Leverage – The Hot Potato Job

Data/Hora 29/07/2011, 23:36. Autor
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Série: Leverage
Episódio: The Hot Potato Job
Temporada:
Número do Episódio: 4×05
Datas de Exibição nos EUA: 24/7/2011

Esse foi um daqueles episódios que no conjunto eu não curti tanto mas que teve seus momentos divertidos. Talvez seja porque o anterior foi tão perfeito que criei expectativas muito altas.

O caso da semana era resgatar uma batata “especial” por ser enriquecida com vitamina A, que uma empresa estava tentando utilizar para aumentar seus lucros quando a pessoa que a criou tem como objetivo usar seu experimento para ajudar sem ter lucros por isso.

Paralelo a isso Nate e Sophie continuam ‘amigos com benefícios’ mas tenho cada vez mais certeza que Sophie está usando o seu melhor para convencer Nate que não há problema entre eles se envolverem romanticamente sem precisar ser ela a afirmar isso. Parker e Hardison continuam adoráveis e Eliot pouco fez além de resmungar muito.

Foi um episódio para a Gina Bellman brilhar, essa que é a verdade. Sophie precisou improvisar em seu disfarce e se apresentou como uma responsável por segurança e para isso ‘incorporou’ Eliot. Foi muito engraçado quando ele se dá conta que ela está falando com o timbre de voz dele. E ficando todo irritadinho.

Outra cena boa foi Nate usando um grupo de crianças para conseguir retirar a batata da empresa. Um dos meninos acaba se mostrando muito esperto e fica direto na linha de ação e acaba amigo de Hardison.

No final, a braço direito do CEO da empresa em que eles se infiltraram é inocentada e Hardison tenta avisar Nate que isso poderá ser um problema para eles mas não tem sucesso porque Nate e Sophie mais uma vez escaparam para namorar e o líder do time não levou o celular junto com ele. Se isso terá algum desenvolvimento mais tarde eu não saberia dizer.

Damages – I’d Prefer My Old Office

Data/Hora 29/07/2011, 21:41. Autor
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Série: Damages
Episódio: I’d Prefer My Old Office
Temporada:
Número do Episódio: 4×03
Datas de Exibição nos EUA: 27/7/2011

Ellen retornou para o escritório de Hewes e se recusou a usar a sala que pertenceu ao Tom. Começo falando sobre assunto não só porque tal recusa dá nome ao episódio mas por achar uma cena importante. Porque será que Ellen recusou? Por respeito ao Tom ou por medo de ter o mesmo destino que o amigo?!

Chris descobre que a sua viagem para o Afeganistão não foi por acaso e acaba sendo ameaçado pelo próprio amigo. Durante depoimento via satélite – autorizado após uma grande atuação de Ellen – ele nega tudo que disse a ela mas passa uma mensagem para amiga que encontra dificuldades em saber o que ele queria dizer.

Eu não sou advogada e nem juíza mas só eu achei que era um tanto óbvio que eles estava sendo ameaçado?! Ele em nenhum momento olhou para a câmera. O tempo todo deu suas respostas com a cabeça abaixada e sem a menor confiança. Senti falta de uma cara mais desconfiada do juiz.

Ao encerrar o depoimento descobrimos que a ameaça não era direta ao Chris mas sim a um amigo dele, o que faz todo sentido porque o personagem não parece ter medo de morrer a ponto de se sujeitar a mentir. No final o amigo de Chris é morto sem o conhecimento dele.

Jerry continua, ao que parece, tramando para garantir que a empresa continue a lucrar com a guerra. Pelo menos é o que fica aparente ao sabermos que ele mantém alguém em cárcere e o fato de que mais uma bomba está sendo preparada. Dessa vez tendo como alvo Patty e seu escritório.

No entanto a parte que gostei mais no episódio foi a busca de Patty pelo filho e os flashbacks nos mostrando pistas do destino de Michael. Aparentemente ele fugiu porque a mãe o viu quando ele tentou matá-la. Porém não me surpreenderia se fosse algo além disso. O fato é que Michael de alguma maneira parece ter conseguido ganhar algum dinheiro e pareceu emocionado (mesmo que muito pouco) ao ver a filha de longe. A questão é: porque ele voltou? Apenas para buscar a filha ou para terminar uma vingança contra a mãe?!

Rookie Blue – In Plain View

Data/Hora 29/07/2011, 21:35. Autor
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Série: Rookie Blue
Episódio: In Plain View
Temporada:
Número do Episódio: 2×06
Data de Exibição nos EUA: 28/07/2011

Em In Plain View, vimos praticamente toda 15ª trabalhando junto. O grande problema do episódio, assim como o de toda a temporada, foi deixar bem em segundo plano alguns personagens que poderiam render histórias interessantes. Nesse episódio Swarek, Traci e Shaw estavam lá, mas não foram decisivos para o andamento da trama. E o que falar sobre a Noelle?

Mas é preciso ressaltar que o caso da semana foi interessante, já que envolvia alguns elementos clássicos de seriados policiais, como investigações sobre drogas e falhas no serviço de proteção à testemunha. Mas, apesar disso, a trama policialesca não prendeu minha atenção. E aqui faço a ‘mea culpa’. Confesso que fiquei tão envolvida com todos os dramas psicológicos e com a trama da traição do Luke, e tão ansiosa para ver os desdobramentos do sentimento de rejeição da Jo, que fiquei bem mais atenta a trama amorosa desse episódio. Então, pra mim, o maior êxito desse episódio foi, através de seus dramas emocionais, delinear os rumos de nossos ‘rookies’, indicando para onde irá essa segunda metade de temporada.

Em In Plain View, o caso a ser desvendado foi o da morte de um informante da polícia. Apesar de estar envolvido na investigação de um grande caso, ele recusou proteção policial. Apesar disso, os detetives estavam de olho em seu paradeiro, e Barber ficou preocupado com seu sumiço. Ele reaparece, mas morto.

Os elementos na cena do crime acabam conduzindo Swarek e Traci até a casa de duas garotas, local onde é encontrada a arma do crime. As garotas são detidas. Como uma delas é namorada do criminoso responsável pela morte do informante da polícia, ela é colocada sob proteção policial. E tal tarefa coube a Rossati e MacNally.

Enquanto isso, Epstein e Gail lidavam com uma criança que, encontrada sob uma pilha de escombros, era a única testemunha do assassinato do informante. Mas logo que fica evidente que o principal problema do garoto não é o fato de ter testemunhado o crime, e sim o porquê de estar sozinho nas ruas. Gail e Dov descobrem que o garotinho tem um difícil relacionamento com os pais adotivos. E que seus pais usam de métodos pouco ortodoxos para proteger os filhos. No final das contas, Gail convence o menino a retornar para casa, afirmando que, apesar de tudo, seus pais o amam.

E mais uma vez, assim como no caso da mulher presa no episódio passado, vimos os dramas dos policiais serem abordados através do caso. Nessa semana, pudemos perceber que a relação complicada de Gail com a mãe foi indiretamente retratada no drama do menino. Gail também tem uma relação não convencional com a mãe, que cobre muito da filha, e quer ditar seus rumos profissionais.

E por falar em Elaine Peck, gostei de sua participação. Agora que a conhecemos, podemos entender melhor Gail, seus conflitos e sua personalidade. Especialmente a mudança de atitude da Gail da 1ª temporada para essa atual. Agora, Peck achou nos colegas uma família diferente da que estava acostumada. Creio que isso foi decisivo para que ela se tornasse menos ácida e, de certa forma, mais humana.

Mas o ponto alto do episódio foi, sem dúvida, a interação entre Jo e MacNally. A detetive Rosati estava claramente descontente de ser tratada por Luke como um acidente de percurso. E nós bem sabemos o que uma mulher com o orgulho – e o coração – ferido é capaz de fazer.

 

E era evidente que confinar Andy e Rosati em um ambiente cheio de tensão, com uma testemunha descontente, não iria acabar bem. Tenho pra mim que Jo colocou a caixinha de fósforos do hotel no qual dormiu com Luke no lixo, na frente de Andy, propositalmente. É claro que MacNally ligou os fatos na hora, e confrontou a detetive. E a postura de Rosati, de manter o silêncio, acabou sendo a confirmação que Andy precisava.

Apesar disso, as duas continuaram trabalhando juntas até o final do caso, embora existisse aquele elefante na sala. E trabalharam bem. Mas, no final das contas, não conseguiram convencer a garota de 17 anos à testemunhar, já que ela preferiu acreditar nas mentiras do namorado e mudar os fatos para protegê-lo. E, embora Jo esperasse essa fragilidade emocional de Andy, não foi isso que vimos.

MacNally, no final do episódio, abandona Luke, e ainda lhe dá o recado: colocou de volta a aliança de noivado no lugar onde tinha achado. Agora, resta saber onde essa história irá parar.

P.S. 1: a relação entre Dov e Gail me confundiu um pouco nesse episódio. Antes, eu tinha certeza que eles estavam pendendo para o lado do “mais que amigos”. Agora, tenho sérias dúvidas se eles não estão desenvolvendo uma relação de irmãos. O jeito é aguardar os desdobramentos dos próximos episódios.

P.S.2: achei hilário e fofo o comportamento de Chris perto da sogra. Primeiro, tratando-a como se estivessem no churrasco de domingo. E depois, demonstrando todo seu carinho e sua lealdade à Gail – e até correndo o risco de prejudicar sua carreira -, ao avisar à Superintendente que a namorada não estaria disponível para posar ao lado dela. Ganhou pontos comigo.

Breaking Bad – Thirty-Eight Snub

Data/Hora 29/07/2011, 14:42. Autor
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Breaking Bad

Série: Breaking Bad
Episódio: Thirty-Eight Snub
Temporada:
Número do Episódio: 04 x 02
Datas de Exibição nos EUA: 24/07/2011

Esse episódio me fez lembrar de Lost, mas calma, ninguém viu luz alguma e não há candidato a nada. O que eu lembrei foi de uma expressão que era muito usada quando um episódio da série era mais fraco: “típico episódio de transição”. Lembro que foi engraçado um dia que alguém disse: “mas essa série só tem episódio de transição?”

No entanto, Breaking Bad é um pouco assim. Cada episódio é um pequeno pedaço de algo que vai se construindo aos poucos, para culminar em algo tremendamente explosivo. É uma série com o ritmo perfeito, onde a lentidão não é ruim e a ação chega nos momentos ideais.

Falando agora do episódio, ele foi marcado pelas reações de três pessoas: Walt, Jesse e Mike. Três homens ligados ao assustador Gus e todos perfeitamente cientes do que ele é capaz. Já adianto que, de longe, a que mais gostei foi a de Jesse Pinkman, que comprou uma nova aparelhagem de som e, junto com os amigos, inicia uma festa louca, repleta de drogas, bebibas e pizza.

Breaking Bad

A festa só é interrompida brevemente pela visita de Andrea, que tem o tipo de conversa que gosto de ver na série, pois mostra o lado bom de Jesse Pinkman, uma vez que ele está ciente que o dinheiro que deu para ela pode ser usado em drogas, mas quer acreditar que Andrea fará diferente. Muito boa a cena!

Por fim, depois de uns três dias a festa finalmente acaba, mas Jesse ainda insiste para os amigos continuarem com ele. Quando os dois vão embora, Jesse senta ao lado da caixa de som e tudo fica claro. Por causa dos últimos acontecimentos, Jesse não suporta mais o silêncio. Simplesmente perfeito!

Já o protagonista da série resolveu comprar uma arma para “defesa”, e procurou ninguém menos do que Bobby Singer. Que o sujeito era especialista em todo tipo de criatura sobrenatural eu já sabia, mas não estava ciente de que nos intervalos das caçadas de Dean e Sam Winchester o sujeito vendia armas com numeração raspada por aí.

Breaking Bad

Perdão, mas por assistir muitas séries e filmes, não consigo evitar essas associações quando vejo o ator de um lugar trabalhando em outro, portanto, não poderia evitar a piadinha com a participação do ator Jim Beaver, de Supernatural.

O fato é que Walt compra uma arma, pequena para tentar passar despercebido, e está querendo encontrar-se com Gus. Não, ele não quer apenas se defender, mas fazer o mesmo que foi feito com Gale: atacar antes de ser atacado. No entanto, no laboratório Mike lhe diz que ele nunca mais verá Gus, mas o químico não desiste e vai até a casa do chefe, mas recebe um telefonema de Mike, advertindo-o para que se afaste. A obsessão de Walt em matar Gus está tão grande que ele quase mata Tyrus, o substituto de Victor.

Breaking Bad

Determinado, Walt procura Mike no bar, deixando claro em palavras o que próprio já deve pensar desde a morte de Victor: ele também não está seguro. Sim, pois nas cenas de Mike nesse episódio, aparecendo no bar com olhar preocupado, deixaram bem evidentes sua preocupação, mostrando que seu espanto diante da morte de Victor foi algo como: “poderia ter sido eu”.

No entanto, ao menos inicialmente, a idéia de Walt não é bem recebida por Mike, que agradece a bebida oferecida com uma sequência de socos e chutes no químico. Apesar disso, ainda acredito que ele será um aliado importante.

Entre os outros personagens, tivemos Skyler tentando comprar o lava-rápido, procurando colocar em prática a idéia de lavagem do dinheiro do marido, mas o dono do estabelecimento está magoado com Walt e a tarefa não será das mais fáceis. Já Marie continua sofrendo com a condição do marido e, não sei se foi só comigo, mas me deu a impressão de que ela vai trair Hank com o rapaz da fisioterapia. Vamos ver, mas seja como for, a cena do policial caminhando até o quarto foi excelente e muito forte.

No mais, duas coisas engraçadas, a insistência de Hank em dizer “não são pedras, são minerais” me lembraram muito o “não são pedras, são aerolitos” do episódio clássico do Chapolin e me fazia rir toda vez que ele dizia. E, claro, o comercial hilário de Saul passando na Tv, com direito a explosão de avião e tudo.

The Big C – Cats and Dogs

Data/Hora 29/07/2011, 10:51. Autor
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Série: The Big C?
Episódio: Cats and Dogs
Temporada:
Número do Episódio: 2×05
Datas de Exibição nos EUA: 25/7/2011

Sean:

Não tenha pressa de crescer, ok? Eu seu que faço parecer que a vida adulta é simples, mas acredite em mim, não é nenhum mar de rosas.

Sean sendo a voz da razão é algo assustador. Tudo bem que durante o episódio tivemos mais do Sean destemperado de sempre porém tenho que admitir que ele soube lidar como uma certa serenidade com o problema que o sobrinho arranjou e sequer precisou de ajuda.

Adam está com os hormônios enlouquecidos e como a namorada decidiu que precisa esperar e ele não quer mais se envolver com a menina do colégio – não por respeito a namorada mas sim porque a garota grudou no pé dele – acaba tendo a idéia brilhante (ßsarcasmo) de chamar um prostituta com o dinheiro que a mãe dele deixou para pizza.

O filho de Cathy não tinha noção do “pedido” e acabou contratando uma prostituta especialista em práticas sadomasoquista. Apesar de parecer ter se divertido até certo bom, Adam não tinha dinheiro para pagar o serviço completo e precisou pedir ajuda ao tio que por sua vez também não tinha dinheiro e resolveu o problema entregando um vaso da namorada como pagamento e ameaçando de denunciar a prostituta porque Adam é menor de idade.

Cathy preocupada com a falta de dinheiro e vendo que o marido estava com dificuldades de entender que ele precisava de qualquer emprego o quanto antes, resolve pegar algumas jóias para empenhar/vender. Lee a acompanha e os dois escapam de um assalto ao terem uma crise de risos quando o ladrão questiona se eles querem morrer.

Ao perceber o que fez, Cathy entra em pânico e Lee a convida para ir a casa dele. Os dois conversam sobre a vida e ela pela primeira vez em tempo tem com quem desabafar. E o melhor, alguém que tem uma boa noção do que ela está passando. No entanto, Cathy se assusta quando Lee faz um carinho em seu rosto porque entende como um flerte. Lee ri dela e revela que é gay.

Eu fiquei um pouco dividida com essa questão. Não que eu achasse que Cathy deveria ter algo com Lee. Eu simplesmente amo a relação dela com o Paul. A questão é que não pude deixar de pensar que os roteiristas procuraram o caminho mais simples como se não pudesse existir um laço de amizade entre Lee e Cathy se o personagem fosse heterossexual.

Paul no final do episódio após perceber que não conseguiria um emprego no cargo que estava habituado aceitar trabalhar de vendedor numa loja de eletrônicos. A felicidade de Cathy de perceber que o marido resolveu agir no lugar de esperar foi visível, mostrando que eles estão em sintonia mesmo quando não parece.

Torchwood: Miracle Day – Dead of Night

Data/Hora 29/07/2011, 10:30. Autor
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Série: Torchwood
Episódio: Dead of Night
Temporada:
Nº do Episódio: 4×03
Data de Exibição nos EUA: 22/07/2011

A história de Miracle Day começa a ser desvendada naquele que é, para mim, o episódio que mais tem a cara da Torchwood que eu aprendi a amar nesses últimos anos. E, talvez por isso, gostei bem mais de Dead of Night do que dos episódios anteriores. Por algum motivo ele me lembrou da primeira temporada. Creio que tem a ver com o desenvolvimento dos personagens. Foi impossível não lembrar a época que Gwen começava a entrar na loucura que é fazer parte de Torchwood. Os créditos vão para Jane Espenson, que soube trabalhar as novas aventuras ao mesmo tempo em que aproximava à série ao que ela sempre foi.

Uma boa ideia mostrar as diferenças culturais e linguísticas entre os Estados Unidos e o Reino Unido por meio de conversas divertidas entre Gwen e Esther. Além de poder rir das situações e diálogos, ainda tirei algumas dúvidas de certas expressões que teimam em fugir da minha memória. Mas sem dúvida nenhuma, o diálogo que mais gostei foi de Gwen e Rex enquanto ela dirigia. É nisso que dá dois turrões discutindo.

Por falar em Rex, a interação do agente com Jack tem melhorado a cada episódio. Continua me incomodando a arrogância de Matheson, mas ele tem se enturmado com a dupla britânica e acredito que em algum ponto ele até poderá se tornar um membro efetivo da Torchwood aos meus olhos.

O que não engoli muito bem foi Rex e a Dra. Juarez na cama. Nada contra a cena, muito pelo contrário. Foi de muito bom gosto e a forma como mesclaram com Jack e o barman ficou muito bonita, o problema é que foi muito repentina (e contribuiu para que eu lembrasse do quanto odiava aquela imagem de arrogância sedutora que o personagem de Mekhi Pipher tinha em ER). Tão repentina, que quando eu assisti à cena, perguntei aos amigos se Rex já conhecia Juarez anteriormente ou se a conheceu quando se acidentou. Não que sexo casual e inesperado seja algo tão incomum assim, mas diante da situação, ficou parecendo forçado e muito conveniente para o uso que a história teria a seguir para a Dra. Juarez.

Muito mais sentido fez a cena de Jack com o barman. Tudo bem que a cena do sexo em si poderia ter sido suprimida sem a menor diferença para o desenrolar da história (tanto que no Reino Unido ela não será exibida), no entanto foi bom observar como Jack tem reagido à sua súbita mortalidade. É bem verdade que foi uma busca desesperada por afeto e contato humano – e o desabafo íntimo com Gwen ao telefone foi tocante e triste ao seu próprio modo – mas ao mesmo tempo foi o marco inicial para o retorno da velha personalidade de Jack. Não será de uma hora para outra, mas sinto que as coisas ficarão menos sombrias para o nosso bom e velho capitão.

Ainda não sei exatamente onde mora a lealdade de Jilly Kitzinger, se ela está por dentro das verdadeiras maquinações ou não (minha aposta é a de que está enterrada até o pescoço na lama toda e, se não estiver, ficarei bem decepcionada), mas gosto da personagem e sua ruivice toda na tela. E tudo o que trouxer mais tempo em cena para a Dra. Juarez tem o meu aval. Eis uma personagem que eu gostei desde que apareceu pela primeira vez. E ela não decepcionou até agora. É inteligente, pensa rápido, adapta-se às situações e, pode ser meio improvável que justamente a médica que atendeu Rex quando o agente sofreu o acidente seja uma das pessoas procuradas por Jilly Kitzinger para fazer parte de um grupo um pouco diferenciado de médicos nesta nova situação mundial, mas eu relevo em nome do andamento da história.

Muito bom vermos Gwen indo a campo, usando as lentes (seu último pedacinho de tecnologia resgatada de Torchwood 3 – confesso que fiquei um pouco triste quando a ouvi dizendo isso…mais alguém sente falta de Myfanwy?), entrosando-se com Esther e Rex e espionando o tal encontro promovido pela Phicorp. Por outro lado, não tão bom foi vermos Jack abordando Oswald e gravando as declarações do assassino. Esse desespero que o Jack vem sentindo me dá uma aflição tão grande que cenas assim me parecem exageradas, embora perfeitamente compreensível diante de tudo o que Jack já passou.

O ponto positivo dessa conversinha entre os dois foi a confirmação de que Oswald não sente qualquer tipo de remorso (alguém acreditava mesmo que ele sentisse!?) e que gostaria de poder morrer, enquanto Jack está sendo corroído pela culpa, solidão e agora, a mortalidade.


O que não entendo é como qualquer pessoa de bom senso pode acreditar que um ser patético como Oswald Danes pode servir de relações públicas para um caso como o apresentado pelas indústrias farmacêuticas. Não faz sentido! Não há qualquer tipo de ligação entre o pedófilo assassino e remédios. E por que eu devo acreditar que o público terá empatia com um homem que estuprou uma garota para logo em seguida matá-la, simplesmente porque ele sobreviveu à injeção letal e foi colocado em liberdade (nem mencionarei os inúmeros absurdos dessa tal liberdade) e chorou diante das câmeras?  Somos mesmo tão ignorantes e fracos de mente que corremos o risco de cairmos nessa tolice?

E como finalmente toquei no assunto dos remédios, ainda estou pasma. Se a imortalidade foi engendrada por uma companhia farmacêutica querendo obter lucros com remédios sem prescrição eu terei um ataque. Porque é sem dúvida alguma o enredo mais mequetrefe que alguém poderia bolar.

Inadmissível pensar que o Governo aprovasse uma lei liberando a medicação sem prescrição médica. Uma medida como esta já levaria ao caos no estado normal das coisas, com todo mundo morrendo direitinho, imaginem em uma situação esdrúxula como a imortalidade? Porque, sou obrigada a me repetir, as doenças continuam progredindo, as pessoas envelhecendo, os membros se deteriorando, a única coisa que não acontece é a morte. Então, pensar em uma população correndo às farmácias a cada dorzinha é assustador – e viciante, provavelmente.

O povo não sabe o que tem, qual a melhor medicação, o que faz mal ou que faz bem, e nem sempre o que aparentemente te cura, não te mata ainda mais rápido com algum efeito colateral. E ainda há a problemática das bactérias se fortalecendo e criando resistência à medicação, o que levaria as pessoas a procurarem por outros remédios ou a caírem nos hospitais com doenças sem novas curas estabelecidas, e assim haveria a superlotação e o surgimento agressivo de doenças há muito controladas ou mesmo doenças sequer vistas.

Não enxergo onde está a vantagem neste quadro, nem mesmo para uma empresa como a Phicorp. Eles têm a vantagem inicial, já que aparentemente sabiam do excesso de vida que assolaria o planeta e se prepararam com medicação em tonéis (supondo que não sejam os verdadeiros responsáveis pela nossa condição, porque essa ideia seria tão ridícula que não quero nem aventar a possibilidade), mas não têm como garantir que realmente sairão ganhando dessa nova situação legal. O povo não toma uma única medicação. As pessoas não são exatamente fiéis a uma indústria farmacêutica ou a um tipo de remédio. O povo compra o que é mais barato, o que foi recomendado pelos amigos, e sempre acaba mudando em algum ponto, seja porque não faz mais efeito, seja por quaisquer outros motivos. E, se o roteiro tiver o mínimo de bom senso, uma lei absurda como a da liberação de medicação nunca passaria pelo Congresso.


Nossa esperança é a de que, com certeza deve ter alguma maquinação alienígena por trás de tudo (é Torchwood, afinal de contas). O que faz lembrar-me do primeiro episódio de The Sarah Jane Adventures (saudades), que também contava com uma invasão utilizando-se de uma grande indústria.

Uma coisa que chamou a atenção de Jack e que provavelmente é importante e deve ser observada com mais cuidado e esta vivacidade dos mortos. Os nossos imortais não são como Jack, que se curavam. Eles continuam defeituosos, mas cheios de vida e consciência, sendo-lhes negado qualquer tipo de descanso reparador. Qual o objetivo de cobrir-nos de imortalidade, não nos dotar de regeneração, e ainda assim espalhar em cada humano uma vitalidade excessiva e inexplicável?

Gostaria de dizer que são por essas dúvidas que voltamos a cada semana assistir a série, mas não é nada disso, pelo menos não comigo. Eu volto religiosamente porque quero saber mais dos personagens e suas motivações. Se tiver uma ótima história sendo desenvolvida enquanto isso, muito melhor. Mas sou sincera ao dizer que tenho sentido falta de um toque mais alienígena à coisa toda. Tudo está muito pé no chão, cheio de problemas empresariais, conspirações financeiras e engodos governamentais. Está na hora dos nossos amiguinhos espaciais espaço darem às caras e dizerem a quê vieram. Só assim para a Torchwood s/nº fazer o que sabe fazer de melhor: proteger a humanidade da ameaça que vem do espaço.

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“It’s bigger inside!”

Fui obrigada a rir com a referência à TARDIS (de Doctor Who).

Teen Wolf – Wolf’s Bane

Data/Hora 28/07/2011, 13:31. Autor
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Série: Teen Wolf
Episódio: Wolf´s Bane
Temporada:
Número do Episódio: 1×09
Data de Exibição nos EUA: 25/07/2011

Alguns mistérios sendo revelados e muitos outros surgem em Teen Wolf….

O episódio começa com o lobisomem Alfa aparecendo para o professor de química de Scott, Adrian Harris . O professor está com uma lista de nomes (todos com o sobrenome do professor) e o último da lista é ele. O Alfa pergunta se o professor sabe quem escreveu aquela lista. Adrian disse que foi Laura Hale ( lembra dela? A irmã morta de Derek). O Alfa pede para o professor se virar e diz as seguintes palavras “Olha o que você fez!”.

Derek entra na sala e faz com que o Alfa fuja. Ao mesmo tempo, a polícia chega ao colégio e começa a perseguir Derek. Ao mesmo tempo em que é perseguido pela polícia, o pai e a tia de Allison também perseguem o lobisomem. Mas Derek não está só, Scott e Stiles estão em outro carro para ajudá-lo. Derek conta aos dois que ele sabia que o Alfa estava no colégio, pois antes de Laura morrer, ela disse duas coisas ao irmão: que tinha ido ao encontro de Adrian, mas não sabia o motivo e mostrou um tipo de símbolo (o mesmo símbolo que estava em um colar de Allison, presente de sua tia, caçadora de lobisomens). Agora Scott tem que pegar o colar da sua amada, mas é uma missão quase impossível, já que a moça não quer ver mais o lobinho.

Jackson está em um médico para ver o ferimento em seu pescoço. O médico disse que ele tem envenenamento acônito e explica que isso é causado por uma flor roxa (‘wolfsbane’) e o jovem acaba descobrindo o segredo de Scott. Agora, Jackson começa a ameaçar o lobinho e diz que também quer ser transformado em lobisomem e se Scott não transformá-lo, ele vai contar para Allison a verdade sobre o jovem lobo. Mais uma preocupação para Scott…

Jackson, se sentindo o todo poderoso, aproveita a ocasião para também terminar o namoro com Lydia. Na escola, Scott tem tentativas fracassadas de aproximação com Allison. O único jeito é apelar para o roubo. O lobinho invade a casa de Allison e consegue encontrar o colar com o símbolo misterioso.

Derek está escondido na casa de Stiles. O garoto pede para que um amigo rastreie um número e descubra quem mandou o SMS pedindo para que Allison e os amigos fossem até o colégio na noite em que o Alfa perseguiu Scott. Uma descoberta incrível: o SMS foi enviado por um computador do hospital registrado com o nome da mãe de Scott.

Em uma de suas caminhadas pela floresta, Allison encontra a casa abandonada de Derek. Kate, sua tia, estava acompanhando a menina sem que ela soubesse. Allison diz a Kate que não queria mais se sentir fraca, igual naquela noite no colégio. Kate pede tempo para Allison e diz que em breve, a garota vai se sentir mais forte e que ela iria ajudar para que isso acontecesse.

É noite de jogo, Scott vai ter sua grande estreia como capitão da equipe de lacrosse e Stiles sua primeira chance em ser titular. Stiles está com Derek tentando descobrir o mistério envolvendo o SMS. Em conversa com Scott, Jackson diz que o jovem tem 3 dias para transformá-lo. Scott alerta Jackson que não é ele que pode trasnformar, e sim, um lobo Alfa, e que a cidade estava cheia de caçadores de lobisomens.

Stiles entra no hospital e, uma coisa curiosa, misteriosamente, ninguém está no hospital. Derek, no celular, pede para que Stiles vá ao encontro de seu tio, Peter Hale. (O tio de Derek estava internado no hospital por vários anos, após ser encontrado na sua casa incendiada. O homem estava como em estado “vegetativo” desde o primeiro episódio da série. Derek sempre ia visitá-lo). Quando chega no quarto de Peter, ele não está lá. Derek conclui que seu tio é o Alfa e pede para Stiles correr. Tarde demais. Peter aparece para Stiles. Derek entra no hospital e seu tio pergunta: Você acha que eu matei sua irmã de propósito? Começa a luta entre os lobisomens. E olha só a grande revelação de Peter:

Minha mente e minha personalidade foram literalmente queimados. Sou guiado pelo puro instinto. Tem ideia de como foi para mim, por todos esses anos? A demorada cura, célula por célula, e mais devagar ainda é voltar a consciência. Sim, se tornando um Alfa, tirando isso de Laura, acabou me dando uma forcinha, ajudando no processo de cicatrização.”

Na escola, o pai de Stiles está interrogando o professor, querendo mais pistas sobre o caso da morte da irmã de Derek e o incêndio na Mansão dos Hales. Harris diz que encontrou com uma moça em um bar, mas não sabia nem seu nome e nem sua origem, beberam juntos e que a moça começou a fazer várias perguntas ao professor, demonstrando ser muito interessada em assuntos da Química e que uma das perguntas foi a de como se iniciava um incêndio. O professor disse que Laura Hale, antes de morrer, perguntou as mesmas coisas a ele e a única coisa que o professor sabia era que essa moça misteriosa estava usando um colar com um símbolo. O professor desenha o símbolo e entrega para o policial.

No campo de jogo, a tia de Allison aponta para Jackson e pergunta a sobrinha quem era aquele garoto. Kate, muito esperta, observa o arranhão que o jovem tem no pescoço e pergunta para Chris se um arranhão poderia transformar alguém em lobisomem. Os dois concluem então, que Jackson pode ser o jovem lobo que tanto procuram. Scott, com seu dom de lobinho, consegue ouvir toda a conversa….

Warehouse 13 – Love Sick

Data/Hora 28/07/2011, 13:17. Autor
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Série: Warehouse 13
Episódio: Love Sick
Temporada:
Número do Episódio: 3×03
Data de exibição nos EUA: 25/07/2011

Ei, ‘Warehousers’! Sério, esse episódio de Warehouse 13 foi um dos melhores que a série já teve, tanto no sentido do artefato como nas tramas paralelas. Foi excelente mesmo!

Depois de mais de vinte episódios, Artie resolve usar roupas decentes (ou quase isso), passar perfume e se arrumar. Não vi tanta diferença, mas todo mundo da série elogiou, então eu tive que acreditar, não é? Enfim, o fato é que ele estava indo encontrar a Dra. Vanessa (aquela médica por quem ele tem uma quedinha) no meio da noite, pois várias garotas estavam se transformando em barro e morrendo. Já que Artie se encarregou da missão desta vez e Claudia foi atrás dele, Pete, Myka e Steve ficaram no depósito treinando tiros com tesla (a arma de raios).

Beleza. Artie e Claudia chamam Hugo Miller (aquele que teve metade do cérebro “absorvido” pelo Depósito e depois recuperado com a ajuda de Artie) para ajudar a resolver o caso, depois de descobrirem que a transformação em barro ocorreu em pessoas que compraram computadores em uma determinada loja. Ou seja, um vírus de PC está sendo transmitido para seres humanos.

Enquanto uns passam a noite inteira trabalhando para salvar o mundo, Pete acorda nu com uma loira na cama dele. Beleza, isso não é novidade nenhuma, ao se tratar de Pete. O problema é que a loira é a Myka, meu povo! No começo eu não reconheci, porque Myka de cabelo liso já foi uma coisa estranha, mas agora Myka loira é algo tipo… semi-alienígena para mim. Ok, para não dizer que os dois estavam sozinhos na cama, a escova de dentes do Artie estava ali também (WTF?). Desesperados para descobrir o que aconteceu, eles tentam ligar para Steve, mas notam que o cara sumiu e, para completar a loucura, vários artefatos foram perturbados.

Confesso que tenho uma “queda” por tramas que envolvam lugares fechados com um monte de pessoas desesperadas e infectadas por algum tipo de vírus ultra nocivo e contagioso. E Warehouse 13 me deu um episódio assim, ‘man’! Enquanto Artie (único sem o vírus) está preso dentro da tal loja de computadores com o Hugo (morrendo e tentando fazer um antivírus) e com a Dr. Vanessa (morrendo mais rápido ainda), Claudia está literalmente correndo atrás do ‘hacker’ ex-vendedor da loja que, ao ‘hackear’ os computadores das garotas para vê-las pela ‘webcam’ sem que elas soubessem, passou o vírus para elas sem querer, devido a um colar que ele usava. Colar recuperado, antivírus pronto, Artie usa o colar para passar o antivírus do PC às pessoas e salvar todo mundo (mesmo ele estando descaradamente mais preocupado com a Doutora do que com o resto das pessoas ali). Lógico que a Dra. Vanessa fica muito grata ao Artie e topa um jantar com ele. Lindo o final feliz que os dois tiveram (pelo menos por enquanto)… Só faltou um beijinho, Produção!

Paralelamente ao salvamento do mundo, Myka e Pete estão reconstruindo seus passos para salvarem-se de uma ressaca moral por talvez terem dormido juntos. A “bebedeira” foi causada por umas bolinhas de malabarismo de W. C. Fields, que deixam a pessoa bêbada mesmo que ela não tenha bebido nem água. Movidos pelo desespero que limparem suas consciências, eles acabam se lembrando de tudo: desde quando pegaram as bolinhas de malabarismo, depois Myka ficando loira por causa da escova da Marylin Monroe e, para encerrar com chave de ouro, a duplinha levando Steve pro bronze. Somando 2 + 2… Myka só inventou de ficar nua com Pete na cama (pois é, desta vez a idéia nem foi do Pete) para ficarem intrigados e quererem descobrir o que houve. Ah, e quanto ao Steve… Bem, usaram o DNA vindo da escova de dentes do Artie para autorizarem o “desbronzeamento” do coitado.

Ah! E o tal ‘hacker’ que passou o vírus pra todo mundo? E os vilões que apareceram no primeiro episódio e depois sumiram? Bem, eu disse que o episódio foi bom, gente! Os vilões da vez apareceram um pouco, bem no finalzinho, mas foi o suficiente para causar efeito. Deram o ar da graça a fim de recrutarem Tyler (o ‘hacker’) para o time deles. Parece que Claudia encontrou um novo rival. Quero só ver o estrago que esses vilões vão causar, porque ninguém sabe direito o que eles querem, mas eles estão caminhando aos poucos na trama.

P. S. [1]: Sei que é tarde para comentar sobre a nova abertura da série, mas eu tinha a esperança de que voltassem com a antiga. Não acham que a atual está muito sem graça?

P. S. [2]: Coitado do Steve. Ele é tão mosca morta na série que se não fosse o desespero do Pete e da Myka para descobrirem se de fato dormiram juntos, não iriam dar falta do cara tão cedo, e ele continuaria lá “bronzeado” por um bom tempinho.

P. S. [3]: Pode ser simples, mas a escova de cabelo da Marylin Monroe foi um dos artefatos mais legais e criativos até agora.

P. S. [4]: O que foi aquela cantada do Pete para o Steve? Agora não me restam dúvidas de que ele atira para todos os lados MESMO.

Pretty Little Liars – Surface Tension

Data/Hora 28/07/2011, 11:29. Autor
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: Surface Tension
Temporada:
Número do Episódio: 2×07
Data de Exibição nos EUA: 26/07/2011

Quando eu digo que a Emily só está de enfeite é por causa de episódios como este. Perceba que todas as garotas estiveram envolvidas com algum problema, mas Emily não, ela estava lá com aquela cara de paisagem, sempre reclamando de dor nas costas e fazendo café da manhã para Hanna e Ashley. Um parágrafo resume toda a sua participação no episódio. Tem que ver isso aí.

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The Glee Project – Tenacity

Data/Hora 27/07/2011, 13:30. Autor
Categorias Reviews


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Série: The Glee Project
Episódio: Tenacity
Temporada:
Número do Episódio: 1×06
Data de Exibição nos EUA: 24/07/2011

Ser um ‘loser’ é ser, dentre tantos outros adjetivos, tenaz. É preciso ter um apego muito grande a ideia de ser ‘loser’. Só assim conseguem ser à prova de balas. E assim, com Bulletproof, do duo britânico La Roux, que começa a semana no campus do The Glee Project.

Para ver o quanto os competidores são resistentes, nada melhor que serem testados pelo maior ‘bully’ do McKinley High: Dave Karofsky. Sim, o mentor da semana foi Max Adler, que já chegou ensinando aos sete participantes que o artista tem que ter três p’s: paixão, persistência e paciência. No entanto, a apresentação dos candidatos parecia não ter esses p’s. Max pediu para que parassem e recomeçassem, fazendo algo que nunca tinha feito, surpreendendo-o, surpreendendo-nos. Dito e feito. O circo estava armado. Eles realmente foram mais explosivos, chutando cadeiras e empurrando os outros.

Max elogiou Samuel e Lindsay, mas foi conquistado pela tenacidade de Marissa, que se destacou colocando sua atitude na performance chutando a cadeira. Pela segunda semana consecutiva Marissa teve destaque no videoclipe em grupo. Nessa semana, tivemos o tão esperado ‘mash up’. E melhor: um ‘mash up’ de Under Pressure e de Ice, Ice, Baby. E como estariam sob pressão no gelo, nada mais justo que umas raspadinhas no rosto. Afinal, ‘loser’ que é ‘loser’ tem que levar muitas raspadinhas na cara.

A coreografia do número da semana era muito elaborada e envolvia muitos movimentos no chão. E quem não se saiu bem nos movimentos foi Hannah, como em quase todas as coreografias. Durante as gravações, Marissa mostrou-se muito nervosa por não ter ensaiado algumas partes. Samuel não agradou Nikki, muito menos Hannah, que não conseguia fazer o mesmo rap que fez há duas semanas.

Dia da gravação, dia de congelar o cérebro e arder os olhos. Para Marissa, essa é a sensação que levar uma raspadinha na cara traz. Mas ela já estava acostumada: já havia sido Kurt ou Rachel nas aulas particulares com Max Adler. Mesmo assim, na hora H, perdeu a energia que mostrou no dever de casa. Samuel via as raspadinhas como uma fonte de adrenalina, Damian e Lindsay se mantiveram no personagem, mesmo com tantos “obstáculos” e Hannah preferiu interpretar as raspadinhas com bom humor, para não se atrapalhar no rap. Para Zach e Robert, Alex não foi aplicado na gravação, agiu com cansaço.

Agora Cameron nas filmagens foi um episódio a parte: como se já não bastasse a atitude da semana passada, de ligar para a mãe por causa do beijo e chorar, essa semana Cameron me deu mais um motivo para não querer ele em Glee. Ok, é sobre perdedores. Ok, ele canta bem. Mas cá pra nós: o cara quer estar em Glee e não consegue gravar uma cena porque a raspadinha é a coisa mais gelada que ele já sentiu na vida?

Enfim, nada pôde atrapalhar o resultado maravilhoso do clipe da semana. Desde a escolha da música até a atuação. Tudo ficou suficientemente bom para que eu pudesse dizer que esse foi o melhor clipe até agora, superando Mad World, da terceira semana.

O resultado dos três piores mostrou que Alex, Cameron e Marissa (sim, Marissa. A mesma que venceu o dever de casa) não se esforçaram para manterem-se focados nos objetivos. Eles receberam músicas que cantaram em suas audições para, dessa vez, cantarem para Ryan Murphy.

Alex, travestido para impressionar Murphy, cantou And I Am Telling You I’m Not Going. E apesar de, particularmente, não gostar do Alex, não há ninguém no mundo que não me faça chorar de emoção com essa música. Ele conseguiu arrancar um sorriso e um elogio de Ryan.

Marissa, estreante nos três piores, cantou para Ryan Murphy Hate On Me, que é originalmente cantada por Jill Scott e foi interpretada em Glee por Mercedes Jones. E a Marissa que conseguiu sobreviver até essa semana, conseguiu se afundar em três minutos. Eu não sei como ela conseguiu entrar para os 12 melhores cantando essa música. Definitivamente, soul e R&B não são para Marissa, que recebeu amargas críticas adocicadas do criador de Glee.

Cameron levou a sorte grande e a chance de, finalmente, fazer algo certo. Cantou Love Can Wait, uma música de sua própria autoria, uma música com sua cara, que poderia mostrar quem ele realmente é e o que realmente faz. Cantando Cameron agradou Ryan, mas a preocupação dele é que Cameron não consiga atuar, já que em Glee 90% das cenas com raspadinhas são gravadas em uma tomada. Ou seja: Cameron não poderia ficar parando as filmagens o tempo todo.

Cameron já sentia que dessa semana ele não passava. Contudo, não teve outro jeito: foi a vez de Marissa deixar a competição. Foi o nome de Marissa que estava na lista dos “não chamados”. Foi Marissa quem, dessa vez, cantou Keep Holding On. Assim como ela, eu também fiquei chocado como tudo estava indo bem para ela e, de repente, tudo desmoronou.

De qualquer modo, com ou sem Marissa, o jogo continua. E a próxima semana promete desafiar os limites dos participantes…

Rizzoli & Isles – Sailor Man

Data/Hora 27/07/2011, 13:23. Autor
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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Sailor Man
Temporada:
Número do Episódio: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 25/07/2011

Adorei o episódio dessa semana. Achei a trama toda interessante. Os roteiristas souberam usar bem os momentos de humor para dar um pouco de leveza à história, já que os crimes cometidos eram bem pesados. A propósito: Sasha Alexander esteve muito bem nesse episódio, e foi responsável por quase todos os momentos divertidos. Boa, Dra. Isles.

Em Sailor Man, a trama toda se desenvolveu em torno da presença dos ‘navies’ em Boston. Com navios ancorados na cidade, Boston foi tomada por marinheiros ansiosos por visitar não apenas as atrações turísticas da cidade, mas também seus bares e os quartos de algumas habitantes.

Mas, antes de entrarmos no assunto “caso da semana”, preciso mencionar que o início do episódio foi divertidíssimo. Estou gostando muito das intervenções de Angela na vida de Jane. E a interação dela com Maura também tem sido ótima. Além disso, a jogada do carro enguiçado foi divertidíssima, já que serviu para mostrar uma Maura super interessada nos homens, e para introduzir Giovani, o “mecânico quente”, na história.

Só que nem tudo é diversão nas vidas de Rizzoli e Isles (na verdade, a maior parte delas não é muito divertida), e elas são chamadas para a cena de um crime. Uma jovem garota foi encontrada morta, vítima de agressão sexual e estrangulamento. E, na cena do crime, os investigadores encontram vários indícios de que um marinheiro foi o autor do homicídio.

De cara, o suposto homicida é preso. E é aí aparece o Oficial Frost, do alto escalão dos ‘Navys’, e pai do Detetive Frost – com quem não tem um bom relacionamento. Em virtude da intervenção do “Marinheiro Frost” o suspeito é liberado. E fica bem evidente que o detetive Frost não tem a admiração do pai, e nem mesmo seu afeto. E isso serve pra lhe motivar a investigar mais a fundo o crime (e também rende um momento de fofura com Korsak no final do episódio).

Após a libertação do suspeito, um segundo ataque sexual ocorre. Só que dessa vez a vítima é encontrada ainda com vida. A situação da garota mexeu bastante com Jane, e quando ela morreu, a detetive Rizzoli ficou ainda mais determinada a encontrar o duplo homicida. Como antes de morrer a 2ª vítima deu informações para os detetives, as investigações evoluíram. Os investigadores chegam até um hotel, e descobrem que o 2° ataque ocorreu ali. Com isso, conseguem analisar as fitas de segurança e localizam o suspeito: um oficial dos marinheiros.

Na tentativa de identificar o suspeito, Frost acaba encontrando elementos que trazem uma grande reviravolta para o caso: na verdade o criminoso não é um marinheiro, apenas se veste como um, já que trabalha numa empresa que promove produtos.  Com base nas informações, Frost, Rizzoli, Korsak e Frankie encontram o homicida.

E, antes de efetuarem sua prisão, ainda vimos uma interessante cena de perseguição, que deu um toque de ação ao episódio, e terminou com a perfeita intervenção de Frankie, que conseguiu derrubar o falso marinheiro sem desobedecer as ordens de Rizzoli. Boa jogada, caçula.

As investigações foram bem interessantes, o caso foi realmente bem construído. Mas, além dessa vertente policial, as cenas cômicas entre Maura e seu mecânico ‘sexy’ também renderam bons momentos ao episódio. Foi hilário ver uma fogosa Maura descobrindo que, conforme Jane já a alertara, não tinha nada em comum com Giovane. E depois, assistir todos os planos bolados, junto com Rizzoli, para colocar fim no suposto relacionamento. Achei tudo muito divertido, especialmente o desfecho do caso amoroso da Isles: ela e Rizzoli como casal lésbico, e Giovani afirmando que poderia se envolver com as duas, sem problemas. Enfim, achei que essas cenas foram responsáveis por quebrar um pouco o clima pesado do episódio, já que os casos foram fortes, e focar apenas nas investigações poderia torná-lo muito denso.

Ou seja, tanto nas investigações, quanto nas “válvulas de escape”, esse foi um bom episódio. Pena que, mais uma vez, a audiência americana caiu. Na verdade, Sailor Man foi o episódio com menos espectadores da história do seriado: pouco mais de seis milhões. Contudo, essa ainda é uma boa audiência para a TNT, superior, inclusive, às das já renovadas Falling Skies e Franklin and Bash. E como o canal cancelou recentemente Men Of A Certain Age, que tinha audiências bem inferiores, creio que ainda não é hora de ligarmos o alerta de cancelamento.

E na próxima semana, tudo indica que teremos um episódio ótimo de Rizzoli & Isles, cheio de ação e com muito drama. Ficou curioso? Então assiste a promo de Brown Eyed Girl. Até semana que vem!

Alphas – Cause and Effect

Data/Hora 26/07/2011, 22:30. Autor
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Série: Alphas
Episódio: Cause and Effect
Temporada:
Número do Episódio: 1×02
Data de exibição nos EUA: 18/07/2011

A aventura continua…

O mundo das séries é curioso. Enquanto algumas produções fazem pilotos ruins e capricham na sequência, outras fazem episódios iniciais magníficos e nos entregam mediocridades ao longo da temporada.  Ainda não é exatamente o caso de Alphas, mas devo admitir que esse segundo episódio esfriou todo o clima gerado no piloto. É possível até compreender por quais motivos isso aconteceu, afinal séries de humanos com superpoderes tendem a cair no clichê de um novo poder a cada capítulo. Alphas não deveria ter lançado mão de tal artifício, mas tirando o péssimo Marcus Ayres, elemento para intensificar a trama, tivemos um roteiro que diz pouco a respeito do que estar por vir.

A trama central do episódio envolveu intensamente o Dr. Rosen e um de seus ex-pacientes problemáticos, o já citado Marcus Ayres. E não demorou para descobrirmos que o responsável pelas atitudes malucas e psicóticas de Marcus era o próprio doutor, depois de alguns flashbacks reveladores. Claro que a culpa não é completa do Rosen, mas ele indiretamente contribuiu para a situação ao mandar o tal do Alpha para a cadeia especial, que no fim das contas está servindo para experimentos ilegais nessas pessoas com poderes extraordinários. É outro clichê absurdo colocar humanos contra a minoria superpoderosa, mas caso a série consiga abordar o assunto de forma diferente, o que é bem difícil, teremos um bom plot ao desenrolar dessa temporada e até das futuras. Governo e humanidade contra os Alphas, quem ganha essa batalha?

Apesar dos clichês, a originalidade dos poderes e seus elementos é o grande diferencial até aqui. Marcus é capaz de prever ações e manipulá-las ao seu bel-prazer, gerando situações geniais e absurdas, como foi a cena da fuga. Envolvida nesse poder também está a habilidade de enxergar o mundo de forma objetiva, como se cada ação fosse premeditada por cada um de seus autores. Sem dúvida não há melhor nome para o episódio do que causa e efeito, inclusive para pensar se Marcus voltará em outros momentos da temporada. Confesso que acho completamente desnecessário, mas tudo indica que o maluco ainda está vivo e planejando alguma coisa maior do que as mortes dos responsáveis por seu confinamento e tortura.

Enquanto isso tudo rolava, os outros pupilos de Rosen não receberam o destaque que mereciam e trabalharam como coadjuvantes durante todo o episódio, fazendo suas pequenas tarefas com o escritório novo e as ações para impedir o ‘freak’. Destaque para a história de Nina e seu medo de ser enviada para a mesma prisão onde estava Marcus. É possível que os dois ainda tenham alguma coisa a revelar para a série, mas por enquanto é só especulação minha.

Por fim, foi um episódio de transição, para introduzir dúvidas, mistérios e conflitos, mas poderia ter sido melhor, principalmente no quesito atuação e originalidade dos diálogos, que mais pareciam colagens de frases de efeito a cada segundo e tirando a naturalidade da história ao dar tudo mastigado ao espectador. Nesse aspecto,  Alphas precisa melhorar, aprender com Fringe e surpreender, ou estaremos diante de mais um fiasco envolvendo super-heróis.

P.S. David Strathairn não me convence com sua atuação.

 

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