Damages – I’ve Done Way Too Much for This Girl

Data/Hora 26/07/2011, 13:53. Autor
Categorias Reviews


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Série: Damages
Episódio: I’ve Done Way Too Much for This Girl
Temporada:
Número do Episódio: 4×02
Datas de Exibição nos EUA: 20/7/2011

O episódio começa com a Patty na terapia. Cheguei a pensar que estava entendendo errado porque Hewes ouvindo conselhos não é algo que se espere. Claro que descobrimos que ela só está ali pelo seguinte motivo: quebrou o nariz do porteiro do prédio.

A cara dela contando para a Ellen como tudo aconteceu foi muito engraçada. Melhor, só o pobre do porteiro com um curativo no nariz reclamando das dores e a Patty se segurando pra não rir na cara dele. Psicopata total no melhor estilo Glenn Close.

Ellen está confiante em ajudar Chris, após o escritório para o qual ela trabalha aceitar o caso – apesar de Hewes alertar que eles irão recuar-. Parsons não acredita nisso, porém ao chegar ao escritório, seu namorado avisa que a empresa desistiu do caso. Ela tenta argumentar mas é vencida.

Decidida a pegar o caso sozinha, Ellen é aconselhada pelo namorado a pedir ajuda de Patty Hewes mas ela afirma que não pode fazer isso por não querer ficar devendo nenhum favor a antiga chefe.

Ela mostra o quanto aprendeu a manipular uma situação a seu favor. Durante um encontro com Hewes, após anunciar que vai prosseguir com o caso, ela é ameçada por um grupo de militares e Patty então decide que irá ajudá-la. Acontece que o ataque foi forjado pela própria Ellen para forçar Hewes a lhe oferecer ajuda. Nota: eu ainda tenho minhas dúvidas de quem manipulou quem nessa história.

Chris sofre uma tentativa de assassinato em conseqüência de seus atos no Afeganistão e acaba sendo manipulado por Jerry que o faz acreditar – após torturar o agressor – que não foi a primeira vez que tentaram matá-lo. A partir desse fato Chris desiste do processo e retornar para o Afeganistão.

Jerry conversa com Erickson e diz que resolveu o problema com Chris e afirma que a empresa continuará e o contrato será renovado. Erickson tenta aparentar tranquilidade mas é visível sua preocupação com a situação e a ida de Chris para o Afeganistão.

Ainda não temos certeza se realmente é o Chris que está sendo torturado morto. Porém é cada vez mais provável que esse seja o destino dele e isso talvez faça com que ela fique ainda mais parecida com Hewes.

Covert Affairs – Half a World Away

Data/Hora 24/07/2011, 21:36. Autor
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Uma vez eu havia dito que Auggie era o primeiro personagem cego, cuja série não havia dado uma ênfase dramática ao ocorrido. Ao contrário, o personagem sempre se mostrou sarcástico e muito bem preparado para as missões- mesmo com tal deficiência física. Mas isso não significa que ele não se sinta humilhado e triste pela forma na qual a cegueira se fixou em sua vida. Esse episódio foi dedicado à sua ‘primeira vida’, a vida na qual ele experienciou no de exército. E é nesse episódio que seu drama é tratado.

Eu adoro drama. A forma com que os personagens se abrem de maneira sincera contando os seus segredos e suas vulnerabilidades são como chocolate para mim: eu não resisto. Busco por esses tipos de emoções em série e afirmo com toda a convicção que Covert Affairs trouxe exatamente esse tipo de prazer sádico ao episódio. Half a World Away não pontuou o lado sarcástico de Auggie, conhecido por todos, e vimos um Auggie triste e em busca de vingança. O engraçado é que essa vingança não se trata da sua cegueira; conseqüência da principal tragédia, pois o pior veio antes. O “homem bomba” ( assim o nomearei pois realmente não sei como se escreve o nome dele) instalou um artefato debaixo do carro de seus amigos, enquanto Auggie invadia uma casa para concluir sua missão. Quando o nosso amigo cego percebe tal ocorrido, ele busca salvar os seus companheiros de guerra. Já era tarde demais. Eles haviam morrido e Auggie tornado-se cego.

É claro que foi interessante rever o passado de Auggie. Essa era uma das histórias mais esperadas da série, já que Annie foi a única personagem cujo passado foi tratado por uma temporada inteira. E acho que a melhor sacada do episódio foi quando Auggie afirmou que como cego, ele não enxergava as cores, mas via e vivia a foto que havia tirado com os seus amigos, todos os dias. Se formos mais além, esses amigos eram como seus irmãos, já que era a única coisa próxima de família que ele possuía.

Outra coisa a se pensar é nessa amizade entre Annie e Auggie. Antes, eu pensava que essa era uma amizade até divertida para série, pois ambos conhecem um ao outro como ninguém. É óbvio que a relação de ambos se torna mais do que profissional, e isso é o diferencial desses personagens – já que é algo extremamente necessário e sem isso, a série não possuiria sua trama única com cenas divertidas e bem humoradas-. Mas, depois de ver como ambos se tornaram mais próximos após esse episódio, eu realmente fico pensando na possibilidade dos dois ficarem juntos. Mas nesse caso, eu realmente precisaria pensar melhor por que eu não consigo visualizar eles casados ou namorando. Seria um relacionamento casual. Mas deixaremos isso para depois.

Para não deixar em branco, o Agente Rossabi, que já passou por cenas hilárias com Annie, volta para esse episódio para entregar uma saída para o problema de Auggie. O agente estava atrás do homem bomba há três anos e agora ele tinha a oportunidade de capturá-lo. Na verdade, o personagem só apareceu, pois sempre que o FBI está envolvido em algum caso, é esse personagem que representa tal departamento. Não diria que ele fez muita coisa no episódio, mas foi bacana mostrar que ele não foi esquecido durante a trama.

Não poderia deixar de comentar sobre a ‘preview’ do próximo episódio. Se você não curte ‘spoilers’, é melhor parar por aqui.

No vídeo, o senhor Ben Mercer irá retornar para mais uma missão e isso significa que será um episódio cheio de ação e com cenas de tirar o fôlego. Então agüentem os anônimos fãs de Covert Affairs, pois a série está cada vez melhor.

ÚNICA OBSERVAÇÃO: Falando em personagens esquecidos, fiquei muito chateado por não terem trazido Scoot para mais um episódio. Ele simplesmente foi um personagem introduzido para tornar um possível relacionamento com Annie, mas de repente foi esquecido durante os episódios. Estou na expectativa para ele aparecer no próximo episódio e apimentar ainda mais esse possível triângulo amoroso (se contarmos o Auggie, um quadrado).

Haven – Fear & Loathing

Data/Hora 24/07/2011, 19:19. Autor
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Série: Haven
Episódio: Fear & Loathing
Temporada:
Número do Episódio: 2×02
Data de Exibição nos EUA: 22/07/2011

Apesar de ter lido muita opinião em sentido contrário, preciso confessar que esse 2° episódio da temporada de Haven me agradou. Claro, teve aquele ritmo meio lento – com o qual já me acostumei – e pouca evolução na trama central envolvendo as Audreys. Mas serviu para mostrar um pouco melhor o drama dos “problemáticos” habitantes da cidadela, o que pode nos fazer compreender um pouco melhor suas ações.

Fear & Loathing iniciou mostrando a cerimônia de despedida do chefe Wuornos, que, para todos os efeitos, se afogou no mar. E o que parecia ser apenas um momento sentimental, acabou sendo de suma importância para a compreensão do caso do episódio.

Durante a cerimônia de despedida, nossa Audrey e a nova Audrey chegaram a conclusão que a solução para o mistério que as envolve passa pela descoberta da ligação do falso agente Howard com a cidade de Haven. E ainda durante a cerimônia, Nathan percebe que sua “maldição” acabou, e que ele está tendo sensações novamente. Mas, antes que ele possa curtir sua volta “à normalidade”, os já habituais eventos estranhos começaram a acontecer.

Dessa vez, Nathan e as Audreys responderam a um chamado de pessoas aterrorizadas. Até aí, nada de novo, já que os acontecimentos de Haven são mesmo aterrorizantes. A novidade é que cada uma das pessoas está assustada por uma causa diferente. E, investigando, eles descobrem que, aparentemente, os eventos que deixaram as pessoas em pânico nem aconteceram.

Na sequência, eventos semelhantes ocorrem em uma estação de ônibus. Como a nova Audrey também foi atingida pelos efeitos da “pessoa amaldiçoada” da vez (e viu um palhaço. Alguém mais pensou no Booth enquanto assistia a cena?), a antiga Audrey conseguiu perceber que na verdade cada pessoa estava alucinando com aquilo que mais a amedronta. E para descobrir quem estava causando as alucinações, Nathan e Audrey partem atrás de um habitante que foi visto em vários locais onde as alucinações aconteceram.

Enquanto isso, a outra Audrey vai atrás de Duke, buscando pistas sobre o paradeiro de Howard. Arduamente, ela consegue a colaboração dele, e descobre que Howard teve algumas conversas secretas com o Chefe Wuornos.

Nathan e Audrey conseguem encontrar a causadora das alucinações. Como não é afetada pela “maldição”, Audrey ganha a confiança da garota, e a leva para a delegacia. Após conversar com a garota, Audrey consegue descobrir que alguém está roubando os problemas dos habitantes de Haven, e os utilizando para cometer alguns crimes.

Ligando todas as informações do caso com a lenda da cidade narrada por Vince, Nathan logo concluiu que  o “ladrão de problemas” era Ian Haskell, um habitante de Haven que sempre foi hostilizado pelos outros moradores. Ele que foi ele quem roubou um quebra-cabeça infantil que tem o poder de destruir a cidade toda, e pretende utilizá-lo para vingar-se daqueles que riam dele. Seu plano é zarpar no navio de Duke, e, em alto-mar, destruir a cidade e todos seus habitantes.

Mas Duke percebe que Ian está com problemas, e avisa Nathan. Juntos, Audrey, Nathan e Duke conseguem parar Ian, que fez dois reféns. E é aqui que a história se torna mais sentimental. Se Wuornos não tocasse em Ian antes dele morrer, o criminoso levaria os problemas de Nathan com ele, o que significa que o policial voltaria a ter, definitivamente, suas sensações. Mas Wuornos, apesar de desejar profundamente continuar sentindo, percebe que os problemas da jovem são maiores que os seus, já que impossibilitam sua vida em sociedade. Por isso, Nathan decide auxiliar a jovem, e Ian acaba morrendo com os problemas dela, o que a liberta da maldição.  Conhecendo Nathan, não poderíamos esperar atitude diferente.

No final do episódio, ficou evidente que Wuornos e Audrey estão cada vez mais ligados. Ainda mais agora que Audrey sabe o quão importante ter a sensação do toque humano é para o parceiro, e que ela é a única que pode dar essa sensação para ele. Então, aposto em alguma evolução no relacionamento deles.

Por fim, preciso dizer que assisti o vídeo promocional do próximo episódio e recomendo: segurem-se. Muita tensão vem aí! Ah, e se você é fã de Jason Priestley, mais um motivo para ficar ligado em Haven: está chegando a hora da participação do ator na série.Ele interpretará Chris Weekly, um biólogo marinho genial, mas um tanto antissocial. Está previsto, ainda, que Priestley dirija o 9° episódio dessa temporada. Enfim, tem muita coisa boa chegando em Haven.

P.S.: estou cada vez mais curiosa para saber qual a conexão entre Dave e Lucy. Porque ela seria a coisa que mais aterroriza ele? E porque ele mentiria para Vince, escondendo que foi ela que ele viu na estação?

P.S.2: porque Howard deixou o livro para as Audreys encontrarem? E como as memórias da Audrey foram parar na mente de … Lucy? Estou ansiosa pelas próximas pistas envolvendo o mistério das duas Audreys.

Rookie Blue – Stung

Data/Hora 23/07/2011, 21:05. Autor
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Série: Rookie Blue
Episódio: Stung
Temporada:
Número do Episódio: 2×05
Data de Exibição nos EUA: 21/07/2011

Essa semana a ABC exibiu Stung, outro bom episódio. E se eu não fiquei mais empolgada com ele, a culpa é dos roteiristas de Rookie Blue, que tem premiado os fãs com uma ótima 2ª temporada. Então, se esse tivesse sido um episódio da temporada de estréia, provavelmente eu estaria me referindo a ele como excepcional.

O episódio começa com Dov e Noelle em uma operação padrão. Mas ao abordarem um motorista por excesso de velocidade, a passageira do veículo acaba se sentindo pressionada e entregando que o companheiro era um criminoso. O motorista até tenta fugir, mas Dov – auxiliado por dois garotos e seu estilingue – consegue capturá-lo, o que resultada na prisão de um criminoso com vários mandados de prisão.

Inspirados pela captura do bandido, o pessoal da 15ª acaba bolando uma operação emboscada. Os policiais fizeram contato com várias pessoas com mandado de prisão não cumprido, avisando que elas haviam ganhado um carro. Swarek, Epstein, Diaz, MacNally, Peck e Nash se disfarçam como atendentes de uma concessionária de automóveis, e fazem as prisões, após receberem o sinal verde de Williams e Shaw.

Como sempre, tudo ia bem, até que alguém complicou as coisas. Em Stung, esse alguém foi, mais uma vez, Epstein, que havia acabado de sair de seu período probatório. Como precisam auxiliar na prisão do “bandido de Epstein e Swarek”, Traci e Andy acabam deixando sua própria criminosa fugir.

Enquanto MacNally e Traci procuram sua fugitiva (e aproveitam para colocar os papos sobre o casamento de Andy e seu relacionamento com a mãe em dia), Epstein e Chris levam seu criminoso para a prisão. E o procurado, em conversa com Barber, acaba entregando endereço, que estaria relacionado com a venda de drogas.

MacNally e Traci descobrem que sua criminosa, na verdade, era apenas uma viúva que não estava conseguindo pagar suas contas, e que, por vergonha, se recusava a pedir ajuda para a filha.

O caso maior ficou, mesmo, ao encargo de Epstein e Chris, que foram checar o endereço obtido por Barber. E Dov acabou se empolgando bastante com a chance de mostrar serviço. Tanto que foi entrando no local, sem nenhuma cautela, e recusou a ideia de chamarem por reforços. Resultado: quase foi atingido por um disparo, e acabou pisando em um gatilho e acionando um explosivo. A situação deixou todos os colegas apreensivos (mas Gail mais que todos os outros JUNTOS). No final das contas, uma garota do esquadrão anti-bombas consegue tirar Dov daquela situação (achei bem legal a interação entre a menina e Dov. Seria interessante alguma participação maior dela na série).

Paralelamente ao caso da captura dos criminosos, tivemos o desenrolar da situação entre Jo e Luke. Eu sempre achei que a detetive Rosati fosse uma mulher decidida, mas não imaginava o quanto. Ela foi até a casa de Luke e Andy, insistiu para que ele participasse da sua operação, despistou pedindo café para pessoas que não estariam presentes, puxou assunto e pediu para ser amiga do ex (claro, Cláudia), abriu a porta para Callaghan só de camiseta e calcinha e tascou um beijão no detetive. Final da história: conseguiu o que queria: achou uma brecha na armadura de Callaghan e acabou a noite em seus braços, na cama. E, enquanto isso, MacNally conversava com Traci, falando que não precisa se reaproximar da mãe porque tem uma nova família, cujo elemento mais importante é … Luke! Dó.

Por hora, nos resta, mais uma vez, aguardar os desdobramentos dos próximos episódios. E com a certeza de que vem mais tensão por aí. Isso porque, além dos desdobramentos das histórias pendentes teremos, já no próximo episódio, a aparição da Superintendente Elaine Peck, a mãe da Gail. E, pela fama da Peck-mãe, as coisas tendem a complicar ainda mais.

P.S.: eu entendo totalmente “a paixonite” de Epstein por Swarek. Ele esteve muito bem como vendedor de carros.

P.S.2: parece que, no relacionamento entre Dov e Chris, o melhor homem não irá conquistar a vaga apenas na Patrulha Montada. Estou cada vez mais desconfiada de que os sentimentos de Gail por Dov estão mudando de ‘status’.

Warehouse 13 – Trials

Data/Hora 23/07/2011, 13:57. Autor
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Série: Warehouse 13
Episódio: Trials
Temporada:
Número do Episódio: 3×02
Data de exibição nos EUA: 18/07/2011

Olá, ‘Warehousers’! Bem, este último episódio de Warehouse 13 foi um tanto fraco. Não teve nada além de mais artefatos para recuperar; e a trama da vez, com aqueles vilões que foram apresentados no final do episódio passado, ficou totalmente fora deste.

Como comentei na última ‘review‘, ficaria estranho um outro agente além de Pete e Myka. Entretanto, o rumo da série me surpreendeu, já que eu pensei que trabalhariam os três juntos. Agora, além da dupla principal, Steve e Claudia começam a trabalhar juntos. Bem, já que temos duas duplas, então são duas encrencas diferentes, com dois artefatos diferentes.

Pete e Myka foram encarregados de um artefato que apaga as memórias das pessoas a ponto de elas irem regredindo na idade mental, enquanto Claudia e Steve ficaram responsáveis por uma faca de açougueiro que transfere doenças de uma pessoa para outra (um dos artefatos mais absurdos na minha opinião, não pela função, mas pelo objeto em si).

Recuperar a tal faca não foi uma aventura tão nostálgica, já que o portador do artefato queria somente usá-lo para transferir a doença do filho para si. Provavelmente a maior tensão que a dupla teve foi descobrir que Artie os estava perseguindo para conferir se estavam trabalhando direito. Para competir com essa tensão, talvez só o fato de Steve falar para Claudia que ele é gay (e eu pensando que ele daria em cima da Myka).

Com o artefato da memória, foi um pouco diferente, pois além de ser dividido em duas partes (uma parte apaga a memória, e a outra devolve), Pete foi mais uma vez atingido por ele. Ok, ele poderia ter morrido, mas cá entre nós… Ele ficou um fofo quando virou um crianção! Por ter seu parceiro afetado, Myka praticamente resolveu tudo sozinha desta vez (moral feminina em alta, oba!), recuperando as duas partes do artefato (um prendedor de gravata e uma abotoadura) e devolvendo a memória do bebê Pete, haha.

Depois de salvar o mundo sozinha dessa vez, Myka foi finalmente aceita de volta ao Depósito 13 (e eu pensando que era só ela falar que queria voltar e pronto), com direito a um discurso lindo sobre felicidade. De fato este episódio teve mais sentimentalismo do que aventuras.

P. S. [1]: Pete vira um crianção e fala mais do que deve. Depois disso, fica alguma dúvida de que ele esconde uma quedinha pela Myka?

P. S. [2]: Ainda não sei se prefiro a Claudia como uma ‘nerd’ gênia dos computadores ou como uma agente de campo. Mas de uma coisa tenho certeza: ela é mestre na “dancinha do eu”. Hahaha.

Breaking Bad – Box Cutter

Data/Hora 23/07/2011, 13:50. Autor
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Breaking Bad

Série: Breaking Bad
Episódio: Box Cutter
Temporada:
Número do Episódio: 04 x 01
Datas de Exibição nos EUA: 17/07/2011

Breaking Bad é uma série tensa”. Essa seria a frase que eu utilizaria se fosse necessário resumir muito a série para alguém que nunca a assistiu. E essa ‘season premiere’ comprova isso, já que ficamos o tempo inteiro tensos, sem ter muita idéia do que iria acontecer.
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Teen Wolf – Lunatic

Data/Hora 23/07/2011, 12:50. Autor
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Série: Teen Wolf
Episódio: Lunatic
Temporada:
Nº do Episódio: 1×08
Data de Exibição nos EUA: 18/07/2011

A cada episódio de Teen Wolf a história amadurece e fica mais assustadora.

Stiles chama Scott para beberem no meio da floresta, pois queria que o amigo esquecesse um pouco a perseguição que sofreram na noite passada dentro do colégio.Scott não ficava bêbado, enquanto o cômico Stiles já estava “pra lá de Bagdá”. Stiles diz ao lobinho que achava que o amigo não se embriagava porque o fato dele ser lobisomen tinha inibido isso. Enquanto bebiam, dois homens se aproximam e tentam roubar a bebida dos amigos. Scott não consegue se controlar e assusta os dois homens. No mesmo momento em que  Scott e Stiles vão embora,  os homens caminham na floresta e são surpreendidos pelo lobisomem Alfa. Cena assustadora! Um dos homens foi jogado vivo dentro de um tambor com fogos.

A lua cheia está se aproximando e isso faz com que Scott não consiga controlar seus sentimentos e seus sentidos são ampliados: ouve coisas mais fortes, sente cheiros mais próximos. E mais, o lobinho está muito mal por Allison ter terminado com ele.

Destaque para o ator Tyler Posey nesse episódio, pois conseguiu se superar. O ator permaneceu, durante todo o episódio, com um olhar diferente. O lobinho estava assustador, com olhar penetrante de um assassino. Não era aquele jovem doce que conhecemos no início da história.
No colégio, Scott não consegue se controlar quando vê a sua amada o rejeitando. Jackson, que nunca gostou do lobinho e suspeita que o jovem esconde um grande segredo, aproveita a situação da separação do casal e se aproxima cada vez mais de Allison.
A raiva de Jackson por Scott aumenta mais ainda quando o lobinho consegue a grande chance de ser o novo capitão da equipe de lacrosse. Enquanto isso, Stiles estava eufórico, pois conseguiu se tornar titular na equipe pela primeira vez.

Quando avista Lydia, Stiles pede para Scott ir até a menina e perguntar se ela sentia algo por ele, já que o lobinho estava com todos os sentidos ampliados, podia sentir emoções mais fortes.

Stiles demonstrou ser  muito apaixonado por Lydia desde o primeiro episódio da série. Scott vai ao encontro de Lydia e pede para conversar com a garota. Ao invés de Scott perguntar o que a garota sentia por Stiles, o lobinho pergunta se a jovem sabia se Allison ainda o amava. A Lydia nunca me enganou. Sempre achei que ela era uma falsa amiga de Allison. A garota disse que agora eles poderiam ser apenas amigos e que Allison estava sendo tola de acreditar que Scott mandou todos irem ao colégio na noite anterior para serem mortos por “Derek”. A safadinha da garota vai se jogando em cima de Scott até que consegue beijá-lo. E o lobinho não impede que o beijo aconteça. Pobre Allison….


Quando Stiles pergunta o que Lydia havia dito, Scott diz que seu amigo tinha chances com a garota. No treino de lacrosse, o lobinho se mostrou muito agressivo. Parecia outro Scott. Lydia aparece no campo com o batom todo borrado. Stiles, muito dos espertos, logo percebe que na conversa entre seu melhor amigo e a garota tinha acontecido algo a mais.

É noite de lua cheia, Stiles tinha combinado em ajudar Scott a se trancar em casa para não ter perigo de ninguém se ferir com a transformação do lobinho.
Quando Stiles chega no quarto do amigo, Scott está com o olhar mais assustador ainda e disse que estava bem e que não queria a ajuda do garoto. Stiles algema o lobinho no quarto. Foi a única maneira que encontrou para impedir que algo acontecesse. Stiles disse que estava ajudando o amigo e ao mesmo tempo dando o troco por ele ter beijado Lydia.

Uma cena muito engraçado num episódio tão tenso como esse foi Stiles trazendo água para Scott em uma vasilha de cachorros. Ri muito!
Scott se transforma em lobisomem e foge. Stiles entra em seu carro e sai em busca do lobinho. No estacionamento de uma loja, dentro do carro de Jackson, Allison e o garoto conversam sobre o que passaram na noite anterior no colégio. Allison diz a Jackson que achava que não era Derek que estavam os perseguindo e que achava que seu pai estava mentindo sobre algo muito sério. Jackson conta para Allison que viu no colégio estranho, parecido com um animal.

Scott, totalmente com raiva, avista os dois dentro do carro e parte para o ataque. Sobe em cima do carro de Jackson, assustando muito Allison. De repente, quem aparece? Sim, para a alegria de todos, Derek está vivo ( só gostaria de saber como o lobisomem conseguiu sobreviver ao terrível ataque que sofreu do Lobo Alfa). Derek impede que Scott cometa algo sério e o leva para casa.


Enquanto procura por Scott, Stiles para no caminho. Encontraram um corpo e o resgate e os policiais locais estavam ali. De longe, o pai e a tia de Allison avistam a cena. Tudo indica que Kate acha que Stiles é um jovem lobisomem. Pobre Stiles, pelo visto, vai sofrer muito ainda na história…

Derek revela para Scott que não sabe se é verdade, mas a única maneira que faz com que o lobinho volte a ser um jovem normal é matando quem o transformou, ou seja, o lobisomem Alfa.

Enquanto isso, Jackson está cada vez mais próximo de descobrir o grande segredo de Scott: ele encontrou um pedaço das garras de Scott (o lobinho quebrou a unha quando tentava atacar Jackson e Allison no carro) e comparou com as luvas de lacrosse de Scott que forama rasgadas em um dos jogos, quando o jovem estava se transformando…

Uma consideração final,  vamos ficar mais atentos em dois personagens da história: a mãe de Allison, que apareceu em poucas cenas, mas demonstrava sempre muito fria quando o assunto era “Lobisomens” e o professor de Scott, ele tem um ar misterioso….

White Collar – Taking Account

Data/Hora 22/07/2011, 18:11. Autor
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Série: White Collar
Episódio: Taking Account
Temporada:
Número do Episódio: 3×07
Data de Exibição nos EUA: 19/07/2011

Dessa vez White Collar apresentou o seu melhor, o que sabemos que a série tem potencial para mostrar. Minha cabeça está a mil com o que pode acontecer com Neal, agora que Sarah sabe que ele roubou a arte do submarino. Não que eu tivesse esperança de vê-lo fugindo com Mozzie e a arte, mas prefiro não pensar que ele ficará amarrado ao Peter o resto da vida.

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Torchwood: Miracle Day – Rendition

Data/Hora 22/07/2011, 00:36. Autor
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Série: Torchwood
Episódio: Rendition
Temporada:
Nº do Episódio: 4×02
Data de Exibição nos EUA: 15/07/2011

A situação de Torchwood no momento é curiosa. A série está completamente sem identidade. Isso não quer dizer que esteja ruim, apenas que não se parece mais com ela mesma e tampouco ganhou cara própria. Por enquanto é um amontoado de acontecimentos. A maior parte deles são bons de assistir, mas falta à série aquele algo mais que conecte o espectador ao que está sendo mostrado em tela.

Neste segundo episódio vimos que a CIA está atolada até o pescoço na perseguição aos remanescentes da Torchwood, chegando ao ponto de se livrar de seus próprios agentes pelo simples fato de que tiveram algum contato com a agência britânica.

A forma como tem procedido, no entanto, tem sido um desastre total. Em qualquer série de respeito, Esther teria sido capturada antes de fugir do prédio. Mas Torchwood não é uma série de respeito, muito pelo contrário. Ela brinca justamente com o seu lado ‘trash’ e absurdo que, no final das contas, foi o que sempre me agradou. O problema começa quando essas cenas absurdas contrastam com a aparência de seriedade que esta 4ª temporada tenta nos passar.

Antes os defeitos especiais e ajeitadinhas nas situações eram completamente esperadas, afinal, Torchwood é filha de Doctor Who e todo mundo sabe que Doctor Who é campeã na arte das ajeitadinhas escalafobéticas e defeitos especiais. Mas é difícil aceitar (ou mesmo esperar) por este tipo de cena na nova Torchwood, porque agora a série está com um visual todo novo, com ares mais graves, grandes explosões, luta corpo a corpo, armas de peso, então eu automaticamente espero maior responsabilidade de roteiro e de interpretação, sem deixar de fora, é claro, efeitos especiais de qualidade, porque, sinceramente, não dá para olhar para aquela agente com o pescoço quebrado andando em pleno aeroporto e levar a cena a sério.

E já que mencionei a agente, é uma pena que seja Rex o novo principal da série, pois eu simpatizei bem mais com Lyn Peterfield do que com ele. Mas talvez seja porque eu goste muito mais da Dichen Lachman do que de Mekhi Phiefer (não, não é isso. Eu também prefiro a Dra. Juarez ao Rex). Outro fator é que o roteiro parece ter sido escrito para nos fazer odiar o agente Matheson. Ele é arrogante e mente fechada, e a própria postura que adota consegue me tirar do sério. Mas ganhou pontos comigo por ter parecido acreditar que Jack é diferente e pode morrer.

Esther também tem se mostrado mais inteligente do que se esperava, e eu gosto um pouco do seu jeito tímido e doce. Embora, se eu fosse Esther, nunca teria jogado a minha credencial no lixo da pessoa de quem eu roubei a outra identificação…inocência tem limites. E como ela é basicamente uma analista de informações, acho que será bom tê-la no grupo.

Aliás…quem irá pagar pelas despesas da Torchwood agora?

A tentativa de assassinato de Jack no avião foi um pouco demais, em minha opinião. Quero dizer, não a tentativa em si, mas o povo preparando o antídoto com coisas que pudessem encontrar durante o voo. Acho estranho pensar em todos mobilizados quando não têm o menor motivo para acreditar que Jack vai morrer. A única que tinha convicção disso era Gwen e ela era tão prisioneira quanto ele.

Inclusive, estava pensando…como o governo/CIA sabia que Jack poderia ser eliminado? Teoricamente ninguém morre, não?

A parte leve do episódio ficou por conta das brincadeiras com a sexualidade do comissário de bordo (e resolveram variar um pouquinho e não fizeram Jack flertar com o rapaz. Em outras eras, nem mesmo a morte iminente teria impedido o capitão). Mesmo assim, eu teria usado de um pouco mais de sutileza. Da forma como fizeram, deu a impressão de que os diálogos só estavam ali para provar que a série continuou tranquila em relação à homossexualidade apesar de ter migrado para os EUA.

Continuo gostando da interação de Jack e Gwen. Ambos estiveram bem naturais o episódio inteiro e a cumplicidade entre eles era palpável. Porém, bem compreensível que ela o culpe pelos males que acometeram sua vida desde que o conheceu, principalmente porque se sentiu abandonada por ele durante todos esses meses.

O que eu gostaria mesmo de saber é o motivo de Jack ter voltado. O universo é grande demais para ele já ter se cansado de vagar por aí.

Uma coisa que o episódio explorou bastante foi as mudanças que a imortalidade trouxe para a forma como as pessoas lidarão com as doenças e seus vários estágios, bem como acidentes e ferimentos. Tudo o que conhecíamos não se aplica mais. Não é como se a humanidade estivesse gozando da imortalidade igual a que Jack possuia (que regenerava e não envelhecia). As infecções continuam se espalhando, os vírus contaminando, e logo os remédios ou deixarão de fazer efeito, ou irão acabar, ou pior, as doenças se multiplicarão de tal forma que a humanidade inteira será contaminada.

De repente tive uma visão do inferno: a Terra cheia de humanos velhos e necrosados, mas sem conseguirem morrer…. Torchwood está nos preparando para virarmos zumbis.

Seja como for, muito pertinentes as ponderações da Dra. Juarez e a cada dia eu me torno mais fã da mulher.

O personagem que, ao que parece, terá grande importância na história é o pedófilo Oswald Danes. Continuo achando Bill Pullman assustador no papel e as cenas bizarras que fazem com ele são ainda mais inquietantes. Fiquei tão incomodada quanto a mocinha da tv ao vê-lo pegando a comida feito um desvairado (embora tenha entendido seus motivos), a diferença é que eu achei a cena em que ele chora supostamente arrependido tão ridícula, mas tão ridícula, que eu teria mandado o homem tomar vergonha na cara e aprender o que é arrependimento de verdade antes de vir a público implorar perdão.

Não me entendam mal, eu acredito em arrependimento sincero e em segundas chances e acho que mesmo um pedófilo assassino como Oswald pode mudar, mas não é assim de uma hora para outra e não seriam meras lágrimas nascidas de remorso e de um jogo de perguntas que o encurralou em plena tv que fariam o personagem mais humano para mim. A mocinha da tv foi tola, assim como qualquer um que tenha se deixado convencer.

Eu comentei anteriormente que tinha a sensação de que não gostaria dos rumos que a história de Oswald tomariam, e continuo afirmando a mesma coisa. Isso não está me cheirando bem.

Outra grande questão que se apresenta qual a importância da ruiva Jilly Kitzinger para a coisa toda. Ela é muito suspeita.

Seja como for, Torchwood está livre novamente, com dois novos membros forçados, sem qualquer verba, em um país estranho e com o único homem ainda mortal no comando. Admito, estou curiosa com o que virá a seguir. E os ‘trailers’ (em especial o que saiu no Reino Unido no término do primeiro episódio) só aumentam a minha ansiedade.

****

Antes do fim, é preciso explicar uma coisa. A parceria com a Starz mudou sim a cara da série e ainda não sei dizer se para melhor ou pior, ou se simplesmente mudou. Mas não posso reclamar da parceria, pois se não fosse por ela, muito provavelmente não teríamos uma quarta temporada de Torchwood. E a bem da verdade é que não foi apenas a ponte USA-UK aliada a um novo canal que fez a série mudar. O próprio formato, que passou a ser serializado e não mais episódico, alterou profundamente a estrutura de Torchwood.

Eu sinto sim falta das duas primeiras temporadas, da simplicidade das cenas, dos absurdos nos quais se metiam e das formas estranhas e impossíveis com as quais se livraram e lidavam com as situações, mas eu compreendo que para a serialização as coisas teriam que mudar, e o ar mais sério foi a primeira novidade que tivemos em meio a muitas que vieram depois. Ainda estranho olhar para a Torchwood de agora, pois eu era viciada naquelas duas primeiras temporadas ‘trash’ e bizarras, mas estranhar não é o mesmo que não gostar. Ninguém discute o alto nível da 3ª temporada, e até agora estou satisfeita com o que me mostraram nesta quarta. Mas que Torchwood ainda precisa reencontrar a sua identidade, ah, isso precisa.

Pretty Little Liars – Never Letting Go

Data/Hora 21/07/2011, 15:42. Autor
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: Never Letting Go
Temporada:
Número do Episódio: 2×06
Data de Exibição nos EUA: 19/07/2011

Semana passada o episódio foi estranho, mas não tinha sido de todo ruim. Já Never Letting Go, foi realmente ruim, um daqueles que a série costuma apresentar quando quer enrolar a trama. Ficou claro que era para ocupar tempo e fugir um pouco da discussão em volta dos segredos envolvendo –A e Alisson.

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Rizzoli & Isles – We Don’t Need Another Hero e Living Proof

Data/Hora 20/07/2011, 23:27. Autor
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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: We Don’t Need Another Hero e Living Proof
Temporada:
Número dos Episódios: 2×01 e 2×02
Data de Exibição nos EUA: 11/07/2011 e 18/07/2011

No último episódio da 1ª temporada de Rizzoli & Isles, a coisa ficou realmente tensa.  Investigações envolvendo tráfico de drogas, policiais corruptos matando outros policiais, tiroteio, ferimentos e mortes. E, no final de toda a ação, Frankie e Jane sairam bastante machucados. Agora, após 10 meses de espera, descobrimos o que aconteceu com os irmãos Rizzoli.

We don’t need another hero começou mostrando a festa anual que a polícia de Boston faz para saudar seus heróis. Jane é uma das homenageadas da noite, já que feriu a si mesma para possibilitar a morte de Marino, o policial traidor. A outra homenageada era Abby Sherman, que foi ferida em uma emboscada à seu pelotão, no Afeganistão, mas ainda assim conseguiu salvar 3 de seus colegas.

Logo no início do episódio fica evidente que todos os envolvidos no tiroteio da Central estão tentando lidar com seus traumas. Jane, que não quer ser vista como heroína, recebe a ajuda de Maura, que tenta incentivar a amiga a comparecer na cerimônia, e aceitar o fato de que suas atitudes salvaram vidas.  Mas Jane prefere homenagear Maura, que salvou a vida de Frankie, do que levar o mérito por suas ações. E, durante a festa, Rizzoli ainda precisa digerir a notícia do divórcio dos pais.

No final da cerimônia, quando todos estão indo embora, Abby morre, quando uma bomba explode o carro que ela ocupava.  Isso motiva Rizzoli a voltar para o trabalho, ainda que ela não esteja pronta para encarar a pressão inerente à sua função.  Auxiliando no caso, Jane descobre que, durante a estadia de Abby no Afeganistão, ela foiatingida por fogo amigo, mas ocultou a informação. Duas explosões depois, Jane e Maura descobrem que Campbell, o ex-namorado de Abby, foi o responsável pelo tiro. E mais, bolou as explosões que vitimaram Abby e Forman, já que ele estava descontente pelo fato deles terem formado um casal. Quando confrontam Campbell, Casey (o militar bonitão ex-namorado de Rizzoli) e Jane conseguem conduzir bem a situação, e acabam prendendo o soldado.

E, além de ter detido o suspeito, Jane conseguiu superar o medo de falhar, o que possibilitou que ela voltasse completamente à ativa.

O segundo episódio da temporada, Living Proof, começa com Jane e Maura em um Spa, em um momento de relaxamento (ou seria em um momento de troca de ideias e discussão?). Só que sua sessão de embelezamento na lama é interrompida por pedidos de socorro. Rizzoli e Isles socorrem, então, uma mulher esfaqueada. Apesar de não conseguirem salvar a mulher, Maura consegue fazer um parto de emergência, e salva o bebê da vítima.

A partir daí, Jane e Maura precisam não apenas encontrar o assassino, mas também uma família para o bebê. Ou melhor, decidir entre as duas família interessadas, já que a vítima era na verdade uma “barriga de aluguel”.

As investigações levaram à culpada: a doadora dos óvulos, que andava rondando o berçário. E a cena da “captura” da criminosa foi fofa, já que Maura e Jane paparicaram o bebê, e conseguiram impedir que a culpada fugisse com ele e fizesse mais vítimas. Por fim, tudo acabou exatamente como começou: com Jane e Maura nas banheiras de lama, em mais uma divertida troca de ideias.

Enfim, dois bons episódios, com um ritmo agradável, e que, além de concluírem a trama da ‘Season Finale’ da 1ª temporada, introduziram novas tramas, como o divórcio do Sr. e Sra. Rizzoli, e a tentativa de Frankie de ser detetive. Pena que, apesar da qualidade, esses dois episódios tiveram as piores audiências da série até agora. Contudo, como a diminuição foi pequena, e esse 2° episódio já deu uma recuperada, creio que ainda não há motivos para os fãs se preocuparem. E, como sempre, qualquer notícia sobre a renovação, você verá aqui no TeleSéries.

PS: Angela foi responsável por inúmeros momentos engraçados nesses dois episódios. No 1°, ela flagrou Rizzoli com Casey, durante seu ‘revival’: “muito doente para lavar os pratos, mas nem tão doente para fazer sexo?” Já em Living Proof foram tantas cenas cômicas que nem lembro de todas. Menção honrosa para as “lancheiras animadas” que ela preparou para os filhos, e para o bazar que ela organizou.

The Glee Project – Pairability

Data/Hora 20/07/2011, 20:06. Autor
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Série: The Glee Project
Episódio: Pair Ability
Temporada:
Número do Episódio: 1 x 05
Datas de Exibição nos EUA: 17/07/2011

A quinta semana no campus do Glee Project foi desafiadora e encantadora. Afinal de contas, não há nada mais bonito de se ouvir do que um bom dueto, onde duas vozes se tornam uma, como já dizia Will Schuester. Need You Now foi o dever de casa da vez e os oito candidatos já estavam separados em pares: Hannah e Damian, Marissa e Cameron, Lindsay e Samuel e Alex e Matheus. O brasileiro se sentiu muito desconfortável por cantar uma canção romântica com outro menino, mas sua apresentação agradou Darren Criss, que estava lá mais uma vez para ser o mentor da semana.

Porém, ninguém foi capaz de ofuscar o brilho de Marissa, que ganhou o dever de casa. Mas nessa semana, as coisas foram diferentes: Marissa não ganharia destaque no videoclipe em grupo, pois cada par teria um dueto e Marissa pode escolher seu par. Quem pensou que ela escolheu Cameron, se enganou. A jovem hesitou em escolher Samuel e seus dreads para cantar Don’t You Want Me? do grupo Human League e ter as orientações de Darren, que também cantou essa música com Lea Michele em Glee. Nowadays, do musical Chicago ficou com Alex e Hannah, Baby, It’s Cold Outside foi a canção de Lindsay e Cameron e Lady Is A Tramp, com Damian e Matheus.

Nas gravações, Marissa fez sua participação especial no clipe de Damian e Matheus, que deram muito humor à música numa praça em pleno outono, até atrevendo-se nuns passos de dança.

Na vez de Hannah e Alex, o videoclipe precisava de alguns passos de dança, o que deixou Hannah preocupada, pois ela não se acha sexy o suficiente para dançar um jazz como Gwyneth Paltrow fez em The Substitute. Já Alex estava super seguro. Tão seguro que aceitou viver uma mulher em sua performance.

Mas a coisa começou realmente a esquentar nas filmagens de Marissa e Samuel. Erik propôs uma intensidade maior para o clipe com um beijo. Beijo que surpreendeu toda a casa e principalmente Samuel, que não fazia ideia do que lhe esperava.

Com o beijo, todos os holofotes ficaram em cima de Marissa, que já estava sob eles desde o dever de casa. Lindsay, que é a mais esperta da casa, não perdeu tempo e também beijou Cameron durante as gravações de seu vídeo. O grande problema é que Cameron tem uma moral religiosa muito forte, além de ter uma namorada. E ele sabe que esse é um dever do ator, mas mesmo assim, ele se sentiu um traidor. E suas lágrimas no telefone com sua mãe renderam pano pra manga.

Quando o momento do anúncio dos três piores chegou, ninguém esperava que a proposta dos duetos fosse levada até as apresentações para Ryan Murphy. Marissa e Samuel se livraram e os três duetos que não agradaram os jurados foram revelados: Hannah e Alex, que cantaram Valerie (The Zutons), Damian e Matheus, que apresentaram These Boots Are Made For Walking (Nancy Sinatra) e Lindsay e Cameron, que mostraram sua versão de River Deep, Mountain High (Tina e Ike Turner).

Dos seis, Ryan escolheu Cameron, por não ter superado as expectativas e por seu desperaro como ator; Matheus, por não desabrochar e pela terceira vez, não mostrar tudo o que tem para mostrar; e Alex, por torcer contra seus adversários, colocando-os para baixo. Agora convenhamos: uma competição, uma vaga e nenhuma rixa? Reflitam!

Pois bem, a divulgação dos três piores gerou muito chororô e muita discussão: Alex estava sentindo que as palavras de Matheus para Ryan, falando que Alex sempre o colocava para baixo e sempre queria ser o melhor de todos, tinha prejudicado sua imagem no jogo e estava com medo de sair. O brasileiro chorou, pois não queria ser o culpado da possível eliminação de Alex. Ledo engano. O Keep Holding On da semana foi do pequeno Matheus, que saiu da casa carregando muitas experiências. Agora convenhamos, mais uma vez: Matheus já nem merecia o destaque na terceira semana.  Ter vencido dois deveres de casa inflou o ego do brasileiro de tal forma, que ele começou a se perder no jogo. Ele não é um bom cantor, fato. Ele não dança bem, fato. Ele não atua, fato. Mas ele tinha tudo o que faltava em Glee: um brasileiro, com menos de um metro e meio, feio, que podia se destacar. Ele deveria ter sido eliminado no lugar de McKynleigh.

Enfim, a sexta semana está chegando. E com muitas raspadinhas.

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