashville, muito provavelmente, terá uma terceira temporada. Yay!

Até a semana que vem!

PS: Nashville nos entrega um episódio impecável e… Sem nem sinal de Will Lexington e Layla. Coincidência?

PS2: Por outro lado, um episódio que tem Maddie e Daphne cantando Ho Hey não tem como dar errado! É muito amor.

Destaques na TV – quarta, 30/04

Data/Hora 30/04/2014, 10:22. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV nessa quarta-feira.

Em The Millers os pais de Carol (Margo Martindale) vão visitar a família no Natal, e eles são um tanto quanto controladores. Carol convence todos a esconder o divórcio, fazendo com que Nathan (Will Arnett) pense em voltar com sua ex-mulher. Participação especial de Jerry Van Dyke (The Middle) e June Squibb (Ghost Whisperer).

O canal GNT desde 2ª feira voltou com inéditos do The Tonight Night. Em seu talk show, o ator e comediante Jimmy Fallon entrevista celebridades internacionais, participa de esquetes cômicas e faz paródias musicais. No episódio desta noite, Jimmy recebe os atores Jim Gaffigan e Cameron Diaz e o rapper Future.

Confira os demais destaques da programação de hoje.

GLITZ
Lying Games – 18h47 (ep 2×07)
Pretty Little Liars – 20h21 (ep 4×03) / 21h08 (ep 4×04)

MAX*e
Run – 22 h Parte 3 / 22h55 Parte 4 – minissérie

GNT
Questão de Família – 22h30
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MULTISHOW
Só Garotas – 21h30
Por Isso Sou Vingativa – 22h30

NATIONAL GEOGRAPHIC
Vikings – 20 h (ep 2×05)

COMEDY CENTRAL
The Goldbergs – 20h30 (ep 1×06)

SPACE
Justified – 21h10 (ep 5×12)

WARNER
Believe – 20 h (ep 1×07)

SONY
Grey’s Anatomy – 21 h (ep 10×16) – Leia a review
Revenge – 22 h (ep 3×18)
Scandal – 23 h (ep 3×07) – Leia a review

TBS
The Millers – 21 h (ep 1×10)

AXN
Covert Affairs – 22 h (ep 3×12) – Leia a review

RECORD
Milagres de Jesus – 21h45 – minissérie
Breaking Bad – 23h45 (ep 5×06)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30 – Não terá exibição hoje

SBT
Chaves – 19h20

MTV
The Vampire Diaries – 15 h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)

VIVA
Malhação – 13 h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0 h (de segunda a sábado)

Quais suas opções para hoje?

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