Rizzoli & Isles – Gone Daddy Gone

Data/Hora 07/09/2011, 17:07. Autor
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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Gone Daddy Gone
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 09
Datas de Exibição nos EUA: 5/09/2011

Nessa semana menos ação, e mais dramas psicológicos. E, mais uma vez, Maura esteve no centro do “furacão emocional”. Parece que a Dra. Isles está passando por uma fase emocionalmente complicada. Primeiro, a visita da mãe, que foi um pouco conturbada. Depois, o retorno de Ian, e sua partida. Agora, o retorno do pai criminoso. É muita coisa para pouco tempo. Mas acho que Maura está se saindo bem.

Em Gone Daddy Gone o caso da semana envolveu o assassinato de uma jovem trabalhadora do porto de Boston. E Patti Doyle, o pai biológico de Maura, estava na lista de suspeitos pelo assassinato, o que motivou a introdução de um outro médico legista no caso, por iniciativa da própria Isles.

Enquanto Jane corria, junto com Frost e Korzak, atrás do assassino da jovem; Maura precisava lidar com os problemas do legista assistente. E se distraia jogando xadrez com Tommy Rizzoli (ainda que contra a vontade de Jane). Em um desses momentos de distração, Maura recebe a amigável visita do pai – e de seu capanga armado. Como ele foi baleado, Isles presta o socorro necessário. E enquanto Patti convalesce no sofá, ainda há tempo para uma conversa emocional sobre a mãe biológica de Isles (que não foi revelada), bem como para um momento “só mato bandidos” por parte de Doyle.

Para quebrar a tensão que envolvia o caso, foram ótimas as cenas de Korzak e Jane, e da tentativa desta de trabalhar sua sensibilidade. A forma como ela reverteu a situação com o trabalhador do porto que havia lhe assediado foi ótima. E as cenas com o oficial que entregava as evidências na delegacia também foram engraçadas.

Também foi ótima a forma como Maura auxiliou o problemático legista assistente. Ela teve muita paciência com a forma dele trabalhar, soube ser dura nos momentos necessários, e no final das contas, apesar de ser dela a descoberta dos resquícios de pele na boca da vítima, deixou o crédito – e a lição – para o colega.

Com base nas informações do trabalhador detido, os detetives descobrem que a morte da vítima tem relação com uma antiga briga envolvendo o pai dela com um outro trabalhador do porto – com uma extensa ficha criminal.

Mas quando conseguem localizar tal trabalhador, o mesmo está morto. Maura confirma que ele foi o assassino da vítima. Mas as investigações ainda não estavam encerradas, e com base em um vídeo, os detetives descobrem que um dos empreendedores foi responsável pelo “acidente” que vitimou o pai da garota morta, e que pagou uma boa quantidade de dinheiro para o seu oponente. Com base nessas informações, os policiais partem atrás do homem. E o encontram machucado, após um embate contra Patti Doyle. Caso solucionado, criminosos presos. Ou melhor, criminoso preso, já que Doyle fugiu (e enviou uma grande soma de dinheiro para a irmã e o pai doente da vítima).

No final do episódio, ainda tivemos tempo para uma constatação: Doyle (um mafioso com ética), ama a filha. Mas isso não significa que ela precise amar ele em retorno, como bem pontuou a maior interessada na questão. Embora eu ache que Isles ficou um pouco mexida com a história toda.

Agora, resta mais um episódio antes de Rizzoli & Isles entrar em hiato, até final de novembro. Será que o episódio será de tirar o fôlego, e nos deixará ansiosos pelo retorno da série? Pela ‘promo’ de Remember Me, sim! To torcendo pro dia 12/09 chegar logo!

P.S.1: sim, sou fã da Angela, como vocês já devem ter percebido. Por isso senti falta dela nesse episódio. Mas a “participaçãozinha” no final valeu. Que outra pessoa pensaria que a diária (barata, por sinal) do hotel daria direito dela levar secador, roupão e suprimentos do frigobar pra casa?

P.S.2: gostei dessa insinuação de relacionamento entre Tommy e Isles. Eu sei, ele tem um passado condenável. Mas, aparentemente, Maura desperta o lado “bom” do Rizzoli. Sem contar que renderia cenas divertidíssimas entre eles e Jane. É esperar pra ver.

P.S.3: vou repetir um elogio já feito antes, à produção da série. As participações especiais são sempre muito boas. Ed Begley Jr. esteve ótimo como o legista assistente, e a atuação de John Doman como Patti Doyle também me cativou. Sem contar na minha torcida para Colin Egglesfield passar para o elenco regular de Rizzoli & Isles.

True Blood – Burning Down the House e Soul of Fire

Data/Hora 07/09/2011, 16:39. Autor
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Série: True Blood
Episódios: Burning Down the House e Soul of Fire
Temporada:
Número do Episódio: 4×10 e 4×11
Datas de Exibição nos EUA: 28/08/2011 e 04/09/2011

Todo seriador percebe quando chegou o seu momento de pendurar as chuteiras com algum seriado, e parece que meu momento chegou com True Blood. Aguentei a duras penas esta quarta temporada, mas a verdade é que estou em um ponto onde cada episódio só me causa raiva e não mais qualquer tipo de prazer. Se já é difícil para mim como fã, não quero nem imaginar como deve ser difícil para os que lêem minhas resenhas, que a cada episódio estão mais amargas e mais difíceis de serem escritas.

Ultimamente não sei mais distinguir se o episódio está horrível ou se eu tenho esta sensação por estar tão irritada com o rumo que resolveram dar para a maioria dos personagens. E antes que me digam que é porque eu li os livros e fico comparando (algumas vezes é inevitável, admito, mas não é este o caso), a minha irritação não é por terem se desviado do desenrolar da trama dos livros. Eu já aceitei isso e estava de coração aberto esperando o desenvolvimento das novas aventuras. O problema é quando não conseguem ser coerentes (ou pelo menos interessantes) com as coisas que se propõe a fazer.

Sobre Burning Down the House eu quase nem consegui escrever. Terminei o episódio tão furiosa que tudo o que tive capacidade de fazer foi rabiscar algumas considerações irritadiças que não poderiam sequer ser chamadas de resenha. Mas depois de analisar mais friamente (e trocar algumas opiniões aqui e ali), sinto-me mais condescendente e por conseqüência mais disposta a enxergar os pontos positivos.

Gosto desta Sookie mais atuante. Tudo bem que a rajada de luz já ficou batida, mas é bom vê-la tomando o destino da própria vida nas mãos. Os roteiristas deram uma escorregada feia durante o seu período idílico com Eric (personagem que, em minha opinião, perderam a mão durante a temporada), mas desde que Sookie desgrudou um pouco do vampiro louro ela pode demonstrar um pouco mais da personalidade fortalecida que deu às caras no início da temporada.

Não me entendam errado, eu sou fã de Sookie e Eric, quero os dois juntos e não a suporto com Bill, mas eu gosto dela com o Eric de verdade, e não este Eric apaixonado e disposto a dar a própria vida sem pensar duas vezes. Juro que eu quis matá-lo eu mesma quando o vi gritando com Pam por ela ter ousado salvar a vida dele e colocado a de Sookie em risco.

Eric poderoso e blasé e mesmo assim interessado em Sookie: muito legal. Eric bobo apaixonado: nem tanto. Ainda bem que ele tem Pam ao seu lado para cobrir as bases enquanto ele está pateteando por aí. Ou alguém vai me dizer que não ficou encantado com a alegria da vampira ao ver que o seu criador recuperou a memória? Eu, do lado de cá da tela, exultava com a felicidade dela.

A história das bruxas ainda não decidi se foi conduzida bem ou mal. Eu não gostei do rumo das coisas, mas se isso foi coisa minha (porque eu achava chatas as cenas, em especial as de Jesus e de Lafayette, apesar de Nelsan Ellis ser brilhante) ou se foi mal feito mesmo, não tenho como ter certeza. O que eu sei é que Fiona Shaw esteve sublime, fazendo-me odiar a personagem a cada aparição (com exceção do momento em que ela volta e fala com o Jesus, pois parecia uma menina animada e cheia de vida). É interessante observar que de vítima de agressão, Marnie se tornou a agressora.

Violência só gera violência, nunca é a solução para um conflito. E o agressor geralmente acaba ampliando o objeto do seu ódio e agressão (vide os humanos que Marnie aprisionou ou mesmo causou a morte), sempre se julgando no direito. É um círculo vicioso e não é possível torcer por nenhum dos lados nesta história (vampiros e bruxos), já que ambos estão errados em sua forma de ação e reação.

O que eu gostei foi de Antonia se mostrar uma pessoa (bem, um espírito) com compaixão. Ela tinha raiva sim dos vampiros, a ponto de vagar por séculos em busca de vingança, mas quando percebeu o mal que estava trazendo aos humanos com o seu comportamento doentio, ela voltou atrás e estava disposta a parar com a sua vingança pessoal. Eu não esperava isso de Antonia e achei legal essa troca de posições entre a bruxa espanhola e Marnie.

Uma coisa que percebi (mas sou meio lenta, só fui me atentar para isso no último episódio) é que pouquíssimo tempo passou desde que Sookie voltou de Fairyland. Foi o tempo de Eric confrontar os bruxos, ser enfeitiçado, Tara vir para Bom Temps e se unir à Marnie e tudo acontecer. Não deve ter passado nem uma semana nessa confusão toda. Muita coisa aconteceu para pouco tempo. E aqui estou falando de sentimentos, que fique bem claro.

Em um espaço muito curto Jessica se desencantou com Hoyt e apaixonou-se perdidamente por Jason (e nada tira da minha cabeça que foi sim culpa do sangue, pois Jason teve um ano e meio – de relacionamento do melhor amigo com ela – para se apaixonar pela vampira e só agora o desejo foi tamanho que não conseguiu resistir. O que não dá para entender é a paixão súbita de Jessica por ele, mas deixo o caso para mais um dos absurdos da série). E pior, Eric apaixonou-se por Sookie. A garota cair de amores pelo vampirão (desmemoriado ou não) da noite para o dia já é estranho, mas ele ficar tão impressionado destrói qualquer boa vontade que eu possa ter com essa coisa toda.

Mas se existe algo a que eu preciso chamar a atenção de vocês é a condução das tramas paralelas. Tenho visto muita reclamação do povo que True Blood tem uma profusão de personagens e isso confunde e estraga a série. Eu discordo. Os livros têm o mesmo número de personagens, e até mais, e nem por isso são confusos ou tem gente sobrando. A verdade é que na vida nós vemos e convivemos com várias pessoas, então há necessidade desse bando de gente aparecendo se quiserem manter o mínimo de verossimilhança. O problema não está no número de personagens, mas sim nas histórias capengas que insistem em criar para os coitados.

Tomemos Sam como exemplo. Ele sempre foi um sujeito adorável, amigo fiel, confiável etc e tal. Mas aí o que fazem? Decidem que ele precisa de uma história própria, que não pode só orbitar Sookie e ficar tranqüilo lá no Merlotte’s. E qual história que inventam para o pobre coitado? Uma família maluca, participantes de rinhas de cachorros e um irmão que não sabe a sorte grande que tirou ao conhecer Sam. O resultado disso foi Sam acabar atirando no próprio irmão, envolver-se com outros ‘shifters’ (que foram devidamente ignorados após o início da temporada) e se apaixonar por uma ‘shifter’ que foi casada com um lobisomem alfa problemático (porque, parece, nesta série o único lobisomem decente é Alcide….ou é o que querem que o povo acredite, porque eu acho o Alcide um hipócrita).

Nesta altura do campeonato já tinham percebido a burrada que foi criarem a família de Sam e usam Tommy para matar os pais e logo em seguida usam Markus (o lobisomem alfa) para acelerar a morte de Tommy. E claro que Sam, como ‘bom irmão’, foi tirar satisfação com Markus (porque ele não atirou no garoto para matar poucos meses antes, não, de jeito nenhum…). A hipocrisia correndo solta em True Blood mais uma vez.

O caso é que Markus não tinha queixa nenhuma com Tommy. O garoto é que foi lá usando a pele do irmão e provocou a ira de um lobisomem alfa. Nem era a intenção de Markus a de socar Sam, mas sim de assustá-lo para deixar a ex-mulher do alfa em paz. Só que Tommy usou de toda a sua delicadeza para tirar o outro do sério (até eu queria bater no guri!) e acabou apanhando. Mas não foram os ferimentos da briga que mataram Tommy, e sim ter se transformado no irmão.

Não estou tirando a culpa do matilha na morte do garoto e tampouco tolerando violência aqui (afinal, fui eu que fiz o discurso de que violência gera violência), mas não vamos colocar todas as culpas sobre um homem quando ele não foi responsável por tudo de ruim que Tommy atraiu para si. E, diga-se de passagem, esta foi a forma da produção se livrar de um personagem indesejável e que foi erroneamente introduzido à trama.

Infelizmente mesmo fim teve o pobre Markus, de quem eu tinha gostado bem mais do que do próprio Alcide. Mas os roteiristas fizeram de tudo para manchar a imagem do alfa. Alguém quer que eu acredite que o alfa de uma matilha de lobisomens abandonaria todos e fugiria para o México? Assim, do nada? Só por causa da filha? De jeito nenhum! Esses ‘packs’ são mais unidos que….bem, faltou-me um trocadilho inteligente, mas vocês pegaram o sentido da coisa.

Por isso achei errado o que fizeram com Markus (que até então tinha se mostrado um alfa bem agradável. Violento? Talvez, mas ele é um lobisomem, o que há de se esperar do alfa de uma matilha!?).  Mas ainda pior foi o que fizeram com Debbie Pelt. A garota passou pelo inferno depois do que aprontou na temporada passada, mas parecia realmente interessada em sua recuperação. Havia se entregado de corpo e alma para o relacionamento com o Alcide e o que ganha em troca? Um namorado mentiroso (muito descaramento de Alcide jurar que não vai mais procurar Sookie e na mesma noite ir atrás da telepata….Depois não querem que Debbie fique enciumada).

Como se não bastassem as mentiras, Alcide ainda priva Debbie do seu maior sonho: um filho. E ela aceita, porque o ama. Tudo bem, quase caiu na lábia de Markus, mas na hora H se negou a segui-lo, admitiu amar Alcide e ficou do lado do namorado. E mais uma vez, o que ganhou em troca? O repúdio.

Juro, eu nunca senti tanta raiva de Alcide quanto naquele momento. Não havia motivos para o repúdio (que é um ato extremo, muito drástico para um lobisomem). Até então Debbie não deu motivos para isso, muito pelo contrário, até ajudou Sookie quando a garota precisou! (tudo bem que eu acho que a intenção dela não era bem essa, mas foi isso o que fez) E se recusou a seguir Markus quando o seu alfa pediu.

Alcide, por outro lado, mostrou-se tão hipócrita quanto Sam. Chamou Markus de sociopata, mas estava lá no momento que a briga começou e viu que Markus só atacou por ter sido provocado. Não viu nenhum outro ato que corroborasse esta tese absurda. Foi orgulho ferido o que o levou a matar Markus, pura e simplesmente (assim como repudiar Debbie). Quem é o sociopata aqui, hein, Sr. Alcide? Quero ver explicarem agora para a menina que o pai está morto…

Algo que me agradou nesses dois últimos episódios foi o relacionamento de Terry e Andy Bellefleur. Eu, que tinha até esquecido que os dois eram primos, gostei muito das cenas dos dois no Forte Bellefleur. E é legal pensarem em dar uma solução ao problema do Xerife com V, pois esta foi sem dúvida a segunda pior trama que poderiam inventar para a série.

E quem diria que seria na família de Arlene que estariam os momentos mais agradáveis da temporada?

Aliás, parece que lembraram que existem fadas nesta série. O que será que tem em mente para o futuro? Juro que não tenho a menor ideia.

E semana que vem teremos o último episódio e minha última resenha. Se eu continuarei assistindo True Blood só o futuro dirá, mas independente de qualquer coisa, espero de verdade que a qualidade melhore nas próximas temporadas.

 

****

Um adendo: Não quis discutir o livro porque acredito que não seja isso o que os fãs da série esperam. Percebi que o povo não gosta muito de comparações (e só posso lamentar por tão poucos lerem a maravilhosa série escrita por Charlaine Harris, senão compreenderiam todo o meu amor), mas tem uma coisa que eu queria comentar.

No livro Alcide de fato repudia Debbie Pelt (que, vale lembrar, no livro não é uma lobisomem, mas uma ‘shifter’ de algum outro animal que não lembro qual é ….coiote ou raposa… e lobisomem só tem filhos quando acasala com outros lobisomens, o que não parece ser uma verdade em True Blood). Mas o motivo do repúdio é bem outro e muito mais consistente.

No livro, a luta contra os bruxos envolve toda a matilha dos lobisomens (do qual Alcide é bem atuante), mesmo porque há lobisomens entre os bruxos que estão aterrorizando Sherevport. E Debbie (que não está namorando Alcide desde que tentou matar Sookie prendendo-a no porta-malas do carro onde estava Bill, o que não quer dizer que o lobisomem não continue apaixonado pela ex-noiva) participa da batalha ao lado dos vampiros e lobisomens por lealdade a Alcide. No entanto, no meio da confusão, vê uma oportunidade e tenta matar Sookie.

Quando Alcide descobre, repudia a ex-noiva na frente de todo a matilha, levando-a à humilhação pública e a um total descontrole emocional (aqui vale lembrar que no livro Debbie nunca foi viciada em V e era uma mulher até bem elegante), o que conduz aos acontecimentos seguintes (que não comentarei aqui por ter a impressão que seguirão a mesma linha na TV e não quero soltar ‘spoilers’).

Nada de orgulho ferido. O repúdio no livro foi legítimo e esperado. Alcide pode ter seus defeitos na série dos vampiros sulistas, mas o maior deles é justamente o de ser apaixonado por Debbie a tal ponto que prefere não ver os defeitos da ex-noiva até que não pode mais fugir deles.

Seria demais eu querer um pouquinho de bom senso do personagem na serie de TV também? Principalmente quando Debbie vinha se mostrando bem mais carismática na TV do que jamais foi nos livros?

Só me resta lamentar.

Damages – The War Will Go On Forever

Data/Hora 05/09/2011, 19:59. Autor
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Série: Damages
Episódio: The War Will Go On Forever
Temporada:
Número do Episódio: 4×08
Datas de Exibição nos EUA: 31/08/2011

Começando pelo final. Eu ainda tenho minhas dúvidas se realmente foi o Chris quem morreu. Algo me diz que a morte dele possa ter sido forjada e no final das contas quem morreu foi Dean, o jornalista que estava no Afeganistão tentando recolher provas – e encontrar Chris – a pedido de Ellen.

De qual maneira já sabemos que haverá mais uma vez um conflito entre Patty e sua pupila. Ellen ameaça a ex chefe ao telefone após uma aparente traição. Mas o que teria provocado tal traição? Seria o preço que Patty estaria disposta a pagar para continuar com a guarda da neta?

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Boorman parece pronto a entregar Erickson para Patty. Porém a parte que mais chamou a atenção sobre ele nesse episódio foi o assassinato da agente francesa com quem ele tinha um romance. Eu desconfiava que ele fosse matá-la mas mesmo assim a cena me assustou. Dylan Baker está virando especialistas em homens *frios*.

Outra questão é qual seria a importância do menino afegão que ele, Boorman, mantém em cativeiro. Ele estaria protegendo o garoto apenas por fidelidade a mãe do menino ou o garoto seria filho de dele?

Damages – The War Will Go On Forever

Foi um episódio que deixou mais perguntas que respostas e mesmo assim as respostas apresentadas podem não ser exatamente o que aparentam ser. Damages gosta de abusar desse joguinho de “esconder” e mostrar toda a verdade apenas no último episódio.

Warehouse 13 – The 40th Floor

Data/Hora 04/09/2011, 14:43. Autor
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Série: Warehouse 13
Episódio: The 40th Floor
Temporada:
Número do Episódio: 3×08
Data de exibição nos EUA: 29/08/2011

Ei, ‘Warehousers’! Estou mega chocada com o episódio desta semana, fato. Foi tudo tão atípico, frenético e surpreendente que os 40 minutos de duração passaram voando. Claro que teve a parte meio emocional, como de praxe, mas não tão exagerada como no episódio anterior.

Finalmente os vilões começaram a agir mesmo. No episódio passado tivemos uma pequena amostra da ação deles, mas esta semana o foco foi todo na turma do mal. A atenção para os malvados foi tanta, que nem tivemos a caça aos artefatos propriamente dita, e sim uma caça a um cara mau que estava com um artefato. Sentiram a diferença?

Enfim, todos devem estar bem lembrados da Sally (a falsa agente do FBI). Então, a bandida agora se atreveu a sair torturando e matando os Regentes (aqueles agentes do Depósito que são os mais importantes, os chefões). E lembram daquela maçaneta estranha que a Sally roubou do Steve e da Claudia? Pois é, essa maçaneta queima a pessoa que a segura até o ponto de ela entrar em combustão espontânea. Então já deu para perceber qual artefato estava sendo usado para torturar os Regentes, né?

O importante é que a equipe do Depósito 13 conseguiu armar uma cilada para Sally e, com a ajuda de mais um dos artefatos de bolso do Artie, rastrearam toda a trajetória da moça nas últimas 12 horas. A trajetória os levou a um prédio com mais regentes juntos do que as normas de segurança aconselhariam. Então Artie e Myka vão explorar o prédio enquanto Claudia e Pete tentam improvisar e achar algo nas câmeras de segurança da rua.

Enquanto isso, Steve tenta conversar amigavelmente com Sally para conseguir informações. O papo estava muito bom até Sra. Frederic chegar e começar a afogar a moça à seco mesmo (com um artefato, lógico). A tortura até poderia resultar em algo, se Steve não tivesse dado a louca e defendido a bandida por estar com dó, o que deu chances para a garota se mandar dali. Claro que a Sra. Frederic ficou possessa e não quis nem saber: chutou o Steve para fora do Depósito 13.

De volta ao prédio, Artie e Myka tentam tirar os Regentes teimosos dali, mas estes cismam que estavam seguros até os dois agentes aparecerem. A discussãozinha boba teria até rendido, se não fosse o prédio começar a desmoronar por ter sido pichado por uma tinta altamente corrosiva. Antes de tudo desmoronar literalmente, Pete e Claudia saem correndo atrás do pichador e conseguem recuperar o spray do mal.

Artie consegue sair do prédio junto com um Regente, mas Myka continua presa lá com Jane, outra Regente (só restaram esses dois Regentes mesmo, já que o resto morreu no caminho). Sem ter outra alternativa, a única solução brilhante que Pete dá para a situação é pichar algo sobre a pichação que começou a loucura toda. Não foi muito criativo, mas Pete desenhou um símbolo de paz e amor no local e, apesar do desenho ser algo bem banal, acabou funcionando.

Problema resolvido, todo mundo são e salvo… Myka decide apresentar a Pete sua nova amiga Regente, a tal Jane. E, apesar de tudo o que aconteceu no episódio, essa parte foi a mais sensacional: Pete vai cumprimentar a mulher e quase tem um treco ao ver que a mulher é a mãe dele. Seria engraçado se não fosse tenso, mas admito que eu ri.

E a Sally? Bem, ela foi fazer o papel de dedo-duro e contar tudo o que aconteceu para o seu chefe, que ainda não teve o rosto revelado na série, mas dá para ver que ele usa uma cadeira de rodas (depois que percebi isso, comecei a ficar atenta a todos que aparecem de cadeira de rodas na série, admito). Apesar de ela ter contado tudo, o chefão fica decepcionado com a incompetência da garota e apaga de vez a dita cuja. Claro que já tem um provável substituto para ela, com uma cara de bem mais malvado do que a Sally. Veremos o que ele vai aprontar.

P. S. [1]: Só um comentário BEM inútil… A tinta daquele spray não acaba? E aproveitando o assunto do spray, eu pensei que Pete picharia uma carinha feliz no muro lá. Vão me dizer que ninguém pensou isso quando ele começou a fazer a bolinha? Hahaha.

P. S. [2]: Ok, eu falo mal do Steve, mas fiquei morrendo de dó quando ele foi demitido. Embora eu ainda ache que ele volte.

Haven – Friend or Faux

Data/Hora 04/09/2011, 14:37. Autor
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Série: Haven
Episódio: Friend or Faux
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 08
Datas de Exibição nos EUA: 02/09/2011

O dia em que Haven se transformou em um filme de ação. Essa frase ilustra perfeitamente Friend or Faux, que manteve o nível dos últimos episódios exibidos. Foi bom, eu diria. O caso da semana foi bastante peculiar. Achei interessante, embora tenha ficado bem mal explicado como o problemático Cornell fazia cópias suas. Mas, comecemos do princípio.

Logo no início do episódio, somos apresentados a dois Cornells. Um metódico, certinho. O outro mais “divertido”, escrachado. O certinho mata o outro, que reaparece prontamente dentro do carro, e pede licença para cumprir a sua missão: matar um homem.

E ele aparece no bar de Duke, atrás de Henry, seu novo ajudante. Duke tenta despistar Cornell, mas eles acabam trocando tiros, e o garoto consegue fugir. No entanto Cornell também foge, embora ferido no braço. Duke chama Nathan e Audrey, mas conta apenas parte da história para os policiais. Ele omite que Cornell está procurando Henry por que o menino teria visto algo que o incriminaria.

Nathan e Audrey vão atrás de Cornell, mas encontram apenas seu “original” em casa, e a cópia consegue fugir. Eles perseguem o fugitivo até o Resort Everwood, que está abandonado. Chegando lá, encontram Duke, e os após outra troca de tiros, Audrey acerta o peito de Cornell, que morre.

Mas quase que imediatamente outra cópia surge, e entra no resort, procurando Henry. Assim, os policiais e Duke acabando entrando no local, também. A perseguição continua, até que o trio encontra Henry. Após serem alvejados por mais alguns tiros, eles acabam se separando, e Audrey e Nathan seguem para um lado, enquanto que Duke e Henry buscam a saída.

Os policiais encontram o Cornell original. Só que para pedir reforços, Nathan precisa retornar ao andar superior, e acaba deixando Audrey com Cornell. O problema é que, na subida, Wuornos encontra outro Cornell, e percebe que a cópia é, na verdade, o Cornell que está com Audrey. E logo a loira descobre isso também (bendita moeda!), e apesar de tentar se precaver, ela é atingida pelo criminoso. E é nesse momento que Audrey usa de toda sua filosofia para distrair Cornell (Audrey me cansa, as vezes). Ela aproveita que ambos têm em comum o fato de compartilharem de memórias que não são suas para questionar o sentido de existir sendo uma mera cópia de outra pessoa. Ea conclusão dela é que, para sua sorte, ela compartilha as memórias de uma agente do FBI, capacitada para desarmá-lo e imobilizá-lo.

Após dominar Cornell, Audrey parte em busca de Nathan, mas acaba encontrando Duke e Henry, que retornaram para o interior do resort em busca de uma medalha, lembrança do pai do garoto (vimos um Duke fofo e preocupado, no melhor estilo paizão, nesse episódio). Eles conseguem contato com Nathan, e combinam de encontrá-lo no pátio. Só que nesse tempo a cópia, que estava algemada em um cano, se suicida, o que faz com que outra cópia – dessa vez livre – surja. A propósito, a cena do surgimento da nova cópia ficou bem esquisita. O efeito da sombra crescendo na parede não foi legal. Mas o nível do episódio foi tão bom que dá pra relevar a falha.

Enquanto isso, Wuornos e Cornell seguem para o pátio. Mas o policial vê sangue saindo de uma parede recém construída, e encontra um cadáver no local. E, antes de conseguir chamar reforços, o Cornell original acerta uma tijolada na cabeça dele. A cópia chega, e instiga o original a matar Nathan. Nesse momento, descobrimos que o Cornell original não era o bonzinho da história, já que suas cópias só surgiram para ajudar ele a encobrir a morte de um colega do banco, Neal, que descobriu uns desvios de dinheiro que ele havia feito.

Para salvar Nathan, Duke e Audrey iniciam uma nova troca de tiros com os Cornells, mas acabam sem munição. E Audrey precisa salvar o dia, mais uma vez. No momento piegas do episódio, ela convence a cópia de que ele pode ter uma lembrança verdadeiramente dele: salvar uma criança da morte (e mais filosofia por parte de Audrey!). E, no momento em que o original atiraria em Audrey, a cópia decide fazer algo de digno e mata seu outro eu. Consequentemente, ambos morrem e, mais uma vez, tudo continuará em paz na cidadela de Haven.

Quer dizer, tudo continuaria em paz, não fosse o fato de que Nathan será expulso do cargo de chefe, sendo substituído por ninguém menos do que o reverendo “do mal” Driscol. E, pelas palavras do vereador, os problemáticos serão literalmente caçados. Então, vem de tudo por aí. Menos paz.

E antes de encerrar os comentários, preciso dizer que ver Nathan bêbado foi hilário. O que foi aquela dancinha? Ri muito. E ainda serviu para que Duke descobrisse a ligação de Evi com o reverendo. Quero só ver como vai acabar esse “casamento”.

E agora, o que nos aguarda nos quatro últimos episódios da temporada? Será que a questão do homem tatuado se desenvolverá? Veremos alguma evolução na trama de Lucy? A outra Audrey voltará, ou teremos que fingir que ela nunca existiu? Enfim, são muitas questões a serem respondidas. E ainda não foi anunciada a renovação da série (mas a audiência está subindo), então, não faço ideia de como as coisas ficarão. É esperar pra ver.

P.S.1: gostei bastante da participação do chileno Cristián de la Fuente (Private Practice, The Nine Lives of Chloe King) no episódio. Ele conseguiu dar um tom bem diferente para o Cornell original e para a cópia. E ele embeleza qualquer seriado que participa.

P.S.2: to sentindo falta dos irmãos Teagues. Nesse episódio, faltou aquela explicação deles sobre a origem dos problemas de Cornell.

Breaking Bad – Problem Dog

Data/Hora 03/09/2011, 20:22. Autor
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Série: Breaking Bad
Episódio: Problem Dog
Temporada:
Número do Episódio: 04 x 07
Datas de Exibição nos EUA: 28/08/2011

Uma série como Breaking Bad consegue inserir uma propaganda no seu episódio de maneira que não nos deixa incomodados, já que ela conseguiu se entrelaçar de maneira muito orgânica ao drama de um dos personagens.

A propaganda é do jogo Rage, dos mesmos criadores do clássico Doom, que será lançado no próximo dia 4 de outubro e estará disponível nos melhores consoles. O trailer do jogo você confere aqui. Clique aqui para continuar a leitura »

Rookie Blue – A Little Faith

Data/Hora 03/09/2011, 19:32. Autor
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Série: Rookie Blue
Episódio: A Little Faith
Temporada:
Número do Episódio: 2×11
Datas de Exibição nos EUA: 1°/09/2011

Qual a palavra para definir esse episódio de Rookie Blue? Pegação define. Sei que o episódio não se resumiu a isso. Aliás, longe disso. Mas minha mente ‘shipper’ não consegue pensar em outra coisa quando falo de A Little Faith. Mas, deixemos esses comentários para o momento oportuno.

Em A Little Faith, Dov, Traci e Andy foram escolhidos para sair à paisana, com nada exceto uma passagem de ônibus. O desafio era retornar na manha seguinte, vivos, uniformizados, e com a maior quantidade possível de drogas e dinheiro. Clique aqui para continuar a leitura »

Pretty Little Liars – I Must Confess e Over My Dead Body

Data/Hora 02/09/2011, 19:34. Autor
Categorias Reviews


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Série: Pretty Little Liars
Episódios: I Must Confess e Over My Dead Body
Temporada:
Número dos Episódios: 2×11 e 2×12
Data de Exibição nos EUA: 23/08/2011 e 30/08/2011

Mais uma vez sai uma ‘review’ dupla, porque como vocês devem ter percebido, não ando muito satisfeita com Pretty Little Liars. Mas até que isso caiu bem, já que do jeito que a história anda a passo de tartaruga não tem muito o que falar mesmo sem cair no lugar comum. Farei dessa vez uma divisão, falando de cada personagem em separado sobre os acontecimentos desses dois últimos episódios e em que pé ficamos para o restante da temporada.

Spencer

Resolveu dar uns amassos no namorado na frente da casa do Jason, dá pra entender uma coisa dessas? Não dá né minha gente?! Só pode estar delirando. Aí não sei como e nem sei por quê ela discute com o pai, acaba sobrando pra Toby e na verdade a ‘Summer Finale’ não esclareceu realmente do que se tratava. Tá, o pai dela mexeu no testamento, mas o que que isso tem a ver com queimar o taco de hóquei?

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Rizzoli & Isles – My Own Worst Enemy

Data/Hora 02/09/2011, 15:17. Autor
Categorias Reviews


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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: My Own Worst Enemy
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 08
Datas de Exibição nos EUA: 29/08/2011

Nessa semana, havia algo de diferente em Rizzoli & Isles. Não foi a qualidade do episódio, que manteve o bom nível da temporada. Também não foi a audiência, que mais uma vez atingiu ótimos índices. A novidade foi o comportamento de Maura. Pois é, até as pessoas mais cheias de racionalidade e cientificidade ficam um tanto bobas apaixonadas.

Em My Own Worst Enemy os detetives tiveram que investigar a morte de um empresário do ramo naval, que transportava mercadorias para vários clientes de Boston. O filho da vítima, que estava com ele no momento do assassinato, ficou ferido, mas sobreviveu. Os detetives seguiram duas linhas de raciocínio. Como suspeitavam de um irmão da vítima, que tinha sido preso por tráfico de drogas em razão do depoimento do morto, começaram a tentar localiza-lo. E ao mesmo tempo, desconfiados com a sobrevivência do filho da vítima, passaram a investiga-lo. E sua súbita alta do hospital levou os detetives a encontrarem um container cheio de mercadorias, prontas para serem transportadas. Clique aqui para continuar a leitura »

The Big C – How Do You Feel?

Data/Hora 01/09/2011, 22:48. Autor
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Série: The Big C
Episódio: How do you feel?
Temporada:
Número do Episódio: 2×10
Datas de Exibição nos EUA: 29/8/2011

Primeira coisa a dizer: senti muita falta da Andrea nesse episódio. Da forma como essa temporada vem sendo conduzida e com a entrada da personagem da Parker Posey era previsível que a personagem perdesse espaço. Afinal a interação dela, na maior parte do tempo, acontece com o Adam e a Cathy e nesse episódio os dois estavam “ocupados”.

Cathy e Lee fazem as pazes após a briga durante o jantar de Ação de Graças. Ele está visivelmente mais doente e isso a esta preocupando. Lee continua tentando levar a vida da maneira mais otimista possível mas é nítida a sua fraqueza. Os dois passam mais um dia juntos no apartamento dele bebendo vinho e conversando sobre a vida.

É justamente durante uma conversa que The Big C apresenta mais uma cena clichê, mas que na série é muito bem conduzida. Quando o amigo diz que nunca tocou nos seios de uma mulher Cathy faz com que ele toque os seios dela. A cena é feita com uma delicadeza tão grande que passou a “sensação” do “recurso” está sendo usado pela primeira vez.

Adam vai com Poppy a festa de reencontro da turma dela. E começa a desconfiar que há algo de errado com a nova amiga. Ele percebe que ela se automutila mas não menciona nada. Em casa ele questiona Cathy do porquê de algumas pessoas se machucarem.

Sean continua sem medicação e completamente transtornado com a perda da filha. John Benjamin Hickey merecia umas cinco indicações em cada premiação existente. Ele está dando um show. No final do episódio ficamos sabendo que ele mais uma vez foi embora, para a tristeza de Cathy.

O alívio cômico ficou por conta de Paul que continua esbanjando o dinheiro que está ganhando em sua “sociedade” com o Mika. Comprou uma dessas balanças que diz o seu peso, taxa de gordura e a idade “real” do seu corpo. Ele fica deveras incomodado porque ao subir no equipamento descobre que sua condição física é de alguém com 67 anos e resolve que precisa se cuidar porque está morrendo.

Uma coisa que comecei a pensar após esse episódio é que acredito que teremos mais uma morte. Suspeito que Lee ou Poppy não chegarão a uma próxima temporada. Se tivesse que arriscar, apostaria na Poppy porque seria uma maneira de fazer Adam lidar com a morte de alguém querido e assim lidar melhor (ou piorar de vez) com a doença da mãe.

Torchwood: Miracle Day – Immortal Sins/End of the Road

Data/Hora 01/09/2011, 22:36. Autor
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Série: Torchwood
Episódios: Immortal Sins e End of the Road
Temporada:
Número dos Episódios: 4×07 e 4×08
Datas de Exibição nos EUA: 19/08/2011 e 26/08/2011

Eu gostaria de saber o que passava pela mente de Russell T. Davies quando  criou o conceito de Miracle Day. Porque com certeza não era esta bagunça que temos aguentado semana após semana. Pergunto-me se ele se sente tão decepcionado quanto eu com o rumo que esta temporada de Torchwood tomou.

Immortal Sins foi, dos oito episódios até agora, o que mais se aproximou do que era Torchwood. Talvez porque tivemos um maior envolvimento de Jack nos acontecimentos, mas principalmente porque a história saiu da escala mundial e genérica para o conflito individual e muito mais próximo do que já estávamos acostumados. E, é claro, porque finalmente vimos um alienígena nesta série que, em tese, é sobre uma organização que foi criada para lidar com as ameaças extraterrestres (em especial o Doutor, mas isso não vem ao caso).

Torchwood gastou um episódio inteiro para nos apresentar Angelo Colasanto, o imigrante ilegal que aportou nos Estados Unidos e acabou apaixonado por Jack Harkness. E sentimento também não faltou da parte de nosso Capitão, já que chegou ao ponto de pensar em tomá-lo como um Companheiro de aventuras, assim como o Doutor costuma fazer com humanos aqui e acolá – sendo Jack um deles, diga-se de passagem. Clique aqui para continuar a leitura »

Leverage – The Queen’s Gambit Job

Data/Hora 01/09/2011, 14:56. Autor
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Série: Leverage
Episódio: The Queen’s Gambit Job (Summer Finale)
Temporada:
Número do Episódio: 4×10
Datas de Exibição nos EUA: 28/8/2011

Sterling dando as caras. Pensei que isso era um sinal que iríamos para uma pausa na temporada (novos episódios só a partir de 28 de novembro) com um “gancho” daqueles de tirar o fôlego, mas não foi nada disso. Para um episódio que encerra o meio da temporada e com mais uma participação de Mark Sheppard, foi tudo bem morno. Apesar que não sei se quando ele foi escrito sabiam disso.

James Sterling procura Nate pedindo ajuda num caso. De cara eu pensei que era uma armação e que o time iria acabar tendo que fugir novamente. Fui surpreendida pelo fato que Nate não apenas sabia exatamente a intenção do ex-amigo como também fui surpreendida que  a intenção de Sterling era salvar a filha que ninguém sabia que ele tinha, nem que para isso precisasse sacrificar Nate e o restante do time. Clique aqui para continuar a leitura »

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