TeleSéries
Rookie Blue – Butterflies
25/06/2011, 22:58.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Butterflies
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×01 (Season Premiere)
Data de Exibição nos EUA: 23/06/2011
Nove meses após o término da 1ª temporada, Rookie Blue voltou. E voltou melhor do que antes, na minha opinião. Ano passado, a série já demonstrou crescimento qualitativo, e considero que a premiere nos apresentou um caso bem construído, com atuações mais seguras e personagens mais maduros. Enfim, a dinâmica do episódio foi boa, e creio que, se os eles continuarem nesse ritmo, a segunda temporada superará a primeira em qualidade.
Butterflies começou com um ritmo leve, com cenas ‘domésticas’, que serviram para nos indicar o que se passou durante o hiato (que, na série, significou seis semanas).
Andy e Luke estão felizes, morando juntos. Quem também está radiante é Diaz, que irá retornar ao trabalho, após seis semanas de molho, nas quais recebeu os cuidados da amada Gail. Achei interessantes as cenas entre o ‘triângulo’ Chris, Gail e Dov. Acho que a interação entre eles poderá render bons momentos, sejam eles divertidos ou mais dramáticos (como ficou evidente no desenrolar do episódio).
Outra coisa que me agradou foi que nossos ‘rookies’ cresceram, e agora tem seus próprios novatos. E pela 1ª vez, MacNally foi designada para comandar uma operação: controlar os ânimos dos espectadores de um show superlotado. Nada muito complexo. Mas, como sempre, nem tudo correu bem.
Inicialmente, tudo estava sob controle, e Macnally até teve tempo até para dialogar (e se identificar) com uma das espectadoras do show. Justamente a garota que seria atingida no tiroteio que aconteceu nos instantes seguintes.
Nesse ponto do episódio, foi introduzido um dos novos personagens da temporada: Jo Rosati. A detetive de homicídios se integrou à equipe da 15ª, já que Callaghan estava no Tribunal. Confesso que gostei do personagem. E a introdução dele vai tornar ainda mais interessante a dinâmica do relacionamento Swarek/MacNally/Callaghan.
Como sempre, Andy se deixou afetar e envolver pelo caso e seus desdobramentos (e ninguém esperava que fosse diferente, afinal, tornar as coisas pessoais é uma de suas características). Resolveu entender a vida da vítima, buscando a resposta para o incidente. E teve que passar o resto do dia repetindo que estava bem, mesmo que isso fosse mentira, como a conversa entre ela e Shaw deixou evidente.
Quanto às investigações, o que parecia ser um caso envolvendo gangues, acabou como um homicídio cometido em razão de um coração partido e de uma mente desestruturada. Mas o que merece ser destacado quanto às investigações foi o perfil colaborativo de nossos Rookies (ou ex-Rookies). Cada qual foi responsável por parte do sucesso da operação, ainda que tenham agido de formas bem diferentes: MacNally usou de sua emoção obstinada, Dov Epstein foi o coração (muito legal a luta dele pela doação dos órgãos, e a alegria pelo objetivo conquistado), Gail e Diaz foram ‘a mão forte’ (quanto à Chris, uma evolução para quem só sabia seguir o manual) e Nash usou sua sabedoria serena pra acalmar os ânimos. Enfim, um time bem afinado e que, milagrosamente, não cometeu nenhum erro que comprometesse as investigações.
Gostei também de conhecer um pouco melhor Dov. A história do irmão suicida explica, de certa forma, o perfil do policial. E esse episódio de estréia ainda levantou duas questões (embora já saibamos a resposta das duas): Sam seguirá para a Narcóticos, deixando a parceria com MacNally para trás? E o relacionamento entre Andy e Luke, sobreviverá à presença da detetive Rosati?
Agora, é esperar pelo 2ª episódio. E enquanto à próxima quinta não chega, aproveita e confere a promo legendada aqui.
White Collar – Where There’s a Will
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Série: White Collar
Episódio: Where There’s a Will
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×03
Data de Exibição nos EUA: 14/06/2011
Dessa vez o caso foi bastante simples: a equipe de Peter Burke foi designada pra descobrir quem estava seguindo e ameaçando Helen Anderson (Jayne Atkinson), editora executiva de uma revista. Helen é uma versão menos brilhante de Miranda Priestly (Meryl Streep em ‘O Diabo veste Prada’): não tem vida social e não se importa com seus funcionários, e ela nega a proteção do FBI por não se importar com as ameaças achando que elas significam que está chegando perto da verdade para uma matéria que está escrevendo.
Pretty Little Liars – The Goodbye Look
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: The Goodbye Look
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×02
Data de Exibição nos EUA: 21/06/2011
Eu confesso que a segunda parte da primeira temporada me desanimou bastante. Tivemos episódios bem arrastados em que a trama andou, mas parou no mesmo lugar. Os mistérios que cercam a identidade de –A ficaram entediantes e a trilha sonora, tão boa no inicio, já não existia mais e, por fim, os romances estavam superficiais.
Contudo, a premiere me deixou bastante esperançosa e esse segundo episódio foi apaixonante.
Primeiras Impressões: Falling Skies – Live and Dream/The Armory
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Série: Falling Skies
Episódio: Live and Dream e The Armory
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×01 e 1×02
Data de Exibição nos EUA: 19/06/2011
Depois de mais de um ano de espera, Falling Skies finalmente estreou. E embora tenha sido um bom começo, não foi tão fantástico quanto se esperava. Pelo menos, não quanto eu esperava.
Sou fã de alienígenas, adoro tudo quanto é coisa onde a Terra é invadida ou quando vamos ao espaço conquistarmos nosso lugar no Universo, mas tento ver cada obra como uma coisa singular. É claro que comparações são inevitáveis, mas minha ideia é assistir Falling Skies com a mente aberta e o coração pronto para receber o que me é dado e não criticar pelo simples prazer de criticar.
Durante essa semana o Teleséries fez uma cobertura bem interessante do seriado. A história – tanto da série quanto da produção que a envolveu – os personagens e mesmo o cenário tão característico e significativo. Por isso não ficarei me alongando nesses detalhes. Sinceramente vale mais gastar um minutinho e ler as matérias que estão muito boas.
Dito isso, falemos desses dois episódios de estréia. A Terra foi invadida e não foi bonito. Nós estamos perdendo massivamente e os que restaram são poucos. Mas como sabemos, cenários apocalípticos são perfeitos para unir a humanidade, então os sobreviventes armam uma resistência decidida não apenas a sobreviver, mas a aniquilar o inimigo.

As referências à revolução dos Estados Unidos contra a Grã-Bretanha estão escancaradas em inúmeras cenas, mas em especial na pele do protagonista, Tom Mason, um professor de história alçado a 2º em Comando nas tropas da Resistência da 2ª Massachussets. História não é o meu forte, mas se de fato os professores souberam tanto de estratégia de guerra por estudar as milhares que ocorreram na evolução da humanidade, acho que todo militar e governante deveria ter um diploma na matéria.
A história em si é bem simples. Os poucos humanos que sobreviveram naquela região se dividem em grupos de 300 (200 civis, 100 combatentes) para não despertarem a atenção dos sensores inimigos. E é o 2º batalhão que iremos seguir.

Se fosse só lutar, não teria problemas. O grande incômodo é a falta de alimentos disponíveis – a maioria dos mercados já foi saqueado e obviamente não tem mais pessoas produzindo – e armamento. Outro caso importante são os familiares capturados pelos alienígenas. Quando você sabe que um querido seu morreu, você chora, sofre, deprimi-se até, mas chega um momento que a tristeza arrefece e você continua com sua vida, pois sabe que não tem mais jeito. Se há uma coisa definitiva nesta vida é a morte. Mas como lidar com o desaparecimento puro e simples? Com a incerteza? Como seguir sem saber se a pessoa que você ama está viva ou morta? Talvez capturada, sofrendo, esperando e acreditando que você irá salvá-la? E é exatamente com esse tipo de sentimentos que os humanos sobreviventes precisam lidar.
Tom e seus dois filhos remanescentes – a esposa saiu para buscar comida e nunca mais voltou, o filho do meio também está desaparecido – têm se preocupado basicamente em sobreviver, até que Hal, o mais velho, avista o irmão que foi capturado pelos skitters (os alienígenas). Qual pai sossegaria enquanto não trouxesse o filho de volta, nem que para isso precisasse morrer tentando?
Esses foram os contornos básicos dos episódios iniciais. A organização da 2ª Massachussets, a busca por comida e armas, a decisão de libertar Ben e, é claro, pois não pode faltar, a altercação com um grupo de bandidos humanos que quase fazem mais estragos do que os próprios alienígenas, mas que ao final acrescentam dois novos personagens ao grupo revolucionário.
O draminha amoroso de Hal com a namorada e a assistente da médica não chegou a empolgar. Mas não dá para negar que onde há jovens envolvidos, há drama amoroso, então não vou reclamar. Só espero que desenvolvam suas histórias a contento.
Melhor foi a amizade (que talvez evolua para algo mais, talvez não) de Tom com Anne, a médica. A mulher tem personalidade, atitude e consegue ser simpática aos olhos do público. O estranho é vê-la como médica e Noah Wyle no papel de um professor de história. Depois de milhares de anos de ER, confesso que olhava para ele em tela e só conseguia pensar ‘precisam de um médico? Chamem o Carter que ele resolve!’. Mas não estou desmerecendo o ator não, muito pelo contrário. Carter está muito vivo em minha memória, mas Wyle desempenhou seu papel de professor-soldado muito bem. Verdade seja dita, bem melhor do que eu esperava quando vi que ele foi escalado para o papel. Não duvido que em poucos episódios eu já olharei para ele como professor e não mais como Carter.

E para finalizar preciso comentar quatro coisas:
1) Adorei rever Colin Cunningham. Eu gosto muito do ator e já estava cansada de vê-lo apenas em participações especiais. Mas é meio estranho ver o seu personagem matando pessoas da 2ª Mass e logo em seguida conversando com eles como se nada tivesse acontecido. A guerra é uma coisa louca mesmo.
2) Quando falam em Sarah Sanguin Carter (a Maggie) o povo deve lembrar de Shark e algumas outras participações especiais que fez aqui e ali, mas eu confesso que lembro da moça em Smallville, como Alicia, a garota que casou com Clark enquanto ele estava sob o domínio da kryptonita vermelha. É inevitável lembrar-me desse papel, pois eu gostava muito de Alicia com Clark. Mas gostei do seu papel em Falling Skies. Não sei qual será o desenvolvimento de sua personagem, mas ela tem muito mais presença em tela que a loura e morena disputando o coração de Hal.
3) Os finais felizes. Desculpem, mas depois de toda a tensão que vai se avolumando durante o episódio, encerrarem com cenas felizes e agradáveis é um banho de água fria. Desnecessário essa quebra do clima. É claro que precisamos de esperança para continuar prosseguindo, mas se isso se tornar um hábito (02 episódios seguidos em 10 já é muita coisa) não será uma coisa legal.
4) Se conseguirem resgatar Ben, será que darão um jeito de arrancarem aquele negócio de seu corpo? Ainda não decidi se quero que o garoto viva ou não.
Bom, dois episódios já se foram, restam oito. Vamos ver o que os revolucionários tem preparado para nós.
Game of Thrones – Fire and Blood
21/06/2011, 00:30.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Game of Thrones
Episódio: Fire and blood
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×10 (Season Finale)
Data de Exibição nos EUA: 19/06/2011
Acabei de assistir a ‘finale’ dessa temporada de Game of Thrones. E ainda estou tentando encontrar palavras para descrever esse episódio (e, por que não, essa temporada). Infelizmente, todas as palavras que passam pela minha cabeça já foram usadas por mim nas ‘reviews’ anteriores. Mas vou reproduzi-las, sem medo de me tornar repetitiva, pois sei que vocês concordarão comigo: emocionante, imprevisível, ótimo, triste, maravilhoso. Resumindo: o que episódio foi esse, ou melhor, que série é essa?
Ainda estávamos todos sem fôlego e (serei piegas) com lágrimas nos olhos devido à morte de Lord Stark. E os roteiristas não se apiedaram de seus telespectadores: mostraram a lâmina sangrenta e a cabeça decepada de Ned. A tristeza é explicitada nas atitudes das filhas: o desmaio de Sansa (que vai me conquistando lentamente) e o pranto revoltado de Arya (anotem aí: a amizade com o aprendiz de ferreiro será vital pro nosso Arry, que segue rumo ao Norte). E ainda vimos Bran e Rickon, que souberam da morte do pai antes mesmo da chegada do corvo, já que foram avisados pelo sobrenatural.
Foi ainda mais doloroso perceber a tentativa de Lady Stark de se manter em pé, apesar da enorme tragédia. Creio que todos ajudamos a empunhar a espada de Robb, que extravasou toda sua fúria contra uma árvore. E acredito piamente na promessa de mãe e filho, e até mesmo desejo que ela se concretize: todos eles mortos (se bem que Tyrion poderia ser poupado, não?).
E se de um lado vemos dor, do outro vemos barbárie, loucura, prepotência, descontrole. O comportamento de Jeoffrey exemplifica muito bem a frase ‘o poder subiu à cabeça’. O moleque (sim, me recuso a usar Vossa Graça) descobriu que gosta de cortar, não importa o que. E além de ter esse prazer estúpido por sangue, o Rei Dourado ainda demonstrou que é um sádico de marca maior, e fez sua ‘lady’ olhar para a cabeça do pai espetada em uma lança. Alguém aí sentiu algo além de ódio, ou repulsa, pelo fedelho?
Nessa cena passei a gostar um pouco mais da Sansa. Ela vem demonstrando, ainda que lentamente, que irá ficar ao lado da família. E esse aviso foi dado em alto e bom som: ela deseja a cabeça do Rei, ofertada pelo irmão. Foi odioso ver Joffrey ordenando os tapas em Sansa, e torci para que ela de fato o derrubasse da pontezinha, mas é claro que não seria tão fácil assim. Afinal, a 2ª temporada vem aí.
E se ainda duvidávamos da competência de Robb para liderar um exército (ou um reino), a cena na clareira foi bastante esclarecedora. O povo do Norte clama por um novo rei. Não um Baratheon, mas sim um homem do Norte. Um Stark como rei. Achei tocante a lealdade demonstrada pelos comandados de Robb, e torço para que Greyjoy honre suas palavras, e sirva realmente, e lealmente, ao amigo.
Minha torcida fervorosa também para que antes da próxima temporada Lady Stark desenvolva músculos, de forma que a próxima pedrada que acerte em Jaime cause mais danos, e faça o ‘mais belo’ dos Lannister perder a empáfia.
Outro que sofreu muito com a perda do pai foi Snow. Ele tentou desertar da Patrulha da Noite, mas a lealdade de seus amigos, que lembram-no de seus juramentos, faz com que ele permaneça na muralha. E, ao conversar com o comandante, Snow percebe que a chegada do inverno (e dos selvagens e white walkers) trará uma guerra tão importante quanto à travada pelos seus familiares. Finalmente o inverno está chegando, ainda que precisemos esperar por ele até 2012.
E Tywin, enfim, percebeu que Tyrion não é apenas um tolo atrofiado. Mais, ele começa a ver o filho como um estrategista, e planeja usá-lo para controlar os ímpetos assassinos do neto. Mas Tywin não contava com uma certa rebeldia de Tyrion, que decide levar sua ‘acompanhante’ para a Corte, apesar das ordens do pai. Certamente, essa história com a prostituta ainda renderá muito pano pra manga.
E pra encerrar em alto nível (e já, antecipadamente, me desculpo pelas tramas que esqueci ou optei por deixar de lado), é preciso citar Daenerys e toda sua dor e fúria. A história nas terras Dothraki acabou muito diferente do que eu imaginava (o casal Drogo se tornou o mais fofo e querido pra mim, por mais estranho que isso possa parecer). Day sacrificou a vida do filho pela saúde e sobrevivência de Drogo. Mas foi ludibriada pela feiticeira, que manteve o antes poderoso Khal vivo, mas como se morto estivesse.
Pausa dramática: eu avisei (ok, sei que é chato) que nasceria um bebê dragão. Só não imaginei que ele morreria tomado pelos vermes.
Foi extremamente doloroso para Daenerys ver seu Sol e sua Lua partir. E mais, tirar o restante de sua vida pelas próprias mãos. Mas da dor a eterna Khaleesi passou pra fúria. E ela armou todo um espetáculo pirotécnico que conduziu a temporada para um final previsível mas, nem por isso, menos magnífico.
A Targaryen (filha da tempestade, descendente de dragões, sangue da velha Valyria) mostrou a que veio. Acendeu a fogueira, ouviu a feiticeira gritar. E atravessou o fogo para ‘repousar’ junto de Drogo e dos ovos de dragão. E comprovando a teoria de que o sangue dos dragões corre nas suas veias, Day não só sobrevive ao fogo, mas ganha três aliados importantes na guerra que vem por aí. O fantástico aportou de vez em Game of Thrones, e os ovos de dragão eclodiram. Emocionante e extasiante final.
Agora, só nos resta aguardar 2012 chegar, trazendo com ele o inverno, os homens bravos e leais, os selvagens, os dragões, as guerras, traições e intrigas. Enfim, tudo que fez de Game of Thrones a estréia do ano.
Agradeço pela companhia de vocês desde o balanço da temporada. Espero nos encontramos novamente quando o inverno chegar!
Franklin & Bash – Jennifer of Troy
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Série: Franklin & Bash
Episódio: Jennifer of Troy
Temporada: 1º
Número do Episódio: 1×03
Data de Exibição nos EUA: 15/06/2011
Stanton Infeld apresenta os casos na reunião de praxe e Damien desafia Bash e Franklin a vencerem o caso de uma secretária que diz ter sido demitida por ser “muito bonita”. A mulher quer processar a empresa e também Katherine pela demissão “sem mais nem menos”. Se os dois ganhassem, eles levariam como prêmio a guitarra do Jack White – que Damien havia ganho.
Apostaram sem pestanejar porque não perdem a oportunidade de cutucar Damien. Mas isso foi antes de conhecerem Jennifer, a secretária. Ela não é feia, mas não é o tipo de cliente que estavam esperando. Como fazer pra convencer o júri de que ela foi demitida por ser bonita, sem ser bonita?
Law & Order: Criminal Intent – Cadaver
19/06/2011, 22:48.
Tati Leite
Reviews
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Série: Law & Order: Criminal Intent
Episódio: Cadaver
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 10×06
Data de exibição nos EUA: 12/06/2011
Esse foi um dos melhores episódios no que envolve ‘crime da semana’. Não que o desfecho – ou seja, a descoberta do assassino – tenha sido surpreendente mas as atuações e a história foram muito bem amarradas. Muitas vezes não é o ineditismo que garante a qualidade.
Steven Weber foi o ator convidado da semana e coube a ele o papel de vítima (o que já é algo excelente, porque geralmente o ator mais famoso é sempre o assassino). Seu personagem era um filantropo que desaparece logo após entregar prêmio em dinheiro que serviria para bancar uma pesquisa médica.

Os suspeitos são quatro: a esposa e os três médicos que concorriam ao prêmio. Durante a investigação descobrimos que um dos médicos era filho biológico da vítima, mas que apesar da raiva que nutria pelo pai – por acreditar que este o tinha abandonado – não era o responsável por sua morte.

Os culpados eram dois, melhor dizendo, duas. A mãe da vencedora do prêmio ao ouvir uma conversa da vitima com o filho teme que sua filha perca os privilégios conseguidos e durante uma discussão acaba cometendo o assassinato. A filha numa tentativa de salvar a mãe e, ao mesmo tempo, na esperança de se livrar da carreira que no fundo não era o que ela queria, acaba ajudando a sumir com o corpo.

Paralelo a trama temos Goren tendo a princípio sua última consulta com a psiquiatra. Ele a acusa de não estar sendo profissional e estar interessada romanticamente nele. Goren parte furioso dizendo que não voltará as consultas deixando a psiquiatra visivelmente preocupada.
White Collar – On Guard e Need to Know
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Série: White Collar
Episódio: On Guard e Need to Know
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×01 3×02
Data de Exibição nos EUA: 07/06/2011 e 14/06/2011
Agora me explica: se Peter desconfia que Neal roubou a arte nazista do submarino antes dele ser queimado, como pode trabalhar com ele? Melhor, como Peter faz um interrogatório e ninguém no FBI questiona o porquê, e mais, como nenhuma evidência física existe para comprovar que a arte queimou?
Pretty Little Liars – It’s Alive
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: It’s Alive
Temporada: 2
Número do Episódio: 2×01
Data de Exibição nos EUA: 14/06/2011
Mentira tem perna curta já dizia o velho ditado. Para Aria, Spencer, Emily e Hanna se aproxima o momento em que a verdade vem à tona, mas até então, elas vão encobrindo uma mentira com outra mentira, ou pelo menos vão tentando sobreviver a -A que sempre tem uma carta na manga.
Luther – Episode 1
15/06/2011, 20:33.
Tati Leite
Reviews
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Série: Luther
Episódio: Episode 1
Temporada: 2ª
Data de exibição na Inglaterra: 14/06/2011
Eu fiquei muito feliz quando anunciaram a 2ª temporada de Luther mesmo sabendo que seriam apenas 4 episódios. Os ingleses tem esse hábito de fazer séries incríveis com poucos episódios. Talvez seja esse o “charme” da coisa. Eu não conhecia o trabalho do Idris Elba, Luther foi o primeiro que acompanhei. Para muitos não é surpresa o talento do ator afinal ele fazia parte da série The Wire (que finalmente estou assistindo e recomendo muito).
Alice está sendo interrogada por DCI Schenk sobre seu relacionamento com Luther e o que a levou matar DCI Ian Reed. Se teria sido a pedido de John (Luther). Alice nega e diz que ele ficou lívido quando ela resolveu matá-lo o que sabemos não ser mentira apesar de não ser tão simples assim.
Com a descoberta que Reed é o assassino de Zoe, Luther está livre para retornar ao trabalho mas percebemos que as coisas parecem ainda mais complicadas na vida dele. Enquanto Alice conversa com Schenk no lugar em está presa vemos Luther se arrumando para o primeiro dia de trabalho e “brincando” de roleta russa.
John mantém algum tipo de amizade com Mark Noth, ex-namorado de Zoe, provavelmente devido ao laço criado entre eles (e Alice) após os eventos do final da 1ª temporada. E no meio do episódio pede que ele cuide de uma prostituta, filha de um dos homens que ele prendeu e que a mãe pediu ajuda por responsabilizá-lo pelo rumo que a filha tomou.
DS Justin Ripley por ter sido fiel a Luther durante o período que ele era um fugitivo está cumprindo uma punição e o ex-chefe o chama para trabalharem juntos numa nova unidade que para nossa surpresa – e de Ripley – é chefiada por Schenk que aparentemente resolveu dar uma segunda chance a John Luther.
Temos então a apresentação no casa dessa curta temporada. Um assassino mascarado cerca sua vítima e corta o pescoço. E isso tudo sendo filmado. Durante o segundo assassinato, Luther persegue o assassino e quase é morto. Durante a briga ele morde e arranca um pedaço da pele fazendo com que através de exame de DNA a policia consiga a identidade do assassino.
Além de trabalhar novamente com Ripley, Luther conta com a ajuda da DS Erin Gray que claramente não concorda com a forma de John trabalhar e tem medo que isso possa prejudicar sua carreira. No final do episódio somos levados a crer que algo acontecerá com ela mas a cena corta para Ripley que está sentado no carro a espera. E de repente o assassino – que continua usando a máscara mesmo já tendo sua identidade revelada – aparece dentro do carro e o episódio acaba. Eu realmente espero que Ripley não esteja morto e a julgar pelas cenas do próximo episódio desconfio que não esteja mas isso não quer dizer necessariamente que isso é algo bom para ele.
Franklin & Bash – She Came Upstairs to Kill Me
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Série: Franklin & Bash
Episódio: She Came Upstairs to Kill Me
Temporada: 1º
Número do Episódio: 1×02
Data de Exibição nos EUA: 08/06/2011
Jared:
“Você acabou de chegar no céu.”
Peter:
“Os padrões são mais baixos que pensava.”
Jared:
“São Pedro diz que pode voltar pra terra como fantasma ou como…
Peter:
“Espera aí, fantasma que nem gasparzinho, ou Bruce Willis em “Sexto Sentido”?”
Game of Thrones – Baelor
14/06/2011, 22:13.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Game of Thrones
Episódio: Baelor
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×09
Data de Exibição nos EUA: 12/06/2011
Mais uma vez, um episódio ótimo. E um final daqueles. Emocionante, imprevisível. E triste, muito triste.
Era certo que a tensão entre Lannisters e Starks só faria ficar pior. E boa parte desse episódio mostrou os desdobramentos dos ataques mútuos entre as famílias. E suas estratégias para ganhar a guerra.
Mas antes de falar na guerra em Westeros, é preciso falar do que acontece em terras Dothraki. Nós já imaginávamos que a aparição da bruxa ia render muita história. Mas eu não pensava que Drogo ficaria entre a vida e a morte, e que Khaleesi precisaria desafiar todos os homens-cavalo para salvar a vida do marido (e do pequeno dragãozinho que está para chegar). E como sempre, as cenas mais nojentas do episódio ficaram ao encargo de Daenerys e seus liderados (ora é o coração do cavalo sendo devorado, ora é seu pescoço sendo cortado e o sangue espirrando para todos os lados).
Eu poderia até arriscar algum palpite sobre o final da tragédia da ‘família Drogo’, mas Game of Thrones é sempre tão surpreendente que fazer isso seria arriscar um palpite furado. Então, é esperar para descobrir se o bebê dragão vai nascer bem (tem alguém aí esperando ver um bebê alado?), e se papai Drogo vai sobreviver (ou qual será o destino da Dama Prateada caso ele morra). Ah, já ia me esquecendo de comentar o quão assustadora foi a cena da barraca. Nem que me pagassem eu entraria no meio daquela tenda balançando, com aqueles gritos ecoando. MEDO.
Enquanto isso, em Westeros …
Do lado dos Lannisters, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco da história de Tyrion, e, porque não, de Tywin. O duende abriu o coração para os ‘amigos’, e o que ele contou só nos fez odiar ainda mais seu pai e seu irmão. Através da história de Tyrion, fica bem claro que para os Lannisters, mais do que laços de sangue (já que os de afetividade nem existem), o que conta são as aparências, a reputação de sua Casa.
Confesso que tudo isso me faz gostar cada vez mais do ‘meio-homem’, que é, de longe, o mais íntegro, leal e apaixonante Lannister (embora isso não signifique que não apoiará sua família na guerra contra os Starks, contrariando minha torcida). E foi bom ver, mais uma vez, o quão persuasivo Tyrion é. Quando falou para os Homens do Vale, o duende parecia um grande guerreiro. Ainda que tenha sido derrubado antes mesmo da batalha começar.
E se para os Lannister só as aparências contam, para os Stark os laços de afeto falam mais alto. Robb não está medindo esforços para cruzar Westeros e salvar o pai do cativeiro. Ele aceitou se casar (com uma donzela não tão bonita assim) e sacrificar 2 mil homens. Está se tornando um homem.
Outra que faz qualquer coisa para ajudar Lord Stark é sua esposa. Catelyn se mostra cada vez mais obstinada à salvar a família, ainda que isso signifique, à longo prazo, a infelicidade dos filhos. Mal ela saber que todos os esforços são em vão. E Snow também prova que, apesar de bastardo, é um legítimo Stark. Ficou óbvio, nesse episódio, que Snow será um grande líder. Quem sabe ele não alia o juramento sagrado com sua devoção aos familiares e lidera os Homens da Muralha rumo à guerra?
Descobrir que os Stark capturaram Jaime e conseguiram enganar os espertos Lannister foi muito bom. O que devastou os corações foi o que veio a seguir.
Eu não acreditava, realmente, que Lord Stark fosse se confessar um traidor. Eu ainda achava que Lord Varys fosse mexer os pauzinhos e facilitar a fuga da Mão do Rei. Mas, em nome da família, e pela vida de Sansa, Eddard resolve esquecer sua honra e sua dignidade, e se coloca aos pés do fedelho de cabelos dourados.
O Rei Joffrey, demonstrando mais uma vez sua candura, resolve contrariar os conselheiros e a mãe, e manda cortar a cabeça do ‘ traidor’ Nedd. E o episódio acaba assim, nesse misto de espanto e tristeza: Lord Stark está morto (muita pena de Arya, que estava desembainhando a espada para lutar pela vida do pai). Prova de que Game of Thrones pode se mostrar cada vez mais imprevisível, e cada vez mais apaixonante.
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