TeleSéries
Rookie Blue – The One That Got Away
07/08/2011, 22:37.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: The One That Got Away
Temporada: 2ª
Número do episódio: 2×07
Data de exibição nos EUA: 04/08/2011
Em Rookie Blue, cada vez mais, os casos policiais estão sendo utilizados para abordar os dramas e as tramas envolvendo detetives e oficiais. E isso não é, necessariamente, uma coisa negativa.
Em The One That Got Away, o caso envolvendo o furto das “roupas de baixo” e a tentativa de homicidio de Sophie serviu, principalmente, para vermos o desenrolar do nosso quadrado amoroso favorito.
Nesse episódio, vimos uma Andy magoada (embora nem tanto quanto eu esperava), um Swarek furioso, uma Jo batalhadora (e um tanto sacana, como de costume) e um Luke tentando posar de bom moço e se fazendo de vítima das circunstâncias.
E, para piorar tudo, é uma sexta-feira. Ou seja: problemas ocorrerão. O caso da semana originou-se de um chamado atendido por Swarek e MacNally. A atitude dispersa de Andy, para alguns de seus colegas, deixou de impedir que o crime ocorresse. E o ataque a uma mulher envolveu, mais uma vez, todo o time da 15ª nas investigações.
Luke logo vê semelhanças entre o caso de Swarek e MacNally e um caso que não conseguiu solucionar, no qual uma novata da 15ª foi morta. E se envolveu tanto nas investigações que acabou sendo substituído por Rosati.
E aqui preciso comentar que Jo já perdeu toda a simpatia que eu ainda tinha por ela. A conduta dela com os oficiais, especialmente com MacNally (não bastou dormir com o noivo de Andy, ainda precisou manda-la comprar pizzas?), foi detestável. E sua miopia na condução das investigações quase deixou um criminoso escapar ileso.
Mas se Jo foi detestável e miope, Luke também foi. O que foi a cotovelada que ele deu em Rosati, quando ela o beijou no bar? Muito cavalheirismo. E depois, buscando sua justiça pessoal, não conseguiu perceber que o caso de anos atrás tinha diferenças substanciais para aquele que estava sendo investigado. Ou seja, foi cabeça dura, e quase cometeu um erro grave. E no final das contas, ainda optou por Andy. Como se ele pudesse optar por alguma coisa.
E ainda vimos Swarek perdendo a chance de ser o “príncipe no cavalo branco”, já que, bravo com a postura de Andy, ele abandonou-a a própria sorte.
Quanto à Andy, o que comentar? Sua crença cega em Luke – ainda que como detetive -, me deixou com um pé atrás quanto ao desfecho do relacionamento de ambos. Mas deve se ressaltar que essa mesma crença permitiu que um criminoso fosse solto. Ah, e nem vou comentar o fato de MacNally ter corrido risco de vida, já que isso virou rotineiro.
No final das contas, graças ao trabalho conjunto dessa equipe completamente desafinada, dois criminosos foram presos. E The One That Got Away acabou sendo mais um bom episódio dessa 2ª temporada de Rookie Blue.
P.S.1: estou sentindo falta da continuidade de algumas histórias nessa temporada. Cadê a Noelle, gente? E a história da gravidez, ou da saída dela com o Capitão?
P.S.2: ainda estou extremamente confusa sobre o ‘status’ do relacionamento de Gail e Dov. Minha única certeza é que gosto dos dois juntos, acho que são uma boa dupla, que tem química, e cujas cenas são, usualmente, muito engraçadas.
Damages – Next One’s on Me, Blondie
06/08/2011, 16:39.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: Next One’s on Me, Blondie
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×04
Datas de Exibição nos EUA: 03/08/2011
Tem uma expressão muita usada na internet ultimamente que diz: ‘deu um tapa na cara da sociedade’. Eu começo esse texto dizendo que Damages deu um grande tapa na cara da sociedade. Eu aposto que não fui a única a pensar que Patty iria enfrentar um atentado a bomba e no final das contas não era nada disso. É pra fazer pensar. Citando um comercial “rever nossos conceitos”.
Estamos tão acostumados que os muçulmanos são culpados de tudo nas séries (e na mídia) e acabamos nos deixando levar pelas imagens apresentadas. Mesmo sabendo que foi de propósito fiquei constrangida.
Mais um personagem entra na série, Bill (Judd Hirsch – Numbers). Ele era o “sócio júnior” na primeira firma que Patty trabalhou e, segundo ela, perdeu a licença para advogar por conta de uma decisão errada. Eu estou tão acostumada com Patty e seus vários esqueletos no armário que não será surpresa para mim se futuramente descobrirmos que Bill foi a primeira ‘vítima dela’ e sequer sabe disso. O fato é que Patty o procurou porque é a pessoa certa para conseguir as informações que ela e Ellen precisam para o caso.
Bill não só consegue as informações. A ‘High Star’ estaria extraditando suspeitos de terrorismo para CIA. Ele então questiona Patty se ela irá dividir a descoberta com Ellen já que a advogada está visivelmente envolvida emocionalmente com o caso e poderá colocá-lo em risco.
Falando na CIA, Jerry é chamado atenção pelos seus atos por um agente mostrando que alguém tem um mínimo controle sobre o que ele faz. Acontece que isso não parece que vai pará-lo. Dylan Baker mais uma vez fazendo um ótimo psicopata.
Minha parte predileta do episódio foi a sequência em que vemos Chris sendo torturado pelo amigo, enquanto Erickson faz seu discurso de natal na igreja. Tudo foi tão bem encaixado, tão bem dirigido e escrito que beirou a perfeição. John Goodman, sendo um dos melhores atores do mundo, melhora ainda mais.
The Big C – The Little C
06/08/2011, 16:36.
Tati Leite
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Série: The Big C
Episódio: The Little C
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×06
Datas de Exibição nos EUA: 01/08/2011
E o Adam passou ‘chato’ para os pais. Karma tem trabalhado com o moleque. Ele traiu a namorada duas vezes e desde então tudo tem dado errado. Mais o melhor dessa história foi a reação dele ao ser confrontado pela mãe. Quando ela diz que ele trouxe doença para casa e agora as pessoas precisam lidar com isso, Adam responde para Cathy que agora ela sabe como as pessoas se sentem. Foi uma coisa horrível de se dizer mas a cena foi excelente. Adam é um adolescente e os roteiristas não nos deixam esquecer disso em nenhum momento.
Outra que os roteiristas estão sabendo escrever com perfeição é a Andrea. As cenas dela são sempre ótimas. Ela traz uma leveza para o seriado mas não está sendo retratada como a “palhacinha” ou a “gordinha feliz”. Ela na loja onde Paul trabalha estava ótima. Sem contar quando ela recebe o convite para sair do colega de trabalho dele e dá aquela resposta atravessada deixando o rapaz sem entender se foi um ‘sim’.
Cathy consegue ser aceita como a mais nova treinadora do time de natação da escola, mas enfrenta problemas com um dos pais, que insiste em atrapalhar a forma como ela treina a filha dele. A notícia que ela tem ‘chato’ chega aos pais e acaba sendo a oportunidade perfeita para que peçam a sua demissão. Principalmente porque a diretora acaba deixando claro que ela só conseguiu o trabalho porque está com câncer e ela não soube como dizer não.
Cathy fica extremamente irritada e deixa claro que não deixará o cargo sem brigar e convoca as alunas a irem correr com ela. A cena é bem bonita. Todas as meninas se juntam a ela na pista de corrida deixando bem claro do lado de quem estão. Clichê, porém bonita.
Warehouse 13 – Queen For A Day
05/08/2011, 12:29.
Mônica Castilho
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Série: Warehouse 13
Episódio: Queen For A Day
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×04
Data de exibição nos EUA: 01/08/2011
Ei, Warehousers! Dessa vez os insetos resolveram atacar mesmo o Depósito 13. Primeiramente foi um besouro (pelo menos parece ser um besouro, né) escavador de chão e paredes, que já havia aparecido há alguns episódios, mas na época ninguém deu muita atenção ao bichinho, e até eu pensei que ele fosse irrelevante. Antes disso, ele aparecia na abertura antiga da série, e eu me perguntava o que esse artefato fazia. Enfim… Claudia acidentalmente soltou o bichinho no Depósito, mas só agora Artie percebeu isso e tentou capturá-lo enquanto lidava com uma crise de espirros.
Como se um artefato-inseto já não fosse asqueroso e chatinho o bastante, Myka volta de uma missão trazendo um artefato egípcio em forma de colméia, com uma abelha muito pentelha dentro. Pois é, mandaram a Myka sozinha para uma missão, coitadinha, enquanto Pete ficou fazendo nada no Depósito. Quer dizer, supostamente era para Pete ajudar Artie a pegar o besouro, mas… Estamos falando do Pete, ou seja, de gracinhas a maior parte do tempo.
Que Pete é um mulherengo, todo mundo já sabe. É até difícil imaginar o cara casado, mas… Ele já se casou uma vez! E todo o pessoal ficou chocado ao descobrir isso quando a ex-esposa dele vai fazer uma visitinha, a fim de suborná-lo com a primeira edição de uma revista em quadrinhos em troca do anel do avô dela, pois ela vai se casar novamente no dia seguinte e precisa dar o anel para o outro cara (bizarra essa coisa de dar o mesmo anel pra um monte de pessoas, mas enfim). Pete, mais interessado na revista em quadrinhos, vai buscar o anel e larga Amanda (a ex) sozinha na sala. Amanda, não se agüentando de curiosidade, aproveita que está sozinha e começa a fuçar em tudo, inclusive no artefato que Myka esqueceu em cima da mesa (aff, como esse povo sai esquecendo artefatos por aí?). Enfim, Pete volta com o anel e, o que era para ser um reencontro tranquilo, acaba com a abelha caindo dentro da bolsa de Amanda e a moça levando o insetinho para casa sem perceber.
Irrelevantes para o episódio todo, Claudia e Steve procuram por um cantil numa simulação da Guerra Civil. O artefato parece inofensivo, mas quem bebe dele acredita que está realmente na guerra e sai matando todo mundo de verdade. Na procura pelo artefato, adivinha quem quase morre de novo? Pois é, o Steve. Ele morreria se Claudia não tivesse se fingido de donzela em perigo para o cara possuído (ele acreditava que estava na época da guerra, onde ainda havia todo aquele cavalheirismo) e recupera o artefato. De fato essa missão serviu apenas para aumentar o entrosamento entre os dois.
De volta ao caso da abelha, o pessoal do depósito percebe a falta do bichinho na colméia. Então Pete e Myka vão de penetras ao castelo onde Amanda se casaria daqui a algumas horas, enquanto Artie tenta descobrir qual o poder exato do artefato. Não contrariando a Lei dos Artefatos de Artie (que diz que a pior coisa possível de se acontecer com um artefato, vai acontecer), Amanda é picada pela tal abelha antes de Pete e Myka chegarem para buscar o insetinho. Então, sem perceber, a ex de Pete vira uma espécie de abelha rainha e todos nos quais ela tocou após ser picada começam a atender suas vontades de forma doentia.
Não demorou muito para que o castelo ficasse de pernas para o ar, enquanto Amanda e a dupla de agentes corriam para salvar o que podiam, ou melhor, quem podiam… Incluindo o noivo, que quase foi morto também. Antes tarde do que nunca, Artie descobriu uma maneira de retirar o ferrão do corpo de Amanda e reverter o “feitiço” a tempo de ainda haver casamento, mesmo com alguns convidados especiais um tanto estrupiados. Amanda disse que queria um casamento de conto de fadas… Bem, ela teve um estilo Cinderela… Estilo Cinderela ANTES da fada madrinha e do sapatinho de cristal. Coitada.
O episódio foi interessante, mas rotineiro, com a mesma busca de sempre por artefatos e tal. O único diferencial, obviamente, foi a descoberta de Pete já ter sido casado e, sinceramente, eu adorei que Jeri Ryan tenha feito o papel de Amanda. Enfim, apesar dos artefatos continuarem criativos, a entrada de Steve e sua parceria com Claudia, fez com que a atenção do público ficasse dividida entre as duas duplas de agentes existentes agora. E era mais agradável acompanhar somente a dupla principal, enquanto Claudia era uma nerd gênia dos computadores. Porque ao mesmo tempo em que deram missões para Claudia e Steve, eles só são sujeitos a casinhos bobos, deixando os papéis deles meio sem sentido. Tomara que isso mude logo, com alguma trama diferente ou com o aparecimento dos vilões (eles estão demorando demais para começarem a fazer maldades), antes que se torne um tanto maçante.
P. S. [1]: Impressão minha ou o besouro continua a solta pelo depósito? Sério, agora não vou mais ignorar o bichinho e vou ficar esperando por mais travessuras dele. Hahaha.
P. S. [2]: Quem aí viu a promo do próximo episódio? Só eu que fiquei empolgada com a aparição da H. G. Wells? Oh mulherzinha com sotaque lindo!
Breaking Bad – Open House
05/08/2011, 10:51.
Eddie Tertuliano
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Série: Breaking Bad
Episódio: Open House
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 04 x 03
Datas de Exibição nos EUA: 31/07/2011
“O demônio está nos detalhes”, foi a frase utilizada por Skyler White já no fim do episódio, demonstrando preocupação com cada faceta da mentira construída pelo marido e que, vejam só, agora conta com ela como cúmplice.
E a Sra.White realmente está com a razão, os detalhes são sempre fundamentais, sobretudo em Breaking Bad. Um bom exemplo disso é Jesse Pinkman, que apareceu muito pouco nesse episódio, mas demonstrou que não está nada bem, provavelmente mais afetado pela morte de Gale do que admite para Walt.
Jesse tenta fazer um social com Walt, convidando-o para o kart e, diante da recusa do professor, acaba indo sozinho mesmo. No entanto, isso não o ajuda em nada e ele volta a ficar no meio de um monte de viciados, todos em estado deplorável, quase que usando-os como escudo. O rapaz chega até mesmo a jogar dinheiro para todos.
Outra que mostra nos detalhes o quanto está mal é Marie, que diante de tantos problemas com Hank volta ao seu problema de cleptomania, abordado brevemente em temporadas anteriores. Ela entra em uma sequência de visitas à casas para vender, inventando histórias de vida cada vez mais interessantes, furtando pequenos objetos por onde passa.

Para seu azar, acaba desmascarada por uma corretora. Quando a mulher percebeu uma das colheres faltando eu percebi que daria problemas, mas não imaginei que seria tão rápido. Quando ela apareceu diante de Marie, que contava para um casal uma história totalmente oposta da anterior, eu prendi até a respiração por alguns segundos.
Sobrou para Hank, que teve que pedir um favor para Tim, um de seus amigos policiais. No entanto, vejam como os detalhes realmente são importantes, Tim é o policial responsável pela investigação da morte de Gale e, como uma mão lava a outra, pede para Hank examinar aquele caderno de anotações esquecido lá no fim da season premiere. Realmente, a morte do químico não ficaria sem repercussões.

Por fim, Skyler. Ah, Skyler. Analisando todos os detalhes, o episódio foi dela. Primeiro, ao ver o resultado do encontro entre Mike e Walt no episódio passado, ela se desespera com a possibilidade do marido (e, por consequência, da família toda) estar em perigo, chegando até mesmo a sugerir que ele se entregue para a polícia.
Claro que isso não dura, Walt garante que foi apenas uma briga de bar (o que é verdade, vejam só) e o casal retoma a conversa sobre a compra do lava-rápido. Ele se reúnem com Saul para pensar em formas de convencer o Sr.Wolynetz a vender o negócio, e o advogado tem seus momentos engraçados, sugerindo até mesmo ligar terroristas árabes à um sujeito da Romênia (??).

Por fim, é de Skyler a idéia de fechar o lava-rápido valendo-se de leis ambientais, é ela que direciona tudo o que o “fiscal” fala para Wolynetz e ainda faz jogo duro na hora da negociação, conseguindo um preço melhor do que o oferecido antes. Para minha surpresa, Skyler está saindo-se uma grande parceira para Walt em sua vida marginal, até mesmo pedindo o adiamento de várias contas de casa, para simular a falta de dinheiro. Excepcional!
E Gus? Bem, sua presença foi inexistente, existindo apenas em um mero detalhe: uma câmera no laboratório. Esta rendeu um começo de episódio bem engraçado e inusitado, com Walt mostrando o dedo para o aparelho. Mais uma forma de vigilância, para mostrar que a tensão entre eles ainda é presente.
De minha parte, estou muito curioso para ver se Hank vai conectar o caderno com Heisenberg.
The Glee Project – Sexuality
03/08/2011, 20:06.
Arthur Ferreira
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Série: The Glee Project
Episódio: Sexuality
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×07
Data de Exibição nos EUA: 31/07/2011
Glee é uma série que aborda a questão da sexualidade desde o seu primeiro episódio, desde a homossexualidade de Kurt, a virgindade de Rachel, a ingenuidade de Finn, a promiscuidade de Quinn, a bissexualidade de Santana, as dificuldades de relacionamento de Mercedes até a capacidade sexual de Artie. Logo, saber lidar com a sexualidade é quase um pré requisito para ser um ‘loser’.
A semana do The Glee Project começou com Like A Virgin escrita na lousa do dever de casa, deixando alguns concorrentes animados e outros, apreensivos. Hannah mesmo, não sabia como ser ‘sexy’ parecendo um “urso coala”. Para Cameron, que já fica preocupado com um beijo, o dever de casa se tornou um desafio.
Mark Salling e Ashley Fink, que interpretam Puck e Lauren, o casal mais sexy de Glee, foram os mentores da semana. Analisando a performance de Like A Virgin (que pra mim foi muito ‘sexy’, me surpreendeu mais que alguns clipes), os mentores sentiram a autenticidade e a segurança de Hannah e ficaram impressionados com a voz de Alex, mas foi a química de Samuel com o grupo que ganhou uma sessão particular com Mark e Ashley. Lindsay demonstrou sua reprovação, já que ela considerou que conseguiu ser muito mais ‘sexy’ que Samuel.
O clipe da semana foi Teenage Dream, da Katy Perry. Três casais (Alex e Samuel, Lindsay e Damian, Hannah e Cameron) vivendo um sonho adolescente em três cenários (uma garagem, um quarto e uma cozinha). A tarefa da semana foi, finalmente, mais atuação do que canto. Samuel tinha que fazer um ‘gay’ e Cameron tinha que ser ‘sexy’. Uma tarefa e tanta de atuação.
De coreografia, quase nada. Uma aproximação, um abraço já fazia as vezes de “dança” e deixava as coisas mais “quentes”. Mesmo assim, Damian se sentiu inseguro, já que sua parceira era Lindsay e ele estava com medo de que ela ofuscasse o seu trabalho. Nos vocais, o desafio também foi maior: eles tinham que cantar a música inteira e não só a parte deles no vídeo. Samuel e Cameron agradaram Nikki. O mesmo não foi feito por Hannah e Alex. Damian, por sua vez, impressionou Nikki, mostrando progresso e melhora a cada semana. Lindsay, no entanto, deixou a desejar.
Nas filmagens, Alex se mostrou exagerado tentando ser ‘sexy’, enquanto sua dupla, Samuel, mostrou-se focado e comprometido com a atuação. Damian precisou de mais dicas durante a filmagem e Lindsay, para tirar o prejuízo da gravação, arrasou como atriz e foi o mais ‘sexy’ possível, não pensando duas vezes em beijar Damian. Afinal, falar de beijo em The Glee Project é falar de Lindsay. Só que esse beijo não agradou Hannah, que vem mostrando uma queda enorme por Damian. Hannah e Cameron tinham que manter o nível de Lindsay e Damian numa “guerra de comida romântica”. Eis que propõem para Cameron um beijo em Hannah. Eis que ele se nega. Segundo Hannah, Cameron desenhou uma linha que ele não está disposto a cruzar. Mesmo assim, o videoclipe da semana ficou lindo. Não ficou ‘sexy’, mas ficou lindo.
E chega a tão temida hora da revelação dos três piores. Hannah, Samuel e Lindsay se safaram da apresentação para Ryan Murphy. Os três veteranos Damian, Alex e Cameron cantaram musicas escolhidas para seus “possíveis” personagens em Glee. Damian cantou Danny Boy, que não emocionou Ryan. O criador de Glee disse que foi a pior apresentação dele e que ele precisa de um próximo Finn, o que viu em Damian, mas não viu nessa apresentação. Alex usou toda a extravagância que levou ele aos três piores em sua apresentação de I Will Survive. Ryan gostou, mas deixou bem claro para Alex que o desafio dele é mais que atuar e cantar: é ter que deixar seu lado “diva” de lado e encarnar algo mais real.
Cameron me fez chorar assim como Chris Colfer também fez, cantando Blackbird. Ryan teve uma conversa com Cam, sobre a semana, sobre sexualidade, sobre um personagem conservador em Glee e sobre como Cameron reagiria se fosse obrigado a beijar Lea Michele em alguma gravação de Glee. Cameron então disse que pensou em todas as pessoas que ainda estão no jogo e que não tem medo de atuar, e por isso não achava justo ficar em um jogo em que pessoas mereçam mais, se esforçam mais que ele. Cameron desistiu da competição aos prantos. Ryan foi conversar com ele nos camarins, para ver se era isso mesmo que ele queria, se a decisão estava tomada. Cameron reafirmou: “isso não é para mim!”
E assim, riscando o nome do melhor amigo (Damian) da lista dos “não chamados” e colocando o seu, Cameron deixou o campus do The Glee Project. Saiu levando sua crença acima do que o mundo do entretenimento impõe. Saiu de cabeça erguida. Saiu com o Keep Holding On mais triste desses sete episódios. Saiu arrancando lágrimas de Lindsay e do público, já que muitos eram fãs dele. Mas até que enfim saiu. Sou um grande fã do trabalho musical de Cameron Mitchell, mas Glee não é American Idol. Glee é atuar acima de tudo. E ele não estava preparado para isso.
Agora são cinco na casa e as apostas estão altas. Quem fica? Quem sai? Que surpresas ainda nos reservam essa competição?
Leverage – The Carnival Job
03/08/2011, 20:04.
Tati Leite
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Série: Leverage
Episódio: The Carnival Job
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×06
Datas de Exibição nos EUA: 31/7/2011
A equipe precisa resgatar um protótipo para um cliente que foi mandado embora de uma empresa mas ficou sem sua principal criação. Eu sou uma paca no que se refere a tecnologia tentando resumir para leigos o objeto em questão é bem valioso, podendo ser usado como uma arma militar.
Acontece que as coisas eram bem mais complicadas do que parecia. O dono da empresa roubou seu funcionário porque estava sendo ameaçado. E para complicar a filha dele é seqüestrada. Elliot dessa vez tem grande destaque no episódio. Apesar dele ser uma dos personagens que eu menos gosto estava me incomodando o fato dele ficar de escada para o resto. Parecia que por ele não ter um par fixo não ganharia um maior desenvolvimento.
Os inimigos a serem “batidos” eram velhos conhecidos de Elliot. Isso é um fator que pode ser considerado recorrente quando a trama envolve mercenários. A função dele, Elliot, era se disfarçar de segurança da casa do então alvo e acaba desenvolvendo um laço de amizade com a filha do empresário. Outro fator recorrente no que o envolve o personagem: a preocupação quando crianças são alvos.
Foi um episódio com muitas cenas de ação e Elliot apanhando mais que batendo para variar um pouco. Mostrando que ele não é imbatível. A atriz escolhida para fazer a menina seqüestrada deu conta direitinho do papel o que é de extrema importância para que isso tipo de trama funcione.
A parte divertida da história mais uma vez ficou com Parker e Hardison. Abro um parêntese aqui para escrever que a equipe de roteiristas de Leverage está de parabéns. Estão conseguindo desenvolver o casal sem atrapalhar o andamento da série.
Hardison criou um robô o qual deu o nome de Parker 2000, deixando Parker muito irritada. Todas as cenas dela brigando e reclamando do robô foram muito engraçadas.
No final temos mais um momento “agradando os shippers”. Hardison explica que em nenhum momento tentou substituí-la e que o motivo que ele sempre pergunta tudo que ela gosta, e sabe, foi para desenvolver o robô nos moldes dela para dar de presente para ela. Parker aceita a explicação, fica toda feliz e rebatiza o robô de Hardy para desespero de Hardison.
Rizzoli & Isles – Brown Eyed Girl
03/08/2011, 19:57.
Mariela Assmann
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Série: Rizolli & Isles
Episódio: Brown Eyed Girl
Temporada: 2ª
Episódio: 2×04
Data de exibição nos EUA: 01/08/2011
Ainda não achei a palavra certa para definir esse episódio de Rizzoli & Isles, mas posso afirmar que gostei muito do episódio. Todo o drama da garota raptada, a história de correr contra o tempo para localiza-la ainda viva, e a comoção pela menina que morreu para proteger Mandy conseguiram prender muito bem a atenção.
Em Brown Eyed Girl Mandy, filha de um ex-parceiro de Jane, foi raptada. Procurados pela mãe da garota, Rizzoli, Isles, Frost e Korsak unem-se para localiza-la rapidamente.
Todas as pistas são fornecidas por Joey, o irmão caçula de Mandy, que viu a irmã ser levada. Com base nas informações que o garoto fornece, os detetives começam as investigações. E o fato da família de Mandy e Joey estar um pouco desestruturada – com pais separados culpando-se mutuamente pelo sequestro – não auxilia nas buscas pela menina.
O clima, que já era tenso, piora quando é encontrado o corpo de uma menina que tem as mesmas características de Mandy. Felizmente, o corpo não era da garota. E, a partir daí, Maura se dedica a ligar a morte da “Joana Ninguém” ao sumiço de Mandy, buscando evidências que levem os detetives ao seu cativeiro.
As investigações evoluem, e os detetives trabalham em três frentes diferentes: a autópsia do corpo da “Joana Ninguém”; os dados do telefone e das redes sociais de Mandy; e os dados fornecidos por Joey. E foi com base nos desenhos do caçula que Jane e Frost conseguiram localizar o veículo da sequestradora. Mas um erro policial estraga a tocaia de Korzak e Rizzoli (achei hilária a expressão do policial que estragou toda a operação. Acho que nem ele mesmo entendeu o que ele fazia por ali).
Mas Jane não se deu por vencida, e continuou nas buscas por Mandy. E foram as fotos de Sophie (a “Joana Ninguém”) que ajudaram a chegar ao criminoso: um fotógrafo. O final do episódio foi muito bem produzido: a cena da invasão da casa do criminoso deixou evidente como os detetives estavam tensos com a possibilidade de um desfecho trágico. E nem a esquisitice do criminoso correndo enlouquecido com um machado na mão conseguiu diminuir os êxitos do episódio. No final, o bom trabalho de todos os detetives levou a um desfecho feliz.
E pra finalizar, preciso dizer que esse ótimo episódio foi brindado com a maior audiência da temporada: cerca de 6,45 milhões de espectadores. Agora, é esperar a renovação da série, assim como as próximas emoções da temporada.
P.S.1: mais uma vez, Angela esteve ótima no episódio. Suas participações são pequenas, mas sempre importantes. E nesse episódio, foi essencial o apoio que ela forneceu à família da garota raptada.
P.S.2: achei ótima a forma como o drama envolvendo sequestros foi trabalhado nesse episódio. Palmas para as participações de Annie Wersching e, especialmente, de Max Martini, que interpretaram os pais de Mandy.
Haven – Love Machine
03/08/2011, 12:38.
Mariela Assmann
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Série: Haven
Episódio: Love Machine
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×03
Data de exibição nos EUA: 29/07/2011
Quando achamos que Haven já usou todas as bizarrices possíveis nos casos da semana, eis que a série nos surpreende. Máquinas assassinas sentimentais? Sério? Mas, tirando a parte das investigações desse caso sempé nem cabeça, o episódio foi bom.
Isso porque a trama das duas Audreys andou um pouco. Pode até ser que a situação tenha se complicado e se tornado mais confusa, mas tivemos alguma evolução na história, o que é sempre bom, em se tratando de Haven, no qual as tramas sempre tem um desenrolar lento.
Em Love Machine, vimos duas duplas em ação. Enquanto a Audrey-Lucy seguiu com Nathan, para investigar as máquinas super do mal, a Audrey 2, como bem conceitou Duke, fez par com o criminoso do bem, em busca de maiores explicações para o compartilhamento de memória entre as Audreys.
Nathan e Lucy logo descobriram que as máquinas estavam matando as pessoas sem intervenção (física) humana. E, a partir dessa descoberta, foram atrás do culpado. E nos foram apresentados alguns culpados, todos plausíveis – como o megaempresário do ramo da pesca e o “encantador de máquinas”. E o mérito do episódio, quanto às investigações, foi trazer um final até certo ponto inesperado.
Digo inesperado porque estava certa de que o homem do conserto era o responsável por controlar as máquinas. Então, fiquei bastante surpresa ao perceber que o ciúme – sim, você leu ciúme – das sentimentais geringonças era o responsável por fazê-las agir. Como o momento “vergonha alheia” foi muito forte, acabei nem apreciando tanto a surpresa no roteiro. Uma pena.
Na minha opinião, a dupla que salvou o episódio do fracasso foi Audrey 2 e Duke. Gostei bastante da interação dele com a Audrey, e torço para que esse não tenha sido o último episódio dela em Haven.
Seguindo uma pista deixada pelo falso agente Howard, Audrey 2 vai até uma ilha, levada por Duke. Ao chegar lá, se depara com uma espécie de galpão. Ela entrou no galpão, e aí os roteiristas decidiram nos matar de curiosidade. Sabemos que ela viu algo? Mas o quê?
Para piorar, Audrey 2 saiu do tal galpão completamente confusa. Ou melhor, mais do que confusa: desmemoriada.Segundo Duke, tão desmemoriada quanto o ‘colorado kid’, quando foi encontrado. Mais mistério por aí.
Achei bonitinha a cena da Audrey-Lucy contando para a outra Audrey sobre quem era ela. Piegas, mas bonitinha (a propósito, as cenas piegas de Haven sempre me agradam – como a cena “por favor venha comigo” que rolou entre o cara do conserto e sua namorada, quando ele foi obrigado a escolher as máquinas).
No final das contas, Audrey foi levada por Brad, que foi o único que ela reconheceu – curiosamente, ele era o único que não fazia parte das memórias da Audrey-Lucy. E a nossa Audrey resolveu investigar o que causou a perda de memória na sua “quase irmã”. E deu de cara com um local vazio. Ou seja, como se ainda não tivessemos mistérios bastante para nos preocuparmos, o galpão sumiu. É mole?
Enfim, achei apenas bom esse episódio. To torcendo pra que o próximo “caso da semana” seja mais plausível (sim, eu sei que essa não é a palavra correta quando falamos de Haven), para que Sparks and Recreation, o episódio 4, seja melhor.
P.S.: achei interessante inserirem nesse episódio memórias não compartilhadas pelas Audreys: Brad e o piano. Vamos ver pra onde rumará essa história.
True Blood – I Wish I Was the Moon
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Série: True Blood
Episódio: I Wish I Was the Moon
Temporada: 4ª
Nº do Episódio: 4×06
Data de Exibição nos EUA: 31/07/2011
Mais um episódio de True Blood e foi na média dos anteriores. Esta temporada está mais interessante que a terceira, mais estável, no entanto ainda passa longe da qualidade que eu espero.
Finalmente a série se afastou tanto dos livros que não há mais como comparar um com o outro. Quero dizer, o básico ainda é o mesmo: Eric desmemoriado, bruxas, panteras, Alcide e os lobisomens, mas o desenrolar das tramas está tão diferente, seguiu um caminho tão próprio, que comparar um com o outro ficou inviável. É claro que ainda posso reclamar, pois eu gostava bem mais do desenvolvimento da coisa toda nos livros, mas agora tenho a oportunidade de analisar os episódios pelo que eles são, sem quaisquer vínculos, ou seja, se eu gostar é porque o episódio me capturou e se eu desgostar é porque o episódio foi ruim.
Por enquanto há duas tramas em True Blood que não consigo engolir: a de Lafayette e Jesus, e a de Sam/Tommy e os shapeshifters. Tudo bem, também não tolero Andy saracoteando para lá e para cá com V saindo pelos poros ou os dramas de Tara, mas esses dois são danos colaterais, insignificantes para a série e para mim tanto faz se vivem ou morrem. O problema é quando destroem um personagem bom como Lafayette ou tiram o meu interesse daquele que sempre foi minha paixão em True Blood (estou falando de Sam).
Vou começar com Sam. De verdade ele só apareceu para tentar resolver o caso do fogo que destruiu a casa de Arlene (e a situação do bebê se complica. Eu confesso que cada dia fico mais intrigada). O restante do seu tempo em tela foi Tommy, que assumiu a pele do irmão mais velho. Já era de se esperar algo parecido quando Luna trouxe à baila a possibilidade de se transformar em outro ser humano quando se mata alguém da família, mas ainda assim fiquei decepcionada com o clichê. Minha decepção foi maior, porque eu realmente gosto do Sam e é triste ver Tommy metendo os pés pelas mãos enquanto usa a aparência do irmão. Sookie ser despedida já é ruim o suficiente (embora eu tenha que admitir que as razões de Tommy são bem verdadeiras), mas ir para a cama com a namorada de Sam e depois expulsá-la da casa….como é que Sam irá explicar uma coisa dessas?
Sobre Lafayette e Jesus só tenho uma coisa a dizer: espero que o tal avô bruxo consiga dar um jeito na Antônia. Ou pelo menos libertar Eric e Pam das suas respectivas maldições, porque, sinceramente, estou a ponto de morrer de tédio com essas cenas com Lafayette e Jesus.
Ainda não me decidi sobre a participação de Antônia na trama. Não sei se ela tem razão por ter um ódio tão grande pelos vampiros (afinal, foi estuprada e queimada viva) ou se eles quem têm razão por terem-na matado tantos anos atrás (afinal, ela podia controlá-los, já que era uma necromante). Muito provavelmente cada parte tem sua parcela de culpa.
Por ora eu fico contra a bruxa porque me é conveniente. Além do mais, ela mexeu com os dois melhores vampiros da série (Eric e Pam). A boa notícia é que com a possessão de Marnie, não teremos mais que ver a cara torta e chorosa da bruxa. Eu não agüentava mais aquela expressão de nervosismo fugidio que ela tinha. Sou muito mais o ar altivo que ela adquiriu ao incorporar Antônia. Espero que permaneça por um bom tempo.
Infelizmente para mim, Eric continua desmemoriado. Embora renda boas cenas – geralmente cômicas, mas algumas vezes românticas – eu fico irritada com a situação. Eu sempre gostei de Eric por ele ser altivo, dono de si, firme em suas decisões, sem medo de agir, sem muitos escrúpulos (ou melhor, com uma noção bem definida de onde mora a sua lealdade – com ele mesmo – e de que é um vampiro e que vampiros não são e jamais serão humanos novamente) e sexy até a medula, então é estranho vê-lo todo simpático, sorridente e bom moço. Não é que ele seja ruim deste jeito, ele apenas não é o Eric. E me parece falso o envolvimento de Sookie com este Eric. Não é o que eu sempre quis para os dois. Dá um certo receio de que no momento que ele voltar a ser ele mesmo, Sookie volte correndo para Bill.
E por falar em Bill, juro que senti vontade de cortar sua cabeça, destruir seu coração e transformá-lo em pudim de sangue quando ele manipulou Nan para conseguir matar Eric. Eu gosto que ele incorpore o Rei que ele supostamente é, mas não quando seu objetivo é matar Eric Northman. Tampouco gostei de vê-lo expulsando Sookie da mansão. Ele é que sempre foi o estorvo na vida da garota e agora age com toda a altivez, como se ela fosse um inseto que ele pode pisar quando bem entender. Não dá para engolir esse ser, não dá mesmo.
Já a história de Jason e Jessica…bom, não gostei. Não porque tenham sido ruins as cenas, mas porque eu não quero um relacionamento entre os dois. Tanta coisa melhor para fazer com Jason e eles resolvem uni-lo à baby vamp? Morro de medo de estragarem Jessica.
E senti-me tão decepcionada quanto Jason quando ele não se transformou em pantera. Eu já dava como certa a sua transformação. O que será agora desta história do povo de Hot Shot? Será que Jason terá vários filhinhos? Serão eles humanos, já que o doador não se transformou na Pantera Fantasma, Pai de Todos?
E por fim, mas não menos importante….ok, não é importante. Quem se importa se Alcide irá se juntar a um novo pack ou não? Particularmente, eu gostaria que se unisse ao Pack de Sherevport e fosse feliz para sempre com Debbie. Lobisomens não são seres solitários, não gosto dessa vertente que estão arrumando para o personagem.
Agora só nos resta esperar. Eric e Sookie foram para a cama juntos (bom, para o matinho, mas isso não vem ao caso), Tara e Naomi se acertaram, Tommy está desmaiado no chão da casa de Sam, o bebê de Arlene viu uma estranha e misteriosa mulher (provavelmente um fantasma), Bill está novamente com aquela expressão de vampiro sofredor…e que venham os novos episódios.
Covert Affairs – Welcome to the Occupation
01/08/2011, 19:06.
Mario Madureira
Reviews
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Engraçado quando o Ben Mercer volta para um episódio, por que parece que os roteiristas já aproveitam a oportunidade para colocar em evidência mais conflitos para que o episódio seja ótimo. Eles são muito espertos, por que eles conseguiram. Não consegui desgrudar o olho um minuto se quer! Cada cena foi realmente aproveitada e não feita simplesmente para ocupar um espaço. Me impressionei do começo ao fim.
Scoot voltou! Parece que alguma espécie de gênio da lâmpada anda me perseguindo por que todos os meus pedidos estão sendo atendidos. Achei que ele não ia se tornar um relacionamento para Annie, mas isso foi tirado de questão com esse episódio. Os dois estão escalando uma montanha juntos e namorando. Isso é ótimo! Sempre gostei dessa relação e acho que ela tem tudo para dar certo no decorrer da série. Os dois são parecidos de certo modo. Annie não tem descanso e sempre quando ocorre uma missão urgente e necessitam dela, ela deve estar lá. Enquanto o Scoot, quando aparece uma urgência no hospital em que trabalha, ele deve atender a demanda. Tudo bem que estamos falando de mundos diferentes, mas é perceptível o modo como os dois personagens se encaixam.
Annie e Scoot estão juntos. Até aí tudo bem, mas para ter certeza, Annie deve ser testada ainda e nada melhor que trazer de volta a razão para a qual a trama principal da série fosse construída: Bem Mercer – o atual ‘cowboy’ de Arthur e ex-marido de Annie. O encontro mesmo sendo simples deixou bem claro a mudança de Annie. Sua personagem cresceu desde o primeiro episódio em termos de amadurecimento. Não vemos mais aquela mulher que ficava encantada ao ver Ben e se derretia toda. Agora enxergamos uma profissional que só está ali trabalhando com o seu ex-marido. Até mesmo o próprio senhor Mercer percebe isso. E no final, ao tentar convidar Annie para passar algumas semanas numa ilha deserta, ela simplesmente recusa o pedido e volta para as montanhas com o Scoot. Tenho que ressaltar a minha felicidade por isso ter acontecido? Já era hora da Walker perceber que ficar com Ben era um erro. Uma pessoa que aparece e reaparece como se fosse um fantasma não teria futuro algum.
Pela primeira vez em toda a temporada eu devo confessar que me interessei por uma história envolvendo Jai. Exatamente, vocês não leram errado. O personagem que eu sempre ficava decepcionado e frustrado por não ter uma trama interessante me envolveu no conflito de modo astuto. É claro que o caso da fonte da Liza Hearn ainda se sustentar é uma grande enrolação, mas serviu para encaixar Jai em um conflito que poderá dar problemas para CIA. Henry, pai de Jai, resolve pescar o filho e manipulá-lo a interagir aos seus interesses. O que será que Henry pretende? E o que Jai terá haver com tudo isso? Parece que não é só simplesmente retirar Arthur do poder da CIA. Henry está preparando uma cama de gato para CIA e não será nada bom.
Devo dizer também que fiquei impressionado ao ver Joan em uma missão de campo. Sempre achei sua personagem mal aproveitada e é nesses momentos que vejo a sua capacidade crescer na série. Simplesmente adorei a parceria com Annie e Ben nessa missão, que cá entre nós, foi de tirar o fôlego! Mesmo tendo uma quantidade reduzida de cenas de ação, as poucas que tiveram foram bem aproveitadas.
Em suma, Welcome to the Occupation foi um episódio que serviu para:
1 – Trazer Scoot e Ben para Annie finalmente escolher como seria o seu futuro.
2 – Provar que Joan é uma personagem que pode ser aproveitada e muito na série.
3 – Jai se mostrou um personagem com uma trama interessante e que poderá trazer grandes frutos a Covert Affairs.
PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Devo dizer que a cena em que Annie e Ben pulam do prédio me fez lembrar o filme Sr e Sra Smith.
SEGUNDA OBSERVAÇÃO: Simplesmente adorei a forma com que Joan e Annie trataram Ben, deixando-o no chinelo, isto é, sendo superiores. Ele parece um gato. Era necessário um momento de ‘pássaro preso na gaiola’, se é que vocês me entendem.
White Collar – As You Were
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Série: White Collar
Episódio: As You Were
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×08
Data de Exibição nos EUA: 26/07/2011
Jones, ou para os amigos C.J., esteve diante dos holofotes e, assim como Diane, não decepcionou. É um personagem que corrobora o perfil dessa série, cheio de moral e ética, capaz de sacrificar a própria felicidade por outra pessoa. É bem a cara dele terminar um relacionamento porque a namorada teria que abrir mão do emprego e não seria feliz se fizesse isso. Entregou nas mãos do melhor amigo a mulher de sua vida e não se arrepende do que fez, tem a consciência de que foi para o melhor.
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