TeleSéries
Pretty Little Liars – Touched By An ‘a’-ngel
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Série: Pretty Little Liars
Episódio: Touched By An ‘a’-ngel
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×10
Data de Exibição nos EUA: 16/08/2011
OMG! OMG! OMG!
Eu só não sei se essas exclamações são de raiva pela trama chata (hello, Aria!) ou de excitação pela vilania de –A.
Breaking Bad – Shotgun
20/08/2011, 18:22.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: Breaking Bad
Episódio: Shotgun
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 04 x 05
Datas de Exibição nos EUA: 14/08/2011
Em Breaking Bad nós nunca podemos supor que sabemos o que vai acontecer em seguida, pois o roteiro sempre vai dar um jeito de nos surpreender, em pequenas ou grandes escalas. E esse episódio foi repleto de surpresas desse tipo.
Para começar, temos uma sequência de abertura digna de filmes de ação, com Walt correndo em disparada para tentar salvar Jesse, com direito até mesmo a uma ligação de despedida com “eu amo você” para a esposa.

Óbvio que isso me deixou preparado para muita ação e quando o químico chegou na Los Pollos Hermanos a procura de Gus, já imaginei um releitura do clássico Um Dia de Fúria, com Michael Douglas. Até a chegada de uma turma digna das gangues dos anos 80 parecia que tornaria aquele lugar uma bomba-relógio prestes a explodir.
No entanto, uma ligação de Mike mostra para Walt que Jesse estava vivo e passando bem, embora não explicasse porque os dois estavam pegando a estrada. Walt então invade o escritório de Gus, apenas para constatar que ele realmente não estava ali.
Dessa forma, o que parecia que seria uma jornada heróica de Walt em busca de seu parceiro, rapidamente tornou-se algo bem mais tranquilo. Ele retomou sua rotina no laboratório, assinou a compra do lava-rápido com Skyler e ambos prometem total honestidade para que seus planos funcionem. Nesse momento de comemoração, ela ouve a mensagem que mencionei mais acima e pensei que ela questionaria do que se tratava, mas a série surpreende de novo e o casal acaba transando, dando todos os sinais de que se reconciliaram, inclusive com ela dizendo à Walt Jr. que o marido voltará para casa na próxima terça.

E quanto ao Jesse? Bem, tudo indicava que Mike levaria o rapaz para um lugar bem distante, meteria uma bala na cabeça dele e o enterraria em uma cova recém-cavada. E quem não ficou com um frio na barriga quando o sujeito pega uma pá e começa a cavar?
Jesse com certeza ficou, já que improvisou uma arma com suas chaves e estava preparado. Porém, aquele era apenas um esconderijo contendo dinheiro de coleta. Mike e Jesse iniciam uma interminável viagem por vários esconderijos, com o primeiro sempre falando pouco e deixando o rapaz apreensivo sobre seu papel em todo o esquema.

O rapaz começa a achar que sua função é vigiar o dinheiro e ser o parceiro de Mike, idéia refutada por este. Só que no último esconderijo, enquanto Mike fazia a coleta, o carro é emboscado por um homem armado, que tinha um parceiro fechando a rua com um veículo. Jesse consegue despistar os sujeitos, salvando o dinheiro e voltando para pegar Mike.
De volta ao laboratório, Jesse diz para Walt que está tudo bem e que ajudou nos negócios, afirmando que possui um segundo emprego com Mike. Este encontra-se com Gus e descobrimos que tudo isso foi armado por ele. O objetivo ainda é obscuro, talvez ele queira um espião ao lado de Walt, mas ainda é cedo para especular muito sobre isso.

A última surpresa do episódio veio de Hank. Fiquei bem desapontado quando ele abandona a investigação sobre o assassinato de Gale, acreditando que a morte de Heisenberg é uma espécie de ponto final. Só que o ego de Walt somado ao álcool é uma combinação fatal, e durante um jantar em família, ao ouvir Hank enaltecer tanto a genialidade de Gale, o Sr. White interrompe e diz que o falecido químico era apenas um plagiador e que o verdadeiro gênio ainda poderia estar por aí.
Claro que um ótimo policial como Hank não deixaria essa dica passar em branco e ao analisar novamente os arquivos do caso descobre algo curioso. Por que um vegetariano como Gale comeria frango frito da Los Pollos Hermanos?
Simplesmente sensacional! Estava apostando nesse arco paralelo de Hank e, pelo visto, não estava enganado. Essa temporada está impecável!
Warehouse 13 – Don’t Hate The Player
20/08/2011, 08:09.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: Warehouse 13
Episódio: Don’t Hate The Player
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×06
Data de exibição nos EUA: 15/08/2011
Ei, Warehousers! Esta semana tivemos um episódio um tanto incomum, mas bem criativo. A aventura foi quase toda com visual de desenho, simulando um ‘game’… Bem nerd! Paralelo à tudo isso, finalmente os vilões da temporada voltaram a aparecer, e também o Fargo (aquele gênio dos computadores que tentou fazer um ‘update’ no sistema do Depósito, lembram?). Como podem ver, esse episódio foi tão diferente que chegou a parecer um especial.
Enfim, toda essa “nerdice” e esse visual baseado em videogame foi porque o Fargo ficou preso dentro de um jogo criado por ele. Se um cara fica preso em um jogo, não precisa ser um gênio para saber que tem alguma coisa “a mais” na história, então Pete, Myka e Claudia correm para a casa do cara assim que ficam sabendo do ocorrido.
Enquanto acontece a confusão dos videogames, Artie e Steve investigam (no mundo real mesmo) a morte de um homem, causada por um quadro assassino. Até aí, tudo tranqüilo… Seria só o caso de neutralizar o artefato, trocá-lo por uma cópia e levá-lo para o Depósito. O problema é que quem chamou os dois foi a Sally (aquela agente malvadinha do FBI, uma das vilãs), e abusou da desculpinha de curiosidade feminina quando bisbilhotou (de propósito) o trabalho dos dois agentes. Não sei como o Steve não detectou o teatrinho da ‘bitch’.
Bem, voltando à parte divertida do episódio, Pete e Claudia não vêem outra alternativa a não ser entrarem no jogo também. Para que eles tenham todo o “barato” da coisa, precisam tomar um chá servido no jogo de chá da escritora Beatrix Potter, pois o artefato estimula a criatividade. Logo que entram no jogo, vêm que se trata de um jogo baseado no próprio Depósito 13, mas cuja missão é salvar uma pobre princesinha presa numa torre do local. Tudo parece muito fácil, até que os piores medos dos participantes começam a se tornar “reais” e tentam matá-los no jogo (o que pode matá-los na vida real). O “chefão” do jogo é um desses medos, mais precisamente o medo de um dos desenvolvedores: um ceifador com a aparência de sua namorada, que ele morria de medo de pedir em casamento. Acaba que o ceifador mata a princesinha (caracterizada uma versão meio Penélope Charmosa de Claudia) e quase causa um ‘Game Over’ no jogo, se Myka não chegasse e salvasse todo mundo, libertando-os do videogame.
Depois do jogo de chá e o quadro assassino serem levados para o depósito, tudo parecia ter tido um final feliz. E tudo continuaria muito bem se uma mosca-robô muito estranha não tivesse saído do tal quadro e infestado o Depósito com um monte de mosquinhas. Agora, segundo os vilões, é só esperar. Não se sabe o que os bichinhos fazem, mas com certeza devem ser piores do que aquele besouro escavador. Veremos no que os insetos ajudarão os vilões desta vez.
P. S. [1]: Além do visual diferente do episódio, não posso deixar de comentar o breve show da Claudia. Ela tem talento!
P. S. [2]: Já repararam que nesta temporada tem insetos demais invadindo o Depósito?
The Big C – The Last Thanksgiving
18/08/2011, 00:28.
Tati Leite
Reviews
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Série: The Big C
Episódio: The Last Thanksgiving
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×08
Datas de Exibição nos EUA: 15/8/2011
E acabou a lua de mel entre Cathy e Lee. Os dois brigaram feio nesse episódio. Pode ser que as coisas se ajeitem, afinal, alguém precisava brigar durante o episódio de Ação de Graças. Praticamente uma tradição televisiva grandes dramas e/ou acontecimentos nesse tipo de episódio.
Minhas desconfianças estavam certas em relação ao Myk. Ele tem mesmo roubado da loja e revendido os produtos para ganhar mais dinheiro. A surpresa é que Paul não só guarda para si a informação como resolve entrar no esquema. Tudo isso acontece depois que a seguradora resolve pedir um extorno do dinheiro gasto com o tratamento de Cathy.
Por enquanto Andrea não sabe de nada. Porém não acredito que com o temperamento que ela tem aceitará a ideia e isso deverá causar problemas e decepções futuras. Por enquanto o romance entre os dois está muito bem e apesar desse “pequeno” desvio de caráter, Myk parece gostar muito dela.
Voltando a Cathy e Lee. Ela resolve esconder do amigo que o tratamento começou a fazer efeito com medo de deixá-lo triste. Quando ele descobre fica magoado e acusa de ter pena dele. E ainda diz que o tratamento não é milagroso e que ela provavelmente está apenas ganhando alguns dias.
Sean finalmente pede Rebecca em casamento empolgado pela declaração de amor de Myk para Andrea e da própria Rebecca para ele, mas o final do episódio joga aquele balde de água em todo mundo quando vemos a cunhada de Cathy saindo de ambulância para desespero de Sean. Provavelmente a gravidez não irá pra frente e já imagino que o impacto na vida deles será mais dramático que o normal porque os dois são extremamente insanos e intensos em relação a tudo.
Rizolli & Isles – Rebel Without a Pause
18/08/2011, 00:27.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizolli & Isles
Episódio: Rebel Without a Pause
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 06
Datas de Exibição nos EUA: 15/08/2011
Gostei de Rebel Without a Pause. Mas apenas isso. Acho que é por que Rizzoli & Isles tem me deixado mal acostumada com toda a qualidade que essa temporada tem apresentado. De qualquer forma, o episódio teve seus méritos: foi um dos mais engraçados da temporada (mas soube abordar pontos dramáticos), tratou de importante questão histórica, e rendeu à TNT a maior audiência do seriado nessa temporada.
No episódio dessa semana, vimos bastante de história. Isso porque o assassinato a ser investigado por Rizzoli, Isles, Kozak e Frost se deu em meio à uma reencenação da Revolutionary War, a Guerra da Independência dos Estados Unidos. Aparentemente, um atirador havia matado um dos atores. Mas Maura, através da trajetória e da perícia da bala, consegue descobrir que o tiro na verdade ricocheteou em um canhão.
E, enquanto as investigações vão acontecendo, eis que a elegante mãe de Maura chega à Boston. As cenas da preparação da comida para a visitante e da insiedade de Maura foram realmente engraçadas. Mas o jantar não saiu como Isles esperava. Sua mãe decidiu ir para o hotel, apesar dela ter preparado a casa para sua chegada. E pudemos ver uma Maura magoada, ainda que ela não tenha dado braço a torcer, sempre justificando o comportamento da mãe. E foi bonitinho ver Jane tentando animar a amiga, dizendo que sempre sonhava com uma mãe glamurosa e elegante, e não sufocante como a dela. Mas, para Maura, o ideal seria uma mãe mais calorosa, tal qual Angela.
Uma segunda vítima é encontrada. O tiro, da mesma arma, acaba vitimando um homem. Apesar de não encontrarem conexão imediata entre as duas vítimas, Jane continua achando que o foco tem ligação com a reencenação das batalhas. E sua certeza se confirma quando tiros são disparados contra o bar no qual está sendo realizada uma homenagem aos “mortos na batalha”. Preciso comentar que ver Jane nas roupas de época foi bem engraçado. Ela ficou esquisita, ao contrário dos colegas – Maura, Frost e Korzak -, que ficaram elegantes. E ela correndo com o vestido também não ajudou a melhorar sua imagem.
Mas se Jane “pagou mico” usando o tal vestido do século 18, o mesmo não se pode dizer dela na exposição de arte. Ver ela defendendo Isles, e mostrando para a mãe da amiga o quando Maura estava sofrendo foi bastante fofo. E, no final, até que deu resultado.
Seguindo a pista de uma testemunha, os detetives chegam à suposta culpada. Uma ex-aluna do professor organizador das reencenações. Mas não foi de imediato que ela foi conectada aos crimes de forma definitiva. Apenas após saber que ela havia sido estuprada pelo ex-professor que os detetives conseguiram fechar o cerco contra ela, que acabou confessando. Mas as provas obtidas por Isles demonstravam que o assassino era um homem. É aí que temos a reviravolta do caso: o filho da suspeita era o criminoso, buscando vingança pelo crime cometido contra sua mãe.
No final das contas, tudo acabou bem: os detetives impediram que o rapaz matasse o pai. E ainda deu tempo para Angela e Jane comerem amendoins e hamburgueres com as Isles. Tudo à base de muito milk-shake de cerveja.
Enfim, um episódio bom, bastante agradável, que serviu como pausa nos casos mais carregados que vinham sendo apresentados. Agora, é esperar que o nível do próximo episódio seja excelente. Até a semana que vem!
P.S.1: Frankie terá uma árdua jornada até se tornar detetive. Dessa vez, ele serviu de “tele-entrega” e de telefonista, e ainda emprestou o quepe para ninho de periquito. Dureza!
P.S.2: as tramas envolvendo Korzak foram praticamente engraçadas nesse episódio. O cuidado dele com o periquito – que acabou “ressucitado” – e sua onda de alimentação saudável visando evitar um ataque cardíaco renderam boas risadas. E, no final, eram apenas gases causados pelo excesso de fibra.
P.S.3: a participação de Jacqueline Bisset foi boa, mas eu esperava mais. Agora, resta a certeza que a atriz voltará ao seriado em breve.
P.S.4: quer saber mais sobre o porquê dos festejos relacionados à Revolutionary War serem tão marcantes em Boston? Então, leia mais sobre a cidade.
Torchwood: Miracle Day – The Middle Men
17/08/2011, 13:51.
Tati Leite
Reviews
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Série: Torchwood: Miracle Day
Episódio: The Middle Men
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×06
Datas de Exibição nos EUA: 12/8/2011
Muita responsabilidade substituir a Mica. Comecei acompanhar Doctor Who e Torchwood esse ano e devorei os episódios em no máximo três meses. Acredito que minha visão seja um pouco diferente de quem vem acompanhando tudo desde o início mas tentarei escrever da melhor maneira possível. É só um episódio, acho que não dá para eu errar muito.
Miracle Day nem de longe é a Torchwood que estamos acostumados, mas vejo qualidades nessa nova série. A melhor coisa para mim é a Gwen. Acredito que a personagem dela (na verdade a atriz) foi quem ganhou mais com a mudança talvez porque, ao lado de Jack, tem a responsabilidade de dar a cara do seriado.
Dos novos personagens eu gosto do Rex (mesmo o odiando em vários momentos ele é o tipo de personagem que aprecio) e da Dra. Juarez. E desde o início acho a Esther a personagem mais descartável até aqui. Acho importante dizer isso porque é fundamental para deixar claro como eu encarei esse episódio e as mudanças até aqui.
Ainda não aceitei bem a morte da Dra. Juarez. A personagem era de longe a melhor dos “novatos” mas após xingar muito, acredito que a morte dela pode ser fundamental para que os novos membros do Torchwood ganhem um propósito (além de descobrir porque ninguém morre) e tenham uma maior proximidade.
Em parte escrevo isso porque a morte da Dra. Juarez quem sabe não fará com que a Esther fique mais espertinha? A coisa que mais me irrita na personagem é a dificuldade de somar 1+1. O fato dela não ter treinamento não é justificativa para não ter percebido que a Dra. Juarez no mínimo estava presa em algum lugar. Na hora que ela usa o nome da Vera eu gritei: ‘ai meu Deus você é muito burra!’.
Tenho esperanças que isso mude justamente porque ela se deu conta de tudo de errado que ela fez até aqui. E o Rex, por algum milagre, soube pela primeira vez ter a delicadeza de confortá-la. Outro ponto importante com relação a ele é que finalmente a ficha caiu e ele falou com todas as letras que é um membro do Torchwood e não mais uma agente da CIA.
Jack continua tentando descobrir a ligação da PhiCorp’s em relação ao que está acontecendo. Foi bom vê-lo investigando sozinho. Sentia falta do Jack sendo Jack. Ele descobre que a empresa farmacêutica é apenas uma ponta e que existe alguém com muito mais poder por trás do que está acontecendo.
Gwen, com a ajuda de Rhys, continua tentando libertar seu pai. Ela está cada vez mais ‘badass’. Salvou o pai, explodiu o prédio, fugiu de moto. Me divirto muito com esse lado mas é claro que não ficaria assim para sempre.
Após tudo que viu Gwen resolve que precisa voltar para os EUA para ajudar a descobrir quem criou o ‘Miracle Day’ e se despede de Rhys (como adoro o relacionamento dos dois). Ao chegar no aeroporto ela recebe uma ligação que a manda usar as lentes. Então descobre que seja quem for que está por trás do que está acontecendo está com sua família e exige que ela entregue Jack. A grande questão é como ela irá reagir. Lá no meio do episódio Gwen dá uma lição de moral numa das médicas e diz que “você sempre pode dizer não”. Resta saber se ela irá fazer isso sabendo que sua família está em risco.
White Collar – Countdown
16/08/2011, 23:50.
Redação TeleSéries
Reviews
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Série: White Collar
Episódio: Countdown
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3 x 10 (Summer Finale)
Datas de Exibição nos EUA: 09/08/2011
Excelente final de meia temporada. O episódio foi tenso na medida e deixou um ‘cliffhanger’ de tirar o fôlego.
Adorei como Mozzie ficou magoado e se recusou a falar com o Neal. Isso é bem a cara dele. Apesar de ele ter sido impulsivo ao colocar um preço na cabeça de Keller (mesmo que o ato de mandar matar alguém não seja nada legal), Mozzie mostrou mais uma vez como é fiel aos amigos. Neal, por outro lado, poderia ter dividido antes as dúvidas sobre deixar tudo para trás.
Não é só o Neal que está indeciso, mesmo torcendo para que Peter descubra o tesouro, não quero que o golpista se dê mal.
Seguindo as boas participações especiais, Beau Bridges fechou em grande estilo esta metade da terceira temporada. Foi ótimo vê-lo como mentor do Burke. Além de ajudar na busca pelo Degas, ele mostrou ao Peter como seu relacionamento com Neal é arriscado.
O plano para recuperar o quadro também foi muito bacana. É sempre bom ver as habilidades do Neal em ação. Senti uma ponta de Onze Homens e Um Segredo ali: Rusty, Neal fugindo de um cubículo, pulando de um prédio…
Foi péssimo ver a frustração do Peter ao descobrir que a pintura era falsa, principalmente porque nós sabemos a verdade, mas não foi ótima a cara dele ao perceber que o falsário era tão bom que só poderia ser o Caffrey?
Mozzie deu um ultimato ao Neal e isso não é nada bom porque ele é ótimo na série e não pode nos abandonar. Mozzie quer seguir em frente e viver desse último grande golpe, mas será que ele fará isso sem o melhor amigo?
Como já era previsto, Keller voltou. Além de ameaçar Mozzie, sequestrou Elizabeth. Que cara ousado, hein? Acho que a série precisa de alguém assim.
Por um momento, achei que os roteiristas haviam pisado na bola e matado Elizabeth (depois da bagunça na abertura, eu espero tudo), mas por sorte, eu estava errada. A melhor cena do episódio foi o mix de confusão, tristeza e desespero no rosto do Peter ao olhar pra Neal e dizer que Keller sequestrou a esposa.
A segunda parte da temporada, além de tratar do tesouro, deve focar o sequestro de Elizabeth e a caçada à Keller. Espero que Mozzie desista de fugir e resolva ajudar a Sra. Engravatada. Também acho que haverá conflito entre Peter e Neal, já que o sequestro de Elizabeth foi motivado pelo tesouro que Neal esconde. E agora? Como esperar até janeiro?
Review escrita por Neide Campos, originalmente publicada no Guia de Seriados.
Leverage – The Grave Danger Job e The Boiler Room Job
16/08/2011, 23:36.
Tati Leite
Reviews
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Série: Leverage
Episódios: The Grave Danger Job e The Boiler Room Job
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×07 e 4×08
Datas de Exibição nos EUA: 14/8/2011
Dois episódios seguidos. O primeiro foi tão bom que acabou tornando o segundo inferior. Pelo menos acredito que é a sensação que fica para quem assistiu sem dar o devido espaço.
The Grave Danger Job foi um episódio bem mais tenso. Aldis Hodge e Beth Riesgraf mais uma vez tiveram espaço para mostrar o quanto estão afinados com seus personagens. E ficaram responsáveis pela parte mais dramática da trama.
A equipe precisa conseguir desmascarar – e conseguir o dinheiro de volta – de uma trambiqueira que usa uma funerária para aplicar seus golpes. Usando as palavras de Sophie, um dos golpes mais cruéis que nem ela mesma tem coragem de aplicar.
Acontece que o golpe quase nunca é tão simples quanto eles pensam. E cada vez precisam improvisar mais ao perceberem que se meteram em mais problemas que deveriam. A golpista usa a funerária não só para tirar dinheiro dos clientes mas também para roubar a identidade dos mortos e revender. Para piorar os compradores são traficantes. Eu não sei se sou eu quem anda muito sensível, mas Leverage me fez chorar de soluçar pela segunda vez essa temporada. Pode ser também culpa de Hodge e Riesgraf e suas atuações.
Durante o processo de tentarem conseguir o dinheiro de volta Hardison acaba nas mãos dos traficantes – enquanto a golpista e seus filhos fogem – e é enterrado vivo. Os traficantes querem novas identidades como resgate. A equipe precisa correr para descobrir em que lugar ele foi enterrado e salvá-lo. Toda a conversar entre Parker e Hardison pelo celular foi de matar de chorar. Pelo menos eu chorei baldes.
No final das contas eles salvam o amigo e ainda conseguem, é claro, fazer com que os traficantes sejam presos (ótima a dancinha do Hardison) e que a golpista e seus filhos também não tenham sucesso na fuga.
Em The Boiler Room Job o desafio da equipe é aplicar um golpe no maior golpista de todos. O próprio Nate reconhece que isso é impossível e que a solução será roubar o dinheiro. Porque um golpista não consegue aplicar golpe em outro golpista. Pelo menos não se o golpista for muito bom.
É um episódio com um pouco mais truque que o normal, mas nada muito espetacular, pelo menos não para mim. Mais uma vez Hardison vai para a linha de frente. O “diferente” é que para fazer o “roubo” dar certo ele precisa ser ele mesmo e usar sua “fama”.
A parte mais divertida fica por conta de Parker que está completamente ‘high’ de tanto chocolate que comeu. Outro momento engraçado é quando ela precisa permitir que a roubem para manter o disfarce e para se acalmar ela vai e rouba outra pessoa.
No final das contas eles tem sucesso contando com duas ajudas: as vítimas do golpista e o FBI. Para ser mais exata do Agente McSweeten que continua acreditando que Parker e Hardison são agentes infiltrados.
Nos minutos finais Nate fica frente a frente com o responsável por ter grampeado o apartamento: Jack Latimer. Ele tem ganhado dinheiro investindo contra as empresas “derrubadas” pela equipe e propõem a Nate que ele, em troca de manter seu segredo e continuar ajudando pessoas, o avise com antecedência de seus futuros golpes dando a ele 24h para conseguir lucrar com isso.
Em tempo: graças ao golpista a equipe descobre que Sophie e Nate estão dormindo juntos.
Damages – We’ll Just Have to Find Another Way to Cut the Balls Off of This Thing
15/08/2011, 11:55.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: We’ll Just Have to Find Another Way to Cut the Balls Off of This Thing
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×05
Data de Exibição nos EUA: 10/8/2011
Foi um episódio cheio de truques. Daqueles que faz você ter certeza de tudo que vai acontecer e assistir todas as suas teorias caírem por terra. Tudo parecia estar favorável a Ellen e Patty. Elas tinham uma testemunha e estavam prontas para “derrubar” a High Star. Jerry parecia fora de combate.
Acontece que Damages teve seus dias de Leverage e escondeu pontos importantes da ação no desenrolar do episódio para surpreender a audiência. Todos os erros cometidos por Jerry na verdade eram parte de seu plano desde o início. Bem que eu achei estranho ele resolver explodir um ônibus só para matar a Ellen.
Na verdade Jerry armou a bomba apenas para ela ser encontrada e deixar provas que levasse a polícia até o Nassim. E com isso fazer com que ele fosse preso sendo impedido de testemunhar.
O curioso foi perceber que até mesmo Jerry tem alguma consciência. Ele sente alguma culpa por seus atos no final das contas e não é tão frio quanto parece. Por outro lado Erickson não é tão controlado quanto aparenta e sabe ser frio quando necessário e usar as armas que tem para conseguir o que precisa.
Patty precisou lidar com problemas mais sérios e pessoais. Existe a possibilidade de sua neta estar com leucemia e isso parece ter a afetado muito. Interessante toda a conversa dela com o psiquiatra e com a enfermeira sobre religiosidade. Hewes, como muitas pessoas, encara a fé como um sinal de fraqueza, uma fuga quando não se tem coragem para agir.
Acontece que fica cada vez mais claro que sua frieza não é tanta no que diz respeito a neta e até mesmo a procura por uma fé não seria totalmente descartada em nome da saúde da menina. Não estou dizendo que acredito que farão da personagem uma pessoa devota, e nem gostaria disso, apenas entendi a forma como toda a questão foi apresentada.
Haven – Roots
14/08/2011, 22:15.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: Roots
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 05
Datas de Exibição nos EUA: 12/08/2011
Minha primeira reação ao término de Roots foi pensar: que episódio foi esse? E não, esse não era um pensamento feliz. Mas passados uns 15 minutos, os quais usei para refletir sobre a trama apresentada, cheguei a conclusão que o saldo final não foi totalmente negativo.
Minha primeira crítica ao episódio é que seu nome já contribuiu muito para estragar a surpresa do caso da semana. Na primeira cena de Roots já foi possível saber que as raízes eram as responsáveis pelos acontecimentos trágicos – e bizarros, como de costume – que viriam a seguir. E os efeitos visuais foram, na minha opinião, tão abaixo do nível costumeiramente apresentado em Haven, que não contribuiram muito para prender minha atenção. Mas, vamos ao caso, então.
Algum problemático habitante da cidadezinha de Haven estava fazendo as raízes atacarem outros cidadãos indefesos. E tudo isso às vésperas de um casamento. Audrey, vai até o local da celebração, para entregar a licença de casamento. E com ela Chris, seu novo ‘affair’.
Quem também estava no local da festa era o casal Crocker, a fim de descobrir com Beverly Keegan pistas sobre a caixa misteriosa que Duke achou na casa dos Rasmussem (agora me digam, quem venderia a única pista sobre o misterio que o cerca?). E tudo ia caminhando bem, até que o corpo do pai da noiva é descoberto e a confusão se instala. A filha da vítima acusa o noivo de ser o assassino. Farpas voam entre os presentes. E as raízes ganham vida, engolem uma serviçal e fazem com que todos os presentes se refugiem em um celeiro.
Enquanto isso, na delegacia de Haven, os irmãos Teagues interrogavam Nathan acerca dos seus sentimentos por Audrey (adorei esse momento ‘shipper’ dos simpáticos Teagues). Como não conseguem fazer Nathan assumir a queda pela loira, Vince e Dave rumam para as terras Keegan, para escrever uma nota sobre o enlace. Mas Nathan é obrigado a vir em seu auxílio quando eles ficam sem gasolina. E é nesse momento que as raízes assassinas entram em ação e atacam o carro ocupado pelos três (ainda estou tentando entender como as potentes raízes, que supostamente acabariam com um celeiro, deixaram o carro intacto).
No celeiro, Audrey usava de sua perspicácia para tentar diminuir a ira das raízes. E é aí que uma história digna de Romeu e Julieta vem à tona. As raízes na verdade se alimentavam do ódio dos Keegan e dos Novelli. E esse odio remontava à data na qual um apaixonado casal se separou. E, mesmo passados bilhões de anos, eles continuaram se amando, e conseguiram paralisar – com seu amor – as raízes do mal (sei que essa frase ficou piegas. Mas não mais do que a história toda). A lástima é que Jim Dunn (que escreveu esse episódio) não é o novo Shakespeare.
E antes que os encarcerados consigam abandonar o celeiro, Nathan aparece para salvar Audrey, após enfrentar as raízes com uma tocha improvisada. E se você está pensando que ela correu para os braços dele e agradeceu com um beijo apaixonado… bem, você errou. Audrey, que nesse momento personificou a ingratidão, simplesmente estendeu a mão para Chris, virou as costas, e deixou o celeiro. Tive uma pena sincera de Nathan (e até passei a simpatizar mais com o episódio a partir daí).
E antes do apagar das luzes, ainda tivemos tempo para confirmar que os objetivos de Evi em Haven são do mal (quem seria o homem misterioso ao telefone?). E para vermos Audrey cedendo aos encantos de Chris, e tendo momentos ‘calientes’ com o biólogo marinho. Tudo isso enquanto o rejeitado Nathan ligava pra ela. Mais pena ainda.
Contabilizando erros e acertos, esse foi um episódio mediano. Abaixo dos últimos apresentados, eu diria. Então, é torcer para que os próximos episódios superem nossas expectativas.
P.S.1: O Syfy tá fazendo uma campanha muito legal. Os perfis do Twitter dos irmãos Teagues realmente foram criados. E eles interagirão com um habitante misterioso, buscando explicação para o que acontece em Haven. Quer acompanhar? É só seguir @VinceHaven, @DaveHaven e @ColdInHaven. Vamos ver no que vai dar essa campanha (esperando que não seja em mais perguntas!).
P.S.2: preparem seus corações! Assisti um vídeo do próximo episódio e preciso dizer que um personagem muito querido corre risco de morte. E que isso pode mudar toda a dinâmica de Haven. Aguardarei ansiosa Audrey Parker’s Day Off.
The Big C – Goldilocks and the Bears
14/08/2011, 19:21.
Tati Leite
Reviews
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Série: The Big C
Episódio: Goldilocks and the Bears
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×07
Datas de Exibição nos EUA: 08/8/2011
Dois pontos principais foram apresentados: Cathy começa a reagir ao tratamento e Andrea parece que terá problemas em seu relacionamento muito em breve. A segunda parte me deixa um pouco triste – no caso de se confirmar – porque gostei muito da química entre Boyd Holbrook e Gabourey Sidibe.
Adam está um tanto insuportável. E Sean mais uma vez precisa ser a voz da razão para mostrar ao sobrinho que tratar todo mundo mal não leva a nada. É tão engraçado ele dando conselho e depois perguntando se estava fazendo da maneira certa e sendo claro.
Eu acredito que essa fase dele, Adam, não vai demorar muito. Assim espero pois estou detestando a maneira como ele tem tratado todo mundo, principalmente a Andrea. Foi irritante a maneira como ele tentou fazer com que Myk acreditasse que Andrea tinha desistido do encontro. O legal disso tudo é o fato que ela não perde a pose, mas ao mesmo tempo deixa claro para Adam que vai ter volta.
Falando em Myk e Andrea tudo no encontro aconteceu com perfeição, tirando um pequeno detalhe: parece, eu disse parece, que Myk está se aproveitando da sua posição de vendedor para tirar alguma vantagem na loja.
Cathy está com dificuldades de relaxar e aceita a indicação de Lee de procurar sua acupunturista para ciúme e irritação de Sean que tinha sugerido a mesma coisa mas a irmã negou. Lee convida a amiga e Paul para ir com ele ao bar predileto dele. A empolgação de Paul ao perceber seu sucesso entre os ‘bears’ foi sensacional. Em nenhum momento durante toda a cena Paul e Cathy demonstraram quaisquer constragimentos por estarem em um lugar onde eles eram a minoria e se divertiram muito. Muito inteligente a maneira como os roteiristas trataram o assunto que ainda causa tanta celeuma.
Marleeeeeneeeee!!!! Essa foi minha reação assim que Phyllis Somerville apareceu na tela. Como eu sinto falta da personagem e fico muito feliz que minhas suspeitas se confirmaram e o fato da personagem ter morrido não quer dizer que não a veremos mais. Rolei de rir com a Cathy perguntando se ela, Marlene, não poderia aparecer quando ela estivesse comendo cereal.
Toda conversa das duas serviu como deixa para Cathy notar que sua unha havia caído o que era um sinal que seu organismo estava reagindo ao tratamento. Gosto desses momentos onde somos lembrados que algo muito ruim pode, em algum momento, ser algo que te deixe muito feliz. O abraço de felicidade de Paul e Cathy comemorando a unha que caiu foi emocionante.
Breaking Bad – Bullet Points
13/08/2011, 21:33.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: Breaking BadEpisódio: Bullet Points
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4 x 04
Datas de Exibição nos EUA: 07/08/2011
Esse episódio poderia ser encarado como um grande jogo, com diversos movimentos, repletos de consequências imprevisíveis. Começando com Skyler, que determinada em manter a mentira de Walt convincente, vai com ele a grupos de ajuda para viciados em apostas, usando o que vê por lá para montar um roteiro, com mais de uma página, visando convencer Hank que tudo aquilo era verdade.
O casal ficou tanto tempo nesse ensaio, com o químico claramente incomodado por seu papel, que achei que o foco do episódio seria esse o tempo inteiro. Apesar de conter cenas ótimas, como o pedido de desculpas sincero de Walt que não passava de cena, felizmente tivemos mais coisas no episódio. A família White visita Hank e Marie e conta toda a saga de Walt nos jogos, causando espanto no policial e admiração em Walt Jr., mas isso nem teve tanta relevância para o professor quanto a descoberta feita ali: a investigação do assassinato de Gale.
Como mostrado no episódio anterior, um policial pediu ajuda de Hank no caso, e o policial revela várias informações importantes para Walt, como sua suspeita de Gale ser Heisenberg e a existência de uma testemunha ocular do crime, que afirma ter visto alguém saindo do apartamento. Por fim, uma impressão digital foi encontrada no local.
Claro que Walt entra em parafuso e procura Jesse imediatamente, descobrindo o estado lastimável em que seu sócio se encontra.
Claro que Jesse não dá nenhuma importância ao que Walt revela, afirmando que Hank estava em cima dele há algum tempo, portanto, se a digital fosse sua, já estaria preso. Walt não se dá por satisfeito e tenta fazer uma reconstituição daquela noite, mas acaba expulso da casa por Jesse, que fica visivelmente alterado pelas lembranças.
Walt então divide suas preocupações com Saul, falando sobre o perigo que corre com Gus, sobre o caminho auto-destrutivo de Jesse, sobre Skyler desconhecer todo esse lado perigoso de sua vida e, por fim, sobre a incapacidade que tem de proteger o sócio, sua família e a si mesmo.
Achei essa cena bem interessante, porque pudemos ver um lado mais humano de Saul, que é sempre debochado, mas aqui demonstra uma preocupação genuína, inicialmente consigo mesmo, mas também com Walt, tanto que apresenta uma idéia bem interessante: sumir. Pois é, o químico morrer sempre foi uma opção desde o começo da série, assim como ser preso, mas nunca passou pela minha cabeça Walt conseguir se dar bem, iniciando uma nova vida com a família. Seria essa uma possibilidade de final para a série? Isso só o futuro dirá.
Futuro que pode ser bem curto para Jesse. Ao voltar para casa, ele vê que todo seu dinheiro foi roubado. Sua reação? Jogar video-game, algo que nunca o antigo Jesse faria. No dia seguinte, todos os visitantes de sua casa sumiram, menos Mike, Tyrus e o sujeito que roubou Jesse. O dinheiro é devolvido, mas isso não impressiona Jesse, muito menos a tentativa de jogo mental que Mike tenta fazer, questionando sobre o destino do ladrão. Pinkman sabe que o sujeito quer apenas dar um recado e dá as costas para ele.
Gus reaparece na série e tem uma reunião com Mike, que revela o quanto o jovem anda ficando descuidado e que torna-se um risco maior a cada dia. Aqui um pequeno comentário, Mike está com a orelha direita ferida, resultado da emboscada sofrida no começo do episódio. Inicialmente achei que essa emboscada era no futuro, mostrando o sujeito tentando fugir de Gus e sofrendo um ataque, mas vimos que não foi nada disso.
Então, o que seria esse ataque? Pelo ‘previously’, imagino que tenha algo a ver com aquela pequena guerra causada entre Gus e outros traficantes. Só digo toda cena na série tem algum motivo e veremos mais disso nos próximos episódios, com certeza. No mais, aquela orelha pendurada deu uma agonia tremenda.
Por fim, Walt vai procurar Jesse, que não apareceu no laboratório, e descobre que o rapaz sumiu. Ele vai até a frente da câmera e questiona sobre o paradeiro do sócio.
Resposta que Walt não tem, mas nós sim. Jesse está em um carro com Mike, pegando a estrada. O destino? É algo que Jesse não se interessa em saber, diferente de nós, é claro. De qualquer forma, a resposta para isso ele e nós teremos no próximo episódio.
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