TeleSéries
Damages – I’m Worried About My Dog
28/08/2011, 22:17.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: I’m Worried About My Dog
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×07
Datas de Exibição nos EUA: 24/8/2011
Patty Hewes mostrando as garras como há tempos não vemos. Foi bom ver a Patty como protagonista numa temporada que tem se dedicado mais a Ellen. Eu sabia que de alguma maneira o processo contra a empresa farmacêutica de alguma iria cruzar os caminhos do processo contra a High Star. Resta saber quais serão as conseqüências que o acordo conseguido por Patty, e o fato de Boorman, na tentativa de salvar sua pele, trair Erickson trará para a trama. Caso isso se concretize, é claro, porque faltam 3 episódios e os roteiristas de Damages apreciam grandes viradas na trama mesmo que isso custe a felicidade de seus protagonistas.
Erickson viaja para o Afeganhistão na tentativa de convencer Chris a desistir de testemunhar contra a High Star. Chris deixa claro seu posicionamento e Erickson acaba perdendo o controle. Chris apenas ri enquanto é agredido deixando o ex-patrão ainda mais nervoso.
Eu continuo achando que Chris está vivo – posso estar erradíssima – o fato de descobrirmos que o menino que vemos desde o início dessa temporada ser o “refém” na casa do Borrman reforça mais isso. Uma das minhas teorias no nomento é que Chris matará alguém na tentativa de fuga e por isso terá que sumir. Talvez esse alguém seja o próprio Erickson. E como explicar o desespero de Ellen? O fato dela estar transtornada por encontrar alguém morto não necessariamente evidencia que seja o Chris.
Quanto a Michael acredito que o filho de Patty está muito bem protegido por alguém para continuar cogitando conseguir a guarda da filha. Ele não parece nem um pouco intimidado pela mãe como se tivesse alguma coisa contra ela.
Haven – The Tides That Bind
28/08/2011, 21:59.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: The Tides That Bind
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 07
Datas de Exibição nos EUA: 26/08/2011
Essa semana em não esperava nada de Haven. E qual não foi minha surpresa quando assisti mais um bom episódio, que manteve o nível do da semana passada, e ainda trabalhou as questões de Lucy e do homem tatuado predestinado a matar Duke? Presente total dos roteiristas. Até me animei um pouco mais com esse final de temporada.
Logo no início de The Tides That Bind, uma cena incomum. Um grupo de crianças canta uma cantiga relacionada ao mar, em um píer. Na sequência, enrolam uma corda atada a um tijolo em um dos garotos, e atiram ele na água. Um homem tatuado (com aquela tatuagem) aparece, chama as crianças, confere o menino no fundo da água e vai embora. Juro que esse início de episódio me apavorou um pouco. Pensei que teríamos que lidar com pequenos homicidas.
Na manhã seguinte, o tal homem é encontrado morto, junto com um bilhete de despedida. Sua esposa, ajudante do Reverendo “do mal” Driscol, informa que o marido estava desempregado, o que poderia ser a causa de um suicídio. O problema é que o filho dos dois estava sob a guarda do pai, e Nathan e Audrey precisam localizá-lo.
Os Glendowers, avós do menino, se recusam a entregar o neto. E, achando que o menino corre risco, Audrey motiva Nathan a invadirem a casa do casal (uma espécie de “escola em casa” para várias crianças), atrás de maiores pistas. Gostei da cena da invasão. O clima meio sombrio aumentou a expectativa pelo que viria a seguir. Audrey encontra, na sala da casa, uma foto de Lucy com o Chefe Wuornos, e ela e Nathan se indagam sobre o porquê o chefe nunca ter mencionado a ligação entre eles. Continuando as buscas, encontram Daniel submerso em uma banheira de água. Quando tentam tirar a criança da água, fica evidente que ele precisa dela para respirar. Audrey ainda percebe que o bilhete de despedida foi escrito por Gwen, que na verdade era a esposa do Reverendo Driscol, e havia forjado sua morte há muitos anos para casar-se novamente – com um homem “problemático”.
Quando as crianças desaparecem da casa dos Glendowers, Nathan é obrigado a pedir ajuda para o Reverendo Driscol. Mas ele só concorda em ajudar após ver sua ex-esposa. Assim, todos os meninos são devolvidos para os Glendowers, já que eles precisam ir para o mar, a fim de completar sua transição.
Tudo parecia ter acabado, mas Nathan descobre que Leith não se suicidou, mas foi morto pelo próprio pai. Em conversa com Glendower, Nathan percebe que este estava apenas tentando proteger sua família da fúria do Reverendo, por isso Wuornos deixa o velho ir com os demais familiares para o mar, com a condição que pague pelo crime quando retornar.
Enquanto isso, Duke tentava descobrir qual a origem da tatuagem no homem morto. Ele não conseguiu muitos dados novos, exceto que seu pai foi morto pela “maldição”, e que o negócio todo é muito maior do que ele pensava. Novidade mesmo nós que tivemos: o homem misterioso que dá as ordens para Evi é o Reverendo malvado. Nem imagino aonde essa história irá parar, mas creio que eles tentarão trazer Duke para o seu lado. É esperar pra ver.
No final do episódio, Nathan diz que precisa descobrir mais sobre o pai, e, consequentemente, sobre Lucy. E Audrey pontua que eles sabem que os dois ajudaram muitos problemáticos, e que devem seguir seus passos, mesmo desconhecendo os segredos dos dois.
Agora, resta saber se os próximos 5 episódios manterão o ritmos desses dois últimos. Se as coisas continuarem assim, ainda podemos ter esperança de obtermos alguma resposta ainda nessa 2ª temporada. Até por que nem sabemos se haverá uma 3ª, já que o Syfy não se manifestou, e os índices de audiência vêm caindo consideravelmente. Só nos resta torcer.
Warehouse 13 – Past Imperfect
28/08/2011, 13:28.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: Warehouse 13
Episódio: Past Imperfect
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×07
Data de exibição nos EUA: 22/08/2011
Ei ‘Warehousers’! O episódio desta semana foi um dos mais emocionais que já fizeram, focando-se novamente naquela história da morte de Sam, o ex-parceiro de Myka. Teve caça aos artefatos, obviamente, mas desta vez isso ficou em segundo plano. Até Myka, que é extremamente racional, ficou emocional neste episódio.
Tudo começa com a dupla principal recuperando artefatos como sempre, em uma estação de trem em Denver. As coisas estavam normais, ou seja, com alguém quase morrendo por causa de um artefato (neste caso, Pete), quando Myka vê Leo (o cara que matou seu ex-parceiro). Então eles decidem avisar a antiga equipe de Myka para, juntos, poderem pegar o bandido.
Enquanto isso, Claudia e Steve são atingidos por dardos sossega-leão enquanto recuperam um artefato. Acordam zonzos, sem o artefato e com um cachorro mega simpático do lado. Aliás, como o cãozinho foi a única testemunha ocular do ocorrido, nada mais normal (para os padrões do Depósito 13) do que levar o cãozinho até Artie para que o bicho falasse a placa do veículo que o ladrão usava.
Para fazer o cachorro falar, Artie usa um super chapéu que funciona como um tradutor de pensamentos do bicho para o humano e vice-versa. A tradução de fato funciona (mesmo tendo sido feita de um jeito um tanto doido), mas quando procuram pelo dono da placa do carro, descobrem que a motorista é a Sally (aquela tal agente do FBI). Descobrem até que nem agente do FBI a mulher é, e que na verdade ela não passa de uma ladrazinha de esquina. Ainda não se sabe direito o que faz o artefato que Claudia e Steve recuperaram, mas coisa boa não deve ser. Bem, nessa história toda, pelo menos Artie ganhou um cãozinho.
Voltando a Denver… Pete, Myka e a equipe do Serviço Secreto começam a perseguir o tal de Leo e armam um plano calculando perfeitamente o tempo para pegarem o cara mau e salvarem o mundo. Entretanto, o plano infalível acaba dando errado, e Myka não vê alternativa a não ser fuçar nas coisas de Sam que estavam na casa da ex-mulher dele (lembrando que a Myka teve um caso com o Sam), e acha um antigo cartão musical bobo que aparentemente não quer dizer nada.
A Myka-versão-emocional mal teve tempo de se lamentar pelo cartão e o Leo dá as caras de novo. Parecia uma perseguição normal, até que uma arma aparece de repente na mão do cara e então um agente o mata. Até aí tudo bem, agentes morrem e tal… Tudo seria normal demais se não fosse o fato Myka perceber que seu relógio estava atrasado, sinal de que alguém parou o tempo para colocar a arma na mão do cara… Ou seja: artefato no meio, mais precisamente uma peça de navio que pára o tempo por 47 segundos.
Agora Pete e Myka se acham na obrigação de se intrometerem MESMO no caso (já haviam se intrometido, mas enfim) e, ao ouvirem novamente o cartão musical que Sam daria à Myka, descobrem uma gravação dizendo que um dos dois outros caras da equipe de Sam havia o traído. Então a dupla volta para a sede do Serviço Secreto (sim, eles ficam mesmo para lá e para cá o tempo todo neste episódio) e quando os dois confrontam um dos agentes, o que traiu Sam entra na sala e pára o tempo de novo, bem na hora em que Pete quase levava um tiro. Porém, Myka consegue não ser atingida e salva o parceiro, empurrando o agente traíra na frente da bala que atingiria Pete.
Quase a história de “Myka + Parceiro Morto” se repete. Três temporadas depois, esse drama foi resolvido, pelo menos. Entretanto, o artefato que a “agente” Sally roubou de Steve e Claudia permanece desaparecido, e a função deste objeto ainda é um mistério. Será que no próximo capítulo veremos os efeitos desse roubo? Bem, eu realmente espero que sim, porque já está mais do que na hora de acontecer algo bem tenso relacionado aos vilões. Apesar de a história em relação aos vilões ainda estar meio enrolada, foi legal ver o lado emocional de Myka, que raramente é demonstrado.
P. S. [1]: Quem sabe Artie fica menos ranzinza agora que tem um cãozinho… Pelo menos ele se deu bem com o bichinho.
P. S. [2]: E aquele escaravelho cavador ataca novamente! Eu esperava que ele causasse mais estragos. Ainda estava na expectativa, admito.
P. S. [3]: E que coisa nojenta foi aquela baba excessiva da Claudia, praticamente inundando todo o Depósito? ECA!
Rookie Blue – Best Laid Plans
28/08/2011, 13:25.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Best Laid Plans
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×10
Datas de Exibição nos EUA: 25/08/2011
Em duas semanas veremos o episódio duplo que colocará final à boa 2ª temporada de Rookie Blue. Muito se falou da qualidade dessa temporada ser muito melhor que a da primeira. E episódios como Best Laid Plans só confirmam tal opinião.
No episódio dessa semana tivemos muito drama e muita ação. E, mais uma vez, os personagens envolvidos no caso da semana – um seqüestro que culminou em um acidente de trânsito – tocaram nos assuntos que incomodavam nossos novatos.
Andy está procurando um lugar para morar. E Traci é sua parceira nessa missão, o que lhe dá a oportunidade de fazer a pergunta que todos queremos ver respondida: quando ela e Swarek se tornarão um casal? Só que um agravante apareceu nesse rolo amoroso: Swarek foi convidado para trabalhar disfarçado mais uma vez, o que o afastaria da 15ª Divisão – e de MacNally. Por mais que Sam sinta-se tentado pelo convite, conversa sobre ele com Andy. Mas a “mulher-planejamento” não percebe que Swarek está pedindo por uma razão para ficar, e continua naquela eterna enrolação de ficar planejando e não agir jamais.
Enrolação que também se aproxima de Gail. Detestei a conduta dela nesse episódio. Ela está, claramente, com ciúmes de Dov. E Epstein, depois da declaração de amor, resolveu recuar para não magoar Chris, o que deixa a loira ofendida. E o que mulheres ofendidas fazem? Dão um jeito de vingar-se. No caso, Gail achou que o melhor seria colocar o namorado contra Dov, confessando que tinha recebido uma declaração do melhor amigo do namorado. Falhou epicamente.
Mas vamos ao caso da semana – que foi mostrado fora da sequência cronológica, o que tornou as coisas ainda mais interessantes.
Um roubo à mão armada leva os policiais da 15ª Divisão à uma espécie de casa de festas infantis. Além do criminoso ter fugido, dois menininhos desapareceram do local. Quando apenas uma das crianças é localizada, os policiais descobrem que o ladrão levou o outro garoto com ele. E no QG da 15ª divisão, a mãe do garoto seqüestrado informa que o seqüestrador é seu próprio pai.
Andy e Swarek perseguem o seqüestrador, que fugiu da barreira policial montada por Shaw, Epstein e Diaz – e atrapalhou a iminente troca de socos entre os (ex) amigos. Mas antes de localizarem o criminoso, MacNally e Sam encontram uma mulher presa a um carro acidentado. Após serem alvejados pelo seqüestrador, Sam e Andy conseguem socorrer a mulher. Mas um incêndio nas redondezas faz com que não existam viaturas e ambulâncias para atender à ocorrência. Assim, é Andy que, mais uma vez, precisa permanecer com a vítima, socorrê-la, e mantê-la calma.
E a permanência de Andy faz com que ela crie um vínculo emocional com a vítima – uma garçonete que, de tanto planejar, não consegue realizar seu maior sonho: torna-se uma cantora. E ficou evidente que Andy se identificou com a questão do excesso de planejamento. No final das contas, MacNally fez tudo certinho e conseguiu salvar a garçonete do carro que estava prestes a incendiar.
Enquanto isso, Swarek, Shaw, Epstein e Diaz conseguem localizar o seqüestrador e recuperar o garotinho. Mas não antes de Dov, mais uma vez, colocar sua vida em risco. Acho que já passou da hora dele crescer como policial, e parar de se colocar sempre em situações complicadas. Por isso adorei a frase de Diaz no final do episódio.
E o momento tão esperado pelos ‘shippers’ Sandy chegou: o do beijo. Mas, espera aí! Que beijos? O vídeo promocional nos enganou, e mais uma vez tivemos que nos contentar com a iminência do beijo. E, depois que soube que a vítima do acidente de carro tinha morrido vitimada por uma embolia, Andy se deu conta de que precisava beber a champagne de uma vez por todas, e liga para Sam, propondo que eles comecem a aproveitar as três semanas que restam antes que ele comece a trabalhar disfarçado naquele momento. Mas Swarek, sem esperanças, resolve começar a trabalhar disfarçado já naquela noite. Ou seja, o momento “vou jogar tudo para o alto” de Andy não foi aproveitado.
E antes do apagar das luzes, ainda tivemos tempo para o confronto Chris x Gail. Peck acabou vendo o namorado sair sem rumo, convicto de que ela nutre sentimentos por Dov. Apesar do choro dela, não sei onde essa história acabar. Mas minha pena de Diaz só aumenta.
Enfim, são muitas as tramas que serão desenvolvidas nesses três episódios restantes. E acho que veremos muita confusão já em Keep The Faith. No vídeo promocional do 11° episódio, dá pra perceber que Andy, Traci e Dov trabalharão disfarçados, e que irão encontrar um velho conhecido durante a missão. Enfim, mais uma vez, só nos resta aguardar.
Rizzoli & Isles – Bloodlines
25/08/2011, 23:48.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Bloodlines
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 07
Datas de Exibição nos EUA: 22/08/2011
Nessa semana, Rizzoli & Isles adentrou o mundo da magia e do misticismo. E o tema foi abordado da forma mais clichê possível: fogueiras, feitiços, gatos pretos, Sabrina e rituais.
Mas nem isso conseguiu tornar Bloodlines em um episódio ruim. Longe disso. Mais uma vez, vimos um episódio agradável, que soube misturar momentos mais tensos com outros mais divertidos. E o maior mérito do episódio foi tratar do tema “bruxaria” de uma forma bastante delicada, respeitando todas as opiniões acerca dele.
O caso da semana envolveu o cruel assassinato de uma bruxa, à moda antiga: na fogueira. Korsak, Rizzoli e Frost iniciam nas investigações, guiados pelas descobertas da sempre divertida Isles (ela realmente tem uma explicação científica para tudo). E logo chegam aos suspeitos: os demais membros do covil de Helen, a vítima; um empresário que pretendia comprar suas terras e um reverendo, cuja filha foi introduzida no mundo da bruxaria por Helen.
Checados os suspeitos – e seus álibis, os investigadores resolvem comparecer em uma sessão ritualística, na qual os demais membros do covil de Helen tentarão contato com ela através de um tabuleiro Ouija. A cena ficou mais pro lado do bizarro do que do assustador. Mas foi engraçado ver que até os mais incrédulos – como Jane -, ficaram com um certo medo quando as velas apagaram e o bruxo falou com uma voz estranha.
No final das contas, a culpada pelas mortes (de Hellen e do outro bruxo) foi Sabrina, a filha do reverendo, que, esquizofrênica, acreditava precisar acabar com o mal na Terra – mal esse personificado pelos bruxos. Um final controverso, mas que foi tratado com delicadeza.
E enquanto rolava toda a investigação, a família Rizzoli experienciava seu próprio drama. E graças ao drama deles nós tivemos nossa cota de risadas. Seria Frankie pai da encantadora Lilly? Desde o início do episódio ficou evidente que Theresa era apenas mais uma golpista. E, aparentemente, Frankie estava caindo em sua conversa mais uma vez. E por isso Jane e Angela, com a ajuda de Maura, providenciaram testes de DNA para confirmar a paternidade. O que elas não sabiam é que Frankie já tinha providenciado o teste ele mesmo. No final, o óbvio: ele não era o pai de Lilly. Foi triste, mas serviu para mostrar como Frankie será um ótimo pai – e confirmou a tese que irmãos sempre estarão juntos nos momentos de precisão, embora briguem o tempo todo.
Por tudo isso, Bloodlines foi bom. Aliás, como todo episódio de Rizolli & Isles: um dos seriados que tornam a ‘MidSeason’ mais feliz.
P.S. solitário: como sempre, o seriado foi recheado de bons momentos. Na sessão dos fofos, podemos contabilizar Korsak e seu amor pelos animais (um gatinho preto causador de arranhões foi o fofo da vez). Na sessão de momentos hilários, não posso deixar de citar Jane, Maura, Angela e as panquecas de coelhinho, e a “campana” de Rizzoli e Isles, misturada com propaganda. Ri demais.
Breaking Bad – Cornered
25/08/2011, 23:32.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: Breaking Bad
Episódio: Cornered
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 04 x 06
Datas de Exibição nos EUA: 21/08/2011
“Quem vigia os Vigilantes?”. Esse é um dos lemas de Watchmen, famosa graphic novel da DC Comics, e que poderia muito bem ser adaptado para Breaking Bad. A frase ficaria: “quem protege a família do homem que protege a família?”
Essa é a conclusão que Skyler White chega, já no fim do episódio, sobre o seu papel em toda essa história. Walt resolve comemorar com uma bebida cara e ela reclama que isso vai contra a história que eles inventaram, agora o químico presenteia o filho com um baita carro e cabe à Skyler pedir que seja devolvido, já que isso também era um risco para a história. Claro que Walt Jr. irá ficar bravo com a mãe, mas esse é o preço que ela precisa pagar, ser a “chata” para que a família seja protegida das boas intenções de Walt.

Fora esse diálogo muito bom do casal no final do episódio, na parte inicial tivemos outro entre eles, onde ela mais uma vez demonstra que é muito inteligente. Todos lembram como a menção do marido a um telefone foi o suficiente para ela ir atrás e descobrir toda a teia de mentiras que ele tinha criado.
Dessa vez, foi a conversa no jantar na casa de Marie e Hank, ocorrida no episódio anterior, que faz Skyler juntar os pontos, deduzindo que a morte de Gale está ligada ao trabalho paralelo de Walt e ela, inclusive, percebe que a ligação desesperada dele não foi uma declaração ou pedido de desculpas, mas uma despedida. Skyler aborda até algo que eu nem tinha pensado, o fato de Walt instigar Hank a ir atrás do “gênio da metanfetamina azul” ser um pedido de ajuda, uma tentativa de ser pego. Pensei, e até comentei isso no meu review, que parecia uma questão de ego, mas essa hipótese da Skyler é ótima e faz sentido. Freud explica.
Claro que Walt não concorda e ainda banca o perigoso, dizendo que não teme ninguém bater em sua porta, porque ele é o sujeito que bate à porta. Já vimos esse lado negro dele muitas vezes na série, mas acho que é a primeira vez que Skyler fica tão de frente com esse aspecto do marido, tanto que ela dá um tempo fora de casa. Isso, admito, foi algo que não entendi muito bem. Ela pega a estrada com a filhinha, chega no lugar onde os Estados de Utah, Colorado, Arizona e Novo México fazem fronteira, joga uma moeda que cai duas vezes no Colorado e puxa o objeto com o pé para a parte do Novo México.
Sério, não entendi muito bem isso. Ela tentou a sorte decidir para onde ela ia, mas decidiu permanecer onde está mesmo? Deixo aqui o questionamento para os outros fãs da série.
Bem, e quanto a parceria Mike e Jesse? Essa é a pergunta que Walt também faz ao parceiro, que apenas repete o que já disse anteriormente: é apenas um trabalho. Porém, o químico levanta a hipótese que abordei levemente no review anterior, acreditando que Gus está querendo voltá-los um contra o outro. Isso é algo para refletirmos, pois a relação de Walt e Jesse é uma das mais interessantes e complexas no mundo das séries, já que os dois mais brigam um com o outro do que fazem outra coisa, mas já se arriscaram também um pelo outro. Bem curioso, os dois são mais próximos do que até eles mesmos tenham notado, o que pode dar um significado maior a frase de Gus: “gosto de pensar que vejo coisas nas pessoas”.
De qualquer forma, esse trabalho novo de Jesse o fez largar Walt sozinho na limpeza do laboratório, o que o fez contratar três mulheres da lavanderia que serve de fachada para o laboratório. Walt brinda para a câmera, triunfante, enquanto as mulheres fazem o serviço.

Claro que isso não passaria impune e Tyrus chega ao local, levando as mulheres de volta para Honduras (ou coisa pior). Sério que Walt achou que deixaria pessoas desconhecidas no laboratório ultra-secreto de Gus e ficaria por isso mesmo? Até parece, né?!
Falando em Gus, um dos trabalhos de Jesse e Mike era recuperar metanfetamina azul de alguns viciados que estavam comercializando. Nesse momento, achei que a casa ia cair para o rapaz, pois se lembrarmos, ele estava desviando um pouco do produto e acreditei que agora isso seria descoberto.
Só que isso não ocorreu, era parte da guerra que está acontecendo entre Gus e algum grupo rival (ou até grupos). Lembram que Mike foi emboscado há dois episódios atrás? Dessa vez mais dois empregados de Gus foram emboscados, de forma semelhante (inclusive, também abrindo o episódio), mas não tiveram tanta sorte. Gus quer que essa guerra continue fria e pede para marcar um encontro, mas com certeza que isso vai esquentar em algum momento. Talvez na ‘season finale’?

Enquanto isso, a parceria entre Mike e Jesse continua e eu me pergunto: Mike é mais assustador no modo silencioso ou no simpático?
No mais, Walt mostrou para seu antigo chefe do lava-rápido que pode ser durão, não perdoando nem o primeiro dólar que o sujeito ganhou, transformando-o em uma refrescante latinha de refrigerante, quase um brinde solitário de vitória. Confesso que curti muito essa cena, mas acho que todo mundo que tem chefe já pensou em fazer algo do tipo, não é verdade?
Leverage – The Cross My Heart Job
25/08/2011, 09:34.
Tati Leite
Reviews
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Série: Leverage
Episódio: The Cross My Heart Job
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×09
Datas de Exibição nos EUA: 21/8/2011
Eu estou com um problema sério com a série. Simplesmente não me importa com o que acontece com o Nate e o que ele pensa da vida, do mundo, etc. Isso é problemático para me concentrar em episódios que são feitos para o personagem.
Por outro lado tudo que envolve Parker e/ou Hardison chama a minha atenção a ponto de distrair do resto da trama porque estou ocupada fazendo “awww” ou rindo muito das falas destinadas aos personagem.
Dessa vez o caso da semana aconteceu por acaso. A equipe está chegando ao aeroporto após resolver outro caso – que não sabemos qual é – quando uma mulher chama a atenção de Nate. Descobrimos então que era uma enfermeira que teve a filha seqüestrada e precisa que extraviar um coração que “pertence” a menino de 15 anos.
Para dar um “que’ a mais na história o responsável pelo seqüestro é o CEO de uma importante empresa a quem Nate tem investigado há algum tempo. Fiquei com a desconfiança que provavelmente o homem seja responsável de alguma maneira pela morte do filho dele (Nate). O fato é que o cara está na fila de espera para um transplante mas sabe que a chance de conseguir um coração é mínima devido a sua idade.
A parte mais divertida do episódio como sempre ficou toda nas mãos de Hardison. Ele precisava chegar a torre de comando do aeroporto para ter acesso ao computador e impedir que o avião que levaria o coração decolasse. Isso tudo acontece porque a missão da qual eles chegavam deu tanta coisa errada que Hardison ficou sem o seu computador.
Parker e Eliot ficam encarregados de conseguir uma identidade falsa para Hardison acontece que Eliot pega o crachá de uma mulher. Hardison precisa improvisar quando crachá não funciona como deveria. Foi hilário ele fingindo que tinha passado por uma cirurgia de mudança de sexo e acusando os seguranças de preconceito conseguindo assim acesso a torre.
É sempre interessante ver o time precisando ter sucesso sem ter acesso a tecnologia. Dependendo de talento e improvisação. Isso é complicado principalmente para Hardison e o curioso é que cada vez ele tem se saído melhor. Para mim foi muito inteligente por parte dos roteiristas fazer com que os personagens troquem de posição de vez em quando. Deixa a trama bem menos cansativa.
The Big C – A Little Death
25/08/2011, 00:41.
Tati Leite
Reviews
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Série: The Big C
Episódio: A Little Death
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×09
Datas de Exibição nos EUA: 22/8/2011
Espero que a Cynthia Nixon não fique muito tempo sem aparecer. Rebecca é uma personagem maravilhosa. A falta de noção e egoísmo dela sempre resulta em cenas excelentes. Mérito também para a atuação de Nixon. Aliás, The Big C deve boa parte da sua qualidade a seus atores. O elenco é sensacional e mesmo quem aparece pouco dá conta do recado sem estragar o momento.
A decisão de Rebecca em fazer um velório para filha – que sequer nasceu – e Sean ter publicado um obituário no jornal faz com que as pessoas acreditem que Cathy morreu. Paul recebe flores e várias outras coisas por conta da “viuvez”. Cathy acaba se divertindo por perceber o quanto é querida fazendo com que o “velório” da pequena Cathy pareça mais uma festa, para total irritação de Rebecca.
Destaque para quando Tina aparece no velório “doida” para consolar Paul, deixando Cathy uma fera ao reencontrar a ex-amante (se é que podemos chamar de amante) do marido. Muito bom ela dizendo que deseja que o Paul seja feliz caso ela morra primeiro e que espera que ele encontre uma mulher maravilhosa deixando Tina toda feliz, para dizer em seguida que essa mulher não seria a Tina.
Adam sai para encontrar uma amiga virtual que conheceu num ‘chat’ para filhos de pais com câncer. Tem uma grande surpresa ao perceber que a amiga que ele julgava adolescente é bem mais velha que ele. E assim temos a introdução de Parker Posey na série. Posey é uma ótima atriz e tenho certeza que irá divertir muito na sua participação. Desconfio que na verdade ela é quem está doente, mas temos que aguardar.
Andrea confidencia a Cathy que está pensando em perder a virgindade com Myk o que realmente acaba acontecendo no final do episódio da maneira mais inusitada possível. Falando no Myk ele continua roubando da loja. E Paul está começando a não achar isso uma boa ideia mas mesmo assim aceita a sua parte na grana.
Sean parou de tomar a medicação e está tendo muitas dificuldades em lidar com a perda do bebê. No meio do velório ele arria as calças e mostra uma tatuagem na bunda escrito ‘Cathy’ bem grande para mostrar que a filha não morreu e estará com eles para sempre. No finalzinho do episódio o vemos no hospital segurando um bebê e compartilhamos toda a sua tristeza. Os olhos cheios d’água de John Benjamin Hickey passaram toda a emoção e a delicadeza da cena. Foi difícil segurar as lágrimas.
Teen Wolf – Code Braker
23/08/2011, 22:10.
Henry Akashi
Reviews
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Série: Teen Wolf
Episódio: Code Braker
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1 x 12 (Season Finale)
Datas de Exibição nos EUA: 15/08/2011
Em Co-Captain tivemos um clima excelente que caminhava para um final de temporada’ mais que agradável, mas em Formality o ritmo deu um diminuída focando mais no puro entretenimento do que no desenvolvimento da trama principal. Estava em dúvida se essa baixa adrenalina se dava para ganhar fôlego no último episódio ou se a trama realmente estava se perdendo ao tentar encontrar os ‘cliffhangers’ necessários para um final satisfatório. Para a nossa surpresa, Teen Wolf ganhou o fôlego todo de volta e mais um extra para nos entregar um roteiro amarradinho e com pouco suspense; mas suficientes para me agradecer por esta ótima primeira temporada.
Não há razão para me estender tanto na análise desta season finale; com exceção da trilha sonora, todos os demais elementos estavam lá; bem apresentados e em sincronia.
O episódio começou em um frenesi típico de qualquer season finale, e os roteiristas não deixaram a peteca cair em nenhum momento.
O que a princípio me chamou muito a atenção foi a presença da mãe de Allison; uma presença imponente e marcante que poderia ter sido explorada ao longo dessa primeira temporada a fim de torná-la ainda mais sombria. A mulher é uma controladora; bem pior que o Sr. Argent. Estranhamente, até o momento não sabemos os nomes do Sr. e Sra. Argent o que me faz indagar o que os roteiristas podem possivelmente trabalhar na próxima temporada referente a esse mistério. É necessário que tanto mistério em torno dos nomes renda algo em um futuro. Clique aqui para continuar a leitura »
Damages – Add That Little Hopper to Your Stew
21/08/2011, 19:04.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: Add That Little Hopper to Your Stew
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×06
Datas de Exibição nos EUA: 17/8/2011
Episódio morno. Arrisco dizer o mais morno até aqui. Definitivamente essa é uma temporada centrada na Ellen e talvez isso torne tudo um pouco menos interessante. Afinal, o forte de Damages sempre foi Hewes. No entanto, é preciso admitir que Rose Byrnes melhorou muito na atuação e está fazendo muito bem o seu papel.
A trama que envolve Hewes tem ficado mais focada na sua vida pessoal. Aparentemente a neta não tem nada grave. Digo aparentemente porque a reação de Patty foi tão estranha que eu não me assustaria se ela tivesse mentido por algum motivo que só ela entenderia.
Talvez tenha sido a surpresa de repente ter se deixado levar por uma fé que ela não tinha e ver a menina “curada”. O fato é que agora ela tem outro problema. Michael está de volta e após a recusa da mãe em deixá-lo ver a filha resolve entrar com o pedido da guarda da menina.
Erickson mais uma vez mostra o seu lado mais cruel. Quando o amigo resolve que não vai vender as terras que ele precisa para construção de um novo “campo de treinamento” ele ameaça mandar o neto do cara para a guerra, usando de chantagem para conseguir o que quer.
Ellen, cada vez mais esperta, percebe que está sendo monitorada e avisa a Patty de sua desconfiança. Além disso, com a ajuda de um dos guardas da prisão, finalmente identificam Boorman como o agente da CIA que as investiga, apesar de ainda não terem uma identificação completa porque sequer sabem o nome dele.
Cada vez mais eu acredito que o homem que Ellen encontra morto não é o Chris. E que ele de alguma forma conseguirá se livrar do cativeiro. Outro ponto que começa a chamar minha atenção é o namorado de Ellen. Algo me diz que Sean sabe mais do que aparenta e que não está ali apenas para “enfeitar” a tela.
Haven – Audrey Parker’s Day Off
21/08/2011, 13:50.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: Audrey Parker’s Day Off
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 06
Datas de Exibição nos EUA: 19/08/2011
Escrever as reviews de Haven nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque os episódios dividem opiniões, e até mesmo eu tenho certa dificuldade em colocar prós e contras na balança e chegar a uma conclusão. E, com Audrey Parker’s Day Off mais uma vez foi assim.
A trama do episódio foi interessante. Se a análise fosse baseada apenas no “caso problemático” da semana, diria que esse foi um dos melhores episódios dessa temporada. Mas temos que analisar também pelo lado do desenvolvimento da trama de Haven. E aí a situação complicaria, por que o desenvolvimento da trama foi … nenhum. Mais uma vez, os roteiristas esqueceram completamente todas as questões que ainda precisam ser respondidas. E, com isso, chegamos na metade dessa segunda temporada – sem saber se haverá uma terceira, já que os índices de audiência não estão tão bons – com mais perguntas do que respostas, e completamente sem expectativas de termos essas questões respondidas.
Mas vamos falar do episódio. Audrey estava de folga. Acordou nos braços do biólogo marinho mais amado de Haven e iria aproveitar seu dia em um romântico piquenique. Cumpriu seu papel de boa cidadã palestrando no “Dia da profissão”. E depois precisou cumprir seu papel de boa policial, para auxiliar Nathan em um acidente. Chegando ao local do acidente, Audrey é impedida de ver a situação da vítima, uma criança. Ela consegue ver apenas um tênis verde. E … “bam”!
Audrey acorda novamente no seu dia de folga. No início, ela não consegue entender perfeitamente o que está ocorrendo, chega a acreditar em ‘Déjà vu’. Mas na medida em que os minutos passam, e os acontecimentos se repetem, ela percebe que está vivendo novamente o “dia anterior”. Após contar para Nathan sobre o problema, Audrey tenta evitar o atropelamento da criança. Mas o acidente se repete, e dessa vez a vítima foi Duke. Sofrimento. E … “bam”!
Novamente, Audrey acorda no seu dia de folga. Ela acelera sua rotina, tentando antecipar as coisas para achar o culpado pelo acidente – e por estar presa no mesmo dia. Arma para que Duck e Chris fiquem longe do centro da cidade e corre compartilhar com Nathan sua tese. Juntos, eles tentam impedir o acidente. Mas não dá certo, e a vítima da vez é Wuornos (que descreve o carro antes de morrer). Audrey ainda tenta salvar o parceiro, e chora sobre seu corpo. E … “bam”!
Mais uma vez, a rotina de repete. Mais uma vez, Audrey tenta deixar Duck e Chris fora do caminho. E, dessa vez, assegura-se que Nathan fique seguro, também. Ela deixa as ruas vazias. Mas, mesmo assim, o carro desgovernado aproxima-se, e vem na direção de Audrey. Só que Chris veio ao centro, e acaba livrando Audrey do atropelamento, o que causa sua morte. Mais sofrimento. E … “bam”!
Audrey acorda de folga mais uma vez. E cada “dia” mais atormentada, já que vê os amigos morrendo, um por um. Mas, dessa vez, ela sabe quem causa os acidentes: um habitante com Transtorno Obssessivo Compulsivo. O fato dele achar que precisa cumprir uma rotina para não causar maus acontecimentos, de alguma forma, faz com que essas coisas aconteçam.
Audrey consegue desvendar o mistério por trás do problema, que estava relacionado com o fato do problemático tentar proteger sua filha (a criança do tênis verde). Parker deixa a menina em segurança, e pretende que ninguém seja vitimado dessa vez. Mas, o pai, desesperado pela possibilidade de colocar pessoas em risco, acaba resolvendo colocar fim na situação, através da própria morte. E … dessa vez nada de “bam”! Finalmente, Audrey consegue colocar um final em seu dia de folga, embora não da forma como desejava.
E, aproveitando que o dia se encerrou, Audrey aproveita para encerrar, também, o breve relacionamento com Chris, recomendando que ele siga para Londres para cumprir sua agenda de trabalho. Deu para notar que ela ficou bastante mexida com a possibilidade da morte de Nathan, e com o apoio que o parceiro lhe ofereceu – e pela última frase dele, também: “você é a única coisa que consigo sentir”. Resta saber se isso será suficiente para que ela admita algum tipo de sentimento por ele.
Enfim, um episódio agradável de Haven. Mas que nos deixa muito irritados pela falta de respostas quanto aos principais mistérios do seriado. Agora, é esperar para saber se nos seis episódios restantes teremos alguma resposta, ou se teremos que nos contentar com episódios meramente agradáveis.
P.S.: quem diria que um dia de folga poderia ser tão torturante assim?
Rookie Blue – Brotherhood
21/08/2011, 13:47.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: Brotherhood
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 09
Datas de Exibição nos EUA: 18/08/2011
O episódio era sobre fraternidade. E vimos muito – e ao mesmo tempo pouco – disso. Brotherhood seguiu na linha dos episódios anteriores, apresentou uma boa trama, e até deu mais destaque para os personagens ‘secundários’. E isso me fez feliz, embora eu não tenha me empolgado em excesso com esse episódio.
Em Brotherhood os oficiais da 15ª Divisão precisam desenvolver seu lado “cavaleiro” ou “amazona”, para poder participar da patrulha montada. Dov é o único que se destaca, mas acaba com problemas musculares, o que o impede de continuar o tratamento – e faz com que ele precise tomar pílulas o dia todo, para minimizar o problema.
Andy e Chris, que não foram bem na primeira rodada de treinamentos, continuam treinando, enquanto o restande da 15ª sai para “servir e proteger”.
Gail e Dov, parceiros do dia, são chamados para ocorrência envolvendo um ameaça de bomba em um pequeno restaurante. E o fato de Sue, a namorada de Dov, estar presente no local, desperta uma série de piadinhas – carregadas de significados – entre Peck e Epstein.
Traci e os colegas implicantes acabam chegando em Mary, uma chinesa, como a autora da denúncia. Levada para a delegacia, os oficiais, devidamente auxiliados por Swarek, logo descobrem que ela teria alguma ligação com a máfia.
E é nesse ponto que entra a habilidade da Traci, que consegue estabelecer um diálogo com a detida, e descobre que ela está grávida e fez a denúncia como forma de proteger seu noivo, Kenneth, primo de Tommy Chan, o chefe da máfia chinesa naquela região.
Depois de muito investigar, Swarek e Shaw descobrem que Kenneth vai tentar matar a noiva, mas a situação é controlada por Traci, e Brotherhood acaba sem nenhuma vítima fatal.
E, enquanto a investigação se desenrolava, Best travava uma batalha para conversar com Noelle. Depois de muito cercar a companheira de trabalho, o sargento conseguiu arrancar algumas palavras de Williams. E descobre que ela pensa que o relacionamento deles não evoluirá, já que ela quer muito um filho. Mas Best responde à Noelle com um beijo (finalmente). Agora vamos esperar para ver como esse relacionamento vai evoluir.
Outros que enfrentaram suas próprias batalhas foram MacNally e Diaz. Andy continua mal humorada e de má vontade com o mundo. Mas uma conversa com o treinador faz ela enxergar as coisas de maneira diferente, o que acaba lhe auxiliando bastante (e ainda ganhou um convite para sair). Mais complicada é a situação de Chris, que reencontrou um velho amigo, Samuels, que está metido em problemas. Por fraternidade, e embora saiba que essa não é a decisão correta, ele acaba aceitando mentir para não prejudicar o amigo que está sob investigação. Pena que nas amizades de Chris não existe reciprocidade: seus amigos nem sempre são leais com ele.
Sim, eu estou falando de Epstein. Ele aproveitou que estava completamente “fora do ar” por causa da medicação e fez uma declaração (super fofa, mas totalmente condenável) de amor para Gail. Sim, para a namorada do melhor amigo.
Chris viu os dois dentro do carro, no final do episódio, e notou algo estranho. Agora, resta saber se isso bastará para colocar fim no namoro – e na amizade.
Na semana que vem vai ao ar Best Laid Plans, que promete muita ação – e tensão de sobra, em todos os sentidos. Só nos resta aguardar.
P.S.1: fiquei feliz com o maior destaque dado à Traci nesse episódio. Mas o fato dela sempre estar vinculada com casos que tratem do seu lado “mãezona” me entristece um pouco. Afinal de contas, parece que ela só é necessária por ser mãe, e não por ser uma boa policial.
P.S.2: preciso dizer que amei não ver muito do Luke nesse episódio? Os draminhas dele estavam cansando um pouco. E a detetive Rossati, foi embora de vez?
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