Pretty Little Liars – The Devil You Know

Data/Hora 14/07/2011, 13:50. Autor
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: The Devil You Know
Temporada:
Número do Episódio: 2×05
Data de Exibição nos EUA: 12/07/2011

Estranho esse episódio, concordam? Muito estranho. Teve uma dose de ação e comoção com o aparente suicídio de Ian e, a partir daí, a trama começa o círculo novamente. Sim, porque  saímos de um ponto e voltamos para o mesmo.

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Teen Wolf – Night School

Data/Hora 13/07/2011, 13:57. Autor
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Série: Teen Wolf
Episódio: Night School
Temporada:
Número do Episódio: 01 x 07
Datas de Exibição nos EUA: 11/07/2011

E o que foi esse sétimo episódio de Teen Wolf? Minha cabeça ficou ainda mais confusa!

O episódio começa com Derek sendo atirado longe pelo lobisomem Alfa. Não sabemos nada mais sobre o paradeiro do coitado. Estava na expectativa de saber o que aconteceu com esse lobisomem durante o episódio, mas não foi isso que aconteceu. Só pra aumentar o suspense, não?

Scott e Stiles correm para dentro do colégio para fugirem do Lobo Alfa. Lá dentro, o episódio nos proporcionou um grande suspense, daqueles que todos gostam: tudo muito escuro, passos lentos, aquele mistério no ar. O zelador do colégio aparece, pedindo para os garotos se retirarem e acaba sendo morto pelo Alfa.

Em sua casa, Allison espera Scott que está muito atrasado. Jackson, Lydia e o casal, tinham combinado de se encontrarem. Com o sumiço do lobinho, Jackson chega na casa de Allison bem na hora que a moça recebe um SMS com as seguintes palavras: “Me encontre no Colégio. É urgente. Scott”. Na hora pensei: o Scott não ia mandar sua amada para a zona de perigo….Só fiquei esperando a confirmação de Scott.

Quando chegaram no colégio, Allison encontra a porta aberta. A garota entra sozinha. No carro, Jackson e Lydia observam que o carro de Stiles estava com a bateria arrancada. Jackson vê marcas de garras na lataria do automóvel e logo se lembra das garras que haviam lhe machucado na locadora (episódio anterior). Resolvem entrar no colégio para ajudar Allison a procurar Scott. Lá, enquanto esperava Lydia se aliviar no banheiro, Jackson vê de longe o lobo Alfa e assusta, mas não conta nada para sua namorada.

Scott e Stiles encontram Allison no colégio e perguntam o que ela estava fazendo ali. A garota disse que o lobinho mandou SMS para ela ir ao seu encontro. Scott fala que ele não havia mandado nada. Rá!

Jackson e Lydia se juntam aos três e, agora, são cinco para fugir do lobo. Começa a perseguição. Quando conseguem se trancar em uma sala, Allison começa a pressionar Scott para saber o que estava acontecendo e de quem estavam fugindo. Sem mais o que pensar, e para não contar a verdade, Scott mente que eles fugiam de Derek. Scott botou a culpa no pobre coitado que nem ao menos sabemos se está vivo. Scott disse que Derek havia matado sua própria irmã, o homem dentro do ônibus e o zelador do colégio e agora queria matar todos eles. Que coisa feia, lobinho!
Cena importante: quando Lydia liga para polícia, desligam antes mesmo que a moça pudesse terminar de falar. A garota relata que o policial disse que ligaram para eles a pouvo tempo dizendo que alguém iria passar trote mentindo precisar de socorro no colégio da cidade. Quem estaria por trás disso tudo? Será que o Lobo Alfa tem um cúmplice? Ou o próprio Alfa armou isso tudo?

Em outro momento de fuga, a turma vai parar na sala de química. Lá, Lydia tem a ideia de preparar uma bomba caseira para que Scott pudesse atirar contra o lobo Alfa quando saisse para pegar a chave que ficou com o cadáver( zelador). Essa chave era a única chance que eles tinham para sair do colégio. Allison pedia encarecidamente que Scott não os abandonasse ali, porque era muito perigoso ele ir ao encontro de “Derek”.

Na hora do preparo da bomba, momento importante: o composto químico só funcionaria se colocassem ácido sulfúrico; quando Lydia pediu para que Jackson pegasse o ácido, o jovem pegou outro frasco. (Pelo menos eu achei que ele fez isso de propósito. A cara dele na cena denunciou isso).

Bomba pronta. Beijo de “tome cuidado, meu amor”, Scott vai à procura do cadáver e das benditas chaves. Quando consegue encontrar o que queria, o lobisomem Alfa aparece e ataca Scott. Cena muito interessante essa: o Alfa uiva bem alto em cima de Scott para que ele comece sua transformação. Ao mesmo tempo, Jackson começa a sentir dores no machucado feito pelas garras do lobo.

Quando Scott acorda, o Alfa já havia sumido. Scott está transformado. Vai ao encontro do grupo, com muita raiva. Era notável que o lobinho não estava com cara de bom amigo e sua intenção não era a melhor. Quando chegou até a porta, pronto para atacar sua amada, seu amigo e o casal, ouviu a voz de Allison. Isso fez com que ele não entrasse na sala. A voz da amada o acalmou e o lobinho voltou a ser o belo Scott.

A polícia chega no colégio e o pai de Stiles parece não estar dando muito confiança ao que Scott conta, pois não encontraram corpo de zelador algum. Scott e Stiles são surpreendidos quando veem o veterinário da cidade, o patrão de Scott, sendo atendido pelos paramédicos. Lembram dele? Ele havia “escapado” do carro de Derek no episódio anterior. Seria ele o Lobo Alfa mesmo? Como ele apareceu de repente ali?

Allison está esperando por seu pai e Scott tenta conversar com a moça. Para tristeza do lobinho, a garota pede para que ele não ligue mais para ela.

Mais suspenses e muita história nos esperam nos cinco últimos episódios dessa temporada.

Um aviso para os fãs de Teen Wolf: em conversa, via twitter, com um dos atores que interpreta caçador de lobisomem na série (naquele episódio que Kate e dois caçadores vão a casa de Derek para confrontá-lo) me confirmou que, mesmo com nada oficial, está tudo certo para a segunda temporada da série. Será?

The Glee Project – Dance Ability

Data/Hora 13/07/2011, 12:34. Autor
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Série: The Glee Project
Episódio: Dance Ability
Temporada:
Número do Episódio: 1 x 04
Datas de Exibição nos EUA: 10/07/2011

Quais são os ingredientes para um bom musical? Grandes doses de música, porções de atuação e algumas pitadas de dança. Na verdade, a dança num musical é o grande diferencial dele. Para testar a capacidade de dançar dos nove sobreviventes ao ‘reality’, o dever de casa da semana foi uma performance de Hey, Soul Sister da banda Train cantada e dançada, o que animou Alex e Matheus e lançou um desafio maior para Hannah.

Tudo pronto para a apresentação, mas eles ainda não sabiam quem escolheria o melhor dos nove. Não imaginavam que o mentor da semana seria o ás da dança, Harry Shum Jr, o ator que interpreta o jogador de futebol dançarino Mike Chang. Harry disse que em Glee não é necessário saber dançar com perfeição, pois a dança é uma forma de expressar o que você realmente é e o que realmente sente.

Após muitos passos e muitos ‘hey hey hey’, Harry elogiou a confiança de Samuel em sua coreografia, escolhendo Samuel para ter uma sessão particular com ele. Samuel ganhando o dever de casa da semana e tendo o destaque no videoclipe de U Can’t Touch This surpreendeu Alex, que não vê um dançarino em Samuel.

Fazer um rap foi um desafio prazeroso para muitos da casa. Hannah se divertiu durante as gravações com Nikki Anders, já que não se garantiu na dança com Zach Woodlee. Já Alex comandou na dança, mas esse espírito de “querer comandar” não agradou Marissa. Samuel usando a brincadeira de Hannah no rap deu a Alex mais motivo para fofocar. Damian teve grandes dificuldades na dança e McKynleigh não colocou toda a atitude exigida por Ryan Murphy na canção.

As aulas particulares de dança que Harry deu para Samuel ajudaram muito o candidato nas gravações do videoclipe, apesar de que Zach deixou bem claro que eles não analisariam a dança, e sim o conjunto todo. Os jurados perceberam a falta da McKynleigh que eles queriam ver, como também perceberam o nervosismo de Cameron. As filmagens também foram tensas para Matheus, que quase discutiu com Damian.

Contudo, o clipe deu certo. Para mim, saiu mais do que o esperado. Colorido e alegre, o clipe mostrou uma evolução dos candidatos que muita gente ainda não tinha percebido. Eles estão bem melhores que em Firework, o primeiro clipe. E o clipe também os ajudou a mostrarem uma atuação mais cômica, típica de Glee. O clipe brinca com as palavras da música e eles estavam realmente caracterizados para U Can’t Touch This. Até me atrevo a dizer que eles fizeram algo bem melhor do que Artie fez na biblioteca do Colégio McKinley High no episódio 17 da primeira temporada de Glee, Bad Reputation.

Chegada a hora do anúncio dos três que menos se destacaram durante a semana. Damian, Hannah e Cameron estavam apreensivos horas antes. Mas a dança em Glee não são passos: se trata da energia da performance, e essa apreensão foi um bom pressentimento. Dessa vez, quem não fez o trabalho direito foi Alex, Matheus e McKynleigh, que ensaiaram Down (Jay Sean), I Will Always Love You (Dolly Parton) e Last Name (Carrie Underwood), respectivamente.


Depois das apresentações (com direito a Matheus sem camisa) e das críticas do criador de Glee, a temida hora da eliminação chegou. E o último nome da lista era McKynleigh. Uma grande perda, na minha opinião. Ela tem uma das melhores vozes de The Glee Project e não foi a toa que o Keep Holding On dela foi o mais bonito.

Sem ela, já estamos quase na metade da competição. E pela promo do quinto episódio de The Glee Project, dá para perceber que muitas emoções ainda nos esperam. Duetos nos esperam…

Leverage – The 10 Lil’l Grifters Job

Data/Hora 12/07/2011, 22:32. Autor
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Série: Leverage
Episódio: The 10 Lil’l Grifters Job
Temporada:
Número do Episódio: 04 x 02
Datas de Exibição nos EUA: 03/07/2011

Hardison:

Espera aí, o que diabos está acontecendo? Nate assassinou alguém.

Eliot:

Não, Nate não assassinou ninguém. Você não matou, não é?

Nate:

Claro que não.

Parker:

Você diria se tivesse, não diria?

Nate:

Sim, Parker, eu diria se tivesse matado nosso alvo.

Parker:

Umm.

A coisa que mais chamou minha atenção nesse episódio foi a desconfiança da equipe acreditando que Nate poderia ter cometido um assassinato. Mostra que o problema dele com bebida afeta a todos e não só a Sophie. E a desconfiança sobre sua capacidade é crescente.

O cliente da semana é uma advogada que precisa de provas que um famoso arquiteto é responsável pelo problema em três construções. Caso ela não consiga tais provas perderá seu emprego. Para conseguir o que precisam o time acaba precisando participar de uma festa na residência do arquiteto. É uma festa a fantasia onde os convidados precisam participar de um jogo de mistério. Foram feitas muitas referências a detetives famosos e personagens de TV.

Sophie era mais empolgada com toda a idéia de se fantasiar. Parker estava daquele jeito que tudo é festa pra ela. Nate, Elliot e Hardison reclamaram o tempo todo.

Quando Beck, o anfitrião, vai a bancada para falar com os convidados a luz se apaga e observamos ele ser empurrado. Quando a luz acende os convidados vêem Beck morto no chão e Nate acaba sendo o principal suspeito. Para a sorte dele, Sophie é rápida e consegue convencer os convidados que tudo fazia parte da encenação e que na verdade Beck estava vivo. O time então precisa correr contra o tempo para conseguir descobrir quem é o verdadeiro assassino e impedir a prisão de Nate principalmente porque entre os convidados havia um policial. Eles conseguem provar que a responsável pelo crime era a filha da vítima que havia armado o assassinato.

Nate e Sophie conversam no bar e ela diz que ficou aliviada que ele não era o culpado. Ele então questiona como eles puderam pensar que ele seria capaz de matar. Sophie ao vê-lo beber novamente diz que ele na verdade está bebendo não pelo que eles pensaram ou deixaram de pensar sobre ele mas sim pelo que ele pensa sobre si mesmo.

The Big C – Musical Chairs

Data/Hora 12/07/2011, 22:13. Autor
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Série: The Big C
Episódio: Musical Chairs
Temporada:
Número do Episódio: 2×02
Datas de Exibição nos EUA: 04/7/2011

Duas palavras: Alan Alda. A participação do ator como Dr. Sherman é a melhor coisa do episódio. E estamos falando de uma série que não tem atores ruins. Todo elenco dá conta do recado com maestria.

Cathy está a espera de uma consulta com o Doutor Atticus Sherman mas está tendo problemas em consegui um horário. Paralelo a isso ela, e seu filho, precisam lidar com o impacto a seu retorno ao trabalho.

As cenas de Cathy na escola são maravilhosas. Mostram muito bem a dificuldade que temos em nos comportar diante de uma pessoa que está muito doente. É difícil lidar com a idéia de morte mesmo que ela não seja a sua.

As reações de revolta da personagem com todos a tratando de maneira diferente e ao mesmo tempo irritada porque os alunos estão tristes pela partida professora substituta foram divertidíssimas. E a felicidade em ver que Andrea continua a tratando como sempre e dizendo o quanto odiou a professora substituta foram muito boas. Aliás, Andrea foi um show a parte. Ela deixando claro para Adam que não estava o chamando para almoçar porque estava com pena dele mas sim porque era o que ela sempre fez foi muito boa.

Sean continua sem falar com Cathy e descontando toda sua revolta na namorada. Rebecca por sua vez continua sendo a maluca de sempre. E com medo da amiga morrer resolve fazer o Chá de Bebê antes do tempo e ainda anuncia que a criança se chamará Cathy. A cara de susto de todos é a melhor do mundo.

Durante a espera pela consulta uma das pacientes fala de um grupo de tratamento que Dr. Sherman mantém e a encoraja a falar sobre. O médico a princípio diz que Cathy não está apta para o grupo mas durante a festa em sua casa ela recebe uma ligação avisando que ela foi aceita.

Sean finalmente faz as pazes com a irmã e os se divertem com ela contando todas as confusões criadas por Rebecca e a idéia que ela teve em homenageá-la dando seu nome a filha deles.

Luther – Episódios 3 e 4

Data/Hora 11/07/2011, 11:30. Autor
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Série: Luther
Episódios: 3 e 4
Temporada:
Número dos Episódios: 2×03 e 2×04
Data de Exibição na Inglaterrra: 28/06/2011 e 05/07/2011

Eu estou torcendo para que resolvam produzir mais uma temporada de Luther. Idris Elba construiu o personagem com uma maestria que chega a ser uma maldade tão poucos episódios. Toda trama da 1ª temporada foi melhor talvez porque a Alice era uma coadjuvante com ares de protagonista, mesmo assim a 2ª temporada teve o mesmo cuidado e a mesma qualidade.

Nos dois últimos episódios tivemos Luther divido entre proteger Jenny (e para isso precisou burlar a lei) e prender o novo serial killer. O terceiro episódio deixou dois ganchos fortes. O primeiro foi a descoberta de cúmplice do serial killer que era seu irmão gêmeo. Em segundo Toby vai atrás de Jenny no apartamento de Luther – que não conseguiu avisá-lo que conseguiu a lista que ele queria – e ataca Jenny. Quando Luther chega encontra a menina toda ensangüentada e pedindo desculpasa pós matar Toby evitando que ele a violentasse.

Para complicar ainda mais um pouco a detetive Erin está desconfiada dos sumiços de Luther e está tentando descobrir o que ele anda fazendo de errado e para isso pede a ajuda de Ripley o que acaba sendo um erro. Já que no episódio seguinte Ripley apaga o rastro do chefe mostrando que a fidelidade dele está acima de seus princípios.

Dois irmãos gêmeos que resolveram disputar quem matava mais pessoas. Esse era o motivo dos crimes. E para conseguir prender o segundo irmão Luther precisou entrar no jogo para convencer o que estava preso a ajudá-lo.

Uma das cenas mais fortes foi quando Luther fica cara a cara com o assassino e taca gasolina em si mesmo afirmando que para ganhar o jogo o cara teria que matá-lo. Sendo Luther, Luther, eu não duvidaria da possibilidade do personagem atear fogo em si mesmo. No entanto os autores são doidos mas não são muito. A polícia consegue matar o assassino e Luther parte para ajudar Jenny.

Eu esperei por um desfecho trágico até o último momento (não por querer um, mas por Luther não ser uma série “feliz”). Dessa fez fui surpreendida, pelo menos para os padrões da série. A mãe de Jenny na minha opinião era pior que os criminosos. Parafraseando a menina, a mãe dela só tomou decisões estúpidas o tempo todo. Se preocupou tanto em culpar Luther pelo rumo que a vida dela tomou que não conseguia sequer proteger a própria filha.

A cena final em que Luther e Jenny param para tomar um sorvete foi muito bonita – mesmo estando tensa o tempo todo esperando que a Alice aparecesse e fizesse algo por ciúme – e quando Jenny pergunta ‘E agora?’ respondi para a TV. Agora espero que decidam por mais uma temporada porque foi pouco e eu preciso demais.

Rookie Blue – Bad Moon Rising

Data/Hora 11/07/2011, 11:27. Autor
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Série: Rookie Blue
Episódio: Bad Moon Rising
Temporada:
Número do Episódio: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 07/07/2011

Mais um bom episódio de Rookie Blue. Um daqueles ótimos, na verdade. E, ouso dizer, talvez um dos melhores do seriado, até aqui. É, essa 2ª temporada conquistou definitivamente meu coração. E, pelo que tenho ouvido e visto por aí, a coisa só vai melhorar. Ou seja, já comecei a buscar notícias sobre a renovação da série para a 3ª temporada (e fiquem tranquilos. Assim que ela for anunciada, o TeleSéries comunicará).

Seguindo a linha dos outros episódios, o início de Bad Moon Rising foi leve e feliz, até mesmo engraçado. Vimos Andy sendo pedida em casamento (ainda que forçadamente), Tracy e Barber retomando seu complexo relacionamento, e Dov e Gail interagindo. E foi realmente hilário vermos Epstein ‘prendendo o espelho’. Agora é definitivo: um dos pontos positivos dessa 2ª temporada foi apostar em uma maior interação entre Dov e Gail. Falando nisso, vocês repararam que essa dupla tem mais tempo na tela do que o casal Diaz e Gail? Será que veremos um clássico fura-olho em breve?

Em Bad Moon Rising nos foi apresentado um dos casos mais interessantes de toda a série. Uma prova de que não é, necessariamente, o suspense de ‘quem é o culpado’ que prende a atenção do telespectador até o final da ação. Nesse episódio, nós sabíamos desde o princípio quem era o criminoso: um jovem esquizofrênico. O caso era clássico: por amor, o criminoso resolve agir de uma determinada maneira. Uma maneira bem doida, diga-se de passagem: ele pretendia fazer um transplante de cérebro para curar-se. E, para isso, cortou as cabeças de 3 cadáveres.

E sobrou para Andy e Sam conduzirem as investigações. E, pasmem, mais uma vez MacNally agiu perfeitamente bem. Isso significa dizer que ela não comprometeu o trabalho dos colegas nem uma vez (considerando que não tinha como ela imobilizar o criminoso na briga, ele era realmente transtornado). É, parece que Andy se desenvolveu muito, mesmo. Até mesmo no final do episódio, sob fortes emoções, ela conseguiu agir.

Além do bom trabalho de investigação desenvolvido pela minha dupla favorita, foi muito interessante ver as reações e tiradas de Sam sobre o precoce noivado de MacNally. Realmente, a parceria deles, além de produtiva, acaba rendendo bons momentos cômicos. Durante todo o episódio, Sam e MacNally seguiram o rastro do criminoso, mas sempre chegaram tarde para efetuar sua prisão, ou não conseguiram detê-lo quando tiveram chance. O que eles não poderiam prever é que Daniel iria se fixar em MacNally e resolver tirá-la do seu caminho.

Totalmente perturbado com o desfecho insatisfatório de sua paixão platônica por Tanya, Daniel resolveu ir até a casa de MacNally, onde encontrou Luke. Armado e descontrolado, Daniel até foi contido, inicialmente, por Luke, que estava conduzindo bem as ‘conversações’. Mas Callaghan foi audacioso demais na abordagem, e acabou baleado duas vezes. E coube à Dov e Gail atenderem ao chamado de Luke, e abordarem o suspeito. No final do caso, a impulsividade de Dov acabou evitando o suicídio do criminoso. E foi necessário que MacNally, devidamente auxiliada por Sam, socorresse o amado.

O final do episódio foi tenso. Afinal de contas, ninguém sabe se Luke sobreviverá, já que sua situação é crítica. E ainda resta a pergunta: se ele acordar, como ficará nosso quadrado amoroso? Porque tive pena da MacNally, velando o ‘sono’ de Luke. Mas também tive pena da Jo, do lado de fora, totalmente devastada com a possibilidade da perda daquele que, acredito, ela ainda ama.

A única crítica que tenho à essa temporada, até agora, é o baixo aproveitamento de personagens com potencial: vide Noelle, Diaz e até mesmo Tracy. Pra mim, os três mereciam um pouco mais de destaque. Tal fato, contudo, não comprometeu em nada o episódio. E agora nos resta esperar pelo desfecho do caso Luke, torcendo pela sua recuperação.

P.S.: vários momentos do episódio foram bons demais, e merecem menção, ainda que tenha optado por não inseri-los no texto, por motivo de espaço (e cansaço de vocês, que teriam que ler meu ‘livro’) – Diaz discorrendo sobre os efeitos da lua sobre a água do nosso corpo e, depois, sua fixação com o casamento de Luke e Andy; o papo de Luke e Jo sobre o anel de noivado, que revela que as coisas entre eles não estão tão encerradas assim; Oliver e Noelle disputando quem não sairia com Dov, e Gail se oferecendo para ser a supervisora dele; e, por fim, o momento fofo entre Dov e Gail, que, no final das contas, entendeu que o fato de Epstein se jogar de cabeça nas situações acaba criando problemas, mas solucionando alguns, também.

P.S.2: Curioso sobre as próximas emoções de Rookie Blue? Então confere a promo legendada do próximo episódio aqui.

Covert Affairs – Around the Sun

Data/Hora 10/07/2011, 23:17. Autor
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O espaço é um assunto bastante amplo a ser tratado e gostei dele no episódio, afinal de contas, tínhamos que superar o episódio anterior que foi realmente entediante. Não que esse tenha sido fascinante, mas eu queria rever as tramas paralelas sendo tratadas.

No caso desse episódio, vemos um pai e um filho muito inteligente que acaba nas garras de terroristas querendo tirar proveitos de dados confidenciais que podem acabar prejudicando uma região de grande interesse para os EUA. Tirando o episódio anterior, as missões da série estão bem elaboradas. Foi uma surpresa descobrir que o filho era quem estava por trás de todos aqueles problemas e o pai o estava encobertando. A luta no ‘apaga luz’, que Annie teve com a terrorista, também foi genial. Ficou em segundo lugar, pois a luta em pleno ar superou todas as minhas expectativas e essa dificilmente algum episódio vai superar (ou talvez não, quem sabe). Também não poderia esquecer da divertida entrevista que ela fez com os funcionários da NASA. Aquele astronauta era mesmo um cara metido e ele sabia disso.

Finalmente a conspiração contra Arthur foi resolvida. Mesmo com altos e baixos e pagando uma quantia muito alta para o advogado, o problema foi solucionado e o diretor da CIA pôde finalmente descansar em paz. Joan se sentiu um pouco culpada por sua promessa quase não ter sido cumprida, pois em minha concepção, essa era a única coisa que ainda matinha esperanças para Arthur continuar firme em seu cargo. E falando em cargo, Auggie assume o novo cargo e começa a lidar com novos desafios.

O nosso cego favorito se sentiu otimista em seu primeiro dia. Mesmo sentindo saudades e deixando para trás seu antigo escritório, ele queria aproveitar a nova oportunidade. Foi triste ver a cena em que Annie e Auggie se despedem mesmo ambos levando a situação de forma agradável: “Está vendo Annie? Eu apertei o número 7” afirma Auggie se referindo ao sétimo andar. Mas quem ficaria no lugar do sarcástico nerd da informática? Reva Kline, o novo terror de Annie Walker.

A nova funcionária Reva inicialmente causa desgosto a Annie, já que ambas se desentenderam na praça de alimentação. O sonho de Kline era conseguir um novo desafio, já que em seu antigo trabalho, o protótipo de um satélite (que Reva havia criado) tinha sido a causa de alguns devaneios em relação a sua posição na empresa. E agora, ela tinha a oportunidade de mostrar o quanto inteligente ela era para a DPD, mesmo se mantendo rude.

Mas essa posição de durona não se manteve por muito tempo, pois Annie, a espiã que vê bondade nos corações das pessoas, acabou derretendo aquele gelo e se tornando amiga de Kline, que infelizmente, não ocupou definitivamente o cargo de Auggie, que resolveu voltar ao seu antigo posto, pois sentiu que aquela não era a sua praia e que gostava de ser o segurança de Annie (até parece).

E como era de se esperar, até Danielle voltou para o episódio retratando o problema com o marido. Ela não sente mais amor por Michael, devido às viagens de seu novo trabalho. As cenas com a família de Annie oscilam bastante, isto é, às vezes são interessantes de se ver, e outras são tão chatas que sinto vontade de fechar a janela do filme. Nesse episódio não foi diferente. Foi bem ‘boring’ ficar vendo as irmãs conversando, mas acabou de forma interessante, vendo Annie passar um tempo com as sobrinhas (uma cena que eu queria ver muito e finalmente aconteceu).

O que espero para os próximos episódios:

1- que Annie tenha um relacionamento estável.

2- que Jai ganhe uma trama envolvente e não para preencher um espaço vazio na série. 3- que Joan e Arthur também tenham uma trama mais interessante, já que as últimas tenham sido bem ‘clichês’.

4- que os personagens Steve e Reva se tornem personagens regulares, pois gostei muito deles, já que ambos quebraram aquela rotina dos mesmos personagens com as mesmas histórias.

PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Me lembrei muito do filme Se Eu Fosse Você no começo do episódio.

SEGUNDA OBSERVAÇÃO: A misteriosa situação com o Scoot não foi tratada no episódio. Ainda estou na curiosidade para saber o que é.

Torchwood: Miracle Day – The New World

Data/Hora 10/07/2011, 13:52. Autor
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Série: Torchwood
Episódio: The New World
Temporada:
Nº do Episódio: 4×01
Data de Exibição nos EUA: 08/07/2011

Torchwood está de volta, e mais sinistra e mudada do que nunca. Não está apenas de casa nova, mas todo o clima     que a cerca está diferente.

Eu vejo a série desde o início, então é claro que a minha visão é a de uma pessoa habituada com esse universo, mas eu acredito que esta temporada, apesar de ser a 4ª da série, foi pensada como um ponto de entrada para novos fãs, já que Torchwood migrou para os Estados Unidos (bom, migrou não é bem a palavra…digamos que ela agora vive na ponte aérea EUA-UK) e, portanto, precisa abocanhar uma nova audiência.

Toda aquela sensação de ‘o que é Torchwood?’, ‘quem é esta mulher que acordou no meio da noite e teve pesadelos com Torchwood?’, ‘como esse homem pode ter o mesmo rosto de alguém que viveu em 1920?’, ‘por que ele está tão preocupado de ter se cortado?’, ‘por que essa mulher e esse homem de sobretudo que apagou a memória da agente estão sendo perseguidos?’ estava ali. E tínhamos até agentes da CIA fazendo as perguntas certas para situar o novo público. Foi quase como voltar a assistir Torchwood desde o início, mas de uma forma levemente (!?) diferente.

Desde a temporada passada o formato da série mudou. Não mais casos isolados (os chamados ‘monstros da semana’), e sim uma única história serializada e muito mais densa do que tínhamos visto nas duas primeiras temporadas.

Os membros da equipe de Torchwood 3 (Cardiff) se foram, já que Toshiko e Owen morreram no final da 2ª temporada e Ianto passou desta para melhor durante Children of Earth (a comentada 3ª temporada) e a própria Torchwood foi desativada. Restou apenas o Capitão Jack Harkness para amargar os resultados de suas decisões, e Gwen Cooper, agora casada, mãe e fugitiva (mas viva, que afinal é o que mais importa).

As coisas não teriam mais como serem as mesmas. Não depois de tantas perdas, sofrimentos e experiências pelas quais Jack e Gwen passaram. Por isso essa interação com os Estados Unidos não soa tão artificial ou absurda. Tudo teria que ser diferente para funcionar, pois não acredito que qualquer ameaça alienígena iria trazer Jack e Gwen de volta.

Os vídeos lançados já demonstravam o que deveríamos esperar desta nova Torchwood e mesmo assim eu não tenho certeza se estava totalmente preparada para a mudança. O que eu vi era Torchwood, e ao mesmo tempo não era. A verdade é que só me senti em casa novamente quando Jack apareceu, e a segurança só voltou quando ele reencontrou Gwen. Até ali eu estava gostando do episódio, mas era quase como se fosse outra série.

Em poucas palavras, a trama é a seguinte: o povo parou de morrer. Simples assim. De uma hora para outra, ninguém mais morreu na Terra. As pessoas continuam adoecendo, envelhecendo, pegando fogo, sendo explodidas, etc e tal, mas ninguém morre. E de alguma forma isso tem ligação com Torchwood, pois a última morte documentada foi no exato instante em que um e-mail com a palavra “TORCHWOOD” foi enviado para todas as autoridades do mundo. Mas mesmo que não tivesse e-mail algum, eu diria que a instituição tem uma ligação com o tal milagre, já que a partir do momento em que os seres humanos pararam de morrer, Jack Harkness tornou-se mortal. E se teve uma coisa que aguçou a minha curiosidade foi a mortalidade do Jack, porque desde a 1ª temporada de Doctor Who, quando ele morreu e retornou eu venho me perguntando (e ele também, diga-se de passagem) o que levou o capitão a se tornar imortal. Será que é desta vez que Russell T. Davies irá nos responder?

E tem mais uma coisa importante: Jack viverá o suficiente para se tornar a Face de Boe (aos não iniciados em Doctor Who, acredita-se que a Face de Boe, uma grande cabeça gigante e mais velha que o tempo, seja na verdade Jack)? Não tem como não pensar em Boe ao ver aquela cena em que Jack sugere que se corte a cabeça do homem que sobreviveu a explosão.

Mas voltando à trama, a imortalidade não é uma coisa tão boa quanto parece em teoria, já que se não houver mortes, em pouco tempo os recursos da Terra se esgotarão e a superpopulação levará a uma guerra sem proporções. E pior, sem baixas, já que ninguém pode morrer.

A CIA se envolve no caso (claro!) devido a curiosidade de uma agente que acaba persuadindo o mais novo não-morto (agente Rex) a pesquisar Jack e Gwen por acreditar que um dos dois terá alguma resposta para o que está acontecendo. E é assim que Rex acaba no País de Gales, onde Gwen e sua família são atacados por algum perseguidor ainda desconhecido, e salvos por Jack.

Agora, rendidos por Rex, que usou de sua autoridade como membro da CIA para comandar a polícia britânica, Jack e Gwen serão extraditados para os Estados Unidos. E que seja o que Deus quiser.

E só um adendo à história toda, a primeira cena da série é a morte por injeção letal de Oswald, um pedófilo condenado e que, como era de se esperar, não morre. E pior, consegue a libertação, já que não pode ser punido duas vezes pelo mesmo crime. Qual será a ligação dele com a história toda eu não sei, mas eu posso dizer que Bill Pullman está assustador como Oswald e que eu ainda não tenho certeza se irei gostar da participação deste personagem nessa confusão toda.

O episódio em si eu gostei bastante. É claro que tiveram coisas que me incomodaram, mas não ao ponto de me fazerem torcer o nariz ao que me foi apresentado. O formato serializado é bem interessante e, embora nos prive daquela leveza que os casos da semana nos permitiam assistir, uma única história torna a coisa toda mais coesa, sem altos e baixos.

O que fez de Torchwood ainda ser Torchwood para mim:

– A hora que Jack aparece pela primeira vez meu coração deu um salto. Posso ter amado cada personagem da série até aqui, mas a verdade é que Jack Harkness é o coração de Torchwood. E foi engraçado ver Esther correndo desesperada ao vê-lo, como um fantasma saído das fotografias que ela bisbilhotava nos arquivos. Gostei da corrida desenfreada dos dois até a queda na fonte, mas gostei principalmente da conversa que tiveram. Uma pena que ele tivesse que usar o retcon na agente. Acho que ele simpatizou com ela e a teria convocado para a Torchwood se esta ainda existisse, ou se ele não tivesse com um peso tão grande nos ombros por todas as mortes que presenciou e pelas quais foi o responsável.

– A menção ao 456.

– As cenas de Gwen com Rhys e com Andy, pois eles continuam essencialmente os mesmos, apesar de toda nova situação que estão vivenciando. E embora Gwen tenha amadurecido muito nos últimos anos e perdido aquela inocência e ingenuidade altruísta, eu não esperaria outra coisa dela que não a de querer fazer algo quando percebesse o quão prejudicial essa imortalidade seria para o planeta.

– Jack se passar por agente do FBI para ver o corpo queimado. Tive vontade de chorar quando vi que ele usou o nome de Owen Harper. O episódio não mencionou os antigos membros de Torchwood nos arquivos que Esther leu, mas foi bonita a homenagem que Jack fez, ainda mais que eu adorava Owen e sofri muito quando (e como) ele partiu.

– O sobretudo de Jack pendurado na parede e que ele voltou a usar quando foi salvar Gwen. E confesso que partiu meu coração vê-lo tão solitário (um exílio auto-imposto) naquele apartamento, eliminando todo e qualquer traço ainda existente de Torchwood dos computadores da Terra. Aliás, por que Jack voltou à Terra?

– A excelente energia que existe entre Jack e Gwen. Os dois funcionam muito bem juntos. Eu odiava quando a série tentava criar uma implicação romântica entre os dois, mas a dinâmica deles como parceiros e como amigos é muito boa.

– Os âncoras dos telejornais. É tão típico de RTD as notícias sendo vinculadas nos telejornais durante o episódio que eu fui obrigada a sorrir. Tem coisas que você só percebe que gosta quando perde e recebe de volta.

– Foi bom usarem os mesmos atores para interpretarem os pais de Gwen. Pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

* O que não teve a cara da Torchwood que conhecemos até então, mas funcionou mesmo assim:

– Estar nos Estados Unidos por si só já é estranho, mas até que não foi tão ruim quanto eu imaginava. Tivemos alguns personagens bem interessantes e que chamaram a minha atenção, como Esther (Alexa Havins) e principalmente a médica, Dra. Juarez (Arlene Tur)

– As brincadeiras de Rex com o País de Gales. Não vou dizer que é incrível as pessoas não saberem como funcionam as coisas no Reino Unido, porque….bem, a bem da verdade é que são tantos países no mundo, que ninguém tem a obrigação de saber tudo de todos os lugares. Mas espera-se que um povo que tenha uma ligação tão forte como os norte-americanos e os britânicos saibam um pouco mais do que o restante do mundo, não? Mesmo assim foi divertido ver as exclamações do agente.

– A abertura mudou. Senti falta da antiga, embora a nova tenha tudo a ver com a temporada.

* O que eu não gostei ou ainda não tenho opinião formada:

– Serei sincera, não gosto do Mekhi Phifer e geralmente seus personagens me irritam. Rex Matheson não é tão ruim, mas também não é tão bom a ponto de eu gostar. O que eu gostei nele é que ele é o típico agente preocupado em subir na carreira, sem hipocrisias. Ele acha que merece e se o resto tem que se afundar por isso, que assim seja. Fiquei condoída com ele no hospital, suas dúvidas se irá morrer quando tudo isso acabar ou se permanecerá vivo. Por outro lado, a arrogância americana dele é irritante, e não o perdoarei por ter rendido Jack, Gwen e Rhys ao final.

– Estranhíssima a cena em que Rex sai do hospital (como se fosse assim fácil), entra no avião, atravessa a ponte e chega até a casa de Gwen e Rhys sem sair do telefone. Não sei se a intenção era soar engraçado ou simplesmente mostrar como os agentes da CIA estão acima de tudo e todos, mas seja lá qual foi a intenção, eu odiei a cena e peguei birra com o personagem neste momento. Só gostei mesmo das brincadeiras com Gales.

– Todas aquelas perseguições com explosões e helicópteros e armamento pesado….é tão americano. Não é que seja ruim, pois eu gosto de um bom filme de aventura, mas é que em Torchwood ficou demais.

– A falta de elementos alienígenas. Não sei explicar, mas achei o episódio tão pé no chão que me incomodou um pouco. Quero dizer, toda a terra virar imortal não é exatamente pé no chão, mas faltou aquele ‘q’ de esquisitice que sempre me encantou em Torchwood.

Mas no frigir dos ovos, o saldo do episódio foi positivo. Eu fiquei instigada e não posso reclamar. Tenho medo da perda da identidade da série, mas quero acreditar que aconteça o que acontecer, Russell T. Davies e Julie Gardner não deixarão a série se afundar e nem aceitarão que seus fãs mais antigos fiquem decepcionados.

***

O canal do Starz no youtube tem transmitido a webseries Web of Lies. O primeiro episódio foi ao ar no dia 06/07/11 e traz acontecimentos envolvendo o dia do milagre. Eliza Dushku participa dublando a voz de Holly, irmã de um rapaz baleado em um tiroteio e que não morreu. Vale a pena dar uma olhada.

Pretty Little Liars – Blind Dates

Data/Hora 06/07/2011, 21:28. Autor
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: Blind Dates
Temporada:
Número do Episódio: 2×04
Data de Exibição nos EUA: 05/07/2011

Ninguém gosta de admitir, mas é bem verdade o que Hanna disse em terapia: Alisson era uma péssima amiga, daquelas que só sabem fazer todos a sua volta se sentirem especiais, pois querem algo em troca. Mas quando se tem dezesseis anos, a gente não se importa de pagar um preço alto, se isso significar sair do “anonimato” e da solidão.

Hanna era a gordinha com bom coração, certamente sonhava com o dia em que o ‘quaterback’ a chamasse para sair, ou que ela passasse num corredor e todos a olhassem com admiração, isso só era possível perto de Alisson, então ela dizia pra si mesma que passar por algumas situações ruins compensava.

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True Blood – You Smell Like Dinner

Data/Hora 06/07/2011, 20:46. Autor
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Série: True Blood
Episódio: You Smell Like Dinner
Temporada:
Número do Episódio: 4×02
Data de Exibição nos EUA: 03/07/2011

E não é que gostei deste segundo episódio de True Blood? Bem melhor do que o primeiro, soube usar de forma mais inteligente os personagens e conectar as tramas, sem falar que pareceu corrigir alguns erros que vinham me incomodando há tempos na série.

O principal deles era a personalidade da Sookie. A garota era totalmente dependente de Bill, fraca e submissa demais. Um péssimo exemplo para as mulheres aí afora que se encontram enredadas em relacionamentos abusivos. Mas nesse episódio Sookie se mostrou muito mais com o tipo de mulher que eu espero que ela seja. É claro que ninguém muda da água para o vinho da noite para o dia (precisava mesmo procurar a ajuda de Bill para se livrar de Eric?), mas ela esteve muito mais palatável.

Essa mudança na postura da personagem refletiu até na sua beleza exterior. Sookie deixou de parecer aquela mulher simplória do interior (que não sei por que motivo o povo insistia em vestir muito, muito mal) e irradiou simpatia e teimosia. Gostei de como se desculpou com Sam, pois ele sempre esteve ao lado dela e merecia mais do que mentiras (ela ainda não falou a verdade, mas pelo menos disse que um dia, quando pudesse, contaria o que de fato aconteceu). Também aplaudi o reencontro com Tara, que pode ser uma personagem que eu desprezo, mas que esteve dentro do esperado para uma amiga de longa data e como prima fiel com Lafayette.

Já a reação de Sookie com as investidas de Eric me incomodou um pouco, mas isso é porque eu sempre achei que os dois se completam e ficam muito melhores juntos do que ela com Bill. A verdade é que a implicância de Sookie com o vampiro louro tem tudo a ver com a relação dos dois até agora na série. Ele investe no que quer e não desiste, ela é teimosa como uma mula e não tem tantos motivos assim para confiar em Eric.

Mesmo assim não gostei da insinuação dele de que o interesse que tem em Sookie vem apenas do seu sangue de fada. Tampouco gostei de como a fizeram como uma humana fraca, com idéias e desejos patéticos, mas com um outro lado forte só por ser parte fada. Isso diminui a pessoa que Sookie é e o caráter que ela tem. Inclusive, se há uma coisa pela qual jamais perdoarei Alan Ball é por ter adiantado tanto a inclusão das fadas na história (ou melhor, da consciência da garota sobre o que é de verdade). Elas podem até ser um bom recurso no que diz respeito à guerra entre as facções pró e contra humanos, mas estragaram muito o crescimento da personagem principal da série. De alguma forma Sookie ficou reduzida a ‘sangue de fada’ aos olhos dos vampiros e isso diminui sua credibilidade como pessoa de caráter forte capaz de fazer os vampiros se interessarem por ela.

Bill me surpreendeu no episódio. Tenho que admitir que o reinado lhe fez muito bem, pois o vampiro está muito mais bonito do que nas três temporadas anteriores. Talvez tenha a ver com a mudança na sua expressão facial. Ninguém mais agüentava aquela cara de limão azedo, de quem sofria horrores por ser vampiro e não poder mudar a situação. Pela primeira vez Bill parece ter abraçado o que realmente é e, embora ainda esteja longe de ser o vampiro ideal, pelo menos tem usado melhor o que a sua condição lhe permite.

Fiquei triste pela destruição de Sophie-Ann, principalmente porque eu a adoro nos livros onde ela tem uma personalidade bem marcante e um poder seguro com mãos de ferro (foi em homenagem a ela que nomeei a minha gata), mas a verdade é que a personagem era bem patética na série e indigna de respeito ou admiração. Mesmo assim foi forte vê-la sendo destruída por humanos, em uma traição óbvia de Bill.

O legal foi perceber que Bill está mancomunado com Nan e a alta liderança vampírica desde a década de 80. Só espero que isso não acabe colocando Bill no topo do governo dos vampiros (mais do que já está), porque ele pode ter melhorado um pouco neste episódio, mas não quero nem imaginar como seria uma sociedade vampírica dirigida por um ser que odeia o que é (embora esteja tentando agir de forma mais condizente com a sua natureza).


Ainda é estranho ver Eric sob o comando de Bill, mas faz sentido que ele não se submeta de verdade, só quando coincide com seus interesses.

Agora, o que será estranho mesmo, é ver Eric desmemoriado. Morro de medo que ele vire um pateta como Bill nas primeiras temporadas. Mas tiro o chapéu (que expressão mais antiga!) para Alexander Skarsgård no episódio. Ele sabe mostrar perfeitamente as nuances de Eric e o que vimos no final foi um personagem completamente diferente do que estamos acostumados. Estou curiosa para saber como farão Sookie lidar com a situação.

E embora esse novo plot tenha se originado no coven das bruxas, continuo não gostando muito dessa história. Talvez se não tivessem colocado Lafayette e Jesus no meio eu não teria torcido tanto o nariz. Mas sei lá, as cenas dos dois tem sido muito aquém do que eu esperava e o envolvimento deles com a magia parece muito fundo de quintal para mim. Ou pode ser pura implicância minha mesmo. Eu imaginava a história das bruxas um pouco diferente, mas esses poderes da Marnie têm feito me lembrar demais do fiasco Mariann da segunda temporada. Talvez por isso eu esteja com os pés atrás com essa história em particular.

O que achei bem feito foi o motivo do Bill estar preocupado com o coven. Se as bruxas forem poderosas o suficiente elas terão domínio sobre os mortos, ou seja, sobre eles. E a preocupação pode ter sido de Bill, mas foi Eric quem pagou o pato. Quem mandou chegar lá todo cheio de pose e arrogância? Pagou o preço.

Os dois outros núcleos, de Sam e de Jason, não me despertaram interesse ainda. Eu amo o Sam, é um dos personagens que eu mais gosto desde o início e isso não mudou, mas as pessoas com quem ele anda, e por conseqüência as histórias nas quais ele está envolvido são sempre tão chatinhas que não dá para ficar realmente interessada. Suponho que essa lenda dos skinwalkers que a moça contou vá trazer alguma conseqüência para a temporada, mas por enquanto os shifters ainda não me prenderam (embora seja bom ver o Sam andando com os seus iguais pra variar).

Já Jason é um personagem que eu nunca gostei. Muito tem a ver com a sua personalidade e a forma como o representam como um rapaz meio burro, mas muito tem a ver com o próprio Ryan Kwanten. Não é que eu não goste do ator, só acho que essa impressão de estupidez que o Jason traz na série é em sua maior parte culpa de quem o interpreta.

Mas mesmo Jason está crescendo. Ele tem demonstrado uma maturidade e seriedade que não tínhamos como conectar ao personagem um ano atrás e isso é muito bom. Só não consegui engolir essa história de Crystal se unir a Felton para transformar Jason em um deles.

E para que eles abrem as roupas antes de se transformar, se quando se transformam as roupas desaparecem do nada? Que tirassem tudo ou nem começassem a tirar, porque do jeito que foi feito ficou risível.

Por fim há Jessica, a baby-vamp preferida de 10 entre 10. Acho lindo o seu amor pelo Hoyt, mas é bem oportuno explorarem esse outro lado dela. Jess pode ser um amor de pessoa, com um caráter invejável, mas ela é sobretudo vampira, e como toda vampira, tem instintos de caçadora e precisa da emoção da caça. Quero muito saber o que vai sair desse conflito entre suas duas naturezas, a da moça delicada e envolvida com Hoyt , e a da criatura da noite que sente-se instigada pela aventura e pela emoção.

Sem falar, é claro, que eu quero muito vê-la se aproximando mais de Pam.

O próximo episódio é escrito pelo próprio Alan Ball. Vamos ver o que nos espera para a próxima semana. Eu sinceramente espero e torço que esse episódio tenha sido o recomeço de uma ótima fase para a série. É muito melhor escrever quando se tem o que elogiar.

Covert Affairs – All The Right Friends

Data/Hora 03/07/2011, 23:34. Autor
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Argentina. O país de los hermanos foi escolhido para trazer o próximo caso a ser resolvido pela nossa heroína, Annie Walker. Mas o que dizer sobre o país, já que a série mistura todos os países em um só. O episódio pode até se passar na Argentina, mas o fugitivo dessa vez é italiano… Vai entender, não é?

Carlo, o fugitivo italiano, possui uma personalidade única. Ele é um indivíduo que consegue influenciar e manipular as pessoas com sua lábia e carisma que o fazem ser um jornalista perigoso, principalmente pelo fato de suas reportagens falarem sobre os ‘podres’ de diversos países. Não sei ao certo o que falar sobre sua relação com Annie, pois eles, simplesmente, foram obrigados a conviver juntos por um bom tempo. Depois de assistir a metade do episódio, os dois se falavam como se fossem vizinhos de rua. E cá entre nós, até eu cheguei a pensar que eles se conheciam há muito tempo, por causa da facilidade que a conversa fluía (mesmo que uma boa parte dela fosse sobre comida). No entanto, a atração física que um possuía pelo outro era visível. Não foi a toa que no final, Carlo convida Annie para ir conhecer sua casa em Roma. Por que será que uma vasta parcela dos personagens masculinos que a Annie tem contato, existe um relacionamento amoroso ou uma atração física aparentemente visível ou indiretamente explícita? Será que é pelo fato de ela ser solteira, ou por que quando não existem tramas suficientes no episódio, é necessário colocar uma “pitada de sal” no prato? (trocadilho com as conversas entre Carlo e Annie).

Por outro lado, existem alguns aspectos a serem discutidos, pois eu achei de extrema importância transcrevê-los. De modo geral, senti que esse episódio foi para preencher a quantidade de episódios encomendados para a temporada. Não vi nada de especial, principalmente da personagem principal. Porém, vimos que uma trama deixada no último episódio veio a ser tratada, que foi a dívida que Arthur tinha com Auggie com o caso da jornalista. Ele resolveu pagá-lo, aumentando o cargo do cego sarcástico.

Tomar uma decisão como está não é fácil. Quando você aceita uma promoção, isso te exige mais responsabilidades e mais coisas com o que se preocupar. Sem contar, que no contexto do Auggie, é perceptível a forma como ele considera o departamento que ele trabalha. O DPD é como se fosse sua casa. Ele vive em função da CIA, portanto, ele acabou se adaptando com aquela vida. Entre elas, trabalhar com as mesmas pessoas e o espaço de trabalho. E decidir se quer deixar tudo aquilo para trás é um passo muito grande.

Outra coisa que percebi foi que Jai teve um grande papel nesse episódio: ele ajudou a Annie a se safar de algumas situações e depois jogou algumas indiretas para o Auggie em relação a sua promoção. Como sempre, o seu contexto fica cada vez pior em cada episódio. É necessária uma trama digna para o seu personagem ou simplesmente o retire da série, pois não fará a mínima diferença.

Bem, só posso dizer que esse episódio foi o pior da temporada. Vamos esperar pelo próximo.

PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Qual será a surpresa que o doutor guarda para Annie?

SEGUNDA OBERVAÇÃO: Que milagre a família da Annie não ter aparecido por pelo menos 5 segundos.

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