TeleSéries
Leverage – The Van Gogh Job
20/07/2011, 19:22.
Tati Leite
Reviews
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Série: Leverage
Episódio: The Van Gogh Job
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×04
Datas de Exibição nos EUA: 17/7/2011
Não esperava me emocionar tanto com um episódio de Leverage. A maneira como a história foi contada fugiu um pouco da forma como a série é apresentada mas o resultado foi excelente. Dany Glover estava espetacular. E o que dizer de Beth Riesgraf e Aldis Hodge?! Clap.Clap.Clap!
Mais uma vez o cliente é alguém ligado a Nate. O objetivo é encontrar um quadro de Van Gogh que desapareceu durante a Segunda Guerra Mundial. Um ex-soldado é o suspeito de estar em posse do quadro.
Ao ser confrontado por uma das pessoas que estão atrás da obra, Charlie (Dany Glover) passa mal e vai parar no hospital. Hardison e Parker se infiltram para protegê-lo e tentar descobrir se ele realmente está com a obra e o lugar que o quadro estaria escondido.
Charlie acaba simpatizando com Parker e resolve que contará o que fez com o quadro apenas para ela. Parker se desespera porque diz que não sabe como fazer uma pessoa confiar nela e que isso é a função da Sophie. Nate a acalma e diz que ela apenas precisa ouvir. E essa é a deixa para conhecermos a história de Charlie e sermos presenteados com um bom roteiro e belas atuações.
No lugar de contratarem outros atores para dar vida ao jovem Charlie e seu grande amor, Dorothy, a produção usou os atores ‘da casa’ Beth Riesgraf e Aldis Hodge. E como já mencionei os dois foram muito bem.
Acredito que seja difícil não se emocionar com toda história principalmente pela narração/atuação de Dany Glover que soube passar toda emoção do personagem ao lembrar da dificuldade do seu passado e o fato de ter que viver sem o seu grande amor “apenas” por ela ser branca e ele negro. É incrível pensar que há nem tanto tempo era considerado crime um negro casar com uma branca (na verdade, em alguns lugares ainda é). Entendam que não é apenas a pessoa sofrer com os olhares e , sim, poder ser preso por escolher se relacionar com alguém de etnia diferente da sua.
Dorothy, pensando na segurança dela e de Charlie, desiste na última hora de fugir e ele então deixa o quadro e pede para que ela guarde que um dia ele voltará para buscar. Infelizmente quando ele finalmente retorna aos EUA e tem a coragem de procurá-la descobre que ela já havia morrido. Mas durante o tempo todo ela manteve a promessa e o quadro é encontrado.
Charlie [to Parker]: Tem uma coisa que gostaria de dizer a você. Não perca tempo.
Os ‘shippers’ de Parker e Hardison não tem o que reclamar da série. Definitivamente os roteiristas compraram a idéia que eles são um casal e ponto final. Quando Charlie fala com Parker (a citação acima) e a câmera dá um close nela e em seguida em Hardison, um coro de ‘ahhhhh’ deve ter sido ouvido pelo mundo.
The Big C – Boo!
20/07/2011, 19:07.
Tati Leite
Reviews
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Série: The Big C
Episódio: Boo!
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×04
Datas de Exibição nos EUA: 18/7/2011
Nesse episódio de ‘Halloween’ percebemos ainda mais como a doença de Cathy está afetando a sua família por mais que o marido e o filho tentem ocultar as mudanças, inclusive de si mesmos. Adam é o mais confuso – o que é esperado de um adolescente – e começa ficar cada vez mais agressivo com os que o cercam.
No último episódio Adam traiu a namorada com uma colega de escola e agora se vê obrigado a lidar com isso porque a menina não sabia que seria só um dia apenas e age como se os dois tivessem namorando. Após brigar na sala de aula, ao perder o controle com um dos colegas de turma que fica fazendo piada sobre morte, Adam é expulso da classe e em seguida briga e ofende Emily. Mais uma vez ele é repreendido por Andrea.
Falando nela. A interação da personagem com toda família de Cathy só melhora. Ela xingando o ‘espírito’ de Marleen na frente de um Sean desesperado foi de rolar de rir. Sem contar a cena que ela presenteia Cathy com uma blusa feita por ela. Relação linda a das duas.
Cathy e Paul tem problemas mais sérios. Ele foi mandado embora do emprego, em parte, por conta da doença da mulher. E ela tem problemas com a seguradora e se vê impedida de começar o tratamento que tanto esperava.
Somos também apresentados a um novo personagem: Lee. Paciente da clínica e passando pelo mesmo tratamento que Cathy. Os dois não se dão bem de cara mas depois as coisas mudam. Resta saber como Paul vai lidar com o fato da esposa ter como companheiro de tratamento um belo rapaz. Por mais que eles tenham reatado ficou claro no episódio anterior que ele ainda não esqueceu a traição da esposa.
Leverage – The 15 Minutes Job
18/07/2011, 16:31.
Tati Leite
Reviews
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Série: Leverage
Episódio: The 15 Minutes Job
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×03
Datas de Exibição nos EUA: 10/7/2011
Nate:
O que realmente estou perguntando é como eu destruiria a mim mesmo.
Parker:
Yeah, e você não pode dizer “álcool”
O cliente da semana é amigo de infância de Nate. Ele está tendo sua vida difamada por um profissional pago para isso com a intenção de atrapalhar a sua campanha. A única maneira para conseguir provar a inocência dele é difamar o responsável pela armação para que este perca a credibilidade.
Hardison:
Rockwell é brilhante, ele é cruel. Frio. É uma pena que teremos que derrubá-lo. Eu estou quase considerando em convidá-lo a fazer parte do time.
Nate:
Yeah, uh, Rockwell está com uma faca apontada para o pescoço do meu amigo, Hardison.
Hardison:
Eu disse “quase”.
Transformar Rockwell em alguém famoso para então derrubá-lo é mais complicado que eles pensam. Primeiro porque ele não deixa rastros. Hardison não consegue nenhuma informação concreta sobre ele, nem mesmo da sua origem. Eles tentam fazer tudo de uma maneira simples e criam várias situações de perigo para que Rockwell se torne um herói mas o alvo ignora tudo. No fim eles conseguem armar para que ele, Rockwell, seja o responsável por salvar a vida de Sophie durante um assalto.
Parker:
Eu estou ficando melhor nisso.
Hardison:
Eu estou clonando o celular do Rockwell nesse momento. Bom trabalho, garota.
Parker:
Eu nem o esfaqueei.
Hardison:
Yeah, nós estamos orgulhosos de você. Uh, ‘sem esfaqueamento na quarta’. Nova tradição.
Uma das iscas para fazer Rockwell curtir a fama repentina é a Parker. Ela faz às vezes da Sophie e flerta com ele para que assim Hardison consiga clonar o telefone. Foi divertido ver a Parker fazendo referência a sua primeira tentativa de seduzir um alvo quando num momento de pânico ela simplesmente enfiou uma faca no cara.
O plano não só dá certo como eles descobrem que o Rockwell não deixou rastros pois no passado ele se envolveu em um acidente de trânsito e deixou outra pessoa levar a culpa em seu lugar ao fugir da cena do crime. O time então recria um outro acidente fazendo com que ele seja preso e acabe confessando não só o acidente anterior como sendo pego com provas sobre a armação contra o amigo de Nate.
Sophie:
Sabe, por um tempo você foi um homem honesto. E por um tempo você foi um ladrão.
Nate:
Bem, talvez eu seja ambos.
Sophie:
Você não pode ser as duas coisas. Eu só não estou certa a essa altura qual desses dois eu torço para que vença.
Essa temporada definitivamente parece que será toda focada no Nate e nas decisões que ele tomará para a vida dele. E como isso afetará o grupo. No final do episódio o provável responsável pelos grampos no apartamento liga para Nate e faz uma proposta. Mas não temos a certeza exata do que isso seja e signifique para a história.
The Big C – Sexual Healing
18/07/2011, 14:52.
Tati Leite
Reviews
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Série: The Big C
Episódio: Sexual Healing
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×03
Datas de Exibição nos EUA: 11/7/2011
Deixei de mencionar na review anterior foi que o irmão de Cathy é bipolar e que parte da sua personalidade vem da recusa de tomar seus medicamentos. Após a conversa com a irmã, Sean resolveu que voltaria tentar a medicação.
Rebecca:
Elogios após o sexo? Eu estou tentada a duplicar sua medicação e carregar você junto com a minha bolsa.
Num primeiro momento, a modificação de comportamento de Sean agrada em cheio Rebecca, já que o namorado parece estar mais atento, amável e com isso a relação parecia que iria melhorar muito. O problema é que Rebecca descobre que Sean fica muito sincero, num nível que nenhuma pessoa aguentaria. Ainda mais uma mulher que está insegura com as mudanças físicas que a gravidez está trazendo para sua vida.
Andrea:
Eu sou tranquila em relação a piadas sobre meu peso. Tem um elefante no quarto. Isso é uma piada também.
Andrea revela a Cathy que precisará deixar a escola no seu último ano pois os seus pais foram convidados a deixar o país para trabalhar como missionários. Cathy resolve levar a aluna para morar com ela e sua família, o que é maravilhoso para a série pois isso trará uma maior participação de Gabourey Sidibe que está sensacional no papel.
Adam, após tentar transar com a namorada e ela negar, acaba saindo com uma menina desconhecida da escola. Ela se aproxima dele dizendo que sabe como é virar o centro das atenções porque a mãe tem câncer. E diz que a única maneira de deixar de ser conhecido por esse motivo é ficar conhecido por outra maneira.
Paul mente para a esposa e diz que não sente falta de sexo na vida deles e que tudo tem seu tempo, no entanto a necessidade acaba falando mais alto e ele no momento que fica sozinho resolve se masturbar. O problema é que ele não viu que Andrea estava usando o banheiro do seu quarto e a menina o flagra criando uma situação para lá de embaraçosa.
Cathy fica extremamente magoada com o marido. Rebecca leva a amiga para passear num sex shop e a incentiva a tentar reencontrar sua libido. Sendo que ela mesma também está tentando aprender a lidar com a vida ao lado do ‘novo’ Sean.
Para quem acha que falta comédia em The Big C, esse episódio foi sobre medida. Muitas cenas divertidas. Episódios onde sexo é o tema principal podem ser extremamente vulgar e desnecessário quando mal escritos mas esse definitivamente não foi o caso de Sexual Healing.
Haven – A Tale of Two Audreys
17/07/2011, 21:07.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: A Tale of Two Audreys
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×01
Data de Exibição nos EUA: 15/07/2011
Bem vindos de volta à Haven, a terra dos acontecimentos mais bizarros – e inexplcáveis – do mundo. Conforme pudemos acompanhar na 1ª temporada da série, a pequena cidade situada no Maine, Estados Unidos, é palco para fenômenos inexplicáveis, ocasionados pelos seus habitantes ‘amaldiçoados’.
E, após 9 meses de hiato, Haven retornou exatamente do ponto que havia parado: o embate entre Nathan e Audrey e a outra Audrey, a agente especial do FBI. Nathan e ‘a nossa’ Audrey conseguem render a outra, e estão prontos para conduzi-la para a delegacia, quando os eventos esquisitos do dia começam a acontecer.
Primeiro a água se torna sangue diante dos olhos de Duke e do Reverendo (do mal) Driscoll. Na sequência, as Audreys e Nathan presenciam uma chuva de rãs e a infestação de mosquitos – que acaba causando um acidente de transito.
Buscando descobrir o porquê das 7 pragas, aparentemente, estarem ocorrendo na cidade, Nathan e Audrey se dividem. Enquanto Wuornos vai falar com o nada amistoso Reverendo do Mal, Audrey vai até a delegacia em busca de maiores informação sobre a agente do FBI que diz ser ela. Mas a conversa com a forasteira serve apenas para deixar evidente que as duas raciocinam e agem da mesma forma, o que reforça o mistério por trás do aparecimento da agente.
Seguindo uma linha de investigação que conecta a ordem cronológica dos acontecimentos com a área geográfica na qual eles ocorrem, as Audreys conseguem descobrir que as pragas estão, na verdade, conectadas a uma pessoa: TJ, um dos motoristas envolvidos no acidente do início do episódio.
Enquanto isso, Duke recebe uma visita que não o deixa muito satisfeito. Evi, sua esposa, retorna após 3 anos, e lhe propõe algum tipo de negócio, escuso e lucrativo. Duke não aceita a proposta, e pede que a mulher vá embora.Mas fica evidente que Evi pretende permanecer em Haven, apesar de não ficar bem claro o motivo da chegada dela na cidade. Creio que a introdução do personagem pode render boas histórias.
Seguindo nas investigações, Nathan e as Audreys acabam chegando ao bar de Duke. Contudo, o suspeito consegue escapar, ao ocasionar uma forte chuva de granizo. Junto com a nova Audrey e Duke, Nathan e Audrey vão até a casa de TJ. Na frente da residência, Driscoll e um grupo de fiéis oram, visando acabar com a ira divina. Mas quem salva o dia, como de costume, é Audrey, que conversando com TJ, descobre que os fatos estão ocorrendo porque ele leu a Bíblia naquela manhã. Assim, ao descobrir que as coisas lidas por TJ se tornam reais, Audrey consegue contornar a situação, evitando a morte dos primogênitos que estavam no local.
No final do episódio, os irmãos Teagues (sempre adoro as participações dos dois) conseguem convencer Nathan a pensar na ideia de assumir o posto de Chefe de Polícia. Na sequência, Nathan enterra o que sobrou do pai adotivo (que explodiu em pedaços, no último episódio da 1ª temporada). Surpreendentemente, e apesar da relação turbulenta que tem com Wuornos, Duke auxilia o policial na triste tarefa. Enquanto isso, as Audreys confirmam que compartilham as mesmas memórias, e buscam uma resposta para isso.
A Tale of Two Audreys retomou as tramas da primeira temporada de Haven. Com a introdução da nova Audrey, provavelmente teremos o desenvolvimento da história da Audrey antiga ser na verdade aquela Lucy de 1983. E ficou bem evidente que o Reverendo Driscoll não medirá esforços para tomar o poder da cidade nas mãos, resta saber até onde ele irá para conseguir a limpeza de pecados que deseja.
Agora, é aguardar pelo 2° episódio, torcendo para que as tramas principais continuem sendo desenvolvidas, inclusive através dos esquisitos casos policiais.
Covert Affairs – The Outsiders
17/07/2011, 18:11.
Mario Madureira
Reviews
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Assistir a mais um episódio de Covert Affairs significa presenciar mais paisagens exuberantes, algo que realmente eu adoro. Nessa temporada, eles estão conseguindo mostrar tramas que envolvem diversos países e isso realmente é um ponto positivo. Mas não foi somente isso que tornou esse episódio bacana de se assistir, como citado na ‘review’ passada, o meu desejo foi concedido: Reva voltou para mais um episódio.
Agora a missão era implantar uma tecnologia para provar que estava havendo um centro de movimentação comercial de armas ilegais. Mesmo a missão sendo simples, Reva e Annie foram capturadas pelo governo de outro país. A princípio essa foi uma ótima maneira de conhecer um pouco mais sobre Reva. Ela não é muito boa em missões de campo e segue o protocolo de forma rigorosa, enquanto Annie, além de ser excelente em missões de campo, procura resolver o problema de forma momentânea, sendo que muitas vezes não segue o protocolo.
Sinceramente, fiquei com muita pena ao ver Reva muitas vezes no episódio com a cabeça baixa com medo de algo ruim acontecer com ela, afinal de contas, ela está trabalhando com a sua vulnerabilidade e está sendo cuidada pela Annie. Deu para perceber que ela se sentiu inferior em situações que não necessitavam de tecnologia, mas como presenciado no episódio anterior, foi legal ver as duas juntas novamente. Acho que essa é uma amizade necessária para a série, já que Annie só possui amizades masculinas.
Foi perceptível outra questão também. Quando Annie conversou com o general, pude perceber que a série não retrata uma luta entre o bem e o mal, pois a história mostra países que procuram adquirir benefícios para crescer economicamente. Desse modo, tanto Annie quanto o general possuem suas metas que envolvem o governo e suas vidas, o que os levam a passar por situações bem perigosas.
Jai resolveu seguir o que achava ser certo profissionalmente. Ao perceber que não estava conseguindo nada na CIA, resolveu ir a uma entrevista em outra agência, achando que não passaria despercebido. É óbvio que Joan saberia disso (ela sabe de tudo), o que pode provocar alguns conflitos nos próximos episódios. Não posso dizer que esse é um conflito interessante para o personagem, mas como não havia nada para ele, pelo menos não ficará no tédio.
Também tivemos a presença de Danielle, que finalmente está começando a ter contato com a outra vida de Annie. Pensei que esse problema seria discutido bem antes, mas como todo o herói, seu disfarce deve ser desmascarado. É claro que ela nem desconfia do que pode estar acontecendo, mas o episódio mostrou que isso já pode ser um começo.
PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Ver Piper cantando foi realmente engraçado. Imagino um episódio com ela bêbada.
SEGUNDA OBSERVAÇÃO: Foi citada a possibilidade de Reva gostar de Auggie. Ambos combinam, será que daria certo?
Rookie Blue – Heart & Sparks
17/07/2011, 00:54.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Heart & Sparks
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×04
Data de Exibição nos EUA: 14/07/2011
Como foi anunciado no TeleSéries durante a semana, Rookie Blue foi oficialmente renovada para a 3ª temporada. E, além de comemorar a renovação, os fãs puderam assistir a mais um bom episódio.
Logo no início de Heart & Sparks vimos que Callaghan está se recuperando bem dos tiros que levou. Pelo menos fisicamente. Fica evidente que, apesar dos esforços de Andy, Luke está descontente com a situação. E esse descontentamento pode complicar as coisas entre eles.
Mantendo a linha leve para os inícios de episódios, também vimos Diaz e Epstein perseguindo garotos que roubaram um fofo filhotinho. Essa cena serviu para mostrar o quão simpático – e vulnerável -, Chris é. E, na sequência, mais uma clássica cena da ótima dupla Dov e Gail, que, mais uma vez, interagiu bastante no episódio. E essa interação, como já está se tornando comum, rendeu cenas divertidíssimas, e outras mais ‘emocionais’.
O caso da semana foi bastante interessante, ainda que meio piegas: no final das contas, o dono da lavanderia, buscando dar uma vida melhor para a esposa, que conheceu num site de relacionamentos, pediu ao amigo para iniciar um incêndio em seu estabelecimento, a fim de receber o dinheiro do seguro. O que o amigo não imaginava é que o dono da lavanderia estaria lá dentro, propositalmente, para que sua amada recebesse, também, o dinheiro de deu seguro de vida.
A resolução do caso envolveu praticamente todo o time da 15ª. Shaw comandou os oficiais no local do crime. Já Traci foi a responsável pela captura da suposta criminosa – uma adolescente decidida a chamar a atenção do pai, um todo-poderoso advogado -, e também acabou conseguindo uma confissão da menina. Epstein, Gail e Chris ficaram responsáveis pela tomada de depoimentos, enquanto que MacNally deveria apenas vigiar a entrada do prédio e impedir a entrada de pessoas nele, já que a estrutura poderia desabar.
Gail e Diaz interrogaram um dos vizinhos da lavanderia, que, para desgosto de Chris, havia sido seu padrasto. A história mexeu bastante com Chris, e Gail acabou descobrindo que a infância do namorado não foi nada fácil, já que sua mãe era desestabilizada emocionalmente.
Enquanto isso MacNally, que não conseguiu impedir a entrada da esposa do dono da lavanderia no prédio, acabou, mais uma vez, correndo sérios riscos. Mas, apesar de todo perigo que a situação envolvia, do cadáver completamente carbonizado, e do completo descontrole da viúva, Andy seguiu as instruções de Swarek e Rosati, e ainda conseguiu manter sua companheira a salvo. Boa, MacNally!
Na delegacia, Barber e Tracy mostraram que estão, realmente, afinados. Foi bem divertida a cena do interrogatório, mas os dois mostraram a seriedade necessária na sequência.
Ah, e não posso deixar de falar do embate entre MacNally e Rosati, e da troca de gentilezas entre essa última e Swarek. Depois de Sam claramente se posicionar à favor da ideia de Andy, elogiando seus instintos, e da tese de MacNally se confirmar correta, a Detetive Rosati assume sua faceta mais ‘bandida’ e manda um recado direto pra Andy. E pudemos perceber que Jo, quando promete, cumpre. Com isso, acho que o fim do noivado forçado entre Andy e Luke está próximo. E tenho certeza que a coisa não acabará pacificamente. Isso abrirá brechas para a aproximação de Swarek, que deixa seu amor por Andy cada vez mais evidente, o que ficou claro no dialogo entre ele e Shaw (PS: fiquei muito curiosa pra saber quem são os n°s 1 e 2 na discagem rápida do Sam!).
Para o final do episódio, restaram cenas bem marcantes, que levantam histórias que vem por aí. Noelle voltou ao assunto da gravidez, e das conseqüências que isso pode trazer para sua carreira. Nash e Barber, que inclusive levou um soco do ex da amada, poderão assumir seu romance – resta saber se irão. Dov, dizendo para Gail, sem vrincar, que acha ela maravilhosa – e meio desconfortável ao presenciar o carinho de Peck com Diaz. E Jo e Luke estão cada vez mais próximos e afinados.
Enfim, nos resta elogiar a equipe de roteiristas de Rookie Blue, que está fazendo um bom trabalho nessa 2ª temporada. E torcer para o nível dos episódios continuar assim!
E se você, assim como eu, ficou irritado com o fim do episódio, não deixa de olhar a promo legendada do próximo episódio aqui. Garanto que essa irritação só vai aumentar!
Damages – There’s Only One Way to Try a Case
16/07/2011, 14:22.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: There’s Only One Way to Try a Case
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×01
Datas de Exibição nos EUA: 13/7/2011
Primeiro episódio com uma quantidade imensa de informações tornando difícil saber por onde começar. Damages mais uma vez não decepcionou e parece que mudança de emissora não irá atingir a qualidade da série. Tudo foi tão rápido – e isso não é uma crítica negativa – que sequer deu tempo de sentir saudades do Tom.
Três anos se passaram. Ellen continua no mesmo emprego e está investigando a possibilidade de uma empresa de segurança privada ter cometido ações ilegais no Afeganistão. Para quem não está familiarizado com o assunto é muito comum a presença de empresas particulares, na maioria das vezes, formada por ex-militares prestarem serviços em territórios em guerra e com a presença de militares norte-americanos. Tal assunto já foi mencionado em filmes e diversas série. Assunto bastante discutido nos EUA porque essas empresas são acusadaa entre outras coisas de fomentarem a guerra visando manter seus contratos milionários com o governo americano. Baseado nisso podemos adiantar que os roteiristas da série mais uma vez escolheram um tema espinhoso para tratar.
Mais uma vez vemos o “final” para voltarmos ao início e acompanharmos como a história chegou naquele ponto. Ellen tenta conseguir informações com um velho amigo que trabalhou para a empresa que está sendo investigada. Chris (Chris Messina) na primeira conversa nega qualquer problema com o seu antigo empregador mas fica nítido desde o início que ele esconde algo. A cena em que ele tenta se matar é muito forte.
John Goodman e Dylan Baker (mais uma vez assustador) roubaram a cena no minuto que apareceram. A cena em que o personagem de Goodman diz que não querer que nada aconteça com Chris, e sendo afrontado por Baker que diz que para defender seus interesses não medirá esforços, com certeza pode ter garantido pelo menos uma indicação ao Golden Globe para cada um.
Contudo a primeira cena de Patty no episódio foi sensacional pelo simples fato de parecer uma coisa e ser outra completamente diferente (e ouso dizer inesperada). Ela está entrevistando aparentemente uma candidata pata trabalhar em sua firma. Todo o texto leva a crer que ela está usando Ellen como referência para descobrirmos que a entrevista é para a vaga de babá de sua neta.

A atriz mirim deve ter sido escolhida pela capacidade de ser tão assustadora como a Patty. Na cena em que ela encara a avó jantando sem dizer uma única palavra foi de arrepiar. Hewes está completamente perdida em como lidar com a menina.
A conversa dela com o ex-marido – que está casado e com um filho bebê – não deixa de ser interessante. Quando ele diz para ela que está feliz por passar todo o tempo com a criança e curtindo cada momento, ela responde que o homem da idade dele e com a vida dele é permitido se reinventar. Não tem como não achar que ela tem certa razão.
Ele a aconselha a procurar o filho porque a menina precisa da presença do pai. Ela discorda mas no final contrata o policial que investigou a morte de Tom – que já está aposentado – para encontrar o filho. Resta saber exatamente para que afinal Damages gosta de “truques”. Isso serve para o presente (futuro) de Rose. Tudo leva a crer que o homem que ela encontra morto é o Chris mas é muito cedo para afirmarmos algo.
True Blood – If You Love Me, Why Am I Dyin’?
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Série: True Blood
Episódio: If You Love Me, Why Am I Dyin’?
Temporada: 4ª
Nº do Episódio: 4×03
Data de Exibição nos EUA: 10/07/2011
Com três episódios exibidos, já deu para perceber que esta temporada de True Blood será cheia de altos e baixos. Depois de um segundo episódio bem mais interessante do que o de estreia, If You Love Me, Why am I Dyin’ veio para mostrar que não teremos uma consistência na qualidade. E o que é pior, esse foi o episódio escrito por Alan Ball. É de se preocupar.
Mas entre bruxas, panteras e vampiros desmemoriados, o episódio nos apresentou algumas histórias bem interessantes… e outras que deram vontade de enforcar alguém.
O que funcionou (pelo menos para mim):
Sookie. Eu nunca gostei da Sookie de True Blood. São vários motivos para eu não gostar dela, mas o principal é a sua atitude passiva e submissa que sempre me fizeram pensar que o Alan Ball deve ser misógino. Porém, a personagem está muito melhor nesta temporada. Não é a Sookie dos livros (infelizmente), mas pelo menos é uma personagem muito mais interessante e forte do que antes. Acho que todas as cenas com ela neste episódio eu gostei.
A forma como tem lidado com a situação do Eric condiz muito com a personagem. Até agora eles nunca foram exatamente amigos, mas ela não é o tipo de pessoa a deixar alguém precisando de ajuda desamparado, por isso nada mais normal do que acolhe-lo em sua casa (que, afinal, é dele mesmo). E em teoria ninguém pensaria em procurá-lo com Sookie, já que ninguém sabe do envolvimento da garota com o dono do Fangtasia. Bom, Tara e Sam sabem, mas qualquer um dos dois preferiria morrer à colocar a amiga em perigo.
Também consistente foi o pedido de ajuda que Sookie fez a Alcide. Para o lobisomem um ano e meio pode ter passado, mas para ela faz poucos dias que se despediram, então o vínculo ainda está bem forte e, diante do histórico de Alcide com Eric, faria sentido que ele acolhesse o vampiro. O que ela não esperava era reencontrar Debbie. E se pensarmos que para Sookie tão pouco tempo passou, a reação da garota ao ver Debbie até que foi bem controlada.
Acho legal tentarem reabilitar Debbie. Toda a história da personagem difere bastante de sua história nos livros de Charlaine Harris, então eu realmente não tenho a menor ideia do que irá acontecer daqui para frente. Se dependesse de mim, a mudança seria real e ela e ficaria feliz e tranquila com Alcide. Mas como não depende de mim, tenho a leve sensação de que as coisas não serão tão felizes quanto eu gostaria.
Uma coisa fantástica no episódio foi Pam. Aliás, Pam tem brilhado em cada cena que aparece. Eu a adoro. Muito bom vê-la tentando defender Eric e apanhando por fazer o que ele em seu estado normal esperaria dela. O estranho foi ver Sookie cobrando para hospedar o vampiro. Não acho que faça o estilo dela. Nos livros ela recebe, mas é porque Jason negociou com os vampiros e não porque ela tenha pedido.
E já que estou falando dos vampiros (que por enquanto é o único núcleo que realmente me atrai na nova temporada), adorei a cena de Bill com Portia Bellefleur. A forma como ela comunica que quer levá-lo para a a cama foi hilária. As expressões faciais dele também me obrigaram a rir. Acho bom mostrarem-no com outras pessoas, tendo uma vida além de Sookie.
Eu gosto mais desse novo Bill. Não é que ele seja mal, ele apenas não é mais aquele vampiro deprimido e choroso das três primeiras temporadas, embora ainda guarde um pouco do ranço do velho Bill em algumas atitudes e diálogos (porque no fundo, no fundo, ele é mesmo aquele cara sem graça que conhecemos até agora).
Outra cena legal com ele foi quando Jessica foi procurá-lo. Acho que matar o coitado do vampiro por ter sido filmado em um embuste é um pouco demais, mas valeu por ver a preocupação de Bill com Jessie e o medo de que ela tivesse se deixado filmar mordendo o rapaz no Fangtasia.
O conselho que ele deu para sua cria também foi bom. Uma pena que Hoyt não tenha aceitado a explicação da namorada. Não quero comparar com o livro (mesmo porque Jessica não existe nos livros), mas há um paralelo que a cena me forçou a lembrar. Nos livros, Bill fala para Sookie que embora esteja com ela, ele continuaria a beber de outras pessoas, mas procuraria não beber de pessoas que ela possa conhecer ou encontrar. Ela não gosta muito, é claro, mas é como ele disse, não dá para sugar tanto da namorada, caso contrário ela enfraquecerá, e é injusto fazê-lo beber apenas sangue sintético, porque embora alimente, não transmite o prazer que a sua comida preferida o faz.
A situação de Jessica e Hoyt é basicamente a mesma. Acho que ela e Hoyt precisam conversar. Jessica não é humana e por mais que tentem viver a vida de um casal normal, o fato dela ser uma vampira sempre estará presente. Ela é uma predadora, isso é fato. Sangue é sua vida e ela pode até amar Hoyt, mas as pessoas enjoam até mesmo da sua comida predileta se nunca mudarem o cardápio. Essas pequenas discussões entre os dois me preocupam. Torço para que se ajustem logo à peculiaridade do relacionamento entre eles.
O que não funcionou no episódio:
Essas bruxas me cansam. Eu entendo a importância delas na trama, mas não consigo engolir a forma como as coisas estão se desenvolvendo. Às bruxas do coven falta carisma (e eu não falo aqui de serem bonitinhas e queridinhas, mas sim de empatia com o público, ou no meu caso específico, empatia comigo). Até mesmo Laffayette tem perdido o seu mojo neste núcleo bruxo. Foi tolice da parte dele ir sozinho ao Fangtasia, mas valeu a pena pela cena com a Pam. A atitude da vampira nunca decepciona.
Quanto à Marnie e o feitiço, não tenho plena certeza se entendi o que aconteceu. Não foi ela quem selou a memória de Eric, certo? Então quem foi? Parecia o espírito de alguém, provavelmente da moça morena de cabelos ondulados que apareceu no canto da tela. Mas quem é (ou foi) ela?
Um núcleo cansativo é o de Sam e o irmão. Gostei muitíssimo das cenas de Sam com Sookie e Tara, mas é só ele começar a interagir com aquele irmão chato que tudo degringola. Não sei porque foram inventar esta família para o Merlotte. Tudo ia muito bem sem o guri aparecer para estragar a história de Sam. Só me pergunto o que irá sair desta interação de Tommy com Maxine Fortenberry.
Já de Andy nem me preocupo em falar. Pior destruição de personagem que eu já vi. Totalmente desnecessário (e injusto) esse vício em V.
Por fim, o que estão fazendo com Jason? Ele acabará por virar uma pantera? E se virar, como lidará com a situação? De quem obterá ajuda para se ambientar à nova natureza? Porque não posso crer que ele permaneça junto ao povo de Hotshot depois do que fizeram com ele. E sinceramente, que gente maluca! Esta história de ‘Ghost Father’ e ‘Ghost Mother’ e de acharem que transformando Jason as mulheres voltarão a ficar férteis e terem bebês-panteras saudáveis é muita insanidade.
Fico com pena de Jason ser jogado neste mundo sobrenatural justo agora que parecia ter encontrado um rumo na vida. Mas nem assim consigo gostar desse núcleo de Hotshot. Muito bizarro. Pergunto-me como Jason pode ter se apaixonado por Crystal algum dia…
E o episódio finalizou com uma cena de virar a cabeça de qualquer um. Eric sugando Claudine até a morte. Por essa eu não esperava. E a cara que ele faz quando olha para Sookie…impagável. E eu, que depositava tanta esperança na fada-madrinha da Sookie…
*******
Algumas observações:
O livro que Sookie está lendo na cozinha é de Charlaine Harris, autora da série de livros que deu origem à True Blood. Pelo que pude perceber do pouco que apareceu da capa, o livro é Grave Secret, o quarto e último da série Harper Connelly.
Inclusive, isso é algo que achei muito legal. Nos livros Sookie está sempre lendo ou comentando algum livro. Ela simplesmente adora ler. Acho legal lembrarem disso na série, e nada melhor do que homenagear a autora que criou Sookie Stackhouse, não?
Alguém me explica qual a lógica de fazer um abrigo dentro do armário, se ao abrir o bendito já dá para ver a escada de acesso? Deveriam pelo menos ter colocado uma porta no chão para dificultar a entrada de estranhos. Foi o próprio Eric quem mandou construir o abrigo, não faz sentido ele deixá-lo tão visível a qualquer um que abra o armário. Nos livros é um simples alçapão, mas toda manhã Sookie coloca coisas em cima para que aparente um simples armário caso alguém abra. Faz muito mais sentido.
Warehouse 13 – The New Guy
15/07/2011, 19:55.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: Warehouse 13
Episódios: The New Guy
Temporada: 3ª
Número dos Episódios: 3×01
Data de Exibição nos EUA: 11/07/2011
Ei, fãs de Warehouse 13! Mais uma temporada começando, finalmente! Quem sentiu saudades de Pete, Myka, Artie, Claudia e todos os outros personagens da série, com aqueles equipamentos e artefatos malucos? Eu senti, fato. Enfim, vamos ao que interessa.
A saída de Myka mudou bastante o andamento das coisas no Depósito 13. Pete não faz mais piadinhas e nem mesmo liga para as mulheres que dão em cima dele (ok, ele está mal mesmo), e Artie virou agente de campo juntamente com Claudia, para juntos continuarem salvando o mundo e etc e tal.
Como Myka está decidida a não voltar e a ficar trabalhando na livraria dos pais mesmo, além de Artie não estar muito satisfeito de ser agente de campo, ele decide que está na hora de encontrar um novo agente para trabalhar em conjunto com Pete. E é claro que um agente do Depósito 13 não pode ser uma pessoa comum, ela tem que ter algum diferencial. Por causa desse diferencial, o escolhido da vez foi Steve Jinks, que tem o dom de saber quando uma pessoa está mentindo (mas não consegue entender uma piadinha direito, haha).
Mesmo não muito satisfeito com a nova parceria, Pete embarca em uma missão com o novo colega. A encrenca da vez são pessoas que recebem uma carta e em seguida morrem cheias de estilo e poeticamente, como personagens de Shakespeare; e logo após a morte da vítima, a carta entra em combustão espontânea. Bem, e se o assunto é sobre livros, a ajuda de Myka seria útil, certo? Pois é, Pete também pensou assim e logo foi atrás de usa antiga parceira, que agora está bancando a bibliotecária nerd e jura ser somente uma expert em livros.
Já no Depósito, o pessoal tenta acalmar estátuas que ficam jogando raios umas nas outras, antes que elas destruam o lugar todo. Mas o que é isso perto de um livro que mata pessoas, certo? Ok, pelo menos as estátuas do Depósito ainda ficam paradas.

Enfim, Myka resolve ajudar Pete e Steve a recuperarem o artefato, o qual ela descobre ser “O Fólio Perdido” (fólio é tipo um livro). Quem recebe a página desse livro e a toca, morre da maneira que está desenhada na folha, a não ser que diga as últimas falas do personagem retratado.
Ok, artefato descoberto e capturado (e Steve quase sendo morto em sua primeira missão), Myka está decidida a continuar sua vidinha normal, até que recebe a visita de H. G. Wells (isso mesmo, aquela que tentou criar uma nova era do gelo) e da Sra. Frederic. Após uma conversa com H. G. (na verdade só com a projeção holográfica dela), Myka decide voltar ao trabalho, o que deixa todo mundo feliz e até faz Artie sorrir (ouço um aleluia?).
Como felicidade demais é de se estranhar, parece que há novos vilões por aí, e foram os tais que comandaram a confusão do dia, inclusive. Um deles é a agente Sally, do FBI, que até então não parecia ser coisa muito importante, só aparentando estar querendo fazer o seu trabalho durante o episódio; e outro homem não-identificado, que por enquanto está literalmente só nas sombras.
Bem, eu espero que esses novos vilões sejam melhores do que MacPherson ou H. G. Wells (tudo bem que eu simpatizo com ela né, mas enfim), pois estes foram realmente ótimos e o nível da série não pode cair. Até agora não ficou esclarecido o objetivo deles… Veremos nos próximos episódios.
P. S. [1]: Só para mim que está sendo esquisito imaginar um outro agente de campo além de Pete e Myka? Da H. G. Wells eu não reclamo… Eu gostava dela. Ainda tenho remotas esperanças que ela apareça mais na série.
P. S. [2]: Por falar em H. G, é impressão minha ou ela meio que tinha uma queda pela Myka?
P. S. [3]: O que acharam do novo visual “cabelo escorrido” da Myka? Eu gostei, mas ainda estou estranhando… Fato.
P. S. [4]: Eu tinha esperança de que aparecessem mais acessórios esquisitos nessa temporada, mas gostei dos que a Claudia inventou/consertou. Mas ainda prefiro quando ela faz besteiras e o Artie fica bravo.
White Collar – Veiled Threat e Scott Free
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Série: White Collar
Episódio: Veiled Threat e Scott Free
Temporada: 3ª
Números dos Episódios: 3×05 e 3×06
Datas de Exibição nos EUA: 05/07/2011 e 12/07/2011
Agora sim a série começou a apresentar sinais de melhora e sair do marasmo dos primeiros episódios. Uma das grandes qualidades do texto é o humor e isso estava restrito apenas a Neal e Mozzie, refletindo na lentidão da trama. Em Veiled Threat pudemos ver o roteiro ágil e bem humorado que só White Collar apresenta. Um leilão de homens ricos? Melhor, um leilão de Neal, Jones e Peter? Melhor idéia impossível! Ri horrores com as aulas que Elisabeth deu a Peter e sem querer contribuindo pra que ele ganhasse; e amei (ao mesmo tempo em que me deu dó) ver Neal ficando sozinho no final depois do fracasso que foi seu plano.
Falling Skies – Grace e Silent Kill
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Série: Falling Skies
Episódios: Grace e Silent Kill
Temporada: 1ª
Número dos Episódios: 1×04 e 1×05
Data de Exibição nos EUA: 03/07/2011 e 10/07/2011
Chegamos à metade da temporada e a série continua do mesmo jeito que começou, ou seja, sem empolgar. Não é horrível, mas sequer é boa. Na verdade acho que este é o maior problema, não desperta grandes emoções. Você não sente aquela ânsia de debates acalorados criticando e tampouco se importa o suficiente para elogiar. A esta altura, surpreendo-me por ter sido renovada, mas não fico surpresa do povo – eu inclusa – continuar assistindo. É quase como ir para o trabalho todos os dias: você se acostuma e está sempre lá, mas não quer dizer que necessariamente goste.
O quarto episódio, Grace, foi, talvez, o mais interessante da série até agora. Não a missão, porque essas missões são sempre iguais e não me atraem nem um pouco, mas a interação com o skitter. Não há sombra de dúvidas de que os alienígenas despertam a minha simpatia muito mais do que o grupo humano. Isso não quer dizer que eles são excelentes personagens, porque até agora também não mostraram a quê vieram, mas como não sei nada deles, posso me dar ao luxo de simpatizar com os olhares de coitados que eles dão toda vez que aparecem.
O clímax foi o momento que Ricky se reconecta ao arreio e tenta ajudar o skitter a fugir e é impedido pelo pai. A cena de Mike arrancando o arreio do filho sem qualquer tipo de aviso me deixou chocada, porque eu estava certa que o garoto tinha morrido. Vê-lo são e salvo no episódio cinco foi até sem graça.
Para a tristeza geral o quinto episódio, Silent Kill, foi ainda mais morno que o anterior. Já no início da série eu disse que essa história de cena bonitinha no final de cada episódio não era uma coisa bem vinda, pois não nos deixava ansiosos para a continuação. E ao meu comentário alguém complementou que Falling Skies tinha ares de ser um procedural: objetivo é apresentado, um grupo sai em missão, Tom e Hal têm alguma conversa que termina em alguma lição de vida, cena feliz no acampamento ao final. E infelizmente as projeções se confirmaram. Não há novidades nesta série, nada escapa ao engessamento do roteiro.
Eu quase torcia para que Ben não fosse resgatado, ou que se mostrasse a favor dos inimigos, mas não, Hal conseguiu buscar o irmão e tudo deu certo na cirurgia de libertação. Aparentemente mais certo do que na de Ricky, já que Ben acordou e já reconheceu o pai.
O que eu achei legal foi ver os ‘skitters’ cuidando de seus pimpolhos humanos (se descontarmos é claro, o fato deles mataram o restante do grupo quando um é resgatado). Mas a babá-alienígena não ter percebido que Hal não estava conectado na rede foi imperdoável. Que conexão mais mequetrefe! Mesmo assim, a cena me fez perguntar mais uma vez o que realmente querem esses invasores em nosso planeta. Eu espero que tenha algum plano bem elaborado por trás de tudo para que algum dia eu sinta que cada hora que eu gastei por semana com a série valeu a pena.
Quanto ao ‘skitter’ prisioneiro, fiquei penalizada pela execução do coitado. Acho que esta foi a primeira atitude da Anne com a qual eu não concordei (embora tenha sido a responsável por Hal ter se salvado e junto com ele mais cinco crianças) e que me incomodou. Além do que, confesso, não gostei da historinha triste dela. Por algum motivo eu gostava dessa leveza da personagem, uma aceitação de que o passado já se foi, que as pessoas que perdeu não voltarão mais e que tinha que fazer o melhor pelo presente e o futuro. Embora a explosão – tanto matando o skitter quanto na parede com as fotografias – seja compreensível, maculou um pouco a personagem para mim. O que eu mais gostava na Anne era o seu jeito plácido, compenetrado e racional. Ela era a voz da razão naquele acampamento. Não exatamente com palavras, mas com seus sorrisos e sua atitude tranqüila. A personagem perdeu um pouco a graça (e a função principal) nesse episódio.
Outra que começou com todo um potencial e que tem me irritado profundamente é Margareth. Acho que não engoli até agora a forma como se comporta, como fala de Pope e seu grupo – principalmente porque inicialmente ela parecia bem a vontade com eles – e principalmente esta amargura da garota. A personagem não está funcionando.
Quem tem melhorado consideravelmente é Hal. Eu tinha milhares de pés atrás com ele nos primeiros episódios, mas até que o garoto tem se desenvolvido bem, amadurecendo e mostrando consistência de personalidade. Toda a missão do último episódio, com ele fingindo estar conectado aos arreios foi absurda, mas mesmo assim acho que foi uma das missões mais empolgantes até agora.
O final do episódio foi o de praxe. Tudo está bem quando acaba bem. Pelo menos é o que dizem. Eu, particularmente, quero ver um pouco mais de situações inesperadas prendendo-me à série. Ninguém merece ter que assistir um chá de bebê com uma figurante aleatória, com discurso meloso e insignificante. Eu quero ação, eu quero desenvolvimento real de personagens para que eu possa me importar com eles, eu quero saber o que são os skitters, quais os seus planos e por que escolheram a nossa Terrinha amada. Mas principalmente, eu quero que a série deixe de ser um procedural capenga e vire uma série alienígena pós-apocalíptica de qualidade. Ainda restam cinco episódios. Não custa sonhar, não é?
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