Preview: Franklin & Bash

Data/Hora 09/06/2011, 11:39. Autor
Categorias Opinião, Preview, Reviews


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Série: Franklin & Bash
Episódio: Pilot
Temporada:
Número do Episódio: 01
Data de Exibição nos EUA: 01/06/2011

A TNT apresenta séries bem redondinhas. Não são um estouro inicialmente, mas mantém uma qualidade e, no mínimo, são séries que valem a pena apostar nem que seja pelo puro entretenimento. Sem falar que a emissora vez ou outra nos agracia resgatando alguma série que foi ignorada em outro canal.

A nova série das noites de quarta-feira é a dramédia de tribunal Franklin & Bash. Dois advogados que montaram recentemente um escritório, mas são convidados à irem para uma grande firma por Stanton Infeld.

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Game of Thrones – The Pointy End

Data/Hora 09/06/2011, 00:23. Autor
Categorias Reviews


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Série: Game of Thrones
Episódio: The pointy end
Temporada:
Número do Episódio: 1×08
Data de Exibição nos EUA: 06/06/2011

Sempre encerro as reviews elogiando os finais frenéticos, surpreendentes e bem estruturados de Game of Thrones. E nessa semana, o episódio foi inteirinho com cara de final. O que mais nós poderíamos querer?

Já no início do episódio, percebemos os desdobramentos da bondade de Ned Stark. A batalha pelo trono toma as ruas da capital dos Sete Reinos, e todos os homens leais ao Lord do Norte são mortos. Sansa é ‘capturada’ e levada até a Rainha Cersei, que obriga a mais volúvel das Starks a mandar uma mensagem para o Irmão, Robb, Senhor de Winterfell. Pressionada, a menina envia uma carta para Winterfell, no melhor estilo “ajoelhe-se ou morra”.

Enquanto isso Arya, mais astuta e corajosa que a irmã, defendida pelo seu bravo ‘professor de dança’, consegue escapar. E mata seu perseguidor. É isso mesmo, caro leitor. A criança Arya matou aquele que a perseguia e conseguiu escapar das garras dos Lannister. Boa, garota.

Enquanto as aventuras das irmãs Stark se desenrolam, Lord Stark recebe a visita, em sua cela, de Lord Varys (o eunuco). Ainda não ficou claro qual é o senhor de Varys, já que a cada episódio ele parece seguir na direção do vento. Não me convenci com a explicação dele, de que serve ao Reino. Mas também não consigo ver maldade suprema ali. Acho que ele pode se voltar contra os Lannister no futuro, dependendo dos rumos que as coisas tomarem. E após a visita do conselheiro, e das más notícias trazidas por ele (a fuga de Tyrion), fica claro para Ned que seu destino é a morte (pela espada, ou pela sede).

Nas longínquas terras do Norte, na muralha, são descobertos os estranhos corpos de dois patrulheiros. Tarly, o covarde, enfim demonstra que além de leal, ele é esperto, e sugere que algum mistério ronde a morte dos homens da muralha. Mas esse não é o único problema enfrentado no Norte. Snow se complica, ao tentar agredir um superior que chama seu pai de traidor, mas no final se redime, ao salvar o Comandante de um dos patrulheiros mortos, que aparentemente voltou a vida. Depois, descobrimos que essa ‘ressurreição’ é motivada pelo contato dos mortos com os White Walkers. Ou seja, vem coisa muito ruim por aí.

Enquanto isso, em Winterfell, Robb reúne os subordinados, que juraram lealdade ao seu pai, para auxiliá-lo na guerra contra os Lannisters, e sai em marcha rumo ao Sul. Já Lady Stark não tem tanta sorte, já que sua amada irmã e seu sobrinho (o garoto-propaganda de qualquer campanha de aleitamento materno) negam apoio aos Senhores do Norte.

Lá pelas bandas dos Dothraki o clima também anda meio belicoso. E nossa amada Khalesi mostra cada vez mais suas duas facetas: a bondosa, que impede que os homens-cavalo montem nas mulheres-ovelha; e a tirana, que avisa que cavalos e ovelhas servem de alimentos para os dragões. MEDO do dia que a Dama Prateada (adorei o apelido) chegar em Westeros.

Quem se deu bem no episódio foi nosso duende favorito, Tyrion. Cheio de astúcia, e munido da riqueza da família, ele convence os Corvos de Pedra, os Homens Queimados e os Orelhas Negras a escoltarem-no de volta ao Rochedo Casterly. Contudo, antes que Tyrion possa pagar sua dívida com seus mais novos ‘amigos’, um mensageiro avisa que os Starks marcham rumo ao Sul, e que confrontarão, em breve, as tropas de Jaime. Assim, Tywin resolve ir à guerra, em auxílio do filho. E Tyrion é conduzido ao campo de batalha pelos guerreiros de nomes estranhos, como forma de garantir o pagamento da dívida. Será que o duende escapará ileso da iminente guerra?

Outro que está em apuros é Robb, que é muito novo, e bondoso demais, para liderar os exércitos do Norte. Em The Pointy End fica claro que sua liderança não é unanimidade entre os subordinados, e até mesmo que Lady Stark desaprova algumas atitudes do filho. Contudo, eu aposto que Robb Stark provará seu valor, na guerra.

E para finalizar esse episódio com cara de final de episódio, um raro momento família da Sansa, que resolve arriscar seu casamento com o garoto de cabelos dourado, que agora é rei, para pedir clemência ao pai (a tese da papoula foi mirabolante, mas tá valendo). O bondoso Rei Jeoffrey atende ao pedido de Sansa, desde que Ned aceite se ajoelhar aos seus pés e reconhecer que ele é Rei. Será que Lord Stark aceitará? Temo (e agradeço pela decisão) que não.

Faltam poucos episódios para o final da 1ª temporada de Game of Thrones. E fica cada vez mais claro que, definitivamente, o inverno vem chegando. Resta saber o que os dias de escuridão e frio nos reservam.

Smallville – Finale

Data/Hora 05/06/2011, 19:42. Autor
Categorias Reviews


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Série: Smallville
Episódio: Finale
Temporada: 10ª
Número do Episódio: 10×21 e 10×22
Datas de Exibição nos EUA: 13/05/2011

Escrever a última resenha de Smallville é um tanto poético para mim. O significado disso vai além do óbvio, da emoção que sinto da saudade que está para chegar. Significa missão cumprida. Algo que planejei, vi acontecer e finalmente está aqui. Além disso, do tão esperado final, e a sensação de alívio, chega a expectativa também. Por algo que eu ainda não sei o que é, pelo começo da “era Smallville“. Agora é olhar para frente, lembrar do passado, e espero que Smallville tenha sido tão importante para alguns como foi para mim.

Sentei em frente ao computador poucos minutos antes da finale começar. Ao meu lado, meu irmão desinformado mas gentil o bastante para fingir que se importava com os meus espasmos. Não eram gritos, tenho que pontuar, mas uma mistura de suspiros com sons agudos. “Vai começar”, avisei. E ele acomodou-se e logo começou a me encher de perguntas.

“A Chloe não tinha saído da série? Onde está a Lana? Cadê o Lex Luthor. Não existe Superman sem Lex Luthor. Ele já voou? Dez anos e ainda não voou? Já colocou o uniforme pelo menos?”. Não sei se fiquei impressionada com a quantidade de perguntas que ele foi capaz de fazer em alguns minutos, ou por ter reconhecido nessas perguntas um público que deixou de ver a série aos poucos e que mesmo assim, foi capaz de se render ao episódio final de Smallville.

Esperei um pouco para responder as questões. Sim, Chloe Sullivan saiu da história no início da última temporada. Mais precisamente quando o contrato da atriz Alison Mack acabou. Mesmo assim, a personagem não foi esquecida, e seu nome ecoou em vários momentos dessa temporada. Até que ela finalmente voltou para uma participação logo depois do hiatus. Casou-se com seu companheiro Oliver Queen, deu um jeitinho de despistar o Suicide Squad, e matou a saudade de uma legião de fãs, que se sentiram orfãos com a saída da loirinha.

Já a Lana… essa ficou para trás, como na história original. É parte de um passado importante, e foi parte do legado de Clark Kent. Na série, tirando alguns ‘flashbacks’, ela não deu mais as caras. Ficou lá na oitava temporada, envenenada de kryptonita. Bem simbólico.

Começou. Falei para meu irmão se acalmar, que algumas respostas estavam por vir, mas logo ele se virou para mim com aquele olhar de perdido. “Chloe teve um filho?”. Bom, o garotinho para qual ela estava lendo a história de um “garoto de Kansas” pode ser filho dela com o Oliver Queen. Mas quem sabe? Fica apenas na nossa imaginação, ou no desejo de alguns. Mas o que me intrigou foi o quadrinho em si. Como ela pode estar lendo sobre aquilo se Clark é o alterego/disfarce do Super-Homem? Ela escreveu aquela história e editou e ganhou rios de dinheiro com a revistinha em quadrinho do Homem-de-Aço? Seria Chloe herdeira da DC Comics? Bom, não faça perguntas das quais você não terá respostas.

O nervosismo havia passado, mas a ansiedade não. Alguns minutos depois, lá estavam Lois e Clark duelando sobre o casamento – que todos nós sabíamos que iria acontecer um dia. “Você não está no meu caminho, Lois. Você está ao meu lado”, repeti logo depois do Clark. Aquilo não poderia ser mais certo. Aquele casamento tinha que acontecer. A capela estava pronta, os padrinhos também, os convidados a caminho, só faltava o noivos se decidirem. Nada poderia atrapalhar esse dia feliz.

Se nada significar um planeta gigantesco sendo atraído por um campo magnético do mal, bom esse nada bem que causou algum dano ao dia feliz de Lois em Clark. Mas tudo o que restou em minha memória foi a cena na qual o casal estava separado entre uma parede, discutindo a relação. Foi a DR mais bonita que já vi em toda a minha vida.

Nessa hora, confesso que estava segurando as lágrimas, não queria perder a aposta. “Vai chorar?”, ele perguntou. Eu fiz sinal de “não” com a minha cabeça, temendo deixar minha voz denunciar a minha emoção. Quando Lois estava em pé, sozinha na igreja, procurando Clark no altar, quase não aguentei. Mas todo o meu esforço foi por água a baixo quando o moço apareceu ao lado da noiva e segurou em sua mão. Literalmente por água a baixo.

Sim, eu estava chorando. Ali na minha frente estavam Clark Kent, cheio de confiança, sereno, apaixonado por Lois Lane, esperta e amável. ” Tudo bem, Smallville”?, “Perfeito”. Concordo, tudo estava perfeito.

Vocês me permitem um momento de fã? SEIS ANOS DE CLOIS. (In.Your.Face)

Quase gritei, mas não queria passar vergonha na frente daquele que no momento tentava ligar para a namorada dele. Sim, meu irmão deixou de assistir a finale de Smallville por causa de uma menina. Esse mundo está perdido. Mas enfim, me senti mais a vontade para gritar, xingar, chorar, suspirar. Afinal, Darkseid acabou com o casamento, e pretendia acabar com o mundo.

A primeira meia hora do episódio foi recheada de momentos sentimentais. Oliver e Chloe, Martha e Jonathan, todos ali tentando fazer a coisa funcionar, engatar. A chegada do Apokolips foi realmente apocalíptica, se me permitem o trocadilho. Só que nada poderia superar a volta de Michael Rosenbaum como Lex Luthor. Quase tanto quanto ver o Thomas Patrick Welling de uniforme, eu sonhei, desejei, que o Lex voltasse, e voltou com estilo.

O mal e o bem co-existem, lutam um contra o outro. Mas não existe bem sem o mal, nem o mal sem o bem. Sorri. A grande luta de Clark não é com seu arquiinimigo e  sim com o Grande Senhor da Escuridão. Sorri. Lex deu o último empurrão que o nosso herói precisava para abraçar seu destino. A conversa entre os dois personagens foi uma das melhores coisas da finale.

Olhei rapidamente para o relógio, já passava da metade, e para os que contam o tempo de uma maneira pessimista, faltava pouco para acabar. Uma personagem iria morrer, outro iria ter a memória apagada, outro ia voar. Mas eu não sabia, nem imaginava que tudo isso ia acontecer em pequenos intervalos de tempo. A ansiedade se trasnformou em nervosismo novamente.

Meus olhos mal podiam acreditar quando Lex matou sua própria irmã, Lutessa. A Tess foi realmente um personagem que eu aprendi a gostar. Sem contar que a Cassidy Freeman foi fantástica em todos os momentos. Mas meus olhos se reviraram quando ela “apagou” a memória do irmão, Lex. Era de se esperar, não é? – Eu não esperava.

Até que a tão esperada hora chegou. Não pude ignorar os segundos que passavam entre os rios de propaganda da CW. Ali estava Clark enfrentando Darkseid-Luthor. Como sempre, a luta foi rápida, mas dessa vez não pude reclamar, não faria muito sentido ele perder uns 10 minutos de golpes em câmera lenta, se ela ainda tinha tanto para fazer.

A cena das lembranças – e dos testes – que foram mostradas por Jor-El, me tirou do chão. “Série besta!”, pensei alto. Me vi uma década atrás, atravessando a sala enquanto minha irmã, Sarah, assistia a nova série da Warner. Praguejei algumas palavras para a TV. Odiava Smallville naquele tempo. Babaca e insolente eram adjetivos comuns quando eu me referia a série. E foi exatamente a lembrança do passado e de toda a jornada que ele, e eu, enfrentamos em 10 anos que fez meu coração apertar. Aí estava ele. Em cores primárias: azul, vermelho e amarelo. Ali estava ele salvando um avião de uma queda eminete. Ali estava ele devolvendo a esperança para a humanidade.

Os minutos finais da série me fizeram desejar outra temporada. Uma que mostrasse aquilo que sempre sabíamos que seria o fim. A vida do Super-Homem, o dia-a-dia na redação do Planeta Diário, e as vilanias do presidente Luthor.

Acabou.

Não, apenas começou.

Para o alto e Avante

O episódio foi cheio de grandes momentos, e nem sei por onde começar. Talvez pelos momentos simbólicos. As menções aos “heróis que estão por aí salvando o mundo”, “Zatanna e o ManHunter”, a capelinha do casamento igual a dos quadrinhos, Connor, General Lane e tantas outras…

Erica Durance e seu sotaque canadense é a melhor Lois Lane do mundo.

Tess Mercer, Oliver Queen, Chloe Sullivan, sentirei falta de todos vocês.

Jimmy Olsen! Melhor surpresa!

Thomas Patrick Welling, azul combina com seus olhos.

Louis Febre e Mark Snow, você fizeram a diferença. A trilha sonora estava maravilhosa. E parabéns ao uso devido da trilha de John Williams.

Efeitos especiais nota dez – apesar do baixo orçamento.

Coquetel de Kryptonita

O baixo orçamento, que não permitiu mais participações no final.

Smallville acabou, e com isso ficou para trás muitos começos. Para mim, que comecei no TeleSéries escrevendo resenhas de “Small”, foi o início de um futuro no mundo dos seriados. Também foi o início de muitas amizades. Agradeço a todos que leram meus devaneios, e todos os amigos que fiz por causa dessa série. Muito obrigada Aline, Ana, Mariana e Túlio por aguentarem junto comigo. E obrigada, Rafael, por ter assistido a finale comigo. Apenas, obrigada.

Finale vendeu 10 revistas em quadrinho. (0 a 10)
Parte 1 escrito por Al Septien & Turi Meyer
Dirigido por Kevin Fair
Parte 2 escrito por Brian Peterson & Kelly Souders
Dirigido por Greg Beeman

Game of Thrones – You Win or You Die

Data/Hora 30/05/2011, 16:27. Autor
Categorias Reviews


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Série: Game of Thrones
Episódio: You win or you die
Temporada:
Número do Episódio: 1×07
Data de Exibição nos EUA: 29/05/2011

Corro o risco de me tornar repetitiva, mas é necessário, mais uma vez, elogiar o episódio de Game of Thrones. Esse foi um episódio de diálogos densos e importantes, e de surpresas.

Logo no início de You Win or You Die, fomos apresentados para Tywin Lannister, que recebe do filho Jaime a notícia de que deverá se apresentar à Corte, para responder pelos crimes de Sir Clegane, convocado por Ned Stark.

Enquanto descarna um veado (que ‘coincidentemente’ é o símbolo dos Baratheon, Casa do amado genro de Tywin), o Lannister-pai dá uma lição de moral no filho, chamando-o de tolo, e, embora em outras palavras, de covarde (se ele agisse sempre assim, eu poderia até simpatizar com Tywin). No final do papo, Jaime é enviado pelo pai para resgatar o ‘pior dos Lannister’ (na minha opinião o melhor deles), Tyrion. Mal eles sabem que o duende já está livre. Fica evidente que Jaime não sabe lidar bem com a pressão do pai, que cobra que o filho ocupe, imediatamente, lugar de destaque em Westeros, e não como capacho de Reis. Vamos ver qual será a postura de Jaime a partir de agora.

E de um diálogo importante, passamos direto para outro, ainda mais tenso. Lord Stark confronta Cersei, informando-a que saber de seu caso com o irmão. Ned avisa a rainha que contará a verdade para Baratheon assim que ele voltar da viagem de caça, e aconselha que Cersei parta com os filhos para longe, pois assim que souber da verdade, Robert ficara furioso. Mas o conselho mais sábio foi dado pela Rainha. Disse que Ned deveria ter sentado no trono de ferro quando teve oportunidade, e não entregá-lo para Robert. E alertou que, quando se joga o jogo do trono, ou se ganha ou se morre. Mas Lord Stark ou não foi astuto o suficiente para compreender a mensagem ou, homem honrado que é, decidiu continuar com a idéia original, mesmo temendo o que isso pudesse lhe custar (prefiro acreditar nessa segunda hipótese).

A cena seguinte também apresentou um diálogo bastante revelador (apesar do ambiente e das distrações que ofereceu aos marmanjos de plantão). Ficou bem claro que Baelish não superou, nem de longe, o amor que sente por Lady Stark. E através da história contada por ele, ficamos sabendo um pouco mais do passado de Catelyn e Ned, do porquê do casamento. Mas apesar de todo ressentimento do ‘cafetão’, juro que não imaginei o que viria a seguir.

Lá pelas bandas de Winterfell, cada vez fica mais na cara o descontentamento do Senhor das Ilhas de Ferro, Theon Greyjoy, com o tratamento comum que recebe. E é certo que essa insatisfação terá reflexos em breve. Aguardemos.

Pausa dramática: Estou aguardando ansiosa o inverno chegar. Ainda mais depois da conversa da sósia da Belatriz Lestrange sobre as coisas que dormem de dia e caçam à noite. MEDO.

Mais ao norte, na Muralha, o cavalo de Benjen Stark retorna sem seu cavaleiro. Snow acredita que o tio possa estar perdido nas terras além dos limites de Westeros. Mas promete que o encontrará, já que será patrulheiro. Só que, supreendentemente, Snow é designado para o cargo de intendente pessoal de Comandante Mormont. É claro que ele não gosta nada da história, mas acaba se convencendo de que se acatar as ordens que recebe pode tornar-se comandante, no futuro. No final do episódio, ao prestar o juramento, perante aos Deuses Antigos, além da Muralha, Snow é surpreendido pelo fofíssimo lobo Fantasma, que traz uma mão congelada na boca. Tensão à vista.

E olha, sei que isso é beeem chato, mas EU AVISEI que não era hora pra caçar e beber. Westeros desmoronando e o rei fanfarrão sai para demonstrar sua virilidade? Isso não podia acabar bem. Voltou literalmente rasgado por um javali (que será, ECA, servido no banquete do velório). No leito de morte Baratheon passa o poder para as mãos de Ned, que governará até que a fofura do Jeoffrey tenha idade para governar. E ainda pede que o amigo ajude o seu (COF, COF) filho a se tornar um rei e uma pessoa melhor que ele. É claro que Stark não tem coragem de despejar a verdade sobre os filhos de cabelos dourados sobre o amigo, que morre sem saber das ‘aventuras em família’ da esposa Cersei.

Ainda agonizando, Baratheon decide rever a ordem de matar Daenerys. Mas é tarde, pois o corvo mensageiro já partiu. Só que, como era previsto, o plano de matar Dany dá errado, e serve apenas para despertar a fúria de Khal Drogo (que é um fofo com a esposa, mas no resto do tempo…). Agora nos resta aguardar o dia em que os Dothraki subirão nos ‘cavalos de madeira’ e atravessarão o mar, para espelhar pânico e destruição pelos Sete Reinos (sério, tive medo da cena de Drogo espalhando sua fúria pela tenda!).

Decidido a fazer Justiça, Ned decide convocar Stannis Baratheon para assumir o trono, já que, como irmão mais velho de Robert, seria seu sucessor legítimo. Apesar de Renly tentar dissuadir Ned, o Senhor de Winterfell persiste em sua ideia inicial.

Para conquistar o controle dos Sete Reinos, até a chegada de Stannis, Ned pede ajuda à Baelish, que promete conseguir o auxílio da Patrulha da Cidade. Após a morte de Baratheon, Jeoffrey assume o trono, amparado pela mãe. Ned entrega, então, a carta de últimas vontades de Robert, e informa que é o Protetor do Reino, e que Jeoffrey não tem direito ao trono.

É então que começa o entrevero. O novo Rei ordena que Ned seja morto pela sua guarda, mas Lord Stark tem a Patrulha da Cidade ao seu lado. É quando Ned afirma que não quer sangue derramado que a matança começa, deixando todo mundo sem entender nada. E, no final das contas, percebemos que a mágoa de Baelish é maior, e mais perigosa, do que imaginávamos.

E agora, o que nos reservam os últimos episódios da 1ª temporada de Game of Thrones? Quem subirá ao trono? Khal Drogo conduzirá seus homens e cavalos por sobre as águas? Infelizmente, teremos que aguardar o próximo episódio para conhecer essas respostas, e, certamente, muitas outras perguntas.

Modern Family: The One That Got Away

Data/Hora 30/05/2011, 14:26. Autor
Categorias Reviews


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Série: Modern Family
Episódio: The One That Got Away
Temporada:
Número do Episódio: 24
Data de Exibição nos EUA: 25 de maio de 2011

Assim que terminou o episódio a minha primeira reação foi que o anterior funcionaria muito melhor como final de temporada. Depois de assistir ao episódio novamente, por não conseguir escrever sobre ele, eu mudei um pouco a minha opinião. Ainda penso que os dois episódios anteriores foram melhores porém a função de um final de temporada é deixar ganchos para a próxima. E abrir possibilidades de novas tramas e/ou discussões. E esse episódio fez isso.

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Bones – The Change in the Game

Data/Hora 27/05/2011, 11:27. Autor
Categorias Reviews


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Série: Bones
Episódio: The Change in the Game
Temporada:
Número do Episódio: 6×23
Data de Exibição nos EUA: 19/05/2011

Por um acaso o Hanson acho que eu nasci ontem? Por um acaso o Hanson acha que eu sou boba? Idiota? Ou ele acha que eu vou esquecer tudo por causa de uma gravidez? Que eu nem vi sendo consumada! Seria demais pedir por um beijo durante toda a temporada? Seria demais ver mais do que um simples gesto? Acho que não. Se eu quisesse ler nas entrelinhas eu compraria um livro, e não perderia horas da minha vida vendo Bones.

É um exagero dizer que essas horas são perdidas, mas ao contrário do que o Criador deve pensar, eu não gosto de sofrer, e essa temporada de Bones foi extremamente sofrida. Até que chega ao final, um final fraco e totalmente barato. Bom, mas vamos a review, antes que eu entregue todo o ouro.

Caso

Um homem foi assassinado em uma pista de boliche. É, isso mesmo. Você não assistiu, nem leu errado. Essa foi a premissa de The Change in the Game. Além de ser um trocadilho terrível, o caso teve pouco a ver com o esperado momento final.

Um homem foi assassinado, sem muito mistério. O básico para o time de squints e mais um bandido para o Agente Booth. A vítima, parceiro de boliche do Max, pai da Bones, não era muito popular em seu time. Deixando todos que frequêntavam o local para praticar o esporte na lista de suspeitos.

Aparentemente, quem pratica boliche não costuma falar com forasteiros – mesmo argumento com o povo do circo – então, porque não dar ao público um motivo para não odiar o episódio? Buck e Wanda, o casal que não era casal e agora talvez seja um casal de verdade. Ver Booth e Brennan disfarçados valeu a diversão.

Com ajuda do time do “lab”, descobriram que a arma do crime era um capacete de moto – porque uma bola de boliche seria muito óbvio- e logo chegaram ao autor do crime. Por alguns segundos, pensei que a assassina era a menina insuportável.

Caso resolvido, sim. Agora chegou a hora da mudança no jogo.

Casais

Entre a investigação e as cenas de Angela e Hodgins, eu prefiro um episódio inteiro com o casal. As cenas dos dois são hilárias, e o parto bastante divertido. Ter que ajudar na resolução de um crime e ainda se preocupar com um provável filho cego é algo que não acontece todos os dias. Apesar das risadas, a cena do nascimento foi o ponto alto da história. Quem não se arrepiou com a melodia de Make You Feel My Love, interpretada pela cantora britânica Adele?

Para mim o episódio se resumiu ao quadro final. Talvez por preguiça, ou por forças do destino – lê-se gravidez Deschanel-Hornsby – o final não tenha sido como o planejado. A mudança no jogo pode ser isso. Algo realmente inesperado.

A criança nasceu sadia, Michael Staccato Vincent Hodgins. A cara de bobo do Jack e o alívio da Angela me emocionou. Me senti um pouco mãe também, feliz e aliviada. Passamos a temporada inteira acompanhando essa gravidez. Foi uma longa jornada até o nascimento do bebê. Quero só ver como eles vão lidar com essa criança na sétima temporada. Talvez o papai Montenegro apareça como babá? Quem sabe?

Aliás, como é que vão lidar com tanta criança? Afinal, Bones está grávida. Só digo isso. E é do Booth. Acreditem!

Estagiário

Wendell, o squint bonito. O que você tem para nos oferecer além de sua testa franzida e seu olhar penetrante? Por que mataram o Vincent? Ah! Nem prestei atenção no squint essa semana. Para mim, não fez diferença alguma. Mas alguém tinha que tocar o laboratório, já que Angie e Jack estavam no hospital, Bones estava jogando boliche com o Booth, e a Cam… bom, a Cam tava enchendo linguíça com o Sweets.

The Change in The Game

O último episódio da sexta temporada foi uma barganha. Isso é o que chamo quando alguém tenta nos ganhar com algo que queremos muito, mas no fundo não vale muito a pena. Sempre imaginamos B&B juntos. Agora, com a gravidez da Bones e ao saber que o Booth e a parceira de fato dormiram juntos, tempos que aceitar o fato que os dois não vão se apaixonar aos poucos, se entregar ao amor aos poucos. Por que o Criador não quer assim. B&B já se amam, agora precisam aceitar o fato de que são um casal. É, isso mesmo, são um casal.

Viva! Alegria! Finalmente… não! Não foi assim que eu imaginei. Não como uma imposição barata. Agora eles precisam arrumar um jeito de seguir com as coisas. Precisam aceitar que estão esperando uma criança. Eu não gostaria que eles precisassem tanto, apenas fossem.

Isso me remete a cena que não vimos em The Hole in the Heart. Não me conforta nenhum um pouco saber que se um dia eu testemunhar a primeira noite do casal, isso vai ser em um flashback. Falta de criatividade, já que isso foi usado no primeiro beijo deles.

Mas o que mais me chateia é saber que até o momento da revelação, o momento em que tudo mudou, eles tinham tido “uma noite” e nada mais. Apesar da troca de olhares e o carinho – quase forçado por Max- nada estava acontecendo, como sempre.

Eu entendo que muita gente gostou, soltou fogos, gritou de alegria… no meu caso, chorei feito uma criancinha – e culpo a Adele por isso. Mas a finale de Bones, não foi nada do que eu realmente esperava, e temo pelo futuro. Mas agora é esperar pelas mudanças… ao menos a franja da Brennan já desapareceu.

Brincadeiras a parte, a primeira vez que escrevi uma review de Bones foi justamente o balanço de temporada do sexto ano. Naquela review, eu citei o episódio Fire in the Ice (4×13). Na cena final, Bones fala para o Booth que nada é a mesma coisa, por causa da entropia, tudo muda. Dessa vez, eu espero que sim.

Até a próxima temporada!

Melhores Frases

“Eu estou grávida. Você é o pai” – Brennan para Booth.

Melhor Cena

Close na Wanda, minha gente! Certo, brincadeirinha.

Buck dirigindo o trator! Certo, brincadeirinha. – Apesar de que essa cena foi hilária.

Mas a melhor, e mais “vendida” cena realmente foi:

Rei do Lab

Max! Porque ele descobriu que tinha algo entre a filha e o agente do FBI em apenas alguns segundos. Muito bem, Max!

Game of Thrones – A Golden Crown

Data/Hora 24/05/2011, 10:33. Autor
Categorias Reviews


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Série: Game of Thrones
Episódio: A Golden Crown
Temporada:
Número do Episódio: 1×06
Data de Exibição nos EUA: 22/05/2011

Que episódio foi esse? Mais uma vez, os diálogos foram perfeitos. É impressionante que mesmo quando o ritmo do episódio é mais lento (leia-se sem tantas batalhas) Game of Thrones prende completamente a atenção do espectador.

Em A Golden Crown tivemos um bom desenrolar das histórias iniciadas nos últimos episódios.

Na capital dos Sete Reinos, tem tensão para todos os lados. Os Starks e os Lannister estão frente a uma iminente guerra, após a captura de Tyrion por Lady Stark e a briga entre Jaime e Lord Stark. A rainha Cersei exige que o marido posicione-se a favor dos Lannisters, porém nada feito. Baratheon prefere reconduzir o amigo ao cargo de Mão do Rei, mas exige que Tyrion seja libertado e que Eddard ‘acerte os ponteiros’ com Jaime.

Contudo, a guerra entre os Lannister e os Starks fica ainda mais próxima, já que Eddard, ocupando o trono do rei (que hora para sair caçar e beber, eim, Robert?), determinou a morte de um dos cavaleiros ligados à Tywin, o patriarca dos Lannisters. Não contente, Eddard convocou Tywin à corte, para pagar pelos crimes de seus homens (que andaram saqueando e estuprando pelos Sete Reinos). Também não ajuda no ‘processo de paz’ que Lord Stark tenha descoberto (era meio evidente, ele é a cara do tio) que o carismático príncipe Joffrey (sim, isso foi a maior ironia dessa review) e seus cabelos dourados são filhos de Jaime Lannister. Ou seja: muita água ainda vai passar por debaixo desta ponte.

É evidente também o crescente desconforto de Renly Baratheon com a postura mais agressiva (e mulherenga) do irmão. Creio que ainda veremos muitos conflitos entre os irmãos, ainda mais depois que o Cavaleiro das Flores incitou Renly a tomar uma posição mais firme no sentido de ocupar o trono (no episódio passado).

Os conflitos também estão presentes em Winterfall. Theon Greyjoy está cada vez mais insatisfeito com seu status junto aos Starks (relembrando: Theon foi colocado aos cuidados da família Stark após a morte de seu pai e irmãos, na rebelião que esses comandaram contra o Rei Robert). Theon tenta incitar Robb, que está exercendo o cargo de Senhor de Winterfell, a dar seguimento na guerra contra os Lannister em Rochedo Casterly, local no qual Jaime procurou refugio após a briga com Lord Stark. Sugestão rechaçada por Robb.

Rápida pausa para um momento feliz (mas rápida meeeesmo): Bran cavalgando, após muito tempo acamado (lembrando que isso só foi possível graças ao duende Tyrion, que projetou a sela especial). Mas logo Bran encontra alguns selvagens, e escapa por pouco da morte (mais uma vez, essa criança está ligada no perigo). Nem mesmo o ato de Theon, que salvou Bran, foi capaz de acalmar os ânimos entre ele e Robb. Portanto, temos mais um conflito em vista, já que logo Theon deve tomar uma postura menos ‘passiva’ no relacionamento com os Starks.

Como se não bastasse todos os conflitos e as intrigas na capital e em Winterfell, a situação no Ninho da Águia também não é das melhores. Tyrion, o duende, está preso em uma cela nada convencional, prestes a cair no nada. Alardeando sua fortuna, consegue ficar perante Lady Arryn (está aberta a disputa para criança mais insuportável – Joffrey X Robin), e mostra mais uma vez todo seu senso de humor e sua sagacidade. Após um duelo entre o escolhido de Lady Arryn e a alma caridosa que aceitou lutar por Tyrion, o duende ganha liberdade, e se livra do cativeiro e de sua raptora – Lady Stark. Agora resta saber se o ocorrido fará Tyrion participar mais ativamente das tramóias dos irmãos ou não (confesso que acredito no bom coração do duende).

Mas, como tragédia pouca é bobagem, precisamos falar da situação amistosa em Vaes Dothrak. Daenerys, cada vez mais Khaleesi, come (ECA) o coração de um cavalo, inteiro e cru. Após ‘o lanche’, é saudada pelos Dothraks como uma verdadeira rainha, já que carrega no ventre um Khal ‘garanhão’, o que deixa o já perturbado Viserys ainda mais atormentado.

O ‘Dragão Platinado’ tenta sair de Vaes Dothrak com os ovos de dragão que Daenerys ganhou como presente de casamento, mas é impedido por Mormont. Contrariado, Viserys enche a cara e volta pra festa, e exige que lhe seja dado o que lhe foi prometido em troca da irmã: uma coroa de ouro. Cumpridor de sua palavra, Drogo dá uma coroa de ouro para o jovem Targeryan, ainda que não fosse a coroa que ele desejava. É o adeus do “Dragão Platinado”, que no final das contas não descendia dos dragões, como sabiamente anota nossa querida Khaleesi (sim, eu sinto um misto de pena e carinho por ela). E ainda ficou uma deixa para desenvolverem a história dos dragões, já que, aparentemente, Daenerys é imune ao fogo.

Por tudo isso (e mais um pouco), foi mais um maravilhoso episódio da belíssima Game of Thrones. Mal posso esperar para o que está por vir.

P.S. 1: Acho Arya uma fofa, ainda mais quando se preocupa com a família e faz piada com a cara da irmã, Sansa, que está mais pra sonsa: quem, em sã consciência, trocaria um bom rapaz (corajoso, gentil e forte) por aquele príncipe metido e medroso?

P.S. 2: não quero nem pensar no que vai acontecer quando o inverso chegar. Se a situação já está caótica, imagina só quando a escuridão e a neve tomarem conta de tudo. MEDO.

Supernatural – Let it Bleed e The Man Who Knew Too Much

Data/Hora 23/05/2011, 10:26. Autor
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Supernatural Let It Bleed

Série: Supernatural
Episódio: Let it Bleed e The Man Who Knew Too Much
Temporada:
Número do Episódio: 6×21 e 6×22
Data de Exibição nos EUA: 20/05/2011

Supernatural The Man Who Knew Too Much

A ‘season finale’ de Supernatural teve seus altos e baixos. No início de Let it Bleed pensei que surgiria uma história paralela de monstros e que o penúltimo episódio poderia ser um enorme desastre. Não foi nada disso que aconteceu, porém, colocar o escritor H.P. Lovecraft para fazer um gancho com a Dra. Visyak e a história do portão do purgatório foi algo um tanto quanto confuso.

Lovecraft escreveu histórias de terror e fantasia muito famosas por volta dos anos 30, confesso que não conhecia sequer de nome o tal escritor, muito menos alguma obra. E na realidade, sua morte não teve mistério algum, Lovecraft morreu de câncer. A trama poderia ter usado algum autor que fosse mais conhecido mundialmente ou que tivesse uma vida cercada de mistério e ocultismo de verdade.

Dra. Visyak foi algo mal explicado, já que em momento algum do episódio definiriam que espécie de “monstro” ela era, nem que poderes ela tinha, muito menos o que ela veio fazer na terra. Desde sua primeira aparição, ficou claro que ela teve um caso com o Bobby, mas com tantos anos de experiência com assuntos sobrenaturais, o Sr. Bobby Singer não ter nem desconfiado que ela não fosse humana? Foi um tanto estranho. São meio raras as aparições de monstros bonzinhos em Supernatural, mas Visyak vivia na terra apenas porque gostava daqui? Foi algo que ficou sem explicações suficientes.

Um ponto positivo do episódio foi Lisa e Ben terem conseguido sair da trama. Já estava ficando maçante o fato dos dois virarem refém de qualquer força do mal que estivesse contra Dean. Lisa e Ben sempre seriam usados para afetar Dean de alguma maneira e ele acabaria saindo correndo para resgatá-los e perderia o foco central do problema. Partiu meu coração ver  Dean pedir para Castiel apagar a mente dos dois para que eles pudessem viver uma vida normal.  Pelo menos, nenhum “inocente” vai se machucar por ter um vínculo com os Winchesters.

Estava com saudades de ouvir Carry on my wayward son do Kansas! Essa música já se tornou sinônimo de “momento decisivo” em Supernatural.  The Man Who Knew Too Much foi um episódio bem tenso, já que os telespectadores tinham duas preocupações: saber se o a porta do purgatório seria aberta e como Sam iria sobreviver dentro de sua própria mente depois que a sua barreira desmoronou.

A performance mais surpreendente deste episódio foi a de Castiel, é claro. O personagem mudou muito desde que surgiu na trama e está praticamente irreconhecível neste episódio final. Aquele Cas inocente, submisso e perdido deu lugar para um anjo determinado, rebelde e enérgico. Fiquei surpresa quando ele fez com que a barreira de Sam fosse abaixo mesmo depois de tanto esforço para que conseguissem colocar ela lá. Castiel mostrou que estava disposto a passar por cima de qualquer um para alcançar seu objetivo.

Crowley, sempre elegante e debochado, conseguiu ser passado para trás por quem ele menos desconfiava. Ninguém esperava que um anjo pudesse trair sua promessa e quebrar um pacto tão importante. Mas já era de se esperar que Crowley daria um jeito e se vingaria da pior maneira possível: se aliando com o inimigo, Rafael. A atriz que interpreta Rafael tem uma expressão de indiferença e superioridade que consegue fazer todo mundo pensar que ninguém é capaz de destruí-la, é algo impressionante.

Supernatural The Man Who Knew Too Much

Como não mostraram quando a porta do purgatório foi aberta? Como assim? Fiquei extremamente indignada quando Castiel falou que já tinha aberto e pegado as almas que ele precisava. Excluir o público desta cena foi algo imperdoável para o último episódio da temporada.

Finalmente o problema da próxima temporada foi descoberto: impedir Castiel com a sua vingança contra os aliados de Rafael. Estava claro que Cas tinha mudado e que o excesso de poder lhe subiria a cabeça e o deixaria irracional, mas nunca imaginei que ele conseguiria ocupar o posto de “novo Deus”.

O que podemos perceber é que os irmãos Winchester tiveram uma atuação de coadjuvante neste último episódio, principalmente Dean. Sam ocupou metade do episódio com a busca das partes de sua alma, porém não teve nenhuma ação decisiva na trama. Sam, Dean e Bobby não conseguiram impedir que a porta do purgatório fosse aberta, não mataram Crowley nem Rafael, apenas assistiram de camarote toda a ação acontecer sem poder fazer nada. Esta sexta temporada teve muitos deslizes e demorou um pouco para que a história focasse num problema “grande”. Eric Kripke conseguiu deixar um bom gancho para a sétima temporada, agora só nos resta aguardar.

Modern Family – See you Next Fall

Data/Hora 23/05/2011, 10:06. Autor
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NÃO TEM SPOILER!

Série: Modern Family
Episódio: See you Next Fall
Temporada:
Número do Episódio: 02×23
Datas de Exibição nos EUA: 18/05/2011

Usando uma expressão em inglês diria que os roteiristas de Modern Family estão ‘on fire’. Esses últimos episódios têm sido tão perfeitos que com certeza entrarão para lista de favoritos. E devem render muitas indicações para a série em diferentes premiações.

Alex está se formando na ‘middle school’. O equivalente a terminar o ginásio para quem tem 30 e poucos como eu. Para os mais novinhos, o Ensino Fundamental. Por ter a melhor nota ela será a oradora da turma e toda a sua preocupação é em fazer um grande discurso.

Jay em mais uma crise de meia-idade se submete a uma aplicação de botox e acaba com o rosto todo deformado. Ele tenta esconder mas não tem muito sucesso devido a preocupação da família que acredita que eles ta tendo um derrame. Mais uma vez os roteiristas aproveitam para afirmar que Gloria está com Jay porque o ama acima de qualquer coisa. Muito engraçado ela deixando claro que se apaixonou por ele com rugas.

Phill tenta fazer com que Claire entre pânico, já que isso é inevitável, porque a filha do meio está crescendo para que ele não perca a viagem para Las Vegas com os amigos da faculdade. No final das contas fica tão emocionado quanto e decidi que não quer mais viajar para ficar com a família.

Paralelo ao principal assunto – a formatura de Alex – os autores aproveitam para mais uma vez fazer uma pequena crítica ao jeito de escrever comédia. Cameron leva um tombo e Mitchell tem uma crise de risos o deixando bem irritado. Já na casa Jay ele (Cameron) acaba batendo com a cara na porta de vidro e o marido mais uma vez rir descontroladamente e dessa vez é “acompanhado” por Jay e Claire. Perto do final do episódio quando Claire e Phill rolam o barranco na tentativa desesperada de chegar a tempo de assistir o discurso de Alex, é Cameron quem não consegue segurar o riso. Mitchell então o questiona e ele explica que aquela era uma situação engraçada devido todo o contexto e o absurdo da situação. E que rir do gordinho caindo não é correto. Algumas pessoas podem não ter percebido mas o que os autores chamam atenção é que na maioria das vezes as cenas “engraçadas” são sempre focadas nos personagens que fogem aos padrões e em situações ridículas. A eterna crítica que o gordinho tem que ser engraçado, a gostosona tem que ser burra, etc. Como se não houvesse outra maneira se apresentar esses “personagens”. Apesar de Modern Family sem uma série pra lá tradicional, afinal vai ao ar num canal bem tradicional, de vez em quando eles sempre tentam na usar esse tipo de recurso.

Sarah Hyland mais uma vez estava ótima e foi quem roubou a cena dessa vez. A conversa dela com a irmã mostrando a fragilidade da personagem foi muito bonita. Ver esse outro lado de Haley e suas inseguranças faz bem para a história. Interessante também foi de tudo que a irmã mais velha disse o que realmente tocou Alex foi o fato da irmã achá-la bonita. Deixando claro que mesmo a menina nerd que todos acham que só se importa com os livros também tem a necessidade de sentir bela. Por mais que tente dizer que não. Faz parte da insegurança do ser humano como Alex deixa claro em seu discurso. E que a edição procurou deixar ainda mais óbvio mostrando que tudo que ela dizia servia não só para os seus amigos de turma mas para os demais membros de sua família.

Agora é aguardamos pelo final de temporada. No 1º ano, por decisão da Fox, houve uma troca na ordem dos episódios que acabou quebrando um pouco o ritmo. Dessa vez não houve troca. Nos resta aguardar para saber se dessa vez o resultado será melhor.

Grey’s Anatomy – I Will Survive e Unaccompanied Minor

Data/Hora 22/05/2011, 21:45. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: I Will Survive e Unaccompanied Minor
Temporada:
Número do Episódio: 7×21 e 7×22
Data de Exibição nos EUA: 12/05/2011 e 19/05/2011

O melhor que está tendo é um bebê preso no intestino da paciente e uma árvore no pulmão. Grey’s Anatomy parece estar andando em círculos e, desde o massacre ano passado, o roteiro se esforça pra emocionar e entreter – e fracassa.

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Chuck – Chuck Versus the Cliffhanger

Data/Hora 20/05/2011, 19:52. Autor
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Série: Chuck
Episódio: Chuck Versus the Cliffhanger
Temporada:
Número do Episódio: 4×24
Data de exibição nos EUA: 16/05/2011

Eu não queria estar na pele do Chris Fedak ou de qualquer um dos responsáveis por escrever e dirigir o final de Chuck. Contando por alto acho que a série em quatro temporadas teve pelo menos uns seis finais por conta da indecisão da NBC. E o final dessa temporada, que mais uma vez era para ser o final da série, foi tão bom que realmente eu não sei o que farão para superar e conseguir dar um final digno para um público tão fiel.

A única opção para salvar Sarah é contar com ajuda de Alexi Volkoff que teria o antídoto para o veneno. O grande problema é que o tempo para salvar a agente Walker é muito pouco para a burocracia necessária para visitar Volkoff. Sem contar que seria necessário revelar para a CIA que eles conhecem a verdadeira identidade do “vilão”. Chuck e Casey então decidem invadir a prisão para conseguir o antídoto no tempo necessário. Ao chegarem descobrem que Volkoff foi transferido e são recebidos, via telão, por Clyde Decker, o agente que segundo Casey será o responsável por matá-los para manter o segredo.

A CIA está decidida a não ajudar a salvar a vida de Sarah. E Chuck decidi impedir a transferência de Volkoff. Temos uma das cenas de ação mais legais até aqui. Bartowski pilotando uma super moto.

Além da ação tivemos comédia com Mary com medo do filho pilotando uma moto. Chuck até consegue impedir que Alexi seja transferido mas não a tempo de impedir que Decker o “transforme” em Hartley novamente.

Timothy Dalton deu um show. Se lembrarmos da primeira aparição dele se fingindo de bonzinho podemos perceber que os criadores da série tinha uma boa idéia de onde a história nos levaria. Muito engraçado todo mundo evitando revelar que durante o tempo que ele acreditou ser o russo Alexi ele praticou as maiores barbaridades.

Como o antídoto que ele criou não serviu por completo restou a Chuck partir em busca de Vivian. E mais uma vez temos uma virada na história. Chuck pouco antes de partir é preso por Decker que tira o Intersect dele. Mesmo assim ele decidi ir atrás de Vivian (na Rússia) e Alexi vai junto com ele. Lindo o Casey falando com todas as letras que Chuck foi o segundo melhor agente com quem ele trabalhou e que isso não tem nada a ver com o Intersect.

Chuck: Meu nome é Chuck Bartowski e estou aqui para ver Vivian Volkoff.
Recepcionista: E qual seria o assunto?
Chuck: Ela quer me matar.

Volkoff segundos antes de prosseguir com o plano fica com medo de encarar a filha e deixa Chuck sozinho. Bartowski não se desespera e decidi seguir em frente apenas mudando de tática. Foi interessante ver uma atuação um pouco mais séria de Zachary Levi.

Chuck implora a Vivian pela vida de Sarah. Ela, claro, se recusa e faz todo aquele discurso de vilão. Volkoff/Hartley entra e tenta convencer a filha. Bartowski entrega a Vivian as identidades secretas que ele usaria para fugir com Sarah e assim a convence a recomeçar a vida ao lado do pai.

Chuck: Morgan o que aconteceu com o motorista?
Morgan: Nada. Eu sempre fui o motorista. Eu estou com problema em deixar vocês partir.

Se eu for esmiuçar cada detalhe desse episódio levaria dias e dias. Portanto farei um resumo para pular logo pra parte que interessa. Chuck salva Sarah, eles se casam e Morgan é quem realiza a cerimônia. Sr. Warker e a Sra. Bartowsky ganham de presente de Hartley/Volkoff 877 milhões de doláres. E o que eles fazem? Compram a Buy More.

Casey, Sarah, Chuk e Morgan agora são ex-agentes. Foram devidamente demitidos da CIA. Quando estão reunidos no que sobrou do “castle” Decker aparece no telão e diz a Bartowski que tudo que aconteceu teve um motivo e que a CIA não os juntou por acaso. Chuck tenta saber exatamente sobre o que ele está falando mas Decker apenas sorrir e desliga.
Chuck e Sarah decidem que devem investigar sobre o que Decker falava e resolvem montar uma firma de espionagem independente com o dinheiro e o patrimônio que ganharam de presente. Casey e Morgan aceitam o convite de se juntar ao casal. A ideia de acompanhá-los trabalhando de maneira independente, e como bem frisa Morgan, sem receber ordens já seria interessante mas Chris Fedak tinha mais uma surpresinha.

Ao fuxicar a caixa com os pertences de Chuck, Morgan, empolgado com o novo trabalho, pega um óculos escuro e coloca. A câmera mostra que havia um bilhete da General Beckman para Bartowski e vemos Morgan cair no chão, abrir os olhos e dizer: ‘Eu sei Kung-Fu. Se terminasse nisso para mim já estava ótimo. Felizmente temos mais 13 episódios e só nos resta aguardar para saber como será Morgan de Intersect. Eu realmente espero que não desistam de explorar isso.

Castle – Knockout

Data/Hora 19/05/2011, 16:19. Autor
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Série: Castle
Episódio: Knockout
Temporada:
Número do Episódio: 3×24 
Data de Exibição nos EUA: 16/05/2011

Tiros. Socos. Romance. “Shippers” aos montes. Ação. Muita ação. Expectativa. Lágrimas. Tensão. Um senhor Cliffhanger. E 13,21 milhões de pessoas assistindo, só nos EUA. É assim que se faz um final de temporada. A “season finale”, essa, que coroou uma temporada perfeita, certamente uma das melhores e mais constantes de 2010/2011.

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